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Ano 13 . Nº 6 . Novembro| 2015 . R$ 10,00

ENTREVISTA

COMO AJUDAR A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO MÚSICA

AFICCIONADO POR SONS E APARELHOS NOSSO MEL É PREMIADO NATUREZA

OS JARDINS SUSPENSOS NO CENTRO DE IJUÍ

A NOITE DE ESPLENDOR DA FILHA DE DANIEL E SANDRA CEOLIN

Foto Eleonora

LAURA CEOLIN


Vista

Thyers


‘‘Porque você é e porque você merece ser diferente.’’

Vista

Thyers


24 25 Convidados da Stampa, homens e mulheres revelam o que n達o usariam de jeito nenhum 4 | STAMPA

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RUA DO COMÉRCIO, 1082 - 55.3333.0233

RUA BENJAMIN CONSTANT, 655 - 55.3333.0464


índice ESPORTE

Disputa regional de basquete reuniu em Ijuí mais de 300 atletas de 14 cidades

VISITANTE

Casal alemão percorre o mundo de moto, conhecendo projetos sociais

ENTREVISTA

Atender às diferenças é a forma de agir para incluir os deficientes na Educação

SAbOR

Nosso mel é uma das nossas riquezas, reconhecido como um dos melhores do país

GENTE

Decano da advogacia, Juarez Pedro Montano, 83 anos, não tem planos de parar

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NATUREZA

Sustentabilidade, saúde, beleza prazer: tudo isso são razões para cultivar jardins e hortas suspensos

22 stampa@jornaldamanhaijui.com

CAPA

A deslumbrante festa de 15 anos de Laura Kroth Ceolin, nos cenários de Líbera Marin

COLEÇÃO

Jairo Person, além de curtir música, coleciona os melhores meios de ouví-la

ARTESANATO

Aposentado dedica-se à habilidade de fabricar brinquedos artesanais

PELO MUNDO

Gostoso é o nome do paradisíaco lugar onde vivem Elvio e Cristina Corso

VIAGEM

Grupo de ijuienses percorreu os principais países ao Leste da Alemanha

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ano 13 - nº 6 | novembro | 2015 Publicação Gráfica e editora Jornalística sentinela ltda cnPJ: 87.657.854/0001-23 rua albino brendler, 122 - fone: (55) 3331-0300 98.700-000 iJuí/rs diretor edmundo Henrique PocHmann edição iara soares iara@jornaldamanhaijui.com colaboradores: carlos alberto PadilHa claudia de almeida, deise morais, maristela martins, Jocelaine simão, cecilia matHioni imPressão cia de arte (55 3331-0319)

assinatura semestral: r$ 55,00 - ligue 3331-0300 Informações contidas em matérias comercializadas são responsabilidade integral das empresas e/ou dos profissionais.


Competição valoriza o basquete regional Disputa aconteceu em outubro, no Ginásio Wilson Mânica e envolveu mais de 300 atletas de 14 cidades

SER Ijuí, uma das equipes participantes da competição

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ito equipes do Rio Grande do Sul disputaram no Ginásio de Esportes Wilson Mânica em Ijuí, no mês de outubro o Encontro Regional de Basquete categoria Adulto. A competição, que mostrou bom nível técnico, foi promovida pela Consultoria de Eventos Esportivos G7 e teve o objetivo de mostrar que a modalidade vem crescendo na região.O título foi conquistado pela equipe ABSA de Santo Ângelo, que venceu na decisão, o Clube Arranca de Cruz Alta por 48 a 41. Na terceira colocação ficou a Fundimisa, de Santo Ângelo e quarto lugar a equipe Atlas, de Santa Maria. O atleta Ricardo Lenz, da ABSA foi o cestinha do

Bom nível técnico marcou o Encontro Regional de Basquetebol Encontro com 77 pontos. Um dos organizadores da competição, Eduardo Llano confirmou que o Encontro Regional de Basquete de 2016 será disputado no mês de maio e deverá envolver mais equipes com outras categorias. Os times participantes deste ano foram: SER IJUÍ, Clube Arranca, de Cruz Alta, Atenas, de Três Passos, ABAS, de Soledade, Fundimisa, de Santo Ângelo, ABSA, de Santo Ângelo, NBP, de Palmeira das Missões e Atlas de Santa Maria. Antecedendo os jogos no Ginasião aconteceu o Festival de Minibasquetebol, envolvendo alunos do Programa Atleta do Futuro do Serviço Social da Indústria (Sesi).

Ijuí sedia etapa do estadual de judô A Sociedade Ginástica Ijuí (Sogi) realizou a etapa juntamente com a Liga Riograndense de Judô. A quinta etapa do 15º Campeonato Estadual de Judô foi realizada em Ijuí em outubro, no Ginásio Wilson Mânica, envolvendo mais de 300 atletas de 14 cidades. A Sociedade Ginástica Ijuí (Sogi) com apoio do poder público, através da Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo, realizou a etapa juntamente com a Liga Riograndense de Judô. O Santa Maria Judô conquistou a primeira posição. Em segundo ficou a Sociedade Ginástica Ijuí; terceiro, a equipe Brasa Sul de Judô, de Rosário do Sul; quarto, Associação Combate de Artes Marciais-Acam, de Garibaldi e na quinta posição, o Projeto Bushido, de Dilermano Aguiar. A equipe Sogi-EFA Noroeste de Judô conquistou 38 medalhas de ouro, 26 de prata e nove de bronze. O professor Jean Veiga de Souza destacou que a equipe ijuiense busca apoio para participar neste mês do Campeonato Brasileiro de Judô, em Brasília. 8 | STAMPA

Circuito Gaúcho de Judô foi disputado por mais de 300 atletas


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melhor de tudo é que hoje a regra é não seguir muitas regras, até porque elas quase não existem mais neste universo. Quase tudo é “bem-vindo”, e quase tudo pode ser misturado. “Por isso, para nós da Mobiliário 21 e da Romanzza, a única regra mesmo é entender o lifestyle dos nossos clientes e adequar o que existe de melhor ao seu modo de morar ou trabalhar”, explica a sócia-proprietária, Gisele Barbi. A madeira é clássica, atemporal e remete soberania quando usada, porém, se for usada demais pode comprometer o ambiente tornando-o muito pesado. Neste caso, compor ambientes com este material ficam belíssimos quando são misturadas texturas como vidros, espelhos, cristais e a cor prata nas suas diferentes opções. O MDF revestido com Melamina, material usado nos planejados da Romanzza, são perfeitos como solução permitindo a ocupação máxima e perfeita dos espaços, porém o resultado final, pode ser frio e por isso pouco acolhedor. Assim, misturar itens orgânicos como madeira, tecidos e principalmente cores nestes ambientes o tornam perfeitos. “Portanto, tendência para nós foge um pouquinho do conceito do dicionário que afirma ser aquilo que leva as pessoas a seguir um certo caminho, uma prédisposição ou quem sabe até uma propensão. Na nossa teoria, o conceito é mais livre, mais flexível, como uma inclinação, ou gosto por alguma coisa, neste caso, móveis e decoração e a sua liberdade em usá-lo. A nossa parte neste conceito, fica na responsabilidade de dar o nosso toque de elegância, sofisticação e exclusividade, usando os melhores produtos do mercado ao gosto dos nossos clientes que já são superantenados”, explica Gisele. Conheça as opções na Romanzza, Rua Benjamin Constant, 655, sala 2, telefone 33330464, e na Mobiliário 21, Rua do Comércio, 1802, telefone 3333-0233. 10 | STAMPA

O que é tendência no universo de móveis e decoração


Tudo pelo social O casal Mirko e Claudia Nagler mora em Dortmund, Alemanha, a 600 quilômetros da capital, Berlin. Há 17 meses, eles venderam tudo que tinham, pediram demissão de seus empregos, compraram duas motos e decidiram se aventurar pelo mundo para conhecer trabalhos sociais

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urante os 17 meses que estão longe da Alemanha, eles não retornaram nenhuma vez para casa. Estiveram por aqui no mês de outubro, na última parada, antes do embarque de volta para Dortmund, no começo deste mês. Mirko Nagler, 38 anos, formado em marketing, também é fotógrafo profissional. Claudia, 34 anos, é assistente social. Em Ijuí, ficaram hospedados no Lar da Criança Henrique Liebich, onde conheceram os projetos desenvolvidos neste abrigo infantil. Em uma conversa traduzida pelo pastor Airton Nickel, o casal contou com exclusividade para a Stampa, os projetos, o amor pelas crianças e a saudade de casa. Eles decidiram fazer a viagem para visitar projetos missionários, que segundo Mirko, há uma carência bastante grande e porque amam o trabalho social, especialmente com pessoas pobres. Claudia conta que eles têm um estúdio fotográfico em casa e resolveram pela viagem para fotografar crianças carentes ao redor do mundo e mostrar os projetos sociais realizados em instituições. A missão é a EBM Internacional, que na América Latina é denominada de EBM Maza. O pastor Airton explica que é uma associação de Igrejas Batistas chamadas de Missão Batista Europeia que faz trabalhos sociais em vários continentes. “Através dessa organização é que Claudia e Mirko decidiram pela viagem”. O casal faz o levantamento de fotos para essa organização. Há 17 meses na estrada, o casal já percorreu 65 mil quilômetros, em países como Estados Unidos, Canadá, Panamá, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil. E dizem que não se arrependem de nada. “Valeu muito a pena, especialmente os encontros que tivemos nos lares de crianças, não só aqui no Brasil, mas em países como Argentina e Bolívia. Esses contatos pessoais ficarão no nosso coração para sempre”, conta Cláudia. Eles têm um limite de orçamento diário de cinquenta euros. Alguns lugares, eles não conseguem um lar que os abrigue, então o valor é útil para hospedagem e alimentação. Claudia conta que durante a trajetória de viagem, percebeu que as pessoas mesmo vivendo em extrema pobreza, podem ser felizes. “A história dessas pessoas é mudada, através de experiências pessoais que eles têm com Deus.” Mirko já dirige moto há 20 anos, e Claudia tirou a carteira há seis meses. “Os primeiros dias foram desgastantes e difíceis. Precisei aprender muito como conduzir a moto, junto com a saudade de casa. É um desafio, por exemplo, andar em estradas com chuvas, neve ou calor extremo, são desafios que nos trazem dificuldades”, ela relata. O maior percurso percorrido foi de 600 quilômetros, no Paraná. Sobre Ijuí, o casal ressalta que se surpreendeu. “O que vimos aqui impactou muito nossa forma de ver os projetos sociais. A forma com se trabalha com as crianças, em forma de família. Na Alemanha, esse modelo familiar de acolhimento não existe. Não é como aqui, que há mães sociais que cuidam de acolhidos. As pessoas que trabalham no centro social, no Lar, o que elas fazem com as crianças e oportunizam para que elas cresçam, é impactante, é elogiável. Tenho uma profunda admiração pelas pessoas que trabalham com as crianças e se oferecem voluntariamente para ajudá-las”, diz Claudia. Para Mirko, Ijuí está muito bem servido, pelo Lar da Criança Henrique Liebich, Núcleo Social, Cais – Centro de Atendimentos Integral ao Surdo, Faculdade Batista Pioneira, que forma futuros pastores e missionários e o acampamento Batista, em Bozano. Claudia conta que na Alemanha o sistema de acolhimento é diferente. Existem as casas e pessoas com formação, como assistentes sociais, que cuidam dessas crianças somente durante o dia. Prestam o serviço e vão embora. “O contato e o atendimento é diferente. Nunca há um contato direto e efetivo das crianças com os cuidadores, como acontece em Ijuí. Isso a gente percebe no comportamento das crianças. No Brasil, percebe-se que as crianças são mais sociáveis e amorosas, diferentes das crianças na Alemanha.”

Mirko e Claudia estão na estrada, de moto, há 17 meses; e no Lar da Criança Henrique Liebich, onde interagiram com as crianças

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Lentes de Contato de Porcelana e Facetas Estéticas de Porcelana Por Adriana Pedrazzi Cirurgiã-dentista Saúde bucal é fundamental para quem deseja manter ou melhorar o seu sorriso. E a estética dentária é parte importante nesse processo, porque muito mais do que beleza, as modernas técnicas significam saúde. A nova técnica usada na estética odontológica são as “lentes de contato” superfinas. Feitas de porcelana, elas corrigem imperfeições, alterações de cor, qualquer mudança estética que se deseja e fraturas. Esse método traz duas grandes vantagens: durabilidade e evita o desgaste do esmalte natural do dente, ao contrário do que fazem as facetas comuns. Já as facetas de porcelana são indicadas nos casos em que se necessita uma maior mudança de estrutura dentária. Exigem um certo desgaste, mas trazem muitos benefícios estéticos e reparadores. Também podem ser feitas através do sistema Zirkozahn, um material mais moderno que permite a ausência de linhas escuras na gengiva, excelente biocompatibilidade, coloração translúcida natural e alta densidade cristalina. Este e outros procedimentos como clareamento dental, restaurações estéticas, reanatomização de dentes, próteses fixas, móveis e removíveis, implantes e protocolos, você encontra na Clínica Adriana Pedrazzi. Para mais informações acesse o site: www.adrianapedrazzi.com.br

Danos aos consumidores Hoje, sem dúvida o celular, tablet, notebook e afins fazem parte da nossa vida, sendo um “mal” necessário. Entretanto, as operadoras sempre estiveram em posição de superioridade perante o consumidor, havendo um desequilíbrio na relaAline Schöffel Krisczum ção de consumo e a desvantagem do consumidor imperando. Percebe-se que com o avanço da tecAdvogada nologia o cidadão se torna cada vez mais refém das operadoras, pois cada vez mais existem programas que facilitam o nosso dia a dia, trazendo celeridade e certa comodidade, e muitos são indispensáveis ao exercício das profissões. O problema é que o preço pago muitas vezes é um absurdo e abusivo, pois sem acesso a internet, o trabalho e atividades de muitos trabalhadores e profissionais não são desenvolvidos. Ocorre que o plano de telefone e internet cobrados pelas operadoras quase em toda a sua maioria, se não desde o início, na metade já começam a aborrecer os consumidores, causando prejuízos, pois começam as cobranças indevidas e/ou abusivas, não correspondendo ao inicialmente contratado. As telefonias estão entre as principais empresas de reclamação pelos consumidores, bem como as que mais figuram no polo passivo das ações.As principais reclamações e abusos cometidos por essas empresas são as cobranças indevidas de serviços e/ou ligações não realizadas, restrição de crédito dos consumidores pelas operadoras junto ao SPC/Serasa, exigência de fidelização (na maioria das vezes são de 12 meses), interrupção dos serviços, entre outros. Por sorte, como essas relações são de consumo, estão sujeitas ao Código de Defesa do Consumidor e todos os aspectos do contrato devem ser analisados considerando a vulnerabilidade, hipossuficiência e a responsabilidade objetiva em relação a prova.Outrossim, mesmo que a Anatel tem como principais atribuições regulamentar, outorgar e fiscalizar os serviços de telefonia, como por exemplo celebrar e gerenciar contratos de concessão, fiscalizar a prestação de serviços, aplicar sanções, controlar revisões tarifárias, expedir normas sobre prestação de serviços e até mesmo realizar intervenções, quando se necessário, o contrato celebrado entre as operadoras e os seus clientes são considerados de adesão e o consumidor fica sujeito às cláusulas impostas sem poder discutilas, pois são postos unilateralmente pelas telefonias. Dessa forma, quando as discussões chegam ao Judiciário, este tem analisado as questões considerando a fragilidade do consumidor perante as operadoras, aplicando a inversão do ônus da prova, cabendo às operadoras produzirem provas em sua defesa. E as decisões de entendimento majoritário são no sentido de fazer as telefonias reparar o dano e em muitos casos condenando-as em danos morais. Portanto, a aplicação do Código de Defesa do Consumidor é uma forma de igualar os consumidores e as telefonias, reconhecendo a vulnerabilidade e hipossuficiência dos consumidores,cerceando os abusos cometidos pelas prestadoras de serviços. E as sanções impostas às empresas são para evitar e impedir que haja a reiteração deste tipo de conduta praticada sempre com excesso.

Aline S. Lizot Krisczum Advogada OAB/RS 83.055

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O reconhecimento da atividade especial A atividade especial exercida pelo segurado consiste no desempenho de funções laborais que ocasionam exposição a agentes nocivos causadores de malefícios à saúde ou à integridade física do obreiro, tais como ruído, frio, calor, radiações, agentes químicos, agentes biológicos, dentre outros.Em razão disso, a legislação Naiara Braatz Garcez de regência prevê a possibilidade de o segurado se aposentar em um período reduzido, visando Advogada reparar financeiramente o trabalhador que atuou exposto a condições de trabalho inadequadas. Milhares de trabalhadores se enquadram na situação de exercício de atividade especial, o que, por si só, torna relevante o debate acerca do tema proposto na medida em que o reconhecimento da atividade especial acarreta inúmeras repercussões nos direitos do segurado, especialmente no que concerne ao tempo necessário para a aposentação, bem como na própria renda mensal do benefício. Com efeito, o reconhecimento da atividade especial junto ao INSS, a depender do caso concreto, possibilitará a obtenção do benefício de aposentadoria especial caso o segurado tenha atuado por 15, 20 ou 25 anos em atividade especial, conforme disposição do art. 57 da Lei 8.213/91.Além disso, outra possibilidade é a obtenção do benefício de aposentadoria por tempo de contribuição com tempo reduzido, na hipótese de o segurado ter trabalhado em atividades especiais e comuns, mediante a conversão do período especial em período comum através da incidência do respectivo fator de conversão no cálculo do tempo de contribuição (1,4 para homens e 1,2 para mulheres), que consiste em acréscimo compensatório em favor do segurado no seu tempo de contribuição. Assim, tanto na aposentadoria especial como na aposentadoria por tempo de contribuição, o segurado que demonstrar o exercício de atividade especial à luz da legislação vigente à época da prestação do serviço irá obter o direito de se aposentar com tempo reduzido em relação aos demais segurados que somente exerceram atividades comuns. Contudo, muitas vezes o INSS deixa de reconhecer a natureza especial das atividades desenvolvidas pelo segurado unicamente pelo fato de constar informação em formulário ou laudo técnico sobre fornecimento de EPI, o que impede os segurados de obter o benefício postulado.Por conseguinte, mostra-se de grande importância analisarmos o presente tema, eis que objetiva avaliar a possibilidade de reconhecimento da atividade especial, ainda que conste a informação de fornecimento e uso de EPI em formulário ou laudo técnico, tendo em vista que deve ser avaliada a real efetividade do EPI quanto à neutralização do agente nocivo, o que na grande maioria das vezes não é realizado pelo INSS, que se limita a indeferir o benefício sem realizar uma avaliação mais detalhada das reais condições de trabalho do segurado.


Marta Estela Borgmann Marta Estela Borgmann, 49 anos, é natural de Augusto Pestana, mas ijuiense de coração desde 1989. É mãe de Vitor Borgmann Riethmuller, 15 anos, estudante de Ensino Médio, e professora do Departamento de Humanidades e Educação do curso de Pedagogia da Unijuí e coordenadora do Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional da Unijuí. Dedica grande parte de seu tempo profissional aos processos educacionais de pessoas com deficiências e com expressivas dificuldades escolares, principalmente ao ensino, à formação continuada de professores e especialistas em educação especial, bem como à pesquisa e extensão nas áreas da educação inclusiva. Por Cláudia de Almeida Como é o seu trabalho na Unijuí? Meu comprometimento com a educação iniciou com minha graduação em Educação Especial pela Universidade Federal de Santa Maria em 1988, quando um dos princípios fundantes da Educação Especial era a integração, isto é, os alunos com deficiência eram encaminhados às escolas especiais e classes especiais para atendimento. De lá para cá, 27 anos se passaram, muitas mudanças ocorreram e fui me aperfeiçoando cada vez mais nesta área. Iniciei minha vida profissional como educadora especial num Serviço de Atendimento em Educação Especial onde oferecia atendimento individualizado aos alunos com deficiência e desenvolvo trabalho junto à Vice-Reitoria de Graduação no Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional, que se organiza a partir de três importantes programas: Programa de permanência na universidade, nivelamento acadêmico e inclusão de estudantes com deficiência. Este programa tem por objetivo planejar e realizar ações para a inclusão e acessibilidade dos diferentes sujeitos que constituem o espaço institucional, quer sejam estudantes, colaborados com deficiência e/ou docentes numa perspectiva de garantia de seus direitos e o principal, a garantia do direito a sua diferença. Atualmente sou doutoranda no programa de pós-graduação de Educação nas Ciências, realizei uma parte do doutorado no exterior ( doutorado sanduíche), em Portugal, na cidade de Porto. Desenvolvo a pesquisa que tem como temática central a investigação do processo de inclusão das pessoas com deficiência na universidade. Atualmente, como você vê a inclusão de pessoas com deficiência? A inclusão num sentido geral pos-

sibilita a todos os indivíduos, que são discriminados pela deficiência, pela classe social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade, pois ao contrário serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade. O movimento da inclusão é isso, é discutir eticamente a relação entre pessoas, povos e nações, os espaços, lugares, possibilidades de trabalho, vida pública, privada, enfim, pensar no direito que todos temos de estar e viver neste mundo sem preconceito. É inadmissível pensarmos que muitos são discriminados e colocados de lado pelas suas diferenças. Você ter um lugar no mundo sem considerar o do outro, valorizando o que ele é, e o que ele pode ser, não pode mais ser admitido. Além disso, para nós, professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação. O que é acessibilidade e respeito aos deficientes? Respeitar os deficientes é ter uma série de cuidados e medidas para que não sejam excluídos da nossa sociedade e a acessibilidade é uma delas. A acessibilidade não fala somente da estrutura física, mas de várias questões. Conforme o Estatuto das pessoas com deficiência, ou a lei Brasileira de inclusão nº13.146/2015 que finalmente foi aprovado em julho deste ano, significa possibilitar o acesso aos bens e serviços disponíveis para todos os cidadãos. Entendemos que todos precisam ter acesso às escolas, universidades, ao mercado de trabalho, ao lazer e à cultura, e cabe ao Estado e a cada um de nós, providenciarmos os mecanismos de inserção dessas pessoas na sociedade. As barreiras que temos que vencer para possibilitar a acessibilidade diz de barreiras que devem ser eliminadas

Marta Borgmann dedica-se hoje à educação inclusiva

na dimensão urbanística (as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo), arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e na informação, atitudinais (comportamentos de pessoas com preconceito e discriminação negativa a estes sujeitos que impedem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas) e as tecnológicas. Quando uma pessoa é considerada deficiente? Pergunta extremamente difícil de responder, pois são várias as questões que devem ser levadas em conta, principalmente o próprio conceito. Na área da educação especial a fim de organização de espaços e debate sobre a garantia de direitos relacionadas as pessoas com deficiência, penso que o melhor conceito é o estabelecido Você ter um pela Organização das Nações Unidas lugar no mundo através do documento produzido na sem considerar convenção de debate sobre os direio do outro, tos das pessoas com deficiência. No entendimento da ONU 200 6 deficiênvalorizando o cia é um conceito em evolução, resulque ele é e o que tado da interação entre a deficiência ele pode ser, não de uma pessoa e os obstáculos que pode ser mais impedem sua participação na socieadmitido. dade. Quanto mais obstáculos, como barreiras físicas e condutas atitudinais impeditivas de sua integração, mais deficiente é uma pessoa. Não importa se a deficiência é física, intelectual, sensorial, múltipla ou resultante da vulnerabilidade etária. Mede-se a deficiência pelo grau da impossibilidade de interagir com o meio da forma mais autônoma possível. Muitas vezes as pessoas associam deficiência com incapacidade, mas nem toda deficiência provoca limitação de capacidade e problemas de desempenho. Ela pode comprometer apenas uma função específica e preservar as outras. >>>

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Marta atua na formação continuada de professores e especialistas em educação especial

Atender as diferenças é respeitar a forma de aprender de cada aluno, sair do universalismo e acreditar que é na multiplicidade cultural, social, cognitiva que promoveremos um aprendizado para a vida.

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Os direitos que lhe são assegurados são cumpridos na maioria das vezes? Isso se constitui num grande problema. Temos as melhores leis que poderíamos pensar para a garantia de nossos direitos, mas o cumprimento, não é o que temos visto. Nosso País sempre teve muitas dificuldades neste aspecto, principalmente por questões de investimento. A inclusão não é cara, caro são os desvios e o amadorismo. Se nosso pensar fosse voltado para a acessibilidade geral, muito dos problemas seriam resolvidos. Vale ressaltar, o lugar que as pessoas com deficiência sempre foram colocados, aquele do assistencialismo, do cuidado antes de promover a autonomia, então é desta forma que infelizmente ainda muito de nossos gestores têm tomado as questões da inclusão, quer seja na saúde, no lazer, na educação e principalmente no trabalho. A inclusão é um processo que acontece gradualmente, com avanços e retrocessos, isto porque os seres humanos são de natureza complexa e com heranças antigas, têm preconceitos e diversas maneiras de entender o mundo. Assim sendo, mesmo existindo leis, não são leis que vão mudar, de um dia para o outro, a mentalidade da sociedade, assim como o seu preconceito. Para tornar a escola inclusiva, o que é necessário? A inclusão ao ser assumida pela escola comum provoca a melhoria da qualidade da Educação Básica e Superior. Para que os alunos com e sem deficiência possam exercer o direito à educação com qualidade é indispensável que essa escola aprimore suas práticas a partir da organização de um projeto de escola que atenda a diversidade, a fim de atender as diferenças. Atender as diferenças é respeitar a forma de aprender de cada aluno, sair do universalismo, de uma perspectiva homogeneizante e acreditar que é na multiplicidade cultural, social, cognitiva que promoveremos um aprendizado para a vida. Esse aprimoramento é necessário, para que os alunos não percam a experiência educacional sem tirar proveito dela, comprometendo um

tempo valioso e irreversível em suas vidas. Para melhorar as condições do ensino ministrado nas escolas, visando o acesso, a permanência e o prosseguimento da escolaridade dos alunos não há milagres, deve-se ter um projeto de escola, um bom planejamento e o conhecimento dos alunos conforme suas características. Claro que somente com boa vontade não se faz nada. Hoje vemos uma diferença na organização dos serviços prestados muito grande quando se trata de escolas estaduais e municipais por questões de verbas e formação. A organização de turmas menores quando tem aluno com deficiência, ou a quantidade de alunos com deficiência em sala de aula acaba sendo tomado pelas esferas governamentais de forma diferente. No âmbito escolar, como ter certeza de que um aluno com deficiência está sendo bem atendido? Saliento que as orientações da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, 2008 bem como do decreto nº 7611/2011 que tratam da função da educação especial e da organização dos serviços de atendimento a estes sujeitos trazem o atendimento educacional especializado como forma de atendimento a esses alunos. Atendimento este que deve ser compreendido como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente para complementar a formação dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e ainda suplementar s formação dos estudantes com altas habilidades/superdotação. O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família para garantir pleno acesso e participação dos estudantes, atenderem às necessidades específicas das pessoas, público alvo da educação especial, e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. Para os pais que trabalham, quais os direitos? Eles têm direito à redução da carga horária sem a redução do salário? Os benefícios que envolvem as famílias, o trabalho, a previdência, são garantidos de forma ampla pela Constituição Federal e, hoje estes direitos são ratificados pelo estatuto das pessoas com deficiência. Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência a um padrão adequado de vida para si e para suas famílias, inclusive alimentação, vestuário e moradia adequados, bem como à melhoria constante de suas condições de vida, tomando as providências necessárias para

salvaguardar e promover a realização deste direito sem discriminação baseada na deficiência.Podemos observar alguns artigos que versam sobre estes direitos e que muitas vezes são desconhecidos pelas próprias pessoas que tm deficiência e seus familiares. Por exemplo, os serviços socioassistenciais destinados à pessoa com deficiência em situação de dependência deverão contar com cuidadores sociais para prestarlhe cuidados básicos e instrumentais. É assegurado à pessoa com deficiência que não possua meios para prover sua subsistência nem de tê-la provida por sua família o benefício mensal de 1 (um) salário-mínimo. O artigo 98 da lei 8.112/90 garante horário especial aos servidores públicos da União que tenham cônjuge, filho ou dependente com deficiência, contudo exige compensação de horários, respeitando a carga horária semanal, mas judicialmente, essa posição tem sido revista. Podemos destacar também a lei de cotas para o trabalho que reserva um percentual no setor público e privado, vagas de emprego às pessoas com deficiências visando sua inclusão social. E mesmo assim, segundo dados do Ministério do trabalho, o percentual de pessoas beneficiadas é considerado ainda muito baixo e temos pesquisas que mostram que 71% de empresas só admitem pessoas com deficiência em função da lei. Então, estas são questões que merecem ser refletidas, mas não podemos esquecer que as pessoas devem exigir seus direitos que lhes são inerentes. Como a sociedade reage destinação de cotas para alunos com deficiência e para outros grupos como negros e indígenas e alunos de escola pública na universidade? A destinação de cotas para as universidade é um tema que tem gerado muita polêmica. Tenho lido pesquisas em relação a este tema e analisado que a sociedade responde de forma diferente em relação a cada segmento, pois as formas de preconceito e discriminação em relação ao deficiente, ao negro, indígena e ao pobre são diferentes. Estamos frente a um debate que diz de uma justiça redistributiva e que merece ser analisada sob a ótica de justiça social. As cotas para negros têm sido muito questionadas principalmente no discurso midiático. A grande resistência vem da população branca e com alta escolarização. Os resultados das políticas afirmativas das universidades têm mostrado que o padrão de equiparação tem sido, a passos lentos, mais uma vitória para a democracia. Em relação aos índios, as cotas são pouco questionadas, mas temos sempre que lembrar que esta população encontra-se em condições de misérias e que temos um compromisso social muito grande.


Mel, uma riqueza nossa Todos conhecem os benefícios do mel para os humanos. Considerado um dos alimentos mais completos da natureza, o mel tem importância peculiar na dieta. Pois saiba que o mel ijuiense é uma das nossas riquesas, reconhecido como um dos melhores produzidos no Sul do Brasil

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mel é uma substância doce e natural. Produzido pelas abelhas melíferas a partir de secreções dos nectários das flores e excreções de insetos que sugam partes vivas das plantas. Quando coletado, o néctar pode conter de 5 a 75% de açúcares, sendo que a maioria deles, entretanto, contém cerca de 25 a 40% e o restante é água. Os açúcares principais do néctar são sacarose, glicose e frutose. Enquanto o néctar é transportado e desidratado, seu conteúdo em sacarose é desdobrado por ação química em partes aproximadamente iguais de glicose e frutose, sendo então armazenado na forma de mel. Em Ijuí e região, a predominância é a produção de mel silvestre (multifloral) em função da diversidade de flores encontradas. É produzido também mel de soja, eucalipto e, mais recentemente, de canola. Outra florada de destaque é a do Timbó, árvore nativa da região e que seu mel apresenta características organolépticas de excelente qualidade. Essa florada específica já foi premiada por diversas vezes como Melhor Mel do Estado do Rio Grande do Sul, em concursos promovidos anualmente pela Federação Apícola do RS (Fargs). Engenheiro agrônomo e sócio fundador da Empresa Agronatur - Máquinas e Equipamentos Apícolas, empresa familiar ijuiense que iniciou suas atividades em dezembro de 1985, Djalmar Schmidt sempre teve envolvimento com a apicultura, antes mesmo do início de suas atividades empresariais, trabalhando no desenvolvimento de seus apiários e da apicultura regional na Associação de Apicultores de Ijuí (AAI). O mel é conhecido pelo homem há milhares de anos, tem sido utilizado não somente na alimentação, mas também na medicina, devido a algumas características intrínsecas de sua composição.

Djalmar explica que não se deve relacionar o mel como remédio. É um dos alimentos mais completos da natureza e devido aos seus inúmeros benefícios acaba agindo como um produto terapêutico. “Mel deve ser consumido diariamente, é um produto natural, completo e saboroso”, acrescenta. São inúmeros os benefícios do mel para a saúde humana, dada sua elevada riqueza nutritiva, composto de vitaminas, aminoácidos e sais minerais. “Trata-se de uma fonte imediata de energia, fortalece e regula as funções intestinais, fortalece os ossos, estimula a atividade cerebral, melhora a memória, fortifica o organismo em geral criando resistência contra gripes e resfriados, entre outras”, enumera Djalmar. Todos os méis são líquidos quando produzidos pelas abelhas e são soluções supersaturadas de açucares. O excesso de açúcar se separa na forma de cristais com a passar do tempo. A glicose cristaliza, a frutose e a sacarose permanecem em solução. Assim os méis, com alto percentual de glicose, cristalizam mais facilmente. Isso explica porque alguns méis cristalizam mais rapidamente e outros não cristalizam de forma alguma. “Muitos consumidores associam mel cristalizado a mel adulterado com açúcar, mas a cristalização nada mais é do que um processo natural de formação de cristais mono-hidratados de glicose”, alerta o apicultor. A rapidez com que se dá a cristalização depende da proporção glicose/água, viscosidade e temperatura. Quanto mais elevada for a proporção glicose/água, mais rápida será a cristalização. Tem influência sobre este processo a origem floral (concentração de açúcares no néctar), pólen e partículas de poeira no ar que ajudam a formar núcleos de cristalização.

Mel premiado

Valdir, João e Aldair com os troféus conquistados em Santa Cruz do Sul

O vereador e apicultor Aldair Cossetin e João Coster, ambos integrantes da Associação dos Apicultores de Ijuí (AAI) representaram Ijuí no 9º Seminário Estadual de Apicultura e 18º Concurso Estadual de Qualidade do Mel na Unisc, em Santa Cruz do Sul, evento realizado em julho. Lá conquistaram o troféu de 3º lugar e 2º lugar, respectivamente, na categoria de Mel Claro a partir de testes e análises de itens como umidade, acidez e propriedades, por integrantes da banca da Federação Apícola do Rio Grande do Sul (Fargs). STAMPA|| 17 17 STAMPA


Tratando rugas com a toxina botulínica

A união poliafetiva

Cristiane Lüdtke Dermatologista

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otox® é o nome comercial mais conhecido da toxina botulínica do tipo A, uma proteína produzida pela bactéria Clostridium botulinum, que depois de isolada e purificada pode ser usada na prática médica. Por inibir as contrações musculares, a toxina está indicada para amenizar as rugas dinâmicas ou rugas de expressão, que são aquelas que surgem com a movimentação dos músculos da face (os famosos “pés de galinha”, as rugas entre as sombrancelhas e as da testa). Na dermatologia, ela também é usada para tratar assimetrias faciais, sorriso gengival, rugas de colo e pescoço, e suor excessivo em mãos, pés e axilas. A aplicação é feita em consultório médico e envolve injeções nas áreas a serem tratadas com agulha muito fina, sem necessidade de anestesia. É um procedimento bem tolerado, que demora poucos minutos e que não exige afastamento das atividades diárias. Os efeitos começam a aparecer por volta de 48 horas após a aplicação, sendo que a paralisia total dos músculos tratados acontece, em geral, após 10 dias. Sua duração varia em torno de 4 a 6 meses. É impossível determinar a idade ideal para começar o uso da toxina botulínica. Porém o período em que as marcas de expressão surgem é, de um modo geral, entre os 25 e 30 anos de idade. O melhor critério para saber se já é ou não a hora de prevenir é o bom senso. Se for aplicado quando as marcas do tempo ainda estão suaves, a toxina adia o aparecimento das rugas e evita que elas se tornem mais profundas. Caso o paciente deixe esse momento passar, os sinais se transformam em rugas estáticas, aquelas que aparecem mesmo em repouso, sendo essas bem mais difíceis de tratar. Assim o momento ideal acaba sendo quando começam a surgir os sinais dos vícios de expressão ou quando algumas rugas, mesmo leves, passam a ficar evidentes. Como a grande maioria dos tratamentos estéticos, existem as contra-indicações a este tipo de procedimento, sendo elas: gravidez, infecção no local de aplicação, doença neuro muscular e uso de determinadas medicações. Os efeitos colaterais são bem incomuns, mas podem ocorrer sensação de dor e hematomas leves no local da injeção. Em raras situações, o paciente pode desenvolver abaixamento da pálpebra ou da sombrancelha, mas são efeitos leves e temporários, que não o limitam de suas atividades rotineiras. É importante salientar que a aplicação deve ser feita por médico especialista, sendo o dermatologista o profissional mais capacitado para realizar este tipo de técnica.

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Tania Beatris Arbo Persich Advogada (OAB/RS 51.877)

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ontemporaneamente tem-se vinculado notícias nos mais variados meios de comunicação sobre a lavratura de escrituras públicas de união estável entre mais de dois indivíduos, a chamada união poliafetiva. É bem verdade que, após a publicação das sucessivas decisões do Supremo Tribunal Federal reconhecendo a união homoafetiva como entidade familiar dotada de todos os direitos de que goza a família em nosso ordenamento, abriu-se espaço à interpretação constitucional do afeto como princípio norteador das relações familiares. É este, inclusive, o princípio que fundamenta a edição de mencionadas escrituras, sobrepondo-se ao aspecto patrimonial que antigamente norteava as relações conjugais. É importante ter em mente que estas situações não são criadas pela norma, pela lei ou pelos juízes, mas são, em verdade, uma realidade social que deve, obrigatoriamente, ser posta em discussão em todos os âmbitos da sociedade moderna, o que incluiu o Judiciário. Nesse viés, não se pode negar-lhes existência porque parcela da população com elas discorda. Não é esta a função do Poder Judiciário e dos demais operadores das ciências jurídicas.A contemporânea noção de família permite, com base nos entendimentos esposados pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal, construir inúmeros arranjos familiares, o que antes, com a ultrapassada jurisprudência, não era possível. A título de exemplo desta modernização no entendimento do sentido de família, neste mês de outubro/2015, no Rio de Janeiro (15º Ofício de Notas), tivemos uma considerável novidade no âmbito das novas concepções familiares: a lavratura de uma escritura pública de união estável entre três mulheres. Ou seja, uma união homoafetiva-poliafetiva.Ou seja, surge aí uma possível relativização da monogamia, tido pela legislação pátria como princípio basilar do direito de família, orientando toda relação matrimonial. Corroborando este posicionamento, a jurisprudência vem igualmente relativizando referido princípio para fins de dar maior ênfase aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e do afeto nas relações familiares, o que certamente orientou o tabelião a redigir e dar fé pública a menciona escritura de união poliafetiva. Em contrapartida, em que pese existam cartórios que aceitem redigir os documentos a fim de dar maior segurança aos envolvidos, importante lembrar que somente o Poder Judiciário ou o Legislativo poderão reconhecer todos os direitos inerentes ao núcleo familiar às famílias poliafetiva, tais como sobrenome, direito a alimentos, pensão previdenciária, entre outros. Isto ocorre, porque a escritura pública servirá unicamente de prova da existência da família poliafetiva e da manifestação da vontade de seus integrantes em serem reconhecidos como família.

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Travessa Lino Amaral, 300 - Sala 4 Ijuí-RS - (55) 3333.5670 email:taniabap@mksnet.com.br


Decano da advocacia O advogado Juarez Pedro Montano, 83 anos, atua em Ijuí há mais de 50 anos e é considerado o advogado mais antigo em atuação no município e no Estado

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atural de Porto Alegre, ele veio a Ijuí a convite do empresário Décio Barriquello. No último ano de faculdade, em 1956, ele foi convidado para secretariar a prefeitura de Tenente Portela, por um período pequeno. “Na minha passagem por Ijuí, me hospedei no Hotel Ijuí, que era de propriedade de Décio Barriquello e Antonio Burtet. Fiquei uma noite hospedado quando estava voltando de Tenente Portela para Porto Alegre, e o Décio me indagou se após a minha formatura eu não gostaria de advogar em Ijuí. Em março de 1958 cheguei aqui.” A inscrição na OAB de Juarez Montano é uma das mais antigas no Estado, de número 2.378, pois atualmente são mais de cem mil advogados inscritos. Durante a última Expo-Ijuí/Fenadi, ele recebeu uma homenagem da OAB Ijuí, pelos 56 anos de atuação no município, especialmente por ainda estar advogando, e por ser o responsável pela fundação da Subseção da OAB em Ijuí, em 1º de dezembro de 1972. Juarez esteve à frente da OAB Ijuí nas gestões 1972 a 1974, 1977 a 1979, e de 1979 a 1981. Recebeu da Seccional da OAB/RS a comenda Osvaldo Vergara como reconhecimento pelos serviços prestados à classe. Foi professor do curso de Direito na Faculdade de Direito Santo Ângelo, por um curto período em 1993, e até 1994, foi professor da Faculdade de Direito da Unijuí, integrante do Conselho curador da Unijuí. Também prestou assessoria jurídica na prefeitura de Ijuí, na gestão de Gerson Ferreira, no primeiro mandato de Fioravante Ballin e anteriormente, na gestão do prefeito Walter Muller, em 1964. Juarez também é sócio fundador do Lions Clube de Ijuí. Aos 83 anos, ele é advogado da área cível. Sua esposa Ione Montano também é de Porto Alegre e sua colega, embora nunca tenha exercido a profissão. Reconhecida pela beleza, ao lado do marido sempre participou da vida social com destaque, embora hoje viva mais reclusa. O casal é pai de três filhos, o professor universitário Marco Aurélio Montano, a professora Karin Maria Nodari, que atua em Porto Alegre, e Carlos Eduardo Montano, o caçula, que cursa Letras na Unijuí e é professor de Inglês. Juarez e Ione têm dois netos, Willian Montano Maldaner, estudante de Medicina, e Rafael Montano Maldaner, estudante do Ensino Médio. Juarez comenta que ainda atua e que não encontra dificuldades em advogar nos dias atuais, embora existam alguns percalços que têm de ser enfrentados e sobrepostos no cotidiano da atividade profissional. “Um deles está representado pela morosidade com que são prestados os serviços judiciais como um todo. E aqui, deve-se fazer uma ressalva. Não se pode, como ocorre de forma comum e açodada, atribuir a culpa à atividade cumprida por juízes, promotores e serventuários da Justiça, que deveria ser compreendida e respeitada, quando não consegue atingir o ideal que a sociedade persegue, atráves da celeridade buscada”. Segundo o advogado, esses profissionais enfrentam o exercício de uma tarefa que é exigente, sob todos os pontos de vista: moral, ético, intelectual e cultural. “Por tal razão, impõe-se que sejam prudentes, cautelosos e reservados, para que possam cumprí-la com altivez e diginidade que a busca da Justiça exige. Não se pode afrontá-los com referências inoportunas e afoitas que não se compatibilizam com a seriedade com que é oferecida a prestação jurisdicional pela qual são os responsáveis maiores. A sociedade deve ter sempre a preocupação maior de respeitar e prestigiar o Poder Judiciário, pois ele é o guardião maior e insubstituível das nossas garantias constitucionais”. Para os futuros advogados, ele é categórico. “A única coisa que posso colocar a esses jovens é que no

Juarez Montano diz não ter planos de parar de advogar

exame de cada fato, sejam detalhistas, cautelosos, que os fatos sejam apresentados através da pesquisa, que façam uma adequação da reivindicação do indivíduo que faz referencial a um fato, que representa o interesse em jogo. Que estudem bem e não tenham o constrangimento de conversar, se informar com um colega advogado mais antigo. E que esses novos advogados sejam éticos. Não se pode abdicar disso.” Juares Montano não tem planos de se aposentar. “Pretendo atuar até quando tiver saúde física, lucidez e discernimento. Serei eternamente grato à advocacia e a todos aqueles com os quais convivi no curso de mais de 50 anos de atividade profissioanal, bem como à cidade de Ijuí, onde constitui família”, finaliza. Durante a homenagem recebida na Expo-Ijuí. Juarez (2º à esquerda), com Leoveral Oliveira, Sandro Binello e Izaura Freitas

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Os sortudos que ajudaram o HCI

Premiados na Ação entre Amigos receberam a premiação no pátio do Cacon, dia 23 de outubro

A “Ação entre amigos” promovida pelo Lions Clube de Ijuí teve uma grande aceitação na comunidade regional. Os recursos arrecadados com as vendas de cartelas pagaram os três prêmios e ainda sobraram 190 mil reais que vão diretamente para uma reforma no complexo de oncologia do Hospital e Caridade de Ijuí (HCI), para dar mais conforto aos pacientes que necessitam de atendimento especializado. “Os recursos serão destinados para a melhoria imediata do Cacon, que desde a inauguração há 13 anos, não passa por uma ampla reforma, apenas manutenção. Os pacientes merecem esse conforto e a comunidade ajudou muito para essa conquista”, disse Cláudio Matte Martins. Mensalmente, são mais de 3 mil atendimentos no Cacon, entre consultas, exames, quimioterapia, radioterapia, cuidados paliativos e demais serviços da equipe multidisciplinar. Os prêmios foram entregues no dia 23 de outubro no estacionamento

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do Cacon do HCI. O 1º Prêmio, um Onix completo, zero quilometro, foi para o representante comercial Hilário Mendes, da cidade de Carazinho, da cartela 1984, o 2º prêmio, uma Moto Yamaha 125 cc, foi para a cartela 7741, para o bancário de Crissiumal Luis Álvaro Fischer e o 3º prêmio, uma TV tela plana 39 polegadas foi para o professor universitário de Ijuí Otávio Maldaner, da cartela 0798. No mesmo dia da cerimônia de entrega dos prêmios, o Lions Clube de Ijuí fez na sede da entidade, uma reunião festiva com a participação do governador do distrito LD-4, Eusébio de Vargas Neto, oportunidade que serviu para a prestação de contas da ação entre amigos. A curiosidade fica por conta do ganhador do carro zero quilometro, representante comercial Hilário Mendes, de Carazinho, de 66 anos, que há 40 trabalha na estrada e pela segunda vez ganha um carro em sorteio. Ele comprou apenas uma cartela em Augusto Pestana, quando visitava um cliente.

Para dificuldades e superações

Espaço PSI - Centro de Psicologia realiza atendimento clínico para crianças, adolescentes e adultos. Trabalha com orientação para pais, orientação profissional, avaliação psicológica para concursos e atendimento a domicilio. Comprometido com seus pacientes, o Espaço PSI tem como objetivo, o profissionalismo, dedicação e ética. Você sabe o que é psicoterapia? É o atendimento realizado por um psicólogo com a finalidade de tratar questões pessoais tais como dificuldades emocionais, comportamentais, cognitivas, etc. O psicoterapeuta é um psicólogo clínico, ou seja, alguém que além de ter feito a faculdade de Psicologia trabalha no atendimento individual, ou em grupo, em consultório. Em quais casos a psicoterapia pode ajudar? Além dos casos clínicos clássicos como ansiedade, depressão, síndrome do pânico, etc, pode-

se contar com atendimentos psicológicos quando: sentir-se deprimido, pretende desenvolver habilidades sociais como falar em público ou iniciar amizades, demonstra alterações bruscas de humor, depressão pós parto, dificuldades em lidar com separação e/ou relacionamentos, dificuldade em tomar decisão, necessidade em repetir atos sem sentido, como verificar portas muitas e muitas vezes, lavar as mãos, medos (de animais, avião, pessoas, situações diversas), superar a timidez, ciúmes excessivos, pensamentos repetitivos e angustiantes, distração excessiva a ponto de perder aulas, não encontrar seus objetos, perder compromissos, pensamentos repetitivos e angustiantes, distração excessiva a ponto de perder aulas, não encontrar seus objetos, perder compromissos. O Espaço PSI - Centro de Psicologia está localizado na Rua Jose Bonifácio 328, Shopping JB - Sala 303.

Andréia Pelisson Psicóloga


Jardins suspensos

Com temas como a sustentabilidade e os cuidados com o meio ambiente no dia a dia de todos, ter a natureza perto de si se tornou, mais do que um prazer, uma necessidade. Em Ijuí, até moradores de apartamentos estão cultivando plantas, folhagens, e alguns, em defesa da saúde, também verduras e frutas livres de agrotóxicos

Com Aurora, sua pinscher de estimação, Elisabeth passa horas em seu jardim suspenso

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Frutas direto do pé são colhidas, como a pitanga

farmacêutica Maria Elisabeth Dei Ricardi é apaixonada por verde. Casada com o médico ortopedista Adonis Dei Ricardi, é mãe da médica psiquiatra Caroline e da cirurgiã plástica Letícia, e avó de Stela, 3 anos, e Artur, 7 meses. Em seu apartamento duplex no Centro de Ijuí, ela possui um espaço que cultiva folhagens, temperos e pequenas frutas. “Sou apaixonada pela natureza. Uso os temperos na minha cozinha, cultivo tudo livre de agrotóxicos e invisto muito em folhagens. Amo o verde”, diz, comemorando que esse ano colheu pitanga direto de seu jardim suspenso. “Acho o máximo esse espaço que tenho aqui, se pudesse teria muito mais. Ter este verde aqui, onde vivo, é essencial. As pessoas precisam de verde, de tempero livre de agrotóxicos, além de ser muito bonito. Todo mundo deveria plantar, mesmo quem tem uma sacada pequena. Me dói ver as pessoas cortando plantas, reclamando que dá sujeira. O verde é essencial.”

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dentista Lisiane Raquel Walter possui em seu apartamento duplex no residencial Florentino, um espaço considerável para orquídeas. “Comprei o apartamento com sacada maior, com esse objetivo, de ter um orquidário e um espaço para plantar muito verde”, conta. Além de muitas orquídeas, o seu espaço verde tem pitangueira, trepadeiras, jasmim e temperos. Há 6 anos ela é integrante do Círculo de Orquidófilos de Ijuí e considera que sua sacada é perfeita para as plantas, pois a luz do sol é na medida certa. “As pessoas que vêm até aqui não se sentem em um apartamento, e sim em um ambiente de uma casa, o espaço fica mais aconchegante”. Com algumas de suas orquídeas, ela já ganhou cinco premiações. Lisiane se orgulha de cultivar as flores, que são aromatizantes naturais. “Na minha casa, o aroma delas impera”, comenta, realizada. Orquídeas cultivadas no jardim suspenso de Lisiane já foram premiadas

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erezinha Oliveira, proprietária da Glasnost, investiu em uma horta suspensa em seu apartamento que fica no último andar do prédio do restaurante. No espaço, ela cultiva diversos temperos e saladas que são usados no preparo dos pratos servidos na Glasnost. Com um detalhe: tudo sem agrotóxico, apenas com adubo orgânico. Na mais recente colheita em sua horta, foram mais de 50 pés de alface. A empresária, que é mãe de Luciano, Tatiane e Cristiane, e vó dos gêmeos Lorenzo e Eduardo, de Vitório, Guilherme, Fernanda e Rafhaela, diz que o cuidado também é para a saúde da família. “Tenho um chá raro plantado aqui, que minha mãe Elzina fazia para os meus filhos quando eles eram pequenos. Faço muda dessa planta há mais de 50 anos”, conta. Na plantação de Terezinha também tem frutas. São três tipos de maracujá. Mas a principal plantação é de temperos, como salsa, salsa portuguesa, cebolinha, alho, cebola, tomate. Pés de pimentões estão por todo lado, tudo para uso no restaurante. Terezinha já andou expandindo suas plantações. No pátio atrás do prédio já tem mais de 10 pés de limão.

Dedicação e cuidados diários: na cobertura de seu apartamento, Terezinha passa horas adubando, fazendo mudas e regando seus temperos e saladas

Silda passa horas do seu dia cuidando das flores no alto de sua sacada

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s flores e folhagens estão por toda parte no apartamento de Silda Bruisma Kirchner, 82 anos e Hugo Kirchner, 88 anos. Eles moram há mais de 20 anos no edíficio Raios do Sol. O casal tem sete filhos, 17 netos e 3 bisnetos. Hugo conta que o apartamento deles é o único que não recebeu a colocação de vidro na sacada. “Isso iria tapar o sol, estragar nossas flores e folhagens. Não tinha como tapar nossa sacada dos raios do sol”. Na sacada, o espaço é pequeno para tantas flores, todas muito coloridas. São orquídeas, amor-perfeito, boca-de-leão. E se não bastasse, na porta de entrada da sacada, samambaias e a comigo-ninguém-pode. “O colorido das flores e o verde das folhagens são a nossa distração no fim de tarde, quando sentamos na sala para conversar”, ressalta Silda. O casal, que completa 65 anos de casados no próximo ano, se dedica aos cuidados com as flores diariamente. “Eu tenho uma mão boa para as plantas”, orgulha-se Silda. STAMPA | 23


Qualidade de vida é na AABB A

importância do ar na saúde humana vai muito além de uma mera necessidade de sobrevivência. Respirar ar puro é um ponto crucial para obtermos qualidade de vida. O ar puro é basicamente um remédio natural para a saúde. É bem fresco pela manhã, onde ajuda a oxigenar os pulmões e beneficia a circulação do sangue, já que é o horário que se concentra menos impurezas no ar. E quem é a favor da boa saúde não pode dispensar um bom exercício. E se possível, ao ar livre. Todos sabemos que a prática regular de exercícios físicos além de diminuir e controlar o peso, diminuem o risco de doenças no coração, pressão alta, osteoporose, diabetes e obesidade. Alivia o estresse e a ansiedade, ajuda a tratar a depressão e produz serotonina, o hormônio do bem-estar. Tudo isto deixa o seu corpo longe do sedentarismo e mantém você sempre disposto.

Muito verde e piscinas: estrutura está à disposição de seus associados neste verão

A Associação Atlética Banco do Brasil - AABB dispõe de uma infraestrutura invejável que auxilia você, na busca desta qualidade de vida. O complexo AABB dispõe de quadras de tênis, piscinas, campos de futebol, academia ao ar livre, quadra de areia, tudo pensando no bem-estar e na saúde dos associados. Situada no centro da cidade, com uma significativa área verde de 4 hectares, a AABB possui fácil acesso, o que disponibiliza a você que busca sempre o bem-estar e a saúde, praticar hidroginástica, jogar tênis, futebol, vôlei de areia, fazer trilhas em meio a mata nativa, diversas churrasqueiras em meio ao bosque, para se reunir tanto com a família como com os amigos para um descontraído bate-papo. Informe-se na secretaria do clube e venha se associar na AABB. Usufrua desta estrutura que está à sua disposição e tenha mais saúde e disposição.

Venha para a AABB Com uma área verde invejável de 4 hectares bem no centro da cidade, estrutura completa com piscinas, salões de festa, ginásio poliesportivo, campos de futebol, quadra de areia, quadras de tênis, academia ao ar livre, além de um amplo estacionamento, a AABB está de braços abertos esperando você para curtir o verão que está chegando. Informe-se na secretaria do clube e venha fazer parte você também. Abertura da temporada 2015/2016 dia 22/11/2015

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A opção por ambientes integrados C Ambiente que divide um espaço único em cozinha, home e dormitório. Nesse flat, a praticidade e a funcionalidade não deixam o conforto de lado

Os espaços estão cada vez mais integrados, especialmente cozinhas e salas de estar

om o passar do tempo, os espaços residenciais e corporativos estão se tornando cada vez menores, em consequência dessa característica atual surgiram os ambientes integrados. É uma maneira simples de resolver a questão de espaço e circulação, trazendo ambientes que podem ser compartilhados em um só espaço. Para esse tipo de ambiente devemos apostar no uso de cores claras, vidros e espelhos, trazendo então a ideia de amplitude e tornando harmônico. Os móveis planejados são uma ótima solução para esse tipo de ambiente, tendo um aproveitamento total, fazendo com que o espaço seja distribuído de maneira correta e funcional. Cores modernas, qualidade no acabamento, design exclusivo e facilidade para pagar estão na Dimare Móveis Planejados. Venha conhecer nossa loja na Av.21 de Abril, 411, no Centro de Ijuí, ou se preferir agende seu horário pelos telefones: (55) 3333-6472 ou (55) 9178-8101. Curta nossa fanpage facebook.com/dimareijui


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4 1. Marisa Zanon Balzan, Dalva Bottega, Liane Willers, Isabela Gerlach dos Santos, Dulce de Pauli e Lia Gadonski no lançamento da coleção de verão de Kika Moda Íntima 2. Guilherme, o atual Thiago da dupla com Taheme, esteve no Ceap, sua ex-escola, acompanhado do irmão Leonardo, antes de fazer show na ExpoIjuí

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3. Integrantes da Liga Feminina de Combate ao Câncer e do Gabinete da Primeira Dama, promoveram caminhada de conscientização pelas ruas do Parque na Expo-Ijuí 4. Crianças do CCAA sairam às ruas na brincadeira de Doces ou Travessuras 28 | STAMPA

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5. Praticamente, a foto oficial da Expo-Ijuí 2015: seu presidente Nilo Leal da Silva, sua esposa Eliana e o mascote Ijuhyto 6. Em belo traje típico amarelo, a presidente do Centro Cultural Árabe Reneé El Ammar aplaudiu com entusiasmo a apresentação do Grupo Hayatt, no Baile da ExpoIjuí-Fenadi

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7. O casal Sérgio e Tânia Wallau foram conferir o novo espaço comercial de Gisely Santana (centro), a Valentina Lingerie e Acessórios, inaugurado em outubro 8. Lideranças políticas locais, estaduais e federais estiveram na plateia e no palco do 4º Fórum do Agronegócio, promovido Pela BPW Ijuí, na Expo-Ijuí/Fenadi 9. Sandra Burtet, Sonia Burtet e Daniela Vargas em noite de função da loja Nadine Dubal

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11. Novos ijuienses Jocelaine de Aguiar, Rosangela Tissot, Aurio Scherer, Euclides Chitolina, Gilberto Enriconi e Waldomiro Moraes 12. Nadine Dubal e Magali Krüger Viecili passam a fazer parte do Rotary Club Nova Geração. Elas foram empossadas em outubro

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10. Simone Cargnelutti e Odete Regina Bauer na Casa Alemã do Parque

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13. Depois de 5 anos longe, o renomado cabeleireiro Ari Müller está de volta ao endereço que o levou ao auge da carreira, a Galeria Pochmann. Ari voltou abrindo o salão com um ambiente supermoderno e ampliando os serviços 14. Deliciosa mesa de doces seduziram a criançada na festa do Haloween montada na escola de inglês Yázigi STAMPA | 29


FOTO ELEONORA

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Os 15 anos de Laura Kroth Ceolin

encantadora Laura Kroth Ceolin comemorou seus 15 anos no dia 10 de outubro em grande estilo. Acompanhada dos pais, os agropecuaristas, Sandra Kroth Ceolin e Daniel Carlos Ceolin e do irmão mais velho Gyandre Kroth Ceolin, ela festejou em uma noite de glamour na Sociedade Ginástica. Laura estreou a noite ao som da música Stitches, de Shawn Mendes. O momento inesquecível teve cenários produzidos por Radhar Som e Luz, o som do Dj Dyonatan, a bela decoração em preto e rosa de Líbera Marin Festas e Eventos e a noite foi conduzida pelo cerimonialista André da Rosa. Todos os momentos emocionantes da festa foram registrados por Foto Eleonora e filmados por Brum Vídeo. Laura e a mãe Sandra vestiram criações exclusivas do renomado estilista Adhemir Preschadt, com a preparação impecável de cabelo e maquiagem produzidas por Glória e Gabriel Beilfuss. A valsa vozes da primavera foi coreografada com o pai e o irmão, em um momento ímpar da noite. O jantar teve pratos do Confraria Restaurante com entradas da Padaria Sabor da Praça. Kemper’s Haus e Marcia Terra adoçaram a noite com seus doces e guloseimas, acompanhados do belo bolo artístico de Atelier Doce Art, cascata de chocolate de Bebidas e Cia, drinks e coquetéis de Fuel Entretenimento. Na madrugada, no embalo da festa animada, foi servido escondidinho de carne e batatinha sorriso e ao amanhecer, café da manhã a cargo da Sabor da Praça. Balões de gás para animar foram distribuídos aos animados convidados que puderam registrar os momentos inesquecíveis da grande noite de Laura na Cabine Fotográfica DBecher e Posters Foto Gilberto.


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Underground café, lingerie e cuidados com a beleza em um só lugar

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ual é a mulher que não gosta de passar horas no salão? Para facilitar a vida da mulherada é que surgiu, em Ijuí, o Salão Underground. Rosana Freitas e Cristiane Ninaus investiram em ambientes agradáveis de serviços de beleza incluindo um espaço café, espaço de lingeries, bijuterias e semijóias. O salão é um espaço inovador que une um moderno centro de beleza, com profissionais capacitadas e experientes. “É o local ideal para renovar o visual por completo. Nossa intenção é oferecer um espaço múltiplo, que permita resolver várias questões no mesmo local”, assinala Rosana. Experimente esse novo conceito de beleza e moda. O salão disponibiliza manicure, pedicure, depilação, escovas, mechas, progressivas, cortes masculinos, femininos e infantis, hidratações, limpeza de pele, massagens estéticas, maquiagem, sobrancelha definitiva fio a fio e de renna. Visite o Salão Underground, e deixe a sua autoestima nas alturas! Está localizado na Rua Floriano Peixoto, 316, Centro, Ijuí. Telefone para agendamentos (55) 3308-1210.

Cristiane Ninaus e Rosana Freitas: requinte e profissionalismo no espaço dedicado à beleza


Mirim: Luana Kirmess, 8 anos

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o Dia das Crianças, o novo Palco das Etnias da Expo-Ijuí/Fenadi foi o cenário para a edição 2015 do concurso Menina Modelo. Promovido pelo Jornal da Manhã e revista Stampa e coordenado por Luiz Carlos Leindecker, contou com o patrocínio de O Boticário, Gema Moda Infantil e Juvenil, Pratic Line e Kids e Friends - Festas, Brinquedos e Buffet Infantil. Miguel Aguiar, da Stampa foi o responsável pelas fotos do concurso, que teve a apresentação de Eliane Canci. Dividido em duas categorias, Mirim, de 6 a 8 anos, e Infantil, de 9 a 11 anos, 42 candidatas encantaram o público, desfilando graça, beleza e simpatia. As meninas fizeram um desfile coletivo e outro individual, sendo avaliadas no quesito beleza, simpatia e desfile. O júri foi integrado por Cecília Mathioni, da revista Stampa e Jornal de Manhã; Gislene Estevo, de O Boticário; Gilvani Alves Martins, da Pratic Line; Cristiane Riquinho, da Gema e Renata Siekierski, da

Infantil: Isabeli da Paixão Blankenheim, 10 anos

Kids e Friends. Na categoria Mirim, a Menina Modelo eleita foi Luana Kirmess, de 8 anos, filha de Edson Eloir Kirmess e Eliziane Kirmess. Como Meninas Destaques foram escolhidas Nicoly da Silva Prestes, de 8 anos, filha de Rodrigo Prestes e Lucimara Daiane da Silva; e Yasmin Suelen de Oliveira Evangelista, de 6 anos, filha de Marco Aurélio e Viviane Evangelista. Na categoria Infantil, foi eleita como Menina Modelo, Isabeli da Paixão Blankenheim, de 10 anos, filha de Paulo Cezar Blankenheim e Andréia Padilha da Paixão. Como Meninas Destaque, foram eleitas Lara Rehfeld, de 9 anos, filha de Elton e Tânia Rehfeld; e Laura Savian, de 11 anos, filha de João Luciano Savian e Dionéia Steiernagel. As vencedoras receberam as faixas das Meninas Modelos e Destaques 2014 - que antes fizeram o desfile de despedida - flores e presentes dos patrocinadores. Elas participarão de um ensaio fotográfico especial para a revista Stampa.

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Mirim: Yasmin Evangelista, Luana Kirmess e Nicoly Prestes

Luana com os pais Edson e Eliziane Kirmess

Infantil: Lara Rehfeld, Isabeli da Paixão e Laura Savian

Lara com os pais Andréia da Paixão e Paulo Blankenheim

Os jurados com suas eleitas: Cristiane Riquinho, da Gema; Gilvani Alves Martins, da Pratic Line; Renata Gorgioni Siekierski, da Kids e Friends e Gislene Estevo, de O Boticário

Todas as vencedoras com seus familiares

Meninas Modelo de 2014 passarm faixas para sucessoras 34 | STAMPA

O produtor do concurso Luiz Carlos Leindecker com as eleitas


CATEGORIA MIRIM 1 - Amanda Taborda Martins, 6 anos 2 - Ana Caroline Pinto Briscke, 8 anos 3 - Ana Júlia Herrmann, 6 anos 4 - Bruna Casa Fischer, 8 anos 5 - Carol Mastella Kelm, 8 anos 6 - Carolina Beatriz Fernandes Silveira, 8 anos 7 - Gabrielly Caroline Fritz dos Santos, 8anos 8 - Kallyandra Rodrigues Langner, 6 anos 9 - Laura Trindade da Silva, 7 anos 10 - Lavinia Schneider Schrenk, 8 anos 11 - Luana Kirmess, 8 anos 12 - Luísa Corbellini Enéas, 6 anos 13 - Luiza Beck Mafra, 6 anos 14 - Maria Eduarda de Lima Zardin, 6 anos 15 - Maria Rafaela Carvalho de Oliveira, 6 anos 16 - Mariana Beck Mafra, 6 anos 17 - Mariane Borchartt Welfer, 8 anos 18 - Mirelly Luiza Montagner Rehfeld, 8 anos 19 - Nicoly da Silva Prestes, 8 anos 20 - Sofia Noronha Menegol, 6 anos 21 - Yasmin Suelen de Oliveira Evangelista, 6 anos

CATEGORIA INFANTIL 1 - Amanda Cezimbra da Silva, 9 anos 2 - Ana Laura Teixeira Avozani, 10 anos 3 - Ana Paula Amaral da Silva, 11 anos 4 - Brenda de Bastos Bohrer, 11 anos 5 - Brendaly Kauany da Veiga, 10 anos 6 - Eduarda de Melo Mai, 10 anos 7 - Estefania da Silva Castanhede, 10 anos 8 - Gabrielli Kantorski Dezordi, 10 anos 9 - Hellen Boger da Silva, 11 anos 10 - Isabeli da Paixão Blankenheim, 10 anos 11 - Isabelly Weide, 10 anos 12 - Isadora Guimarães dos Santos, 9 anos 13 - Julia Campestrini Witczak, 10 anos 14 - Julia Cunegatti Chitolina, 11 anos 15 - Julia da Silva Leal, 9 anos 16 - Kaylane Vitória da Silva Boeno, 9 anos 17 - Lara Rehfeld, 9 anos 18 - Larissa Casali Schäffer, 9 anos 19 - Laura Savian, 11 anos 20 - Nathália Luiza Cavinatto Lizot, 11 anos 21 - Sofia Dietrich Batistella, 9 anos

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Na Glasnost

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Assembleia festiva

ma assembleia festiva em 23 de outubro marcou o aniversário de 56 anos do Lions Clube de Ijuí, em sua sede social. Diversas homenagens aconteceram, entre elas, o presidente Décio Dupont recebeu uma placa do governador do Distrito LD4, Euzébio de Vargas Neto, por sua atuação à frente do Lions. Décio também já foi governador do Distrito LD4, na gestão 2009/2010. A ocasião também teve a entrega do cheque da Ação Entre Amigos promovido pelo Lions em benefício ao HCI, no valor de R$ 190 mil, aos representantes do hospital Vicente Alves e Mateus Sandri.

Alexandre, Lu e Renata Hartmann

Gladis Lucchese, Beatriz Lucchese e Sergio Paim

João Paulo Chagas e Francieli Wegener

Leonardo Leal e Veridiana Bernard

Presidente do Lions Décio Dupont (E), e o governador distrital Euzébio de Vargas, entregram o cheque aos representantes do HCI Vicente Alves e Mateus Sandri Elio e Conceição Schuh

Jane Hoffmann e Alessandro Hermann

Diego Rambo e Michele Bagatini

Nilo e Ingrid Brust

Integrantes do Lions festejando os 56 anos de fundação


BPW Ijuí em noite de homenagens A BPW Ijuí - Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais comemorou 10 anos de fundação homenageando parceiros e entidades que participaram e apoiaram sua trajetória. A noite festiva aconteceu na primeira noite da Expo-Ijuí/ Fenadi 2015,no Centro de Cultura Espanhola. A atual presidente Julieta Sandri prestou homenagem especial entregando um lenço amarelo e broche comemorativo às fundadoras e ex-presidentes Anelise Erig e Eliana Chiappetta, à ex-presidente Terezinha Tolotti e à vice-presidente fundadora Maria da Graça Deckert.

A atual presidente Julieta Sandri (2º à esq.) homenageou fundadoras e ex-dirigentes da BPW Anelise Erig (E), Terezinha Tolotti, Eliana Chiappetta e Maria Deckert

Leila e Leandro Corrêa, Liane Hartmann

Sergio, Maria José e Pilar Burmann

Josiane e André Paim

Antonia da Silva Polo e Sônia Burtet

Visiantes de Porto Alegre: Isa Reis, Julieta Sandri, Marta Junqueira Netto, Elisa Guerra Malta Campos, Eliana Chiappetta, Yara Blochtein e Vitória Chiappetta

Aido e Jane Dei Ricardi

Araci Coppeti e Carmen Luchese

Argemiro e Neiva Brum

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Mãe coragem A família de Luciana Beck, mãe das gêmeas Mariana e Luiza, cujo nascimento prematuro deixou sequelas em uma delas, luta para pela sua criação e inclusão

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servidora municipal Luciana Beck surpreendeu muita gente ao inscrever suas filhas gêmeas Mariana e Luiza, 6 anos, no concurso Menina Modelo, promovido todos os anos pela Stampa e Jornal da Manhã. A razão é porque uma das meninas, Luiza, possui uma deficiência causada pela prematuridade, que exige o uso de cadeira de rodas. Isso, entretanto, não impediu que ela fosse aceita entre as meninas inscritas e que fosse especialmente muito aplaudida no Palco das Etnias, desfilando conduzida pela mãe. Luciana conta que as gêmeas nasceram prematuras, aos seis meses e meio de gestação. A emoção de ser mãe de gêmeas tornou-se preocupante para Luciana no quinto mês de gestação, quando as contrações começaram. Ela teve que se hospitalizar. “Me lembro que não aguentava mais ficar deitada, sem poder fazer nada. Pedi ao médico que me deixasse levantar, caminhar, tomar um banho decente. Ele me autorizou. Mas a bolsa estourou e tive que me preparar para ter as meninas duas semanas antes de completar os sete meses de gestação”, conta.

Luciana conduz a filha emocionada com o carinho do público durante desfile do concurso Menina Modelo, no Palco das Etnias

As gêmeas nasceram dia 8 de março e precisaram ir direto para a UTI. Foi Mariana que rompeu a bolsa. As duas nasceram com 1,2 quilos. Mariana ficou 40 dias internada. Luiza ficou 72 dias e teve muitas complicações. “Ela teve a primeira parada cardiorrespiratória logo depois do nascimento. A segunda parada aconteceu na ambulância, logo que chegou ao HCI, e a terceira e mais grave, já dentro do hospital. A pediatra disse para nos prepararmos para o pior. Mas nós nunca deixamos de acreditar”, afirma Luciana. Luiza enfrentou ainda um agravante. Contraiu uma bactéria muito forte e resistente, na UTI. Perdeu tanto peso, que chegou a pesar 500 gramas. “Foi isso que causou a lesão grave nos movimentos”, conta a mãe. Luciana, que é casada com o também servidor público Luiz Carlos Mafra, é mãe também de Clara Beck Pelozzo, 20 anos. Diariamente, são eles que ajudam nos cuidados com as meninas, junto com a avó, Eva Beck. Todos residem na mesma casa e se desdobram com as pequenas. “A Luiza entende tudo que a gente fala, mas não consegue andar ou falar. Ela não vai andar. Nesses seis anos pela cura que não existe, eu fui até Brasília, no Hospital Sarah”. Todas as manhãs, Luciana arruma as filhas para a escola. Luiza toma quatro medicações bem cedo, enquanto Mariana se arruma. Luciana atua junto à Coordenadoria de Tributos, na prefeitura, e o marido na Garagem Municipal. “No trabalho, tenho muito que agradecer às colegas que são muito compreensíveis com a minha situação e necessidades. Agora, luto pela redução na carga horária sem a redução dos honorários, para pais de especiais. Na prefeitura são poucos pais de especiais, por isso lutamos pela causa, pois queremos dedicar mais tempo aos nossos filhos”. As irmãs são bem diferentes. Luiza é mais calma que Mariana. As duas são bem amigas. Estudam no Imeab em turmas separadas. Já estão no primeiro ano. Luiza conhece algumas letras e cores. Já Mariana teve dificuldades no começo da aprendizagem. “Depois de constatado o problema de visão, ela deslanchou. Um problema típico de prematuros. E a prematuridade atingiu Mariana dessa forma”. Luciana conta que o processo de aceitação foi muito difícil. “Aceitar que a minha filha Luiza não vai andar ou falar, foi muito difícil. Graças a pediatra Elizabete El Ammar, hoje eu entendo e consegui aceitar que não há cura. Eu já queria ir até para Cuba, em busca de ajuda. A paralisia cerebral espástica, com crises compulsivas não tem cura. Minha filha não merece que eu faça ela sofrer em busca de uma cura que não existe. Ela quer viver dentro das limitações dela. Depois que eu desisti, percebi que ela está mais feliz”, conta. Luciana ressalta que, atualmente, se a Luiza não quer ir à fisioterapia, ela não vai. Antigamente, Luciana a levava à força. “Era eu que queria, e não ela. Eu tenho que amar e aceitar, para depois ela ser aceita por outras pessoas. Eu tenho que amar e cuidar, dar a medicação para ela não convulsionar ou sentir dor. Ela adora o mundinho dela, de ficar no quartinho dela com a mana e o amigo inseparável, o Gustavo. Elas são muito felizes assim”, conclui.


Valle Verde em família F

Os Nonnenmacher comemoram os 70 anos da matriarca Ercí

amíliares e amigos da empresária Ercí Nonnenmacher se reuniram no domingo, 25 de outubro, no Centro de Eventos Valle Verde, para comemorar seus 70 anos de vida, acompanhada do esposo, Osvino, dos filhos Cláudia, Stela e Bráulio, da neta Manuela, genros Clóvis e Christian e da nora Jossane. Ercí festejou também com as amigas de chimarrão, Marli Michaelsen Burtet, Geni Hintz, Naia Deboni e Asta Genz. O dia festivo teve a música de Roberto Bones.

Clóvis, Stela, Cláudia, Christian, Manuela, Osvino, Ercí, Bráulio e Jossane

Ercí com Laura, Hedy, Nádia e Cezar Pereira

Com o marido, Osvino Nonnenmacher

Reinhart e Auria Mensch com o neto Bernardo Mensch

Com a neta Manuela que mora na Alemanha

Com as amigas do chimarrão: Marli Michaelsen Burtet, Geni Hintz, Naia Deboni e Asta Genz

Stela, Cláudia, Osvino, Ercí e Bráulio


O 1º aninho de Helena Möbs Piccoli A garotinha Helena Möbs Piccoli completou seu 1º aninho no dia 10 de outubro. Os papais Sadi Piccoli e Poliana Möbs receberam amigos e familiares para comemorar em uma bela recepção no Centro de Eventos Valle Verde, na tarde do dia 10. A festa teve o tema Boneca Adora Doll, de Luciana Golle, e cardápio exclusivo do Valle Verde, Doces Carolina’s e Zaira M. Rotili, de Santo Augusto. A cerimonialista Máglia Bueno Maicá conduziu a tarde, que se complementou com animação musical de Cassiano Scheer.

A aniversariante com os pais e os avós Solange e Helenita e José Antonio Queruz Solange Rosa Lopes com os filhos e netos: Isadora e Benjamin, Sergio e Juliano, Ana Laura, Solange e Isabela

Ana Laura Dutra Queruz Com a família, no grande momento de seus 15 anos

A valsa com o padrinho Dante Thomé da Cruz 40 | STAMPA

Foi em Porto Alegre, em 4 de julho, que a família e os amigos mais queridos reuniram-se para o momento tão especial de abraçar e desejar felicidade e sorte à jovem e bela descendente da médica Isadora Dutra e do advogado Antonio Augusto Queruz, a ijuiense Ana Laura Dutra Queruz. A recepção elegante aconteceu na Maison Carlos Gomes, e os momentos foram eternizados pelo fotógrafo Jorge Scherer.


A noite dos sonhos de

Eduarda Kravczuk Cezar

A valsa dos 15 anos

Os avós Estelita e Edmilso Michelon

Uma noite digna de princesa. Assim pode-se definir a grande festa que Eduarda Kravczuk Cezar teve para comemorar seus 15 anos. Acompanhada dos pais Lisiane Raquel Kravczuk Knob e Norton Quevedo Cezar, dos avós Edmilso e Estelita Michelon, familiares e amigos, a grande noite aconteceu em 24 de outubro, na AABB. Eduarda usou modelo exclusivo de Clóvis Boufleur, em meio a decoração impecável de Marlon Markes Eventos. A animação ficou a cargo de Show Time, com músicas do DJ Jonas Brendler. Os registros fotográficos foram feitos por Roseane Barbian. A mãe Lisiana, irmão Theo e Ricardo Dias Jurak

Com o pai Norton Quevedo Cezar Animação com as amigas

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Bárbara Solano Pochmann fez 1 aninho

Diceti Fotografia

Ela se chamaria Bárbara, inspirada na santa protetora dos temporais, já estava decidido. E chegou justamente sob uma tempestade no dia 13 de outubro. A abençoada Bárbara Solano Pochmann é a primeira filha de João Henrique Pochmann e Cristina Solano, primeira neta de Tunico e Ângela Pochmann, de Virginia Keller, de Eusebio Solano Vega, primeira bisneta de José Bischoff (in memoriam) e de Maria Eugênia, primeira sobrinha de Ana Isa e Guilherme, sobrinha-neta de muita gente que vive feliz em torno da alegria e do encanto que ela irradia. E no dia 10 de outubro, apagou sua primeira velinha na comemoração que aconteceu na Casa da Amizade, para a família e os padrinhos, em um ambiente decorado com os Ursinhos da Criativa, e em imagens registradas por Diceti Fotografia.

A felicidade maior dos papais João Henrique e Cristina

Padrinhos Patricia e Neverson com a filha Larissa

Padrinhos Amélia e Guilherme

Com a dinda Ana Isa, que fez todas as lembracinhas da festa

Com os avós Ângela e Tunico Pochmann

Bárbara com o vovô Eusébio Solano Vega sua esposa Maritania e Eusebio Filho 42 | STAMPA

Com a vovó Virginia e seu marido Heraldo Chagastelles

Padrinhos Breno e Carina

Padrinhos Elisa e Tobias com os filhos Pedro e Isadora

Com as vovós Virginia e Ângela

Com a bisavó Maria Eugênia Bischoff


Destaques do Minas Trend para o inverno 2016 T

ema da temporada de outono/inverno 2016, “A Força de Quem Faz”, o Minas Trend, uma das principais plataformas de negócios do setor da moda no País, reuniu grandes nomes do universo fashion de 6 a 9 de outubro, no Expominas. Destacando o poder da criatividade, da inovação, do empreendedorismo e da força de trabalho dentro do processo produtivo, o Minas Trend chegou a sua 17ª edição e consagrou-se como uma feira de excelência, muito elogiada pela imprensa especializada. Os profissionais do mercado da moda do Brasil e do Exterior conferem, em primeira mão, as coleções de outono/inverno de 2016 no Minas Trend. Este, é o único evento do segmento que re-

Por Nadine Conrad Dubal úne, no mesmo espaço, expositores de vestuário, calçados, bolsas, joias e bijuterias. Nas passarelas mineiras foram apresentadas as apostas para o inverno 2016. Nas roupas, a tendência veranil predominou, com tecidos leves e transparentes. Os looks apareceram cheios de fluidez. Apostas na feminilidade com combinações de proporções oversizes, se destacaram, com o hit absoluto da temporada, as pantacourts, que se apresentaram mescladas com casacos 7/8, chamises e t-shirts longas. Maxi-coletes, blazers amplos e maxi-cardigans apareceram juntamente com propostas ousadas como blusões de decote canoa com estampas gráficas.

Nadine e Gloria Kalil


autorretrato

O empresário Luiz Carlos Kozenieski administra, junto com a esposa Adriane Kozenieski, as lojas Le Mond, Thyers, Bijuka e Armazém Bijú. Com 48 anos e natural de Tucunduva, ele é pai do futuro médico Luigi Kozenieski e do futuro engenheiro Geancarlo Kozenieski. É formado em Administração com pós-graduação em Finanças e Controladoria, e especialização em Comércio Exterior pela Unijuí.

Um lugar: Saint Maarten - Antilhas Holandesas Uma conquista: Ter conhecido a África Um sonho: Viajar muito Uma alegria: Meus filhos Uma tristeza: Envelhecer Uma saudade: Da infância Quem é chato: Ninguém é, a não ser que queira ser O que me tira do sério: Bárbaries no trânsito Uma mania: Teimosia

Luiz Carlos Kozenieski Marca pessoal: Empreendedor O melhor presente: Meu casamento Quero ir para: Um safári com a família Adoraria aprender: Inglês Não vivo sem: Televisão Se pudesse, compraria: Um iate Gasto muito com: Viagens Melhor hora do dia: Noite Prazer à mesa: Um bom churrasco Livro preferido: Porque os homens fazem sexo e

as mulheres fazem amor Som preferido: Música gaúcha Filme inesquecível: À procura da felicidade Lazer: Receber amigos É lixo: Fome É luxo: Sequência de camarão Homem bonito: Meus filhos Mulher bonita: Minha esposa Se não fosse o que sou, seria: Agrônomo Ijuí é: Um grande polo de crescimento com muita gente guerreira


De onde vem o som? Na garagem do bancário Jairo Person pode vir dos mais de 50 aparelhos, de diferentes épocas e formas que coleciona há muitos anos

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bancário Jairo Person, 54 anos, tem, na garagem de sua casa, mais de 50 aparelhos de som antigos, misturados com mais de 1,6 mil CDs, mais de 200 fitas cassetes de música, discos de vinil e muitas lembranças. O espaço já está pequeno para tantas recordações. “Eu comecei a comprar os primeiros aparelhos em 1981 na antiga loja da Cifosom, que trazia de Manaus e vendia aqui. Lá foi onde comprei a maioria das coisas, e ainda tenho até as notas fiscais”. O aparelho de som mais raro é um geloso a válvula, dos anos 60. O aparelho italiano era muito comum, utilizava fita rolo, para ouvir música e gravar voz. Um microfone vinha junto para as gravações. “Era muito usado por jornalistas, repórteres nos anos 60”. Entre as lembranças também tem coisas de família. Um rádio a válvula que era de uma tia, por exemplo. “Ela faleceu e minha mãe me passou. É uma das recordações sentimentais”, conta o bancário, que conserta sozinho os equipamentos e garante que todos funcionam. A paixão começou mesmo nos fim dos anos 70, época da discoteca, quando todos queriam ter um som em casa. “Não existia os famosos 3 em 1 e então tínhamos que comprar esses aparelhos mais simples e as caixas de som”. Entre as músicas que Jairo curte estão as do grupo alemão, dos anos 70, chamado Kraft Werk. “O disco deles de 1975 é um dos melhores, e ouço frequentemente.” A maior parte das músicas que ouve nos aparelhos é dos anos 60 a 80. Ele tem muitas coisas novas também. “Meu objetivo é fazer as coisas funcionar e não só olhar para elas”. Ele consegue os aparelhos com algum defeito, mais barato e conserta. Alguns ele consegue pela internet. “Eu gosto de consertar sozinho. A maior parte das pessoas nem sabe que é possível consertar essas peças”, ressalta.

A peça mais rara: um geloso a válvula dos anos 60

O interesse do bancário Jairo vem aumentando. “Há muita gente que que se interessa por isso hoje. Participo de fóruns na internet com outros colecionadores”, comenta. As músicas de sua coleção estão em mais de 1,6 mil CDs guardados na garagem. Vão desde música eletrônica dos anos 60, orquestra, rock, pop e as famosas músicas das discotecas dos anos 70. Tudo separado por gênero. “Muita coisa baixei da internet. Não vendo nada, só compro. Algumas pessoas se livraram do vinil, quando surgiu o CD e eu adquiri muitos vinis na época.” Quando gostava muito de uma música, ele comprava em fita cassete e vinil, do mesmo cantor ou grupo. “Eu escutava apenas a fita cassete até gastar,ou estragar, e preservava o vinil. Por isso, tenho até hoje, praticamente novos”. Nos anos 70, era mais fácil de conseguir esses aparelhos, eram novidade, mas a dificuldade é que alguns custavam o valor de um fusca. “Hoje é mais difícil de achar, são baratos, mas é difícil achar em bom estado. Então eu compro e arrumo”. Jairo já teve que ampliar o espaço, incluindo muitas estantes para guardar os aparelhos. Pai de dois filhos, diz que acha difícil que eles continuem a coleção. Renan, 23 anos, e Pedro, 17 anos, possuem uma banda em Ijuí, a The Persons. “Eles são de outra geração, dizem que o som não é bom. O esquema deles é outro, da modernidade, eles preferem computadores e dizem que as minhas coisas velhas não têm utilidade”, comenta entre risos, ressaltando que prefere ouvir músicas nos seus aparelhos, ao invés de ter um aparelho celular que cabe três mil músicas, por exemplo. “Meu lazer é ficar nesta garagem, ouvindo minhas músicas antigas, relaxando. Celular é apenas para receber ligação”, sentencia.

Sabe quem são as noivas e noivos, as debutantes e formandos mais felizes de 2015?

Conheça! /usinaijui STAMPA | 41


ESCOLA

Ceap na Expo-Ijuí Reencontros, cultura e homenagens

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integração do Ceap na festa da família ijuiense foi intensa. O estande da escola foi ponto de encontros e reencontros. Em um desses momentos, os egressos de 2010 abriram a cápsula do tempo com as cartas que cada aluno havia escrito para si mesmo. Resultado: risos, emoção e choro. Outra turma de ex-alunos promoveu o Encontro de Ex-atletas do Ceap 1965-1972. Visitaram a escola, onde ganharam uma exposição de troféus e fotos da época, e lançaram na Casa Ceap na Expo o livro “Fatos, Histórias e Causos – 47 anos depois”, escrito pela colega Maria Elaine Altoe. A Expo-Ijuí também foi palco do evento que está virando tradição. Na Casa Austríaca, com envolvimento do Coro Infantil e do Conjunto Instrumental, o Ceap homenageou professores e funcionários com “data cheia” no tempo de dedicação à escola. Foram 16 neste ano, desde dez até 45 anos de casa. E a escola também parabenizou Ijuí pelos 125 anos com a Banda Marcial Musical e envolveu-se no culto de aniversário de Ijuí, no novo Palco das Etnias.

Egressos do Ceap curtiram abrir a “cápsula do tempo”

Na quadra do Ceap ex-atletas lembraram dos bons tempos Maria Elaine autografa para o diretor Gustavo livro contando histórias esportivas dos ex-alunos

Professores e colaboradores homenageados pelo tempo de dedicação à escola

Ex-alunas posam com troféu que ajudaram a conquistar

Vi, li e recomendo Por Pablo Menezes

Diretor da Escola Adventista de Ijuí

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Deus Em Questão

Livro de Armand M. Nicholi, JR Em Deus em Questão, os argumentos de C. S. Lewis e Sigmund Freud são postos lado a lado. Ambos refletiram cuidadosamente sobre os pontos fracos e as alternativas aos seus posicionamentos. Ambos consideraram o problema da dor e do sofrimento, a natureza do amor e do sexo, e o sentido último da vida e da morte. Neste livro encontramos o pensamento e a vida de dois ícones de nossa história, retratados de forma a analisarmos e chegarmos à nossa própria conclusão ao final da leitura, sobre questionamentos que sempre inquietaram a humanidade, como: Deus existe? Se Ele existe, Ele se importa comigo? Se importa com minha história ou meus problemas? Analisando cada argumento, você ficará preso à leitura como se estivesse acompanhando um suspense ou um romance, e ainda terá uma carga de conhecimento e aprenderá muito sobre duas visões distintas, um homem que morreu defendendo o ateísmo, e outro que abraçou a visão de Freud por um tempo.

Mãos Talentosas

Do diretor Thomas Carter O filme é baseado em uma história real sobre o Dr. Ben Carson. Conta a história do menino pobre de Detroit que se tornou neurocirurgião de fama mundial. Com dificuldade de aprendizado na escola, o menino era chamado de burro pelos colegas, mas recebeu todo o apoio e a cobrança de sua mãe, que mesmo sendo analfabeta o incentivou à leitura e aos estudos, impondo uma rígida rotina dentro de sua casa e eliminando as distrações que tomavam seu tempo, como a TV. O menino se tornou o famoso Dr. Benjamin Carson, conhecido mundialmente após ser o primeiro neurocirurgião a realizar a cirurgia de separação de gêmeos siameses ligados pela cabeça com sucesso. Aos 33 anos tornou-se o diretor do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore EUA. Uma história de vitórias e conquistas que nos inspiram a correr atrás de tudo o que almejamos.


ARTESANATO

Brincando de fazer Em tempos de jogos eletrônicos, artesãos habilidosos levam adiante a magia dos brinquedos feitos a mão

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m aposentado de Ijuí chama a atenção de vizinhos e curiosos pela habilidade em desenvolver brinquedos de madeira manualmente. Com apenas canivete, martelo e serra, ele dá cor a um simples pedaço de madeira. Para ele, o trabalho se transforma em terapia. Valdir José Tamiozzo conta que começou por acaso, após se aposentar, querendo fazer algo especial aos filhos. Certo dia, achou resíduos de madeira no terreno da sua casa. Lixou as peças e, com uma dose de criatividade, pintou-as, fazendo um carrinho. A partir de então, não parou mais. “Eles se divertiam muito”, lembra. “Depois, quando outras pessoas viram meu trabalho, vieram as encomendas”, diz ele. As mãos hábeis no trato com a madeira vão juntando as pequenas peças. Ele passa o dia entre martelos e lixadeiras, de olho na felicidade das crianças. Produz balanços, carrinhos, aviõezinhos, cadeiras, trator, tudo de madeira. Ao final, orgulha-se de suas “criações”. “Nós transformamos pedaços de madeira em algo que faz os olhos das crianças brilharem”, define. “Isso [o brinquedo artesanal] não vai morrer nunca, porque faz as crianças brincarem juntas, desenvolverem suas próprias histórias”, avalia. O caderninho de pedidos do aposentado comprova que a demanda aumenta no período do Dia das Crianças e Natal. Para dar conta de atender a todos, ele permanece na oficina que fica nos fundos da sua casa, no bairro Pindorama , até tarde da noite. Além de tirar o sustento da família da atividade, o artesão ainda recebe outro pagamento. “É o sorriso delas. Não tem preço ver uma criança brincando com algo que você fez”, diz. “Gosto de todos que faço. Eu admiro, porque faço para agradar as crianças, para ver os olhinhos delas brilharem”, conta. Com a experiência de seus 78 anos de idade, ele também não teme a concorrência dos videogames e jogos de celulares. “Nunca vão ter a mesma graça que um brinquedo artesanal”, resume.

Valdir José Tamiozzo usa a imaginação, criatividade nos trabalhos com madeira

Brinquedos que começaram a ser confeccionados para dar aos filhos. se tornou um negócio

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Perto ou longe, onde vivem ijuienses

Élvio e Maria Cristina Corso

A família na Pousada do Gostoso: Julio, Maria Cristina, Élvio, Martina e Arthur

Pousada do Gostoso fica à beira mar e tem 12 chalés, em meio à muito verde Na pousada, encontros para estudos de eneagrama, yoga, movimento integrado, e até teatro

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casal Maria Cristina e Élvio Corso e o filho Arthur Corso, foi passar férias em janeiro de 1999 em uma pacata cidade à beira mar: São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte. Lá havia apenas uma pousada na época. O casal gostou tanto do lugar que decidiu ficar. “Tivemos a oportunidade de fazer nossa esta pousada, de uma forma um pouco inesperada, mas resolvemos que queríamos viver na paz. E viemos, conhecendo um jeito diferente de viver e trabalhar. É diferente saber que a praia está lá na frente, disponível para nosso olhar e desfrute quando quisermos”, explica Maria Cristina. Lá, os ijuienses desenvolveram um trabalho de autoconhecimento que compartilham com muitas pessoas, através de encontros para estudo de eneagrama, yoga, movimento integrador ou teatro. Hoje, a cidade cresceu. Existem mais pousadas, restaurantes, esporte, sol e mar. A família de Maria Cristina e Élvio também cresceu. Nasceu Martina, a filha potiguar. Lá, também vive com o casal, outro ijuiense, amigo de muito tempo da familia, Julio Beal Junior. Maria Cristina e Élvio são amigos de infância dos pais de Julio. “Convivi com seus pais na adolescência, a Lorena e o Júlio Beal, que moram em Ijuí. O Julio Beal Junior é muito mais do que gerente da Pousada do Gostoso, é um filho de coração”, dis Maria Cristina. Em Ijuí ficaram 48 | STAMPA

os familiares e amigos. “Ficaram também muito boas lembranças de vida. Muitos vêm nos visitar, conhecer o que é Gostoso e é sempre um prazer recebê-los”. Pousada do Gostoso - A pousada fica à beira mar, em São Miguel do Gostoso. É um local tranquilo e sossegado, com 12 chalés com varanda e rede, que comportam 3 ou 4 pessoas, piscina, bar da praia, volei de praia, beach tennis, amplo jardim, estacionamento privado, escola de kite surf, escola de autoconhecimento, salão para pequenos eventos, meditação e a natureza exuberante, com pequenos animais silvestres. “Aqui come-se bem e saudável, peixe fresco e camarão do mar; também a carne de sol com tapioca ou cuscuz”, explica. Segundo Maria Cristina, o que a família Corso mais gosta é a tranquilidade da vida em uma pequena cidade litorânea, sem relógio e com a disponibilidade de tempo para o que se quiser. “O lazer é andar na praia despreocupado, comer bem, acordar quando os olhos abrem, andar descalço e com roupas leves, ter um por do sol divino a cada dia. Estão servidos? Para os amigos, sempre há um orçamento especial. E os ijuienses podem desfrutar deste nosso pequeno pedaço de paraíso”, finaliza Maria Cristina.


Perto ou longe, onde vivem ijuienses

Lauri Amândio Schorn

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professor da Universidade Regional de Blumenau, em Santa Catarina, Lauri Amândio Schorn é natural de Ijuí e daqui saiu há mais de 30 anos. Atulamente ele mora em Brusque. Os familiares são todos ijuienses da localidade de Alto da União, das famílias Rott (mãe) e Schorn (pai). Essa é a localidade em que ele nasceu e da qual nunca se esquece. “Assim como da cidade de Ijuí, eu nunca me esqueço. Uma das fases marcantes foi o período em que estudei na Escola Assis Brasil onde fiz muitos amigos e onde tive ótimos professores”. No Assis Brasil, lidando com as questões do campo, Lauri conta que surgiu a inspiração para seguir a profissão atual: engenheiro florestal. Logo após concluir o Ensino Médio onde se formou Técnico em Agricultura, ele ingressou no curso de Engenharia Florestal na Universidade Federal de Santa Maria. Concluiu o curso em 1982 e no ano seguinte decidiu ir para Santa Catarina onde permanece até hoje, residindo na cidade de Brusque. “Nem é necessário dizer que o começo foi bem difícil, na condição de recém-formado e em lugar com poucos conhecidos. No entanto, as dificuldades foram diminuindo com o passar do tempo e à medida que nosso trabalho foi se tornando conhecido e reconhecido”. Segundo ele, a região tinha e ainda tem uma dependência muito grande de florestas, pois a grande maioria das indústrias é dependente de energia cuja fonte é a madeira de florestas plantadas. “Além disso, por ser uma região montanhosa e assolada frequentemente por enchentes e deslizamentos, há uma demanda bastante grande de trabalhos na área de conservação e recuperação ambiental”. Lauri trabalhou os primeiros 15 anos como consultor florestal e nesse período fez mestrado

em Engenharia Florestal, na Universidade Federal do Paraná, concluído em 1992. Em função disso em 1997 realizou concurso e ingressou na função de professor na Universidade Regional de Blumenau.O ingresso na Universidade oportunizou a realização de doutorado, concluído em 2005 na Universidade Federal do Paraná. Com a esposa Fátima Mesmo mantendo atie com a neta Nathalia, vidades de consultoria, uma grande paixão a Universidade o evolveu gradativamente e hoje sua atividade profissional está quase toda concentrada na Universidade, onde atua como professor e pesquisador nos cursos de graduação, especialização e mestrado em Engenharia Florestal. Além disso, já exerceu atividades administrativas como chefe de Departamento e coordenador de Curso, além de participar de conselhos superiores. Atualmente, ainda na área de educação atua como avaliador de cursos pelo MEC, o que oportunizou conhecer quase todos os Estados brasileiros. “Posso acrescentar que muito me alegra e me deixa realizado o fato de meu filho ter seguido essa profissão e também já está atuando profissionalmente”. Sobre a região onde está, ele conta que chama muito a atenção a disposição das pessoas para o trabalho, mas também para o lazer nos finais de semana e feriados. “A localização próxima do litoral é outro ponto forte e que torna essa região altamente atrativa e com uma ótima qualidade de vida”, finaliza.


O grupo, dividido entre colorados e gremistas, em Praga, República Tcheca

As mulheres do grupo no Muro de Berlim, Alemanha

Ijuienses pelo Leste Europeu Grupo de amigos esteve nos principais países da Europa e se encantou com as atrações da Alemanha e países em torno

No Memorial do Holocausto, Alemanha

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ma turma de casais amigos viajou durante 12 dias de setembro para diversos países da Europa. César e Silvana Meggiolaro Coppetti, André e Simone Bigolin, Noé e Geslaine Gonçalves, Eloir Cunha e Clarice, Valério Cogo e Angela, Gilmar e Maristela Lang, Fernando e Margarete Roehrs, Haraldo Sérgio e Maria da Graça Roehrs, Jair e Lígia Sommer, Newton e Mariléia Araujo. Também acompanharam o grupo Bernadete Kopf Oppermann, da 14 Bis Viagens e Mabel Bastos, representando a Operadora Responsável pelo roteiro. O grupo esteve em Berlim, Cracóvia, Praga, Budapeste e Viena. Também tiveram a oportunidade de visitar Dresden, o campo de concentração e extermínio de Auschiwitz, a cidade natal do papa João Paulo II (Wadowice) e Bratislava, capital da Eslováquia. Conforme uma das integrantes do grupo, Silvana Meggiolaro, todo o Leste Europeu é belíssimo. “Nos impressiona a capacidade de um povo se reerguer após a destruição da 2ª Guerra Mundial e o fim de regimes totalitários. Cidades inteiras reconstruídas, cidades ainda com seus prédios medievais e não só isso, com os mesmos estabelecimentos de comércio ou serviços, cafés, cervejarias, restaurantes, praças, que

funcionavam em séculos passados”. O grupo se impressionou na Terra da Pilsner, em Praga, onde jantaram em uma cervejaria que produz ininterruptamente a mesma cerveja desde a sua fundação, em 1499. Em Budapeste, um passeio inesquecível noturno de barco pelo Danúbio, com vistas deslumbrantes de suas margens iluminadas, em Buda seu Castelo e em Peste o Parlamento, além das pontes que unem suas margens. “Em Cracóvia, a Praça do Mercado, com seu centro de artesanato e seus bistrôs à volta, é belíssima”, diz Silvana. Próxima a Cracóvia, visitaram as Minas de Sal de Wieliczka, com cerca de 1.000 anos de existência, e desceram seus 800 degraus, para visitar o complexo de galerias, lagos subterrâneos e sua impressionante Catedral de Sal. Também na Polônia, a parte mais triste da viagem, a visita a Auschiwitz. “Vale para não apagarmos da memória o massacre nazista”. Em Viena, outro momento triste e atual, o encontro com os refugiados sírios na Estação Ferroviária de Hauptbanhof. Mas em Viena também a delícia de um happy hour no Café Sacher, com suas tortas desde o século 19 e a visita ao Palácio de Schonbrunn, Palácio de Verão da família imperial.

Um sonho americano A

excursão começou em Nova York no dia 20 de julho. Mariana e os viajantes puderam conhecer as principais atrações da Ilha de Manhattan, em Nova York. Em Orlando conheceram os parques de Walt Disney, Universal Studios e Island of Adventure, Sea World e Bisch Gardens. A viagem teve duração de 17 dias e contou com a coordenação da Unesul Turismo. Para a Mariana, a viagem foi a realização de um sonho. “A impressão que eu tinha é de que era uma típica passando férias dentro do próprio país, em Nova Iorque e na Disney. Um dia iria acabar, teria que arrumar minhas malas e voltar para o interior do Brasil, e na rotina de estudante. Hoje eu sinto a necessidade de reviver cada dia que passei lá, no outro lado da América. Não consigo explicar esta nostalgia, a saudade que me agonia, todos os momentos foram indescritíveis, maravilhosos, encantadores, e principalmente, de pura magia”. A jovem explica que se adaptou muito bem à viagem. “Me sentia independente, livre, segura, sem sentir falta de casa. Considero isso até demais para uma garota de apenas 15 anos”, comenta, entre risos. Ela conta que estando lá, entusiasmada com os amigos, sentiu estar ganhando um presente de Deus a cada dia de sol e a cada noite iluminada. “Nova Iorque é de fato a cidade que nunca dorme, segue acelerada de 24 horas por dia e faz jus a todos os comentários de quem um dia já a visitou”. Em Orlando ela se deixou levar pela beleza dos cenários, imaginando-se dentro dos filmes, tanto da Disney como da Universal.

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Mariana Rowe,15 anos, realizou o sonho de ir à Disneyworld em julho, junto com uma turma do CCAA


Ponte Vecchio sobre o rio Arno, em Florença

Ciro, Larissa e Onésimo na paisagem tradicional da região de Toscana, na Itália

Tour pela Itália O bancário aposentado Onésimo Ceratti, acompanhado dos filhos Ciro Carlos Lucchese Ceratti e Larissa Lucchese Ceratti, esteve na Itália, em setembro, percorrendo alguns de seus magníficos cenários

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trio saiu de Porto Alegre no dia 14 de setembro e retornou para Ijuí no dia 29 de setembro. Onésimo Antonio Ceratti e os filhos Ciro Carlos Lucchese Ceratti e Larissa Lucchese Ceratti visitaram locais mais ao Centro e ao Norte da Itália. Onésimo conta que por ser uma cultura milenar, as obras de arte, prédios históricos e a arquitetura das cidades da Itália são conservados com muita atenção e valorizadas pela população. “Roma é um museu a céu aberto! A Itália foi escolhida por ser a origem de nossos antepassados, um sonho antigo que foi realizado”. A primeira parada do trio foi em Roma. Lá visitaram o Vaticano e Basílica de São Pedro, na Audiência Papal; Coliseu, Fontana di Trevi, o Panteon e a Piazza Navona; Basílica de Santa Maria Maior com a celebração da Missa. Depois, em Nápoles passearam pelo Golfo de Nápoles. Em Pompéia, o passeio arqueológico foi na antiga cidade que foi coberta pelas cinzas do Vulcão Vesúvio. Na Florença, região da Toscana, e ícone do Renascentismo, passaram pela Catedral de Santa Maria dei Fiori, as famosas Portas do Paraíso do Batistério, a Piazza Della Signoria com as suas estátuas e a Fonte de Netuno e a Ponte Vecchio sobre o rio Arno. Em Pisa, a visita foi no Batistério e a famosa Torre inclinada, um dos maiores símbolos italianos. Em Milão, eles se encantaram com a Duomo, catedral famosa por sua arquitetura, a Galeria Vittorio Emanuele. “Expo Milano 2015, uma exposição que reúne 150 países expositores e que ocorre de quatro em quatro anos, cada vez em uma cidade diferente do mundo, nos encantou”. Em Caravaggio, eles visitaram o Santuário de Nossa Senhora do Caravaggio e no Lago Di Garga, na região de Sirmione, o passeio foi de barco. “Em Verona, a terra que inspirou Shakespeare a escrever o romance Romeu & Julieta, nos encantamos com a Casa de Julieta, a Basílica de San Zeno, a Piazza dei Signori e a Arena”, comenta Onésimo. Em Treviso, Onésimo conta que é a cidade de origem de grande parte dos italianos que vivem no Brasil. Em Veneza, a famosa cidade das gôndolas, o acesso à ilha, é por intermédio de um barco, e eles visitaram a Praça de São Marcos, com a Basílica, a Torre do Campanário, e o Palácio Ducal. O trio também esteve em Portugal. Duas cidades foram visitadas: Fátima, onde estiveram no Santuário de Fátima: a nova Igreja e a antiga Basílica. Capelinha das Aparições, local repleto de manifestações de fé diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima. Em Lisboa, eles foram até o Mosteiro dos Jerônimos, a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. Degustaram os famosos pastéis de Belém, também conhecido como o pastel de nata. Estiveram no Santuário de Cristo Rei, catedral de Lisboa e Igreja de Santo Antônio, Oceanário de Lisboa, o maior do mundo. Eles já planejam novas viagens para a Itália. “Queremos ainda visitar a região Sul da Itália, as cidades de Calabria, Sicilia, ente outras”, planeja Onésimo.

Pai e filha no passeio arqueológico na antiga cidade de Pompéia, que foi coberta pelas cinzas do Vulcão Vesúvio

Na Torre de Pisa

Em San Gimignano, cidade da Itália, com arquitetura medieval

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“Eu tenho planos de morar sozinha, pois eu acho que seria algo diferente, porque quando moramos com os pais, nós temos certa comodidade, quando queremos algo sempre temos e morando sozinha, eu teria que conquistar as coisas com o próprio esforço. Quando alguém mora sozinho, precisa criar mais responsabilidade, e é um grande passo para o futuro” Jenifer Paola Wachter , 18 anos - 3º ano, 25 de Julho

Você tem planos de morar sozinho? “Eu pretendo morar sozinha se conseguir passar em uma Universidade Federal, porque como eu não iria pagar a faculdade, eu teria condições de me manter financeiramente. Morando sozinha eu teria mais responsabilidade do que em casa com os meus pais, pois eu precisaria me virar sozinha, minha mãe não estaria do meu lado para me auxiliar nas minhas coisas e também com dinheiro.” Caroline Antunes, 16 anos 3º ano, São Geraldo

“Eu quero morar sozinha a longo prazo, depois que eu terminar a minha faculdade. Eu acho que morar sozinha requer muita responsabilidade, é preciso pagar aluguel, luz, água, e coisas em geral, morando com meus pais até terminar a minha faculdade vai ser melhor, pois eles vão fazer essas coisas para mim, até eu terminar meus estudos. Está nos meus planos morar sozinha futuramente, porque é importante para o crescimento pessoal e profissional” Giovana Frada , 17 anos - 3º ano, São Geraldo

“Eu quero morar sozinho, pois eu busco a independência, e morando sozinho na minha casa eu poderia fazer o que eu quisesse. Morando sozinho eu teria mais responsabilidade, em questão de cuidados com as minhas coisas e com as coisas da casa. Saindo de casa eu também desenvolveria hábitos que atualmente eu não tenho, como ter horários para dormir, acordar e realizar os meus compromissos.” Enderson Ketzer, 18 anos – 3º ano, 25 de Julho

“A possibilidade de morar sozinha me desperta interesse e é tentadora, já que ela promoveria crescimento pessoal, liberdade e independência, além de responsabilidade. Mas, no momento, meu plano é cursar a graduação em Ijuí, uma vez que o curso que eu quero está muito bem estruturado aqui. Eu penso em fazer mestrado, doutorado e especializações, e para isso preciso sair daqui, mas é uma decisão a longo prazo, quando eu tiver mais maturidade. Julia Santi Fischer , 16 anos – 3º ano, 25 de Julho

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“Eu pretendo morar sozinho daqui a algum tempo, para conseguir entrar em uma universidade boa. Mas, para morar sozinho é preciso ter maturidade e responsabilidade com tudo, principalmente com as contas, e eu ainda não tenho isso. Existe uma grande importância em morar sozinho, pois tu adquire experiência e responsabilidade que carrega para o resto da vida”. Cristiano Tamiozzo Brandle , 17 anos - 3º ano, São Geraldo

“Quando a oportunidade vier eu quero morar sozinho. Pois, eu sinto a necessidade e acho importante demonstrar essa independência, porque morar sozinho é completamente diferente, é preciso ter responsabilidade, contas para pagar e cuidar das coisas e da casa. Sair de casa possibilita às pessoas a terem mais liberdade, mas, consequentemente, mais responsabilidades.” Willian Marques de Melo , 16 anos – 3º ano, 25 de Julho


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Humor & Cia Colabore com este espaço. Mande temas divertidos para: stampa@jornaldamanhaijui.com

O gaúcho e o mineiro O mineiro pede um copo de leite em um buteco no Rio Grande do Sul. Aparece um gaúcho cheio de prosa e diz: - Mas bah, tchê! Aqui no Rio Grande do Sul nós não gostamos de homem que bebe leite! O mineiro prontamente responde: - Uai, sô! em Minas nóis não gosta de homem de jeito nenhum! O marido chega em casa e fala para a esposa: - Amor se eu ganhasse na loteria, o que você iria querer? Ela: - Eu pegaria a metade e ia embora, largava você! Ele: Verdade? Ela: - Com certeza! Ele: Pois eu ganhei! Ela: Uau! Quanto, amor? Ele: R$2,50, na Lotofácil. Toma aqui seus R$1,25 e te arranca!

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ADVOGADO

Com a roupa suja de sangue e respiração ofegante, o cliente entra esbaforido no escritório do advogado: - Doutor, doutor! O senhor precisa me ajudar! Acabo de matar minha mulher! E o advogado, tranquilamente: - Peraí... não é bem assim! Estão DIZENDO que você matou sua mulher ... Jacob e Ephraim estavam na fila do banco quando entraram os assaltantes. Enquanto uns assaltantes roubavam os caixas, os outros iam tomando dinheiro, joias e relógios dos clientes. A certa altura, Ephraim cochichou para Jacob: — Pega aí. São aqueles trezentos que te devo.

Portuguesas, com certeza... Por favor! O senhor viu alguém dobrando esta esquina, agora a pouco? - Não, senhoire. Quando aqui cheguei, ela já estava dobrada... Comandante Joaquim! Estou a avistar uma tropa que se encaminha diretamente ao nosso forte! - São amigos ou inimigos, sentinela Manuel? - Olha, eu acho que são amigos. Vêm todos juntos...

Vista ENTRE ASPAS

Thyers

“A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si.” Aristóteles (384 a.C - 322 a.c) filósofo grego, discípulo de Platão

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‘‘Porque você é e porque você merece ser diferente.’’

Vista

Thyers


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