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PASSAPORTE Gôndolas e serpentinas

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MENU - Tradição e irreverência da cozinha japonesa Pág. 11

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CARNAVAL 2010

Fotos Acervo Museu Histórico de Londrina

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ANO 1 - Fevereiro de 2010 - Número 5 - Distribuição gratuita

PEQUENA LONDRES

Projeto visa transformar a cidade em um destino turístico através da ligação entre a história do município com os seus colonizadores ingleses.

Relatos e lembranças de quem viveu a época de ouro do carnaval londrinense.

Pág. 03

Págs. 06 e 07

ZOOM

Divulgação

Jornal da Gleba

Mesmo produzindo efeitos positivos sobre a saúde e a mente, o Yôga não é terapia nem ginástica e também não tem analogia religiosa. Pág. 04

VIVA Yôga não é o que você pensa: é muito mais interessante!

EXPO 50 ANOS Confira a programação de shows da Exposição Agropecuária de Londrina 2010. Pág. 08


2 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010 EDITORIAL

Você sente saudade dos bailes de carnaval? “Eu sinto falta, porque

Fotos Jornal da Gleba

Fevereiro é sinônimo de verão, diversão e carnaval. A festa mais popular e democrática do país parece não empolgar os foliões de Londrina como no passado. Quem tem mais de trinta anos, com certeza se recorda dos grandes bailes carnavalescos que os clubes da cidade promoviam. Muito antes do axé music, funk e outras danças rebolativas do momento, as marchinhas e as baterias de samba eram a trilha sonora dos blocos de carnaval e animavam também a criançada nas matinês. Atualmente, sem muitas opções, a grande maioria dos londrinenses trocou os salões de bailes de carnaval pelo litoral, retiros espirituais e outros passatempos. A data tão esperada em outros tempos deixou de ser uma festa popular e espontânea para se tornar apenas mais um feriado no calendário da cidade. Para relembrar os bons tempos das marchinhas e reis Momos, que divertiram gerações de pésvermelhos, o Jornal da Gleba conta um pouco da história desta festa e traz algumas lembranças de quem viveu à época de ouro do carnaval em Londrina. Boa leitura!

sempre encontrava meus amigos nas batucadas do Iate, e era ótimo”. Nataly Palhano, gerente de loja

“ Eu sinto. Antigamente o carnaval era mais simples, em compensação era mais seguro. Hoje eu fico na cidade, mas não participo do

IMPORTANTE O Jornal da Gleba é distribuído gratuitamente em todos os edifícios e condomínios horizontais das glebas Palhano e Cambé. Se você ainda não recebe o Jornal da Gleba em sua residência converse com o seu porteiro ou entre em contato conosco. O Jornal da Gleba é seu e sua participação é fundamental! COMERCIAL@JORNALDAGLEBA.COM.BR Edifícios da Gleba Palhano: Res. Anita Malfati, Res. Bosque Wilmar Berbert, Res. Central Park, Res. Chagal, Res. Costa Esmeralda, Res. Do Lago, Res. Due Torri, Res. Enseadas, Forest Park Residence, Res. Gaudi, Res. Joan Miró, Res. La Rachele, Res. Lac Royal, Res. Lago Azul, Res. Le Corbusier, Res. Manacá, Res. Matisse, Res. Mogno, Res. Morada do Sol, Palhano Residence, Res. Paranoá, Res. Pérola Negra, Res. Portal do Lago, Ravel Boulervad, Res. San Rafael 1, 2 e 3, Solar Rivera, Res. Sun Flowers, Res. Terra Brasil, Res. Torre de Málaga, Res. Toulousse, Res. Vilanova Artigas, Vivaldi Boulervad e Vision Residence. Condomínios horizontais: Acácia, Bela Manhã, Catuaí Parque Residence, Golden Hill, Morada Imperial , Pitanguá, Royal Forest, Royal Golf, Royal Park, Royal Tennis, Sonora Residencial, Sun Lake, Santana Residence e Village Premium.

As cartas podem ser enviadas para redacao@jornaldagleba.com.br com limite máximo de dez linhas em fonte nº 12.

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carnaval”. Fidel Pedro, cabelereiro

EXPEDIENTE Jornal da Gleba Produção: 4Ideias Comunicação Ltda. Jornalista responsável Rafael Montagnini (MTB 7239/PR) Redação Talita Oriani (MTB 7358/PR) Carolina Campos (MTB 7580/PR) Especial Daniela Klébis Programação Visual Eduardo Massi Diagramação Carolina Campos Impressão Gráfica Idealiza Tiragem: 5 mil exemplares

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Fevereiro de 2010 - Jornal da Gleba 3 CIDADE

LONDRINA: a pequena Londres da América O projeto Londrina 2012 visa transformar a cidade em um destino turístico através da ligação entre a história do município com os seus colonizadores ingleses

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ondrina é uma cidade nova, com apenas 75 anos. No entanto, muitos que vivem nela não sabem que esta cidade foi colonizada por empreendedores ingleses e que seu nome provém de uma homenagem a Londres, capital do Reino Unido. A “pequena Londres”, significado do nome Londrina, hoje é uma das cidades mais influentes do sul do Brasil e possui grande potencial econômico, cultural e turístico. Vislumbrando esses potenciais, o economista Leonardo

Louzada idealizou o projeto “Londrina 2012”. “Morei em Londres por cerca de três anos, e lá eu percebi a importância de Londrina ter sido colonizada por uma companhia inglesa e ter esse nome significativo. Vi que isso pode ser um atrativo para a cidade, pois o setor de turismo é dinâmico, gerador de renda e emprego”, explica. Desenvolver o turismo e projetar o nome no Brasil são os principais objetivos do projeto, que leva o nome “Londrina 2012” por ser neste ano que a capital inglesa

sediará os Jogos Olímpicos Mundiais. “Queremos aproveitar o gancho dos Jogos serem na cidade de Londres em 2012, e fazer de Londrina um centro de treinamento pré-olímpico, com boa infraestrutura para que atletas venham de todo Brasil para treinar e participar de torneios”, conta. Ícones londrinos Outro objetivo do projeto é adornar a cidade com ícones londrinos, como as cabines telefônicas vermelhas, os ônibus doble decker nas linhas de transporte público urbano, os táxis black cab

nos principais pontos da cidade, e até mesmo o desenvolvimento de dois bairros conhecidos e turísticos de Londres: Piccadilly Circus e Leicester Square. “Os ícones devem estar no dia a dia da população para serem atrativos capazes de despertar o turismo e investimentos, além de se tornarem parte da identidade da cidade”, afirma Louzada. O projeto prevê para a área central da cidade uma revitalização, a começar no Calçadão, bem como a padronização do calçamento para eliminar os diferentes tipos de pisos, substituição da atual iluminação pública por uma similar às luminárias londrinas, bem como as lixeiras. Na região da Gleba Palhano, o projeto sugere as caracterizações inglesas. “Vamos estudar um embelezamento do Lago Igapó, que alcance a região da Gleba, para que a área seja ainda mais

desenvolvida e turística”, explica. Para esses ícones se tornarem parte de Londrina, o projeto deve ser abraçado por toda população e também pelo poder público. Para Louzada, o projeto retoma essa ligação com os ingleses, pois a população muitas vezes não tem conhecimento da história da cidade. “Se Londrina tiver um diferencial no Brasil, atrairá mais investimentos, que desenvolverão mais ainda a economia, o turismo, a geração de renda, prestação de serviços e comércio”, diz. Para divulgar o projeto, Leonardo criou um site, que conta a história de Londrina e Londres, as propostas e até mesmo um espaço para votar e apoiar o projeto: www.londrina2012.com.br.

Por Carolina Campos carolina@jornaldagleba.com.br


4 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010 VIVA

Yôga não é o que você pensa: é muito mais interessante! Embora produza efeitos expressivos sobre a saúde, o Yôga não é terapia nem ginástica

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Foto Acervo Uni-Yôga Londrina

ssa prática, que vem atraindo cada vez mais adeptos por todo o mundo, originou-se na Índia há mais de cinco mil anos e pertence até hoje a rotina diária daquele povo. Com o passar do tempo essa filosofia foi se espalhando pelo mundo e com isso sofreu adaptações, modificações, além de inversão de valores sobre sua verdadeira essência. Para começar, o Yôga é uma palavra masculina que deve ser escrita com a letra “o” acentuada, já que a origem da palavra é sânscrita e, segundo as regras, quase toda palavra sânscrita terminada em “a” é masculina e a letra “o”, no sânscrito, é sempre longa e fechada, devendo ser assinalada com o acento. Bom, deixando a parte gramatical e retornando a essência, de acordo com Hudson Mazeto, diretor da Uni-Yôga de Londrina, muitos alunos chegam à escola com uma idéia totalmente diferente da prática. “Eles chegam aqui, na maioria das vezes, achando que vamos cultuar deuses, elevarmos a espiritualidade, enfim, coisas desse gênero. O Yôga não tem cunho religioso, místicos e afins. É algo cultural, uma filosofia de vida,” diz. Outra 'curiosidade' é que não existe um tipo único de Yôga e sim 108 modalidades. No Brasil existem mais de 40 ramos. As modalidades de Yôga não são compatíveis entre si e, quem pratica um desses estilos, não deve misturá-lo com outro. Deve-se buscar um que seja mais autêntico e dedicar-se exclusivamente a esse, sem mesclas.

Bruno Mazetto: Tenho mais disposição para realizar outras atividades e meu rendimento aumentou bastante.

Praticantes da Swásthia Yôga Segun do o diretor, muitos desses métodos foram distorcidos ao serem trazidos para o ocidente. A vertente oferecida pela UniYôga é o Swásthya, que alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o yôga clássico. O psicólogo Bruno Mazetto, 27, pratica Swásthia Yôga há mais de três anos e, desde então, percebe nitidamente as melhoras na sua vida. “Quando iniciei a prática achava que Yôga tinha algum cunho religioso, no entanto percebi que não tinha nada a ver. Sinto-me muito melhor não só fisicamente, mas também psiquicamente falando. Tenho mais disposição para realizar outras

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atividades e meu rendimento aumentou bastante,” comenta. É difícil falar da filosofia sem interrogar os benefícios proporcionados. Ao ser questionado sobre esse ponto, o diretor Hudson revela que a pessoa não deve buscar a filosofia apenas por esse motivo, mas sim por se identificar, gostar e sentir prazer ao realizar os exercícios. “Embora o SwásthiaYôga seja uma filosofia, ele tem vários benefícios. Proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com suas técnicas biológicas, beneficia a coluna vertebral e todos os órgãos”, revela. Outro aspecto que merece destaque no método é a meditação. Nela o aluno

aprende técnicas que ajudam a produzir estado de bem estar, fazendo com que não pense em coisas sem nexo, ajudando com que se mantenha mais no presente durante o dia a dia. “A prática gera um autoconhecimento profundo. Minha concentração está maior e aprendi a lidar com muitas emoções que antes não sabia. Hoje consigo distinguir melhor meus sentimentos e dou uma direção mais produtiva a eles. Não consigo visualizar minha vida sem a prática do Swásthia Yôga” finaliza. Lembrando que tudo depende muito de cada aluno, pois o ritmo e o perfil de cada pessoa é algo respeitado durante as aulas. Por Talita Oriani


Fevereiro de 2010 - Jornal da Gleba 5


6 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010 HISTÓRIA

Histórias de outr

Bem diferente dos dias atuais, o carnaval de Londrina já foi um dos mais animados do sul do Brasil. Grandes bailes, desfiles de blocos e competições entre as baterias dos clubes animavam os quatro dias do reinado de momo na cidade.

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istória - Logo nos seus primeiros anos, década de 1930, o carnaval já era comemorado nos dois únicos clubes da cidade: o Redondo, clube da elite, e o Quadrado, clube popular – como pode ser visto na primeira foto ao lado. A partir dos anos de 1940 a Avenida Paraná, atual calçadão, era pura festa. Carros e caminhões repletos de crianças e adultos formavam um alegre cortejo pela principal via de Londrina. Quem não tinha carro acompanhava tudo das calçadas jogando confetes e serpentinas nos veículos, tudo isso ao som das inocentes marchinhas da época. Com o crescimento da cidade e o surgimento de outras agremiações, os clubes passaram a investir cada vez mais em seus bailes de carnaval. A animação ficava por conta das bandas e dos não tão inocentes lanças-perfumes que eram consumidos fartamente durante as quatro noites de folia. Também havia o concurso para a escolha do Rei Momo com a entrega da chave da cidade, feita pelo prefeito, ao obeso monarca. Além disso, existia o concurso para saber qual era o baile mais animado de Londrina. Não havia dinheiro envolvido, quem ganhava só recebia um troféu e a satisfação dos associados. Os salões chegavam a receber mais de mil pessoas por noite. E mesmo assim, brigas e discussões eram raríssimas, como afirmam os sambistas da banda “Os Beto” Edmir

Fotos Acervo Museu Histórico de Londrina

Década de 1930: O carnaval já era comemorado nos dois únicos clubes da cidade: o Redondo e o Quadrado.

Massi, 40, e Horácio Lapa, 54, que participaram de diversos blocos e baterias de samba. “Não posso dizer que não havia desentendimentos, mas as brigas eram raríssimas. O ambiente era muito familiar. A maioria das pessoas eram associadas do clube e acho que isso evitava as brigas. No fim todo mundo era mais ou menos amigo”, relembra Massi. Animação - Para Lapa, o carnaval era sinônimo de alegria, como ele mesmo conta: “Era só festa, com muito confete e serpentina. As bandas só tocavam marchinhas e sambasenredos. Nos quatros dias a gente só pensava

em se divertir. O negócio era se reunir para beber e se concentrar para os bailes. Os blocos eram verdadeiras atrações. Eu participava do bloco do Pirulito comandado pelo jornalista Apollo Theodoro, éramos um bando de marmanjos travestidos de mulher. A nossa noite começava no desfile de blocos da Avenida Paraná e depois emendávamos para algum dos bailes de carnaval, e só terminávamos quando o dia começava a raiar em alguma padaria”. Quem também se recorda com carinho dos bailes carnavalescos é o empresário Juca Plastina, 31. “Comecei a frenquentar os bailes de carnaval do Country quando eu tinha 14 anos. Meus pais fechavam um camarote com alguns amigos para

Década de 1940: Avenida Paraná, atual calçadão, carros e caminhões repletos de crianças e adultos formavam um alegre cortejo pela principal via de Londrina

curtirem o carnaval. Ali era a minha base, era onde eu podia ficar com os meus parceiros e com a minha família. Eu me lembro das pessoas girando dentro do salão umas atrás das outras. O salão do baile virava um círculo e todos ficavam ali girando a noite toda. Muitos formavam grupinhos e saíam dançando e cantando as marchinhas de carnaval, como: Mamãe eu quero, O teu cabelo não nega e outras tantas”, recorda Juca. O começo do fim – No final da década de 1980, o desfile de blocos e de escolas de


Fevereiro de 2010 - Jornal da Gleba 7

os carnavais Jornal da Gleba

Fotos Acervo Museu Histórico de Londrina

Década de 1960 – O eterno Rei Momo Dinho recebe as chaves da cidade das mãos do prefeito Milton Menezes.

Década de 1970 – Matinê do Country Club

sambas saiu da Avenida Paraná e passou a ser realizado na Avenida Maringá, depois na Avenida Leste-Oeste até chegar ao autódromo. Hoje não há mais apresentação de blocos e o desfile das poucas escolas de samba se resume a um dia de apresentação. A partir da metade da década de 1990, o carnaval dos clubes não mostrava mais o vigor das décadas anteriores e foi se definhando até acabar de vez. Coincidência ou não, foi nesta época que as antigas marchinhas perderam espaço para o axé music, relembra Plastina: “Nos últimos bailes que eu participei já tocava um pouco de axé music. Isso foi bem no começo do Tchan, Companhia do Pagode, Netinho, Daniela Mercury e outras bandas baianas, que não me recordo os nomes. Teve uma época que só

sobrou o Country fazendo carnaval. Depois disso, as pessoas começaram a descer para o litoral, mas não acho que isso seja uma realidade só de Londrina. Acredito que o carnaval de clube morreu no Brasil inteiro”.

Década de 1980: Os salões chegavam a receber mais de mil pessoas por noite

Saudade - Pelo segundo ano consecutivo nenhum dos quatro grandes clubes da cidade, Country, Canadá, Iate e Grêmio, realizarão bailes de carnaval. A exceção é o clube alemão (AREL), que promoverá batucadas de samba nos dias de carnaval, mas apenas para associados (sem horários definidos até o fechamento desta edição). Tanto os músicos Edmir e Horácio, como o empresário Juca Plastina acreditam que o fim do carnaval em Londrina se deve especialmente ao esvaziamento das agremiações. “O lazer ficou muito individualista. Muitos têm piscina, academia e outros lazeres dentro de casa, e deixaram de frenquentar os clubes. Mesmo assim, seria muito legal se ainda tivesse as matinês para a criançada. Eu e minha esposa, com certeza, levaríamos os nossos filhos para brincar”, afirma o empresário. Para Horácio e Edmir fica a saudade de uma época que a cidade era mais feliz e espontânea. “Eu sinto muita saudade daquele clima de carnaval. Ninguém ia para praia. A diversão era aqui. Ninguém precisava do poder público para organizar nada. A festa era do povo, era totalmente espontânea”, afirma saudoso Horácio Lapa.

Edmir Massi e Horácio Lapa do grupo de samba “Os Beto” – Saudades da Época de Ouro do carnaval londrinense Jornal da Gleba

Juca Plastina: O lazer ficou muito individualista.

Q u e espontaneidade e alegria retornem a Londrina neste e nos próximos carnavais. Por Rafael Montagini rafael@jornaldagleba.com.br Colaboração: Museu Histórico de Londrina e Londrina Country Club


8 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010 ZOOM

1º lugar em Medicina

50 anos da Exposição Agropecuária de Londrina Divulgação

A tão aguardada grade de shows da edição dos 50 anos da Feira Agropecuária e Industrial de Londrina – ExpoLondrina – foi divulgada no dia 19 de janeiro pela diretoria da Sociedade Rural do Paraná, durante a coletiva. Irão se apresentar na cidade, no período do evento – 1 a 11 de abril -, as principais duplas que hoje agitam o circuito country de norte a sul do país.

Divulgação

Daniel Abreu Machado, diretor-comercial da Brahma, o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Lopes Kireeff e Álvaro Aoás, sóciodiretor do Grupo Santarena

Estudante de arquitetura ganha apartamento do Catuaí Saiu para a estudante de arquitetura Letícia Lopes Salem, de apenas 24 anos,o apartamento sorteado na campanha de Natal do Catuai Shopping Londrina. A estudante, que passa férias na casa dos pais em Londrina, estuda em Curitiba, e participou da campanha com 27 cupons.

Rodrigo Okada

A estudante Maria Luiza Beltrami Lopes, aluna do Colégio Universitário, conquistou o 1º lugar em Medicina no vestibular da UEL. Malu vinha estudando cerca de 15 horas por dia. Esforço mais que recompensado. Parabéns!!

CONFIRA A AGENDA DE SHOWS DA EXPÔ Dia 01/04 - Vítor e Léo - às 22h Dia 03/04 - Hugo Pena e Gabriel - às 22h Dia 04/04 - Luan Santana - às 19h Dia 05/04 - Jorge e Matheus - às 22h Dia 06/04 - Noite Universitária com Jean e Julio e Inimigos da HP – às 22h Dia 07/04 - Maria Cecilia e Rodolfo - às 22h Dia 08/04 - João Bosco e Vinicius - às 22h Dia 09/04 - Rodeio PBR - às 20h Dia 10/04 - Rodeio PBR - às 20h Dia 11/04 - Rodeio PBR - às 19h

VERÃO 2010

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Aproveitando o sucesso da parceria realizada no último ano com a Melissa, uma das marcas mais arrojadas em calçados, a Chilli Beans lança novamente o kit verão. O modelo escolhido para composição do kit foi o Melissa Love Fun, com estampas exclusivas que acompanham os modelos de óculos, nas cores vermelha e preta e as sacolas de plástico. Os kits exclusivos são limitados e vendidos somente nas lojas Chilli Beans.

Ingrid Felicidade e Diogo Pavan disseram o sim no dia 23 de janeiro. O registro é de Rodrigo Okada do Staff da Brascolor.

Humor Gelateria Parmalat

Parabéns ao casal Sérgio Colofatti e Luciane Ferraz que comemoram dois anos de sucesso da Gelateria. O gerente Lucas Bruno promete deliciosas novidades neste verão 2010.


Fevereiro de 2010 - Jornal da Gleba 9


10 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010 SABER

Volta às aulas: um momento de adaptação

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sonhos e sete pecados”. A festa mais badalada do carnaval terá espaço para apenas 400 pessoas e todas devem estar rigorosamente vestidas com mascaras e fantasias de época, adquiridas no renomado Atelier Venetia. Entre as atrações da noite, desfiles de alegorias sobre os sete pecados capitais, teatro, dança, música e um banquete de galas a luzes de velas prometem entreter os luxuosos foliões até o nascer do sol do dia de São Valentino, 14 de fevereiro, que é o romântico dia dos namorados ali. Para fazer parte do Jet set europeu você apenas precisa ser rápido para garantir um convite que vai te custar nada menos que mil euros: R$2500. Com um preço um pouco mais módico de 490 euros (pouco mais de R$1000), no dia 11 de fevereiro tem o imperdível “Ballo Tiepolo” que é a festa oficial do carnaval de Veneza. Duas orquestras, uma clássica e uma moderna, acrobatas, atores e bailarinos fazem o divertimento dos convidados, enquanto se deliciam com o jantar servido exatamente como nos tempos da nobreza veneziana. Algumas festas incluem passeios nas gôndolas, bailes em estilo barroco, homenagens ao cinema italiano e aos grandes compositores da musica clássica. É o destino perfeito para quem prefere Puccini à Ivete Sangalo, ou o som de um violino ao do pandeiro. tiva stra

Maria Augusta Sanches Rossini Pedagoga e Escritora www.mariaaugustarossini.com.br

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que falta em frenesi no carnaval de Veneza, sobra em luxo e purpurina. Rico em historia e tradição, o carnaval veneziano desperta o interesse e a curiosidade de milhares de turistas pela mistura de arte e cultura vividos intensamente em dez dias de festa. Os foliões se espalham por todos os cantos da cidade, mas o ponto alto são os bailes nos grandes salões: uma única noite de folia pode chegar a custar quase três mil reais. Não tem pandeiro, nem quadris requebrando. Ali, o protagonista não é a cadencia do samba, mas o mistério das mascaras que portam todos os foliões. Com elas, nos primórdios dos carnavais há mais de mil anos, os nobres podiam circular entre o povo que por sua vez festejavam a ilusão de compartilhar os festejos com a alta classe. Daí surge a idéia de que o carnaval é uma festa popular. Mas na belíssima cidade das águas, os preços nessa época do ano são para poucos. Além dos festejos oficiais na Praça São Marcos e das intervenções culturais pelas ruas, são organizados centenas bailes de mascaras nos grandiosos hotéis e casarões de Veneza. Nessas festas, se sente a atmosfera e o esplendor da tradição carnavalesca dos anos dourados, das cortes de nobres venezianos: minuetos, valsa, polka, grandes jantares, champagne, teatro, operas... sim, teatro e ópera no carnaval! Definido pela imprensa internacional como o baile mais refinado e exclusivo do mundo, “Il Ballo Del Dogde” esta na sua 17ª edição e esse ano terá como tema “Sete

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Como minimizar este período de adaptação: * Converse com a escola sobre o dia-a-dia, ou seja, sobre a rotina que seu filho terá. É muito importante conhecer as atividades diárias e complementares da escola para que todos possam se organizar. * Conheça os professores que terão contato com seu filho. Trate-os com respeito e consideração para que seu filho faça o mesmo. É bom lembrar: nossos filhos aprendem muito mais com nossas ações do que com nossos discursos. * Fale sempre bem da escola para que seu filho tenha uma expectativa positiva em relação aos estudos, ao aprender. Acompanhe a “lição de casa” que deve ser um momento individual de estudo, reflexão e crescimento. Observe com atenção, pois nada é tão importante como o vínculo afetivo dos pais sob um “olhar atento”. * Evite sobrecarregá-lo com atividades fora da escola. Deixe passar o período de adaptação para, aos poucos introduzir outras atividades. Observa-se um grande número de alunos do período vespertino que chegam à escola cansados devido as atividades extras matutinas. * Seja atuante na vida escolar dele. Pesquisas comprovam que a atuação efetiva dos pais interfere no desempenho escolar dos filhos. Além destas sugestões, seu bom senso de pai vai apontar outras ações que vão contribuir neste período de adaptação. Para encerrar quero lembrar um conceito de “viver” que cito em meu livro: “Aprender tem que ser gostoso.

Gôndolas e serpentinas

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ara educadores (pais e professores), iniciar um ano letivo pressupõe estarem preparados para novos desafios, possibilidades. O primeiro desafio é o da adaptação: para os pequenos é a professora nova, novos amigos, às vezes mudança de escola. Já os maiores, especialmente na 5ª série, como se não bastasse às mudanças biológicas, psicológicas e emocionais as quais eles têm que se adaptar, há a questão do aumento de número de professores. De uma única professora regente, passam agora a ter cerca de oito professores. E aí surge a questão: quem vai “cuidar” de mim? Sabe-se que umas das maiores angústias do ser humano em desenvolvimento está relacionada à falta do “cuidador”, de alguém que seja referência, modelo. Em proporções diferentes, crianças e adolescentes precisam sentir que existem pessoas que “cuidam” deles, apontem caminhos, mostrem o certo e o errado. Então é muito importante a conscientização de pais e professores para que esta adaptação ocorra de forma segura e harmoniosa. Para tanto, o acompanhamento familiar é imprescindível. Acompanhamento familiar e a adaptação Quando a criança é pequena o acompanhamento familiar com relação à vida escolar é efetivo, às vezes intenso. Com o crescimento das crianças, os pais muitas vezes s descuidam, pois acham que eles precisam de autonomia, saber cuidar de si mesmo. Engano: quanto mais autonomia o adolescente tem mais intenso deve ser o acompanhamento e consequentemente a parceria com a escola. É nessa fase que acontecem os desvios de comportamentos; também é agora que eles estão construindo sua identidade, estão formulando seus projetos de vida.

PASSAPORTE

Por Daniela Klébis


Fevereiro de 2010 - Jornal da Gleba 11 MENU

Comida japonesa une modernidade e tradição Alimentação saudável à base de peixes, soja e legumes são os grandes atrativos da cozinha japonesa do restaurante Hot and Roll Fotos Carolina Campos

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ara quem está acostumado a saborear a tradicional comida japonesa, pode também contar com um novo e moderno conceito em restaurante japonês. Criado em dezembro de 2008, o Hot and Roll Japanese Food veio para inovar a culinária oriental para aqueles que já a apreciam, como também para conquistar novos públicos.Localizado no Shopping Catuaí, o Hot and Roll firma uma marca própria oferecendo opções que atendem a todos os tipos de clientes: o buffet por kilo e o sistema a la carte. São mais de 20 pratos tradicionais como sushis, sashimis, enrolados e até mesmo saladas, frutas e pratos quentes. Para quem gosta de várias opções, o gerente Cláudio Yoshioka garante que há como agradar todos os gostos. “Há um tempo atrás as barcas eram moda, todo mundo gostava de pedir sushi nelas. São combinados personalizados de sushis, sashimi e os enrolados, com vários recheios”, explica também que as barcas servem duas a três pessoas. O nome do restaurante também é uma refeição. O prato chefe é o Hot and Roll que é um enrolado quente com arroz (sushi frito) e recheios. “O nome Hot and Roll nos lembra 'rock and roll', e com isso queremos misturar a tradicional comida japonesa com modernidade e irreverência”, conta o gerente. Uma das novidades no restaurante são os temakis. “Em São Paulo e Rio de Janeiro são febre. Em vez das pessoas

Equipe de sushimans do Hot and Roll: (da esq. p/ dir.) Jackson, Ícaro Hermano, Takeo e Solange

irem comer lanches tradicionais, elas optam por um temaki, que é muito saudável e vale como uma refeição”, afirma. Os temakis são sushis enrolados a mão em formato de cone, com um variedades de recheios, como goiabada, camarão, salmão, atum e califórnia (kani, pepino, fruta da época e gergelim). “O temaki mais procurado é o de salmão com cream cheese. E temos o Temaki Hot, recheado com salmão, ou qualquer peixe empanado e frito, e com molho agridoce”, diz Yoshioka. Fonte da juventude Outro produto que não poderia ficar de fora do cardápio do Hot and Roll é o missoshiru, uma sopa com pasta à base de soja. Segundo Yoshioka, para o povo japonês o missoshiru é fundamental e tradicionalmente servido em todas as refeições, além disso, a sopa serve como acompanhamento de outros pratos, podendo ter variedades de peixes, legumes e tofu (um queijo à base de soja). “A alimentação saudável explica a vida longa do japonês, pois a soja, peixes, legumes e frutas são alimentos com muitas vitaminas que fazem bem à saúde”, conta. Mais informações pelo site www.hotandroll.com.br ou através do telefone 3029-4244. Por Carolina Campos carolina@jornaldagleba.com.br

Combinado especial de sushi e sashimi

Hot Berinjela Ingredientes 20 g de berinjela em fatias 20 g de salmão picado 20 g de cream cheese 2 g de cebolinha picada 1 g de gergelim 5 g de panko (farinha japonesa) 15 g de farinha de trigo 50 ml de água 3 g de molho agridoce

Modo de preparo Corte a berinjela em rodelas. Prepare o recheio, misturando o salmão, cream cheese, a cebolinha e o gergelim. Recheie a berinjela, passe na massa de farinha de trigo com água, e em seguida na farinha panko. Frite em óleo à 150ºC. Corte ao meio e complete com cebolinha, gergelim, cream cheese e molho agridoce. Dica do chef: Acrescente molho de pimenta a gosto

A Chilli Beans é a maior rede brasileira especializada em óculos escuros. Com essência apimentada, a marca tem como objetivo provocar renovações de visual e comportamento. Para isso, mantém mais de 230 pontos de venda exclusivos no Brasil, além de cinco pontos em Portugal, um nos Estados Unidos e dois no Panamá. PRODUTOS O mix de produtos da Chilli Beans atende do público infantil ao adulto, com grande receptividade entre os jovens. São cerca de 80 modelos de óculos expostos em cada ponto de venda, sendo em média dez lançamentos por semana. As linhas se dividem em Kids, Pop e Special, todas com proteção UV. Além disso, a marca possui a linha de relógios, que é outro item festejado do mix Chilli Beans. São cerca de 140 modelos exclusivos que combinam design moderno com alta tecnologia.

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12 JORNAL DA GLEBA - Fevereiro de 2010

JG05 - FEV2010  

Mesmo produzindo efeitos positivos sobre a saúde e a mente, o Yôga não é terapia nem ginástica e também não tem analogia religiosa. VIVA MEN...

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