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Dez. 11 Ano 8 | Número 2 E-mail: jornal.ebsis@gmail.com

Notícias da Escola

Jornal do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo

FEIRINHA DE OUTONO

Pág. 8

Alunos do Pré-escolar e do 1º Ciclo do Agrupamento Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Viana do Alentejo Pág. 2

Pág. 6 e 7

Pág. 4 GIAE – Sistema de Gestão Integrada de Administração Escolar – Regulamento de utilização

Suplemento GIAE

Suplemento BECRE Pág. centrais

Espaço da Poesia Atividades

Pág. 12

Pág. 3, 9, 10 e 14

Visita de Estudo

Pág. 11

Desporto Escolar

Pág.14 e 15


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EDITORIAL Dezembro é o mês em que mais facilmente despertamos para as questões da solidariedade. Embora a amizade e a entreajuda devam acontecer todos os dias do ano, é neste mês do Natal que sentimos mais intensamente o apelo para ajudar os que mais precisam. São de facto muitos, aqueles que não têm o que comer, onde dormir, nada para vestir, família ou amigos; podemos constatá-lo todos os dias na televisão ou nas campanhas de apelo à solidariedade que são lançadas por várias entidades nesta época. Na presente edição do Notícias da Escola não deixaremos passar esta nota, fazendo naturalmente referência a mais um aniversário (22º) da Assinatura da Convenção dos Direitos da Criança, que nos leva a refletir sobre as crianças que ainda não usufruem do que de mais básico deveria caracterizar as suas vidas, como a alimentação, a saúde, a educação e o bemestar, em geral. Também a “Negação dos Direitos Humanos” deverá servir de reflexão, neste mundo global que permanece dividido entre os que tudo possuem e os que nada têm. Sempre atentos a estas questões, a nossa escola foram lançadas duas campanhas de solidariedade: “Dia de Mudar o Mundo” – que porá à prova a generosidade e a vontade de ajudar de cada um de nós, e a árvore de Natal “Estampando Solidariedade”- que consiste na recolha de tampinhas de plástico. Aqui mesmo, sem ir muito longe, poderemos mostrar o nosso lado bom, generoso e solidário. É só participar! Boas Festas.

Profª Gertrudes Pinto

A Assinatura da Convenção dos Direitos da Criança Decorridos vinte e dois anos da assinatura da Convenção dos Direitos da Criança, há continentes, países e regiões onde se continua a verificar uma privação dos Direitos das crianças e dos jovens, apesar do esforço de várias organizações. A criança/ jovem é um ser diferente, com estádios de desenvolvimento específicos, ainda sem autonomia e maturidade bastantes, com características e necessidades próprias, derivadas da sua especial vulnerabilidade, dependência e contínuo desenvolvimento. Tal especificidade exige direitos que para além dos gerais a todo o ser humano, tenham em consideração que ela, criança, está em desenvolvimento físico, cultural, psicológico, intelectual e este quer-se pleno, integral para que, em última instância, tenhamos uma sociedade mais saudável e mais justa. Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança, documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados. Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança. Portugal ratificou a Convenção em 21 de setembro de 1990. Neste âmbito e no sentido de comemorar o respectivo aniversário,

mais uma vez a Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco assinalou a aprovação da Convenção sobre os Direitos da Criança. Em parceria com o Fórum sobre os Direitos das Crianças, no dia 21 de novembro, na Sala do Senado, do Edifício da Assembleia da República, decorreu uma Sessão Comemorativa do 22º Aniversário da Convenção. Durante a Sessão diversas crianças intervieram sobre os seus direitos e foram acompanhadas por figuras públicas. Foi ainda entregue o Prémio de Jornalismo “Os Direitos da Criança em Notícia”, patrocinado pelo Montepio Geral, cujas candidaturas foram apresentadas até ao passado dia 31 de agosto. Foram apresentados 12 trabalhos, dos quais 10 foram aceites como finalistas. Estiveram a concurso 5 trabalhos de Televisão, 4 de Imprensa e 1 de Rádio. Pelas nossas crianças…… A CPCJ de Viana do Alentejo


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Recordando a Assinatura da Convenção dos Direitos da Criança

A turma do 6º C deu continuidade ao trabalho iniciado no ano letivo transato e desta forma desenvolveu outras atividades com o objetivo de recordar a assinatura deste importante documento reconhecido internacionalmente e que consagra os Direitos da Criança. Assim, na aula de língua portuguesa, a turma optou por transcrever variados excertos do lindo poema de Matilde Rosa Araújo, também intitulado “ Direitos da Criança” e ilustrar marcadores de páginas feitos por eles. Estes

marcadores bastante apelativos tiveram a melhor receptividade junto de toda a comunidade escolar.

Na impossibilidade de todos os elementos da CPCJVA estarem presentes, estiveram apenas alguns que desta forma puderam visitar a exposição de trabalhos realizados pelos alunos no âmbito do tema supracitado e também receber alguns lindos marcadores.

Profª Antónia Albardeiro

Associação de Estudantes preocupada e solidária

O final do 1º período aproxima-se e com ele a realização na nossa escola de algumas atividades ligadas às mais diversas áreas. A Associação de Estudantes não quis ficar de fora e, apesar da disponibilidade nem sempre ser muita, tem vindo a trabalhar na organização de algumas iniciativas que serão levadas a cabo ainda durante estas últimas semanas de aulas. Assim, em primeiro lugar, e porque estamos em época de solidariedade, é importante fazer referência à campanha de recolha de roupas, brinquedos e alimentos para ajuda aos mais necessitados, que a AE está a desenvolver em parceria com as turmas do 11º ano, campanha essa que já está a decorrer e acerca da qual podes obter mais informações junto à nossa “sede”. Apelamos desde já à colaboração de todos, pois são estes pequenos gestos que podem fazer muita gente feliz. A Associação de Estudantes está também a preparar uma Reunião Geral dos Alunos, prevista para o próximo dia 13 de dezembro, pois acreditamos que está na hora de ouvir a opinião de todos relativamente aos problemas da nossa escola, e em particular ao amianto, que se revela extremamente prejudicial à nossa saúde e cuja eliminação da nossa escola estamos empenhados em conseguir! Novas informações serão divulgadas brevemente. De mencionar ainda entre as iniciativas organizadas pela AE o sorteio de um cabaz na festa de Natal da nossa escola e a possível realização de uma festa de final de período. Por último, resta-me apenas, em nome de todos os membros da Associação de Estudantes, desejar a toda a comunidade escolar um feliz Natal e umas ótimas férias.

João Ferrão, 12ºA


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Semana da Ciência e Tecnologia O Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo participou na Semana da Ciência e Tecnologia, uma iniciativa da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. Entre 21 e 27 de novembro, o Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, em articulação com a

Biblioteca Escolar, organizou uma exposição de livros e material laboratorial. No polivalente, esteve patente para toda a comunidade um conjunto de velhinhos manuais escolares de Matemática, Biologia e de Física e Química, antigo material de laboratório digno de museu, a par com livros de ciência da atualidade. Celebrando-se em 2011 o Ano

Internacional da Química, ano em que também se comemora o 100º aniversário do Prémio Nobel em Química para Marie Sklodowska Curie, o grupo de Matemática do 2º ciclo promoveu a projeção de um filme sobre a vida desta cientista, para todos os alunos dos 5º e 6º anos. Durante esta semana comemorouse ainda o Dia Nacional da Cultura Científica, instituído, desde 1997, em 24 de novembro para festejar o nascimento de Rómulo de Carvalho e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência. Para assinalar esta data, o grupo disciplinar de Física e Química, no dia 25 de novembro, dinamizou a realização de atividades laboratoriais muito simples e atrativas em contexto de sala de

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Viana do Alentejo

aula, nas turmas do 2º ciclo. Os alunos do 11.ºA da EBSIS foram os monitores destas atividades experimentais e pelo seu excelente desempenho mereceram o aplauso dos coleguinhas e os parabéns dos professores. Profª Maria Manuel Aleixo


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NAMES - Desafios à Imaginação em Inglês Neste 1º período nas aulas de Inglês de 11º ano lemos/estudámos um pequeno conto intitulado "Names" de uma escritora americana - Maya Angelou. A história é sobre a discriminação racial vivida nos EUA em relação aos negros. Uma senhora branca emprega uma jovem negra chamada Margaret e decide mudar-lhe o nome para Mary porque é mais curto e, logo, dá-lhe mais jeito...Os alunos elaboraram textos sobre esta obra. Podiam resumir brevemente e dar a sua opinião sobre os momentos que mais os marcaram e as personagens favoritas, ou podiam vestir o papel da personagem principal, Marguerite e continuar a história. Aqui temos dois exemplos de dois alunos: o texto do Sérgio que decidiu escrever sobre o primeiro tema, e o do Ricardo que optou pelo segundo. Dois bons exemplos da expressão escrita em Inglês. Sugere-se que leiam o conto, pois irão divertir-se e enriquecer-se.

In the short story I liked a lot of things like: the comparison that is made between the education of black girls and white girls. I also like the treatment that is applied to Margaret by her boss, Mrs. Cullinan, which shows the discrimination that was lived in that time and in that place. My favorite passage is undoubtly when the narrator wrote: “I smiled at her. Poor thing. No organs and couldn’t even pronounce my name correctly.”(LL88/89). This excerpt shows the intelligence and sharp vision of Margaret, becoming her, my favorite character. The only character I don’t like is Mrs. Cullinan because of the disrespect shown to her servants when she mentions, for example: “That clumsy nigger. Clumsy little nigger”(L.69). I like the ending because after being treated by the name of “Mary” for so long, she was treated by her real name - “Margaret” - after giving a heart break to Mrs. Cullinan by breaking her china. If I had originally written the story I would probably have named it “Mary and Margaret- is it the same?”, because it portraits the core of the text- the discrimination against black people. Sérgio Allibhai, 11ºA

A educação das raparigas brancas no início do séc. XX I couldn’t take it anymore, so, I talked to Miss Glory and I told her, ‘It’s enough, I’m sick of being treated like black trash’. She still tried to persuade me to stay, but she understood my situation and stopped insisting. When I arrived home, I called for Momma and told her what had happened... ‘You can’t imagine what happened to me today, Momma...’, she looked surprised, ‘Nothing bad, I hope, Marguerite’. I started to be nervous because I really didn’t want to let Momma down, but I thought that if I told her the whole situation, she wouldn’t be so disappointed with me. We went to the living room and we sat in the couch, just because Momma fainting was always a possibility, due to her age. I told her everything I remembered.

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Junta de Freguesia de Viana do Alentejo

A educação das raparigas negras no início do séc. XX ‘Momma, you know how much I hate to be called for a different name, don’t you? Now, imagine what it is to be called by Mary! I was strong and I started ignoring Mrs. Cullinan, my employer, but I couldn’t take it anymore. With Bailey’s help, I got her frustrated. In her moment of anger, she hurt Miss Glory with a shard of glass from her favourite casserole, that I had broken before. I’m sorry Momma’. Momma stared at me and started crying, ‘It’s alright darling, everything is gonna be alright. Sometimes, we just can’t handle it’. Ricardo Pinto, 11ºA


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Comemorações do Dia da Floresta Autóctone No passado dia 23 de novembro, a nossa escola assinalou o Dia da Floresta Autóctone. Todos os alunos receberam marcadores de livros alusivos ao ano Internacional das Florestas, tendo sido deste modo alertados pelos alunos do 5º B para a importância da conservação das nossas florestas naturais, e foram convidados pelos alunos do 5º A a assistir à plantação uma pequena azinheira, no espaço exterior da nossa escola, com a colaboração da Câmara Municipal de Viana do Alentejo. Este dia, mais adaptado às condições climatéricas de Portugal e Espanha para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, apresenta-se alternativo ao Dia Mundial da Floresta, 21 de março, que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa. A plantação de árvores no início da Primavera em Portugal apresenta frequentemente

um baixo sucesso associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão. Cerca de 38% do território continental português é constituído por área florestal, representando uma mais valia efetiva na conservação da Natureza e da biodiversidade, na produção de oxigénio, na fixação de gases com efeito de estufa (dióxido de carbono), na proteção do solo e manutenção do regime hídrico. A participação e colaboração de todos são fundamentais para que a nossa floresta autóctone esteja cada vez mais protegida. E todos poderemos contribuir para a preservação e expansão das nossas espécies naturais, bastará que cada um de nós recolha algumas sementes, faça-as germinar e plante num terreno das

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Câmara Municipal de Viana do Alentejo

imediações para que a floresta portuguesa retome cada vez mais o lugar que já ocupou no passado e constitua um espaço de salvaguarda da nossa biodiversidade. A par da plantação de uma árvore autóctone, hasteámos a Bandeira Verde 2010/2011 do Programa EcoEscolas, com a esperança de, em conjunto, criarmos uma comunidade também ela mais verde. Programa Eco-Escolas


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Gincana Rock in Rio A nossa escola aderiu à iniciativa Gincana Rock in Rio, a qual pede às escolas de todo o país que mobilizem a comunidade em torno de ações que concretizem os três pilares do desenvolvimento sustentável: economia, ambiente e social, com o objetivo de sensibilizar para a importância de uma participação ativa, em que cada um faz a diferença e todos juntos farão um Mundo Melhor. Este megaprojeto de defesa do ambiente, apresenta um desafio com 5 tarefas distintas e um jogo online.

Recolha de embalagens (ecoponto amarelo) Este desafio, cujo prazo terminou no passado dia 30 de novembro, deve contudo manter-se. Devemos continuar a fazer uma correta deposição dos resíduos de embalagem do ecoponto amarelo, de modo a contribuir para as metas de reciclagem do país, poupando energia na produção de embalagens com matérias virgens.

Até dia 23 de janeiro, vamos reúnir todos os eletrodomésticos, telemóveis, computadores e outros equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) em fim de vida, porque a defesa do ambiente toca a todos.

Escola energicamente eficiente Com esta tarefa, pretende-se identificar na escola pontos onde é possível reduzir o consumo de energia e definir o respetivo plano de redução, pretende-se também uma diminuição na fatura energética, com resultados diretos na economia do agrupamento e benefícios ambientais.

Uso eficiente da água

Escola Electrão

Pretende-se identificar na escola pontos onde é possível reduzir o consumo de água e definir medidas de poupança de água a adotar, que levem a uma diminuição na fatura da água com resultados diretos na economia do agrupamento e benefícios ambientais.

Este ano a Escola Electrão juntouse à gincana Rock in Rio.

Pulseira por um mundo melhor

Através da venda de pulseiras, serão angariadas verbas que serão aplicadas em bolsas de estudo de música para jovens carenciados do ensino básico e secundário, selecionados pela SIC Esperança.

Gincana online Prémios para 63 escolas, 1300 bilhetes para o Rock in Rio e muitos outros prémios. A Gincana é um Jogo online que premeia os alunos com melhor desempenho nos desafio propostos. Os desafios são semanais e estão disponíveis durante 24h. Assim que inicias, tens um tempo limite para responder e não poderás voltar atrás. Saberás a resposta certa no site da Gincana quando terminarem as 24h. Por cada desafio receberás um e-mail antecipadamente a avisar da data e do tema. Para participares, terás de te registar individualmente no site da Gincana Rock in Rio www.rockinriolisboagincana.com e responder às questões / desafios que vão sendo lançados no jogo virtual. Introduz o código 358 – Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo

PARTICIPA! Profª Cláudia Cruz


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A Feirinha de Outono No dia 11 de novembro, dia de S. Martinho houve uma feira de Outono, com música para animar. A feirinha aconteceu no Castelo de Viana do Alentejo e foi organizada pelo Jardim-de-Infância e pela

receram frutos de Outono e ajudaram nas vendas. Os alunos fizeram compotas, na escola, com a ajuda das professoras, que nos levaram a ver a feirinha do Outono. Nós, os alunos do 4º ano, vendemos nas

dia, estavam as mães a vender bolos e algumas compotas. O pai da Laura assou as castanhas, com uma telha e o senhor Brito punha sal e água.

E.B.1 de Viana do Alentejo. Colaboraram connosco os pais, que fizeram compotas e bolos; ofe-

barracas compotas e frutos de Outono. Lá dentro, na igreja da Misericór-

Eu acho que foi fantástico!!! Ana Filipa, 4º ano

As crianças do Jardim-deInfância de Viana visitam a Feirinha de Outono

As crianças do Jardim-deInfância de Viana confecionaram na sala de atividades, doce de abóbora e marmelada para venderem na Feirinha de Outono. Para além disso, os pais participaram oferecendo frutos de Outono e fazendo a venda dos produtos. Nós visitámos a feirinha, comemos bolos e castanhas assadas e foi muito bom porque encontrámos os nossos colegas que já estão no 1º ciclo. Os meninos do Jardim-deInfância do Viana do Alentejo


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M a g u s t o na Escola

S. Martinho e seus provérbios

de Aguiar

A nossa Escola comemorou o dia de S. Martinho, com os meninos da Pré-escola, no espaço envolvente do 1º ciclo. Fizemos os cartuchos, retalhámos as castanhas, pusemos-lhes sal e assámos as castanhas com a ajuda da D. Catarina, da Irene e com a D. Aurélia.

A Junta de Freguesia de Aguiar ofereceu-nos as castanhas e uns sumos. No final comemos as castanhas, cantámos umas canções e fomos brincar. Do que gostei mais foi de comer as castanhas. Gostava de ter comido mais castanhas, de brincar mais um pouco, de ter bebido mais sumos, de ter assado eu as castanhas, que os meninos da Pré-escola não se fossem embora, de ter ido para casa, de levar castanhas e um sumo para casa, de ter feito os cartuchos para os meninos do Jardim de Infância… mas os meus colegas, da turma B, já os tinham feito, e gostaria que os meninos da Préescola tivessem cantado umas canções para nós ouvirmos. Daniel Soares Mendes 3º ano (E.B.1 de Aguiar)

Os alunos do 2º ciclo realizaram trabalhos de recolha de provérbios sobre o Dia de S. Martinho tendo efetuado a respetiva ilustração, demonstrando a sua criatividade. É claro que tiveram a orientação dos seus professores de Língua Portuguesa, que ficaram bastante satisfeitos com a sua participação e empenho na realização dos trabalhos, elaboração dos cartazes e por fim na montagem da exposição no polivalente da nossa escola. Aqui ficam alguns provérbios alusivos a esta data: - No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho. - Pelo S. Martinho abatoca o pipinho.

- Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho. - Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho. - Pelo S. Martinho espeta o alhinho. - Pelo S. Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano. - Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Ma rtinho. - Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho. - Verão de S. Martinho são três dias e mais um bocadinho. - Vindima em Outubro que o S. Martinho to dirá.

Como é óbvio, e apesar do provérbio “ No dia de S. Martinho come castanhas e prova o vinho”, só a primeira parte do provérbio se concretizou!! Profª Esmeralda Batanete


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Atividades “HALLOWEEN” NA NOSSA ESCOLA Tal como acontece todos os anos, mais uma vez, comemorámos o Halloween na nossa escola com a cor e a animação de sempre. Os prepar a t i v o s c o me ç ar am uns dias antes, com a decoração da sala polivalente. Mais uma vez as Bruxas, abóboras, aranhas e todas as outras criaturas “assustadoras”, ou talvez não, decoraram as paredes e placards espalhados pela sala, convidando a escola a entrar no espírito. Como não podia deixar de ser, o fantástico painel da nossa artista Alexandra Grave, conduziunos para o ambiente mágico e arrepiante que se quer no Halloween. Segunda-feira de manhã, a nossa sala polivalente estava pronta para receber os protagonistas de mais um dia de brincadeiras e animação, claro que as bruxas, os morcegos, as abóboras, os vampiros, os gatos pretos, os mortos-vivos e todas aquelas coisas obrigatórias em qualquer festa de Halloween serviam de cenário ao que se seguiria. Segunda-feira de manhã começou, como sempre, bem cedinho à porta da sala de professores, onde se juntaram os primeiros artistas, ansiosos por mostrar a todos a sua obra-prima, na esperança de que esta ocupasse um lugar de destaque na exposição de abóboras do Halloween. Mais uma vez a imaginação tomou conta dos nossos artistas. Havia todo o tipo de “Criaturas”, umas com óculos, com cabeleiras, sem cabeleiras, com imponentes dentaduras e sorrisos prazenteiros, havia para todos os gostos e situa-

ções. Tal como acontece todos os anos, acendê-las foi uma tarefa difícil, mas aos poucos elas lá foram tomando vida, ficando tão assustadoras e divertidas, que eu diria mesmo que o próprio “Jack da Lanterna” andava à solta na EBSIS. Com tanta imaginação e criatividade, os nossos meninos tinham que ser compensados, assim o primeiro e segundo lugares foram arrebatados pela turma B do sexto ano e como a escolha foi muito difícil, o nosso júri constituído pelas professoras Florbela Estopa, Alexandra Grave e o nosso diretor, Manuel Cabeça, decidiu atribuir dois terceiros prémios, que ficaram na turma B do 5º ano. Quando chegou o final do dia, os nossos verdadeiros artistas foram levando as suas obras de arte para casa, para continuar fora da escola a comemoração do Halloween. Para além disso, decerto que, em casa, os elogios foram tema de conversa nessa noite. E pronto, assim se passou mais um Halloween na nossa escola. Fica a promessa de para o próximo ano as bruxas, as abóboras e todos os seus “assustadores” amigos, mais uma vez, animarem o Halloween por cá.

Profª Luísa Tavares Correia

Projeto “Dia de Mudar o Mundo” Na sequência do ano transato, o 11º ano de escolaridade em colaboração com a professora Elsa Ambrósio, vai levar a cabo o Projeto “Dia de Mudar o Mundo”, este ano com uma vertente solidária. Alguns alunos distribuirão pela comunidades escolar cartões a solicitar géneros alimentares, material escolar, brinquedos, roupa e/ou calçado, para posteriormente serem distribuídos pelos mais carenciados do Concelho de Viana do Alentejo. A par desta ação, solicita-se a toda a comunidade que vote através da internet neste projeto, identificado com o nome “Mãos Unidas”. Como fazê-lo? Basta ir ao Google e colocar na pesquisa

“Participarparamudar”. É logo o primeiro que aparece. Entrem no projeto e vão clicando na seta que vos surge à direita até encontrarem o “Mãos Unidas” e votem. Coloquem o vosso mail. Podem votar com vários mails que possuam. Receberão no vosso mail uma mensagem, que devem abrir e clicar no link que vos enviaram. Só assim fica validado o voto. Só com a vossa colaboração poderemos arranjar mais apoios financeiros. Ajudem-nos nesta causa. Participem nestas ações. Contamos convosco! Profª Elsa Ambrósio


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Visita de Estudo a Lisboa No âmbito das disciplinas de História A e Português, a propósito do estudo do Modernismo na pintura e da obra de Fernando Pessoa e seus heterónimos, os alunos das turmas A e B do 12º ano realizaram no dia 25 de novembro uma visita de estudo a Lisboa. Durante a atividade, os alunos tiveram oportunidade de visitar a Casa Fernando Pessoa e o Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, dois espaços privilegiados da cultura, onde puderam, por um lado, conhecer alguns pormenores da vida do poeta Fernando Pessoa e contac-

mas junto à estátua deste grande autor. Muito se conheceu e aprendeu nesta visita de estudo, onde o convívio e a boa disposição foram uma constante, e que permitiu assim certamente alargar os

tar com a obra de um dos maiores poetas portugueses de sempre, e por outro lado, usufruir das obras de arte da pintura modernista de autores como Almada Negreiros, Santa Rita Pintor ou Amadeo de Sousa Cardoso. Na mesma ocasião, passearam pela Baixa de Lisboa e pela zona do Chiado, fazendo o Percurso Pessoano, observando e visitando lugares habitualmente frequentados pelo poeta, nomeadamente o Café “A Brasileira”, onde alguns alunos tiveram mesmo a oportunidade de declamar poe-

conhecimentos e os horizontes culturais de muitos destes alunos.

João Ferrão 12ºA


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Espaço da Poesia No mundo ao contrário:

Na aula de Língua Portuguesa do 8º ano, no âmbito do estudo do “Texto Poético”, os alunos foram desafiados a criar um poema intitulado “No mundo ao contrário”. Da junção das melhores passagens, resultaram estes dois poemas.

O estudo do texto poético despertou os corações mais apaixonados e a “veia poética”. Aqui estão dois poemas dedicados ao amor.

No mundo ao contrário O amor é fantasia Toda a gente é boa Ai! Já me está a dar azia.

Por vezes no amor Só encontramos desilusão, Pois o que vai na nossa cabeça Nem sempre é o que vai no nosso coração.

No mundo ao contrário Este verso não vai rimar A professora não vai gostar E nega vou tirar

Os olhos são cegos, O coração é mudo, E sem nos apercebemos Perdemos Tudo!

No mundo ao contrário Eu quero estar Vou ser milionário E vou ajudar

As pessoas mudam Sem sequer se aperceber E por vezes quem está de fora É que consegue entender.

No mundo ao contrário Os animais vão para o seminário Os alunos estão na jaula E as feras vão para a aula

Resumindo e concluindo, O amor é traiçoeiro Todos fomos suas vítimas, Mas, acredita, não foste o primeiro.

No mundo ao contrário O pobre é milionário As lágrimas sabem a limão E os homens têm coração

No mundo ao contrário O amor é um terror A beleza um horror E tudo é imaginário

As lágrimas caem, O rosto entristece, São estas as consequências do amor, Quando ele desaparece!

No mundo ao contrário O amor é dispensável No mundo ao contrário A amizade é inflamável

No mundo ao contrário O poeta é leitor O Verão é frio A Primavera não tem cor

Ana Rita Bonito, 8ºB

No mundo ao contrário As pessoas dormem no armário Com medo do colchão À espera do ladrão

No mundo ao contrário Não são todos diferentes Os espertos são burros Os burros inteligentes No mundo ao contrário Sou contra o revolucionário Na aula de Português não quero estar Este texto não vou acabar No mundo ao contrário Irei ceder Mas na vida real Isso não irá acontecer.

Um dia te conheci No outro te perdi Foi muito bom olhar-te Mas eu queria era beijar-te

No mundo ao contrário Tudo é imaginário Um pouco de fantasia Já nos diferencia

Eu sabia que a olhavas E também que a amavas Mesmo assim eu queria Mas eu também sofria

No mundo ao contrário A vida não é assim Parece apenas Uma simples flor de jardim

Um beijo eu te dei E uma lágrima eu deitei Cinco meses a lutar Sem o teu amor encontrar

No mundo ao contrário Só existe amor e paixão O mundo é extraordinário Todos ouvem o seu coração

Para mim eras tudo Mas a ela lhe deste o mundo Foi a mim que tu beijaste Mas foi por ela que choraste

No mundo ao contrário É tudo fantasia É pena que no nosso mundo Não exista felicidade e alegria.

Mas de ti eu não vou fugir Muito menos desistir. Tânia Gonçalves, 8ºA

8ºA

8ºB


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Autarquia e Educação Lançamento do livro Ribe-bé-béu! Laréu-ao-léu!

No dia 8 de dezembro de 2011, foi lançado o livro Ribe-bé-béu! Laréu-ao-léu!, de Joaninha de Cabeção, com ilustrações de Danuta Wojciechowska e de pequenos Artistas do Concelho de Viana do Alentejo, no âmbito do Projeto Leituras à Lareira. Esta obra foi apresentada por Ana Paula Guimarães, presidente do IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e por Carlos Augusto Ribeiro, artista plástico - e contou ainda com a presença das cinco “fadas madrinhas” do projeto – Joaninha de Cabeção, autora do texto, Danuta Wojciechowska, ilustradora, Merciana Rita, responsável pela Oficina da Criança, Diana Regal, da Coleção B, e Rosa Costa, coordenadora da BECRE do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo. Também estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal e o Presidente da CAP do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo. Alguns dos alunos/pequenos artistas ilustradores, que no ano letivo de 2009/2010 frequentavam os 3º e 4º anos do primeiro ciclo do ensino básico no Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo, também marcaram presença, tendo cada um deles recebido um exemplar do livro Ribe-bé-béu! Laréu-ao-léu! Em maio do ano passado, a ilustradora e pintora Danuta Wojciechowska dinamizou oficinas de ilustração, para as crianças dos 3º e 4º anos do Agrupamento de Esco-

las de Viana do Alentejo. Esta actividade desenvolveu-se no âmbito da Semana da Ilustração subordinada ao tema “Oficina de fazer livros: como nasce um livro”, integrada no Projecto “Leituras às Lareira”, uma parceria entre a BECRE do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo, a Colecção B - Associação Cultural e a Oficina da Criança da Câmara Municipal de Viana do Alentejo. Depois de escutarem o conto, contado e escrito por Joaninha Duarte, e dedicado às crianças do Concelho de Viana do Alentejo, as crianças puseram à prova a sua imaginação e criatividade nas pinturas que iriam ilustrar o livro. Divididos em grupos, tiveram a oportunidade de pôr no papel, através de pintura em aguarela e papel molhado, as diversas personagens do conto. A Editora Lupa Design e o estúdio do Prof. Carlos Menezes associaram-se ao projeto da edição do conto, a primeira na produção do livro e a segunda na produção do CD que o acompanha. A Prof. Sónia Mendes também interveio na composição da música do referido CD. Para que se viabilizasse o projecto, juntou-se o apoio financeiro de várias entidades locais e nacionais, tais como a Câmara Municipal de Viana do Alentejo, as Juntas de

Freguesia de Alcáçovas, de Aguiar e de Viana do Alentejo, o Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo, a Hidrauviana, a Caixa de Crédito Agrícola, a Caixa Geral de Depósitos, a CulArtes, a Horta de Vale de Gatos, O IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Nova de Lisboa - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a DREA – Direcção Regional de Educação do Alentejo - Ministério da Educação, a empresa Águas Públicas do Alentejo, a Delta Cafés, a Companhia das Lezírias, S.A e a empresa Luís Marreiros, Lda. – equipamento de escritório, Lda. Este projecto da edição do conto é considerado inovador e único no país, por ser uma novidade editorial no modo como se concretizou e envolveu um custo total de 10.010 euros.


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Dia Mundial da Diabetes O que é a diabetes?

A diabetes é uma doença crónica caraterizada pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue. A hiperglicémia (açúcar elevado no sangue) característica da diabetes, deve-se em alguns casos, à insuficiente produção de insulina ou aproveitamento inadequado da mesma. Existem dois tipos de diabetes: A diabetes tipo 1 provocada pela falta de insulina no organismo e portanto conhecida como Diabetes InsulinoTratada, que surge mais na infância e adolescência; e a Diabetes tipo 2 que está relacionada diretamente com hábitos de vida ou de alimentação errados que aparece em idades mais avançadas. Os sintomas mais frequentemente associados à diabetes são: - Urinar em grande quantidade e mais vezes que o normal - Sede constante e intensa - Fome constante e difícil de saciar - Sensação de boca seca - Fadiga - Comichão no corpo (sobretudo ao nível dos órgãos genitais) - Visão turva A diabetes pode passar despercebida durante muito tempo e é frequente existirem outras pessoas diabéticas na família. A diabetes confirma-se quando numa análise à glucose no sangue,

feita no laboratório e em jejum, o valor é igual ou superior a 126mg/dl, pois considera-se normal um valor abaixo de 109mg de glucose por cada dl de sangue. Esta doença pode ser tratada com uma alimentação cuidada e exercício físico. Posteriormente numa fase mais avançada da doença, pode vir a ser necessário recorrer a comprimidos, a insulina ou até a ambos. No mesmo sentido, uma alimentação saudável e variada e a manutenção de uma actividade física moderada regular, são fatores que podem claramente evitar ou adiar o aparecimento da diabetes. Para assinalar o dia 14 de novembro, Dia Mundial da Diabetes, foi realizado um Rastreio nesta escola, direcionado para os alunos do ensino secundário e CEFs, que acabou por se estender também ao pessoal docente e não docente. Participaram 129 pessoas, 93 alunos, 20 professores e 16 assistentes operacionais. Após a análise dos dados recolhidos, pode-se concluir que não foi “encontrado” nenhum diabético. No entanto é importante referir que um grande número de alunos se encontrava em jejum, o que é incorreto, pois um bom pequeno almoço é sem dúvida um dos princípios que pode contribuir para uma alimentação equilibrada, consequentemente melhorar a saúde do organismo e levar a um melhor desempenho, quer físico, quer mental. Nesse sentido foram realizados ensinos individuais e incentivados esses jovens a irem comer ao bar e a mudarem esse hábito. Esperamos que num próximo evento consigamos detectar que houve mudança para melhor!

Notícias da Escola com o apoio de:

Junta de Freguesia de Aguiar

Enfermeira Celeste Gomes UCC de Viana do Alentejo

Futsal

O Futsal na nossa Escola, é uma modalidade com tradição no Desporto Escolar. No presente ano letivo, contamos com a participação dos alunos nos escalões de Infantis e Juvenis. Ambos os núcleos propiciam aos amantes da modalidade as aprendizagens elementares para a sua prática, bem como jogos com outras escolas, onde o convívio e a boa disposição são notas dominantes.

No dia 30 de novembro, o nosso grupo de juvenis, realizou um jogo de preparação com a Escola profissional do Alvito, que decorreu com enorme Fair-Play. Este intercâmbio escolar serve igualmente para estreitar laços de amizade com colegas do mesmo escalão etário que frequentam estabelecimentos de ensino próximos do nosso. Prof. João Horta


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E BSI S

em

Como já vem sendo habitual, o Circuito de Manutenção de Viana do Alentejo, gentilmente cedido pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo, acolheu a edição 2011 do Corta-Mato Escolar do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo. Com objetivos

competitivos, ou com a simples, mas não menos importante, motivação pela prática de actividade física como meio de promoção de saúde, 128 alunos emprestaram à atividade a sua participação mais expressiva. Assumiram uma postura que merece destaque especial pela correção e empenho, e não fosse um ligeiro acidente de prova sofrido por uma aluna, felizmente sem consequências,

Mo v i me nt o

todos os participantes teriam cumprido a totalidade do percurso de prova. No final da prova foi oferecido a cada um dos participantes um reforço alimentar, assegurado com a colaboração e carinho das funcionárias do bar da EBSIS. A segurança dos alunos foi acautelada com a colaboração da GNR – Posto Territorial de Viana do Alentejo, que manteve dois elementos em permanência no local. As provas foram realizadas dentro dos horários previstos, e para a fluidez da atividade muito contribuíram os alunos do CEF-IOSI da EBSIS, com uma colaboração responsável e muito eficaz, merecedora de destaque. A edição deste ano contou ainda com o embelezamento criado pelas cerimónias protocolares de entrega de medalhas, permitindo a subida ao pódio e o reconhecimento das prestações dos primeiros classificados de cada escalão etário. Este momento não teria sido possível sem a colaboração preciosa da professora Helena Costa Calvet, do CAD “Os Vianenses”, contando ainda com a participação dos elementos da Comissão Administrativa

Prof. Vítor Vilela

Provisória, professores Manuel Cabeça, João Veiga e Joaquim Piedade, as professoras Ana Paula Rocha, Maria de Jesus Pomares, Cabo Meneses (GNR), professor Luís Branco (CMVA) e Joaquim Patrício (Clube de Natureza de Alvito). A reportagem fotográfica contou com a colaboração dos

professores Francisco Fadista e Manuel Rafael que também deu forma ao cartaz de divulgação. Tal como nas edições anteriores, os alunos mais rápidos exibiram prestações que asseguram uma representação de qualidade no Corta-Mato Regional, com data e local ainda por definir.


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Correio sentimental e espiritual Dr.ª Lizette Conselheira sentimental

Estranho amor Cara doutora, estou a passar por uma fase terrível na minha vida. Nunca me senti tão dividida e tão confusa. Tenho 17 anos, namoro com um rapaz que está apaixonado por mim. O problema é que eu não sinto nada por ele a não ser pena e por isso lhe faço o favor de andar com ele. Sei que não é uma atitude correta, mas ele é tão dedicado e insistente que não sou capaz de lhe dizer “não”.

Mas os meus problemas não acabam aqui. Sinto-me incrivelmente atraída por uma pessoa, que provavelmente me olha apenas como amiga. Sei que é um amor pouco normal e com poucas possibilidades de dar certo, no entanto não consigo esquecê-lo. E assim vivo neste dilema sem conserto à vista. Ajude-me, por favor. Anónima confusa

Cara menina, para mim, o teu problema não é um dilema, é apenas desequilíbrio. Então não sabes que a piedade está fora de moda? Iludir um desgraçado de um rapaz porque tens pena dele? Onde é que se viu tal coisa? Vês muitos filmes cor de rosa, lês a

Revista “Maria” ou andas perdida no tempo. Sabes bem (e basta olhar em volta) que a juventude de hoje não está para grandes simpatias e atenções; não gosta, passa ao seguinte, quer faça mossa, quer não. Observa e aprende com os que te rodeiam. Quanto à história do amor pouco normal, parece-me desenterrada de um livro antigo, do tipo “Amor de Perdição”, cheio de impossibilidades e de obstáculos. Se é pouco normal, resolve-o; vives no século XXI, época em que ninguém está impossibilitado de amar seja quem for. Será que já reparaste?

clube de aRTES On-line

www.ebsis.pt.vu Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa Viana do Alentejo Estrada da Quinta de Santa Maria 7090 Viana do Alentejo Tel.: +351 266 930 070 E-mail: jornal.ebsis@gmail.com Publicação da responsabilidade da Professora Gertrudes Pinto, produção gráfica do Professor Francisco Fadista e impressão na EBSIS. Tiragem: 220 exemplares

O Clube de Artes juntou-se à campanha de recolha de tampas de plástico e, no âmbito do projeto “Estampando Solidariedade”, construiu uma original árvore de Natal, que todos poderemos observar “ao vivo” junto à portaria.

Lizette de Vasconcellos e Sá


GIAE 1

GIAE – SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO INTRODUÇÃO O Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo tem implementado um Sistema de Integração e Administração Escolar, adiante designado GIAE, que entrará em funcionamento a partir de 1 de janeiro de 2012, na EB1 de Viana do Alentejo e na Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa. O GIAE é um sistema informático, que funciona através de uma rede, instalado nos postos de trabalho de prestação de serviços à comunidade: Portaria; Serviços Administrativo; Refeitório; Bufete; Reprografia; Papelaria. Através do GIAE todos os elementos da comunidade escolar deixarão de manusear diariamente dinheiro. Todas as compras ou transações efetuadas ao nível do bufete, compra de refeições, papelaria, reprografia, pagamento de emolumentos, entre outras far-se-ão através da utilização do cartão. Periodicamente são feitos carregamentos no cartão do utilizador. O cartão é pessoal e intransmissível e tem impressa a foto do seu proprietário. Cada vez que o cartão é utilizado apare-

ce a respetiva foto no monitor, permitindo dessa forma comprovar a propriedade do mesmo. Quando a foto não corresponder ao utilizador, as operadoras retêm o cartão até que este seja reclamado pelo seu legítimo proprietário. ARTIGO 1.º – PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DO GIAE 1- O GIAE divide-se em vários módulos, onde se destacam os seguintes: a - Controlo de Acessos através de cartão de utilizador; b - Pagamentos e acessos a vários serviços através de cartão multiusos; c - Gestão integrada de stocks com recurso a leitura ótica; d - Postos de venda (POS) para os vários serviços da escola (Bufete, Papelaria, Reprografia, Serviços Administrativos, Caixa, etc.); e - Controlo interno de consumos e utilização de equipamento (reprografia, audiovisuais, etc.); f - Venda de senhas e controlo de acesso ao refeitório, incluindo a gestão de alunos subsidiados; g - Controlo de assiduidade do pessoal não docente; h - Módulo de Consulta ONLINE (Internet) disponível para toda a comunidade escolar com acesso condicionado por pass-

word individual - informações gerais, classificações, assiduidade, saldos, extrato de movimentos, mensagens, tempo de serviço, convocatórias, entre muitas outras funcionalidades. 2- Poderão igualmente ser adqu ir id os/ imp le men tado s para o GIAE outros módulos que a escola venha a considerar necessários. ARTIGO 2.º – UTILIZADORES 1- São utilizadores do GIAE, todos os elementos da EB1 de Viana do Alentejo e Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa, nomeadamente: a – Alunos; b – Funcionários da Escola (docentes e não docentes); 2- Serão utilizadores também o restante pessoal docente e não docente do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo. 3- Poderão ser considerados também, como utilizadores do GIAE, outros elementos que possam permanecer de forma temporária na escola e que necessitem de aceder aos serviços. ARTIGO 3.º – CARTÃO DE UTILIZADOR 1- O cartão de utilizador identifica o utilizador na escola e perante o GIAE e é pessoal e intransmissível.


2 GIAE

2 - O cartão de utilizador pode ser de dois tipos: a - Cartão definitivo – corresponde aos utilizadores referidos no artigo 2.º, número 1. b - Cartão temporário – corresponde aos utilizadores referidos no artigo 2.º, número 2 e é um cartão sem personalização. 3 - Poderão ainda ser definidos outros tipos de cartões, nomeadamente para os serviços, sempre que tal se justifique. 4 - A primeira via do cartão de utilizador não terá nenhum custo associado. ARTIGO 4.º – CARTÃO DEFINITIVO 1- O cartão definitivo é um cartão personalizado, tendo sempre impresso na sua frente: a - Logótipo da escola, b - Número/Código do utilizador; c - Nome do utilizador; d - Foto. ARTIGO 5.º – CARTÃO TEMPORÁRIO 1 - O cartão temporário é um cartão não personalizado, atribuído a utilizadores que necessitem de utilizar os serviços da escola por um curto período de tempo e sempre que não se justifique a atribuição de um cartão definitivo. 2 - Para atribuição do cartão temporário os órgãos da escola poderão definir uma caução de forma a garantir a sua devolução. 3 - Não é obrigatória a atribuição de cartão de utilizador temporário a elementos que venham à escola por períodos de curta duração que não utilizem os serviços.

ARTIGO 6.º – CARREGAMENTO DE CARTÕES 1 - Os carregamentos serão sempre efetuados na caixa, que funciona na papelaria; 2 - Apenas serão permitidos carregamentos com valores superiores a 1 euro. 3 - Os carregamentos apenas serão consumados na entrega imediata do montante correspondente, em dinheiro. 4 - Após o carregamento é impresso um talão comprovativo do valor carregado no cartão.

ARTIGO 9.º – PERDA, EXTRAVIO OU CARTÃO DANIFICADO 1 - Quando o utilizador perde, extravia ou danifica o seu cartão, deve solicitar um novo cartão nos serviços administrativos. 2 - A requisição das seguintes vias do cartão terá um custo de 7,50€ (sete euros e cinquenta cêntimos). 3 - Enquanto aguarda o seu novo cartão deve solicitar um cartão de substituição, aplicando o disposto no artigo 8.º.

ARTIGO 7.º – DEVOLUÇÕES DE SALDOS 1 - A devolução de eventuais saldos do cartão de utilizador só tem lugar quando o utente abandona definitivamente a escola. 2 - Sempre que haja lugar a devoluções esta deve sempre ser solicitada nos serviços administrativos (secretaria), até ao último dia do ano letivo correspondente (31 de agosto).

ARTIGO 10.º – AVARIA DO CARTÃO 1 - Sempre que o utilizador detete alguma avaria no cartão deve dirigir-se aos serviços administrativos para comunicar a ocorrência e requisitar um novo cartão ou a reparação do mesmo. 2 - Na requisição do novo cartão aplica-se o disposto no artigo anterior. 3 - Se a avaria não for imputável ao utilizador a substituição do cartão é gratuita, sendo restituído o valor cobrado depois da devolução do cartão de substituição. 4 - Quando o utilizador recebe um novo cartão deverá testálo nas 48 horas seguintes de forma a detetar as possíveis anomalias.

ARTIGO 8.º – CARTÃO DE SUBSTITUIÇÃO 1 - No caso do utilizador se esquecer do seu cartão, deve dirigir-se aos serviços administrativos e solicitar um cartão de substituição. Dessa forma serão associados ao novo cartão de substituição todos os dados do utilizador. 2 - Na cedência do cartão de substituição os serviços debitam ou cobram uma caução no valor de 5.00€ (cinco euros) que será devolvida aquando da devolução do cartão de substituição. 3 - O cartão de substituição tem uma utilização não superior a cinco dias úteis.

ARTIGO 11.º – PORTARIA 1 - É OBRIGATÓRIA a validação para os alunos da Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa, através do cartão magnético, à entrada e à saída da escola para todos os utilizadores do GIAE. A saída da escola, ainda que temporária, terá que ser validada através da passagem do cartão;


GIAE 3

2 - O não cumprimento do ponto anterior condicionará o uso do cartão nos serviços da escola; 3 - A validação das entradas e saídas é feita através da passagem do cartão nos leitores próprios instalados na Portaria. 4 - Existem 3 tipos de acesso nos cartões para os alunos: a - O acesso Livre permite entrar e sair livremente do edifício da escola em qualquer período; b - O acesso Condicionado permite sair no período definido como período de almoço e a saída antecipada em caso de ausência de atividades letivas ou educativas; c - O acesso Impedido não permite a saída do seu utilizador durante o período letivo; 5 - No caso de se tratar de uma saída excecional do aluno (ida ao médico, etc.) o Encarregado de Educação tem obrigatoriamente que autorizar a saída, mencionando a hora de saída e a previsível hora de chegada. Essa informação deve ser dada por mensagem dirigida ao Diretor de Turma que por sua vez deverá dar conhecimento nos Serviços Administrativos, para que estes possibilitem administrativamente a saída. ARTIGO 12.º – PAPELARIA 1 - Na papelaria são permitidas fazer compras de material de papelaria. 2 - Na papelaria serão ainda permitidos os carregamentos, uma vez que funciona aqui em simultâneo a CAIXA. ARTIGO 13.º – BUFETE 1 - Os utilizadores do sistema devem fazer os pedidos de produtos de bufete diretamente no serviço, fazendo uso do seu cartão.

2 - O sistema do serviço do bufete não permite qualquer venda a crédito. ARTIGO 14.º – REFEIÇÕES 1 - As refeições são compradas no quiosque; 2 - O GIAE permite fazer a compra de refeições para alunos, professores e funcionários na regular utilização do sistema. 3 - Também permite a compra de refeições para grupos de alunos, formandos ou professores em atividades extraordinárias na escola. a - No caso de não ter sido atribuído cartão as estes utilizadores as refeições são vendidas na papelaria sendo entregue um talão com o número de refeições; 4 - Cada cartão compra apenas uma refeição por dia; 5 - A hora limite para compra de refeição é às 23h59 do dia anterior ao dia do almoço; 6 - É ainda permitido a compra das refeições no próprio dia do almoço, até às 09h30, à qual acrescerá a taxa de multa a definir pelo órgão de gestão da escola. 7 - Para a situação descrita no ponto anterior, poderá existir um limite máximo de vendas (com taxa de multa) que depende do dia da semana ou da ementa do dia; 8 - O sistema permite apenas comprar as refeições de almoço que estiverem disponíveis no sistema; ARTIGO 15.º – ENGANOS/ANULAÇÕES DE REFEIÇÕES 1 - No caso de engano na compra de refeições não haverá lugar a qualquer anulação da compra; 2 - Contudo, nos casos devida-

mente justificados, pode solicitar-se a alteração da data da refeição, que desta feita poderá ser transferida para outra data. ARTIGO 16.º – QUIOSQUE 1 - O quiosque é por imposição do sistema o local privilegiado dos utilizadores. 2 - O quiosque permite ao utilizador: a - Comprar refeições; b - Saber qual o valor do seu saldo; c - Saber quais os movimentos da sua conta; ARTIGO 17.º – SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS 1 - É responsável por preparar o sistema para a inserção e anulação de produtos e respetivo preçário. 2 - Atribuir aos alunos subsidiados o valor do plafond de material a levantar na papelaria; 3 - É responsável por imprimir os mapas diários e de controlo do stock. 4 - Em articulação com o SASE, este serviço é responsável por receber os pagamentos dos almoços comprados a créditos (cfr. Ponto 3 do artigo 14.º), bem como por preparar o sistema para a inserção e anulação de produtos e respetivo preçário. 5 - É também responsável pela: a - Validação de cartões; b - Atribuição de cartões a visitantes ou colaboradores, com respetiva cobrança de caução; c - Substituição de cartões, com respetiva cobrança de caução; d - Solicitação e requisição de 2ª e mais vias do cartão, com respetiva cobrança;


4 GIAE

e - Atribuição de permissão extraordinária de saída da escola aos alunos, com autorização expressa do Encarregado de Educação; f - Caso seja solicitado, entregar aos Encarregados de Educação o documento para IRS do valor gasto na escola; g - Desativação de cartões. ARTIGO 18.º – REPROGRAFIA 1 - Todo o material que dá saída da reprografia tem que ser debitado em cartão. 2 - Os alunos sempre que utilizarem este serviço pagam com o cartão. 3 - Os professores da escola têm o seu cartão com dois fundos de utilização: a - Requisição, no qual está associado um plafond que se aplica a todo o material inerente à preparação das atividades letivas (p. e. fotocópias), dependendo ainda dos cargos atribuídos (diretor de turma, coordenador de departamento, diretor de curso, etc.); b – Caixa que diz respeito aos carregamentos para uso individual. ARTIGO 19.º – ALUNOS SUBSIDIADOS 1 - O cartão dos alunos subsidiados, sejam eles contemplados com escalão A ou escalão B, têm dois campos: Caixa e Subsídio; a - O Campo Caixa diz respeito ao dinheiro dos carregamentos efetuados pelo utilizador e que serve para as suas

compras diárias; b - O campo Subsídio tem atribuído um plafond que permitirá ao aluno solicitar o material de papelaria à funcionária do respetivo serviço, procedendo esta ao efetivo desconto no plafond do cartão. 2 - Aos alunos subsidiados, no caso de compra da refeição (almoço) no próprio dia acresce igualmente a taxa de multa definida pelo conselho administrativo. 3 - Os alunos subsidiados devem comprar apenas as refeições que tenham a certeza de que vão ser consumidas. 4 - Em caso de falta à escola ou outro motivo plausível o aluno deve requerer, junto dos serviços administrativos, o adiamento do dia da refeição para o mesmo dia, mas da semana seguinte. 5 - No final do serviço de refeitório, o administrador do sistema tem permissões para verificar quem foram os alunos que compraram senha de almoço e não consumiram. 6 - Caso esta situação ocorra com os alunos subsidiados, o administrador do sistema tem possibilidade de apurar a identificação dos alunos, devendo fazê-lo. 7 - Nesse caso, quando esta situação se verificar para um mesmo aluno mais do que três vezes é desencadeado um processo de anulação da atribuição de subsídio. 8 - A situação é apreciada pelo

O Cartão Digital estará a funcionar em pleno para toda a comunidade escolar do Agrupamento de Viana do Alentejo a partir do dia 3 de Janeiro de 2012. Agradecemos desde já as parcerias da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e do Cré-

dito Agrícola do Guadiana Interior, que comparticiparam financeiramente a implementação deste cartão.

Órgão de Gestão que depois de analisar todos os factos tomará a decisão que achar mais acertada, e que na pior das hipóteses poderá passar pela perda total do subsídio da ação social. ARTIGO 20.º – ANOMALIAS CIRCUNSTANCIAIS 1- Sempre que houver algum problema elétrico ou outra anomalia que impossibilite a utilização do cartão ou a finalização da compra, deve a funcionária do serviço recolher o cartão para validar, a operação interrompida, posteriormente. ARTIGO 21.º – OMISSÕES 1 - Qualquer situação omissa neste regulamento será resolvida pela Órgão de Gestão do Agrupamento em articulação com os administradores e operadores do sistema GIAE. ARTIGO 22.º – DISPOSIÇÕES FINAIS 1 - O Conselho Administrativo pode reajustar os valores monetários constantes neste regulamento, devendo dar conhecimento à comunidade educativa através de despacho do Presidente da Comissão Administrativa Provisória e/ou de ordem se serviço. ARTIGO 23.º – ENTRADA EM VIGOR 1 - O Presente regulamento entra em vigor depois de Aprovado pelo Conselho Geral do Agrupamento.


ANO IV

Boletim da BECRE

Negação Universal dos Direitos Humanos

Dezembro 2011

Crónicas do T

BECRE

Preâmbulo: - Considerando que os Direitos vigentes nos vários artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia-Geral da ONU a 10 de dezembro de 1948, não são, na sua grande maioria, cumpridos; - Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homem conduzem a atos de barbaridade que revoltam a consciência da Humanidade;

- Considerando que uma conceção comum destes direitos e liberdade é da mais alta importância, a “Assembleia-Geral” dos 10º A e B proclama a presente “Negação Universal dos Direitos Humanos” com o ideal comum de chamar a atenção de todos os povos e de todas as nações, a fim de que seja cumprido o estipulado na Declaração de 1948.

Ler faz bem à saúde! Em tempo de crise, vá à Biblioteca que é grátis!

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Boletim da BECRE

Negação Universal dos Direitos Humanos Carlos Banha José Moço Alunos da Turma 10º A Disciplina: Português Professora: Arlinda Mártires

Artigo 1º – Há muitos seres humanos que não nascem livres nem iguais em dignidade e em direitos. Não são dotados de razão nem consciência, não agem uns para com os outros em espírito de fraternidade. Artigo 3º – Há muito ser humano que não tem direito à vida, à liberdade nem à segurança pessoal.

verifica uma grande falha a nível global.

Artigo 25º -É uma realidade que, hoje em dia, existem milhares de milhões de casos de pessoas que não têm acesso à alimentação. Que desde o seu nascimento até à sua morte não comem nada, ou o que

O “estar fora de moda” para muitos é quase como que um crime… Existem muitas pessoas que necessitam de vestuário e calçado. TODOS TÊM DIREITO AO VESTUÁRIO! Mas TODOS usufruem dele?...

Artigo 4º – Muitos seres humanos são mantidos em escravatura ou em servidão; não se proíbe a escravatura nem o trato dos escravos, sob todas as formas.

Artigo 26º -Nem todos têm direito à educação, e os que têm não usufruem dela de forma gratuita. A entrada para cursos superiores tem um custo muito elevado, havendo pouca distinção do mérito

Exemplos: Artigo 1º – Existem guerras entre nações. comem é muito pouco. Artigo 3º – Em alguns países do mundo ainda existe a pena de morte. Artigos 4º – Principalmente vindos da Europa de Leste, muitos ainda são escravizados. Em África há tribos onde existe escravatura. Verificam-se casos de raptos em que as vítimas são escravizadas.

Trabalho elaborado por: Ana Mendes Ana Marques

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Em África, por exemplo, a Esperança Média de Vida é de 30 anos, sendo que a alimentação constitui um dos principais obstáculos para que este fator de identidade de uma população aumente. O mundo produz, diariamente, comida em quantidade suficiente para alimentar toda a população do planeta, no entanto a fome mata uma pessoa a cada 3,5 segundos no mundo por não ter acesso a ela. A falta de vestuário é também um caso muito comum, onde se

de cada um. Em muitos países é impingido um tipo de educação para todas as crianças, não havendo liberdade de escolha. Estes casos verificam-se geralmente em países ditadores e


Boletim da BECRE

Crónicas do T O que está por cima de nós Não é uma novidade a morte de cancro nos dias que correm. Podemos considerar, sem problema algum, o cancro, como sendo uma doença de uma sociedade desenvolvida. Todos sabem que é uma doença dolorosa, longa e muito dispendiosa. Na maioria dos casos, o paciente acaba por morrer. É uma realidade para todos e não há que ter medo de falar sobre isso, principalmente sobre o seu modo de prevenção. Hoje em dia, devido ao desenvolvimento industrial, as partículas cancerígenas são mais propícias a desenvolverem-se e a expandiremse até nós, contidas em materiais que, à luz do dia, nos parecem inofensivos. É exemplo disso os telhados da nossa escola que contêm amianto, um componente cancerígeno que, muitas vezes, provoca a longo prazo o desenvolvimento de

Nos corredores da morte Os corredores que percorremos todos os dias, de segunda a sexta, desde setembro até junho, são formados por uns telhados que têm na sua constituição, nada mais nada menos que um produto que se chama amianto. O amianto, para quem não sabe, é altamente perigoso, por ser cancerígeno. Segundo o decretolei nº101/2005 de 25 de junho, foi proibida pela comunidade europeia a utilização de qualquer variedade de amianto. Segundo informações, existem apenas três escolas, no Alentejo, onde está presente este veneno nos telhados, sendo a nossa uma delas. Duas destas três esco-

cancro no nosso organismo. Saiu há já alguns anos um decreto na União Europeia (DecretoLei n.º 101/2005, de 23 de junho) que dita a proibição do uso de produtos que contêm amianto. No Alentejo, apenas três escolas contêm estes telhados, duas das quais vão ser intervencionadas e, pasmese! Nenhuma delas é a nossa. Apesar de ser um assunto que muita gente desconhece ou, se conhece,

las, segundo apuramos, vão sofrer

finge ignorar, é necessário chamar a atenção de toda a população para estes problemas que não são visíveis a olho nu, nem se refletem a curto prazo, mas que são bem reais e bem nocivos. Pedimos, assim, que esta situação seja resolvida e que nos deem o direito de viver com saúde.

Alunos do 10ºA intervenções e como vocês devem calcular, a nossa não é nenhuma das duas. Tudo o que nós queremos saber é porquê?! Não temos nós direito a uma escola “ saudável”? Exigimos assim que a lei seja cumprida, a fim de salvaguardar a saúde pública de quem frequenta a escola. Estamos dispostos a fomentar várias formas de luta junto da comunidade escolar e não só, inclusivamente, denunciando a situação nos media europeus.

Elaborado por: Ana Barreto, Sara Marques,

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Boletim da BECRE

BECRE – um espaço iluminado A BECRE é o espaço mais acolhedor da EBSIS. É luminoso – manhãzinha, o sol entra pelas janelas amplas; aviva os labirintos de cor, onde se alinham livros: páginas de História e histórias, de Ciências e vivências, de realidade e fantasia. É luminoso e iluminado, porque um livro alumia a mente, desbrava caminhos. Onde é escuridão, amanhece, pois o conhecimento é a luz que faz de nós melhores pessoas, e mais felizes, porquanto nos conduz à sabedoria de vida. Além dos livros, a BECRE dispõe de jornais diários, de filmes, de música, de computadores e de Internet – a janela aberta para o

Na BECRE, não há dias cinzentos. A BECRE é um espaço iluminado. mundo, essa via que transformou o planeta numa aldeia global, que aproximou os povos e as suas culturas, que aliviou distâncias, permitindo o diálogo intercontinental. A BECRE é um lugar em que a descoberta dá o braço ao ludismo e ilumina sorrisos, traz rosas às faces e põe estrelas no olhar de quem a frequenta, quer em circunstância de aula, quer pelo puro prazer de uma viagem pela leitura, pelo cinema ou pelo mundo, ali, ao simples clicar de um rato.

Profª Arlinda Mártires

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