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HABITAÇÃO

Prefeitura de Curitiba regulariza mais de mil terrenos na região

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CIDADANIA

Balanço do Mutirão da Cidadania na CIC: 71.548 atendimentos

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COMPORTAMENTO

Êxodo Urbano: um fenômeno global

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Curitiba, outubro de 2017

JORNAL DA CI️C

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CONTEÚDO/INOVAÇÃO/CIDADANIA

Mutirão da Cidadania na CIC atende mais de 70 mil pessoas SEGURANÇA

B.O eletrônico facilita o processo para o cidadão

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COTIDIANO

A importância de se sentir importante na família

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Página

CULTURA

Curta metragem curitibano está em seu 18º festival

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Jornal da CIC Outubro 2017

HABITAÇÃO

Famílias da CIC recebem títulos de propriedade Prefeitura de Curitiba regularizou mais de mil terrenos na região Por Larissa Santin

“Até o fim deste ano outras duas mil famílias da CIC deverão ser contempladas com títulos” José Lupion (presidente da COHAB)

Vice prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, entregando título de propriedade a morador da CIC Foto: Larissa Santin

Há 40 anos o bairro da Cidade Industrial espera a titulação de terrenos em algumas áreas de ocupação e no dia 29 de setembro, na Rua da Cidadania da CIC, foram entregues 171 escrituras definitivas e Contratos de Compromisso de Compra e Venda – para famílias de dezenas de áreas da CIC, como os residenciais Marechal Rondon, Moradias Atenas, Ilha Verde, Vilas Novas, Remanescentes CIC, Caiuá, Cananéia. Com essa ação, a gestão Rafael Greca completa a entrega de 1.034 títulos de propriedade a famílias da região. Angela dos Santos Machado, 42, conta que há seis anos mora em área de risco e invasão. A interferência da Cohab possibilitou a ela o auxílio para o recebimento da titulação da casa e sentiu-se muito satisfeita. “Agora posso dormir tranquila, é meu”, destaca Angela. Sueli Almeida Araújo, 57 anos, também foi uma das beneficiadas. “A gente tem que lutar e também saber esperar pelas coisas boas, aí consegue”, conta a apo-

sentada em tom entusiasmado. Na cerimônia estavam presentes vereadores da região, Mauro Inácio, Toninho da Farmácia, Ezequias Barros, Zezinho do Sabará, Rogério Campos e Sabino Picolo, o administrador da Regional da CIC, Raphael Keiji, o presidente da Cohab, José Lupion Neto e o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel. Também estavam presentes servidores e a comunidade. Pimentel aproveitou o ensejo para comunicar a realização do Mutirão da Cidadania na região, entre os dias 26 a 28 de outubro, em parceria com o Governo do Estado, para a oferta de centenas de serviços gratuitos à população. Ao fim da cerimônia de titulação, houve uma audiência pública onde as pessoas puderem falar sobre as necessidades específicas de cada região do bairro diretamente com os representantes do poder público. Foram apresentas demandas de iluminação, limpeza de córregos, implantação de semáforos, lombadas, pavimentos e outros serviços.

“O prefeito Rafael Greca está tentando liberar mais investimentos para obras de drenagem. Para que quando tenhamos chuvas torrenciais, as enchentes sejam amenizadas, que a água possa ser escoada da melhor maneira possível, sem transtorno a população”, afirma o vice-prefeito, que também comunicou a parceria entre governo estadual e municipal onde serão disponibilizados 60 milhões para asfaltamento, distribuídos entre as dez regionais da cidade. O início das obras está planejado para novembro de 2017.

(vídeo)


03 CIDADANIA

Balanço do Mutirão da Cidadania: 71.548 atendimentos à população da CIC

Realizado em parceria pela Pre-

feitura de Curitiba e Governo do Estado, o Mutirão da Cidadania da CIC registou 71.548 atendimentos entre os dias 26 e 28 de outubro, de acordo com balanço realizado pela Administração Regional. Um dos serviços mais procurados, a emissão da carteira de identidade por parte do Governo do Estado foi feita para 1.400 pessoas – com outros 574 agendamentos para emissão posterior. A estrutura de serviços colocada gratuitamente à disposição da população agradou quem compareceu à campus Neoville da UTFPR em busca de resolver situações de dia a dia, procurar emprego, fazer testes de saúde e obter orientações variadas, além de atividades culturais e de lazer. A artesã Lucia Pereira de Souza, de 61 anos, por exemplo, compareceu com toda a família, fez um exame para checar como estão seus olhos, levou uma planta para casa quando passou pela seção de educação ambiental e se disse impressionada com a feira. “Foi o evento mais completo que já vi na CIC”, afirmou. Em busca de emprego há três anos, Diozeli Garcia saiu aliviado e esperançoso do mutirão, onde compareceu ao Sine (Serviço Nacional de Emprego) para ver se havia vagas de trabalho disponíveis. Saiu de lá com uma carta de recomendação e entrevista numa empresa agendada. “Estou ansioso pela entrevista porque já estava perdendo as esperanças”, disse. O soldador Getúlio Vargas também saiu confiante de que vai conseguir um emprego. Ele também foi direcionado a uma das vagas disponíveis e cravou: “Uma delas vai ser minha”. Além disso, outros serviços também ajudam em quem está em busca de colocação profissional. É o caso de Leandro da Silva Marchin, de 25 anos, que sonha em ser policial e precisava tirar um RG novo para substituir o velho (que está em más condições) e assim poder ser inscrever em concursos públicos. “Resolvi tudo de uma vez”, contou ele durante o evento.

Robôs O mutirão também ajudou participantes a expandir seus conhecimentos em áreas que ainda não são conhecidas por muita gente. O estudante Gabriel Silva, de 13 anos, estava feliz em poder mostrar o trabalho com robótica que desenvolve na Escola Municipal CAIC Cândido Portinari, da rede municipal. “Apresentar o projeto aqui ajuda a ampliar a mente das pessoas”, defende ele. A ciência esteve presente também

em outras frentes– e com as aplicações clássicas e de resultados bem conhecidos na área de Saúde. “A conscientização é excelente porque incentiva as pessoas a fazerem os exames”, dizia a estudante Gabrieli dos Santos, de 18 anos, após receber orientações sobre métodos contraceptivos e prevenção ao câncer de mama, como parte da campanha do Outubro Rosa. Ela compareceu aos estandes com um caso em mente: “Uma amiga teve câncer de mama; é uma situação muito difícil”, contou. Com outros serviços próximos, ela aproveitou para tirar a primeira carteira de trabalho e usou também os serviços de maquiagem que estavam disponíveis. A integração de ofertas chamou a atenção da também estudante Ingridi Felizardo Batista, de 27 anos, estudante de gestão financeira. “Achei a ideia do evento bem bolada”, afirmou ela, que foi ao mutirão em busca de uma vaga de emprego, mas

também passou pelo estande da Cohab para se informar sobre as habitações populares, pela auriculoterapia (de tratamento de problemas baseado na orelha) e checou as ações do Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama. “O evento é bom”, resumiu a aposentada Célia Regina de Moraes, 54 anos, que mora no Campo Alegre há 48 anos. “Um por ano já ajuda muito, já que a CIC é muito grande, mas deveria ter mais vezes.”

“Foi o evento mais completo que já vi na CIC” Lucia Pereira de Souza, artesã


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Jornal da CIC

Outubro 2017

COMPORTAMENTO

De volta ao campo Fenômeno conhecido como êxodo urbano está atraindo cada vez mais adeptos Por Fernanda Menuci, Larissa Santin e Letícia Aleixo

Comprar

um terreno na Colônia Witmarsum é o sonho do jovem casal Martin Ewert e Rafaelle Mendes. Atualmente, os dois hoje vivem em Campo Largo, cidade localizada no meio do caminho entre a grande Curitiba e o sítio que ainda querem comprar na colônia. O que os move é a possibilidade de viver um estilo de vida plenamente sustentável, independente e livre. “A ideia é ser autossuficiente. Produzir tudo o que a gente precisa. De alimento, mas também energia. E construir a nossa própria casa, com as próprias mãos”, diz Martin, que pretende realizá-la com feno. Rafaelle já produz seus remédios naturais, cosméticos, desodorantes e pó dental. A energia será por roda d’água ou painéis fotovoltaicos. O plano para previdência, madeira de lei. No jardim da casa em Campo Largo, plantam os mais diversos alimentos para consumo próprio, tudo orgânico. O excedente tem um destino certo: “Eu troco laranjas por pães caseiros da minha vizinha, por exemplo”, conta Rafaelle. Mas eles concordam que nem sempre essa busca por autonomia é fácil. “A vida no campo é muito mais simples. Mas você precisa ser mais disciplinado para que ela funcione. É necessário todo um planejamento.” Gabriel Menezes é mais uma dessas pessoas que adotou a vida rural. Sua empatia pela natureza começou cedo. Desde a infância cresceu próximo aos avós maternos, que moravam em uma casa que tinha um quintal grande, com plantas, hortaliças, frutas e galinheiro. Era como uma pequena chácara. Gabriel já havia vivido o ritmo frenético de São Paulo, mas isso não se encaixava com ele. “Não via mais sentido e conexão entre os trabalhos e serviços prestados e a manutenção da vida propriamente dita. Vejo muitas pessoas correndo atrás de trabalhos bem remunerados para comprar e satisfazer necessidades superficiais, sendo que as necessidades fundamentais muitas vezes não eram atendidas.” Ele acredita que o êxodo urbano será uma

tendência que veio para ficar. “Na minha opinião, mais cedo ou mais tarde, isso vai acontecer, pois necessariamente as pessoas precisam satisfazer suas necessidades primárias, as quais são água pura, ar puro, alimentos saudáveis e abrigo.” Segundo o professor de Sociologia da PUCPR, Cezar Bueno, esse fenômeno inverso ao tradicional êxodo rural está vinculado ao processo de globalização vivenciado no momento e é uma tendência que não tem previsão para acabar. Para ele, os fatores que desencadeiam esse processo são múltiplos. “A dificuldade de você obter uma qualidade de vida na cidade, a questão do medo e da violência e o custo de vida são alguns fatores. Uma questão que é colocada hoje, para quem tem condições e está fazendo essa opção, é a reflexão sobre como usar o tempo livre de modo criativo. Porque nas cidades o tempo livre praticamente não existe.” Para Bueno, o próprio perfil dessas famílias é distinto daqueles que até então procuravam oportunidades nas cidades. “Hoje em dia quem está propenso a voltar a viver em pequenas comunidades no meio rural são pessoas que de alguma maneira já tem uma certa condição econômica, social e educacional. Muita gente deseja, mas nem todas as pessoas têm condições de materializar esse desejo.” Segundo ele, essa decisão muitas vezes está relacionada a questões alimentares. Apesar disso, não é, para ele, um processo simples. É necessário um novo processo de ressocialização. Fenômeno global A migração da cidade para o campo não é exclusividade do Brasil. O fenômeno é percebido em escala global. O site Urban Exodus reúne um compilado de histórias de pessoas e famílias que fizeram essa transição. O geólogo e músico alemão Wolf Schweizer-Gerth, 49 anos, deixou há dez anos os confortos de Stuttgart, no sudoeste da Alemanha, para viver em Goppingen, uma cidade a 50 quilômetros de distância. “As

coisas mais importantes para mim são a minha vida familiar, meus amigos morando perto e ter tempo para fazer minha música.” Lá, pode compor e plantar alguns alimentos, como tomates e abobrinhas. A americana Nicole Slosser deseja comprar uma propriedade rural por uma espécie de nostalgia de sua infância no interior. Ela tem planos de ter um jardim, mas não por subsistência, e sim pelo prazer, afirmando que irá continuar com sua ocupação atual como enfermeira. “Eu apenas gosto de vida tranquila, da minha privacidade, e de ser capaz de fazer o que eu quero na minha propriedade. Na cidade, há essas associações de moradores que impõm restrições e orientações para o que você pode ou não, fazer em sua propriedade.”, conta, contextualizando com a situação em que foi impedida, pela associação, de pendurar luzes decorativas em seu próprio jardim.

“As pessoas precisam satisfazer suas necessidades primárias, as quais são água pura, ar puro, alimentos saudáveis e abrigo.” Gabriel Menezes, agricultor

(vídeo)


05 ENTREVISTA sobre o tijolo ecológico, procurei pessoas para tirar dúvidas e decidi. O publicitário Marcelo Cruz, largou tudo em Belo Horizonte para constuir a própria casa na praia da Pipa, no Rio Grande do Você tem alguma dica para as pessoas que pensam em ter uma Norte. Ele tem um canal no YouTube, que orienta pessoas que casa ecológica assim como a sua? possuem o mesmo sonho.

Minha dica é quem quiser é começar com uma planta simples, depois poderá expandir. Quando fiz minha planta pensei em algo granDe onde surgiu a ideia de construir uma casa com as próprias de, mas depois me apaixonei por um lugar menor. O Tiny House me mãos? inspirou pelo movimento ser de casas pequenas e com mobilidade. Quando eu morava em Belo Horizonte, ia com a família visitar sítios, e Por que você resolveu criar um canal no YouTube? isso me inspirou por ser um ambiente que sempre me agradou. A ideia principal é construir minha casa para não pagar mais aluguel e plantar Comecei o canal pois senti que falta mais contato com as pessoas, aso máximo que eu puder para consumo próprio, assim reduzindo gastos. sim posso mostrar e sinto que essa é a fase mais lúcida de minha vida. Quanto tempo você levou planejando? O projeto é antigo, apesar de ter começado a construir em outubro de 2016. Como você escolheu o local? Meus pais moram aqui perto, fizeram um investimento aqui em Pipa e comprei uma parte desse investimento para mim, ou seja, uma parte do terreno. Também vou ajudar meus pais a construírem a casa deles. Como você decidiu o modelo de construção? Pesquisei na internet sobre o assunto assim que me mudei para Pipa. Pensei em construir a casa em container, depois Earthship. Casas feitas com pneus seria mais trabalhoso, então encontrei informações

SEGURANÇA (vídeo)

B.O eletrônico agiliza o processo para o cidadão A ferramenta digital é importante para localizar os focos de criminalidade A Delegacia Eletrônica permite o registro de boletins de ocorrência pela internet (B.O. eletrônico). Dessa forma é possível informar ocorrências como furtos, extravio ou perda de documentos, pessoais ou do carro, e também registrar um desaparecimento. Denúncias anônimas também são aceitas. O site agiliza o processo para o cidadão e diminui o fluxo de registros de ocorrências presenciais na delegacia, permitindo que o Policial Civil tenha mais tempo para dedicar-se as funções de investigação e combate ostensivo ao crime. Assim que o B.O é realizado no site, um policial encaminha o documento para a delegacia

mais próxima da residência da vítima, que também recebe uma confirmação por e-mail, contendo todas as informações da ocorrência em um documento que pode ser impresso. A partir do momento que o B.O é gerado, não pode ser cancelado. Em caso de roubo (crime realizado mediante ameaça/intimidação ou violência - cometido por uma ou mais pessoas, armadas ou não), o cidadão deve comparecer na delegacia mais próxima para realizar o B.O. Em Curitiba, somente no primeiro semestre de 2017, foram registrados 21.808 casos de furto, segundo estatísticas da AISPs, contando os registros online e presenciais.

Acidentes de trânsito Seguindo a mesma proposta, os acidentes detrânsitotambém podem ser registrados pela internet. (www.bateu.pr.gov.br)

(GIF)


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Jornal da CIC Outubro 2017

COTIDIANO

A Importância de se sentir importante na família O objetivo de todo pai é criar seus filhos para que sejam felizes. Existem hoje milhares de livros que oferecem conselhos sobre como criar filhos com sucesso. Os especialistas se esforçam para entregar aos pais as informações mais atuais sobre saúde, nutrição, desenvolvimento infantil e educação. Contudo, mais do que informações, táticas e estratégias, o que as crianças precisam é de tempo e atenção de seus pais. Muitas vezes os pais ficam tão ansiosos para criar uma criança bem-sucedida que ignoram a importância de passar tempo interagindo com seus filhos. Não é suficiente passar tempo dentro do carro levando a criança pra cima e pra baixo, da escola para o consultório, de lá para a quadra de esportes, e depois para a casa dos amiguinhos. Estou falando de uma interação verdadeira e significativa, em que pais e filhos realizam uma atividade em conjunto. Quando este tipo de convivência acontece, pais e filhos criam vínculos que vão durar para toda a vida. A criança se sente importante e amada pelos pais. Ela tem a chance de expressar seus pensamentos e sentimentos, e com isso desenvolve uma autoconfiança que será muito importante para a sua vida adulta. Por outro lado os pais podem observar e conhecer os pontos fortes e fracos da criança para melhor orientá-los. Diversos estudos científicos mostram que as relações familiares saudáveis reduzem a incidência de problemas emocionais e comportamentais em crianças, especialmente a partir dos três anos de idade. Ao mesmo tempo, são inúmeras as pesquisas que descrevem os desfechos negativos quando a criança ou o adolescente não recebem o amor, a atenção e a orientação adequados de seus pais. No caso dos adolescentes, por exemplo, aqueles que acreditam que são importantes para seus pais e irmãos acabam se envolvendo menos em situações de violência. Para perceber a própria importância na família, o adolescente se pergunta: “Eles sabem que eu existo? Eles investem recursos

em mim? Passam tempo comigo? Eles realmente me conhecem? Meus sentimentos, meus pensamentos, minhas vontades?” Sentir-se importante é uma motivação fundamental para todos os seres humanos, mas é especialmente importante para as crianças e os adolescentes. Criar situações que permitam passar tempo de qualidade com seus filhos faz com que eles se sintam importantes na medida certa. Existem muitas atividades que promovem vínculos saudáveis e significativos em família, e elas não precisam ser caras ou de difícil acesso. A chave é dar atenção à criança, e acolher a atenção que ela nos dá. Vejamos algumas sugestões para começar. Aproveite as refeições familiares. Ao invés de obrigar seus filhos a comer verduras, tente começar conversando com eles sobre a seleção dos alimentos e pratos que serão preparados. Chame-os para ajudar a preparar a comida e a mesa, dando a eles liberdade criativa dentro dos limites estabelecidos. Assim se torna mais fácil que todos comam juntos, e em seguida se responsabilizem pela limpeza da cozinha. Durante a refeição, crianças e adolescentes podem ser encorajados a falar sobre o que é interessante para eles e não necessariamente sobre os tópicos usuais, como as tarefas de escola ou as preocupações do trabalho. Ah... e não se esqueça de desligar a televisão.

Crie um tempo para a prática de esportes. Procure saber qual a atividade preferida de seus filhos e arrisque-se. Jogue com eles, vá à piscina para nadar, corra com eles pelo quintal. Tenha certeza que seu envolvimento vai transformar as atividades em algo positivo e gratificante. Caso seus filhos não sejam muito fãs da prática de esportes, tente os passatempos, como desenho ou artesanato, ou ainda jogos de tabuleiro e de cartas. Não importa quem ganha... Todos ganham quando convivem. Crie o hábito de ler para seus filhos mais novos. Eles jamais esquecerão esta experiência. Se os seus filhos forem adolescentes, pergunte qual livro eles estão lendo e leia você mesmo. Não tenha medo. Os livros para adolescentes costumam refletir suas angustias, seus receios e suas incertezas, e através deles os pais podem entender melhor o complexo mundo interior em que eles vivem. Em ambos os casos, envolva seus filhos em discussões positivas sobre o livro. Além destas sugestões você pode encontrar muitas outras. O importante é nunca esquecer que o tempo que se passa em família pode ser uma maneira divertida, educativa e descontraída de criar filhos saudáveis ​​e felizes que amam e se sentem amados. Desta maneira seus filhos saberão que importam pra você, e isso se refletirá positivamente em todas as escolhas de suas vidas.

Por Giordano Cimadon - Psicólogo e coordenador da Sociedade Gnóstica


SE-PA-RE O

L I X O

Q U E

N Ã O

É

L I X O

TÃO IMPORTANTE QUANTO SEPARAR O LIXO É SABER O QUE É RECICLÁVEL E O QUE NÃO É.

O QUE NÃO É RECICLÁVEL:

O QUE É RECICLÁVEL:

• • • • • • •

Papel; Papelão; Plástico; Metal; Garrafas PET; Vidros; Eletroeletrônicos.

• Restos de comida; • Cascas de frutas e vegetais; • Papel higiênico, papel toalha e guardanapos; • Espelhos e lâmpadas; • Esponja de aço; • Pilhas e baterias; • Cerâmicas e porcelanas.

COLETA DE LIXO

Quer saber a hora e o dia em que os caminhões da coleta de lixo vão passar na sua rua? Acesse curitiba.pr.gov.br e confira.


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Jornal da CIC Outubro 2017

CULTURA

Curta metragem Curitibano é selecionado para 18 festivais de cinema O filme “Órion”, dirigido por Rodriane DL, explora o gênero ficção científica

Órion conta a história de uma menina de

seis anos de idade, apaixonada por astronomia. Cecília é uma garota brilhante, para além de sua idade, e ela pode contar com o apoio do pai para desenvolver sua paixão pelas estrelas. Ela é incentivada a alcançar seus sonhos de se tornar uma astrofísica ou quem sabe até uma astronauta. O que Cecília não sabe é que a noite estrelada é muito mais misteriosa e imprevisível, e talvez ela não tenha que esperar para alcançar as estrelar, que escutaram seu chamado e vieram a seu encontro. O filme, selecionado para seu 18 º festival de cinema, foi dirigido por Rodriane DL cineasta apaixonada por astronomia e filmes de Steven Spielberg, em especial o clássico “E.T o extraterrestre” e “Contatos imediatos de terceiro grau”, que considera inspiração (vídeo) direta para o curta. Nas palavras da diretora, Órion é uma carta de amor a Spielberg e a astronomia, com uma mistura de lembranças da infância com suspense e ficção científica.

Fundação Cultural de Curitiba divulga os classificados no Edital Paiol Musical A

Fundação Cultural de Curitiba (FCC) divulgou nesta segunda-feira (30/10) o nomes dos candidatos classificados da primeira e segunda etapa do Paiol Musical. Conforme o edital 56/17, o resultado tras os classificados das fases de “validação de inscrições” e “análise de mérito”, dos participantes que enviaram os projetos do edital 42/17 – do Paiol Musical. Foram escolhidos 18 proponentes, que agora deverão apresentar as documentações e informações relativas à terceira etapa da seleção do Edital do Paiol Musical, em até sete dias úteis, ou seja, até o dia 09 de Novembro de 2017. O prazo para eventual recurso é o mesmo, por meio do sistema SISPROFICE. A novidade no julgamento do Edital Paiol Musical foi a formação de um Grupo Técnico de Análise formado a partir da seleção de um Edital de Pareceristas para o Edital Paiol Musical. Dos cinco selecionados, quatro são de outras localidades, como Volta Redonda (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Contagem (MG), além de um de Curitiba. O resultado foi homologado pela Comissão do Fundo Municipal da Cultura.

Expediente Diretora: Larissa Santin jornaldacic@jornaldacic.com.br www.jornaldacic.com.br (41) 99979-1177 Jornal distribuído gratuitamente nas principais ruas e avenidas da Cidade Industrial de Curitiba

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Jornal da CIC #2  

Edição de Outubro 2017 Conteúdo/Inovação/Cidadania

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