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especial

A saúde é um requisito que nos acompanha ao longo da vida. Em todas as fases, há questões que se nos colocam e preocupam. Fazer uma alimentação saudável e praticar exercício físico são meio caminho andado para uma vida harmoniosa. Este suplemento faz parte integrante da edição nº 2048, do Semanário Jornal da Bairrada, de 15 de Abril de 2010. Não pode ser vendido separadamente


especial

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Com a chegada da Primavera, de forma a evitar a ocorrência de manifestações clínicas em doentes com alergias, evite agasalhar demasiado as crianças; opte por roupas de algodão; evite contactos com animais de penas ou de pêlos; evite o fumo do tabaco.

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infância

AVC PEDIÁTRICO

CRESCIMENTO

AVC afectou 50 crianças e bebés portugueses em 2009

Excesso de peso ou obesidade? Algumas crianças entre os dois e os cinco anos, classificadas com excesso de peso pelas curvas de crescimento usadas em Portugal, já seriam consideradas obesas se fossem avaliadas pelos novos critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS). António Guerra, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, debruça-se há anos sobre esta matéria e escreveu recentemente um artigo na Acta Pediátrica Portuguesa em que defende a adopção das novas curvas da OMS pela DirecçãoGeral da Saúde (DGS). Para António Guerra, com as actuais curvas, há “o risco de serem caracterizadas como portadoras de excesso de peso crianças pré-escolares que já são obesas e como eutróficas (normal estado de nutrição) crianças já portadoras de excesso de peso”. Um aspecto “determinante” nas novas curvas prende-se com o facto de “as curvas da OMS terem sido construídas com base na avaliação do estado de nutrição de lactentes alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros quatro a seis meses de vida”. Recordando que o leite materno é reconhecido cientificamente como “o melhor alimento”, António Guerra afirmou que “as crianças com leite materno crescem de modo diferente das que são alimentadas com leite artificial e têm marcadores metabólicos distintos, sobretudo no primeiro ano de vida”. Por esta razão, “o que faz sentido é usar curvas de crianças que foram alimentadas com leite materno”. “As crianças que são alimentadas com leite natural aumentam mais de peso nos primeiros três a quatro meses de vida e depois têm, quando comparadas com as curvas actuais, uma falsa desaceleração”. Esta desaceleração pode ser interpretada como devida à baixa produção de leite da mãe, “levando a um início precoce da diversificação alimentar ou a uma desnecessária suplementação com leite industrial”, explicou. “As duas situações associam-se a um maior risco de obesidade”, sublinhou.

Meia centena de bebés e crianças portuguesas foram vítimas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em 2009. Por ser raro, o diagnóstico do AVC pediátrico é uma tarefa complicada para os médicos e acaba muitas vezes por ser tardio. A taxa de mortalidade é elevada, sobretudo no primeiro ano de vida. As suas causas diferem do acidente vascular cerebral dos adultos. Enquanto no adulto, sobretudo no AVC isquémico, se deve principalmente à aterosclerose e a fatores de risco, como hipertensão, diabetes ou colesterol, nas crianças as causas são múltiplas, explicou à agência Lusa a neuropediatra Rita Silva, do Hospital D. Estefânia. O AVC hemorrágico está mais relacionado com ruptura de um vaso sanguíneo, malformações vasculares, traumatismos e determinadas doenças que predispõem a sangrar. “Pode acontecer no útero e em idades muito precoces”, sendo difícil de diagnosticar, alerta Rita Silva. Nalguns casos, as crianças têm febre e convulsões o que “baralha” o diagnóstico. “No adulto, o diagnóstico tem de ser rápido e deve intervir-se num espaço de tempo de três horas. Nos miúdos, o atraso no diagnóstico é enorme, sobretudo naqueles em que se desconhece uma doença que favoreça o aparecimento de AVC”, explica. Para analisar a incidência desta doença foi criada a Unidade de Vigilância da Sociedade Portuguesa de Pediatria, segundo a qual em 2009 ocorreram 50 AVC em crianças. Todas estas crianças sobreviveram. A médica aconselha que, quando há história familiar de AVC em idade precoce (abaixo dos 45 anos), mortes súbitas, abortos de repetição de causa inexplicada ou muitas tromboses venosas nos membros inferiores, as mulheres devem procurar apoio especializado. PUB

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infância

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Ómega 3 melhora memória dos mais pequenos O consumo regular de alimentos ricoss em Ómega 3 melhora a capacie de aprendizagem das crianças. dade P bl Pu Publicado na American Journal of Clin n Clinical Nutrition, o estudo conclui que os alimentos ricos em ácidos gord d DHA (Ácido Docosahexagordos nóic co como é o caso do salmão, têm nóico), efeitto positivos sobre as funções ceefeitos rebrra associadas à memória rebrais Um m equipa da Universidade de Uma Cinc c Cincinnati, conseguiu, através de umaa ressonância magnética ao cérebro, verificar o impacto positivo da acçãã dos ácidos gordos DHA ao níacção vel d da memória. “As conclusões vêm conff confirmar outros estudos os quais suge e sugerem que o consumo regular de A tem uma forte acção modular DHA fu u no funcionamento da actividade cerebrr rebral”, explica o responsável pela inve e investigação Robert McNamara. O estudo, publicado a 3 de Feveo de 2010, foi realizado em 33 rareiro paze saudáveis, entre os oito e os pazes

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dez anos. Durante oito semanas, as crianças foram divididas em dois grupos, tendo sido pedido a um grupo que ingerisse uma de duas doses de DHA (400 ou 1200mg por dia) enquanto o outro grupo consumia um placebo. Em momentos precisos, as crianças eram convidadas a jogar no computador enquanto os investigadores mediram alguns padrões da actividade cerebral. Os resultados demonstraram que o nível de DHA nas membranas de glóbulos vermelhos aumentou de 47 para 70% no grupo que consumiu doses pequenas de DHA; enquanto no grupo que consumiu um placebo esses valores tiveram uma quebra de cerca de 11 por cento. Os investigadores concluíram que consumo de DHA aumentou a actividade no córtex pré-frontal dorsolateral, área do cérebro responsável pela memória. O estudo foi apresentado à Euro-

pean Food Safety Authority (EFSA) e vem reforçar os benefícios do ácido gordo DHA ao nível da saúde ocular, do crescimento e desenvolvimento cognitivo: “A ingestão do DHA está associada à saúde do cérebro, contribuindo para o normal desenvolvimento do cérebro dos fetos, bebés e crianças pequenas.” Os peixes gordos de origem marinha, como é o caso do salmão, são a melhor fonte de ómega 3, essencial ao bom funcionamento do organismo. Estas conclusões levam o painel da EFSA responsável avaliação dos Produtos Dietéticos, Nutrição e Alergias (NDA) a recomenda o consumo de 100mg de DHA, por dia, para as crianças entre os 7 e os 24 meses e de 200 mg nas grávidas e lactantes. Nas crianças com mais de 18 meses, o ácido gordo DHA actua no desenvolvimento normal ao nível do processo cognitivo e da memória. PUB

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adolescência

4 ANOREXIA/BULIMIA

“Espelho meu, espelho meu, há alguém mais gordo do que eu?” Deixar de comer ou começar a comer de forma exagerada e desaparecer de seguida, procurando refúgio e isolamento, pode muito bem ser um indicador de que a sua filha (ou o seu filho) está a entrar no mundo dos anorécticos/bulímicos – ou mesmo que já lá está. Prepare-se e prepare o resto da família: aproxima-se uma longa cruzada que conta com poucos aliados e muitos inimigos difíceis de combater, uma vez que só existem na cabeça de quem sofre da doença. Um dia, o espelho começa a reflectir a imagem de uma menina gorda, deformada, de quem ninguém gosta. E torna-se urgente a perda de algumas gramas de gordura, até porque aquelas jeans, de repente, também já não lhe servem. Decide que tem de começar a fazer dieta, ou aquilo que entende como assim sendo: recusa farináceos e deixa de comer bolos e pão. Mas continua demasiado gorda. Tudo, porque, às vezes, não resiste à vontade de comer e devora, literalmente, a comida que lhe aparece à frente. Depois, o sentimento de culpa é tal que só lhe resta fugir em direcção ao espelho, à balança e à casa de banho mais próxima: é preciso deitar fora o que acaba de ingerir; é preciso ser magra, bonita, amada. Acaba de dar início a um processo que, durante bastante tempo, irá passar des-

CONTINUA A SENTIR FOME, MAS CONTROLASE À CUSTA DE GRANDE SOFRIMENTO, ATÉ PORQUE AINDA TEM DE PERDER MAIS UMAS GORDURAS QUE NÃO TEM OU NUNCA TEVE.

percebido. A família começará por pensar que, aquela filha, que até comia muito bem, está magra, pálida, não convive com os amigos e fecha-se durante horas intermináveis no quarto. Sozinha. Provavelmente, são as consequências da adolescência. Mais dia, menos dia, a crise, que parece instalada, passa, e tudo voltará à normalidade. Mas as coisas não serão bem assim.

Refeições abolidas. Reparam no seu súbito interesse na composição dos alimentos, na forma como os classifica e mesmo na preocupação que demonstra pela sua partição e arrumação no prato: em relação à carne, por exemplo, verificam que a filha passou a comer, apenas, pequenas quantidades; mas, de preferência, só come peixe cortado aos bocadinhos minúsculos, que mastiga centenas de vezes, e que só acompanha com legumes. E apercebem-se que algumas refeições foram abolidas da rotina alimentar da filha. Surgem as críticas, as discussões e a argumentação: comeu demais na escola, está enfartada ou teve um bom lanche antes da refeição; apetecelhe estar só e leva o tabuleiro da comida para o quarto porque necessita de estudar. A realidade é que a comida irá parar ao lixo na primeira oportunidade e o bom rendimento escolar acaba por justificar a resposta. Entretanto, o peso continua a

diminuir. A roupa larga que opta por vestir não deixa transparecer o estado de magreza em que se encontra. E o tempo vai passando. Perde o período menstrual, mas não perde a força e o dinamismo, que não se percebe onde vai desencantar. Continua a sentir fome, mas controla-se à custa de grande sofrimento, até porque ainda tem de perder mais umas gorduras (que, naturalmente, não tem – possivelmente, nunca teve, ou teve poucas). Os pais convencem-na a ir ao médico de família, que lhe receita umas vitaminas: deve ser cansaço; foi um ano escolar muito intenso. E, claro, recomenda um ginecologista. Há esperança que as férias escolares resolvam o problema. Tal não acontecerá. Antes pelo contrário. Os pais insistem na necessidade de consultar outro especialista. Com alguma incredulidade, ouvem o diagnóstico: anorexia nervosa, agravada por bulimia. As doenças do comportamento alimentar tornaram-se doenças da moda. Mas a anorexia e bulimia são demasiado sérias para que se possam encarar com ligeireza. Quem mais precisa de ajuda são os jovens, quase sempre raparigas, mas a família também sofre e muito. Por isso, é essencial informar os pais. Fonte: http://saude.sapo.pt

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adolescência

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COMPORTAMENTO

Suicídio: Segunda causa de morte dos adolescentes em Portugal, depois dos acidentes de viação Os suicídios são a segunda causa de morte dos adolescentes em Portugal, a seguir aos acidentes de viação, e embora com maior raridade já se começam a registar na infância, segundo a Sociedade Portuguesa de Suicidologia. “O suicídio é a segunda causa de morte dos adolescentes, entre os 14 e os 24 anos, depois dos acidentes de viação. Mas nesta faixa etária são mais as tentativas de suicídio do que os suicídios”, disse à agência Lusa Maria Manuela Correia, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia (SPS). Na infância “são muito poucos os casos”, mas a especialista alertou que a tendência é haver suicídios cada vez “mais precoces”. Esta tendência deve-se, segundo Maria Manuela Correia, também da direc-

ção do Núcleo de Estudos do Suicídio (NES) do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, “a múltiplos factores”, como educacionais, falta de redes sociais, défice de controlo dos impulsos e alteração da dinâmica das famílias. Apesar de o suicídio ser a segunda causa de morte na adolescência, estas mortes são mais frequentes na idade adulta, sobretudo no homem com mais de 65 anos. Em contrapartida, as tentativas de suicídio são mais comuns na adolescência, principalmente nas raparigas, enquanto os rapazes têm uma maior taxa de concretização do suicídio, adiantou. O bullying (violência física ou verbal reiterada) e as zangas nos relacionamentos, entre amigos, namorados ou com os pais, contribuem para os suicídios na

adolescência, sendo um fator que precipita a morte voluntária em jovens que estão “em sofrimento”, mas não a causa. Há um conjunto de sinais de alarme que indicam que o jovem está “em sofrimento”: Insónias, isolamento, quebra do rendimento escolar, falar muito sobre a morte, ficar mais conflituoso, queixas corporais múltiplas (dores de cabeça, barriga, estômago, ombro e pernas) e comportamentos de risco, nomeadamente fugas, furtos e mentiras. “Os sinais de alerta são muito importantes. Através deles os pais e até os professores podem ir ao encontro de um jovem que está em sofrimento”, adiantou, recordando que estes sinais “muitas vezes não são valorizados” porque pais e professores dizem que “que é normal e que o jovem está a chamar a atenção”. PUB


especial

Temos assistido a um aumento significativo das doenças cardiovasculares, cancro,, diabetes e doenças respiratórias crónicas. Esta conclusão está esre tritamente relacionada com alterações dos estilos de vida, como o tabagisa física (sedentarismo) e uma alimentação não saudável. mo, inactivida inactividade

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fase adulta

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ALIMENTAÇÃO

Comer mais frutas e vegetais só previne cancro de forma moderada POR VEZES AS REDUÇÕES DO RISCO DE CANCRO DEVEM-SE AO FACTO DE O TIPO DE PESSOAS QUE COME MAIS FRUTAS E VEGETAIS TER TAMBÉM OUTROS ESTILOS DE VIDA SAUDÁVEIS. Comer mais frutas e vegetais tem apenas um efeito moderado na prevenção do cancro, indica um estudo sobre a ligação entre os hábitos alimentares e o desenvolvimento desta doença, noticiado pela BBC News. A investigação envolveu 500 mil voluntários europeus e os especialistas estimam que um aumento do consumo de frutas e vegetais previne apenas cerca de 2,5% dos cancros. Estes resultados constituem um revés nas expectativas de que uma alimentação mais rica nestes ingredientes contribuísse para a diminuição das crescentes taxas de incidência da doença no mundo ocidental.

Ainda assim, os investigadores afirmam que comer frutas e vegetais é positivo para um bom estado geral de saúde.

Recomendação. Em 1990, a Organização Mundial de Saúde recomendou o consumo de pelo menos cinco porções diárias de frutas e vegetais para prevenir o cancro e outras doenças crónicas. Esta recomendação tornou-se o centro de campanhas de saúde pública em vários países desenvolvidos, mas a investigação agora publicada não conseguiu comprovar a hipótese de cerca de 50 por cento dos cancros poderem ser prevenidos através de

um maior consumo de frutas e vegetais. O trabalho, que envolveu 500 mil pessoas recrutadas em 10 países e foi realizado por investigadores da Escola de Medicina de Mount Sinai, em Nova Iorque, indica que a associação entre o consumo de vegetais e frutas e a prevenção do cancro é fraca. Além da alimentação, os investigadores tiveram também em conta fatores associados ao estilo de vida, como os hábitos tabágicos e a prática de exercício físico. Pelo que, afirmam, num artigo publicado no Journal of the National Cancer Institute, também não pode ser afastada a possibilidade de as reduções

do risco de cancro observadas se deverem ao facto de o tipo de pessoas que come mais frutas e vegetais ter também muitos outros estilos de vida saudáveis. No melhor dos cenários, duas porções extra de fruta e vegetais por dia podem prevenir cerca de 2,6% dos cancros em homens e 2,3% em mulheres, conclui o estudo. Os vegetais, mais ricos em nutrientes, parecem ser mais benéficos do que a fruta, enquanto as pessoas com fortes hábitos alcoólicos parecem ter mais benefícios se consumirem ambos, relativamente à prevenção de cancros associados ao álcool e ao tabagismo.

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fase adulta

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COLESTEROL

Triglicéridos definem colesterol Cerca de 70% da população portuguesa tem níveis de colesterol acima dos valores normais. Os triglicéridos são um factor independente de risco cardiovascular. Os triglicéridos ditam o tipo de colesterol final presente nas LDL, da mesma forma que as alterações do metabolismo do colesterol modificam significativamente o tipo de partículas ricas em triglicéridos, bem como as características das HDL. “Existe uma relação de causalidade onde todas as facções lipídicas assumem a mesma importância. A diferença ocorre ao nível da absorção pelo organismo de cada uma”, afirma Pedro Marques da Silva, especialista de Medicina Interna. Sabe-se que o colesterol presente

na dieta é absorvido a 50%, em média. Uma distribuição que não se observa ao nível dos triglicéridos, absorvidos pelo tubo digestivo em 80 a 90%. Por este motivo, Pedro Marques da Silva explica que em vez de se afirmar “esta comida faz mal ao meu colesterol”, seria mais adequado dizer “esta comida faz mal aos meus triglicéridos”. Os factores que concorrem para a prevalência de triglicéridos elevados, em Portugal, traduzem-se no consumo excessivo de álcool, na diabetes e na ingestão de calorias em excesso. Estudos comprovam a eficácia dos ácidos gordos ómega 3 no tratamento dos triglicéridos. Apesar de se encontrarem ácidos gordos ómega 3 numa alimentação rica em peixe, eles não devem ser olhados como “simples su-

plementos alimentares, e não é dessa forma que devem ser contemplados nos doentes em situações de grave risco, como um enfarte do miocárdio ou triglicéridos elevados”. Segundo Pedro Marques da Silva, são casos que merecem a administração de ómega 3 enquanto medicamento. “Só assim posso esperar o efeito terapêuti-

co com consequências medidas em termos de prolongamento da vida.”

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A depressão é a principal causa de incapacidades e a segunda causa de perda de anos de vida saudáveis entre as 107 doenças e problemas de saúde mais relevantes. Um em cada cinco utentes dos cuidados de saúde prien mários portugueses encontra-se deprimido no momento da consulta.

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fase adulta

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ALERGIAS

Pólenes, principal causa de rinite As fortes fort chuvas que caíram e o os campos irrigados fazem prever f uma primavera com pr valores““acima da média” de pó pólenes de gramíneas, um uma das principais causas de rinite alérgica, que afecta 20% dos portu portugueses. Aerobiologia A Rede Portuguesa de A (RPA), estrutura integrada na Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), refere que que, em 2009, foram registadas “muito alta altas concentrações polínicas, as mais altas alta para várias espécies alergizantes, par particularmente para as árvores como a ol oliveira e a azinheira”. Este ano prevê-se um panorachoveu ma semelhante: “Como “C bastante e os campos cam têm muita água, hátodoop há todo o potencial para taágua

um grande desenvolvimento da vegetação e, portanto, deverá haver valores acima da média de pólenes de gramíneas”, disse à Lusa o coordenador da RPA. Para que a população esteja alerta aos níveis de pólen, a SPAIC vai divulgar semanalmente o boletim polínico, “uma iniciativa que interessa aos médicos, que assim conseguem ter mais informação sobre os pólenes, e, principalmente, aos pacientes com alergias”, disse à Lusa o presidente da Sociedade de Alergologia. “Cerca 20% da população sofre de alergia aos pólenes, que se manifesta com rinite, conjuntivite, asma ou eczemas”, lembrou Mário Morais de Almeida, acrescentando que “estas pessoas estão cada vez mais informadas para compreenderem o que as está a afectar”. Apesar da informação e da maior capacidade de resposta em relação aos pacientes, ainda há muitas pessoas que pensam

que têm uma infecção ou uma sinusite e não alergia. “As pessoas estão sempre cansadas e com falta de ar e ainda não perceberam que o seu problema se relaciona com os pólenes, mas vamos continuar a passar informação e a alertar as pessoas para este problema”, acrescentou. As alergias têm muito impacto na vida das pessoas, mas Morais de Almeida lembra que estas situações podem ser prevenidas: “Muitas vezes estas pessoas não estão a ser bem orientadas e podem estar a tomar medicação errada, provocandolhes sono e deixando-as ainda mais cansadas”. “Com o aumento da temperatura, algum vento e dias mais secos, vamos começar a ter uma dispersão maciça de pólenes e é preciso alertar a população” para que não deixe que estes problemas o afectem, acrescentou.

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terceira idade

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Artrose do joelho: mal desnecessário simples de solucionar São inúmeros os portugueses que sofrem de artrose, nomeadamente no joelho, a articulação que é efectivamente mais atingida. Actualmente, uma simples cirurgia de ambulatório (sem necessidade de internamento) devolve a qualidade de vida a muitos doentes, pondo de parte a inflamação, as dores e as limitações de movimento. O cirurgião ortopédico Francisco Santos Silva foi pioneiro em Portugal na cirurgia artroscópica de reparação da cartilagem do joelho, um procedimento minimamente invasivo e efectuado em ambiente de cirurgia de ambulatório. “Através da cirurgia conseguimos repor a função em tempo mais curto e tem a vantagem de ser um tratamento biológico, isto é, não sujeitamos o organismo a material estranho que possa, ao fim de algum tempo, ser rejeitado ou apresentar

complicações”, explica o cirurgião ortopédico. As lesões progressivas nos tecidos que formam a articulação, nomeadamente a cartilagem, vão sendo motivo de sofrimento físico e emocional para muitos portugueses. Segundo o especialista, “é despropositada a ideia de que a artrose e o sofrimento que lhe está associado é uma consequência inevitável do nosso envelhecimento”. Francisco Santos Silva reforça ainda que, “o sintoma inicial e predominante na artrose é a dor articular. A dor sentida a subir ou descer escadas, é particularmente vulgar na artrose do joelho e dependente do compar-

timento femuro-patelar. Presentemente, a cirurgia artroscópica de reparação da cartilagem é uma boa solução, pela capacidade que proporciona na devolução da função aos doentes”.

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A exposição dos medicamentos a temperaturas elevadas, por períodos de tempo prolongados, pode alterar as suas propriedades, pelo que alguns medicamentos requerem precauções de conservação. Leia atentamente a bula e respeite as indicações.

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terceira idade Investigadores renovam esperança para tratamento de Parkinson

O QUE SE FAZ HOJE NA DOENÇA DE PARKINSON “É TRATAR OS SINTOMAS, MAS NÃO SE IMPEDE A PROGRESSÃO DA DOENÇA”. PUB

Investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC) identificaram uma disfunção na estrutura das células que cria esperança no tratamento da doença de Parkinson. Coordenada por Sandra Morais Cardoso, em colaboração com uma equipa da Universidade do Kansas (EUA), a investigação identificou a mitocôndria - um organelo intracelular que sintetiza a energia das células como o sinalizador da disfunção no funcionamento celular que provoca a doença. “Mostrámos que uma disfunção da mitocôndria potencia

uma alteração de umas estruturas (microtúbulos) essenciais para se fazer o transporte dos constituintes celulares”, explicou à Lusa a investigadora. Utilizando células colhidas no sangue de portadores da doença de Parkinson, os cientistas verificaram que quando a mitocôndria não funciona correctamente - devido ao envelhecimento, stress oxidativo ou por defeitos genéticos - a eliminação das células degradadas não se processa da forma adequada. Segundo a investigadora, se se souber como a doença evolui ao nível da célula “podem identificar-se pontos como alvos, e

desenhar fármacos que actuarão a esse nível na tentativa de curar ou impedir a progressão da patologia”. O que se faz actualmente na doença de Parkinson “é tratar os sintomas, mas não se impede a progressão da doença, e as células vão continuando a morrer”. Tendo identificado o processo, a equipa de Sandra M. Cardoso decidiu testar um agente que permitisse voltar a agregar os pontos da rede que estivessem danificados. Segundo uma nota de imprensa da reitoria da Universidade de Coimbra, foi escolhido o “taxol”, um composto também usado, mas em doses

elevadas, na quimioterapia. Depois dos ensaios com células humanas, a partir de Maio os investigadores vão realizar ensaios em animais utilizando um fármaco sintetizado por uma equipa da Universidade de Israel e que tem estado a ser utilizado em ensaios clínicos com doentes de Alzheimer, outra patologia neurodegenerativa. “Vamos ver o comportamento, mas também o cérebro destes animais, e se aqueles marcadores que se encontram no cérebro dos doentes e que se encontravam neste modelo animal deixam de existir com os tratamentos”, explicou.


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terceira idade

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PATOLOGIAS CRÓNICAS

Alterações intestinais podem esconder doença inflamatória As alterações do funcionamento normal do intestino – como diarreia persistente ou diminuição da consistência das fezes – devem ser mantidas sob vigilância e comunicadas ao Médico de Família se persistirem por períodos superiores a uma semana. Por trás de um problema que se supõe passageiro podem estar situações mais graves: Colite Ulcerosa ou Doença de Crohn. “O intestino é um regulador das diversas funções do nosso organismo, sendo responsável pela absorção de nutrientes e a eliminação de detritos orgânicos. Quando as suas funções se alteram podem ser sinal de doen-

ças graves e nem sempre relacionadas com o funcionamento deste órgão. É necessário que as pessoas dêem a devida atenção a situações de diarreia prolongada, dores abdominais intensas e necessidade urgente e inesperada de evacuar. Sintomas como estes podem ser indicativos de Doença Inflamatória Intestinal e devem ser comunicados ao Médico de Família que, posteriormente, encaminhará o doente para uma consulta de Gastroenterologia ”, alerta Francisco Portela, Gastroenterologista dos Hospitais Universitários de Coimbra (HUC) e Presidente

do Grupo de Estudos de Doença Inflamatória Intestinal (GEDDI). A Doença de Crohn e a Colite Ulcerosa são patologias crónicas e que afectam cerca de 15.000 portugueses. Caracterizam-se por inflamação crónica, de causa desconhecida, do tubo digestivo, sobretudo do intestino delgado, no caso da Doença de Crohn, e do cólon e recto, na Colite Ulcerosa. Actualmente não têm cura. No entanto, existem terapêuticas biológicas muito eficazes capazes de controlar os sintomas, conseguir remissão clínica e garantir uma qualidade de vida normal aos doentes.

Doença renal crónica A doença renal crónica é uma patologia progressiva, com elevada taxa de mortalidade, que ameaça tornarse num grave problema de saúde pública, com implicações sérias no Serviço Nacional de Saúde. Estima-se que um em cada dez portugueses sofra desta doença. Todos os anos são registados 2.500 novos casos de insuficiência renal crónica terminal, existindo actualmente 16 mil doentes com a forma mais grave de Doença Re-

nal Crónica, ou seja, a necessitar de diálise (cerca de 10 mil) ou transplantados renais (6 mil). A diabetes e a obesidade são doenças que contribuem para que, no futuro, os números possam ser ainda mais elevados, razão pela qual o diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais. A doença renal crónica não escolhe idades nem sexo, embora a sua incidência seja maior nos adultos e idosos, o que leva a que

seja considerada uma patologia geriátrica. A diabetes, a obesidade e a hipertensão arterial, bem como factores hereditários de doença renal crónica, são indicadores da possibilidade de se vir a desenvolver o problema.

Sintomatologia A ausência de sintomas nos primeiros estádios da doença faz com que grande parte da população desvalorize, ignore ou adie os cuidados a ter com a saúde

dos seus rins. Os principais sinais de alerta para a sua existência são: - Ardor ou dificuldade em urinar; - Urinar frequentemente, sobretudo durante a noite; - Urinar com sangue; - Olhos, mãos e/ou pés inchados, especialmente em crianças; - Dor na zona lombar (lumbago), que não se altera com o movimento; - Tensão arterial elevada.

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Jornal da Bairrada 15 | Abril | 2010

DESPORTO Exercício físico reduz risco de doenças e promove bem-estar É importante praticar uma actividade física regular

A actividade física regular reduz o risco de morte prematura e de morte por doenças cardíacas ou AVC, que são responsáveis por 1/3 de todas as causas de morte. Reduz também o risco de vir a desenvolver doenças cardíacas, cancro do cólon e diabetes tipo 2; ajuda a prevenir/ reduzir a hipertensão, que afecta 1/5 da população adulta mundial e ajuda a controlar o peso e diminui o risco de se tornar obeso. Por outro lado, ajuda a prevenir/reduzir a osteoporose, reduzindo o risco de fractura do colo do fémur nas mulheres. Reduz o risco de desenvolver dores lombares, pode ajudar o tratamento de situações dolorosas, nomedamente dores lombares e dores nos joelhos. Ajuda o crescimento e manutenção de PUB

ossos, músculos e articulações saudáveis. Promove o bem-estar psicológico, reduz o stress, ansiedade e depressão e ajuda a prevenir e controlar comportamentos de risco (tabagismo, alcoolismo, toxicofilias, alimentação não saudável e violência), especialmente em crianças e adolescentes.

Benefícios adicionais podem ser obtidos através de actividade física diária moderada de longa duração: Crianças e adolescentes necessitam de 20 minutos adicionais de actividade física vigorosa, três vezes por semana; O controle do peso requer pelo menos 60 minutos diários de actividade física vigorosa/moderada.

A actividade física é um meio de prevenção de doenças e uma das melhores formas de promover a saúde de uma população. A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Constituem um dos pilares para um estilo de vida saudável, a par de alimentação equilibrada, vida sem tabaco e evitar outras substâncias perigosas para a saúde. Apráticaregulardeactividadefísicae odesportobeneficiam,física,social ementalmente,todaapopulação, homens ou mulheres de todas asidades,incluindopessoas com incapacidades.

Quais são os benefícios da actividade física? A actividade física reduz o risco de doenças cardiovasculares, de alguns cancros e de diabetes tipo 2. Estes benefícios são mediados por muitos mecanismos: em geral, consegue-se através da melhoria do metabolismo da glicose, da redução das gorduras e da diminuição da tensão arterial. A participação em actividades físicas pode melhorar o sistema musculo-esquelético, o controle do peso corporal e reduzir os sintomas de depressão. PUB

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A saúde é um requisito que nos acompanha ao longo da vida. Em todas as fases há questões se nos colocam e preocupam.