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Neste Especial Automóvel revelamos ao leitor as últimas novidades do mercado em Portugal. Poderá ainda conferir neste trabalho alguns dos novos modelos que as marcas mais conceituadas estão a lançar no mercado nacional.

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Este suplemento é parte integrante da edição nº 2041, de 25.02.2010, do Semanário Jornal da Bairrada. Não pode ser vendido separadamente

No ano em que a ACAP completa 100 anos de existência, Hélder Pedro, secretário-geral, fala, em entrevista, da evolução do mercado automóvel em Portugal. páginas 2 e 3

A consciência ecológica cada vez maior e os receios quanto ao preço do petróleo lançaram a indústria automóvel numa corrida aos “carros verdes”. página 5

A troca da carta de condução passa a ser possível nos balcões dos CTT. Desta forma, facilita-se a entrega de novos títulos aos automobilistas, que poderão manter a carta até à emissão da nova. página 10


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Jornal da Bairrada 25 | Fevereiro | 2010

“Pesada carga fiscal automóvel constitui grave discriminação dos consumidores” A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) está a completar 100 anos de vida. “Motivo de “orgulho e de respondabilidade”, diz Hélder Pedro, Secretário-Geral da associação que fala da evolução negativa do mercado automóvel no país, ao mesmo tempo que aponta o dedo ao Governo e à pesada carga fiscal que incide sobre o automóvel.

A Hélder Padro, Secretário-Geral ACAP: “a crise económica e a elevada fiscalidade são responsáveis pela contracção do mercado automóvel”

O mercado de ligeiros de passageiros encerrou o ano de 2009 com uma quebra de 24,6 por cento em relação ao ano anterior. Que avaliação faz destes números?

Com efeito, o mercado de ligeiros de passageiros encerrou o ano de 2009 com apenas 160.996 unidades comercializadas, ou seja, menos 24,6% do que no ano anterior. Este é o valor mais baixo dos últimos 22 anos e apenas encontramos um mercado de menor dimensão antes de 1988, isto é, na época em que as importações de automóveis se encontravam con-

tingentadas pelo Estado. Como não podia deixar de ser, fazemos uma avaliação muito negativa da evolução do mercado nos últimos anos e, em particular, no ano de 2009, pois foi atingido um patamar de vendas que coloca em risco toda a cadeia de valor do automóvel a nível nacional, desde a produção de componentes (a produção de veículos é maioritariamente destinada à exportação), até à venda a retalho de veículos. A preocupação no sector é enorme, pois existe um sério risco de aumento de falências e do desem-

prego no sector automóvel. Quais as principais causas ou responsáveis para estes “maus” resultados, segundo refere a ACAP os mais baixos dos últimos 22 anos?

Em nosso entender, a crise económica e a elevada fiscalidade são os grandes responsáveis pela forte contracção do mercado automóvel nos últimos anos. Importa, no entanto, destacar que as vendas em 2009 teriam sido ainda mais baixas se não estivesse em vigor o programa de incentivos ao abate, o qual, todavia, se encontra suspenso des-

de o dia 1 de Janeiro. Contudo, em Janeiro de 2010, o mercado de ligeiros cresceu 62,1% relativamente ao mês homólogo de 2009. Que leitura se pode fazer deste resultado?

É importante começar por esclarecer que o crescimento homólogo do mercado, registado em Janeiro é completamente ilusório, pois o volume de vendas, observado encontra-se dentro da média dos últimos 5 anos e claramente abaixo da média dos últimos 10. Constata-se que a percentagem

de aumento, registada no mês de Janeiro, deveu-se ao valor anormalmente baixo das vendas no mês homólogo de 2009 que, precisamente, lhe serve de termo de comparação. É curioso verificar que as vendas, registadas no mês de Janeiro deste ano, tiveram um decréscimo de 8% face às do ao mês de Janeiro de 2008. Qual foi o comportamento (vendas) do mercado de ligeiros comerciais e de pesados neste último ano?

Quanto a veículos comerciais ligeiros, no ano de 2009, e por com-

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paração com o ano anterior, o mercado caiu 29,8%, tendo sido transaccionados 38.890 veículos. No que respeita ao mercado de veículos pesados, no ano de 2009, as vendas cifraram-se em apenas 3.796 unidades, o que correspondeu a uma diminuição de 40,1% relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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100 anos da ACAP: “Motivo de orgulho e de responsabilidade” A ACAP está a completar 100 anos de vida. Que balanço faz da actividade desenvolvida?

A ACAP tem lutado, junto do Governo, pelo alargamento/ mudança do Programa de Incentivo ao Abate de Veículos em Fim de Vida. O que realmente devia ter mudado e não mudou?

Quando, no final de 2008, a crise económica começou a ter maior expressão, a ACAP defendeu que o Plano de Apoio ao Sector Automóvel ( PASA) consagrasse um aumento dos valores dos incentivos assim como uma redução da idade mínima para os veículos a abater. O Governo aprovou aquela alteração, a qual só entrou em vigor em Agosto passado. O que se verificou foi que, desde esse mês e até ao final de 2009, a percentagem de veículos vendidos, no âmbito do Programa de Abates, foi de cerca de 30% do mercado. Todavia, e lamentavelmente, o Programa de Incentivos foi suspenso a 31 de Dezembro passado. A Proposta de Orçamento de Estado para 2010 prevê a manutenção do Programa, este ano, mas reduz os valores do incentivo (que passam a ser os que vigoraram até Agosto de 2009) e reduz o limite de emissões, dos veículos novos a adquirir no âmbito do Programa, para 130g/km em vez das 140g/

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A “ACAP é uma referência do sector automóvel no país” km que estiveram em vigor no ano de 2009. Ora esta redução vai deixar de fora da abrangência do Programa cerca de 478 modelos o que corresponde a 26% do mercado. Com esta medida o Governo vai restringir, fortemente, o único estímulo à Economia que existia para o nosso sector, quando foi anunciado que, em 2010, se manteriam ainda os diversos apoios aos diversos sectores económicos. Qual a posição da ACAP em relação à carga fiscal automóvel que se paga em Portugal, comparativamente com outros países da Europa?

Já há vários anos que a ACAP tem chamado a atenção para a pesada carga fiscal que incide sobre o automóvel, em Portugal, o que constitui uma grave discri-

minação dos consumidores portugueses face, por exemplo aos espanhóis. Em Portugal, as receitas fiscais geradas pelo automóvel, em 2009, ascenderam a 6000 milhões de euros, o que corresponde a 20% do total das receitas fiscais do país. Deste modo, a ACAP defendeu que deveria existir uma harmonização dos impostos especiais sobre os automóveis, na UE. Apesar de, há vários anos, existir uma Proposta de directiva, sobre este assunto, a mesma nunca foi aprovada devido à pressão de vários Estados membros. Não iremos, contudo, desistir da nossa pretensão no sentido de termos uma carga fiscal automóvel semelhante à que existe nos países vizinhos como a Espanha ou a França.

A comemoração dos cem anos de representação do comércio automóvel é, antes de mais, um motivo de orgulho, mas também uma grande responsabilidade. Mas o mais importante é podermos afirmar que demos continuidade ao trabalho, desenvolvido ao longo do último século por todos os dirigentes. A ACAP é, hoje, a referência do sector automóvel no nosso país. Somos também uma Associação com responsabilidade social: criámos as entidades gestoras de veículos em fim de vida, de pneus usados e, agora, de baterias. Passámos, igualmente, a ser os organizadores do Salão Internacional do Automóvel dando, assim, um prestígio à Associação que antes não tinha, dado que o Salão era organizado por uma empresa privada. São, pois, estes factos que levaram a que, na comemoração dos nossos setenta e cinco anos, tivéssemos sido agraciados, pelo então Presidente da República, com a Ordem de Mérito Comercial e Industrial. Quais as acções previstas para comemorar este aniversário?

Ao longo de 2010, a ACAP vai comemorar o passado com os olhos postos no futuro. Foi com este espírito que preparámos um programa dinâmico, orientado para os desafios e oportunidades que se perspectivam para o Sector Automóvel. Das várias iniciativas previstas, a realizar ao longo do ano, destacamos:

•Ciclo de conferências: Na primeira Conferência, a realizar em Abril, será efectuada uma análise das perspectivas para o desenvolvimento da Indústria e do Comércio Automóvel, com destaque para a crise nos mercados financeiros e o seu reflexo no financiamento da

actividade económica e a situação da Economia Portuguesa. A apresentação do Programa Nacional relativo à Mobilidade Eléctrica, é outro dos temas em destaque. O perfil e o papel do concessionário no mercado automóvel mundial, assim como o novo quadro legal de concorrência, a que ficará sujeito este sector já em 2010, encerrarão este espaço de debate. Em Maio, o tema forte será o contributo da Indústria Automóvel para uma mobilidade sustentável, Conferência em que poderão ser conhecidos os projectos criados pela ACAP para um maior desempenho ambiental, económico e social na gestão de veículos, designadamente através da Valorpneu e da Valorcar. O Programa contempla, ainda, a divulgação dos resultados do Projecto EcoCondução Portugal e o impacto de uma condução eficiente na redução das emissões de CO2. O mercado pós-venda e as soluções estratégicas para o desenvolvimento deste negócio, titulam o programa da Conferência agendada para Outubro. •Exposição Permanente, na Sede da ACAP, de catálogos antigos dos fabricantes de automóveis e fotografias de momentos marcantes da vida associativa, nos últimos 100 anos. •Cerimónia de Encerramento das Comemorações do Centenário ACAP, a realizar em Novembro.

•Lançamento do livro “ACAP 19102010, cem anos a traçar novos caminhos”, com o objectivo de divulgar factos e acontecimentos, registados ao longo de 100 anos, que demonstram a presença indelével do Sector representado pela ACAP na história de Portugal e o seu crescente impacto sócio-económico.

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Jornal da Bairrada 25 | Fevereiro | 2010

Novo Volkswagen Polo eleito utilitário do ano O novo Volkswagen Polo venceu o Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal 2010 e foi também eleito Utilitário do Ano. Esta distinção é o corolário do extraordinário sucesso comercial da mais recente geração do Polo. A Volkswagen torna-se a Marca com mais vitórias no troféu, conquistando-o pela quinta vez. A distinção Carro do Ano, simbolizada pelo Troféu Volante de Cristal, é atribuída, anualmente, ao modelo que representa, simultaneamente, um avanço tecnológico significativo no âmbito do mercado automóvel nacional e o melhor compromisso para o automobilista português em termos de design, qualidade de construção, comportamento dinâmico, economia, respeito pelo ambiente, segurança, conforto e prazer de condução. Na edição de 2010 do Carro do Ano/Troféu Volante de Cristal, o novo Volkswagen PUB

Polo obteve uma vitória peremptória face aos restantes cinco finalistas. Eleito entre 20 modelos lançados em Portugal em 2009, o novo Polo, chegado ao mercado nacional em Setembro, é já um verdadeiro sucesso de vendas em Portugal. Para este excelente desempenho têm contribuído a qualidade de referência em termos de construção, o design dinâmico e a oferta muito completa de motorizações, entre as quais se destacam os motores TDI BlueMotion, best-inclass em consumos e emissões poluentes. A que se junta um preço muito competitivo em todas as versões propostas. A gama Polo contará em 2010 com um enriquecimento notável da sua gama, graças às novas motorizações a gasolina 1.2 TSI (105cv) e diesel 1.2 TDI, BlueMotion (emissões-record de 87 gramas de CO2), e às ver-

sões Cross Polo e GTI. O novo Polo inspira-se no sucesso sem paralelo do Golf, dotando-o dos mais elevados padrões da indústria automóvel actual e indo mais longe. O novo Polo satisfaz todos os requisitos em termos de tecnologias de condução, de segurança passiva e activa e de qualidade, sem mencionar o apurado design exterior e interior. Esta quinta geração do Polo – um mo-

delo do qual já se venderam mais de 10,6 milhões e unidades – é o automóvel certo no momento certo. Capaz de redefinir novas referências no seu segmento, o novo Polo contribui também para preservação dos recursos naturais.

Baixos consumos. Graças ao motor TDI de 90 CV com tecnologia BlueMotion, o novo Polo obtém consumos extremamente baixos:

3,6 litros/100 km. Mesmo com motor a gasolina 1.2 TSI de 105 CV, o consumo médio é de somente 5,5 l/100 km. Com valores destes, a Vokswagen conseguiu baixar os consumos médios do Polo entre 8 e 20 por cento em toda a gama de motores a gasolina. Nos motores Diesel, o decréscimo de consumos situa-se entre os 5 e os 15 por cento. Outro factor chave para o sucesso do Polo consiste

no facto de nenhum outro modelo da sua classe revelar uma imagem tão amadurecida, muito próxima da de um automóvel de classe superior. Factores como o conforto, a qualidade e a segurança sofreram incrementos consideráveis. Como prova disso, o novo Polo foi concebido de raiz, de acordo com os exigentes e restritos padrões 5 Estrelas EuroNCAP, recentemente estabelecidos.


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Indústria lança-se na corrida aos carros “verdes” A consciência ecológica cada vez mais forte do grande público e os receios quanto aos preços do petróleo lançaram a indústria automóvel numa corrida aos “carros verdes”. Electricidade, eficiência dos motores e do combustível e hidrogénio são os três principais destinos de milhares de milhões de euros em investigação e desenvolvimento. Tudo rumo a menores emissões de dióxido de carbono, considerado o principal responsável pelas alterações climáticas. Especialistas do sector prevêem que, apenas daqui a quinze anos os carros eléctricos, híbridos ou a hidrogénio, vão começar a ter uma quota relevante no mercado automóvel (cerca de 15 por cento em 2025), mas isso não impede as marcas de trabalharem já para garantir um lugar no mercado que ainda está para vir. A associação espanhola de fabricantes automóveis estima que só na Europa as marcas investiram mais de 20 mil milhões de euros (cerca de 5 por cento da sua facturação) em inovação relacionada com o meio ambiente. A norte-americana Ford, por exemplo, investiu, entre 60 e 70 por cento da sua Investigação e Desenvolvimento no eixo ambiental, e o restante nas áreas que até agora absorviam “a parte de leão”: a segurança e as novas tecnologias. Nos próximos três anos, serão lançados vários veículos eléctricos (a Renault vai lançar quatro modelos até ao final de 2012) e híbridos e paralelamente aposta-se em novos motores de combustão com maior eficiência energética a menores emissões. O grupo francês PSA Peu-

geot Citroen, que, em 2008, gastou 3,5 mil milhões de euros em investigação, criou um novo motor diesel que emite menos de 99 gramas de CO2 por quilómetro e também está a trabalhar numa nova gama de motores de segunda geração (stop/start), que a marca diz permitir uma redução de 15 por cento nas emissões e menor consumo de energia. Em finais de 2010, o grupo começa a vender o seu primeiro carro eléctrico (o Peugeot Ion) e em 2011 prevê lançar um híbrido a diesel e um híbrido recarregável, com emissões de 50 gramas de CO2. A Ford apostou nos motores de combustão, alimentados a biocombustíveis: motores flexifuel, alimentados a E85 (85 por cento bioetanol, 15 por cento gasolina),

que a empresa diz reduzir as emissões em 80 por cento. E está na calha o Trifuel, um motor a ser colocado no Mondeo, alimentado a gasolina, bioetanol ou gás propano líquido (GPL). Na Renault o rumo é outro. “Tendo em conta a consciencialização das questões da poluição e de que os automóveis contribuem para o aquecimento global, e mesmo um eventual aumento do petróleo, a Renault achou que não deveria fazer um passo intermédio [híbridos] e saltar directamente para o carro zero emissões”, salienta à Lusa o director de comunicação da Renault Portugal, Ricardo Oliveira. “O primeiro enfoque”, no entanto, “foi na optimização (redução das emissões) dos motores diesel e a gasolina. Desde há quatro anos, as emissões já reduziram

na ordem dos 15/20 por cento. Esse é um caminho que [também] vai continuar”, ressalva. O primeiro modelo da Renault a chegar ao mercado será o Kangoo eléctri-

co, seguido do Fluance (que tal como o Kangoo parte de uma base já existente com motor térmico), e, mais tarde, o Twizy e o Zoe, estes dois desenhados e pensados exclusivamente para o

mercado eléctrico. A empresa também está a trabalhar em carros alimentados a hidrogénio, se bem que a muito longo prazo. Mas até já existe um protótipo: o Scénic ZEV H2. PUB

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Jornal da Bairrada 25 | Fevereiro | 2010

Skoda Yeti: Ágil, dinâmico e robusto O novo ŠkodaYeti é ágil, dinâmico e robusto. Um conjunto de parâmetros que tornam o Yeti no veículo ideal para uma condução urbana e, ao mesmo tempo, fora de estrada. Chega ao mercado nacional com dois blocos a gasolina, destacando-se a estreia absoluta no mercado do bloco 1.2 TSI, e três motores diesel. Com potências entre os 105 e os 170 cv e tracção dianteira e 4x4, o Yeti apresenta ainda dois tipos de transmissão: manual de cinco e seis velocidades e as caixas automáticas DSG de 6 e 7 velocidades. Equipado com motores económicos e amigos do ambiente, três níveis de equipamento, o preço do novo ŠkodaYeti começa nos 18.900 euros, tornando assim o segmento dos SUV compactos mais acessível no mercado nacional. Mítico. Yeti é a designação de uma criatura mítica que habitava os Himalaias. Segundo reza a lenda, o Yeti ajudava os aventureiros que se perdiam nas montanhas a encontrar o seu caminho, protegendo os mais audazes e transmitindo segurança às pessoas dos vales circundantes. Até hoje, ninguém conseguiu provar a existência do Yeti, embora muitos rumores tenham sido registados baseados em pegadas em locais remotos. A Škoda inspirou-se nesta lenda, à qual acrescentou características urbanas e um design apelativo, apresentando o novo membro da sua família de modelos a que foi dada a designação do homem das neves: o ŠkodaYeti. Com um estilo jovial e apelativo, o

novo ŠkodaYeti inicia um marco inédito no segmento dos SUV compactos. Destina-se não só a uma utilização urbana como também a um tipo de condução fora de estrada, nomeadamente no caso das versões 4x4. Para tal, os engenheiros da Škoda deram prioridade à utilização de tecnologias de vanguarda, capazes de assegurar não só um excelente comportamento dinâmico em estrada, como

também uma utilização todo-o-terreno: desde um conjunto de motorizações potentes e dotadas da mais avançada tecnologia até um modo “Off-Road” - o que torna a condução em superfícies de pouca aderência mais fácil e mais segura - passando por uma função de controlo em troços de grande inclinação “Hill Descent Control”. O Yeti é, na verdade, um verdadeiro

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SUV que oferece uma solução prática e elegante para os clientes que pretendem um veículo compacto, ágil, robusto e equipado também com as mais avançadas e recentes tecnologias de segurança. O novo ŠkodaYeti é proposto

com tracção dianteir a ou com tracção integral permanente, com o sofisticado sistema de embraiagem Haldex, agora na sua quarta geração, que distribui electronicamente o binário em função das respectivas condições de aderência transmitidas pelas rodas. Em termos de motorização, o Yeti oferece dois blocos a gasolina (1.2 TSI e 1.8 TSI) e o motor diesel 2.0 TDI CR, com três níveis de potência. Destaque para a estreia absoluta no mercado nacional do motor 1.2 TSI.

Todos os motores estão já em conformidade com a norma EU-5, conferindolhes reduzidas emissões de CO2, e apresentam um nível de consumo médio de combustível com valores muito baixos: 6,4 litros aos 100 km no caso do Yeti 1.2 TSI e 5,4 litros aos 100 km no Yeti 2.0 TDI, de 110 cv (ambos com caixa manual). Com um comprimento total de 4,223 metros, uma largura de 1,793 metros, uma altura de 1,691 metros, e uma distância entre eixos de 2,578 metros, o ŠkodaYeti apresenta uma área interior generosa. Espaço para as bagagens também abunda no novo Yeti, com a volumetria da bagageira a variar entre 322 litros e expressivos 1665 litros. Os ocupantes dos bancos traseiros beneficiam do sistema VarioFlex, que confere variadas possibilidades de configuração à parte traseira do veículo. Por sua vez, a elevada altura ao solo de 180 mm transmite ao Yeti qualidades vocacionadas para uma utilização no todo-o-terreno. O novo ŠkodaYeti conquistou os melhores resultados da EuroNCAP, alcançando a pontuação máxima: cinco estrelas. Além da protecção dos ocupantes adultos, o resultado global reflecte excelentes parâmetros de protecção para as crianças e ao nível da protecção pedonal. Para a segurança dos seus ocupantes, o Yeti está equipado com nove airbags. Os preços do novo ŠkodaYeti começam nos 18.900 euros (motorização 1.2 TSI) e os 27.850 euros (1.8 TSI 4x4) nas versões a gasolina; nos modelos diesel os preços iniciam-se nos 26.850 euros(2.0 TDI 110 cv).

Chevrolet quer liderar carros ‘mini’ com Spark

COMÉRCIO E OFICINA DE AUTOMÓVEIS

Opel Vectra Caravan 2.2Dti (2002)

Renault Megane Brk 1.5Dci (2005)

Seat Ibiza Van 1.9Sdi (1999)

A Chevrolet vai lançar o novo carro ‘mini’ Spark na segunda semana de Março. Um modelo com que a marca americana pretende subir vários degraus no ‘ranking’ de vendas em Portugal. A Chevrolet, do grupo General Motors fechou o ano de 2009 como a 15ª. marca mais vendida em automóveis ligeiros e em contra-ciclo com todos os seus concorrentes. Ou seja, todas as primeiras 14 marcas obtiveram quedas nas vendas que variaram entre os 49 por cento e os 13 por cento, enquanto que a Chevrolet subiu 16% só num ano, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal. João Falcão Neves, director geral da Chevrolet Portugal, acredita que, com o Spark, a marca americana “irá

liderar o segmento dos carros ‘mini’” e que vai “transformar a Chevrolet numa marca mais querida entre os portugueses”. O responsável máximo da Chevrolet em Portugal estima que, durante 2010 o Spark ultrapasse as 2400 unidades vendidas, até porque “estamos a beneficiar da maior racionalidade no processo de compra fruto da crise nas economias europeias”. O Spark vem com três níveis de equipamento, o Spark, Spark LS e Spark LT e duas motorizações a gasolina de 1.0 e 1.2 litros. Os responsáveis da marca afirmam que o novo modelo tem “uma excelente relação qualidade/preço” já se inicia nos 9.850 euros. O Spark, o primeiro produto global do grupo General Motors, vem no se-

guimento do lançamento do Cruze, sendo um carro que pretende “conquistar as novas gerações”, diz João Falcão Neves. Este modelo está inserido numa estratégia de renovação da gama da Chevrolet nos próximos anos. A marca vai apresentar no Salão Internacional do Automóvel de Genebra um conjunto de novidades entre os quais uma nova carrinha familiar, baseada no ‘conceptcar’ Orlando, e o lendário Camaro, nas variantes coupé e descapotável. A estrela do espaço da Chevrolet em Genebra, feira que decorre de 4 a 14 de Março, será o Aveo RS, que ali celebra a sua ‘première’ europeia depois da estreia mundial no Salão Automóvel de Detroit, realizado no mês passado.


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Nissan NV200: Furgão Internacional do Ano Distinguido com o galardão International Van of the Year (IVoY) 2010 – Furgão Internacional do Ano 2010 - o novo compacto NV200 da Nissan é um veículo comercial ligeiro compacto, que estabelece novos padrões em termos de espaço interior em relação às suas dimensões exteriores. De acordo com a Nissan, o NV200 vem reinventar a aproximação da marca ao mercado dos VCL (Veículos Comerciais Ligeiros), estabelecendo novos padrões para o espaço interior de carga, mas, envolvido em dimensões exteriores, extremamente compactas 4,4 metros de comprimento, 1,86 metros de altura e 1,69 metros de largura – as, quais, em conjunto com uma dinâmica de condução ágil e um círculo de viragem curto, tornam-no perfeito para a cidade. O NV200 é uma excelente

na um volume de carga de 4,2 metros cúbicos, o que corresponde a mais cerca de 25 por cento do que os seus principais rivais, ou seja, cerca de mais 1 metro cúbico.

Novidade no segmento. Trata-se de um veícuferramenta de trabalho. Foi construído sobre uma versão modificada da flexível plataforma B da Nissan. Concebido para ser ágil em utilização urbana, graças a uma posição de condução elevada e com boa visibilidade, apesar das di-

mensões exteriores compactas, o seu layout inteligente proporciona um espaço de carga com mais de 2 metros de comprimento, suficiente para transportar duas euro paletes. Graças ao piso baixo, o espaço de carga proporcio-

lo que introduz novidades no seu segmento, unindo dois conceitos de mercado. Está disponível como um veículo comercial ligeiro e como um veículo de passageiros, disponibilizando quase tanto espaço interior como os maiores veículos comerciais ligeiros numa carroçaria

que não é muito maior do que a dos veículos comerciais derivados de turismo rivais. A v er s ã o C ombi, do NV200 oferece três filas de bancos para passageiros com um extraordinário espaço para as pernas e para os joelhos e mesmo com os sete lugares em utilização, ainda existe espaço para duas grandes malas na área de bagagem, bastando rebater os dois bancos traseiros para que passemos a ter espaço para cinco grandes malas. De entre os aspectos práticos, destaque para a disponibilidade de portas

deslizantes em ambos os lados e, na versão furgão, um par de portas francesas com dobradiças laterais. A versão Combi está disponível com uma porta da bagageira com dobradiças na parte superior, ao estilo das carrinhas. Outro item relativo ao conforto e funcionalidade é que, ao ser dotado de série com chave inteligente, para abrir ou fechar as portas, incluindo a traseira, basta apenas pressionar um pequeno botão existente no exterior de cada porta. No que a propulsores diz respeito, para já, as opções dividem-se entre uma unidade a gasolina de 1.6 litros com 81kW/153Nm ou uma outra a diesel de 1.5 litros com 63kW/200Nm, pelo que mais tarde será introduzida uma outra, a diesel, com uma potência superior. PUB

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Smart fortwo cdi: campeão de CO2 no passado e no presente O Smart fortwo cdi mantém uma posição de liderança rança entre os automóveis mais amigos do ambiente. Actualmente, o Smart fortwo cdi emite apenas 86 g/km de CO2. Entre as principais características do bem sucedido dido Smart fortwo ntal. está o seu elevado nível de compatibilidade ambiental. sta exigência apreEste inovador modelo a diesel sempre cumpriu esta sentando emissões de CO2 de apenas 88 g/km, o valor mais baixo a bustão. nível mundial para veículos com motores de combustão. rde, com emissões Agora, o Smart fortwo estabelece um novo recorde, o manual “softip”), de 86 g/km e um consumo de 3,3 l/100 km (no modo mantém assim o título de Campeão de CO2. m o consumo e as Para tal, os engenheiros da Smart melhoraram m, entre outros emissões de CO2 do Smart fortwo cdi, que incluem, desenvolvimentos, a optimizada aerodinâmica do veículo. elhorou A redução de 7 mm na altura da suspensão melhorou te moas características de resistência ao rolamento deste delo. oneiro “Em paralelo, a Smart continua o seu papel pioneiro rumo à mobilidade individual, com nível zero de emissões, com o Smart fortwo electric drive”, revela Marc escenLangenbrinck, director executivo da Smart que acrescenm série ta: “Em Novembro de 2009 iniciámos a produção em nho de uma de 1.000 unidades, estando previsto para 2012 o sonho el da Smart como condução isenta de emissões. Isto confirma o papel estabelecedora de tendências, há 10 anos como o primeiro carro cictrico”. tadino e agora entre os automóveis com motor eléctrico”.

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Citroen C3: Belo, jovem e inteligente O novo CITROËN C3 tem um objectivo ambicioso: renovar um «best-seller», que já vendeu mais de 2 milhões de exemplares. A fórmula escolhida: reter o melhor do C3 e ir mais longe com muitos argumentos para seduzir: • Personalidade única e valorizadora, com um estilo mais arredondado e um elevado nível de acabamento que estabelece um novo patamar no segmento. • Arquitectura inteligente que permite uma habitabilidade fora do comum, apesar de se manter entre os modelos mais compactos do mercado. Um truque que vai ao encontro da exigência actual do mercado de ter mais por menos. • Dinâmica impressionante e razoável, com uma síntese que tem vindo a progredir no prazer de condução e no conforto, tanto em cidade como em estrada, controlo sobre o consumo de todos

os motores e um programa de redução das emissões de CO2 ambicioso. As suas prestações no melhor nível do segmento permitem ao novo CITROËN C3 assumir um papel de primeiro carro para clientes particulares e de veículo principal nas frotas. Mas o novo C3 oferece mais. Graças ao seu pára-

brisas Zenith, ele é único. Para além da luminosidade e visibilidade que oferece, este vidro permite aos passageiros experimentar com o nosso Visiodrive uma experiência automóvel inédita.

Personalidade única. O novo CITROËN C3 conserva nos seus genes as expressões arredondadas e de

protecção, associando agora mais dinamismo graças a linhas mais tensas e fluidas. Recupera o equilíbrio das formas arredondadas do C3 actual, sublinhadas pelos arcos que desenham a carroçaria. Sinais exteriores distintivos permitemlhe diferenciar-se dos seus concorrentes. O seu estilo ganha tam-

bém dinamismo, com linhas mais incisivas, mais suaves e mais aerodinâmicas. O interior do novo C3 inspira-se nos códigos dos veículos Premium e, muito particularmente, no DS3. Ele materializa assim a vontade da Citroën em elevar a gama, oferecendo aos seus clientes os melhores níveis de conforto e estatuto. Com um novo conjunto de instrumentos que agrupa dois mostradores analógicos e um ecrã LED digital, o tablier tem assim um desenho retro e chic mas ao mesmo tempo muito «high-tech».

Desempenho. O novo C3 oferece um comportamento em estrada perfeitamente adaptado à definição do modelo e à imagem da Marca. Isto traduz-se pela prioridade dada sempre à segurança e um prazer de condução claramente em progresso, tudo isto

enquanto é assegurado o melhor nível de conforto. O novo CITROËN C3 chega ao mercado com uma forte dinâmica de redução da emissão de CO2. Por isso, ele possui desde o lançamento de uma versão de 99 g/km de CO2, com o motor HDi FAP 90. O novo C3 beneficia obviamente de motores ecológicos e económicos na utilização: 3 blocos HDi (70, 90 e 110 FAP) e 4 unidades a gasolina cumpridoras da norma EuroV (1.1, 1,4i, VTi95 e VTi 120). Todos estão acoplados a caixas de 5 velocidades manuais, excepto o HDi 110 FAP, que disponibiliza uma caixa de 6 velocidades, e o VTi 120 que deixa ao cliente a escolha entre uma caixa de 5 velocidades ou uma caixa automática de 4 relações. As emissões de Co2 do novo C3 estão perfeitamente enquadradas com a liderança ambiental e as exigências da Marca. PUB


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especial

aut

móvel

Incentivo à compra de carros eléctricos limitado a 5 mil unidades até 2012 O Governo vai limitar às primeiras cinco mil unidades o incentivo de 5 mil euros, concedido a quem comprar um veículo eléctrico até final de 2012, indica uma proposta preliminar do Orçamento do Estado 2010. A medida implica, assim, um montante máximo de incentivos de 25 milhões de euros. No documento, ao qual a Lusa teve acesso, o Governo estabelece os “incentivos à aquisição de veículos eléctricos” e indica que “assegura a orçamentação” de um “incentivo de 5.000 euros à aquisição, por particulares, de veículos eléctricos, que será atribuído, até ao final de 2012, na compra dos primeiros 5.000 novos veículos automóveis exclusivamente eléctricos”. A medida tinha sido anunciada em Julho último pelo primeiro-ministro, José Sócrates, que, na altura, indicou que esse montante de incentivo chegará a 6.500 euros “no caso de essa aquisição resultar do abate um veículo usado”. Na proposta de OE2010, está igualmente explícita esta medida, nomeadamente o “incentivo de

1.500 euros ao abate de automóveis ligeiros em fim de vida por troca com a aquisição de novos veículos automóveis exclusivamente eléctricos, que pode ser cumulável com o benefício previsto na alínea anterior”. Já em relação às empresas que optem por ter a sua frota, constituída por veículos eléctricos, o primeiro-ministro afirmou, em Julho, que terão uma redução de 50% em IRC. Também essa possibilidade está prevista no OE2010, no número 2 do artigo 155. “As aquisições de frotas de veículos exclusivamente eléctricos pelas empresas podem beneficiar, em 2010, de uma majoração de gastos até 50% em sede de IRC, nos termos e condições previstas no artigo 34.º do respectivo Código com as alterações introduzidas pela presente lei”. No final do Conselho de Ministros a 3 de Dezembro, o titular da pasta da Economia, Vieira da Silva, referiu que os cidadãos que adquir am carros eléctricos terão isenção do imposto sobre veículos e do imposto único sobre circulação.

Jornal da Bairrada 25 | Fevereiro | 2010

Carta de Condução: Troca passa a ser possível nos balcões dos CTT A partir de agora, passa a ser possível levantar as novas cartas de condução na estação dos CTT mais próxima da residência do condutor, por troca com as cartas antigas, dispensando a ida aos balcões do IMTT. Desta forma, facilita-se a entrega dos novos títulos aos respectivos titulares, que poderão manter a carta em sua posse até à emissão do novo título. Esta funcionalidade aplica-se nas revalidações da carta de condução, na substituição por alteração de elementos (nome, mudança de residência, habilitação a nova categoria) e nos casos de rectificação administrativa. O processo tem início, com o pedido de revalidação ou substituição da carta de condução, através dos Serviços On-line do IMTT – disponível para portadores de carta de condução de modelo comunitário (formato cartão de plástico) e com senha de acesso às declarações electrónicas da Direcção-Geral dos Impostos ou Cartão do Cidadão. Os condutores podem também solicitar a revalidação ou substituição da carta de condução nos balcões de atendimento do serviço regional e distrital do IMTT, Loja do Cidadão,

Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC) e através de escolas de condução. O processo é simplificado, diminuindo-se drasticamente o número de situações em que o condutor é obrigado a ser portador de uma Guia de Substituição – tal passa apenas a ser exigido nos caso de revalidação em que o pedido é apresentado com uma antecedência inferior a dois meses em relação à data de caducidade. O condutor passa agora a receber em casa um aviso postal para levantar a nova carta na estação dos CTT mais próxima da sua residência, contra a entrega da carta antiga. Trata-se de mais um passo, dado pelo IMTT, no sentido da simplificação de procedimentos, do descongestionamento do atendimento e da redução dos tempos de espera. Na área de condutores, a revalidação, o pedido de segunda via e a alteração de

morada da carta de condução são alguns dos serviços que já estão disponíveis on-line, com uma redução de 10% sobre o valor das respectivas taxas. As taxas dos serviços on-line são pagas através de Multibanco ou por Homebanking. S er v iço s O n - l in e já disponibilizados pelo IMTT a cidadãos, profissionais e empresas nas áreas de:

Actividades de Transportes • Pedido de Inscrição Em Exame para Certificação Profissional;

• Pedido de Emissão de Certificados Profissionais; • Pedido de Licenciamento de Veículos

Condutores • Pedido de Revalidação de Cartas de Condução; • Pedido de Alteração de Morada constante da Carta de Condução; • Pedido de Duplicado ou 2.ª Via da Carta de Condução;

Veículos • Pedido de 2.ª Via de Certificado de Matrícula • Certidões de Veículos

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Jornal da Bairrada

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25 | Fevereiro | 2010

XXXXXXX | ESPECIAL 11 aut móvel

Novo Focus Titanium LED com preço referencial Na senda do sucesso alcançado em Portugal, a Ford Lusitana acaba de fazer novo reforço de argumentos no modelo Focus. Assente numa série de pergaminhos que lhe permitiram alcançar mais de 80.000 unidades vendidas no nosso país desde o seu lançamento em 1998, o modelo promete brilhar ainda mais neste início de ano, agora assente na nova série especial Focus Titanium LED. Equipamento completo a preços acessíveis é a base deste novo derivativo, cuja campanha publicitária para a Europa teve Lisboa como palco. Recorde-se que a mesma assenta em filmagens e fotos repletas de luz e efeitos visuais, realizadas em Setembro último, em cenários seleccionados de zonas históricas da cidade, como a envolvente entre a Calçada Nova de S. Francisco e

a Rua Vítor Cordon, a zona ribeirinha de Alcântara, o viaduto da Avenida Infante Santo e a baixa de Algés. O novo Focus Titanium LED apresenta-se oferecendo ar condiciona-

do electrónico automático bi-zona, estofos em pele/ New York, sistema audio Sony CD/MP3, cruise control, faróis de acendimento automático e sensores de chuva, faróis direccionais

e tecnologia LED nas luzes traseiras, vidros escurecidos e jantes de liga leve de 17 polegadas, integrando sistema de aviso de deflação dos pneus. Destaquese ainda o botão de arran-

que Ford Power, associado ao sistema de abertura de portas Ford KeyFree, conjunto que apresenta vantagens para o cliente, não obrigando ao manuseamento da chave para operar e/ou aceder ao veículo. Adicionalmente, inclui ainda o Controlo Electrónico de Estabilidade (ESP), direcção electro-hidráulica assistida (EHPAS), a conceituada suspensão traseira independente Control Blade, o Sistema de Protecção Inteligente (IPS) da Ford, tomada de ligação de equipamentos audio via ficha USB, ou a certificação anti-alérgica dos interiores, para além do sistema de abastecimento de combustível Ford Easyfuel, uma solução que evita erros no abastecimento de combustível, única na indústria. Como opção propõemse, entre outras soluções, o sistema Bluetooth com

V2C (Voice to Control) em Português, associados aos vários sistemas de audio e/ou de navegação previstos e os diversos opcionais isolados ou incluídos em packs. Para além daquelas, há também novidades de cariz mecânico, sendo que o Focus Titanium LED conta com um motor Duratorq 1.6TDCi (de 90 ou 109cv) com emissões de apenas 115 g/km de CO2. Em termos de preços, os valores praticados para o Focus Titanium LED reforçam substancialmente a competitividade do modelo no seu segmento, apresentando-se imbatíveis face ao equipamento oferecido. Note-se que os valores são ainda mais atractivos se o cliente dispuser de uma viatura com mais de 10 anos para entrega ao abrigo do EcoIncentivo Ford, permitindo-lhe uma poupança de 1.500 euros. PUB

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