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ano|65 número|41 valongo

31 de JUlHO 2013 autárquicas

PRESIDENTE PROPÕE SOLUÇÃO AOS CTT (pag. 5

PSD APRESENTA INDEPENDENTE PARA A JUNTA DE VALONGO

amarante

autárquicas

CANDIDATURA PS A VILA REAL COM “PARTO DIFÍCIL”

ESTÃO DE VOLTA OS

PILHAGALINHAS

(pag. 10

Com o apoio de Maria José Azevedo

JOÃO PAULO BALTAZAR

(pag. 11

(pag. 13

ESCOLA SECUNDÁRIA

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA LANÇA AVISO A LISBOA:

“ESTAMOS APRESENTOU A CHEGAR ” E T I M I L O A CANDIDATURA (pag. 3)

(pags. 08-09)

A T A G S E R A C ÂMAR

S O H N O S S O D ESTÁDIO

ermesinde

(pag. 5

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ESPAÇOdeOpinião Confusão no seio do PS Valongo

“Inundação” Óscar Queirós

Imagine uma boda em que grande parte dos convidados não conhece sequer os nubentes. Não são familiares, nem amigos, apenas pessoas – inesperadamente e a eito – colhidas na rua para enfeitar a festa . E porquê? Simplesmente porque o noivo se zangou com os principais membros da família (aqueles que arrastam os outros) e desprezou parte dos restantes. Ora, com desposório marcado, seria desolador ir para lá sozinho.

A comparação pode ser disparatada mas foi a primeira que me veio à cabeça quando me pus a pensar no desempenho de José Manuel Ribeiro (JMR) à frente do PS Valongo, com especial ênfase para a elaboração das equipas do partido para a Câmara e Assembleia municipais. Jovem simpático, bom e filho de boa gente, JMR tem talentos insofismáveis mas em determinadas situações revela-se um desastre. Concretizando: quando ganhou o PS de Valongo, em lugar de procurar tratar as feridas que sobraram

QUINZENÁRIO

Propriedade: Condor, Lda. Apartado 206 - 4440-000 VALONGO Cont.: 508 923 190

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da luta com Afonso Lobão – ainda ninguém percebeu porque não voltou a ser o candidato do partido da rosa – , tudo o que fez resultou no seu contrário. E daí só podia resultar a saída não apenas de Lobão mais de muito mais boa gente, daquela que, ano após ano, durante mais de três décadas, conseguiu aglutinar no partido muitos dos melhores valonguenses. JMR conseguiu o impensável: do pequeno rego de água que contra si corria e lhe molhava os pés, fez um rio transbordante que tudo levou à frente. E com tanto ímpeto que em lugar de Ribeiro, bem lhe poderiam chamar José Manuel Inundação. Desastrado e notoriamente desfasado da realidade (não reside no concelho) JMR agiu assim, esquecendo-se que estava prestes a “pedir a mão” da Câmara e que para isso eram essenciais as pessoas (e seu prestígio), de Ermesinde, Campo, Valongo e Sobrado (sobretudo da primeira), que empurrou ou deixou ir, sem lhes deitar a mão, no turbilhão que provocou. “Sobraram muitos”, ter-se-á desculpado a si mesmo. Sendo essencial alguém (de Ermesinde) para seu escudeiro – o n.º 2 – o pretendente partiu convidar os mais prestigiados. Um a um, os principais rejeitaram

a invitação. Casimiro Gonçalves, ex-presidente da Junta, Casimiro de Sousa (que entretanto declarou apoiar JPB), o empresário Jorge Gonçalves, Fernando Pereira, uma conhecida advogada, todos consagrados ermesindenses, fizeram-lhe o gesto que imortalizou Bordalo Pinheiro. O “sim” acabou por surgir, vindo da 7.ª escolha, de um homem do PRD. Seria legítimo pensar que, mais remendo, menos remendo, finalmente, alguma paz regressaria ao seio da desavinda família. Nem por isso. Parecendo rejeitar ambientes serenos, JMR voltou a mostrar inabilidade, semeando nova tempestade aquando da composição das listas à Assembleia. Apreensivo e impressionado com o facto de Maria José Azevedo, António Gomes, Jorge Videira, José Carvalho e Manuel Dias, entre muitos outros fundadores da “Coragem de Mudar”, terem publicamente assumido o apoio ao actual presidente, João Paulo Baltazar, o candidato do PS foi acometido de feroz lazeira de “independentes”. Deixou para trás a família (PS) e foi pescar ao orfanato “Coragem de Mudar”, cujos fundadores e outros simpatizantes de influência há muito se passaram, de baú ao ombro, para as hostes do adversário.

No orfanato JMR foi recebido como bóia por iminente afogado. Esfusiantes de alegria, terá até havido quem tripudiasse de prazer, como foi o caso relatado do infeliz que mais gritou e grafou durante anos para que o vissem e convidassem para a mesa do poder. Está feito. E neste caso particular, se for eleito, se outros talentos não lhe reconhecerem, poderá ir a bobo pois de certeza que vai pelo menos fazer rir o bom Povo. Quem com poucas razões ficou para festejar foi o PS de Valongo e aqueles seus militantes de todas as horas. Tanto trabalho, tanto apoio, tanta luta, pelo partido de sempre, para finalmente perceberem o pouco valor que tinham para o seu dirigente. Se adivinhassem… O que está feito, está feito. E o Povo dirá se os “independentes” arrolados por JMR para a Assembleia lá terão assento. Quem se afastou, deliberadamente, de tamanha assuada foi o PS de Alfena. Estão de longe… a ver. Haja o que houver, algo parece já garantido: em Setembro lá voltarão os ajustes de contas. E os amigos recentes serão os primeiros a lançar a primeira pedra.

31 de julho 2013

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Ermesinde

••• ermesinde 30 anos à espera de melhores condições na escola secundária

Assembleia de freguesia lança aviso a Lisboa: “Estamos a chegar ao limite” A população de Ermesinde está cansada e indignada pela falta de palavra dos sucessivos governantes. Já lá vão três décadas e, malgrado as inúmeras promessas, a Escola Secundária continua a assemelhar-se a um “estabelecimento de ensino” como os que se vêem nos mais pobres dos países africanos. A falta de condições é tão ostensiva que há quem lhe chame – com justificada razão – o “barracão”! Fartos

de esperar pelo que nunca mais chega – e nem sequer exigem nova escola mas antes obras e equipamento que lhe dêem o mínimo de dignidade e funcionalidade – os eleitos da Assembleia da Freguesia, presidida por Raul Santos, fizeram sua a voz do Povo e aprovaram uma moção de repúdio e indignação que integra um sério aviso: “estamos a chegar ao limite”. Eis o que dizem e sentem os eleitos de Ermesinde:

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“SE NÃO FAZEM, DEIXEM FAZER! Apesar das diversas tentativas da Direcção da Escola, da Associação de Pais, da Junta da Freguesia, da Câmara Municipal, das Assembleias de Freguesia e Municipal, no sentido de se encontrar uma solução possível para a melhoria das condições da Escola, ainda não conseguimos “ver a luz ao fundo do túnel”. Abandonada que foi a promessa de uma Escola de Luxo, resta-nos apenas aguardar um milagre. Acreditamos que os erros cometidos têm de ser reparados mas por favor não façam os alunos pagar por esses erros. O desinvestimento na Espub

cola Secundária de Ermesinde está a atingir proporções danosas. Uma escola que se espera que seja para todos está agora a tornar-se numa escola para aqueles que não encontram alternativas. É desumano manter os alunos naquelas condições. Há 30 anos a Escola Secundária de Ermesinde era e ainda hoje é, conhecida como “armazém das batatas”. Hoje esta a tornar-se num “barracão”. Entendemos a crise e todos os argumentos que possam ser usados para adiar o investimento porém, estamos a chegar ao limite. As instalações e equipamentos não estão minimamente à altura da qualidade do ensino e do acompanhamento prestado aos alunos. A comunidade educativa, que dá diariamente o seu melhor, merece outra atenção! Vemos os nossos alunos a procurar alternativas nos concelhos vizinhos pois não reunimos condições mínimas para que a escola tenha um espaço agradável. A degradação do imóvel com consequências na salubridade dos espaços põe em causa a saúde dos alunos e até a qualidade do ensino. As inúmeras diligências levadas a cabo pelos Pais, pela Escola, pela Câmara Municipal, pela Assembleia

Municipal, pela Junta da Freguesia, pela Assembleia de Freguesia recebem sempre como resposta: «Está nas nossas prioridades». Chega de adiamentos sucessivos. A comunidade escolar não quer uma escola nova. A Comunidade necessita urgentemente de uma escola com condições mínimas para que seja devolvida a dignidade à Escola Secundária de Ermesinde. Abdicamos de projectos pagos a preço de ouro, de sistemas de climatização que rebentam orçamentos. Os jovens de Ermesinde também são gente! Ermesinde quer continuar a acolher os seus jovens e garantir-lhes condições para aqui concluírem a escolaridade obrigatória. Assim, a Assembleia da Freguesia de Ermesinde delibera: - Manifestar a sua indignação pelo facto de não ser dado o passo necessário para que as instalações degradadas possam acolher, com o mínimo de dignidade os estudantes da nossa Cidade. - Manifestar o seu desagrado por ainda não ter sido disponibilizado o prometido equipamento informático, que permita o mínimo de condições a alunos e professores, para uma aprendizagem que permita aos nossos alunos, atingir ainda melhores resultados;

- Lamentar o facto de, mais uma pausa lectiva, sem que se preveja quaisquer intervenções de manutenção do edifício; - Exigir ao Ministério da Educação respostas formais às nossas questões. - Convidar o Exmo. Sr. Ministro da Educação a estar presente na Escola Secundária de Ermesinde no primeiro dia de aulas Ano Lectivo 2013/2014. A presente Moção, depois de Aprovada, deverá ser dada a conhecer a todas as individualidades a convidar, bem como remetida à comunicação social e a todos os representantes da Comunidade Escolar”. O texto da moção, cujo principal destinatário é o Ministério da Educação e Ciência, foi dado a conhecer ainda à Junta da Freguesia de Ermesinde, à Câmara Municipal de Valongo, à Assembleia Municipal de Valongo, ao Agrupamento de Escolas de Ermesinde e à Associações de Pais do Agrupamento. Talvez uma posição conjunta e inequívoca de todas estas entidades consiga agora o que desde há 30 anos Lisboa nega. É mais que tempo de o poder central deixar de tratar os ermesindenses, sobretudo a população estudantil, como “casta inferior”. “Basta!”, dizem eles.

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Campo - Valongo Rancho Regional de Campo

XXIV Festival de Folclore

Foi mais um êxito a juntar ao rol de sucessos que vai acumulando o Rancho Regional de Campo (Valongo), exemplar organizador de mais uma edição – a 24.ª – do festival de folclore que tem distinguido a freguesia e o concelho.

A iniciativa, que contou com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, trouxe este ano até aos pátios da Escola Secundária os ranchos convidados de Abrantes (“os Camponeses”, de Vale de Mós), Mira-Serra, de Louções, Turquel (Alcobaça), o Grupo Folclórico da Região de Arganil, o rancho da Associação Cultural e Recreativa das Termas do Carvalhal (Castro d’Aire) e o Rancho das Lavadeiras de Gondufe (Ponte de Lima). Recebidos no Centro Cultural de Campo onde tiveram como anfitriões, além do Rancho de Campo, os presidente da Câmara e da Junta, os grupos convidados foram agraciados com prendas da terra, tendo seguido para um jantar convívio, nas instalações da escola Basica e Secundária, seguindo depois em animado cortejo até ao local de actuação onde, aí sim, deram mostras de belíssimos, rigorosos e fieis depositários do cancioneiro popular, danças e tradições das respectivas zonas de origem, o que mereceu da parte do numeroso público assistente o justo e entusiástico reconhecimento, traduzido por longas salvas de palmas. No fim não faltou quem desejasse que o tempo corresse “depressa” para assistir à 25.ª edição, multiplicando os parabéns aos participantes, muito especialmente ao organizador, o dinâmico Rancho Regional de Campo

Festa das associações É um dos principais sinais da chegada do Verão a Valongo. Referimo-nos à Semana das Colectividades da Vila de Campo que decorreu entre os dias 14 e 20 deste mês que agora chegue ao fim. O palco, como habitualmen-

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te, foi recinto exterior da Escola Padre Américo e juntou as associações e outras colectividades da freguesia numa mostra que ano após ano aquece as noites da vila e prova o dinamismo das suas gentes e associações. Este ano foi

mais um exemplo. De salientar que para a grandeza do evento, organizado pelas associações e Junta de Freguesia, nunca foi regateado o apoio e colaboração da Câmara Municipal

Feira de Artesanato da Vila de Campo O objectivo foi a divulgação do artesanato local e teve por isso a participação de vários artífices de Campo que, de tenda montada, deram a conhecer no último sábado a quem os visitou, os seus talentos no fabrico de bijuterias, bordados, acessórios de moda, peças em EVA, objectos com materiais reciclados, etc. O evento decorreu no jardim que ladeia a sede da autarquia.

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Ermesinde - Valongo

Unanimidade na compra do Estádio de Ermesinde

Câmara resgata Estádio dos Sonhos Em pouco mais de um ano a Câmara Municipal de Valongo conseguiu resolver o problema da propriedade dos campos de jogos em Sobrado, Campo e Ermesinde. O caso mais recente é precisamente do Estádio dos Sonhos, em Ermesinde, que estava na posse de um privado há cerca de uma dezena de anos. Na última reunião de Executivo foi aprovada por unanimidade o acordo com o privado IMOSÁ que prevê a permuta de terrenos com a Câmara Municipal de Valongo, passando o Estádio de Sonhos a ser municipal. Em troca a autarquia passa a propriedade do Complexo Desportivo dos Montes da Costa e paga 300 mil euros. O presidente da Câmara, João Paulo Baltazar, fez questão de frisar o longo caminho percorrido para chegar ao acordo que permite a

salvaguarda do recinto que é património representativo da cidade de Ermesinde. “É o Estádio dos Sonhos, uma área emblemática que queremos salvaguardar”, realçou. Tal como explicou o autarca, o Estádio dos Sonhos, que era do Ermesinde Sport Clube, estava na posse de um privado há já aproximadamente uma dezena de anos e era intenção da autarquia construir um estádio municipal na cidade de Ermesinde, facto que deixou na expectativa do privado a valorização do terreno, uma vez que ficaria vago. “Porém”, acrescentou João Paulo Baltazar, já no início deste mandato foi necessário “fazer uma inversão no projecto de construção de um estádio municipal, dado que seria necessário um investimento global que rondaria os cinco milhões de euros”, montante que se revelava “insuportável” para a autarquia, e por isso

indicador de que “não era possível seguir esse caminho”. A solução passou então pela aquisição do Estádio dos Sonhos para património municipal. Assim, a compra do equipamento será feita

de conflito em termos urbanísticos) e entregar mais 300 mil euros à IMOSÁ. Segundo o presidente da autarquia, existem agora dois caminhos que podem ser seguidos: a remodelação do estádio

compra do estádio, o autarca contou que “não foi um caminho simples porque as partes envolvidas têm um conjunto de expectativas que têm de ser respeitadas e aceites na discussão”. João

através da permuta de terrenos, cabendo à Câmara Municipal de Valongo entregar o Complexo Municipal dos Montes da Costa (não tem as medidas necessárias para jogos oficiais e tem sido alvo

com verbas provenientes do próximo QREN (2014/2020) ou proceder a algumas alterações que permitam ter as condições aceitáveis para a prática desportiva. Para chegar ao acordo de

Paulo Baltazar revelou que “começou num valor superior, mas as avaliações feitas diziam que os valores não poderiam ser muito distantes, para cima, dos 300 mil euros”.

O presidente da Câmara assegurou aos vereadores que no acordo foi ainda garantido que o Complexo dos Montes da Costa poderá ser utilizado pelo menos até ao final da época de 2015, assegurando assim também que, até lá, são feitas as intervenções de remodelação no Estádio dos Sonhos e que podem voltar a desenvolver-se as actividades desportivas com as condições necessárias. Finalmente, João Paulo Baltazar deu nota da existência de uma penhora do Estádio dos Sonhos nas Finanças, feita pela IMOSÁ. O presidente da Câmara deixou bem claro que não haverá qualquer pagamento ao privado enquanto a situação da penhora não estiver resolvido. A solução para o Estádio dos Sonhos, em Ermesinde, foi aprovada por unanimidade e mereceu rasgadas congratulações da parte do vereador independente Afonso Lobão.

João Paulo Baltazar enviou ofício ao Conselho de Administração dos CTT

Concentração de centros de distribuição postal pode ser a solução Empenhado em ajudar a encontrar a solução para a possível deslocação do Centro de Distribuição dos CTT de Valongo para o concelho vizinho de Gondomar, o presidente da Câmara Municipal reuniu com a Comissão de Trabalhadores e enviou um ofício ao Conselho de Administração dos CTT. No entender de João Paulo Baltazar, a solução pode passar pela concentração dos centros de distribuição existentes no concelho. Na carta enviada ao Conselho de Administração dos CTT, o presiden-

te disponibiliza a Câmara Municipal de Valongo para ajudar a encontrar um espaço com dimensão suficiente que permita concentrar os centros de distribuição de Valongo e Ermesinde, evitando assim a deslocação do Centro de Distribuição de Valongo para Gondomar e a temida degradação dos serviços de distribuição de correio pelas freguesias de Valongo, Sobrado e Campo. Segundo João Paulo Baltazar, a concentração dos serviços no Centro de Distribuição de Ermesinde já terá sido apontada à administração da empresa que a recusou pelo facto das insta-

lações não terem as dimensões necessárias. Depois de auscultada a opinião da Comissão de Trabalhadores, o presidente da Câmara decidiu então enviar um ofício ao Conselho de Administração dos CTT, disponibilizando a autarquia para encontrar um local para os referidos serviços no concelho. A possibilidade de deslocação do Centro de Distribuição para Gondomar, a seis quilómetros da freguesia de Valongo, já motivou a realização de uma greve de carteiros no passado dia 2 de Julho. Na sequência da greve, fonte dos CTT ga-

rantia que a possibilidade de deslocação do giro dos carteiros para Gondomar estava a ser estudada porque essas instalações “tem melhores condições para o tratamento da correspondência e de conforto, segurança e higiene do trabalho para os carteiros”, garantindo que os postos de emprego dos trabalhadores do Centro de Distribuição de Valongo estão assegurados. Refira-se ainda que os partidos políticos com assento na Assembleia Municipal de Valongo aprovaram uma moção conjunta contra “a deslocação e encerramento do CDP de Valongo”.

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Área Metropolitana

PSD apresenta independente para a Junta de Valongo

MANUEL POÇAS, candidato pelo PSD à Junta de Freguesia de Valongo, efetuou a sua apresentação formal, em sessão que decorreu há dias no Auditório António Macedo, em Valongo. Com o espaço a abarrotar, intervieram César Vasconcelos, presidente da Comissão Política Concelhia da JSD, Rosa Maria Martins Rocha, presidente do Núcleo de Valongo do PSD e João Paulo Baltazar, Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Valongo e candidato à Câmara Municipal de Valongo. Estes oradores tiveram um ponto comum nas respectivas intervenções ao considerar que, atendendo ao momento de crise por que está a passar o país e Valongo, a prioridade para o próximo mandato da Junta de Freguesia é o apoio àqueles que, por razões várias, se vêem confrontados com situações socialmente gravosas. E “é isso que explica que a escolha do PSD/Valongo tenha recaído sobre Manuel Poças”, um independente com um percurso intimamente ligado à solidariedade, sobressaindo nos últimos anos a sua liderança na Associação Para o Desenvolvimento de Susão, instituição que anualmente distribui dezenas de alimentos e disponibiliza o mais diverso material ortopédico a quem dela necessita e não possui capacidade financeira

para o adquirir, além de respostas a outras situações de fragilidade social que, infelizmente, não têm faltado. Profissionalmente Manuel Poças esteve sempre ligado à banca, onde atingiu lugares de direcção e é recordado pela “seriedade, dedicação e lealdade”, características que os seus apoiantes reputam fundamentais e ajustadas para as funções a que agora se candidata. Usando da palavra, o candidato explicou esta incursão na política defendendo que, para as

eleições autárquicas, independentemente dos partidos, o voto deverá ser na experiência, nas ideias, nos

Santo Tirso

Câmara cede antiga escola de Vila das Aves a associações locais

projectos, nas pessoas. E referiu as suas prioridades: - acção social, actividade cultural e educativa, associativismo, identidade e património, juventude e desporto, população sénior e ambiente e qualidade de vida. A apresentação terminou com uma surpresa preparada por amigos da Turma de Tradições da Universidade Sénior de Rotary de Valongo (instituição a que dedica muito do seu tempo) que, espontaneamente, subiram ao palco para, com o candidato,

entoarem algumas canções do seu reportório.

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Sobrado

DISTRIBUÍDO BOLETIM INFORMATIVO DA JUNTA DE CAMPO COM PROPAGANDA DO PS Não se percebe bem se os responsáveis da candidatura do PS à união das freguesias de Campo e Sobrado andam de cabeça no ar ou se estão em maré de azar e tudo lhes corre mal. Mas vamos aos factos: há

dias uma empresa de distribuição percorreu Sobrado deixando nas cai-

xas de correio da freguesia um boletim informativo sobra a actividade da Junta de Campo (!). Se isto pasmou os sobradenses, mais espantados ficaram ao descobrir que no seu interior estava um panfleto de pro-

paganda da lista PS à nova freguesia (união de Campo e Sobrado).

Esta “mistura” da coisa pública com propaganda partidária, de legalidade e gosto duvidosos, provocou descontentamento em muita gente que não se coibiu de considerar o facto como “inaceitável promiscuidade e aproveitamento”. Ao que apuramos, o mesmo aconteceu em Campo, onde, sendo “compreensível” a distribuição do boletim da freguesia, espantou muitos pela “integração” do panfleto partidário. A notícia do insólito caso chegou ao conhecimento de alguns membros da CDU, a coligação que integra o executivo presidido por Alfredo de Sousa, que não terão escondido um “enorme desconforto” Queixa ao MP e CNE Ao que o CORREIO DO DOURO apurou, o caso já foi comunicado ao Ministério Público e à Comissão Nacional de Eleições, para apuramento de eventuais ilegalidades. Era escusado, realmente.

Maia

AQUAZUMBA NA QUINTA DA GRUTA Está a decorrer, desde dia 28 de Julho e até 31 de Agosto no Complexo Desportivo Municipal da Quinta da Gruta, a modalidade de Aquazumba, uma actividade lúdico-desportiva ainda um pouco desconhecida entre nós. Trata-se de exercícios normalmente integrados na dança aeróbica, mas executados na água. Diz quem o pratica que se trata de

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“um desporto divertido e eficaz” cuja versão “sem água” tem vindo a conquistar os ginásios portugueses. Segundo o site da Câmara da Maia a entrada é livre para utilizadores do referido Complexo, e decorre aos Sábados e Domingos a partir das 16h00. Haverá aquazumba até final de Agosto.

Decorreu na última semana no Centro Cultural de Vila das Aves a cerimónia de assinatura de protocolos celebrados entre a Câmara Municipal, presidida por Castro Fernandes, e quatro associações de

Com estes protocolos, a Câmara cede, a título gratuito, o direito destas colectividades utilizarem a Escola da Ponte, com obrigações como, entre outras, o uso exclusivo das suas normais actividades (contem-

Vila das Aves, tendo por objecto a cedência, a título gratuito, da utilização das instalações da extinta Escola da Ponte, no Largo Dr. Braga da Cruz, em Vila das Aves. As quatro contempladas são: Associação de Reformados de Vila das Aves (ARVA), Associação Karaté de Shotokan de Vila das Aves, Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola da Ponte e a Cooperativa Cultural Entre-Os-Aves.

pladas nos seus estatutos); zelar pela conservação, limpeza e segurança das instalações, bem como pelo asseio dos respectivos espaços exteriores e proceder às reparações necessárias decorrentes da sua utilização. E não podem: utilizar as instalações para fins diferentes, fazer obras que alterem a função das instalações sem autorização da Câmara Municipal, nem ceder ou sublocar as instalações a terceiros, sem autorização da autarquia.

ALFREDO PERDE N.º 2 POR SOBRADO

Alfredo Sousa, líder da list a socialista candidata à Uni ão das freguesias de Campo e Sobrado, substitui repentinamente José Bento que já estava anunciado como 4.ª figura pela união e 2.º por Sob rado. O CORREIO DO DOURO sabe que este inesperado “rec deve a uma alegada insolvên uo” se cia do candidato em causa, facto que, a confirmar-se, o tornava inelegí vel. O PS só terá tido conhec imento do pretenso impedimento à ulti ma hora e não terá querido correr o risco de ver o tribunal anular a pos sível eleição de Bento. “ Fica para outra vez”, terá dito Alfredo de Sousa à pessoa em causa.

Na Maia já tem Plano de Emergência Social

Está a vigorar, desde 16 de Julho no Município da Maia, o Programa Metropolitano de Emergência Social da Área Metropolitana do Porto. Este Programa destina-se a disponibilizar um apoio financeiro excepcional e temporário a agregados familiares carenciados, em situação de emergência social grave, nomeadamente, no âmbito da habitação, da carência alimentar, de cuidados de saúde e do apoio à educação das crianças e jovens que residam na Maia. Prosseguindo uma política de proximidade e do trabalho em rede, este apoio será implementado atra-

vés dos Gabinetes de Atendimento Integrado Local que se encontram a funcionar há 6 anos, e portanto com uma vasta experiência de intervenção social junto dos agregados familiares maiatos com maiores necessidades socioeconómicas. Para ter acesso a esta resposta social, cada indivíduo (ou agregado familiar) deverá recorrer ao Gabinete de Atendimento Integrado Local da sua área de residência e marcar um atendimento com o técnico responsável. Os interessados poderão obter a lista de documentos necessários consultando a pagina do município na internet.

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Área Metropolitana do Porto

••• gondomar

Festa para milhares de avós “Cubo Mágico” na Câmara da Área Metropolitana Na sequência de um vasto conjunto de visitas e actividades desenvolvidas (neste período de verão) pelos alunos da Sala de Estudo “Cubo Mágico”, coube a vez, no passado dia 26 de Julho, de conhecerem a Câmara Municipal de Gondomar. Encarada como uma verdadeira visita de estudo, esta iniciativa, além de ocupar o dia de uma forma diferente da tradicional, serviu também

Organizada pela Área Metropolitana do Porto, realizou-se a 26 de Julho, e pelo sétimo ano consecutivo, mais uma edição do Dia Metropolitano dos Avós que juntou a iniciativa juntou perto de seis milhares de avós, oriundos de 15 municípios. Realizou-se a 26 de Julho, e pelo sétimo ano consecutivo, mais uma edição do Dia Metropolitano dos Avós. Organizada pela Área Metropolitana do Porto (AMP), a iniciativa juntou, no Pavilhão das Travessas (S. João da Madeira), avós de 15 municípios. O Dia Metropolitano dos Avós é uma iniciativa, de carácter intermunicipal, de re-

conhecimento e valorização do papel que este grupo geracional desempenha na comunidade – num evento que privilegiou a oferta cultural e recreativa dos municípios da AMP, reforçando, assim, toda sua a dimensão metropolitana. A recepção aos participantes foi feita com animação pelo Grupo de Percussão da Associação de Jovens Ecos Urbanos, de S. João da Madeira, pelos grupos “Riscos & Traços” e “Elemento C-CIRAC”, de Santa Maria da Feira, e pelo grupo “Pilha Galinhas”. Depois, durante a tarde, num espectáculo apresentado por Ricardo Couto, actuaram ainda o grupo “Trocopasso” (de Oliveira de Azeméis), a Academia de Danças e Cantares do Norte de Portugal e Re-

Gondomar em peso Gondomar, uma vez mais, marcou forte presença no encontro. Acompanhados pelos vereadores Fernando Paulo e Joaquim Castro Neves (pelouros da Educação e Cultura e do Turismo), os avós de Gondomar foram presença bem notada nestas comemorações.

Milhares no Mundialito quista do título, já conquistado em 2003 na Figueira da Foz, e em 2008, 2009 e 2012 em Portimão. O projecto era o penta mas o destino não quis assim. Frente à selecção de Espanha os portugueses perderam por 3-2. O evento que contou com o envolvimento directo do Município de Gaia e da Gaianima, em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol e a FIFA Beach Soocker World, ultrapassou as melhores expectativas situação que

mo, os 16 alunos visitaram os distintos serviços – colocando, em praticamente todos eles, várias questões sobre o “como” e o “porquê” daquilo que diariamente se faz. A visita abarcou, ainda, uma recepção formal no Salão Nobre da autarquia. Coube ao Vereador Fernando Paulo, responsável pelos Pelouros da Educação e Cultura, receber os jovens enquadrados pelas professoras Cláudia e Susana Correia.

beca, artista de música ligeira portuguesa. Participaram no Dia Metropolitano dos Avós os municípios de Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Oliveira de Azeméis, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, S. João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia.

Futebol de Praia – Portugal falha penta em Gaia

O Mundialito de Futebol de Praia terminou da melhor forma para Gaia, que acolheu milhares de pessoas para assistir ao evento que já preparou o Mundial de 2015 que será também disputado na Praia de Canide. O pior foi a equipa das Quinas que deixou sonhar, com duas grandes exibições frente ao Japão e à Itália mas acabaria vergada perante o poderio espanhol. A selecção portuguesa partiu como favorita à con-

para aquisição de alguns conhecimentos sobre o funcionamento de uma autarquia local. Assim, em pleno horário de funcionamento dos serviços camarários, os alunos do “Cubo Mágico” vieram inteirar-se de algumas das actividades da Câmara de Gondomar, bem como pormenores históricos sobre o edifício dos Paços do Concelho. Acompanhados por técnicas do Pelouro do Turis-

ficou bem ilustrada quando no último dia, cerca de meio milhar de adeptos tiveram de regressar a casa para assistir ao jogo pela televisão, uma vez que o espaço, com capacidade para cerca de 1.500 pessoas, foi pequeno para tanto público. Mário Fontemenha, vereador do Desporto e do Turismo da Câmara Municipal de Gaia, e Ricardo Almeida, presidente da Gaianima, participaram na entrega de prémios aos vencedores.

Verão Activo em Paços de Ferreira Arrancou no início desta semana o 2º período do Verão Activo 2013, uma iniciativa da Câmara de Paços de Ferreira, destinada aos jovens do concelho, com idades entre os 12 e os 17 anos. O 1º período terminou no final da semana anterior e envolveu um grupo de meia centena de jovens.

xar os filhos durante o dia, e uma ajuda para os jovens no desenvolvimento das suas competências. Ao longo do 1º período, que terminou na passada sexta-feira, os jovens participantes tiveram oportunidade de se envolver em inúmeras actividades: caminhada, cinema, paintball, piscina, visita ao Museu e realização de trabalhos relacionados, vi-

artes plásticas, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude e um sobre música, em colaboração com a Compaços, Associação de Preservação e Dinamização Musical de Paços de Ferreira. O Programa Verão Activo nasceu em 1998, por iniciativa do então vereador Pedro Pinto e já mobilizou milhares de jovens.

Nas férias de verão o município pacense proporciona dois programas distintos: o Movimentos, para jovens dos 6 aos 12 anos e o Verão Activo, para jovens entre os 12 e os 17. Ambos constituem um importante apoio para as famílias, que não têm onde dei-

sita ao Monumento da Rota do Românico e contacto com esta temática e conversa com o presidente do município, Pedro Pinto, na Casa da Eira do Parque Urbano. Para além destas actividades, neste 2º período os jovens vão aprender a fazer surf e haverá dois workshops, um de

Este projecto desenvolve-se todos os anos em parcerias e para a edição deste ano o Município conta com a colaboração do “Percursos (de)talhados”, no âmbito do Programa Escolhas 5ª Geração do CLDS + e do Instituto Português do Desporto e Juventude.

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Valongo No Fórum Cultural de Ermesinde repleto e com o apoio de Maria José Azevedo

João Paulo Baltazar apresentou candidatura Freguesia de Ermesinde, Guilherme Roque por Alfena, Manuel Poças para Valongo e João Paulo Pereira à União de Freguesias de Campo e Sobrado. João Paulo Baltazar aproveitou a ocasião para fazer um balanço das políticas desenvolvidas nos últimos anos, recordando que nos últimos anos, sob a liderança de Fernando

as contas em dia: “a bandeira da câmara falida que a oposição tanto gosta de acenar está rota”, atirou. Ainda sobre o passado mais recente, já consigo à frente dos destinos de Valongo, o candidato falou da remodelação que realizou na estrutura do município que reduziu as chefias e o número de funcionários mas não implicou a redução de ser-

Melo, foi possível satisfazer as necessidades básicas, permitindo por exemplo que Valongo tenha uma percentagem de 95 por cento de co-

viços prestados à população, tendo mesmo aumentado as empreitadas por administração directa. Também na base da proximidade com a

bertura ao nível da rede de abastecimento de água e de saneamento. Situação financeira da câmara O candidato realçou, sem esconder orgulho, ter conseguido o reequilíbrio financeiro, “meta su-

população foi criado o Gabinete de Apoio ao Munícipe, num modelo que será extensível às cinco localidades, estando previsto a abertura em breve na cidade de Ermesinde. João Paulo Baltazar orgulhou-se ainda de

prema” por si alcançada este ano, resultado já do seu desempenho como presidente da autarquia; outro coisa que salientou refere-se facto de, actualmente, a câmara ter todas

em pouco tempo ter conseguido resolver os problemas de propriedade dos campos de jogos de Sobrado, Campo e Ermesinde, alguns deles com processos que decorriam há já

Compro

m

“Promet isso o humil da de, dedi cação, ri gor e trabalh o, muito trabalho ” “Uma candidatura de todos e para todos” foi como João Paulo Baltazar definiu o seu projecto para no final de Setembro reconquistar a liderança da Câmara Municipal de Valongo. Foi no Fórum Cultural de Ermesinde, a rebentar pelas costuras, que o actual presidente da autarquia valonguense deu a conhecer as linhas estratégicas para o futuro, não esquecendo de analisar o presente e os resultados da política de rigor que imprimiu desde que assumiu a presidência. Sob o lema «A Vitória de Todos» o projecto do actual presidente da Câmara passa por “manter uma política de proximidade com as pessoas”, apostando na responsa-

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bilidade e competência “em prol da população do concelho” de Valongo. Para o candidato social-democrata as pessoas são a principal riqueza do concelho, a par de outras “excelentes potencialidades” como

as acessibilidades – a rede de auto-estradas e a ligação por caminho-

-de-ferro. João Paulo Baltazar apontou ainda o património ambiental, onde se inserem as serras e os rios, como uma mais-valia essencial para o concelho. Ao classificar as pesso-

as como “património maior e sem preço”, o presidente-candidato realçou as colectividades e a sua dinâmica, designadamente em termos de programação cultural. Refira-se que grande parte dos dirigentes associativos concelhios estiveram presentes na sessão de apresentação da “Vitória de Todos”, uma candidatura “de todos e para todos” como fez questão de sublinhar o cabeça de lista do PSD valonguense. João Paulo Baltazar afirmou ser “candidato porque quero” e enfatizou o seu querer: gerir a autarquia “com humildade, dedicação, rigor e trabalho, muito trabalho”. “A Vitória de Todos” é também “a conquista das assembleias de freguesia”, cujos candidatos às cinco núcleos urbanos já estão escolhidos: Luís Ramalho à Junta de

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duas décadas. “Mas para além de tudo isto”, acrescentou, “foi possível criar novas oportunidades de negócio no concelho”, facto saliente, tendo em conta a actual situação do país. E deu o exemplo da recente chegada de uma empresa holandesa, a EDC internacional, para o Edifício Faria Sampaio, em Ermesinde, que permitirá, a muito curto prazo, a criação de cerca de uma centena de postos de trabalho e, a mais longo prazo, perto de 600 novos empregos. Não menos importante foi o passo dado este ano para a classificação da Bugiada como Património Imaterial da Humanidade, preten-

lação, João Paulo Baltazar anunciou que serão realizadas reuniões periódicas nas cinco localidades para receber os munícipes nesses espaços. No que toca à Educação, o autarca e candidato frisa que prosseguirá o investimento no património escolar, bem como a pressão junto do Ministério da Educação para que realize obras de requalificação das escolas secundárias de Ermesinde e Valongo. Um esforço para o qual conta com o apoio dos deputados da Assembleia da República presentes na apresentação da sua candidatura, nomeadamente de Miguel Santos. Na Acção Social, que definiu

dendo que o S. João de Sobrado “alcance o merecido reconhecimento internacional”.

como “enorme prioridade” João Paulo Baltazar anunciou a criação de uma Plataforma Social, “juntando esforços da autarquia, juntas de freguesia e IPSS para apoiar as famílias que necessitam”, evitando a duplicação de apoios ou a falta deles. Apesar do projecto-piloto estar a ser instalado na freguesia de Valongo, assegurou que a intenção é “alargar às restantes” para depois promover a interacção entre as freguesias. Como é sabido, Valongo é um dos concelhos com mais jovens da Área Metropolitana, sendo por isso um dos que tem a taxa de desemprego jovem mais elevada. Para

Vitória de Todos - Uma candidatura abrangente Segundo realçou, a sua candidatura à Câmara Municipal de Valongo, mais do que representar um partido, “a Vitória de Todos” pretende ser uma candidatura abrangente: “Mais do que uma coligação de partidos queremos uma coligação de gente”, disse, frisando que “quem quiser trabalhar é bem-vindo ao projecto”. Para o futuro, João Paulo Balta-

terminar com o estigma de “dormitório do Grande Porto” e atrair mais empresas para o concelho. “João Paulo Baltazar é um autarca do século XXI” Miguel Santos, vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD na AR, lembrou os tempos difíceis que o País atravessa para frisar que “só homens de coragem e de desapego aos interesses individuais abraçam a causa pública”, realçando que as próximas eleições autárquicas são determinantes para o futuro e que as autarquias são o que está mais próximo das pessoas. “O paradigma da gestão autárquica é muito mais exigente. É preciso rigor, competência e engenho”, disse, deixando claro que Valongo, o concelho, não quer ver consagrado “experimentalismos de pessoas que não têm experiência em gestão de organismos públicos ou privados”. “Gostava e quero que Valongo seja reconhecido pelo rigor que já foi alcançado por João Paulo Baltazar”, disse, frisando que “ele sabe gerir a câmara e prova-o de forma indesmentível pois tem-no feito em tempos difíceis e exigentes, com sucesso assinalável”. “É um rigor do qual não podemos abdicar”, acrescentou, realçando que João Paulo Baltazar “é um autarca do século XXI, tem provas dadas e dá garantias de contínuo desenvolvimento do concelho”, realçou. Também Virgílio Macedo enalteceu o trabalho realizado, realçando que Valongo é agora um concelho mais equitativo, justificando o voto em João Paulo Baltazar por ser “fundamental continuar o trabalho de afirmação de Valongo”. O presidente da distrital portuense lembrou que João Paulo Baltazar “implementou a sua visão estratégica e implementou medidas que terão resultados também no futuro do concelho”.

Valongo

Apoio de Maria José Azevedo Foram muitos os notáveis, vindos das mai s diversas áreas, porém Maria José Azevedo, fund adora da “Coragem de Mudar”, movimento nascido em 2009 de uma cisão no PS de Valongo, teve especial destaque. A vereadora independente foi ao Fórum de Ermesinde, minutos antes da apresentação de João Pau lo Baltazar, para o cumprimentar e manifestar o seu apoio. Maria José Azevedo entrou por alguns minutos no Fórum Cultural de Ermesinde para cumprimenta r e ter uma curta conversa com o candidato mas não assistiu à apresentação do projecto da “Vitória de Todos”. A justificação foi porque o seu apoio “é pess oal” e apenas a João Paulo Baltazar e não ao partido. A vereadora faz questão de frisar que perante as cand idaturas no terreno decidiu apoiar Baltazar à presidên cia, salientando ter sido fundamental na sua decisão, o “papel que desempenhou nos últimos dois anos”, lembrando que “não foi uma herança fácil. Consegu iu gerir sem rupturas e dar a volta, permitindo que a câmara ultrapassasse a linha vermelha em que estava, numa prática diferente do seu antecessor”.

Apoios

zar apontou linhas mestras. E como “a proximidade com as pessoa” é para si “fundamental” o projecto do Gabinete de Apoio ao Munícipe será alargado às cinco localidades. “Em Ermesinde”, disse, “a sua criação acontecerá em breve”. Ainda nesta linha de proximidade com a popu-

inverter o ciclo, João Paulo Baltazar pretende criar um ninho de empresas, permitindo a criação do próprio emprego. Ainda sobre o emprego, o candidato disse que serão lançadas iniciativas como a Bolsa Imobiliária de Oferta, mais atractividade fiscal, a promoção do concelho de forma a

Estiveram na apresentação de João Paulo Baltazar o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Miguel Santos, e Virgílio Macedo, presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Foram lidas as mensagens de apoio de Fernando Melo, Marco António Costa e de Rui Rio.

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Área Metropolitana •••ermesinde

•••valongo

CDU visita Sporting Alunos do CENFIM brilham em Leipizig Clube de Campo

Bruno Correia na profissão Desenho Industrial CAD e a equipa Pedro Carrasco e João Sousa na profissão Mecatrónica Industrial, formados pelo CENFIM do Porto e de Ermesinde, representaram com brio Portugal no WORLDSKILLS 2013, que decorreu em Leipizig (Alemanha) entre 2 e 7 de Julho último. O WorldSkills 2013, Campeonato Mundial das Profissões, teve este ano a sua 42ª edição, onde participaram os jovens, de idade não superior a 22 anos, melhor qualificados, em cada uma das profissões a concurso, seleccionados pelos respectivos países. Aos melhores deste Campe-

onato, são atribuídas medalhas de Ouro, Prata e Bronze e ainda aos que alcançaram mais de quinhentos pontos, Medalhas de Excelência. Foi o que aconteceu com o Bruno Correia – medalha de excelência – desenho industrial CAD. Esta medalha foi o resultado de um trabalho sustentado e árduo por parte do jovem para a sua preparação, do contributo e apoio constante do seu preparador, Dário Pinto, das empresas deste grande e próspero sector que é a Metalomecânica, que o acolheram em estágios, assim como das cinco participações anteriores do CENFIM. Importa aqui realçar o papel do Bruno Moreira em 2003 na Suíça, do Pedro Fiúza em 2005 na Finlândia,

da Marlene Moreira – medalha de excelência, em 2007 no Japão, Ricardo Nogueira, medalha de bronze (a única medalha alcançada pela comitiva portuguesa) em 2009, no Canadá e o Bruno Correia em 2013 na Alemanha, todos na profissão desenho industrial CAD. Para o CENFIM de Ermesinde a MECATRÓNICA INDUSTRIAL foi uma estreia, tendo esta equipa alcançado um bom lugar no ranking desta profissão, ficando classificada a escassos 10 pontos da Medalha de Excelência e à frente de países como França e USA, num total de dez. O CENFIM lança daqui um convite aos leitores para uma visita às suas instalações, mesmo no mês de Agosto.

Uma representação da CDU de Valongo, liderada por Adriano Ribeiro, candidato da coligação à presidência da Camara Municipal, esteve reunida há dias com a direcção do Sporting Clube de Campo (SCC) afim de melhor perceber como vai o desporto no concelho, “em particular na freguesia de Campo”. Da delegação faziam também parte César Ferreira, candidato à Assembleia Municipal e Manuel Santos, candidato à Junta resultante da união das freguesias de Campo e Sobrado. Dos temas abordados realçaram-se os “relacionados com a actividade do clube, em especial na pratica do futebol”.

época existirem condições para que o SCC possa disputar no seu campo a primeira divisão distrital da Associação de Futebol do Porto. O dirigente desportivo afirmou aos visitantes que as dificuldades do clube não desapareceram com a aquisição da parcela necessária para alargar o campo de futebol, salientando ter de ser equacionada a

que estava acompanhado por outros colegas da direcção, salientou o facto de o clube não possuir suporte financeiro para o investimento necessário, apresentando como solução o recurso a apoios, nomeadamente da União Europeia. No final a delegação da CDU fez questão de repetir o que já tinha feito em assem-

Segundo fonte da CDU, Armando Bessa, presidente da direcção do histórico clube de Campo falou dos principais problemas que afligem a colectividade, manifestando a esperança de já na próxima

melhoria das condições das instalações, condição essencial para a competição mas também para a formação de jovens atletas que possam engrandecer o clube e torná-lo mais forte. Armando Bessa,

bleia municipal e de freguesia de Campo, apresentando as maiores felicitações pelo desempenho desportivo do clube da época passada de que resultou a sua subida de escalão.

••• matosinhos

Vinha da Costa quer mais democracia em Matosinhos

Pedro Vinha da Costa, candidato do PSD à Câmara Municipal de Matosinhos anunciou querer “aprofundar” a democracia e incentivar maior participação cívica no concelho. Para isso propões um Senado Municipal e a ligação da autarquia aos munícipes via internet à autarquia. Estas propostas foram feitas a semana passada, no dia em que o candidato apresentou os primeiros nomes das listas à Câmara e à Assembleia Municipal, classificando a equipa que o acompanha como “coesa” e composta por pessoas com “experiência política”. O candidato cujas propostas, diz, se regem pelos “rigor, eficácia e transparência” na gestão camarária, disse também – abordando a ainda polémica questão da junção de freguesias, que “continuarão em funcionamento todos os edifícios das sedes das dez freguesias”. Vinha da Costa pretende que os munícipes tenham acesso via internet aos serviços da autarquia e pela mesma via

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possam assistir às reuniões do executivo, considerando este um meio de “aproximar os cidadãos dos órgãos autárquicos”. Entre as propostas do PSD para a gestão de Matosinhos encontra-se também um “programa de simplificação dos processos de licenciamento “ que envolva a Associação Empresarial de Matosinhos e os “próprios” comerciantes nos processos de atribuição de licenças. No que diz respeito ao objectivo de “aprofundar a democracia” e “incrementar” a participação cívica, Vinha

Costa propõe um “verdadeiro” Orçamento participativo, “consagrado no quadro orçamental da Câmara Municipal”. O candidato do PSD quer também que seja criado um “Senado Municipal”, em que participarão as associações empresariais, sindicais, principais estruturas representativas do concelho e personalidades de Matosinhos”. Este será um “órgão consultivo” com o qual Vinha Costa quer “mobilizar diversas vontades” e que se “prenuncie sobre as grandes questões e objectivos de Matosinhos”.

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••• paços de ferreira

••• vila real

Câmara lamenta alterações ao programa de enriquecimento curricular

Janela Aberta

A Câmara Municipal de Paços de Ferreira foi nos últimos 7 anos entidade promotora das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), em estreita articulação com os Agrupamentos de Escolas, colaboração que permitiu criar “todas as condições que permitissem às crianças do concelho” aceder a essas actividade “em igualdade de oportunidades e ingressarem no 2º ciclo” com o mesmo percurso formativo. A implementação destas actividades reveste-se da maior importância para o desenvolvimento educativo e integral dos alunos e para uma concretização coerente da escola a tempo inteiro. No entanto, a publicação de um despacho (9265-B/2013, de 15 de Julho) decidida pelo Ministério da Educação, deu enquadramento diferente às AEC para o ano lectivo 2013/2014. Esta decisão estabelece como entidade promotora prioritária “os agrupamentos de escolas”. Estabelece ainda o despacho a obrigatoriedade dos “recursos docentes de quadro” dos Agrupamen-

tos de Escolas serem afectos às AEC, independentemente destes serem entidade promotora ou não. Nestas circunstâncias, e embora

deixando de ser a entidade promotora, a autarquia garante, em comunicado, aos pacenses “a continuidade da escola a tempo inteiro, respondendo, em modalidade diferente, às necessidades das famílias”. Em comunicado enviado às Redacções, a autarquia, assegurando falar também em nome dos Agrupamentos,

lamenta “a revogação do programa anterior” que era, eu seu entender, “pedagogicamente mais ajustado”. No mesmo comunicado a Câ-

mara agradece “a todos, escolas, professores AEC e respectivos coordenadores que, com dedicação e profissionalismo, abraçaram este Projecto nos últimos anos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das mais diversas e importantes competências das crianças deste concelho”.

••• amarante

Estão de volta os pilha-galinhas

Os últimos tempos têm sido de sobressalto para galinheiros e despensas de algumas aldeias amarantinas situadas na serra do Marão. Galinhas e coelhos, vinho, cebolas e batatas, são agora alvo da ladroagem. Ansiães, Espinheiro e parte de Candemil, localidades “plantadas” em pleno Marão, foram palco ultimamente do ressurgimento de uma classe de ladrões que se pensava extinta há algumas décadas: os pilha-galinhas. O “surto”, registado nos últimos tempos terá começado num anexo de madeira, situado na moribunda área de serviço de Ansiães, onde o proprietário guardava, entre outras coisas, uma centena de garrafas de vinho, dezenas de quilos de batatas e cebolas e algum mobiliário. A semana passada levaram-lhe tudo. Situada à margem do IP4, tudo leva a crer que o alvo era o antigo posto de abastecimento de combustíveis, onde deixaram sinais de tentativa de arrombamento, pensa-se que à procura de valores como metais e equipamentos. Crê o proprietário que “para não irem de mãos a abanar”, os larápios assaltaram-lhe a despensa, situada nos fundos daquela área. Nessa mesma noite, a gatunagem “visitou” ainda galinheiros e coelheiras numa localidade ali bem próxima – Espi-

nheiro – também com entrada e saída diretas para o IP4, o que facilita sempre a fuga. Dessa investida resultou o “desaparecimento” de cinco galos e algumas galinhas, e uma dezena de coelhos. Pelo caminho, despareceram ainda algumas ferramentas e pequenas máquinas agrícolas. Segundo alguns moradores, este tipo de ocorrências é recente e facilitado “pela escassez de patrulhas” e sobretudo pela “enorme distância” que separa estas localidades da sede do concelho, onde está aquartelada a GNR. Ao JN o segundo comandante daquele posto, 1.º sargento Alves, assegurou não ter recebido “qualquer participação” sobre estes roubos, facto que acha “estranho” já que “um dos meus homens é de lá e nunca falou de nada”. Seja como for, o responsável aceita a crítica quanto à escassez de patrulhas nas freguesias e aldeias mais remotas, algumas delas a “30 quilómetros daqui, e no meio da serra”. O sargento justifica-se com o reduzido número de efetivos que pouco mais lhe permitem que “uma patrulha diária, em 3 turnos de 8 horas” e apenas para a zona urbana do concelho. “Muitas das vezes, quando é necessária outra patrulha, vou eu e um ou outro elemento de serviço ao posto”. A juntar a isso, “a localização de alguns

desses aglomerados”, como Ansiães, a quase 30 km, dificulta um policiamento “mais eficaz”. “Mesmo assim”, salientou, “com todas as dificuldades” apontadas, “graças ao sacrifício de todos” a criminalidade em Amarante “diminuiu 20% no primeiro trimestre deste ano”, comparando com igual período do ano anterior. População ativa A distancia que separa algumas localidades da sede do concelho faz com que amiúde seja a população a “policiar”. Segundo um morador de Telões, foram os populares quem, “há tempos”, deitaram a mão a dois larápios que acabavam de assaltar uma casa. Apanhados e recuperado o produto do roubo, os alegados ladrões foram entregues à GNR. Apresentavam algumas “arranhadelas”, fruto, segundo os perseguidores, de “quedas que deram durante a fuga”. Em Espinheiro também houve um caso semelhante mas com mais sorte para os gatunos. Surpreendidos a assaltar uma casa da aldeia, os larápios, de nacionalidade estrangeira, lograram chegar ao carro, com o produto do roubo, e fugir pelo IP4. Perseguidos por populares durante mais de 20 km, acabaram por desaparecer na cidade de Vila Real.

Actualidades

Uma desilusão chamada Miguel Esteves Escolhi este título sem esforço algum. É o desabafo de alguns que participaram na luta dos miguelistas durante a preparação das listas do PSD para as autárquicas de Vila Real. A grande onda dos seus simpatizantes, militantes daquele partido, constatando a impossibilidade de ele, Miguel Esteves, liderar a lista para as próximas eleições, tudo fizeram para que o companheiro obtivesse no mínimo “o segundo prémio”, ou seja, o número 2 na lista de António Carvalho. Reunião após reunião, com pressões todas vindas deste muito (ao contrário do que dizem alguns, não foram extraterrestres, e até bem próximas de todos eles), Miguel Esteves

foi empurrado do segundo e obrigado aceitar o quarto lugar na referida lista. E aceitou. Para alguns dos seus apoiantes da primeira hora, esta cedência “é uma pura traição”. E não se poupam nos comentários, do género “o que ele quis foi tratar da sua vidinha”. Segundo estas pessoas, “quando ele começou a perceber as pressões e a forma como o estavam a desvalorizar, que ele não tinha condições para ser segundo, a atitude dele só poderia ser uma: recusar entrar na lista. Não aconteceu e por isso sentem-se traídos. Eles lá sabem porquê!

João Rodrigues

Vila Real

Presidente da Junta de S. Pedro fica sem medalha No 88º aniversário da elevação de Vila Real a cidade foram distinguidas algumas personalidades da cidade, entre elas alguns presidentes de junta de freguesia, principalmente aqueles que correspondem ao período (de 20 anos) de gestão do presidente da Câmara, Manuel Martins. Mas houve excepções. Na caixa de correio da presidente de junta de S. Pedro, Iria Machado, não chegou o respetivo convite para estar presente na cerimónia. A boa nova também não lhe foi transmitida via telefone nem de outro qualquer modo. A senhora pura e simplesmente foi ignorada. Contaram que a medalha ficou guardada dentro da caixa no muni-

cípio e que a senhora ficou a chorar pelos quatro cantos da casa. A autarca terá ficado em choque mas depressa terá percebido tem que quando as pessoas servem a comunidade – bem ou mal – mas dependem politicamente de áreas partidárias, isto lhes pode acontecer. Para determinadas pessoas cujo mando e a utilização de outras é determinado por períodos, as vitimas, os “esquecidos”, são sempre as que estão no fim de linha, como é o caso da Sr.ª presidente da junta de S. Pedro (única freguesia do PSD na cidade) que não se pode recandidatar. É pena que seja assim!

João Rodrigues

••• felgueiras Convívio da CDU

A CDU de Pombeiro (Felgueiras) levou a efeito na tarde do último sábado um convívio, com vista às próximas autárquicas, no parque junto ao Mosteiro de Pombeiro. A iniciativa, com assinalável participação popular, contou com presença os candidatos da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Felgueiras, Manuel Freitas e António Peixoto respectivamente, marcando também presença o primeiro candidato da CDU à freguesia de Pombeiro.

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Marco de Canaveses

EPA – Testemunhos de uma escola única

“A Escola Profissional de Arqueologia, situada na área arqueológica do Freixo, Marco de Canaveses, foi criada em 1990, com estatuto de natureza pública e tem como missão a formação especializada de técnicos intermédios capazes de intervir no património cultural nacional classificado”.

A Escola Profissional de Arqueologia é única em Portugal pelo seu projeto pioneiro de formação na área do património cultural, pela sua implantação, em plena área arqueológica (do Freixo Marco de Canaveses), no coração das ruínas da cidade romana de Tongobriga; pelo ambiente e espírito vivido por toda a comunidade educativa passada e atual, pela abrangência nacional dos mais de 400 formandos que aí obtiveram a sua formação nesta área. Falar da Escola Profissional de Arqueologia é falar de todas as pessoas que ao longo dos 23 anos desde s sua fundação ajudaram a construir a imagem e reputação que a escola possui. Desde aqueles que iniciaram este projeto, a todos os professores e formadores que transmitiram os seus conhecimentos aos alunos que ano após ano escolhem frequentar este estabelecimento de ensino, oriundos dos 4 cantos do país. “Tive oportunidade de contactar com alunos oriundos desde a Madeira, Viana do Castelo, Trafaria, Loures, Massamá, Sintra, Aveiro, Celorico, Castelo Branco, Lisboa, Porto, do Marco de Canaveses e das demais zonas do país, existindo um sentimento comum a todos os alunos, o amor incondicional à arqueologia”, afirmou a professora de filosofia Júlia Silva, que leccionou na EPA, durante 8 anos, a disciplina de área de Integração. Sem dúvida que este carácter único da escola, dos seus professores e formadores, da capacidade de integração de docentes e discentes são mais valias, que aliadas a várias outras fazem desta escola um verdadeiro laboratório de aprendizagem profissional mas também pessoal como nos relata a professora Vitória Pinto, a primeira professora do quadro da escola na disciplina de Física e Química “Ter feito parte desta escola é razão de satisfação. A história das instituições é feita de histórias de gente e a minha cruza-se com a EPA. A leccionar Física e Química tentei aproximar os átomos à história, as fórmulas aos artefactos, as reações às técnicas, e no entretanto, aproximei-me da aldeia, das pessoas, das vivências de um sítio único para ensinar. E aprender. Se o tempo apaga as memórias, a EPA ensina que importa conservá-las”. Atualmente a escola promove cinco cursos profissionais de nível

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IV, nomeadamente o de Assistente de Arqueólogo, o de Assistente de Conservação e Restauro, o de Técnico de Museografia e Gestão do Património, o de Técnico de Recuperação do Património Edificado e o de Técnico de Sistemas de Informação Geográfico, destinado a jovens que concluíram o 9º ano de escolaridade e querem obter uma formação profissional na área do património cultural que lhes permita ingressar diretamente no mercado de trabalho ou aceder ao ensino superior nesta área com a mais valia de ter já experiência técnica. Todos os alunos têm direito a subsídio de refeição, transporte ou alojamento, além de bolsa de formação e empréstimo de manuais escolares. Um dos aspetos mais enriquecedores dos cursos ministrados nesta

escola é a importância e o peso que a componente técnica possui em todos os cursos, bem visíveis no Projeto Educativo e no Plano Anual de Atividades, do qual constam além das atividades complementares à componente letiva, várias saídas de estudo em território nacional e ao estrangeiro, workshops e conferências com a presença de empresas, professores universitários e investigadores de referencia do país. A componente técnica assume também importância nas formações em contexto de trabalho, que nos cursos desta escola decorrem em vários momentos, durante os 3 anos do curso, realizadas em institutos estatais, museus, autarquias e empresas privadas do sector, todas elas colaboradoras da escola, que em muito enriquecem o currículo dos formandos, como foi o caso relatado pelo arqueólogo Luís Sebastian, da Direção Regional de Cultura no Norte, responsável pelo mosteiro de S. João de Tarouca “Tendo-se iniciado o projeto de intervenção arqueológica no mosteiro de S. João de Tarouca em Abril de 1998, logo no ano seguinte deu-se igualmente início ao que viria a tornar-se uma proveitosa, ativa e privilegiada relação

entre este projeto e a EPA. Durante 10 anos, os trabalhos arqueológicos serviram de base a muitos dos exercícios e processos de aprendizagem postos em prática nas aulas teóricas e práticas, relação desenvolvida de forma íntima com os cíclicos contextos de trabalho realizados anualmente, durante os quais eram postos em prática todos os conhecimentos e técnicas apreendidas nas aulas. Essa década ofereceu uma relação exemplar, de sinergia entre investigação e formação, tão falada e defendida, mas tão poucas vezes posta em prática de forma tão exemplar”. A grande maioria dos que concluem aqui o seu curso ingressa automaticamente no mercado de trabalho, aproveitando muitas vezes as relações estabelecidas nas várias formações em contexto de trabalho ou, como tem sido norma nos últimos anos, ingressa num curso do ensino superior, nas mais variadas áreas, predominando os cursos ligados ao património cultural. As melhoras palavras para descrever a escola, são as da antiga aluna Vânia Soares, técnica de Museografia e Gestão do Património que se encontra actualmente a concluir a licenciatura em Arquitectura: “Quando terminei o se-

cundário estava tão indecisa…, pois, tal como a maioria dos meus colegas, não sabia ao certo o que fazer, que curso superior frequentar, pensei em arqueologia mas de facto não tinha vontade de prosseguir estudos na universidade, sentia que não estava preparada. Então alguém me falou que no Marco de Canaveses existia uma escola profissional de Arqueologia, numa antiga cidade romana, a cidade de Tongobriga, onde os alunos tinham possibilidade de fazer escavações no local, restauro ou mesmo divulgação! Achei giríssimo e fui logo lá visitar. Segui assim rumo à aldeia do Freixo na expectativa do que lá iria encontrar. Quando finalmente cheguei deparei-me logo com escavações, nas quais conseguia perceber algumas estruturas do que pareciam ser casas, fiquei logo empolgada e ainda mais quando logo à frente surgia uma aldeia muito pacata de casas de pedra giríssimas onde a escola estava disfarçadamente implantada. Dirigi-me assim à secretaria onde fui agradavelmente recebida pela Dr.ª Ana Mascarenhas e por alguns funcionários muito simpáticos que desde logo me puseram a par dos cursos de Assistente de Arqueólogo,

de Conservação e de Técnico de Museografia e Gestão do Património, da carga horária, das boas hipóteses de emprego, dos subsídios, dos contextos de trabalho, etc… Não foi necessário muito mais para logo na hora assinar a minha ficha de inscrição… Saí de lá com uma nova motivação e de facto bem mais aliviada, pois finalmente tinha optado por um curso, o de Museografia, e estava francamente optimista para com o meu futuro naquela escola. Em Setembro lá estávamos todos nós, alunos, funcionários, professores… iniciava-se uma nova fase. A partir desse momento e o que mais recordo foram os amigos eternos que fiz, os professores que tiveram com todos nós muita paciência e também muito carinho, a experiência de viver noutra cidade desconhecida e os momentos que lá passei, as festas da nossa escola que marcavam divertidamente o nosso calendário, o conhecimento por outras culturas devido à pluralidade de colegas de outras terras vizinhas, longínquas e mesmo estrangeiras, os contextos de trabalho no Parque Arqueológico do Vale do Côa, a passagem por vários Museus, as visitas de estudo, a elaboração da tão importante Prova de Aptidão Profissional e por fim a tão desejada conquista do Diploma e do Perfil Profissional. Não é possível arrepender-me dos três anos que lá passei e que marcaram a minha história como aluna e como pessoa. Acabei por seguir um curso superior embora pudesse ter optado por iniciar a minha actividade profissional no ramo da Museografia, já que me encontrava e sentia preparada para tal, mas por necessidade de concretização pessoal decidi assim, embora não ponha obviamente de parte essa hipótese. Encorajo todos os que possam estar interessados em frequentar a Escola Profissional de Arqueologia pois é algo que vale a pena. Tal como eu, não se arrependerão!”.

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Parece mas não é

Atente o leitor bem nesta fotografia. À primeira vista retrata um grupo de amigos unidos no apoio a uma candidatura. Uma foto deve ser um documento de imagem fiel já que a câmara fotográfica capta o que está à frente da sua objectiva. Assim sendo, representa sempre a realidade. Mas será que esta imagem corresponde à realidade? Diz-se que uma imagem vale mais do que mil palavras mas, neste caso, uma das mil palavras vale mais do que a foto. Porquê? Porque quatro destes cinco homens, entre eles, houve uma trituração política efectiva, portanto, não é o que a foto quer parecer crer. Vejamos então… Manuel Martins, como descrevemos pormenorizadamente em anterior edição do Correio do Douro, no decorrer do agitado processo de escolha do candidato do PSD disse que quer falar com Pedro Ramos, levando este a pensar que a conversa seria no sentido de continuar como presidente da Assembleia Municipal (lugar que ocupa em substituição do actual primeiro-ministro, Passos Coe-

Regiões

lho). Contudo enganou-se, Manuel Martins anunciou-lhe que tencionava apresentá-lo como cabeça de

processo que conduziu, de escolha do seu sucessor. Impotente, chegou a afirmar que António Carvalho

processo de constituição das novas listas. Esta foto onde ambos estão poderá ter sido a última em que

lista à Câmara Municipal. Como se veio a constatar não era verdade. Em seguida aparece António Carvalho, o nome que Manuel Martins teve que engolir depois do estrondoso falhanço no atribulado

não era o seu candidato. Posteriormente tentou, em vão, colar-se-lhe mas Carvalho, querendo romper com o passado que representa Manuel Martins, decidiu não lhe dar ouvidos e afastá-lo de todo o

tal acontece. Se dúvidas houvesse sabemos que está posta de parte a hipótese que chegou a ser aventada de o ainda presidente ser o mandatário da candidatura do PSD. Já o caso de Miguel Esteves

parece uma novela de perseguições e traições (políticas), coisas tantas vezes protagonizadas por Manuel Martins. Recorde-se, por exemplo, a forma como ascendeu a presidente da Câmara em 1993, atraiçoando o então presidente Armando Moreira. Esta foto decorre do almoço em que foi apresentado a este grupo (ainda só particularmente) o independente e número 2 da lista, Eng.º Trindade Moreira. Manuel Martins, com o pouco espaço que ainda lhe resta, fazia questão que Miguel Esteves estivesse presente dando a entender que (ainda) controlava a situação. Mais uma “manobra” pois é sabido que Martins fez todo o possível não só para o retirar de número dois da lista como agora tudo tentou para que Miguel Esteves nem no 4º lugar entrasse. Como se pode verificar (e parte das situações descritas são do conhecimento generalizado) esta foto representa tudo menos o que lá se vê. O Eng.º Trindade Moreira que aparece ao lado de Miguel Esteves é o único “virgem” destas peculiares formas de fazer política. Esperamos que não se deixe contaminar.

João Rodrigues

Candidatura PS a Vila Real

“Parto difícil” Por João Rodrigues

A lista final da candidatura socialista à autarquia teve um parto muito difícil. Os ares de Lisboa não têm feito muito bem a Rui Santos já que este conhecido político transmontano tem acumulado erros atrás de erros na liderança distrital do processo autárquico do Partido Socialista. E isto ganha mais ênfase se pensarmos que tem responsabilidades acrescidas dado que, como Presidente da Federação, é o principal responsável. Mesmo no concelho de Vila Real, onde é cabeça de lista ao Executivo camarário. Aqui cometeu o grave e para muitos dos seus camaradas “indesculpável” erro de convidar varias personalidade para o mesmo lugar. Atitudes destas, mesmo para quem nada tem a ver com partidos, são “insensatas” . Rui Santos, há já algum tempo, convidou a Professora Eugénia Al-

meida para ocupar o lugar nº2 na sua lista. Tanto quanto se sabe, a senhora em causa nada lhe terá pedido. Com o decorrer do tempo as pessoas mais ligadas a estas coisas da política partidária local aperceberam-se que afinal Rui Santos iria dar uma cambalhota e passa a referir-se a ela como a nº2 do Partido na lista e não efectivamente a 2ª da lista. Assim sendo, este lugar seria preenchido por um independente. O mal-estar provocado dentro do PS começou a transbordar para a praça pública. A própria Eugénia Almeida, que acompanhava Rui Santos em todas as campanhas de rua, começou a não se sentir bem com esta situação e tê-lo-á confrontado para que a esclarecesse. No final do dia 25, o candidato teve que “desatar o nó” que deu e fê-lo, quanto a nós, da pior maneira convencendo-a a colaborar no interesse que ele acha que é o do partido passando-a para nº3 mas com a

promessa de que em caso de vitória ela será a Vice-Presidente. Para Rui Santos, esta situação – por si criada e por mais ninguém! – foi uma dor de cabeça mas logo lhe surge outro problema grave quando o seu sempre fiel Francisco Rocha, após se ter apercebido que o lugar que lhe estava destinado era o 5º, reage, bate com a porta e não aceita. Lembramos que este é o homem que tudo tem aguentado em prol de Rui Santos no aparelho partidário pois sabe que o PS defende o emagrecimento dos gastos com vereadores a tempo inteiro. Assim sendo, se este partido ganhar, poderá haver apenas 4 edis nesta situação. Na nossa opinião, 4 já são demais, 5 a receber ordenado são um exagero de custos para uma autarquia como Vila Real. Estamos cientes, no entanto, de que para muitos políticos quantos mais melhor. Senhas de presença não lhes chegam.

Ao que isto chegou… Em recente reunião da Associação Douro Histórico a Drª Sílvia Guedes vereadora da Câmara Municipal de Sª Marta de Penaguião marcou a sua presença para nela participar em representação da autarquia, como estaria previamente estabelecido. Para sua surpresa o presidente,

Rui Santos, para resolver mais esta “desatenção” ou imbróglio, encaminha Francisco Rocha para candidato à recém criada grande Junta da Freguesia de Vila Real cujo nome oficial é muito mais longo e, diz-se, o salários de presidente ser-lhe-á proporcional. Com a experiência política que

Francisco Ribeiro, também lá se encontrava. Tudo seria relativamente normal não se desse o caso de o presidente ter desabafado com os seus pares que estava ali para lhes pedir que não libertassem as verbas relativas à Câmara Municipal de Sª Marta, ao que parece e em seu

possui, Rui Santos tinha a obrigação de fazer muito melhor e, sobretudo, não criar casos dentro do seu próprio partido pois (em princípio) os seus adversários estão fora. Não falta quem diga que “em vez de andar fazer fracturas, deveria era unir as hostes para o combate que se apresenta duro”.

entender, nesta altura essas verbas “apenas serviriam para a promoção da Drª Sílvia Guedes e dos seus pares”. É lamentável que o desnorte (político) de algumas pessoas com responsabilidade chegue a este ponto.

31 de julho 2013

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Regiões Opinião

Até parece que Francisco Ribeiro apoia a candidatura do PSD em Santa Marta de Penaguião… Por João Rodrigues Francisco Ribeiro, autarca há longos anos, caiu em desgraça “nas hostes dos verdadeiros socialistas”. Ao homem até muito recentemente todo-poderoso de Santa Marta de Penaguião nunca lhe terá passado pela cabeça ter que apoiar Luís Bastos, o candidato do PSD à sua sucessão. Mas na vida ninguém pode dizer que “desta água não beberei”. Expliquemos: Francisco Ribeiro que há algum tempo começou a sentir a areia movediça debaixo dos pés, começou a entender que tinha de fazer alguma coisa para reagir, mesmo que fosse má, como parece o caso. Ficar de braços cruzados é que não! Arranjou um problema inicialmente com o puro ilusionismo de

fazer desaparecer as fichas de novos militantes para as eleições internas do PS; depois foi a recusa do seu candidato professor José Alberto. Em seguida foi uma autêntica balburdia de nomes por ele indicados e retirados, chegou-se ao ponto de numa reunião onde estava presente o presidente da distrital o Eng.º Rui Santos, e num acto de desespero Francisco Ribeiro disse: “então para cabeça de lista resolvemos já o problema com o presidente da junta de São João de Lobrigos”. Como não resultou, empurrou-o para número dois de Luís Bastos. O que relatamos aqui é uma gota de água no oceano. Francisco Ribeiro parece tudo fazer para apoiar a lista do PSD . Daí resultar o facto de nas hos-

tes do PS estarem todos em choque. Pudera, vindo de quem deveria ser o principal defensor do Partido Socialista. E, naturalmente, sobra para outros, nomeadamente e sem hesitações, “para o camarada Rui Santos, pois é o responsável da distrital, conhece toda esta história por dentro e por fora, não defendeu o partido, preferiu varrer o lixo para debaixo do tapete. E como prémio de toda esta malvadez de Francisco Ribeiro, colocou-o nos órgãos máximos do partido”, como nos confidenciou fonte local do PS. Há quem diga por lá que não ficaria espantado se em plena campanha vissem o ainda presidente da câmara, eleito pelo Partido Socialista, pegar numa bandeira do PSD a gritar “Nós somos dos autênticos”.

••• lousada

••• vila real

Município homenageia António Cunha

Mário Montes candidato à Assembleia Municipal

Numa cerimónia que decorreu no auditório municipal de Lousada, António Cunha recebeu a medalha de prata de mérito municipal. Conhecido empreendedor, António Cunha viu serem-lhe reconhecidas “distintas qualidades de gestor distinto, empreendedor e com uma visão de futuro que o tem levado a metas altamente qualificadas”. Durante a cerimónia, o empresário confessou que “a partir de agora” não tem dúvidas que tudo que se espera dele “é muito mais” do que o que fez até hoje. A distinção teve a unanimidade do executivo municipal que regista assim publicamente o reconhecimento dos méritos de um dos seus “lousadenses dos sete costados”. Para António Cunha, habituado “aos desafios” que abraça “como um homem sonhador, tudo é possível quando a vontade ultrapassa a inércia e a capacidade”. “Esta foi a terra que me viu nascer. Em qualquer par-

te do mundo onde eu esteja, afirmo a alto e bom som que sou um Lousadense”, afirmou emocionado. “Sou um empresário como todos vocês sabem, que tem calcorreado o terreno das dificuldades que para

mim são desafios, em Lousada, no Freixo, em Lisboa ou no Porto, em terras de Angola, Moçambique, que tem como fio condutor o tra-

balho, a criação de emprego, o apoio social e uma vida melhor para todos aqueles que me rodeiam”. A terminar o empresário disse nunca mais “esquecer esta distinção da minha terra. Estarei, mais que nunca, sempre disponí-

vel para tudo aquilo que possa fazer em prol dos meus concidadãos”, prometeu.

João Rodrigues

O médico ortopedista Mário Montes aceitou o convite e é o candidato do CDS a presidente da Assembleia Municipal de Vila Real. Pessoa muito querida e conceituada, o seu prestigio ultrapassa em muito as fronteiras da região transmontana. Mário Montes, casado, com dois filhos, tem 68 anos de idade, natural do Peso da Régua, reside e desempenha a sua atividade profissional há 24 anos em Vila Real. Envolvimento com a comunidade, competência e uma vasta experiência profissional são reconhecidos méritos do Dr. Mário Montes. Mário Montes nasceu a 3 de Abril de 1945 na Freguesia de Fontelas, concelho de Peso da Régua. Licenciado, desde 1972, em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em Janeiro de 1974 foi mobilizado para prestar Serviço Militar – 1º Ciclo em Mafra – 2º Ciclo no Hospital da Estrela em Lisboa. Em Julho desse ano vai como alfe-

res-médico prestar serviço em Angola. De regresso, em Novembro de 1975 inicia o Serviço Médico à Periferia, sendo colocado no Distrito de Vila Real – Hospital Distrital de Vila Real. Em Setembro de 1976 começa o Internato de Ortopedia no Hospital de S. João do Porto, concluindo-o em 1980 com a classificação de Muito Bom com Distinção e Louvor. Em Fevereiro de 1989 concorre às vagas abertas no Hospital Distrital de Vila Real e após concurso em que fica

em 1º lugar é nomeado Diretor do Serviço. Foi Presidente da Mesa da Assembleia Distrital da Ordem dos Médicos de Vila Real por 3 mandatos. Nas épocas de 1987/88/89, foi Diretor do Departamento Médico do Grupo Desportivo de Chaves Em Março de 2012, aposentou-se da Função Pública. Em Abril de 2012, foi distinguido pela Ordem dos Médicos, com a ‘Medalha de Mérito’ pelos serviços prestados à comunidade.

Premiado em festival internacional de filmes de escolas

“PERTO DE MAIS”

O Perto de Mais é uma curta metragem de ficção protagonizada pelo actor Diogo Morgado e realizada pelo jovem realizador Bruno Moreira. Foi um projecto realizado no decorrer de uma disciplina do curso de Cinema e Audiovisual da Escola Superior Artística do Porto.

14 CD

Produzida por João Rodrigues, a curta-metragem tem o apoio de Metro do Porto, Dolce Vita Porto, Escola Superior Artística do Porto, Continente, Vila Galé Hotel , Jacar, Realvitur e Monstro Preto. No elenco conta com os actores Diogo Morga-

do, Adriana Moniz, Carla Chambel, Manuel Moreira, Rui Melo, Maria João Albergaria. Foi filmada em Janeiro de 2013 e em Maio do mesmo ano recebeu o prémio de Melhor Filme Português na 10º Mostra Internacional de Filmes de Escolas de Cinema (MIFEC).

Sinopse Num subterrâneo citadino, encontra-se Pedro (Diogo Morgado), no meio de uma multidão saturada da rotina. Prestes a entregar a sua paixão ao acaso, priva-se de uma aventura para seguir com o que a vida, de

forma simples, lhe entregou.

31 de julho 2013

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Passatempos 7 diferenças

CURIOSIDADES Eça de Queirós, há tantos anos e sempre actual

O que verdadeiramente mata Portugal

Estas duas imagens são, aparentemente, iguais. Mas não já que existem 7 diferenças que as tornam distintas. Descubra-as. O que verdadeiramente nos mata, o que torna esta conjuntura inquietadora, cheia de angústia, estrelada de luzes negras, quase lutuosa, é a desconfiança. O povo, simples e bom, não confia nos homens que hoje tão espectaculosamente estão meneando a púrpura de ministros; os ministros não confiam no parlamento, apesar de o trazerem amaciado, acalentado com todas as doces cantigas de empregos, rendosas conezias, pingues sinecuras; os eleitores não confiam nos seus mandatários, porque lhes bradam em vão: «Sede honrados», e vêem-nos apesar disso adormecidos no seio ministerial; os homens da oposição não confiam uns nos outros e vão para o ataque, deitando uns aos outros, combatentes amigos, um turvo olhar de ameaça. Esta desconfiança perpétua leva à confusão e à indiferença. O estado de expectativa e de demora cansa os espíritos. Não se pressentem soluções nem resultados definitivos: grandes torneios de palavras, discussões aparatosas e sonoras; o país, vendo os mesmos homens pisarem o solo político, os mesmos ameaços de fisco, a mesma gradativa decadência. A política, sem actos, sem factos, sem resultados, é estéril e adormecedora. Quando numa crise se protraem as discussões, as análises reflectidas, as lentas cogitações, o povo não tem garantias de melhoramento nem o país esperanças de salvação. Nós não somos impacientes. Sabemos que o nosso estado financeiro não se resolve em bem da pátria no espaço de quarenta horas. Sabemos que um deficit arreigado, inoculado, que

é um vício nacional, que foi criado em muitos anos, só em muitos anos será destruído. O que nos magoa é ver que só há energia e actividade para aqueles actos que nos vão empobrecer e aniquilar; que só há repouso, moleza, sono beatífico, para aquelas medidas fecundas que podiam vir adoçar a aspereza do caminho. Trata-se de votar impostos? Todo o mundo se agita, os governos preparam relatórios longos, eruditos e de aprimorada forma; os seus áulicos afiam a lâmina reluzente da sua argumentação para cortar os obstáculos eriçados: as maiorias dispõem-se em concílios para jurar a uniformidade servil do voto. Trata-se dum projecto de reforma económica, duma despesa a eliminar, dum bom melhoramento a consolidar? Começam as discussões, crescendo em sonoridade e em lentidão, começam as argumentações arrastadas, frouxas, que se estendem por meses, que se prendem a todo o incidente e a toda a sorte de explicação frívola, e duram assim uma eternidade ministerial, imensas e diáfanas. O país, que tem visto mil vezes a repetição desta dolorosa comédia, está cansado: o poder anda num certo grupo de homens privilegiados, que investiram aquele sacerdócio e que a ninguém mais cedem as insígnias e o segredo dos oráculos. Repetimos as palavras que há pouco Ricasoli dizia no parlamento italiano: «A pátria está fatigada de discussões estéreis, da fraqueza dos governos, da perpétua mudança de pessoas e de programas novos.» Eça de Queirós, in ‘Distrito de Évora’

sudoku

Rir é o melhor remédio O Peditório Batem à porta do advogado. Ele abre e lá fora está um padre que diz: - Bom dia. Nós fizemos umas investigações e rapáramos que o senhor ganha muito dinheiro, mas que nunca contribuiu com nada para a paróquia... O senhor não gostaria de fazer um donativo? O advogado pensa um bocado e diz: - Olhe lá... e nas suas investigações também não descobriu que a minha Mãe está prestes a morrer e gasta uma fortuna em medicamentos? - Bem... não... - E também não descobriu que o meu irmão é um veterano de guerra confinado a uma cadeira de rodas que não tem qualquer meio de sustento? - Pois, quer dizer... - E suponho que também não saiba que a minha irmã acaba de ficar viúva e que agora tem três filhos para sustentar sozinha, não é? - Pois, realmente eu não fazia ideia... - Então agora diga-me lá... se eu não lhes dou dinheiro nenhum e são da minha família, porque raio é que devia de o dar a si?

soluções

31 de julho 2013

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Última Marco de Canaveses

Valongo

PS abre Paredes de Viadores sede de campanha festejou Senhora do Socorro

José Manuel Ribeiro, candidato do PS à Câmara de Valongo, inaugurou recentemente a sua sede de campanha, na Praça Machado dos Santos, em Valongo. O candidato, que se viu “grego” para constituir a equipa que o vai acompanhar na disputa eleitoral, com um PS

local mais dividido que nunca, decidiu a apostar na captação dos votos que em 2009 fugiram do seu partido para a “Coragem de Mudar”, de Maria José Azevedo. A tarefa não é fácil dado que os fundadores do movimento independente já declararam o apoio a João Paulo Baltazar.

Constituiu mais um êxito o festejo em honra da Padroeira de Paredes de Viadores, com a presença de milhares de pessoas que, durante 3 dias (26, 27 e 28 de Julho) acorreram ao enorme e preenchido arraial. Para o sucesso da festa, muito contribuiu o “cartaz” de artistas contratados pela comissão de festas, que integrou os tradicionais grupos de bombos, jogos populares, cantigas ao desafio e cantores populares, destacando-se aí Norberto Ferreira e as suas bailarinas. O cantor, emigrante na Suíça,

seduziu a enorme plateia que encheu o largo da festa, constituindo momento alto e emotivo quando chamou a própria filha ao palco. Diz quem lá esteve que “está talhado para ser um representante consagrado da canção portuguesa” Nas festividades participaram também Zé Amaro, a Banda de Música de Santa Marinha do Zêzere, o Grupo de Cavaquinhos de S. Romão (Paredes de Viadores) e o Grupo de Cantares da Câmara Municipal, entre outros.

José Luís Moreira

Futebol

C. Desportivo de Sobrado pronto para a luta

Após uma brilhante época em que se sagrou campeão (seniores) da Divisão de Honra da AF Porto, o Clube Desportivo de Sobrado apresentou o plantel para a nova época, agora para disputar a divisão de Elite Pró-Nacional. Pelo entusiasmo de todos, atletas, corpo técnico, massagistas, dirigentes e público – que encheu o Centro Cultural – esta nova caminhada parece também destinada ao êxito. E se não se pode adivinhar o futuro, no que toca a resultados, uma coisa ficou garantida: todos vão lutar e honrar o nome do clube e da terra. Força Sobrado

16 CD

31 de julho 2013

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Correio de Douro nº41  

Jornal

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