JornalCana — Edição 273 / Outubro 2016

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10/6/2016

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USINAS

Outubro 2016

Sistema inclui implantação de cultura de gerenciamento da rotina A partir de 2013, a Usina Petribu iniciou um trabalho mais intenso em outras áreas: primeiramente no setor administrativo e depois no industrial. Um dos objetivos da implantação do novo sistema tem sido a adoção de uma cultura de gerenciamento da rotina no setor administrativo, revela Arnaldo Andrade. No processo de desenvolvimento do novo sistema, houve a criação dos itens de controle (índices específicos de cada área). O gerente de cada setor passou a trabalhar, de maneira sistemática, com procedimentos e controles. A presidente da usina, Daniela Petribu Ribeiro Oriá, tem uma atuação direta na implantação e monitoramento do novo modelo de gestão, acompanhando inclusive os itens de controle para saber quais departamentos estão apresentando evolução – revela Arnaldo Andrade. “Há também uma agenda fixa de reuniões com vinte e três departamentos, que se encontram uma hora por mês comigo, para que seja possível adequar suas necessidades às informações e condições existentes e aos interesses da diretoria”, diz o gerente de Organizações e Métodos.

Nessas reuniões, ocorre a discussão de um projeto específico da área de segurança do trabalho – exemplifica. Os projetos e os itens do controle são também avaliados nas reuniões mensais dos comitês que foram formados a partir do novo modelo de gestão da usina. Os comitês de nível 3 contam com a participação dos gerentes que discutem os indicadores de cada área com as suas equipes. Parte desses itens são debatidos nos comitês nível 2, integrados por diretores e gerentes. As reuniões dos comitês nível 1, formados pela diretoria e a presidente, avaliam as questões mais relevantes ao negócio. No nível 1 estão incluídos o Comitê de Gestão (CGE), o Comitê de Gestão Comercial (CGC) e o Comitê de Gestão Financeira (CGF). O trabalho ainda valoriza o conhecimento e valorização da cultura, como forma de crescimento pessoal e renovação da mente. No Projeto Petribu Cultural sessões de cinema e temáticas assemelhadas à convivência harmoniosa e aprofundamento pessoal e profissional são trabalhadas com descontração. (RA)

Projeto Petribu Cultural, onde sessões de cinema e temáticas são trabalhadas com os funcionários

Usina prepara a base para adotar a governança corporativa Arnaldo Andrade considera que é fundamental preparar e aprimorar a base para o desenvolvimento de um sistema eficaz de gestão. Segundo ele, a Petribu fez inclusive o caminho inverso em relação à maioria das empresas para a implantação do processo de governança corporativa. “Geralmente ocorre a montagem e a preparação da direção do ponto de vista da gestão. A Petribu fez o contrário: foi preparando e treinando toda a equipe, desde o cortador de cana. Era necessário também ter o ônibus na hora certa, a ferramenta

apropriada e disponível para que tudo rodasse perfeitamente”, detalha. O trabalho esteve concentrado inicialmente na preparação da base. Em 2014 começaram os primeiros passos da governança corporativa quando a Daniela Petribu assumiu a presidência da usina e o Jorge Petribu passou a presidir o Conselho Administrativo – conta Arnaldo Andrade. “Havia um entendimento da diretoria em relação ao que estava acontecendo. Existia um plano estratégico. Foram definidos os papéis do Conselho e da diretoria”, diz. (RA)

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