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ESPECIAL | Págs 04 e 05

MELHOR ATÉ NO PREÇO

domingo, 15/07/2012 | DIÁRIO | ANO 2 | N° 277 | CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM E REGIÃO SUL

CANDIDATOS DE 10 MUNICÍPIOS DEBATEM NA RÁDIO CULTURA

prefeito é acusado de compra de votos

FOTO: DIVULGAÇÃO

R$

FOTO: LEANDRO MOREIRA

APENAS

»» eX-SECRETÁRIO DA PREFEITURA DE BOM JESUS DENUNCIOU A CONTRATAÇÃO ILEGAL DE 62 SERVIDORES POR PEDRO CHAVES (PMDB). ALÉM DISSO, ELE É ACUSADO DE MONTAR COMISSÃO DE LICITAÇÃO EM SEU BENEFÍCIO POLÍTICA| Pág 11 FOTO: DIVULGAÇÃO

FOTO: DIVULGAÇÃO

vida de raul sampaio nas letras de evandro moreira O livro ‘Do verso à canção’ traz a biografia de uma das personalidades cachoeirenses mais influentes no cenário cultural brasileiro.

CIDADES | Págs.: 13 E 14

PLANO DE REDUÇÃO DE RISCOS CUSTA R$ 148 MIL

»» A EMPRESA JÁ FOI CONTRATADA E O VALOR FICOU ABAIXO DO ESTIPULADO. CONFIRA AS ÁREAS DE RISCO E AS SUGESTÕES DO SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL

raposa é recolhida no centro da cidade

agilidade no atendimento e boa gerência na saúde Essas são as propostas do médico José Renato (PSB), candidato a vice-prefeito de Cachoeiro, na chapa encabeçada pelo deputado Glauber Coelho (PR) entrevista| Pág 06

CAMPEONATO DOS COMERCIÁRIOS COMEÇA HOJE NO BOM GOSTO ESPORTES | Pág 15

polícia ambiental

ECOTRILHAS QUILOMBOLA ESTÁ MARCADO PARA O DIA CINCO DE AGOSTO ESPORTES | Pág 16

segurança | Pág 14 FOTO: FELIPE RODRIGUES


02 OPINIÃO

»» domingo, 15/07/2012

CONEXÃO BRASÍLIA »» Sergio Garschagen - sergio.betim@gmail.com

As bandas de antigamente Nunca tive tanta saudade do cabo Taveira como na festa de Cachoeiro de 2012. Aguardei com ansiedade o desfile triunfal da tradicional Banda Marcial do Liceu, mas a banda que adentrou a Linha Vermelha era uma fanfarra. Antes que alguém me pespegue na testa o rótulo simplista de saudosista, lembro que há tradições boas e tradições ruins. As primeiras devem ser mantidas porque fazem bem às pessoas e constituem um orgulho de gerações; as segundas devem ser extirpadas. Entre as tradições bonitas da Festa de Cachoeiro estão os bailes a rigor dos Caçadores, o encontro de cachoeirenses na Praça Vermelha e na Rua Ana Machado e a apresentação da banda marcial do Liceu, além, é claro, da Exposição Agropecuária e as recepções festivas ao Cachoeirense Ausente nº 1. Quanto as tradições ruins, não me lembro agora de nenhuma. Aquele velho filme sobre o nosso passado que cruza a nossa mente na hora da morte - posso afirmar com certeza! - também passa na recepção ao Ausente nº 1 lá no Horto da União, com uma vantagem: não somos moribundos e, muito ao contrário, estamos a vivenciar um dos momentos mais emocionantes da nossa existência. É de chorar lágrimas de esguicho, como bem sintetizou Nelson Rodrigues. Ali no Horto da União, cada amigo me remetia a um episódio e, assim, desfilaram em minha mente os meus pais, mestres, colegas e todo um passado que molda o nosso presente. Mas, retornando aos desfiles, foi bonito assistir à fanfarra do Liceu a interpretar o hino do colégio, cantado por um grupo de antigos alunos, mas a pergunta, em tom de espanto e decepção do amigo Michel Misse não me sai da cabeça: “Onde está o dobrado número 5, que não ouvi?”. Os dobrados da banda do Liceu foi um dos itens essen-

EXPEDIENTE

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DIRETOR GERAL: Elias Carvalho EDITOR CHEFE: Ilauro Oliveira EDITOR DE CRIAÇÃO E ARTE: Luan Ola Repórteres: Alissandra Mendes, Gustavo Ribeiro, Filipe Rodrigues, Leandro Moreira e Marcos Freire DiagramadorES: Suheley Garcia Suhett e Carlos Guilherme Gomes

ciais ao filminho que vi passar lá No Horto da União e que me fizeram ter imensa saudade do cabo Taveira. Faço minha a pergunta do Michel. Quando o Liceu foi anunciado, um frêmito de admiração se fez sentir nas arquibancadas, o que me deu a certeza de que o mito Liceu ainda persiste entre a nova geração, o que me deixou feliz e no ponto certo para deixar as lágrimas correrem soltas, sem qualquer vergonha. Mas, para minha surpresa observei que os alunos marchavam em silenciosa sincronia, já que não chegava até nós o som da fanfarra, apesar de tocar a menos de 100 metros do palanque oficial. Bem diferente da velha banda marcial – 120 componentes! – onde tive o orgulho de entoar os meus dobrados, emitindo notas finas e prolongadas na corneta. O velho Taveira fez de tudo para dissuadir os autores desses sopros uma oitava acima do normal, mas sem sucesso. Eram manifestações de orgulho, que espocavam aqui e ali e que, tenho certeza, lá no fundo da alma, ele gostava e sorria, como se pensasse: ”Esses meninos!”. À época em que os desfiles aconteciam na Praça Jerônimo Monteiro, o povo aplaudia freneticamente a Banda do Liceu antes mesmo de vê-la, porque era possível ouvi-la nitidamente quando ainda atravessava a ponte Fernando de Abreu, o que provocava um frenesi antecipado na multidão. O som prenunciava o espetáculo, exatamente como os prefixos dos cinemas Broadway e Cacique e o som marcial dos dobrados se coadunava perfeitamente com as evoluções sincronizadas e levíssimas das moças do corpo de balizas, separadas dos rapazes apenas pela figura altiva, espigada e séria do Taveira. Que ele, de onde estiver, influencie os atuais dirigentes do Liceu, da cidade e até do Estado, no sentido de remontar a tradicional banda marcial.

DEPARTAMENTO COMERCIAL: Rafaella Macedo (28) 3521 7726 / 9982 5021 comercialfolhadocaparao@gmail.com ASSINATURAS: Joana Campos (28) 3521 7726 9921 7914 / 9885 6604 - assinaturafolhadocaparao@gmail.com Colaboradores: Sérgio Oliveira, Sérgio Garschagen, Sérgio Neves, Wagner Medeiros Junior, Ruy Guedes, Luciana Fernandes, Ricardo Lemos, Lucas Oliveira, Ramon Barros, Marcelo Soncino, Ewerton M. Tréggia Dpto. Jurídico: MIGNONE ADVOGADOS DR RICARDO MIGNONE - OAB/ES 12.699

alexandre garcia VIVENDO DO FUTURO A gerente de banco que iria me atender ainda estava ao telefone e pude escutar a conversa. Um cliente chorava por um juro menor, para um empréstimo de 50 mil, que renovava o de 36 mil que ele havia feito no ano passado. A inflação cresceu 5% mas o endividamento dele no banco subia quase 40%. É a ilusão do crédito. O saque no futuro. É o gastar muito hoje por conta do que se imagina ganhar amanhã. E os juros dobram, triplicam o saldo devedor. É como entrar em crack; depois, fica impossível sair. Fica uma marca no cérebro. A vida no vermelho. Em tempos de “milagre econômico”, o crescimento médio de 11,2 % ao ano durante três anos abonava como verdade absoluta a frase do mago Delfim, algo como: Dívida é para dever mesmo; a gente vai rolando e ela vai financiando o crescimento. Só que eram tempos em que o governo acumulava dívida externa e aplicava em pontes, hidrelétricas, estradas, saneamento, educação, saúde, segurança. Hoje sobra pouco para investir, porque o gasto com a máquina pública é gigantesco. E anda forte a cultura em que Delfim endossa o endividamento e Lula apela para consumir. Não é de se admirar que os dois este-

E-mails: comercialfolhadocaparao@gmail.com diretoriafolhadocaparao@gmail.com; publicidadefolhadocaparao@gmail.com redacaofolhadocaparao@gmail.com/ assinaturafolhadocaparao@gmail.com Circulação: ES - Afonso Cláudio, Alegre, Alfredo Chaves, Anchieta, Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Iconha, Irupi, Itapemirim, Iúna, Jerônimo

jam tão juntos. Mas para o crescimento do país, segundo o Credit Suisse, sobra 1,5%. E para os brasileiros endividados, pendurados em bancos e nos carnês, quanto de futuro sobra? País não faz milagre se não tiver poupança para investir. E a pessoa não tem futuro se o amanhã estiver comprometido pelos gastos de hoje. Discursos, intenções de acabar com a pobreza nos papéis da Rio+20, rezas para o santo dos endividados, nada disso adianta se houver desequilíbrio entre a renda do trabalho e a despesa. Tampouco adianta entrar na fila da lotérica e jogar dinheiro fora. Segundo o matemático Oswald de Souza, as chances de bater um raio na nossa cabeça são maiores do que fazer fortuna na loteria. Conheço muita gente que vive sem dívidas e ganha pouco. Casais com três filhos, ganhando 2 mil reais por mês, conseguem ter até computador em casa bem mobiliada. Pergunte a fórmula: não gastar mais do que se ganha. Meu avô, contador, me ensinava que só quem podia pagar juros bancários era o Martinelli(equivalente hoje ao Eike Batista). E aprendi que dar o passo maior que as pernas acaba rasgando os fundilhos.

Monteiro, Marataízes, Mimoso do Sul, Muniz Freire, Muqui, Piúma, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul, São José do Calçado, Vargem Alta, Venda Nova do Imigrante.

Editora e Jornal Sul Capixaba Ltda - ME | CNPJ: 10.916.216.0001-55. AV. GOVERNADOR CRISTIANO DIAS LOPES FILHO, 75, bairro GILBERTO MACHADO, CEP 29.303-320, Cachoeiro de Itapemirim-ES. Anexo a GrafBand. Tel: (28) 3521 7726

As matérias assinadas publicadas neste jornal, necessariamente não traduzem a opinião do próprio jornal. A veracidade das informações publicitárias veiculadas é de responsabilidade de quem as patrocina (anunciante). A legislação não impõe ao órgão que veicula o anúncio (jornal) a obrigatoriedade de verificação e comprovação da fidedignidade e correção destes anúncios. Fonte: STJ (Superior Tribunal de Justiça).


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OPINIÃO

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EU ME LEMBRO (histórias da minha vida em Cachoeiro) Por Ruy Guedes - ruy.guedes@hotmail.com

Uma Escola de civismo Após desistir do Curso Científico, ainda no primeiro ano no Liceu, graças a uma acachapante reprovação em física, mas ainda querendo concluir o segundo grau e, ao mesmo tempo, buscando uma formação profissional precoce, já que o sonho de um curso superior ficara cada vez mais distante, fiz o que muitos jovens em idêntica situação financeira já vinham fazendo ao longo dos anos, em Cachoeiro: procurei a Escola Técnica de Comércio para me matricular no Curso Técnico de Contabilidade. O respeitado estabelecimento fundado pelos professores Aurora e Alfredo Herkenhoff, situado na rua 25 de Março (onde hoje está o Shopping Cachoeiro), e que, apesar de ser um colégio particular, abrigava ainda o Ginásio São Pedro, era freqüentado por estudantes de todas as camadas sociais, a todos recebendo de braços abertos, sem qualquer distinção e, inúmeras vezes, concedendo bolsas de estudo para quem não podia arcar com os custos, como foi o meu caso. Para quem havia sido um péssimo aluno de matemática, o novo curso trouxe inúmeros desafios, os quais consegui superar graças a dedicação e competência dos professores, constituídos, em sua maioria, por filhos dos fundadores e ex-alunos da própria Escola – como o estabelecimento era conhecido carinhosamente em Cachoeiro. Durante dois breves anos estabeleci uma consistente empatia com meu novo ambiente de estudo graças, principalmente, a um professor, João Baptista Herkenhoff, que, por sua juventude e entusiasmo, se identificava sobremaneira com os estudantes, a todos cativando com sua educação, liderança, rara sabedoria e maturidade, embora tão jovem. A ele devo muito da minha formação moral, ética e política. Através de seus ensinamentos, eu e inúmeros jovens daquela geração fomos introduzidos em um novo patamar existencial, à medida em que éramos conscientizados da importância de nossa participação nas transformações da sociedade, por intermédio de nossas ações e pensamentos. Suas aulas eram verdadeiros tratados de civismo. Descobri, na Escola, os meandros do movimento político-estudantil, incentivado a participar da chapa que concorria à eleição da nova diretoria da Casa do Estudante (entidade que teve os irnãos Herkenhoff entre seus fundadores e principais dirigentes em

seus primeiros anos de existência). Este pleito, como não poderia deixar de ser, foi marcado por uma concorrência feroz entre Liceu e Escola. A chapa da Escola foi eleita por uma margem apertada de votos. Nela eu fazia parte do Conselho Fiscal, cargo em que permaneci nos anos seguintes, mesmo mudando de colégio e fazendo parte de outras chapas, pois o exercício da política estudantil havia me seduzido de forma permanente. Fui conselheiro na CECI até concluir o Curso de Direito, no início dos anos 70, época em que a entidade sofria os rigores da censura federal para realizar seus Festivais de Música Popular. Se minha passagem pelo Liceu ficou marcada pela participação na área musical, como integrante do coral infantil “Canarinhos de Cachoeiro” e da Banda Marcial Wilson Rezende, na Escola ela se estendeu, além dos embates políticos-estudantís, ao setor esportivo, ainda graças ao professor João Baptista Herkenhoff, seu principal incentivador. Foi defendendo a camisa rubro-negra do meu novo colégio que, no dia 11 de maio de 1961, sagrei-me campeão do torneio de futebol nos Jogos Escolares daquele ano. Convidado por Joãozinho, o técnico do Cachoeiro F.C., Onofre Nascimento, colocou em campo uma verdadeira “seleção”, formada por jogadores dos principais clubes da c i d a d e , todos alunos matriculados na Escola. N o s s o adversário na final só poderia

ser o Liceu. Jogo duro, disputadíssimo, e que acabou com o placar em branco. Levado para a disputa de pênaltis (naquele tempo a regra era outra, com apenas um batedor para cada time, em séries de cinco cobranças), coube-me encarar Ivênio, o craque do Liceu, dono de uma canhota privilegiada. Cacau, goleiro do tricolor da Rua Moreira, iria enfrentar o Cuca, nosso zagueiro central, que tinha um chute potentíssimo. Cuca não perdeu nenhuma cobrança e eu consegui defender o último pênalti. Fomos campeões, para alegria da galera rubro-negra, e, em particular, para Gersinho Moura, Samuel Pinto Ribeiro e Heliomar Pires Martins (dirigentes esportivos do Grêmio da Escola) e, naturalmente, o professor Joãozinho Herkenhoff, que, aliás, patrocinou as entusiasmadas comemorações no bar do “seu” Moacir Caetano, localizado ao lado do colégio. A foto relembra o time daquela suada conquista. Em pé, da esquerda para a direita: Josias Machado, Elísio, Valter Aranha, Cuca, Ruy e “Gregório” Medeiros. Agachados: Zezinho, Vadinho, Milton, Jedson Nascimento e Toninho. Ruy Guedes é músico e radialista aposentado


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ESPECIAL

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castelo

Rádio Cultura anuncia data de início dos debates de candidatos a prefeito filipe rodrigues

redacaofolhadocaparao@gmail.com

A Rádio Cultura (FM 101,7) de Castelo anunciou que a partir do dia 5 de agosto vai abrir a programação para os debates entre os candidatos a prefeito de 10 municípios do sul do Espírito Santo. A primeira transmissão será para Jerônimo Monteiro. Segundo o diretor da rádio, o advogado César Nemer – que também será o mediador dos debates -, o programa terá duração de uma hora e trinta minutos e será divido em quatro blocos. “Primeiro faremos

a apresentação dos candidatos. Em seguida, serão cinco perguntas para cada participante. O terceiro bloco será de três ou quatro perguntas enviadas pelos ouvintes. E, por fim, os candidatos fazem perguntas uns para os outros”, disse César. O diretor da rádio salienta que tudo será feito respeitando as leis eleitorais. “O debate é o único lugar onde o candidato se apresenta de forma autêntica. Não tem marketing e ninguém escrevendo por ele”, comentou. A rádio faz debate entre candidatos a prefeito

grupo folha do caparaó

» » A partir de 5 de agosto, candidatos de 10 municípios se enfrentam ao vivo na rádio

desde 2002. César destaque o que é preciso para se sair bem durante o encontro. “O candidato tem que mostrar conhecimento sobre o seu município. Saber o que sua cidade mais precisa e ter condições de expor isso da melhor maneira. É preciso também ter raciocínio rápido. O debate é o único lugar onde o eleitor tem condições de conhecer o seu candidato de verdade”, acrescentou. César disse ainda que o debate movimenta as cidades. “Quando avisamos que o debate será entre candidatos de Jerônimo Monteiro, por exemplo, as pessoas colocam carro de som avisando, tem fogos de artifício, é uma festa. E depois de encerrada a programação, o debate é o principal assunto nas ruas”, enfatizou. Os debates serão feitos sempre aos domingos. Para receber os candidatos, a rádio fez grande investimento. “Ampliamos nosso estúdio, deixando-o ainda mais moderno. Além

disso, adquirimos equipamentos que melhoram a qualidade do som que chega ao rádio do ouvinte. Vai ficar muito bom. A rádio está com som parecido de CD. É só comparar”, disse. A partir da próxima segunda-feira os convites começam a ser enviados para os partidos dos seguintes municípios: Jerônimo Monteiro, Muqui, Atílio Vivácqua, Mimoso do Sul, Presidente Kennedy, Venda Nova do Imigrante, Conceição do Castelo, Vargem Alta, Cachoeiro de Itapemirim e Castelo. Os debates também serão em parceria com o jornal Aqui Notícias. Representante este periódico, o editor Ilauro Oliveira. “O espaço será importante porque os candidatos terão que apresentar propostas totalmente novas, em virtude da extinção do Fundap. A queda de arrecadação será tema das campanhas. O eleitor terá que identificar quem vai saber lidar melhor com isso”, co-

mentou ilauro. César adianta que no dia do debate, apenas duas pessoas poderão entrar na rádio acompanhando o candidato. “É um evento importante, porque influencia na opinião do eleitor. Em cidades onde não há televisão, a rádio, principalmente a nossa, tem bastante entrada no meio rural”, disse.

Eleições

Outra ação importante da rádio será a cobertura ao vivo da apuração dos resultados, no dia 7 de outubro. César e Ilauro acompanharão em tempo real, voto a voto, a contagem para prefeito. A transmissão vai começar as 17h00. “Vamos poder dar opinião do resultado, dizer se foi ou não surpresa; onde ficou bom para o governador, já que seu partido lançou alguns candidatos; analisar qual partido saiu melhor; enfim, algumas situações comuns de uma eleição. Teremos a liberdade de expor nossas ideias”, comentou César.


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ESPECIAL

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castelo

Candidatos se preparam para o debate

Enquanto a Rádio Cultura ainda não oficializa o convite, os candidatos que vão participar já se preparam para o debate. A reportagem ouviu alguns nomes que estiveram presentes no pleito passado e passaram pelo crivo dos ouvintes. Todos eles reforçaram a importância do espaço e que se sair bem no debate pode

influenciar no resultado das eleições. O candidato a reeleição em Mimoso do Sul, Giló (PMDB), comentou sobre os debates na rádio. “É um meio de comunicação que as pessoas têm acesso. É muito importante. A gente pretende levar o que a prefeitura fez durante esses três anos e meio. A população precisa saber. E, além

disso, debater no campo das ideias os grandes projetos para Mimoso”, comentou Giló. Já a candidata a prefeita de Mimoso do Sul, Flávia Cysne (PSB), acredita que acumulou experiência e está preparada. “O debate influencia na opinião popular e, consequentemente, no resultado das eleições. Estamos com

bastante experiência acumulada e sabendo de tudo o que o município precisa. A rádio tem bastante audiência no meio rural e isso é importante, porque leva informação para todo mundo”, disse. O candidato a prefeito de Muqui, Aluizio Filgueiras (PSDB), reforça a importância do debate. “Quando a gente

avisa que vai acontecer o debate na Rádio Cultura, a cidade inteira acompanha. Todo mundo quer ouvir. E, depois de terminar o programa, fica todo mundo comentando nas ruas o que foi debatido. É importante sair-se bem, porque influencia na opinião do eleitor”, comentou. Jair Ferraço (PSB), can-

didato a prefeito em Castelo, também concorda com a opinião dos demais candidatos a prefeito. “Na hora do debate, diante de tantos microfones e jornalistas, a gente fica até meio ansioso, mas estamos preparados e o espaço é importante para isso: o eleitor saber quem está mais preparado. É muito importante”, acrescentou.


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ENTREVISTA

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Candidato a vice-prefeito fala de projetos para a saúde pública filipe rodrigues

Candidato a vice-prefeito pela coligação Frente por amor a Cachoeiro - Candidato a prefeito da chapa: Glauber Coelho

José Renato Federici (PSB) é médico desde 1978. Nascido em Afonso Cláudio, formou-se na Emescan, onde foi campeão estadual de futebol amador. Especializou-se em cirurgia pediátrica, medicina do trabalho, ficou dois anos como médico da Marinha e também é médico perito do Detran. Está em Cachoeiro desde 1983, já foi vereador e atualmente atua pelo estado, município, presta serviços ao Hospital Infantil e consultoria ao Hospital Evangélico e Unimed. Zé Renato, como é conhecido, é candidato a vice-prefeito, na coligação Frente por amor a Cachoeiro. O candidato a prefeito em sua chapa é o deputado estadual Glauber Coelho (PR). Em entrevista concedida em sua residência, Zé Renato fala do processo da escolha de seu nome e suas projeções para a saúde pública de Cachoeiro. Fala de assuntos delicados, como o hospital do Aquidaban e o Pronto Atendimento Paulo Pereira. Jornal Aqui Notícias Primeiro, fale um pouco do processo que levou à escolha do nome do senhor para compor a vice de Glauber Coelho e como o senhor recebeu essa notícia. José Renato Federici – Inicialmente, não estava pensando na candidatura à majoritária. Coloquei meu nome como candidato a vereador. Estávamos participando das reuniões suprapartidárias e existia uma expectativa em torno do nome de (Theodorico) Ferraço. Como ele decidiu não ser candidato, as coisas ficaram abertas. Então o Glauber se posicionou e conseguiu agregar os outros candidatos dos partidos. A

princípio, o PSB iria sozinho, com a Cláudia (Lemos) candidata a prefeita. Mas depois houve o convite para ser o vice do PR. Além do meu nome, estava o da Cláudia e do vereador Alexandre Bastos. Acabou que fui escolhido por unanimidade. A executiva estadual apoiou essa decisão? Apoiou a decisão do partido em Cachoeiro. Agora à luta. Existia nos bastidores a informação que o deputado estadual Thedorico Ferraço (DEM) teria mais simpatia pelo seu nome, para compor a vice de Glauber Coe-

lho. O senhor é amigo dele? Como foi essa situação? Sou amigo do Ferraço há muitos anos. Quando entrei na política estávamos até em palanques opostos. Mas quando fui vereador, através da relação para resolver problemas nos hospitais, ele foi cumprindo sua palavra quando era prefeito. Então fomos estreitando a relação. Então, nessa oportunidade, ele fez a indicação que gostaria de ver o meu nome como vice. Os dois candidatos a vice-prefeito, o senhor e o seu adversário, são médicos. O que o senhor vai apresentar para a população, em se tratando de saúde pública? Como médico sempre me posicionei no serviço público. Na questão da saúde pública, acompanhei essa evolução. O Programa de Saúde Familiar (PSF), por exemplo, se colocássemos em prática como é o conceito, ele é um programa perfeito para prestar saúde básica à população. Um dos pontos importantes é que ele é direcionado para os bairros e comunidades. É preciso colocar para executar no que diz respeito à prevenção. Mas para isso tem que ter as unidades. Nesse foco, que é o PSF, você consegue fazer uma boa saúde pública. Os médicos de PSF não podem atender para dar receita, apenas. É preciso ter um programa informatizado, com catálogos de hipertensos, por exemplo, para que os pacientes tenham acesso direto ao medicamento de uso contínuo em sua comunidade, sem precisar passar pelo médico. Estamos com a proposta de garantir esse tipo de atendimento para essas pessoas que precisam de medicamento básico. Esse é um dos pontos. A gente vê as comunidades reclamando de falta de médico nos postos de saúde. Já os médicos, por sua vez, reclamam de baixos salários. Como o senhor analisa essa questão? Só vejo uma maneira de resolver isso: alavancar recur-

sos para poder pagar bem a esses profissionais e eles se sentirem confortáveis para cumprir o horário. É preciso gerenciar bem. O médico de Saúde da Família tem que ficar na unidade dele. Tem que ter as unidades completas, com médicos e equipes. Só assim funciona bem. A nossa meta é essa: fazer as unidades funcionarem bem. Incluindo as lideranças comunitárias nesse processo.

Em relação a hospitais. O que tem em Cachoeiro é suficiente? Nosso município tem característica peculiar. Tem 200 mil habitantes, mas atende outros 400 mil dos municípios vizinhos. Somos polo de especialistas. E, por incrível que pareça, não temos hospital público para dar atendimento a essas pessoas. O governo do Estado destina recursos nos três hospitais filantrópicos para cumprir o seu papel. Mas nem sempre é suficiente. A prefeitura é responsável para prestar o serviço básico de saúde, alta complexidade é do estado. O que queremos amenizar é a falta de continuidade ao tratamento de pessoas que, por exemplo, passaram por atendimento de urgência e emergência. Trabalhar o pósatendimento. O hospital do bairro Aquidaban está há oito anos parado, sem solução. Aquela obra é um ‘elefante branco’ ou dá para utilizar? O termo ‘elefante branco’ é pejorativo e acredito que Cachoeiro não merece. Mas aquele hospital faz parte de um compromisso nosso. Se estivermos na prefeitura, vamos fazer o possível e impossível para fazer funcionar. No Hospital Infantil já não tem mais espaço. Se quiser fazer um ambulatório, não dá. Vamos batalhar para levar a maternidade-infantil para aquele espaço. Além disso, é preciso de um espaço para as gestantes. Para que elas façam pré-natal. O mais importante para a criança nascer sadia é

cuidar bem da mãe.

E o Pronto Atendimento Paulo Pereira. O que dá para fazer por aquele espaço? Essa é uma questão importante. Cachoeiro não precisa ter vários Pronto Atendimentos, porque é custo elevado. Não tem tanto profissional disponível. Tem que pagar bem, porque é um setor pesado, com muitos pacientes. Mas tem que criar também agilidade no atendimento ao cidadão. Por exemplo: colocar um raio-x digital, que joga a imagem direto para o computador. Outra maneira é ampliar o setor de emergência, para poder trabalhar melhor, colocando mais profissionais. Se você tem 200 pacientes é preciso no mínimo quatro médicos. Se tiver só dois vai dar fila. Qual seria a solução para o Pronto Atendimento Paulo Pereira? Se os atendimentos se concentrarem demais no Paulo Pereira, vamos começar a pensar em construir um novo Pronto Atendimento, nesse mesmo modelo, na região do bairro Aeroporto e BNH. Mas temos que fazer na mesma estrutura. Inicialmente pode fazer até um atendimento noturno, para facilitar o acesso da população. É preciso fazer um estudo. Cachoeiro está crescendo para aquela região, com grandes empresas investindo naquela área. Na opinião do senhor, a rede pública precisa de mais médicos, enfermeiros, técnicos, enfim, de mais profissionais? O que está mais carente? Acredito que falta mais pediatra. As vezes tem gente querendo contratar, mas não há profissional no mercado. Só que o pediatra não tem disponibilidade dele, mas também a prefeitura não paga bem. É preciso buscar maneiras de pagar bem para que o médico queira trabalhar no serviço público. É preciso também informatizar os PSF’s, facili-

tando o trabalho dos agentes de saúde, cadastrando todos os medicamentos de uso contínuo da sua área. O que a gente pode esperar de um médico, caso ele seja vice-prefeito de Cachoeiro? O que está me motivando mesmo a participar desse processo eleitoral é estar me sentindo amarrado por não poder ajudar a resolver as necessidades da área infantil, principalmente, porque vejo a necessidade da população diariamente. Não posso mais ver aquele hospital do Aquidaban parado. Além de me afetar como profissional, me afeta como cidadão. E brigar também para que Cachoeiro tenha uma saúde pública voltada para melhorar os recursos aos hospitais, fazendo parceria da prefeitura com os hospitais. Atualmente tem criança sendo encaminhada para Vitória para fazer procedimentos simples, que dariam para fazer em Cachoeiro. É preciso mais convênios. Uma postura fundamental para o bom funcionamento da saúde? Gerenciar bem. Tem muito programa federal que pode implantar aqui. Agora, não pode é ser com duplicidade. Exemplo: o Hospital Infantil montou um centro de atendimento otorrinolaringologista para fazer o teste do ouvidinho. Implantou tudo, com capacidade de fazer 300 atendimentos. Na hora que estava tudo pronto, funcionando direitinho, a prefeitura foi e apresentou o mesmo serviço. O mesmo serviço?! Que fosse outro, para tratar de sequelas em adultos, que sofrem acidentes, por exemplo. Montar um bom ambulatório. Enfim, não pode dar duplicidade. É preciso uma boa gestão. É possível melhorar. A prefeitura está aí para isso.

Da redação

O médico Abel Santana, candidato a vice-prefeito em Cachoeiro pelo PV, na coligação ‘Vamos Avançar, Cachoeiro’, também recebeu o convite para a entrevista, mas achou melhor esperar o próximo domingo, pois, segundo ele, iria terminar de fechar o projeto com o prefeito Carlos Casteglione (PT). O Jornal Aqui Notícias concederá o mesmo espaço e vai tratar do mesmo tema com Abel.


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DIÁRIO | Ano 2 | n° 377 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul

Biografia “Do verso à canção” conta a vida do cantor e compositor Raul Sampaio » » A biografia “Do verso à canção” lançada este ano na Bienal Rubem Braga retrata a história do cantor e compositor Raul Sampaio, filho do construtor José Cocco e de Fany Sampaio Cocco que cresceu em Cachoeiro de Itapemirim. OLÍVIA MARIA

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Raul Sampaio, filho do construtor José Cocco e de Fany Sampaio Cocco, cresceu em sua cidade natal, juntamente com os irmãos Domingos, Ruth e Fanny. Na década de 1940, participou de serenatas com amigos e frequentou programas da rádio ZYL-9, em Cachoeiro. Raul iniciou a carreira artística com Loé Moulin, com quem formou a dupla Dois Valetes. Em 1949, após prestar serviço militar, foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou numa loja de instrumentos musicais, ao mesmo tempo em que intensificava sua atividade como compositor. Autor de mais de 250 canções, foi integrante do Trio de Ouro, com Herivelto Martins e Lurdinha Bittencourt. Gravado por nomes como Roberto Carlos, Maria Bethânia, Renato Russo, Maysa e Nelson Gonçalves. Essa foi uma breve apresentação do cantor e compositor que escreveu sua trajetória com simplicidade e talento, deixando para todos nós um presente muito especial: o hino oficial de Cachoeiro de Itapemirim, intitulado “Meu Pequeno Cachoeiro” e consagrado na voz de Roberto Carlos. E para contar um pouco mais sobre a história, do poeta e músico Raul Sampaio, amigo e escritor, Evandro Moreira escreveu a biogra-

fia “Do verso à canção”, que já pode ser encontrada nas livrarias de Cachoeiro. O escritor conversou com o Jornal Aqui Notícias sobre essa experiência que teve de narrar a vida de um personagem tão importante para Cachoeiro. Aqui Notícias - Como surgiu a ideia de escrever a biografia do cantor e compositor Raul Sampaio? Evandro Moreira - Conhecendo Raul Sampaio há bastante tempo, notei que ninguém tinha feito ainda uma biografia sua. Muito merecida por um jovem que se dispôs a enfrentar o Rio de Janeiro dos anos 50 para mostrar o seu valor. Mas fiquei sem jeito de me oferecer. Algum tempo depois, seu filho Zé Cocco informou que havia incentivado o pai a encomendar uma biografia. E o Raul teria respondido que tinha interesse, mas queria que Evandro Moreira fizesse o trabalho. E aceitei. Como o escritor vê o relevante serviço prestado a Cachoeiro por Raul Sampaio, para torná-la mais conhecida no Brasil e no mundo? Acho que todo mundo já sabe: como “secretário” de Newton Braga, encarregado de datilograr as suas crônicas ma-

nuscritas e encaminhá-las aos jornais. E parece que assimilei um pouco de seu extremado amor pelas coisas de Cachoeiro. De fato, fiz uma modesta biografia do Newton, anos atrás. Tal e qual Newton, além de outros tantos cachoeirenses ilustres - Deusdedit Baptista, Solimar de Oliveira, Athayr Cagnin, Nelson Sylvan e muitos outros, dediquei-me a descobrir e divulgar histórias e fatos de Cachoeiro, quando ninguém ainda ousava atribuir o nascimento de Cachoeiro a alguém, aliás, nem se conhecia o suficiente a nossa História. E a nossa História requer a citação dos

Cachoeiro, que nos trouxeram exemplos de luta e valores diversos. Assim como Rubem, com suas crônicas, Raul Sampaio, com sua música, melodia entrosada com poesia - sim, que as músicas de Raul têm por fundo legítima poesia, reconhecida em todo o País e mesmo fora, ao ponto de ser até plagiado pelo famoso Augustin Lara. “Meu Pequeno Cachoeiro” é o Hino oficial de Cachoeiro e conhecido até no exterior. Nossos turistas já me informaram que “lá fora”, quando s e

diziam filhos de Cachoeiro, o estrangeiro solfejava para ele trechos da música de Raul. E isso já bastava. Podemos considerar então Raul Sampaio como um dos símbolos de Cachoeiro? Acho que Raul não premeditou tanto sucesso. Rapaz simples, sem esnobismos, contentava-se em mostrar o seu trabalho. Ter sua música escolhida como hino oficial da Cidade, ao lado do título de Cachoeirense Ausente, nos anos 60, foi além do que sua simplicidade almejara. E foi essa simplicidade - sua maior característica - que o fez querido entre os músicos brasileiros de sua época; que encantou a todos nós, que amamos Cachoeiro, com seus versos amorosos da terra unidos a um belo e amoroso canto melódico que emociona, de fato, o cacho-

eirense ausen- te e engrandece a nós, sempre cachoeirenses presentes. Ele é, portanto, um dos símbolos desta cidade.

nomes que engrandecem

Se pudesse descrever Raul Sampaio em poucas palavras como cantor de Cachoeiro. Quais seriam essas palavras? Ser o “cantor de Cachoeiro” é que engrandece a sua

simplicidade. Esta será talvez a sua verdadeira glória. A fama não tirou dele o orgulho de ser interiorano, o reconhecimento dos amigos é ainda o seu ponto forte. Ele não ficou “mascarado”, não se julga rei de coisa alguma, apenas um filho amoroso e um irmão fiel de nossa gente e de nossa terra, que sabe transformar a vida em melodia sem fim. Uma curiosidade da vida do cantor e compositor? Além de compositor e cantor Raul é um pouco pintor (possui alguns quadros louváveis). E embora famoso, conhecido no Brasil todo, continua sendo um homem simples que não esquece de sua terra e dos amigos. Como foi escrever a biografia de uma personalidade tão importante para o município de Cachoeiro? Escrever uma parte de sua biografia foi para mim um motivo de muito prazer, na certeza de que prestamos uma grande homenagem ao reconhecer o seu talento e a sua vitória, como filho dileto de nossa Cachoeiro. E pode acreditar que às vezes me espelho em nosso cantor, que também me faço vencedor na demonstração do justo orgulho por ser filho de Cachoeiro, terra que não escolhi para nascer, mas que escolhi para viver, e um dia (o mais tardar possível) dormir em seu seio generoso.


»» LUCAS OLIVEIRA

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PULSEIRISMO Já tem tempo que quero falar sobre essa tendência aqui na coluna, a moda de encher os pulsos com pulseiras tem me conquistado demais, acho que é a tendência de acessórios que eu mais me encantei. O melhor é que para estar na moda do pulseirismo é fácil, muito fácil.

MISTURA TUDO O legal dessa tendência é misturar! Tipos de pulseiras, materiais diferentes, cores diferentes, com relógio ou não. Não tenha medo! Independente do seu estilo você pode fazer isso, roqueira, romântica, despojada... Funciona para todas. Ah, tem mais um atrativo bem legal que algumas mulheres irão adorar, a mistura de pulseiras ainda pode ajudar a afinar a silhueta criando uma ilusão de ótica, já que chama mais a atenção para o pulso que é a parte mais ‘magra’ do nosso corpo.

EXAGERAR SEM MEDO Quando se trata de acessórios, não existe uma mulher que não resista . E a boa notícia é que o segredo agora é exagerar! Isso mesmo, usar e abusar da combinação de pulseiras e usar muitas, muitas mesmo, uma em cima da outra… Isso sem contar com os “pares de braceletes” que são a onda do momento e que dá aquele toque em qualquer look!! Também não é novidade que os acessórios tem o poder de mudar totalmente um look, e o mix de pulseiras faz este papel muito bem. Pode estar de tênis e camiseta branca que se você jogar uma mistura de pulseiras bem legal o look se torna outro. Dá até para visualizar mentalmente o antes e o depois. Imaginou? Em looks mais elaborados então é usar e arrasar, pulseirismo arrasa. E o interessante é que não precisam ser peças caras, o que faz a diferença são as combinações e não apenas as peças em si.

NOS BRAÇOS DE FÁTIMA BERNARDES Os três primeiros dias do novo programa de Fátima Bernardes marcou pelo fato da apresentadora ter se rendido ao pulseirismo. O uso de pulseiras diferentes, misturando materiais, ficou interessante e deixou Fátima mais moderna, a apresentadora mostrou exemplos mais chiques do pulseirismo.


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fernanda paes leme muda visual e agora exibe cabelos ruivos

Fernanda Paes Leme mudou o visual. A atriz, que tinha cabelos castanhos, agora exibe fios ruivos. Ela esteve em um salão em São Paulo, onde cortou e pintou o cabelo com Marcos Proença. O look é para a próxima novela das 21h00, “Salve Jorge”, na qual Fernanda interpretará a personagem Márcia, uma veterinária do Exército.

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No Paparazzo, Graciella Carvalho faz ensaio com

velas

Graciella Carvalho, do programa “Malícia”, mostrou profissionalismo e entrega ao posar para o Paparazzo, em ensaio que teve clima sadomasoquista. Um cômodo de uma casa no bairro de Santa Teresa, Centro do Rio, onde as fotos foram feitas, foi iluminado por 60 velas.

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dani bolina

se veste de Mulher Maravilha sexy ao lado de Lia Khey Dani Bolina e Lia Khey posaram juntas para uma foto quando se preparam para participar de um evento. Dani escolheu se vestir de Mulher Maravilha e Lia, que estava de jeans e maiô, brincou: “Estou fantasiada de Lia!”


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Ramon Barros

@ramonbarros ramonbarros@r7.com (28) 9882 8981

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FOTO: ARQUIVO PESSOAL

DE THOMAS JEFFERSON - Se a fé move montanhas, o amor cria universos.

ROUPA NOVA: ingressos à venda no Shopping Sul. FOTO: DIVULGAÇÃO

O cacho eirens e Fabric io Carlet ti entre Cezar Mutan te (venc edor do TUF Brasil ), Roger io Minot ouro (irmã o gême o do Minot auro) e o italian o Miche le Vergi nelli.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

MUSEU DO FLAMENGO: todas as informações podem ser obtidas pelo telefone (28) 9258-0858 com Fabricio Carletti.

Recebendo a certificação de 33ª Cidade Mais Digital do País, Edimar Temporim, presidente da Dataci, comemora a internet gratuita em Cachoeiro.

MULHERES COM SEIOS GRANDES tem mais probabilidade de desenvolver câncer de mama. O laboratório da 23andMe, na Califórnia, desenvolveu um estudo envolvendo a genética e o tamanho da mama e os riscos de câncer, utilizando dados de sua plataforma de pesquisa. AINDA FALANDO de saúde, um estudo comprovou que homens que praticam sexo mais de 20 vezes por mês têm cerca de um terço a menos de chances de desenvolver câncer de próstata.

POR OUTRO LADO as mulheres que fazem menos sexo apresentam maior risco de câncer de mama que as mulheres ativas. UMA TENDÊNCIA MUNDIAL aponta para uma nova etapa na moda: mulheres com seios médios a pequenos.

Coluna irá prestigiar a exposição da artista plástica Ana Cazetta, que acontece de 13 a 30 de julho no Palácio das Águias, em Marataízes.

INDEPENDENTE de pesquisas ou tamanhos, o mais importante é nunca esquecer dos exames para a prevenção do câncer de mama. E aos homens, incentivem suas mulheres.


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política

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bom jesus do norte

Ex-secretário denuncia prefeito

»» Pedro Chaves (PMDB) é acusado de contratações ilegais e de formação irregular da comissão de licitação

divulgação

O ex-secretário de Saúde de Bom Jesus do Norte, Wallace Maciel Pacheco Junior, denunciou o atual prefeito Pedro Chaves (PMDB), que participa das eleições deste ano, por compra de votos e formação irregular da comissão de licitação junto à Procuradoria do município. Pedro ocupou o cargo de prefeito neste ano, após o titular Adson Salim (PSDB) perder o mandato por improbidade administrativa. De lá pra cá, segundo o ex-secretário, o peemedebista é acusado de montar uma comissão de licitação voltada para os seus interesses pessoais e de contratar

62 pessoas de forma ilegal. Wallace Maciel informou que o artigo 51 da lei 8666/93 determina que a “habilitação preliminar, a inscrição em registro, a sua alteração ou cancelamento, e as propostas serão processadas e julgadas por comissão permanente ou especial de, no mínimo, 3 membros, sendo pelo menos dois deles servidores qualificados pertencentes aos quadros permanentes dos órgãos da administração responsável pela licitação”. “A dita comissão de licitação montada pelo atual gestor, através da Portaria nº 077/2012, é composta por quatro

servidores, sendo 3/4, portanto, a sua maioria absoluta, composta por servidores recém contratados ao seu “bel prazer” de forma ilegal, imoral e criminosa”, acusou. Sobre a contratação dos 62 servidores, o exsecretário disse que os contratos não tiveram nenhum amparo legal ou critérios que visem o interesse público. “Não existem esses cargos na estrutura do município, o que demonstra claramente a sua ira desenfreada de comprar votos em troca de emprego, às vésperas do processo eleitoral”. A reportagem não conseguiu contato com o O então vice-prefeito Pedro Chaves assumiu a prefeitura após o titular Adson Salim perder o mandato por prefeito. improbidade administrativo


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CIDADES

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Empresa é contratada para fazer o plano de redução de riscos

»» Com o documento, a prefeitura poderá hierarquizar as obras mais urgentes e mensurar previamente os recursos necessários para a execução LEANDRO MOREIRA

leandromoreira23@gmail.com

A empresa Acquatool Consultoria S/S LTDA foi contratada pela prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim para elaborar o Plano Municipal de Redução de Riscos. Conforme mapeamento feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), divulgado em dezembro de 2011, o município tem 20 setores de risco, que ameaçam 6.262 moradores. A administração municipal, através da Defesa Civil, traçou como meta a confecção do plano para deter informações minuciosas sobre essas regiões. A Acquatool Consultoria S/S LTDA foi a única empresa a apresentar proposta de preço na licitação. O investimento será de R$ 148 mil, abaixo do teto estipulado para a contratação.

O objetivo do documento é mapear e diagnosticar as áreas que apresentam riscos de deslizamento e inundação e, com sua elaboração, o município pretende aprimorar as medidas de segurança e delimitação dos setores onde existe a percepção de sinistros por desastres naturais. De acordo com a prefeitura, tais informações permitirão a realização de intervenções mais eficazes, considerando que, com o plano, será possível hierarquizar as obras mais urgentes, bem como mensurar previamente os recursos necessários para a sua execução e as fontes onde os mesmos podem vir a ser obtidos. Conforme levantamento do CPRM, 1.437 moradias estão entre as 20 áreas de risco em Cachoeiro. Outros cinco municípios capixabas também foram alvo do

divulgação

estudo: Marechal Floriano, Vargem Alta, Viana, Santa Leopoldina e Cariacica.

Nacional

De acordo com o trabalho da CPRM, há 47.500 pessoas morando em áreas de risco em seis municípios do Espírito Santo; 45.986 em nove cidades de Santa Catarina; 25.526 em seis cidades no Rio Grande do Sul; 1.736 em quatro cidades do Paraná, 2.650 em Outro Preto (MG) e 10.160 em Nova Friburgo (RJ). Além disso, 44.967 municípios estão em risco em Angra dos Reis (RJ), cidade com maior número de pessoas em situação de perigo. No total são 41.085 moradias e 168.365 de pessoas em áreas de alto risco e muito alto risco. Numa segunda fase o mapeamento será feito na região Nordeste e Norte.

Confira os bairros, a quantidade de imóveis e de pessoas em áreas de risco e as sugestões apresentadas pelo CPRM: Rubem Braga

Quantidade de imóveis: 40 Quantidade de pessoas: 160 Sugestões: Obras de drenagem e estabilização de encostas. Avaliação das obras de contenção feitas pelos moradores e remoção de moradias (cada caso deve ser melhor analisado).

Abelardo Machado Quantidade de imóveis: 35 Quantidade de pessoas: 140 Sugestões: Remoção de algumas casas em risco muito alto, principalmente aquelas já interditadas pela Defesa Civil e obras de contenção e drenagem de toda a encosta.

Alto Novo Parque Quantidade de imóveis: seis casas e três unidades comerciais em construção (galpões) situados na margem da rodovia ES 164 Quantidade de pessoas em risco: 20 Sugestões: É necessária a interrupção da obra do muro de contenção, na rua Mariano Simão da Silva, situado na borda do talude. Essa obra, sem drenagem, irá criar sobrecarga na encosta e, consequentemente, aumentar o potencial de escorregamento nesse setor. Obras de drenagem na rua Mariano Simão da Silva e nas ruas situadas no topo da encosta.

Village da Luz Quantidade de imóveis: 18 Quantidade de pessoas: 70 Sugestões: Obras de drenagem e estabilização de encostas. Remoção de algumas casas (cada caso deve ser melhor avaliado).


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CIDADES

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Nossa Senhora de Fátima

Zumbi

Quantidade de imóveis: cerca de 40 (incluindo uma escola) Quantidade de pessoas: cerca de 650 (entre moradores e estudantes da escola) Sugestões: drenagem superficial e contenção de encostas.

Quantidade de imóveis: em torno de 700 Quantidade de pessoas: em torno de 3 mil Sugestões: Obras de contenção e remoção de moradias em vários pontos da encosta. Construção de rede de drenagem adequada.

Nossa Senhora Aparecida Quantidade de imóveis: 70/80 Quantidade de pessoas: 280/320 Sugestões: Obras de contenção e de drenagem

Alto Independência Quantidade de imóveis: 25 Quantidade de pessoas: 100 Sugestões: Obras de drenagem e de contenção de encostas

Aquidaban Quantidade de imóveis: 5 Quantidade de pessoas: 24 Sugestões: Obras de drenagem, estabilização de encostas e remoção dos cinco prédios em situação de risco.

Fé e Raça Quantidade de imóveis: 7 Quantidade de pessoas: 28 Sugestões: Obras de drenagem e estabilização de encostas. Interdição temporária e remoção de algumas casas (cada caso deve ser melhor avaliado). Avaliação das obras de contenção feitas pelos moradores.

Teixeira Leite Quantidade de imóveis: 15 Quantidade de pessoas: 60 Sugestões: Obras de drenagem e estabilização de encostas. Interdição temporária de algumas casas (cada caso deve ser avaliado).

UNIÃO Quantidade de imóveis: cerca de 30 Quantidade de pessoas: cerca de 120 Sugestões: Drenagem de toda encosta, obras de contenção pontuais e remoção de algumas casas.

Parque Laranjeiras

Recanto

Quantidade de imóveis: 10 Quantidade de pessoas: 40 Sugestões: Continuação das obras de contenção e drenagem de toda a encosta.

Quantidade de imóveis: 50 Quantidade de pessoas: 200 Sugestões: Obras de contenção pontuais e drenagem de toda encosta.

Coronel Borges / Arariguaba Quantidade de imóveis: 40 Quantidade de pessoas: 160 Sugestões: Desobstrução e alargamento da galeria do córrego Cobiça, bem como retirada de moradores de casas em situação de risco mais elevado, nas margens do referido córrego e do rio Itapemirim. Obras de contenção nas encostas do bairro Arariguaba.

Boa Esperança Quantidade de imóveis: 32 Quantidade de pessoas: 120 Sugestões: Drenagem da encosta. Obras de contenção pontuais e remoção de algumas casas em situação de maior risco na encosta e nas margens do córrego. Impedimento do uso do método de corte e aterro para novas construções.

São Vicente Elpidio Volpini Quantidade de imóveis: cerca de 100 (30 na beira do rio e 70 nas encostas). Quantidade de pessoas: entre 300 e 400. Sugestões: Remoção das casas situadas nas margens do Córrego dos Monos e seu afluente, bem como daquelas situadas na encosta abaixo do talvegue situadas entre as ruas Eduardo Gomes de Almeida, Noventa e Um e Ana Maria Amaral.

Sumaré / Amarelo Quantidade de imóveis: aproximadamente 240 Quantidade de pessoas: aproximadamente 800 Sugestões: Obras de contenção pontuais e drenagem de toda encosta.

Quantidade de imóveis: Quantidade de pessoas: Sugestões: Acompanhamento dos volumes de chuva e da movimentação das encostas, além da proibição de construções em área de táus.

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segurança

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alegre

Polícia Ambiental recolhe raposa no centro da cidade

»» O animal foi levado até um veterinário que atestou suas ótimas condições POLÍCIA AMBIENTAL

Uma equipe de policiais militares do Batalhão Polícia Militar Ambiental realizou o recolhimento de uma raposa que se encontrava em pleno centro da cidade de Alegre neste fim de semana. Os policiais foram acionados e compareceram a uma residência localizada à rua João Rodrigues de Oliveira próxima à Antiga Estação Ferroviária, curiosamente, residência de um sargento que serve na Polícia Militar Ambiental que atua na Região do Caparaó. Por lá, foi constatado que se tratava de um animal silvestre, sendo identificada

uma raposa sem nenhum ferimento. Ela estava deitada embaixo de um veículo. O animal foi cercado e mesmo utilizando toda a técnica de contenção de animais silvestres, os policiais tiveram dificuldades na captura, evitando riscos e ferimentos ao próprio animal asselvajado que se mostrava estressado. Em seguida, o animal foi levado até um veterinário que atestou suas ótimas condições, sendo então levado para um local adequado na Região do Caparaó e feito a soltura já no final da tarde.

Raposas

Raposas são animais pertencentes à família Canidae, assim como os cães, lobos, chacais, coiotes e mabecos. Todos esses animais, geralmente de médio porte, podem viver tanto solitários quanto em grupos, sendo este geralmente um hábito daqueles de tamanho maior. Os canídeos, considerados os mais antigos carnívoros do planeta, possuem cauda comprida, garras não retráteis, pernas longas, e audição e olfato bem apurados, o que auxilia na caça. No entanto, em casos de escassez, são capazes de se alimentar de vegetais.


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ESPORTES

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Começa hoje o Campeonato de Futebol Society

»» A competição reúne 16 equipes, que já pontuam participando da abertura do evento a partir das 08h50

ALISSANDRA MENDES

alissandrapmendes@yahoo.com.br

Tudo pronto para o início do V Campeonato de Futebol Society dos Comerciários de Cachoeiro de Itapemirim. A competição reúne 16 equipes na disputa pelo título de 2012, divididas

em quatro grupos de quatro equipes cada, classificando para a fase seguinte as duas melhores colocadas. O campeonato será realizado no Bom Gosto, no bairro Paraíso, a partir das 08h50. O Casagrande é o atual campeão da competição. A

abertura terá a presença de todas as equipes e reunirá mais de 300 atletas comerciários. “A apresentação cada equipe já soma três pontos na competição”, disse o organizador Agnaldo dos Reis, o Sassá. Haverá solenidade de

divulgação

O V Campeonato de Futebol Society dos Comerciários de Cachoeiro de Itapemirim começa hoje abertura com desfile de todos os atletas. “O campeonato que a cada ano tem aderido novas equipes tem programado será encerrado no dia 30 de setembro e acontecerá no Bom Gosto, no bairro Paraíso”, completou Sassá.

PRÓXIMOS JOGOS - HOJE 08h50 - Abertura Oficial com apresentação das equipes 09h30 - Moinhos x Casagrande - Campo I 10h20 - Perim x Cachoeiro Tintas-- Campo I 11h10 - Casa do Sono x Eletro Center- Campo I 09h30 - Citron x Futebol Arte- Campo II 10h20 - D e D x Cola Pneus - Campo II 11h10 - Itapuã x Ass. Rec. Casagrande - Campo II

ATÍLIO VIVÁCQUA

São Pedro e Beira Rio se enfrentam pela liderança O Campeonato Municipal de Futebol Amador de Atílio Vivácqua prossegue hoje com jogos válidos pela 7ª rodada da competição, entre o Praça do Oriente e Linda Aurora, o São Pedro enfrenta o Beira Rio, e o Felipense recebe o Sumidouro. Na semana passada, o Felipense venceu o Linda Aurora por 3 x 0 e assumiu a liderança isolada da competição pela categoria Principal. O Linda Aurora é o penúltimo colocado na competição, com apenas três pontos marcados. O Nacional Beira Rio goleou o Praça do Oriente por 5 x 2, e com o resultado, o Beira Rio assumiu a terceira colocação com 12 pontos e o Praça do Oriente caiu para o quarto lugar, com nove pontos. O time era um

dos que brigavam pela ponta da tabela. No terceiro confronto, o Sumidouro derrotou o São Pedro por 3 x 2. Mesmo vencendo, o Sumidouro permanece na lanterna da competição, agora com três pontos marcados. O artilheiro da categoria Principal é Dodoco, do Nacional Beira Rio, com oito gols marcados, seguido de Luquinha, do Praça do Oriente, e Branco, do Felipense, com seis gols cada. Pela categoria Aspirante, o Nacional Beira Rio goleou o Praça do Oriente por 6 x 1 e está isolado na ponta da tabela. O São Pedro venceu o Sumidouro por 3 x 1 e é o vice-líder do Campeonato. O Sumidouro permanece na lanterna da

competição com dois pontos. O confronto entre Linda Aurora e Felipense terminou empatado em 3 x 3, e com o resultado, o Linda Aurora permanece na terceira colocação, e o Felipense é o penúltimo colocado com cinco pontos. O artilheiro é Rodinei Cabeção do Beira Rio, com 12 gols marcados, seguido de Leonardo do Felipense e Fernandinho do Beira Rio, com três gols cada.

classificação

Próximos Jogos Praça do Oriente x Linda Aurora Local: Estádio Lincon de F. Lima São Pedro x Nacional Beira Rio Local: Estádio Margarida Brites Felipense x Sumidouro Local: campo do Felipense

castelo

Jaciguá vence e assume a ponta da tabela O Campeonato Sulino de Futebol Amador prossegue hoje com dois jogos: Alfredo Chaves x Conceição do Castelo, e o líder Jaciguá enfrenta o lanterninha Independentes de Miumoso. O vice-líder da competição, Atlético de Jerônimo Monteiro está de folga na rodada. Na semana passada, o Jaci-

guá assumiu a ponta da tabela após vencer o Atlético de Jerônimo Monteiro por 5 x 4. Com o resultado da rodada, o Atlético de Jerônimo é o vice-líder com quatro pontos, o mesmo número do terceiro colocado, o Alfredo Chaves. O Independente de Mimoso é o lanterna na competição com nenhum ponto marcado até agora.

Próximos jogos – Hoje Alfredo Chaves x Conceição do Castelo Independente de Mimoso x Jaciguá Folga: Atlético de Jerônimo Monteiro


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ESPORTES

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Ecotrilhas Quilombola acontece no dia 05 de agosto »» o principal objetivo do evento é divulgar a região de monte alegre com seu grande pontecial para o turismo ILUSTRAÇÃO

ALISSANDRA MENDES

alissandrapmendes@yahoo.com.br

As inscrições para o Ecotrilhas Quilombola, que acontece no dia 05 de agosto, já estão abertas e podem ser feitas pelo site: http://ecotrilhascaparao. com.br. Ao todo serão 42 km de muita aventura e adrenalina por trilhas e estradas na floresta nacional de Pacotuba, em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com o organizador, Jorge Adriano, a novidade neste ano será o percurso para iniciantes com 20 km. “Esse percurso é para quem está começando com a bike. Nosso principal objetivo com esse evento é divulgar a re-

gião de Monte Alegre, que tem um potencial grande para o turismo, além de incentivar o cicloturismo

que tem crescido muito no Brasil”, comentou. Serão disponibilizadas 80 vagas. “Quem ainda

não fez a inscrição deve correr, pois as vagas já estão se esgotando. Ofereceremos uma boa estrutura

com caminhão de apoio, ambulância, parada para lanche, isotônico, água e finalizaremos com um de-

licioso almoço, para que o participante pedale com conforto e segurança curta o visual do lugar que é incrível”, continuou Jorge Adriano. Para completar, o organizador disse que as inscrições não serão feitas no dia do evento. Além disso, ele destacou que o circuito é um passeio e não uma competição e que cada ciclista irá repercutir com as comunidades o que é esperado de um turismo consciente, respeitando os habitantes locais, assim como a fauna e a flora. Inclusive, a tarefa especial dos participantes será o plantio de mudas de árvores e o cuidado com o próprio lixo.

Edição 377  

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