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JORNALZEN ANO 11

AGOSTO/2015

AUTOCONHECIMENTO

Nº 126

BEM-ESTAR

www.jornalzen.com.br

CIDADANIA

CULTURA

SAÚDE

COLUNISTAS

Dr. Orestes Mazzariol

ZENTREVISTA

Frank Echenhofer

Pág. 5

Juliano Sanches Pág. 6

Marcelo Sguassábia Pág. 8

Crônicas de Aruângua Pág. 10

Padre Haroldo Pág. 11

Pág. 3

IX CONGRESSO TRANSPESSOAL INTERNACIONAL 4 a 7/9 - Salvador/BA

www.alubrateventos.com

IOGA NO BRASIL Pág. 4

Viva Bem Pág. 12

GURU O mestre espiritual Sri Prem Baba esteve em São Paulo no último dia 20 para lançar seu mais novo livro. Mais de mil pessoas participaram da sessão de autógrafos e de bate-papo para convidados, em livraria do Conjunto Nacional. Herdeiro da tradicional linhagem indiana Sachcha, o líder humanitário divide sua moradia entre o Brasil e a Índia.

SAIBA MAIS NA PÁGINA 16

Thais Antunes

ARTIGOS

Ter razão ou ser feliz? por Heloísa Capelas Pág. 7

Benefícios da quiropraxia por Rodrigo Passos Pág. 13

5º CONGRESSO - INSTITUTO SEMENTE DA VIDA Mais informações: www.bioconexao.com.br


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Amor familiar

Arquivo/Jornalzen

Chegou agosto! Neste mês, Para mim, em partitive a honra de conhecer e cular, além da emoção aprender sobre constelafoi uma experiência de ções sistêmicas com o criaestudo, já que me tornei dor da técnica, Bert Hellinuma consteladora sistêger, em São Paulo. mica e pude ali vivenciar É valioso poder beber o amor familiar pulsandiretamente da fonte de do com as pessoas que conhecimento, e por isso fazem parte da história SILVIA LÁ MON e não por intermédio de estou muito feliz. Neste final de férias, ti- Diretora do JORNALZEN representantes. ve a oportunidade de viFiz questão de fazer uma venciar minha constelação familiar foto com minhas tias atrás de mim ao vivo e em tempo real. Graças ao (minhas ancestrais) e minha filha advento do Facebook e do WhatsA- à frente, compondo a cena transpp, restabeleci contato com parte geracional. Tenho certeza que este da minha família materna da qual encontro reverberou em cada um estava sem notícias havia anos – dos membros da famíla neste e até uma de minhas tias que pensá- no outro plano. Todos, presentes, vamos ter falecido. usufruindo da luz e da força emaTodos os primos marcaram para nadas pelo nosso campo sistêmise encontrar na cidade de origem co, vibrando o amor familiar. da família e proporcionar o enconSou muito grata por ter tido essa tro das duas irmãs que restaram de experiência às vésperas de mergunove irmãos, e que não se viam há lhar na fonte de conhecimento que cerca de 50 anos. terei a oportunidade de adquirir. Imaginem a emoção e a alegria E, com certeza, toda essa enerque todos sentiram. Foi um encon- gia que estou recebendo estarei retro de três gerações. Primos que passando quando estiver a serviço não se conheciam e outros que não das constelações nas quais atuarei se encontravam há décadas. como facilitadora.

JORNALZEN NOSSA MISSÃO:

Informar para Transformar DIRETORA Silvia Lá Mon EDITOR Jorge Ribeiro Neto JORNALISTA RESPONSÁVEL MTB 25.508 TELEFONES Redação (19) 3324-2158 Comercial (19) 3044-1286 contato@jornalzen.com.br www.jornalzen.com.br Circulação: Campinas Indaiatuba Valinhos Vinhedo Jaguariúna Holambra São Paulo (Vila Madalena)

IÇAMI TIBA (1941-2015)

O educador e psiquiatra Içami Tiba morreu dia 2 de agosto, aos 74 anos, em São Paulo. O renomado escritor, autor de 40 livros, era budista. Um monge foi chamado pela família para conduzir a cerimônia de despedida, no Cemitério do Morumby. Em agosto de 2009, Içami Tiba foi o entrevistado do JORNALZEN. Releia a matéria em www.jornalzen.com.br

Empreendedor Holístico ANA PAULA TEIXEIRA – coachinganapaula@gmail.com

Conquistar a felicidade ou com felicidade? Essa é uma das primeiras perguntas que faço aos meus clientes e, por incrível que pareça, muitos ficam confusos. Na verdade, faço a pergunta com esse propósito, de confundir para clarificar. A maioria das pessoas tem uma vaga noção do que lhes faz feliz. Normalmente, respostas automáticas do tipo “saúde, prosperidade financeira, trabalho, família, etc.” Não existe certo ou errado nas respostas, porém, são respostas geralmente genéricas. A felicidade é um estado de espírito. Não é tangível, portanto. Não pode ser um gol ou objetivo. Ilude-se quem acredite que é possível conquistar a felicidade. Onde o objetivo real é conquistar com felicidade, qualquer que seja o seu objetivo ou gol, é possível fazê-lo de forma que lhe faça bem, traga-lhe à tona o estado de espírito de felicidade. Em programação neurolinguística, dentre muitos modelos e intervenções,

um dos mais utilizados chamamos de “objetivos bem formulados”, ou seja, os objetivos ou gols devem ser formulados de acordo com rigoroso critério e condições específicas para aumentar a probabilidade de sucesso/conquista do objetivo, sendo este não abstrato e sim tangível. Portanto, felicidade não pode ser conquistada. A seguir, compilei 14 afirmações extraídas do filme Hector e a procura da felicidade – do original Hector and the search for happiness. Acredito que falam bastante ao nosso inconsciente e podem ajudar-nos em nossa jornada diária em busca de nossos objetivos e conquistá-los em parceria com a felicidade. Fica a dica do filme. Comente e deixe sua opinião. Ao seu sucesso! 1. Fazer comparações pode estragar sua felicidade. 2. A maioria das pessoas somente “enxerga” a felicidade no futuro. 3. A felicidade é a liberdade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

4. Muitas vezes, a felicidade é não conhecer “toda” a história. 5. Evitar a infelicidade não é o melhor caminho para a felicidade. 6. Felicidade está em coisas simples; uma brisa no rosto, o cheiro de flores, o sabor de uma comida, fazer um novo amigo... 7. Felicidade é saber avaliar se alguém traz para você predominantemente mais prazer ou desânimo. 8. Felicidade é poder cuidar dos seus entes queridos – família, filhos, pets... 9. Felicidade é atender ao chamado da sua vocação. 10. Felicidade é ser amado pelo tudo que você é. 11. Felicidade é sentir o coração bater forte dentro de você. 12. Felicidade é saber como celebrar. 13. Felicidade é saber amar, e saber amar é saber ouvir... 14. A soma de temer algo + entristecer-se com algo + regozijar-se com algo = felicidade.


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isticismo e filosofia são algumas das áreas nas quais Frank Echenhofer especializou-se. PhD em Psicologia do Desenvolvimento e professor no Instituto de Estudos Integrais da Califórnia, o americano tem feito um trabalho clínico em transtorno de déficit de atenção usando técnicas de biofeedback – instrumento terapêutico por meio de aparelhos sensórios eletrônicos surgido no início dos anos 60 que gradualmente tem se tornado popular e aceito para determinadas condições médicas. Em colaboração com o Dalai Lama, Frank pesquisou na Índia os efeitos da meditação no cérebro. Atualmente, está envolvido em estudos de xamanismo no Brasil e no Peru, onde examina os potenciais benefícios da ayahuasca – bebida feita de plantas amazônicas usada em cerimônias religiosas – na cura da depressão e no aumento da criatividade e do desenvolvimento espiritual. Nesta entrevista ao JORNALZEN, Frank Echenhofer aborda neurociências, espiritualidade e psicologia transpessoal, temas da conferência na qual estará participando dia 6 de setembro, no 9º Congresso Transpessoal Internacional, em Salvador (BA).

Que pesquisas o senhor conduziu com budistas tibetanos na Índia? Durante a meditação, a atividade das ondas cerebrais alfa e teta aumentou de forma semelhante ao que ocorre no relaxamento e sonolência. No entanto, as respostas do eletroencefalograma (EEG) mostraram elevados níveis de estado de alerta, sugerindo um especial estado de consciência para as vívidas experiências de visualização que ocorrem durante a prática tântrica. Quais as indicações para uso do biofeedback e da meditação como ferramentas terapêuticas? Uma abordagem é gravar o EEG durante as experiências de abertura espiritual com a meditação ou psicodélicos. Com isso, as descrições ver-

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ZENTREVISTA|Frank Echenhofer

ABERTURA À EXPERIÊNCIA A partir de abordagem integrativa, professor americano pesquisa os benefícios terapêuticos e espirituais da meditação e da ayahuasca Divulgação

velar através de nós o que é mais completo do que qualquer processo racional. Tenho usado a filosofia de Gendlin [referindo-se ao filósofo e psicoterapeuta americano Eugene Gendlin] e desenvolvi minha própria versão de sua técnica em meu trabalho como terapeuta, pesquisador e na minha prática espiritual. Minha abordagem também é comparativa em como determino quais características integrar das áreas de mitologia, misticismo e arte sacra.

bais dessas experiências podem ser gravadas com precisão. Essas informações podem, então, serem utilizadas para criar protocolos individuais, tornando mais fácil reentrar nesses estados especiais de consciência. Quais os potenciais benefícios da ayahuasca para facilitar a cura da depressão? A exemplo de práticas de meditação e visualização, a ayahuasca possibilita o acesso a visões vivas e de alerta espontâneas. Com isso, as memórias traumáticas são “vistas” com maior clareza e o “coração se abre” para a cura. Como a psicologia transpessoal

pode integrar da melhor forma a ciência, a filosofia, a arte e as tradições espirituais? Presumo que há uma profunda sabedoria corporal que, quando contatada, pode guiar nosso autoconhecimento, nossas qualidades de ser e até mesmo nossa busca coletiva para uma integração mais profunda em nossa área de psicologia transpessoal. A dimensão pessoal de “abertura para experimentar” é o foco de todo meu trabalho. O místico cristão Meister Eckhart disse que “temos de ser muito exatos, interiormente, para encontrar essa abertura”. Acredito que nos abrindo para experiências permitimos um processo integrativo para criar e re-

Como vê a proposta do JORNALZEN, voltada para o autoconhecimento? Estou muito satisfeito por conhecer o jornal. Espero ser capaz de contribuir mais para sua missão no futuro.

Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores? Como uma criança, primeiro desenvolvi meu intelecto, em parte para me proteger de minhas emoções caóticas. Depois, tive a sorte de, ao menos parcialmente, ter me aberto ao coração e à minha sabedoria corporal. Acredito que não podemos depender apenas de orientação exterior. Cada um de nós é único. Em algum momento temos de descobrir nosso próprio e único caminho para a integração. Mas quaisquer que sejam nossas diferenças, aprender a estar aberto a experimentar é um processo-chave na integração pessoal.


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Liberdade de escolha O pensamento divino concedeu-nos a liberdade de poder realizar todo bem que desejamos. Ser feliz ou desventurado é opção voluntária. O que eu sou ou o que serei, depende de mim. A inspiração superior nunca me faltará, porém sintonizar com ela será opção pessoal. Construindo as estruturas existenciais na mente, torná-las-ei realidade no percurso de minha caminhada! Somos livres para imprimir em nossa existência o padrão de felicidade ou de aflição com o qual desejamos conviver. A liberdade é lei da vida, que faz parte do conceito da harmonia universal Os imperativos inamovíveis e deterministas são a vida e morte, no que diz respeito aos equipamentos orgânicos, mesmo assim, sob o fatalismo de incessantes transformações. Submetidos à ordem da ação, que desencadeia reações correspondentes, somos o que determinamos, movimentando-nos no rumo que elegemos. Há pessoas que preferem a queixa e a lamentação, armazenando o pessimismo. Negociam o carinho que pretendem receber com as altas quotas de padecimentos que criam psiquicamente. Ao lado de outras, que chantageiam os afetos, mediante a adoção de sofrimentos irreais, estabelecem como metas a conquista de atenções e carícias, que lhes são sempre insuficientes, não se dando conta que, dessa forma, farão secar a fonte generosa que as abastece. Ninguém se sente bem ao lado de

criaturas que elegem o infortúnio como falsa solução para seus conflitos existenciais. Essa coação emocional termina por produzir amiza- JOÃO BATISTA SCALFI des falsas, situações Vice-presidente do Educandário constrangedoras e Deus e a Natureza (Indaiatuba) mais insegurança. Pode e deve ser feliz. Esta é a tua liberdade de escolha. Se te encontras atrelado às aflições, persevera construindo o bem e te libertarás. A dificuldade de agora é o efeito da insensatez do passado. A vida renova-se a cada momento. Situações funestas alteram-se para melhor, à semelhança de paisagens sombrosas que rapidamente vestem-se de luz e de flores. Não dê trégua à desventura, à ociosidade e aos queixumes. Quem se desvaloriza, se desmerece e se invalida, fica na retaguarda. Se preferes sofrer, terás liberdade para a experiência até o momento em que te transfiras para a opção do bem-estar. Desse modo, não transformes incidentes de pequena monta, coisas e ocorrências corriqueiras em tragédias. Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é resultado da ação negativa, jamais a causa. Faça uma avaliação honesta da tua existência, sem consciência de culpa, sem pieguismo desculpista, sem coerção de qualquer natureza, e logo depois desperta para o que deves produzir de bom, de útil, de construtivo empenhado-te na realização da tua liberdade de ser feliz. fonte: Momentos de Saúde (Joanna de Ângelis)

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IOGA NO BRASIL Relato de uma experiência

por Anna Maria Simões de Moraes

Om namah shivaya (2) Em julho de 1976, a Associação Brasileira de Professores de Yoga (ABPY) criou a 1ª Semana do Yoga no Brasil, da qual participei e aproveitei para conhecer a escola de Vitor Binot. Qual foi minha surpresa ao constatar que as aulas eram totalmente descondicionadas, ou seja, era uma sala bem grande, onde Binot ficava presente nos períodos da manhã, tarde e noite. Os Arquivo Pessoal alunos podiam entrar a qualquer hora para praticar e permaneciam o tempo que achassem necessário. Eles recebiam impressos com as técnicas individualizadas e também recebiam informações Vitor Binot e Anna Maria (dir.) na 1ª Semana do Yoga sobre elas. Às vezes, ele dava palestras para os alunos. Por que individualizadas? Cada pessoa pode evoluir física e espiritualmente dentro de seus limites e possibilidades. Ficam sozinhas com elas mesmas e só chamam o professor quando têm dúvidas ou querem ir além da sua prática. Foi quando ouvi também a explicação sobre o retrospecto do dia. “É muito importante para limparmos a nossa mente”, disse Binot. A partir dos ensinamentos que vínhamos recebendo, fomos ganhando a confiança naquilo que ensinávamos. Na Semana do Yoga, em São Paulo, tivemos atividades ao ar livre, no Ibirapuera, na sala do Círculo Militar e em salões da Secretaria de Esportes e Turismo. Nesse evento e nos outros que se seguiram foram dadas aulas teóricas e práticas com a participação do Espaço Pramana e de professores convidados. Ao todo, foram quatro Semanas, cada uma num local diferente. Esse trabalho foi muito bem recebido e noticiado em jornais na época. Em 1984, foi fundada a Associação de Yoga do Estado de São Paulo (AYESP), tendo como presidente nosso querido professor [Shotaro] Shimada, com quem aprendemos muito também. A partir da criação da AYESP, o professor Shimada nos reunia, professores e associados, para dar aulas teóricas mensais e às vezes convidava outras pessoas para dar palestras. De 1984 a 1988, continuamos com a Associação. Depois, ela ficou com outros professores de outras escolas. A ioga já estava muito conhecida por todo o país, mas infelizmente foram poucas as escolas e professores que continuaram a ensiná-la verdadeiramente.


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PANORAMA CULINÁRIA SUSTENTÁVEL A ONG Banco de Alimentos está oferecendo programação de palestras e oficinas com foco na alimentação saudável e sustentável. A iniciativa é promovida no espaço Oficina de Ideias, no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé. Os interessados podem se inscrever no próprio espaço ou pelos telefones (11) 3674-0080 e 98085-4580. Mais informações: www.bancodealimentos.org.br VOLUNTÁRIOS PARA O CVV O Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional e prevenção do suicídio gratuitamente, iniciará curso para seleção de novos voluntários em mais de 40 postos de atendimentos de 20 cidades. Para participar, é necessário ter pelo menos 18 anos, quatro horas semanais para plantões e disposição para ouvir as pessoas. Mais informações: ligue 141 ou www.cvv.org.br TÍQUETES PARA O McDIA FELIZ Quem quiser colaborar com o McDia Feliz, em 29 de agosto, pode adquirir tíquetes antecipados, no valor de R$ 13,50. A arrecadação com as vendas do Big Mac e de produtos promocionais nos restaurantes McDonald’s em São Paulo será revertida ao Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer e à Casa Ronald McDonald São Paulo Moema. Mais informações: (11) 5908-9100 ou graacc@graacc.org.br ADOÇÃO DE PET COM DEFICIÊNCIA A associação assistencial Uhelp.com está promovendo campanha para incentivar a adoção e promover a conscientização sobre os animais com deficiência. Haverá duas feiras de adoção em São Paulo, das 9h às 18h – dia 30 de agosto, na Praça Velorama (Rua Groenlândia, 848 – Jardim América); e dia 20 de setembro, nos Parques Villa-Lobos e Portinari (Alto de Pinheiros). Mais informações: www.uhelp.com FEIJOADA DO GIOVANNETTI A choperia Giovannetti realiza dia 29 de agosto, a partir das 12h, a 13ª edição de sua feijoada solidária, na unidade do Cambuí, em Campinas. O convite está sendo vendido a 130 reais (a partir do dia 16, passa para 160 reais). Crianças e jovens até 17 anos pagam meia. Menores de 9 anos não pagam. Metade da renda será doada para quatro entidades da região. Mais informações: (19) 3232-6747

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Dr. Orestes Mazzariol Vitaminas: verdades e mitos (2) O ácido folico é constituinte normal de vegetais verdes de algumas frutas e carnes, especialmente fígado. Entretanto, é facilmente destruído pelo cozimento. É necessário para duplicação do DNA, juntamente com a vitamina B12. E é importante para promover o crescimento (a pessoa crescerá muito pouco se o acido fólico estiver ausente). A vitamina B6 é importante para síntese de aminoácidos que constituem as proteínas. Já a vitamina C é importantíssima no metabolismo do colágeno – proteína importantíssima na matriz extracelular. Sem ele, todos os tecidos do corpo são defeituosos ou fracos. Portanto, a deficiência de vitamina C por períodos prolongados provoca alteração na cicatrização e cessação do crescimento ósseo, fazendo com

que fraturem facilmente. Os vasos sanguíneos tornam-se frágeis, levando a hemorragias. A vitamina D aumenta absorção de cálcio gastrointestinal e controla a deposição óssea desse mineral. Existem raríssimos casos de deficiência comprovada de vitamina E em seres humanos, não havendo ainda comprovação científica ou evidências para seu uso como antioxidante. A deficiência de vitamina K leva a coagulação sanguínea prolongada. Ela é sintetizada pelas bactérias do cólon (intestino grosso), sendo rara sua deficiência dietética. Pode ocorrer quando se usa antibiótico por longo tempo, já que destroem a flora natural do intestino. Conforme ressaltado, a maioria das vitaminas encontra-se em quantidade adequada em uma dieta saudável e variada. Sua suplementação ou reposição deve ser feita somente em casos selecionados ou situações especificas (gravidez, idosos, etc.) e com orientação médica.


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Alimentando nossa mente Ter uma nutrição saudável na maneira como pensamos é um assunto que está em e agimos na vida. Existem todos os lugares: a dieta alimentos que são pobres da moda; o alimento do em nutrientes, mas também momento; o que comer existem pensamentos, ideias e o que não comer; como e vibrações pobres em conmisturar, como preparar e teúdo, que não nutrem nosassim por diante. Mesmo sa essência, apenas entopem assim, continuamos a ver a mente de informações, gemuitas pessoas com uma MÁRCIO ASSUMPÇÃO rando muitos desequilíbrios alimentação pobre em nu- Professor de ioga e diretor e doenças. trientes, cada vez mais in- do Instituto de Yogaterapia A alimentação fast-food dustrializada e artificial. é pobre em nutrição, estufa Além da alimentação física, que o estômago, não sacia e em excesso nutre nosso corpo físico, deveríamos gera desequilíbrios. Mas ainda mais nos preocupar com a alimentação do grave é a pobreza de conteúdo de campo sutil, o que nutre as esferas muitas informações que recebemos mentais e nossos outros sentidos. O diariamente, que intoxicam nosso professor de yoga Hermógenes cha- campo sutil, estressam a mente, não mou isso de “Esteticoterapia”, uma saciam e geram ações que prejudidas frentes de yogaterapia que atua cam toda a sociedade. na forma como colocamos conteúPortanto, se queremos um mundo dos em nossas mentes através dos melhor, temos que colaborar, consucinco sentidos. Filtrarmos o que le- mindo menos “porcarias” em todos os mos, assistimos, falamos, escreve- sentidos e desenvolvendo uma capacimos e ouvimos interfere diretamente dade de fazermos melhores escolhas.

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Juliano Sanches Somos dependentes da tecnologia? Estar ao redor de dispositivos tecnológicos requer, antes de tudo, ceticismo. O caso em que um dos veículos autônomos do Google, o Lexus RX-450H, se envolveu em um leve acidente de trânsito, em Mountain View, na Califórnia (Estados Unidos), chama atenção. Um veículo que estava atrás se envolveu em uma colisão com o protótipo, e os ocupantes dele tiveram ferimentos leves no pescoço. Esse é o 14º acidente ocorrido por um dos 20 carros do Google, testados na Califórnia. No entanto, essa foi a primeira vez que teve feridos. Ao analisar o cenário, vale considerar o princípio de falibilidade da tecnologia, no sentido de que as relações sociais devem ser vistas com cautela, no que diz respeito às políticas dirigidas ao controle dos aspectos éticos da automatização e da vida virtual. Google, “o olho que tudo vê” O deus Google é ciumento e castiga os infiéis??? Socorro!!! Vamos ponderar. Hehehe. Mas, como funciona a fé em torno das ferramentas de busca? O Google sabe quais são os restaurantes, clubes, estacionamentos, casas de amigos, shoppings que você frequenta. Segmentação de ofertas As equipes de inteligência do Grupo sabem o que iremos comer no café da manhã. Claro, esse conhecimento é uma probabilidade. Você recebe ofertas segmentadas, como iogurte X do supermercado A, que fica na rua B, com base nos alimentos que estão no refrigerador (em concordância com dados da Nota Fiscal Paulista e das buscas realizadas na Internet). Quem compra algo no smartphone, tem conta de e-mail, usa apps, acessa o banco pela internet, deixa um mapa de preferências, que é usado para disparar gatilhos. Big Data Está aí o efeito Big Data, que é o cruzamento de padrões de comportamento, sintetizados em experiências de navegação. O que você, hipoteticamente, compraria daqui a três anos, aparecerá recorrentemente, com base na geração que pertence e nos hábitos que mantém (X, Y, comida japonesa, assiste House of Cards...). Tem gente de olho no seu rastro. Hehehe.

Quem controla o quê? A torradeira ganha vida própria nos filmes. E parece que não estamos tão

distantes dessa cena. Hehehe. Na Web 1.0, você apenas recebia as informações, sem ter situações de compartilhamento. Na Web 2.0, já se tem algo colaborativo. A Internet das Coisas (IoT) intensifica as sensações de interface tecnológica, como no caso do processador de alimentos que interage com os eletroeletrônicos e todo o sistema elétrico da casa, a ponto de a luz acender ou apagar quando uma tarefa é concluída. O suco está pronto, e você recebe um SMS no smartphone. E os riscos? Imagine um hacker que invada o sistema de controle, e trave todas as portas da sua casa, ou redirecione o seu carro em movimento para uma colisão frontal. Seu diário vazou! Estamos na ponta do iceberg de circulação, busca e produção de informação. Agora, os grandes grupos irão focar na chamada “busca semântica”. A Web 3.0 trará além das palavras-chave, o contexto. Você digitará futebol e, com base nos robôs de busca, aparecerá as informações do seu time favorito. Você calcula as horas-internet? A gente trabalha para internet, com a disponibilização de tudo que validamos. O plano de saúde tem condições de saber quantas vezes você vai a academia, se tem uma alimentação saudável ou não. E tudo isso reverbera também entre as equipes de gestão das seguradoras. E, como mecanismos de gratificação, estão o acúmulo de milhas em companhias áreas, descontos e cartões. Você fica feliz, não é verdade? Rsrsrs. Poder do Grande Irmão Os robôs do Google sabem o que nos falta e o que procuramos. Você recebe estímulos com base nas pegadas deixadas. As lanchonetes conseguem identificar quem gosta do molho especial, e quem fica apenas no azeite. Hahaha. Veja como fica mais fácil organizar o estoque. A maioria nem se dá conta dos processos de organização da busca. No entanto, ficar isento dessa orquestração é impraticável. A sensação de Big Brother está dada nesse jogo de interações. Tem a ver com o filme Ela, do diretor Spike Jonze, em que o cara se apaixona pelo sistema operacional, Samantha. Juliano Sanches é jornalista


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Ter razão ou ser feliz? por Heloísa Capelas

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alar sobre autoritarismo nos dias de hoje parece fora de moda, afinal, a maioria das pessoas deixou no passado a lembrança das dores causadas pelo regime ditatorial que marcou a história do País. Mas não quero falar sobre regimes ou governantes. O meu assunto é comigo mesma – e com você, se quiser refletir sobre os seus próprios sentimentos e comportamentos em relação ao assunto. O dicionário relaciona a palavra ‘autoritário’ aos adjetivos altivo, impositivo, dominador e também arrogante, impetuoso, impulsivo, violento. Muitas dessas características eu encontro em mim. Em maior grau em algumas situações, quase imperceptíveis em outras. Como (talvez) a maioria das pessoas, eu tive pais autoritários. Criados eles próprios sob um sistema autoritário, acreditavam que criança não tinha querer. Então, aprendi que, quando crescesse, eu deveria ser como eles. Porém, os tempos mudaram. Se no campo social e político muitos homens e mulheres alteraram o cenário das nações e fizeram com que a democracia se tornasse possível, no campo pessoal e emocional o que eu faço com o meu aprendizado infantil, que foi fundamental na formação da minha personalidade adulta? Será que, para conseguir aquilo que almejo, devo continuar a ser autoritária, impetuosa, impositiva, violenta? Ou posso escolher outras atitudes que talvez me tragam mais rapidamente o que quero na relação com as pessoas? Enquanto eu quiser controlar a ação dos outros para que tudo saia do meu jeito, o autoritarismo prevalecerá. Mas, se eu puder pensar que somos todos iguais e desejamos as

mesmas coisas para as nossas vidas, deduzo que o que queremos, como seres humanos, é que sejamos aceitos e amados. Como grupo, nação ou indivíduos queremos ser reconhecidos pelo nosso valor; e, como seres que habitam o mesmo planeta, queremos a paz. Não serei capaz de me amar e de me aceitar se isso for uma imposição. Como cidadã do mundo, não posso fazer a paz se houver guerra dentro de mim. A saída talvez esteja na consciência da sua própria história, no perdão dos seus próprios erros e na construção de um novo caminho, que começa por reconhecer onde estamos e quem somos, com honestidade e abertura. Do meu ponto de vista, o começo da mudança pode ser a reflexão e a aceitação de que todos nós temos o autoritarismo como caminho aprendido, mas que pode ser transformado se nós quisermos. Não quero dizer que esta é a única saída, nem que é a mais fácil. Mas é nela que, por enquanto, eu acredito. Então, você quer ter razão ou quer ser feliz? Enquanto sua vontade for ter razão, o autoritarismo será a maneira mais rápida e fácil de garantir isso. No entanto, se você quiser ser feliz, há um longo caminho de reflexão e mudança à sua frente e milhões de possibilidades.

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Autodefesa energética Todos os dias interagimos com o mundo externo, primeiramente com nossos familiares e depois com colegas de trabalho, estudo, amigos, etc. Dessa forma, entramos em contato com pessoas, lugares e situações que muitas vezes nos prejudicam energeticamente. O que ocorre é que as energias de inveja, ciúmes, raiva, ódio, emanadas por outras pessoas, lugares ou recintos nos atingem minando nossas energias, sem falar de trabalhos espirituais feitos para interferir no livre arbítrio de pessoas. Quantas vezes ao sermos apresentados a alguém ou irmos a um determinado local começamos a sentir um mal-estar, sem motivo aparente. Há casos em que estarmos caminhando na rua e cruzamos com qualquer pessoa e imediatamente pensamos “Nos-

sa, esse está carregado. Me deu até arrepio”. Durante a noite, quantas vezes acordamos com a sensação de estar- ARMANDO ZAPAROLLI mos sendo vigiaBioterapeuta dos ou acordamos mais cansados do que quando fomos deitar. Esses ataques que recebemos constantemente, caso não haja uma reação de nossa parte para neutralizar sua ação, irão ocasionar desequilíbrio em nossos corpos sutis e posteriormente causar doenças no corpo físico. Se estamos expostos a essas energias, o que podemos fazer para evitá-las, ou amenizar os estragos feitos por elas? Existem técnicas e exercícios holísticos para remover essas energias e evitar a absorção delas.

Heloísa Capelas é especialista em autoconhecimento e inteligência comportamental

São Paulo - SP


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Bioconstelação Sistêmica A Constelação Familiar Sistêmica é uma terapia aplicada de maneira breve e eficiente, desenvolvida por Bert Hellinger (filósofo e psicoterapeuta ale- mão), que enfoca os problemas do indivíduo do ponto de vista sistêmico fenomenológico. No sentido de proporcionar a busca interior e melhor resolução de problemas como depressão, doenças, problemas nos relacionamentos, dificuldades financeiras, entre outros, surge a proposta de terapia da Bioconstelação, que une técnicas do Instituto Biosegredo e dos estudos da Constelação Sistêmica, permitindo tornar visível as forças invisíveis que causam bloqueios no desenvolvimento emocional e social do indivíduo, também denominado “emaranhamento”. Munida de conceitos e práticas bem-sucedidas na aplicação da Terapia de Bioconstelação Sistêmica, proporcionamos ao cliente/paciente a oportunidade de compreensão e a busca da melhor solução para traumas que se explicarão a partir de um conhecimento interior, considerando a sua ancestralidade e permitindo, assim, o desbloqueio em todos os níveis e corpos.

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Marcelo Sguassábia Grande Hotel Chego um pouco antes do horário estipulado para o check-in. Dou um tempo no bar do hotel, que tem um enorme “Hipotálamo’s” em neon azul piscando na porta. Meia hora e duas taças de vinho depois, adentro o aconchegante salão do cerebelo. Sento-me num sofá de córtex e abro o jornal do dia, ainda intocado sobre a mesinha de centro. Avisto de lá o saguão lotado. Pelo menos umas 70 pessoas, vestindo túnicas verde-água, buscam alojamento na memória. Querem acomodação a todo custo, mas poucas são aceitas pela recepção. - Temos que ser seletivos, infelizmente não há lugar para todos. - Mas eu fiz reserva... Na recepção também ficam as chaves dos acontecimentos, alinhadas para facilitar o acesso quando necessário. Escadas em caracol fazem a comunicação entre três imensuráveis pavimentos. São dezenas de quartos, cada um deles contendo 365 dias vividos. Pelos corredores há quadros de pessoas e lugares. Uns estão impecavelmente conservados, a tinta ainda parece fresca. Outros têm carunchos nas molduras, as cores perderam o brilho e a tela está puída em vários pontos. Chamo o elevador junto ao boy com o carrinho de malas. Ajeito a bagagem no armário da suíte e mergulho na banheira. É boa e reconfortante a sensação de estar envolto em massa cinzenta, morna e homogênea. Desliza nesse momento pelos ombros toda a tabuada do 8, enquanto o Chimarrão, meu primeiro cachorro boxer, surge refletido em preto e branco no espelho. Pouco depois desço ao refeitório, onde todos alimentam vorazmente suas lembranças. Fatos aparentemen-

te esquecidos estão dispostos em baixelas de prata e taças de cristal. Um garçom me serve águas passadas e entrega a comanda para rubricar. A equipe de monitores se aproxima de minha mesa e anuncia a sessão de cinema às três, na glândula pituitária. Quinze imensos telões mostram imagens de webcams flagrando em tempo real o comportamento dos neurônios. Sigo as placas indicativas para o salão de jogos. Um sujeito alto, uma espécie de crupiê trajando smoking, é quem dá as cartas. Está o tempo todo de costas, impossível ver o seu rosto. Na piscina, um tobogã vai atirando um sem número de pessoas na água, uma após outra, em estonteante velocidade. O avô que só conheci por fotografia, a mãe aos 15, o pai aos 25, a vizinhança, amigos e inimigos, celebridades e gente vista unicamente de relance. Anexa ao complexo aquático, a sala de massagem oferece uma nova técnica de relaxamento, à base de impulsos elétricos. Após exame médico, o hóspede aguarda a próxima sinapse numa espreguiçadeira revestida em tecido felpudo com o logo do hotel. Há um aviso em letras garrafais numa das paredes do deck, um pouco abaixo da boia salva-vidas: “Pedimos aos senhores hóspedes que não transitem entre o hemisfério esquerdo e o direito sem autorização prévia da gerência”. Feito o tour de reconhecimento, me aninho ali, numa dobra de miolos rente à sauna a vapor. Viro de um lado para o outro, estico as pernas, puxo as cobertas e pego no sono. Ronco longa e ruidosamente, a ponto de colocar em alerta todo o sistema nervoso central. Marcelo Sguassábia é redator publicitário


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Regressão terapêutica por Carmen Mírio

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regressão terapêutica é uma ferramenta da psicoterapia reencarnacionista e tem duas finalidades: o desligamento de situações passadas e a conscientização. O desligamento ocorre quando a pessoa acessa um fato do passado, desta ou de outra vida que ainda a faz sofrer. Existem fatos na nossa vida de difícil compreensão, principalmente quando se trata de doenças sem diagnóstico preciso, dores crônicas que não curam, um sentimento profundo sem razão aparente, tal como: medo, raiva, vícios, tristeza, melancolia, depressão, pânico, vazio, solidão, problema com pessoas ou lugares. Todos esses sintomas existem, porém não são encontradas as causas que justifiquem os efeitos que prejudicam tanto. A regressão terapêutica possibilita acessar o inconsciente de uma pessoa, sem a violação da lei do esquecimento, ou seja, sem o incentivo de reconhecer pessoas ou lugares, o que de fato interessa é desligar-se da sintonia ou ressonância do passado e libertar-se das amarras que tanto faz sofrer. Ao passar pela regressão, a pessoa poderá acessar e sentir fatos, que a prendem ao passado remoto e que ainda produzem dores, sentimentos e doenças. Com o desligamento, a pessoa passa a viver a vida presente sem as ligações que a prendiam ao passado. Observamos nas crianças atitudes “estranhas” que não condizem com a idade delas: falam línguas e tocam instrumentos com facilidade, contam situações de quando eram “grandes”, sentem e narram fatos que ninguém

ensinou a elas. Com o desligamento, muitas situações se normalizam e elas passam a agir e ser apenas uma criança e não mais um adulto que sofreu em vidas passadas. A outra finalidade da regressão é a conscientização mais profunda, pois possibilita a pessoa a descobrir mais sobre si mesma, sobre suas angústias, buscas, emoções profundas, as razões dos acontecimentos na sua vida, tais como: as condições dela e sua família. Descobrir que não há vítimas no universo, que somos resultados de nós mesmos, que tudo está certo e nós é que interpretamos tudo de maneira equivocada, não é tarefa fácil. Com a regressão resultando na conscientização, é possível entender quem somos, por onde caminhamos e para onde vamos. Aproveitar a encarnação para não termos que retornar nas mesmas condições e com os mesmos problemas. Descobrimos com a regressão que repetimos padrões há vidas e vidas, produzindo os mesmos resultados sempre. Com a conscientização de quem somos e com os desligamentos de vidas passadas, passamos a acessar nossa essência, a realizar a nossa reforma interna e, aí sim, podemos encontrar o caminho da evolução. Com os desligamentos e com a conscientização, finalidades da regressão terapêutica, a pessoa fica mais leve e liberta das amarras que a prendem, e pode encontrar seu real caminho. Carmen Mírio é ministrante do Curso de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica que ocorrerá na cidade de Campinas carmenmirio@hotmail.com

MARCO ANTÔNIO CÂNDIDO E CARLA SANCHES

www.devoltapracasa.com CURSOS – PALESTRAS – TERAPEIA – MÉTODO TRI – THETAHEALING

A espiritualidade e a Lei do Desdobramento do Tempo Nos Vedas, temos a seguinte declaração sobre a criação: “No início, tudo isto, era só Atman, único e sem um segundo. ELE pensou consigo: ‘Deixe-me agora criar os mundos’. ” Hoje, a física quântica comprova estas teorias e declara “Não existe ‘lá fora’, um lá fora que seja independente do ‘aqui dentro’.” Refletindo sobre essa declaração de Fred Alan Wolf, com base nas escrituras sagradas, se não há nada lá fora, por que percebemos tantas variedades? Temos a percepção de que somos seres separados desse Uno, o que traz à humanidade muitas cargas negativas de exclusão, Mas por que acreditamos que estamos separados se, na verdade, não estamos? A física quântica explica que para criar uma realidade necessitamos de energia e informação, e ambas se colapsam e viram MATÉRIA. Mas, se para existir matéria precisa haver propósito + energia, por que afinal o UNO decidiu se separar? Para responder essas e outras perguntas, Garnier, cientista francês descobriu a Lei do Desdobramento do Tempo, em 1998 e premiado em 2006. Esta teoria coloca luz a este paradigma da separação. Esta lei ressalta que sempre houve uma ORIGEM de tudo, uma intenção primeira. Como uma partícula divina que resolve em algum instante pensar “Como seria se fosse diferente? Será que posso experimentar prazer se eu for outra coisa senão esta eterna união com o UNO?” No exato instante da pergunta houve uma bifurcação quântica e todas as possibilidades foram oferecidas como forma de responder a pergunta inicial, e todas as experiências se apresentaram. E, então, “do verbo se fez a carne” e “no princípio era o nada, e o nada se fez tudo”. Se as possibilidades se apresentaram para que esta partícula divina experimentasse, nunca estivemos separados do UNO, como afirmam as grandes filosofias. Esta Lei, então, afirma que devemos curar este passado e não mais nos conectar com ele, e sim com nossa ORIGEM. Deve haver uma única possibilidade, a de retornar pra casa. Será que já vivemos experiências o suficiente e queremos retornar pra casa?

PRÓXIMOS CURSOS * DNA BÁSICO THETAHEALING, em São Paulo – 11, 12 e 13/9 * PALESTRA ABERTA “O QUE É THETAHEALING”, em Campinas – 19/9 (valor: R$ 35,00) * DNA BÁSICO THETAHEALING, em Campinas – 2, 3 e 4/10 * DNA AVANÇADO THETAHEALING, em Campinas – 23, 24 e 25/10 MAIS INFORMAÇÕES: www.devoltapracasa.com ou 11 3060-8700


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A construção de um corpo de memórias As memórias são parte constituinte da mente humana e são fundamentais para o processo de aprendizagem. Desde que nasce, o bebê assimila as experiências com as quais entra em contato e as mesmas são arquivadas na mente em forma de memória. Em alguns casos, no entanto, quando as memórias são armazenadas no arquivo de longo prazo, contendo a lembrança de algum episódio compreendido ou vivenciado como profundamente doloroso, muitas vezes ela interfere em um desenvolvimento saudável da personalidade. Portanto, memórias que envolvem eventos traumáticos, muitas vezes são reprimidas e em alguns casos carregam sentimentos como a vergonha, a impotência ou até mesmo a negação do fato, neste último caso, um mecanismo de defesa necessário para a autopreservação da

personalidade no momento do trauma sofrido. A importânCÉLIA MARQUES cia de se trabaPsicóloga lhar com essas memórias, é a de possibilitar a elaboração e integração das mesmas, disponibilizando a energia que foi retida para projetos mais saudáveis. A Terapia Sistêmica Quântica auxilia o paciente entrar em contato com a memória traumática, de modo que a mesma possa ser desbloqueada e tratada integralmente através da mobilização de aspectos da personalidade que se encontram saudáveis. Dessa forma, a terapia permite a liberação de memórias traumáticas e ressignificação das mesmas, permitindo que sejam reintegradas a partir de uma nova consciência, trazendo alívio, bem-estar, conforto psíquico, assim como crescimento pessoal.

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Aruângua Medo de avião (1) Eu sei que o medo é algo irracional que vem do inconsciente, mas como me mostrei muito corajosa desde criança, jamais me passou pela cabeça que um dia eu desenvolveria o pânico de voar de avião a jato. Sim, de avião a jato! Durante a minha infância e adolescência viajei de avião mais que o comum para uma criança daquela época e na minha idade. Adorava ver tudo lá de cima. Meus pais trabalhavam, como contadores, numa oficina de manutenção de aviões particulares e comerciais de pequeno porte, então, eu cresci vendo aviões com os seus esqueletos à mostra, ouvindo o ruído ensurdecedor dos motores no banco de teste e inalando o cheiro da gasolina de aviação. Algumas vezes, íamos todos para perto da pista, para ver algum dos mecânicos da empresa chegar com um avião acidentado na selva africana. Uma das vezes, um dos nossos heróis aterrissou um avião com um tronco de árvore amarrado a uma das asas que estava quebrada. Vinha de lado. A história virou uma das lendas de nossa cidade e ainda hoje nossa comunidade se vangloria da galhardia desse piloto. Então, como começou o medo? Algures durante a crise Collor quando percebi que estava cansada de ser empresária e não suportava mais nenhuma crise econômica nas minhas costas de empreendedora. Fui a Belo Horizonte tentar vender minha empresa e na volta tive uma viagem horrível. O aeroporto de Guarulhos tinha uma pista em manutenção, chovia, trovejava e relampejava. Literalmente, parecia que os céus desabariam sobre o chão e nós com eles. O trajeto na rota de aproximação a Guarulhos parecia um pequeno enxame de aviões que rodavam sobre a região de Poços de Caldas, esperando autorização para pouso em São Paulo. Rodavam em círculos parecendo um carrossel voador, os-

cilando para cima e para baixo. Além do balanço natural causado pela tempestade, os estampidos da trovoada pareciam quase rasgar o avião. Os Mamonas Assassinas tinham despencado na Serra da Cantareira na semana anterior e um certo pré-anuncio da tragédia me fez refletir que existe algo, logo aqui, ao nosso lado e, que lida com o sobrenatural. Talvez eles tivessem sentido uma “pressão” moralista a favor das crianças do Brasil, não sei. As letras debochadas das suas músicas poderiam causar a longo prazo um desvio moral nos jovens do Brasil? Há dias li sobre uma pesquisa, um tipo de jogo aleatório de dados... Diziam os cientistas matemáticos que, logo antes de grandes tragédias, sejam naturais, sejam provocadas pelo Homem (também parte da natureza), as estatísticas de resultados dos números jogados aleatoriamente se alteram drasticamente. O que estaria influenciando essa alteração? Seria o inconsciente coletivo capaz de modificar as forças “quânticas” ou o sobrenatural? Seriam as consciências humanas conectadas com a mãe natureza e parte duma consciência cósmica muito mais ampla, sensíveis a forças ainda incompreensíveis? Seríamos nós responsáveis por alterar os acontecimentos naturais, com nossa energia psíquica? E os computadores que jogavam os dados seriam influenciados por nós ou pelas forças cósmicas? Eram dúvidas suficientes para que eu deixasse de acreditar na isenção de forças que não entendemos e, por conclusão, deixei de confiar na estabilidade do resultado das estatísticas, ou melhor, tive a consciência de que elas também se alteram e pendem para certos acontecimentos, sobre os quais não temos domínio ou controle algum. A partir daí as coisas se complicaram para mim cada vez mais. (continua)


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Descansar

por Serg Rios Alves

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te reorganização e reforço de nosso campo de energia vital. Nossa esfera emocional fica comprometida com a falta de atenção para esta área da vida, nos afastamos dos amigos, dos parentes, não temos ou não damos a devida atenção aos relacionamentos afetivos e nem a nós mesmos para percebermos os tipos de emoções que povoam nossos dias e podem ser prenúncio de doenças que podem vir a somatizar-se. Mas o ciclo mais imperceptível é o dos pensamentos, temos a impressão de nunca parar de pensar, como se nossos pensamentos contrariassem a lei natural dos ciclos. Essa ciranda louca, sem folga, nos impede de percebermos e avaliarmos a vida. Entramos em rotinas robotizadas, vamos perdendo a capacidade de decidir, de sentir, de ter prazer e satisfação com a vida. Devemos aprender a domar nossa mente, com a prática da meditação, da oração, ouvir boa música, observar a natureza, ver o nascer e o pôr do sol, os ciclos da lua, o mar, ou seja, se sintonizar com os ciclos naturais. Urge reorganizarmos nossos ciclos, permitindo que tenhamos em todas as expressões do Ser o seu ciclo de descanso. Sem culpa, consciente da necessidade de acertarmos, não apenas nossa capacidade de produção laboral, mas o ciclo de produção da vida. Temos o ciclo do fazer, do trabalho e temos de respeitar e valorizar da mesma forma o ciclo do repouso, do ser refeito, reconstruído, quando podemos contemplar, analisar, assimilar, decidir e começar um novo ciclo renovado, melhorado, carregado de energia e prazer de viver, com mais acertos, novas esperanças e fé reforçada.

natureza se manifesta de forma cíclica, como dia e noite, vida e morte, inspiração e expiração, nós acordamos e dormimos, falamos e calamos, trabalhamos e tiramos férias, agimos e descansamos, entre outros inúmeros ciclos. O nosso universo surgiu com o Big Bang e, segundo a ciência, haverá depois do período de expansão um período de retração e descanso. Assim, tudo que existe pulsando se gesta repousando e renasce. A vida é feita de ciclos e estes devem ser respeitados para que ela exista. A vida moderna nos força a manter-nos acelerados, quase o tempo todo, e isto traz consequências negativas para nossa saúde e para nossa produção que, teoricamente, seria beneficiada com esta aceleração, mas na prática não o é. Esta forma artificial de viver nos afasta de nossa real natureza e, uma vez que os ciclos naturais continuam se impondo para a manutenção da vida, teremos uma série de conflitos com os ciclos anômalos, que acabam por instalar diversos desequilíbrios em nosso ser. Nesta correria desvairada não há tempo para vivermos plenamente, não atendemos nossas necessidades físicas, permitindo o necessário descanso, a alimentação natural e sem pressa, a prática de exercícios e relaxamentos, a observação das mensagens enviadas pelo corpo para atendermos suas necessidades. Também não atendemos nossas necessidades energéticas, fazendo uma profilaxia energética e uma profilaxia energética e uma eficien- Serg Rios Alves é iridólogo e terapeuta floral

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Padre Haroldo Conhecer-se a fundo Indagar e pesquisar sobre a pessoa de Jesus Cristo é algo bastante louvável, mas de que serve? Poderá isso valer alguma coisa, se não conhecemos a nós mesmos? Valerá alguma coisa, se continuarmos sendo controlados e manipulados sem ao menos saber? A pergunta mais importante do mundo, a verdadeira base de todo ato maduro é esta: quem sou eu? Porque, se não conhecemos a nós mesmos, não poderemos conhecer a Deus. É fundamental para uma pessoa conhecer a si mesma e, no entanto, não existe resposta para a pergunta: quem sou eu? Porque é preciso descobrir quem não somos para chegarmos ao ser que já somos. Existe um provérbio chinês que diz: “Quando os olhos não estão bloqueados, o resultado é a visão. Quando a mente não está bloqueada, o resultado é a sabedoria, e quando o espírito não está bloqueado, o resultado é o amor”. É preciso tirar as vendas para po-

dermos enxergar. Se não vemos, não temos como descobrir os impedimentos que não deixam enxergar. Observar a nós mesmos é estarmos atentos a tudo o que acontece dentro de nós e à nossa volta, como se estivesse ocorrendo a outra pessoa sem pré-julgamentos, nem justificativas ou esforços visando mudar o que está acontecendo, e sem formular críticas ou com autopiedade. Todos os esforços que possamos fazer para mudar as coisas só servem para piorar tudo, pois estaremos assim lutando contra determinadas ideias. Na verdade, o que se deve fazer é tentar compreendê-las, para que elas caiam por si mesmas, uma vez que percebemos sua ausência de realidade. É preciso questionar tudo, para ver se essas coisas podem ser vistas como realidade. Uma vez feito o questionamento, devemos observar a nós mesmos. Haroldo Rahm é presidente emérito do Instituto Padre Haroldo hrahmsj@yahoo.com


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Viva Bem elianamattos@uol.com.br

Bate-papo

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oltei de viagem e estava muito feliz e com vontade de escrever um monte de coisas para vocês. No dia 26 de julho, quando fui fazer nossa página, o Floyd, um dos meus gatos, começou a passar mal. Mesmo correndo para o veterinário que tem aqui perto de casa e que deu os primeiros socorros, ele não conseguiu chegar ao pronto-socorro e morreu dentro do meu carro. Tudo num espaço de no máximo uma hora. Aparentemente, ele não tinha nada. Não era um gato jovem – tinha quase 14 anos – mas era saudável, até porque sou muito cuidadosa com todos eles. Arrependo-me de não ter feito uma necropsia... Mas na hora, no desespero da perda, não tive cabeça para pensar nisso. Procuro usar de racionalidade quando acontece alguma coisa que me faz sofrer. Mas confesso que sinto uma falta física dele, que talvez nem consiga explicar em palavras. Agora, quando escrevo, por exemplo, ele estaria deitado ao lado do computador e só descia da mesa quando eu terminava o trabalho. Foram quase 14 anos juntos, numa troca deliciosa de amor e carinho. Será que os outros gatos entendem o que aconteceu? Sentirão, de alguma forma, a sua falta? Não sei as respostas, mas todos estão estranhos e os lugares onde o Floyd deitou na sala, quando não conseguia respirar, mesmo tendo sido limpos, eles continuam cheirando, como se ainda estivesse impregnado pela morte... Um amigo, quando soube, me disse: “Está vendo? Por isso que não quero mais ter animal!” Eu não. Quero, sim, continuar a ter animais, porque a morte não pode nos paralisar. Se formos pensar assim, não deveríamos casar, ter filhos, netos, porque qualquer um pode morrer a qualquer momento, como aconteceu com o Floyd. É a vida. E a morte vem assim, de repente, muitas vezes sem aviso. E não adianta ter medo, porque ela virá mesmo. Se ficarmos raciocinando sobre o que podemos perder, melhor nunca mais sair da cama, porque pensar na morte é paralisar a vida. O Homem é o único animal que sabe que vai morrer um dia. Mas repare como a gente não acorda todas as manhãs pensando nisso. Se ficássemos pensando, não valeria a pena fazer absolutamente nada, nem trabalhar, nem se divertir, nem ter amores, amizades... E não posso deixar de falar sobre esses dois veterinários que socorreram o Floyd: Dr. Luciano e Dr. Micael. Quanta humanidade, quanto respeito, quanto eles entenderam a minha dor e da minha filha... E imagino também, quanta impotência sentiram por não conseguirem salvar aquele gato tão lindo.

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FORNO & FOGÃO ESPECIAL - LANCHES RÁPIDOS

Torta de cachorro-quente Ingredientes: 10 pães para cachorro quente 20 salsichas ½ xícara (chá) de molho de tomate 200 g de mussarela ralada Modo de fazer: Corte os pães no sentido do

comprimento e acomode-os num refratário. Corte as salsichas ao meio e coloque em cima dos pães. Faça outra camada de pães e espalhe o molho de tomate e a mussarela. Leve ao forno por 20 minutos e sirva quente.

Sanduíche de forno Ingredientes: 16 fatias de pão de forma 10 fatias de queijo tipo prato 10 fatias de presunto Creme: 1 lata de creme de leite ½ litro de leite 5 ovos grandes Sal, noz-moscada e pimenta-doreino a gosto Modo de fazer: Em um refratário, distribua

metade das fatias do pão e cubra com o presunto e o queijo prato. Cubra com o pão restante. Bata no liquidificador os ingredientes do creme e espalhe sobre os sanduíches. Distribua rodelas de tomates e polvilhe 200 g de parmesão ralado e orégano. Leve ao forno (200°) por aproximadamente 15/20 minutos. Sirva quente.

Você, de Indaiatuba, não pode perder Meu amigo Antonio da Cunha Penna vai lançar seu terceiro livro no dia 14 de agosto, às 19h, no Indaiatuba Clube, dentro da programação do 4º Sarau Literário, onde haverá apresentação do coral do clube, da Corporação Musical Villa-Lobos e a participação especial do cantor e compositor Eduardo Santhana. Penna pesquisou durante mais de três anos sobre os tipos notáveis da popularidade, aquelas “figuras” que toda cidade tem e que fazem a diferença. São histórias engraçadas contadas com o fino humor que é tão marcante nas narrativas deste grande escritor indaiatubano. Prestigie e divirta-se com o livro!

Adubo para quem tem quintal Para fazer um composto em casa e adubar suas plantas de forma natural, faça um buraco de boa profundidade, vá jogando ali o lixo da cozinha, como cascas de frutas e de batatas, folhas em geral, borra de café e outros detritos desse tipo. Cubra com uma camada de terra cada vez que depositar qualquer coisa. Depois de algum tempo, a mistura estará decomposta e pronta para adubar vasos.


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INDICADOR TERAPÊUTICO

Benefícios da quiropraxia por Rodrigo Passos

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o grego quiro, que significa mãos, e práxis, de “prática/habilidade”, a quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o ajuste articular por meio da terapia manual. Inicialmente estudada por Hipócrates na Grécia antiga, a origem da quiropraxia foi atribuída ao americano Daniel David Palmer, que há mais de cem anos a desenvolveu, inspirando-se em diversas práticas já existentes e seus estudos com objetivo de tratar desordens no sistema neuromusculoesquelético. A técnica permite o tratamento de disfunções no referido sistema sem o uso de medicamentos e procedimentos cirúrgicos. Não se trata de massagem ou sessão de fisioterapia, embora seja uma terapia manual. A quiropraxia é especifica para as articulações, muito direcionada e assertiva. Seu objetivo é devolver mobilidade articular, relaxar a musculatura e aliviar a dor. Ela é indicada para problemas relacionados a articulações que seja de origem mecânica. Existem algumas questões articulares, como as reumatoides, que podem ser resultado de alguma reação

autoimune. Nesses casos a quiropraxia não é indicada. Ela é adequada às dores do trabalho, lesões por esforço repetitivo, hérnia de disco, dores de cabeça de origem tensional, etc. Nesses casos o corpo tem a capacidade de se curar sozinho caso não tenha nada intervindo entre a lesão e a articulação com algum dano. É aí que o quiropraxista entra. Ele é capaz de manipular aquela articulação e deixá-la ‘limpa’, mantendo-a hidratada, em bom funcionamento, para que os fluidos naturais do corpo possam ter o seu fluxo livre e tirando a interrupção da comunicação do cérebro com aquela parte específica do corpo que apresenta a inflamação ou lesão. Isso traz saúde, melhorando as condições do local. Dores concentradas nas regiões lombar, torácica e cervical da coluna; dor nas costas que migra para os braços ou para as pernas; sensação de fraqueza por causa dos músculos das costas; dores de cabeça de origem tensional; tendinites; hérnia de disco; e torcicolo são sintomas para procurar um quiropraxista. Rodrigo Passos é quiropraxista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, em São Paulo

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culturazen

Sobre direitos humanos por Valéria Borges da Silveira

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Augusto Zimbres, Silvia Lá Mon, Lino Azevedo Jr., Selma Giorgetti, Edjard Ratto, Nádia de Castro e Mostafá Bartar em evento na Brahma Kumaris Campinas

Integrantes do Instituto de Pesquisa e Estudo da Consciência (Ipec), de Campinas, no seminário com Bert Hellinger em São Paulo

Divulgação

Valdir Carvalho, Maria Inês Carvalho, Gilberto Francisco, Cleonir Bertipaglia e Oswaldo de Morais Junior no lançamento, em Indaiatuba, do projeto Sangue Cidadão, banco de dados nacional para cadastramento de doadores de sangue

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e queremos que o século 21 seja de fato o século dos direitos humanos, é absolutamente vital ganhar a batalha pela igualdade em todo o planeta. Todos possuem os mesmos direitos humanos, sem exceção, incluindo o direito à vida, à dignidade, à segurança, ao trabalho em condições justas, à saúde, à educação e à igualdade perante à lei. Com a proliferação das novas tecnologias da informação, nota-se uma “revolução” na natureza sócio-político-econômica mundial em uma velocidade sem precedentes na história. E isso, de certa forma, causou um “impacto positivo” até em termos de segurança, principalmente nos países mais desenvolvidos. Na América Latina, a modernização dos órgãos de segurança e o uso da tecnologia no trabalho policial ainda se encontram em uma fase muito incipiente. Contudo, autoridades da área de segurança e representantes das polícias do Brasil, Argentina, Chile, México e Estados Unidos vêm se reunindo periodicamente desde meados de setembro do ano 2000, a fim de examinar estratégias para modernizar e aumentar a eficácia da instituição policial. Sabe-se que a incorporação de novas tecnologias é um ingrediente fundamental para reduzir os índices de criminalidade. Deve-se estabelecer os pontos críticos e as tendências dos crimes de cada cidade,

permitindo uma melhor orientação preventiva no trabalho policial. Para uma nação ter condições mais dignas de construir uma vida melhor é necessário ter educação, saúde, segurança, enfim quesitos indispensáveis para qualquer cidadão. Cabe a nós o otimismo e persistência, enfrentando os labores que irão surgir, vencendo-os dia a dia. É preciso que o país assuma o compromisso ético na implantação determinante da erradicação dos problemas sociais, com os setores empresarial e governamental em uma corresponsabilidade, com projetos estratégicos, pois só assim o Brasil seria capaz de gerar uma igualdade social. A proteção das minorias e de outros grupos vulneráveis ocupa um espaço na agenda da comunidade internacional, mas ainda resta muito a ser feito a respeito. Como eliminar as disparidades no acesso às oportunidades econômicas e sociais para, desse modo, desterrar as causas básicas do preconceito, da discriminação e da violência? Como usar os meios de comunicação para difundir as mensagens sobre a unicidade da humanidade, o respeito, a tolerância e a boa vizinhança? Em lugar de permitir que a diversidade de raça ou de cultura represente um limite para o intercâmbio e desenvolvimento humanos, é necessário percebê-la como potencial para um enriquecimento mútuo. Valéria Borges da Silveira é escritora e poetisa


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MANDALA PARA PINTAR

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- OZENI LUCAS -

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AGENDAZEN CAMPINAS

INDAIATUBA

CICLO “FACILITANDO A VIDA” Quintas-feiras, às 19h30 – bate-papo com chá e palestras, com Beth Velardi, no Espaço Ágape (Avenida Dr. Heitor Penteado, 220 - em frente ao kartódromo da Lagoa do Taquaral).

AUTODEFESA ENERGÉTICA 15/9, das 9h às 17h30 – curso com Armando Zaparolli Filho, na Bioterapia Holística Morada da Luz (Rua Alberto Santos Dumont, 430 – Vila Todos os Santos). Mais informações: (19) 9280-4050 e (11) 999689949 ou www.bioterapiaholistica.com

13/8: “Aprendendo a dar e receber feedbacks” 20/8: “Aprendendo a negociar na vida” 27/8: “Como lidar com conflitos” Contribuição: 10 reais Mais informações: (19) 3395-0721 EDUCAÇÃO EM VALORES 15/8, às 14h30 – apresentação do programa e 1º módulo – “O exercício da escuta ativa”, com Elaine Cassan e Núbia Hubner, na Brahma Kumaris (Rua Monte Aprazível, 387 – Chácara da Barra). Aberto ao público. Vagas limitadas. Inscrições e mais informações: (19) 3241-7480 ou campinas@br.brahmakumaris.org.br

YOGA É LUZ Recebemos colaborações para este espaço. Envie sua mandala para contato@jornalzen.com.br

PARA ASSINAR OU ANUNCIAR: (19) 3044-1286

1º a 6/9 – atividades em diversas escolas e no Sesc Campinas (Rua Dom José I, 270 – Vila Industrial), incluindo Grande Encontro de Yoga (5/9, das 9h30 às 17h). Aberto ao público. Mais informações: (19) 3254-7033 ou www.sescsp.org.br

EUBIOSE 29/8, às 15h30 – palestra “Razão e transcendência”, com Fernando Leça, na Sociedade Brasileira de Eubiose (Rua Madri, 72 – Jardim Europa). Aberto ao público. Mais informações: (19) 99731-7381

ITU AUTODEFESA ENERGÉTICA 30/8, das 9h às 17h30 – curso com o bioterapeuta holístico Armando Zaparolli Filho, no Espaço Terapias Sabedoria do Oriente (Rua Maria Vicência Corazza, 84 – Jardim Corazza). Mais informações: (11) 99523-5881 (WhatsApp)

CIRCUITO DAS ÁGUAS IOGA 23/8, das 8h30 às 17h – 6º Encontro de Yoga, na Fazenda Furquilha (Monte Alegre do Sul). Aberto ao público. Vagas limitadas. Inscrições (até 18/8) e mais informações: (19) 3808-3613 e (19) 99727-2020


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Jornalzen Agosto 2015  

Jornal mensal referência em terapias holísticas, saúde, cultura, educação, bem-estar e qualidade de vida. Há dez anos no mercado, circula em...

Jornalzen Agosto 2015  

Jornal mensal referência em terapias holísticas, saúde, cultura, educação, bem-estar e qualidade de vida. Há dez anos no mercado, circula em...