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JORNALZEN ANO 12

JULHO/2016

AUTOCONHECIMENTO

Nº 137

BEM-ESTAR

Imagem organizacional Pág. 4

Ônibus e acessibilidade Pág. 11

CIDADANIA

CULTURA

SAÚDE

Divulgação

BALÉ NA EUROPA A Cia Ballet de Cegos, de São Paulo, fez duas apresentações no Brave Festival, na Polônia. Pela primeira vez, um grupo de jovens do Brasil foi convidado pelo festival de Wroclaw, cidade intitulada capital europeia da cultura. O evento promove o intercâmbio cultural entre crianças, jovens e idosos em situação vulnerável de diversos países.

ARTIGOS

www.jornalzen.com.br

ZENTREVISTA

Jorge Mortean Pág. 3

Empreendedor Holístico Pág. 2

Viva Bem Pág. 12

JORNALZEN começa a circular na Av. Paulista Pág. 2


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JORNALZEN

JULHO/2016

O despertar da primavera Me acorde quando a vera que em breve primavera chegar. florescerá nossos soHá meses nosso panhos novamente. Sair ís vem sofrendo uma do sono invernal para recessão e o povo vem o sonho primaveril. sofrendo de depressão. Acordar e partir para Tem se instalado uma ações positivas. Acreretração geral, com as ditar no novo que popessoas deixando de demos criar a partir participar de encon- SILVIA LÁ MON de nossa boa vontatros, de cursos, de pa- Diretora do JORNALZEN de. Vamos voltar palestras, de danças, de ra os grupos, fortafilmes. Tudo que tem sido lecer-nos. Trocar gentilezas, oferecido para o crescimen- despertar do pesadelo dos to, o conhecimento e o lazer monstros que se revelaram e tem ficado à mingua. Pare- mostrar nossa capacidade de ce que as pessoas entraram sermos felizes. num estado de hibernação Os ipês lotados de cores mental e física, e a única prenunciam a sua chegada e preocupação tem sido preo- eu nunca esperei tão intencupar-se. E, assim, tudo se samente a primavera. Como retrai como uma ameba que diz o nosso querido professor seca ao ser cutucada por di- Sérgio Ceccato Filho, que nos versas vezes, repetidamente. trouxe o conhecimento da hoEste outono e inverno co- meostase quântica da essênlaboraram ainda mais para cia: “Está chegando o moesse recolhimento coletivo. mento da transformação e Com chuvas e frio intensos, você faz parte desse movitudo tem sido muito intenso mento. A mudança será grane tenso. Os lobos outrora sol- de e, juntos, observaremos notos e sorrateiros caíram em vas possibilidades. Só mais um suas próprias armadilhas. pouco; o colapso da realidaEntão, que venha a prima- de está próximo.”

JORNALZEN NOSSA MISSÃO:

Informar para Transformar DIRETORA Silvia Lá Mon EDITOR Jorge Ribeiro Neto JORNALISTA RESPONSÁVEL MTB 25.508 TELEFONES Redação (19) 3324-6062 Comercial (19) 3044-1286 contato@jornalzen.com.br www.jornalzen.com.br Circulação: Campinas Indaiatuba Valinhos Vinhedo Jaguariúna Holambra São Paulo (Avenida Paulista, Vila Madalena e Vila Mariana)

Reprodução

Vista da Avenida Paulista: mais pontos de distribuição em São Paulo

JORNALZEN passa a circular em bancas da Avenida Paulista A partir deste mês, o JORNALZEN poderá ser encontrado em 14 bancas da Avenida Paulista, em São Paulo. A circulação em um dos principais cartões-postais da capital paulista é mais uma etapa do processo de ampliação da distribuição do jornal na cidade. “É mais uma opção para o leitor de São Paulo ter acesso ao nosso produto”, comenta Silvia Lá Mon, diretora do JORNALZEN. Na Capital, o jornal também pode ser encontrado na Vila Madalena e Vila Mariana (confira os locais em www.jornalzen.com.br).

ONDE ENCONTRAR • Banca Belas Artes - nº 2.518 • Banca São Luís - nº 2.300 • Banca Bruno - nº 2.202 • Banca Juraci (Conj. Nacional) - nº 2.023 • Banca Ivan - nº 2.000 • Banca Alfa (Parque Prefeito Mário Covas) - nº 1.853 • Banca Trianon II - nº 1.499 • Banca Trianon I - nº 1.294 • Banca José Cruz - nº 1.195 • Banca Gazeta - nº 900 • Banca Central Paulista - nº 867 • Banca Paulista II - nº 639 • Banca Centenária - nº 620 • Banca Paulista News - nº 529

Empreendedor Holístico ANA PAULA TEIXEIRA – coachinganapaula@gmail.com

Você acredita que odeia vendas? (2) Como pode alguém que odeia vender ou não sabe como vender aprender a arte de adquirir novos clientes? Podemos começar com três passos simples: 1. Entender as características versus os benefícios de seu produto ou serviço. Olhe para o seu negócio a partir da perspectiva de seus clientes. A maioria de seus clientes não se interessam inicialmente pelas “características” do seu produto ou serviço; eles veem os “benefícios” de seu produto ou serviço para eles. Theodore Levitt, professor de marketing em Harvard, costumava dizer aos seus alunos: “as pessoas não querem comprar uma broca de um quarto de polegada. Eles querem um buraco na parede de um quarto de polegada!” Se você se aproxima de seus clientes dessa maneira, então o que são os benefícios mais comuns de seu produto ou serviço para eles? Se você não tiver certeza da diferença entre as características x benefícios de

seu produto ou serviço, pergunte a alguns de seus clientes por que eles compram ou já compraram de você. Eles informarão com o maior prazer. 2. Ajude outros a ajudá-lo. Parafraseando uma citação: há dois tipos de vendedores que entram numa sala. O primeiro entra e diz: “Aqui estou eu!” O segundo entra e diz: “Ah, aí está você!” Se você está desconfortável com vendas, a melhor e mais fácil abordagem é a de ser o segundo vendedor. Colocar sempre os holofotes sobre seus clientes e suas necessidades. Quando você se dispõe a ajudá-los a resolver um problema ou encontrar a solução que procuravam, eles vão agradecer-lhe, pagar-lhe dinheiro e tornar-se um defensor de sua marca. Vender é resolução para problemas. Alguém chega até você com uma necessidade ou um problema; você fornece a solução. 3. Excepcional serviço de atendimento ao cliente. Se você quer o aumento das suas vendas, sem trabalho pesado, a maneira mais simples

e mais segura para chegar lá é por oferecer o melhor atendimento possível do planeta. Seu lema deve ser “clientes felizes são os melhores clientes”. Os problemas surgem com cada produto e serviço em todas as empresas. Como uma empresa responde a esses problemas é fundamental para o sucesso de vendas. Como controlamos a situação e entregamos uma solução de qualidade, transparência e ética passamos a ter um time de novos “vendedores indiretos” trabalhando em nosso favor. Digo a todos os meus amigos sobre os seus maravilhosos serviços ou seus produtos fantásticos. Nesse ponto, você já não está vendendo e, sim, recomendando. Encorajamos nossos clientes a fazer o mesmo por nós. Você se tornou um conselheiro de confiança. Respeito o seu trabalho e sua opinião. Eu confio em você! Assim, você passa a criar a reciprocidade comercial. Ao seu sucesso!


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J

orge Mortean sempre brinca que não escolheu estudar o Oriente Médio, mas o contrário. Com ascendências libanesa e judaica, esse paulistano sempre teve a região muito presente em sua vida. Daí ter sido natural a opção por cursar geografia na Universidade Estadual de São Paulo (USP). Mestre em Estudos Regionais do Oriente Médio pela Academia Diplomática do Irã, Mortean tornou-se um dos principais especialistas sobre a região no Brasil. Nesta entrevista ao JORNALZEN, o professor de relações internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) explica a importância do Oriente Médio e suas influências culturais e religiosas no mundo ocidental.

JORNALZEN

ZENTREVISTA|Jorge Mortean

INFLUÊNCIA ORIENTAL

Geógrafo especialista em Oriente Médio ressalta importância da região no mundo e aborda as relações culturais e religiosas com o Ocidente Divulgação

O que precisamos saber sobre o Oriente Médio para entender sua relação com o mundo ocidental? O Oriente Médio foi desestabilizado, e ainda o é, em questões bem pontuais e geograficamente bem localizadas, especificamente por interferência estrangeira – ocidental, sobretudo. Antigamente, as disputas territoriais eram decorrentes da expansão demográfica, dado

apelidados de “turcos”, pois suas nações, naquela época, estavam sob ocupação e domínio do antigo Império Turco-Otomano, atual Turquia. Porém, esse termo soa bem pejorativo aos ouvidos desses imigrantes e seus descendentes. E como os orientais recebem os brasileiros? Ao contrário do que se pensa, viver nos centros urbanos do Oriente Médio é muito seguro. A violência urbana é praticamente zero. E a população é absolutamente gentil com os brasileiros, principalmente. Temos uma ótima fama por lá. Já no mundo dos negócios, negociações comerciais com os locais muitas vezes duram quatro horas – um período longuíssimo aos olhos e paciência ocidentais, não é mesmo? Essa é a arte de negociar em um outro tempo e espaço: o deles.

Como teve despertado o interesse pelo Oriente Médio? A região sempre me foi muito presente, conversa de casa. Logo, na minha graduação em geografia política, acabei naturalmente pesquisando bastante sobre o Oriente Médio, para entender melhor de onde vinha. Os estudos me dominaram ao ponto de ter conseguido uma bolsa de mestrado para estudar no Irã. Uma vez lá, pude viajar por toda a região, ter contato com culturas milenares e incríveis. O que essa região representa para o mundo? Em princípio, o chamado “berço civilizatório” compreendia a área geograficamente conhecida como Levante Fértil, englobando a Mesopotâmia (hoje Iraque e Síria), o Líbano e o Irã. A partir do advento do fogo, os povos originais puderam desenvolver técnicas agrícolas, linguagem verbal e, principalmente com a invenção da roda, a expectativa de vida aumentou significantemente, proporcionando longevidade e qualidade de vida àquelas populações. Com isso, cientificamente, todas as bases que temos hoje de química, farmacêutica, alimentação, física, matemática, geografia, astronomia, navegação, engenharia e arquitetura tiveram origem naquela região.

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“Só o autoconhecimento constrói um mundo com menos preconceito, para uma sociedade melhor” ao aumento da qualidade de vida daqueles povos. Isso não refletia necessariamente conflitos étnicos-culturais, como atualmente. O fato é que os interesses ocidentais baseados no nosso estilo de vida jogaram os povos uns contra os outros, criando uma terrível “dança de fronteiras” e diretamente geraram conflitos de cunho social, que são politicamente muito difíceis de, primeiro, se compreender e, segundo, de solucionar. A incisão política ocidental fez com que povos e religiões se separassem, criando mal-estar político entre os países recém-estabelecidos. Propositalmente, foram estabelecidos governos-fantoches,

extremamente autoritários e gananciosos, que hoje para nada se preocupam com o bem -estar social – o que levou à tanta pobreza e, portanto, conflitos. Há também aspectos multiculturais muito presentes na região... Assim como um brasileiro e um guatemalteco têm pouco em comum, um saudita e um iraniano têm menos ainda. A região é plural em grupos étnicos, religiões e suas ramificações e línguas. Não só porque se mora a algumas centenas de quilômetros do vizinho é que ambos são a mesma coisa. Armênios, libaneses e sírios que emigraram ao Brasil no começo do século passado foram

Qual a contribuição da cultura oriental nas relações inter-religiosas? O Ocidente, com o desenvolvimento do capitalismo, deturpou as leituras de todas as relações originais e milenares de cunho religioso, provindas do Oriente Médio, ou seja, aquelas contidas no convívio pacífico que promovem o judaísmo, o cristianismo e o islã. É preciso resgatar esses valores com outros olhos senão esses ocidentais atuais – essas religiões foram estabelecidas muito antes da ganância provinda do capital. É preciso viajar à região e resgatar essa pureza que tanto faz falta hoje em dia aqui no Ocidente. Como avalia a proposta de nosso jornal, voltada para a difusão de iniciativas ligadas ao autoconhecimento? Vocês estão de parabéns por suscitar tais iniciativas. Só o autoconhecimento constrói um mundo com menos preconceito, com menos barreiras internas e externas, uma sociedade melhor. Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores? Feliz é aquele que está aberto a novas informações que levam a profundas transformações. Isso se chama evolução e, mais do que nunca, esta é a palavra do momento.


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JORNALZEN

Perdão e felicidade “Se não fossem os problemas, o homem se acomodaria. É preciso que algo sempre incomode o ser humano para que, sentindo-se pressionado, procure soluções e desenvolva a inteligência e a capacidade de superação”. Muitas vezes, ao questionar a vida, o motivo dos sofrimentos e das dificuldades enfrentadas, sempre nos perguntamos aonde esse caminho irá nos levar. Qual a razão desse sofrimento? Sempre questionamos como Deus pode deixar aquele homem bom, ou aquela criança ainda tão indefesa passar por tanto sofrimento! Na maioria das vezes não temos a consciência de que somos espíritos milenares e que trazemos uma longa bagagem espiritual e um passado para reparar. A cada existência, temos mais uma oportunidade de aprendizado e crescimento, e o livre arbítrio é nossa arma que devemos utilizá-lo com sabedoria e determinação. Durante a nossa peregrinação terrestre, experimentamos sofrimentos e dores, as quais não compreendemos, mas essas angústias e aflições têm raízes nos erros cometidos outrora? Muitos de nós, ferimos, iludimos, magoamos, maltratamos e traímos profundamente aqueles que um dia juramos eterno amor. Não cumprimos o que planeja-

mos no plano espiritual. Precisamos perdoar, pois se não perdoarmos, o mal perma- JOÃO BATISTA SCALFI do Educandário nece dentro Vice-presidente Deus e a Natureza (Indaiatuba) de nós e damos oportunidade para que surjam em nossas vidas moléstias, perturbações espirituais, depressão e muitas situações que nos fazem sofrer. Perdoar é abrir mão da mágoa, é deixar de ser vítima. Perdoar é tirar todos os nós que amarram a nossa vida. Perdoar é o caminho mais seguro para quem deseja ser feliz. O perdão é, inquestionavelmente, a mais bela expressão de caridade e amor ao próximo. Talvez por essa razão Jesus deixou -nos esse último recado, enquanto carregava a cruz e a multidão enfurecida, açoitava-o gritando pela sua morte. “Reconciliai-vos o mais depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil”. Mateus 5:25 e 26/Lucas 12:58 e 59

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Imagem organizacional Backer Ribeiro

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á alguns anos muitas empresas perceberam que ao desenvolverem atividades e ações sociais e ambientais responsáveis, obtinham uma melhora na imagem junto a consumidores, acionistas, comunidades e outros públicos relevantes. Com práticas éticas e socialmente responsáveis melhoravam os negócios e aumentavam seus lucros. Portanto, seria um risco não se preocupar com a imagem organizacional, pois poderia afetar negativamente as relações com seus públicos. Com o passar do tempo, descobriram também que uma vez que se preocupassem com questões sociais e mantivessem sua credibilidade alta, essa prática poderia ajudar nos momentos de crise, pois a opinião pública é mais complacente com empresas socialmente responsáveis. Infelizmente, muitos caminhos nos levam para a constatação de que a comunicação empresarial serve apenas a um propósito, de criar um universo fantástico paralelo ao que realmente as empresas estão fazendo para preservar o meio ambiente e garantir a sustentabilidade do planeta e a sua própria. O comunicador empresarial não tem a função social de informar a sociedade, alertar, denunciar, dar transparência aos assuntos relacionados à organização em que trabalha. Esse lado fiscalizador da sociedade, que é inerente à profissão, fica relevado ao exercício de ajudar a organização a criar uma boa imagem institucional perante seus públicos estratégicos, consumidores e sociedade. Jamais poderá produzir dentro de qualquer organização empresarial uma comuni-

cação que aponte os paradoxos existentes, as contrariedades e as impossibilidades que fazem parte do atual modelo de desenvolvimento. O jornalista André Trigueiro certa vez disse: “Na área ambiental, paga-se um preço alto quando se mente ou falseia a verdade, o papel de quem trabalha com comunicação em empresas seria o de denunciar essas falhas. Não se pode falar o que não se faz, pelo contrário, a transparência é um indicador importante em um mundo globalizado, é ela quem cacifa a empresa e permite obter licenças, receber certificados e produzir relatórios para comunicar essa postura e ações aos seus colaboradores, clientes, fornecedores e acionistas”. No entanto, diferentes estratégias de comunicação são postas em prática de forma que a sustentabilidade empresarial atenda aos objetivos que possam agregar valor à imagem e reputação, fidelizar clientes e consumidores, gerar oportunidade de negócios, atrair novos investimentos, ganhar a confiança de governos e da sociedade, obter maior espaço na mídia, promover um bom clima organizacional, recrutar profissionais talentosos, dentre outros objetivos. Iremos citar algumas estratégias e técnicas de comunicação utilizadas não só por empresas, mas por todo um universo corporativo que busca promover e intensificar a divulgação da sustentabilidade empresarial para que possam ser melhores percebidas pela sociedade. Backer Ribeiro é doutor em ciências da comunicação pela ECA/USP, mestre em comunicação social pela Universidade Metodista de São Paulo e fundador da Communità Comunicação Socioambiental


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UNIVERSO DIGITAL

Amanda La Monica

O que é criado precisa ser alimentado Muitas empresas e profissionais não têm perfil e divulgação em todas as redes. Com todo o movimento e retorno do marketing digital, alguns se perguntam qual seria um motivo para não estar presente nelas. É simples: canal sem atualização, melhor não existir. Imagine um cliente entrando em sua fanpage, no Facebook, e a última postagem foi feita em janeiro de 2016. Contando que estamos em julho, com certeza pensaria que sua empresa faliu ou que não é estruturada o bastante para manter seus canais atualizados. E sem estrutura, ele não confiará no seu serviço. Tcharam... cliente perdido.

Analise sua disponibilidade ou de sua equipe para cuidar dos canais digitais. Quando digo cuidar, quero dizer: postagens diárias, produção de conteúdo de qualidade, interação com o público, resposta a mensagens e solicitações em menos de cinco minutos, e muito mais. Dica importante: explicando de forma simplificada, o algoritmo do Facebook* prioriza a exibição de conteúdos interativos e que tenham qualidade. Que tragam informação e conhecimento para o público, aumentando o nível de qualidade da rede em geral. *EdgeRank, o algoritmo do Facebook, calcula as publicações relevantes para cada perfil, apresentando no feed de notícias somente o que ele acha interessante para o usuário. Explico melhor sobre ele em artigo no site abaixo.

Unipaz Campinas passa a ter Silvia Lá Mon na presidência A diretora do JORNALZEN, Silvia Lá Mon, assumiu a presidência da unidade Campinas da Universidade Internacional da Paz (Unipaz). O mandato de dois anos vai até junho de 2018. Silvia era integrante do conselho gestor da Unipaz Campinas, ao qual foi convidada em 2009. Ela começou a participar das atividades da organização não governamental no ano anterior, quando fez pós-graduação em Formação Holística de Base. Reativar esse curso é um dos objetivos citados por Silvia. “Também pretendemos promover palestras e encontros culturais”, com-

pleta. Projetos sociais com escolas e instituições também estão em estudo. “Tenho muita identificação com as pessoas e propostas da Unipaz, daí meu interesse em participar de forma mais ativa”, comenta. Ela enfatiza a importância do envolvimento das pessoas com os eventos. “Para tanto, estamos em busca de parcerias para recebê -los”, informa. “A colaboração também serve para fomentar a cultura de paz, principal meta da Unipaz”, ressalta Silvia. Mais informações sobre a Unipaz Campinas podem ser obtidas no site www.unipazcampinas.org. br ou pelo telefone (19) 99911-7868.

Óleo de gergelim e massagem ayurvédica – parceria milenar por Eloisa Fiorim E. Villanova

Sabe-se que a planta do gergelim é um dos cultivos mais antigos dos seres humanos, que data de cerca de 5 mil anos. As sementes foram popularmente consumidas pelos soldados romanos como um tônico para ajudá-los na recuperação do vigor após as batalhas. O óleo de gergelim foi um dos primeiros a serem processados pela humanidade e um dos mais antigos condimentos. Por volta de 600 a.C., os assírios utilizavam o óleo de gergelim como alimento, remédio e os hindus já o utilizavam em templos, nas lamparinas, sendo por eles considerado um óleo sagrado. Existem muitas variações na cor do óleo de gergelim. Os que são prensados a frio têm uma cor amarelo pálido; o indiano costuma ser bem dourado; e no leste da Ásia é normal a variedade marrom. O óleo de gergelim marrom avermelhado, tem um sabor amendoado e é muito utilizado nos tradicionais pratos da culinária asiática. O óleo de gergelim é um dos

óleos de massagem mais populares na Índia Ocidental. Favorito dos médicos ayurvédicos, ele é usado como uma base para óleos medicinais. Como contém quatro antioxidantes naturais – sesamol, sesamina, sesamolina e vitamina E – se mantém por bastante tempo sem ficar rançoso. O óleo de gergelim também é rico em ácido oleico, linoleico e lenoleico; seu conteúdo de lecitina tem um efeito benéfico nas glândulas endócrinas e especialmente nas células dos nervos e do cérebro. O calor gerado pela fricção do óleo faz com que este fluxo no corpo seja expandido e se mova, aliviando a tensão e dor. A massagem promove um padrão respiratório mais profundo e natural. Fazendo-a regularmente, relaxamos os músculos, os nervos e os ossos. Auxilia o sistema digestivo, mantendo o equilíbrio e a circulação correta no corpo. Induz o sono profundo, aumenta o apetite, e geralmente torna a vida mais alegre. Eloisa Fiorim Enumo Villanova é terapeuta ayurvédica - eloisafev@gmail.com


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Recuperar a qualidade de vida Quer recuperar sua auticas, conseguimos identoestima e ficar livre de tificar e reequilibrar os medos, depressões e síncampos espiritual, mendrome do pânico? Isso é tal e emocional, devolpossível de maneira muivendo qualidade de vito mais rápida do que da, com a retomada do possa imaginar! amor próprio e do poImagine como se esder pessoal – sempre tivesse sentado no lomrespeitando o próximo. bo de um cavalo, com os ARMANDO ZAPAROLLI Faça o seu moviBioterapeuta braços soltos e as rédeas mento e busque a solargadas. O cavalo toma lução para o seu proo rumo que deseja e te leva para blema, através de tratamentos onde achar mais conveniente. ou cursos. Está na hora de se coO que acha da ideia de pegar locar no lugar merecido e retoas rédeas e dirigir esse cavalo pa- mar o poder entregue a outros. ra onde quiser? Ser dono do seu Você tem o direito de ser feliz! destino? Estamos aqui para auxiliar com Utilizando técnicas bioenergé- as ferramentas necessárias.

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Padre Haroldo Meus 66 anos de vida sacerdotal Estava no Exército (Texas National Guard), que é semelhante aos policiais militares no Brasil. Terminei todos os estudos para ser tenente. O TNG é um setor do Exército americano. Tem deveres como os PMs do Brasil. Estávamos em manobras no deserto assimilando a ação semelhante a uma guerra. Dez minutos cada hora podíamos sair do caminhão para esticar as pernas. Encontrei na minha bolsa uma cruz. Por alguma razão, ela me tocou profundamente. Pensava como este homem crucificado poderia ser Deus. Quando o caminhão parou, vi uma pequena loja numa aldeia e estava escrito “Livros”. Corri lá e comprei um livro intitulado Deus, pelo padre Scott SJ. Às noites, na tenda, lia o livro e depois comprei uma Bíblia. Passou um certo tempo e, um dia, pedi ao capitão McCall para me ajudar a sair oficialmente do Exército para ser um sacerdote. Li um livro do padre Daniel Lord SJ, grande sacerdote de jovens, que escreveu sobre os heróis da Companhia de Jesus: Anchieta, Xavier, Nóbrega, Brebuff, Jogues, e outros. Escrevi aos jesuítas para me receber. Pediram-me para ir à igreja de Nossa Senhora de Guadalupe em San Antonio, Texas. Depois de assinar várias folhas de protocolo, visitei a igreja e a Senhora pôs a espada de amor no meu coração. Até hoje, Maria dirige, com o seu filho Jesus, as pequenas coisas que faço para a maior Glória de Deus. Tive que estudar 15 anos e passar 13 anos na faculdade para, afinal, trabalhar no apostolado dos sacerdotes jesuítas.

Principalmente, gosto de meditar sobre as Escrituras e livros profundos dos peritos que analisam histórica, espiritual e criticamente o conteúdo. Também gosto de passar várias horas diariamente meditando e contemplando sobre Jesus e as Suas palavras e ações. Me dá muito prazer de pregar e dialogar sobre estes assuntos. A parte que mais gostei foi cuidar dos pobres e dos necessitados. Como jovem sacerdote, pedi um apostolado dentro das favelas dos Estados Unidos e fui mandado a um bairro pobre em El Paso, Texas. Quando o papa pedia padres para o Brasil, o meu superior, padre Lange, me mandou a São Paulo para analisar como os jesuítas poderiam servir na linha social da igreja. Terminando a tese para ele, escrevi no fim: “sou voluntário”. Chegando ao Brasil, fundei várias paróquias e coloquei os padres jesuítas como vigários. Finalizando o trabalho com estas questões oficiais, recebi o Centro Kennedy e a área na Vila Brandina, em Campinas. O apostolado com toxicômanos e alcoólatras começou incluindo Amor Exigente, Treinamento de Liderança Cristã, Renovação Carismática, Relaxe e Viva Feliz, Yoga Cristã e outros movimentos. É evidente que eu só joguei a semente. Os fantásticos brasileiros movimentaram as ideias. Por fim, iniciamos os trabalhos com os chamados na época de “meninos de rua” e com cursos de profissionalização, para trabalhar a prevenção. Haroldo Rahm é presidente emérito do Instituto Padre Haroldo hrahmsj@yahoo.com


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Amor em tempos difíceis Dharma é uma palavra está nas próprias atituem sânscrito que é de des das pessoas “adhárdifícil compreensão, mas micas”: o ladrão quer que numa tradução mais sempre roubar mais, não simplificada significa “vahá dinheiro que o satislores humanos”, e a pafaça; o mentiroso tem lavra adharma é a falta sempre que inventar oude valores. tra mentira para esconOs valores univerder a anterior; os que sais formam a base étipraticam a violência esca para uma vida equi- MÁRCIO ASSUMPÇÃO tão submersos no prólibrada entre os seres Professor de ioga e diretor prio ódio dos seus cohumanos e o respeito do Instituto de Yogaterapia rações. São tão infelizes mútuo. Sem eles, o amque não suportam a febiente social fica desprotegido e licidade e a paz dos que buscam a sociedade ameaçada. viver em harmonia. Assim como uma criança neA falta de valores resulta na cessita de um ambiente familiar ignorância e em atitudes ignosaudável para crescer feliz, todos rantes. Não existem pessoas pernós precisamos de um ambiente feitas, porém é necessário o ressocial saudável para nos sentir- peito mútuo entre todos para vimos seguros. vermos num ambiente mais sauQuando uma sociedade está dável. Para o yoga, esses valores adoecida em seus valores básicos, são praticados através dos yamas o que assistimos é um aumento e niyamas, que são as condutas da violência, da intolerância, do éticas e deveres para consigo e medo, da revolta e da mais com- para com a sociedade. pleta falta de amor ao próximo. O Valores são diferentes de renome disso é egoísmo. pressão, pois estão embasados no Quando o adharma prevalece amor e na educação. A repressão sobre o dharma, absurdos são fei- é baseada no medo. Não fazer o tos em nome de falsos ideais. mal por temer uma punição é bem Como o próprio nome revela: diferente de não sentir desejo de “ideologia” é baseada em “ideais” e fazer o mal; isso é dharma. É prenão possui a menor conexão com ciso aprender a valorizar os valoa realidade. Mesmo assim, muitas res humanos. Uma das soluções é pessoas estão sendo mortas ou educar as nossas crianças e jovens agredidas em nome de ideologias. com base nos valores universais, A mentira, o roubo e a violên- independente da expressão relicia são aplaudidos por muitos, ge- giosa de cada um. Porém educar rando uma inversão de valores, demanda tempo e trabalho. Mais confundindo os jovens e as crian- fácil é delegar para a babá chaças, que ainda estão em formação mada “internet”. Com certeza ela de caráter. Para muitos, “o lance é oferecerá todas as possibilidades se dar bem”, nem que para isso e conhecimentos do mundo. Só seja necessário passar como um uma coisa ela não pode dar, o trator por cima das outras pesso- amor. E é isso que faz toda a difeas. Porém a pergunta que sempre rença. Educar é amar. E o amor é fica: “será possível alguém ser ver- a bússola que nos orienta pelos dadeiramente feliz à custa da infe- caminhos da vida e nos sustenta licidade dos outros?” E a resposta em tempos difíceis.

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Sexualidade & terapêutica tântrica Flávia Liparini

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abordagem da sexualidade humana é muito pouco debatida tanto nas escolas quanto nas famílias, igrejas e consultórios médicos. De fato, a sexualidade é um assunto complexo, controvertido e, ao longo da nossa história, tem sido alvo de fortes repressões, distorções, tabus e tentativas de reduzi-la a sinônimo de genitalidade e de reprodução. No entanto, precisamos entender que a sexualidade é a fonte da vida no ser. Estamos, atualmente, vivendo numa sociedade que precisa de atenção e cuidado. No mundo, em pesquisa realizada com 60 países, observou-se que entre 40 a 45% das mulheres adultas e entre 20 a 30% dos homens adultos apresentam pelo menos uma disfunção sexual (Lewis et al., 2004). No Brasil, em pesquisa realizada com 1.219 mulheres em São Paulo, identificou-se que 49% delas apresentam pelo menos uma disfunção sexual, variando entre disfunção do desejo (26,7%), dispareunia (23%), disfunção do orgasmo (21%), entre outras (Abdo et al., 2004). O Centro Metamorfose é o maior centro de tantra do País e pos-

sui mais de 30 unidades espalhadas em todo o Brasil. Em Campinas, o espaço Ganesha Metamorfose possui terapeutas para auxiliar no dia a dia da vida cotidiana e no tratamento de diversas disfunções sexuais que acometem homens e mulheres, como anorgasmia, dispareunia (dor durante o ato sexual), ejaculação precoce, incapacidade de excitação, falta de desejo, dentre outras. Na terapêutica tântrica do Espaço Ganesha – Centro Metamorfose, a sexualidade é trabalhada de forma integrada, consciente e não compulsiva. A terapia tântrica é um sistema completo para a expansão da sensibilidade e desenvolvimento do orgasmo, que faz com que as pessoas alcancem estados alterados de percepção e consciência. Desta forma, o corpo, a mente, as emoções e a essência trabalham juntos, trazendo benefícios e auxiliando na resolução de uma série de questões que afetam todo o conjunto do ser e se refletem na sua vida. O trabalho envolve massagens tântricas, meditações ativas e/ou respirações. Flávia Liparini, doutoranda em Saúde Pública (Unicamp), é terapeuta tântrica no Espaço Ganesha Metamorfose


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Marcelo Sguassábia

Tanto mar

Prefácio ao livro inexistente

JANAÍNA CAMPOS, psicoterapeuta sistêmica e consteladora

“Quando é que sai o livro?”, perguntam-me isso sempre. Minha resposta, definitiva e inapelável: nunca. Se Deus quiser nunquinha, pelo menos no que depender de mim esse equívoco não será cometido. É confortadora a ideia de que a publicação virtual pode ser editada a qualquer momento, e que a coluna de jornal, tão logo seja lida (se é que será), passará a forrar gaiolas de papagaio. Eu vejo uma espécie de segurança nessas plataformas, de reversibilidade da obra e, consequentemente, da reputação de quem a assina. Nada de volume, de editora, de noite de autógrafo, de virar adorno de prateleira ou encheção de linguiça no currículo. O livro é um tijolo à prova de arrependimento, é obra catalogada na Biblioteca Nacional, passa de mão em mão e espalha-se mundo afora, ainda que seja pequena a tiragem. Se o escriba renega a cria, não há chance de reparar o erro. A menos que faça um recall, oferecendo recompensa por exemplar devolvido. Uma espécie de errata da obra toda. Um livro é um negócio com aura de testamento, de coisa

pronta e acabada. Não há o que possa ser feito depois de impresso, e essa perspectiva é uma sentença dura demais. Nega ao pobre do escritor a chance do control Z. A supressão de um advérbio mal empregado, um ponto e vírgula que poderia muito bem ser ponto, uma palavra repetida dentro do mesmo parágrafo, a troca de um substantivo que faria toda diferença. Dizem que o Graciliano Ramos acordava de madrugada, cismando de mudar uma palavra, corria à gráfica e mandava parar as máquinas para fazer a correção. E sendo ele quem era: o imortal Graça. Mas o pior não são esses escorregões de forma, e sim os desarranjos de conteúdo. Um assunto escolhido na falta de outro melhor, um final sem charme, algo que na hora parecia bom mas que irá, lá na frente, macular o bom nome do autor e trazer constrangimento à descendência... Para completar, o pior e mais humilhante dos riscos que um incauto escrevinhador pode correr: encontrar o seu rebento em um sebo, naquela banquinha de 1 real, autografado e tudo. E ainda ficar sabendo quem foi o amaldiçoado que vendeu, por quase nada, aquilo que um dia valeu tanto. Marcelo Sguassábia é redator publicitário

A convivência e a intimidade é um desafio para todos nós. Conviver implica revelar-se e descobrir aspectos nossos que nem imaginávamos existir. E quanto mais a relação se aprofunda, mais desafiador é. É como se aventurar no mar. Na praia é raso, até as crianças brincam despreocupadamente. Não há muitos perigos e é quase impossível se afogar. É ótimo para fazer castelinhos de areia. Muitas risadas, sol, euforia... Porém, o mar nos chama... Alguns são levados por alguma correnteza. Outros ficam em cima do barquinho anos a fio decidindo - pulo ou não pulo? Será? E se a água estiver gelada? E outros, raros, decidem mesmo mergulhar. Tenho a impressão de que a maioria de nós estaria na praia até hoje se dependesse só de decisão. Muitos ainda estão. Em alto mar, antes de mergulhar, estamos nadando sem ter pé, sem controle da situação. O mar muitas vezes é escuro, dá muito medo do que tem lá embaixo. Com quem estamos nadando? Tubarões, águas-vivas? Se nesse momento uma alga se enrosca no desavisado, pode provocar pânico. Temos muito medo do mistério, do desconhecido. Vejamos os mergulhadores... Eles têm os equipamentos para ver e respirar nas profundezas, e podem ir muito fundo. Conseguem ver os peixes que se aproximam. A máscara lhes possibilita saber onde estão e o que está acontecendo. Eles também não têm controle de nada, mas têm a visão. E isso já os faz se sentirem parte do mar. É o mesmo no relacionamento íntimo. Às vezes nos sentimos em um ambiente hostil. É o desconhecido. Mas se pudermos ficar mais um pouco, se o desejo de conhecer for maior que nossos receios, quanta beleza podemos descobrir... A terapia de casal pode ser um equipamento precioso nesse desvendar. Vamos construindo recursos para poder desfrutar as descobertas. Criamos outras formas de comunicação e códigos. Vamos ampliando as possibilidades e tecendo confiança e cumplicidade. E assim, o mergulho vai se tornando mais prazeroso do que assustador.

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PANORAMA CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

A Universidade Anhembi Morumbi está recebendo inscrições para o processo seletivo de quatro cursos de especialização nas áreas de saúde e bem-estar – aromaterapia, fisioterapia dermatofuncional, nutrição hospitalar e podiatria clínica. Os cursos são oferecidos no campus Mooca, em São Paulo. A inscrição é gratuita. Mais informações: (11) 40071192 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-0159020 (demais localidades).

CONCURSO DE ENSAIOS

Alunos dos 2º e 3º anos do ensino médio da rede pública paulista têm até o dia 15 de julho para se inscrever no 10º Econoteen, concurso de ensaios que terá como tema “Formas alternativas de ingresso na universidade e o ensino público no Brasil; impactos socioeconômicos na população”. Os cinco melhores ensaios receberão prêmios em dinheiro. Inscrições e mais informações: www.econoteen.fea.usp.br

PRÊMIO LITERÁRIO PARA PROFESSORES

A Fundação Logosófica está promovendo o Prêmio Literário de Logosofia. Destinado a professores, o concurso tem inscrições abertas até 31 de julho. Os interessados devem elaborar uma redação de uma lauda, baseada no livro O Mecanismo da Vida Consciente. O vencedor será premiado com um carro zero quilômetro. Mais informações: www.premioliterario.logosofia.org.br

FÓRUM SOBRE INCLUSÃO TEATRAL

A Cia. Alvo promove no dia 6 de agosto, em São Paulo, um fórum de discussão para abordar os resultados de projeto com foco em teatros para surdos. O objetivo é trocar experiências e articular alternativas de fomento a projetos artísticos para pessoas com deficiência auditiva. O evento será no auditório da escola Hellen Keller (Aclimação), das 9h às 13h. Inscrições e mais informações: teatro_para_surdos.eventbrite.com.br

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Dr. Orestes Mazzariol Bacteriúria assintomática A bacteriúria assintomática (BAS) é definida como a presença de colônias de uma bactéria – 105 (10 a quinta) unidades – em duas colheitas diferentes na mulher ou uma colheita no homem, ou uma só colheita em homens ou mulheres cateterizados, na ausência de sinais e sintomas de infecção do trato urinário (UTI). Enquanto esta deve receber tratamento, a BAS não deve ser tratada, com exceção de mulheres grávidas. A BAS é mais comum em países em desenvolvimento (a causa disso é desconhecida). Em mulheres jovens, é benigna, mas o uso de antibióticos nessa população pode ser danoso, aumentando frequência de UTI sintomática. Procedimentos urológicos mínimos como cistoscopia e urodinâmica estão associados a poucas reações adversas, portanto não devem ser usados antibióticos. A BAS não é fonte de infecções

em feridas operatórias. Portanto, não há indicação de tratamento. Em mulheres, ela aumenta com a idade, alcançando 20% aos 80 anos, sendo rara em homens antes dos 50 anos, com prevalência de 5 a 10% nestes aos 80 anos. A BAS ocorre em 6% dos indivíduos saudáveis e em 20% dos idosos. Apesar das recomendações claras sobre o diagnóstico e tratamento da BAS nessas populações, segundo a Infectious Diseases Society of America (IDSA), continua a haver uma alarmante taxa de uso excessivo de antimicrobianos, o que levou a aumentar a resistência antimicrobiana de bactérias patogênicas, com consequências deletérias significativas na forma de danos colaterais entre essa população já vulnerável. O que precisamos saber é que um exame de urina alterado, sem sintomas, principalmente em idosos, não deve ser tratado.

MÚSICA PARA A PAZ

A rede mundial Iniciativa das Religiões Unidas (URI) está promovendo o festival Uma Canção para a Paz na América Latina. O concurso visa promover e premiar a criação musical voltada a temas relacionados com valores humanos para a convivência pacífica e o respeito pela diversidade. O público pode participar votando no site www.urialc.org. Moreno Overá, integrante da URI Campinas, está participando com a música Frutíferas Quânticas.

Afinal, qual é a novidade da Nova Constelação? Cristina Florentino

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o longo deste ano estou abordando algumas das diferenças fundamentais entre a antiga e a nova constelação familiar. No artigo anterior, escrevi que na Nova Constelação a força de cura está na atitude do cliente. O constelador apenas o coloca em contato com sua força. Ela se caracteriza pelo fato de que o constelador se retira, deixando atuar as forças do campo. Ele continua tendo toda a responsabilidade pelo trabalho. Seu centramento e sua conexão com outro nível de consciência lhe permitem receber a informação do que o campo precisa para a cura dessa pessoa. Hellinger diz em seu livro sobre constelação do espírito que as antigas constelações são constelações de “morte”. São perigosas para o constelador. Embora permitissem uma cura à primei-

ra vista, como não respeitavam o sistema familiar, criavam depois novas desordens, com novas consequências negativas para o sistema do cliente. E em que não respeitavam os sistemas familiares? Em que alguém mais novo – o constelador ou o cliente – se permita mover ou fazer algo para os ancestrais. O constelador acreditava ser ele o curador. Agora sabemos que a energia de cura está no cliente. E o campo nos mostra o caminho. Na constelação, então, haverá dois planos presentes simultaneamente: o da realidade presente, com o constelador e o cliente que poderá fazer ou dizer algo; e outro nível atemporal e não localizado, no qual se movem os representantes impulsionados pela energia de cura. Os representantes estão em silêncio interno absoluto, apenas percebem a emoção. Somente um

movimento extremamente lento os dirige, sem que possam perceber para onde, até que se finalize esse movimento. O constelador está totalmente centrado e em silêncio interno. Às vezes, lhe chega a informação, lhe vem uma frase ou a necessidade de um movimento. Ao estar centrado, saberá como fazer aparecer isso no campo, seja através dele mesmo, seja através do cliente. Já não intervém através dos representantes, e essa é uma das principais diferenças entre a antiga e a nova constelação – os representantes não falam mais! O que gostaria de enfatizar é a necessidade do centramento do constelador na Nova Constelação. Este centramento ou abertura ao maior, ao nada, ao amor do espírito demanda prática e, sobretudo, crescimento interior, tanto por parte do constelador como por

parte dos representantes. Nem todo mundo pode representar. Se o representante ou o constelador não estiverem centrados, haverá manipulação, projeção de necessidades e o resultado poderá ser perigoso tanto para o representante quanto para o constelador. Na Nova Constelação, tanto o constelado como os representantes são abarcados pelas forças de cura. Não agem; se deixam agir. Podemos dizer que estão em um estado de meditação ativa. Eles se deixam preencher pelo vazio.

Teremos em Campinas a primeira formação nas Novas Constelações. Iniciaremos em agosto. Se você não é constelador, inicie no novo movimento, e se você já é constelador, venha se atualizar. Cristina Florentino é psicóloga, consteladora e facilitadora de pathwork www.cristinaflorentino.com.br


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Ônibus e acessibilidade Regina Rocha de Souza Pinto

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uando a legislação determinou que as empresas deveriam ter cotas de funcionários com necessidades especiais era sabido que eles teriam que se deslocar para seus postos de trabalho. Portanto não só os meios de transporte como as cidades em si deveriam ser acessíveis. Obviamente tendo renda, eles se tornariam consumidores de serviços e produtos, ampliando ainda mais essa necessidade. No transporte, há mais de uma década o assunto vem sendo tratado com afinco. Muitas dificuldades e barreiras contribuem para uma solução morosa e nem sempre eficiente. Na prática, quando iniciou a obrigatoriedade dessas cotas nas empresas, o setor de fretamento teve inexpressiva demanda por transporte coletivo acessível. Num primeiro momento tivemos a cadeira de transbordo. Apesar das críticas ao equipamento, devemos tê-lo como o primeiro passo. Depois vieram outros quesitos como assentos preferenciais e especiais, botões para chamada do motorista, iluminação especial, entre outros, partes do conjunto necessário ao deslocamento. Olhados separadamente parecem de diminuta importância, mas sem eles não há qualidade ou segurança no transporte. O setor de fretamento, por ter conhecimento prévio de sua demanda, pode trabalhar com um percentual e não a totalidade da frota. Obviamente a iniciativa privada não perde demanda: se houverem passageiros para esses veículos, certamente eles serão disponibilizados no mercado. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) tratou objetivamente do serviço de transporte por freta-

mento (contínuo e turístico), estabelecendo que as empresas devem atender aos requisitos das normas técnicas de acessibilidade no processo de renovação de suas frotas a partir de 2020. Não que isso signifique que as empresas somente vão se preocupar com isso daqui quatro anos. Ao contrário, muitas já pensam em adquirir veículos acessíveis, visando atender um mercado potencial. Até 2020 certamente teremos outras novidades em termos de acessibilidade que permitirão uma evolução dos equipamentos que cumprirão esse papel. As barreiras estão mais no conjunto que compõem o serviço (terminais, as estações, os pontos de parada, o sistema viário) do que nos veículos ou na prestação do serviço para transporte dessas pessoas. Regina Rocha de Souza Pinto é bacharel em turismo e advogada com especialização em Processo Civil. Atua como diretora executiva da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo (Fresp) e assessora jurídica do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Campinas e Região (Sinfrecar).

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Competir descontraído Consegue-se a alta perderá faltar na reta final. formance nos esportes O atleta precisará de com detalhes. Um déconsciência suficiente pacimo de segundo podera tensionar a musculará ser a diferença entre a tura que ele utilizará e, medalha de ouro ou a simultaneamente, relade prata. O treino duro xar os demais grupos pae constante é apenas um ra estancar a perda de CLÉLIO BERTI fator indispensável para energia e o consumo desDiretor da ampliar o rendimento. necessário de oxigênio. Uni-Yôga Flamboyant Mas não é o suficiente. A mente deverá ser treiManter-se descontraído, po- nada para focar e direcionar as rém absolutamente focado faz energias para a obtenção do rediferença substancial em compe- sultado final e não com tensões tições de alto nível. Imagine um e preocupações inúteis. corredor de longa distância que A consciência corporal de alto mantenha os ombros contraídos nível é parte da resposta. A respipelo estresse emocional ou físico. ração correta favorece significatiQuanta energia é drenada pela vamente. A habilidade de manter contração muscular desnecessá- relaxado em momento de tensão ria? O oxigênio desperdiçado po- completa o cenário.


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Viva Bem elianamattos@uol.com.br

Bate-papo

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o mês passado recebi a agradável visita-surpresa do casal Monica e Alexandre, que há 20 anos, mais ou menos, me venderam a casa onde moro até hoje. Eles que a construíram e por essa razão foi muito emocionante para a família fazer o tour pela casa, revivendo várias coisas que ainda são da época deles. O casal veio acompanhado dos dois filhos (24 e 26 anos) e da namorada de um deles. A família mora há quatro anos em Paris, numa “aventura” que deu certo. Tanto é que a vinda ao Brasil agora, foi para se desfazer de coisas que estavam guardadas para uma eventual volta. Porém o que mais me chamou a atenção, numa conversa deliciosa de pouco mais de uma hora, foi a atitude dos rapazes e da moça. Em momento algum eu os vi olhando mensagens no celular, trocando conversas paralelas entre eles ou mesmo um namorico rápido entre o casal de namorados. A educação dos rapazes com os pais saltava aos olhos. Quando eu falava, os três olhavam para mim como se eu estivesse contando coisas importantes para o bem da humanidade! Agiam do mesmo modo quando os pais falavam. A família frequenta uma religião em Paris (que não vem ao caso dizer o nome.) Aqui no Brasil, os quatro também frequentavam certa religião, que também não vem ao caso. Tenho convicção de que filho não nasce pronto. Sem dúvida que ele tem sua personalidade que vai acompanhá-lo para o resto da vida. Mas acredito que os pais têm uma importância fundamental no burilamento dessa personalidade. E dar uma base religiosa para os filhos – também na minha opinião – é importante para que eles cresçam com valores morais e éticos fortes. Claro que não existe religião perfeita. Claro que tem jovem que cresceu sem religião alguma e tem ótimos princípios morais (aliás, conheço alguns). Também tenho um casal de amigos ateu cujos três filhos são exemplos para muitos jovens. Mas ainda acredito que uma religião que se preocupa com a formação dos jovens pode ser uma extensão da família e ajudar muito na educação deles. Não posso deixar de pensar na Beatriz, filha dos amigos Gentil e Ana Maria. Da Julia e Catarina, filhas da Valéria e do Cássio. Da Lara, filha da Larissa e do João (neta da Regina e do Penna). Claro que vou esquecer de outras crianças e jovens que têm a religião forte em suas vidas. Aliás, falando em Beatriz, ela completa 15 anos neste mês de junho, quando escrevo para vocês, e no dia 2 de julho foi comemorado o seu aniversário. Entre dança com o pai e telão mostrando fotos importantes da sua vida, também houve um momento ecumênico, porque, como me disse a Ana Maria, “precisamos celebrar e agradecer por esses 15 anos da Bia”. Pelos momentos que este planeta está atravessando, a religião ainda nos fortalece. Nossas dores são mais fáceis de serem suportadas, do que se não acreditássemos em nada. E é claro que há muita religião picareta hoje em dia, aproveitando-se exatamente desses momentos difíceis. Aí vai de termos discernimento para separar umas das outras. Grande beijo!

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-Festival de Sopas ItalianasSopa de vegetais à Toscana (Acquacotta) Ingredientes: • 500 g de pão tipo italiano fatiado (amanhecido) • 1 kg de chicória • 4 ovos • 300 g de tomate tipo italiano • 2 dentes de alho • 50 g de parmesão ralado • 1½ litro de água • Sal e pimenta a gosto

Modo de fazer: Lave e corte a chicória em tiras. Pique o alho e corte os tomates grosseiramente. Ferva a água e junte a chicória, o alho, o tomate, o sal e a pimenta. Cozinhe em fogo médio, com a panela destampada, por uns 40 minutos. Pouco antes de tirar do fogo, acrescente os ovos batidos e deixe por mais uns cinco minutos, meio que cozinhando os ovos. Doure as fatias de pão no forno e disponha-as em cumbucas. Despeje o caldo por cima e espalhe o parmesão individualmente.

Sopa de lentilhas (zuppa di lenticchie) Ingredientes: • 300 g de lentilhas • 4 gomos de linguiça fresca • 1 talo de salsão picado • 1 dente de alho picado • 1 cebola picada • 1 cenoura ralada • 1 pimenta dedo de moça • 300 g de tomates pelados e picados • 2 folhas de louro • Azeite e sal a gosto Modo de fazer: Cozinhe a lentilha a seu modo. Depois de cozida, escorra e

reserve o caldo do cozimento. Desfaça os gomos da linguiça, mantendo só a carne. Reserve. Numa panela coloque um pouco de azeite e refogue o salsão, o alho, a cebola e a carne da linguiça. Acrescente a cenoura, a pimenta e os tomates e cozinhe tudo por uns dez minutos, mexendo sempre. Junte o caldo da lentilha reservado e deixe por mais dez minutos. Despreze a pimenta e acrescente a lentilha reservada. Experimente o sal e deixe no fogo até a sopa engrossar um pouco.


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Mãe – Uma história Célio Pezza

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la era uma das últimas árvores. Estava seca, sofrida, e seus galhos, sem folhas, se quebravam a qualquer movimento. Fazia tempo que não chovia naquele mundo e toda a exuberância verde do passado só existia na sua memória. Suas raízes buscavam nas profundezas qualquer resto de umidade, mas não existia mais água. Ela sabia que era uma das últimas a permanecer em pé naquele mundo sem vida. Por séculos ela desfrutara da amizade de todas as outras árvores, dos pequenos animais do bosque e dos duendes. Ah, os duendes! Ela se lembrava das grandes algazarras que eles faziam debaixo de sua sombra protetora. Eles eram incapazes de fazer mal a qualquer forma de vida, porém eles desapareceram e, agora, era só silêncio. Só restaram algumas poucas árvores, insistentes como ela, e um homem estranho. Ele falava para ela resistir, que as coisas voltariam a ser como foram um dia e que ainda haveria de cair água dos céus. Ela não entendia como ele ainda estava vivo, mas lá estava ele, com seu corpo esquelético, recoberto de pele ressecada, todos os dias. A paisagem, outrora cheia de cores, agora tinha somente um tom amarelo dourado. Durante todos os dias sempre a mesma cor e as noites, cheias de estrelas, não mais existiam. A lua, no passado, tão fria, alva e romântica, transformou-se em um segundo sol, fazendo com que a escuridão desaparecesse. Ela se lembrava do dia em que as explosões começaram; em seguida veio o calor, a cor amarela e o novo sol que trouxe o dia permanente para o mundo inteiro. Em poucos meses, tudo foi reduzido a cinzas cor de ferrugem. Era um mundo sem odores, moribundo, mas lá estava ela e o estranho. Ela se lembrou do tempo em que os duendes se reuniam aos seus pés e de quando um deles arrancou um grande cogumelo vermelho de suas raízes e, mostrando para os demais, falou com voz solene: – Eu tive um pesadelo! Eu

vi cogumelos gigantes e vermelhos como este inundarem os céus. E todo nosso mundo foi ferido mortalmente. Todos ficaram em silêncio, pois os duendes davam muito valor aos sonhos. Recordou também que, deste dia em diante, eles olhavam para os grandes cogumelos vermelhos com receio, como quem está vendo uma maldição. Naquela tarde, o homem chegou mais cansado e quase não falou. Sentou-se ao pé da árvore, encostou suas mãos ressequidas no caule queimado e começou a sussurrar uma prece engasgada em sua garganta: – Grande Mãe! Por que permitiste a geração de monstros em teu seio? Por que deixaste o mal avançar tanto nos teus domínios? Poderia tê-los detido e não o fizeste. Poderias ter evitado a morte de seus outros filhos, como os duendes, as árvores e os animais. Mãe! Por que poupaste a mim e a esta minha amiga sofrida? Escuta minha prece! Conceda-nos a morte para não assistirmos a mais um dia deste teu desalento. Tenha piedade destes pobres que sobreviveram à desgraça que um dos teus filhos criou e livra-nos de mais um dia de vida neste inferno. Mãe! Escuta a súplica deste teu filho. A árvore ouviu a prece e sentiu que o estranho era bom. Ela tentou consolá-lo e um pedaço de galho seco caiu bem ao lado do estranho. Ele abraçou a árvore, fechou os olhos e desejou, do fundo do seu coração, que a morte os levasse, para bem longe daquele inferno. Assim ficaram, em silêncio, por várias horas, até que os primeiros pingos grossos de chuva quente começaram a cair na terra ressequida. O estranho abriu os olhos e olhou para o céu! Lá em cima, o antigo sol estava se pondo e a imagem de uma lua esbranquiçada apareceu no firmamento. O estranho apertou com mais força a sua amiga e entendeu que a Mãe escutara sua prece. Célio Pezza é escritor

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INDICADOR TERAPÊUTICO


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CULTURAZEN Amanda La Monica

Silvia Lá Mon participou do programa de Violeta Mafra na Rádio Mundial

JULHO/2016 Amanda La Monica

Ladeada pelas irmãs Lilás e Isis Benatti, Silvia Lá Mon no estande da Sésamo Real, na Naturaltech, feira internacional na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo Amanda La Monica

Além de espaço próprio, o JORNALZEN também foi distribuído no estande da empresa baiana Finococo na Naturaltech/Bio Brazil Fair

Divulgação

Divulgação

Festa junina dos alunos da unidade Campinas-Cambuí da academia 40+ A ONG Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa, que atende crianças, famílias e idosos da região do Jardim Campineiro, recebeu da Câmara de Campinas diploma de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados


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MANDALA PARA PINTAR

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AGENDAZEN

- OZENI LUCAS -

CAMPINAS CONSTELAÇÕES FAMILIARES 30/7, 8h30 às 13h – encontro mensal das Novas Constelações Familiares, com Cristina Florentino, no Espaço Padma (Rua de Lucas, 36 – Condomínio San Conrado – Sousas). Inscrições e mais informações: (19) 3255-4256 ou www.cristinaflorentino.com.br MÉTODO DEROSE 21/7, 19h30 – palestra “Bons relacionamentos no trabalho”, com Clélio Berti, na unidade Flamboyant (Avenida José Bonifácio, 1.030). Aberto ao público. Inscrições e mais informações: flamboyant.sp@metododerose.org PATHWORK 20/7, 20h – palestra “As Leis Espirituais”, com a facilitadora Juliana Vergueiro, no espaço Hikari (Rua Engenheiro Edward de Vita Godoy, 828 - Barão Geraldo). Contribuição: 20 reais. Mais informações: vergueiro@gmail.com Recebemos colaborações para este espaço. Envie sua mandala para contato@jornalzen.com.br

INDAIATUBA BRAHMA KUMARIS 14/7, 19h – palestra “Conquistando nossa liderança interna” – n’A Casa Onze (Rua Geraldo Fernandes, 11 – Parque São Lourenço). Aberto ao público. Inscrições e mais informações: acasaonzeindaiatuba@gmail.com

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EUBIOSE 23/7, 15h – palestra “A Renascença e a Evolução Humana”, com Rudiney Mesquita, na sede local da Sociedade Brasileira de Eubiose (Rua Madri, 72 – Jardim Europa). Aberto ao público. Mais informações: sbe.indaiatuba@gmail.com

SÃO PAULO FÍSICA QUÂNTICA 30 e 31/7, 8h – curso livre básico “Homeostase Quântica Informacional”, com Sérgio Roberto Ceccato Filho. Local: Avenida Senador Casemiro da Rocha, 222 – Mirandópolis. Inscrições e mais informações: (19) 2512-6831 ou contato@institutoquantum.com.br MEDITAÇÃO todas as quartas (15h30, 19h30 e 20h30) e sextas-feiras (10h30) – prática na sede da Fundação Lama Gangchen (Rua Apinagés, 1.861– Sumaré). Aberto ao público. Mais informações: (11) 3032-5573

SERRA NEGRA COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA 16 e 17/7 – imersão com o pesquisador Tiago Bueno, na Vila Serra Serena, retiro da Brahma Kumaris. Inscrições e mais informações: (19) 3842-1940 ou bkserraserena.wordpress.com


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Jornalzen - Julho 2016  

Jornal mensal referência em terapias holísticas, saúde, cultura, educação, bem-estar e qualidade de vida. Há onze anos no mercado, circula e...

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