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Jornal de Escola - Fundado em 1990 - Nº 18 - III Série - Junho /2012 Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia

Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia

Periodicidade: Trimestral (Período Letivo)

Entrevista com Carlos Mendes Gonçalves da fábrica “Mendes Gonçalves”

Andreia Cunha — Bruno Vedor— Carla Santos— José Guia— Pedro Cardoso

"Adeus EVT"

Entrevista com Frederico Sucena Riachos Frederico Sucena Riachos tem 13 anos, mora na Golegã e estuda na nossa escola no 8º ano.

ENCONTRO - Há quantos anos praticas natação? Frederico - Competição desde o ano passado, mas nado desde os 10. (Página 5)

Mais um período de aulas e o ano lectivo chegou ao fim, tal como os trabalhos elaborados em EVT pelos alunos. Desta vez os alunos exploraram a Tecelagem e a Olaria: uma aventura pelo entrelaçado de fibras têxteis criando tecidos com padrões bastante originais e a descoberta da modelação e olaria elaborando peças à boa maneira artesanal. (Página 12)

Le voyage en France

Recantos…

Le voyage en France a été très amusant et merveilleux. Nous avons appris beaucoup de choses sur la culture française.. (Página

Ao longo das páginas deste jornal pode encontrar algumas fotografias que ilustram espaços do nosso agrupamento. Por vezes passamos, olhamos mas não vemos...

12)

É com palavras simples, como trabalho e dedicação, que o nosso entrevistado explica o sucesso em grande escala desta empresa. ENCONTRO - Pode contar-nos um pouco da história desta empresa? Quando começou? Quem a começou? Como a começou? A empresa começou há trinta anos. Faz agora trinta anos e eu digo sempre que era uma empresa improvável porque o meu pai tinha 60 anos e eu tinha 15. Começámos aqui neste sítio a fazer vinagres como fazemos hoje. Temos feito sempre vinagre ao longo da história e há dez para cá passamos também a fazer molhos, maionese,... (Página 3)

Acontece(u) … Aconteceu tanta coisa no nosso agrupamento de escolas. Para conhecer alguns desses acontecimento, sente-se num local calmo e refrescante e faça uma viagem pelo tempo folheando, observando, lendo. Boas férias. Até um próximo ano lectivo onde muita coisa acontecerá ...


Página 2

Ficha Técnica Coordenadores (Deste número)

Editorial Caros leitores, Neste Encontro pode ler duas entrevistas – à Mendes Gonçalves (Empresa da

Professores: Fernanda Silva Lurdes Marques Manuel André

Golegã de vinagres e molhos entre outros) e a Frederico Riachos (aluno do 8º A). Pode parecer estranho, mas a verdade é que há pontos em comum, apesar de estarmos a falar, no primeiro caso, de uma empresa de grande sucesso gerida com grande competência e, no segundo caso, de um jovem atleta. As

Alunos: (Os mais assíduos) 5º Ano -Turma B Francisca Alcobia Ana Luísa Ferreira Laura Oliveira João Mota Beatriz Santos Duarte Cerdeira 6º Ano -Turma c Bernardo Ferreira

duas entrevistas dão conta de duas situações de grande sucesso e que, parecendo muito distantes, têm afinal a mesma receita – muito trabalho, dedicação e ambição. As palavras dos dois dão que pensar e provam que vale a pena o esforço, mostrando-nos o caminho que devemos seguir, seja em que área for. Nesta edição pode continuar a ler testemunhos de antigos alunos e há, como é hábito, notícias, fotos de atividades da nossa escola, textos dos alunos de diferentes níveis de ensino... Agora resta-nos desejar bom estudo para os alunos que têm exame e bom descanso a todos. E como não há muito dinheiro, mas há muita imaginação, aconselhamos a que sejam criativos nestas férias, mas não abdicando da diversão. Pode andar de bicicleta no campo, pode conversar com os amigos

7º Ano -Turma C Manuel Nunes Daniel Santos 8º Ano - Turma A Ricardo Carvalho Rodrigo Ferreira

(não se paga), pode jogar à bola na rua, pode tentar experimentar umas receitas, pode dormir… Boas férias e puxe pela imaginação! Os professores dinamizadores e os alunos: Beatriz Santos Bernardo Ferreira Duarte Cerdeira Laura Oliveira

8º Ano - -Turma B André Moreira Reprodução Luís Farinha Propriedade Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia

(Golegã, Azinhaga e Pombalinho) Sede: Escola Mestre Martins Correia Rua Luís de Camões - Apartado 40 2150 GOLEGÂ Telefone: 249 979 040 Fax: 249 979 045 E-mail: eebs.golega@telepac.pt Página Web: www.agrupamentoegap.pt Moodle: moodle.agrupametoegap.pt Biblioteca: biblioteca.agrupamentoegap.pt Jornal: encontro.agrupamentoegap.pt Tiragem 50 exemplares - Papel 100 exemplares - Digital

Recantos...


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Entrevista com Carlos Mendes Gonçalves da fábrica “Mendes Gonçalves” É com palavras simples, como trabalho e dedicação, que o nosso entrevistado explica o sucesso em grande escala desta empresa.

ENCONTRO - Como é que surgiram estas novas variedades de vinagres? Carlos Gonçalves - Nós somos uma das 174 empresas portuguesas registadas na COTEC, isto é, um das 174 empresas de inovação portuguesa. O nosso caminho foi sempre pela inovação, aliás, nós começámos a fazer vinagre de figo com o figo do concelho de Torres Novas. Ninguém fazia, fomos os primeiros. Era mais corrente fazer vinagre de vinho. Nós começámos esta fábrica a fazer só vinagre de figo. Depois é que nos voltámos para o vinagre de vinho. E ainda hoje fazemos vinagre de figo. Tem alguma saída, apesar de estarmos mais habituados ao de vinho. No entanto o de sidra também tem saída visto ter algumas vantagens em termos de saúde. ENCONTRO - Qual o vinagre que vende mais? Carlos Gonçalves - É o de vinho. Apesar do vinagre balsâmico ter ganho alguma expressão, tal como o de sidra e o de frutas, continua a ser o de vinho que se vende mais. Na nossa cultura o vinagre de vinho continua a ser o mais importante.

ENCONTRO - Pode contar-nos um pouco da história desta empresa? Quando começou? Quem a começou? Como a começou? Carlos Gonçalves - A empresa começou há trinta anos. Faz agora trinta anos e eu digo sempre que era uma empresa improvável porque o meu pai tinha 60 anos e eu tinha 15. Começámos aqui neste sítio a fazer vinagres como fazemos hoje. Temos feito sempre vinagre ao longo da história e há dez para cá passamos também a fazer molhos, maionese, ketchup, e outros tipos de molhos. O meu pai já tinha trabalhado nesta área e por isso começámos com isto. É esta a razão pela qual levámos a fábrica para a frente. ENCONTRO - Há quanto tempo gere esta empresa? Carlos Gonçalves - Gerir a empresa, faço-o desde o seu início em conjunto com o meu pai e a minha mãe. Mas desde que o meu pai faleceu, há seis anos, faço-o sozinho. Mas aqui à frente da empresa há perto de quinze anos em corresponsabilidade com o meu pai, e após a sua morte, sozinho. ENCONTRO - A gestão de uma empresa tem muitas implicações não é verdade? Carlos Gonçalves - Sim, claro. Como tudo e nós temos uma implicação particular porque estamos numa terra onde existem poucas empresas. Somos o maior empregador privado e isso traz-nos uma responsabilidade maior. Temos 110 funcionários nesta empresa e temos outra empresa que faz as nossas embalagens onde trabalham umas 10 pessoas e outra em Tores Vedras onde temos cerca de vinte e pessoas. A maioria dos funcionários são da Golegã, alguns não são de cá, mas a esmagadora maioria é de cá e muitos vieram viver para aqui porque trabalhavam para nós. ENCONTRO - Que produtos fabrica? Carlos Gonçalves - Todos os tipos de vinagres: fruta, vinho, cereal, sidra, figo, com ervas .... E molhos: mostarda, maionese, ketchup, para saladas, piripiri...

ENCONTRO - Quantas marcas tem? Carlos Gonçalves - Temos mais de 800 produtos diferentes, mas marcas temos umas seis ou sete. Temos marcas principais que são Peninsular para os vinagres, Paladin para os molhos, Da Cepa também para os vinagres e o Criativa. E depois temos outras marcas que fazemos apenas para alguns mercados e fazemos todas as marcas para a distribuição, Continente, Pingo Doce, Makro. Estas marcas não são nossas, mas somos nós que produzimos. ENCONTRO - Porque é que não tem apenas uma? Carlos Gonçalves - Porque para mercados diferentes nós temos de ter marcas diferentes. Por exemplo o Peninsular nasceu como vinagre, temos também alguma coisa em molhos desta marca. Mas a marca dos molhos é Paladin, apesar de irmos ter alguns vinagres dessa marca. Mas procuramos segmentar também pelas marcas os mercados, e às vezes também por uma questão de posicionamento no mercado, isto é, umas terem um preço, outras terem outro, umas terem um tipo de embalagem, outras terem outra. Por isso, procuramos ter várias marcas.

Continua


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Entrevista com Carlos Mendes Gonçalves da fábrica “Mendes Gonçalves” ENCONTRO - Para onde vende os seus produtos? Carlos Gonçalves - Vendemos para Portugal e para mais 22 países. Vendemos para todas as nossas ex-colónias, os PALOP, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, São Tomé, e também para o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Espanha, França, Luxemburgo, Alemanha, Marrocos, Austrália. Estamos nos cinco continentes.

ENCONTRO - A Empresa tem ganho alguns prémios. Pode dizer-nos quais? Carlos Gonçalves - Temos tido vários prémios, como por exemplo O Sabor do Ano. O ano passado ganhámos o Criativo do Ano no Canadá. Este ano, a empresa foi considerada uma das 100 melhores PME para trabalhar em Portugal. Foram os nossos funcionários que escolheram, responderam a um questionário individual, e depois tiveram entrevistas individuais e nós não tivemos qualquer interferência, nem numa coisa nem na outra. E este é um prémio do qual nos orgulhamos bastante. Foi a primeira vez que participámos neste prémio e ficámos entre as 100 melhores empresas. ENCONTRO - Quais são as quantidades de vendas? Carlos Gonçalves - Em valores, quinze milhões de euros anualmente. Em quantidades temos cerca de vinte milhões de litros de vinagre, cinco milhões de litros de maionese, quatro milhões de ketchup, por aí fora… ENCONTRO - O que é que explica o sucesso desta empresa? Carlos Gonçalves - Trabalho, trabalho, trabalho… Principalmente trabalho. Mas não há uma grande receita para o sucesso se não houver trabalho,

persistência, dedicação. Não há receita melhor do que essa, se trabalharmos conseguimos sempre. Precisamos também de ter alguma sorte, e nós também temos tido. O trabalho tem de ser sempre pontilhado por sorte aqui ou ali. Existe também um espírito de equipa, por isso também o orgulho que sentimos pelo último prémio que recebemos. Temos funcionários que estão connosco há 30 anos, temos famílias inteiras aqui a trabalhar. Temos muita gente que trabalha connosco há muitos e muitos anos e que é muito dedicada à empresa. A inovação também está no nosso ADN, fazer coisas diferentes, arriscar. Pensamos que esta também é a única maneira de sobreviver no futuro. Fazer igual aos outros não vai ser o caminho. ENCONTRO - Sabemos que costuma receber alunos dos cursos CEF e profissionais para fazer estágios e sabemos também que patrocinou os cartões eletrónicos da nossa escola. O que nos pode dizer sobre isso?

Carlos Gonçalves - Como já disse anteriormente, a nossa terra é uma terra pequena, tem cerca de 3000 habitantes salvo erro, nós empregamos cerca de 100 pessoas da nossa terra o que traduzido em famílias dará também um número grande. Nós somos daqui, nascemos aqui, foi aqui que criámos a empresa por opção, por ser a nossa terra e temos essa obrigação também. O meio que nos envolve é a nossa terra, poderão ser os nossos trabalhadores de amanhã e se todo o ambiente da nossa terra for bom, se as pessoas estiverem satisfeitas e tiverem um emprego, todos nós iremos viver melhor, e por isso, nós sem querer

fomos “empurrados” para esta responsabilidade, acabámos por ficar o maior empregador, mas era bom para a terra se existissem outros. Não podemos virar as costas e temos de dar essa ajuda. Procuramos dar aos alunos da escola o apoio necessário na medida das nossas possibilidades e da nossa atividade, sempre que se insira naquilo que eles estão a estudar. É fundamental que exista uma ligação da escola com o mundo do trabalho. São coisas complementares. Sempre nos dispusemos a ajudar naquilo que pudéssemos fazer.


Página 5

Entrevista com Frederico Sucena Riachos Frederico Sucena Riachos tem 13

ENCONTRO - Como é que começaste

ENCONTRO - O que sentes quando

anos, mora na Golegã e estuda na

com a natação?

nossa escola no 8º ano

Frederico - Quando abriram as pisci-

recebes uma medalha? Frederico - Orgulho, porque vejo o meu esforço a ser recompensado.

nas na Golegã quis experimentar, depois estive um ou dois anos parado e quando abriram a competição come-

ENCONTRO - Quando estás nos cam-

cei no Futebol Clube Goleganense

peonatos o que estás a pensar?

(natação) e em setembro mudei para o

Frederico - Que tenho que dar tudo, que isto é o que eu gosto e que as pessoas esperam bons resultados

Núcleo Sportinguista do concelho da Golegã, que também tem triatlo, embora eu só faça natação. ENCONTRO - Como é que consegues conjugar a escola com o desporto? ENCONTRO - Há quantos anos praticas

Frederico - Muitas vezes não tenho

natação?

tempo para mim, chego da escola é

Frederico - Competição desde o ano

lanchar e ir para os treinos e volto às

passado, mas nado desde os 10.

dez e tal, a seguir vou jantar e só depois é que estudo. O meu professor

ENCONTRO - Que prémios já recebes-

de natação deu-me um plano com

te?

objetivos a alcançar quer na escola

Frederico - O mais recente foi o

quer na natação. São referidos os

“Prémio do torneio do Sorraia”, em

meus pontos fortes e também há

abril: 2º lugar nos 100 m costas e 3º

objectivos a nível de notas. Tenho ain-

nos 100 m livres. Nos regionais conse-

da um mentor que me ajuda por

gui 6 medalhas de ouro: 100 m livres;

exemplo a organizar a minha vida.

200 m livres; 100 m costas; 200 m cos-

ENCONTRO - Sabemos que tens pouco tempo livre, mas o que fazes nesse tempo livre? Frederico - Tudo o que faço tem a ver com natação, vejo vídeos para melhorar a minha técnica e quando se faz o que se gosta… Com os amigos é na escola. Nas férias ainda tenho menos tempo, vejo os meus amigos a sair à noite, mas não me importo porque me sinto bem a fazer o que faço, talvez mais do que a sair à noite. ENCONTRO - Qual é a receita para o sucesso? Frederico - Empenho, esforço e ambição.

dedicação,

tas; 200 m estilos; 200 m bruços. Tive também uma de prata em 100 m bru-

ENCONTRO - E quais são os planos

ços em março. A 22 de julho vou aos

para o futuro? O futuro passa pelo desporto? Frederico - Agora ir aos nacionais e trazer uma medalha. Mas num futuro mais distante embora ainda não tenha pensado bem nisso, quero seguir arquitetura. É claro que vou estar sempre ligado à natação e ao ténis.

nacionais no Jamor. ENCONTRO - Praticas outros desportos? Frederico - Inicialmente, aos 6 anos comecei com ténis e competição de

ENCONTRO - É suficiente o tempo

ténis faço desde os 9.

para estudar?

ENCONTRO - Quantas vezes treinas

Frederico - Sim, porque estou com atenção nas aulas.

por semana? Frederico - Todos os dias natação,

ENCONTRO - Tens boas notas?

uma hora e meia a duas horas.

Frederico - Em relação ao ano passado

Nos dias que pratico ténis é que é só

melhorei, sou um aluno médio, mas

uma hora e meia. Ao fim de semana

ainda não atingi os objectivos que me

quando não há competição também

foram traçados, mas espero melhorar.

pratico ou então vou para as provas.

ENCONTRO - De que modalidade gostas mais? Frederico - Apesar de na natação ter mais resultados, gosto mais de ténis, porque é um desporto complexo, temos de ter uma técnica precisa, saber quando devemos fazer certas coisas, exige corrida, braços e jogo mental.


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Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia IDENTIFICAÇÃO

ENCONTRO—Que profissão tem? –

Andreia Cunha, 24 anos.

Gosta do que faz? Porquê?

Azinhaga

Andreia—Ainda não posso dizer que tenho uma profissão! Toda-

ENCONTRO—Estudou aqui até que ano? Andreia—Frequentei a escola Mestre Martins Correia desde o 5º ano até ao 12º ano, tendo

via, estou a fazer o Estágio académico e estou a adorar a

experiência.

Estou

a

“trabalhar” com pais e com adolescentes dos 10 aos 16 anos.

saído em 2007.

É uma boa experiência porque sinto que todos os dias ENCONTRO—Quando acabou aqui os

tenho algo para apreender.

seus estudos, estudou mais ou foi

Para além do mais, conside-

trabalhar?

ro que é uma profissão bas-

Para onde é que foi estudar?

tante dinâmica, com a qual

sei muito bons momentos, que cresci

Que curso tirou ou está a tirar?

interagimos com vários con-

tanto ao nível pessoal como escolar.

Andreia—Quando saí do 12º ano, ten-

textos no sentido de ter um

tei, como muitos outros

entendimento global dos

nesta escola?

alunos

meu

casos. Outro dos motivos

Andreia—O acolhimento e o saber

sonho! Neste sentido, candi-

que me faz gostar de psico-

que tinha sempre alguém

datei-me ao ensino superior

logia é o facto de ser um

disponível e atento.

para o curso de psicologia.

trabalho bastante ativo no

Pretendia ter entrado na

qual pretendemos sempre

Universidade

chegar

alcançar

de

o

Aveiro,

contudo, entrei na minha

a

um

objetivo

último ano do curso! Passou tão rápido, mas tão rápido que só agora dou conta dos cinco “aninhos” que passaram…

alguma

queira partilhar connosco? Andreia—O episódio que vou partilhar

mente, na Faculdade de

de Lisboa. E cá estou eu, no

ENCONTRO—Aconteceu-lhe

coisa de especial nesta escola, que

comum.

segunda opção, nomeada-

Psicologia da Universidade

ENCONTRO—Que coisas a marcaram

ENCONTRO—Gostou de andar nesta escola, porquê? Andreia—Quando

não foi especial, mas sim, engraçado. E foi quando um

era

mais nova,

programa da Disney foi à

reclamava por vezes, da

escola “à procura de uma

escola, das condições, dos

maria rapaz”.

professores, dos contínuos.

Sondagens feitas…

Porém, hoje, percebo a sor-

E o que descobri?

te que tive por frequentar

Tinha sido eu, a “nobre”

esta escola. Posso dizer que,

eleita!

foi aqui, que fiz os meus melhores amigos, que pas-


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Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia IDENTIFICAÇÃO

Recantos...

Bruno Alexandre Félix Vedor, 22anos Golegã

ENCONTRO—Estudou aqui até que ano? Bruno—Estudei na escola Mestre Martins Correia até ao 12º ano

integrado, as amizades e os votos de confiança que depositaram em mim no tempo de estágio professores, funcioná-

ENCONTRO—Quando acabou aqui os

rios e diretores fez-me sentir

seus estudos, estudou mais ou foi

que voltaram a confiar em

trabalhar?

mim e isso foi muito bom na

Bruno—Fui trabalhar

altura.

ENCONTRO—Que profissão tem?

ENCONTRO—Aconteceu-lhe

alguma

Gosta do que faz?

coisa de especial nesta escola, que

Porquê?

queira partilhar connosco?

Bruno—Técnico de Informática de Gestão

Bruno—Sim, fiz grandes amizades dentro dessa escola entre alunos, professores, funcionários

e

diretores,

tirando

ENCONTRO—Gostou de andar nesta

as várias malandrices que fiz,

escola, porquê?

mas a mais importante foi

Bruno—Sim, apesar da minha fama

sem dúvida ter tido a Prof.

nessa escola não ser sido a

Fernanda Silva como diretora

melhor, consegui que todas as

de turma, sem ela a nossa

pessoas que me julgavam me

turma nunca teria tido o

vissem de outra forma , de

"sossego" que teve nesses 3

uma forma mais meiga , gene-

anos, há e a turma do CEF foi

rosa e não tão rebelde como

uma turma perturbadora mas

dantes.

conheci grandes e excelentes pessoas.

ENCONTRO—Que coisas o marcaram nesta escola? Bruno—O que me marcou mais na escola foi quando estive a estagiar na escola, senti-me


Página 8

Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia IDENTIFICAÇÃO

Recantos...

Carla Alexandra Nascimento E. Santos, 34 anos ENCONTRO—Estudou aqui até que ano? Carla—Salvo

erro

1999,

portanto

ontem  profissionais, amigos e dedicados professores, as queridas ENCONTRO—Quando acabou aqui os

“tias”, os bolos obrigatórios

seus estudos, estudou mais ou foi

do intervalo grande de 20

trabalhar?

minutos, os alunos do curso

Carla—O trabalho chamava por mim e

agrícola, o primeiro namora-

por isso fui trabalhar. Voltei aos estudos por uma questão pessoal e não profissional mais de 10 anos depois de acabar o 12º ano para estudar Gestão de Empresas

do, as quartas-feiras à tarde acompanhadas de muitas festas e guitarradas, o caminho de terra batida em direção às salas existentes nos fundos da escola…ai saudades. ENCONTRO—Que coisas a marcaram nesta escola?

ENCONTRO—Que profissão tem? Gosta do que faz? Porquê? Carla—Gestora de clientes Ramos Segurador. Adoro e não me via a fazer mais nada. Diariamente são-nos apresentadas novas situações para as quais temos que arranjar soluções, o contacto com público, o profissionalismo imposto e o companheirismo entre colegas.

Carla—Penso que esta pergunta vem na sequência do anteriormente já descrito e tendo em conta que, estamos na maravilhosa, doce

e

rebelde

pré -

adolescência e adolescência e dadas as minhas vivências posso afirmar que a minha fora intensamente marcada pelos anos vividos nessa escola ENCONTRO—Aconteceu-lhe

alguma

coisa de especial nesta escola, que ENCONTRO—Gostou de andar nesta escola, porquê? Carla—Adorei, adorei e adorei, o porquê é muito difícil exprimir uma vez que se trata de uma panóplia de sentimentos que não se explicam, sentem-se, guardados no peito e na mente. As razões são diversas, o ser uma escola muito familiar, os

queira partilhar connosco? Carla—Tudo era especial e hoje olhando com outros olhos e maturidade sinto com muita ternura e saudade tudo aquilo que aí vivenciei. O meu obrigado a todos, professores, auxiliares e amigos, que contribuíram para a minha formação enquanto pessoa e enquanto profissional.


Página 9

Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia IDENTIFICAÇÃO

ENCONTRO—Gostou de andar nesta

José Miguel Mendes da Guia, 23 anos

escola, porquê?

Azinhaga

José Miguel—Sim gostei muito de andar na "nossa" escola, pois nessa escola havia um ambiente agradável que conseguia cativar qualquer pessoa.

ENCONTRO—Estudou aqui até que ano? José Miguel—Salvo erro até ao ano 2008.

ENCONTRO—Que coisas o marcaram ENCONTRO—Quando acabou aqui os seus estudos, estudou mais ou foi

nesta escola? José Miguel—O ambiente criado pelos alunos, funcionários e profes-

trabalhar? José Miguel—Continuei os meus estudos. (aliás ainda estudo!)

sores. Era sempre um ambienA vivência que existia entre estes

intervenientes

ENCONTRO—Para onde é que foi

fazia da escola um local muito

estudar?

porreiro para se viver todos os

José Miguel—Em Coimbra, no ISEC, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra.

dias... Resumindo, era a amizade entre todos

estes intervenientes que a

a tirar? José Miguel—Estou a tirar Engenharia Informática.

subir e descer escadas, e na altura a escola, juntamente comigo, fizeram com que a situação

tiveram comigo, o querer que estivesse tudo bem comigo, sensibilizou-me e marcou-me

faziam tão especial...

bastante! ENCONTRO—Aconteceu-lhe

alguma

coisa de especial nesta escola, que José Miguel—Em tempos, quando ainda andava aí na escola,

Gosta do que faz?

houve uma "coisa" que me

Porquê?

marcou muito, e que me sen-

José Miguel—Estudante, sim ainda

sibilizou na altura bastante,

sou estudante, pois ainda não

com as pessoas que dirigiam/

concluí os meus estudos.

dirigem essa escola.

Sim, gosto muito daquilo que

Houve um ano em que tive

faço, se não não teria entrado

uma complicação de saúde,

em Engenharia Informática.

em que depois tive que ser

Segui o meu gosto, a minha

operado, e como na altura era

vocação…

época

escolar,

assim

que

fiquei bom voltei à escola...mas

resolvi-

de que todos os professores

queira partilhar connosco? ENCONTRO—Que profissão tem?

fosse

da rapidamente. E esta atitu-

demonstrada

ENCONTRO—Que curso tirou ou está

meu problema, não podia fazer esforços, entre os quais,

te calmo e alegre. todos

como ia debilitado, devido ao

Recantos…


Página 10

Testemunhos de antigos alunos da Escola Mestre Martins Correia IDENTIFICAÇÃO Pedro Manuel Porfírio Cardoso, 28 anos ENCONTRO—Estudou aqui até que ano? Pedro— Estudei sempre na Golegã e acabei o secundário em 2001 ENCONTRO—Quando acabou aqui os seus estudos, estudou mais ou foi trabalhar? Pedro—Quando acabei os estudos na Golegã, continuei a estudar. Candidatei-me para o curso de Informática de Gestão e consegui entrar na 1ª fase. Nos tempos livres trabalhava na Mendes Gonçalves (curiosamente onde trabalho agora e já há 8 anos). ENCONTRO—Para onde é que foi estudar? Pedro—Fui estudar para Santarém para a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Santarém. ENCONTRO—Que curso tirou ou está a tirar? Pedro—O curso que comecei a tirar foi Informática de Gestão mas à posteriori, devido ao processo de Bolonha, o curso foi reestrututado para Informática, por isso fiquei licenciado em Informática. Terminei em 2006. ENCONTRO—Que profissão tem? Gosta do que faz? Porquê? Pedro—Sou responsável por toda a área informática e comunicações na m|g (Mendes Gonçalves), mas a minha profissão é programador/analista informático. Quando comecei a tirar o curso ia mais direcionado para a parte técnica dos computadores (hardware),

mas depois quando aprendi linguagens de programação, surgiu outro bichinho e outro caminho a seguir, que foi a parte de desenvolvimento de software, saber como os programas funcionam, desenvolver aplicações novas para empresa consoante as suas necessidades. Gosto do que faço pois estou na minha área. ENCONTRO—Gostou de andar nesta escola, porquê? Pedro—Gostei de andar por tudo, primeiro devido à proximidade casa/escola escola/casa que permitia que os alunos fossem juntos para casa a pé e a brincarem pelo caminho, algo impensável hoje. Outra particularidade: os amigos de infância. Praticamente todos eles andavam na mesma escola que eu, alguns deles foram da minha turma até ao final do secundário. Depois também dos amigos que fui fazendo ao longo do meu percurso aí com muitos deles ainda tenho contacto hoje. ENCONTRO—Que coisas o marcaram nesta escola? Pedro—Tudo marca na vida e a escola é uma delas. Nunca nos esqueceremos dos professores que tivemos e das caraterísticas de cada um, dos amigos que fizemos e do tempo que partilhámos todos, que nos faz rir hoje quando nos reencontramos. É bom manter contactos ainda hoje com quase todos eles, o que prova que houve mais que uma relação professor-aluno e que os marcámos também na história de vida deles.

ENCONTRO—Aconteceu-lhe alguma coisa de especial nesta escola, que queira partilhar connosco? Pedro—Não me aconteceu nada assim de especial durante o meu percurso escolar, apenas me lembro do meu último ano em que precisava de ter positiva a Português no exame nacional e tive 10 valores). Estava a trabalhar e houve um colega meu que me disse que eu tinha passado. Mandei um grito de contente de tal forma que todos os meus colegas de trabalho se assustaram comigo. Ainda hoje eles falam disso. Nessa altura saí disparado do trabalho e fui ver se era verdade e assim que entrei no pavilhão onde estavam afixadas as notas, fui "barrado" pela professora Fernanda que me abraçou de contente por ter conseguido "aquela proeza". Ainda há poucos dias eu e a professora Fernanda Silva falámos desta história. E pronto penso que está tudo.

Recantos…


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Recantos...

Poesia ou talvez não... Poema sobre o crocodilo Ele tem uma grande boca para a presa devorar mas como é cabeça oca deixa-a sempre escapar. No entanto é muito lento nem um rato consegue ganhar, é um animal muito atento com instinto para matar. Miguel Galrinho 7ºB

Recantos…


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Olhares... "Adeus EVT"

Dia do Autor Português.

Mais um período de aulas e o ano letivo chegou ao fim, tal como os trabalhos elaborados em EVT pelos alunos. Desta vez os alunos exploraram a

No nosso Agrupamento foi comemorado, no dia 22 de maio, o Dia do Autor

Tecelagem e a Olaria: uma aventura

Português. Os alunos pesquisaram

pelo entrelaçado de fibras têxteis

excertos de textos de autores portu-

criando tecidos com padrões bastante

gueses, que foram afixados na sala de

originais e a descoberta da modelação

alunos.

e olaria elaborando peças à boa maneira artesanal.

Esta atividade foi promovida e dinamizada pelos professores de Português.

O entusiasmo era muito e rapidamente alguns alunos terminaram as tarefas passeando pela escola com bolsas para I-pod, telemóvel e afins, realizadas com os seus tecidos. As peças de barro aguardam cozedura para decorarem os quartos dos pequenos artesãos. No próximo ano letivo logo se verá como se organizarão as disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica para o 2ºCiclo. Fica a vontade de continuar a desenvolver nos alunos o gosto pelas técnicas de trabalho que, de modo simples, demonstram como os objetos do dia a dia se criam. Cristina Rodrigues

Recantos…


Página 13

Olhares… O nosso rosto nas 9 últimas edições


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Acontece(u)... Le voyage en France

Nesta viagem apostou-se no bom relacionamento entre todos e na diversão

Le voyage en France a été très

criada nos dias que passámos na des-

amusant et merveilleux.

coberta de França.

Nous avons appris beaucoup de cho-

Não dá para dizer o que foi melhor

ses sur la culture française.

porque apesar do cansaço fomos com-

Les visites au Musée d´Orsay et au

pensados com dias extraordinários.

Musée du Louvre ont été essentielles

Foi uma viagem, da qual tenho a certe-

pour nos connaissances sur l´histoire

za, ninguém se vai esquecer.

et la peinture.

Um agradecimento muito importantes

Je pense que la visite à la Tour Effeil,

às professoras Graça Costa, Edite Fer-

le jour passé à Disney et la promenade

reira, Fernanda Silva e Lurdes Marques

sur le bateau mouche ont été les acti-

que permitiram que esta viagem fosse

vités préférées par le groupe.

possível .

Le voyage a été parfait. Rita Canelas – 8ºA

Gostámos muito da viagem. Uma semana com os amigos e numa cidade como Paris é sempre especial. Os professores foram 5 estrelas connosco, o ambiente criado foi excelente, acho que toda a gente se divertiu. Rafael e Raquel - 9ºB

Adorei esta viagem a França. Foi muito instrutiva e serviu para aumentar o nosso vocabulário, a nossa cultura geral e o nosso sentido de responsabilidade. Paris é uma cidade linda e vê-la da Torre Eiffel é uma sensação incrível. A viagem foi muito cansativa mas valeu a pena! Em França viajámos E por Espanha passámos Belas terras vimos Mas a Portugal voltámos! Rita Martinho - 9ºB

A viagem a França foi, sem dúvida, uma viagem com o objetivo cumprido, ou seja, tudo o que nós fomos ver fez com que nós adquiríssemos conhecimentos importantes. Tudo isto, para além dos monumentos e das belas paisagens que visitámos e os quais têm um valor histórico único. Maria Carolina - 9ºB


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Acontece(u) ... Visita à Fábrica “Mendes Gonçalves” No dia 2 de maio eu e o meu colega Duarte Cerdeira, fomos fazer uma entrevista ao senhor Carlos Gonçalves.

As minhas férias da Páscoa Nas férias da Páscoa, o meu irmão foi fazer a viagem de finalistas a Andorra. Tive muitas saudades do meu irmão. Às vezes, enganava-me a pôr a mesa e até colo-

No fim da entrevista, tivemos uma

cava um prato a mais.

visita guiada à Fábrica “Mendes Gon-

No primeiro domingo, fui dar um passeio com os meus pais. Fomos a Constância ver

çalves” mais conhecida como Fábrica

a estátua de Luís de Camões e fomos ao restaurante Trinca-Fortes.

do Vinagre. Eu adorei! Deram-nos saquetas de mostarda, ketchup, maionese e ainda

Tirámos muitas fotografias bonitas. A minha mãe até se sentou ao colo da estátua de Luís de Camões. Também atirámos pedras ao rio.

um frasco de mostarda com mel, que é um novo produto que estão a lançar no mercado. Depois da visita, voltámos para a escola. E aqui estamos a escrever este texto sobre aquele dia maravilhoso. Beatriz – 5ºB

Passados uns dias, o meu irmão regressou, cheio de novidades para contar sobre as

A minha Visita à fábrica “Mendes Gonçalves”

suas aventuras na neve. Depois, eu, o meu irmão e a minha mãe fomos ao McDonald. Como estávamos per-

No dia 2 de Maio eu e a minha colega,

to do Pingo Doce, aproveitámos para comprar umas guloseimas.

fomos à Fábrica “Mendes Gonçalves”

Estive em casa durante alguns dias.

entrevistar o Sr. Carlos Gonçalves. Após a entrevista tivemos uma visita guiada à fábrica.

Um dia, antes da Páscoa, fizemos folares de carne, chouriço… no forna de lenha. Quando já estavam tapadinhos e quentinhos, debaixo da toalha, quis provar um

Vimos como se faziam as garrafas com

bocadinho… provei o folar e estava muito bom! Também o meu cão Lucas provou e

o vinagre, com a mostarda e as saque-

até lambeu as beiças!

tas de mostarda, ketchup e maionese,

No dia de Páscoa fui logo de manhã com o meu pai comprar um ovo de chocolate e

etc... Voltámos da visita com um saco com mostarda com mel, vinagre de sidra e

um saquinho com ovos e coelhinhos de chocolate. Ao almoço, comi cabrito no forno com batatas alouradas e arroz. Ao lanche, toda a

saquetas de mostarda, ketchup e

família comeu folar à transmontana e outros doces.

maionese.

Gostei muito destas férias da Páscoa! Duarte Cerdeira – 5ºB Maria Carolina Silva Rego – 4º ano EB1 Golegã


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Acontece(u) “Exposição de instrumentos musicais do mundo” No decorrer dos Dias da Cultura (de 19 a 23 de março) esteve aberta à Comunidade Educativa uma exposição de instrumentos musicais de vários pontos do mundo, na Biblioteca Escolar. Todos os alunos das turmas do quinto e sexto anos visitaram a referida exposição no decorrer das aulas de Educação Musical, à exceção da turma C, do sexto ano, a qual esteve presente noutra atividade. A visita foi orientada pela professora de Educação Musical, a qual procedeu a uma apresentação individual de cada instrumento musical relacionando-o com a respetiva região/país e família/

Participação da Oficina da Música na Semana/Dias da Cultura: Sessão de Abertura do Karaoke

Apresentação de um momento musical aos alunos do ensino préescolar da Golegã

Realizou-se no passado dia 23 de março, no período da manhã, no âmbito dos Dias da Cultura, na sala de convívio dos alunos, uma atuação musical pelos alunos do Grupo de Flautas de Bisel e do Grupo de Música Tradicional Portuguesa da Oficina da Música – Sessão de Abertura do Karaoke, dinamizado pelos professores de Informática e pelos alunos do CEF. Apresentaram uma peça instrumental executada com flauta bisel - When the Saints, duas canções tradicionais portuguesas - A plaina, bailinho da Camacha e para finalizar uma canção mais recente - Contentores (Xutos & Pontapés). Os alunos mostraram-se entusiasmados, participativos e colaborantes.

No dia 16 de maio, pelas 14 horas e 45 minutos, realizou-se na sala 9 da escola sede, um convívio musical entre os alunos da Oficina da Música, os alunos do ensino pré-escolar, respetivas Educadoras e Assistentes Operacionais. Os alunos da Oficina da Música apresentaram duas canções com acompanhamento instrumental, tendo as crianças do JI participado, cantando em simultâneo. Realizaram-se também algumas atividades de improvisação livre e organizada. Os alunos da Oficina foram bastante colaborantes relativamente à ajuda prestada às crianças do JI, na execução das improvisações instrumentais com instrumental Orff. As crianças receberam a ajuda dos mais crescidos com agrado e entusiasmo.

A professora Maria do Carmo Lopes

A professora Maria do Carmo Lopes

categoria (aerofones de madeira e metal, cordofones, membranofones e idiofones). Foram atingidos os objetivos propostos. A professora Maria do Carmo Lopes


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Acontece(u) ... Continuando a história… O reino fantástico

Jardim de Infância de Golegã As atividades da Sala Verde O terceiro período para a Sala Verde foi um período diferente, uma vez que articulámos com os nossos colegas mais velhos do Projeto “Recuar no tempo, aprender com os mais novos”. Gostámos de tê-los na nossa sala para contar histórias da nossa infância e, também, da deles. Apendemos com eles que é bom ser criança, e a brincar ao faz de conta nos

vem aí a Festa de Final de Ano Letivo, que se realizará no dia 29 de junho, pelas 18h:30m, no nosso jardim de infância. Agradecemos à equipa do Jornal Encontro toda a ajuda prestada nos nossos artigos. Despedimo-nos desejando a todos umas boas férias! Até setembro!!! Os meninos e meninas da Sala Verde

diversos cantinhos: garagem, leitura, escrita, matemática, plástica e jogos. Foi ótimo ver os crescidos voltar a reviver e a recordar como era a disposição das salas no jardim de infância. No passado dia 15 de maio tivemos a X Marcha do Coração com os idosos da Santa Casa da Misericórdia da Golegã. Sentimo-nos muito empenhados nesta atividade, que já se tornou um hábito neste mês de maio. Os avós ajudaramnos a caminhar e vice-versa. Esta marcha intergerações tem muito valor ao nível dos afetos. Também no dia 16 de maio realizámos, com os colegas da oficina de música e a Professora Carminho, um encontro onde tocámos instrumentos e aprendemos duas canções. Para concluir este ano letivo, ainda nos falta fazer uma visita de estudo ao Palácio de Queluz, no dia 1 de junho (Dia da Criança), oferecida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ) e pela Câmara Municipal da Golegã. E, por último, ainda !

O Sancho lutava pela vida. Cavava a horta, semeava, regava e nos dias bonitos deitava-se, depois do almoço, debaixo de uma árvore. Fechava os olhos e, no seu sonho, cavalgava em cima das nuvens e caçava estrelas com uma fisga feita de raios de sol. Um dia em que ele estava muito cansado, o passeio através das nuvens levou-o a um reino fantástico. O Rei chamava-se Sol e à sua volta reuniam-se todos os que precisavam de calor. A Rainha chamava-se Lua e recebia no seu palácio todos os que tinham perdido as suas casas. O Príncipe mais velho chamava-se Vento e espalhava as sementes nas terras dos mais pobres para que tivessem boas colheitas. A Princesa Chuva deixava cair as suas águas para regar as terras secas e engrossar os rios. Quando Sancho acordou com um raio de sol que espreitou entre os ramos das árvores, disse: - O Rei está a chamar-me; são horas de retomar o trabalho. Manuela Nogueira

Continua a história que acabaste de ler e escrever O Sancho voltou ao seu trabalho. O trabalho dele era plantar batatas e legumes, era agricultor. Com a ajuda do Sol e da Chuva conseguiu que as plantas crescessem mais depressa para serem vendidas noutras cidades. Foi passando o tempo e o Sancho ficou velho e reformou-se. Mais tarde o Sancho passou por ali para ver os campos com os netos e disse-lhes: - Foi aqui que eu trabalhei muito tempo, desde criança como vocês. Quem me ajudava muito era o Rei Sol, a Rainha Lua, o Príncipe Vento e a Princesa Chuva. O Sancho queria que os netos fossem grandes trabalhadores do campo como ele tinha sido. Os netos prometeram-lhe que quando arranjassem trabalho seria no campo como o avô. Joana Lopes do 7ºB


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Acontece(u) ... Recuar no Tempo: Aprender com os mais novos Uma aula diferente… Fomos ter com as crianças do JI de Golegã e tivemos oportunidade de mostrar a criança que ainda existe dentro de cada um de nós. (Pedro Almeida)

as nossas experiências (aquilo que hão de passar) e os pequenos transmitiram -nos tudo aquilo que têm vindo a aprender. (Ana Catarina Batista) Foi uma boa experiência porque passámos um bom momento com as crianças e relembrámos momentos da nossa infância. (Tiago Santos)

Pequenos Sucessos… Grandes Vitórias!

Estar com os mais novos faz-nos querer voltar à idade deles… Só para voltar a viver momentos de alegria. É bem verdade que, por vezes, consegue -se aprender mais com os mais novos do que com os mais velhos. (Andreia Machado) Foi uma atividade engraçada. (Filipa

Atividade realizada com a docente de Educação Especial Cristina Matos

O nosso aluno Vítor Lopes está muito contente, pois conseguiu ler o livro da autora Manuela Bacelar, que se intitula “O meu Avô”. Quis escrever a história no programa Word para partilhar essa sua vitória. Muito bem! Continua a empenhar-te, Vítor!

O meu Avô

Rodrigues) Os alunos do 1º Ano do Curso Profissional (Técnico de Contabilidade) - abril de 2012

Foi espetacular relembrar os tempos de criança. (Joana Duarte) Matar saudades dos tempos de criança… (Nuno Rufino) Foi uma forma de interagir diferente e com crianças com uma idade inferior à nossa. (Beatriz Romão) Foi uma oportunidade para mostrar às crianças do JI da Golegã que também nós passámos por esse tempo e este é único e inesquecível. Não transmitimos apenas conhecimentos, mas também tivemos oportunidade de aprender coisas novas. (Ricardo Fagulha) Foi uma experiência fantástica! Uma oportunidade de conviver com os mais pequenos e recordar momentos em que a nossa vida ainda era “cor de rosa” . Partilhámos com os pequenos

Este é o meu Avô. O meu Avô é muito alto. É o meu Avô que me vai buscar à escola, e depois vamos para casa lanchar. Acabado o lanche, o meu Avô fica muito pequeno. Então, brincamos juntos. Quando o meu Avô não põe os óculos, vê muito mal, e quando eu ponho os óculos do meu Avô, vejo muito mal também. Na casa do meu Avô, há um quintal com coelhos, galinhas, pintos, um galo… …e um gato para caçar ratos. Cheira sempre muito bem na casa do Continua


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Acontece(u) ... meu Avô, porque o meu Avô é pasteleiro. Quando sobra massa de biscoitos, fazemos bonecos que cozem no forno, e eu fico à espera. Depois, como-os. Por vezes o meu Avô fica muito chateado, porque se esquece de ir à cozinha e os doces vão por fora das panelas. Então, eu chamo os meus amigos, e fazemos uma grande festa. Eu gosto muito do meu Avô.

Prevenção Rodoviária

Se não quer ser multado, Não deixe o carro mal estacionado – João Paulo

Não fume num carro com crianças, Se não quer ficar sem esperanças – Andreia Oliveira

Não conduza sem descansar, Pois terá um grande azar – André Jesus Não telefone quando conduz, Senão atropela uma avestruz – Gonçalo Rodrigues

Se não quer pagar uma multa, Não circule à bruta – Zé Diogo

As passadeiras terá de respeitar Pois um peão pode atropelar - Carolina

Se não quer morrer, Procure não beber - Cláudio Garcia

Corte

Não conduza com chinelos, Pois pode ir parar aos paralelos – Zé

Se conduzir e beber Pode acabar por morrer - Manuel

Diogo

Não beba antes de conduzir Pois o acidente é sempre a abrir Armando Lopes

Não perca a esperança Use sempre cinto de segurança - Zé

Não adormeça a conduzir, Se não o acidente pode surgir – Gonçalo Rodrigues

Se no carro quer perfume anti-brise, Não queira ser multado, olhe a crise! – Bruno Feijão

Diogo

Não passe o sinal vermelho, Pois pode atropelar um fedelho – Pedro Manuela Bacelar, O meu Avô, Afrontamento Golegã, 15 de maio de 2012 Vítor Lopes, 6.º B

Recantos…

Zibreira

Tenha cuidado com a vida, Pois ela é bela e colorida – Cláudio Garcia Respeite sempre os sinais, E também os demais – Zé Diogo

Se tiver crianças no carro, não fume, Se meter gasolina, não faça lume – Bruno Feijão

Conduza sempre na sua mão, Faça como o Feijão – Bruno Feijão Não conduza com estupidez, olhe o vermelho! Há-de chegar a sua vez – Bruno Feijão

Tenha cuidado com a estrada, Pode acontecer alguma coisa inesperada –Zé Diogo

Não conduza com rapidez, Senão dá-lhe um treco de uma vez –

Se conduzir e adormecer, Vai acabar por embater – Manuel Nunes

Se o telemóvel tocar, A vida pode perigar – Daniel Santos

Faça o que lhe vai na alma, Mas conduza com calma – Bruno Feijão Se quer ser como eu, Conduza bem, ó meu! – Bruno Feijão Conduza com cuidado, Senão acaba esmagado – Cláudio Garcia

Gonçalo Rodrigues


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Acontece(u) ... Os Museus são locais com grande potencial educativo, onde é possível ter contacto com obras de arte, além de uma verdadeira noção do que é o patrimônio histórico e cultural. No passado dia 17 de abril de 2012 os alunos do Jardim de Infância de Golegã, duas turmas de 2.º Ano do 1.º Ciclo da Golegã e três alunos da E. B. 2,3/S Mestre Martins Correia (do 7.º B e 8.º B) fizeram uma visita de estudo à Casa-Estúdio Carlos Relvas e ao Museu Mestre Martins Correia no Edifício “Equuspolis" na vila da Golegã. As visitas foram divididas em grupos, as atividades desenvolvidas no âmbito do projeto “Partilhar para Inovar” tendo como subtema “Gerir Comportamentos/ Educar para Incluir” e dinamizadas pelo Grupo de Educação Especial. Os alunos assistiram primeiro a um

A arte e as obras do Mestre Martins Correia Visitaram o Museu Mestre Martins Correia 2 grupos: alunos do Jardim de Infância da Golegã e 17 alunos do 2.º Ano do 1.º Ciclo da Golegã com 3 alunos da E. B. 2,3/S Mestre Martins Correia. Os alunos do Jardim de Infância num momento lúdico, onde fizeram montagem de vários puzzles sobre as obras do Mestre Martins Correia.

Casa-Estúdio Carlos Relvas

filme, que foi visto com uns “óculos especiais” demonstrando bastante interesse por esta experiência… Ouvimos e vimos aspetos que desconhecíamos sobre a nossa terra. Depois fizemos a visita guiada pelo museu… neste museu os alunos tiveram oportunidade de admirar o importante espólio de Mestre Martins Correia, nascido na Golegã; vimos várias peças de escultura e de pintura e obtivemos assim uma visão da sua obra artística…

Olhem só que bonito o resultado! Duas turmas de alunos do 2.º ano do 1.º Ciclo da Golegã e quatro alunos da E. B. 2,3/S Mestre Martins Correia (do 6.º B, C e D) com duas turmas do Jardim de Infância da Golegã, visitaram a Casa-Estúdio Carlos Relvas. Nesta visita guiada à exposição de fotografia, os alunos ficaram a conhecer a história da fotografia de Carlos Relvas e a sua própria casa onde

Registo gráfico de um aluno de 2º ano da Escola Básica da Golegã.

As visitas de estudo são sempre atividades de que as crianças gostam bastante e onde aprendem sobre o mundo que as rodeia, tivemos como principais objetivos: sensibilizar para a realidade do meio local e promover práticas inclusivas junto da comunidade. Agradecemos às Guias que nos acompanharam nas visitas o carinho e o empenho nas atividades que nos proporcionaram. Natalina Ribeiro R. Martins Docente de Educação Especial

viveu.


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Acontece(u) ... “É muito importante cuidarmos das

Workshop A importância da voz

nossas cordas vocais. Não devemos pensar que é mais um órgão, mas sim

Dinamizador: Maestro José Dias Destinatários: 8º Ano - Turmas A e B

um benefício. O Maestro José Dias teve todo o cuidado em liderar um plantel

No dia 16 de maio, o Maestro José

de quase 50 “mini-soldados”, o que é

Dias partilhou com os alunos das tur-

difícil(…)” Mariana A. (8ºA)

mas A e B do 8º ano alguns conheci-

“A atividade foi muito interessante

mentos sobre os cuidados a ter com a

para nos ensinar a utilizar a voz corre-

voz. Foi uma aula de Língua Portugue-

tamente para bem da nossa saúde.”

sa um pouco diferente do habitual…

Gustavo (8ºB)

Os alunos fizeram exercícios práticos,

“(…) gostei muito desta aula, foi interessante não só por ser uma aula diferente, mas também porque a turma B esteve presente.” Mª do Rosário (8ºA) “(…) a atividade ensinou-nos a respirar

“Adorei esta aula porque é bastante

de forma correta e, sobretudo, ajudou-

inovadora para a nossa aprendizagem

nos a perceber o mal que nós fazemos

e espero que se volte a repetir (…).”

à voz sem nos apercebermos…” Joana

Ana Raquel (8ºA)

(8ºB)

“A aula foi inovadora, interativa e educativa. Foi muito importante tanto para

“brincaram” com a voz e… divertiram-

nós como para os nossos colegas da

se!

turma B porque aprendemos técnicas

“A atividade sobre a voz foi muito

de relaxamento. Espero que esta ativi-

engraçada, pois aprendi a utilizá-la

dade se repita no próximo ano letivo.”

corretamente. Também aprendi as

Frederico (8ºA) “A atividade foi engraçada, aprendemos a colocar melhor voz e a pensar nos perigos que podem ocorrer se a usarmos de forma inadequada.” Carolina (8ºB) “Foi bastante enriquecedor (…) com a atividade dos livros, fiquei a saber como respirar corretamente.” João Afonso (8ºA) “Este workshop foi muito original! (…)

consequências de a utilizar incorretamente. O Maestro José Dias ensinou-

Foi muito fixe!” João Rosa (8ºA) “A aula abriu-nos os horizontes para

nos algumas coisas que devemos ou

várias profissões, sem nunca esquecer

não devemos fazer para proteger a

que a voz é muito importante para

voz. Gostei muito!” Rute M. (8ºB) ”(…) foi importante os nossos colegas do 8ºB participarem nesta atividade, pois todos nós precisamos de aprender a utilizar a voz corretamente.” Mª José (8ºA)

“A atividade foi muito gira, serviu para adquirirmos

conhecimentos

sobre

como utilizar a voz corretamente. Além

todas elas.” Joana S. (8ºA) “Uma forma divertida de aprendermos a usar a voz.” Mariana N. (8ºA) “ Eu gostei de participar na atividade sobre a voz, porque gostei da experiência de aprender a cuidar da voz para mais tarde não ter problemas graves.” Ricardo (8ºB)

Continua


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Acontece(u) ... “ A atividade ensinou-nos algumas for-

disso, foi muito relaxante fazermos

mas de não sujeitar a nossa voz a gran-

exercícios para aprendermos a respirar

des esforços.” Rute P. (8ºB)

bem.” Valentim (8ºB)

“Achei a aula muito boa e muito rela-

“Foi uma forma de alargar horizontes

xante, pois fizemos muitos exercícios

(…)” Lourenço (8ºA)

de “relaxe” que nos ajudaram a perce-

“Achei importante participar nesta

ber melhor certas coisas do nosso dia a

ação, uma vez que o maestro José Dias

dia.” Ana Beatriz (8ºA)

nos ensinou vários exercícios de concentração e de respiração para melhorarmos a voz.” João Q. (8ºB) “Uma aula dinâmica (…)” Francisco M. (8ºA)

“(…) aprendemos alguns truques para preservar a nossa voz e para nos acalmarmos.” Joana L. (8ºA) “Uma aula incrível e inovadora!” Mª Beatriz (8ºA) “ A atividade foi positiva, porque assim pudemos aprender a respirar melhor e a cuidar da nossa voz, mas, principal-

“(…) Foi bom relaxar e descontrair os atenção foram os exercícios de relaxa-

músculos, bem como aprender várias

mento. É uma dica para o futuro!”

técnicas para cuidar da voz.” David

Rodrigo F. (8ºA)

(8ºB)

“Foi uma aula divertida e ficamos a

“Acho que este tipo de aula devia repe-

saber que cuidados ter com a nossa voz

tir-se.” João Francisco (8ºA)

(…) Francisco S. (8ºA)

“(…) o Maestro José Dias transformou

“A aula foi muito educativa (…) A aula

uma aula que poderia ser aborrecida

foi também com os colegas da turma B

numa aula muito interessante, dinâmi-

e acho que gostaram tanto quanto

ca (…) “ Beatriz (8ºA)

nós.” Francisco R. (8ºA)

“ Eu gostei muito da atividade, dado

“ (…) aprendemos coisas novas que nos

que aprendi a trabalhar partes do meu

ajudam com a respiração e com a voz.”

corpo que eu não fazia a mínima ideia

Rodrigo C. (8ºA)

que podiam trazer tantos problemas.”

“Aprendi a fazer exercícios de relaxa-

João Miguel (8ºB)

mento que me serão muito úteis.”

“Nesta aula ficámos a saber mais sobre

Francisca (8ºA)

nós (…)” Cláudia (8ºA)

“ A atividade foi muito relaxante,

“ (…) aprendemos a respirar e a usar a

aprendemos a utilizar bem as cordas

voz de forma correta. Creio que os alu-

vocais e a respirar corretamente.”

nos do 8º ano ficaram a saber muito

Vanessa (8ºB)

mais sobre a voz e a respiração.”

“(…) conseguimos aprender mais e par-

mente, ajudou-nos a criar um bom

Mariana G. (8ºA) “Gostei muito! Não esperava que fosse tão divertido e educativo (…)” Mariana

ambiente entre ambas as turmas.”

M. (8ºA)

Emanuel (8ºB)

Recantos…

tilhámos com os nossos colegas da outra turma. Foi muito positivo.” Rita L. (8ºA) “Uma aula relaxante, diferente e ino-

“Foi uma aula muito divertida e intera-

vadora e com muita animação (…)”

tiva. Deu para aprender algumas for-

Carlota (8ºA)

mas de nos acalmarmos e nos concen-

“(…) atividade interessante e engraça-

trarmos mais nas aulas (…)” Rita C.

da (…) o que despertou mais a minha

(8ºA)


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Acontece(u) ... Com o patrocínio da Câmara Municipal da Golegã, das Juntas de Freguesia de Golegã, Azinhaga e Pombalinho e da CPCJ fomos comemorar o Dia Mundial da Criança no Palácio de Queluz. Desenho da Letícia, aluna do 2º ano

A festa! «No Palácio de Queluz preparava-se a festa de comemoração da chegada do Verão…O Senhor Infante mandou convidar com a devida pompa e circunstância os nobres mais importantes do reino… por todo o lado, no Paço e jardins, a azáfama imperava para que tudo fosse como desejado.»

E foi assim que a música, a dança, o teatro, os jogos de jardim e os lazeres do séc. XVIII foram descobertos através de um jogo de pista com personagens.

Recantos…


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Acontece(u) ... Objetivos das visitas:

"À Descoberta dos Cheiros"

- Sensibilizar para a realidade do meio local;

"À Descoberta dos Cheiros" foi uma

- Promover o contacto com novas rea-

etapa do Peddy-Paper muito educati-

lidades;

va e divertida.

- Promover práticas inclusivas junto da

Educativa porque houve necessidade

comunidade;

de identificar, através do olfato, as especiarias

e

plantas

- Desenvolver a formação integral, para

aromáticas.

a cidadania e para a vida.

Quem participou deve ter-se apercebido o quanto é importante a visão e não só...também é necessário que se tenham

experiências/conhecimentos

prévios para se proceder a uma identificação do que é solicitado. Divertida porque foi visível o divertimento e empenho dos participantes. Envio um agradecimento muito especial aos meus ajudantes do 6.º C: Cristiana, Mariana e Bernardo. Muito obrigada pela vossa participação!

Por Cristina Matos Docente de Educação Especial

Casa-Estúdio Carlos Relvas Centro Cultural Equuspolis No dia 17 de abril realizaram-se as visitas de estudo previstas no projeto "Partilhar para Inovar" , dinamizado pelo Grupo de Educação Especial, tendo como subtema este ano letivo "Gerir Comportamentos/ Educar para Incluir".

Por Cristina Matos Docente de Educação Especial


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Acontece(u) ... Alunos de EV em ação

Recantos...


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Acontece(u) ... Jardim de Infância de Golegã Sala Amarela Quando eu for grande quero ser: Princesa porque as princesas têm coroas e vestidos de princesas!!! Mª Beatriz Medinas

Eu quero conduzir um avião da polícia... e ser polícia porque gosto de prender os ladrões e os homens maus que roubam muito dinheiro, que assaltam lojas e roubam as malas das senhoras. Também quero conduzir tratores.

Eu quero ser construtor de casas como o Miguel e também quero ser futebolista como o Ronaldo porque eu também jogo com o pé direito e com os dois pés. Francisco Feijão

João Henrique Martins

Eu quero ser cavaleiro porque gosto muito! Vou tourear na Praça da Chamusca!

Cabeleireira porque gosto muito de pentear, lavar o cabelo... e também quero ser princesa!

Rodrigo Costa

Maria Inês Alexandre

Eu quero arranjar casas... ser construtor...porque gosto de pintar, pôr madeiras, tijolos, pôr portas... é “fixe”. Também gostava de ter muitos filhos... p’ra aí uns dez. Luís Miguel Martins

Cabeleireira porque gosto de pentear e lavar os cabelos. Eu gosto de brincar às princesas, mas acho que isso não é uma profissão.

Eu quero ensinar os meninos grandes a tocarem viola. Vou ser professora de música! Inês Mendes

Mª Leonor Sousa

Continua


Página 27

Acontece(u) ... Eu vou ser polícia porque gosto dos polícias que prendem os ladrões e as pessoas más. Beatriz Moreira

Eu quero ser polícia porque os polícias prendem os ladrões que roubam o dinheiro e assaltam as casas, e roubam o ouro das senhoras. Também gosto dos cães polícias que ajudam os donos (polícias) a prenderem os ladrões... e eles têm umas “jaulas” para prenderem os homens maus.

Eu quero ser médico porque quero tratar as pessoas que estão doentes. Miguel Algarve

Paulo Alexandre Lino

Eu quero ser cabeleireira, gosto de cortar cabelos, lavar e pentear. Sofia Valador

Eu quero ser Mãe... porque quero ter o carro da minha mãe...o meu pai disse que quando eu for grande vou ficar com o carro da minha mãe. Também quero ser professora! Tânia da Cândida

Eu quero ser forcado para pegar os touros. Também posso ser polícia para prender os maus. Gonçalo Fernandes

Eu quero ser professora para ensinar os meninos pequeninos como a Lina! Rita Amoroso

Eu quero ser futebolista e médico. Futebolista porque gosto muito de jogar à bola, gosto muito do Ronaldo e médico para tratar as pessoas e trabalhar muito!!!! Martim Godinho


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Acontece(u) ... Projeto “Recuar no Tempo: Aprender com os mais novos” "O Essencial da arte é exprimir;

Dia Mundial da Criança comemorado no Pavilhão do Conhecimento

o que se exprime não interessa."

A fim de comemorar o “dia mundial da

Fernando Pessoa

criança”, o grupo 230-Ciências da Natureza, realizou uma visita de estudo para os alunos do 2º ciclo (5ºs e 6ºs anos) e respetivos Encarregados de Educação ao Pavilhão do Conhecimento. A viagem foi de comboio, tendo sido dada a oportunidade a todos os alunos de verem a máquina, o que lhes agradou significativamente. O dia foi muito bem passado com um exce-

Os alunos do 1º ano do Curso Profis-

lente convívio entre todos e a oportu-

sional - Técnico de Contabilidade

nidade de verem e interagirem com as

desenvolveram, ao longo de três

exposições e experiências relacionadas

encontros, uma atividade em parceria

com o Mar e a Física.

com o Jardim Infantil da Golegã. Com esta atividade, os alunos “recuaram no tempo”… e tornaram-se contadores de histórias. Tentaram, ainda, através do diálogo e de jogos didáticos mostrar aos “piquenos” que a leitura e a arte fazem parte do nosso dia a dia e dão “asas” à nossa imaginação.

"Descobri que a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?" Fernando Pessoa Ana, Andreia, Beatriz, Filipa, Joana, Nuno, Pedro, Ricardo e Tiago

Recantos…


Jornal Encontro Junho de 2012