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Jornal de Escola - Fundado em 1990 - Nº 08 - III Série - Março /2009 Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia

Entrevista com a Responsável pela Biblioteca Municipal

Periodicidade: Trimestral (Período Lectivo) - Preço 0,40 €

Serviço de Psicologia e Orientação

Mestre Martins Correia “Um museu uma escola” (Em vários capítulos...)

A dúvida e a tomada de decisão fazem parte do crescimento dos jovens. É o que está a acontecer

com

os nossos alunos de 9º ano. Entraram para o Agrupamento de Escolas da Golegã,

Ninguém poderá sentir-se preparado

Azinhaga e Pombalinho há sensivel-

para encarar o Futuro sem conhecer

mente

e compreender o Passado. Partindo

12

anos…

com

muitos

sonhos, muitas expectativas...

do princípio que até aqui há um

A equipa da Oficina de Jornalismo

Alguns desses sonhos realizaram-

caminho percorrido, nada como tra-

deslocou-se à Biblioteca Municipal

se, outros não... e, neste momento,

zer e integrar, da melhor forma pos-

para uma entrevista com a respon-

alguns alunos estão numa encruzi-

sível, os vários percursos que foram

sável, Elsa Lourenço:

lhada:

trilhados

Encontro - Olá! Somos um grupo de

“Continuo a estudar ou não?”

alunos da Escola B. 2,3/S. Mestre

“Tenho jeito para quê?”

Martins Correia e pertencemos à

“Que área escolher?”

Oficina de Jornalismo. Somos alu-

“Os alunos do 12º ano disseram que

nos do 5ºD e 5ºB e o nosso grupo é

as coisas agora são diferentes.”

constituído pelos alunos: Mariana,

para

chegarmos

onde

estamos. Não obstante o generalizado acesso às mais variadas tecnologias que

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colocaram o “mundo” à distância de um clique de qualquer pessoa, existe um défice, quer por parte do corpo docente, quer por parte dos alunos,

Rita, Ricardo, Frederico, Lourenço,

no conhecimento sobre muitas das

para sabermos mais sobre a Biblio-

“Um livro é uma varanda de onde se espraia o olhar sobre o mundo” Fernando Campos

teca Municipal.

Quando pensamos num livro, pensa-

contexto que a ligação entre a Esco-

Antes de mais gostaríamos de saber

mos num conto, numa história verí-

la Mestre Martins Correia e o Museu

o seu nome?

dica, numa tragédia. E as crianças

Municipal com o mesmo nome faz

Drª Elsa – Chamo-me Elsa Catarina

pensam num “E viveram felizes para

sentido.

Petinga Lourenço e sou Chefe de

sempre…”.

No que diz respeito aos museus, é

Divisão da Câmara Municipal da

No entanto há pessoas que pensam

importante desenvolver diferentes

Golegã. Sou responsável pela Divi-

que um livro é apenas um livro. Um

recursos e actividades direcciona-

são de Intervenção Social que tem

monte de folhas com letras, pala-

dos a cada tipo de público.

vários serviços, um deles é o Serviço

vras, frases, é simplesmente uma

de Cultura onde está integrada a

perda de tempo porque não ensina

Biblioteca.

nada.

Joana e os professores. Pretendemos entrevistar a Dr.ª Elsa

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ferramentas que podem ser usadas para colmatar esta lacuna. É neste

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Ficha Técnica Coordenadores (Deste número)

Editorial Olá a todos! Como estão os leitores do nosso Jornal Encontro? Após uma pequena ausência, estamos de volta com muitas novidades,

Professores: Fernanda Silva Lurdes Marques Manuel André

entre as quais notícias sobre o que se foi fazendo na nossa Escola ao longo deste segundo período, uma entrevista à Drª Elsa Petinga - responsável pela Biblioteca Municipal, passatempos sobre o Dia dos Namorados, Carnaval e Páscoa, textos produzidos pelos alunos da Escola… E não só! Mas se pretenderem saber mais sobre o conteúdo do nosso jornal, não

Alunos: 5º Ano -Turma B Ricardo Tavares 5º Ano -Turma C Mariana Macedo 5º Ano -Turma D Lourenço Cardoso Frederico Riachos Francisco Rocha Rita Canelas David Martins Gonçalo Soares Ricardo Joana Gonçalves Mª José Santos Ana Filipa Sousa Rute Mariana Nunes 6º Ano -Turma A Rita Martins Joana Nunes Tânia Mogas Pedro Oliveira 6º Ano - Turma C Carlota Nunes Catarina Tavares Reprodução Luís Farinha

Propriedade Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia (Golegã, Azinhaga e Pombalinho)

Sede: Escola Mestre Martins Correia Rua Luís de Camões - Apartado 40 2150 GOLEGÂ Telefone: 249 979 040 Fax: 249 979 045 E-mail: eebs.golega@telepac.pt Página Web: www.eps-golega.rcts.pt

Tiragem 50 exemplares

faltem a mais este Encontro! Esperamos que gostem do nosso Jornal! Nota: Aproveitem as férias da Páscoa para descansar porque ainda nos falta um Encontro até ao final do ano lectivo. _______________________________________________________________

Esta é uma edição cheia de poesia. Parece que temos um Agrupamento de Escolas cheio de poetas. Apresentamos aqui uma amostra, mas pode ler muito mais nas páginas 8, 9, 10, 11 e 27.

Eu queria ser o sol Que nos ilumina todos os dias Eu queria ser o fogo Que põe a arder todas recordações Tristes que vivemos Sonho ser o ar, tão livre Sonho ser o imenso céu Na imensidão azul. Elkyie Lopes, 9ºB


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Convém ter opinião “UM LIVRO É UMA VARANDA DE ONDE SE ESPRAIA O OLHAR SOBRE O MUNDO” Fernando Campos

não é. Quando eu digo fantasia não me refiro ao castelo e à princesa em perigo, refiro-me àqueles que são imaginados no mundo real. Talvez algumas pessoas devessem ler esses livros, perceber que o mundo pode ser pior mas que também pode ser melhor. E tudo isto depende de nós. Por fim, um livro pode ser um subterfúgio. Levar-nos para um mundo só nosso, um mundo com coisas boas e más mas onde tudo acaba bem. E depois há pessoas que o partilham com toda a gente, na esperança que as pessoas acordem para o verdadeiro mundo e o tentem mudar. Adriana Narciso— Narciso — 10ºA

Quando pensamos num livro, pensamos num conto, numa história verídica, numa tragédia. E as crianças pensam num “E viveram felizes para sempre…”. No entanto há pessoas que pensam que um livro é apenas um livro. Um monte de folhas com letras, palavras, frases, é simplesmente uma perda de tempo porque não ensina nada. Eu defendo que um livro não é apenas um livro. Um livro dá-nos a conhecer uma nova realidade, boa ou má, feliz ou triste. Um livro leva-nos até ao limite e muito mais. No máximo, um livro altera a nossa forma de ver o mundo, ler nas entrelinhas, talvez perceber o quanto insignificantes somos. Nós, normalmente, não acreditamos que a história que o livro conta é verdadeira a não ser que diga que é uma história verídica e mesmo assim às vezes é difícil de acreditar. Quando as histórias verídicas ou um conto não são uma história feliz, nós ficamos a pensar: e se nos acontecesse o mesmo? Faríamos a mesma coisa ou não? Seríamos suficientemente fortes para mudar a história? Ou seríamos simplesmente mais uma vítima? De qualquer maneira, para mim um livro altera alguma coisa. Eu já não leio livros que acabam em “E viveram felizes para sempre” há algum tempo. Não é por isso que deixam de ter finais felizes mas também fico aborrecida quando o protagonista e a protagonista não ficam juntos no final. A nossa forma de ver o mundo ou de ver coisas que nunca tínhamos visto depende do tipo de livro. Há livros que nos fazem perceber o quanto o mundo é injusto e que há pessoas realmente horríveis capazes de fazer coisas inexplicáveis. Outros que nos dão a conhecer a outra face do mundo, aquela face negra que ninguém quer dar a conhecer mas que alguém decide tornar pública. Estes são os livros verídicos Os outros tipos de livros, os de fantasia ou de histórias que podiam ter acontecido mas não aconteceram, esses dão-nos a percepção de como o mundo poderia ser mas

Visita de estudo ao Mosteiro dos Jerónimos A minha visita de estudo foi do melhor. Levantei-me às 7 h00, vesti-me, calcei-me, tomei o pequeno-almoço e fui para a paragem do autocarro. Depois fomos para o autocarro. As professoras foram chamar os meninos para o autocarro. Nós entrámos e a minha professora de Inglês chamou os meninos pelos nomes. Foram a minha turma, a turma do 9ºB e as turmas de CEF A, B e C. Nós avançámos em direcção à auto-estrada, rumo a Lisboa. Passámos em direcção a Vila Franca de Xira, Alenquer, à Avenida de Ceuta e em direcção ao Mosteiro dos Jerónimos. Chegámos eram quase 11 horas. Vimos o teatro e as cenas que mais me fizeram rir foram: o actor a abraçarme e as cenas com os escadotes. Gostei tanto daquilo que foi tão fascinante como o sol nos dias quentes de Primavera e Verão. Depois do teatro vimos a linda paisagem do Mosteiro dos Jerónimos e a Igreja. Visto que faltavam meninos, tivemos que esperar por eles. A minha querida professora Nélia acompanhou-me sempre. Momentos depois, fomos almoçar sentados, enquanto a professora Nélia foi ao McDonald, eu e a minha directora de turma fomos aos deliciosos Pastéis de Belém e fomos depois ao Centro Cultural de Belém ver as exposições que lá estavam dentro. Eu nunca mais vi os meus colegas desde o visionamento da exposição. Quando dei por eles, já tinham ido para baixo para irmos depois para o Padrão dos Descobrimentos. Tirámos fotografias, tantas que nem eu as já sei contar. Depois, fomos para o autocarro e no caminho, vimos um filme chamado “Mamma Mia”. Eu agradeci à Prof. Nélia e à minha Directora de Turma. Nuno Miguel Jorge Mogas


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Entrevista com a Responsável pela Biblioteca Municipal - Dr.a Elsa Lourenço Encontro – Porque é que as crianças só podem utilizar os computadores meia hora e os adultos podem utilizá-los durante uma hora? Drª Elsa – Por que, em princípio, os adultos têm trabalhos para desenvolver e o que nós queremos, fundamentalmente, é que as crianças leiam livros e não que estejam apenas ao computador porque o computador serve para fazer pesquisas que sejam necessárias, para brincar um pouco, mas não é para passar o tempo todo. Encontro - Olá! Somos um grupo de alunos da Escola B. 2,3/S. Mestre Martins Correia e pertencemos à Oficina de Jornalismo. Somos alunos do 5ºD e 5ºB e o nosso grupo é constituído pelos alunos: Mariana, Rita, Ricardo, Frederico, Lourenço, Joana e os professores. Pretendemos entrevistar a Dr.ª Elsa para sabermos mais sobre a Biblioteca Municipal. Antes de mais gostaríamos de saber o seu nome? Drª Elsa – Chamo-me Elsa Catarina Petinga Lourenço e sou Chefe de Divisão da Câmara Municipal da Golegã. Sou responsável pela Divisão de Intervenção Social que tem vários serviços, um deles é o Serviço de Cultura onde está integrada a Biblioteca. Encontro - Quando foi inaugurada a Biblioteca? Drª Elsa - A Biblioteca foi inaugurada no Dia do Livro, isto é no dia 23 de Abril de 2006. Encontro - O que se pode encontrar na Biblioteca? Drª Elsa - Nós podemos encontrar duas salas: uma para adultos e uma sala infanto-juvenil que é a sala, onde em princípio, as crianças com a vossa idade vão. Nesta sala poderão, além de ter acesso aos livros, ter também acesso a computadores.

Encontro – A partir de que idade é que se pode ir para a sala dos adultos? Drª Elsa – A sala dos adultos é para os alunos que já estão no Terceiro Ciclo/Ensino Secundário. As funcionárias já deixam ir os alunos com 12 anos para essa sala porque com esta idade já deixam de ir para a sala infanto-juvenil onde há muitos livros cuja leitura já não lhes diz nada, já não são adequados para a idade deles. Há muita literatura que já lêem que se encontra na sala de cima. É acima de tudo por causa disto que lhes é permitida a frequência da sala dos adultos, não é pela questão do computador, até porque neste momento os computadores estão cá em baixo e há jovens nessa sala que não estão na sala das

crianças, estão na sala de informática. Agora em termos de livros, os jovens que frequentam os 7º e 8º anos já frequentam a sala do andar de cima. Encontro – Que actividades é que podem ser desenvolvidas na Biblioteca? Drª Elsa – Existe um plano de actividades. Existe um panfleto que é feito mensalmente onde é feita a divulgação das actividades desenvolvidas pela biblioteca. Mensalmente nós lançamos um desdobrável com as actividades que vão ser desenvolvidas pela biblioteca. Geralmente, o que nós temos sempre, pelo menos todas as semanas, é a “Hora do Conto”, temos ateliers e temos actividades direccionadas para as crianças do 1º Ciclo, também algumas actividades para os restantes utentes. Realizam-se também actividades relacionadas com os Dias Mundiais e temos tido Ateliers para o 1º Ciclo. Tenho aqui o Plano de Actividades para o ano de 2009: já se realizaram actividades durante os meses de Janeiro e de Fevereiro, como por exemplo “Ciência para Crianças”, “Dia Internacional da Língua Materna”, vai realizar-se também um concurso sobre a Língua Materna para os alunos com idades compreendidas entre os 8 e os 11 anos e para alunos com 12 anos. Encontro – E workshops? Está prevista a realização de algum para este ano? Drª Elsa – Estamos a pensar realizar alguns. Já apresentámos a candidatura. Este ano propusemos realizar ateliers, acções de formação e espectáculos. Está também a ser desenvolvido um projecto em parceria com a BE/CRE da Escola B. 2,3/S. Mestre Martins Correia, onde iremos desenvolver ateliers para o 1º Ciclo. No sentido de haver um maior relacionamento entre a biblioteca escolar e a biblioteca municipal também


Página 5 estamos a desenvolver um trabalho em que as nossas técnicas vão todas as manhãs para a biblioteca escolar e estão a fazer a catalogação dos livros, etiquetagem para que o sistema seja uniforme. A lógica será a constituição de um catálogo único que funcionará entre as várias bibliotecas, a da Azinhaga, a da Golegã e a da Escola. Foram feitos alguns projectos: pela Câmara Municipal, que vem no seguimento dos ateliers que temos vindo a fazer vamos continuar com ateliers, mas direccionados para o 1º Ciclo para nós é sempre muito mais fácil chegarmos ao 1º Ciclo. Como temos de decidir quase dum dia para o outro, não podemos programar uma vez que é sempre muito difícil conseguirmos abranger desde o 2º Ciclo até ao Secundário porque são-nos proporcionadas poucas acções, por isso a nossa decisão foi dedicarmonos apenas ao 1º ciclo. Em termos de Acções de Formação, já estamos a planear acções de formação para pais, para a comunidade em geral, para os professores, para os educadores, para que possam também aprender para, por sua vez, poderem também fazer ateliers, fazer a promoção da leitura. Encontro – E acções para os alunos? Não estão a pensar fazer? Em anos anteriores fizeram algumas destinadas aos alunos do 3º Ciclo e do Ensino Secundário… Drª Elsa – Essas acções vão existir, mas no âmbito do projecto que estamos a fazer em comum com a Escola B. 2,3/S. Mestre Martins Correia. Esse projecto já vai ter essa valência. Com esse projecto a Biblioteca ficaria responsável, uma vez mais, pelo 1º Ciclo e a biblioteca escolar ficaria encarregue dos restantes níveis de ensino. Encontro – Que tipo de formação é que vai ser dada aos pais? Drª Elsa – Neste momento ainda não existe nenhuma na programação da biblioteca. Nós fizemos um projecto onde contemplámos acções para o público em geral, logo será também para os pais, se quiserem assistir como é óbvio. O mesmo acontece com o projecto que foi feito em comum com a Escola e com a

diariamente por cerca de 65 pessoas. Mensalmente, temos cerca de 1500 pessoas a visitarem-nos. Encontro – Há diferença entre a semana e o fim-de-semana?

biblioteca da escola e com a Biblioteca Municipal, que também tem acções de formação para os pais. Neste momento ainda não estão definidas as temáticas no âmbito deste projecto, apenas ficou definido a realização de acções para pais, não tendo sido tipificadas, mas estarão direccionadas para a motivação para a leitura, dotando os pais de instrumentos para motivar os filhos para a leitura. Encontro – Voltando aos computadores… Se apenas estiverem duas crianças a utilizar o computador, os 30 minutos podem ser alargados? Drª Elsa – As indicações que as funcionárias da biblioteca têm é que esses trinta minutos apenas podem ser alargados desde que os meninos estejam a fazer um trabalho para a escola porque se for apenas para andarem a consultar sites sem ser de carácter pedagógico o prolongamento não é autorizado. Os meninos chegam a casa e vão para o computador… E o que nós queremos é que os meninos também façam leituras, daí também a limitação do tempo… Porque nós queremos que os meninos vejam também os livros que existem na biblioteca e participem nas actividades promovidas pela Biblioteca. Encontro – Quantas pessoas frequentam diariamente a biblioteca? Drª Elsa – Pelos cálculos que nós fizemos e de acordo com os nossos dados, a biblioteca é frequentada

Drª Elsa – Boa pergunta, mas neste momento não tenho dados para responder. A Biblioteca estava apenas aberta ao sábado de tarde, mas agora está aberta o dia todo. Abre às 10 horas e fecha às 18 horas. A afluência maioritária não é a dos adultos é a das crianças. A faixa etária que mais vem à Biblioteca é entre os 10 e os 19 anos. Nos dias em que não há actividades lectivas, os alunos vêm para a Biblioteca. Mas não devem apenas vir por causa dos computadores, devem vir também por causa dos livros, por causa dos Dvd´s que podem ser visionados aqui, por causa dos Cd´s que podem ser ouvidos aqui. Podem levar livros, Dvd´s, Cd´s para casa, mas também podem ler, ver e ouvir no espaço da biblioteca. Encontro– Encontro Mas hoje em dia, as crianças gostam mais dos computadores do que dos livros… Drª Elsa – Infelizmente… E o que nós queremos na biblioteca é que isso não aconteça. Queremos que as crianças contactem com os livros e façam uso dos livros. Encontro – Quantas pessoas trabalham na biblioteca? Drª Elsa – Neste momento estão quatro funcionárias a trabalhar aqui. Encontro – Há responsáveis por áreas específicas?


Página 6 Drª Elsa – Temos quatro funcionárias, uma é responsável pela recepção, as outras três funcionárias são responsáveis pelas salas e vão passando de sala em sala, na das crianças, na dos adultos e vão circulando pelas diferentes salas da biblioteca.

livros; Matemáticas e Ciências temos 116 livros; Ciências Aplicadas – Médicas, Engenharias - temos 296; Artes – que engloba Arte, Fotografia, Arquitectura – temos 366 livros ; Tempos livres - Gastronomia e Desporto - temos 293; Língua / Linguística / Literatura – temos 2973 livros e Geografia / Biografias / História temos cerca de 1100 livros. Encontro– Encontro Voltando ao que é mais frequente os utentes da Biblioteca requisitarem, Cd´s e Dvd´s, talvez o façam por causa do seu custo…

Encontro– Encontro Quantos livros, Cd´s e Dvd´s existem na biblioteca? Drª Elsa – Nós temos cerca de 10 000 livros nas duas salas – infantojuvenil e adultos. Temos cerca de 900 Dvd´s e cerca de 700 Cd´s. Encontro – O que é solicitado com mais frequência? Livros, Cd´s ou Dvd´s? Drª Elsa – São os Dvd´s e os Cd´s. Durante o ano de 2008 fizemos um empréstimo de 9027 livros e 18201 audio-visuais. Como podem verificar o número de empréstimos de áudiovisuais é o dobro do dos livros… Verificou-se também que houve um aumento do número de inscritos na Biblioteca, diminuiu o número de vindas à Biblioteca mas aumentou o número de documentos que levam. Encontro – Qual é a explicação? Se é que há uma explicação para esse fenómeno… Drª Elsa – Houve um aumento de 11% nas inscrições, diminuiu a adesão e aumentou o número de requisições… É estranho… Encontro – Referiu anteriormente que existem cerca de 10 000 livros. Abrangem todas as áreas ou há áreas mais fortes? Drª Elsa – Na secção infantil temos cerca de 484 livros diversos; na secção dos adultos temos livros na área da Psicologia, Filosofia, são as áreas mais fortes. Depois temos Religião, Ciências Sociais – é também uma das áreas fortes na qual temos 790

Drª Elsa – Mas um livro também custa dinheiro… Penso que não será por causa do custo, tem a ver com os gostos das pessoas. Dá menos trabalho levar um Cd ou um Dvd, é muito mais fácil estar a ver ou estar a ouvir que estar a ler um livro que, provavelmente, demora oito, dez dias a ser lido…Depende do tempo de dedicação, mas são muitas horas de leitura. É muito mais dispendioso em termos de tempo do que ver um filme. Encontro – Existe alguma pessoa formada em Gestão de Bibliotecas a trabalhar aqui? Drª Elsa – Neste momento temos uma pessoa que tem formação nesta área, a Drª Margarida Trincão – é licenciada em Literaturas Clássicas, tem uma pós-graduação em Ciências da Informação e da Documentação, está a fazer o Mestrado na área das bibliotecas. É também a pessoa que está a fazer o projecto com a Escola e com quem, geralmente, discutimos sobre a aquisição dos livros para a Biblioteca, a programação. Encontro– Encontro Quais são as suas competências enquanto Coordenadora da Biblioteca? Drª Elsa – Eu não sou Coordenadora da Biblioteca, sou Chefe de Divisão e um dos serviços que é da minha responsabilidade é a Biblioteca. A minha função aqui, na Biblioteca, é de coordenação das funcionárias, definição – em coordenação com as funcionárias - dos livros e material áudio-visual a adquirir (geralmente fazemo-lo de dois em dois meses elaboramos uma listagem), progra-

mação das actividades. É uma função de planeamento porque eu não trabalho na biblioteca, são as quatro técnicas que estão cá no espaço que, no dia-a-dia, desenvolvem o trabalho. Encontro – Como é feita a distribuição das verbas na Biblioteca? Drª Elsa – Há uma verba para a aquisição de livros, para os ateliers, para as acções de formação. Este ano reforçámos a verba para fazermos promoção da leitura. Encontro – O material informático mudou de espaço. Porquê? Drª Elsa – Nós mudámos os computadores que estavam na sala dos adultos para o auditório porque no âmbito das actividades de enriquecimento curricular do 1º Ciclo, este ano implementámos a actividade Informática e como na Escola do 1º Ciclo não há uma sala de Informática e a vossa Escola não podia dispor de uma sala de Informática, uma vez que há muitos alunos que têm essa disciplina, resolvemos fazer uma sala exclusiva para a actividade Informática na Biblioteca dado que tínhamos computadores suficientes. Encontro– Encontro Do plano de actividades da Biblioteca, quais são as específicas para os alunos do Agrupamento? Drª Elsa – Em termos de plano de actividades a partir do 2º Ciclo candidatámo-nos com um projecto que foi feito entre a Biblioteca escolar e


Página 7 a Biblioteca Municipal. As acções ainda não estão totalmente definidas, sabemos que serão ateliers, acções de formação, mas ainda não foram calendarizadas. Quanto ao 1º Ciclo fizemos também uma candidatura à Direcção Geral das Bibliotecas e do Livro, da qual constam ateliers e espectáculos. Depois temos as actividades regulares da Biblioteca e que são dedicadas aos alunos do Agrupamento e a todas as crianças, como por exemplo “A Hora do Conto”, ateliers, comemorações de Dias Internacionais, que geralmente aproveitamos para fazer actividades. Encontro– Encontro Quando os crianças se portam mal vão para a rua. Isso está programado? Drª Elsa – Está. Os meninos vão para a rua quando se portam mal porque este local é uma Biblioteca e, acima de tudo, as crianças devem pensar que têm que respeitar as outras pessoas que estão na sala. Se a funcionária não consegue que a criança esteja quieta para que os outros possam estar com atenção, terá de convidar essa criança a sair. O mesmo fará com um adulto, o que já tem acontecido, por exemplo na sala de Informática. Encontro – Qual o valor de que dispõe para a aquisição de livros? Drª Elsa – Neste momento, o valor que nós temos para a aquisição de livros para as Bibliotecas cifra-se entre os quatro mil euros por ano. Encontro– Encontro Dependem de alguma Rede Nacional de Bibliotecas? Drª Elsa – A Biblioteca pertence à Rede de Bibliotecas Públicas porque o apoio foi público, mas cada biblioteca acaba por funcionar de forma independente. Porém estamos sempre a seguir as directrizes da Direcção Geral das Bibliotecas, os programas também são seguidos, os concursos que fazemos são também da Direcção. Encontro – Há gente de fora do Concelho a frequentar a biblioteca?

Poesia A antiguidade lá de casa A casa tem portas O canto tem uma bilha A sapateira tem botas E o dia sorria Drª Elsa – Sim, quer na Golegã, quer na Azinhaga. Na Golegã temos 862 pessoas inscritas, 44 do Entroncamento, 40 de Torres Novas e 21 da Chamusca. Encontro – Podemos apresentar algumas sugestões de actividades para serem desenvolvidas na biblioteca? A realização de um concurso de Poesia? E um workshop de Jornalismo? Um workshop de poesia? Um workshop de dança? Drª Elsa – Claro que podem apresentar sugestões! Todas essas ideias são interessantes. No decorrer do ano passado, já tivemos um workshop de dança e também já fizemos um workshop de pintura. Mas agora sou eu que vos sugiro que escrevam para nós, dizendo-nos que actividades é que gostariam de ver desenvolvidas na biblioteca, como por exemplo essa que acabaram de apresentar. Façam-nos chegar as vossas sugestões.

Aquela coisa de ferrugem Por muitos anos serviu Agora já é velha demais Como a reformada D. Maria Da mercearia Que será feito deste tesouro? Pensam que agora é lixo Mas é precioso Bate os recordes mundiais Ultrapassa os plásticos Vais para o museu onde todos Vão te ver passar, os Outros plásticos e dizes: “O recorde mundial um dia eu derrubo Passam a ser simples coisas de plástico, Elevadas ao cubo”. Sozinha neste mundo A rosa sente-se, No meio da Ilusão vai estar, Pois seu coração sente Dias escuros e Chuvosos Aproximam-se no Meio de tanta solidão. Oh! Triste vida a de Quem me passar Por cima. Sou gente, e estou Só, triste e maltratada, Assim se sente uma flor Abandonada. Juliana Nabais - E. Prof.


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Poesia África

Lutar por amor

Não aguento mais

Quem ama luta

Este sentimento de O povo estava em luta constante, Mas para quê?

Quem ama chora Quem ama sofre Amar é uma virtude Amar é sentir a outra pessoa Amar é não conseguir mentir Amar é um fruto proibido Que tu queres provar Como a terra está para o mar Como um camelo vive sem água Eu não vivo sem ti Tu és a minha musa És a pessoa por quem eu luto todos os dias Por te amar é que eu sofro É esse o meu objectivo: lutar por aquilo que amo Porque é isso que me faz feliz. Bruno Vedor - E. Prof.

É uma coisa inexplicável... É o amor! Amar tem dois significados: Amar de paixão E amar com amor. Amar de paixão, É uma coisa muito bonita,

Um mundo de pessoas... Umas morrem à fome, outros por causa de doença, Ou quiçá vítimas da pobreza. Onde está este mundo em pleno século XXI? Onde está a poderosa América Que tanto dinheiro tem par guerras? Para salvar a humanidade não o tem... Onde está este mundo em pleno século XXI?

Estou mal com Tudo e todos... Assim me sinto! A vontade que tenho De viver, estou a Perdê-la, Triste, sozinha Assim me sinto. Mas não pode ser! Tenho de ser mais Forte que este mal, Tenho de mostrar Que sou capaz, Sem medos nem hesitações.

Só as Organizações Humanitárias vêem isso? Estão muitas pessoas a viver no luxo E milhões a morrer à fome!!!

Se vim ao mundo Foi para lutar. Por isso daqui Só saio se for

Onde está este mundo em pleno século XXI? Onde está a liberdade destas pobres pessoas Que lutam mais do que outra pessoa qualquer Só para terem uma refeição e não morrerem à fome? O mundo está perdido!!!

Mas amar com amor

Como vencedora. A vida tem muito Mais do que aquilo que nos Mostra. Temos de ser Nós a descobrir, E lutar para

Diogo Rufino - E. Prof.

É ainda melhor

Revolta,

Conseguir.

A cor que predomina no amor

Por vezes temos

É o vermelho.

De deixar para trás,

E a flor?

O que não nos faz sorrir.

É a rosa. Olhar em frente Rosa da qual tem a cor vermelha Mas sem espinhos.

Para um novo Mundo conquistar,

É assim o amor:

E assim de uma

É “um fogo que arde sem se ver”.

Nova vida

Diogo Rufino - E. Prof.

Desfrutar. Prof.

Hélia Carvalho - E.


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Poesia Importância da Poesia

Aqui estou, sentado

Entre ruas e ruelas, estradas e simples caminhos deam-

Em frente desta folha de papel.

bulam sonhos de poetas. Embora haja quem diga que a

Vazia, por enquanto.

poesia pode ser importante ou não, dentro de cada um de

Pensando, perdido no tempo, Deixando o pensamento vaguear, voar livre até ti. Tu que me entendes, Que tens receios e temores que um dia não entendas o que escrevo. És um livro que abri e Onde prevejo o próximo capítulo. És o filme que sempre desejei ver e Onde desejo que as próximas cenas sejam comigo. Conheço cada traço do teu rosto, cada trejeito, cada sinal, cada emoção. Conheço os teus olhos onde naufrago, Onde me perco e me encontro. Conheço a tua voz que me sussurra ao ouvido, Os teus lábios que me acariciam, me beijam. Conheço as tuas mãos Geradoras de sensações. Conheço cada curva do teu corpo,

nós há uma sede enorme de poesia!

a sua linguagem, o seu sentir.

Para se ser poeta (e todos o podemos ser!) há que desco-

Conheço o teu pensamento

brir o sonho dentro de nós e há que se deixar entregar de

Onde navego

corpo e alma a tudo o que se escreve, tudo o que se diz e

Horas infinitas

falar de forma eloquente e sentida.

Perdido no tempo e lugar.

Soltai os poetas que há em vós!

És o meu porto de abrigo

Imaginai-vos a serem as personagens descritas em cada

Onde ancoro,

verso, em cada estrofe…Vivei!

Onde dou e recebo carinho.

Miguel Torga vivia com a poesia , Ricardo Reis – o médico que até hoje mais difícil de entender para mim foi – vivia com espírito e mente abertos. Todas as nossas ideias e palavras”flúem” para nós como música ou simplesmente como o rio que corre para o mar. E para mim, tal como para estes dois grandes senhores da Poesia, esta sai de dentro de nós, deambula pelo nosso ser, pela nossa mente e é dada a conhecer aos outros por súbitos ataques de inspiração e com uma (enorme) pitada de prazer em escrever! Por fim, revelo ao mundo mais um pouco de mim quando afirmo que a poesia é importante. Para mim a poesia é a arte de sonhar! Margarida Pombo - 12º A

Manuel André


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Poesia Cada vez me sinto mais encantado, És a minha vida, Deixas-me amado, Nunca estás perdida. CEF D - Anónimo És quem me completa doce, és a minha meta. Ana Santos - CEF D

Sem ti nada faz sentido és quem me faz feliz, quem me faz rir, quem quero sempre a meu lado. A vida é bela contigo paixão, pois sem ti não faz sentido, acabo por perder tudo o que importa para mim. Patrícia Pina - CEF D

Sei que preciso do coração para viver, mas preciso de ti para o fazer bater. CEF D - Anónimo Tu és o meu farol Eu sou o teu cargueiro Um dia traí-te por causa do nevoeiro Gonçalo de Figueiredo - CEF D

O amor é um contratempo como a matemática O amor é como a matemática nunca se repara e também é um contratempo porque tudo leva o seu tempo e para conquistar o amor há que saber andar contra o tempo e no fim de se sair vitorioso saboreia-se a vitória. A matemática neste concreto relaciona-se com o amor porque há problemas na matemática que são um contratempo mas no fim de os saber fazer, sabe bem, fica-se feliz por sabermos que os conseguimos fazer. Diogo Rufino - E. Prof.

O amor é bom, quando de sabe Aproveitar. Amor, é amar e ser amado Anónimo - CEF D

Se eu fosse um anjinho Viveria para te guardar Mas como eu sou um humano Vivo para te amar. Quando olhares para as Estrelas lembra-te de Mim porque em cada Uma delas há um Beijo só para ti. Solange Tavares CEF D

A Matemática e o amor.. Não passamos sem eles. Apesar de algumas pessoas não gostarem ou não conhecerem estas duas palavras tão diferentes… ninguém passa sem elas! Ambas estão tão presentes que nem se notam mas não têm nada em comum. Será verdade? Eu só acho que têm uma coisa em comum: os problemas que existem entre elas. Há quem diga que não são iguais, mas na minha opinião é que nada é o que aparenta ser. Juliana Nabais - E. Prof.

“ As palavras têm cheiro e sabor, têm cor e movimento porque uma palavra, por si só, tem o dom de pôr a imaginação a voar. (…) É uma palavra, mas já é também outra coisa. É um brinquedo. É aquilo a que ela dá o nome e muito mais “ João Pedro Mésseder, A palavra que voa

As palavras para mim significam imenso pois é através delas que expresso os meus sentimentos, … É através das palavras que consigo fazer o que mais amo na vida: ajudar os meus amigos. É através das palavras que lhes consigo dizer que o seu namorado irá perdoá-la, que a sua mãe irá dar-lhe todo o valor que tem, que quando alguém não nos merece só temos de lhe fazer ver que estamos bem, que somos felizes e que nunca nos devemos dar como vencidos pois é o que muitas pessoas desejam. Posso fazer tudo isto e muito mais através das palavras, mas há uma única coisa na vida em que não as posso utilizar nem desfrutar delas: dizer às pessoas, talvez mais importantes da minha vida, que as adoro e pedir desculpa por nunca lhes ter dado um mínimo de carinho, de atenção mas é completamente impossível pois já não estão entre nós.. Por vezes, quando estamos muito em baixo existem aquelas palavras com um certo sabor, sentimento que nos faz sorrir de um momento para o outro. O pior é que quando precisamos que alguém nos diga aquelas palavras simplesmente fantásticas para que fiquemos bem, olhamos para o lado e não vemos absolutamente ninguém. Aí percebemos que quando nos pedem ajuda estamos sempre prontos, mas quando somos nós a precisar d eles, eles d esi l ud e m - n os i m en s o . Quando João Mésseder diz “ As palavras têm cor e movimento porque uma palavra, por si só, tem o dom de pôr a imaginação a voar “ tem toda a razão, pois se uma pessoa confia um segredo à sua melhor amiga e essa pessoa em vez de ser a melhor amiga, vai comentar aquele segredo já se sabe que vai dar que falar e que, cada vez mais, esse segredo vai ser alterado pois as pessoas têm a capacidade de acrescentar coisas falsas ao tal segredo, tornandoo absolutamente terrível magoando várias pessoas. Para todas estas pessoas que mostram ser nossos amigos ou melhores amigos e que depois nos desiludem só tenho uma pequena coisa a dizer: Cresçam e pensem nas coisas que perdem devido aos vossos actos infantis! Inês Severino - 10º A


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Poesia Amar e Matemática são duas coisas distintas. Amor e Matemática são duas coisas distintas, porque para mim o amor em certa parte é bom, um sentimento de alegria e bem estar, a Matemática já não, é uma seca, contas e números para mim não dá porque é mesmo um grande seca. Mas tenho noção de que tanto o amor como Matemática estarão sempre presente na nossa vida. Hélia Carvalho - E. Prof.

O amor e a Matemática são coisas diferentes Enquanto que no amor é preciso ter inspiração, na Matemática temos de pensar em como resolver para solucionar o problema para depois chegar ao resultado final. Ana Salomé - E. Prof.

Os meus dias de rapaz adolescente, São dias ora iguais, ora diferentes. Olho o mundo em minha volta, E vejo muita gente. Passo o dia a pensar Só eu sei o que me vai na alma, Com o coração a palpitar Vejo alegria ou vejo mágoa. Meus dias são o sol brilhando Um sorriso desvairando, Sempre atento àqueles que me rodeiam, Vou tentando, ajudando. A adolescência é um céu Onde eu sou uma estrela, Brilhando de noite, escondido durante o dia Vou sonhar e aprender Vou amar ou vou morrer. Os dias são como o vento, Quem os leva sabe guardar Um segredo, um pensamento Para poder melhor contar. Carlos Medinas - 9ºB

“Eu queria ser…”

Lutar para quê? Pelo amor ou por território Neste momento o amor para mim É um mistério sem fim Por agora sou poeta mas e amanhã? Deverei lutar por isto como muito o fizeram! Vamos mas é ao tema: Que objectivos para os próximos anos? Isto é um texto em prosa, puro poema Amar quem nós mais amamos Imagino-me a lutar pela vida Da qual finalidades não encontro Os objectivos estão bem fixados Mas lutar e sofrer é o pior do Mundo A luta que estou a travar Agora é o meu futuro E depois dos objectivos alcançar? Haverá novo rumo? A minha luta é apenas minha Crescer e aprender com os erros Aqui vou rumo ao Futuro Sem o passado lembrar

Eu queria ser um tesouro A quem alguém dá importância e valor Eu queria ser um pássaro E poder voar Eu queria ser arco-íris Que nos leva ao mundo dos sonhos, Eu queria ser de novo uma criança E brincar até cansar Bárbara Herculano - 9º B

Sonhava em ser o céu Que presencia tudo Que sabe tudo Sonhava em ser o sol Em ser essencial para o Mundo Em dar vida ao Mundo Sonhava em ser o fogo Em queimar lembranças Em libertar sensações Sonhava em ser a terra Em sentir o Mundo Em dar base ao Mundo

Pois o passado é que Nos vai atrasar.

Isabel Revelles - 9ºB Juliana Nabais


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Desporto Escolar Grupo/equipa de Orientação temtem -se orientado Bem !

O grupo/equipa de Equitação, no âmbito do projecto do Desporto Escolar 2008/2009, da Escola EB 2,3/S Mestre Martins Correia, iniciou as suas actividades no passado mês de Novembro. São vários os alunos que, de dia para dia, vão mostrando e demonstrando o que de melhor se faz nesta modalidade desportiva. Todas as quartas-feiras, sob a orientação do equitador Nuno Duque, os alunos têm evoluído nos seus exercícios específicos de competição mas, acima de tudo, têm demonstrado grande motivação e interesse pela modalidade e pelo cavalo, símbolo máximo da Golegã. Prestes a iniciar o período de competição, serão quatro as concentrações que colocarão alunos de várias escolas a executar exercícios previamente definidos pelo regulamento. A expectativa é grande já que, para a maioria, será a primeira vez que entrarão em provas desportivas, e nada melhor do que através do Desporto Escolar. O Desporto Escolar foi, é e será muitas vezes a rampa de lançamento para muitos dos grandes desportistas de Portugal. Esperamos que o mesmo se consiga nesta modalidade já que a primeira medalha olímpica conquistada pelo nosso país foi através do Hipismo. Alguns dos alunos envolvidos são já uma referência na modalidade e, uma vez mais, a Escola cumpre um dos seus papéis, promovendo o contacto, a iniciação, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento dos alunos no desporto. Boa sorte para todos! Filipe Fernandes

O Grupo /Equipa de Orientação da Escola Mestre Martins Correia tem participado nos campeonatos do Desporto Escolar do Médio Tejo dado que na área Educativa da área da Lezíria do Tejo só existem dois grupos/equipas. Temos participado em provas de Orientação que se realizaram em Entroncamento, Ourém e Tomar. Na prova do Entroncamento são de destacar os resultados dos alunos no escalão de Juvenis: o aluno Ricardo Singéis venceu este escalão, tendo o aluno Gonçalo Gomes ficado em 3º lugar. No escalão de Iniciados, o aluno Ricardo Garcia ficou em 2º lugar. Na prova realizada em Ourém, o aluno Gonçalo Gomes venceu a prova e os alunos Bruno Rodrigues e José Ramos ficaram em 6 e 7º lugar no escalão de Iniciados. Em função dos resultados obtidos, dois alunos juvenis e dois iniciados irão representar a Escola Mestre Martins Correia nos Campeonatos Regionais da DREL nos dias 20 e 21 de Março no Parque do Bonito, no Entroncamento. Nestes campeonatos são esperados cerca de 200 alunos da região de Lisboa, Setúbal e Oeste Eis os resultados dos nossos alunos que participaram nestes campeonatos regionais de apuramento para os Campeonatos Nacionais do Desporto Escolar: Ricardo Singéis - Gonçalo Gomes Ricardo Garcia - Bruno Rodrigues

Mariana Pombo voa no MegaMega-Salto Realizou-se no passado dia 3 de Março na Nave Desportiva de Alpiarça mais uma edição do Mega-Sprint, Mega-Salto. Este evento é uma iniciativa organizada conjuntamente entre o Desporto Escolar e a Federação Portuguesa de Atletismo.No Mega Salto ,que consiste na realização de Salto em Comprimento com

corrida limitada e com tábua de chamada, a escola esteve representada pela aluna Mariana Pombo no escalão de iniciados. A aluna Mariana esteve muito bem, tendo sido apurada para a fase final após a realização de dois ensaios regulamentares. Nesta fase final a aluna atingiu a marca 4.18 que serviu para vencer esta prova do Desporto Escolar. A Mariana Pombo também participou nas provas do MegaSprint. Esta prova de 40 metros foi sempre muito disputada dado o elevado número de alunos participantes. A Mariana foi sendo sucessivamente apurada, primeiro para as meias finais onde participaram os 16 melhores tempos e depois para a final. Após acesa disputa e uma má partida a aluna conseguiu um brilhante 3º lugar. A aluna irá representar a Área Educativa da Lezíria nas provas Nacionais do MegaSalto em Setúbal, nos dias 3 e 4 de Maio.

Corta Mato No dia 21 de Janeiro realizou-se a tradicional Corrida da Escola, evento que mobilizou muitos alunos e professores do Agrupamento e que proporcionou a todos uma manhã de animação e convívio, sem esquecer o aspecto competitivo, de forma saudável e solidária. Participaram alunos dos 3º e 4º anos, num total de 45 alunos e 72 alunos da nossa Escola. Foram apurados para o corta -mato, fase EAE, 32 alunos, que se deslocaram a Almeirim no dia 3 de Fevereiro, para uma grande concentração de escolas e jovens alunos/ atletas, que dignificaram o desporto e o Atletismo, em particular.


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Desporto Escolar FUTSAL Iniciados Masculinos – Grupo D Quadro Competitivo (Jornadas /duas voltas)

Mestre Martins Correia “Um museu uma escola” (Em vários capítulos...)

Ninguém poderá sentir-se preparado para encarar o Futuro sem conhecer e compreender o Passado. Partindo do princípio que até aqui há um caminho percorrido, nada como trazer e integrar, da melhor forma possível, os vários percursos que foram trilhados para chegarmos onde estamos. Não obstante o generalizado acesso às mais variadas tecnologias que colocaram o “mundo” à distância de um clique de qualquer pessoa, existe um défice, quer por parNo dia 18 de Março disputou-se a fase final, em Santarém, na qual a nossa equipa participou, como vencedora de série, não tendo sido bem sucedida nos resultados, mas demonstrou uma excelente atitude, representando muito bem a nossa escola.

te do corpo docente, quer por parte dos alunos, no conhe-

Basquetebol

No que diz respeito aos museus, é importante desenvol-

O grupo-equipa de iniciados de basquetebol cumpriu o seu quadro competitivo tendo alcançado o segundo lugar. No dia 26 de Março irá ter lugar a fase local do Compal Air 3x3, em Torres Novas, no qual a nossa Escola irá participar com 4 equipas. Numa próxima edição deste jornal, informaremos os resultados desse acontecimento.

cimento sobre muitas das ferramentas que podem ser usadas para colmatar esta lacuna. É neste contexto que a ligação entre a Escola Mestre Martins Correia e o Museu Municipal com o mesmo nome faz sentido. ver diferentes recursos e actividades direccionados a cada tipo de público. Quanto à escola, é fundamental que esta fomente o desejo de aprender, formando os jovens para serem cidadãos críticos e informados. Por isso, mais do que transmitir informações sobre as obras e os autores, é importante saber ver, construir múltiplas leituras e sentidos nas obras. Criar uma interligação entre a Escola e o Museu Municipal Mestre Martins Correia não pode restringir-se a umas quantas visitas de estudo e posteriores redacções sobre o que se viu/aprendeu. É preciso “levar” a escola para dentro do museu e, fundamentalmente, “instalar” o museu dentro da escola. Para que isso seja possível, há que sustentar todo este processo numa profunda formação do corpo docente e, obviamente, criar um diálogo permanente deste com os responsáveis/técnicos do Museu. É necessário criar programas que reúnam em si capacidade para ensinar, cativar e estimular o conhecimento. Professora Elisabete Semedo


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Serviço de Psicologia e Orientação A dúvida e a tomada de

vos pais/ encarregados de educação fiquem mais sensibi-

decisão fazem parte do

lizados para o futuro dos seus filhos/ Educandos.

crescimento dos jovens.

O Serviço de Psicologia e Orientação conjuntamente com

É o que está a acontecer

a Saúde Escolar propuseram-se desenvolver o projecto

com os nossos alunos de 9º

“Adolescência e Sexualidade na Escola” que durante todo

ano. Entraram para o Agru-

o ano lectivo desenvolve este tipo de actividades com os

pamento de Escolas há

alunos do Curso de Educação e Formação. Este tipo de

sensivelmente 12 anos...

actividades traduz-se na realização de sessões de divul-

com muitos sonhos, muitas

gação sobre os afectos, as emoções, os hábitos de higie-

expectativas...

ne, o crescimento e as mudanças corporais, a sexualida-

Alguns desses sonhos realizaram-se, outros não...- e,

de, as drogas, as doenças sexualmente transmissíveis,

neste momento, alguns

etc.

alunos estão numa encruzilhada:

Este projecto pretende contribuir para o crescimento equilibrado e esclarecido dos nossos jovens, sem nunca

“Continuo a estudar ou não?”

ultrapassar o papel da família na formação e educação

“Tenho jeito para quê?”

dos seus educan-

“Que área escolher?”

dos.

“Os alunos do 12º ano disseram que as coisas agora são

Através da par-

diferentes.”

ceria que temos Neste sentido, foi permitido aos alunos de 9º ano poderem explorar o

Programa

de

Orientação Vocacional com o auxílio da Psicóloga da Escola, sobre os seus interesses, as suas aptidões, o sistema educativo português entre outras áreas. No sentido de reflectirem sobre o mundo profissional, tendo por objectivo a construção de um percurso vocacional ao longo da vida. Já contamos com mais de 14 sessões realizadas. Posteriormente será entregue a cada aluno os respectivos relatórios de avaliação para que estes e os respecti

com o CRIT e inserido no programa

POPH

(Programa Operacional

de

Potencial Humano), foram apresentadas

ses-

sões de divulgação sobre a discriminação e a pré-delinquência, tendo por finalidade

levar

os

jovens a reflectir sobre a diversidade

cultural

escola, como,

na bem

procurar

oferecer informação sobre como lidar com comportamentos de risco.


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Serviço de Psicologia e Orientação Com vista à prevenção da violência e

ca dos perigos associados à utiliza-

discriminação em meio escolar a

ção da internet por crianças e

Psicóloga realizou acções de sensi-

jovens, devido a conteúdos impró-

bilização nas turmas de 5º ano,

prios, legais ou ilegais, possíveis

sobre “Bullying”, “ Net segura”,

contactos por parte de pessoas mal

“Discriminação & Racismo”, porque

intencionadas e as práticas comer-

se tem apercebido que muitos, mes-

ciais

mo

(copyright) a que todos os alunos

sofrendo

ciberbullying,

com

bullying/

discriminação

etc.,

e

publicitárias

não-éticas

estão sujeitos.

não sabem o seu significado, nem

No sentido de trabalhar a importân-

quais as de formas de agir.

cia da aceitação e do respeito pela

Nestas sessões, a psicóloga explicou

diferença e indo de encontro à men-

o significado do termo bullying e

ção honrosa atribuída à nossa Esco-

cyberbullying. Dando a conhecer,

la pelo projecto “ A Minha Escola

todas as formas de atitudes agressi-

Contra a Discriminação” foi debatido

vas, intencionais e repetidas, que

o tema em sala de aula, com vista a

ocorrem sem motivação evidente,

prevenir e a combater atitudes de

adoptadas por um ou mais estudan-

discriminação e o racismo.

tes “pseudo-valentões” contra outro (s) vítimas, causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os actos

repetidos

entre

iguais

(estudantes) e o desequilíbrio de poder são características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima. Se já foste vítima de bullying, se já viste alguém praticar este tipo de

.

comportamentos, podes relatar a tua experiência à psicóloga da escola e solicitar para que não seja divulgado, mantendo o sigilo ou colocas um pseudónimo (relatado numa carta), podendo partilhar com outras pessoas a realidade que muitos

Paula Martins - Psicóloga Educacional

enfrentam sem ter esse conheci-

Para contactar o Gabinete, basta

mento. A troca de experiências per-

solicitar contacto através do(a) res-

mite que encontremos soluções

pectivo(a) Director(a) de Turma,

para resolver muitos problemas.

pessoalmente ou através de contac-

A outro nível também se falou acer-

to telefónico (249 979 040 ext. 228).


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Passatempos Sopa de Carnaval

Procure na sopa de letras as seguintes palavras: Carnaval - Balões - Fitas Máscaras - Disfarces - Baile - Festival - Partidas Mascarados - Limas

Descubra as diferenças


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Página de EMRC judeus festejarem a Páscoa ao sábaVêm aí mais umas férias… tem-

do, ressuscitou…

po de descansarmos e de apro-

voltou

à VIDA,

veitarmos os dias de sol… é tem-

ainda

que

po de olharmos para a Natureza

corpo

e nos deixarmos encantar por

de tal modo que

mais

vida que nasce.

só O reconheciam

Depois dos dias sombrios, chuvosos, ventosos do Inver-

quando Ele falava

nos, eis que chega o sol, o céu azul, as andorinhas, as flo-

e falava durante

res que serpenteiam os campos com cores tão diferentes

muito tempo…

e tão bonitas… Mas as férias não chegam por causa da

A Páscoa é a fes-

Primavera, chegam porque é tempo de celebrarmos a

ta da vida, por

Páscoa.

isso se associa ao Coelho (porque é um animal muito fér-

Sabias que a Páscoa é uma festa móvel? Isto é, não tem

til e do qual nascem muitos coelhinhos, é sinal de vida!!!),

uma data fixa, sabe-se apenas que é sempre num domin-

ao ovo (que é o início da vida) e às amêndoas que também

go e a seguir à primeira lua cheia da Primavera. Isto

fazem lembrar um ovinho…

acontece assim, para se manter viva a tradição que a

Já agora…. Sabias que Páscoa é uma palavra de origem

Páscoa recorda.

hebraica? Pois é, afinal a nossa língua ainda herdou pala-

A Páscoa é uma festa de origem judaica, que os judeus

vras dos judeus!!! Em Hebraico diz-se “PESSAH” e signifi-

associam à libertação do Egipto onde foram escravizados

ca “passagem”!

durante mais de 4 séculos. Quando Moisés finalmente os

Jerusalém é a cidade de Israel onde se viveu a Páscoa de

libertou, no séc. XIII a.C., e conseguiu que o faraó os

Jesus Cristo. O sítio onde a fotografia foi tirada é o Monte

deixasse voltar para a sua ter-

das Oliveiras, último lugar por onde Jesus andou antes de

ra, Israel, o povo judeu come-

ser condenado pelos romanos. Na foto, vemos a cidade

çou a celebrar a Páscoa para

actualmente e ao centro o templo onde os muçulmanos

recordar a saída do Egipto, a

construíram uma mesquita cuja cúpula é de ouro.

uma

qual aconteceu numa noite de luar. Para os cristãos, a Páscoa é mais do que festejar a liberdade, é festejar a vida… daí que seja sempre na Primavera (porque é nesta altura que a Natureza renasce). Os cristãos associam a Páscoa à ressurreição de Jesus porque Jesus foi morto na altura em que os judeus celebravam a sua Páscoa. Jesus morreu numa sexta-feira (que hoje se recorda na Sexta-feira Santa, que é feriado!) – os historiadores já chegaram à conclusão que foi no dia 6 de Abril. Passados três dias, no domingo, oito de Abril, depois dos

num

diferente,


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Biologia .existe hoje em dia.

Charles Darwin e a teoria da selecção natural

No passado dia 12 do mês de Fevereiro passaram-se 200 anos sobre

Charles Darwin nasceu a 12 de

nascimento de Darwin e faz este

Fevereiro de 1809 na cidade rural de

ano 150 anos que este publicou o

Shrewsbury em Inglaterra. Darwin

seu livro. Para comemorar estas

desde muito cedo revelou a sua pai-

datas a Fundação Calouste Gulben-

xão pelo mundo natural fazendo até

kian inaugurou no dia 12 de Feverei-

colecções de escaravelhos e mais

ro a exposição A Evolução de Darwin

tarde criação de pombos.

que pretende dar a conhecer a teoria

Embora não fosse um aluno brilhan-

de Darwin e as ligações que tem

te, foi estudar Medicina, por influên-

com a actualidade.

cia do pai, curso que abandonou dois

Quando o livro foi publicado, a pri-

anos depois para integrar o curso de

meira edição esgotou no próprio dia.

Direito em Cambridge. Foi nesta uni-

A partir daí geraram-se intensos

versidade que viria a conhecer o seu

debates científicos e os seus oposi-

professor preferido e também aque-

tores tentaram tudo para o ridicula-

le que o iria incentivar a dar o passo mais importante da sua vida: a viagem no HMS Beagle, que teve início a 27 de Dezembro de 1831 e que teve a duração de cinco anos. Foi durante a viagem no Beagle à volta do mundo e concretamente nas Ilhas Galápagos que Darwin retirou as conclusões que iriam mudar a nossa maneira de pensar e olhar para o mundo natural e para a evolução das espécies. Darwin ao publicar a sua teoria da selecção natural (que determina a sobrevivência do individuo mais forte) 20 anos após ter chegado da sua viagem, enfrentou enormes problemas sociais, uma vez que as suas ideias iam contra os ideais da Igreja, que defendia que não poderia haver evolução de espécies, pois Deus tinha feito uma obra perfeita. Contudo actualmente Darwin e a sua teoria são ainda citados nos livros de Ciências de todo o mundo e a sua teoria continua a ser a mais aceite embora com algumas alterações (Neodarwinismo).

Charles Darwin

rizar. Um exemplo disso é a ilustra-

Quem nunca ouviu dizer que nós,

ção 2. Um desses debates ficou

seres humanos, somos os parentes

conhecido quando, a dado ponto, o

mais próximos do macaco? É mes-

bispo de Oxford pergunta a Huxley,

mo verdade, todos as característi-

um dos defensores de Darwin, se

cas em comum destas duas espé-

era do avô ou da avó que Darwin

cies apontam para isso. Foi Charles

pretendia descender do macaco, ao

Darwin quem, até hoje, melhor conseguiu explicar como isto é possível. Charles Darwin, naturalista inglês, nascido a 12 de Fevereiro de 1809, vivia numa família privilegiada, mas a sua curiosidade pelo mundo natural retirou-o da vida de rico que o esperava e levou-o numa aventura que lhe permitiu revolucionar a perspectiva do mundo sobre as espécies. Tudo começou com a sua viagem à volta da terra, a bordo do HMS Beagle. Quase obrigado a iseguir a sua curiosidade em conhecer o mundo, Darwin observou incansavelmente o

que Huxley responde: “Preferia ter

mundo durante a sua longa viagem.

um macaco por avô a um Homem

E mesmo após o seu retorno Darwin

ricamente dotado pela natureza,

realizou imensas experiências que o

mas que usa as suas faculdades

levaram a escrever o seu livro A Ori-

para introduzir o ridículo numa dis-

gem das Espécies, onde explica a Diogo Rosa – 11º A

origem da diversidade de vida que

cussão séria.”. David Ludovino – 11º A


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Visita de estudo a uma instalação industrial Praticamente não existem trabalhadores de fora da região A empresa tem capacidade para fornecer formação? Existe formação feita internamente que pode complementar a formação exterior. Produtos e matériasmatérias- primas Qual a produção anual? Cerca de dez milhões de litros de vinagre, sendo este o produto principal. A produção é realizada em contínuo? Não. O horário de funcionamento é das oito às dezoito horas. Introdução Foi feita uma visita de estudo à fábrica de vinagre existente na região, instalação industrial mais próxima da escola. Esta visita foi realizada com o intuito de conhecer um processo industrial, para perceber a importância de alguns químicos neste mesmo processo. Para realizar a visita foi necessário que o professor encarregue seguisse um protocolo para que pudéssemos fazê-la sem quebrar o regulamento interno da escola. Além disso o professor teve de comunicar com a empresa para que pudéssemos ser recebidos. A preparação dos alunos para a visita foi feita na aula anterior, fazendo a escolha das perguntas que iriam ser feitas durante o percurso da visita. Deste modo era possível uma maior eficácia na recolha de informação durante a visita. Durante a visita Durante a visita foram colocadas, questões, a quem nos acompanhava, para melhor entender o processo de produção ali desenvolvido. Localização e mãomão - dede - obra Qual a razão da localização desta indústria na região? O fundador da empresa era morador na região e decidiu construir a empresa na zona. Quantos trabalhadores tem a empresa? Oitenta trabalhadores, dos quais seis têm formação superior. A região tem resposta para preencher as vagas ou recorre a outras regiões? .

Quais os produtos finais da empresa? Vinagres: de vinho, de cidra, de arroz, de figo, de aromas de framboesa e lima-limão e vinagres estagiados em barricas de carvalho. Molhos: ketchup, mostarda, maionese e outros derivados. (estes em menor escala) Quais as matériasmatérias- primas e qual a sua origem? A principal matéria-prima é o vinho, independentemente da qualidade. É comprado em Portugal directamente ao produtor. Alguns produtos acabados vêm de França (molhos). Como são transportadas as matériasmatérias- primas até à fábrica? As matérias-primas são transportadas até à fábrica pelos produtores. Parte das embalagens são produzidas na fábrica,. O restante vem de uma fábrica de Torres Vedras que é sócia da empresa em questão. Laboratório É possível realizar algumas das reacções da produção industrial, em pequena escala, num laboratório? Sim,. Usa-se um pequeno protótipo (idêntico ao industrial) de 4,5 kg para testar os molhos. Que tipos de análise são, normalmente, realizadas no laboratório: às matériasmatérias- primas, aos produtos intermédios e ao produto final? Analisa-se o grau alcoólico e medem-se os fermentados do vinho para efectuar correctamente o pagamento. Mede-se a sulfurosa (conservante do vinagre que obedece a determinados limites) depois do vinagre acabado.


Pågina 20 É feita investigação na empresa? Sim. Segurança Quais são os perigos associados aos produtos químicos usados no processo? Durante as operaçþes de limpeza usam-se luvas e måscara. Na fåbrica usam-se tambÊm auriculares, de acordo com a medição de ruídos feita por uma empresa externa. Ambiente principais perigos Quais os ambientais que poderão advir do fabrico do produto? Os fumos expelidos por uma chaminÊ, que são medidos por outra empresa de dois em dois anos. Nas últimas mediçþes, os valores estavam abaixo do mínimo.

Escola e cidadania‌

nos do Sexto Ano assistirĂŁo a um

Pede-se Ă Escola que forme cida-

concerto musical na Fundação Gul-

dĂŁos. Formar cidadĂŁos ĂŠ uma tarefa

benkian e visitarĂŁo o Museu da MĂşsi-

exigente. O exercĂ­cio da cidadania

ca; os alunos do SĂŠtimo Ano visita-

pressupĂľe um vasto leque de com-

rĂŁo o Centro CiĂŞncia Viva em Alca-

petĂŞncias nos domĂ­nios social, cul-

nena; o Oitavo Ano e turmas CEF,

tural, económico, político‌

visitaram o Museu do Oriente; os

Assumindo as exigĂŞncias e os desa-

alunos do Nono Ano terĂŁo oportuni-

fios que a Escola hoje coloca, os

dade de visitar o PavilhĂŁo do Conhe-

Membros do Conselho PedagĂłgico

cimento; quanto aos alunos do Ensi-

de Escolas de GolegĂŁ, Azinhaga e

no SecundĂĄrio ser-lhes-ĂĄ proporcio-

Pombalinho

nada uma visita Ă Assembleia da

decidiram

promover

anualmente e por ano de escolarida-

RepĂşblica.

de uma visita de estudo destinada a todos os alunos deste Agrupamento

Qual o destino dado à ågua do processo? As åguas são levadas para o colector municipal, são só åguas frias. Conclusão Esta visita de estudo permitiu-nos concluir que Ê necessåria uma grande organização para a produção a nível industrial, bem como a importância elevada de alguns químicos para o seu melhor aproveitamento, eficåcia e rapidez. A visita à fåbrica demorou menos que o previsto, o que permitiu a discussão de ideias entre os membros da turma e professor. Todos aprendemos algumas coisas com esta visita, o que a tornou mais valiosa. Quem nos acompanhou durante a visita desempenhou um papel muito bom, mesmo não sendo a pessoa que por norma acompanha as visitas. Tentou sempre esclarecer todas as dúvidas e ser o mais específico possível nas respostas, dando um ponto positivo à apresentação da empresa.

de Escolas. Pretende-se com estas actividades que os alunos ao longo do seu percurso, neste Agrupamento, visitem todos o mesmo conjunto de locais proporcionando-lhes iguais condiçþes e as mesmas oportunidades para crescerem enquanto pessoas e cidadãos. O Conselho Executivo nomeou um grupo de trabalho, constituído pelas professoras

Cristina

Rodrigues,

Maria do Carmo Lopes e Maria de SĂŁo JoĂŁo, para organizarem e coordenarem este projecto. Os alunos do Quinto Ano jĂĄ realizaram uma visita ao Centro Cultural de BelĂŠm; os alu-

                               


PĂĄgina 21

Clube de MatemĂĄtica



O Clube de Matemåtica tem funcionado normalmente no horårio estabelecido, com um número muito significativo de alunos. Em termos da motivação demonstrada pelos alunos o clube revelou ser uma agradåvel surpresa. Foram vårios os alunos que manifestaram vontade deste existir tambÊm às sextas-feiras. AtravÊs da utilização de jogos lúdico -didåcticos, úteis na aprendizagem da Matemåtica, os alunos têm tido a oportunidade de ver o seu lado lúdico e divertido, contribuindo tambÊm para o desenvolvimento de competências de forma agradåvel e descontraída. Não podemos esquecer a utilização do material tecnológico: computadores portåteis, quadro interactivo e outro material manipulativo. No último dia de aulas do 1º período, o Clube de Matemåtica proporcionou pelas 13:45 h, um simultâneo de Xadrez, como se pode ver na foto. Perante uma assistência significativa, o convidado Paulo Costa

(Presidente da Associação de Xadrez de SantarÊm) jogou em

          !

"  #          $     % #   &   #   '  (

simultâneo com oito “xadrezistasâ€? alunos e professores desta Escola, que quando eliminados, o seu lugar era ocupado por outro jogador. O encontro correspondeu Ă s expectativas, tendo todos os envolvidos participado de uma forma calorosa. Iremos adquirir novos jogos didĂĄcticos como o “Alexâ€? e o “Ouriâ€?, dos quais existem torneios a nĂ­vel Nacional. Estamos a envidar esforços para conseguir a presença de alguĂŠm que possa ajudar a desenvolver nos alunos maiores aptidĂľes a nĂ­vel do Xadrez.


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Problema da Quinzena - 2º Ciclo 1ª Quinzena de Janeiro Um mealheiro recheado de quase nada! A Joana, o Tiago e o André são irmãos. Partiram o mealheiro e viram que tinham 3 euros em moedas de 10 cêntimos. cêntimos O número de moedas de 10 cêntimos era igual à soma das idades dos irmãos. irmãos Resolveram, então, repartir as moedas de acordo com as idades. A idade da Joana é o dobro da idade do Tiago e o André tem 2 anos a mais do que o Tiago. Com quantas moedas ficou cada um dos irmãos?

2ª Quinzena de Janeiro Um tijolo pesa um quilo e meio tijolo. Quantos quilos pesam dois tijolos? Nota: Explica o teu raciocínio da forma que entenderes,

utilizando esquemas, desenhos, números ou

palavras. A resposta não pode ser dada só por 1Kg; 2kg etc.

1ª Quinzena de Fevereiro A Isabel está longe de casa e precisa de retirar 1 litro de água de um reservatório. Só dispõe de um garrafão de 5 litros e de uma vasilha de 3litros. Como deve proceder? Explica como chegaste tua resposta, usando palavras, cálculos ou esquemas.

2ª Quinzena de Fevereiro As camisolas da Mafalda A Mafalda é muito vaidosa: no outro dia comprou 11 peças de roupa (saias e camisolas)! Já experimentou tudo e viu que consegue fazer 28 combinações diferentes com as suas saias e camisolas novas. Sabendo que comprou mais camisolas do que saias, quantas camisolas e quantas saias comprou a Mafalda?

2ª Quinzena de Març0 Uma camponesa levou para o mercado seis cestas com ovos: uns de galinha, outros de pata. Cada cesta tinha uma etiqueta com o número de ovos que continha: «Se vendo esta cesta», pensava a camponesa, ficarei com duas vezes mais ovos de galinha do que de pata». A que cesta se referia a camponesa Atenção: 1. Não basta dizer um número, é preciso explicar como chegaram a esse número. 2. Por favor, não respondam na folha do enunciado.


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Oficina da MĂşsica

No decorrer da Semana da Leitura o aluno Marco AntĂłnio do 6Âş C, integrado no grupo de guitarras da Oficina da MĂşsica, acompanhou Ă guitarra um poema lido pela aluna Catarina Tavares, da mesma turma, no dia trĂŞs de Março. No dia seis de Março os alunos do grupo de flautas da Oficina da MĂşsica participaram no encerramento da Semana da Leitura, aquando da entrega dos vĂĄrios prĂŠmios aos alunos e a um funcionĂĄrio da escola. Apresentaram uma peça instrumental, “Cielitoâ€?, executada com flauta de bisel e acompanhada com suporte instrumental. Os alunos do sexto C e os alunos da referida Oficina entoaram o Hino da Biblioteca, cuja letra ĂŠ da autoria de uma antiga aluna da escola, Liliana Nabais. O encerramento contou ainda com a apresentação de uma peça de Carnaval executada com guitarra pelo aluno Pedro Oliveira, do 6ÂşA. Esta apresentação resultou de um trabalho desenvolvido nas aulas de guitarra do aluno, leccionadas na Escola de MĂşsica do “Cantar Nossoâ€?. Maria do Carmo

Visita de estudo a uma unidade industrial

No âmbito da disciplina de Física e Química realizåmos uma visita de estudo a uma unidade industrial, neste caso a fåbrica de vinagres Mendes Gonçalves, na Golegã que existe hå jå 28 anos. Durante toda a visita fomos acompanhados por uma tÊcnica de produtos alimentares que nos respondeu a todas as nossas questþes. Segundo as informaçþes que conseguimos recolher a fåbrica conta com 80 trabalhadores, sendo 5 dos quais tÊcnicos superiores, que trabalham

das 8 atÊ às 18 horas. Quanto à origem dos trabalhadores, estes são quase todos da Golegã. A empresa proporciona aos seus funcionårios formaçþes sempre que necessårio, sendo esta dada por vezes pelos tÊcnicos mais experientes da mesma e, na maioria das vezes, por entidades especializadas para o efeito. A firma produz vinagre de vårios tipos e aproveita o excedente da produção para fabricar vårios tipos de molhos (maionese, mostarda e ketchup), produz tambÊm azeite e outros condimentos alimentares. Durante o processo de fabrico o vinagre encontra-se dentro de grandes reservatórios de inox ou fibra, com a capacidade para 30 metros cúbicos. Durante o processo de fabrico não existem subprodutos, uma vez que os únicos resíduos provêm das lavagens, ou seja são ågua fria. Esta ågua posteriormente Ê recolhida pelo colector municipal. A fåbrica tem uma chaminÊ, a qual Ê controlada de dois em dois anos para serem reguladas as emissþes gasosas, sendo este controlo feito por uma entidade externa. Quanto à segurança existem precauçþes relativamente aos produtos de limpeza e existem mesmo fichas de segurança para o controlo destes. Quanto à produção propriamente dita, o vinagre Ê feito de vårios produtos que tenham na sua composição açúcar. A produção Ê feita durante 24 meses a uma temperatura constante de 20º. Alguns produtos são importados de França e Itålia (ex: vinagre balsâmico). Para acompanhar as exigências dos clientes existe investigação dentro da empresa, uma vez que a evolução do mercado Ê muito grande e exigente. Esta investigação Ê feita num laboratório onde são medidos os graus de acidez dos vinhos e a sua sulfurosidade. Existe ainda um aparelho de reduzidas dimensþes para produzir amostras que serão analisadas no laboratório, uma vez que o aparelho industrial pesa 500 kg. A empresa Ê possuidora de vårias marcas que se encontram no nosso mercado (ex: Peninsular, Venda da Galega, Paladin, Da Cepa) e produz ainda para outras marcas (ex: Savora). Exporta ainda para Angola, Estados Unidos e Canadå. Importa ainda referir que a fåbrica tem uma produção mÊdia anual de 10 milhþes de litros de vinagre. Diogo Rosa— Rosa — 11ºA

Pågina do Jardim de Infância Somos os meninos da Sala Amarela, Azul e Verde do Jardim de Infância da Golegã e queremos mostrar a toda a Comunidade Educativa o que fizemos, no 1º e 2º período, com a ajuda das nossas educadoras, auxiliares e as estagiårias do 3º ano da ESE de Torres Novas (Carla, Liliana e a Rita).

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Página do 1º Ciclo

Os nossos

Nós depois, em grupo, fizemos alguns trabalhos, ora vejam só na página seguinte ...


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Página do 1º Ciclo Em grupo, fizemos alguns trabalhos, ora vejam só…


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PĂĄgina do 1Âş Ciclo

Pågina do Jardim de Infância Somos os meninos da Sala Amarela, Azul e Verde do Jardim de Infância da Golegã e queremos mostrar a toda a Comunidade Educativa o que fizemos, no 1º e 2º período, com a ajuda das nossas educadoras, auxiliares e as estagiårias do 3º ano da ESE de Torres Novas (Carla, Liliana e a Rita). Assim vos deixamos alguns registos das nossas actividades:

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Página do 1º Ciclo

O livro passou e disse: - Gosto de ti. O lápis desatou a rir. [Inês Vieira]

A cenoura passou e disse - Gosto de ti. E o boneco de neve derreteu-se. [Cláudia Gomes]

A impressora passou e disse: - Gosto de ti. E a folha encravou. [Francisco Vital]

O vento passou e disse: -Gosto de ti! A nuvem logo apareceu. [Ângelo Carvalho]

O fogo passou e disse: - Gosto de ti! E a água logo o apagou.

O lápis passou e disse: -Gosto de ti. A borracha logo apagou.

[Rita Costa]

[Catarina Silva]

A Primavera passou e disse: - Gosto de ti! O Inverno logo adormeceu.

A Primavera passou e disse: - Gosto de ti! Logo o campo floriu.

[Andreia Paulo]

[David Lourenço]

O pincel passou e disse: - Gosto de ti. A tinta logo se espalhou.

O gigante passou e disse: - Gosto de ti! O pequenote logo saltou!

[Leonor Vital]

[Maria Carolina]

O João passou e disse:e - Gosto de ti! O gato logo se assanhou.

O leite passou e disse: - Gosto de ti! O café logo escureceu.

[Vera Bonacho ]

O rapaz passou e disse: - Gosto de ti! O gatinho logo saltou. [Tarina Romeu]

O Einstein passou e disse: - Gosto de ti. E a teoria até funcionou. [Francisco Madeira]

[Ruben Mendes]

O sol passou e disse: - Gosto de ti. O cubo de gelo derreteu-se.

[ Ana Catarina]

[Jéssica Vieira]

O Sol passou e disse: - Gosto de ti! E a Terra iluminou-se.

[José Luz]

O caderno passou e disse: - Gosto de ti! O lápis logo escreveu.

A capa passou e disse: - Gosto de ti! As folhas logo se arrumaram.

[Luís Madeira ]

O passarinho e disse: - Gosto de ti! A planta logo floriu. [Bruna Pedro]

A música passou e disse: - Gosto de ti! A multidão logo dançou [ Guilherme Godinho]

O bolo passou e disse: - Gosto de ti! A menina logo o comeu. [Gonçalo Parreira]

O pai passou e disse: -Gosto de ti. A mãe logo se casou.

[Pedro Costa]


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Pågina do Jardim de Infância

PĂĄgina do FrancĂŞs

Somos os meninos da Sala Amarela, Azul e Verde do Jardim de Infância da Golegã e queremos mostrar a toda a Comunidade Educativa o que fizemos, no 1º e 2º período, com a ajuda das nossas educadoras, auxiliares e as estagiårias do 3º ano da ESE de Torres Novas (Carla, Liliana e a Rita). Assim vos deixamos alguns registos das nossas actividades:

Mots cachĂŠs de la SaintSaint-Valentim Mots:

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amoureuse  femme  passion  chagrin  fiançailles  romance  coup de foudre  fiancÊe  romantique  embrasser  gÊnÊreux  se marier  Êpouser  intelligent  sincère  Êpoux  mariage  tendresse  faire la

          

cour  mariĂŠe 

2    9  

      *



Le jour de la Saint-Valentin, le 14 FĂŠvrier, est considĂŠrĂŠ dans de nombreux pays comme la fĂŞte des amoureux et de l'amitiĂŠ. Les couples en profitent pour ĂŠchanger des mots doux et des cadeaux comme preuves d’amour ainsi que des roses rouges qui sont l’emblème de la passion. Ă€ l’origine fĂŞte de l’Église catholique, le jour de la SaintValentin n’aurait pas ĂŠtĂŠ associĂŠ avec l’amour romantique avant le haut Moyen Ă‚ge mais avec l'amour physique. La fĂŞte est maintenant associĂŠe plus ĂŠtroitement Ă l’Êchange mutuel de ÂŤ billets doux Âť ou de valentins illustrĂŠs de symboles tels qu’un cĹ“ur ou un Cupidon ailĂŠ. Voici quelques ÂŤ billets doux Âť ĂŠcrits par les ĂŠlèves : Tu es mon inspiration. (anĂłnimo - 9Âş B) Tu es sympathique. (anĂłnimo - 9Âş B) Ma vie sans toi n´est rien. Notre amour est ĂŠternel. (anĂłnimo - 9Âş B) Les heures sans toi ne passent pas. pas (anĂłnimo - 9Âş B) Je suis nĂŠ pour te dire “Je t´aimeâ€?. (anĂłnimo - 9Âş B)

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Tu es mon soleil! (anónimo - 9º B) Quand je te vois mon coeur balance. Je t´aime. (anónimo - 9º B) Ma vie sans toi est un jour sans soleil! (anónimo - 9º B)


Suplemento

Página 29

Jornal da Guigas

Volume 1, Edição 1

Data do boletim Março 2009

Nesta Edição serão divulgados os trabalhos dos alunos do 12ºAno da nossa escola!

Pontos de interesse especiais:

Margarida

 Projecto Daphnia  Projecto “Ambiente, bem me quer… Bem te quero!”

Este suplemento ao jornal da escola surgiu como meio de me preparar para a minha carreira futura. Iniciei o 12º Ano sem perspectivas delineadas e, ao longo deste ano fui-me apercebendo de qual é, realmente, a minha vocação e esta está inteiramente ligada com a publicidade e o jornalismo. Este suplemento vai divulgar os trabalhos da disciplina de Área de Projecto do 12º Ano e pretende, como tal, perspectivar a comunidade escolar para o que pretendem para as suas carreiras profissionais.

 Projecto “Acessibilidades em Meio Escolar”  Projecto “Blog@r”  Projecto Jornal da Guigas  Projecto “Medicina & Ani mais”  Projecto Escola Electrão  DESTAQUES!

Pombo

Se tiveres alguma sugestão para melhorar o nosso suplemento envia-ma para: margaridapombo@hotmail.com

Projecto Daphnia A Inês e a Filipa, que frequentam o 12º Ano, como pretendem seguir cursos superiores na área da saúde, envolveram-se no projecto de Educação para a Saúde em meio escolar onde desenvolvem vários

projectos de alerta e prevenção. A destacar:

“Projecto Daphnia” que, em parceria com o Visionarium, pretendem testar o efeito de subs-

tâncias psicoactivas no ritmo cardíaco da Daphnia magna estabelecendo analogias com o organismo humano de modo a analogias criadas campanhas de prevenção para o con-

Inês Costa • Medicina

Filipa Gonçalves • Enfermagem


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Suplemento

Projecto “ Ambiente, bem me quer… Bem te quero!” O Élio e o Ricardo frequentam o 12º Ano e, não tendo objectivos de carreira futura delineados no início do ano, envolveram-se num projecto na área ambiental uma vez que de 2007 a 2009 decorrem as comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra. No âmbito deste projecto, coordenam

um conjunto de actividades a serem desenvolvidas por alunos do 8º Ano, turmas B e C, no projecto “Recicl@”, também este último com abordagem a conteúdos referentes aos desequilíbrios ambientais, causas, consequências e propostas de soluções de gestão sustentável. O projecto dos alunos do 12º Ano desenvolve-se, tal como o dos alunos do 8º Ano, com a colaboração de agentes exteriores à escola, pretendendo dinamizar actividades

Em conjunto, os projectos “Ambiente, bem me quer… Bem te quero!” e “Recicl@”, estão no concurso nacional das XIV Olimpíadas do Ambiente, na modalidade Ambiente e Cidadania desenvolvido sob a forma de Projecto com o nome “Ecopolis XXI”, a apresentar até dia 31 de Março à Comissão Organizadora das XIV Olimpíadas do Ambiente. Assim, a nossa escola terá representação neste evento nacional. O produto final deste projecto será uma página web como resumo das actividades desenvolvidas e a produção de um DVD.

Acessibilidade em meio escolar

Margarida Pombo

No início do ano lectivo e ainda sem perspectivas de carreira delineadas, optei por este projecto sobre acessibilidades onde pude desenvolver trabalhos para várias campanhas, tais como o “Projecto Rodinhas”

com o objectivo de angariar tampas de plástico para ajudar na compra de cadeiras de rodas para deficientes motores. Também desenvolvi um projecto sobre as acessibilidades em meio escolar com intuito de alertar e melhorar

as condições escolares

Blog@r

Francisco Nunes Informática

Página 30

O Francisco frequenta o 12º Ano e, como pretende seguir a área da Informática, está a desenvolver o projecto “Blog@r” que consiste no suporte informático dos vários projectos da turma.

Está a realizar o blog “+Saúde” em

http:// daphnia.webs.com

Está a realizar a divulgação do projecto “Ambiente, bem

Volume 1, Edição 1

me quer… Bem te quero!” que actualmente está enquadrado no “ Ecopolis XXI — Ambiente Digital, nome da página que irá a concurso nacional das XXI Olimpíadas do Ambiente na modalidade de Projecto (página


Suplemento

Página 31

Projecto Jornal da Guigas Ao longo deste 12ºAno, fui-me apercebendo da minha vocação para a área da publicidade e do jornalismo e, este projecto “Jornal da Guigas” surgiu como meio de me preparar para a minha carreira futura. Até ao final deste ano lectivo, vou elaborar este suplemento do jornal da escola que consiste em dar a conhecer à comunidade escolar os trabalhos desenvolvidos pela turma A do 12º Ano, para

assim, e com a ajuda de todos, arranjar forma de que toda a informação circule pela comunidade escolar e

tipo de trabalhos podem contar.

Este foi o tema do meu projecto durante o 1º período e parte do 2º. Além do trabalho

deste modo ajude os alunos a tomar consciência de que cursos pretendem seguir na faculdade e com que

Margarida Pombo Marketing e Publicidade Jornalismo

Medicina & Animais A Joana frequenta o 12º Ano e, como pretende seguir medicina veteri- • nária optou por desenvolver várias actividades, tais como:

Em estudo de Parasitoses em Ovinos, foi

assistir a uma autópsia fazendo trabalho de campo com a apresentação de uma reportagem fotográfica.

Joana Maltez Medicina Veterinária

Actualmente está a desenvolver um estudo do efeito das hormonas do crescimento no desenvolvimento e metamorfose em girinos

...está na Escola de 18 a 25 de Março Ano. O Ricardo e o Élio têm também em mãos o Projecto Escola Electrão que se enquadra no projecto “ Ambiente...bem me quer, bem te quero!”citado anteriormente, sendo este projecto do 12º Ano e que coordena o projecto Recicl@ dos alunos que frequentam o 8º

Jornal da Guigas

Também este projecto está inserido no concurso nacional das XIV Olimpíadas do

Ambiente.

Élio Trancas

Ricardo Vieira Página 31


Página 32 Se tiveres alguma sugestão para melhorar o nosso suplemento enviama para:

Assinalando o Ano Internacional do Planeta Terra, e interligando as actividades do projecto Ecopolis XXI, projectos que se cruzam com conteúdos disci-

DESTAQUES:

Poster elaborado para assinalar o dia do não fumador — dia !7 de Novembro — no âmbito do Projecto Daphnia.

O projecto Daphnia está ligado aos efeitos das substâncias psicoactivas e será apresentado de forma resumida durante a semana da cultura, mas terá divulgação nas turmas do 8º ano e do 9º ano. No Final de Abril os alunos do 3º Ciclo irão assistir a um teatro interactivo sobre Substâncias Psicoactivas, no âmbito deste Projecto, e em parceria com o projecto de educação para a Saúde, da nossa Escola, o Programa “ Cuida-te”, o IPJ e a Santa Casa da Misericórdia da Azinhaga. Em Maio, mês do coração, a Escola e o Gabinete de Saúde Escolar vão dedicar o mês a várias actividades relacionadas com a Saúde. Nesta altura está prevista a apresentação do Projecto Daphnia numa sessão aberta, dirigida à comunidade escolar, onde estarão como convidados especiais os alunos do 9º ano e para a qual foi convidado o Presidente da Câmara da Golegã na qualidade de médico. Ainda para esta sessão, as alunas responsáveis pelo projecto Daphnia estão em contacto com o Ciência Viva tentando conseguir que através desta entidade, se desloque à Escola um neurocientista. As mesmas alunas estão ainda em contacto com empresas farmacêuticas, que oferecem formação, tentando que haja alguma no desenvolvimento das acções de sensibilização aos alunos do 3º Ciclo. Para já o Instituto da Droga e Toxicodependência enviou materiais

Jornal Encontro Março 2009  

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