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Jornal de Escola - Fundado em 1990 - Nº 10 - III Série - Dezembro /2009 Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia

Entrevista com o “Tio” Mário Encontro - Há quanto tempo trabalha aqui? Tio Mário - Trabalho na escola vai fazer 6 anos este mês. Encontro - Nesta função quais são os aspectos positivos e negativos que encontra no dia-a-dia da sua função? Tio Mário - O aspecto positivo é o contacto com as pessoas, sendo que não chamando negativo, mas menos agradável, é o facto de por vezes estar muito tempo sem contacto com ninguém, nomeadamente durante os intervalos. (página 5)

O Mestre e o jogo do peão O jogo do pião, praticado intensamente pelos rapazes durante a primeira metade do século passado sobretudo nos

Fazem parte desta edição dois desdobráveis:

 Boletim Informativo da BE/CRE  Segurança na Internet ….

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Periodicidade: Trimestral (Período Lectivo)

Martins Correia Mestre, a Terra e a Obra… Entrevista ao Escultor José Aurélio

Natal

Natal, o tempo das festas … O tempo de estar com a família, o tempo de dar cabo da dieta com coscorões, as azevias, … Tempo dos postais de Boas Festas e, claro, o tempo das prendas, que as crianças tanto anseiam. Quando essas crianças esperam impacientes pelo momento de abrir as prendas, não deviam estar assim. E porquê? Primeiro, porque se uma pessoa estiver entretida e não estiver impaciente, o tempo passa mais depressa. Mas além disso, é muito mais importante, essa tal criança deveria lembrar- se que, no momento em que está a abrir a tão ansiada prenda, muitos idosos estão em casa, sozinhos e abandonados, tendo como companhia, nalguns casos, um animal de estimação; nesse tal momento haverá nas ruas muitos sem-abrigo, inclusive, crianças com frio e com fome, enquanto nós estamos saciados e quentes nas nossas casas. Mas mais triste ainda, é pensar que nesse tal momento estarão centenas de crianças a morrer de fome um pouco por todo o mundo… Como é que será possível que o ser humano seja tão ambicioso e só pense nos bens materiais, havendo tanta gente sem um prato de sopa para comer? Gonçalo Silva - 8º B

Sobre o Mestre Martins Correia, Patrono da Escola Sede, colocámos as seguintes questões ao Escultor José Aurélio:  Como conheceu o Mestre? Em que circunstâncias?  Poderia fazer um retrato do Mestre enquanto pessoa e artista?  - Pode falar um pouco sobre a obra do Mestre?  - Tem dinamizado os Encontros promovidos pela Câmara sobre Martins Correia. Qual o balanço que faz destes encontros?  O centenário do nascimento do Mestre aproxima-se. Estão previstas actividades comemorativas (nível nacional, local,...)? Obtivemos a resposta que publicamos na íntegra: O escultor Martins Correia foi meu professor na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e foi, sem dúvida, um professor que me abriu várias portas no complexo caminho que a escultura obriga a percorrer por quem, ainda jovem, lhe quer dedicar a alma e a vida. Tendo trabalhado nos vários ateliers de Belém, trabalho que, sendo pago à hora, permitia que o estudante que eu então era, não só ganhasse uns tostões, mas ganhasse prática e conhecimento, que a escola nunca tem condições para dar…. (página 8)


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Ficha Técnica Coordenadores (Deste número)

Editorial Este ano lectivo é muito importante para a nossa Escola, que não é uma Escola qualquer, mas sim a ESCOLA MESTRE MARTINS CORREIA. No ano de 1998 o Mestre tornou-se o patrono da nossa Escola, o que foi

Professores: Fernanda Silva Lurdes Marques Manuel André

motivo de grande satisfação e orgulho, já que o Mestre é uma figura ímpar do panorama das Artes, a nível nacional e internacional, era ímpar enquanto ser humano e é filho da Golegã. Se Martins Correia fosse vivo, a 7 de Fevereiro de 2010 completaria 100 anos.. Assim gostaríamos que este ano lectivo fosse um ano de celebração

Alunos: 5º Ano -Turma A Gonçalo Lino Rafael Martinho Madalena Morgado Ângelo Carvalho

do Mestre. Fruto deste desejo, no primeiro número do Encontro publicamos uma entrevista do escultor José Aurélio, que foi aluno e amigo do Mestre e que tem dinamizado em parceria com a Câmara Municipal da Golegã os Encontros com o Mestre, que visam divulgar este escritor. A professora Teresa Cruz encontrou no seu baú duas fotos com o Mes-

5º Ano -Turma B Paulo Caixinha Catarina Piedade Beatriz Escabelado 6º Ano - Turma C Ricardo Carvalho Reprodução Luís Farinha

Propriedade Agrupamento de Escolas Mestre Martins Correia

(Golegã, Azinhaga e Pombalinho)

Sede: Escola Mestre Martins Correia Rua Luís de Camões - Apartado 40 2150 GOLEGÂ Telefone: 249 979 040 Fax: 249 979 045 E-mail: eebs.golega@telepac.pt Página Web: www.eps-golega.rcts.pt

Tiragem 50 exemplares

tre, uma a jogar ao pião com os miúdos e outra a fazer dobragens. A professora partilhou connosco estas fotos que publicamos no nosso jornal e que mostram o homem excepcional que era Joaquim Martins Correia. Deixamos aqui o desafio a todos aqueles que tenham ideias e que queiram celebrar o NOSSO MESTRE. Fernanda Silva, Mª Lurdes Pires Marques, Manuel André


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Entrevista com o Escultor José Aurélio Sobre o Mestre Martins Correia, Patrono da Escola Sede, colocámos as seguintes questões ao Escultor José Aurélio:  Como conheceu o Mestre? Em que circunstâncias?  Poderia fazer um retrato do Mestre enquanto pessoa e artista?  Pode falar um pouco sobre a obra do Mestre?  Tem dinamizado os Encontros promovidos pela Câmara sobre Martins Correia. Qual o balanço que faz destes encontros?  O centenário do nascimento do Mestre aproxima-se. Estão previstas actividades comemorativas (nível nacional, local,...)?

pelo que é fácil entender a razão que me terá levado a aceitar o convite que me foi feito, primeiro pela filha do Mestre, D. Elsa Correia,depois pelo Presidente da Câmara Municipal da Golegã, para encontrar uma forma de preparar, dez anos depois da sua morte, o centenário do seu nascimento que vai acontecer no dia 07 de Fevereiro do próximo ano. Foi assim

Obtivemos a resposta que publicamos na íntegra: O escultor Martins Correia foi meu professor na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, e foi, sem dúvida, um prfessor que me abriu várias portas no complexo caminho que a escultura obriga a percorrer por quem, ainda jovem, lhe quer dedicar a alma e a vida. Tendo trabalhado nos vários ateliers de Belém, trabalho que, sendo pago à hora, permitia que o estudante que eu então era, não só ganhasse uns tostões, mas ganhasse prática e conhecimento, que a escola nunca tem condições para dar. Embora o atelier onde mais trabalhei tenha sido o do escultor Lagoa Henriques, meu amigo e meu orientador, tive o privilégio de frequentar todos os ateliers, de entre os quais destaco o do Mestre Martins Correia, que ficava ali mesmo ao lado e com quem mantive sempre uma relação privilegiada para além da relação escolar. Aliás era fácil ser amigo do Mestre, pois, sendo ele uma pessoa simples e afável, estava sempre disponível para uma boa conversa poética, pois a minha posição em relação à sua obra era a de um admirador. Já considerava então e continuo a considerar a sua escultura uma das raras referências no panorama daquela época. Como jovem aprendiz de feiticeiro, eu buscava na escultura que ia vendo, os elementos qualitativos que melhor podiam ajudar a identificar a minha própria personalidade como “promissor artista”, como o Mestre tanta vez me dizia. E a obra do Mestre era uma das minhas referências não só pela sua qualidade intrínseca, mas também pela leitura histórica que ela representa. Como aluno, muitas vezes discordava de certas posições que ele tomava em relação ao meu trabalho escolar, mas esse facto dava um sabor especial aquelas aulas cujo saldo era sempre positivo. Uma das características que mais admirava nele, primeiro como aluno, depois como profissional, era a sua imensa capacidade de reinventar e a sua permanente busca de novas mitologias sempre ligadas às suas raízes mais profundas.

que surgiu a ideia dos Encontros com Martins Correia, encontros que permitiram de forma clara e bastante concludente, ter a noção da importância que a obra do Mestre tem na memória das várias personalidades que participaram neles. Críticos de arte, artistas e professores de várias gerações falaram da importância de uma obra ímpar na panorâmica da escultura portuguesa e também da figura tutelar que este homem foi como artista multifacetado e como professor de várias gerações de artistas. Quanto às comemorações do centenário do seu nascimento, muitas ideias andam no ar, mas temo que poucas se consigam materializar, pois como todos bem sabemos, a cultura continua a ser uma parente pobre. Assim, penso que vai ser muito difícil conseguir organizar umas comemorações dignas da efeméride e da memória que este escultor nos merece, tanto mais que estamos a dois meses do início do centenário e como acabei de dizer, nada me consta ainda de concreto, nem a nível local nem a nível nacional. Apesar desta nota negativa, é com natural satisfação que eu desfiei estas memórias para o Jornal Encontro, jornal que reflecte o pulsar de uma escola da sua terra, que ostenta orgulhosamente o seu nome. Como aluno, como amigo e como admirador da sua obra, não podia deixar de participar nesta evocação. José Aurélio - Alcobaça/2009

Como se pode ver pelas palavras que acabei de escrever, o Mestre tem um lugar bastante significativo na minha memória,


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Mestre Martins Correia

Convém ter opinião

O Mestre e o jogo do peão

Crianças e Adolescentes de Ontem e de Hoje

O jogo do pião, praticado intensamente pelos rapazes durante

Abaixo descreverei o diferente modo de vida na infância e na adolescência de três gerações bem distintas.

a primeira metade do século passado sobretudo nos pátios das escolas, é um daqueles jogos tradicionais que continuam a ser uma fonte de inspiração para crianças, jovens e idosos, que através da sua prática, não só desenvolvem e mantêm a sua saúde física, mas também as suas capacidades mentais. Nesta perspectiva, há alguns anos atrás tentámos que, durante alguns dias, no período do intervalo, os nossos alunos aceitassem o desafio de “lançar o pião”. Recordo que, na altura, ficávamos deliciados quando alguém com mais idade por ali passava e não resistia a mostrar as suas habilidades. O mestre Martins Correia não foi excepção. Temos a certeza que ele se divertiu bastante naqueles momentos – ou não soubéssemos nós o quanto ele gostava de contactar com as crianças. Teresa Cruz

Durante uma Visita de Estudo fazendo dobragens papel

em

Os meus avós maternos nunca souberam o que é ser criança. Com seis anos, já o meu avô ia guardar cabras. Quando era pequeno, os pais do meu avô iam para a eucaristia e ficavam lá muito tempo; os filhos ficavam em casa. O meu avô, recém-nascido, chorava com fome, mas era impossível saciá-lo, visto que os pais se encontravam ausentes. Se ele não morreu de fome, é porque uma das suas irmãs mais velhas o punha debaixo das tetas duma cabra, para que ele bebesse leite e se saciasse. Era assim a vida. A minha avó, por ser rapariga, não iria certamente guardar cabras, mas trataria concerteza da lida da casa. Os pais da minha avó eram abastados; possuíam terrenos, olivais e pinhais; a minha avó era filha única e como tal pode desfrutar de toda a atenção dos pais. Os meus bisavós eram analfabetos, mas fizeram questão que a minha avó fosse para a escola. Tanto a minha avó como o meu avô tiraram a 4ª classe e só não seguiram os estudos porque só para ingressar num liceu era necessário pagar uma quantia que nenhuma das duas famílias conseguiria suportar. Acima referi que os meus bisavós eram analfabetos. Eram-no, de facto, mas só pelo facto de não saberem ler nem escrever, eles sabiam contar dinheiro, fazer o troco, sabiam as fases da lua… A minha avó adorava andar na escola e por mais estranho que pareça o que mais gostava de fazer era localizar povoações no mapa de Portugal. A minha avó era a princesa no meio dos plebeus. Muitas raparigas e rapazes havia que iam para a escola descalços (como o meu avô, que percorria sete quilómetros para ir à escola e fazia esse percurso descalço fizesse frio ou calor) e com a roupa rota; contudo, a minha avó nunca andou descalça, pois, todos os anos, os três (o pai, a mãe e a filha) iam ao sapateiro encomendar novos sapatos. Visto que nesta altura não existiam cantinas escolares, o almoço era levado de casa. A maioria das crianças levava pão com azeitonas ou só pão (no caso das mais pobres)


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Convém ter opinião Mais uma vez, a minha avó era uma princesa; levava ou pão com chouriço (ainda que pouco) ou pão com queijo. Numa altura em que não existiam autocarros escolares, o percurso entre casa e a escola era feito a pé. Por vezes, a minha avó dizia para a mãe “Mãe, tenho fome.”. A minha bisavó respondia “Vai à gaveta buscar pão e azeitonas e come.”. A minha avó fazia uma cara triste e a minha bisavó, já sabendo do desejo da filha, cortava-lhe um pouco de chouriço, que a filha comia radiante e felicíssima. Os meus avós paternos também não souberam o que é ser criança. Porém, a infância dos meus avós paternos foi muito pior do que a dos pais da minha mãe. A minha avó, com sete anos, já ia com as irmãs servir para a casa de ricos proprietários agrícolas da zona. Mais tarde, também com as irmãs, ia para a apanha do tomate e de outras culturas, nomeadamente a vindima. A sua educação foi marcada pelas palmadas e pelas estaladas. Houve, inclusive, uma vez que levou tareia só por ter comido o ovo que era para o seu pai. Infâncias tristes, estas… Mas não fica por aqui… Falo agora da infância e adolescência dos meus pais. O meu pai, tal como a minha avó e o meu avô (paternos, obviamente), também levou tareia muitas vezes e por coisas insignificantes. Por exemplo, houve uma vez que levou tareia só por ter comprado uma caneta; numa outra ocasião levou com um tubo de gás porque estava a brincar com o irmão com um pouco de argamassa do pai. Os seus brinquedos eram piões de madeira e carrinhos feitos com rolhas de garrafas de vinho. A minha mãe, tal como a minha avó materna, era também uma princesa, noentanto não era tanto como a mãe, pois já não havia a miséria de outrora. Nunca levou tareia, só uns abre-olhos e uns enxota-moscas, mas com pouca

força. Pode dizer-se que a minha mãe teve uma infância e adolescência boa. Tanto a minha mãe como o meu pai puderam prolongar os estudos (não chegando, contudo, ao ensino superior). Nada de muito extraordinário há a dizer sobre esta geração. E agora nós! Pois é, chega a altura de falar de nós, os adolescentes de hoje e adultos de amanhã. E que dizer de nós? Pois bem, aqui vai. Andamos na escola porque somos obrigados (a maioria pensa assim) e a escola é aborrecida. Temos computador só para nós, com internet e tudo mais. Telemóvel e a carteira sempre com dinheiro para gastar. Andamos com a roupa que é moda, ou seja: calças rotas com cós descaídos e outros absurdos. Num ano temos vários pares de sapatos (ou ténis) e muita roupa. Temos quase tudo e mesmo assim ainda queremos mais. Já falei da juventude de três gerações. E que posso concluir? Conclui-se então que os jovens de hoje não sabem (a maior parte) o que é

trabalhar para ter alguma coisa; só sabem pedir e mesmo tendo tudo ainda querem mais um pouco. Falei que a minha avó tinha um par de sapatos por ano; hoje em dia, a maior parte dos jovens terá pelo menos dois ou até mais pares de sapatos por ano. Referi também que antigamente muitas crianças iam rotas para a escola; essas crianças adorariam poder ir bem vestidas (com roupa sem ser rota e gasta) para a escola, contudo, isso era impossível. Admira-me, portanto, que muitos

jovens tenham prazer em andar com roupa rota e afins. Qual seria a criança que, hoje em dia, ficaria radiante por, em vez de comer pão e azeitonas, comer pão e chouriço??? A minha avó ficava radiante, contudo actualmente isso é altamente improvável se não mesmo impossível. Por exemplo, um filho pede à sua mãe que lhe compre umas sapatilhas caras. A mãe faz-lhe a vontade e compra-as. O filho, supostamente, ficaria muito feliz, contudo, acontece que, geralmente, depois de receber as sapatilhas (e quem diz sapatilhas diz outra coisa qualquer) já está a pensar que quer outras e não fica feliz e quer sempre mais e mais e mais e ainda mais um pouco; não se contenta com o que tem. Agora vejamos, não é só com um simples par de sapatilhas, como referi acima, que isto irá acontecer; o jovem continuará a crescer e irá ficando cada vez mais ambicioso. E como o ditado diz “Quem tudo quer, tudo perde”, é o que acabará por acontecer mais tarde ou mais cedo, a ambição é tal que acabarão por perder tudo. Saber poupar também é uma coisa que os jovens de hoje em dia não sabem fazer. A mãe recebia semanalmente algum dinheiro para comprar as senhas de almoço. Como sobrava sempre dinheiro, ela guardava-o para o gastar noutra ocasião (foi assim que pagou muitos lanches ao meu pai). Hoje em dia, um jovem não seria capaz de tal coisa (a maioria). Esse mesmo troco, em vez de ser guardado para o caso de ser necessário, seria logo gasto em algo sem utilidade nenhuma e, por vezes, prejudicial à saúde. Agora vejamos, os meus avós viveram a juventude como viveram e tudo era alegre e divertido, mesmo que fosse a coisa mais simples do mundo. Com o muito pouco que tinham, viveram a juventude como puderam. E viveram-na felizes. Os meus pais, idem. Porém, para a juventude actual seria


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Convém ter opinião impossível viver como os meus pais (já nem falo dos meus avós), sem telemóvel, sem computador, sem televisão… Acontece que hoje em dia as crianças nunca estão satisfeitas, são ambiciosas, querem tudo e mais um pouco. Mas existe outro mal, muito maior que é o seguinte: a juventude actual vive apenas e somente das aparências. Aparentem ser uma coisa, contudo são outra bem diferente. E mais, a maioria dos jovens de hoje não sabe o que é amar. Hoje em dia, os rapazes e raparigas quando chegam à idade dos “namoricos”, olham mais para as aparências do que para o feitio do(a) parceiro(a). Um rapaz prefere (maioritariamente) uma rapariga que seja bonita, que tenha um corpo invejável e que seja rica, mesmo sendo arrogante e má, do que uma rapariga que não seja tão bonita, e que não viva muito bem, mas que tenha um coração de ouro. Uma rapariga prefere (maioritariamente) um rapaz que seja bonito, se vista de acordo com a estúpida moda actual e que seja rico (mesmo que seja mau e bruto) do que um rapaz que não tenha grande beleza, que tenha uma maneira diferente de se vestir e que seja pobre, mas sendo honesto e sincero. Gostar de um rapaz ou de uma rapariga pelos motivos acima descritos não é amar. São poucos os que hoje em dia sabem amar de verdade e isto não se reflecte

Generosidade Esta história foi-me contada por um missionário que esteve em Moçambique durante um ano e ilustra bem uma realidade actual acerca da generosidade; por vezes, quem é pobre é mais generoso do que quem é rico. Eis o que ele me contou: “Uma manhã, ia eu para a paragem do autocarro e ia à minha frente um rapaz de seus dez ou onze anos, que também ia apanhar o autocarro. A certa altura, vi uma rapariga de seus sete ou oito anos, a pedir esmola. Não lhe dei nada, porque só tinha o dinheiro para o autocarro. Qual foi o meu espanto quando vi o rapaz dar todo o dinheiro que tinha

HALLOWEEN

(que seria para o transporte) à rapariga

Aos poucos, a comemoração foi-se

e fazer o percurso de autocarro a pé.”

tornando pública e muitos rituais come-

Eu próprio, já presenciei situações semelhantes.

çaram a ser praticados, mas sempre em tom de brincadeira, como adivinhas

Um certo dia, estive a vender senhas de estacionamento num parque. Os valores da senha eram três euros, que revertiam a favor dos escuteiros que frequento. Muita gente entrou e pagou os três euros, houve, inclusive, alguns que não quiseram o troco. A certa altura, chega uma mulher no seu descapotável, vestida de casacos

e jogos para saber quem iria casar ou

de peles, relógio de ouro e outros

ganhar muito dinheiro naquele ano.

luxos.

só nos “namoricos”. Reflecte-se também na família. Um filho terá tendência a gostar mais dum pai ou duma mãe que lhe dá tudo o que pede sem ter de fazer nada, do que um pai ou uma mãe cujo filho realiza várias tarefas e não tem tudo o que quer. É triste verificar como tudo isto é verda-

Com isso o costume de festejar a data

Quando eu lhe disse que eram três

foi ganhando adeptos, principalmente

de. Os filhos são o espelho dos pais. Oxalá que a próxima geração seja o reflexo invertido da nossa.

dão.

Gonçalo Silva – 8º B

euros, ela disse “Vou dar uma volta e já cá venho”. Contudo, não apareceu. É assim é a triste realidade. Os que menos têm são os que mais dão. Os que mais têm são os que menos Supostamente, deveria ser o contrário, mas infelizmente não o é. Gonçalo Silva - 8ºB

entre crianças e adolescentes. Levado para os Estados Unidos pelos colonizadores, o Halloween é, hoje em dia, uma das festas mais populares do país. Fantasiados conforme manda o figurino fantasmagórico, meninos e meninas percorrem as casas vizinhas repetindo

a

frase:

"Trick

or

Treat?" (travessuras ou gostosuras), e recebem doces em troca do sossego dos donos da casa.


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Entrevista com o “Tio” Mário Encontro - Há quanto tempo trabalha

Página de EMRC Natal

O RACISMO, sim ou não?

Sempre que duas pessoas se perdoam , é Natal. Sempre que tu ajudas alguém, é Natal. Sempre que tu experimentas dar à tua vida um novo sentido, é Natal. Sempre que tu olhas tudo com os olhos Do ”coração” e com um sorriso nos lábios, é Natal. E buscando o melhor de cada um, aquilo que oferecemos sem saber todos dias, é que faz o espírito viver cada dia mais forte. Natal é todos os dias quando o espírito de Natal está diariamente entre os homens. Natal é esperança.! Natal é paz! Natal é AMOR! Natal é esperança num Mundo Melhor!

Caros colegas venho hoje falar sobre

aqui? Tio Mário - Trabalho na escola vai fazer 6 anos este mês. Encontro - Nesta função quais são os aspectos

positivos

e

negativos

que

encontra no dia-a-dia da sua função? Tio Mário - O aspecto positivo é o contacto com as pessoas, sendo que não chamando negativo, mas menos agradável, é o facto de, por vezes, estar muito tempo sem contacto com ninguém, nomeadamente durante os intervalos. Encontro - Sente-se tio? Tio Mário - Sim, muitas vezes, tal como os mesmos colegas, sou tio, pai, mãe. Mas o mais gratificante é ser amigo de todos. Encontro - Conte uma situação engraçada que tenha ocorrido na sua função?

um assunto que está cada vez mais a afectar a nossa sociedade: o RACISMO. Hoje em dia, o RACISMO está presente em todo o Mundo. Muitas vezes existem conflitos entre pessoas de etnias diferente, pessoas de cor diferentes… pessoas diferentes. O RACISMO é a desigualdade entre as pessoas. Todos nós acabamos por ser um pouco racistas, porque em todo o lado existem pessoas diferentes de nós e, quer queiramos quer não, tratamo-las de

Tio Mário - Hum, talvez uma vez que me

forma diferente (por exemplo um jovem

enganei ao colocar o cartão identificativo,

de etnia cigana ou de religião diferen-

pois em vez de colocar o meu, coloquei o de

te). O RACISMO já não é só aquela

um colega e como a fotografia que o cartão tem, não era a minha, os alunos é que

coisa de preto e branco, é fundamen-

“descobriram” o meu erro e riram imenso, tal

talmente a diferença entre uma e outra

como eu.

pessoa.

Encontro - Qual a situação mais difícil

Como dirsse Martin Luther King, que

porque passou?

fez a maior Marcha Nacional em

Tio Mário - Felizmente ainda não tive

Washington e na qual participaram

nenhuma situação muito difícil ou menos

cerca de 250 000 pessoas contra o

agradável.

RACISMO: ”Será que um dia, todos os Encontro - Gostaríamos de saber se as

filhos de Deus, pretos e brancos, serão

pessoas que aqui passam (alunos, funcionários, pais, …) o costumam cumpri-

capazes de se dar as mãos e cantar a

mentar.

letra do velho espiritual negro: Final-

Tio Mário - Esse aspecto é um dos que mais me deixa feliz, porque 99% das pessoas, cumprimenta-me sempre. De manhã então, quase fico afónico de tanto dizer bom dia. Encontro - Quando se lhe dirigem de que forma o fazem? Tio Mário - Até hoje, só por uma vez, um aluno foi indelicado na forma como se dirigiu a mim. Mas, tal como na questão do cumprimento, as pessoas são cordiais e educadas para comigo.

Símbolos de Natal O Natal- O Natal surge como o aniversário de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes. Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d. C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data de 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu Nascimento.

mente livres, finalmente livres. Obrigada, Deus Todo-Poderoso, somos finalmente livres”. Como vêem, o RACISMO é horrível e só as pessoas que passam por situações de exclusão, de marginalização é que sabem o que é o verdadeiro RACISMO. Por isso, não sejam racistas, porque o RACISMO por vezes mata. Bruno Vedor


Página 8 „‟Imagine-se a aconselhar um colega de turma para obter bons resultados escolares.‟‟ 1º Revê, diariamente, as matérias. Se dispensares pelo menos trinta a quarenta minutos do teu dia, terás oportunidade de rever a matéria. Deste modo, consegues debelar algumas dúvidas que tenhas e apercebes-te de que tens questões a discutir com o professor. Esta é a forma de teres a matéria sempre presente, o que te irá ser, de certeza, muito útil. 2º Sê positivo e mostra-te empenhado. Não desistas facilmente. Retira a expressão „‟Não consigo‟‟ da mente quando enfrentas um problema. Lembra -te: só a morte não tem solução, de resto, tudo se consegue. Mostra-te sempre empenhado, mas nunca te esqueças que isso não basta, empenha -te! 3º Mantém-te informado. Tenta estar sempre informado, mesmo em áreas que não te suscitem um interesse acentuado. Para além de ser importante estares sempre actualizado, dessa forma consegues também retirar conhecimentos escolares, pois há sempre casos em que uma boa cultura geral ajuda bastante. 4º Não deixes acumular os assuntos. Não te acanhes. Dissipa as tuas dúvi-

Ouvir é esquecer… Ver é recordar… Fazer é compreender… A maioria das pessoas gostava de ouvir sempre aquilo que lhe convém mas, como todos sabemos, isso não é possível, por isso quando ouvimos algo que nos agrada, algo que nos faz sentir bem, felizes, não esquecemos assim tão facilmente o que nos foi dito. Mas, quando nos dizem algo que não é do nosso agrado tentamos esquecer, tentamos não guardar na nossa memória aquela citação. Quanto à frase “ver é recordar” o que retiro quando a leio é que quando vemos algo interessante, como por exemplo um monumento lindíssimo, quando vemos alguém que é muito especial somos capazes de não esquecer completamente o que vimos, mas ficamos apenas com uma vaga ideia, mas quando vemos algo absolutamente terrível, algo que não gostamos e que é o que mais desejamos esquecer, não conseguimos, não nos sai da memória. A frase “fazer é compreender” é um pouco relativa, pois podemos fazer coisas que pensamos que são o mais correcto mas, por vezes, os outros não compreendem e às vezes ainda nos repreendem. Há outras coisas que só fazemos para as podermos compreender, para as percebermos melhor. Concluí que só nos lembramos dos maus momentos da vida! Inês Severino, nº9

das assim que puderes. É importante não deixares acumular assuntos, pois podes acabar por esquecer questões úteis.

Ouvir é esquecer... Ver é recordar... Fazer é compreender...

5º Participa activamente nas aulas. É importante que participes nas aulas. Deste modo, para além de consolidares, reveres e compreenderes melhor a matéria irás aperceber-te de eventuais dúvidas. 6º Aceita os conselhos dos professores. Vê sempre o professor como um amigo. Desta forma deverás sempre ouvir e respeitar os conselhos que este te dirige. Ana Cristina Silvério

Todos os dias ouvimos, vemos e fazemos coisas que mais tarde esquecemos, relembramos e até compreendemos. A grande maioria daquilo que ouvimos acabamos por esquecer. É claro que não esquecemos instantaneamente algo que nos disseram, por mais simples e banal que isso seja. Talvez até nos lembremos disso no dia seguinte, mas provavelmente uma semana depois não nos recordamos. Mas todos nós nos lembramos de coi-

sas que ouvimos há meses, anos ou até décadas e que nunca esqueceremos. Tudo aquilo que ouvimos e que nos marcou pelas melhores e piores razões é difícil de esquecer e por muito tempo que passe será sempre relembrado. Para mim ouvir não é esquecer e, por muito tempo que passe será sempre relembrado. Para mim ouvir não é esquecer, pois tudo aquilo que foi importante nós ouvirmos, será sempre relembrado. Podemos recordar coisas que ouvimos, dissemos ou até sentimos só ao olhar para um objecto. Quando vemos uma fotografia do nosso passado, essa faznos recordar aquele momento, mesmo que por vezes o tenhamos esquecido. Quando só nos explicam como algo é feito, por vezes não compreendemos completamente, mas quando fazemos as coisas temos uma percepção diferente destas, o que muitas vezes nos ajuda a percebê-las. Constança Branco - 11ºA

Desde a nossa infância à nossa velhice que falamos, ouvimos, fazemos, aprendemos, fazemos memórias, … Mas por vezes o que ouvimos, esquecemos e por mais que nos tentemos lembrar, não conseguimos. Tal como acontece a muitas pessoas, principalmente na escola, quando temos de ouvir algo pouco tempo depois já não nos recordamos. Ou então quando não queremos ouvir nada nem ninguém e nos ausentamos psicologicamente, isolamo-nos num momento de silêncio, olhamos para o vazio e apenas pensamos. Muitas das coisas que vimos tornam-se recordações ou memórias, momentos únicos que gostamos de recordar para nos sentirmos melhor, ou então quando voltamos a algum local ou reencontramos alguém de quem temos memórias. O que nós aprendemos, por vezes não é muito fácil compreender, como por exemplo as lições da escola ou uma receita de culinária, só depois de fazermos e praticarmos bem é que compreendemos, percebemos o que realmente nos ensinaram. Quando alguém tem um problema e nós damos a nossa ajuda e esse alguém não aceita, nós podemos ficar aborrecidos ou chateados. Mas se


Página 9 passarmos, mais tarde, pela experiência desse problema, já compreendemos o porquê desse alguém não ter aceite a ajuda. Cláudia Nunes 11ºA

Comparação das palavras

ela. -Sim é, e de facto é verdade, assim podes aprender que realmente deves aceitar os conselhos dos professores, pois eles dão-te formas de progredir e apenas te tentam ajudar ao aconselhar -te.

Generosidade Esta história foi-me contada por um missionário que esteve em Moçambique durante um ano e ilustra bem uma realidade actual acerca da generosidade; por vezes, quem é pobre é mais

As palavras têm mais poder do que imaginamos e outras mais força do que podemos ter. As palavras são como as pessoas umas feias e outras bonitas, umas amigas e outras inimigas. As palavras são como os alimentos, umas doces e outras amargas. As palavras são como os animais, umas selvagens e outras domésticas. Há muitas palavras, todas elas com significados diferentes e algumas com significados iguais mas diferentes, como as pessoas, todas iguais todas diferentes. Fábio Oliveira - CEF D

É também importante que participes activamente nas aulas - expliquei eu. -Sabes bem que não gosto de falar nas aulas, já é suficiente quando tenho de responder a perguntas colocadas pelos professores – disse a Maria. -Vais ver que se participares mais vais interessar-te pela matéria e perceber tudo muito mais facilmente. Ninguém disse que é fácil, mas resulta – respondi eu. -Está, está bem, deste-me razões suficientes para tentar. Obrigada – agradeceu a Maria. A verdade é que os resultados da Maria melhoraram significativamente. Leonor Nunes - 11ºA

A Maria foi baixando as notas ao longo das últimas semanas e não se sentia nada optimista, por isso fui falar com ela e tentar acalmá-la. -Maria, o mais importante a fazer é reveres todos os dias a matéria que deste nesse dia, assim vais perceber a matéria mais rapidamente e podes inclusivamente detectar as dúvidas que tens mais cedo e assim esclarecê-las na aula seguinte. Isto vai poupar-te imenso tempo quando estudares para o teste, uma vez que já sabes a maioria da matéria leccionada. – aconselhei-a eu. -Sim, isso é fácil de dizer, fazer é que é um pouco mais complicado! – respondeu-me a Maria um pouco exaltada. -Calma, sê positiva e empenha-te. Seres negativa não te ajuda em nada, para além de que se te empenhares o suficiente irás ser capaz de melhorar as notas. A estratégia é não deixares acumular os assuntos, pois se o fizeres vai ser muito mais difícil conseguires perceber tudo e mantém-te informada, tenta saber mais sobre os assuntos leccionados nas aulas, sê curiosa e interessa-te pelas matérias - disse-lhe a fim de a ajudar. -Está bem, mas isso é o que os professores estão sempre a dizer. - retorquiu

Ouvir é esquecer. Muitas vezes só ouvimos aquilo que queremos, o que nos faz sentir bem e não nos provoca mágoa. Outras vezes, quando ouvimos o que não desejamos fazemos tudo para o esquecer. Ver é recordar. Quando vemos algo que nos toca, essa imagem fica guardada no nosso pensamento. É frequente aquilo que vemos fazer-nos crescer, seja o acontecimento que presenciamos positivo ou negativo. Quando uma visão se torna uma lembrança que não vai ser esquecida, essa lembrança vai marcar-nos e por vezes até mesmo alterar aquilo que pensamos ou a forma como agimos. Fazer é compreender. O que fazemos ajuda-nos a aprender e a conhecer não só a nós próprios como aos outros. Por vezes tentamos recordar apenas as coisas benéficas que fazemos e esquecer todos os actos incorrectos. Porém é quase impossível, pois são esses que por mais que tentemos apagar ficam guardados. Ouvir é esquecer, ver é recordar, fazer é compreender, ainda assim é o que ouvimos, vemos e fazemos que nos faz continuar a construir aquilo que somos. Leonor Nunes - 11ºA

generoso do que quem é rico. Eis o que ele me contou: “Uma manhã, ia eu para a paragem do autocarro e ia à minha frente um rapaz de seus dez ou onze anos, que também ia apanhar o autocarro. A certa altura, vi uma rapariga de seus sete ou oito anos, a pedir esmola. Não lhe dei nada, porque só tinha o dinheiro para o autocarro. Qual foi o meu espanto quando vi o rapaz dar todo o dinheiro que tinha (que seria para o transporte) à rapariga e fazer o percurso de autocarro a pé.” Eu próprio, já presenciei situações semelhantes. Um certo dia, estive a vender senhas de estacionamento num parque. Os valores da senha eram três euros, que revertiam a favor dos escuteiros que frequento. Muita gente entrou e pagou os três euros, houve, inclusive, alguns que não quiseram o troco. A certa altura, chega uma mulher no seu descapotável, vestida de casacos de peles, relógio de ouro e outros luxos. Quando eu lhe disse que eram três euros, ela disse “Vou dar uma volta e já cá venho”. Contudo, não apareceu. É assim é a triste realidade. Os que menos têm são os que mais dão. Os que mais têm são os que menos dão. Supostamente, deveria ser o contrário, mas infelizmente não o é. Gonçalo Silva ( 8ºB)


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Problema da Quinzena PROBLEMA DA QUINZENA – Nº 1

Um mealheiro recheado de quase nada!

PROBLEMA DA QUINZENA – Nº 4

Os animais da Joana

A Joana, o Tiago e o André são irmãos. Partiram o mealheiro e viram que tinham 3 euros em moedas de 10 cêntimos. O número de moedas de 10 cêntimos era igual à soma das idades dos irmãos. Resolveram, então, repartir as moedas de

A Joana tem 7 animais de estimação.

acordo com as idades. A idade da Joana

Possui cães e gatos.

é o dobro da idade do Tiago e o André

Cada cão come 5 biscoitos por dia e cada gato4.

tem 2 anos a mais do que o Tiago

A Joana tem de comprar 32 biscoitos por dia.

Com quantas moedas ficou cada um dos irmãos?

PROBLEMA DA QUINZENA – Nº 2 Um bando de patos bravos está de partida para outras paragens. Ao fim do primeiro dia, 2 patos, que já vinham doentes, acabaram por morrer. No segundo dia, juntaram-se ao

Quantos cães e quantos gatos possui a Joana?

bando 7 novos patos bravos que se tinham perdido de um outro bando. No quarto dia, um caçador furtivo matou 3 patos. No quinto dia, 5 patos, que estavam cansados, ficaram para trás. No sexto dia, juntaram-se ao bando tantos patos quantos o bando ainda tinha. Ao sétimo dia, chegaram ao seu novo lar e alguém contou 36.

Quantos patos eram à partida? PROBLEMA DA QUINZENA – Nº 3

Quantas mesas tem a sala de aula? As mesas de uma sala de aula são individuais e estão arrumadas por filas. Cada fila tem o mesmo número de mesas. O Zé senta-se na segunda fila da frente, que é a terceira fila a contar de trás. O seu lugar é o terceiro a contar da esquerda e o quinto a contar da direita. (Mostra, através de um esquema, como chegaste à tua resposta)

PROBLEMA DA QUINZENA – Nº 5 Quantos tijolos faltam para tapar a parede


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Clube da Matemática O Mistério do BI Com certeza já se questionou sobre o significado do dígito que se segue ao número do BI. É provável que já tenha ouvido várias especulações sobre a informação codificada naquele dígito, especialmente aquela que afirma que o dito número é a quantidade de cidadãos com um número igual. A verdade é que o dígito é apenas um dígito de controlo, servindo, entre outras coisas, para verificar se o número do BI foi bem escrito, ou seja, não tem informação adicional sobre nada que nos diga respeito para além do nosso próprio número do BI.

Como encontrar o dígito de controlo? Tomemos como exemplo o número 12158887 e construamos a seguinte tabela: Sendo os múltiplos de 11 o 0, 11, 22, 33, 44, 55, 66, 77, 88, 99, 110, 121, 132, 143, 154, 165, 176, 187, 198. O múltiplo de 11 a seguir ao 180 é o 187 e a diferença é 7. Pois é, 7 é o número de segurança deste B.I. Agora que já sabe o algoritmo para encontrar o número de segurança, experimente no seu B.I. Para informações aprofundadas acerca deste tema, recomendamos o livro: O Mistério do Bilhete de Identidade e Outras Histórias de Jorge Buescu, Crónicas das Fronteiras da Ciência, Lisboa: Gradiva, 2002.

Como verificar se o dígito está correcto? Vamos tomar como exemplo o número 9922333 – 3. Para verificar se o número está correcto vamos efectuar alguns cálculos multiplicando, da direita para esquerda (começando no algarismo suplementar), cada algarismo pela sua posição na contagem, da seguinte forma:

Obtemos então 8 resultados diferentes: 72, 63, 12, 10, 12, 9, 6, 3. Em seguida, somamos estes valores obtendo: 187. Para finalizar, dividimos este valor por 11 e se, como neste caso acontece, obtivermos resto 0 na divisão, então o número está correctamente escrito. 187 : 11 = 17, RESTO 0! -> O número está bem escrito

A falha deste sistema Contudo, o método usado nos BI tem um erro. Suponhamos os números de BI 6617080-0 e 6617085-0 e façamos as contas. Depressa se verificará que há aqui uma incongruência pois se no segundo as contas efectivamente dão resto 0, no primeiro isso já não acontece pois obtém-se... 1! A justificação é simples: ao dividirmos qualquer número por 11, o resto da divisão pode ir de 0 a 10. Ora, como o sistema adoptado nos BI pressupõe o uso de um número de controlo de apenas 1 algarismo, se este número for 0, tanto poderá valer efectivamente 0 como 10! Esta é uma falha que afecta quase 10% dos portugueses e que, ao contrário dos ISBN onde este problema foi solucionado pelo uso de letras (X=10), no caso dos nossos documentos de Identificação, tenha sido por preguiça ou por distracção (qual deles o mais grave), o erro persiste.


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Oficina da Música Recepção aos alunos polacos da Escola Ruy de Barbosa de Varsóvia No dia 16 de Outubro de dois mil e nove, pelas 10.00 horas, os alunos da Oficina da Música realizaram, na BE/CRE, uma breve recepção aos alunos polacos da Escola Ruy Barbosa de Varsóvia. Apresentaram a “Canção da alegria” entoada e instrumentada com flauta de bisel, com suporte musical. Esta canção baseia-se num dos temas da 9ª Sinfonia de Beethoven. Há ainda a salientar a coreografia, realizada pelos alunos Miguel Ângelo e Rita Martinho, do 7º B, que acompanhou a canção. Esta actividade proporcionou o intercâmbio entre escolas de diferentes nacionalidades e culturas. Realizou-se em articulação com a BE/CRE. Os alunos participantes mostraram-se entusiasmados.

Serviço de Psicologia e Orientação O Serviço de Psicologia e Orientação iniciou, no mês de Novembro, um Programa de Orientação Escolar e Profissional dirigido aos alunos do 9.º ano do nosso Agrupamento. Este ano surgiu a oportunidade de se implementar este projecto nas aulas de Área de Projecto, dando assim oportunidade a todos os alunos de poderem beneficiar dele. Este projecto conta com periodicidade semanal, num total de 17 sessões. Para além das sessões em contexto de Escola, serão planificadas outras actividades de exploração vocacional, nomeadamente, uma visita de estudo à FUTURÁLIA, realização da Feira das Profissões, onde estará incluída a possibilidade de se realizarem entrevistas a profissionais, exploração através

Participação da Oficina da Música e da disciplina de Português do 11º ano, na comemoração do “Dia do não fumador”

do recurso às novas tecnologias de comunicação e informação, sessões com os utentes da Santa Casa da Misericórdia de Golegã e Azinhaga, contacto com Faculdades, etc. Este projecto propõe-se apoiar na construção do processo de desenvolvimento pessoal e profissional dos nossos jovens, não cabendo à Psicóloga definir o “caminho” mais indicado para cada um deles, mas sim apoiá-lo na construção do seu Decorreu no dia 17 de Novembro do corrente ano, na BE/ CRE, pelas 10.00 horas, a comemoração do “Dia do não fumador” por uma aluna da Oficina da Música e um grupo de alunas do 11º ano, em articulação com a BE/CRE, Projecto Educação para a Saúde e disciplina de Ciências da Natureza.. A aluna Rita Martinho, do 7º B, acompanhou à guitarra as referidas alunas, aquando da leitura de poemas alusivos ao “Dia do não fumador preparados nas aulas de Português, com a professora Fernanda Silva. A referida aluna executou vários “acordes” arpejados, preparados ao longo das sessões da Oficina da Música.

projecto de vida escolar/profissional. No entanto, as decisões que os jovens forem tomando não decidem, necessariamente, todo o seu futuro, uma vez que novos interesses, novas informações, bem como novas oportunidades vão surgindo contribuindo assim, para a alteração das suas escolhas iniciais, sendo assim, um processo em desenvolvimento contínuo. Ao longo deste percurso os jovens deverão contar com a participação da Psicóloga Educacional (enquanto técnica especializada na área) e de outras pessoas igualmente importantes, com quem os jovens se relacionam, desempenhando assim um papel essencial no seu desenvolvimento da vida. Para isso contamos com os amigos, colegas, professores, pais e outros familiares com quem os jovens possam partilhar experiências, sonhos, dificuldades, projectos e opiniões. Esta partilha, de forma directa ou indirecta, vai acabar por ter influência nas decisões que os mesmos vão tomando ao longo da vida. Paula Martins - Psicóloga Educacional


Página 13 Capas de EVT

Visita de Estudo do 5º ano

Assim que começa o ano escolar, é necessário que cada aluno crie uma capa para os trabalhos da disciplina de

No dia 25 de Novembro, os alunos do 5º ano visitaram o Centro Cultural de Belém para verem e participarem na actividade “Quick, Quick, Slow”. Lançando um olhar pelo século XX, a exposição pretendia mostrar a dimensão do tempo no design gráfico, com as influências entre grafismo impresso e o animado. Quick, Quick, Slow explora o modo como os designers têm

articulado em diferentes posições sequenciadas. Estava prevista a visita jogo “Colagens Bailarinas”, ligada à arte plástica, pintura, corte e recorte de papel, deixando que cada aluno fizesse a sequência de movimentos. Contudo esta actividade não foi realizada, tendo sido substituída pela anteriormente referida. Os

participantes na visita consideraram-na interessante mas, segundo alguns, tudo ficou aquém das expectativas.

Visita de Estudo do 6º ano

Educação Visual e Tecnológica. Com esta actividade os alunos abordam vários conteúdos, nomeadamente o Ponto e a Linha, a Medição, Traçado de Rectas, Desenho de Letra e técnicas mistas para decoração da capa. Para a decoração da capa é diversificado de turma para turma aprendendo outro conteúdo ou técnica de trabalho plástico. Desta vez, os alunos do 6º A e C abordaram o Movimento e Ritmo da Linha e a influência da Cor nesse movimento aparentemente produzido. Estes são apenas alguns dos trabalhos realizados. Apreciem.

No dia 27 de Novembro, os alunos do 6º ano visitaram a Fundação Calouste Gulbenkian. Durante a manhã, no Grande Auditório, os participantes na visita desfrutaram de um concerto comentado “Paisagens Sonoras”, baseado nas obras de Felix Mendelssohn-Bartholdy por Alexandre Delgado. Este concerto foi interpretado pela Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian e dirigido pela Maestrina Joana Carneiro. À tarde, depois do animado almoço

apresentado a ideia do tempo desde as primeiras experiências modernistas com a tipografia até às complexas sequências animadas concebidas para cinema e publicidade. No fundo, foi apresentado o percurso do grafismo animado desde o início do século XX e que depois evoluiu para os genéricos de cinema, videoclips e anúncios publicitários de televisão. Esta exposição traça uma história alternativa do design gráfico na sua relação

com o tempo, nas suas vertentes de movimento, aceleração e fluxo. No final da exposição, os alunos criaram uma sequência de movimentos utilizando o próprio corpo como objecto

nos jardins da fundação, os alunos foram divididos em dois grupos e visitaram, alternadamente, o Centro de Arte Moderna, com a actividade ”A árvore das ideias” e o Museu Calouste Gulbenkian, fazendo “A volta ao mundo no Museu”. Os alunos mostraram-se bastante entusiasmados ao longo da realização das actividades, apresentando um comportamento bastante satisfatório.


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Desfrutar da Internet em Segurança No âmbito da disciplina de Informática, desenvolvemos, em conjunto com a nossa professora Sandra Martinho e a psicóloga Paula Martins, um projecto na área da Segurança na Internet. Este projecto teve como objectivo sensibilizar os nossos colegas que frequentam o 5º ano desta escola para os riscos inerentes à utilização da Internet, hoje tão presente nas nossas vidas. Depois de um período de pesquisas, elaborámos um folheto de informações e actividades que organizámos e dinamizámos nas referidas turmas na primeira quinzena de Dezembro. Participámos com entusiasmo e considerámos que o resultado foi bastante positivo. Bruno, Rui e Tatiana - 8º C

A Internet está a tornar-se progressivamente o centro das nossas actividades profissionais e lúdicas. Usamos a internet para comunicar, relaxar, competir, aprender, fazer compras, partilhar interesses, comparar… enfim, de tudo um pouco. E como é sabido, na internet também encontramos trapaças, fraudes, enganos e armadilhas a que devemos estar atentos. Este artigo não pretende ser um manual sobre segurança na internet, porque seria muito extenso e maçador, pretende apenas mostrar alguns sítios especializados no tema, com actividades giras e divertidas. São variadas as formas divertidas de aprender a protegermo-nos na internet.

Neste sítio - www.seguranet.pt – encontramos informações destinadas a alunos, pais, professores e escolas. Destaco as actividades propostas logo na página inicial, divididas em dois grandes grupos – primeiro e segundo ciclos; terceiro ciclo e secundário - , onde podemos reforçar os nossos conhecimentos sobre segurança na internet, de forma divertida.

O sítio da SeguraNet tem ligações

(no canto superior direito) para o sítio Internet Segura:


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A ligação ALERTA permite-nos denunciar conteúdos ilegais da internet e inclui outras ligações como a Polícia Judiciárias ou a Associação de Apoio à Vitima: Outro sítio muito divertido: http:// www.wildwebwoods.org/popup.php? lang=pt que nos alerta para os perigos da internet, e também para os direitos das crianças. Um jogo do Conselho da Europa.

Outra proposta original, é a historia da floresta infinita, que encontramos no sítio http://www.jovensonline.net, com mais 3 histórias igualmente originais e informações bem organizadas.

Embora estas propostas tenham sido concebidas para crianças e jovens, proporcionam momentos divertidos a quem quiser conhecê -las. O blog do Dadus, é uma proposta da Comissão Nacional de Protecção de Dados. Usa a linguagem dos jovens, porque é um deles, e conta-nos aventuras do seu quotidiano e como se defende na internet. O blog do Dadus está repleto de sugestões divertidas e ligações muito práticas como o titã-nómetro ou o dicionário on-line. Eis um dos últimos posts que publicou:

Dicas de segurança, uma proposta de http://www.sitiodosmiudos.pt A proposta da Microsoft sobre segurança: http://www.microsoft.com/portugal/ seguranca/default.mspx . Trabalho realizado pelos alunos do 8ºA, na disciplina de Introdução às Tecnologias da Informação e Comunicação.


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Página da Escola EB1 - Pombalinho Visita ao Museu Ferroviário de Santarém Hoje dia 4 de Novembro fomos a Santarém visitar o Museu Ferroviário. Vimos muitos comboios e carruagens. A locomotiva mais pequena, servia para transportar o carvão das minas de Pejão. Vimos o comboio que transportava a D. Maria Pia. Quando a D. Maria Pia casou com D. Luís e ficaram com 2 filhos e um chamava-se D. Carlos e os pais ofereceram uma carruagem igual à da mãe mas preta. A carruagem da D. Maria Pia tinha um quarto, uma casa de banho, a sala e a sala das aias. Nós observámos as bandeiras, as luzes, os bilhetes antigos, o escritório e os veículos que eram utilizados para fazer a manutenção das linhas. Depois também observámos a sala real da estação do Barreiro, onde D. Carlos 1 foi avisado se voltasse a Lisboa era morto. Ele voltou e foi assassinado no Terreiro do Paço em Lisboa juntamente com o seu filho o príncipe D. Luís Filipe. Depois comemos e viemos de comboio até Mato de Miranda. Eu gostei muito porque foi muito divertido!

Carruagem de D. Maria Pia!

Estação de comboios Mato de Miranda Susana Rodrigues Galrinho - 4º ano (2009/2010)

Visita ao Museu Ferroviário de Santarém

No dia 4 de Novembro eu fui com os meus colegas ao Museu Ferroviário que se situa na estação dos comboios de Santarém. No museu eu pude ver a carruagem de D. Maria Pia. Tinha a locomotiva, uma carruagem tinha casa de banho e o quarto de D. Maria Pia, a sala e a sala das aias. Vimos a carruagem de D. Carlos 1º que a mãe lhe deu, que é parecida com a da sua mãe. Também vimos uma locomotiva muito grande, que foi oferecida pelos Alemães aos Portugueses durante a 2ª Guerra Mundial. Vimos uma locomotiva pequena que transportava carvão das minas do Pejão. Neste Museu vimos o escritório, os bilhetes antigos, as bandeiras, os veículos que eram utilizados para fazer a manutenção das linhas dos comboios e a gueja que servia para medir as linhas. Observámos a sala real que era situada na estação do Barreiro, e servia para quando os reis vinham de Vila Viçosa estarem à espera. E foi onde D. Carlos1º foi avisado se ele voltasse a Lisboa iria ser morto, ele voltou e foi morto juntamente com o seu filho o príncipe D. Luís Filipe no Terreiro do Paço de Lisboa. Também observámos uma bacia antiga e a senhora explicou-nos que o senhor que conduz chama-se maquinista e o senhor que mete o carvão na locomotiva chama-se fogueiro. Depois lanchámos e viemos para Mato Miranda de comboio passando por Vale Figueira e viemos para a escola de autocarro. Eu adorei esta visita de estudo, porque aprendi muitas coisas sobre comboios.

D. Carlos

D. Maria Pia Cátia Maria Martinho Feijão - 4º ano


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Magusto na Escola Básica 2,3/S Mestre Martins Correia

(Continuação)

Hoje, dia 4 de Novembro fomos ao Museu Ferroviário de Santarém ver comboios antigos. O que nós vimos foi: a carruagem de D. Maria pia, a carruagem do príncipe D. Carlos, observamos onde se colocava o carvão para o comboio andar. Depois lanchámos, fomos no comboio para Mato Miranda e fomos para a Escola de autocarro. A senhora que nos guiou na visita deu à professora uns papéis para nós fazermos na Escola. Quando chegámos à Escola fomos fazer os trabalhos sobre a visita de estudo ao museu ferroviário de Santarém. Eu gostei muito da visita de estudo. Beatriz – 3º ano

No passado dia 10 de Novembro realizou-se na nossa Escola, mais uma comemoração do Dia de S. Martinho. Neste espírito, os professores de Matemática e Ciências da Natureza do 2º Ciclo, organizaram um magusto, proporcionando aos alunos desse ano de escolaridade, momentos de descontracção e de convívio. Este ano, a novidade foi o método de assar as castanhas. Depois dos primeiros preparativos, o retalhar e o salgar, feito pelos alunos e professores, colocaram-se as castanhas por cima de uma camada de caruma (folha do pinheiro) disposta em forma circular, numa altura aproximada de 15 cm. Por cima das castanhas colocou-se outra camada de caruma, deitandose fogo à caruma em vários pontos. Finalmente chegou o momento de saborear as castanhas e analisar se o método tinha dado resultado. O saldo foi muito positivo, todos acharam as castanhas deliciosas e ficaram com vontade de repetir.

Desporto Escolar Neste ano lectivo, existem na escola diversos grupos/equipas do Desporto Escolar. As modalidades desportivas são as seguintes: Futsal, Basquetebol e Orientação. No Futsal, a equipa de Juvenis Masculinos está inserida num quadro competitivo que engloba as escolas da Chamusca e de Alpiarça. Os Jogos estão agendados para os dias 13 de Janeiro e 24 de Fevereiro e irão disputar-se no pavilhão municipal devido ao facto do pavilhão da escola não ter as medidas oficiais. No Basquetebol, a equipa de iniciados masculinos está inserida num quadro competitivo que engloba uma concentração a realizar no nosso pavilhão. No dia 20 de Janeiro irão estar presentes além da nossa escola, a escola de Fazendas de Almeirim e a escola Mem Ramires de Santarém. Precisamos da presença de todos para dar um forte apoio à nossa equipa. Na modalidade de Orientação - modalidade com alunos de vários escalões etários mas principalmente de iniciados e juvenis masculinos, irão realizar-se várias provas com outras escolas da região. Já se realizou no passado dia 2 de Dezembro uma prova treino em Ourém. De destacar o 5º Lugar obtido pelo aluno Bruno Pratas em Iniciados Masculinos e o 11º lugar do João Condeço. Em Juvenis, destaque para o 6º lugar do João Duarte e o 7º do Fábio Tomás. A próxima prova realiza-se no dia 16 de Janeiro no Entroncamento, no próximo dia 20 de Janeiro irá realizar-se nova concentração em Tomar , no dia 3 Fevereiro em Ourém e 3 Março no Entroncamento. Encontra-se a decorrer um Torneio Inter-Turmas de futsal dirigido aos alunos do 2º ciclo. Para o 2º período estão previstas as actividades de Corta-Mato Escolar que se realiza no dia 21 de Janeiro onde se espera que compareça e participe um elevado número de alunos do nosso agrupamento, nomeadamente dos alunos do 3º e 4º ano de escolaridade. Os apurados no Corta-Mato Escolar participarão no CortaMato distrital que se realiza no dia 3 de Fevereiro em Almeirim. Iremos também participar no dia 2 de Março em Alpiarça na prova distrital de Mega-salto e Mega – sprint. Está também previsto para o 2º período um torneio de 3x3 e outro de Futsal dirigido aos alunos do 3º ciclo. Pratica desporto na nossa escola!


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Página da Escola EB1 - Golegã “Comunicar é preciso”, é um projecto do 1º Ciclo, que surge nas páginas do jornal “Encontro” do AEGAP, com o objectivo de divulgar as actividades desenvolvidas nas Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do Agrupamento, englobando também a participação no programa de rádio “Palavras e Música” (na Rádio Bonfim) e no jornal “O Riachense”.

As nossas histórias

A casa era tão velha que os vidros das

O OUTONO

janelas estavam todos partidos, a porta O OUTONO O Outono é uma estação muito bonita, porque tem muitas cores: castanho, vermelho, amarelo, castanho-escuro e algumas vezes um bocado de verde. Nesta estação o tempo arrefece. Ela começa em Setembro. Os frutos também são muitos: castanhas, ameixas, marmelos, dióspiros, dióspiros de roer…

abanava e da chaminé saía o fumo da panela das bruxarias. A panela tinha lá dentro insectos, cabeças de rã e orelhas de coelho. Como estava cansado de viver em casa, foi à caixa do correio ver se tinha jornais. daquela

Dentro papelada

toda estava um envelope a dizer: «Novo Hotel para bruxas e bruxos, só por cinquenta euros.» Pensando nisto, o bruxo fez as malas, pegou na vassoura e lá fez a sua viagem. Pelo caminho encontrou vários dos Outono, o início das aulas. Desenho de Bárbara de Sousa Marques

As andorinhas voam para outros países mais quentes e outros animais hibernam por causa do frio. Na minha terra, nesta estação, há uma festa por causa do S. Martinho, que é a Feira do Cavalo. A minha terra faz esta festa e é conhecida por ser a Capital do Cavalo. Nesta estação a natureza é tão bonita como na Primavera, mas acontece tudo ao contrário. João Feijão, Sala Branca de Neve, 3º Ano

seus amigos, alguns eram morcegos, outros gatos perdidos e também um duende. A seguir exclamou: - Nunca vi um duende tão triste e tão sozinho! Depois pousou a sua vassoura no chão e perguntou-lhe: - Porque estás aqui sozinho? - Perdi-me dos meus amigos. - Então, eu ajudo-te a voltares para casa. O nosso bruxo pensou, pensou e decidiu-se. Num abrir e fechar de olhos

Já chegou o Outono! Outono é uma estação do ano. O ano lectivo começou Começou a folhagem das árvores a cair A cair lentamente no chão, Chão enfeitado de várias cores Cores variadas: amareladas, avermelhadas, Acastanhadas Acastanhadas como a terra A Terra tem muitas árvores Árvores que dão frutos Frutos do Outono: castanhas Castanhas assadas, marmelos cozidos, Cozidos e com um cheiro delicioso Delicioso é saborear os bagos vermelhos das romãs Romãs, cada uma com a sua coroa Coroas têm os reis Reis gostam de uvas roxas, verdes, esbranquiçadas Esbranquiçadas como as nuvens Nuvens acinzentadas e vento forte Forte como as trovoadas Trovoadas e chuva Chuva que nos arrepia e que nos molha… Poema colectivo, Sala dos Amiguinhos 4º Ano

montou na sua vassoura e lá foi a voar até à aldeia dos duendes. Na aldeia

Uma história inspirada no “Dia da Bruxas” ou talvez não…

dos duendes, o duende chefe concedeu-lhe três desejos. Um dos desejos, era que no mundo

O Bruxo Era uma vez um bruxo. Este bruxo tinha um chapéu bicudo e preto, três verrugas, só dez dentes, uma capa preta e uma vassoura mágica. Com a vassoura voava pelo céu durante a noite, porque não queria ser visto por ninguém. Ele vivia numa casa gigantesca.

houvesse paz e amor. Com o segundo, desejava ser o maior bruxo de sempre. Por fim, o terceiro desejo, era que todos os seus amigos tivessem uma casa para morarem. Estes seriam os desejos que o bruxo pediria, se tal coisa fosse possível. João Adolfo Sustância Mendes,4º Ano

Broinhas dos Santos Pelos Santos fomos fazer broas com algumas mães e avós. Ficaram deliciosas, com açúcar, canela, farinha, ovos, azeite e leite. Ana Margarida 2º Ano


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Página da Escola EB1 - Golegã Actividades ligadas ao Dia dos Bolinhos

Bolinhos, bolinhos, por alminha dos seus Santinhos

“A Mesa de Sabores” Ligado ao Projecto de Recolha de Gastronomia Tradicional, iniciado no ano lectivo de 2008/2009, o qual teve o seu ponto alto com o lançamento do livro “Sabores das nossas memórias”, realizámos, no final do mês de Outubro, a comemoração do “Dia do Bolinho/Mesa de Sabores”, encontro festivo das crianças do JI da Golegã e dos alunos da EB1 da Golegã com pais e avós, à volta dos Bolinhos do Dia de Todos os Santos.

Camponesas do Rancho Folclórico da Golegã


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Página da Escola EB1 - Golegã O Dia do Bolinho na nossa Escola...

O Dia do Bolinho

Visitas de Estudo Quinta de Salvador

No dia 30 de Outubro de 2009, na Escola do 1.º Ciclo da Golegã, numa actividade de colaboração entre a EB1 da Golegã e o Jardim de Infância da Golegã, todas as turmas comemoraram o Dia do Bolinho. Começámos este dia por ler uma poesia sobre a tradição a festejar no dia 1 de Novembro. Falámos sobre esta tradição e respondemos a um questionário sobre este tema. Nos tempos lectivos da tarde foi altura de comemorarmos esta data com todos os colegas da nossa escola e os nossos familiares. Deslocámo-nos para o pátio da escola, onde já estavam alguns familiares e também alguns elementos do Rancho Folclórico da Golegã. Do rancho, estavam presentes cinco senhoras, a dona Carminda, a dona Maria da Liberdade, a dona Isabel, a dona Ermelinda e a dona Maria do Carmo e também o senhor director Manuel António. Eles contaram-nos como se pedia o bolinho antigamente e o que as pessoas lhes davam. As cinco senhoras cantaram algumas canções tradicionais da nossa região, entre as quais “A parreirinha à porta” e a “ Laranja redonda”. Por fim, alguns meninos pediram bolinhos às senhoras do rancho, como forma de relembrar esta tradição. Para lhes agradecermos, oferecemos a cada senhora um pequeno saco com bolinhos feitos por alguns colegas nossos. Para terminar este dia, trouxemos de nossas casas algumas iguarias desta época do ano tal como frutos secos e broas de vários sabores. Foi então que partilhámos estes sabores do Outono com toda a comunidade escolar. Foi um dia diferente, mas muito divertido, em que mais uma vez relembrámos a tradição do Dia do Bolinho - Dia do Pão por Deus. Este ano o dia 1 de Novembro foi ao Domingo e dois meninos da nossa turma foram pelas ruas da Golegã pedir bolinhos. As pessoas colocaram nos seus saquinhos romãs, frutos secos, broas e até algumas moedas. Composição Colectiva Turma dos Ciber – 4º Ano

Desenho de Cláudia Amarchande

Na sexta-feira, dia 30 de Outubro a nossa escola organizou uma “Mesa de Sabores” para comemorarmos e aprendermos a (re)viver a tradição do “Dia de Todos os Santos”. As crianças trouxeram de casa vários géneros de alimentos ligados a esta tradição, tais como: broas, bolos, frutos secos (nozes, castanhas, passas, pinhões, amêndoas, avelãs), romãs, laranjas, tremoços e sumos. Alguns vinham em cestos muito bonitos e bem arranjados. Enquanto estivemos em aulas, as “tias” (nome pelo qual são tratadas as funcionárias da nossa escola) recolheram os alimentos e puseram as mesas na sala de música. Pelas 14h 15m, fomos para o pátio ouvir canções interpretadas por algumas senhoras do Rancho Folclórico da Golegã. Uma das senhoras contou como se pediam os bolinhos antigamente. “ Bolinho, bolinho, à porta do santinho!” Era assim que as crianças pobres pediam os bolinhos, no tempo dela. A seguir, alguns alunos da escola e do jardim de infância pediram os bolinhos às senhoras. Após ouvir mais uma canção fomos todos, alunos, professores e pais, provar os sabores da mesa. A mesa estava muito bonita. Estava tudo delicioso! Foi uma actividade criativa de que gostámos muito e com a qual aprendemos novos saberes. Sala das Borboletas e Grilos, 3º Ano

A turma do 1º ano, da sala dos Golfinhos, da EB1 da Golegã, no dia 2 de Novembro, realizou um passeio à Quinta de Salvador. Este passeio integrou-se na época comemorativa em que nos encontramos, o São Martinho. Os alunos observaram a beleza da Quinta, o desbaste de um cavalo, as instalações, vários tipos de transporte de antigamente: carroça, charrete, milorde… e observaram cavalos no picadeiro. Foi um passeio muito interessante e agradável! Sala dos Golfinhos - 1º Ano

Desenho do Marco António – 1º Ano

Visita de Estudo ao Museu Ferroviário de Santarém

Salão D. Maria Pia, fabricado em 1858

No dia 4 de Novembro eu fui com os meus colegas ao Museu Ferroviário que se situa na estação dos comboios de Santarém. No Museu eu pude ver a carruagem de D. Maria Pia. Tinha a locomotiva, uma carruagem com casa de banho e o seu


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Página da Escola EB1 - Golegã quarto, outra com uma sala e a terceira com a sala das aias. Vimos a carruagem de D. Carlos I que a mãe lhe deu, que é parecida com a da sua mãe. Também encontrámos uma locomotiva muito grande, que foi oferecida pelos alemães aos portugueses pela II Guerra Mundial. Noutro sítio estava uma locomotiva pequena, que serviu para transportar o carvão das minas do Pejão. Neste museu existe um escritório, os bilhetes antigos, as bandeiras, os veículos que eram utilizados para fazer a manutenção das linhas dos comboios e o gueijo que servia para medir as linhas. Observámos a sala real, que ficava situada na estação do Barreiro, local utilizado como sala de espera quando os reis vinham de Vila Viçosa. Nessa sala foi onde avisaram D. Carlos que seria morto se viajasse para Lisboa. Ele viajou e foi morto, juntamente com o seu filho o príncipe D. Luís Filipe, no Terreiro do Paço, em Lisboa. Também pudemos ver uma bacia antiga. A senhora do museu explicou-nos que o senhor que conduz a máquina é o maquinista e o senhor que mete o carvão na locomotiva é o fogueiro. Depois lanchámos e viemos para Mato Miranda de comboio, passando por Vale Figueira e viemos para a escola de autocarro. Eu adorei esta visita de estudo, porque aprendi muitas coisas sobre comboios.

Depois… Tentámos ser poetas: Castanha, castanhinha. Castanha quentinha Aqueces a minha mão, Alegras meu coração. Cavalos a galopar. Castanhas a assar. “Quentinhas e boas! Quem quer comprar!” O fumo sobe no ar Parecem nuvens a pairar. O aroma das castanhas Espalha-se no ar, Para nos deliciar! Sala dos Patitos, 2º Ano

Cátia Maria Martinho Feijão 4º Ano EB1 Pombalinho

Viver o S. Martinho II RECOLHA DE CHOCOLATES PARA IDOSOS JUNTO DAS ESCOLAS DA GOLEGÃ

A Visita à Feira de S. Martinho Nós fomos à feira com a professora e com o professor. Vimos cavalos e “casetas”. Também vimos charretes no picadeiro e andámos numa. Pelas ruas vimos feirantes a venderem roupas, brinquedos, castanhas assadas e farturas.

A Santa Casa da Misericórdia da Golegã, em colaboração com o Agrupamento Vertical de Escolas de Golegã, Azinhaga e Pombalinho, está a promover a sua “II Recolha de Chocolates”, destinada aos utentes do Apoio Domiciliário e aos idosos em situação de notória solidão na freguesia da Golegã. A divulgação desta campanha de solidariedade, junto do seu público alvo, decorreu entre os dias 30 de Novembro e 2 de Dezembro de 2009, nas turmas da Escola EB1 da Golegã e da Escola EB 2,3/S Mestre Martins Correia, estando prevista


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Página da Escola EB1 - Golegã a recolha de chocolates, nas referidas escolas, até ao dia 15 de Dezembro. Segundo os folhetos entregues nas salas de aula, esta campanha insere-se na comemoração das festividades da época natalícia, onde predominam “manifestações de carinho e afecto para com os cidadãos mais fragilizados socialmente, pretendendo-se motivar os alunos para a importância de gestos de solidariedade e partilha”. De igual modo, é referido ainda que, “através da oferta de um simples chocolate, proporcionar -se-ão, por certo, momentos de alegria e prazer, a todos aqueles que irão ser envolvidos”. É de salientar que, para além dos alunos das escolas da Golegã, também serão intervenientes na acção os utentes da Academia Sénior da Santa Casa da Misericórdia da Golegã, sendo estes a divulgarem junto dos alunos a campanha de recolha de chocolates, com a finalidade de se desenvolver, entre avós e netos, um saudável trabalho de partilha intergeracional. No dia marcado para a recolha nas escolas, os avós estarão presentes e, numa forma simples, está previsto um momento de confraternização de Natal, com a entoação de alguns cânticos por alunos da Academia Sénior. Mas… o momento maior desta campanha de Solidariedade e Amizade terá lugar no dia 16 de Dezembro de 2009, com a entrega dos chocolates, recolhidos nas escolas da Golegã, aos seus destinatários, os utentes do Apoio Domiciliário e idosos em situação de notória solidão. Então, acontecerá Natal, porque como diz o poeta “Natal é quando um homem quiser”.

Alunos do 3º Ciclo da Escola Mestre Martins Correia visitam a EB1 da Golegã para falarem dos cuidados a ter com a Gripe A

É claro que a proposta foi aceite com entusiasmo por toda a turma. Concluídas as tarefas de investigação, elaboração de textos, construção de jogos, escrita da peça de teatro e realização dos ensaios para representação da mesma em teatro de fantoches, para além de outros trabalhos preparatórios, o projecto estava pronto para ser divulgado, através de uma apresentação pública do mesmo. E, assim aconteceu! A visita programada da comitiva do 3º Ciclo a algumas turmas do 1º Ciclo da Golegã, ocorreu no passado dia 3 de Dezembro, tendo sido recebida com muito agrado pelos alunos visitados. Os cuidados a ter com a Gripe A foram transmitidos aos mais novos, através do recurso a várias actividades lúdicas, como nos diz a Catarina Carvalho, aluna que participou na representação da peça de teatro de fantoches e que, no final, com as suas colegas cantou uma canção escrita por ela em parceria com a Carolina Eugénio, “viemos apresentar um trabalho sobre a Gripe A aos meninos do 1º Ciclo. Nós escolhemos este tema da Gripe A, porque é um assunto que, hoje em dia, se tem falado muito. A Gripe A é uma doença que tem afectado cada vez mais pessoas. Então, dividimos a turma em grupos, na maioria, de dois elementos e viemos apresentar o trabalho com fantoches, canções, puzzles e outras formas. Achamos que foi divertido. Os meninos gostaram e nós também gostámos muito”. Por seu lado, a professora Elisabete Semedo referiu o modo como teve início o projecto.” Fiz-lhes esta proposta, porque é um tema bastante actual. O repto que lancei foi o de fazerem a apresentação de uma forma que fosse a mais lúdica possível para os meninos do 1º Ciclo. Daí eles escolheram variadíssimas coisas, como os puzzles”. Este desafio surgiu também como uma oportunidade de, acrescentou ainda, “aprenderem a organizar este tipo de apresentações. Eles gostam de apresentar os trabalhos que fazem e aprendemos sempre alguma coisa com estas actividades”.

Canção da Gripe A Vamos todos nos cuidar Há Gripe A em Portugal. E viemos-te dizer Os cuidados que deves ter. Esfrega, esfrega, toca a esfregar As mãozinhas tens de lavar. Ficam no coração. Beijinhos, não! Lencinhos, sim! Para ti e para mim.

Os alunos do 7º C da Escola Mestre Martins Correia, no âmbito da Área Projecto, aceitaram o desafio lançado pela sua professora (Elisabete Semedo) e directora de turma, para tratarem o tema da Gripe A, com o objectivo de que este trabalho fosse apresentado, após a sua conclusão, na Escola EB1 da Golegã.

Para os lencinhos, espirrar E no lixo os colocar. Nos olhinhos não tocar, Para não os infectar. E agora deves saber Os cuidados que tens de ter! Catarina Carvalho e Carolina Eugénio - 7º C


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Página da Escola EB1 - Golegã Natal, Festa da Família

É Tempo de Natal

Está a chegar o Natal! Natal, festa da família, Família reunida na ceia de Natal, Natal cheio de paz e alegria Alegria das crianças, Crianças felizes a abrir os presentes… Presentes que o Pai Natal traz, Traz no seu trenó puxado pelas renas Renas que voam pelo Mundo … Mundo, onde há crianças com fome Fome de comida e carinho, Carinho, nós temos dos nossos pais Pais que nos ajudam e amam Amam do coração Coração cheio de amor, Amor e paz, nós desejamos Desejamos a todas as crianças, Crianças que adoram o Menino Jesus … Menino Jesus que nasceu, Nasceu em Belém para salvar, Salvar o Mundo …

Menino Especial Nascimento Ideal Natal Orações Jesus Estrela Solidão todos nós União Solidariedade

Fantástico presépio Espalhar amor Limpar o coração Iluminam as luzes Zelam os familiares

Boas Ocasiões Amáveis Sentimentos

Natal perfeito Amor e compreensão Ternura tem Jesus

Feliz Natal Espero eu Senhor para

Ajuda-nos a Lançar alegria

Ternura Amor e Santo Natal

Trabalho realizado pelo Guilherme, João Adolfo e Beatriz

Poesia Colectiva “Sala dos Amiguinhos”

II RECOLHA DE CHOCOLATES PARA IDOSOS Teve lugar, no dia 16 de Dezembro, na sala Polivalente (Multiusos) da EB1 da Golegã, a recolha anunciada de chocolates para os idosos mais carenciados da freguesia da Golegã, efectuada nas escolas EB1 da Golegã e na Escola EB 2,3/S Mestre Martins Correia, num trabalho de colaboração entre a Santa Casa da Misericórdia da Golegã e o Agrupamento Vertical de Escolas da Golegã, Azinhaga e Pombalinho. O Resultado foi bem saboroso, com 22 Kg de chocolates recolhidos. Tudo temperado com a óptima actuação do Coro da Academia Sénior da Santa Casa da Misericórdia da Golegã.

Integrada no projecto Ecoscola da EB1 da Golegã, os alunos do 2º ano, da Sala dos Papagaios, participaram numa Sessão de sensibilização à Defesa do Ambiente e à construção de uma vida mais harmoniosa com a Mãe Terra, intitulada “Carta da Terra para Crianças, na Biblioteca Municipal, organizada pela CM da Golegã. Foram momentos agradáveis, com intervenções muito interessantes, nas quais os alunos revelaram possuir bons conhecimentos sobre a importância de utilizarmos com cuidado o que a Natureza nos dá: água, ar e terra.


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Página da Escola EB1 - Golegã Mestre Rádio MC Uma nova experiência de vida Somos um grupo de três alunos do 10º ano da Escola Básica 2,3/S Mestre Martins Correia, da Golegã, que nos juntámos como monitores da biblioteca escolar para divulgar as actividades do nosso Agrupamento; através da Rádio Bonfim, no Programa “Palavras e Música", durante as tardes de Sábado. A nossa principal intenção é aproximar o Agrupamento da comunidade, mostrando o que de melhor nele acontece. A divulgação de livros e a opinião sobre as leituras realizadas pelos membros do nosso Agrupamento, também vai ter um espaço privilegiado, no nosso programa. Em cada sessão será tratado um tema específico de interesse geral. A boa música não faltará. Pensamos que temos bons motivos para que a experiência resulte e que possa ser uma mais-valia para todos. Do ponto de vista pessoal, estamos certos que esta oportunidade de contactar com novas realidades nos vai enriquecer e será inesquecível. Já agora, o nosso programa vai chamar-se Mestre Rádio MC e terá início em Janeiro de 2010. Da nossa parte estamos ansiosos… Joana Dias, Carlos Medinas e o João

28 de Novembro de 1987 – 28 de Novembro de 2009, 22 anos de Emissões

Ano Lectivo 2009/2010 Projecto “Comunicar é Preciso”,

FESTA DE NATAL

com a Actividade "RÁDIO ESCOLA" e os espaços sonoros:

(participação das Escolas do 1º Ciclo da Golegã, Azinhaga e Pombalinho)

e

(participação da Escola EB 2,3/S Mestre Martins Correia da Golegã)

Foi no dia 16 de Dezembro, 4ª Feira, que aconteceu a Festa de Natal, na EB1 da Golegã, oferecida pela ACIS (Associação de Comerciantes de Santarém), com a presença da Mãe Natal e da Palhaça Pintarolas.

Notícias das Escolas, opiniões, Entrevistas e muita música… Com a participação dos Alunos e da Comunidade Educativa

Ouça, participe e divulgue


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Área de Projecto - Alguns Apontamentos

Montado a partir de um trabalho realizado pelos alunos:

   

Matthieu Dias Nuno Pinho Ricardo Fagulha Rodrigo Gomes 9º A


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Jardim de Infância da Golegã

O Dia Bolinho

-

Vivendo as tradições

do

Aprendendo com os mais crescidos

Comemorando o S. Martinho

Partilhando uma castanhinha

Vivendo bons momentos com Educadoras… Auxiliares… Pais… Mães… Avós e outros familiares!


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Jardim de Infância de Pombalinho Olá, somos os meninos e as meninas do Jardim-de-infância de Pombalinho e queremos partilhar convosco algumas das nossas vivências deste primeiro período:

Fomos passear pelas ruas da nossa aldeia e ao jardim público e vimos o chão coberto de folhas – chegou o Outono;

Festejámos o S. Martinho, com os amigos da EB1 e os nossos pais, com castanhas e groselha;

Falámos sobre os Animais que conhecemos – onde vivem, o que comem, como se deslocam, como é o seu corpo…

Fomos a Santarém ver um concerto de instrumentos de sopro – trompete, trompa, trombone e tuba;

Vimos um filme e falámos sobre a importância de fazer uma boa e equilibrada Alimentação;

Com os amigos da EB1 fomos assistir ao Circo a Santarém. Fizemos broas para levar aos nossos pais;

Agora andamos muito contentes a preparar o Natal e por isso desejamos a todos um Feliz Natal


Página 28 Protecção Civil com CEF B, D e Profissional No dia nove de Dezembro, das 10 às 11:50 decorreu uma actividade sobre acidentes e catástrofes, dinamizada pelo Comandante Operacional Municipal da Câmara Municipal da Golegã, Sr. Pedro Silva e pelo Licenciado em Protecção Civil Ricardo Correia. Esta actividade surgiu no âmbito do projecto sobre acidentes e catástrofes naturais desenvolvido pelas turmas CEF B e CEF D. Também esteve presente a turma do 11º ano Profissional. A apresentação foi feita em PowerPoint e foram abordados os acidentes e catástrofes naturais e os modos de agir em caso de emergência.

Entrevista ao Comandante Operacional Municipal da Câmara Municipal da Golegã, Sr. Pedro Silva Encontro – Qual o objectivo da Secção de Protecção Civil na Câmara? Comandante - Garantir a prevenção da população depois de ter acontecido um acidente. Encontro – Que pessoas fazem parte desta área? Comandante – Entidades política, Forças armadas, Bombeiros, GNR, INEM, Entidade Euronáutica e todos nós.

Encontro - Trabalha em conjunto com quem? Comandante – Depende dos sítios dos acidentes. Encontro – Que fazem na área da prevenção durante durante e pós as catástrofes naturais? Comandante – Há planos de acção que seguimos. Encontro – Estão preparados para que tipo de catástrofes naturais? Comandante – Todas. Encontro – Vão as escolas fazer acções/demonstrações? Comandante – Sim, quando as escolas as solicitam. CEF D

“ Nascer Viver e Sonhar” SITUAÇÃO DETECTADA Em todo o mundo, mas sobretudo em África há cada vez mais pessoas infectadas com VIH, muitas delas são crianças contaminadas pelas mães no momento do nascimento. Tivemos conhecimento que a DRª Alice Ferreira (médica Pediatra) está na Guiné na Missão Católica de Cumura a desenvolver um projecto que visa a Prevenção da Transmissão do VIH das Mães para os Filhos – PTMF. Contactamos a DRª Alice, que se mostrou muito sensibilizada com o nosso interesse por esta causa. Referiu-nos que o primeiro passo do PTMF é fazer um teste de VIH no momento do nascimento e no caso de ser positivo administrar medicamentos específicos (retrovírais), desta forma pode evitar-se que a doença seja transmitida da mãe para o filho. Uma das dificuldades desta missão é a aquisição destes testes por falta de dinheiro (cada teste custa 1 euro). Contudo, nem sempre é possível ter testes disponíveis. Sabemos que a nossa contribuição será ínfima tendo em conta as necessidades destas crianças mas vamos empenhar-nos neste desafio e dar o nosso melhor para ajudar as crianças da Guiné a Nascer Viver e Sonhar”

fazer o “Cabaz da Páscoa”. Vender as rifas durante o mês de Março (2ª quinzena). Sortear o cabaz na aula de Formação Cívica (na última semana de aulas antes das férias da Páscoa). 3º PERIODO Actividade ainda por definir Pretendemos ir mantendo contacto com a DRª Alice ao longo do projecto, para lhe dar conhecimento de como este está a decorrer. No final de cada actividade, a verba angariada será guardada pela professora Cacilda, responsável pela disciplina de Formação Cívica e directora de turma. Na primeira quinzena de Junho a verba angariada será entregue pessoalmente à DRª Alice ou alguém que a represente e que venha à nossa escola, se não for possível entregar pessoalmente enviaremos por transferência bancária para o projecto PTMF. “Nascer, Viver e Sonhar”

Projecto do 6ºB Integrado na disciplina de Formação Cívica

COMO RESOLVER? Propomo-nos desenvolver este projecto ao longo de todo ano lectivo, mais concretamente desenvolver uma actividade por período para angariar fundos monetários que permitam adquirir o maior número possível de testes de VIH.

ESQUEMA DAS ACTIVIDADES 1º PERIODO Elaborar um calendário para 2010, de modo a divulgar na escola e na comunidade o nosso projecto. Venda dos calendários (1 euro cada um, quantia necessária para adquirir um teste de VIH) durante o mês de Dezembro. 2º PERIODO Angariar géneros alimentícios para

Feliz Natal Prospero Ano novo

Jornal Encontro Dezembro 2009  

Jornal Encontro Junho 2010

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