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Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Setúbal Newsletter

2ª Edição Junho 2011


Editorial Prosseguindo com a apresentação dos elementos da fanfarra (na edição a, (na edição anterior homenageámos Vera Cascais) falamos desta feita da família Santos, que colabora conosco desde 2006. Uma relação que se vem consolidando na partilha e descoberta mútua, através da música e do trabalho em equipa. Numa breve mirada ao trabalho que se desenvolve na A.H.B.V.S., entidade que nos acolhe, Nuno Delicado fala-nos dos principais eventos formativos que tiveram lugar nos últimos meses, enfatizando a formação contínua do Corpo de Bombeiros como mais-valia para a operacionalidade.

No início do ano de 2008 virámos a segunda página deste novo capítulo na história da fanfarra (desde a criação da escola de música em 2006) com a adopção de instrumental diatónico o que, em articulação com o ensino da notação musical, vem permitir a execução de obras de carácter e estilo diversos, inexequíveis anteriormente. Procurando afirmar-nos em novos contextos culturais, vimos constituindo o nosso repertório utilizando a vocação plural e polivalente da fanfarra como forma de expressão. Pluralidade é também palavra de ordem na ACM que em parceria com mais de 40 entidades promoveu a III Festa da Família e da Diversidade. Na apresentação pública do evento, a fanfarra desfilou pelas ruas principais da baixa setubalense interagindo com grupos de animadores até à Praça do Bocage e terminando com uma performance desenvolvida em parceria com a Escola de Artes Performativas - Teatro do Elefante.

Entrevistamos, nesta edição, Nuno batalha - o maestro do Coral Infantil de Setúbal, que nos desvela as principais linhas orientadoras do trabalho desenvolvido pelo coral nos últimos 12 anos. A escolha do repertório, as múltiplas parcerias artísticas que vem concretizando, a sua já considerável discografia, a sua ambição, fazem do Coral infantil de Setúbal um projecto incontornável na dinâmica cultural da cidade. FICHA TÉCNICA Concepção, Coordenação e Grafismo– Jorge Silva Revisão - Etelvina Baía Produção – Jorge Silva e Etelvina Baía Colaboradores – Maria da Liberdade Carlos – ACM, Bombeiro de 3ª Nuno Delicado


12 anos de ‘batalha’ atribui excelência ao Coral Infantil de Setúbal Aos 36 anos, Nuno Batalha é o responsável por cerca de 45 crianças e jovens conhecidos pela qualidade do trabalho que concretizam no Coral Infantil de Setúbal. Ao ‘leme’ do coral desde 1999, o maestro assume as funções como homem de visão estratégica, querendo levar o grupo mais longe e ao reconhecimento nacional. O que o levou a assumir a liderança do Coral Infantil, em 1999? Nuno Batalha - Foi um pouco como cair aqui de pára-quedas; quis saber o que era o Coral, embora trabalhar com crianças não me fosse desconhecido, uma vez que dava aulas de formação e iniciação musical, bem como de clarinete a crianças e jovens, na Humanitária, em Palmela. Tinha, de facto, curiosidade em trabalhar com um grupo que fosse para além das aulas individuais e das aulas de educação musical. Queria trabalhar com um grupo vocal e foi-me dada essa oportunidade. Recebi um convite do maestro que na altura dirigia o coral e respondi quase de imediato; nem houve tempo de pensar se iria gostar ou se teria perfil. E nestas situações o perfil é importante, pois o trabalho com crianças exige objectividade e, em simultâneo, alguma maleabilidade. Pode dizer-se que cresceu durante este processo?

N.B.– Sem dúvida. Convivemos mais de quatro horas por semana durante muitos anos, pelo que o normal é aprendermos uns com os outros. Acompanhamos as crianças até aos 14 ou 15 anos e isto permite uma aprendizagem colectiva, quer para a formação pessoal das crianças quer para o meu crescimento pessoal. Como era o coral, na altura? N.B.- Em 1999, vivíamos um tempo de ‘riqueza’ cultural. Não exactamente de qualidade mas sim quantidade cultural. Havia sempre muitos convites e nem era preciso fazer qualquer planeamento ou programação específica. Havia um repertório e com ele muito facilmente se faziam vinte concertos num ano. Na altura havia uma enorme dinâmica e muita procura e encontros de coros um pouco por todo o país, muito por força da existência de muitos corais infantis e pelo grande investimento na área cultural. Que projecto inicial criou? N.B. - Esse processo não foi imediato; as coisas foram acontecendo com o tempo, até porque existiam rotinas em que achei que não devia mexer e, por outro lado, eu próprio fui-me formando fora do coral também de modo a contribuir para o que pretendia que o coral fosse mais tarde. Levou algum tempo, diria mesmo alguns anos, até compreender aquilo que eu queria para o Coral Infantil de Setúbal. O grande objectivo do coral é ser uma das mais-valias culturais da cidade, é já um nome incontornável e temos vindo a ganhar o nosso espaço e a consideração das muitas entidades que nos acompanham. Por outro lado, queremos ser um coro de referência a nível nacional. Ou seja, fazermos projectos com grande


visibilidade na cidade e, ao mesmo tempo, captar a atenção de outras entidades fora da região que se interessem pela área.

formou-se um coro feminino que tem sido, quanto a mim, um trabalho muito meritório.

Que evolução tem tido, o coral, ao longo destes anos?

Tem sido feita, amiúde, alguma colaboração com outras instituições culturais. Sente que a instituição cresceu com esta partilha?

N.B. - Uma coisa que conseguimos, implementado por um dos anteriores maestros, foi manter um tipo de repertório que considero bastante difícil para um coral infantil: o repertório “a cappella”. Isto implica não ter qualquer acompanhamento musical e, ainda por cima, a três vozes. Num conjunto de cerca de 45 crianças temos a capacidade de fazer polifonia a três vozes. Isto requer uma capacidade de concentração e uma capacidade vocal e auditiva extraordinária. Outro dos grandes objectivos é tentar conciliar - porque acredito que deva ser esse o pensamento que rege uma instituição musical que pense no futuro – o trabalho em equipa. Refiro-me a uma interacção entre as várias vertentes da cultura, por exemplo o coral infantil a interagir com um coral adulto, ou o coral infantil com uma banda ou orquestra sinfónica, com dança ou com teatro. Paralelamente, foi formado um coral feminino, com jovens com mais de 17 anos, oriundas do coral infantil. Qual vai ser o futuro deste grupo de trabalho? Curiosamente, o coral feminino nasceu de uma falha. Durante alguns anos tentámos que as crianças, quando saíssem do coral infantil, dessem alguma continuidade ao seu trabalho e a forma mais fácil de o continuar era num coral de adultos, mais precisamente no Coral Luísa Todi. Mas como havia uma diferença de funcionamento e de forma de estar, uma vez que o Coral Luísa Todi é composto por adultos, não conseguimos cativar os jovens para o integrarem. Assim, foi decidido criar um coral juvenil. O problema é que só apareciam vozes femininas interessadas. Por isso

N.B. - Sim, temos feito esse tipo de colaboração e estabelecemos algumas parcerias. Conseguimos uma maravilhosa, e que acontece intervaladamente há já cerca de quatro anos, com a Banda da Armada. Este não é um projecto que caia no esquecimento nos próximos anos, pois estamos a falar de uma banda militar e de um grupo de músicos profissionais de grande qualidade, são dos melhores músicos nacionais e aos quais juntámo-nos em vários concertos e para gravar um CD. Isto é de realçar e enaltecer e orgulha-nos a todos. Temos tido também, a colaboração de actores do Teatro de Animação de Setúbal, nomeadamente durante a elaboração de um musical que fizemos; tivemos a colaboração de outras entidades para áreas como a coreografia, fizemos um concerto conjunto com o Coral Luísa Todi, actuámos em conjunto com a Banda da Capricho, e agora vamos estabelecer parceria com o coro da Câmara de Setúbal – Afina Setúbal, para um concerto conjunto. Este tipo de colaboração é uma enorme mais-valia para o Coral Infantil de Setúbal e para todos nós, e é de tal forma que, depois de algum tempo nesta dinâmica, os nossos coralistas começam a ter necessidades culturais. É uma alegria, sentirmos que o coral não é o fim da linha quando atingem a idade limite, mas sim o início de um desenvolvimento cultural. Acontece, por exemplo, que quando saem daqui procuram o Conservatório para prosseguirem a sua formação cultural e são bastante assíduos nos espectáculos. É muito gratificante sabermos que estamos a contribuir para


a formação de pessoas e para a evolução e valorização da cultura. E ao formarmos pessoas que vão investir na cultura, estamos, simultaneamente a formar públicos. Tem havido uma aposta em mais competências artísticas, nomeadamente com a introdução do método Suzuki, em que os coralistas aprendem a tocar violino. N.B. Queremos das crianças uma maturidade musical em palco que nos permita chegar à qualidade mas também queremos dar-lhes algo em troca que ajude ao seu enriquecimento. Daí surgiu uma nova disciplina: as aulas de violino, acrescidas às aulas de formação musical e técnica vocal. Até ao final do ano, vai ocorrer uma apresentação destes primeiros meses de trabalho realizado em sala de aula. Não é um trabalho pretensioso, não é, para já, um trabalho que se pretenda ao nível do coral infantil. Mas a aposta é na melhoria constante dessa qualidade. Há alguma vontade da minha parte de, no futuro, conjugarmos a voz com instrumentos. O lançamento de trabalhos discográficos é outra área de intervenção do Coral. Tem decorrido como idealizou? N.B. Temos trabalhado nessa área com muito gosto. Fizemos algumas coisas para fora, como foi o caso dos três volumes do CD Jardim de Infância e que foi disco de platina, das canções que fazem parte dos livros de expressão musical do 1º ciclo do ensino básico da Secretaria Regional de Educação da Madeira, e dos coros que gravámos para um dos CD da Ana Malhoa. Quanto a trabalhos nossos, gravámos um CD com temas de Walt Disney e, mais recentemente, fizemos um CD totalmente “a cappella”. Na comemoração do 25º aniversário do Coral gravámos também um pequeno CD que incluía o nosso hino.

Que outros projectos estão, neste momento, em curso? Este ano, estamos a tentar avançar com o espectáculo “30 Anos 30 Coros”, que infelizmente, é um projecto que não está concluído por razões que nos ultrapassam. Foi idealizado com muito tempo de antecedência, mas por um imprevisto relacionado com o Fórum Luísa Todi, ainda não foi possível concretizar, apesar da nossa enorme vontade de o fazer. Quando tivermos uma sala de espectáculos em Setúbal com um palco que consiga comportar o número previsto de pessoas envolvidas vamos querer concluílo. Este projecto vai reunir, uma vez mais, a Banda da Armada, e quatro coralistas de cada um dos coros que fizeram parte dos vários encontros de coros que foram decorrendo ao longo deste projecto, mais o Coral Infantil de Setúbal, o que perfaz cerca de 300 pessoas em palco. Até que patamar gostaria que o Coral Infantil de Setúbal chegasse? N.B. – Isto pode parecer contraditório mas não é: quero levar o Coral Infantil de Setúbal a um ponto a que o coro seja parte de um todo. Isso implicava, a médio ou longo prazo, a criação de uma entidade superior de que o coral fizesse parte. Por exemplo, uma escola de artes. Temos, neste momento, educação musical, técnica vocal e ensino de violino; e o ponto nuclear é o Coral Infantil de Setúbal. O coral é uma entidade que é para manter por longos anos, mas poderá vir a integrar uma entidade superior que consiga conciliar várias actividades como, por exemplo, o nosso Coral Infantil de Setúbal e uma orquestra infanto-juvenil.


III Festa da Família e da Diversidade – DE tod@s para tod@s Na manhã do passado dia 5 de Março, a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Setúbal deu o tom na Apresentação Pública da III Festa da Família e da Diversidade – De Tod@s para Tod@s (IIIFFD). Após cortejo animado pelas ruas principais da baixa setubalense e de interacções com grupos de animadores a Fanfarra co-animou uma performance em parceria com a Escola de Artes Performativas - Teatro do Elefante encerrando uma manhã de animação de rua, música, convívio e convite à participação. Na sua terceira edição a Festa da Família e da Diversidade reforça a sua componente de processo aberto e envolve de modo paritário pessoas singulares no âmbito da participação voluntária e da cidadania activa – famílias, grupos informais e entidades de representação local que se revejam nos objectivos traçados e temáticas centrais do projecto: a Família, nas suas várias tipologias, a Diversidade sociocultural e o Voluntariado enquanto prática cidadã. A AHBVS – Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Setúbal é uma das mais de quarenta entidades parceiras do projecto e a par da participação da Fanfarra, promoveu uma Acção de Sensibilização em Primeiros Socorros Aprender a Socorrer em Família, dia 7 de Maio, no Quartel da AHBVS e codinamizou o Espaço Volta pelo Voluntariado: Promoção e Sensibilização à Prática Voluntária – incluído nas celebrações oficiais do Ano Europeu do

Voluntariado/AEV- 2011 – uma das várias áreas temáticas da Festa da Família e da Diversidade, que decorreu no Parque Verde da Bela Vista, a 21 de Maio. A Festa, iniciativa que alicerça o projecto e o nomeia, contou ainda com momentos de música dança e demonstrações de actividade desportivas, oficinas variadas, jogos tradicionais e não tradicionais, animação de rua, teatro, exposição de trabalhos relativos à Família na Diversidade e muito mais. A ACM/YMCA - Associação Cristã da Mocidade de Setúbal, enquanto entidade promotora do Projecto III FFD, agradece à AHBVS a sua colaboração, reforçando a sua importância para o sucesso do projecto. Maria da Liberdade Carlos – ACM


Agenda Fanfarra Aconteceu: • • • • • • • •

5 de Março –Baixa da Cidade - Lançamento do Concurso “Olhares e Veres sobre a Festa da Família e da Diversidade” 12 de Março – Aniversário da AMBA 9 de Abril – Aniversário do Clube Militar de Oficiais 19 de Abril – Comemoração da elevação de Setúbal a cidade 25 de Abril – Hastear de bandeira na Câmara 8 de Maio – Procissão Sra do Bonfim 14 de Maio – Actuação no Estádio do Bonfim 28 de Maio - V Exposição de Artesanato, Animação e Gastronomia – Vendas de Azeitão

Próximas actuações: • • •

10 de Junho – 15h, 5º Encontro Nacional de Pontes, Gâmbia- PontesAlto da Guerra 26 de Junho – 15h, Desfile de fanfarras em Mangualde 30 de Junho – Procissão nocturna, em honra de S. Marçal

Setúbal História - Música, teatro e recriações medievais fazem parte das “Noites com… estória”, programa promovido pela CMS, que se realiza em vários espaços públicos da cidade. Jazz com Class Dámson, dia 2 de Junho, às 22h00, na Casa da Baía, dá início a este programa. No mesmo local, realizase a peça de teatro “Moby Dick, Sobreviver”, dinamizada pelo Teatro do Elefante, dia 16 às 22h00. Dia 26 - Junho faz ainda parte de uma ceia seiscentista, recriação histórica com gastronomia, artesanato, música, dança, teatro, malabarismos e demonstrações de armas, das 19h30 às 22h00, no Forte de S. Filipe. Palmela Fotografia - Festival Internacional de Fotografia Panorâmica ao longo do mês de Junho, numa organização da IVRPA – International VR Photography Association e da Câmara Municipal de Palmela. Sesimbra Leituras - A população sénior do concelho está a participar na acção Leituras Encenadas – O Cantinho dos Avós, um projecto inserido na Artemrede, programa de desenvolvimento cultural do qual fazem parte 17 municípios. Até dia 8 de Junho, os “avós” vão construir pequenas apresentações a partir da leitura de textos infanto-juvenis.


A formação nos Bombeiros Voluntários de Setúbal Ao longos dos últimos meses, o Comando dos Bombeiros Voluntários de Setúbal tem apostado num reforço ao nível operacional, dotando os seus elementos com mais e melhores ferramentas de trabalho. Assim, o início do ano é marcado pela conclusão do Curso de Tripulante de Socorro por parte de um elemento, reforçando assim o nível de qualificação na intervenção em Emergência Pré Hospitalar. Ainda ao nível da Emergência Pré Hospitalar, concluíram com sucesso o Curso de Técnicas de Socorrismo quatro elementos. Ao nível da formação de progressão na carreira, concluíram a formação necessária à progressão dois Bombeiros de 2ª e 1 Bombeiro de 1ª Supranumerário, reforçando assim o número de Bombeiros de 1ª. Frequentaram também os Cursos de Progressão na Carreira cerca de dez Bombeiros de 3ª que aguardam a frequência dos módulos opcionais para a conclusão do processo de progressão. Os primeiros meses foram também marcados pelo ingresso de mais quatro bombeiros de 3ª, um por conclusão dos requisitos necessários à promoção e três por transferência de outros Corpos de Bombeiros. Ainda ao nível de combate a incêndios, e através da parceria com a DIGAL GAS, nove Bombeiros receberam formação de combate a incêndios em PL, tendo um dos nossos Bombeiros frequentado o Curso de Combate a Incêndios em GPL, na TEPESA em Madrid. Neste momento, encontram-se oito elementos a concluir o Curso de Técnicas de Salvamento e Desencarceramento e já se encontra agendado

um novo Curso de Técnicas de Socorrismo onde irão participar doze elementos. Além dos cursos ministrados por entidades acreditadas, a formação contínua do Corpo de Bombeiros assume-se como uma mais-valia na formação dos operacionais, verificando-se um claro aumento da operacionalidade do Corpo de Bombeiros nos últimos meses.

Assim se prepara o futuro na AHBVS… Com os seus voluntários”


Família Santos Tendo tomado conhecimento da abertura da escola de música da fanfarra, em Setembro de 2006, por intermédio da sua avó que avistara um cartaz de divulgação, Graça Santos e o seu marido Vitor levam as filhas Cátia e Miriam à sede dos BVS a fim de as inscrever. A Cátia inicia a sua aprendizagem na caixa enquanto a Miriam, com apenas com oito anos, torna-se a mascote da fanfarra, acompanhando os treinos com uma pequena caixa e mais tarde com uma requinta. Durante alguns meses, a Graça e o Vitor assistem aos ensaios, deixando-se contagiar pelo entusiasmo das filhas. Incentivados por um amigo trompetista, decidem inscrever-se para aprender caixa e clarim, respectivamente. Estavam, assim, todos a bordo na aventura de aprender música. O desafio de aprender um instrumento alimenta a criatividade de uma família que se sonha através da música, construindo uma rotina em

torno das actividades da fanfarra, das aulas de guitarra na Quinta do Anjo e, mais recentemente, das aulas na Capricho setubalense. Em Janeiro de 2008, a direcção dos BVS adquire quatro trompetes, sendo um deles distribuído á Cátia. Na mesma altura, a família Santos adquire dois trompetes, um para a Miriam e outro para o Vitor. Cada elemento da família vai assim definindo o seu papel na fanfarra. A Cátia, para além de assumir grande protagonismo e responsabilidade enquanto trompetista, vem-se constituindo uma parceira na formação, descobrindo no ensino uma vocação insuspeita. A Miriam, pela sua versatilidade técnica, é um elemento fundamental no equilíbrio do seu naipe. A Graça, pela experiência e solidez do seu beat, torna-se um elemento de referência nos desfiles. E o Vitor, que nos últimos meses mudou para bombardino, vem redescobrindo a cada aula a sua musicalidade. Guiados por princípios de disciplina rigorosos, não deixam de emprestar boa disposição e sentido prático ao grupo prestando ainda apoio logístico enquanto motoristas nas deslocações da fanfarra.


Em Destaque Teve início, no passado mês de Fevereiro, o programa Academia da Fanfarra visando o combate ao insucesso escolar entre os jovens da fanfarra. Até ao final do presente ano lectivo completar-se-ão cerca de 50 horas em sessões de estudo orientadas por Etelvina Baía e Cláudia Sedas, em articulação com a escola e com os pais. Paralelamente, e em colaboração com o Departamento de Psicologia da A.H.B.V.S., foi possível prestar apoio psicológico a dois elementos.

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