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FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

PORTFOLIO

INTERIORES ARQUITETURA

PAISAGISMO URBANISMO

JOテグ SAYD

2007-2009


PROJETO DE INTERIORES


Planta do TĂŠrreo - Escala 1 / 250


Planta do Segundo Piso - Escala 1 / 250

PROJETO DE ARQUITETURA II


Planta da unidade T1A - Escala 1 / 100

Planta da unidade T1B - Escala 1 / 100

Planta da Unidade T3A - Escala 1 / 100

Planta da unidade T2B - Escala 1 / 100 Planta da unidade T2A - Escala 1 / 100


Planta da unidade T3B - Escala 1 / 100

Planta da Unidade T3C - Escala 1 / 100

Plantas da unidade T3D - Escala 1 / 100

PROJETO DE ARQUITETURA II


Corte BB’ - Escala 1 / 250

Corte CC’ - Escala 1 / 250

PROJETO DE ARQUITETURA II


EDIFÍCIO COMERCIAL, LEBLON

ENDEREÇO: Número 657 da rua San Martin, esquina com a rua Bartolomeu Mitre. ÁREA DO TERRENO: 1153,55 m² ÁREA TOTAL EDIFICADA: 4.037 m² PONTOS COMERCIAIS: 11 PONTOS DE SERVIÇOS: 70 GARAGENS: 3 80 VAGAS; PAVIMENTOS: 12 2 - SUB-SOLOS: estacionamentos 1 - TÉRREO: lojas, estacionamentos, acesso à torre; 1 - USO COMUM; 7 - PAVIMENTOS TIPO: escritórios; 1 - PAVIMENTO TÉCNICO;

O fato de não haver um cliente pré-estabelecido caracteriza um empreendimento especulativo. Soma-se a isso o elevado valor do espaço construído no local. Deste modo, o projeto preza pela flexibilidade, oferecendo espaços com diversas alternativas de uso e organização. As formas ortogonais facilitam a divisão e ocupação dos ambientes, otimizando o aproveitamento dos espaços.

Simplicidade e funcionalidade regeram toda a composição do projeto. Os dutos e elementos estruturais são externos, preservando o interior livre e determinando a composição da fachada. A base do edifício assume a forma do terreno e possui em comum com a torre apenas os materiais de revestimento. Segue assim os mesmos princípios compositivos: aproveitamento do espaço e funcionalidade das lojas.

PAVIMENTO TIPO

PROJETO DE ARQUITETURA IV


ÁPICE - COMPLEXO EMPRESARIAL

O projeto situa-se num quarteirão da Av. Presidente Vargas, entre a Av. Passos e a Rua Regente Feijó, esta passa a conectarse com a Presidente Vargas e ser de uso QUADRO DE ÁREAS USO PONTO COMERCIAL PAV.TO. EMPRESARIAL PÇA. DE ALIMENTAÇÃO RESTAURANTES RESTAURANTE EXECUTIVO VAGAS DE ESTACIONAMENTO CIRCULAÇÕES

UNIDADES 13 22 1 9 1 1200 1

ÁREA TOTAL (m²) 925 30.900 750 516 440 8040 2854

ÁREA TOTAL EDIFICADA

44.500 m²

ALTERAÇÕES DO PROJETO

Todas as ruas do Saara, com exceção da Av. Passos (que tornarar-se um corredor de ônibus) serão de uso exclusivo para pedestres, conectando a Av. Rio Branco ao Campo de Santana. Assim, as vagas do edifício visam suprir a demanda que será retirada com o fechamento das ruas, atendendo não somente aos usuários do edifício, mas todos a aqueles que freqüentam e estacionam atualmente nas ruas que serão fechadas. Devido ao grande volume construído e para evitar que o edifício configure uma barreira vertical muito definida, mas sem perder a verticalização que caracteriza o cânion da Av. Presidente Vargas, o


PROJETO DE ARQUITETURA V


A Nova Praça do Jornal do Comércio A Praça do Jornal do Comércio situa-se entre o Hospital dos Servidores do Estado e o Hotel Barão de Tefé, no encontro da Av. Barão de Tefé (eminentemente industrial) com a Rua Sacadura Cabral (eminentemente comercial). A praça é o miolo de uma bifurcação na Av. Barão de Tefé.

Iluminação e Mobiliário

A praça é um elemento importante do eixo trabalhado na região da zona portuária e constitui um espaço público pouco aproveitado.

Banco e mesa de concreto

A bifurcação da Avenida Barão de Tefé não faz sentido considerando-se a direção do fluxo dos automóveis, já que para entrar na Rua Sacadura Cabral ou seguir em direção a Rua Camerino os carros devem manter a esquerda. Já os carros da Sacadura Cabral não podem entrar na Av. Barão de Tefé, por ser contra-mão. Sendo assim, o ramal direito da bifurcação da Av. Barão de Tefé, que separa a Praça do Jornal do Comércio do Hospital dos Servidores, é usado unicamente como estacionamento. Este ramal da via foi fechado e integrado à praça, aumentando a sua largura e integrando-a à calçada do Hospital dos Servidores.

Telefone Público

Lixeira

O projeto urbano para a região portuária busca estimular o uso residencial aliado à atividades artísticas, culturais e esportivas, características das orlas marítimas.

Poste de iluminação com uma pétala, 3,60m de altura

Mais do que duas vias, o local marca o encontro de dois importantes eixos: a antiga beira-mar, atualmente a Rua Sacadura Cabral, e o eixo de acesso ao centro da cidade entre os morros do Valongo e da Providência, atualmente a Av. Barão de Tefé e a Rua Camerino.

Poste de iluminação com duas pétalas, 6,50m de altura

O objetivo do projeto é resgatar o sentido histórico do local, além de dotá-lo de novos usos para a comunidade, qualificando-o com equipamentos e um desenho diferenciado.

Grua A grua utilizada é uma TeRex, Modelo RT130 2009 e sua lança de um comprimento de 60 metros.

Acompanhando a calçada da antiga beira mar, na rua Sacadura Cabral, foi construída uma mureta de pedra gnaisse, com um cais representando o antigo Cais da Imperatriz ou Cais do Valongo, que existiu na região mas tem a sua localização exata desconhecida. O cais tem esse nome por receber a Imperatriz Leopoldina, mas antes dela muitos escravos por ali passaram.

Lona A lona é de alta resistência e com costura personalizada, num formato cônico com 8,5m de largura e altura. O vértice é preso ao cabo de aço da grua e as extremidades inferiores amarradas em pinos no piso. Ela é branca do lado de fora e verde do lado de dentro. O seu topo é aberto na direção sudeste para a saída do ar-quente.

O monumento que homenageia a chegada da imperatriz será transferido para a ponta do novo cais, num local de ampla visibilidade. Em torno do cais e adjacente à murada, um espelho d'água reforçará que ali, antes, havia o mar. A praça próxima a Sacadura Cabral desenvolve-se num nível 1.20m abaixo da calçada, e receberá rampas para a prática de esportes sobre rodas.

Águas pluviais

Palmeiras Imperiais serão enfileiradas entre a praça e a Av. Barão de Tefé, das quais 3 já estão em seu local. Elas marcarão o eixo da calçada e a separação entre a praça e a via, sem obstruir a visão. Do outro lado da praça, coladas ao estacionamento do Hospital dos Servidores árvores médias, globulares, com 3 m de raio de copa, proporcionarão sombra tanto para o estacionamento quanto para a praça. Entre as árvores haverão bancos e mesas em concreto, configurando pequenos ambientes de estar.

Piso

Na extremidade oposta à Rua Sacadura Cabral será implantada uma grua, como um marco urbano representativo da atividade portuária. A grua servirá de suporte para um mirante na forma de plataforma, que será içado a 55 metros de altura, permitindo um vista de quase 360º, impedida somente pelo hospital dos servidores. Será possível avistar a Baía de Guanabara e os morros de São Bento, da Conceição, do Valongo, da Providência, além do Skyline da Av. Presidente Vargas. Esta plataforma servirá também como suporte à atividades radicais, como o Rapel e o Bungee Jump, e circenses, como o tecido. Estas atividades, no entanto, serão esporádicas, e na maior parte do tempo a grua servirá como estrutura para uma lona tensionada que abrigará atividades educativas e culturais de pequeno impacto, sem caixas-de-som, procurando resgatar a cultura negra e estimular o aprendizado de arte pelas crianças: danças africanas, capoeira, pintura, teatro, etc.

O caimento do piso no interior da praça conduz a água em direção aos canteiros ou ao espelho d'água. O caimento da calçada é em direção à rua

Todo o piso é em concreto cinza ou azul.

QUADRO DE ESPÉCIES

Cód. 1 2 3 4

Nome Científico Zoiysia Japonica Roystonea Oleracea Tapebuia Chysotricha Jacaranda Mimosaefolia

Nome Popular Grama-esmeralda Palmeira-imperial Ipê-amarelo Jacarandámimoso

Porte 10 a 20 cm até 30m até 8 m até 20m

Floração primavera Inverno, primavera Primavera


USOS INSTITUCIONAL

COMERCIAL

MISTO

PROJETO DE PASIAGISMO 2


PROJETO DE URBANISMO


PORTFOLIO