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FICHA TÉCNICA Título: Manual de Aprendizagem de Fotografia Publicado em Portugal Copyright © 2013 Fotografias: João Porfírio Texto: João Porfírio Capa: João Porfírio Lisboa 2013


MANUAL DE APRENDIZAGEM DE FOTOGRAFIA DESCOBRIR LISBOA


6 8 10 12 14 16 4


PROFUNDIDADE DE CAMPO

VELOCIDADES

PANNING

OBJECTIVAS I

OBJECTIVAS II

ESTÚDIO

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Capítulo I

PROFUNDIDADE DE CAMPO

Profundidade de campo é a área que aparece nítida entre o primeiro e o último plano da imagem. Em regra geral, quanto maior for a abertura de diafragma, menor será a profundidade de campo e quanto menor a abertura de diafragma, maior será a profundidade de campo.

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f:1.8 1/250 Dist창ncia focal: 50 mm ISO 100

f:8 1/13 Dist창ncia focal: 50 mm ISO 100

f:22 1/6 Dist창ncia focal: 50 mm ISO 100

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Capítulo II

VELOCIDADES

A velocidade do obturador, em fotografia, está directamente relacionada com a quantidade de tempo que o obturador da máquina fotográfica leva para abrir e fechar, deixando passar a luz que irá sensibilizar o sensor digital e formar a imagem. Ao usarmos uma velocidade de obturação alta vamos obter um congelamente da fotografia, enquanto com uma velocidade de obturação baixa vamos ter um arrastamento.

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1/640 f:4 ISO 400 Dist창ncia focal: 50 mm

1/50 f:14 ISO 400 Dist창ncia focal: 50 mm

1/20 f:22 ISO 400 Dist창ncia focal: 50 mm

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Capítulo III

PANNING

Em fotografia, o panning refere-se a um movimento da máquina fotográfica em que acompanha o objecto em movimento que pode ser horizontal, vertical ou circular.

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1/15 f:14 ISO 200 Dist창ncia focal: 18 mm

1/20 f:11 ISO 200 Dist창ncia focal: 18 mm

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Capítulo IV

OBJECTIVAS I

Para realizar este trabalho, as três fotografias foram tiradas com a máquina fixa em tripé e sempre no mesmo local. As fotografias foram tiradas com uma lente grande angular, uma lente normal e uma teleobjectiva.

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f:9 1/100 Dist창ncia focal: 18 mm ISO 400

f:9 1/100 Dist창ncia focal: 30 mm ISO 400

f:9 1/100 Dist창ncia focal: 55 mm ISO 400

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Capítulo V

OBJECTIVAS II

Para realizar este trabalho, as três fotografias foram tiradas com a máquina fixa em tripé e sempre com o mesmo enquadramento. Escolhi um local com profundidade, vários planos e elementos que funcionam como “balizas” para as três fotografias. Comecei com a lente teleobjectiva, pois foi aquela que me obrigou a afastar mais do assunto.

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f:5.6 1/5 Dist창ncia focal: 55 mm ISO 800

f:5.6 1/5 Dist창ncia focal: 30 mm ISO 800

f:5.6 1/5 Dist창ncia focal: 18 mm ISO 800

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Capítulo VI

ESTÚDIO

Estas seis fotografias foram todas tiradas em estúdio. Existem 3 fundos diferentes, o fundo claro, o fundo escuro e o fundo padronizado. Para além dos fundos, existem fotografias com dois tipos de luz - luz dura e luz difusa. Para estas fotografias utilizei dois objectos que tenham a ver com Lisboa, nomeadamente a guitarra e o Pastel de Belém. Para realizar estas fotografias a máquina esteve sempre fixa no tripé e o que alterava era somente os fundos. Ao alterar os fundos os objectos fotografados tinham de ser novamente repostos tentanto igual a sua posição em todas as fotografias.

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LUZ DURA

LUZ DIFUSA

Fundo Claro

f:22 2,5s Distância focal: 24 mm ISO 100

f:4 1/13 Distância focal: 24 mm ISO 100

Fundo Escuro

f:4 1/6 Distância focal: 24 mm ISO 100

f:4 1/6 Distância focal: 24 mm ISO 100

Fundo Padronizado

f:22 2,5s Distância focal: 24 mm ISO 100

f:5 1/6 Distância focal: 24 mm ISO 100

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