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TIPOGRAFIA • ILUSTRAÇÃO • DESIGN • PORTFOLIO • TECNOLOGIA • FOTOGRAFIA • IMPRESSÃO

VER

DESIGN

Ano I - Número 12 - R$ 6,50

DESIGN

REVOLUÇÃO A história de um dos desings mais revolucionários até os dias atuais: o Fusca.


SUMÁRIO

PORTFOLIO

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TIPOGRAFIA ECODESING FOTOGRAFIA DESIGN

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TECNOLOGIA

Revista VerDesign

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IMPRESSÃO

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ILUSTRAÇÃO

EXPEDIENTE

Projeto Gráfico: João Alves Coordenação do projeto: Rangel Sales Capa: João Alves Revisão: João Alves Tratamento de imagem: João Alves

Fotografia: Sxc Reportagem: Muitos Sites Editora: Abril Tiragem: 25,000 exemplares


TIPOGRAFIA 4

Qual tipografia

Usar em textos Março de 2012

LONGOS 4

O grande calcanhar de aquiles de muitos designers é a hora de escolher a fonte pra algum trabalho. E a probabilidade de erros aumenta quando se trata de textos de leitura longa. Porém hoje, a VERDESIGN vai dar uma de paizão e deixar aqui 5 super dicas de como fazer a melhor escolha. Vale frisar que as regras abaixo não devem ser levadas como verdades absolutas, mas como referência.

1- Use tipos com largura similares Para uma aparência mais suave, os caracteres do alfabeto devem ter a largura semelhante, para uma leitura com um ritmo natural; tipos como a Futura Light que tem variação considerável da largura dos caracteres deixam seu texto visualmente desconfortável.

2- Proporção média entre altura e largura Nós identificamos as letras através de suas características físicas: hastes, barras, curvas e outros; quanto mais claro essas características, mais legível será a letra. Se as letras são comprimidas (ou esticadas), essas características ficam distorcidas (uma linha diagonal, por exemplo, se torna quase que vertical) e dificulta a identificação.


4- Evite bizarrices Fontes com “decoração” (fantasia) são muito divertidas e ficam ótimas para cabeçalhos, títulos e etc., mas para textos elas jogam fora toda a possibilidade de uma leitura tranqüila e rápida. Porque? Os enfeites extras dão ao olho muita coisa para seguir e isso é cansativo!

5- Procure por pequenas variações nas hastes As melhores fontes tem hastes que variam de alguma forma ao mesmo tempo que se convergem, guiando os olhos a uma leitura mais suave. Mas evite extremos! Estilos modernos variam muito (Bauer Bodini); suas belas e superfinas linhas desaparecem num segundo! Tipos geométricos e lisos (Futura Medium) variam pouco ou nada na sua maioria, logo, são uniformes demais. Repare no texto de exemplo logo abaixo.

E para fecharmos com chave de ouro essa matéria, ai vão quatro fontes muito usadas para textos que conseguem seguir essas regras básicas descritas acima.

Revista VerDesign

3- Evite grandes espaços internos Evite tipos onde o espaço dentro das letras seja demasiadamente grande em relação as linhas. No caso da Avant Garde (abaixo) note como o espaço dentro das letras é maior que o espaço fora delas. Isso fará com que a leitura fique devagar. E também, convenhamos: essa fonte usada num texto, vai parecer um queijo suíço! Repare no exemplo:

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ILUSTRAÇÃO

A arte de THIAGO

AKIRA


A arte de Thiago Akiira com criações macabras para expressar seu estilo. Mais um grande artista nas páginas da VERDESIGN. Dessa vez o escolhido foi o mineiro Thiago Akira, desenhista de estilo único com suas criações macabras, carregadas de obscuridade que são verdareiramente impactante.

Seu portfolio está online no thiagoakira.com.br e pelo seu canal no youtube. No nosso site será disponibilizado mais obras desse artista. Revista VerDesign

Sempre esteve envolvido com arte e começou sua carreira logo cedo e hoje trabalha como desenhista e animador para diversas agências, jornais e revistas. Já produzindo comerciais para a Leitura e video clipes de diversas bandas independentes e de projeção nacional.

As ilustrações é algo a parte, cheio de figuras bizarras e animais com uma forma mais sombria, característica principal do seu trabalho.

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Além de atuar como tatuador e ter o vocalista da banda mineira Jota Quest, Rogério Flausino como um de seus clientes. Todo o seu trabalho como produtor de video clipes tem sempre algo do seu estilo, sua caracteristica de traço e personalidade, mesmo com trabalhos bem diferentes que variam do som pesado de bandas de heavy metal a levesa da MPB.

SOBRE O AUTOR Freelancer especializado em ilustração, quadrinhos, Gravura e animação. Vasta experiência produzindo para estúdios, editoras, jornais, clipes musicais e projetos multimídias voltados para educação.

Capa de disco

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ECO-DESIGN

REAPROVEITANDO OS

Marรงo de 2012

CARTUCHOS 8

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S

Dê uma nova cara aos seus cartuchos de tinta acabados.

Milhões de cartuchos são jogados fora anualmente, salvo os casos onde são reaproveitados por empresas que os reabastecem e vendem por um preço inferior de mercado. No entanto, as fabricantes não reco-

mendam essa utilização, um raciocínio lógico já que seu grande nicho está nos cartuchos. De qualquer forma, mesmo com empresas que remanufaturam os cartuchos antigos, e outras que reciclam o plástico dos já descartados, ainda há um grande acúmulo de lixo dos cartuchos sem destino. A Boxlightbox é uma solução bastante criativa para a reutilização desses cartuchos, transformando simples cartuchos sem utilidade em luminárias decorativas. As criações não são tão baratas, a versão unitária custa $35.00, e o lustre custa $200.00.

Revista VerDesign

As empresas fabricantes de impressoras tentam ampliar seu mercado oferecendo os melhores dispositivos de impressão pelo menor preço possível, como as populares multi-funcionais para fotos de alta qualidade, trabalhos em papel especial, impressão em plásticos, e etc. Tudo isso porque o grande mercado das fabricantes não são as impressoras propriamente ditas, mas o abastecimento delas, ou seja, os cartuchos de tinta.

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DESIGN

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REVOLUÇÃO 10

10 Março de 2012

A história de um dos desings mais revolucionários até os dias atuais: o Fusca. O projeto original do Fusca se iniciou envolvendo várias empresas e até o Governo alemão. O governo queria um carro popular, pequeno, econômico e fácil de produzir daí que surgiu a Volkswagen (carro do povo), desde 1925 já existia um projeto do engenheiro Béla Barényi que ficou famoso pelas melhorias de segurança em diversos automóveis daquela época.

O grande do idealizador do projeto foi Hitler, que enquanto esteve preso leu bastante sobre Henry Ford, ficou admirado e apostou num veículo fácil de se produzir e contínuo. O ditador resolveu apoiar uma estatal, mas dos três melhores engenheiros da época, dois eram judeus e obviamente não agradavam a Hitler, então ele abriu mão de “seus” engenheiros e apostou


em Ferdinand Porsche que já possuia um projeto semi-pronto. Hitler como todo bom e velho cliente fez várias exigências, dois adultos e três crianças, manter a velocidade média de 100km/h, consumo no máximo 13km/l e motor refrigerado a ar.

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O resto da história do Fusca todos já sabem/imaginam foi fundamental na Segunda Guerra Mundial e entrou pra história, foi vendido de 1940 até 2003 com poucas

O projeto de Ferdinand Porsche, a ousadia de Hitler, e os vários engenheiros envolvidos tiveram as mesmas dificuldades que temos hoje em dia, cliente trabalhoso, regras excessivas, prazo curto e ainda sim conseguiram fazer um mega projeto que fez sucesso durante incríveis 65 anos, e ainda assim o Fusca não morreu, deixou seu sucessor que não faz tanto sucesso no mundo inteiro, mas tem força de mercado, com um público bem específico, uma boa atualização no design que vale por muito e pelo que tudo indica, volta a ter força com um forte apelo publicitário no mercado norte-americano se baseando no modelo anterior.

Revista VerDesign

Porsche teve diversas dificuldades durante a execução do projeto, acostumado com veículos luxuosos e caros, executar um projeto com diversas “regras” numa época em que não havia-se muitas referências desse tipo de produto deve ter sido um desafio e tanto, depois de diversas tentativas frustadas, colocar o motor traseiro com refrigeração a ar e na traseira do veículo acabou sendo a última e única opção. O prazo para execução de todo o projeto até chegar nos primeiros protótipos foi de apenas seis meses, Porsche temia discordar de Hitler e além de “correr” com o projeto cumpriu ao máximo todas as ordens do chefe, em 1937 sairam os três primeiros projetos de protótipos do veículo, em 1938 inaugurou-se a primeira fábrica da Volkswagen, com grande apoio da mídia.

mudanças do projeto original, ganhou vários prêmios e move com a paixão de grande parte dos fãs de automóveis, o carro foi sucesso no mundo todo e produzido até 2003 no México, quando que por uma alteração na lei não mais permitiu o projeto antigo e até então sem fortes itens de segurança. O Fusca virou um clássico sem entrar para o ranking de raridades, e conseguiu ser o modelo mais vendido utilizando o mesmo design (caso considerado o mesmo veículo o Toyota Corolla já ultrapassou o número de vendas, mas em 5 modelos diferentes).

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TECNOLOGIA

A simbiose dos

Março de 2012

GADGETS

Com tantos dispositivos eletrônicos, logo teremos uma forma única de navegação baseada nos costumes e ações do usuário.

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Alguns anos atrás, os gadgets não estavam presentes no cotidiano das pessoas; cada um possuía no máximo um Walkman® para poder ouvir uma estação de rádio, ou seus áudios preferidos gravados em uma fita cassete ou em um CD. Com o avanço da Nanotecnologia e dos microprocessadores iniciou-se a criação de diversos eletroeletrônicos com capacidades de processamento e armazenamento de áudio e vídeo de excelente qualidade, com baixos custos de produção. As indústrias lotaram as prateleiras das lojas de dispositivos e iniciou-se a entrada destes aparelhos em nossas vidas. Eles surgem para facilitar rotinas diárias e dar maior comodidade às pessoas, aproveitando o interesse do novo pela população jovem da geração Y. A simbiose tecnológica é o grande desafio das indústrias nesse momento. O que fazer para integrar todos esses dispositivos? Como apresentar interfaces com navegações similares para dispositivos diferentes?

Diskman o avô do Ipod


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Em pouco tempo teremos uma forma única de navegação baseada nos costumes e ações do usuário. Estudos estão sendo realizado em protótipos de aparelhos que reconhecerão a melhor forma de navegação para cada um. Esse é o momento da grande simbiose dos gadgets – os dispositivos que não estiverem aptos para permitirem esse compartilhamento ou junção tecnológica estarão prestes a serem esquecidos ou inutilizados pelos seus consumidores.

RAPIDINHAS

Todos sabemos que a finlandesa Nokia tem uma parceria com a Microsoft no mercado de smartphones. Os primeiros frutos de tal acordo foram os celulares Lumia 800 e 710, rodando Windows Phone 7 que, inclusive foram lançados no Brasil há pouco tempo. Porém, a parceria com a gigante do software pode lhe render vantagens também no mercado de tablets. Segundo o nem sempre confiável site DigiTimes , a Nokia estaria com planos de lançar um aparelho rodando o Windows 8 até o final desse ano. Se esse rumor for verdadeiro, há grandes chances do Windows 8 ser lançado mesmo em setembro, como apostamos neste post. A ideia é tornar o cenário semelhante ao cenário no nicho dos smartphones. Apple e Google dominam o setor, com o iOS e Android, respectivamente, e a Microsoft chega com um sistema decente para peitar os dois. Vai ser uma briga boa de se assistir.


FOTOGRAFIA

Os cavalos de

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14 Marรงo de 2012

WOJTEK

KWIATKOWSKI A beleza das imagens mostra a forรงa desses animais encantadores, vale a pena conferir.


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Wojtek nasceu em Warsaw e a coleção dele de fotografias de cavalos é sem dúvida a mais bonita que já vi. Aproveite e visite o portfolio dele no Photo.net para ver ainda mais imagens inspiradoras.

O AUTOR Wojtek Kwiatkowski é um polonês que nasceu em Varsóvia em 1954. Apaixonado por cavalos ele dedica grande parte de sua obra fotográfica na captação de imagens fantásticas destes animais que unem a força e a beleza como expressão máxima de seus comportamentos.


PORTFOLIO

JOAOALVES Março de 2012

Com poucos anos na área já desenvolveu desde simples peças até web sites e identidade visual.

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O AUTOR Ficha pessoal:

Como se define:

Nacionalidade: Brasileiro

Um apaixonado por design, desenho, informática e música que sempre preza pela qualidade e originalidade nos projetos.

Idade: 19 anos Ocupação: Designer e coordenador de projetos web da agência Ápice Comunicação e co-fundador da Novo Olhar Design Studio.


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Começou a estudar e se aventurar aos 15 anos, quando utilizou os primeiros softwares. Pegava trabalhos de tratamento e manipulação de imagem, que eram compostos de montagens e pequenos ajustes em fotos. Desde então, não parou mais. Aos poucos foi aprendendo mais softwares e aumentando seus fundamentos teóricos sobre esse ramo. Atualmente, estuda Comunicação Visual no Senai/ Cecoteg. O que aumentou consideravelmente seus conhecimentos e fazendo-o mais apto à trabalhar na área.

Além desse trabalho, também escreve mensalmente sobre Design, Web e tendências em um site de conhecimentos e é Co-fundador do estúdio de design Novo Olhar cuidando principalmente do planejamento e criação dos trabalhos. Seu portfolio completo está no nosso site, não deixe de acompanhar. Separamos para vocês o trabalho mais recente feito por ele: Os mundos Ápice, usados para a página principal do novo site da agência.

Revista VerDesign

Trabalha na agência de publicidade e propaganda Ápice Comunicação e Produções Artísticas, atuando principalmente com criação, planejamento de peças

gráficas para diversos suportes e mídias impressas e digitais. Também atende com assessoria e coordenação de projetos WEB, dando suporte no desenvolvimento front-end de sites e cuidando do planejamento até publicação na nuvem.

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PORTFOLIO

Os mundos ÁPICE Dentre as últimas criações, estão esses mundos para serem usados na home do novo site da agência Ápice Comunicação. Com o uso de fotografias e aplicadas em tamanhos diferentes fazem esses mundos serem totalmente fantásticos e surreais.

Março de 2012

São mundos divididos por segmento de trabalho com características próprias. Cada mundo possui seus elementos distintos e como também suas características climáticas e paisagísticas.

Segundo ele, foram todos feitos inicialmente a mão e depois montados usando Photoshop e Illustrator, totalizando quase duas semanas de trabalho.

“FOI UM TRABALHO MUITO DEMORADO, MAS MUITO INTERESSANTE DE FAZER”


Revista VerDesign

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IMPRESSÃO

CONHEÇA A

ROTOGRAVURA 20 Março de 2012

Conheça detalhadamente o processo de impressão de alta tiragem usado por editoras e para produção de embalagens.

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A origem da rotogravura começou com os criativos artistas da Renascença italiana nos anos 1300. Belas gravuras e entalhes foram feitas à mão em placas de cobre mole. A imagem gravada na superfície era constituída de canais ou áreas mais ou menos profundas. A palavra italiana intaglio (pronuncia-se in-ta-lio) significa “gravado ou cortado em sulcos”. Intaglio refere-se a um método de gravação e impressão cuja imagem transportada consiste de linhas ou pontos gravados ou produzidos abaixo da superfície da placa de metal. Uma vez a placa pronta, passa-se tinta na superfície da placa, em seguida remove-se o excesso de tinta da superfície e fica somente tinta dentro da área gravada em baixo relevo. Daí, coloca-se um papel na superfície e pressiona-se o pepel para remover a tinta de dentro da gravação. Assim, a impressão está pronta!

Cilíndros de impressão

O princípio da impressão de rotogravura consiste na gravação de pequenos alvéolos na superfície de um cilindro metálico revestido com cromo. Esse cilindro gira dentro de uma banheira com tinta líquida. A tinta então é raspada da superfície do cilindro deixando uma quantidade suficiente dentro desses minúsculos


furos ou alvéolos. O substrato a ser impresso (papel, alumínio ou plásticos) é pressionado por um rolo de borracha contra a superfício do cilindro. Então a tinta sai de dentro dos alvéolos e é transferida para a superfície do material que está sendo impresso. A secagem é quase que instantânea da tinta. Rotogravura é o processo escolhido para longas tiragens e de elevada qualidade de impressão. Cerca de 3 bilhões de cópias de revistas feitas em rotogravura são produzidas em um ano. Os suplementos de domingo de muitos jornais e revistas também são impressos com rotogravura. Muitos catálogos são impressos com rotogravura.

No Brasil, há grandes empresas dedicadas à Rotogravura para embalagens como: Dixie-Toga, Inapel, Empax, Converplast, Embalagens Diadema, Santa Rosa, Felinto e Zaraplast para se mencionar apenas algumas. Já no mercado editorial há apenas a Editora Abril que tem como principal produto impresso em rotogravura a revista Veja.

Revista VerDesign

A Rotogravura é amplamente utilizada no setor da embalagens como cartonagens dobráveis, embala-

gens flexíveis, papel, alumínio, películas diversas, folhas de rótulos e embalagens. Mas tem mais: é utilizada para imprimir envoltórios, vinil, plásticos diversos, papel de parede, cortinas, toalhas de mesa, azulejos, laminados decorativos, revestimento de pisos e papel-toalha. Impressoras à folha de rotogravura, com chapas em vez de cilindros, são utilizadas para imprimir selos, moedas, notas bancárias e de valores mobiliários.

Linha de embalagens impressas em Rotogravura.

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IMPRESSÃO

Março de 2012

Os métodos de gravação foram evoluindo conforme as descobertas da fotografia também o foram. O princípío mais antigo era o da gelatina bicromatada e que era muito comum até a década de 1980. Consistia em uma fina gelatina orgânica aplicada na superfície de um papel. Então esse papel com a gelatina seca era imerso em um banho de Bicromato de Potássio. Assim, a gelatina se tornava sensível à comprimentos de luz ultra violeta. Então se copiava uma retícula de ponto quadrado, redondo ou almofada (estrela). Seguia-se então uma segunda cópia com uma ima gem fotográfica no filme de tom contínuo positivo. A gelatina endurecia mais nas áreas claras e menos nas áreas escuras. O processo passava-se ao transporte dessa fina camada de gelatina copiada para a superfície do cilindro de cobre por meio de pressão e água. Em

seguida ocorria a remoção e revelação (remoção da gelatina que não foi totalmente encurecida pela luz) utilizando-se de vários banhos de água fria e quente. Finalmente pinta-se as grandes áreas de não grafismo e grava-se o cilindro com banho de Percloreto de Ferro ou Cloreto férrico. Esse era um processo longo e delicado, porém conferia ao produto impresso uma excepcional qualidade visto que parecia verdadeiramente uma foto impressa com riqueza de detalhes. O processo de endurecimento da gelatina maior ou menor fazia com que o Cloreto Férrico atravesse mais ou menos e gravasse mais ou menos a superfície do cobre. Assim, a gravação tinha profundidades diferentes ao passo que a abertura ou largura dos alvéolos permaneciam os mesmos. Esse processo foi chamdo de Gravação Convencional com papel pigmento.

22 Embalagem de Hot Pocket

Impressora de Rotogravura de 12 cores


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Marรงo de 2012

Ver Design  

Revista feita como trabalho academico de Diagramação.