Linguagens Anos Finais

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SUMÁRIO

FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO Presidência José Roberto Marinho Secretaria Geral Wilson Risolia LEd - Laboratório de Educação Gerente Geral João Alegria

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Gerente de Implementação Ana Paula Brandão Gerente de Produção Deca Farroco Produção Executiva Joana Levy

INSTITUTO REÚNA Diretora Executiva Katia Stocco Smole

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Coordenadoras de projeto Fabiana Cabral Silva Priscila Oliveira

APRESENTAÇÃO

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MATRIZES CURRICULARES

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» 2.1. Introdução » 2.2. Matrizes e coerência sistêmica » 2.3. Matrizes Curriculares e o desenvolvimento integral » 2.4. Matrizes e princípios de integração metodológica » 2.4.1. A problematização » 2.4.2. Aprendizagem baseada em projetos » 2.4.3. Projetos de Vida » 2.4.4. Multiletramentos » 2.4.5. Cultura digital » 2.4.6. Aprendizagem colaborativa » 2.4.7. Acompanhamento da aprendizagem » 2.5. A organização das Matrizes » 2.6. A priorização das aprendizagens » 2.7. Referências bibliográficas

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ÁREA LINGUAGENS

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» 3.1 O papel da área na promoção do desenvolvimento

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integral dos estudantes » 3.2 O que são práticas de linguagem e quais priorizar » 3.3 Apresentação da Matriz de Linguagens » 3.3.1 Organização » 3.3.2 As habilidades selecionadas para esta matriz » 3.3.3. Os objetos de conhecimento trabalhados na área » 3.3.4. A contribuição de cada componente para o trabalho da área » 3.4 Como pode acontecer o trabalho na área » 3.4.1. Princípios de integração metodológica » 3.4.2. Acompanhamento da aprendizagem » 3.5 Para saber mais

Analista de projeto Nathaly Corrêa de Sá Especialista de comunicação Milena Emilião

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MATRIZ

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ANEXOS

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FICHA TÉCNICA

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APRESENTAÇÃO

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APRESENTAÇÃO Um dos maiores desafios do Brasil é levar educação de qualidade a todos os seus estudantes – independentemente de idade, cor, gênero ou condição social –, garantindo a diminuição da desigualdade nas aprendizagens, reduzindo a distorção idade-série e superando o alto índice de abandono e repetência que ainda persiste nos sistemas escolares nacionais. Em 2018, comemoramos uma das grandes conquistas da educação brasileira: a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Exemplo de que a educação pode e deve ser política de Estado, a BNCC – prevista desde a publicação da Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 – visa a contribuir para a equidade na educação e apresentou, em caráter normativo, os direitos de aprendizagem de todos os estudantes brasileiros.

Em 2018, comemoramos uma das grandes conquistas da educação brasileira: a aprovação da Base Nacional Comum Curricular.

Dentre as muitas inovações que a Base trouxe, destacamos três características: a perspectiva de que os estudantes tenham na escola um desenvolvimento integral, equilibrando aspectos do aprender, do saber fazer, do saber ser e do saber conviver, contemplados nas dez competências gerais da educação básica; a progressão das aprendizagens e do desenvolvimento individual e coletivo ao longo de cada ano e etapa escolar; e a finalidade dos conhecimentos escolares no desenvolvimento do protagonismo do estudante, bem como em seu projeto de vida.

Ciente de seu papel no cenário educativo nacional, e de sua contribuição para a construção do sistema coerente anteriormente mencionado, é com muita alegria que a Fundação Roberto Marinho apresenta suas novas Matrizes Curriculares para os Anos Finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Desenvolvidas em parceria com o Instituto Reúna, essas matrizes apresentam a seleção de um conjunto de habilidades da BNCC, consideradas prioritárias para orientar as produções educativas em todas as áreas da Fundação Roberto Marinho. Esperamos que as Matrizes sejam úteis não apenas aos projetos internos da Fundação e seus parceiros, mas também a todos aqueles que desejem transformar a vida dos adolescentes, dos jovens e dos adultos brasileiros por meio de uma educação que é direito de todos e dever do Estado, mas que sem a colaboração essencial de toda a sociedade dificilmente se transformará em realidade. Boa leitura!

Os efeitos da BNCC, no entanto, transcendem sua importância para a garantia dos direitos de aprendizagem, suscitando a formação de um sistema coerente de educação. Isso quer dizer que a aprendizagem se afirma no centro das intenções educativas, e, em torno dela, gravitam propostas curriculares, materiais didáticos, formação docente e avaliações em alinhamento com os princípios da Base e, por consequência, as aprendizagens que devem ser garantidas em todas as etapas, em qualquer escola ou modalidade educativa em conexão com o contexto e as realidades locais.

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MATRIZES CURRICULARES

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2.1. INTRODUÇÃO As Matrizes Curriculares surgem da necessidade de articulação entre os projetos e soluções educacionais da Fundação Roberto Marinho e a Base Nacional Comum Curricular da Educação Básica (BNCC, 2018), e marcam nosso desejo de inovar sempre e de contribuir com a educação do país, dialogando com os contextos, interesses, necessidades e anseios de todos os que se beneficiarem das soluções educacionais que ofertamos, sejam elas escolares ou de divulgação do conhecimento. No caso específico das ações em parceria com redes de ensino e escolas, a intencionalidade amplia-se, já que objetivamos que as propostas desenvolvidas formem os estudantes para lidar com os desafios de sua existência e contribuam para que construam e implementem Projetos de Vida significativos, uma vez que as Matrizes buscam ampliar conhecimentos, apoiar a superação das lacunas de aprendizagem que marcam o percurso formativo de boa parte dos estudantes brasileiros ao longo da escola básica, de modo que concluam seus estudos tendo desenvolvido as competências e habilidades previstas na BNCC. Na organização das Matrizes, além da BNCC, buscamos dialogar com os interesses de quem aprende, por meio de uma experiência com o conhecimento que seja integradora, que permita manejar situações de grande complexidade, seja no contexto escolar ou em outros âmbitos da vida, tendo em vista o momento presente e seu futuro. Também consideramos a Agenda 2030 da ONU, um conjunto de objetivos e metas universais que busca soluções para desafios globais nos campos econômico, social e ambiental. Organizadas por áreas de conhecimento, para os Anos Finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio, as Matrizes Curriculares têm como base as dez Competências Gerais da Base Nacional, as competências específicas dos componentes curriculares e das áreas de conhecimentos, as unidades temáticas, os objetos de conhecimento e as habilidades previstas na BNCC.

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programas educativos a serem veiculados em diferentes mídias, entre tantas outras possibilidades.

2.2. MATRIZES E COERÊNCIA SISTÊMICA A Resolução CNE nº 4, de 17 de dezembro de 2018 que aprovou a Base Nacional Comum Curricular, apresenta recomendações explícitas de que houvesse uma revisão completa de processos e produtos intimamente associados à formação escolar dos estudantes, dentre os quais se destacam a elaboração ou reelaboração de documentos curriculares, a formação inicial e continuada docente, os processos avaliativos e a produção de materiais didáticos, uma vez que esses eixos educacionais funcionam de forma conectada e se influenciam mutuamente. Entendemos que a revisão de cada um desses elementos deve acontecer de maneira conectada, sistêmica, de modo a formar um conjunto coerente de recursos e ações para que os direitos de aprendizagem se efetivem.

Coerência do sistema Currículo/ PPs

Avaliações

A proposta é que as Matrizes sirvam como um mapa de aprendizagens esperadas para a concepção e o desenvolvimento de práticas educativas organizadas sob os mais diversos aspectos, por exemplo, propostas curriculares para programas de aceleração de aprendizagens ou Educação de Jovens e Adultos (EJA), produção de materiais didáticos, programas

Materiais didáticos

de formação docente, avaliação e acompanhamento da aprendizagem, e 10

BNCC

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Formação de professores


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As Matrizes que desenvolvemos fazem parte desse cenário e, a partir de agora, poderão ser vistas como o centro da coerência sistêmica dos produtos da Fundação Roberto Marinho. Isso porque devem inspirar e orientar não apenas projetos de recuperação e aceleração da aprendizagem, mas também a produção de materiais didáticos, de plataformas de conhecimento, mídias educacionais, de processos de avaliação formativa e de escala, formação docente, entre outros.

2.3. MATRIZES CURRICULARES E O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL

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a desenvolver competências e habilidades gerais e específicas para responder às mais diversas situações-problema que os afetam no dia a dia. Podemos afirmar, assim, que o propósito central da educação escolar é ensinar para que o estudante aprenda a resolver os problemas da vida, e os desafios contemporâneos, dos mais simples aos mais complexos, utilizando como meios os conhecimentos aprendidos nas áreas de conhecimento e seus componentes curriculares. A ideia é fazer com que conhecimento disciplinar e mundo concreto andem de mãos dadas, e os estudantes são essenciais para que essa junção aconteça: são eles que, em interação constante com educadores e objetos de aprendizagem, contextualizam a aprendizagem no espaço escolar a partir da demonstração de seus interesses, perspectivas, objetivos e projetos. O ambiente educacional, por sua vez, deve criar as condições para que a aprendizagem seja o centro das ações educativas. Isso demanda a adoção de estratégias, como o uso de metodologias ativas, que façam com que os estudantes não sejam meros espectadores, mas que levem em consideração seus desejos, necessidades e ambições.

Seguimos de perto as orientações nacionais para a Educação Básica, que há décadas propõem delineamentos para o tema do desenvolvimento integral, colocando os estudantes no centro do processo educativo. Ainda em 1996, vimos que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional já assumia essa perspectiva, em especial quando indicava a vinculação da educação escolar com o mundo do trabalho e com a prática social. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 1996) determina a importância da construção de um processo educativo não baseado na simples transmissão de conteúdos obrigatórios, mas nas reais necessidades dos estudantes.

Nesse movimento em direção à vida concreta, o processo educativo acaba abarcando outro aspecto: a integralidade dos sujeitos de aprendizagem. Como a vida não é composta de apenas uma dimensão nem acontece de forma fragmentada, a educação precisa ser integral. Em outras palavras, diríamos que a aprendizagem deve ocupar-se do desenvolvimento das diferentes dimensões que constituem os estudantes. Não basta apenas cuidar da formação intelectual e cognitiva, oferecendo uma carga de conhecimentos disciplinares e curriculares dispersos e segmentados. Não queremos dizer com isso que a intelectualidade não seja essencial, pelo contrário, mas ao lado dela estão também os aspectos físicos, socioemocionais, culturais, sociais, éticos e históricos que formam a vida dos indivíduos.

Fóruns internacionais, como a Conferência Mundial sobre Educação para Todos (Jomtien, D1990) e a Conferência de Dakar (Dakar, 2000), também firmaram compromissos em prol do desenvolvimento integral ao afirmarem que toda criança, jovem e adulto têm o direito humano de beneficiar-se de uma educação que satisfaça suas necessidades básicas de aprendizagem, no melhor e mais pleno sentido do termo, e que inclua aprender a aprender, a fazer, a conviver e a ser.

O desenvolvimento integral relaciona elementos que passam tanto pelas singularidades dos sujeitos quanto pela vida social mais ampla – ao mesmo tempo em que se preocupa com as identidades individuais e suas expectativas, também se volta àquilo que afeta a sociedade. Nesse sentido, inclusão, direitos de aprendizagem, equidade, sustentabilidade, posicionamento ético, cidadania e domínio de habilidades para o século XXI são questões que, hoje, atravessam uma educação que se pretende integral.

A BNCC reforça o posicionamento da LDB (1996). Mas nela encontramos novidades e avanços. A centralidade dos estudantes, por exemplo, aparece ligada ao protagonismo deles na própria construção do conhecimento e na atuação diante dos desafios da vida real. A BNCC é bastante direta na indicação de que os alunos, ao longo das etapas de ensino, sejam estimulados

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2.4. MATRIZES E PRINCÍPIOS DE INTEGRAÇÃO METODOLÓGICA Ao escrevermos as Matrizes Curriculares optamos por valorizar uma das inovações trazidas pela BNCC, tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, que é a organização em áreas do conhecimento. Essa opção permite um olhar global, estabelecendo relações mais estreitas entre as áreas e, principalmente, entre os componentes de cada área, visando ao desenvolvimento integral dos estudantes. As diferentes áreas do saber associam-se e complementam-se em uma multiplicidade de saberes e habilidades. Dentre elas, ressaltamos a compreensão de fenômenos em diferentes contextos, tanto naturais como também aqueles que envolvem questões sociais, de comunicação, tecnológicas, econômicas, ambientais, artísticas, esportivas etc. De fato, se assumimos o compromisso com uma formação integral e ampla para o estudante, não podemos perder de vista os conhecimentos e habilidades que permitem identificar fenômenos e buscar compreendê-los de forma ampla sob diferentes abordagens.

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compromissada, colaborativa e problematizadora, apoiando a promoção do protagonismo dos estudantes, sua autonomia e seu desenvolvimento integral.

2.4.1. A problematização A problematização se relaciona a um cenário de desafios e intercâmbio de ideias, em que os estudantes interagem com o conhecimento de forma compartilhada, construindo, modificando e integrando conceitos, pensamentos, opiniões, concepções, fatos, procedimentos e estratégias na busca de solucionar problemas. A prática de problematizar diferentes situações tem a função de ensinar a pensar sobre acontecimentos que solicitam respostas, para conquistar um repertório de conhecimentos e de estratégias que poderá ser transposto para outros contextos. Tal prática está imersa em todos os processos de ensino e aprendizagem, inclusive em parceria com os demais princípios integradores que selecionamos para a elaboração das Matrizes. A problematização envolve um processo dinâmico no qual os estudantes se deparam com desafios constantes, têm suas ações de pensamento valorizadas, constroem hipóteses, são conduzidos a refletir sobre suas explicações contraditórias e possíveis limitações do conhecimento por eles expresso, são estimulados a investigar e elaborar argumentos com base em evidências e referências, aprofundar e ampliar os significados elaborados mediante suas participações nas atividades de ensino e aprendizagem. As situações problematizadoras se relacionam a atividades desafiadoras,

Os modos de apropriação pessoal do conhecimento científico são diversos: por meio da experimentação, de processos criativos, de modelos explicativos, de ciclos mentais (mais indutivos ou dedutivos) do pensar científico nas Ciências da Natureza e na Matemática, nas Linguagens, ou da investigação de documentos e do estudo do meio nas Ciências Humanas.

com altos níveis de exigência cognitiva, que permitem diferentes formas de representação, incentivam o uso de ideias próprias e formas pessoais de resolução, fomentam a análise de diferentes pontos de vista com foco no desenvolvimento da argumentação, do conhecimento e na possibilidade de errar e analisar os próprios erros.

Para além da integração até agora descrita, as matrizes foram organizadas com foco no desenvolvimento integral dos estudantes que, de forma muito especial, está explicitado nas Competências Gerais da BNCC.

No processo da problematização, há lugar para errar, buscar entender por que errou, voltar atrás, testar, confrontar ideias, aprender com o outro. É nesse processo que o erro encontra o seu mais forte aliado para assumir o status de recurso para a aprendizagem ou como oportunidade para construir conhecimento.

Consideramos que uma forma de conseguir que esse desenvolvimento aconteça é por meio de um conjunto de princípios metodológicos que articulam as diferentes utilizações das Matrizes, que são: a problematização, a aprendizagem baseada em projetos, os projetos de vida dos estudantes, os multiletramentos, a cultura digital, a aprendizagem colaborativa e o acompanhamento da aprendizagem. Esses princípios de integração, que estão considerados nas sugestões dadas, orientam as ações desenvolvidas a partir das Matrizes para uma abordagem coesa, estruturada, intencional,

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As problematizações colocam os estudantes em situação de esforço produtivo, um processo cerebral provocado por uma situação-problema que se relaciona com trabalhar duro em algo difícil de fazer e perseverar quando as coisas ficam difíceis para poder progredir. O esforço produtivo se relaciona com a capacidade de persistir, de se desafiar e de empreender esforços pessoais para superar desafios. 15


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Em todas as matrizes há proposta de ações problematizadoras segundo a especificidade de cada área. Quando da utilização delas para produção de diferentes recursos ou propostas educativas, a problematização precisa ser contemplada. Nossa meta é que, por meio de ações planejadas e conscientes, as diferentes áreas contribuam para desenvolver a segunda competência geral da BNCC, que prevê, por meio das ações educativas, que o estudante seja capaz de: Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. (p. 9)

2.4.2. Aprendizagem baseada em projetos Um projeto tem início quando alguém identifica algo que precisa ser feito. Em outras palavras, quando um problema é percebido e há desejo em construir soluções para ele. O que dá origem a um projeto pode ser relacionado a algo observado na realidade, ligado ao universo da pesquisa, da arte, da construção de um novo produto, enfim do interesse de alguém em investigar determinado tema, a partir de uma pergunta ainda sem resposta no mundo. Os projetos têm conexão com o mundo real, sendo oportunidades para que o contexto e a realidade dos estudantes ganhem espaço no currículo; o foco articulado com os interesses pessoais e coletivos, de modo que as ações tenham sentido para cada um e foco no bem comum – que são, afinal, as aprendizagens, o desenvolvimento de competências, a transformação positiva pessoal e da comunidade em que se insere; o estudante atua em todas as etapas dos projetos, desde a identificação e configuração dos problemas, passando pelo planejamento, pela execução e pela avaliação e apropriação do processo vivido e dos resultados alcançados. Um projeto não aparece a propósito de qualquer realidade, mas relacionado a uma ação específica, não repetitiva, com caráter eventualmente experimental, implicando uma estrutura particular e inédita de operações que permitem realizá-lo, se constituindo em oportunidade para estudante explorar uma ideia ou construir um produto que tenha planejado ou imaginado e, por isso, o produto de um projeto deverá necessariamente ter um significado para quem o executa. Na execução dos projetos, fica explícita a possibilidade de mobilizar diferentes áreas do conhecimento para atingir os objetivos traçados e resolver os problemas que surgem. A interação entre as diferentes áreas do conhecimento ocorre naturalmente, por necessidade real. 16

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As modalidades de projetos vislumbradas para o desenvolvimento pedagógico das Matrizes são descritas a seguir: » Projetos de pesquisa, que compreendemos como processos estruturados de investigação, com a intenção de responder a questões que dialogam com os conteúdos trabalhados pelas Áreas de Conhecimento. Muitas vezes, nos projetos de pesquisa, adotase o ciclo investigativo, que é uma forma das Ciências produzirem conhecimento, um procedimento humano de pensar e uma metodologia para ensinar e aprender Ciências, e que se dá por meio da vivência de processos de observação, formulação de hipóteses, análise e síntese. Esses momentos são permeados por interações entre os participantes da investigação, com os conhecimentos prévios e com materiais de referência que são acessados continuamente, favorecendo a construção de novos conhecimentos e a elaboração de respostas à questão de pesquisa. » Projetos de intervenção na realidade, que trazem foco à participação dos estudantes para promoverem transformações no contexto, tendo em vista temas de seu interesse, por exemplo, aprimorar a convivência e as relações na escola, aprofundar as próprias aprendizagens, promover acesso à cultura e aos esportes, melhorar aspectos estruturais da escola, trabalhar a comunicação na comunidade escolar, aproximar as famílias e muitos outros centros de interesse possíveis. A aprendizagem baseada em projetos possibilita o desenvolvimento da primeira e da terceira competências gerais da BNCC, que preveem que, ao longo de sua formação, o estudante valorize e utilize os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, bem como seja capaz de compreender a extensão e importância das diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção científico-artístico-cultural.

2.4.3. Projetos de Vida Quando se fala em Projetos de Vida, alguns entendimentos são amplamente compartilhados pelos profissionais que atuam no campo da educação. Poderíamos resumi-los nas tradicionais perguntas “quem você quer ser quando crescer?”, “qual graduação pretende cursar?” ou “como se imagina daqui a 10 ou 15 anos?”.

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Questionamentos como esses, especialmente quando relacionados ao campo profissional, refletem uma das definições que a BNCC apresenta para os Projetos de Vida, a saber: aquilo “que os estudantes almejam, projetam e redefinem para si ao longo de sua trajetória” (BRASIL, 2018, p. 472). Estamos diante de uma concepção que faz referência à capacidade que os estudantes têm de imaginar futuros possíveis, sonhar caminhos para a própria vida e planejar, no presente, modos de alcançá-los. Não se trata, portanto, de uma simples decisão, mas da habilidade de articular conhecimentos e vivências para fazer escolhas importantes para a vida. Isso fica ainda mais evidente quando lemos a caracterização proposta pela BNCC para a sexta competência geral da Educação Básica, competência que pretende demarcar o diálogo direto entre Projeto de Vida e trabalho: Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. (BRASIL, 2018, p. 9) Fundamentados na BNCC, compreendemos os Projetos de Vida não só como as escolhas futuras dos estudantes, mas também com o presente que estes vivenciam na Educação Básica. Entender o que são Projetos de Vida é importante para que, mais adiante, entendamos como ele se traduz nas proposições de práticas pedagógicas das Áreas de Conhecimento apresentadas nesta matriz curricular de referência. Para construirmos um Projeto de Vida, é preciso atribuir novos sentidos ao que vivemos. No caso dos estudantes, esse percurso de ressignificação aparece como uma grande oportunidade para que conheçam cada vez mais sobre si mesmos (seus gostos, desejos, relações, histórias e, sobretudo, valores) e as relações e dinâmicas sociais das quais participam (colocando em pauta a família, a comunidade, a cidade e os aspectos culturais e socioeconômicos do contexto em que vivem). Aqui encontramos um componente ético indispensável: ainda que os Projetos de Vida propiciem autoconhecimento, as escolhas pessoais geram impactos não só na própria vida do indivíduo, mas também na das pessoas que se relacionam com ele. No contexto escolar, a organização de percursos formativos que contemplem Projetos de Vida tende a levar em conta pelo menos três dimensões interdependentes: » Pessoal – diz respeito à relação do estudante consigo mesmo, à sua identidade, ao autoconhecimento e ao processo perene de construção da autonomia.

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» Cidadã – concerne ao encontro do estudante com os outros à sua volta e com o seu contexto. É nesse ponto que se fortalecem diálogos com a família, com a comunidade escolar e com as pessoas de seu território. » Profissional – tematiza a continuidade dos estudos, o universo produtivo, as dinâmicas do mundo do trabalho e as estratégias para a inserção dos alunos na vida profissional. Essas dimensões – que não contemplam todos os aspectos de uma vida, apenas ajudam a localizar e materializar o tema em aula – ecoam perguntas que permeiam as proposições de práticas pedagógicas de nossa matriz de referência: “Quem sou eu?”, “Onde estou?”, “Para onde vou?”, “Qual meu lugar no mundo?”, “Como quero viver?”. Os Projetos de Vida, podemos afirmar, são uma maneira de se posicionar no mundo, de assumir pontos de vista, de pautar atitudes de maneira crítica e cidadã, e de contribuir com desafios a níveis regionais ou globais, como, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, que imprimem metas para os desafios globais que atingem a população. Trabalhá-los nas escolas, portanto, é um modo de apoiar os estudantes a aprender mais e melhor, a ver novos e profundos sentidos nos estudos, a buscar formas de viver e se relacionar, no presente e no futuro, de forma ética e feliz. Como define a BNCC, na sexta competência geral da Educação Básica, o trabalho intencional com Projetos de Vida pode e deve ser conduzido ao longo de todo o processo de escolarização. No Ensino Fundamental – Anos Finais – e no Ensino Médio, essa recomendação é ainda mais explícita. Não poderia ser diferente, já que as duas etapas educacionais tratam da fase em que os estudantes passam a definir, com mais autonomia, os rumos de suas vidas, assim como a participar de experiências públicas e comunitárias. É também o momento em que eles se deparam com a proximidade dos desafios e responsabilidades da vida adulta – lembremos, inclusive, que, no contexto brasileiro de desigualdades econômicas e sociais, muitos dos estudantes já assumem diversas responsabilidades familiares, comunitárias e profissionais ainda durante o percurso escolar, além disso, temos uma parcela significativa de estudantes adultos no contexto educacional brasileiro presentes, por exemplo, na EJA. Para o Ensino Fundamental – Anos Finais, em particular –, a BNCC sublinha a importância de pôr em evidência temáticas relacionadas às conformações atuais das juventudes – as tecnologias, a diversidade e os direitos humanos, por exemplo. Em um cenário com altos índices de evasão escolar, a

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continuidade dos estudos também é ressaltada. Portanto, é fundamental que os estudantes sejam apoiados em reflexões sobre os papéis que a escola tem para sua vida no presente e no futuro. Já para o Ensino Médio, somam-se a isso, de modo mais acentuado, aspectos associados ao exercício da cidadania e à preparação para o mundo do trabalho. Há pelo menos duas maneiras de inserir os Projetos de Vida nos currículos escolares, sendo que elas podem ser realizadas concomitantemente: transversal ao conjunto de componentes curriculares e como componente específico, sendo que ambas se apoiam na concepção de que o saber fazer – tão presente na BNCC, e por consequência nestas Matrizes – e as práticas de aprendizagem ganham força e aproximam conhecimentos, habilidades e competências às demandas do mundo real ao serem contextualizadas pelas vivências dos estudantes. Nesse sentido, recomendamos que os Projetos de Vida sejam trabalhados de maneira intencional e estruturada ao longo das etapas educativas. Independentemente da escolha de organização curricular, o recurso a metodologias ativas de aprendizagem é importante. Isso porque a construção de Projetos de Vida também demanda que o estudante coloque a mão na massa, uma vez que não basta apenas sonhar com caminhos alheios à realidade. Reflexão e ação andam lado a lado e é fundamental que os estudantes aprendam, no dia a dia, a validade do planejamento, que saibam definir ações concretas e medir a quantidade de esforço, trabalho e recursos que serão mobilizados para realizá-las. As metodologias ativas, nesse sentido, são um ótimo apoio para esse processo. Elas criam oportunidades para que os alunos se deparem com desafios reais, tanto aqueles que se referem a suas trajetórias quanto os que se ligam ao mundo como um todo, e os incentivam a resolver problemas a partir da investigação científica, da colaboração com os colegas, do diálogo com especialistas e integrantes da comunidade escolar. Ao se engajarem nessas situações, os estudantes podem cooperar, mediar conflitos, interrogar as próprias aspirações e aprender com os erros. O caráter reflexivo e, ao mesmo tempo, prático dos Projetos de Vida é reconhecido e valorizado nesta Matriz de referência, que opta pela abordagem transversal deles nas áreas do conhecimento, como poderá ser percebido nas sugestões para práticas didáticas a partir das Matrizes. Os parâmetros que delineiam esse trabalho exigem propostas e mediadores educacionais interessados em aprender a mobilizar e engajar seus estudantes numa perspectiva protagonista, a problematizar positivamente suas escolhas, a orientá-los por caminhos pautados pela criatividade, senso crítico, ética e cidadania. São arranjos desafiadores, mas que, ao longo do tempo, geram aprendizagens significativas e coerentes com os desenvolvimentos efetuados nas áreas de conhecimento. 20

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2.4.4. Multiletramentos O termo multiletramento se relaciona com dois aspectos atuais da comunicação e da representação, quais sejam a variedade de convenções de significados nas diferentes áreas da vida (cultural, social ou de domínio específico), que se constitui em variedade linguística, e a multimodalidade surgida das características dos meios de informação e comunicação da atualidade, que considera que o registro da palavra não se dá apenas pela escrita. A relevância da linguagem escrita é inegável, mas ela nunca foi a única forma de comunicação e registro. Devido a ágil ampliação das tecnologias digitais, outros meios de registro e transmissão têm ganhado cada vez mais espaço, sendo por isso necessário ampliar o sentido de letramento, para não privilegiar somente as representações escritas. A perspectiva dos multiletramentos inclui a tecnologia como lugar em que novas práticas sociais, culturais e de linguagem têm espaço pela inclusão de novos gêneros ou usos de ambientes e ferramentas na formação do estudante, permeadas pelas dimensões ética, estética e política nas atividades e discussões por meio da análise de critérios de apreciação estética e significados possíveis das muitas ações envolvidas nas práticas de produção, publicação e difusão desses ambientes e ferramentas. Nesse contexto, os multiletramentos abordam as multilinguagens e as multiculturas, considerando que o estudante deste século está conectado às mídias digitais, com seus repertórios, sua cultura local, sua experiência na mídia de massa, na internet, nas redes sociais, que devem ser valorizados, tematizados e considerados objetos de ensino e aprendizagem. A BNCC inclui os multiletramentos como transversais a pelo menos quatro das dez Competências Gerais e tem como foco que na diversidade cultural de produção e circulação de textos e de linguagens estejam compreendidos, nas práticas de linguagem, todos os textos e mídias (de massa, impressas, analógicas e digitais), que se constituem em objetos de conhecimento a serem estudados, analisados, usados, praticados, construídos em diferentes contextos de produção, recepção e circulação. Considera ainda que a diversidade presente nas sociedades letradas, em especial as urbanas e contemporâneas, seja considerada sob o enfoque da multiplicidade cultural das populações e da multiplicidade semiótica que constituem os textos, que são os meios pelos quais as pessoas se informam e se comunicam. Dessa forma, a abordagem de multiletramento se insere no contexto de preparar o estudante para a vida social e profissional e o pleno exercício da cidadania, de ampliar a utilização das novas tecnologias no aprendizado e, ainda, de preparar para a formação democrática e cidadã.

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Não se trata, portanto, apenas de considerar um tipo de cultura letrada como representativa da cultura de uma sociedade ou de um país, mas também incluir as diferentes culturas e patrimônios culturais existentes nessa sociedade, como híbridas, fronteiriças, misturadas, globalizadas. Incluímos os multiletramentos como princípio integrador nesta Matriz, por entendermos que ele deve ser considerado em todas as áreas do conhecimento que, com suas linguagens e tecnologias, podem permitir que os estudantes explorem, produzam conteúdos em diferentes mídias e ampliem seu acesso à cultura, à ciência, à tecnologia, ao mundo do trabalho. Assumimos um compromisso coletivo de promover o desenvolvimento de habilidades de leitura e de produção de textos (multimodais e multissemióticos) pelos estudantes, habilidades essas que devem ser estimuladas por meio de uma diversidade de práticas cotidianas de leitura, em que se incentiva o acesso, a leitura, a análise e o posicionamento sobre os textos que circulam amplamente, bem como a produção de textos, comunicando seus conhecimentos, ideias, pontos de vista, valores, contextos em uma multiplicidade de linguagens, esferas e mídias. Com os multiletramentos, incentivamos a quarta competência geral da Base que fala em:

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duvidosas, o uso de imagens e formas de expressão mais sintéticas, e mesmo a disseminação de práticas de relacionamento e convivência que podem comprometer a integridade da pessoa. A uma educação que deseja, como previsto na BNCC, que os estudantes compreendam e usem as tecnologias digitais de forma crítica, significativa e ética, de modo a poder comunicar-se, acessar e produzir informações, possuir conhecimentos para resolver problemas e exercer protagonismo e autoria, o desenvolvimento da cultura digital é fundamental. Assim, nas Matrizes, a aplicação de recursos digitais foi integrada com o percurso de aprendizagem a ser desenvolvido pelo estudante, para permitir fácil e rápido acesso a diversas fontes de informação, possibilitar a articulação do texto escrito com imagem, som e movimento, facilitar a simulação de situações e o desenvolvimento de habilidades como selecionar, organizar e analisar as informações para utilizá-las adequadamente e auxiliar na abordagem de novas ideias e conceitos, entre outros. Ainda prevemos que as propostas desenvolvidas incluam situações de investigação, principalmente por meio de atividades nas quais o estudante construa conhecimento, com pesquisa, elucidação de fenômenos naturais complexos ou, ainda, por meio de produções que promovam intervenções em sua comunidade.

Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. (p. 9)

2.4.5. Cultura digital A cultura digital tem promovido mudanças significativas nas sociedades contemporâneas e no modo de ser, conviver e se relacionar das pessoas. Devido ao avanço e à multiplicação das tecnologias de informação e comunicação, bem como do crescente acesso a elas por dispositivos tecnológicos, os estudantes estão dinamicamente inseridos nessa cultura, não somente como consumidores. Eles têm se engajado como protagonistas da cultura digital, envolvendo-se diretamente em novas formas de interação multimidiática e multimodal e de atuação social em rede, que se realizam de modo cada vez mais ágil. Por outro lado, essa cultura também apresenta forte apelo emocional, induzindo reações e comportamentos que nem sempre são os esperados para o desenvolvimento da pessoa, tais como o imediatismo de respostas, a efemeridade das informações, as análises superficiais de fatos, a produção e disseminação de informações 22

No entanto, em se tratando de cultura digital, é preciso ir além, com propostas para desenvolver algumas formas de pensar próprias do Pensamento Computacional e da Programação, marcadas pelo pensar algorítmico, assim como a linguagem específica da tecnologia computacional utilizada para descrever processos regrados por etapas bem definidas. Cada área do conhecimento permitirá o desenvolvimento de um ou mais aspectos da cultura digital, mas no conjunto, ao vivenciar qualquer das ações desenvolvidas a partir das Matrizes, é importante que se garanta a compreensão, a utilização e a criação de tecnologias digitais de informação para a comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva, conforme previsto na quinta competência geral da BNCC.

2.4.6. Aprendizagem colaborativa A aprendizagem colaborativa tem como fundamento a ideia de que o conhecimento é construído na interação. Essa interação ocorre de diversas maneiras, entre professores e estudantes, entre estudantes em diferentes 23


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composições de grupos (duplas, trios, quartetos, grupos de 8 a 10 alunos ou uma turma inteira, por exemplo), em diferentes situações como rodas de conversa, debates regrados, projetos e demais atividades coletivas de diversas naturezas. Na aprendizagem colaborativa, o que ganha destaque é a relação entre os estudantes. Os desafios são enfrentados de modo participativo, estimulando que cada aluno desenvolva competências – tendo em vista aspectos cognitivos e socioemocionais, tais como responsabilidade, empatia e resiliência. Os estudantes são estimulados a desenvolver a autonomia e a capacidade de fazer escolhas, convivendo com diferentes pontos de vista e com a necessidade de tomar decisões. A aprendizagem colaborativa pressupõe atividades com a circulação da palavra, a escuta, a empatia e a corresponsabilidade. Cabe mencionar, ainda, que é parte do papel dos membros dos agrupamentos (de duplas a equipes de 10 ou 12 participantes, por exemplo) lidar com situações de conflito, expondo pontos de vista, partilhando argumentos, exercitando a empatia. As divergências que permeiam as relações humanas precisam ser trabalhadas, porque podem gerar crescimento dos envolvidos. Nesta abordagem, não se descarta o trabalho individual nem a centralidade da fala do professor, mas estes aspectos compõem e se combinam numa diversidade de práticas metodológicas. Mesmo tendo foco na construção coletiva do conhecimento, trata-se de uma metodologia que requer ação e intencionalidade do professor. O trabalho colaborativo está diretamente associado ao conhecimento de si e do outro, à autocrítica e à capacidade para lidar com ela, ao exercício da empatia, do diálogo, da resolução de conflitos e da cooperação. Também ficam favorecidos o respeito ao outro, a valorização da diversidade de indivíduos, o agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários, que estão previstos nas oitava, nona e décima competências gerais da BNCC.

2.4.7. Acompanhamento da aprendizagem O processo de ensinar e aprender merece ser muito cuidadoso e acompanhado. Por isso, um princípio metodológico integrador dessas Matrizes é o acompanhamento da aprendizagem pelo professor e pelo estudante. Esse acompanhamento tem início em um planejamento cuidadoso daquilo que se espera que os estudantes aprendam, com a consequente seleção das tarefas que permitirão que ele aprenda o que se espera e, claro, por meio da

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avaliação que diagnostica se as aprendizagens ocorrem, permitindo analisar o processo em curso e tomar decisões quanto à sua continuidade. Planejamento e avaliação são um par indissociável quando se trata de acompanhamento da aprendizagem, mas entre ambos ainda estão a gestão das ações educativas em si que, especialmente em situações de uso das Matrizes para contextos escolares, tem no educador que media ações junto aos estudantes uma figura essencial. O papel do educador antes de tudo se caracteriza por sua presença pedagógica, que envolve a mediação focada nas aprendizagens de todos os estudantes, configurando os espaços presenciais ou virtuais da sala de aula, como processo de interação em que todos se sintam em condições de participar, tendo voz, opinião e liberdade de experimentar e produzir em diferentes linguagens. Na concepção de acompanhamento pedagógico, a avaliação tem uma perspectiva formativa que se compõe de três grandes etapas: o diagnóstico, a análise e a intervenção. Um efetivo processo avaliativo da aprendizagem se inicia com a coleta de dados, ou seja, com um diagnóstico proveniente da observação e do registro do professor e das mais diversas produções dos estudantes. De posse desses dados, antes da nota ou de qualquer parecer sobre o que o estudante aprendeu ou não, a avaliação formativa tem como etapa a análise das informações coletadas, pautada pela reflexão sobre as aprendizagens esperadas, a atividade proposta e seu desenvolvimento. O terceiro passo da avaliação responde à tomada de decisão sobre como continuar, o que retomar e como agir frente ao parecer sobre as aprendizagens dos estudantes. É a fase da intervenção. Completa-se assim o ciclo avaliativo. A intervenção, que nada mais é do que o planejamento de ações para ajustar processos visando ao acontecimento da aprendizagem, pode ser imediata quando se identifica algo que os estudantes deveriam saber e que pode impedir a continuidade de seu percurso de aprendizagem. Outras vezes, a análise e o planejamento idealizado permitem antever que o conhecimento ausente neste momento pode ser retomado à frente em outro tema, tempo ou situação. Ainda sobre a intervenção, algumas vezes ela precisa ser com a classe toda, em outros momentos, ela deve acontecer junto a um grupo, seja com a retomada e utilização de novos recursos, ou com planos de estudo para pequenos grupos, usando recursos da tecnologia como vídeos, aulas, tarefas, leituras etc.

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Por sua vez, cada intervenção requer nova tomada de dados, novo diagnóstico e consequente análise de informações para determinar se a intervenção feita foi efetiva ou precisa ser repensada. Assim se completa o ciclo: diagnóstico, análise e intervenção; em constante retroalimentação em direção à aprendizagem de cada estudante. Nesse processo, não podemos esquecer que, se desejamos que os estudantes sejam protagonistas da sua aprendizagem, eles também necessitam ser diretamente envolvidos no acompanhamento da própria evolução, por isso, devem assumir a parcela que lhes cabe de responsabilidade sobre o conhecimento escolar. Para isso, é importante que perceba a avaliação como algo que serve para aconselhar, informar, indicar mudanças, funcionando em uma lógica cooperativa que faz do diálogo, uma prática, e da reflexão, uma constante. Para educadores e estudantes, a avaliação deve ser como uma lente que permite uma visão cada vez mais detalhada sobre o processo de ensinar e aprender, sendo considerada como elemento articulador do processo de ensino e aprendizagem pelo acompanhamento que faz das ações pedagógicas e seus resultados. Dessa forma, o acompanhamento da aprendizagem é a possibilidade constante de reflexão sobre o projeto pedagógico, suas metas e suas condutas, bem como a localização de cada estudante em relação às suas aprendizagens e necessidades e no tocante às metas estabelecidas, constituindo-se em uma ação regulada e refletida em função de um presente e de um futuro esboçado por um projeto, tanto no sentido pedagógico quanto individual. As informações são coletadas em função do valor atribuído à aprendizagem que se espera obter por meio do processo de ensino. São essas orientações que permitem ao planejamento e à avaliação compor com todos os outros elementos do currículo e em cada momento de encontro dos estudantes com o conhecimento, sendo uma ferramenta potente para a formação dos estudantes, sejam eles adolescentes, jovens ou adultos, no centro do processo desta proposta.

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2.5. A ORGANIZAÇÃO DAS MATRIZES¹ As Matrizes Curriculares foram estruturadas para os Anos Finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, de acordo com a BNCC, dando amplo destaque para as competências que devem ser desenvolvidas ao longo de cada etapa da escolaridade, sem esquecer do compromisso com o desenvolvimento integral dos estudantes. Visando uma unidade do documento e pensando na progressão entre as etapas, as Matrizes se organizam por áreas do conhecimento, mas com um olhar especial para as especificidades e saberes próprios sistematizados nos diferentes componentes. Também se esclarece a relação das competências e das habilidades selecionadas no documento dentro de cada uma das dessas áreas. Nos anos finais, as Matrizes estão estruturadas por unidades temáticas e eixos estruturantes, sendo este último um elemento da área de Linguagens. Já na área de Matemática, cada unidade temática foi dividida em subunidades constituídas de habilidades que se aproximam por alguns conceitos, temas ou conjunto de propriedades matemáticas. No Ensino Médio, a organização se deu pelas competências específicas das áreas.

2.6. A PRIORIZAÇÃO DAS APRENDIZAGENS O documento da BNCC apresenta os direitos de aprendizagem para a Educação Básica de todos os estudantes brasileiros. No entanto, considerando processos de aceleração da aprendizagem, EJA e mesmo produção de conteúdo em diversas formas, nessa proposta fizemos escolhas, seja pela limitação do tempo de ensino ou, especialmente, pela necessidade de apoiar as aprendizagens de estudantes de programas não regulares da Educação Básica naquilo que permite a eles a continuidade dos estudos de forma plena, com conhecimento e com confiança em seus saberes. Por isso, na organização das Matrizes, a partir dos direitos de aprendizagem previstos na BNCC, optamos por manter o foco do desenvolvimento integral, 1. Para visualização da organização das matrizes, ver o infográfico no final deste texto

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garantindo que as Competências Gerais e específicas das áreas fossem integralmente mantidas, e fizemos uma priorização entre as habilidades, escolhendo o que denominamos habilidades centrais para a aprendizagem, sem descuidar da progressão entre elas prevista na BNCC e das práticas constituintes das áreas de conhecimento, tais como a investigação científica para Ciências da Natureza, a resolução de problemas para Matemática, as práticas sociais para Linguagens ou a política e o trabalho para Ciências Humanas. A seleção fez recortes para viabilizar a aprendizagem e a formação integral em um tempo reduzido. Esta priorização foi realizada a partir de outra proposta no documento Mapa de Focos elaborado pelo Instituto Reúna², que considera as habilidades que apresentam fundamentos inegociáveis para a compreensão de um componente curricular e seus processos, aquelas adequadas ao momento atual e ao atendimento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, as mais interdisciplinares e que permitem conexões com outras habilidades de um mesmo componente curricular e que sejam viáveis para desenvolvimento no tempo disponível para o ensino e a aprendizagem dos estudantes e para os programas educativos nos quais estiverem envolvidos. Certamente se tratou de uma escolha criteriosa, delicada, que permitisse o desenvolvimento integral dos estudantes e a oportunidade de desenvolvimento cognitivo, integração entre noções e conceitos de um componente, ou entre distintos componentes na área, e favorecimento do atendimento à diversidade que caracteriza os estudantes e seus Projetos de Vida.

» ODS: os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são um conjunto de 17 metas globais estabelecidas pela ONU para este milênio. Os princípios da Agenda 2030 e dos ODS são: Universalidade (relevante para todas as pessoas), Integração (equilibra as dimensões ambiental, social e econômica, lida com contradições e maximiza sinergias), e Não Deixar Ninguém para Trás (os ODS beneficiam todas as pessoas em todos os lugares).

Os objetos do conhecimento sugeridos são instrumentos para que o desenvolvimento das habilidades se dê de forma contextualizada, por isso as escolhas também consideram as situações cotidianas, temas de relevância 2. Para conhecer mais a respeito de critérios de flexibilização curricular em situações especiais, ver Mapa da Focos da BNCC, disponível em: https://institutoreuna.org.br/projeto/mapas-de-foco-bncc/. Acesso: 24 maio 2020.

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para a contemporaneidade e as juventudes. Nos anos finais, há objetos presentes na BNCC e outros complementares que possuem como objetivo didatizar ainda mais o processo de desenvolvimento da habilidade. As expectativas de aprendizagem evidenciam a progressão curricular presente no conjunto de habilidades das matrizes. Compostas por verbos de ação no infinitivo, elas vão se complexificando na medida em que as habilidades apresentam novos processos de cognição, podendo ser entendidos como o conjunto de saberes, de práticas, de vivências, de informações, de conhecimentos, de valores, de condutas e de atitudes esperadas como aprendizagens relacionadas a cada habilidade. O campo de sugestões para as práticas abrange tanto estratégias metodológicas quanto sugestões para o acompanhamento das aprendizagens, em diálogo com o desenvolvimento integral, materializado na relação com as Competências Gerais, com os Projetos de Vida dos estudantes, os temas contemporâneos transversais da BNCC, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, a educação para as relações étnico-raciais e educação em direitos humanos.

» A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/96) estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira na Educação Básica (incluído pela Lei nº 10.639 de 2003) e a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, a educação para os direitos humanos. Ambas têm como objetivo ampliar o ensino e a aprendizagem no que diz respeito a diversidade cultural, racial, social, econômica, conectada com os processos de promoção dos Direitos Humanos, a fim de formar os estudantes para a cidadania e para a atuação em uma sociedade multicultural e pluriétnica.

É possível notar que as Matrizes evidenciam caminhos para a integração curricular, sugerindo estratégias que articulam os componentes curriculares da própria área e das demais áreas do conhecimento no desenvolvimento de competências e habilidades. Considerando as suas características de priorização, as Matrizes poderão colaborar prioritariamente com propostas curriculares e programas voltados para a aceleração da aprendizagem, seja na sala de aula, na formação docente continuada ou na curadoria de materiais. Um uso que as matrizes podem ter ainda é relacionado a avaliações diagnósticas e formativas pelo uso das expectativas de aprendizagem trazidas para cada habilidade, que podem 29


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AS 10 COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC

ÁREA

» BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília-DF: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em 24 maio 2020.

ES AD ID UN

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servir como orientadoras para a elaboração de matrizes e itens avaliativos, bem como de planos de intervenção em função dos dados obtidos.As matrizes apresentam uma linguagem direta e didática, uma vez que se propõem a ser um instrumento acessível, que contemple profissionais da educação de diversos segmentos. Esperamos que elas possam nortear a construção de propostas pedagógicas da Fundação Roberto Marinho e de todo o ecossistema educacional, a fim de proporcionar aprendizagens significativas, alinhadas com os princípios, premissas e diretrizes da BNCC, contribuindo para que estudantes de todo o país avancem em suas aprendizagens.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ÁREA

S CIA S C IÊ N A N A HUM

IA HISTÓR

SINO MÉDIO EN

BNCC

DA CIÊN N A CIA S TUR EZA

CIÊ N NA CIAS D TE TU A REZ M A ÁT ICU ANS ID AD ES TEM ÁTIC AS

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LÍNGUA PORTUGUESA

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CAS ÁTI TEM ES D A ID UN

LINGUAGENS

» ______. Decreto-lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Presidência da República. Brasil, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 24 maio 2020.

A RE EÁ SD A I NC ETÊ COMP

» ______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em: 30 mar. 2020.

COMO A MATRIZ FOI ORGANIZADA:

PRINCÍPIOS QUE INTEGRAM AS MATRIZES:

APRENDIZAGEM COLABORATIVA

OBJETOS DO CONHECIMENTO

PROBLEMATIZAÇÃO

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS

CULTURA DIGITAL

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

PROJETOS DE VIDA

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

HABILIDADES

MULTILETRAMENTOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DA ÁREA

» ______. Resolução nº 4, de 17 de dezembro de 2018. Institui a Base Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa final da Educação Básica, nos termos do artigo 35 da LDB, completando o conjunto constituído pela BNCC da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com base na Resolução CNE/CP nº 2/2017, fundamentada no Parecer CNE/CP nº 15/2017. Brasília-DF: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2018pdf/104101-rcp004-18/file. Acesso 24 maio 2020. » DAMON, William. O que o jovem quer da vida? Como pais e professores podem orientar e motivar os adolescentes. Tradução de Jacqueline Vasconcelos. São Paulo: Summus, 2009. continua>>

* Para saber mais sobre a organização das matrizes, ver o item 2.5 deste texto.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS » MACHADO, Nílson José. Educação: projetos e valores. São Paulo: Escrituras Editora, 2006. » ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas (ONU). Transformando nosso mundo: a agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: https://nacoesunidas.org/Pos2015/Agenda2030/. Acesso em: 24 maio 2020. » RIO DE JANEIRO. Diretrizes para a política de Educação Integral –solução educacional para o Ensino Médio. Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Seeduc)/Instituto Ayrton Senna. S/D. » UNESCO (ONU). Educação para todos: o compromisso de Dakar. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000127509. Acesso em: 24 maio 2020. » UNICEF. Declaração Mundial sobre Educação para todos (Conferência de Jomtien – 1990). Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/declaracaomundial-sobre-educacao-para-todos-conferencia-de-jomtien-1990. Acesso em: 24 maio 2020.

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ÁREA LINGUAGENS

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3.1. O PAPEL DA ÁREA NA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DOS ESTUDANTES A área de Linguagens, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018), trata dos conhecimentos e da atuação dos sujeitos em práticas sociais mediadas por linguagens variadas, em diferentes esferas da comunicação e expressão humanas, a fim de consolidar e ampliar o domínio e os conhecimentos dos adolescentes, jovens e adultos sobre as diferentes linguagens (artísticas, corporais e verbais) e os multiletramentos. Mas não somente isso. Nossas dimensões física, emocional, intelectual, cultural só podem ser expressas se considerarmos esse conjunto de diferentes linguagens que atuam juntas, misturadas, diluídas em diversas manifestações sociais e culturais. Dito de outro modo, não há como sermos colocados em compartimentos desconectados do todo. Somos sujeitos justamente por nossa dimensão plural, na qual todas as linguagens atuam para nos constituir e nos integrar. Somos, portanto, movimentos, gestos, expressões, falas que significam nossas realidades de forma dinâmica e interativa, em práticas sociais diversas. É dessa multiplicidade de linguagens que, segundo a BNCC (2018), se ocupa a área, dando um tratamento às linguagens como elemento da comunicação social e como matéria do pensamento. Desse modo, as linguagens são objetos de estudo e de reflexão, pensadas e significadas dentro do contexto escolar como um processo e um sistema semióticos, que permitem aos adolescentes, jovens e adultos estudantes participarem de práticas sociais de linguagem a fim de compreenderem diferentes formas de manifestação e expressão, expandindo suas capacidades comunicativas, reflexivas e de significação. A área de Linguagens, assim como as demais áreas do conhecimento, portanto, tem o compromisso de privilegiar uma educação contemporânea que impõe muitos desafios a serem enfrentados; em meio à infinidade de informações e à rapidez de um mundo cada vez mais digital, sem fronteiras,

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tecnológico, a área precisa colocar o desenvolvimento integral de jovens e adultos como centro de suas escolhas. Inseridos em um mundo multiletrado e multissemiótico, os estudantes precisam conhecer as diferentes linguagens para saber utilizá-las, para construir conhecimentos (inclusive sobre as próprias linguagens) e para ser agentes críticos dos processos de produção e recepção de diferentes textos. E esse conhecimento, como todos os demais, só pode ser construído por meio das práticas de linguagem, em todos os componentes, em busca de regularidades, de regras e, sobretudo, de construção de sentidos e significados a partir de seus contextos de produção.

3.2. O QUE SÃO PRÁTICAS DE LINGUAGEM E QUAIS PRIORIZAR Para tratarmos das práticas de linguagem, é preciso considerar as inúmeras situações de interação social, nas quais as pessoas fazem uso social e situado das linguagens, produzindo diferentes tipos de textos para interagir com seus interlocutores, em um determinado contexto. No telejornal, por exemplo, ao apresentar as notícias do dia, o apresentador faz uso da linguagem verbal, mas também de gestos, expressões e outros tipos de linguagens (imagens estáticas e em movimento, sons etc.) para mostrar e relatar os fatos, considerando contexto, intencionalidade e interlocutores, a partir dos quais precisa adequar o discurso. Na conversa entre amigos, em um grupo de WhatsApp, os interlocutores se utilizam da língua e de outras linguagens, como emojis e memes, para estabelecer a interação, dialogar, comunicar suas ideias e impressões, transmitir informações. Na entrevista de emprego, considerando a formalidade e a intencionalidade da situação, os interlocutores costumam usar uma linguagem verbal mais formal, adequada à situação comunicativa, evitando gírias ou palavrões, e uma linguagem corporal sem gestos inquietos e expressões carrancudas, por exemplo. Essas práticas de linguagem constituem-se como atividades sociais, permitindo que os sujeitos se comuniquem, se expressem, construam 37


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conhecimentos, de acordo com cada contexto ou situação comunicativa, dentro de determinado campo de atuação social. Ao tratar as diferentes práticas de linguagens como objetos de conhecimento, a área de Linguagens coloca os estudantes como seres atuantes no mundo, tornando-os protagonistas dos projetos escolares e, sobretudo, de seus projetos de vida, integrando-os em toda sua complexidade, por meio de textos verbais, não verbais e multissemióticos. Justamente por isso, as práticas sociais das linguagens, no contexto da escola, são muito potentes, porque podem ser identificadas, reconhecidas e analisadas a partir de suas estruturas, funções comunicativas e dos campos de atuação em que estão inseridas.

COMO OS CAMPOS DE ATUAÇÃO SOCIAL ORGANIZAM AS PRÁTICAS DE LINGUAGEM? Os campos de atuação social são importantes na organização dos objetos de conhecimento, uma vez que indicam os gêneros textuais predominantes de determinada esfera discursiva; os suportes em que se insere; e os papéis enunciativos de quem produz, para quem e com qual finalidade, inserindo o estudante nas diferentes funções e usos sociais das linguagens, em diversas práticas de linguagem e situações de comunicação. A BNCC (2018) apresenta, nos Anos Finais do Ensino Fundamental, quatro campos:

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» O campo de atuação na vida pública, por sua vez, propõe ao jovem que ele amplie sua participação em diferentes instâncias públicas, a fim de defender direitos, de conhecer os textos legais e normativos, de ser capaz de participar de debates de ideias e de elaborar propostas e projetos com foco no bem-estar social da comunidade. A valorização dos direitos humanos, a formação de uma ética da responsabilidade e a tomada de consciência do que seja Estado democrático são temas abordados nas práticas de linguagem próprias desse campo.

» O campo artístico-literário promove o contato com diversas manifestações artísticas em geral e a arte literária, com foco no desenvolvimento da fruição e a formação do leitor literário. Evidencia a função utilitária dos objetos artísticos e literários, com o objetivo de tratar da dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora desses objetos, permitindo ao estudante o contato com diferentes valores, visões de mundo, crenças, desejos e conflitos, a fim de que possa exercer diálogo e empatia pelas diferentes formas de ser e estar no mundo. O estudo de narrativas literárias, da intertextualidade, da polifonia, do estilo, dos efeitos de sentido da linguagem poética, da condição estética da arte, da leitura e da escrita, entre outros, faz parte desse campo.

» O campo jornalístico-midiático promove o desenvolvimento da capacidade dos estudantes de compreender e analisar os jogos de interesse que movem o universo jornalístico-midiático e as práticas contemporâneas envolvendo o uso das redes sociais. Dessa forma, analisar os diferentes textos, os interesses e objetivos de seus produtores, e fazer curadoria para checagem de informações por meio do uso de ferramentas digitais são atividades que estão no cerne dessa esfera.

» O campo das práticas de estudo e pesquisa situa as práticas de linguagem no âmbito da esfera escolar e acadêmica, propondo a análise de textos que circulam pelas diferentes áreas do conhecimento e, também, o domínio dessa área pelos estudantes, a fim de que aprendam a aprender, compreendam e produzam conhecimento científico. Procedimentos de busca, tratamento e análise de dados e informações e diferentes tipos de registro e de socialização dos estudos e pesquisas (esquemas, infográficos, quadros, resumos, tabelas; apresentações orais, seminários, relatos multimidiáticos etc.) são objetos de conhecimentos próprios desse campo.

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De modo geral, essas práticas das linguagens possibilitam:

uma reorganização do tratamento dado aos conteúdos considerados como essenciais: os estudos das linguagens partem dessas práticas e se remetem a essas práticas.

o reconhecimento da dimensão estética de todas as linguagens, valorizando o patrimônio cultural e artístico, a interculturalidade e o respeito à diversidade.

a compreensão dos sujeitos sobre o mecanismo e funcionamento das diferentes linguagens a fim de utilizá-las para compartilhar informações, experiências, ideias; refletir sobre seu lugar como indivíduo e cidadão; produzir sentidos que levem ao diálogo e à resolução de conflitos.

a compreensão das linguagens digitais no contexto das tecnologias da informação e comunicação, a fim de utilizá-las de forma crítica, significativa e ética.

o reconhecimento das linguagens em sua dimensão comunicativa, expressiva e social, promovendo a compreensão e construção de valores, significados, relações de poder.

formas de empoderamento dos sujeitos, ampliando sua participação na vida social e político-cidadã.

LINGUAGENS

3.3. APRESENTAÇÃO DA MATRIZ DE LINGUAGENS 3.3.1. Organização A proposta organizacional da matriz da área de Linguagens para Ensino Fundamental Anos Finais, alinhada aos pressupostos da BNCC (2018), apresenta o conjunto das seis competências específicas da área articuladas às habilidades próprias de cada componente (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Arte e Educação Física), objetivos de aprendizagem e objetos de conhecimento, todos agrupados por campos de atuação social ou unidades temáticas. Além disso, ainda apresenta um tópico com sugestões para a prática, no qual são apontadas relações das habilidades com o desenvolvimento integral do estudante em programas de aceleração ou na Educação de Jovens e Adultos (EJA), projetos de vida, temas contemporâneos e transversais e Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), propostos pela UNESCO. Nesse campo, também é apontado como habilidades de cada componente podem se articular entre si e com as habilidades dos outros componentes por meio de situações de aprendizagem (com projetos, sequências didáticas, experimentações, processos criativos etc.) que promovem diversificadas práticas sociais de linguagem. Esse critério de organização da matriz por competências da área tem como premissa explicitar a relação necessária entre os componentes, evitando um efeito de trabalho em “caixinhas” ou fragmentação dos conhecimentos. A proposta é que os componentes se integrem, por meio dessas competências e na articulação das habilidades, a fim de privilegiarem a construção de conhecimentos possíveis na integração das diferentes linguagens. Com isso, a matriz pode auxiliar tanto o educador, na seleção do conjunto de conhecimentos a serem trabalhados em suas aulas, quanto o produtor de conteúdos para materiais didáticos, vídeos etc. É importante salientar, no entanto, que as competências de cada componente também estão articuladas às competências da área, considerando suas especificidades e tratamento dado a cada linguagem, tal qual se pode observar no quadro a seguir:

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COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1 Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.

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1 Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho.

3 Identificar similaridades e diferenças entre a língua inglesa e a língua materna/outras línguas, articulando-as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP

1 Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.

4 Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa

Assim como neste modelo, nas próximas páginas, você vai encontrar esses símbolos quando os conteúdos forem referentes à:

diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos.

AR

1 Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades.

LP

LÍNGUA PORTUGUESA

EF

EDUCAÇÃO FÍSICA

AR

ARTE

LI

LÍNGUA INGLESA

6 Estabelecer relações entre arte, mídia, mercado e consumo, compreendendo, de forma crítica e problematizadora, modos de produção e de circulação da arte na sociedade.

9 Analisar e valorizar o patrimônio artístico nacional e internacional, material e imaterial, com suas histórias e diferentes visões de mundo.

EF

1 Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual.

7 Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos.

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LINGUAGENS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

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EF

Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.

LINGUAGENS

1 Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual.

2 Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das práticas corporais, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural nesse campo.

4 Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP

analisando, criticamente, os modelos disseminados na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas.

2 Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.

em contextos de lazer, ampliar as redes de sociabilidade e a promoção da saúde.

3 Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes

9 Reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo

campos de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, e continuar aprendendo.

e produzindo alternativas para sua realização no contexto comunitário.

7 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

8 Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento

LI

4 Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua inglesa, usados em diferentes países e por grupos sociais distintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas.

8 Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais (estudo, formação pessoal, entretenimento, pesquisa, trabalho etc.).

AR

1 Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades.

4 Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.

8 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

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LINGUAGENS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

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EF

Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.

2 Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.

5 Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes.

6 Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas participam.

10 Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP

LINGUAGENS

LI

2 Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social.

5 Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual.

AR

2 Compreender as relações entre as linguagens da Arte e suas práticas integradas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições particulares de produção, na prática de cada linguagem e nas suas articulações.

3 Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente aquelas manifestas na arte e nas culturas que constituem a identidade brasileira –, sua tradição e manifestações contemporâneas, reelaborando-as nas criações em Arte.

4 Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.

7 Problematizar questões políticas, sociais, econômicas, científicas, tecnológicas e culturais, por meio de exercícios, produções, intervenções e apresentações artísticas.

8 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

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LINGUAGENS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4 Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo.

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EF

LINGUAGENS

3 Refletir, criticamente, sobre as relações entre a realização das práticas corporais e os processos de saúde/doença, inclusive no contexto das atividades laborais.

4 Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, criticamente, os modelos disseminados na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas.

5 Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP

combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes.

5 Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual.

6 Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.

7 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

AR

7 Problematizar questões políticas, sociais, econômicas, científicas, tecnológicas e culturais, por meio de exercícios, produções, intervenções e apresentações artísticas.

8 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

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LINGUAGENS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

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EF

Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.

LINGUAGENS

1 Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual.

6 Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas participam.

7 Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP

AR

10 Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

9 Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura.

1 Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades.

LI

6 Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais.

3 Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente aquelas manifestas na arte e nas culturas que constituem a identidade brasileira –, sua tradição e manifestações contemporâneas, reelaborando-as nas criações em Arte.

6 Estabelecer relações entre arte, mídia, mercado e consumo, compreendendo, de forma crítica e problematizadora, modos de produção e de circulação da arte na sociedade.

9 Analisar e valorizar o patrimônio artístico nacional e internacional, material e imaterial, com suas histórias e diferentes visões de mundo.

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LINGUAGENS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6 Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO COMPONENTE

LP AR

10 Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.

2 Compreender as relações entre as linguagens da Arte e suas práticas integradas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições particulares de produção, na prática de cada linguagem e nas suas articulações.

5 Mobilizar recursos tecnológicos como formas de registro, pesquisa e criação artística.

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LINGUAGENS

Desse modo, ao articular diversas habilidades para garantir o desenvolvimento de competências da área, também se está garantindo o desenvolvimento dos conjuntos de habilidades específicas de cada segmento. O que, consequentemente, contribui para o desenvolvimento integral dos estudantes, estejam eles em classes regulares, em projetos de aceleração de aprendizagem, recuperação, nivelamento ou na EJA.

3.3.2. As habilidades selecionadas para esta matriz A seleção de habilidades para compor a matriz da área de Linguagens considerou o contexto de produção de conteúdos diversos, programas de aceleração da aprendizagem, de nivelamento e da EJA, no que tange a identidade dos estudantes e a questão do tempo mais reduzido desses projetos em comparação ao ensino regular. Para isso, selecionamos habilidades de todos os componentes, considerando todas práticas de linguagem, campos de atuação social e unidades temáticas, que sejam imprescindíveis para o desenvolvimento de cada competência da área, contribuindo para que os adolescentes e jovens possam dar continuidade aos estudos, construir novos conhecimentos e atuar no mercado de trabalho, priorizando sua aprendizagem e formação integral. Os critérios para essa seleção foram:

» Foco nas práticas de linguagem, organizadas em unidades temáticas 8 Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

EF

9 Reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo e produzindo alternativas para sua realização no contexto comunitário.

10 Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

LI

5 Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para pesquisar,

e campos de atuação social, favorecendo a apresentação e experimentação de todas as linguagens previstas na BNCC, em todos os componentes da área, considerando a perspectiva do multiletramento.

» Organização de um conjunto coeso de habilidades, para o desenvolvimento das competências da área, que favoreça a autonomia do estudante e fomente a cooperação entre todos os envolvidos no processo de aprendizagem.

» Construção de um saber prático, crítico e atuante, relacionado ao contexto que vive, de modo a estar apropriado e a fruir das diferentes formas de linguagem, de forma ética e cidadã, para a construção de um projeto de vida pessoal e coletivo.

selecionar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na língua inglesa, de forma ética, crítica e responsável.

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LINGUAGENS

3.3.3. Os objetos de conhecimento trabalhados na área Em relação aos objetos de conhecimento, assumiu-se, nesta matriz, uma perspectiva de pedagogia por competências e habilidades, tal qual a organização da própria BNCC. Nesse sentido, os objetos devem ser compreendidos como ponto de apoio possível, em um determinado contexto e ou situação, para o desenvolvimento de competências e habilidades. E devem ser articulados nas práticas didático-pedagógicas, de forma coerente e consistente, considerando que não podem ser tomados como conteúdos independentes e autônomos. Nesse contexto, alguns objetos de conhecimentos da área, mais procedimentais e processuais, devem ser priorizados a fim de promover o desenvolvimento de habilidades, tais como:

» Processos de criação – Refere-se ao desenvolvimento de determinada obra artística (literatura, dança, música, artes visuais e teatro). Compreende um tempo, espaço e materiais específicos, todos esses elementos convergindo para um estado criativo favorável, que envolva o estudante corporal, racional e emocionalmente.

» Apreciação e réplica – posicionar-se de maneira responsável em relação a temas e efeitos de sentido dos textos, de acordo com valores próprios, visões de mundo e contextos nos quais os textos e atos de linguagens se inserem; fazer apreciações éticas, estéticas e políticas de textos e produções artísticas e culturais etc.

» Curadoria de informação – De acordo com a BNCC (2018), é bastante utilizado em relação ao tratamento da informação (curadoria da informação), envolvendo processos mais apurados de seleção e filtragem de informações, procedimentos de checagem, validação, categorização e reedição a fim de que os conteúdos possam ser apresentados. Contexto de produção, circulação e recepção – reflexão sobre os contextos e situações sociais em que se produzem textos (quem produz, com qual finalidade, para quem, onde esses textos são publicados etc.) e sobre as diferenças em termos formais, estilísticos, linguísticos e multissemióticos que esses contextos determinam; análise das condições de produção relacionadas ao lugar social assumido e à imagem que se pretende passar a respeito de quem produz o texto, do leitor pretendido e do veículo ou mídia em que o texto circulará; sobre os aspectos sócio-históricos e sociodiscursivos, temáticos, composicionais e estilísticos dos gêneros discursivos e o campo de atividade em que se inserem.

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LINGUAGENS

3.3.4. A contribuição de cada componente para o trabalho da área Na BNCC (2018), os Anos Finais do Ensino Fundamental preveem, na área de Linguagens, que os estudantes participem de situações comunicativas diversificadas de maneira mais crítica, interagindo com muitos e diferentes interlocutores e aprofundando os conhecimentos relativos aos componentes da área a fim de adquirirem autonomia e protagonismo em práticas de linguagem. Apresenta um enfoque na dimensão analítica como forma de compreensão e expressão a partir de práticas de formulação de questionamentos, de seleção, organização e análise dos estudos e conclusões. Desse modo, os componentes contribuem para esse aprofundamento e desenvolvimento da capacidade analítica dos estudantes, tratando dos temas, objetivos de conhecimento e unidades temáticas ou campos de atuação próprios, e garantindo a articulação entre eles para o desenvolvimento das habilidades e das competências. A seguir, é possível observar algumas dessas contribuições.

3.3.4.1. Arte

A Arte, como propulsora dos conhecimentos humanos, e considerando as linguagens das artes visuais, da dança, da música e do teatro, permite a articulação de diferentes saberes e fenômenos artísticos e práticas de criação e produção. O trabalho com Arte precisa garantir a ampliação do conhecimento das especificidades das técnicas, materiais e processos criativos destas linguagens; a relação entre as linguagens, situando-as principalmente em contextos profissionais, históricos, sociais e culturais; a poética, a fruição e a prática de processos criativos de forma consciente, destacando suas dimensões expressiva e social; a instauração de processos de aprendizagem e saberes pautados pelo trabalho coletivo, localizando a coletividade como marca da linguagem artística; a facilitação da relação com outros componentes dentro da área e fora dela.

» Material: pode-se compreender material de maneira estendida, como qualquer elemento que contribua para o desenvolvimento de determinado processo criativo. Exemplos de materiais: dados históricos, estatísticas, pesquisas qualitativas e quantitativas, fatos, lápis, tinta, corpo, voz, tecido, luz, som, memória, imagens, sonhos etc.

» Poética: em processos artístico-pedagógicos, poética é a capacidade de particularização de determinada prática textual (teatro, dança, música,

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LINGUAGENS

pintura, texto escrito ou demais textos). Desta forma, quando o estudante é levado a desenvolver sua poética, intenta-se que ele se aproprie de determinados conhecimentos e técnicas e use-os de forma autêntica, criativa e potente.

» Fruição: dimensão do conhecimento relacionada à apreciação estética, tanto das experiências corporais vivenciadas como das práticas de outras épocas, lugares e grupos. É fundamental que seja salientado que a fruição passa pela “apropriação de um conjunto de conhecimentos que permita ao estudante desfrutar de uma determinada prática corporal e/ou apreciar essa e outras tantas realizadas por outros” (BNCC, 2018, pp. 220-221). Em Artes, o trabalho de fruição é transversal em grande parte das práticas metodológicas e “refere-se ao deleite, ao prazer, ao estranhamento e à abertura para se sensibilizar durante a participação em práticas artísticas e culturais” (BNCC, 2018. p. 195). Dentro deste componente, fruir é tanto objetivo quanto método das práticas educativas, sendo estas duas dimensões retroalimentadas à medida que o processo artístico-pedagógico se desenvolve.

a. Como usar a Matriz Em sala de aula É preciso garantir, nos planejamentos, a apresentação e experimentação das linguagens artísticas previstas na BNCC (localizadas no documento como unidades temáticas), por meio de atividades individuais, grupais e colaborativas, que possibilitem o acesso dos estudantes a diferentes manifestações culturais (populares, regionais, de matrizes indígenas e africanas) e ao entrelaçamento de culturas e saberes. Isso os levará para outros espaços (ruas, centros culturais, museus; instalações; apresentações musicais, teatrais de dança; cinema; encontros de performances; saraus) em que essas manifestações ocorrem para que possam delas participar, experimentar-se nessas artes, refletir sobre seu papel na formação do ser humano, compreender sua pluralidade e suas potencialidades expressivas das inquietações da existência humana.

Na formação docente continuada É preciso que haja homologia de processos, inserindo de fato os professores em situações comunicativas que lhes permitam vivenciar a poética, a fruição e a prática de processos de criação, refletindo sobre o papel da arte e da cultura na formação dos indivíduos e da sociedade. Além disso, é preciso que eles reflitam criticamente sobre seus saberes, problematizando sua atuação didático-pedagógica e o modo como a arte está inserida em suas aulas.

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LINGUAGENS

Na curadoria e produção de objetos educacionais É preciso considerar situações de aprendizagem que promovam o contato com diferentes tipos de obras artísticas e culturais para a construção de repertório. Além disso, são necessários planejamento e organização de propostas de criações artísticas feitas pelos próprios estudantes, individualmente ou em grupos colaborativos, valorizando seus conhecimentos e sua capacidade de se expressar por meio da arte, desenvolvendo a capacidade de refletir sobre seus desejos e projetos pessoais e de intervir no coletivo, com propostas reflexivas sobre a realidade social na qual estão inseridos.

3.3.4.2. Educação Física

A Educação Física, na investigação e exploração dos movimentos, dos gestos, das práticas corporais e dos sentidos e significados atribuídos e constituídos por eles, promove uma construção de saber do sujeito sobre si mesmo e sobre os outros, sobre as diferentes culturas e os diferentes discursos e os valores que envolvem cada prática. O objetivo principal da Educação Física escolar, em todos os segmentos, é introduzir e integrar os alunos na Cultura Corporal de Movimento, formando os cidadãos que vão usufruir, partilhar, produzir, reproduzir e transformar as manifestações que caracterizam essa área. E, também, promover a construção de um olhar analítico e reflexivo sobre as próprias práticas e sobre o próprio corpo, em seus limites, potencialidades e capacidade de constituir o sujeito; os estilos de vida ativos e sua importância para a manutenção da saúde; as possibilidades e limites da ocupação e uso dos espaços públicos e privados em que as práticas corporais acontecem. As diferentes linguagens que compõem as práticas corporais se sustentam como formas de expressão e expansão dos sujeitos e dialogam com os contextos sociais e culturais em que se inserem.

a. Como usar a Matriz Em sala de aula As práticas de Educação Física promovidas com adolescentes, jovens e adultos, no contexto dos projetos de aceleração, nivelamento ou na EJA, devem considerar que “Experimentar e fruir” são duas dimensões do conhecimento que são complementares e estão implicadas no desenvolvimento de várias habilidades, trazendo consigo a condição do estudante de se apropriar do conhecimento de forma contextualizada e intencional. Para tanto, as práticas pedagógicas propostas precisam garantir que todos possam ser inseridos na experimentação, fruição e reflexão sobre diferentes vivências corporais, a fim de que possam expressar-se, considerando as subjetividades de cada indivíduo e a sua interação com o outro. Atividades e vivências que envolvam espaços de lazer na

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LINGUAGENS

escola e na comunidade à qual pertencem, como dança, jogos, esportes, permitem a valorização da consciência corporal e postural, bem como o desenvolvimento de capacidade crítica e analítica sobre os valores da cultura corporal disseminados em diferentes mídias, estando mais atento a como as linguagens se desenvolvem em consonância com a realidade social, histórica e cultural de um povo.

Na formação docente continuada É necessário considerar a homologia de processos para que os próprios educadores possam vivenciar, experimentar e fruir práticas corporais, observando-se como sujeitos que se expressam também pelos movimentos do corpo, interagindo com o outro e com a comunidade em que vivem. Além disso, é importante fortalecer e ampliar o repertório teórico-metodológico sobre a abordagem cultural e social das práticas corporais a fim de problematizar as propostas pedagógicas feitas aos estudantes: “Como planejar aulas de Educação Física que promovam a análise de conceitos de saúde, desempenho e beleza, considerando as múltiplas dimensões que permeiam a linguagem corporal (social, genética, cultural etc.)?”; “De que modo as práticas corporais possibilitam a construção do conceito de corpo a partir de múltiplas dimensões (cultural, política etc.) e não apenas a biológica?”; “Como a construção da autoimagem corporal e da autoestima pode ser foco das aulas de Educação Física?”.

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3.3.4.3. Língua Inglesa

A Língua Inglesa promove a construção de conhecimentos sobre a multiplicidade e variedade de usos e funções do inglês — entendido como língua franca —, por meio de práticas de linguagem situadas em diferentes campos de atuação social. Seu objetivo é integrar os adolescentes e jovens com grupos multilíngues e multiculturais, expandindo não somente o repertório linguístico, mas sobretudo a consciência e a reflexão sobre o uso dessa língua nas sociedades contemporâneas. Por isso, o tratamento dado à Língua Inglesa na BNCC, e adotado nesta matriz, considera sua potencialidade no desenvolvimento do olhar dos estudantes sobre o mundo e sobre si mesmos no mundo global, sem fronteiras, em que as diferenças e semelhanças possam ser passíveis de reflexão e análise crítica.

» Língua franca: conceito que compreende uma língua em seu caráter social e político. Nesse sentido, não se compreende a língua como padrão ou única e nem que existam variantes dela, mas trata-se de legitimar os usos feitos dela pelos falantes ao redor do mundo. Dessa forma, esse conceito desvincula da ideia de que um idioma é próprio de um único território, mas um meio de comunicação que favorece a interculturalidade.

Na curadoria e produção de objetos educacionais É importante considerar a seleção de materiais e construção de objetos educacionais que permitam a realização de diferentes práticas corporais, a fim de que os estudantes possam experimentar, fruir e analisar a importância dessas práticas para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e autocuidado. Além disso, pode-se pensar na criação de oficinas e programas de ginástica por meio dos quais eles possam utilizar seu conhecimento sobre as diferentes práticas corporais como possibilidade de expressão da subjetividade e identidade pessoal e social.

Nesse sentido, a fim de que seja considerado um caráter “formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica na qual dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas”¹, a BNCC divide o componente em eixos organizadores que envolvem tanto os aspectos pedagógicos quantos os políticos, quais sejam: Oralidade, Leitura, Escrita, Conhecimentos Linguísticos e Dimensão Intercultural. Dessa forma, ao organizar a matriz por eixos, ilustra-se de modo didático quais são as metodologias envolvidas nas práticas de linguagem, favorecendo essa “educação linguística, consciente e crítica” ao apresentar o eixo dos conhecimentos linguísticos sempre atrelado ao das demais práticas de linguagem.

a. Como usar a Matriz Em sala de aula É necessário considerar nesse trabalho as metodologias integradoras, sendo iniciado a partir de uma situação problematizadora que mobilize os estudantes a pesquisar texto sobre temas de interesse individual ou coletivo. 1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. p. 241.

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LINGUAGENS

Para tanto, é preciso também considerar o desenvolvimento de diferentes estratégias de leitura que mobilizem conhecimentos prévios sobre tema, gênero discursivo, linguagem; que antecipem o sentido global do texto por meio de inferências, observando títulos, primeiras e últimas frases de cada parágrafo, palavras-chave; e que promovam reflexão e partilha pós-leitura. Além disso, as práticas de leitura devem ser situadas e focadas na interação do leitor com o texto, considerando seu contexto de produção. Nesse sentido, conhecer os campos de atuação social a que pertence (é um texto jornalístico-midiático? Literário? Jurídico? Científico?), o gênero discursivo com sua linguagem e estrutura, os interlocutores envolvidos nesse processo interativos etc., é fundamental para potencializar a aprendizagem dessa língua, instrumentalizando os estudantes para o seu uso e para a construção de seu sentido na vida contemporânea e do multiletramento. É no eixo da leitura que os estudantes também constroem estratégias para ler, ou seja, de reconhecimento textual: aprendem a reconhecer e usar pistas verbais e não verbais para formular hipóteses e fazer inferências.

Na formação docente continuada É preciso considerar a homologia de processos a fim de problematizar o ensino tradicional da Língua Inglesa a partir da reprodução de modelos e análise linguística descontextualizados e desprovidos de sentidos. Desse modo, ao inserir o docente em práticas e situações de uso da língua como forma de inserção no mundo multicultural, permite-se que ele se expresse, se comunique e construa saberes diversos de acordo com seus interesses. Além disso, é preciso que essas práticas pedagógicas utilizadas no processo de formação contínuo possibilitem problematizar as práticas educativas adotadas pelo docente, levando-o a refletir: “As ações que promovo em minhas aulas permitem aos estudantes expressarem sua singularidade de modo criativo e adequado a cada situação e contexto comunicativo?”; “Como as minhas aulas possibilitam que os estudantes investiguem sobre o alcance da Língua Inglesa no mundo a fim de ampliar seu repertório sobre seu uso?”.

Na curadoria e produção de objetos educacionais É preciso promover a prática da língua inserida em situações e contextos que, de fato, façam sentido para os alunos, implicando vivências e reflexão sobre a importância desses usos para inseri-los em um contexto de mundo multicultural. Do mesmo modo, é preciso organizar práticas de produção textual situadas, considerando tanto a natureza processual e colaborativa da escrita quanto a finalidade da escrita, atentando para o protagonismo dos estudantes e a ampliação de repertório a fim de que possam expandir o uso da língua para desenvolver seus projetos pessoais e se comunicar com pessoas de outros países, culturas, sociedades. A seleção e organização de vídeos e textos que tragam contextos de uso da língua, como viagens, trabalho fora do país (não apenas em países anglófonos) ou mesmo no

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LINGUAGENS

país, quando é preciso estabelecer contato com uma pessoa de outra nacionalidade, favorece a ampliação de repertório e a construção de sentido dos usos da língua.

3.3.4.4. Língua Portuguesa

A Língua Portuguesa, com foco no tratamento das diferentes linguagens e sua contextualização nas práticas de linguagem de leitura, produção de textos (orais, escritos, multissemióticos) e análise linguística/semiótica, promove nos estudantes a capacidade de transitar pelos diferentes textos (lendo, escrevendo, falando, analisando) em uma perspectiva de multiletramento, inclusive multissemiótico. Por seu caráter transversal e integrador de todas as demais linguagens (é por meio da língua que os estudantes se expressam, constroem e legitimam seus conhecimentos), deve ser tratada como um objeto de conhecimento a ser estudado, apreendido, analisado e sistematizado, numa perspectiva enunciativa-discursiva. Ou seja, como um processo de interlocução que se realiza nas práticas de linguagem e se materializa nos diferentes textos, verbais e não verbais, produzidos pelo ser humano; nos acontecimentos de leitura e produção textual (oral e escrita) concretos, reais, impregnados de sentidos e intencionalidade.

» Multissemióticos: textos que envolvem o uso de diferentes linguagens. Nesse sentido, o entendimento do que significa “texto” se amplia de modo que, para além do escrito, em linguagem verbal, imagens estáticas (fotos, pinturas, ilustrações, infográficos, desenhos) ou em movimento (vídeos, filmes) e som (áudios, músicas). Por exemplo, um poema visual, configura-se como um texto verbo-visual. Desse modo, esse mesmo poema, disponibilizado nas mídias digitais, passa a envolver também a linguagem audiovisual. Assim, a compreensão adequada do texto depende da identificação dos efeitos de sentido produzidos pelo uso de recursos gráficos articulados ao texto verbal.

a. Como usar a Matriz Em sala de aula Propõe-se vivências de diferentes práticas discursivas da linguagem, de leitura e produção textual de diferentes gêneros discursivos (orais, escritos e multissemióticas), contextualizadas em diferentes campos de atuação social (artístico-literário; jornalístico-midiático; das práticas de estudo e pesquisa; da vida pública; da vida pessoal, entre muitos outros) e situadas

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em diferentes mídias. Além disso, essas práticas discursivas ainda precisam estar inseridas em projetos e sequências didáticas que as contextualizem, em todas as situações comunicativas, de acordo com os contextos de produção (por quem, quando, onde foi produzido?), circulação (em que meios e circuitos foi publicado?) e recepção (por quem foi lido?) em que se inserem. Essas experiências leitoras e de produção textual precisam também permear todos os aspectos da vida dos adolescentes, jovens e adultos (pública, cultural, acadêmica, pessoal, profissional) a fim de que possam: 1) apreender suas estruturas textuais que têm função social, comunicativa, reconhecendo sua intencionalidade nos discursos, ideologias, posições políticas, valores éticos e estéticos; 2) responder às demandas de diferentes contextos de comunicação e expressão para criar novos textos, de acordo com as mais diferentes demandas e situações de comunicação.

Na formação docente continuada É preciso que haja homologia de processos, por meio dos quais os docentes vivenciem práticas de leitura, escuta e produção textuais (orais, escritas e multissemióticas) e de análise linguística e semiótica, considerando seus próprios conhecimentos como leitor e produtor proficiente de textos; sobre como se lê (que estratégias, procedimentos, repertório etc. são necessários para ler textos de diferentes gêneros, com diferentes funções sociais, inseridos em diferentes campos e contextos?) e como se escreve diferentes gêneros textuais para responder as mais diversas demandas sociais e comunicativas (essa escrita é processual? Que etapas são necessárias até que o texto possa ser compartilhado e legitimado socialmente?). É necessário considerar também seus conhecimentos teórico-metodológicos que, geralmente, determinam o modo como sua aula é conduzida. Nesse sentido, é importante que as situações vivenciadas pelos docentes levem à problematização das práticas propostas aos estudantes: “Em minhas aulas, eu ensino técnicas de leitura e escrita ou promovo práticas de leitura e escrita por meio das quais os estudantes desenvolvem habilidades e constroem conhecimentos sobre o que é ler, o que é escrever?”; “O tratamento dado à análise linguística e semiótica está organizado no contexto do texto, potencializando a capacidade leitora e escritora dos estudantes?”; “O que é necessário fazer nas aulas de Língua Portuguesa para que os estudantes possam, de fato, experienciar as práticas de leitura, escuta e produção textual?” “As situações de leitura, escuta e produção promovem o interesse dos estudantes por textos, autores e a linguagem escrita, falada e multissemiótica como instrumento inserção na sociedade multiletrada?”.

Na curadoria e produção de objetos educacionais É preciso considerar variadas práticas de linguagem que permitam o contato com diferentes tipos de leitura e produção textual (oral, escrita, multissemiótica), favorecendo a relação entre os textos e a adequação

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de uso a seus contextos e funções. Além disso, é importante que sejam contemplados temas e diferentes perspectivas de abordagem que apresentem um leque de opções aos estudantes, considerando seus interesses pessoais, seu contexto de vida e o mundo do trabalho.

b. E as linguagens artística e literária? A organização desta matriz pressupõe que o trabalho com o texto artístico-literário permita aos estudantes desenvolverem diferentes habilidades a fim de serem eles próprios produtores textuais e leitores críticos, capazes de compreender a inserção do texto em seu contexto de produção; reconhecer a intencionalidade do texto, considerando sua estrutura, linguagem, função social; questionar os diferentes textos, comparando-os e observando os vieses entre eles; contestar autoridade de diferentes autores, investigando suas crenças e posicionamentos etc.

Como usar a Matriz ▫ Em sala de aula As linguagens artístico-literária, nos Anos Finais do Ensino Fundamental, devem ser tratadas da perspectiva da leitura e produção de textos como experiência e fruição literária. Ou seja, como algo relacionado à vivência, pelos estudantes, de práticas de leitura que ocorrem em diferentes contextos e situações, tais como nas rodas, nos saraus, nos slams (batalhas de poesia), nas comunidades e clubes de leituras, nas oficinas culturais. O estudante, desse modo, interage com os textos artístico-literários para se alimentar de suas formas, de suas ideias, dos diferentes olhares que apresentam, dos diferentes modos de compreensão e expressão da vida humana; para vivenciar processos criativos, reconhecer as diversidades multiculturais; para aprender a valorizar, fruir e produzir manifestações artísticas e culturais a partir de critérios estéticos. ▫ Na formação docente continuada É preciso considerar a homologia do processo a fim de que os docentes possam vivenciar práticas de leitura literária e de outros objetos artísticos, considerando a fruição estética, a apreciação e a réplica como objetos de conhecimentos fundamentais ao tratamento da arte e da literatura. Além disso, essas experiências práticas devem promover a problematização de como as aulas de leitura literária e de outras obras artísticas podem ser organizadas e desenvolvidas com os estudantes para a formação do leitor literário. Nesse sentido, vale indagar sobre a mediação do professor nas rodas de leitura; os diferentes tipos de rodas literárias que podem ser promovidas na sala de aula e em outros ambientes da escola (com critérios de leitura de gêneros, de autor, de articulação entre linguagens – imagens e textos verbais, de produções em diferentes mídias etc.).

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▫ Na curadoria e produção de objetos educacionais É necessário considerar a seleção de textos literários e artísticos, assim como de autores e artistas, que possibilitem a construção de repertório e capacidades para ler o objeto artístico em toda a sua complexidade, a partir de critérios estéticos, baseados no conhecimento que se tem das diferentes linguagens artísticas (artes visuais, audiovisual, dança, música, teatro), seu funcionamento, seu contexto de produção (histórico, social, cultural) e os efeitos de sentido que elas promovem. Além disso, por meio de práticas significativas de contato com esses objetos artísticos e literários e de metodologias integradoras, assim como a utilização de recursos criativos e multimidiáticos, os estudantes podem aprender a fruir esteticamente e desenvolver autonomia para fazer escolhas sobre o que desejam ler, conhecer e aprofundar.

3.4. COMO PODE ACONTECER O TRABALHO NA ÁREA Esta matriz apresenta-se como uma ferramenta didático-pedagógica para diferentes usuários (professores – de um dos componentes da área ou polivalentes –, produtores de conteúdos ou leitores críticos de conteúdos já existentes) e possui um conjunto de procedimentos, estratégias e instrumentos de avaliação que se alinham ao protagonismo que se espera dos estudantes em seu processo de aprendizagem. Além disso, ela traz como premissa a centralidade nos estudantes e sua formação integral, articulando os componentes da área pela relação entre as competências, habilidades, objetivos de aprendizagem, princípios, procedimentos e metodologias comuns. É papel de todos os componentes da área, por exemplo, considerar que as linguagens (artísticas, corporais, verbais e verbo-visuais) são formas de interação entre sujeitos, em práticas sociais inseridas em contextos diversos. Do mesmo modo como devem trabalhar articulados para que as competências da área sejam desenvolvidas por meio do desenvolvimento das habilidades e competências de cada componente, promovendo o protagonismo dos estudantes para que possam apropriar-se dessas linguagens, construir por meio delas seus projetos de vida e participar e intervir nas diversas situações da vida em sociedade. Além disso, é 64

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eixo comum dos quatro componentes da área considerar o processo de aprendizagem do estudante como central para todas as escolhas didático-pedagógicas, organizando práticas docentes que envolvam protagonismo, autoria e corresponsabilidades. Por fim, ainda é preciso ressaltar que a matriz apresenta como forma de articulação da área metodologias integradoras e acompanhamento das aprendizagens dos estudantes que são comuns a todos os componentes, com o propósito de promover o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais, considerando a formação integral dos estudantes.

3.4.1. Princípios de integração metodológica Com foco na aprendizagem, as práticas de linguagem não podem ser simplesmente transmitidas, mas, ao contrário, precisam ser experienciadas para que, de fato, a construção do conhecimento e o desenvolvimento das habilidades e competências possa ocorrer. Nesse sentido, os princípios de integração metodológica² permitem articular na área e entre as demais áreas o tratamento das linguagens e o desenvolvimento de habilidades e competências a fim de propiciar aos estudantes situações de aprendizagem problematizadoras e pautadas nas tomadas de decisões; no assumir posições conscientes e reflexivas, permeadas por valores éticos e pelo respeito ao estado de direito. Além disso, imprimem intencionalidade didático-pedagógica aos planejamentos escolares e às práticas de sala de aula, considerando a formação integral dos adolescentes, jovens e adultos. Nesse sentido, a problematização, como uma das metodologias adotadas nesta matriz, pauta-se na premissa de que todas as situações didático-pedagógicas devem ser problematizadas, ou seja, devem acontecer em um contexto de questionamentos que chamem a atenção e desestabilizem o senso comum e as generalizações sobre um tema, um acontecimento, uma situação. Sua função é promover no estudante uma atitude reflexiva e analítica, a partir da qual ele precise se mover para construir resposta. Os questionamentos, nesse contexto, são o ponto de partida de todas as ações subsequentes da situação de aprendizagem proposta pelo professor: “O que pretende com essas questões, quais suas metas, objetivos?”; “Quais aprendizagens podem ser garantidas a partir dessa problematização?” E podem ser também o ponto de chegada dessa aprendizagem, uma vez que saber problematizar faz parte do desenvolvimento e da formação dos estudantes. Isso significa dizer que ele não é apenas alguém que necessita construir respostas reflexivas, críticas e analíticas às perguntas feitas pelo

2. A respeito de princípios de integração metodológica ver o texto introdutório do caderno.

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professor; mas, fundamentalmente, ser alguém que saiba formular perguntas problematizadoras, tanto nas situações que envolvem seus interesses pessoais quanto naquelas em que os interesses coletivos sejam centrais. A Aprendizagem colaborativa, rompendo com a lógica da transmissão de conhecimento, exige uma nova configuração da aula e das práticas didático-pedagógicas: professor e estudantes constroem juntos a pauta dos percursos que devem trilhar para resolver um problema ou encontrar respostas para as situações problematizadoras nas quais foram inseridos em dado contexto, pesquisando e fazendo curadoria, lendo textos, discutindo coletivamente, produzindo formas de registros etc. A presença pedagógica do professor, nesse contexto da aprendizagem colaborativa, pressupõe que todas as aulas devem ser planejadas, intencionais, pautadas no desenvolvimento das competências e habilidades a fim de que os estudantes aprendam. A Aprendizagem baseada em projetos, por sua vez, é uma metodologia integradora dos conhecimentos a serem construídos na escola, principalmente, na formação de pessoas engajadas com as questões de sua vida pessoal e coletiva. Partindo da mesma situação problematizadora proposta no item “Problematização” (as situações problematizadoras sempre serão o ponto de partida dos projetos), é necessário que os estudantes se sintam mobilizados e curiosos sobre o tema. Depois, é necessário fazer pesquisas sobre o tema, considerando as mesmas indicações já feitas sobre a aprendizagem colaborativa. Por fim, o Multiletramento possibilita abarcar as práticas discursivas e sociais da linguagem, sendo considerado, nesta matriz, o alicerce para diferentes práticas de leitura e produção de textos (oral, escrita, multissemiótica) que devem ser garantidas nas aulas da área. Dessa perspectiva do multiletramento, as práticas de leitura e produção textuais formam diferentes tipos de leitores e produtores de textos: o leitor/produtor de imagens estáticas (desenho, pintura, gravura, fotografia) ou em movimento (vídeos, animações); o leitor/produtor de textos escritos, que podem estar tanto no papel/livro quanto nas telas de computador, celular ou tablet. O multiletramento, portanto, pressupõe interatividade, colaboração, rompimento e transgressão das relações de poder, uma vez que todos podem ser consumidores e produtores de texto. Nas práticas de linguagem contemporâneas, os multiletramentos envolvem não apenas novos gêneros multissemióticos e multimidiáticos, mas também novos modos de produzir, configurar, interagir.

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3.4.2. Acompanhamento da aprendizagem Em situações de adaptação das matrizes para contextos escolares, tais como programas de recuperação ou aceleração da aprendizagem, de educação de jovens e adultos seja em formato presencial ou mediados por tecnologias, o acompanhamento da aprendizagem é elemento integrador das práticas previstas paro o uso das matrizes. Por isso, o planejamento da avaliação é feito a partir dos objetivos de aprendizagem propostos, considerando diferentes instrumentos: observação dos estudantes desenvolvendo determinadas atividades e os registros dessa observação; rodas de conversas nas quais os estudantes expressam o que sabem sobre determinado tema ou conceito; registros das pesquisas feitas pelos estudantes; provas dos estudantes; todas as produções dos estudantes (escrita, orais, multissemióticas); autoavaliação. Dois instrumentos fundamentais nos processos de ensino e de aprendizagem são os planejamentos e as avaliações, uma vez que organizam a prática didático-pedagógica do professor e sinalizam os alcances das aprendizagens dos estudantes. Considerando os fazeres comuns da área, o planejamento orienta as escolhas conscientes e intencionais do professor e organizam todo o trabalho em função da aquisição das competências gerais e específicas pelos estudantes por meio do desenvolvimento das habilidades. Isso significa dizer que o planejamento deve ser feito em função das aprendizagens que se quer garantir junto aos alunos. Por isso, espera-se que nos planejamentos constem as metodologias integradoras a serem usadas; a distribuição dos objetos de conhecimento em função das habilidades que devem ser garantidas; a seleção de recursos necessários para o desenvolvimento desse conjunto de aulas; o tempo adequado a cada etapa das sequências de atividades ou projetos a serem desenvolvidos; os critérios e instrumentos que serão usados para acompanhar e avaliar as aprendizagens esperadas. A avaliação, por sua vez, em conjunto com o planejamento e outras ações didáticas, constitui o projeto pedagógico de cada professor, justamente por sua função diagnóstica, formativa e de acompanhamento do processo de aprendizagem de cada estudante. Desse modo, a avaliação como parte dos processos de ensino e aprendizagem não pode ser considerada um fim em si mesma, mas um modo de fazer aprender. Na perspectiva da formação, os diferentes instrumentos avaliativos promovem um diagnóstico da aprendizagem do estudante, que deve ser analisado, refletido e problematizado pelo professor. Esse diagnóstico, por sua vez, deve ser passível de intervenções do professor, que realinha seu planejamento, faz novas escolhas e acrescenta outras metodologias.

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Em conjunto, portanto, esses instrumentos se retroalimentam na medida em que o professor planeja, avalia e replaneja sempre pensando na aprendizagem dos estudantes, documentando o processo. Como instrumentos avaliativos, podem ser consideradas as observações feitas dos estudantes desenvolvendo determinadas atividades e os registros dessa observação; rodas de conversas nas quais os estudantes expressam o que sabem sobre determinado tema ou conceito; registros das pesquisas; provas; produções dos estudantes (escrita, orais, multissemióticas); autoavaliação. Um elemento da matriz que é muito relevante para o planejamento e a avaliação está traduzido em expectativas de aprendizagem³. Elas indicam aquilo que se espera de aprendizagem para cada conjunto de competências e habilidades e podem ser parâmetros para acompanhar ensino e aprendizagem, fazer ajustes na caminhada e planejar formas de conseguir que todos aprendam. Esta matriz curricular permite uma visão integrada da área de Linguagens, por meio da articulação entre habilidades, competências, objetivos de aprendizagem, objetos de conhecimento e sugestões para as práticas de sala de aula. Desse modo, pode ser usada como uma ferramenta que auxilia na organização das situações de aprendizagem e práticas de linguagem com foco na formação integral dos estudantes. Nas próximas páginas você poderá consultar as matrizes.

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LINGUAGENS

PARA SABER MAIS

» BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. Acesso em: 29 abril 2020.

» _______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ Leis/L9394.htm. Acesso em: 29 abril 2020.

» _______. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://novoensinomedio.mec.gov.br/resources/ downloads/pdf/dcnem.pdf. Acesso em: 29 abril 2020.

» COELHO, Teixeira. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 2012. » DARIDO, Suraya; RANGEL, Irene. Educação Física na Escola: implicações para a prática pedagógica. São Paulo: Guanabara Koogan, 2008.

» KERN, Richard. Literacy and Language teaching. Oxford: Oxford University Press, 2000.

» RIBEIRO, Ana Elisa. Textos multimodais: leitura e produção. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.

» ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.

» ROJO, Roxane; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.

» WHITEHEAD, Margaret (Org.). Letramento corporal: atividades físicas e esportivas para toda a vida. São Paulo: Penso, 2018.

3. A respeito do uso das expectativas de aprendizagem da matriz para avaliação ver o documento introdutório deste caderno.

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MATRIZ

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

patrimônio cultural da humanidade e, portanto, dotado de valores de diferentes grupos sociais. Recomenda-se, portanto, o planejamento de modalidades didáticas que possam apresentar a literatura como uma possibilidade de formação humana, incumbida de ideias, preceitos, conhecimento e leituras de mundo. Nesse sentido, é possível articular literatura e Projeto de Vida, pois os textos literários propiciam a reflexão sobre si mesmo e sobre o outro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento integral do estudante. Como estratégia para trabalhar esta habilidade, sugere-se a leitura e a análise de poemas de cordel em comparação com o rap. Propõe-se, ainda, planejar situações que propiciem o contato do estudante com vídeos de declamação de cordel e de apresentações de rap. Além disso, é possível que os estudantes pesquisem informações biográficas sobre os autores dos textos trabalhados, praticando, assim, a curadoria de informações.

» Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção. » Apreciação e réplica.

Recomenda-se, ainda, promover rodas de conversa, inicialmente, em pequenos grupos e, posteriormente, com toda a turma, a fim de aprofundar a análise dos textos, mobilizando-os a refletirem sobre a temática, os valores sociais, culturais e as diferentes visões de mundo.

HABILIDADE

Pode-se observar como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Inglesa, recomenda-se mobilizar o estudante a pesquisar sobre a história do hip hop americano. » Em Educação Física, também é possível promover batalhas de dança individuais e coletivas. » Em Arte, os estudantes podem produzir dança hip hop e/ou outras manifestações artísticas.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP44) Inferir a presença de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes visões de mundo, em textos literários, reconhecendo nesses textos formas de estabelecer múltiplos olhares sobre as identidades, sociedades e culturas e considerando a autoria e o contexto social e histórico de sua produção.

A habilidade relaciona-se à Competência Geral 1, pois sugere a valorização dos conhecimentos historicamente construídos para entender, explicar e valorizar a realidade.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Experimentar a leitura de livros de literatura e outras produções culturais do campo. » Inferir, em textos literários, expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais. » Inferir o contexto social e histórico de uma obra literária, considerando a autoria.

A habilidade e a competência da área estabelecem relação com o ODS 11, especialmente, com a meta “fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo”.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se, com esta habilidade, promover a participação em práticas frequentes e sistemáticas de leitura de textos literários de diferentes gêneros, épocas e contextos culturais, a fim de sensibilizar o estudante para reconhecer o texto literário como um

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS ARTE

Pode-se pedir, especialmente, que o aluno coloque a atenção em como seu corpo se comporta no dia a dia ao chutar, pular, dormir, fugir, escutar etc. Depois, de forma direcionada, o estudante pode realizar exercícios de improvisação em que seja estimulado a se comportar como se estivesse correndo, fugindo, procurando, escondendo, pesquisando etc. O estudante poderá ser perguntado sobre como seu corpo se comporta nas determinadas circunstâncias de ação. Propõe-se também que o aluno possa pesquisar tipos de movimentos cotidianos diferentes do seu. Nesse caso, sugere-se criar estratégias de observação na própria escola ou fora dela.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Elementos da linguagem.

HABILIDADE

No que tange ao corpo dançado, conforme também previsto na habilidade, sugere-se que sua abordagem seja realizada depois das etapas acima. Dessa forma, o estudante já poderá ter meios de compreender o corpo da dança em diálogo com o corpo do dia a dia, estando mais atento a como as linguagens se desenvolvem em consonância com a realidade social, histórica e cultural de um povo. Assim, poderá ser feita uma abordagem histórica da dança, por meio de vídeo, passando por tópicos importantes como o balé, as danças de salão, o jazz, as danças populares brasileiras, as formas da dança contemporânea etc.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Por fim, o estudante poderá fazer relações entre o corpo/movimento do cotidiano e o corpo/movimento dançado, fazendo uma abordagem crítica da linguagem da dança na sua relação com a realidade social.

(EF69AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado, abordando, criticamente, o desenvolvimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea.

Com Educação Física, poderão ser realizados projetos em comum na fase da pesquisa do movimento do dia a dia, qualidade dos corpos e diálogo com o meio. A habilidade se conecta com as Competências Gerais 3 e 6, especialmente.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Experimentar os fatores de movimento: peso, tempo, espaço e fluência. » Experimentar procedimentos de improvisação e criação do movimento. » Compreender a linguagem corporal como forma de leitura e escrita de sentimentos, sensações e ideias. » Reconhecer a imagem e o movimento corporal como construção social.

Esta habilidade poderá estar contida em projetos que tenham o “quem sou” e “onde estou” como eixos, uma vez que proporcionam estados de consciência em relação ao corpo e ao corpo em diálogo com o meio. Assim, as atividades também contribuem para o Projeto de Vida do estudante. O ODS 3 também poderá ser desenvolvido a partir desta habilidade.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que, primeiramente, o estudante explore, por meio de procedimentos de improvisação, seu próprio movimento, percebendo variações de sentido ao se realizar determinados gestos, ações ou atividades.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

MÚSICA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS ARTE

Um exemplo: se está se trabalhando a cultura de massa, economia ou capitalismo, é possível recorrer a jingles de propaganda. A seleção de músicas será a primeira etapa e uma das mais importantes, pois determinará o tom do trabalho com a habilidade. A apreciação musical, preferencialmente em coletivo, poderá vir acompanhada de um roteiro de observação, com algumas perguntas, por exemplo: quem produziu a música? Um único artista, um grupo, um instrumentista, um computador? Como a música é divulgada/compartilhada, na TV, na internet, por aplicativo, por meio de alguma outra obra de arte como cinema, teatro ou dança? Para qual público essa música é direcionada? Há alguma questão ética no uso e função dessa música? A música é datada, é atemporal? A música apreciada pertence a qual gênero, é possível identificar? O que diz a letra da música, é possível resumir sua mensagem? Essa música cumpriu ou cumpre alguma função social no seu momento histórico? As perguntas servem como base para a análise crítica das músicas.

» Contextos e práticas.

A seleção das músicas poderá ser feita com o estudante, de maneira a envolvê-lo no processo de ensino-aprendizagem.

HABILIDADE

Esta habilidade pode ser trabalhada em conjunto com os componentes da área de Ciências Humanas, que podem indicar os temas das músicas.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR16) Analisar criticamente, por meio da apreciação musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.

Sob outro aspecto, a própria Matemática dialoga com esta habilidade, se for considerada a música e seus códigos (escalas, oitavas, logaritmo etc.).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Para projetos que trabalham no espectro do “onde estou”, esta habilidade contribui para identificar o momento histórico em que estamos através da arte, nesse caso, a música.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer o repertório musical brasileiro. » Reconhecer peças musicais como instrumentos de crítica social e divulgação de ideias e pontos de vista. » Relacionar a música e suas funções de emoção, persuasão e reflexão.

Há relação especial com a Competência Geral 1, que trata do conhecimento do mundo cultural, e com a Competência Geral 3, sobre repertório.

Os ODS 3, 4, 5, 8, 10, 13, 15 e 16 podem estar associados à escolha dos temas das músicas.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Conforme o próprio texto da habilidade diz, a apreciação musical é a ação indicada. Assim, o trabalho poderá começar com a seleção das peças musicais que serão apreciadas. Sugere-se que se faça a seleção levando em consideração critérios que dialoguem com o contexto do ensino-aprendizagem, de forma a integrar habilidades, componentes e áreas. 76

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UNIDADE TEMÁTICA:

MÚSICA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

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LINGUAGENS ARTE

funk, choro, forró, lambada, música sertaneja, música popular brasileira (MPB), rap, reggae e rock brasileiro, samba e xote. O desenvolvimento desta habilidade pode se dar por meio de momentos de apreciação, dentro e fora da escola, em que o estudante seja estimulado a pensar sobre a diferenciação dos estilos a partir de alguns critérios, entre eles: Em que região do Brasil o estilo musical é mais tocado? A qual classe social ele está associado? O que a música diz sobre a classe social a que ela mais se liga? As letras falam de quais situações? Quais os temas das músicas de determinado estilo? Em que lugares essa música é mais tocada: nas residências, nas casas noturnas, nas festas? A que tipo de festa ou comemoração determinado estilo musical está ligado? A análise dos estilos musicais pode ser feita em coletivo, para que seu caráter crítico ganhe força na interlocução dos diversos pontos de vista e contextos dos estudantes. O componente de Geografia pode se relacionar com o desenvolvimento da habilidade, ao estabelecer critérios para a identificação e diferenciação das diferentes regiões brasileiras.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR19) Identificar e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética musical.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer músicas e grupos de música brasileiros e estrangeiros. » Conhecer os estilos musicais brasileiros na sua relação com os aspectos culturais que o sustentam. » Ouvir música, identificando efeitos de sentido a partir de critérios estéticos e culturais.

Em Língua Portuguesa, é possível buscar referências no que diz respeito às marcas orais, gírias e expressões específicas, a fim de ampliar o conhecimento sobre a música e seu contexto. Há relação com a Competência Geral 1, no eixo do conhecimento cultural; Competência Geral 3, repertório musical; e Competência Geral 8, compreender-se na diversidade. Esta habilidade poderá estar associada a projetos centrados no “quem sou” e “onde estou”, pois ela trabalha marcas de identidade pessoal e regional, contribuindo para processos de reconhecimento, aceitação e valorização da diversidade brasileira. O ODS 16 se relaciona com esta habilidade na medida em que propõe formas de atuação que se baseiam em paz e justiça, bem como em discussões que permeiam o trabalho de reconhecimento da arte como construto social democrático e inclusivo.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se que o estudante esteja em contato com obras musicais de diferentes estilos. Sugere-se que se dê destaque para estilos musicais brasileiros, proporcionando maior contato com nossa diversidade. Sugestões de materiais: axé, baião, bossa nova, carimbó,

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

TEATRO COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se uma abordagem metodológica expositiva da história do teatro tanto pelo viés da dramaturgia, quanto através dos artistas, grupos e sua práxis. Neste sentido, complementando a exposição, sugere-se a leitura de textos dramatúrgicos ou roteiros de encenação nos quais seja possível apontar e identificar os aspectos sociais, históricos e culturais nos quais eles foram escritos. Sugere-se que seja feita uma abordagem linear da história do teatro, reforçando seu caráter mutável e dialógico, dando destaque para a figura do dramaturgo, mas reforçando também o trabalho dos grupos e atores modernos e contemporâneos, cuja contribuição mudou a forma de produzir, divulgar e circular as obras teatrais.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR24) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas, investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e organização da atuação profissional em teatro.

Recomenda-se que sejam listados os profissionais que fazem parte de uma produção teatral, de maneira a dimensionar o trabalho dos artistas da cena na sua perspectiva profissional. Entre eles estão: o ator, diretor, sonoplasta, cenógrafo, figurinista, contrarregra, produtor, operador técnico, maquiador, cenotécnico, costureira, camareira, assessor de imprensa, entre outros. Se houver possibilidade, como complemento, sugere-se que se convide alguns desses profissionais para estarem na escola, em rodadas de entrevista. O contato pessoal amplia o conhecimento e o desenvolvimento da habilidade. Esta habilidade será melhor desenvolvida se relacionada com o componente História, na medida em que propõe uma leitura panorâmica dos artistas e grupos de teatro ao longo das sociedades, culturas e contextos diversos. A relação se dá, sobretudo, no amparo à relação entre momento histórico e os tipos de abordagem do texto, da personagem e da própria produção técnica.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer as origens do teatro ocidental, desde a época grega, passando pela Idade Média, Renascimento, romantismo, realismo, modernidade e contemporaneidade. » Reconhecer a importância da dramaturgia na história do fenômeno teatral, em especial pelo seu aspecto de registro. » Conhecer as transformações da prática teatral em termos de produção, divulgação, circulação e atuação profissional. » Compreender a prática teatral como exercício profissional.

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Os componentes de Língua Portuguesa e Língua Inglesa podem dialogar com o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que atuarem na leitura guiada dos textos (nesse caso, os textos dramáticos). A habilidade faz relação com as Competências Gerais 1 e 3, que tratam do contato com a arte e valorização dos saberes culturais para explicar o mundo. A atividade de listagem dos profissionais ligados ao teatro pode contribuir com o desenvolvimento profissional do estudante e impactar seu Projeto de Vida.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

TEATRO COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

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LINGUAGENS ARTE

caso dos textos dramatúrgicos, eles também devem apresentar elementos que identifiquem o tipo de abordagem prática a que ele se refere, como: estrutura dos diálogos, temas recorrentes, relação com a plateia, presença ou ausência de narradores, entre outros. O trabalho de contextualização completa o de identificação. Nesse sentido, propõe-se que, para cada estilo cênico abordado, seja feita a relação com o momento histórico ao qual ele pertence, identificando e registrando marcas sociais, culturais e políticas que atuaram nas escolhas estéticas dos artistas. Esta habilidade será melhor desenvolvida se relacionada com o componente História, na medida em que propõe uma leitura panorâmica dos estilos cênicos ao longo das sociedades, culturas e contextos diversos. A relação se dá, sobretudo, entre o momento histórico e os tipos de abordagem do texto, da personagem e da construção cênica de uma maneira geral. A Competência Geral 1 é trabalhada quando estudante compreende o teatro e sua ligação com os aspectos sociais, culturais e políticos da sociedade. O contato com os textos dramatúrgicos faz relação com a Competência Geral 3.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR25) Identificar e analisar diferentes estilos cênicos, contextualizando-os no tempo e no espaço de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética teatral.

O desenvolvimento desta habilidade pode revelar casos em que o teatro serviu como reflexo ou ferramenta de interferência na esfera social e política. Nesse caso, sugere-se o estudo especial do teatro épico e dos modos do teatro do oprimido. Essa atividade conecta temáticas ligadas a questões sociais e culturais, contribuindo para o autoconhecimento do estudante e sua formação cidadã, impactando positivamente seu Projeto de Vida.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer os modos de criação, produção, divulgação, circulação e organização da atuação profissional em teatro. » Conhecer diferentes estilos cênicos ao longo da história. » Conhecer marcos históricos que dialogam com a renovação da prática teatral.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que, para este estudo, sejam apresentados ao estudante alguns materiais que permitam identificar os estilos cênicos, tais como: textos dramatúrgicos, fotos, vídeos, reportagens e entrevistas com artistas, entre outros. Esses materiais devem permitir a identificação de recursos expressivos que indiquem o estilo da representação, tais como: figurinos, cenários, maquiagem, posição corporal, tipo de movimento, ação e gesto. No

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES INTEGRADAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

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LINGUAGENS ARTE

Diante de um (ou mais) exemplar selecionado, propõe-se que o estudante seja levado a refletir, por meio de um debate guiado, sobre alguns aspectos da produção daquele artista (ou grupo de artistas), tais como: Em que momento aquela obra foi feita? Em que condições sociais e políticas o artista a produziu? Qual é a biografia daquele artista? Como sua vida interfere na sua produção? Quais elementos históricos ficam evidentes na escolha do tema da obra? Qual é a visão de mundo daquela obra? Qual é sua marca ideológica? Como os aspectos estéticos dialogam com o momento histórico daquela produção? Houve algum tipo de inovação estética e poética em razão do contexto? Quais foram os meios de produção daquela obra? Quanto ela custou para ser feita e quanto custará para ser vendida? Há nela algum viés ético passível de discussão? Cabe ao professor orientar o debate, fornecendo dados para que o estudante possa realizar a análise e o registro dos resultados.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

Esta habilidade será melhor desenvolvida se estiver em projetos que integrem Linguagens e Ciências Humanas, uma vez que os parâmetros sociais, históricos e políticos poderão ser aprofundados com uma aprendizagem integrada. Há relação com a Competência Geral 1, no eixo do conhecimento da cultura.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR31) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.

Projetos que estão ligados ao eixo “onde estou” podem ser favorecidos com esta habilidade, pois ela está centrada na análise conjectural da produção da linguagem, nesse caso, a artística. Há obras artísticas contemporâneas que trabalham, de forma clara, questões de gênero (ODS 5), problemas de desigualdade social (ODS 2), a crise do sistema urbano (ODS 8 e 11), entre outros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

O contato com artistas e com os meios de produção da arte pode impactar o estudante em seu Projeto de Vida.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Compreender a arte como fenômeno social integral, ligada aos modos de ser e agir da sociedade. » Conhecer meios e modos de produção, fazendo relação entre aspectos estéticos e sociais. » Conhecer e valorizar o patrimônio artístico local

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para o desenvolvimento desta habilidade, propõe-se a escolha de alguns exemplares de obras de arte. Nesse caso, especificamente, quaisquer obras de arte poderão servir, pois em todas elas despontam dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética. O critério da escolha poderá ser os ODS, por exemplo.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES INTEGRADAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A primeira ação, propõe-se, é a escolha de uma produção artística em que seja possível reconhecer, mais facilmente, a presença de marcas históricas, sociais e políticas. Pressupõe-se que a análise deva vir acompanhada de um reconhecimento das marcas geográficas daquela produção, sobretudo se há nela um ponto de vista europeu em sua feitura. Qual é o cenário/paisagem/espaço da obra? Se há a representação de pessoas, que pessoas são essas? a que classe social esta obra se dirige? Qual é a visão de mundo da obra? Sugere-se, para o enriquecimento do trabalho, que o artista e sua respectiva obra não seja de origem europeia, justamente para que haja a comparação.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Matrizes estéticas e culturais.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR33) Analisar aspectos históricos, sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato, folclore, design etc.).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer produções artísticas de natureza crítica, em especial aquelas que possuem relação com a contemporaneidade. » Reconhecer a presença de valores sociais, culturais e humanos em produções artísticas estrangeiras, em especial europeias. » Identificar a presença de marcas ideológicas e políticas na produção e categorização da arte.

O que a segunda parte da habilidade aponta é a seguinte indagação: Por que diferenciamos arte, artesanato, folclore, design…? Para que a habilidade seja desenvolvida por completo, sugere-se, então, que o estudante seja levado a pensar o que diferencia estas frentes do ponto de vista comercial, funcional e autoral. Este objeto de (arte, folclore, artesanato, design) é feito para vender? tem uma função prática? Está atrelado à ideia de autoria? O estudante poderá fazer, por exemplo, uma pesquisa dos preços de venda de um objeto de arte, artesanato ou peça de design e se perguntar: por que os preços entre as peças são tão diferentes? O que está por detrás disso? Pode-se trabalhar esta habilidade junto dos componentes de Ciências Humanas (em especial História), a fim de que se faça relação/classificação dos aspectos históricos, sociais e políticos, sobretudo os de referência europeia. O objeto artístico analisado poderá ser do campo literário, neste caso, fazendo estreita relação entre Arte e Língua Portuguesa. Em que medida, por exemplo, uma obra do realismo brasileiro guarda aspectos europeus? E o que é específico do Brasil? Há especial relação com a Competência Geral 3, no aspecto da valorização do repertório cultural nacional. Projetos que estão ligados ao eixo “Onde estou” podem se valer desta habilidade, uma vez que no cerne dela está a análise conjectural da produção da linguagem artística. O ODS 10 está em diálogo com esta habilidade na medida em que propõe reflexão e ação no campo do combate à desigualdade entre países.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se trabalhar conjuntamente à EF89EF11 a fim de potencializar a relação entre as ginásticas e os conceitos de padrão de beleza, saúde, bem-estar, desempenho e cuidado consigo mesmo, ressaltando a natureza dinâmica da construção das linguagens e as possibilidades de expressão da subjetividade e identidade pessoal e social.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento físico: ginástica laboral, ginástica funcional, ginástica aeróbica etc. » Ginástica de conscientização corporal: Ioga, Tai Chi Chuan.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF08) Discutir as transformações históricas dos padrões de desempenho, saúde e beleza, considerando a forma como são apresentados nos diferentes meios (científico, midiático etc.).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Analisar os conceitos de saúde, desempenho e beleza, considerando as múltiplas

dimensões que a permeiam (corporal, social, genética, histórica, econômica etc.). » Compreender a construção do conceito de corpo a partir de múltiplas dimensões (cultural, política etc.) e não apenas a biológica. » Identificar componentes que contribuem para construção da autoimagem corporal e da autoestima.

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Estudantes e docentes podem compartilhar uma ampla quantidade de fontes para discutir sobre os conceitos de saúde, corpo, beleza, desempenho e bem-estar, partindo da comunidade do estudante como referência para contextualizar os conteúdos. Essas discussões podem ser construídas ao longo do tempo por pesquisas individuais, debates em grupos, aulas práticas de ginástica etc. A promoção de seminários em que existam diferentes mesas, compostas pelos temas saúde, beleza etc. e que apresentem ou debatam as diferentes noções (histórica, social, cultural etc.) de cada um dos conceitos, pode ser ao mesmo tempo um produto que comunica e compartilha o conhecimento e um instrumento de síntese de acompanhamento da aprendizagem (sempre considerando que as etapas que compõem esse percurso também contribuem para o acompanhamento processual). Outras habilidades desta mesma unidade temática podem ser planejadas conjuntamente, pois tratam de diferentes objetos de conhecimento em todos os aspectos de cada prática corporal (histórico, técnico, atitudinal etc.). Por exemplo: desenvolver a habilidade EF89EF16 (experimentar e fruir as lutas do mundo) paralelamente com a EF89EF18, pois ambas se referem à mesma unidade temática (Lutas), mas com aspectos diferentes que se complementam. É interessante observar, também, o olhar que as Artes têm sobre corpo e beleza, podendo ser trabalhado conjuntamente com Educação Física, pois potencializa a noção de construção social e cultural das diferentes linguagens e como elas atribuem significados às realidades de diferentes formas. Pode-se trabalhar esta habilidade nos eixos “quem sou eu” e “qual meu lugar no mundo” a partir dos conceitos de desempenho, saúde e beleza, destacando a construção da identidade e como ela se concretiza na relação com o mundo. A partir das noções de autoimagem e autoestima, questões contemporâneas podem permear o desenvolvimento desta habilidade, como a relação entre construção da identidade, corpo e gênero (ODS 5).

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se trabalhar conjuntamente à EF89EF08, pois assim se potencializa a relação entre as ginásticas e os conceitos de padrão de beleza, saúde, bem-estar, desempenho e cuidado consigo mesmo, ressaltando a natureza dinâmica da construção das linguagens e as possibilidades de expressão da subjetividade e identidade pessoal e social.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento físico: ginástica laboral, ginástica funcional, ginástica aeróbica etc. » Ginástica de conscientização corporal: Ioga, Tai Chi Chuan.

Ao se discutir e aprofundar as relações entre saúde, construção de identidade, corpo e transformações corporais (pela prática de ginásticas, alimentação, suplementação, utilização de anabolizantes etc.), sugere-se que haja destaque para as diferentes formas de se analisar tais conceitos e, principalmente, o conhecimento fisiológico, bioquímico e anatômico sobre o corpo. Tal condição é fundamental, pois, apesar de outros aspectos serem importantes na forma de se analisar esses conceitos, o saber biológico é indiscutível, ou seja, a transformação corporal por exercícios, alimentação ou anabolizantes ocorrerá a despeito das razões sociais, afetivas ou culturais que constituem a construção dos conceitos mencionados. O estudante pode elaborar programas de ginásticas para si, pois, ao criá-los, terá que utilizar seu conhecimento sobre as ginásticas e relacioná-lo a si mesmo (autoimagem e autoestima), estabelecendo objetivos (escolhas pessoais).

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF11) Identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e cuidado consigo mesmo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

É fundamental construir o conceito de saúde nesta habilidade, em parceria com Ciências, pois se agrega a visão biológica de corpo ao olhar da cultura corporal, na construção desse conceito multidisciplinar. Uma proposta é trabalhar esta habilidade no eixo “onde estou”, destacando como o conhecimento sobre ginásticas interfere na esfera pessoal e coletiva, relacionando o contexto de vida do estudante com a busca pela qualidade de vida e saúde. A partir dos conceitos de saúde e qualidade de vida, sugere-se que questões contemporâneas permeiem o desenvolvimento desta habilidade, tendo as ginásticas como referência (ODS 3).

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Diferenciar ginástica de conscientização corporal e de condicionamento físico. » Problematizar a prática excessiva de exercícios físicos e o uso de medicamentos para a ampliação do rendimento ou potencialização das transformações corporais. » Estabelecer um ou mais objetivos com foco no cuidado de si e/ou na saúde, selecionando uma ou mais práticas de ginástica que se identifique.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

LUTAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Lutas do mundo: Taekwondo, Greco-romana, Muay Thay etc. » Lutas do Brasil: Capoeira, Huka-Huka, luta Marajoara etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF18) Discutir as transformações históricas, o processo de esportivização e a midiatização de uma ou mais lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Analisar a história de diferentes lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem, com ênfase nas lutas presentes na própria comunidade (caso exista). » Compreender o processo do esporte moderno, na relação com os aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais. » Criar hipóteses sobre a evidência midiática de algumas lutas e a ausência de outras, com argumentos que as justifiquem. » Explicar o surgimento de campeonatos de lutas e de variações dessas lutas (estilos, categorias etc.), a partir de sua origem e transformações históricas. » Participar de um ou mais tipos de lutas, executando seus procedimentos internos (saudação, cumprimento, regras).

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que o esporte moderno seja abordado não só a partir das mudanças esportivas, mas na relação com a globalização, o capitalismo, as disputas políticas etc. Paralelamente a essa abordagem, é possível trabalhar com a história das lutas, para estabelecer a relação entre o processo de esportivização e midiatização dessa prática corporal. A depender do contexto escolar, pode-se partir do estudo sobre as Artes Marciais Mistas (MMA), por ser um exemplo clássico do processo de esportivização e midiatização das lutas. É possível destacar os princípios e valores das lutas para resgatar e valorizar sua cultura de origem. É importante relacionar os processos históricos das lutas com a forma como são significadas atualmente, tanto na comunidade escolar como nas mídias, trazendo sentido e valor também para as leituras atuais que são feitas dessas práticas corporais. Propõe-se que o estudante realize pesquisas sobre as lutas e compartilhe com todos. A pesquisa e a socialização são possíveis instrumentos para acompanhar a aprendizagem. A depender das lutas estudadas, sugere-se que sejam estabelecidas conexões com seu contexto histórico e com o contexto do processo do esporte moderno. Entrar nesse terreno em parceria com História pode potencializar o entendimento tanto das lutas quanto dos grupos sociais envolvidos. Em relação à midiatização das lutas, outra conexão a ser feita é com conteúdos das Línguas Portuguesa e Inglesa, mais especificamente sobre as mídias e como trabalham com diferentes intenções e formas comunicativas. É possível planejar o desenvolvimento desta habilidade no eixo “onde estou”, destacando como a linguagem das lutas (assim como outras formas de linguagem) é permanentemente construída e (re)significada ao longo do tempo, tendo sentidos diferentes para cada grupo social, em cada cultura. Sugere-se trabalhar com a desigualdade de gênero (ODS 5) ao trazer à tona o lugar da mulher no processo histórico das lutas e a presença de pessoas transgêneras nas competições.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se partir de pesquisas sobre as danças de salão com diferentes fontes (sites, livros, artigos, teses, pessoas), individualmente ou em grupo, buscando conhecer origens, histórias e transformações. Relacionar as características de cada dança de salão estudada com o contexto histórico ao qual pertence é uma possibilidade. É válido também destacar as variantes dentro de uma mesma dança de salão (como forró pé-de-serra, forró-elétrico, forró-brega etc.).

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Danças de salão: forró, samba-rock, valsa etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

É possível planejar aulas em que o estudante pratique os passos de pelo menos duas danças de salão para que consiga perceber as semelhanças e diferenças. É importante que se tenha clareza que o estudante não precisa, necessariamente, apropriar-se dessa prática corporal, mas que tenha experiência suficiente para identificar as características ao observar e praticar. A partir dessas aulas, o estudante pode, em diferentes momentos, ser colocado no papel de observador para registrar percepções sobre as características da dança, tornando-se um instrumento de acompanhamento do aprendizado também. Uma outra proposta é planejar com o componente Arte o desenvolvimento desta habilidade, potencializando as manifestações artísticas e corporais presentes nas danças.

(EF89EF15) Analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações históricas e os grupos de origem.

É possível também planejar um estudo comparativo entre as danças da cultura do estudante e as danças de salão, ressaltando-se as conexões entre elas (“qual meu lugar no mundo”). E, ainda, selecionar danças de salão que se aproximem das existentes na comunidade do estudante para aprofundar o estudo sobre elas (“onde estou”).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Sugere-se destacar a relação com a questão de gêneros (ODS 5), trazendo as relações com a habilidade EF89EF14.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explicar a origem de uma ou mais dança de salão e as transformações pelas quais elas foram passando ao longo do tempo. » Relacionar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) de uma ou mais danças de salão com as próprias origens, transformações e variantes. » Realizar alguns passos de pelo menos duas danças de salão, comparando as características delas.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Práticas corporais de aventura na natureza: mergulho livre e autônomo, paraquedismo, rapel etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF21) Identificar as características (equipamentos de segurança, instrumentos, indumentária, organização) das práticas corporais de aventura na natureza, bem como suas transformações históricas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explicar a origem das práticas corporais de aventura na natureza. » Comparar as mudanças nas características das práticas corporais de aventura na natureza com as evoluções tecnológicas. » Relacionar os sentidos e significados das práticas corporais de aventura na natureza com os diferentes contextos ao longo do tempo.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que a pesquisa seja o principal meio de acesso a esse objeto de conhecimento quando o contexto for desfavorável à realização/adaptação de uma prática corporal de aventura na natureza. Quando possível, partir da experiência para começar a pesquisar características e origens é uma possibilidade interessante para envolver o estudante no trabalho. É possível planejar pesquisas a partir de temas para essas práticas (esportes na água, no céu, na neve etc.) e que envolvam a possibilidade de realização de tais manifestações (de forma adaptada) na comunidade escolar. Essas pesquisas podem ser bons instrumentos de acompanhamento da aprendizagem. Criar situações de socialização (fóruns, mesas redondas, seminários etc.) desses saberes potencializa tanto o aprendizado como o acompanhamento do aprendizado. Além disso, essas situações podem trazer possibilidades de prática real para a realidade do estudante, a depender do contexto em que vive. Exemplo: o rollerski, uma adaptação para se “esquiar” no asfalto e que faz parte de projetos sociais. Outra sugestão: destacar as mudanças na forma de realização ao longo do tempo, associando-as tanto às mudanças dos equipamentos e regras de segurança, quanto às técnicas e a formas como essas práticas têm sido interpretadas em cada época, trabalhando com os preconceitos e estereótipos relacionados a elas. Trabalhar em parceria com Ciências, relacionando os locais para as práticas corporais de aventura na natureza com os diferentes tipos de ecossistemas e com a preservação e utilização responsável do meio ambiente (sustentabilidade) é uma proposta de integração. Sugere-se destacar também a preservação do patrimônio natural, tanto terrestre quanto aquático (ODS 14 e 15), evidenciando o papel que as práticas corporais de aventura na natureza podem desempenhar em relação a essa função de preservação. Essa relação, inclusive, pode ser trabalhada dentro dos eixos “para onde vou” e “qual meu lugar no mundo”, ao se apresentar como possibilidade de formação profissional com envolvimento em questões relacionadas ao ecossistema e sustentabilidade.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

ESPORTES COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Formar grupos de pesquisa com diferentes temas (origem dos esportes, relações com política, economia etc.), estabelecendo as conexões históricas das transformações do fenômeno esportivo e da modernização do esporte. Os grupos devem compartilhar as informações, construindo coletivamente a concepção do fenômeno esportivo como linguagem em constante construção. Essas estratégias também são instrumentos de avaliação.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Esportes de invasão: basquetebol, frisbee, futebol, futsal, futebol americano, handebol, hóquei sobre grama, polo aquático, rúgbi etc. » Esportes de rede/parede: voleibol, vôlei de praia, tênis de campo, tênis de mesa, badminton e peteca/pelota basca, raquetebol, squash etc. » Esportes de campo e taco: beisebol, críquete, softbol etc.

HABILIDADE

É possível partir da concepção do processo de modernização do esporte para questionar o estudante sobre problemas ligados ao fenômeno esportivo. Pode-se também trabalhar, além de notícias das mídias, com o olhar acadêmico para o debate dos problemas esportivos, utilizando artigos, periódicos etc.; criar fóruns de discussão com grupos que assumam posicionamentos diferentes frente aos problemas esportivos, especialmente fóruns de simulação; utilizar de espaços de discussão de ideias sobre um mesmo tema é importante para o estudante desenvolver um posicionamento ético frente aos problemas vinculados às transformações do fenômeno esportivo. Uma sugestão de integração é relacionar esta habilidade com EF89EF18, principalmente quanto ao fenômeno esportivo e ao esporte moderno. É possível, também, planejar estratégias conjuntas com EF89EF01, inserindo no evento esportivo os fóruns de discussão (por exemplo, seminário de doping esportivo).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) Esta habilidade e seus objetivos de aprendizagem também podem ser desenvolvidos de (EF89EF05) Identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência etc.) e a forma como as mídias os apresentam.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

forma interdisciplinar, tendo os processos históricos como ponto comum, bem como a utilização de diferentes suportes e gêneros na organização dos fóruns de simulação. Sugere-se debater sobre gênero (ODS 5), em função das diversas representações das mulheres, em diferentes épocas, nos mais variados esportes, e da questão da participação de transgêneros nas competições esportivas.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explicar por que os esportes são parte de um fenômeno histórico, social, cultural, político e econômico e não apenas práticas corporais com um fim em si mesmas. » Compreender o processo histórico do esporte moderno, na relação com os aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais. » Relacionar alguns problemas vinculados ao fenômeno esportivo com a modernização do esporte. » Posicionar-se ética e criticamente frente aos problemas ligados ao fenômeno esportivo e como a mídia os apresenta.

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Outro ponto importante é a relação entre esportes (em sua dimensão profissional, educacional e de lazer) e saúde (ODS 3). Os debates sobre esportes como inclusão e ascensão socioeconômica (ODS 10) devem ser intensos, principalmente, quando houver, na escola, essa cultura (Projeto de Vida).

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Presença da língua inglesa no cotidiano. » Expressões em língua inglesa usadas no cotidiano, ou seja, em campos semânticos como moda, alimentação, bem-estar físico, tecnologia, entre outros. » Gêneros textuais cujo estilo faz uso de línguas estrangeiras: anúncios, legenda de mídias sociais, reportagens, entre outros. » Variação linguística.

Sugere-se atividades de leitura de textos e vídeos para reconhecimento de gêneros escritos em língua portuguesa que fazem uso de expressões em inglês. Essas atividades podem ser organizadas por estações, evidenciando a multiplicidade de gêneros, como anúncios publicitários, legendas de mídias sociais, reportagens e notícias a fim de que os estudantes reconheçam que o campo jornalístico-midiático é o contexto mais comum para o uso dessas expressões, por conter gêneros que tratam de temas contemporâneos e atuais. Podem ser feitas, então, atividades em que o estudante precise reconhecer a função do texto e o porquê do uso dessas expressões. Pode-se fazer uso de dicionários, caso os significados não possam ser inferidos. Para sintetizar as aprendizagens, pode-se propor um quadro indicando quais gêneros costumam apresentar expressões em língua inglesa, por exemplo, termos relacionados à alimentação (diet e light) ou à moda, (fashion, fashion week), entre outros. Recomenda-se, em Língua Portuguesa, as atividades desenvolvidas de maneira integrada, de modo que os textos, escritos em português com expressões inglesas, situados nos mesmos campos de atuação social a fim de refletir sobre as condições de produção, recepção e circulação desses textos. Em Educação Física, pode-se pesquisar os esportes de aventura que são nomeados em inglês (slackline, buildering, entre outros) e a razão dessa escolha.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LI25) Identificar a presença da língua inglesa na sociedade brasileira/comunidade (palavras, expressões, suportes e esferas de circulação e consumo) e seu significado.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Em Geografia, pode-se trabalhar a ideia de espaço e lugar e como alguns termos em língua inglesa aparecem nesse contexto. Esta habilidade relaciona-se, ainda, com a Competência Geral 1, uma vez que promove o conhecimento para entender e explicar a realidade. A questão do uso de “estrangeirismos” traz em si marcas de relações entre as culturas. Nesse sentido, é possível tratar do modo como a língua incorpora essas relações. Essa atividade pode desenvolver habilidades que ampliam a consciência intercultural, relacionando-se diretamente ao ODS 16.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar o gênero textual, escrito em língua portuguesa, que faz uso de expressões em língua inglesa. » Reconhecer a função social do gênero, bem como suas condições de produção, recepção e circulação. » Localizar a expressão em língua inglesa utilizada e reconhecer seu significado. » Analisar o efeito de sentido da expressão no texto. » Reconhecer a presença de expressões de língua inglesa na língua portuguesa.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para desenvolver esta habilidade, é interessante propor uma investigação do alcance da língua inglesa no mundo. Para isso, pode-se propor uma pesquisa com fontes abertas e confiáveis de como o inglês é percebido no mundo e quantos são seus falantes. Após essa discussão, que problematiza a presença do inglês no mundo, pode-se propor a leitura de textos e vídeos que sejam oriundos de países anglofalantes (ou que os contextualizem) por meio de uma situação problema, em que o estudante deve descobrir de onde vêm determinados produtos culturais amplamente consumidos no Brasil, por exemplo, histórias como a dos Três Porquinhos, a comemoração do Halloween e se eles já tiveram acesso a esses produtos (ou já ouviram falar) e em qual contexto. A partir dessa investigação, é possível descobrir que esses produtos e costumes são típicos dos Estados Unidos e da Inglaterra, mas que, cada vez mais, estão sendo assimilados pela cultura brasileira.

» Presença da língua inglesa no cotidiano. » Produtos culturais, como histórias, músicas e filmes, próprios de países falantes de língua inglesa.

Depois do levantamento dessa situação, pode-se avaliar se os estudantes conseguem posicionar-se oralmente sobre esses produtos e seus impactos na cultura brasileira.

HABILIDADE

Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

» Em Língua Portuguesa, pode-se comparar personagens e histórias, brasileiros e estrangeiros, bem como suas diferentes versões e adaptações.

(EF06LI26) Avaliar, problematizando elementos/produtos culturais de países de língua inglesa absorvidos pela sociedade brasileira/comunidade.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Investigar o alcance da língua inglesa no mundo. » Reconhecer elementos e produtos culturais de países de língua inglesa. » Reconhecer o contexto em que esses produtos são consumidos e recebidos no Brasil. » Posicionar-se sobre o consumo desses produtos e os impactos na cultura brasileira.

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» Em Arte, caso opte-se por analisar o Halloween, por exemplo, é possível compará-lo com outras manifestações tipicamente brasileiras, como a Festa Junina. Nesse sentido, pode-se analisar o contexto, o vestuário e a alimentação típica desses eventos. Esta habilidade relaciona-se com a Competência Geral 1, uma vez que promove o conhecimento para entender e explicar a realidade. Ao se propor uma habilidade que pressupõe a análise da relação entre culturas, é possível desenvolver meios para promover uma sociedade mais inclusiva, como previsto pelo ODS 16, além de promover a consciência de que todos são iguais e devem agir de modo fraterno uns com os outros, como proposto pela Declaração Universal de Direitos Humanos. Além disso, a habilidade pode contribuir com a formação cidadã do estudante, o que pode impactar positivamente na construção de seu Projeto de Vida.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Para desenvolver esta habilidade, pode-se problematizar com os estudantes a necessidade de se aprender uma segunda língua. A partir disso, pode-se mostrar vídeos e textos que tragam contextos de uso da língua, como viagens, trabalho fora do país (não apenas em países que têm a língua inglesa como materna) ou mesmo no país, quando é preciso estabelecer contato com uma pessoa de outra nacionalidade.

1

Com o levantamento dos contextos de uso feito, é possível promover uma pesquisa de dados que indicam o quanto falar uma segunda língua promove maior inserção no mercado de trabalho.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se solicitar aos estudantes que façam apresentações de seus achados e, dessa maneira, coletar evidências de que eles compreenderam a importância e o alcance

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

do idioma.

» A língua inglesa como língua global na sociedade contemporânea. » Condições de produção e recepção de textos orais e escritos. » Conceito de língua franca.

Observa-se, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, podem ser desenvolvidas as habilidades de pesquisa e síntese, próprias do Campo do Estudo e da Pesquisa. » Em Geografia, pode-se analisar a questão da globalização, bem como a questão da globalização na geração de novos postos de trabalho.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI21) Analisar o alcance da língua inglesa e os seus contextos de uso no mundo globalizado.

Esta habilidade tem uma relação direta com a Competência Geral 6, pois, ao reconhecer a importância do inglês para o mercado de trabalho, o estudante é capaz de construir um Projeto de Vida que inclua o aprendizado do idioma, além de compreender que esse aprendizado é uma ferramenta de ascensão social. Há também a possibilidade de relacionar com as Competências Gerais 4 e 6.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer os contextos de uso da língua inglesa. » Reconhecer a importância do idioma no mercado de trabalho. » Posicionar-se sobre o alcance da língua inglesa.

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As atividades podem contribuir com o ODS 10, que visa a reduzir a desigualdade, uma vez que ajuda na construção de Projetos de Vida que objetivem, de certa forma, à qualificação profissional, o que pode impactar positivamente na construção do Projeto de Vida do estudante.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Variação linguística. » Preconceito linguístico. » Expressões e sotaques próprios do inglês de diferentes países e regiões. » Reconstrução das condições de produção e circulação

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI23) Reconhecer a variação linguística como manifestação de formas de pensar e expressar o mundo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A fim de problematizar a questão da variação da língua inglesa, pode-se propor o uso de músicas ou trechos de filme em que essa questão das diferenças é explorada. Em seguida, pode-se pedir que grupos passem por uma rotação por estações para explorar materiais como textos e vídeos. Sugere-se que cada estação traga um material escrito ou falado com o inglês típico de cada país ou ainda de diferentes regiões do mesmo país. Frisa-se que é interessante proporcionar leituras de materiais produzidos em países em desenvolvimento e anglofalantes, como a Índia ou a África do Sul. Dessa maneira, pode-se trabalhar a questão de variantes muitas vezes desconsideradas no contexto escolar. A partir dessas estações, pode-se elaborar uma síntese coletiva que evidencie que não existe um único inglês. Para avaliar se os estudantes reconhecem o fenômeno da variação linguística, pode-se fazer uma pergunta sobre qual o “melhor” inglês ou o “mais correto”. Eles darão evidências de que desenvolveram a habilidade se conseguirem demonstrar que não há uma forma correta ou melhor de se falar o idioma e que ela expressa a realidade do falante que a utiliza. Observa-se como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Portuguesa, pode-se desenvolver um projeto que trate da variação linguística no idioma, considerando as diferentes regiões e países onde o português é falado. » Em História, pode-se analisar a relação entre a língua e a história do local onde é falada, por exemplo, de que forma a língua de um país colonizador se impõe em um país colonizado e de que forma as expressões locais das línguas e dialetos das ex-colônias são incorporadas.

Esta habilidade pode promover o desenvolvimento da empatia por propor o reconhecimento da variação como um fenômeno natural. Logo, ela relaciona-se diretamente com a Competência Geral 9.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o conceito de variação linguística. » Comparar expressões e vocábulos dos países falantes de língua inglesa. » Comparar sotaques de diferentes falantes do inglês como primeira e segunda língua. » Explorar modos de falar, refutando preconceitos e reconhecendo a variação linguística como fenômeno natural das línguas.

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Ao reconhecer que não há uma forma mais correta, as atividades relacionam-se com o ODS 16, pois entende-se que tratar do preconceito linguístico é abordar língua como forma de violência. É possível também abodar questões étnico-raciais, pois muito países africanos falantes de língua inglesa incorporam termos de dialetos locais.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Para desenvolver esta habilidade, é interessante promover para o estudante um contexto real de análise das diferenças culturais. Nesse sentido, sugere-se o uso de textos literários, biografias ou entrevistas que tratem dessa temática. A partir da leitura desses textos, pode-se solicitar que sejam feitas anotações sobre quais são os aspectos que possam ter impedido a comunicação dessas pessoas (caso sejam relatos) ou das personagens (caso sejam narrativas).

1

Para que o estudante relacione essa questão à sua experiência de vida, pode-se pedir que ele faça um relato sobre um gesto ou comportamento que tenha sido mal interpretado.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se nota, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, pode-se desenvolver um projeto interdisciplinar com entrevistas a membros da comunidade escolar a fim de coletar evidências sobre a influência dos aspectos culturais na comunicação. » Em Arte, é possível desenvolver atividades para identificar manifestações artísticas tipicamente culturais e que são mal interpretadas. » Em Educação Física, pode-se explorar de que modo algumas lutas e danças são vistas de maneira preconceituosa. » Em Ciências Humanas, existe a possibilidade de discutir os conceitos de cultura e comportamentos culturais

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Impacto de aspectos culturais na comunicação.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI20) Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a língua inglesa.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Esta habilidade pode promover o desenvolvimento da empatia e da alteridade, uma vez que propõe o exame de fatores culturais que podem impedir a comunicação. Assim, ela relaciona-se diretamente com a Competência Geral 9.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer expressões, gestos e comportamentos típicos de determinadas culturas em vídeos e textos. » Comparar comportamentos em função de aspectos culturais. » Relacionar aspectos de outras culturas à sua própria.

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Os temas e atividades abordados procuram promover o entendimento de que há uma necessidade do respeito às diferenças. Nesse sentido, a habilidade relaciona-se ao ODS 16. A atividade pode contribuir com a promoção da formação cidadã e impactar a construção de Projetos de Vida.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

Para o desenvolvimento desta habilidade, sugere-se o trabalho com projetos de leitura de textos científicos (artigos de divulgação científica, artigo científicos), notícias, reportagens e textos multissemióticos que tratem de temas políticos e econômicos produzidos em países que não têm a língua inglesa como nativa, mas escolhem publicar nessa língua. Dessa maneira, pode-se partir de uma situação-problema para entender as razões dessa escolha.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » A língua inglesa e seu papel no intercâmbio científico, econômico e político. » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção de textos científicos, políticos e econômicos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI18) Analisar a importância da língua inglesa para o desenvolvimento das ciências (produção, divulgação e discussão de novos conhecimentos), da economia e da política no cenário mundial.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção de textos de caráter científico, econômico e político (função social do texto, autor, contexto sócio-histórico). » Reconhecer os suportes dos textos, identificando possíveis leitores. » Analisar a função do uso da língua inglesa nos textos e o impacto do idioma no desenvolvimento das ciências, da economia e da política.

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Nesse sentido, pode-se solicitar que o estudante (em grupos de trabalho) pesquise sobre os autores desses textos e identifiquem os países onde foram publicados e outros critérios que podem ser apresentados. Isso pode ser feito com estações de leitura que apresentem diferentes gêneros e diferentes contextos e, posteriormente, compartilhados com o grupo. A partir da leitura, pode-se problematizar a questão do uso da língua inglesa nesses textos para que se elaborem hipóteses sobre o alcance da língua em nível mundial, atuando como uma língua franca. A avaliação das aprendizagens pode ser feita de maneira processual, sobretudo com instrumentos de autoavaliação e registro que tragam evidências da compreensão do estudante. Observa-se, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Portuguesa, pode-se trabalhar com a leitura de artigos científicos que apresentam o resumo (abstract) em língua inglesa, observando a função dessa seção no texto. » Em Ciências da Natureza, pode-se propor um projeto integrado no qual a leitura de textos científicos em inglês faça parte do processo.

Nesse sentido, observa-se como esta habilidade dialoga com a Competência Geral 2, na medida em que propõe elementos como “investigação, reflexão e análise crítica” a fim de “elaborar e testar hipóteses”. Além disso, o trabalho com esta habilidade permite ao estudante explorar textos globais, ajudando-o a perceber o seu lugar no mundo. A análise da dimensão da língua inglesa em um contexto global e como língua franca permite, por meio da temática, que se trabalhem temas contemporâneos e alinhados aos Direitos Humanos. Além disso, devido aos procedimentos de leitura desses textos, a habilidade conecta-se também com o ODS 4.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

Sugere-se, para o desenvolvimento desta habilidade, que ela esteja atrelada a um gênero discursivo que a contextualize, como o Debate. Nesse sentido, propõe-se que sejam oferecidas ao estudante atividades em que ele entre em contato com o gênero para reconhecer sua função social e estrutura. Isso pode ser feito assistindo a vídeos, por exemplo, o que pode ser feito utilizando a aula invertida.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 1

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Além disso, a partir do reconhecimento do gênero e sua função social, propõe-se a preparação do debate cujo tema se relacione à questão da comunicação intercultural. Assim, é necessário elaborar argumentos que problematizem, como propõe a habilidade, a questão do uso da língua como “mecanismo de valorização pessoal” e de “construção de identidades no mundo globalizado”. Pode-se, nessa construção, abordar os aspectos linguísticos na construção da argumentação, como a apresentação de chunks que expressem concordância ou discordância ou, ainda, o uso das condicionais.

» Construção de identidades no mundo globalizado. A avaliação das aprendizagens pode ser feita pela observação do debate e da utilização de argumentos consistentes e bem construídos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI19) Discutir a comunicação intercultural por meio da língua inglesa como mecanismo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado.

Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Portuguesa, pode-se propor a análise do gênero, bem como atividades comparativas entre o uso da língua portuguesa e inglesa.

» Em Ciências Humanas, o debate pode ser parte de um projeto interdisciplinar que trata da questão intercultural.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a função social do gênero Debate. » Reconhecer a estrutura de um debate. » Elaborar argumentos. » Utilizar argumentos de concordância e discordância em um debate.

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Nota-se, ainda, que o desenvolvimento da habilidade dialoga com o Projeto de Vida do estudante, pois trata da língua inglesa e da capacidade de se comunicar interculturalmente no processo da construção da identidade do jovem (quem sou eu?), não apenas no mundo do trabalho, mas na construção da autoestima, ou seja, é um “mecanismo de valorização pessoal” desse estudante que consegue se expressar em uma segunda língua. Ao se propor, portanto, a discussão da comunicação intercultural como “mecanismo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado”, discute-se a questão da identidade, promovendo, assim, uma educação em Direitos Humanos e relacionando a habilidade ao ODS 10, sobretudo ao que é proposto pela meta 2.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Apreciação e réplica. » Relação entre gêneros e mídias.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se projetos e sequências com gêneros publicitários, favorecendo reflexão de temas de relevância social, como consumismo na adolescência, a propaganda e os padrões de beleza, entre outros. A partir de uma situação-problema, em rodas de conversa, os estudantes podem discutir como a propaganda tem sido impactada pelo avanço de tecnologias digitais para ampliar e diversificar as formas de comunicação, levantando hipóteses e falando de suas experiências como consumidores. Trabalhos em grupos favorecem o contato com peças publicitárias variadas (cartazes, folhetos, outdoor, anúncios e propagandas etc.), com cada grupo sendo responsável por analisar os elementos de um dos gêneros publicitários citados (público-alvo, objetivos do anunciante e/ou da campanha, construção composicional e estilo). Os alunos podem construir quadros e/ou esquemas para registrar essas informações e apresentar o texto e sua respectiva análise à turma. É possível acompanhar a aprendizagem dos estudantes avaliando as apresentações, bem como solicitar que eles avaliem as apresentações dos colegas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP02) Analisar e comparar peças publicitárias variadas (cartazes, folhetos, outdoor, anúncios e propagandas em diferentes mídias, spots, jingle, vídeos etc.), de forma a perceber a articulação entre elas em campanhas, as especificidades das várias semioses e mídias, a adequação dessas peças ao público-alvo, aos objetivos do anunciante e/ou da campanha e à construção composicional e estilo dos gêneros em questão, como forma de ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Na Educação Física, sugere-se discutir os padrões de beleza, bem como a aceitação do próprio corpo e o respeito ao corpo do outro. Em Arte, é possível analisar panfletos, anúncios e cartazes de divulgação de peças de teatro, shows, espetáculos de dança, entre outras manifestações artísticas. Em Ciências da Natureza, discutir o impacto que o consumismo desenfreado causa no meio ambiente. Esta habilidade se conecta à Competência Geral 7, no que se refere ao consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. A seleção dos textos publicitários pode dialogar com os temas contemporâneos e com os ODS. A proposta metodológica de projetos de trabalho em grupo colabora para o desenvolvimento da empatia e da alteridade do estudante, promovendo o trabalho com o ODS 16 e incentivando a cultura de paz e o entendimento mútuo.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a forma composicional dos gêneros publicitários. » Comparar diferentes peças publicitárias. » Analisar os recursos estilísticos e semióticos dos gêneros publicitários. » Identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários. » Relacionar as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempo verbal, jogos de palavras, figuras de linguagem etc., com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto.

HABILIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) É importante considerar um trabalho progressivo com os gêneros discursivos citados. Por exemplo, pode-se iniciar a leitura de textos mais informativos, como a notícia, e, posteriormente, analisar os textos argumentativos, por exemplo. Sugere-se, ainda, o planejamento de modalidades didáticas que garantam a regularidade das práticas de leitura desses gêneros, como as rodas de jornais impressos/ virtuais e rodas de conversa para compartilhar as leituras. É importante, também, levar o estudante a refletir sobre os diferentes suportes e modos de circulação desses gêneros Propõe-se, ainda, a elaboração de murais físicos e/ou digitais, a fim de compartilhar esses gêneros jornalísticos, em especial, os multissemióticos (charge, tirinhas e memes). Nesse sentido, recomenda-se abrir um espaço para que os estudantes possam trazer os textos lidos em seu cotidiano. Por exemplo, a pesquisa de memes selecionados de redes sociais pode contribuir para que eles pratiquem a curadoria de informações. Além disso, pode-se discutir a crítica e o humor presente neles, bem como estabelecer relações temáticas com outros gêneros jornalísticos.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP03) Identificar, em notícias, o fato central, suas principais circunstâncias e eventuais decorrências; em reportagens e fotorreportagens o fato ou a temática retratada e a perspectiva de abordagem, em entrevistas os principais temas/subtemas abordados, explicações dadas ou teses defendidas em relação a esses subtemas; em tirinhas, memes, charge, a crítica, ironia ou humor presente.

Um projeto permanente de roda de jornal integrando todos os componentes curriculares é uma possibilidade de integração de áreas. Pode-se, também, estimular a curadoria de informações nas mais diversas áreas do conhecimento. Por exemplo, em Ciências da Natureza, o estudante poderá buscar notícias, reportagens, charges e memes sobre assuntos ligados aos conhecimentos da disciplina, como a vida sustentável. Em relação às Competências Gerais, esta habilidade refere-se à Competência Geral 6, visto que prevê a análise de informações, argumentos e opiniões manifestadas em diferentes textos e/ou interações sociais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar, em notícias, o fato central, as circunstâncias e as decorrências. » Identificar, em reportagens e fotorreportagens, o fato, a temática e a abordagem. » Identificar, em entrevistas, os principais temas/subtemas explicações e teses. » Identificar, em tirinhas, memes e charges, a crítica, ironia ou humor presente.

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É possível, a partir da leitura dos gêneros (notícias, reportagens e fotorreportagens, tirinhas, memes e charges) ampliar o repertório dos estudantes em relação aos temas contemporâneos, à educação para as relações étnico-raciais, à educação em Direitos Humanos e aos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade propõe a análise e comparação de diferentes peças publicitárias. Desse modo, sugere-se como possibilidade para o desenvolvimento desta habilidade o trabalho com anúncios impressos e audiovisuais a fim de estimular a percepção dos estudantes sobre a finalidade e o "poder" do discurso publicitário e suas consequências, por exemplo, estimular o consumo exacerbado. Propõe-se, portanto, o planejamento de modalidades didáticas que mobilizem a análise de gêneros publicitários e propiciem a discussão de temas contemporâneos sobre propaganda e consumo, bem como a influência da publicidade no comportamento de crianças, adolescentes e jovens. Recomenda-se a mediação de situações de leitura para que os estudantes possam analisar esses textos de forma crítica, analisando, assim, a relação entre linguagem verbal e não verbal no que se refere à propagação de diferentes tipos de discursos e mensagens.

» Efeitos de sentido. Nota-se como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Ciências Humanas, é possível a realização de um projeto integrado a fim

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP04) Identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários, relacionando as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempo verbal, jogos de palavras, figuras de linguagem etc., com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Analisar as especificidades das várias semioses e mídias e a adequação dessas peças ao público-alvo, aos objetivos do anunciante e/ou da campanha e à construção composicional e estilo dos gêneros em questão. » Identificar e analisar os efeitos de sentido que provocam a persuasão em textos publicitários. » Relacionar, em textos publicitários, as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos, como imagens, tempo verbal, jogos de palavras, figuras de linguagem etc.

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de analisar e comparar diferentes textos publicitários e levar o estudante a refletir sobre como certas transformações históricas e sociais podem modificar o estilo de vida, os valores e os papéis sociais veiculados pela propaganda ao longo do tempo. » Em Ciências da Natureza, é possível promover discussões sobre o consumismo e as respectivas consequências ambientais. » Em Língua Inglesa, pode-se discutir o porquê do uso de estrangeirismos em propagandas (relacionando-se com a habilidade EF06LI25). Esta habilidade refere-se à Competência Geral 7, visto que se pressupõe o desenvolvimento da consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. A habilidade pressupõe, por meio da leitura e análise dos textos publicitários, desenvolver um olhar crítico para que os estudantes possam compreender o “poder” persuasivo desses textos, de modo a refletir sobre os impactos que o consumismo exacerbado causa no meio ambiente. Portanto, está diretamente ligada ao que pressupõe o ODS 12, no que se refere às práticas de consumo consciente e à sustentabilidade do planeta.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Efeitos de sentido.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP05) Inferir e justificar, em textos multissemióticos – tirinhas, charges, memes, gifs etc. –, o efeito de humor, ironia e/ou crítica pelo uso ambíguo de palavras, expressões ou imagens ambíguas, de clichês, de recursos iconográficos, de pontuação etc.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Ações que possibilitem o acesso frequente a jornais e revistas em diferentes mídias, bem como em redes sociais apreciadas e utilizadas pelos estudantes são uma possibilidade. Sugere-se, ainda, o planejamento de situações didáticas com foco na análise e comparação de charges e memes. Nesse caso, recomenda-se organizar os estudantes em grupos para que eles possam inferir o humor, ironia e/ou crítica pelo uso ambíguo de palavras, expressões e/ou imagens, de clichês, de recursos iconográficos, de pontuação etc. Os textos podem tratar dos temas contemporâneos, da educação para as relações étnico-racial e do respeito aos Direitos Humanos. Recomenda-se também que, a partir de uma lista de temas previamente selecionados pelo educador e pelo estudante, seja elaborada uma exposição de memes e charges. Nesse sentido, ainda é possível estimular o estudante a praticar a curadoria de textos em diferentes mídias. Outra sugestão é que os alunos escrevam comentários justificando o efeito de humor, ironia e/ou crítica nesses textos multissemióticos. Indica-se que, antes da elaboração dos comentários, os estudantes preencham quadros e/ou esquemas para sistematizar e registrar a análise. Esse passo a passo contribui para que a habilidade seja desenvolvida progressivamente, uma vez que inferir/justificar o efeito de humor pressupõe operações com níveis de complexidade diferentes. Para acompanhar a aprendizagem é possível avaliar o quadro de sistematização e as justificativas elaboradas pelos estudantes. Observa-se como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explorar diferentes estratégias de leitura para identificar o fato ou assunto criticado ou humorizado em textos multissemióticos. » Relacionar linguagem verbal e não verbal para compreender textos e as mensagens transmitidas por textos multissemióticos. » Inferir o efeito de humor, ironia e/ou crítica em textos multissemióticos (tirinhas, charges, memes, gifs etc.), pelo uso ambíguo de palavras, expressões ou imagens, de clichês, de recursos iconográficos, de pontuação etc. » Justificar o efeito de humor, ironia e/ou crítica em textos multissemióticos (tirinhas, charges, memes, gifs etc.), pelo uso ambíguo de palavras, expressões ou imagens, de clichês, de recursos iconográficos, de pontuação etc.

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» Em Arte, é possível um trabalho interdisciplinar, para mobilizar o estudante a

analisar e/ou produzir textos multissemióticos, como uma caricatura. » Em Língua Inglesa, propõe-se a leitura de charges, memes, tirinhas etc., em jornais impressos e digitais em inglês. » Em Ciências Humanas, indica-se o estudo de charges, memes e gifs relacionados aos temas estudados em cada um dos componentes. Por meio dos gêneros citados, pode-se ampliar o repertório dos estudantes em relação aos temas contemporâneos, à educação para as relações étnico-raciais e aos ODS. Por exemplo, ao trabalhar com uma charge ou meme que problematize a questão da igualdade de gênero, é possível tratar do ODS 5, que determina “acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte”.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. » Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se, com esta habilidade, o desenvolvimento da visão crítica do estudante frente aos gêneros jornalísticos. Espera-se que o estudante seja um leitor e um produtor de textos consciente de suas escolhas. Na elaboração de modalidades didáticas para desenvolver esta habilidade, recomenda-se garantir, regularmente, formas de acesso a textos jornalísticos de diferentes jornais e revistas, impressos ou digitais. Sugere-se como possibilidade de trabalho a comparação de notícias e/ou reportagens relacionadas a um mesmo fato ou assunto, relatadas de formas diferentes. Como estratégia para potencializar esta atividade, recomenda-se, ainda, promover rodas de notícia e reportagem, a fim de mobilizar o estudante a desenvolver uma postura crítica frente a esses textos. Convém, ainda, a análise das imagens que compõem os textos lidos, com a finalidade de fazer o estudante perceber que imagens também trazem informações, opiniões e ideologias.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LP01) Reconhecer a impossibilidade de uma neutralidade absoluta no relato de fatos e identificar diferentes graus de parcialidade/ imparcialidade dados pelo recorte feito e pelos efeitos de sentido advindos de escolhas feitas pelo autor, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos e tornar-se consciente das escolhas feitas enquanto produtor de textos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Indica-se também selecionar manchetes de notícias para que os estudantes possam analisar as marcas linguísticas e escolhas lexicais responsáveis por expressar opiniões (por exemplo, “ocupação”/“invasão”, “solicitou”/“ordenou”), de modo a evidenciar a visão do jornalista sobre o fato relatado. Recomenda-se um projeto permanente de roda de notícia e reportagem, envolvendo todos os componentes curriculares. Nesse sentido, pode-se trabalhar semanalmente e/ou quinzenalmente com uma notícia relacionada aos temas de cada disciplina. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Analisar, criticamente, diferentes textos jornalísticos. » Reconhecer os efeitos de sentido advindos de escolhas feitas pelo autor em textos jornalísticos. » Diferenciar um fato de uma opinião sobre um fato. » Reconhecer os graus de parcialidade e neutralidade em textos jornalísticos. » Posiciona-se de forma crítica frente aos textos jornalísticos.

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LEITURA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade refere-se à centralidade da notícia em relação aos outros gêneros jornalísticos, como reportagem, crônica, entrevista, carta do leitor, entre outros. Nesse sentido, uma opinião, uma crítica e/ou ampliação de um fato/assunto se relacionam com algo que foi noticiado, estabelecendo relação de intertextualidade com a notícia.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. » Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LP02) Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Sugere-se, portanto, para o desenvolvimento desta habilidade, a elaboração de diferentes situações didáticas que possam favorecer a inserção dos estudantes na prática de leitura de jornais impressos e/ou digitais para que, desse modo, eles possam perceber a relação temática entre esses gêneros jornalísticos. Para isso, recomenda-se: (1) rodas de jornais com frequência; (2) leitura comparativa entre diferentes textos jornalísticos; e (3) análise de textos da esfera digital que fazem parte das práticas de leitura dos estudantes. Pode-se discutir, por exemplo, que, em alguns contextos, o conteúdo de um meme parte de algum um fato noticiado. Em Língua Inglesa, é possível praticar a leitura de gêneros jornalísticos em jornais impressos e/ou digitais em inglês. Os demais componentes curriculares das diferentes áreas podem também promover rodas de jornais com foco na leitura de textos jornalísticos relacionados às áreas. Por exemplo, em Ciências Humanas, pode-se ler notícias, charges ou carta do leitor que possam tratar de questões políticas. A habilidade articula-se à Competência Geral 5, no que se refere ao acesso à informação e à comunicação de forma crítica e reflexiva. A habilidade pode contribuir para que o estudante possa obter mais informações sobre temas contemporâneos. Além disso, é possível estabelecer diálogo com o ODS 4, considerando o propósito de assegurar uma educação inclusiva e de qualidade.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a forma composicional do gênero notícia, considerando o contexto de produção, circulação e o suporte. » Comparar e relacionar diferentes gêneros jornalísticos. » Reconhecer a centralidade da notícia no campo jornalístico-midiático.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Esta habilidade contribui para desenvolver a criticidade do estudante frente aos diferentes tipos de propostas editoriais. Sugere-se, portanto, a elaboração de atividades que propiciem, por exemplo, a análise de diferentes capas de revista, a comparação entre jornais televisivos e a análise de as escolhas de lexicais e de outros recursos semióticos (imagens, cores, fontes de letra etc.).

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Propõe-se, a organização de projetos de trabalho em grupos. Nesse caso, cada equipe produz uma análise das propostas editoriais, com base em roteiros e/ou situação-problema. Por fim, elaboram uma apresentação oral para compartilhar o estudo dos textos. Como proposta de avaliação, pode-se observar a apresentação oral dos estudantes.

» Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. » Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital.

Em Língua Inglesa, é possível desenvolver a habilidade EF09LI06, no que se refere à distinção de fatos de opiniões em textos argumentativos da esfera jornalística; a EF09LI07, relacionada à identificação de argumentos; e EF09LI08, que prevê a exploração de ambientes virtuais de informação e a análise da validade das informações veiculadas.

HABILIDADE

A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 7, visto que possibilita a leitura crítica e consciente dos textos jornalísticos e argumentativos.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LP01) Distinguir diferentes propostas editoriais – sensacionalismo, jornalismo investigativo etc. –, de forma a identificar os recursos utilizados para impactar/chocar o leitor que podem comprometer uma análise crítica da notícia e do fato noticiado.

Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. » Identificar, em textos, os efeitos de sentido do uso de estratégias de modalização e argumentatividade. » Comparar e diferenciar diferentes propostas editoriais.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação entre textos.

A habilidade pressupõe a relação entre os gêneros notícia e reportagem. Além disso, refere-se à comparação do modo como os diferentes jornais e mídias abordam um mesmo fato. Para o desenvolvimento desta habilidade, recomenda-se a preparação de modalidades didáticas que possibilitem a análise desses gêneros em diferentes mídias. Assim, propõe-se, inicialmente, selecionar assuntos/fatos relacionados ao cotidiano do estudante ou à sua comunidade e, depois, analisá-los. Isso contribui para que o aluno possa reconhecer os processos de (re)elaboração dos textos e a convergência das mídias. Sugere-se, ainda, desenvolver com os estudantes uma sequência de atividades em que eles possam trabalhar em grupos para (1) selecionar temas de interesse; (2) pesquisar notícias sobre esses temas; (3) selecionar e ler, pelo menos, duas notícias sobre um mesmo fato/assunto; (4) comparar as escolhas lexicais de manchetes e também os recursos multissemióticos, como legenda; (6) compartilhar a análise do grupo com os demais colegas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LP02) Comparar notícias e reportagens sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes mídias, analisando as especificidades das mídias, os processos de (re)elaboração dos textos e a convergência das mídias em notícias ou reportagens multissemióticas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a forma composicional do gênero notícia e reportagem, considerando o contexto de produção e circulação e o suporte. » Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia. » Comparar notícias e reportagens sobre um mesmo fato divulgado em diferentes mídias. » Identificar, em textos, os efeitos de sentido do uso de estratégias de modalização e argumentatividade. » Analisar as especificidades das mídias, os processos de (re)elaboração dos textos e a convergência das mídias em notícias ou reportagens multissemióticas.

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A habilidade colabora para que o estudante busque dados e informações de forma crítica nas diferentes mídias, inclusive nas redes sociais. Pode se observar como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Inglesa, é possível praticar a leitura comparativa entre notícias e reportagens em jornais impressos e/ou digitais em inglês.

» Em Arte, pode se analisar as fotolegendas de notícias e reportagens. Articula-se à Competência Geral 5, no que se refere ao acesso à informação e comunicação de forma crítica e reflexiva. A habilidade pode contribuir para que o estudante possa obter mais informações sobre temas contemporâneos. Além disso, é possível estabelecer diálogo com o ODS 4, considerando o propósito de assegurar uma educação inclusiva e de qualidade.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP02) Explorar o espaço reservado ao leitor nos jornais, revistas, impressos e on-line, sites noticiosos etc., destacando notícias, fotorreportagens, entrevistas, charges, assuntos, temas, debates em foco, posicionando-se de maneira ética e respeitosa frente a esses textos e opiniões a eles relacionadas, e publicar notícias, notas jornalísticas, fotorreportagem de interesse geral nesses espaços do leitor.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade pressupõe o contato do estudante com espaços variados de circulação dos gêneros jornalísticos/midiáticos. Propõe-se que esta habilidade seja desenvolvida por meio de leituras, análises e discussões sobre os textos jornalísticos. Nesse sentido, as habilidades EF67LP03, EF67LP04 e EF67LP05 também contribuem para aguçar a capacidade de comparar, analisar, avaliar e posicionar-se frente aos textos jornalísticos. Pode-se planejar situações didáticas articuladas com a produção de textos orais (conversas, debate, podcast etc.) e escritos (notícias impressas, reportagens, resenhas críticas etc.), uma vez que a habilidade faz referência ao posicionamento do leitor frente ao que lê/escuta. O desenvolvimento desta habilidade também pressupõe a reflexão sobre o que deve ou não ser publicado. É possível promover rodas de textos jornalísticos e/ou outras modalidades didáticas que permitam a discussão sobre a fidedignidade dos textos, bem como o tratamento ético e desrespeitoso que determinado veículo ou jornalista tenha dado ao assunto/fato. É oportuno sensibilizar o estudante a refletir que, de alguma maneira, todos são responsáveis pelo mundo em que vivem. Quando o jovem constrói um Projeto de Vida, ele amplia a percepção que tem de si mesmo como sujeito e cidadão. Recomenda-se um projeto permanente de roda de leitura de gêneros jornalísticos envolvendo todos os componentes curriculares. É possível trabalhar semanalmente e/ou quinzenalmente com notícias, charges, reportagens, carta do leitor etc., que possam estabelecer um diálogo com os temas de cada disciplina. Sugere-se, ainda, se possível, promover situações didáticas que estimulem a exploração de sites especializados em cada componente.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento das Competências Gerais 4 e 7,

(o que deverá ser aprendido)

visto que prevê a argumentação ética, crítica e respeitosa.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

Esta habilidade favorece uma participação mais qualificada do estudante nos espaços jornalísticos/midiáticos citados. Nesse sentido, há uma relação com o ODS 9, no que se refere ao acesso às tecnologias de informação e comunicação e se empenhar para procurar ao máximo oferecer acesso universal à internet e a preços acessíveis.

» Praticar a curadoria de informações e dados em diferentes espaços reservados ao

leitor em jornais, revistas impressos e on-line, sites noticiosos etc. » Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. » Distinguir, em segmentos descontínuos de textos, o fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato. » Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.). » Posicionar-se criticamente frente aos textos jornalísticos.

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LEITURA

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Sugere-se o planejamento de atividades que propiciem o acesso frequente a textos jornalísticos de diferentes jornais e revistas, impressos ou digitais, de acordo com a habilidade EF67LP02.

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Propõe-se, portanto, como possibilidade de desenvolver esta habilidade: (1) criar uma situação-problema (“Quais diferenças percebemos entre as duas notícias?); (2) promover a leitura de uma notícia digital em comparação com uma notícia retirada de um jornal impresso; (3) disponibilizar um quadro de síntese para registrar os itens: abordagem do fato, escolha lexical e uso do discurso direto para reforçar ideias; e (4) propor o compartilhamento da análise das notícias.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

» Em Língua Inglesa, é possível planejar uma atividade de análise comparativa entre notícias retiradas de jornais digitais, em língua inglesa, e notícias retiradas de jornais brasileiros. » Em Ciências da Natureza, propõe-se comparar diferentes notícias relacionadas aos temas da área, a fim de capacitar o estudante quanto à análise de fatos, de modo a desenvolver a capacidade crítica frente aos temas lidos.

» Relação entre textos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP03) Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade.

A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 7, visto que possibilita a leitura crítica e consciente dos textos jornalísticos e argumentativos. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Comparar informações sobre um mesmo fato divulgado em diferentes veículos e mídias, avaliando-as. » Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos, seleção e hierarquização de informações, uso de 3ª pessoa etc.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade pode ser desenvolvida de modo integrado a EF07LP01, visto que ambas pressupõem comparações de informações divulgadas em diferentes veículos e mídias. Recomenda-se, ainda, o trabalho com habilidades da análise linguística e semiótica. Por exemplo: a habilidade EF67LP06 implica reconhecer os efeitos de sentido e os valores ideológicos provocados por recursos léxicos empregados nos gêneros jornalísticos. 132

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade trata da diferenciação entre fato e opinião em textos do campo jornalístico-midiático. Assim, possibilita a discussão sobre marcas de parcialidade/imparcialidade. Sugere-se, portanto, desenvolver um trabalho articulado entre as habilidades de leitura dos gêneros jornalísticos e EF67LP06, EF07LP08 e EF07LP09, que são habilidades do eixo da análise linguística e semiótica.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura. » Distinção de fato e opinião.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP04) Distinguir, em segmentos descontínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. » Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos, seleção e hierarquização de informações, uso de 3ª pessoa etc. » Diferenciar fatos de opiniões sobre um fato em textos jornalísticos.

Propõe-se, assim, como possibilidade de atividade o planejamento de rodas de notícias e reportagens, a fim de promover a análise das marcas de subjetividade que o jornalista/autor utiliza no texto, como "pistas" que possibilitam distinguir fatos e opiniões sobre fatos. Por exemplo, o uso de adjetivos, advérbios e modos e tempos verbais podem determinar a modalização do texto. Recomenda-se, também, iniciar o trabalho de análise dos textos pelo título e lide. Nesse caso, é possível organizar a atividade por rotação de estações. Assim, em cada uma das estações, propõe-se que o estudante grife as marcas que indicam subjetividade e cole os recortes do título e lide em um painel coletivo. Posteriormente, promove-se a roda de notícias e reportagens para ler o texto na íntegra. Nessa etapa, discute-se o texto e retoma-se o painel, a fim de ampliar o conhecimento do estudante sobre fatos e opiniões sobre fatos. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Inglesa, é possível planejar uma atividade de análise comparativa entre notícias retiradas de jornais digitais, em língua inglesa, e notícias retiradas de jornais brasileiros. » Em Ciências da Natureza, propõe-se comparar diferentes notícias relacionadas aos temas da área, a fim de capacitar o estudante quanto à análise de fatos, de modo a desenvolver a capacidade crítica frente aos temas lidos.

A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 7, visto que possibilita ao estudante uma leitura mais crítica e consciente dos textos jornalísticos. É possível, por meio da pesquisa, leitura e análise dos gêneros do campo jornalístico-midiático, propiciar uma análise investigativa de como os temas dos ODS e outras questões contemporâneas estão sendo veiculados em textos jornalísticos.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade prevê o estudo de textos argumentativos do campo jornalístico-midiático. Além disso, ela pode ser desenvolvida, na leitura e na produção de textos escritos e orais, uma vez que as operações de identificar e avaliar teses/opiniões/ posicionamentos são necessárias para construir a capacidade crítica do estudante.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Sugere-se, portanto, o planejamento de atividades que possam favorecer o acesso do estudante aos diferentes gêneros argumentativos que tratem de questões controversas e de relevância social.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: identificação de teses e argumentos. » Apreciação e réplica.

Recomenda-se, ainda, que a habilidade seja desenvolvida progressivamente. Por exemplo, primeiro o estudante identifica e avalia teses/opiniões/posicionamentos em comentários e, posteriormente, repete essa mesma operação nas cartas do leitor e resenhas e, por fim, analisa um artigo de opinião. Em Ciências da Natureza, é possível propor que o estudante identifique e avalie teses/opiniões/posicionamentos em textos sobre problemas ambientais e sustentabilidade, por exemplo.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 7, visto que (EF67LP05) Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), manifestando concordância ou discordância.

possibilita a leitura crítica e consciente dos textos jornalísticos e argumentativos. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos. » Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. » Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido. » Avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação entre textos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LP01) Identificar e comparar os vários editorias de jornais impressos e digitais e de sites noticiosos, de forma a refletir sobre os tipos de fato que são noticiados e comentados, as escolhas sobre o que noticiar e o que não noticiar e o destaque/enfoque dado e a fidedignidade da informação.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade prevê que o estudante seja um leitor crítico em relação aos textos do campo jornalístico-midiático. Nesse sentido, para o desenvolvimento desta habilidade, é necessário: analisar os elementos linguísticos/semióticos e utilizar ferramentas de curadoria para pesquisar em diferentes fontes de informação, assim, verificando a confiabilidade do que foi noticiado. Para o desenvolvimento desta habilidade, recomenda-se garantir o acesso aos jornais e revistas impressos e digitais. Pode-se criar, em parceria com os estudantes, um mural físico e/ou digital para divulgar os textos ou links. Desse modo, facilita-se o oferecimento de um material jornalístico diversificado. Sugere-se, ainda, que os estudantes sejam responsáveis por criar e alimentar o mural, com auxílio do educador. Como sugestão de integração, em Língua Inglesa, pode-se elaborar um projeto integrado a estas habilidades: (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas; e (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam. Sugere-se ainda, que os educadores dos outros componentes curriculares possam colaborar com a organização e seleção de textos para o mural. A leitura e análise de textos relacionados aos temas dos ODS e outras questões contemporâneas que sejam veiculadas em diferentes propostas editoriais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar e comparar os fatos noticiados em diferentes editoriais de jornais impressos e digitais e de sites noticiosos. » Analisar os elementos linguísticos e semióticos presentes nos editoriais. » Pesquisar diferentes fontes de informação para a verificação da sua confiabilidade. » Checar a fidedignidade da informação e refletir sobre o que noticiar e o que não noticiar, bem como sobre o destaque/enfoque dado às notícias.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade refere-se à análise de diferenças e semelhanças no tratamento dado a uma mesma informação por diferentes veículos e mídias (apreciação), bem como à elaboração de justificativas, considerando a proposta editorial dos veículos de informação (réplica). Além disso, articula-se a EF07LP01, EF07LP02, EF89LP03 e EF89LP01.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto. » Apreciação e réplica

Propõe-se, então, o planejamento de situações didáticas que promovam, por exemplo: (1) criar uma situação inicial com perguntas problematizadoras de algum tema de interesse do estudante e/ou de relevância social; (2) leitura de duas reportagens sobre o mesmo assunto; (3) levantamento de informações explícitas e implícitas; (4) preenchimento de quadro para sistematizar as semelhanças e diferenças entre os dois textos; (5) roda de conversa para discutir as informações dos textos e a importância de ler várias reportagens antes de se formar uma opinião sobre determinado assunto. Assim, diminuem-se as chances de disseminação de fake news.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Como integração com outras área, em Língua Inglesa, pode-se elaborar um projeto integrado a estas habilidades: (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas; e (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam.

(EF08LP02) Justificar diferenças ou semelhanças no tratamento dado a uma mesma informação veiculada em textos diferentes, consultando sites e serviços de checadores de fatos.

Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura.

HABILIDADE

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar e comparar os vários editoriais de jornais impressos e digitais e de sites noticiosos, de forma a refletir sobre os tipos de fato que são noticiados e comentados, as escolhas sobre o que noticiar e o que não noticiar, o destaque/enfoque dado às notícias e a fidedignidade da informação. » Analisar os elementos linguísticos e semióticos presentes nos editoriais. » Pesquisar diferentes fontes de informação para verificação da sua confiabilidade. » Checar a fidedignidade da informação e refletir sobre o que noticiar e o que não noticiar, bem como sobre o destaque/enfoque dado às notícias.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade articula-se a EF07LP01 no que se refere à comparação das propostas editoriais dos jornais. Além disso, implica diferentes operações, como: pesquisa (verificar informações por meio de ferramentas de curadoria); apreciação (analisar os efeitos de sentido produzidos pelos recursos linguísticos nos textos) e réplica (produzir textos escritos ou orais para comentar e posicionar-se em relação os enfoques dados aos fatos/assuntos veiculados).

2 Recomenda-se, como proposta para o desenvolvimento desta habilidade, o planejamento de rodas de notícias cujo passo a passo seja, por exemplo:

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto. » Apreciação e réplica.

» Solicitar que, em grupos, os estudantes pesquisem de que modo um fato/assunto foi noticiado na TV. Cada grupo poderá ficar responsável por um canal de televisão. Nesse caso, pode-se chamar a atenção dos estudantes para o modo como as notícias, gravadas ou ao vivo, são apresentadas de maneira a prender visualmente a atenção do telespectador.

» Solicitar comentários sobre a pesquisa e observações sobre o modo como os fatos foram noticiados. » Criação de painel com a síntese de cada grupo.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LP02) Analisar e comentar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar e comparar os vários editoriais de jornais impressos e digitais e de sites noticiosos, de forma a refletir sobre os tipos de fato que são noticiados e comentados, as escolhas sobre o que noticiar e o que não noticiar, o destaque/enfoque dado às notícias e a fidedignidade da informação. » Analisar os efeitos de sentido produzidos pelos recursos linguísticos usados nos textos. » Analisar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria. » Comentar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria.

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A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, promovendo atividades interdisciplinares com o objetivo de comparar notícias em diferentes canais televisivos locais. Recomenda-se que, nesse caso, seja algum fato ocorrido no Brasil, para que seja mais familiar ao estudante. Pode-se, ainda, elaborar um projeto integrado para explorar ambientes virtuais de informação e socialização a fim de analisar a qualidade e validade das informações veiculadas, bem como identificar, em textos, argumentos principais e evidências/exemplos que os sustentam, integrando habilidades como EF09LI08 e EF09LI07. A habilidade pode contribuir para que o estudante possa obter mais informações sobre temas contemporâneos. Além disso, é possível estabelecer diálogo com o ODS 4, considerando o propósito de assegurar uma educação inclusiva e de qualidade.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade prevê a identificação de argumentos em textos de opinião (artigos de opinião, editoriais, cartas de leitores, comentários, posts de blog e de redes sociais, charges, memes, gifs etc.), bem como o posicionamento crítico e ético frente a esses textos. Assim, ela favorece o respeito à diversidade de vozes, a argumentação e defesa de ideias. Propõe-se, portanto, como possibilidade de desenvolver esta habilidade, o planejamento de situações didáticas que possibilitem ao estudante:

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

» Analisar textos de opinião. Nesse caso, recomenda-se, o meme, uma vez que os jovens têm se engajado cada vez mais como protagonistas da cultura digital, envolvendo-se diretamente em novas formas de interação multimidiática e multimodal e de atuação social.

» Desenvolver estratégias de leitura a fim de reconhecer a ironia, o humor e os recursos multissemióticos presentes nesses textos.

» Realizar rodas de conversa para possa posicionar-se sobre possíveis discursos de ódio em memes. Nesse sentido, destaca-se também a possibilidade de o estudante se assumir como um produtor de textos consciente e responsável pelo o que se torna público (“Qual é o meu lugar no mundo?”).

(EF89LP03) Analisar textos de opinião (artigos de opinião, editoriais, cartas de leitores, comentários, posts de blog e de redes sociais, charges, memes, gifs etc.) e posicionar-se de forma crítica e fundamentada, ética e respeitosa frente a fatos e opiniões relacionados a esses textos.

Como sugestão de integração com outras áreas, em Língua Inglesa, pode-se elaborar um projeto integrado a estas habilidades: (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas; e (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Esta habilidade também se articula à Competência Geral 7, no que se refere à comunicação a partir de argumentos sólidos e éticos, e à 10, considerando o desenvolvimento de ações e atitudes com base em princípios éticos, democráticos, responsáveis e respeitosos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as características dos gêneros (artigos de opinião, editoriais, cartas de leitores, comentários, posts de blog e de redes sociais, charges, memes, gifs etc.). » Diferenciar fato de opiniões sobre um fato. » Analisar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e seus efeitos de sentido. » Argumentar de forma crítica e fundamentada.

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A habilidade relaciona-se ao ODS 15, no que se refere ao desenvolvimento de sociedades pacíficas e inclusivas.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade refere-se à apreciação (situações de leitura para identificar e avaliar teses, opiniões, posicionamentos, argumentos e contra-argumentos sobre o que se lê/ouve) e também à réplica (situações em que os estudantes possam apresentar argumentos que justifiquem o posicionamento assumido com relação aos textos argumentativos analisados).

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Nesse sentido, para que seja possível o desenvolvimento desta habilidade, é preciso compreender os textos lidos e, para tanto, é necessário identificar as suas ideias e posicionar-se diante delas, emitindo opiniões a respeito, concordando ou não, argumentando a favor ou contra e buscando mais informações a respeito do assunto para ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o tema.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP04) Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e implícitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada.

Sugere-se como possibilidade de atividade o trabalho com resenhas críticas de trailers e filmes cujo passo a passo pode ser: » Seleção de um trailer oficial e trailer honesto de um filme que trate das questões contemporâneas. » Levantamento de impressões sobre o filme a partir do trailer oficial. » Identificação de opinião e argumentos do produtor do trailer honesto. » Sessão de cinema para que os estudantes possam assistir ao filme. » Discussão sobre o filme. Recomenda-se abrir fóruns de discussão para que os estudantes possam escrever comentários para defender os seus posicionamentos a partir de perguntas problematizadoras sobre o filme. Sugere-se, solicitar que um grupo de estudantes seja responsável por administrar o fórum, favorecendo o senso de responsabilidade e o protagonismo juvenil (“Qual é o meu lugar no mundo?”).

(o que deverá ser aprendido)

Em Língua Inglesa, pode-se elaborar um projeto integrado a estas habilidades: (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas; e (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

Esta habilidade articula-se à Competência Geral 7, no que se refere à argumentação e

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

» Reconhecer as características dos gêneros (carta de leitor, comentário, artigo de

opinião, resenha crítica etc.). » Diferenciar fato de opiniões sobre um fato. » Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e implícitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo. » Analisar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e seus efeitos de sentido. » Argumentar de forma crítica e fundamentada.

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defesa de pontos de vistas. A habilidade relaciona-se ao ODS 15, no que se refere ao desenvolvimento de sociedades pacíficas e inclusivas.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

Propõe-se como possibilidade de atividade: » Organizar roda de jornais e revistas com a finalidade de possibilitar ao leitor tecer apreciações sobre a abordagem dos textos jornalísticos. » Promover situações de análise dos tipos de discurso. Por exemplo, em uma notícia, pode-se mobilizar o estudante a perceber o efeito de sentido decorrente do uso de citações e discurso direto a fim de legitimar e dar credibilidade para o fato noticiado. » Rodas de conversa para incentivar o estudante a verificar a fidedignidade dessas citações, de modo a capacitá-lo a identificar, por exemplo, uma notícia falsa. Para isso, pode-se fazer questionamentos relacionadas às falas de especialistas e pessoas citadas no texto: Quem é esta pessoa que está falando? Ela tem conhecimento para falar sobre aquele assunto? Há alguma evidência de que ela está falando a verdade?

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto.

Para integração com outras áreas, em Língua Inglesa, pode-se elaborar um projeto integrado a estas habilidades: (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas; e (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP05) Analisar o efeito de sentido produzido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre).

Sugere-se ainda, que os educadores dos outros componentes curriculares possam participar de rodas de jornais e revistas, bem como das conversas sobre os textos lidos. É possível trabalhar com temáticas relacionadas aos componentes. Por exemplo, ao ler uma notícia sobre uma pandemia, o estudante pode consultar o educador da área de Ciências a fim de verificar a veracidade científica do texto. A habilidade relaciona-se à Competência Geral 2, no que se refere à investigação,

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar, em textos, o recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre). » Reconhecer o efeito de sentido produzido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre). » Analisar o efeito de sentido produzido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre).

reflexão, análise crítica de textos, argumentação e defesa de pontos de vistas, com base nos conhecimentos das diferentes áreas. O desenvolvimento desta habilidade pode contribuir para que o estudante obtenha mais informações sobre temas contemporâneos. Além disso, é possível estabelecer diálogo com o ODS 4, considerando o propósito de assegurar uma educação inclusiva e de qualidade.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade refere-se ao uso de diferentes vozes nos textos jornalísticos. Nesse sentido, supõe que o estudante reconheça a relevância desses recursos (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre) no discurso do jornalista/autor, percebendo ou não a objetividade e neutralidade desses textos. 148

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se atividades com diferentes gêneros normativos e jurídicos condizentes com a proficiência leitora dos estudantes. A leitura pode ser proposta em estações rotativas contemplando diferentes gêneros ou a partir de situações-problema envolvendo o desrespeito às normas e regras de convivência, considerando condições de produção e circulação, a função social e da estrutura do textos. Para complementar o desenvolvimento das atividades, pode-se observar os aspectos apresentados na habilidade EF69LP27. Outra possibilidade é propor estratégias de análise do estilo dos gêneros (aspectos referentes à linguagem, utilizando a aula invertida, na qual o estudante entra em contato com aspectos gramaticais (por exemplo, uso do imperativo, advérbios e locuções adverbiais, entre outros) e então faz a análise do texto em grupos.

» Reconstrução das condições de produção e circulação e adequação do texto à construção composicional e ao estilo de gênero (lei, código, estatuto, código, regimento etc.)

Ao final, propõe-se atividades de sistematização (quadros, esquemas) e de produção de um texto, relacionando as atividades aqui propostas com as habilidades de produção, como EF69LP23, a qual prevê a produção de textos normativos e legais.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP20) Identificar, tendo em vista o contexto de produção, a forma de organização dos textos normativos e legais, a lógica de hierarquização de seus itens e subitens e suas partes: parte inicial (título – nome e data – e ementa), blocos de artigos (parte, livro, capítulo, seção, subseção), artigos (caput e parágrafos e incisos) e parte final (disposições pertinentes à sua implementação) e analisar efeitos de sentido causados pelo uso de vocabulário técnico, pelo uso do imperativo, de palavras e expressões que indicam circunstâncias, como advérbios e locuções adverbiais, de palavras que indicam generalidade, como alguns pronomes indefinidos, de forma a poder compreender o caráter imperativo, coercitivo e generalista das leis e de outras formas de regulamentação.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, propondo-se um trabalho de leitura de gêneros discursivos em inglês, de forma a ampliar o repertório do estudante e propiciar a comparação entre textos. Em Ciências Humanas, é possível propor uma trabalho de leitura que evidencie a relação entre os gêneros discursivos previstos na habilidade com questões sociais que eles apresentam. A leitura aumenta o repertório do estudante sobre vários temas e desenvolve consciência crítica. Por exemplo: leitura de textos que protegem os direitos das populações indígenas, promovendo uma educação para as relações étnico-raciais. Em relação aos ODS, observa-se como habilidade dialoga com o ODS 10, pois ele

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

propõe reduzir a desigualdade no país e entre países para garantir a igualdade por meio de leis e práticas discriminatórias. Ao desenvolver esta habilidade, tornar-se um cidadão consciente das leis de seu país, sendo capaz de agir pessoal e coletivamente contra a desigualdade.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção (função social e suporte) e circulação dos textos normativos e legais. » Reconhecer a forma composicional do gênero. » Analisar efeitos de sentido do estilo dos gêneros normativos e legais. » Relacionar a estrutura composicional e o estilo dos gêneros à sua função social.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para o desenvolvimento da habilidade, propõem-se atividades nas quais o estudante seja levado a reconhecer a função social dos textos normativos e legais. Nesse sentido, é possível propor uma situação-problema na qual se faz necessário identificar qual gênero atende à demanda de comunicação. Por exemplo, a partir de um problema com uma determinada compra, pode-se chegar ao Código de Defesa do Consumidor como o documento que normatiza o consumo no Brasil.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

Outra possibilidade é pedir a análise desses textos em grupos, propondo uma leitura compartilhada. Pode-se solicitar que cada grupo fique responsável por um aspecto do texto, como a forma composicional (estrutura) e aspectos da linguagem do gênero.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias e procedimentos de leitura em textos legais e normativos. » Reconstrução das condições de produção. » Modalização.

O desenvolvimento da habilidade pode ser avaliado por meio da observação do posicionamento do estudante, trazendo evidências de leitura, bem como atividades escritas que solicitem uma síntese do entendimento da ideia central do texto. Em Ciências Humanas, pode-se trabalhar com projetos interdisciplinares que requeiram a análise de textos normativos como parte do processo.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP15) Identificar a proibição imposta ou o direito garantido, bem como as circunstâncias de sua aplicação, em artigos relativos a normas, regimentos escolares, regimentos e estatutos da sociedade civil, regulamentações para o mercado publicitário, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, ECA, Constituição, dentre outros.

O desenvolvimento desta habilidade relaciona-se à Competência Geral 2, uma vez que promove a análise crítica para formular e resolver problemas. Ao proporcionar o acesso aos direitos e deveres do estudante enquanto cidadão, permite que o estudante reconheça e identifique qual o seu lugar no mundo, atuando de maneira crítica e ética. Nota-se que a leitura e análise de textos legais e normativos proporciona uma educação em Direitos Humanos, relacionando-se diretamente ao ODS 16, que propõe a promoção de sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável e o acesso à justiça para todos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a função social de textos legais e normativos » Reconhecer as características dos gêneros (forma composicional e estilo de linguagem).

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se, para o desenvolvimento desta habilidade, a organização de um projeto que envolva questões relativas à comunidade escolar de modo a contextualizar e dar significado às atividades propostas. Nesse sentido, a partir de um problema identificado coletivamente, pode-se propor a leitura de textos referentes à solicitação e reclamação, de modo a reconhecer sua função social e possíveis autores e leitores desses textos. Além disso, existe a possibilidade de propor atividades que envolvam o uso de ferramentas digitais para explorar e analisar os suportes por onde circulam esses textos, como plataformas do consumidor, de reclamação, entre outros.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP16) Explorar e analisar espaços de reclamação de direitos e de envio de solicitações (tais como ouvidorias, SAC, canais ligados a órgãos públicos, plataformas do consumidor, plataformas de reclamação), bem como de textos pertencentes a gêneros que circulam nesses espaços, reclamação ou carta de reclamação, solicitação ou carta de solicitação, como forma de ampliar as possibilidades de produção desses textos em casos que remetam a reivindicações que envolvam a escola, a comunidade ou algum de seus membros como forma de se engajar na busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Pode-se avaliar o desenvolvimento desta habilidade por meio de observação do posicionamento do estudante em debates orais, registros escritos do processo vivido ou até produções textuais. Como integração com outras áreas e componentes, em Matemática, pode-se levantar dados estatísticos que se relacionem com a questão levantada pelo projeto. Em Ciências Humanas, pode-se trabalhar com projetos que requeiram a análise de textos de reclamação e solicitação como parte do processo. Nota-se que o desenvolvimento desta habilidade ajuda no desenvolvimento da Competência Geral 10, pois a contextualização da habilidade objetiva a “busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos”. Também é possível relacionar-se ao Projeto de Vida do estudante, uma vez que permite que ele interaja e transforme o contexto em que vive. Além disso, o desenvolvimento da habilidade permite ao aluno entender onde está e qual o seu lugar no mundo, trazendo para o contexto escolar possibilidades de atuação do estudante. Por meio do desenvolvimento desta habilidade, que enfatiza a busca de solução de questões pessoais e coletivas, pode-se observar que ela proporciona uma educação em Direitos Humanos, relacionando-se ao ODS 10.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a função social dos textos de solicitação e reclamação. » Identificar autores e leitores presumidos desses textos. » Explorar e analisar os suportes por onde circulam esses textos.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação entre contexto de produção e características composicionais e estilísticas dos gêneros (carta de solicitação, carta de reclamação, petição on-line, carta aberta, abaixo-assinado, proposta etc.).

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para desenvolver a habilidade, é possível propor atividades coletivas de leitura de cartas de solicitação e reclamação de forma a problematizar a diferença entre elas, possibilitando que se comparem suas funções sociais, diferentes suportes e autores. Além disso, a partir dessa leitura, podem ser promovidas atividades que envolvam a esquematização desses textos a fim de perceber as semelhanças e diferenças estruturais entre eles. Sugere-se ainda, para desenvolver a análise do estilo dos textos, que sejam propostas atividades que promovam o trabalho colaborativo na investigação das marcas linguísticas que os diferem, como escolhas de palavras mais ou menos cordatas. É possível avaliar o desenvolvimento da habilidade por meio dos registros e tarefas do estudante, bem como observações das suas colocações durante as atividades. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

HABILIDADE

» Em Ciências Humanas é possível desenvolver projetos cuja análise desses

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

textos sejam parte do processo. » Em Matemática, ocorre a integração por meio da resolução de problemas contextualizada em cartas de solicitação e reclamação, por exemplo.

(EF67LP17) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas de solicitação e de reclamação (datação, forma de início, apresentação contextualizada do pedido ou da reclamação, em geral, acompanhada de explicações, argumentos e/ou relatos do problema, fórmula de finalização mais ou menos cordata, dependendo do tipo de carta e subscrição) e algumas das marcas linguísticas relacionadas à argumentação, explicação ou relato de fatos, como forma de possibilitar a escrita fundamentada de cartas como essas ou de postagens em canais próprios de reclamações e solicitações em situações que envolvam questões relativas à escola, à comunidade ou a algum dos seus membros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Observa-se, assim, que esta habilidade dialoga com a Competência Geral 2, pois a leitura das cartas permite uma análise crítica que promove um contexto real para a resolução de problemas envolvendo a escola e a comunidade. Nesse sentido, permite ao estudante atuar, percebendo-se como parte de um contexto que permite que ele saiba onde está. Nota-se, portanto, que a análise de gêneros de reclamação e solicitação permite tratar de temáticas que promovem uma educação em Direitos Humanos e se relacionam com os ODS. Por exemplo, caso o texto trate de um abaixo-assinado envolvendo uma questão de gênero, pode relacionar-se ao ODS 5. Caso trate de um pedido de melhoria do espaço escolar, relaciona-se ao ODS 4.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Comparar cartas de solicitação e reclamação. » Reconhecer o contexto de produção dos textos de solicitação e reclamação (função social, suporte, autor etc.). » Relacionar a função social do texto à sua forma composicional. » Analisar marcas linguísticas do gênero e estratégias de modalização e argumentatividade.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

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LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade envolve procedimentos de leitura para textos reivindicatórios e propositivos. Nesse sentido, sugere-se que ela seja articulada a um projeto que envolva a leitura e pesquisa desses textos para que inicialmente sejam reconhecidas condições de produção e características dos gêneros reivindicatórios ou propositivos. Para isso, pode-se fazer o uso de metodologias ativas que envolvam a leitura compartilhada ou mesmo a aula invertida, solicitando a leitura prévia dos textos.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se também solicitar o trabalho em grupos para que, a partir da identificação do objeto da reclamação, o estudante esquematize os argumentos que sustentam essa reclamação.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias, procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos. » Características dos gêneros reivindicatórios ou propositivos. » Análise de textos propositivos e reivindicatórios.

A análise da pertinência da solicitação ou justificação pode servir também como critério de avaliação. Pode-se ainda solicitar que o estudante se posicione sobre o texto lido como forma de avaliação. É possível observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

HABILIDADE

» Em Língua Inglesa, pode-se trabalhar com a leitura de textos para comparar os objetos

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

de reclamação mais frequentes ou os suportes nos quais circulam esses textos. » Em Ciências Humanas, pode-se propor um projeto no qual as atividades de leitura são parte do processo.

(EF67LP18) Identificar o objeto da reclamação e/ou da solicitação e sua sustentação, explicação ou justificativa, de forma a poder analisar a pertinência da solicitação ou justificação.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as condições de produção e características dos gêneros reivindicatórios ou propositivos. » Identificar o objeto da reclamação. » Reconhecer os argumentos que sustentam a reclamação. » Analisar a pertinência da solicitação ou justificação.

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Observa-se, dessa forma, uma relação desta habilidade com as Competências Gerais 2, pois ela trata de leitura feita de forma crítica para observar hipóteses e verificá-las (no caso, a pertinência da solicitação). Além disso, o desenvolvimento desta habilidade permite que o estudante perceba o contexto no qual vive (“Onde estou?”) à medida que ele avalia e analisa objetos de reclamação do contexto no qual vive. A análise do contexto dos textos reivindicatórios e propositivos, bem como a identificação do objeto de reclamação a fim de validar (ou não) a pertinência desse objeto, promove uma educação em Direitos Humanos e étnicos-raciais, além de relacionar-se ao ODS 16, pois, como previsto pela meta 7, é preciso “garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis”, o que pode ser feito por meio da análise desses textos.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Observa-se que esta habilidade apresenta uma progressão em relação a EF67LP15. Enquanto a habilidade EF67LP15 propõe a identificação das circunstâncias de aplicação desses textos legais e normativos, nesta habilidade o objetivo é a reconstrução das condições de produção. Isso pode ser feito de maneira interdisciplinar, pois o contexto sócio-histórico é parte fundamental da análise. Nesse sentido, é possível desenvolver atividades de leitura de textos escritos e multissemióticos, como vídeos e documentários que apresentem esse contexto. Assim,é possível relacioná-los a sua função social, autores e possíveis leitores.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos legais e normativos.

Nota-se, também, que a habilidade propõe uma certa progressão que vai do regimento escolar (um contexto local) à Declaração de Direitos Humanos (um contexto global). Nesse contexto, a avaliação pode ocorrer de maneira processual, identificando cada objetivo de aprendizagem de maneira progressiva, o que pode ser feito por meio de registros e produções interdisciplinares, como apresentações e seminários.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP17) Relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, adolescentes e jovens – tais como a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o ECA -, e a regulamentação da organização escolar – por exemplo, regimento escolar -, a seus contextos de produção, reconhecendo e analisando possíveis motivações, finalidades e sua vinculação com experiências humanas e fatos históricos e sociais, como forma de ampliar a compreensão dos direitos e deveres, de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho).

Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Inglesa, pode-se trabalhar a leitura de textos normativos em inglês, a fim de compará-los com os escritos em língua portuguesa. » Em Ciências Humanas, pode-se trabalhar o contexto histórico dos textos, como a Segunda Guerra Mundial, que contextualiza a Declaração de Direitos Humanos, por exemplo.

O desenvolvimento desta habilidade tem como objetivo “ampliar a compreensão dos direitos e deveres, de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho)” e, nesse sentido, relaciona-se ao desenvolvimento do Projeto de Vida do estudante, uma vez que promove meios de ele reconhecer e atuar em seu contexto de maneira ética e responsável, respeitando as diferenças e promovendo a equidade.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o contexto de produção de textos legais e normativos (função social, autores, leitores, contexto sócio-histórico, suporte, entre outros). » Relacionar os textos a fatos históricos e sociais. » Analisar as motivações e finalidades considerando os fatos históricos e sociais.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Observa-se que esta habilidade é uma progressão da habilidade EF67LP16, que propunha a exploração desses espaços. Assim, sugere-se trabalhar esta habilidade a partir da proposição de uma situação-problema na qual o estudante deva inicialmente reconhecer a instância responsável por atuar na questão proposta.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Além disso, é interessante que o trabalho seja feito de forma colaborativa de modo que o estudante possa explorar os canais de participação relativos a essas instâncias, reconhecendo sua função e forma de organização. Por fim, pode-se solicitar que o estudante utilize o canal responsável por atuar na situação-problema proposta inicialmente. Sugere-se realizar uma avaliação processual e autoavaliações nas quais o jovem se perceba no processo e identifique as aprendizagens atingidas.

» Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências Humanas, de maneira interdisciplinar, por meio da apresentação das formas de organização política do país.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP18) Explorar e analisar instâncias e canais de participação disponíveis na escola (conselho de escola, outros colegiados, grêmio livre), na comunidade (associações, coletivos, movimentos, etc.), no município ou no país, incluindo formas de participação digital, como canais e plataformas de participação (como portal e-cidadania), serviços, portais e ferramentas de acompanhamentos do trabalho de políticos e de tramitação de leis, canais de educação política, bem como de propostas e proposições que circulam nesses canais, de forma a participar do debate de ideias e propostas na esfera social e a engajar-se com a busca de soluções para problemas ou questões que envolvam a vida da escola e da comunidade.

Observa-se também que, ao propor o engajamento “com a busca de soluções para problemas ou questões que envolvam a vida da escola e da comunidade”, a habilidade relaciona-se diretamente com a proposta do Projeto de Vida na medida em que permite a transformação do contexto do estudante e que ele aja com autonomia para transformar esse contexto. A habilidade dialoga diretamente com uma educação pautada em Direitos Humanos. Nesse sentido, relaciona-se também ao ODS 4, ao propor que os estudantes se engajem na busca de soluções e “adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável”. Também dialoga com a meta 7 do referido ODS, que trata da “educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não-violência, cidadania global, e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável”.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as instâncias de participação social (escola, comunidade, município e país). » Relacionar questões ou problemas à instância competente. » Reconhecer os canais de participação relativos às instâncias competentes. » Reconhecer a função dos canais de participação e sua forma de organização. » Utilizar os canais em busca de soluções para problemas que afetem a vida da escola e da comunidade.

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CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Analisar marcas linguísticas do gênero. » Posicionar-se de forma crítica e fundamentada. SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Observa-se que esta habilidade apresenta uma progressão em relação à habilidade EF67LP17. Os gêneros aqui propostos (cartas abertas, abaixo-assinados e petições online) são gêneros que envolvem uma mobilização coletiva por uma causa de relevância na comunidade. Por essa razão, sugere-se que esta habilidade esteja atrelada a um projeto no qual o estudante trabalhe colaborativamente para identificar um problema no qual deseje intervir.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação entre contexto de produção e características composicionais e estilísticas dos gêneros. » Apreciação e réplica.

Parte desse processo é comparar os gêneros propostos, considerando suas semelhanças estilísticas e temáticas e suas diferentes funções sociais e suportes, o que pode ser feito por meio de rodas de leitura ou por meio das metodologias ativas como estações de leitura ou leituras em “quebra-cabeça”. A partir dessa leitura, sugere-se propor atividades de análise das marcas linguísticas e estruturais do gênero, o que pode ser feito com o auxílio de esquemas e mapas mentais.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP19) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas abertas, abaixo-assinados e petições on-line (identificação dos signatários, explicitação da reivindicação feita, acompanhada ou não de uma breve apresentação da problemática e/ou de justificativas que visam sustentar a reivindicação) e a proposição, discussão e aprovação de propostas políticas ou de soluções para problemas de interesse público, apresentadas ou lidas nos canais digitais de participação, identificando suas marcas linguísticas, como forma de possibilitar a escrita ou subscrição consciente de abaixo-assinados e textos dessa natureza e poder se posicionar de forma crítica e fundamentada frente às propostas.

Como forma de avaliar o processo, pode-se observar tanto os registros feitos pelo estudante como rubricas de observação de seu posicionamento diante da questão levantada. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Ciências Humanas, a leitura dos gêneros propostos pode ser parte de um projeto interdisciplinar cuja temática dialogue com os conteúdos tratados nesse componente. » Em Ciências da Natureza, pode-se fazer a análise de textos que solicitem intervenção na questão do desenvolvimento sustentável e na proteção do meio ambiente. Relaciona-se com a Competência Geral 7, que propõe o desenvolvimento da argumentação promovendo os Direitos Humanos, a consciência socioambiental, entre outros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Comparar carta abertas, abaixo-assinados e petições online, reconhecendo suas

Portanto, o desenvolvimento desta habilidade, aliado a temáticas que tratem de temas contemporâneos e Direitos Humanos, pode relacionar-se, por exemplo, à meta 7 do ODS 16, que visa a “garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis”.

semelhanças e diferenças.

» Reconhecer o contexto de produção dos textos de solicitação (função social, suporte, autor etc.). » Relacionar a função social do texto à sua forma composicional.

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CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se o desenvolvimento de projeto ou propostas interdisciplinares que tratem de questões políticas de impacto direto na vida do estudante, como propostas sobre educação. A análise de diferentes propostas pode ser feita por grupos colaborativos, utilizando as metodologias ativas. Sugere-se, ainda, tratar da questão da curadoria, considerando quais seriam os gêneros (como notícias, reportagens, incluindo as multissemióticas) publicados em diferentes fontes, a fim de propiciar o contato com ideias e posicionamentos diversos. Tais atividades podem ser registradas em diferentes gêneros de apoio, como tabelas, esquemas, entre outros. Pode-se propor, então, um debate ou uma apresentação das diferentes propostas, considerando os argumentos, os dados e as informações levantados.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias e procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP20) Comparar propostas políticas e de solução de problemas, identificando o que se pretende fazer/implementar, por que (motivações, justificativas), para que (objetivos, benefícios e consequências esperados), como (ações e passos), quando etc. e a forma de avaliar a eficácia da proposta/solução, contrastando dados e informações de diferentes fontes, identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder compreender e posicionar-se criticamente sobre os dados e informações usados em fundamentação de propostas e analisar a coerência entre os elementos, de forma a tomar decisões fundamentadas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A avaliação pode ser feita de maneira processual, observando os registros das leituras e analisando os argumentos apresentados pelo estudante, a coerência e a utilização dos dados levantados. Como integração com outras áreas, em Ciências Humanas, a análise de propostas pode ser parte de um projeto que envolva conteúdos que tratem das instâncias políticas, por exemplo. Em Matemática, caso as propostas envolvam dados numéricos, pode-se propor a elaboração de gráficos para a apresentação de dados. A habilidade se relaciona com as Competências Gerais 2 e 7, por tratar da investigação e análise crítica para investigar causas e promover a capacidade de argumentar de maneira fundamentada. A análise de propostas políticas dialoga diretamente como o Projeto de Vida, permitindo ao estudante compreender o contexto em que vive (“Onde estou?”) e posicionar-se, desenvolvendo sua identidade nesse contexto (“Quem sou?”) e permitindo que ele se posicione (“Qual o meu lugar no mundo?”). Pode-se relacionar o desenvolvimento desta habilidade ao ODS 10, que apresenta a meta de garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa; e ao ODS 16, que garante a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar as condições de produção de propostas políticas e de solução de problemas (autor, alvo da proposta, público-alvo). » Analisar proposta política e de solução de problema, considerando sua motivação, objetivo, meios, entre outros. » Utilizar ferramentas de curadoria para verificar fontes e informações. » Posicionar-se criticamente sobre os dados e informações usados em fundamentação de propostas. » Tomar decisões fundamentadas em dados e informações usados em fundamentação de propostas. 166

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CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para esta habilidade, sugere-se que seja desenvolvida por meio de um projeto interdisciplinar com Ciências da Natureza, problematizando a necessidade de se ler esses textos. A habilidade propõe a leitura não só de textos escritos, comumente apresentados no contexto escolar, como texto didático, artigo de divulgação científica, reportagem de divulgação científica e verbete de enciclopédia, mas também os textos multissemióticos, como infográfico, relato multimidiático, podcasts e vídeos.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução das condições de produção e recepção dos textos e adequação do texto à construção composicional e ao estilo de gênero.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP29) Refletir sobre a relação entre os contextos de produção dos gêneros de divulgação científica – texto didático, artigo de divulgação científica, reportagem de divulgação científica, verbete de enciclopédia (impressa ou digital), esquema, infográfico (estático e animado), relatório, relato multimidiático de campo, podcasts e vídeos variados de divulgação científica etc. – e os aspectos relativos à construção composicional e às marcas linguísticas características desses gêneros, de forma a ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção e recepção dos gêneros de divulgação científica (função social, autor, leitor presumido, suporte). » Reconhecer a estrutura do texto, considerando seu suporte (impresso ou digital). » Analisar as marcas linguísticas dos textos e as demais semioses envolvidas.

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Pode-se propor o uso das metodologias ativas com estações de leitura para que se contemplem atividades nas quais o estudante deve, inicialmente, reconhecer a função social do texto, o autor, o leitor presumido e os suportes onde são publicados. Então, a partir do reconhecimento das condições de produção dos textos, é possível propor atividades em que o estudante tenha que reconhecer a estrutura do textos, as partes que o compõem e a relação dessa estrutura com o suporte (um artigo impresso apresenta diferenças em comparação com um artigo digital, por exemplo, por este último permitir a leitura por meio de hiperlinks). A análise das marcas linguísticas (verbos impessoais e advérbios de modo em artigos de divulgação, por exemplo) ou de semioses (como no caso de vídeos que utilizam imagens, sons e cores) pode ser feita em grupos e posteriormente compartilhada com a turma. Como possibilidade de avaliação, recomenda-se solicitar registros escritos, autoavaliação das aprendizagens ou apresentações dos textos lidos a partir de critérios. A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências da Natureza, contextualizando as leituras e apresentando temáticas próprias do componente. Por exemplo, em um projeto sobre desenvolvimento sustentável, pode-se solicitar a leitura de diferentes gêneros discursivos comuns à área para embasar a discussão. Nota-se uma relação desta habilidade, que propõe a leitura de textos do campo do estudo e pesquisa, com a Competência Geral 2, que visa a “recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses”. A habilidade também permite ao estudante entender o contexto em que está. Observa-se, portanto, que por meio das temáticas dos textos lidos e da análise das condições de produção dos textos da esfera científica, pode-se relacionar esta habilidade aos ODS 12, 13, 14 e 15, que tratam da questão da sustentabilidade e das Ciências da Natureza de maneira mais explícita.

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CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Observa-se que a habilidade prevê a presença pedagógica como elemento fundamental para atingir o que é proposto, pois a comparação deve ocorrer “com a ajuda do professor”. Nesse sentido, pode-se, por exemplo, propor a leitura de diferentes gêneros textuais que apresentem um mesmo dado ou assunto, como uma notícia, um artigo de divulgação científica, o artigo científico divulgado, um podcast, entre outros.

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Esses diferentes gêneros permitem observar de que forma uma mesma informação ou dado é veiculado, considerando suas especificidades e condições de produção.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

A partir dessa análise, pode-se selecionar informações sobre um mesmo tema, registrando-as em tabelas a fim de que possam ser comparadas. Por meio do trabalho colaborativo e da investigação, pode-se fazer uso de ferramentas de curadoria, sobretudo as digitais, para verificar a veracidade dos fatos e também os interesses em jogo. Por exemplo, uma notícia divulgando um determinado dado ou pesquisa pode fazer um recorte de acordo com seus interesses.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação entre textos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP30) Comparar, com a ajuda do professor, conteúdos, dados e informações de diferentes fontes, levando em conta seus contextos de produção e referências, identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder identificar erros/imprecisões conceituais, compreender e posicionar-se criticamente sobre os conteúdos e informações em questão.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Sugere-se que, para avaliar as aprendizagens desta habilidade, sejam avaliados os registros feitos durante o processo e a autoavaliação dos procedimentos envolvidos, como selecionar informações, utilizar ferramentas de curadoria, entre outros. A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências da Natureza, para analisar como um dado é apresentado em diferentes textos. Em Matemática, caso os dados sejam numéricos, pode-se observar como é possível apresentar o mesmo dado de diferentes maneiras. Nota-se, portanto, uma relação entre esta habilidade, que propõe comparação de dados, e a Competência Geral 2.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar gêneros que apresentam dados e informações com a mesma temática. » Analisar as condições de produção desses textos (função social, autor, leitor

Pode-se relacionar o desenvolvimento desta habilidade de leitura, que desenvolve o pensamento crítico, ao ODS 4.

presumido, suporte).

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CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade envolve procedimentos e estratégias de leitura de diferentes gêneros discursivos, que podem ser usados por todos os componentes curriculares. Dessa forma, a partir da seleção dos textos a serem lidos e analisados, sugere-se que sejam proporcionadas atividades específicas para o desenvolvimento desses procedimentos de transformar um texto verbal (ou multissemiótico) em esquemas. Para isso, pode-se propor a leitura dos textos em uma aula invertida e propor a execução de um esquema. Nesse sentido, sugere-se discutir coletivamente de que forma são selecionadas as informações ou não, ou seja, como identificar a ideia central de um texto, reconhecer informações centrais, secundárias, redundantes, entre outros elementos.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias e procedimentos de leitura. » Relação do verbal com outras semioses. » Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP32) Selecionar informações e dados relevantes de fontes diversas (impressa, digitais, orais etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, e organizar, esquematicamente, com ajuda do professor, as informações necessárias (sem excedê-las) com ou sem apoio de ferramentas digitais, em quadros, tabelas ou gráficos.

Como forma de avaliar, pode-se utilizar os esquemas de leitura produzidos, observando sua clareza, adequação ao tema e coerência, por exemplo. Pode-se desenvolver esta habilidade com todos os componentes que solicitem leitura e produção de esquemas para organizar e sistematizar a compreensão. Assim, observa-se que a habilidade dialoga com a Competência Geral 2, uma vez que apresenta procedimentos para a investigação e a análise crítica. A capacidade de selecionar informações e esquematizá-las desenvolve estratégias para além do contexto escolar, relacionando-se assim ao ODS 4.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a ideia de textos diversos. » Selecionar informações e dados relevantes. » Avaliar as informações e hierarquizá-las.

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CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) O desenvolvimento desta habilidade supõe relacionar as linguagens verbal e não verbal que compõem os textos de divulgação científica, pressupondo a identificação da relação de sentido entre as partes do texto. É importante que o estudante perceba essa relação de complementaridade entre as linguagens.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA A habilidade também diz respeito à retextualização verbal para o não verbal, por exemplo, transformar uma tabela em um texto discursivo, por isso, sugere-se a elaboração de um projeto interdisciplinar com a Matemática.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias e procedimentos de leitura. » Relação do verbal com outras semioses. » Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP33) Articular o verbal com os esquemas, infográficos, imagens variadas etc. na (re)construção dos sentidos dos textos de divulgação científica e retextualizar do discursivo para o esquemático – infográfico, esquema, tabela, gráfico, ilustração etc. – e, ao contrário, transformar o conteúdo das tabelas, esquemas, infográficos, ilustrações etc. em texto discursivo, como forma de ampliar as possibilidades de compreensão desses textos e analisar as características das multissemioses e dos gêneros em questão.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Estabelecer relações entre linguagem verbal e não verbal (esquemas, infográficos, imagens variadas etc.), considerando a reconstrução de sentidos de textos de divulgação científica. » Retextualizar do discursivo para o esquemático (infográfico, esquema, tabela, gráfico, ilustração etc.). » Transformar o conteúdo das tabelas, esquemas, infográficos, ilustrações etc. em texto discursivo.

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Como propostas de atividades, recomenda-se um passo a passo de trabalho que contemple o processo de progressão a seguir:

» Inicialmente, solicitar que o estudante transforme um texto discursivo em uma tabela e, em seguida, o contrário. » Posteriormente, ele deve transformar um texto discursivo em um infográfico simples e, em seguida, o contrário. Assim, a ação se torna mais complexa. » Propõe-se, também, que o estudante utilize aplicativos para que possam construir um infográfico animado. » É preciso, então, definir quem em serão os leitores/receptores (alunos de outras turmas), qual será o objetivo da produção (realizar uma prática de estudo); o objetivo do gênero (informar e promover a compreensão de processos, experiências e fatos científicos) e o espaço de circulação e o suporte do texto.

Na área de Ciências Humanas, é possível elaborar projetos interdisciplinares com foco também no desenvolvimento da habilidade EF09GE14: Elaborar e interpretar gráficos de barras e de setores, mapas temáticos e esquemáticos (croquis) e anamorfoses geográficas para analisar, sintetizar e apresentar dados e informações sobre diversidade, diferenças e desigualdades sociopolíticas e geopolíticas mundiais. Esta habilidade também estabelece relações com a Competência Geral 4, uma vez que promove a utilização de diferentes linguagens (verbal e não verbal) e o conhecimento das linguagens artística, matemática e científica, para expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos. Pode-se solicitar, como propostas de atividade, a elaboração de um infográfico animado a partir de um tema dos ODS.

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CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade do campo das práticas de estudo e pesquisa implica estratégias de leitura (grifar as partes essenciais de um texto, tomar notas), relação do verbal com outras semioses e procedimentos e gêneros de apoio à compreensão (esquemas, mapa conceitual).

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias e procedimentos de leitura. » Relação do verbal com outras semioses. » Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Propõe-se, portanto, como possibilidade de desenvolvimento desta habilidade, a elaboração de projetos interdisciplinares. É possível, por exemplo: » Promover a leitura de uma notícia de divulgação científica sobre jogos eletrônicos, estabelecendo relações com Educação Física e com a habilidade EF67EF02. » Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos. » Propiciar que, a partir do texto lido, o estudante “identifique” e “localize” as informações principais do texto usando estratégias de anotação: grifar, sublinhar, circular trechos, escrever nas margens dos parágrafos etc. » Promover a elaboração de um mapa conceitual, com base nas etapas anteriores. Nesse caso, recomenda-se, antes de produzi-los, discutir a forma composicional desse gênero, mostrando exemplos e parâmetros. Recomenda-se, também, utilizar ferramentas digitais como Power Point para elaboração do mapa. » Compartilhar os mapas com os colegas.

(EF69LP34) Grifar as partes essenciais do texto, tendo em vista os objetivos de leitura, produzir marginálias (ou tomar notas em outro suporte), sínteses organizadas em itens, quadro sinóptico, quadro comparativo, esquema, resumo ou resenha do texto lido (com ou sem comentário/análise), mapa conceitual, dependendo do que for mais adequado, como forma de possibilitar uma maior compreensão do texto, a sistematização de conteúdos e informações e um posicionamento frente aos textos, se esse for o caso.

A habilidade contribui para que o estudante desenvolva procedimentos e estratégias de leitura e utilize gêneros de apoio à compreensão nas diferentes áreas do conhecimento.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

» Identificar e grifar as partes essenciais do texto, considerando os objetivos de leitura. » Tomar nota de aulas, apresentações orais e entrevistas ( identificando e hierarquizando as informações principais, tendo em vista apoiar o estudo e a produção de sínteses e reflexões pessoais ou outros objetivos em questão. » Articular o verbal com os esquemas, infográficos, imagens variadas etc. na (re)construção dos sentidos dos textos de divulgação científica. » Produzir marginálias, sínteses organizadas em itens, quadro sinóptico, quadro comparativo, esquema, mapa conceitual, resumo ou resenha do texto lido. » Sistematizar conteúdos e informações e posicionar-se frente aos textos, se for o caso.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Nesta habilidade, pressupõe-se a curadoria de informações no campo das práticas de estudo e pesquisa. Ela contribui para que o estudante desenvolva a autonomia de buscar informações e dados em diferentes fontes, favorecendo o pensamento crítico, reflexivo e científico.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Como etapas da curadoria de informações, recomenda-se: » Pesquisa de notícias, textos, vídeos, artigos etc., em fontes fidedignas indicadas pelo educador. Nesse sentido, a habilidade abre um espaço para discutir os cuidados necessários com a verificação da fidedignidade das fontes. » Uso de procedimentos como grifar, fazer anotações, resumos, esquemas etc., de modo a favorecer o processo de compreensão dos textos pesquisados.

» Compartilhamento da pesquisa em reportagens, podcast, vlogs etc.

» Curadoria de informações.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP20) Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidos previamente, usando fontes indicadas e abertas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Esta habilidade articula-se com todos os componentes curriculares, uma vez que pressupõe que o estudante desenvolva a autonomia para ser um pesquisador crítico. Assim, ela pressupõe operações mentais como “localizar”, “selecionar” e “usar” informações, essenciais para aprender com independência. A habilidade refere-se à Competência Geral 2, no que diz respeito ao exercício da curiosidade, da investigação, da reflexão e da análise crítica. Pode-se promover situações didáticas para que os estudantes possam pesquisar sobre os ODS, temas contemporâneos, educação para as relações étnico-raciais e educação em Direitos Humanos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Utilizar diferentes ferramentas de curadoria de informações. » Verificar a fidedignidade das fontes pesquisadas. » Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidos previamente.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

Recomenda-se considerar, como pressuposto para a aquisição desta habilidade, a produção de textos que apoiem a compreensão, como resumos, esquemas etc. Propõe-se, ainda, a verificação da fidedignidade das fontes pesquisadas. Inicialmente, sugere-se como possibilidade de atividade o levantamento de temas de relevância para os estudantes e/ou para comunidade em que vivem. Por exemplo, caso queiram saber mais sobre os seus direitos enquanto estudantes, é necessário buscar textos legais ou que circularam na mídia (reportagens, notícias, artigos de opinião etc.) para que, então, possam formular uma reivindicação ou reclamação.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Esta habilidade articula-se com todos os componentes curriculares, uma vez que pressupõe que o estudante desenvolva a autonomia para ser um pesquisador crítico. Assim, ela pressupõe operações mentais como “localizar”, “selecionar” e “usar” informações, essenciais para aprender com independência.

» Curadoria de informações.

A habilidade refere-se à Competência Geral 2, no que se refere ao exercício da curiosidade, da investigação, da reflexão e da análise crítica.

HABILIDADE

Propõe-se que os estudantes pesquisem os artigos e metas do documento dos ODS relacionados aos temas de interesse.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP24) Realizar pesquisa, estabelecendo o recorte das questões, usando fontes abertas e confiáveis.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Utilizar diferentes ferramentas de curadoria de informações. » Verificar a fidedignidade das fontes pesquisadas. » Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidos previamente, usando fontes indicadas e abertas.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pretende-se com esta habilidade desenvolver a prática da curadoria de informações com o propósito de ampliar e qualificar a participação do estudante na esfera pública. Além disso, há uma relação direta com EF67LP20, do campo das práticas de estudo e pesquisa.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES VISUAIS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS ARTE

Sugere-se que se haja um plano de sequenciamento das expressões artísticas que serão experimentadas e analisadas, que poderá inclusive ser o mesmo proposto no texto da habilidade. No eixo da experimentação, a habilidade pode ser desenvolvida partindo de uma mesma esfera temática, aplicada às diversas expressões artísticas. Neste sentido, o estudante poderá pensar, durante o fazer, sobre como a materialidade na arte (tinta, lápis, papel, vídeo, foto etc.) interfere na abordagem de um mesmo eixo temático. Sugere-se que, para o desenvolvimento do eixo da análise desta habilidade, o estudante seja colocado em contato com o máximo de expressões artísticas contextualizadas em termos sociais, culturais e históricos, para que ele possa identificar a função da obra enquanto objeto de reflexo, tradução, reinvenção e atuação na realidade.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Materialidades.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR05) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Os temas para a experimentação das expressões artísticas podem vir de variados componentes, de variadas áreas. Em Geografia, por exemplo, é possível listar obras nas quais o tema seja a representação da paisagem. Na relação com História, é possível listar obras que retratem figuras importantes do nosso tempo histórico. Na relação com Matemática, pode ser realizado um projeto em que sejam analisadas obras visuais que trabalham na perspectiva da repetição, ritmo visual, formas geométricas etc. A atividade pode se conectar com a Competência Geral 3, pela participação em atividades artísticas. A criação de obras artísticas pode possibilitar o exercício da criatividade e colaboração. O estudante pode conceber ainda iniciativas que se conectem com seus desejos e sonhos, que sejam significativos para si mesmos e seu contexto, impactando seus Projetos de Vida.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as artes visuais como base de compreensão de diversas linguagens artísticas. » Experimentar técnicas de produção, de acordo com a linguagem trabalhada. » Valorizar a imagem como elemento importante na participação social. » Reconhecer as expressões artísticas como forma de participação social.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se, para o desenvolvimento desta habilidade, que haja espaço, tempo e materiais apropriados, entre os quais: lápis, tintas, papéis, gesso, argilas, ferramentas de modelagem, corte e acabamento; máquinas ou celulares para filmagem e fotografia; figurino e adereços etc. Pressupõe-se também que haja material artístico disponível para análise, como de imagens impressas, quadros, vídeos, fotografias, entre outros. 182

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

MÚSICA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Materialidades.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR21) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo timbres e características de instrumentos musicais diversos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

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De qualquer forma, no eixo da produção sonora prevista na habilidade, sugere-se que, primeiro, o estudante seja estimulado a experimentar livre e intuitivamente a fonte ou material sonoro disponível, de maneira que ele crie relação prévia com o tipo de som produzido, manuseando e compreendendo, inclusive, seu papel corporal na produção daquele som. Da mesma forma, no eixo da apreciação, também se aconselha que a primeira escuta seja livre de direcionamentos prévios, de forma que o estudante possa receber o som a partir de seus recursos próprios, interpretando, sentindo e reconhecendo as características sonoras de maneira singular. Após abordagem experimental, o estudante poderá explorar e analisar a fonte ou material sonoro à luz de alguns direcionamentos do professor, como: qual tipo de instrumento é: Corda (viola, piano); Percussão (tambor, xilofone); Sopro (trompete, flauta). Ainda poderão ser exploradas e analisadas fontes corpóreo-vocais e digitais. Em todas as fontes, a habilidade prevê o reconhecimento de timbres (graves, médios e agudos). Caso haja meios para isso, o estudante poderá estudar alguma técnica musical, dedicando-se à execução de um instrumento em especial. Neste caso, processos de composição/criação/execução poderão ser elaborados, de maneira que o estudante possa criar ou executar alguma peça musical. Neste caso, o compartilhamento é bem-vindo. De forma complementar, o estudante poderá estudar também as características sociais do instrumento ou fonte sonora abordada, percebendo relações históricas, culturais, religiosas etc. A atividade se conecta com a Competência Geral 3, pela participação em atividades artísticas. A exploração de materiais e obras artísticas leva o estudante a conceber iniciativas que se conectam com seus desejos e sonhos, que sejam significativos para si mesmos e seu contexto, impactando seus Projetos de Vida.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer instrumentos musicais diversos. » Reconhecer o corpo como material musical. » Reconhecer a sonoridade como forma de participação social.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Conforme o corpo da habilidade, práticas de composição/criação/execução e apreciação musical são os procedimentos apontados. Assim, sugere-se que o trabalho leve em conta, em primeira instância, os recursos aos quais o estudante terá acesso: espaço para a prática musical, instrumentos e materiais diversos para a produção de sons.

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LINGUAGENS ARTE

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento físico: crossfit, ginástica aeróbica etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF07) Experimentar e fruir um ou mais programas de exercícios físicos, identificando as exigências corporais desses diferentes programas e reconhecendo a importância de uma prática individualizada, adequada às características e necessidades de cada sujeito.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar os elementos que compõem um programa de exercício físico (objetivo, etapas etc.). » Analisar as exigências corporais de um ou mais programas de exercício físico conhecidos pelo estudante, a partir das capacidades físicas exigidas, das habilidades necessárias e da própria característica do programa (material, ambiente, música etc.). » Selecionar um ou mais programas de exercício físico para executá-los, estabelecendo meta(s) individual(is). » Indicar para colegas e/ou pessoas do círculo de convivência um programa de exercício físico, relacionando os elementos e exigências do programa com as características da pessoa para quem está indicando.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que o estudante relacione o conhecimento sobre programas de exercícios com o que conhece de outra pessoa, evidenciando a importância da prática individualizada. Esse trabalho é uma forma de acompanhar a aprendizagem do estudante, pois requer que ele estruture o conhecimento que tem dos programas, relacione-o com características de outrem e comunique o seu saber. Outra forma é utilizar as atividades que envolvem as proposições para a comunidade em que o estudante vive. Os registros das etapas elaboradas são uma forma de acompanhar a aprendizagem. Na integração desta habilidade com outras do mesmo componente, é possível planejar seu desenvolvimento relacionando-a com EF89EF08, EF89EF09, EF67EF08, EF67EF09 e/ou EF67EF10, para que todos os aspectos sejam abordados. Sugere-se que, na análise e elaboração dos programas, sejam observados ciclos de treinamento, carga de esforço, entre outras medidas. Pode-se, em parceria com a área de Matemática, estabelecer estratégias compartilhadas de ensino e aprendizagem através de gráficos, medidas, parâmetros etc. É possível, também, uma integração com os componentes Arte e História, trazendo exemplos de programas de exercícios de outras épocas e regiões, como na Grécia Antiga e na Alemanha nazista; estabelecendo relações com o corpo e a ginástica e como eram representados nas manifestações artísticas; promovendo uma compreensão sobre as disputas vigentes no ideal político e como isso interferia no objetivo e no método dos programas de exercícios. Sugere-se que o estudante utilize referências de programas de exercícios físicos existentes na própria comunidade para analisá-los. Caso não haja, durante esse processo de aprendizagem, pode-se identificar quais deles são possíveis de serem implementados, de acordo com as necessidades locais (eixo “Onde estou”). Estabelecer essa relação é posicionar-se perante os direitos de oportunidade (ODS 10) e a importância da qualidade de vida (e saúde) de cada um e da sociedade (ODS 3). Sugere-se desenvolver esta habilidade dentro do eixo “Quem sou eu”, já que é necessário que o estudante se reconheça como sujeito múltiplo, identificando como as próprias características se relacionam com a característica de cada programa.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Embora possa ser feito separadamente, sugere-se que esta habilidade possa ser trabalhada com a EF89EF19 por tratarem de aprendizados relacionados ao experimentar, fruir e valorizar a segurança e integridade física de todos nas práticas corporais de aventura. A escolha dependerá do contexto (público, escola, região etc.). Sugere-se aproximar o contexto de vida do estudante com o objeto de conhecimento para ele se apropriar de questões em que possa se envolver direta ou indiretamente. É possível também abordar práticas corporais de aventura de destaque midiático e que atraiam o interesse do estudante (mesmo fora do contexto em que vive) para trazer um saber que ele possa relacionar com seu Projeto de Vida. O aluno pode se apropriar de pelo menos uma prática corporal de aventura urbana.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Práticas corporais de aventura urbanas: parkour, skate etc.

HABILIDADE

Normas de segurança e riscos inerentes às práticas corporais de aventura podem ser amplamente debatidos e estabelecidos, pois são eles que trazem segurança a quem pratica e aproximam essa manifestação cultural do sentido de “aventura”, ou seja, do caráter de risco controlado. Além disso, dominar tais normas e riscos pode ajudar o estudante a superar possíveis sentimentos (medo, insegurança, vergonha etc.) que o atrapalhem na realização das atividades (eixo “Quem sou eu”).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF18) Experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura urbanas, valorizando

Na integração desta habilidade com outras do mesmo componente, sugere-se desenvolvê-la com a EF67EF20 e/ou com a EF67EF21, ampliando os aspectos de conhecimento desse tipo de prática.

a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Esta habilidade também pode ser desenvolvida integrada ao componente Geografia, propondo estudos de território e de espaço geográfico, já que essas práticas decorrem da ocupação urbana.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar os riscos durante a realização de práticas corporais de aventura urbanas

Propõe-se desenvolver a EF67EF18 ligada à questão de gênero (ODS 5) por conta da construção histórica de algumas práticas de aventura urbana que tratam diferentemente homens e mulheres.

e planejar estratégias para sua superação. » Selecionar, de acordo com o contexto (físico, social e cultural), práticas corporais de aventura que podem ser realizadas (ou adaptadas) na escola e/ou no entorno. » Superar sentimentos que dificultam a própria participação em práticas corporais de aventura, experimentando-as e escolhendo pelo menos uma para aprofundar o conhecimento (corporal, afetivo e cognitivo).

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se trabalhar esta habilidade com EF67EF18 por tratarem da mesma competência e de aprendizados semelhantes (vide EF67EF18). Pode-se aproximar o contexto de vida do estudante com o objeto de conhecimento para ele se apropriar de questões em que possa se envolver direta ou indiretamente. É possível também abordar práticas corporais de aventura de destaque midiático e que atraiam o interesse do estudante (mesmo fora do contexto em que vive) para trazer um saber que possa relacionar com seu Projeto de Vida.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA O aluno pode se apropriar de pelo menos uma prática corporal de aventura da natureza. As normas de segurança e riscos inerentes às práticas corporais de aventura podem ser amplamente debatidos e estabelecidos, pois são eles que permitem que o sentido de “aventura” seja de risco controlado e não de irresponsabilidade.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Práticas corporais de aventura na natureza (mergulho livre e autônomo, paraquedismo, rapel etc.).

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Pode-se ressaltar a importância de se cuidar da integridade física e da segurança de quem participa dessas práticas corporais de aventura, fazendo com que o estudante considere as individualidades de cada um. Por isso, apesar dos desafios afetivos e corporais estabelecidos, as práticas de aventura podem ser realizadas de forma inclusiva. É uma manifestação corporal que, embora pareça individual na maior parte de seus exemplos, em sua essência, necessita de outra pessoa (por, no mínimo, questão de segurança). Por exemplo: não se faz nenhum tipo de mergulho sozinho. Apropriar-se dessa linguagem não é só ampliar as possibilidades de participação na vida social, mas fazê-lo de modo inclusivo e preservando o patrimônio natural.

(EF89EF19) Experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura na natureza, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais, respeitando o patrimônio natural e minimizando os impactos de degradação ambiental.

Desenvolver esta habilidade junto à EF67EF21 e/ou à EF89EF21 é uma sugestão. Ela pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências, propondo estudos que envolvam os conceitos de ecossistema e sustentabilidade, pois essas práticas corporais ocorrem na natureza.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Propõe-se que o aprendizado prático desses objetos de conhecimento não seja desvinculado do aprendizado sobre a preservação do patrimônio natural terrestre e aquático (ODS 14 e 15), tanto em relação à minimização de impactos de degradação quanto à utilização dele como forma sustentável de preservação.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar riscos, formular estratégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza. » Selecionar, de acordo com o contexto (físico, social e cultural), práticas corporais de aventura na natureza que podem ser realizadas (ou adaptadas) na escola e/ou no entorno. » Apropriar-se de pelo menos uma prática corporal de aventura na natureza (mesmo que adaptada). » Compreender a relação entre práticas corporais de aventura e preservação do patrimônio natural.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

ESPORTES COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

» Identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate. » Organizar eventos esportivos.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Esportes de marca: patinação de velocidade, todas as provas do atletismo, remo, ciclismo, levantamento de peso etc. » Esportes de precisão: bocha, curling, golfe, tiro com arco, tiro esportivo etc. » Esportes de invasão: basquetebol, frisbee, futebol, futsal, futebol americano, handebol, hóquei sobre grama, polo aquático, rúgbi etc. » Esportes técnico-combinatório: ginástica artística, ginástica rítmica, nado sincronizado, patinação artística, saltos ornamentais etc. » Esportes de rede/parede: voleibol, vôlei de praia, tênis de campo, tênis de mesa, badminton e peteca/pelota basca, raquetebol, squash etc. » Esportes de campo e taco: beisebol, críquete, softbol etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF01) Experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate

Sugere-se atividades a partir dos objetivos de aprendizagem para que os estudantes identifiquem os diversos elementos das modalidades esportivas, tanto corporal quanto cognitivamente. Essa escolha é que diferenciará o fazer pelo fazer do fazer para aprender. Além disso, pode-se pesquisas sobre esportes existentes na própria comunidade e quais poderiam ser introduzidos nas aulas, considerando as características que possuem e o que pode ser positivo para a comunidade. Eventos esportivos que envolvam desde pequenos grupos até a comunidade escolar, organizados em pelos estudantes, são instrumentos de acompanhamento de aprendizagem por mobilizarem os conhecimentos sobre os diferentes esportes, tanto na prática, quanto na organização, sendo jogador, técnico, árbitro etc. Também colocam o estudante no papel de protagonista e precisando aprender a trabalhar coletivamente. A habilidade EF67EF03 e seus respectivos objetos de conhecimento pode ser desenvolvida com as mesmas sugestões apresentadas nesta habilidade, pois ambas tratam da experimentação e fruição dos esportes, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. Na integração das habilidades dentro do mesmo componente, sugere-se desenvolver esta habilidade relacionando-a com objetivos e estratégias didáticas de EF67EF06, EF67EF07, EF89EF05 e EF89EF06, de modo a contemplar outros aspectos dos esportes. Trabalhar de maneira conjunta com Língua Portuguesa e Arte na elaboração de eventos esportivos, os quais envolvem a leitura e a interpretação midiática, o conhecimento de diferentes gêneros discursivos, tipos de suporte e expressões artísticas (como grafitagem, painéis etc.) é uma proposta. A habilidade pode ser trabalhada com os eixos “Onde estou”, “Para onde vou” e “Qual meu lugar no mundo”, relacionando a diversidade de esportes que fazem parte do contexto de vida do estudante com as possibilidades de utilização dessas práticas nas escolhas do Projeto de Vida dele. Pode-se relacioná-la com à questão de gênero (ODS 5), que é parte intrínseca da constituição organizacional dos esportes.

oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas. » Formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate, como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. 192

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Para que o estudante faça uso de uma língua que lhe é estranha, pode-se propor, em um primeiro momento, algumas frases prontas que podem ser complementadas por ele, chamadas de chunks. Para que ele identifique a necessidade e o contexto de uso, sugere-se que sejam feitas estações em que cada grupo fique responsável por um contexto de uso, por exemplo, abrir e fechar o livro (Open/Close your book); perguntar como dizer uma expressão em inglês (How do I say …. in English?). Cada estação pode receber seu chunk e ficar responsável por ilustrar o comando ali escrito em um cartaz. Pode-se também propor que os estudantes apresentem seus cartazes e que os colem na parede, para que fiquem visíveis e possam ser acessados tanto por eles quando têm dúvidas, quanto pelo professor quando ele necessitar apontar para a necessidade de uso da língua inglesa em sala de aula.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Funções e usos da língua inglesa em sala de aula (classroom language). » Vocabulário referente a objetos escolares, componentes curriculares e espaços da escola.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LI03) Solicitar esclarecimentos em língua inglesa sobre o que não entendeu e o significado de palavras ou expressões desconhecidas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer termos referentes a objetos usados na escola. » Relacionar linguagem verbal e não verbal. » Reconhecer o uso do imperativo em enunciados. » Utilizar a língua inglesa para solicitar esclarecimentos em sala de aula.

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Outra alternativa é propor jogos, como memória e bingo, para auxiliar na memorização dessas expressões. Nesse caso, pode-se solicitar que o estudante faça registros do que aprendeu no caderno. A habilidade EF06LI21 é considerada complementar a esta, pois há uma aplicação do uso do imperativo em vez de mostrá-lo como uma estrutura isolada. A avaliação de que a aprendizagem foi atingida pode ser feita por meio da observação dos estudantes em aula. A habilidade relaciona-se à Competência Geral 2, uma vez que promove a possibilidade de criar soluções para utilizar determinado repertório de uma segunda língua. Em Arte, pode-se fazer um projeto interdisciplinar de ilustração dos cartazes a serem expostos em aula. Para desenvolver a habilidade nesse âmbito, é importante entendê-la também no âmbito procedimental e atitudinal, uma vez que as atividades proporcionam ao estudante arriscar-se a utilizar uma língua que lhe é estranha. Nesse sentido, pode-se desenvolver a empatia com aqueles que apresentam dificuldade ou receio de arriscar-se na língua. Ao fazer isso, o procedimento se relaciona diretamente com o ODS 16, uma vez que permite que se desenvolvam habilidades que promovem a paz e o entendimento mútuo.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

Para desenvolver esta habilidade, propõe-se que seja escolhido um gênero discursivo oral ou multissemiótico com o qual os estudantes estejam familiarizados, como animação, entrevista, entre outros. A partir da identificação do gênero, pode-se solicitar aos estudantes que debatam sobre sua função social e condições de produção (quem produziu o texto, com qual finalidade etc.).

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Além disso, pode-se solicitar que os estudantes registrem o que compreenderam do texto e compartilhem suas impressões com os demais. Nesse sentido, o professor pode mediar a discussão para ajudá-los a identificar quais foram as estratégias usadas para a identificação.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Como forma de avaliar, pode-se solicitar que os estudantes respondam às questões no formato de “verdadeiro ou falso” para checagem da compreensão.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de compreensão de textos orais: palavras cognatas e pistas do contexto discursivo. » Condições de produção e recepção.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, propondo projeto interdisciplinar que amplie o repertório sobre diferentes gêneros discursivos e o reconhecimento das condições de produção e recepção dos textos. Em Ciências, essa integração pode ocorrer com o uso, por exemplo, de animações em língua inglesa que apresentem conceitos estudados em aula (como o ciclo da água).

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LI04) Reconhecer, com o apoio de palavras cognatas e pistas do contexto discursivo, o assunto e as informações principais em textos orais sobre temas familiares.

A habilidade relaciona-se à Competência Geral 2, uma vez que promove a possibilidade de desenvolver estratégias para a resolução de problemas (no caso, reconhecer informações em um texto em língua estrangeira). Como a habilidade traz expectativas de leitura em diferentes contextos, é possível relacioná-la a temas contemporâneos e aos ODS na escolha dos textos cujos temas tragam questões importante, como o uso consciente da água.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Além disso, o desenvolvimento de habilidades em Língua Inglesa, em um mundo globalizado, relaciona-se diretamente com o ODS 4, que prevê que se desenvolvam

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero discursivo, sua estrutura, suporte e função social. » Identificar a ideia central de um texto. » Relacionar linguagem verbal e não verbal.

“habilidades relevantes, inclusive competências técnicas e profissionais, para emprego, trabalho decente e empreendedorismo”, impactando positivamente na construção de Projetos de Vida.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Funções e usos da língua inglesa em sala de aula (classroom language). » Conversação espontânea. » Estrutura do presente do indicativo. » Expressões e vocabulário referentes a jogos e brincadeiras.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI01) Interagir em situações de intercâmbio oral para realizar as atividades em sala de aula, de forma respeitosa e colaborativa, trocando ideias e engajando-se em brincadeiras e jogos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer o objetivo do jogo ou brincadeira, bem como suas regras. » Respeitar os turnos de fala. » Utilizar expressões e sentenças com verbos no presente. » Utilizar chunks para jogos.

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Embora a habilidade seja procedimental, é interessante pensar e propor metodologias para que a língua inglesa seja efetivamente usada na sala de aula. Nesse sentido, pode-se propor atividades em que o objetivo seja construir um jogo (indoor game), bem como suas regras. A temática do jogo pode ser proposta por outros componentes curriculares, fortalecendo o aspecto interdisciplinar da proposta. Por exemplo, caso os estudantes tenham um conteúdo de Ciências da Natureza, como ciclo da vida, eles podem construir um jogo em inglês. Nesse sentido, a língua é ao mesmo tempo um meio para atingir determinadas aprendizagens, como também uma finalidade. Outra possibilidade, é desenvolver a proposta com brincadeiras trazidas das aulas de Educação Física (outdoor games). Na elaboração de jogos, sugere-se que ela seja feita de modo coletivo e colaborativo. A partir da construção da proposta, sugere-se que os estudantes pesquisem expressões e frases usadas para jogar em língua inglesa, como “my turn”, “you missed a turn”, “I win”, entre outras. Essa pesquisa pode ser feita em fontes abertas e confiáveis, como proposto em Língua Portuguesa. A avaliação dessas aprendizagens pode ser feita por meio da observação da interação dos estudantes e do uso que eles estão fazendo da língua. Nesse caso, pode-se trazer também conteúdos atitudinais e procedimentais. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, pode-se considerar as habilidades do Campo do Estudo e Pesquisa, como a EF67LP20. » Em Educação Física, a partir da construção coletiva de um repertório de jogos, pode-se pensar fazer um projeto interdisciplinar, trazendo a brincadeira para o contexto das aulas de Língua Estrangeira. » Em Ciências da Natureza, pode-se produzir jogos que sistematizem conceitos e conteúdos aprendidos. No desenvolvimento de atividades que envolvem jogos, trabalha-se o desenvolvimento de procedimentos e atitudes que levem à resolução de conflitos ou tomada de decisão, como previsto no item 7 do ODS 16: “garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa”.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Compreensão de textos orais de cunho descritivo ou narrativo. » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção dos textos.

A fim de se desenvolver o que é proposto pela habilidade, sugere-se fazer escolhas de gêneros que, como propõe o objeto de conhecimento, apresentem as tipologias descritiva e narrativa, por exemplo, animações, filmes, vlogs, podcasts, entre outros. Nesse sentido, é interessante propor a leitura de textos multissemióticos a fim de apoiar o estudante na compreensão de um texto em língua inglesa, pois as diferentes semioses, como imagem e cor, podem ajudar na compreensão do texto. Para o reconhecimentos das condições de produção, circulação e recepção dos textos (autor, função social, suporte, público-alvo), podem ser propostas atividades colaborativas nas quais o estudante entra em contato com esses textos e faz registros do que consegue observar em relação a essas condições com o auxílio de ferramentas de apoio, como tabelas e esquemas. Por exemplo: caso o gênero escolhido seja um curta-metragem de animação publicado na internet, pode-se propor que o estudante explore o texto, seu suporte, encontre o nome do autor ou produtor e registre em uma tabela, para posteriormente compartilhar com os demais. É possível, ainda, propor diferentes estratégias de leitura usando as metodologias ativas, como estações de aprendizagem, leitura em “quebra-cabeça”, entre outros. A avaliação das aprendizagens pode ser feita por meio dos registros do estudante durante o processo de leitura do texto oral.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI04) Identificar o contexto, a finalidade, o assunto e os interlocutores em textos orais presentes no cinema, na internet, na televisão, entre outros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, pode-se trabalhar conjuntamente as estratégias de tomada de nota para apoiar a compreensão de textos orais e multissemióticos. » Em Arte, pode-se fazer a análise de textos artísticos, considerando o repertório desse componente. » Em Ciências da Natureza, sugere-se propor um projeto interdisciplinar cuja temática é um conteúdo desse componente.

(o que deverá ser aprendido) Observa-se que esta habilidade dialoga com a Competência Geral 2. Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero textual. » Reconhecer as condições de produção circulação e recepção dos textos (autor, função social, suporte, público alvo). » Reconhecer as características do gênero (tema, forma composicional, estilo).

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Tratar da leitura de textos escritos em língua inglesa pode, por meio da temática, tratar de questões relacionadas aos Direitos Humanos e aos temas dos ODS.

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MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

A habilidade propõe a compreensão de textos orais jornalísticos em língua inglesa. Nesse sentido, sugere-se que sejam escolhidos gêneros como podcasts, vlogs, notícias em vídeo, reportagens, documentários etc. Fazendo-se essa escolha, sugere-se que sejam propostas atividades de leitura na qual seja, inicialmente, necessário identificar o contexto de produção de um texto jornalístico, ou seja, qual sua função social, onde está publicado, quem é o autor e o possível leitor/receptor desse texto, entre outras possibilidades. Isso pode ser feito por meio de uma aula invertida, na qual o estudante faz uma leitura/escuta prévia do texto, ou por meio de uma roda de leitura/escuta e conversa sobre o texto oral/multissemiótico. Além disso, sugere-se que a leitura seja guiada por questões de apoio. Por exemplo, caso seja proposta a análise de um podcast, pode-se pedir que o estudante procure por palavras que aparecerão no texto a ser ouvido e as registre em uma espécie de glossário. Depois, é possível propor atividades de escuta e compreensão por meio de um questionário. Nesse sentido, além de achar a “informação” correta, sugere-se que sejam feitas atividades envolvendo procedimentos metacognitivos, isto é, além de selecionar a informação do áudio, o estudante pode fazer anotações de quais expressões ou pistas o ajudaram a selecioná-la.

» Compreensão de textos orais e multimodais de cunho informativo/jornalístico. » Relação entre o contexto de produção e características composicionais e estilísticas dos gêneros. » Estratégias de leitura.

A avaliação pode ser feita pela análise das respostas, bem como por registros feitos pelo estudante durante a atividade.

HABILIDADE

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, nas propostas de leitura e oralidade de textos do campo jornalístico e midiático.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI03) Construir o sentido global de textos orais, relacionando suas partes, o assunto principal e informações relevantes.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar o contexto de produção de um texto jornalístico, sua função social e suporte. » Identificar a ideia central do texto. » Selecionar informações em um texto.

202

Em Ciências Humanas, pode-se propor projetos interdisciplinares cujos temas dialogam com os diferentes componentes. Em Ciências da Natureza, pode-se propor a análise de textos que tratem de temas científicos como parte de um projeto. A temática dos textos pode trazer a questão das relações étnico-raciais e dos Direitos Humanos. Além disso, a compreensão de textos jornalísticos, em inglês, aumenta a capacidade de o estudante compreender as diferentes notícias veiculadas no mundo, relacionando-se, assim, ao ODS 16.

203


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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

A habilidade prevê a compreensão de textos orais e multimodais de cunho argumentativo. Sugere-se que sejam propostas a escuta e a leitura de vídeos que tratem de temas atuais e relevantes, como discursos, palestras, conferências, podcasts, entre outros. Pode-se ainda propor o desenvolvimento desta habilidade em um projeto interdisciplinar. Outra sugestão é proporcionar atividades nas quais o estudante reconheça as condições de produção, recepção e circulação desses textos e tome nota delas. Observações como a função social do texto, o autor, público-alvo e suporte podem ser registradas em grupos ou em duplas para contextualizar a proposta e auxiliar na compreensão. Propõe-se, ainda, que a análise do texto seja guiada por perguntas norteadoras, para auxiliar no reconhecimento da ideia central do texto e seus argumentos. Além

2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Compreensão de textos orais e multimodais de cunho argumentativo. » Reconstrução das condições de produção, recepção e circulação de textos multimodais de cunho argumentativo. » Registro.

disso, é interessante utilizar ferramentas digitais na construção de esquema e tabelas. Considerando o objetivo principal da habilidade, que é sintetizar ideias por meio de tomada de nota, sugere-se utilizar essas anotações para avaliar a compreensão do texto. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio do trabalho com textos jornalístico-midiáticos e do campo de atuação na vida pública, como parte de um projeto interdisciplinar de análise de textos argumentativos. Em Ciências Humanas, pode-se propor um projeto que aborde temáticas de relevância social, lendo textos para analisar diferentes argumentos sobre essas temáticas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Assim, a habilidade auxilia nas Competências Gerais 2 e 4, pois trata de reflexão e análise

(EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de tomada de notas.

crítica de um texto ao mesmo tempo em que propõe a utilização da linguagem para produzir sentidos. Além disso, a análise de textos argumentativos permite desenvolver projetos com o tema “Onde estou?”, por permitir análises de posicionamentos que tratem do contexto no qual se encontra o estudante.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção, recepção e circulação de textos multimodais de cunho argumentativo (discurso, palestras, entre outros). » Identificar a ideia central e o posicionamento do texto. » Reconhecer os argumentos. » Tomar nota por meio de esquemas e tabelas.

204

A análise de textos argumentativos multimodais permite, por meio da temática, uma educação voltada para os Direitos Humanos e as relações étnico-raciais. Nesse sentido, pode-se relacionar ao ODS 16, que procura promover uma sociedade pacífica por meio do entendimento do outro.

205


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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

É possível notar que esta habilidade apresenta uma progressão em relação à habilidade anterior. Assim, propõe-se que elas sejam trabalhadas conjuntamente, em um projeto, para que se amplie a capacidade de análise de textos orais multimodais de cunho argumentativo. Nesse sentido, sugere-se que o estudante seja exposto a diferentes textos orais de temas de interesse social e coletivo produzidos em língua inglesa. Podem ser propostas tarefas que podem tanto executadas individual ou coletivamente (em duplas ou grupos).

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para a análise desses textos, sugere-se que o estudante seja exposto a diferentes textos e que sejam propostas perguntas norteadoras que ajudem a identificar os argumentos e contra-argumentos. Por se tratar de uma segunda língua, sugere-se apontar as estruturas linguísticas mais comuns para apresentar argumentos, por exemplo, o uso das condicionais para apresentar causa e consequência, o uso de dados numéricos, argumentos de autoridade e os modos de citação da fala do outro (reported speech), entre outras possibilidades.

» Compreensão de textos orais e multimodais de cunho argumentativo. » Apreciação e réplica.

Como forma de avaliação, sugere-se que seja observada a maneira como o estudante se posiciona diante do texto, além de seus registros e da autoavaliação.

HABILIDADE

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio do trabalho com textos jornalístico-midiáticos e do campo de atuação na vida pública, como parte de um projeto interdisciplinar de análise de textos argumentativos.

2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendidos e refutados em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção, recepção e circulação de textos multimodais de cunho argumentativo (discurso, palestras, entre outros). » Tomar nota de ideias-chave. » Identificar argumentos e contra-argumentos e suas estruturas linguísticas. » Posicionar-se a respeito do texto.

206

Em Ciências Humanas, pode-se propor um projeto que aborde temáticas de relevância social, lendo textos para analisar diferentes argumentos sobre essas temáticas. A escolha pela análise de temas de relevância social permite ao estudante fazer escolhas alinhadas ao seu Projeto de Vida a partir do entendimento do contexto no qual ele vive. Além de projetos voltados para a temática “Onde estou?”, permite também planejar ações a partir do contexto de “Para onde vou?”. A temática dos textos pode trazer a questão das relações étnico-raciais e dos Direitos Humanos. Além disso, a análise de textos argumentativos de relevância social permite ao estudante compreender diferentes perspectivas, relacionando-se, assim, aos ODS 10 e 16.

207


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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Compreensão geral e específica: leitura rápida (skimming, scanning). » Condições de produção e recepção. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LI08) Identificar o assunto de um texto, reconhecendo sua organização textual e palavras cognatas.

A habilidade refere-se explicitamente a textos escritos e tem como objeto de conhecimento estratégias de leitura global (skimming) e específica (scanning). Para desenvolver a estratégia de leitura global (skimming), pode-se propor, em grupos, o reconhecimento de um gênero textual que faça parte do repertório dos estudantes, como notícias, reportagens, entradas de blog, entre outros. Nesse sentido, é interessante que esses textos sejam escolhidos considerando seu campo de atuação social (sobretudo o da vida cotidiana, presente em Língua Portuguesa nos Anos Iniciais, que possui um vocabulário mais simples), o que torna possível reconhecer as condições de produção e recepção dos textos. Por exemplo, pode-se propor a leitura de uma entrada de blog em que um jovem relate sobre si e sua família. Uma sugestão, nesse caso, é solicitar o registro das impressões dos estudantes sobre o que eles acreditam se tratar o texto, considerando o título, o autor, suporte, entre outros. Em seguida, pode-se pedir que os estudantes selecionem expressões que desconhecem e tentem inferir seu significado com base no contexto e no gênero previamente analisado. Para avaliação da aprendizagem, pode-se propor questões de compreensão que precisem ser justificadas com elementos do texto. Além disso, é interessante propor estratégias de compartilhamento dessa leitura em duplas ou em grupos Esta habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, propondo-se um projeto de leitura de diferentes textos do mesmo gênero. Em Educação Física, caso o tema seja o relato de um jovem, pode-se propor um projeto para analisar brincadeiras de países anglofalantes e compará-los com as brincadeiras locais. Em Geografia, essa ideia de outros países e culturas pode ser ampliada com a leitura de textos (em língua inglesa) de jovens de diferentes países.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Formular hipóteses sobre a finalidade de um texto em língua inglesa. » Reconhecer palavras cognatas. » Inferir o significado de palavras de acordo com o contexto. » Compartilhar ideias.

208

A habilidade proposta de leitura é procedimental. Para relacioná-la com temas contemporâneos, é preciso propor a leitura de textos cuja temática trate, por exemplo, de reconhecer semelhanças e diferenças de crianças ao redor do mundo. O desenvolvimento de habilidades em Língua Inglesa, em um mundo globalizado, relaciona-se diretamente com o ODS 4.

209


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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Para desenvolver esta habilidade, o estudante precisa já ser capaz de reconhecer a ideia central de um texto. Além disso, ele deve reconhecer o gênero e sua função social. Nesse sentido, um exemplo é o trabalho com o gênero biografia: o estudante, em um primeiro momento, reconhece a função de uma biografia e o tema (a pessoa biografada). Pode-se também trabalhar outros gêneros, como notícias, entradas de blog, entre outros. Caso haja palavras desconhecidas, sugere-se trabalhar com o procedimento de consulta de um dicionário bilíngue. Pode-se mostrar para o estudante como ele se organiza, quais informações ele traz, entre outros.

2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Compreensão geral e específica: leitura rápida (skimming, scanning). » Construção de repertório lexical e autonomia leitora.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF06LI09) Localizar informações específicas em texto.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Para que as atividades fiquem mais dinâmicas, pode-se propor a leitura em quebra cabeça (jigsaw reading), em que cada membro de um grupo fica responsável por analisar uma parte do texto. O estudante torna-se, assim, especialista de seu parágrafo. Nessa proposta, é interessante propor meios de registro para que ele, além de identificar a informação, anote a maneira como encontrou essa informação, ou seja, a estratégia usada. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, pode-se considerar um projeto de leitura de diferentes textos do mesmo gênero escolhido » Em Ciências, pode-se optar pela leitura de textos cuja temática faça sentido no projeto desenvolvido. Por exemplo, no caso da escolha de uma biografia, pode-se ler a biografia de pessoas que revolucionaram a ciência. » Em História, pode-se optar pela leitura de textos cuja temática faça sentido no projeto desenvolvido. Por exemplo, no caso da escolha de uma biografia, pode-se ler a biografia de personalidades históricas e que trabalharam em prol dos Direitos Humanos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero e sua função social. » Reconhecer a ideia central do texto. » Utilizar um dicionário bilíngue (impresso e/ou online) para construir repertório lexical. » Localizar informação específica.

210

Percebe-se também, na integração com os demais componentes, possibilidades de desenvolver as Competências Gerais 3 e 9. Durante as atividades em grupo, como as propostas acima, pode-se trabalhar o desenvolvimento de procedimentos e atitudes que levem à resolução de conflitos ou tomada de decisão. Nesse sentido, não é o conteúdo temático, mas a própria atividade que desenvolve temas como respeito e empatia, relacionando-se à educação em Direitos Humanos e ao ODS 16.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

A habilidade propõe a leitura “rápida” (skimming and scanning). Por este motivo, é interessante selecionar gêneros que permitam que o estudante consiga identificar informações gerais e específicas fazendo uso dessa estratégia em uma notícia (impressa ou online) ou uma entrada de blog, por exemplo. Nesse caso, sugere-se propor atividades de leitura na qual seja necessário que o estudante reconheça o gênero e identifique palavras-chave que o ajudem a compreendê-lo. Na leitura de uma notícia online, por exemplo, pode-se pedir que se identifique a ideia central a partir da leitura do título; a identificação das informações gerais pode ter como base outras pistas, como imagens, legendas etc.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Sugere-se, ainda, que sejam propostas atividades nas quais se solicite o registro das informações no texto, bem como a justificativa, isto é, como o estudante conseguiu chegar àquela resposta e qual palavra o ajudou. Essas justificativas podem ser compartilhadas com o restante do grupo, favorecendo o desenvolvimento de habilidades de leitura.

» Compreensão geral e específica: leitura rápida (skimming, scanning). » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção dos textos.

É possível, ainda, propor atividades de leitura compartilhada, tanto com gêneros diferentes por grupo, quanto com perguntas diferentes sobre o mesmo texto por grupo.

HABILIDADE

A avaliação da aprendizagem pode ocorrer tanto por meio dos registros e tarefas feitos pelo estudante, quanto por meio de observações da participação dele nas atividades.

2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI07) Identificar a(s) informação(ões)-chave de partes de um texto em língua inglesa (parágrafos).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero textual, suas características e estilo de linguagem. » Reconhecer as condições de produção, circulação e recepção dos textos. » Antecipar o sentido global de textos em língua inglesa por inferências, com base em leitura rápida. » Selecionar informação com base em palavras-chave, imagens, entre outros.

212

A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, propondo projetos interdisciplinares, com leitura de textos que abordem temáticas que possam ser abordadas nos diferentes componentes. Assim, pode-se observar a relação da habilidade com a Competência Geral 2, pois as estratégias de leitura rápida envolvem investigação e reflexão para “resolver problemas”, no caso, reconhecer informações em um texto escrito em língua estrangeira. Portanto, por meio das temáticas, pode-se propor temas que envolvam educação em Direitos Humanos, educação para as reações étnico-raciais e temas contemporâneos. Além disso, o desenvolvimento de habilidades de leitura em língua inglesa dialoga também com o ODS 4.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

Sugere-se que as propostas de leitura sejam feitas a partir da escolha de gêneros textuais do repertório do estudante, para que ele o reconheça, bem como suas características. Dessa forma, o desafio é identificar as informações escritas em língua estrangeira, reconhecendo o significado de expressões e efeitos de sentido de estruturas linguísticas. Uma sugestão é fazer uso da metodologia de leitura em “quebra-cabeça” (jigsaw reading) em pequenos grupos. Nessa proposta, todos os estudantes ficam responsáveis pela leitura do texto, mas cada um deve ser o responsável por analisar um parágrafo. Assim, pode-se propor ferramentas, como dicionários, livros e questões norteadoras, para ajudar o estudante a identificar a ideia central daquele parágrafo destinado a ele (o tópico frasal). Em seguida, é possível propor uma discussão coletiva que permita a cada um compartilhar sua leitura. Ao final, a ideia central do texto será identificada por meio do compartilhamento das análises individuais.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção do sentido global do texto. » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção dos textos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI08) Relacionar as partes de um texto (parágrafos) para construir seu sentido global.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero textual, suas características e estilo de linguagem. » Reconhecer as condições de produção, circulação e recepção dos textos. » Reconhecer tópico frasal dos parágrafos. » Identificar a ideia central do texto.

214

Outra proposta possível é pedir a leitura individual do texto e, então, o compartilhamento das estratégias em grupo. A avaliação pode ocorrer por meio de rubricas de autoavaliação na qual o estudante se posiciona diante de seu processo de aprendizagem ou ainda por meio de registros escritos. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, com propostas de análise de um mesmo gênero. O trabalho conjunto aumenta o repertório do estudante e minimiza, em Língua Inglesa, possíveis dificuldades na compreensão do texto. Em Ciências Humanas e Ciências da Natureza, é possível propor projetos interdisciplinares, com a análise de textos que tratem de temáticas abordadas nos diferentes componentes. Portanto, observa-se que a habilidade de leitura de um texto em língua inglesa dialoga com a Competência Geral 2. Além disso, caso se proporcionem atividades colaborativas, pode-se relacioná-la à Competência Geral 9, cujo objetivo é a empatia, a resolução de conflitos e a cooperação. A leitura de textos e as estratégias utilizadas podem trazer a questão dos temas contemporâneos, os ODS e uma educação em Direitos Humanos.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Sugere-se, para desenvolver a habilidade, que ela esteja atrelada a um gênero que faça parte do repertório do estudante. É interessante que, nesse caso, ela dialogue com outras habilidades de produção que apresentem gêneros como linha do tempo, biografias, verbetes de enciclopédias, blogs, entre outros. Assim, pode-se propor que sejam selecionadas informações para compor, por exemplo, uma linha do tempo a partir da leitura de uma biografia. Por isso, inicialmente, sugere-se que sejam feitas atividades de leitura para que se identifique a ideia central do texto. Além disso, pode-se também propor o reconhecimento e a análise de estruturas gramaticais, como tempos verbais (passado simples e contínuo) e pronomes, ou a análise das palavras e seu contexto de uso. A seleção de informação, como proposto pela habilidade, pode ocorrer depois das etapas acima explicitadas. Caso o objetivo de leitura seja construir uma linha do tempo a partir da leitura de uma biografia, por exemplo, propõe-se que sejam solicitadas questões prévias para nortear essa seleção.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Objetivos de leitura. » Estratégias e procedimentos de leitura.

A habilidade pode ser mensurada e avaliada por meio de questões de “verdadeiro ou falso”, por exemplo, ou ainda por meio de registros de leitura do estudante. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

HABILIDADE

» Em Ciências Humanas, pode-se propor projetos que incluam a leitura de

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

uma biografia em inglês de uma personalidade histórica e solicitar a seleção de uma informação. » Em Ciências da Natureza, pode-se propor a leitura de verbetes e gêneros típicos da área científica.

(EF07LI09) Selecionar, em um texto, a informação desejada como objetivo de leitura.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar a ideia central do texto. » Localizar informação específica. » Reconhecer o significado de palavras-chave. » Reconhecer estruturas linguísticas e seu efeito de sentido. » Explorar o caráter polissêmico de palavras.

216

A habilidade, portanto, dialoga com a Competência Geral 2, por trazer a questão da investigação e da análise crítica para resolver problemas; no caso, a leitura de um texto em inglês. Além disso, esta habilidade de leitura permite ao estudante desenvolver sua proficiência em língua inglesa, podendo propiciar o desenvolvimento de propostas que permitam definir planejamento para o futuro do estudante (“Para onde vou?”). Vê-se que o trabalho de leitura de textos em inglês permite tratar de diferentes temas, além de possibilitar o desenvolvimento da proficiência do estudante, relacionando-se assim ao ODS 4.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Embora a habilidade não contextualize um gênero textual, sugere-se que sejam escolhidos textos que utilizem recursos linguísticos que exijam inferência por parte do leitor, como poemas, charges, entre outros. Sugere-se que sejam feitas propostas de leitura para que o estudante consiga identificar a ideia central e localizar informações explícitas. Nesse sentido, podem ser usadas as diferentes estratégias de leitura já explicitadas. No que tange à questão da inferência e do reconhecimento de informações implícitas, sugere-se que esta habilidade seja feita com o auxílio do professor/tutor que pode tanto apresentar perguntas para que o estudante chegue à informação quanto o processo inverso, em que se dá qual é a informação implícita e pede-se que o estudante a justifique com elementos do texto. Por exemplo: em uma charge, a primeira opção é fazer perguntas sobre a imagem e o texto verbal e perguntar qual é a crítica feita a partir desses elementos; já na segunda opção, pode-se dizer qual é a crítica (informação implícita) e pedir que o estudante elenque os elementos que a indicam.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção de sentidos por meio de inferências e reconhecimento de sentidos implícitos. » Relação entre o contexto de produção e características composicionais e estilísticas dos gêneros. » Estratégias de leitura.

Outra possibilidade, é o desenvolvimento da habilidade pela leitura de poemas que fazem uso de metáforas. Nesse caso, pode-se também pedir o reconhecimento e análise dos elementos explícitos para inferir o significado de uma metáfora, por exemplo. A avaliação da aprendizagem pode ser feita por meio da observação das considerações do estudante, registros ou avaliações formais.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, propondo atividades de leitura de textos que exijam inferência a fim de potencializar estratégias de leitura.

(EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem de modo explícito no texto para construção de sentidos.

A Competência Geral 2, que promove a reflexão e a análise crítica, está relacionada com esta habilidade. Ao inferir uma informação, o estudante está desenvolvendo a capacidade de resolver problemas e testar hipóteses.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Observa-se que a habilidade do eixo de leitura pode ser desenvolvida por meio da leitura de textos cujas temáticas apresentem as relações étnico-raciais e os Direitos Humanos.

HABILIDADE

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a ideia central do texto. » Localizar informações explícitas. » Analisar recursos linguísticos que apresentam elementos implícitos (metáfora, ironia).

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida em um projeto de leitura que considere diferentes gêneros jornalísticos, escritos e multissemióticos. Assim, propõe-se que sejam feitas estações de leitura, na qual cada grupo fique responsável por um texto diferente (que trate do mesmo assunto) no qual se identifique, inicialmente, seu contexto de produção (o suporte, o autor, o leitor presumido do veículo de comunicação, entre outros).

2

Outra sugestão é propor que os conteúdos gramaticais e linguísticos sejam articulados ao texto de modo a ampliar a capacidade de leitura. Por exemplo: caso os grupos estejam analisando reportagens e notícias sobre um determinado assunto, pode-se pedir para eles compararem a diferença de sentido no uso da voz ativa e passiva ou ainda escolhas de palavras que apresentem uma perspectiva diferente sobre o assunto.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se propor uma síntese coletiva sobre os textos e a construção de uma tabela comparativa dos elementos dos textos. Como avaliação do processo, é possível propor

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

registros, tarefas e rubricas de autoavaliação que elenquem procedimentos de leitura.

» Reflexão pós-leitura. » Relação entre textos. » Apreciação e réplica.

É possível observar como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Língua Portuguesa, pode-se trabalhar conjuntamente, trazendo textos que apresentem o mesmo assunto. » Em Ciências Humanas, pode-se propor a análise de textos que tragam diferentes perspectivas na construção da história.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI08) Analisar, criticamente, o conteúdo de textos, comparando diferentes perspectivas apresentadas sobre um mesmo assunto.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Vê-se que a habilidade dialoga com a Competência Geral 9, pois a compreensão de diferentes pontos de vista mostra que é preciso ter empatia, acolhendo a diversidade. Além disso, possibilita o desenvolvimento de projetos com a temática “Quem sou eu?” na medida em que o estudante reconhece diferentes perspectivas e assume um posicionamento. Ao mostrar que existem diferentes perspectivas para se relatar um mesmo assunto, nota-se que a habilidade dialoga com uma educação em Direitos Humanos e o ODS 16, na medida em que mostra que existem diferenças e que elas devem ser consideradas.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar o contexto de produção dos textos (autor, suporte, leitor presumido). » Identificar a ideia central dos textos. » Comparar as perspectivas, considerando escolhas lexicais, vozes verbais, entre outros.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

A habilidade propõe a análise de recursos de persuasão em textos publicitários. Nesse sentido, sugere-se que seja feita uma escolha de gêneros variados, considerando seu caráter multissemiótico, como anúncios impressos e digitais, cartazes, panfletos (leaflet), vídeos, entre outros. Assim, pode-se propor um projeto de leitura desses gêneros em estações, nas quais cada grupo fique responsável pela análise de um gênero. Outra possibilidade é propor que cada grupo analise seu texto a partir de perguntas voltadas para suas condições de produção. Por exemplo, pode-se indagar quais foram os recursos usados para se vender uma determinada coisa, considerando as linguagens verbal e não verbal.

2

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Sugere-se, ainda, que conteúdos linguísticos e gramaticais, pertinentes aos gêneros, sejam trabalhados conjuntamente com a proposta de leitura, como verbos no imperativo, expressões polissêmicas (com mais de um sentido) etc.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Recursos de persuasão. » Reconstrução das condições de produção, recepção e circulação de textos publicitários. » Efeito de sentido.

HABILIDADE

A aprendizagem pode ser avaliada por meio de registros, apresentações orais da leitura, entre outras possibilidades. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, propondo a comparação de textos escritos nas duas línguas, de modo a reconhecer diferentes estratégias de persuasão (pode-se, assim, desenvolver conjuntamente as atividades da habilidade EF69LP04).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI05) Identificar recursos de persuasão (escolha e jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de letras), utilizados nos textos publicitários e de propaganda, como elementos de convencimento.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Em Arte, pode-se propor a análise de elementos das artes visuais utilizados em textos publicitários. Em Ciências da Natureza, pode-se propor a análise de campanhas de ONGs voltadas à proteção do meio ambiente, reconhecendo argumentos e estratégias apresentados. Nota-se, portanto, que a habilidade pode relacionar-se a projetos voltados para o consumo consciente e desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, pode dialogar com os ODS 12,13,14 e 15.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as condições de produção, recepção e circulação de textos publicitários (produtor, público-alvo, suporte, função social, objetivo do texto). » Analisar os recursos de persuasão (escolha e jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de letras). » Relacionar as linguagens do anúncio (verbal e não verbal).

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 2

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Recursos de argumentação. » Reconstrução das condições de produção, recepção e circulação de textos argumentativos. » Estratégias de leitura.

Observa-se que a habilidade pressupõe uma análise de textos argumentativos da esfera jornalística. Uma possibilidade, nesse caso, é trabalhar gêneros mais curtos, como os comentários em fóruns de discussão e o tuíte. A partir da escolha do texto, pode-se propor atividades em que o estudante, a partir de uma situação-problema, registre em uma tabela, o que é fato e o que é opinião. Tal atividade pode ser feita individualmente ou em duplas, fazendo uso das redes sociais e ferramentas digitais. Sugere-se que, em seguida, haja o compartilhamento dessa proposta com a análise linguística de expressões típicas da apresentação da opinião (I Think, In my opinion) e de argumentos que apresentem dados, citações de autoridade, fontes, entre outros. Como forma de avaliação, sugere-se que sejam propostas apresentações sobre as análises a fim de se observar se o estudante distingue fato de opinião. Pode-se usar também autoavaliação e registros. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, propondo a análise de textos no idioma materno de modo a comparar, por exemplo, estruturas linguísticas. Em Ciências Humanas, pode-se propor a análise de comentários, como tuíte, para analisar diferentes posicionamentos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em textos argumentativos da esfera jornalística.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Assim, vê-se que a habilidade pode dialogar com a Competência Geral 5, uma vez que a análise de comentários da internet permite compreender as redes de “forma crítica, significativa, reflexiva e ética”. Pode-se observar que a habilidade pode trazer propostas que permitem uma educação em Direitos Humanos, formando cidadãos mais críticos e empáticos e relacionando-se, assim, ao ODS 16.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção, recepção e circulação do gênero (autor, leitor presumido, suporte, função social do texto). » Reconhecer a opinião do autor. » Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Editar e publicar o texto no suporte mais adequado à demanda de comunicação. SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP07) Produzir textos em diferentes gêneros, considerando sua adequação ao contexto produção e circulação – os enunciadores envolvidos, os objetivos, o gênero, o suporte, a circulação -, ao modo (escrito ou oral; imagem estática ou em movimento etc.), à variedade linguística e/ou semiótica apropriada a esse contexto, à construção da textualidade relacionada às propriedades textuais e do gênero), utilizando estratégias de planejamento, elaboração, revisão, edição, reescrita/redesign e avaliação de textos, para, com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, corrigir e aprimorar as produções realizadas, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de concordância, ortografia, pontuação em textos e editando imagens, arquivos sonoros, fazendo cortes, acréscimos, ajustes, acrescentando/ alterando efeitos, ordenamentos etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida por meio de um projeto e implique também o envolvimento com operações de contextualização, planejamento, elaboração do texto (textualização), revisão processual e edição final. Para isso, é possível utilizar estratégias como: planejar o texto coletivamente, em duplas, em pequenos grupos e/ou individualmente por meio de esquemas, quadros e diagramas. Propõe-se, ainda, que a partir do planejamento do texto sejam levantados os critérios a serem considerados na produção, incluindo os discursivos (referentes ao gênero) e os notacionais (de uso da língua, como ortografia e repetição de palavras). Recomenda-se ressaltar, no caso de textos que utilizem as diferentes linguagens, a importância do uso das ferramentas de edição de texto (Word, Power Point, e-mail, ferramentas do Google drive etc.), foto, áudio e vídeo (Audacity, Moviemaker, VSDC free video editor, Paint etc.), entre outros recursos. Redigidos os textos, pode-se optar pela revisão em pares, para observar se os critérios foram cumpridos. Nessa etapa, é possível estimular o estudante a fazer uma leitura crítica do texto do colega, sensibilizando-o a pontuar suas observações de modo ético, colaborativo e respeitoso. Feitas as revisões e reescritas, pode-se editar o texto e publicá-lo no suporte adequado. A avaliação pode ser feita por meio de rubricas de observação das etapas de produção e do próprio texto. É possível planejar um projeto de escrita envolvendo as diferentes áreas do conhecimento, uma vez que o ato de escrever não se restringe ao componente de Língua Portuguesa. » Em Educação Física, propõe-se a elaboração de relatos de experiências pessoais e/ou coletivas, envolvendo os temas da área. » Em Ciências, por exemplo, é possível elaborar, relatos sobre experimentos científicos. » Na área de Ciências Humanas, pode-se solicitar resumos e textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, sociológicos e geográficos. » Em Língua Inglesa, as habilidades de produção textual escrita que envolvem planejamento, produção e textualização podem contribuir para o desenvolvimento de procedimentos e estratégias necessários à produção de textos em geral.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar o gênero adequado à demanda de comunicação. » Planejar e produzir o texto. » Utilizar a regras da norma-padrão de acordo com o contexto (ortografia, regência e concordância verbal e nominal, pontuação, entre outros). » Revisar o texto, considerando os aspectos notacionais e discursivos. » Reescrever o texto, considerando a escrita colaborativa.

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A habilidade relaciona-se com a Competência Geral 4. Além disso, a produção textual intencional e orientada pode engajar os estudantes e ter impacto em seus Projetos de Vida. As atividades propostas, bem como a sugestão de produção colaborativa, desenvolvem temas e estratégias para educação em Direitos Humanos e educação para as relações étnico-raciais.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida de modo articulado a uma sequência de produção de texto. Recomenda-se, ainda, o desenvolvimento de um trabalho articulado com profissionais responsáveis pelas salas de informática, com conhecimento de aplicativos e ferramentas de edição. Nesse caso, também é possível selecionar estudantes que tenham familiaridade com esse tipo de ferramenta para auxiliar os demais colegas, de modo a criar uma rede colaborativa de aprendizagem. É pertinente ressaltar que esta habilidade pode contribuir para o desenvolvimento da Competência da área de Linguagens 6, pois, pressupõe-se a exploração de recursos virtuais para revisão e edição de textos.

» Revisão/edição de texto informativo e opinativo. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

HABILIDADE

» Em Arte, é possível trabalhar com a ressignificação de fotografias de notícias e

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

reportagens etc. Para isso, pode-se utilizar ferramentas de edição que alterem a camada, o efeito e a luz das imagens. » Em Língua Inglesa, o trabalho com os procedimentos de revisão e edição de textos pode ser feito de modo articulado.

(EF69LP08) Revisar/editar o texto produzido – notícia, reportagem, resenha, artigo de opinião, dentre outros –, tendo em vista sua adequação ao contexto de produção, a mídia em questão, características do gênero, aspectos relativos à textualidade, a relação entre as diferentes semioses, a formatação e uso adequado das ferramentas de edição (de texto, foto, áudio e vídeo, dependendo do caso) e adequação à norma culta.

A habilidade relaciona-se com a Competência Geral 4. As atividades propostas, bem como a sugestão de produção colaborativa, desenvolvem temas e estratégias para educação em Direitos Humanos e educação para as relações étnico-raciais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Planejar o texto, levando em consideração as características do gênero. » Produzir textos em diferentes gêneros, considerando sua adequação às condições de produção, circulação e recepção dos textos. » Revisar o texto produzido. » Utilizar regras da norma-padrão de acordo com o contexto (ortografia, regência e concordância verbal e nominal, pontuação, entre outros). » Reescrever e editar o texto produzido.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Reconhecer as condições de produção que envolvem a circulação de textos. » Planejar o texto, considerando a produção de roteiros e sínteses de informações. SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção: planejamento de textos argumentativos e apreciativos.

HABILIDADE

Sugere-se que a habilidade seja desenvolvida por meio de situações didáticas que contemplem todas as etapas de planejamento da produção textual: curadoria, seleção, elaboração de roteiros, esquemas e/ou diagramas do texto a ser produzido. Propõe-se também, como uma das etapas do planejamento, discutir o tratamento ético em relação à informação e o posicionamento crítico em relação a essas práticas da cultura juvenil. Recomenda-se também escolher coletivamente a produção cultural a ser analisada (livro, filme, série, game, canção, videoclipe, fanclipe, show, saraus, slams etc.). É oportuno que a produção seja feita em grupos. Desse modo, as equipes podem selecionar diferentes produções culturais.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) Pode-se observar como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Arte, é possível um projeto interdisciplinar que envolva todas as etapas de produção do texto. No caso do planejamento, pode-se contar com a participação do educador de Arte na discussão/seleção do gênero e da produção cultural a ser analisada. » A área de Ciências Humanas pode contribuir com a ampliação de repertório, na etapa de curadoria de informações.

(EF67LP11) Planejar resenhas, vlogs, vídeos e podcasts variados, e textos e vídeos de apresentação e apreciação próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), dentre outros, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha de uma produção ou evento cultural para analisar – livro, filme, série, game, canção, videoclipe, fanclipe, show, saraus, slams etc. – da busca de informação sobre a produção ou evento escolhido, da síntese de informações sobre a obra/evento e do elenco/seleção de aspectos, elementos ou recursos que possam ser destacados positiva ou negativamente ou da roteirização do passo a passo do game para posterior gravação dos vídeos.

A habilidade articula-se à Competência Geral 5, pois, indica a utilização de tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica e ética, além de pressupor o protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. Também se relaciona à Competência Geral 7, uma vez que pressupõe a argumentação como possibilidade de defesa de ideias.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Essa atividade pode contribuir com a formação cidadã dos estudantes ao convidá-los a refletirem sobre ética, impactando seus Projetos de Vida e relacionando-se com o ODS 16.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Posicionar-se criticamente em relação a textos pertencentes a gêneros como quarta-capa, programa (de teatro, dança, e exposição etc.), sinopse, resenha crítica, comentário em blog/vlog cultural etc. » Diferenciar as sequências descritivas e avaliativas e reconhecer os gêneros que apoiam a escolha de um livro ou produção cultural e consultá-lo no momento de fazer escolhas. » Identificar o gênero adequado à demanda de comunicação. 230

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe que esta habilidade, assim como EF69LP06, seja desenvolvida por meio de projetos que propiciem ao estudante vivenciar diferentes papéis sociais, como produtor de textos de variados gêneros do campo jornalístico/midiático, bem como analisar e considerar o contexto de produção e circulação adequado aos gêneros citados na habilidade.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Orienta-se, também, considerar que o desenvolvimento desta habilidade envolve os mesmos procedimentos de produção de textos citados em outras habilidades: definir contexto de produção, planejar, produzir e revisar. Contudo, vale ressaltar que os gêneros argumentativos do campo jornalístico-midiático exigem posicionamento crítico e formulação de argumentos.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização de textos argumentativos e apreciativos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP12) Produzir resenhas críticas, vlogs, vídeos, podcasts variados e produções e gêneros próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), que apresentem/descrevam e/ou avaliem produções culturais (livro, filme, série, game, canção, disco, videoclipe etc.) ou evento (show, sarau, slam etc.), tendo em vista o contexto de produção dado, as características do gênero, os recursos das mídias envolvidas e a textualização adequada dos textos e/ou produções.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Recomenda-se como projeto de trabalho a elaboração de uma resenha crítica de alguma obra literária estudada nas oficinas de leitura e escrita ou um vlog para tecer comentários apreciativos sobre filmes e/ou obras de arte analisadas nas aulas de Arte. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Arte, propondo um projeto interdisciplinar que envolva todas as etapas de produção do texto. No caso do planejamento, pode-se contar com a participação do educador de Arte na discussão/ seleção do gênero e da produção cultural a ser analisada. A Competência Geral 5 articula-se com a habilidade, pois indica a utilização de tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica e ética, além de pressupor o protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. Também se relaciona à Competência Geral 7, uma vez que pressupõe a argumentação como possibilidade de defesa de ideias. Os temas e as propostas de produção podem diretamente tratar dos ODS, das questões contemporâneas, da educação para as relações étnico-raciais e da educação em Direitos Humanos.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Participar de práticas de compartilhamento de leitura/recepção de obras

literárias/manifestações artísticas. » Planejar o texto, considerando a produção de roteiros e sínteses de informações. » Produzir o texto, considerando a demanda de comunicação. » Editar e publicar o texto no suporte mais adequado à demanda de comunicação.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Planejamento e produção de textos jornalísticos orais.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se, com esta habilidade, o trabalho em todas as propostas de produção de textos orais, considerando os gêneros que podem ser gravados e assistidos/ouvidos posteriormente. Para o desenvolvimento desta habilidade sugere-se a produção de um podcast noticioso. Antes de criar efetivamente o texto, recomenda-se um passo a passo anterior: a discussão para levantamento de hipóteses sobre as características de um podcast e performance oral e escuta de podcasts com temáticas variadas. Sugere-se como etapas de produção: » definição do assunto; » listagem dos critérios de avaliação de performance oral; » elaboração de roteiro; e » utilização de câmeras de captação de áudio e de aplicativos de edição. Propõe-se, ainda, as apresentações dos podcasts. Durante as apresentações, recomenda-se que os estudantes avaliem as produções, com base nos critérios estabelecidos na etapa de produção.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP12) Desenvolver estratégias de planejamento, elaboração, revisão, edição, reescrita/redesign (esses três últimos quando não for situação ao vivo) e avaliação de textos orais, áudio e/ou vídeo, considerando sua adequação aos contextos em que foram produzidos, à forma composicional e estilo de gêneros, a clareza, progressão temática e variedade linguística empregada, os elementos relacionados à fala, tais como modulação de voz, entonação, ritmo, altura e intensidade, respiração etc., os elementos cinésicos, tais como postura corporal, movimentos e gestualidade significativa, expressão facial, contato de olho com plateia etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

É interessante, entregar-lhes uma ficha para que eles possam registrar suas avaliações. Indica-se como possibilidade de avaliação o acompanhamento das apresentações do podcast com base nos critérios de performance oral. É possível também solicitar uma autoavaliação para que os estudantes reflitam sobre a aprendizagem. Nos componentes da área e de outras áreas, é possível utilizar as estratégias de planejamento, elaboração, revisão, edição e reescrita/ redesign textos orais, áudio e/ou vídeo para potencializar os trabalhos desenvolvidos em cada disciplina. A habilidade relaciona-se com a Competência Geral 4. Salienta-se também que essa atividade pode promover o desenvolvimento da Competência Geral 5, pois espera-se que o estudante, ao apreciar os trabalhos dos colegas, exercite a empatia, o diálogo e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos Direitos Humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Planejar o texto, levando em consideração as características do gênero, o contexto de produção e o suporte. » Analisar e avaliar, em textos orais, áudio e/ou vídeo, os elementos relacionados à fala (modulação de voz, entonação, ritmo, altura e intensidade, respiração etc.). » Analisar e avaliar, em textos orais, áudio e/ou vídeo, os elementos cinésicos (postura corporal, movimentos e gestualidade significativa, expressão facial, contato de olho com plateia etc.).

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As atividades propostas bem como a seleção de temas dos podcast noticiosos, por exemplo, podem abordar temas relacionados aos ODS, questões contemporâneas, educação para as relações étnico-raciais e educação em Direitos Humanos.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Reconhecer as especificidades dos gêneros e os contextos de produção e circulação. » Planejar textos de divulgação científica, a partir da elaboração de esquemas, pesquisas, notas, sínteses leitura, registros de experimento etc.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Esta habilidade se relaciona à produção de textos de divulgação científica. Pressupõese a elaboração de textos como um processo que envolve etapas diferentes: definir contexto de produção, planejar, produzir e revisar. A produção de esquemas, enquetes, notas, sínteses e/ou registros etc., a partir da curadoria de informações como principal foco também são possibilidades.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Consideração das condições de produção de textos de divulgação científica. » Estratégias de escrita.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP35) Planejar textos de divulgação científica, a partir da elaboração de esquema que considere as pesquisas feitas anteriormente, de notas e sínteses de leituras ou de registros de experimentos ou de estudo de campo, produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas, tais como artigo de divulgação científica, artigo de opinião, reportagem científica, verbete de enciclopédia, verbete de enciclopédia digital colaborativa , infográfico, relatório, relato de experimento científico, relato (multimidiático) de campo, tendo em vista seus contextos de produção, que podem envolver a disponibilização de informações e conhecimentos em circulação em um formato mais acessível para um público específico ou a divulgação de conhecimentos advindos de pesquisas bibliográficas, experimentos científicos e estudos de campo realizados.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Propõe-se para o desenvolvimento desta habilidade o planejamento de um artigo de divulgação científica, considerando as etapas a seguir:

» Leitura e comparação de diferentes artigos de divulgação científica para ampliar o repertório dos estudantes sobre o gênero, mobilizando-os a compreender as especificidades da linguagem (didática, informativa e impessoal). » Construção de um conjunto de informações organizadas a partir de imagens, fotos, gráficos e infográficos, com a finalidade de legitimar as informações dos textos para garantir a veracidade dos dados. » Discussão das etapas que envolvem um planejamento (levantamento de dados sobre o que se falará, seleção das informações e conceitos relevantes para o artigo e a organização dos elementos para melhor compreensão por parte da audiência). » Escolha do tema para elaboração do artigo. Recomenda-se, aqui, um projeto integrado, especialmente com a área de Ciências na Natureza. Para o levantamento de dados, sugere-se a utilização de diferentes ferramentas de curadoria de informações.

Como possibilidade de avaliação, recomenda-se a verificação dos esquemas elaborados pelos estudantes. Como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Ciências da Natureza, especialmente, há a possibilidade de elaboração de um

projeto interdisciplinar, a fim de que os estudantes possam elaborar o artigo de divulgação científica, considerando um experimento realizado nas aulas de Ciências. » A área de Matemática, por sua vez, pode contribuir para capacitação do estudante em relação ao entendimento de gráficos, infográficos etc.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a forma composicional dos textos de divulgação científica (artigo de

divulgação científica, artigo de opinião, reportagem científica, verbete de enciclopédia, verbete de enciclopédia digital colaborativa, infográfico, relatório, relato de experimento científico, relato multimidiático).

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A habilidade articula-se à Competência Geral 7, no que se refere à argumentação. É possível, para elaboração do artigo de divulgação científica, selecionar temas relacionados aos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se a utilização das etapas de produção (textualização/revisão/reescrita e edição). Desse modo, é necessário considerar os esquemas, sínteses, registros de leituras etc. produzidos na etapa de planejamento para que, então, os estudantes possam iniciar a textualização do artigo de divulgação científica e/ou outro gênero selecionado.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Recomenda-se também definir com os estudantes o local de circulação do texto (site da escola, murais físicos e digitais, feira de ciências etc.). Na etapa de textualização, recomenda-se organizar os estudantes em grupos para que eles possam escrever de modo colaborativo. Após a escrita dos artigos, é possível, ainda, compartilhá-los em ferramentas como Google Documentos, a fim de que os colegas e os educadores possam fazer uma leitura crítica do texto. Sugere-se, também, inserir textos multissemióticos como infográficos, infográfico animados e gráficos, para compor a estrutura do artigo.

» Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição.

HABILIDADES (habilidades relacionadas a essa competência) (EF69LP36) Produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas, tais como artigos de divulgação científica, verbete de enciclopédia, infográfico, infográfico animado, podcast ou vlog científico, relato de experimento, relatório, relatório multimidiático de campo, dentre outros, considerando o contexto de produção e as regularidades dos gêneros em termos de suas construções composicionais e estilos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Como alternativa de sequência de atividade para trabalhar com os textos multissemióticos de divulgação científica, pode-se propor também a elaboração dos gêneros da esfera digital, como vlogs, podcasts científicos e infográficos animados etc. Desse modo, estabelecem-se relações com a habilidade EF69LP37. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Inglesa, pode-se desenvolver propostas articuladas nos dois idiomas. » Na área de Ciências, é possível uma parceria antes, durante e após a produção do texto de divulgação científica. Nesse sentido, caso a escolha do tema do artigo dialogue com os assuntos tratados na área, o educador pode contribuir como um leitor especializado e, portanto, fará leituras críticas e colaborativas. Além disso, é possível promover a circulação desses textos em eventos, como feiras de Ciências. » Na área de Matemática, por sua vez, os estudantes podem apreciar e replicar um infográfico animado.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Planejar textos de divulgação científica, a partir da elaboração de esquema que

considere as pesquisas feitas anteriormente, de notas e sínteses de leituras ou de registros de experimentos ou de estudo de campo. » Produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas.

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A habilidade articula-se à Competência Geral 7, no que se refere à argumentação com base com base em fatos, dados e informações. É possível, para elaboração do artigo de divulgação científica, selecionar temas relacionados aos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

contexto e da finalidade da produção. Nesse sentido, é possível levar o estudante a formular roteiros para elaboração de um podcast científico para a Feira de Ciências da escola, por exemplo. Sugere-se também a organização dos estudantes em grupos de trabalho para o desenvolvimento de roteiros colaborativos em que cada grupo poderá responsável por um roteiro completo e, depois, todos os roteiros farão parte de um único podcast. Assim, o estudante tem a oportunidade de desenvolver a autonomia e mobilizar competências para acessar, selecionar e construir pontos de vista por meio de soluções criativas e escolhas coerentes, considerando o respeito ao outro. Recomenda-se, ainda, promover situações de curadoria de informações. Desse modo, é necessário disponibilizar aos grupos materiais diversos sobre divulgação científica, como áudios de podcasts, matérias de jornais e revistas de divulgação científica, sites e vídeos de programas sobre ciências e material científico escolhido e pesquisado pelos estudantes. Antes de elaborar os roteiros, os grupos podem definir a seleção de assuntos e entrevistas que serão abordados no podcast, a sequência e o encadeamento das apresentações, possíveis efeitos sonoros e músicas que farão parte da gravação.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP37) Produzir roteiros para elaboração de vídeos de diferentes tipos (vlog científico, vídeo-minuto, programa de rádio, podcasts) para divulgação de conhecimentos científicos e resultados de pesquisa, tendo em vista seu contexto de produção, os elementos e a construção composicional dos roteiros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as especificidades dos gêneros (vlog científico, vídeo-minuto, programa de rádio, podcasts). » Reconhecer o contexto de produção, os elementos e a construção composicional dos roteiros. » Elaborar roteiros para elaboração de vídeos, atendendo ao contexto de produção, aos elementos e à construção composicional dos roteiros.

É possível disponibilizar modelos de roteiro para que os estudantes possam criar a partir de algumas referências. Como estratégia para garantir a troca de ideias e experiências, é desejável que um representante de cada grupo apresente os seus roteiros ao restante da sala para que os colegas possam fazer comentários e observações. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, trazendo textos de leitura ou propondo uma produção nas duas línguas. Em Ciências da Natureza, pode-se propor que a seleção de temas para pesquisa e divulgação dos resultados seja feita juntamente com os componentes curriculares da área de Linguagens. Dessa maneira, o conteúdo do texto (e não apenas sua forma) poderá ser mais bem desenvolvido. Também articula-se às Competências de Língua Portuguesa 9 e 10, uma vez que possibilita o desenvolvimento da autonomia, flexibilidade e alteridade, e com a Competência Geral 4. É possível, para a elaboração dos roteiros do podcast, selecionar temas relacionados aos ODS. Assim, é possível sensibilizar o estudante a refletir sobre “Onde estou” e também incentivá-lo a tomar decisões sobre determinados assuntos envolvendo a comunidade em que vivem (“Qual é o meu lugar no mundo”).

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Recomenda-se a elaboração de projetos integrados com outros componentes curriculares, partindo da escolha do tema, da discussão de situação-problema, do 240

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para desenvolver atividades de produção de divulgação de pesquisas, sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida de maneira interdisciplinar, de modo que o texto faça parte de um projeto ou sequência didática que envolva pesquisa de temas relevantes. A partir da coleta de dados da pesquisa, há a possibilidade de propiciar que o estudante tenha acesso à leitura de diferentes gêneros de divulgação, como painéis, artigos de divulgação científica, verbetes de enciclopédia, podcasts científicos, entre outros. Isso pode ser feito por meio de estações de aprendizagem, com diferentes gêneros, rodas de leitura, entre outros. Nesse sentido, a habilidade pode-se articular aos objetivos da aprendizagem da habilidade EF69LP29.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição. » Gêneros de divulgação (artigo de divulgação científica; verbetes de enciclopédia; podcast científico). » Recursos de coesão.

As estratégias de planejamento de texto podem ser incorporadas no desenvolvimento desta habilidade, a fim de garantir mais qualidade ao texto. Pode-se fazer uso, nesse caso, de ferramentas de apoio, como esquemas, tabelas e mapas mentais.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Ao produzir o texto, é possível considerar as habilidades de análise linguística e semiótica, por exemplo, a habilidade EF67LP36, que trata da coesão textual. Nesse caso, sugere-se que ela seja parte de um processo de revisão textual de modo que o estudante desenvolva meios de produzir um texto coeso. A revisão pode ser feita de modo coletivo (em pares ou em grupos) a fim de propiciar um ambiente colaborativo.

(EF67LP21) Divulgar resultados de pesquisas por meio de apresentações orais, painéis, artigos de divulgação científica, verbetes de enciclopédia, podcasts científicos etc.

A avaliação da aprendizagem poderá ser feita de maneira processual, não apenas por meio do texto (produto final), mas também pelo planejamento e rubricas de observação do estudante durante o processo.

HABILIDADE

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer e selecionar o gênero de divulgação adequado ao contexto. » Reconhecer as características do gênero. » Planejar o texto com a utilização de esquemas, tabelas e mapas mentais. » Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial e outros recursos

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, trazendo textos de leitura ou propondo uma produção nas duas línguas. Em Ciências da Natureza, pode-se propor que a seleção de temas para pesquisa e a divulgação dos resultados seja feita juntamente com os componentes curriculares da área de Linguagens. Dessa forma, o conteúdo do texto (e não apenas sua forma) poderá ser mais bem desenvolvido. Os temas propostos pela área de Ciências, na divulgação de pesquisas, podem contribuir para os ODS 13, 14 e 15, uma vez que a divulgação pode ser de pesquisas que tratem do desenvolvimento sustentável.

expressivos adequados ao gênero textual. » Revisar o texto a partir de critérios preestabelecidos. » Reescrever e editar o texto.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que a escrita ocorra de modo processual. No caso desta habilidade, que propõe a escrita de um resumo, é interessante que essa produção esteja vinculada à leitura do tema, visto que o resumo é um gênero que dialoga com outro. Nesse sentido, resumir é transformar um texto em outro, trazendo evidências da leitura do estudante.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Por essa razão, propõe-se que os textos-base do resumo façam parte de um projeto ou sequência interdisciplinar, a fim de propiciar o desenvolvimento de habilidades de leitura, o que pode ser feito por meio de estações de leitura, fazendo uso da sala de aula invertida cujo objetivo é selecionar as ideias principais.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição. » Elementos coesivos. » Mecanismos de paráfrase.

HABILIDADES

Para planejar o texto, pode-se fazer uso de mapas mentais ou esquemas, que podem ser construídos coletivamente e com o auxílio de aplicativos e sites que organizam esses modelos. Ao se propor a textualização e revisão, sugere-se a articulação com a habilidade EF67LP25, que trata tanto dos mecanismos coesivos e marcas linguísticas das paráfrases quanto de marcadores de citação direta, elementos fundamentais na construção do resumo.

(habilidades relacionadas a essa competência)

Como forma de avaliar o processo, sugere-se que sejam coletadas evidências tanto do planejamento quanto do texto revisado, a fim de observar a construção da proposta.

(EF67LP22) Produzir resumos, a partir das notas e/ou esquemas feitos, com o uso adequado de paráfrases e citações.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências da Natureza, de modo que seja um texto informativo ou um artigo científico que será analisado e transformado em resumo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Em Ciências Humanas, pode-se fazer a integração por meio da leitura de textos argumentativos, para desenvolver a habilidade de selecionar argumentos e, consequentemente, produzir textos consistentes.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar as ideias principais de um texto, organizando-as em notas ou esquema. » Planejar o texto. » Produzir o texto, parafraseando informações e utilizando mecanismos linguísticos da citação. » Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica. » Utilizar mecanismos de paráfrase.

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A leitura de textos que tratem de temas transversais e contemporâneos pode propiciar maior repertório para os estudantes. Além disso, no procedimento de escrita dos resumos (do campo estudo e pesquisa) previstos pela habilidade, desenvolvem-se simultaneamente as capacidades de leitura proficiente e síntese. Nesse sentido, promovem-se “habilidades relevantes, inclusive competências técnicas e profissionais, para emprego, trabalho decente e empreendedorismo”, relacionando-se ao ODS 4.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade tem como pressuposta a realização de pesquisas, fazendo uso de fontes confiáveis. As estratégias adotadas para a divulgação de pesquisa podem ser compartilhadas, na medida em que propõem o reconhecimento do gênero mais adequado ao contexto para divulgar uma pesquisa. Além disso, esta habilidade mostra que os gêneros apresentados são essencialmente multissemióticos, isto é, que combinam diferentes linguagens. Por exemplo, uma reportagem faz uso da linguagem verbal e de imagens e infográficos. Já os vlogs e os vídeos, incorporam elementos como som e movimento e também fazem uso de ferramentas digitais.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição. » Condições de produção e recepção.

No caso de textos multissemióticos, pode-se desenvolver estratégias de planejamento que considerem todos os elementos envolvidos na produção textual. Por exemplo: no caso de fazer o planejamento de roteiro para a produção de vídeo, será necessário considerar informações como enquadramento, tipo de imagem, som e outras semioses envolvidas em sua produção.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP25) Divulgar o resultado de pesquisas por meio de apresentações orais, verbetes de enciclopédias colaborativas, reportagens de divulgação científica, vlogs científicos, vídeos de diferentes tipos etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A avaliação da aprendizagem poderá ser feita de maneira processual, não apenas por meio do produto final, mas também pelo planejamento e rubricas de observação do estudante durante o processo. A autoavaliação pode se tornar uma importante ferramenta nesse processo, porque auxilia o estudante a reconhecer sua aprendizagem. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, trazendo textos de leitura ou propondo uma produção nas duas línguas. Em Ciências da Natureza, pode-se propor que a seleção do tema da pesquisa e a divulgação dos resultados seja feita juntamente com os componentes curriculares da área de Linguagens.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer e selecionar o gênero de divulgação adequado ao contexto. » Reconhecer as características do gênero. » Planejar o texto com a utilização de esquemas, tabelas e mapas mentais. » Revisar o texto a partir de critérios preestabelecidos. » Reescrever e editar o texto.

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Relaciona à Competência Geral 4, no que tange à questão da utilização das linguagens e, se se considerar o uso das ferramentas digitais na produção de textos multissemióticos, estabelece-se uma relação com a Competência Geral 5. A proposta de pesquisa e divulgação de resultados por meio de recursos multissemióticos e digitais pode propiciar, de maneira procedimental, a relação entre Ciência e Tecnologia, dos temas contemporâneos transversais. Além disso, pode-se relacionar a habilidade aos ODS 12, 13, 14 e 15, que tratam dessa questão ambiental de maneira mais enfática.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Por se tratar de uma produção textual escrita, recomenda-se a observação das etapas de planejamento, produção, revisão e edição. Na textualização e revisão da resenha, sugere-se articular a questão da progressão temática, mecanismos de reformulação e paráfrase e a modalização epistêmica. A questão da modalização epistêmica atua na questão da argumentação do texto.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

A avaliação do processo pode ser feita de modo a observar se o texto atende aos aspectos discursivos e notacionais, ao mesmo tempo em que se observa a qualidade dos argumentos usados pelo resenhador, trazendo, assim, evidências de leitura.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição. » Mecanismos de progressão temática. » Mecanismos de reformulação e paráfrase. » Modalização epistêmica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP26) Produzir resenhas, a partir das notas e/ou esquemas feitos, com o manejo adequado das vozes envolvidas (do resenhador, do autor da obra e, se for o caso, também dos autores citados na obra resenhada), por meio do uso de paráfrases, marcas do discurso reportado e citações.

Em Linguagens, Arte e Inglês podem contribuir para o desenvolvimento da habilidade trazendo textos de diferentes linguagens para serem lidos e analisados em uma resenha. A habilidade relaciona-se à Competência Geral 4, pois o estudante partilha informações e ideias utilizando a linguagem verbal. O desenvolvimento de um texto argumentativo a partir da leitura de um outro texto faz com que o estudante deva se posicionar de maneira ética e respeitosa a partir de atividades que desenvolvem uma educação em Direitos Humanos. Além disso, as atividades propostas ajudam a desenvolver habilidades para “promover sociedades pacíficas e inclusivas”, como previsto no ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Selecionar as ideias principais de um texto, organizando-as em notas ou esquema. » Planejar o texto, reconhecendo os argumentos a serem utilizados. » Produzir o texto, reconhecendo as diferentes vozes (do resenhador e do autor da obra), fazendo uso da tipologia expositiva e argumentativa. » Utilizar mecanismos de coesão, paráfrase e modalização epistêmica. » Revisar e editar o texto.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade prevê especificamente a elaboração de apresentações, em painéis ou slides. Nesse sentido, pretende-se capacitar o estudante a utilizar esses recursos como um apoio durante as apresentações, ajudando-o no encadeamento das ideias a serem apresentadas. Recomenda-se, então, o planejamento de uma proposta interdisciplinar para que o estudante possa utilizar dados e informações de aulas de outros componente curriculares para elaborar a apresentação. Por exemplo, pode-se usar como mote alguma situação-problema relacionada às diferentes manifestações de danças, suas concepções e contexto social. Desse modo, é possível estabelecer relações com Educação Física e também com Arte.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) Recomenda-se após a discussão do tema e da proposta: » Estratégias de produção: planejamento e produção de apresentações orais.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP38) Organizar os dados e informações pesquisados em painéis ou slides de apresentação, levando em conta o contexto de produção, o tempo disponível, as características do gênero apresentação oral, a multissemiose, as mídias e tecnologias que serão utilizadas, ensaiar a apresentação, considerando também elementos paralinguísticos e cinésicos e proceder à exposição oral de resultados de estudos e pesquisas, no tempo determinado, a partir do planejamento e da definição de diferentes formas de uso da fala – memorizada, com apoio da leitura ou fala espontânea.

» Ampliar o conhecimento do estudante sobre o gênero. Para isso, pode-se mostrar

vídeos com exposições orais, a fim de promover a percepção sobre elementos como: tom de voz, pausas, organização do que é dito, recursos multissemióticos etc. » Definir o tempo da apresentação. » Planejar a apresentação a partir de seleção de informações relevantes. » Promover o contato do estudante com recursos diversos para a apresentação, como projetor, caixas de som, painéis, maquetes ou qualquer outro recurso que lhes permita dinamizar a apresentação. » Organizar a divisão das falas, considerando a importância e a responsabilidade compartilhada entre todos os integrantes da equipe, em relação ao encadeamento das ideias. Como possibilidade de avaliação, propõe-se: autoavaliação (o estudante poderá refletir sobre como foi a sua participação na apresentação); avaliação do grupo (o grupo poderá conversar entre si, a fim de avaliar as etapas de produção e o desempenho durante a apresentação) e, por fim, o educador avalia os trabalhos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer o contexto de produção, o tempo disponível, as características do gênero de apresentação oral, a multissemiose, as mídias e as tecnologias que serão utilizadas.

» Pesquisar e organizar dados e informações em painéis ou slides de apresentação. » Ensaiar a apresentação, considerando também elementos paralinguísticos e cinésicos. » Apresentar informações e conteúdos, considerando os resultados de estudos e

» Em Língua Inglesa, pode-se propor atividades com foco na entrevista » Na área de Matemática, é possível organizar os dados, gráficos e infográficos que poderão compor a apresentação.

Por meio de atividades coletivas, pode-se promover uma educação em Direitos Humanos, relacionando-se ao ODS 16.

pesquisas, no tempo determinado, a partir do planejamento e da definição de diferentes formas de uso da fala (memorizada, com apoio da leitura ou fala espontânea).

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Observa-se que esta habilidade, por estar inserida no campo das práticas de estudo e pesquisa, prevê a realização de entrevistas com foco principal na coleta de dados e informações, diferentemente da entrevista no campo jornalístico-midiático, em que o principal objetivo é trabalhar as características do gênero, o contexto de produção e a função social. Ressalta-se que esse tipo de entrevista também envolve as etapas de planejamento (seleção de fato/assunto, escolha do gênero, curadoria de informação, elaboração de perguntas etc.) e de realização da entrevista.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção.

HABILIDADES

Propõe-se, para o desenvolvimento desta habilidade, um trabalho articulado entre as habilidades EF69LP36 e EF69LP37. Assim, a entrevista pode contribuir como um instrumento de levantamento de dados e informações. Nesse contexto, recomenda-se considerar, por exemplo, a entrevista como um material para compor um podcast. Sugere-se o planejamento de situações didáticas que possam promover:

(habilidades relacionadas a essa competência)

» a análise de diferentes entrevistas audiovisuais, com foco na observação de alguns

(EF69LP39) Definir o recorte temático da entrevista e o entrevistado, levantar informações sobre o entrevistado e sobre o tema da entrevista, elaborar roteiro de perguntas, realizar entrevista, a partir do roteiro, abrindo possibilidades para fazer perguntas a partir da resposta, se o contexto permitir, tomar nota, gravar ou salvar a entrevista e usar adequadamente as informações obtidas, de acordo com os objetivos estabelecidos.

elementos, como o contexto de produção, o aproveitamento do tempo disponível, as características do gênero, o uso de mídias e tecnologias, os cuidados com a fala e com a movimentação corporal e a forma como texto foi dito » a realização de entrevistas entre os estudantes, como um exercício de ensaio inicial » a formulação de perguntas e elaboração de roteiro, considerando o tema e o objetivo do podcast » a realização da entrevista, considerando a captação do áudio e a tomada de nota.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as características do gênero entrevista. » Definir o recorte temático da entrevista e o entrevistado. » Pesquisar informações sobre o entrevistado e sobre o tema da entrevista. » Elaborar roteiro de perguntas. » Realizar entrevista, a partir do roteiro de perguntas. » Desenvolver estratégias para gravar ou salvar a entrevista e usar adequadamente. » Tomar notas de aulas, apresentações orais e entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo),

Para a integração com Língua Inglesa, pode-se desenvolver entrevistas em um projeto articulado entre os dois componentes. Esta habilidade relaciona-se à Competência Geral 4. Por meio de atividades coletivas e de entrevista, pode-se promover uma educação em Direitos Humanos, desenvolvendo-se a empatia, o que estabelece relação com o ODS 16.

utilizando critérios de organização tópica, as marcas linguísticas e os mecanismos de paráfrase. » Utilizar as informações obtidas na entrevista, de acordo com os objetivos estabelecidos previamente.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade refere-se à tomada de nota como um registro pessoal com a finalidade de fazer anotações sobre reflexões. Nesse sentido, a habilidade perpassa diferentes situações de aula, considerando as diferentes áreas do conhecimento. Desse modo, há a necessidade de um contexto para que os estudantes possam tomar notas. Além disso, a tomada de notas implica procedimentos/estratégias de síntese e hierarquização de informações, a fim de possibilitar a retomada das ideias.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

Ressalta-se também que a progressão desta habilidade pode ocorrer pelo modo como os registros foram organizados e pela utilização de recursos multissemióticos, por exemplo, uso de setas, itens, abreviaturas, pequenos esquemas, diagramas etc.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Procedimentos de apoio à compreensão. » Tomada de nota.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP24) Tomar nota de aulas, apresentações orais, entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo), identificando e hierarquizando as informações principais, tendo em vista apoiar o estudo e a produção de sínteses e reflexões pessoais ou outros objetivos em questão.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica e os mecanismos de paráfrase, de maneira a organizar mais adequadamente a coesão e a progressão temática de seus textos. » Tomar notas de aulas, apresentações orais e entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo), utilizando critérios de organização tópica, as marcas linguísticas e os mecanismos de paráfrase.

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Propõe-se, portanto, para o desenvolvimento desta habilidade, o planejamento de situações didáticas intencionais, como:

» discussão inicial por meio de perguntas problematizadoras (“Para que tomamos nota de um assunto?”; “Em quais situações utilizamos essas anotações?”) » possibilitar que o estudante assista a uma entrevista audiovisual como foco no registro de anotações » solicitar o compartilhamento dos registros a fim de coletivamente construir conhecimentos, e » retomar o registro de notas para, em grupos, elaborar um painel com esquemas, anotações, diagramas etc.

Em Língua Inglesa, é possível desenvolver propostas de atividades com foco na tomada de notas. Esta habilidade estabelece relações com a Competência Geral 4, no que se refere à utilização de diferentes linguagens para organizar e compartilhar e informações. Ao propiciar ao estudante a capacidade de se organizar e fazer registros como suporte, desenvolvem-se habilidades voltadas para uma educação de qualidade, como proposto pelo ODS 4.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ORALIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade apresenta a tomada de notas em gêneros com maior grau de complexidade, como apresentações multimídias, vídeos de divulgação científica, documentários etc. Além disso, prevê a elaboração de sínteses finais a partir da reorganização de conceitos centrais.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Considerando que a tomada de notas é um gênero de apoio à compreensão do que se ouve e assiste, propõe-se como possibilidade de atividade anotações em esquemas e sínteses de conceitos finais a partir da análise de um curta-metragem, por exemplo.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Procedimentos de apoio à compreensão. » Tomada de nota.

Recomenda-se salientar com o estudante que uma boa anotação exige atenção, seleção, hierarquização de informações e paráfrases. Assim, ao registrar o que compreendeu de uma explicação ou conceito, é possível organizar e sintetizar dados, informações e reflexões pessoais por escrito. Em Língua Inglesa, é possível desenvolver propostas de atividades com foco na tomada de notas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP28) Tomar nota de videoaulas, aulas digitais, apresentações multimídias, vídeos de divulgação científica, documentários e afins, identificando, em função dos objetivos, informações principais para apoio ao estudo e realizando, quando necessário, uma síntese final que destaque e reorganize os pontos ou conceitos centrais e suas relações e que, em alguns casos, seja acompanhada de reflexões pessoais, que podem conter dúvidas, questionamentos, considerações etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Na área de Ciências Humanas, pode-se elaborar um projeto interdisciplinar para que os estudantes possam fazer anotações e sínteses de apresentações multimídias, documentários e curtas-metragens, de modo a estabelecer relações com as temáticas da área. Em Ciências da Natureza, pode-se propor a tomada de notas em diferentes contextos: palestras com especialistas, situações de experimentação científica etc. Esta habilidade estabelece relações com a Competência Geral 4, no que se refere à utilização de diferentes linguagens para organizar e compartilhar e informações. Ao propiciar ao estudante a capacidade de se organizar e fazer registros como suporte, desenvolvem-se habilidades voltadas para uma educação de qualidade, como proposto pelo ODS 4.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica, marcas linguísticas dessa

organização e os mecanismos de paráfrase, para organizar adequadamente a coesão e a progressão temática de seus textos » Identificar e hierarquizar as informações principais de um texto. » Tomar notas de videoaulas, aulas, aulas digitais, apresentações multimídias, vídeos de divulgação científica, documentários e afins (ao vivo, áudio, TV, vídeo), utilizando critérios de organização tópica, as marcas linguísticas e os mecanismos de paráfrase. » Elaborar síntese final, considerando a reorganização dos pontos e conceitos centrais, bem como reflexões pessoais, dúvidas, questionamentos etc.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade refere-se à retextualização/adaptação de um gênero em outro, por exemplo, a adaptação de um romance para o teatro. Além disso, por se tratar de uma habilidade de criação, é necessário considerar as operações de produção textual (planejamento/ textualização/revisão/reescrita).

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Propõe-se, então, a preparação de uma sequência de atividades que possibilitem: 3

» Análise de trechos de adaptações já existentes. Nesse caso, recomenda-se

OBJETOS DO CONHECIMENTO

escolher a adaptação de uma obra conhecida pelos estudantes. » Selecionar o texto a ser adaptado. Recomenda-se como critério de escolha a complexidade da obra e do gênero, considerando a progressão das habilidades. Por exemplo, pode-se iniciar com a adaptação de uma letra de música, rap, cordel etc., e depois uma crônica, conto e trechos de romances etc.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

» Planejar as cenas, considerando os elementos da narrativa, o espaço cênico,

» Relação entre textos.

o figurino etc.

» Transformar a obra selecionada em um texto teatral, mobilizando os recursos

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP50) Elaborar texto teatral, a partir da adaptação de romances, contos, mitos, narrativas de enigma e de aventura, novelas, biografias romanceadas, crônicas, dentre outros, indicando as rubricas para caracterização do cenário, do espaço, do tempo; explicitando a caracterização física e psicológica dos personagens e dos seus modos de ação; reconfigurando a inserção do discurso direto e dos tipos de narrador; explicitando as marcas de variação linguística (dialetos, registros e jargões) e retextualizando o tratamento da temática.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

linguísticos e narrativos próprios do gênero, tendo em vista que o texto dramático é escrito para contar uma história por meio de uma encenação. Cabe ressaltar que essa atividade pode ser feita em grupos e, nesse caso, é importante que cada estudante tenha um papel específico (ator, diretor, figurinista, contrarregra, sonoplasta etc.). Sugere-se que, antes da encenação, os estudantes possam ensaiar o texto para que possam ter mais segurança no momento da apresentação. É possível, especialmente, planejar um projeto interdisciplinar com Arte, no que se refere à composição de improvisações e acontecimentos cênicos com base em textos dramáticos e outros estímulos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as características do texto teatral, considerando o contexto de produção. » Reconhecer as marcas de variação linguística no uso do discurso direto e na voz do narrador, responsáveis pela retextualização da temática. » Planejar o texto teatral, considerando as especificidades do gênero e respeitando o recorte temático da obra a ser retextualizada. » Representar cenas ou textos dramáticos, considerando, na caracterização dos personagens, os aspectos linguísticos e paralinguísticos das falas, os gestos, os deslocamentos no espaço cênico, o figurino e a maquiagem e elaborando as rubricas indicadas pelo autor por meio do cenário, da trilha sonora e da exploração dos modos de interpretação.

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Esta habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 3, no tocante à valorização e fruição das diversas manifestações artísticas e culturais. Os temas dos textos dramáticos, bem como a construção de personagens, podem promover uma educação em Direitos Humanos e relacionar-se aos temas dos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade pressupõe que o trabalho com a produção de textos literários seja desenvolvido processualmente, considerando as etapas de planejamento, textualização, revisão/ edição e reescrita. Propõe-se, ainda, práticas de compartilhamento de leituras a fim de engajar os estudantes no processo de produção de textos literários.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Recomenda-se criar propostas para que os estudantes possam elaborar diferentes textos literários (contos, crônicas, poemas, HQ, autobiografias, memórias literárias etc.). Além disso, é necessário promover a circulação desses materiais em murais, jornais, revistas, sites, saraus, slam etc., para que a comunidade escolar possa apreciá-los.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Consideração das condições de produção. » Estratégias de produção: planejamento, textualização e revisão/edição.

Como possibilidade de avaliação, é possível planejar diferentes estratégias de avaliação, como rubrica de qualidade (nesse caso, o material deve conter os critérios de produção discutidos com os estudantes na etapa de planejamento), autoavaliações, entre outras. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

HABILIDADE

» Em Língua Inglesa, as habilidades de produção textual escrita que envolvem

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

planejamento, produção e textualização podem contribuir para o desenvolvimento de procedimentos e estratégias necessários para a proposta. Além disso, os gêneros escolhidos podem ser trabalhados conjuntamente nos dois idiomas. Assim, um conto, pode ser analisado e comparado nas duas línguas. » Em Arte, é possível um projeto interdisciplinar, que estimule o desenvolvimento de criações artísticas por meio de poéticas pessoais, de modo a propiciar aos estudantes o uso de técnicas, procedimentos e elementos da expressão visual, gestual, sonora e linguística em suas produções multissemióticas. » Em Educação Física, pode-se promover a elaboração de um relato de experiência, tendo em vista os temas discutidos no componente. » Em Ciências Humanas, caso a opção seja trabalhar com memórias literárias, por exemplo, pode-se promover a leitura de relatos históricos.

(EF69LP51) Engajar-se ativamente nos processos de planejamento, textualização, revisão/ edição e reescrita, tendo em vista as restrições temáticas, composicionais e estilísticas dos textos pretendidos e as configurações da situação de produção – o leitor pretendido, o suporte, o contexto de circulação do texto, as finalidades etc. – e considerando a imaginação, a estesia e a verossimilhança próprias ao texto literário.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

A habilidade refere-se à Competência Geral 3 e também, para o desenvolvimento da Competência Geral 4.

temático, o leitor pretendido, o suporte, o contexto de circulação e as especificidades do texto literário. » Produzir o texto levando em consideração as características do gênero, o recorte temático, o leitor pretendido, o suporte, o contexto de circulação e as especificidades do texto literário. » Revisar o texto produzido. » Reescrever e editar o texto produzido. » Utilizar regras e normas da norma-padrão.

Os temas dos textos literários podem promover uma educação em Direitos Humanos e relacionar-se aos temas dos ODS.

» Reconhecer e analisar, em textos literários, a imaginação, a estesia e a verossimilhança. » Planejar o texto, levando em consideração as características do gênero, o recorte

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade visa à experimentação do fazer literário dos gêneros literários narrativos. A produção aqui também é desenvolvida processualmente, de modo a envolver as operações de planejamento, produção, revisão, reescrita e edição dos textos. Sugere-se como estratégia para o desenvolvimento desta habilidade, a criação de oficinas literárias, envolvendo a leitura e escrita de textos literários. Nesse caso, é possível contar com os profissionais da biblioteca/sala de leitura e educadores de Artes, a fim de potencializar e ampliar o contato dos estudantes com as mais diversas manifestações artísticas e culturais.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção da textualidade.

Recomenda-se, ainda, que as produções experimentadas sejam efetivamente colocadas em circulação. Para que isso ocorra, sugere-se a criação de murais físicos e digitais, a publicação de coletâneas para compor a biblioteca e/ou para compartilhar com amigos e familiares, a divulgação das produções em blogs literários criados para esse fim e/ou em páginas do Facebook, bem como a realização de concursos, slam, saraus, clubes de leitura etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP30) Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, crônicas, histórias em quadrinhos, dentre outros, que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, observando os elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre diferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto.

Como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Arte, é possível propor que os estudantes ilustrem os textos literários. Nesse caso, sugere-se ainda a elaboração de uma pasta/portfólio integrada ao componente Língua Portuguesa. » Em Língua Inglesa, pode-se trabalhar com as mesmas operações de escrita processual estudadas em Língua Portuguesa. » Em Ciências Humanas, caso a opção seja elaborar um conto popular, por exemplo, recomenda-se o estudo de fatos históricos, sociais e geográficos, a fim de ampliar o repertório do estudante. » Na área de Ciências da Natureza, é possível, por exemplo, propor o estudo da biografia de uma cientista, para mobilizar os estudantes a elaborarem contos de suspense envolvendo a vida de figuras importantes para a história da ciência.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM A habilidade refere-se à Competência Geral 3. Além disso, pode contribuir, também, para o desenvolvimento da Competência Geral 4.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer os elementos da estrutura narrativa. » Planejar o texto, levando em consideração as características do gênero, o contexto de produção e o suporte. » Produzir o texto, considerando os elementos da estrutura narrativa. » Utilizar tempos verbais adequados à narração de fatos passados. » Empregar os discursos diretos e indiretos de modo adequado e intencional. » Analisar os efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos linguístico-discursivos de prescrição, causalidade, sequências descritivas e expositivas e ordenação de eventos.

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A seleção de temas a serem trabalhados nas propostas podem abordar temas relacionados aos ODS, questões contemporâneas, educação para as relações étnico-raciais e educação em Direitos Humanos.

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CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade refere-se à experimentação de diferentes tipos de poemas (versos livres e de forma fixa) e poemas visuais. Além disso, a produção do texto implica as operações de planejamento, produção e revisão, reescrita/edição. Sugere-se, portanto, planejar diferentes modalidades didáticas que possibilitem, inicialmente, a análise de poemas. Por exemplo: rodas de leitura de poemas e letras de música para que os estudantes possam comparar textos e analisar os recursos sonoros, visuais e semânticos. Além disso, elas possibilitam a fruição de diferentes gêneros literários líricos.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção da textualidade/relação entre textos.

Recomenda-se que, em outra etapa, o estudante possa criar um poema, experimentando, assim, o fazer literário. Sugere-se, portanto, o planejamento de atividades que possam propiciar a discussão da proposta e do contexto de circulação dos textos, como a curadoria de poemas, canções, canções, videoclipes, fanclipes, shows, saraus, slams, declamações de cordel etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP31) Criar poemas compostos por versos livres e de forma fixa (como quadras e sonetos), utilizando recursos visuais, semânticos e sonoros, tais como cadências, ritmos e rimas, e poemas visuais e vídeo-poemas, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poema visual) e outros recursos visuais e sonoros.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Além disso, pode-se indicar diferentes temáticas, como "quem sou eu?", "onde estou?", "para onde vou?", "qual é o meu lugar no mundo?", para, desse modo, sensibilizar o estudante a compreender o fazer poético como transfiguração da realidade, expressão da subjetividade e da contemplação emocional, uma vez que pode aguçar a sensibilidade e as sensações, assim, ampliando a percepção sobre si mesmo. É desejável, ainda, discutir coletivamente a circulação do texto. Nesse caso, pode-se criar poemas para compor um blog literário ou uma coletânea de poemas. Além disso, pode-se, também, ampliar o alcance desses textos, apresentando-os em batalhas de slams ou festivais de poemas.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a forma composicional de diferentes tipos de poema. » Identificar, em poemas, recursos visuais, semânticos e sonoros. » Criar poemas, considerando as demandas do gênero, o contexto de produção e a exploração da multissemiose.

Em Arte, pode-se criar projetos interdisciplinares de oficina de produção de poemas visuais, de modo a propiciar a exploração de diferentes recursos multissemióticos. A habilidade implica a criação de um texto literário, relacionando-se à Competência Geral 3. Há, ainda, uma relação com a Competência de Língua Portuguesa 8, no que se refere ao reconhecimento de suas emoções e à compreensão da diversidade humana. Por meio da escrita poemas, é possível para o estudante expressar sua subjetividade, promovendo seu autoconhecimento e favorecendo uma educação em Direitos Humanos.

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CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade pressupõe a experimentação do fazer literário dos gêneros literários narrativos. A produção aqui também deve ser desenvolvida processualmente, de modo a envolver as operações de planejamento, produção, revisão, reescrita e edição dos textos. Para o desenvolvimento desta habilidade, é necessário planejar situações de leitura em voz alta ou compartilhada a fim de fornecer repertório para que o estudante possa reconhecer as características dos gêneros, tanto formais quanto estilísticas. Recomendam-se também atividades em grupos para que o texto seja construído de modo colaborativo. Nesse sentido, é possível utilizar ferramentas de edição de texto (Word, Power Point, e-mail, Google Documentos etc.), entre outros recursos. Sugere-se, nesse caso, parcerias com os profissionais da sala de informática.

» Construção da textualidade.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP35) Criar contos ou crônicas (em especial, líricas), crônicas visuais, minicontos, narrativas de aventura e de ficção científica, dentre outros, com temáticas próprias ao gênero, usando os conhecimentos sobre os constituintes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos pretendidos, e, no caso de produção em grupo, ferramentas de escrita colaborativa

Percebe-se também que esta habilidade contribui para o desenvolvimento da Competência 6 da área, uma vez que, ao trabalhar com ferramentas de escrita colaborativa, mobiliza a compreensão e utilização das tecnologias digitais de informação como estratégias para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Arte, é possível ilustrar os textos narrativos produzidos ou organizar oficinas de dramatização. » Em Ciências Humanas, pode-se fazer uso de conceitos da área, de modo a contribuir para a composição ou temática do texto, por exemplo, descrição do espaço com elementos geográficos e contextualizações históricas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM As temáticas poderão ser desenvolvidas no enredo do texto, promovendo, por meio da literatura, o desenvolvimento da empatia, alteridade e respeito à diversidade.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar, em diferentes gêneros narrativos, suas características estruturais

e de estilo. » Planejar o texto, considerando o tema e as características próprias dos gêneros narrativos. » Produzir o texto, considerando os constituintes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos. » Fazer uso de recursos de coesão sequencial (articuladores) e referencial (léxica e pronominal), construções passivas e impessoais, discurso direto e indireto e outros recursos expressivos adequados ao gênero textual. » Reescrever e editar o texto produzido. » Utilizar ferramentas colaborativas para a produção textual em grupos.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES VISUAIS

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LINGUAGENS ARTE

De qualquer forma, sugere-se que seja pensado um espaço físico específico para o desenvolvimento da habilidade (ateliê, sala de arte, laboratório, sala de aula). O espaço específico faz com que o estudante associe sua criação a um tempo e espaço próprios. Aconselha-se, na medida do possível, que as atividades sejam feitas de forma colaborativa, potencializando a aprendizagem também no nível das relações interpessoais.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Caso o recorte para o desenvolvimento desta habilidade seja temático, é preferível que o estudante participe da escolha dos assuntos de que irá tratar.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

Se o recorte for um procedimento, é desejável que, no espaço físico de trabalho, haja meios para isso. Por exemplo, se o procedimento for usar argila para composição de uma escultura ou objeto de arte, o espaço terá que ter, necessariamente, argila, água, base, ferramentas de corte etc. A exposição dos trabalhos é desejável para o desenvolvimento desta habilidade, uma vez que coloca o estudante e sua produção em situação de diálogo social, aberto à opinião pública e às interpretações do seu trabalho. A exposição poderá se dar no próprio espaço de aula e faz parte do processo de criação em artes visuais, foco específico desta habilidade.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR06) Desenvolver processos de criação em artes visuais, com base em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos convencionais, alternativos e digitais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Relacionar temas, procedimentos de criação, linguagens e materiais das artes visuais. » Conhecer princípios e procedimentos de criação em artes visuais. » Reconhecer a imagem como forma de expressão e atuação social.

Diversas áreas e componentes poderão colaborar para a escolha dos temas dos trabalhos artísticos que deverão ser criados pelo estudante. Há relação com a Competência Geral 4, no que se refere ao uso da linguagem artística para comunicação. Esta habilidade poderá estar ligada a trabalhos de Projeto de Vida, uma vez que, se desenvolvida em conjunto com outros componentes e habilidades, pode gerar produtos de imensa interlocução com a identidade do estudante, sua visão de mundo e forma de interagir consigo e com a sociedade. Do ponto de vista temático, esta habilidade poderá dialogar com todos os ODS.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta é uma habilidade ampla, dedicada ao processo criativo em Artes Visuais. Desta forma, sugere-se que haja recortes para o seu processo de desenvolvimento. Esses recortes poderão se dar a partir do tema ou do procedimento da composição (convencionais, alternativos ou digitais), de acordo com o campo temático, projeto ou intenções pedagógicas em que a habilidade for trabalhada.

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UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que o processo de investigação de materiais, proposto na primeira parte da habilidade, seja antecedido por um período de improvisação do movimento corporal, através de jogos ou experimentações livres. Assim, essa etapa de investigação poderá ser mais bem aproveitada pelo estudante, já que ele poderá ter referências pessoais de como o corpo pode se relacionar com estímulos musicais, espaciais, culturais etc. É aconselhável que o processo de investigação seja balizado por critérios de observação, como: a relação do corpo com os materiais visuais e musicais (roupas, objetos, trilha sonora, cenografia etc); a presença ou ausência de dramaturgia, fábula ou narrativa no material observado; os efeitos de sentido do corpo na sua relação com o contexto histórico e cultural; entre outros. Pressupõe-se, com esta habilidade, o trabalho de criação e composição de danças. Independentemente de serem realizadas produções individuais ou em grupo, a habilidade aponta para o aspecto autoral e é esse aspecto que a torna essencial.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR13) Investigar brincadeiras, jogos, danças coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e culturais como referência para a criação e a composição de danças autorais, individualmente e em grupo.

Durante o processo de criação, o estudante deve ser estimulado a fazer constantes relações entre o material investigado como referência e sua própria vida, identidade, vontade, valores e sonhos. Dessa maneira, o caráter pessoal influenciará muito seu trabalho com a linguagem, dando vazão às suas ideias e experiências. É preferível que conste no planejamento tempo para a produção e reflexão sobre as coreografias, com espaço e material para a pesquisa musical e para a construção de figurinos, cenografia e adereços etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM No componente Educação Física, será possível ampliar o referencial e as formas de investigação dos materiais propostos na habilidade.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Experimentar procedimentos de improvisação e criação do movimento. » Registrar pesquisa e investigação, selecionando aspectos estéticos e culturais no material observado. » Relacionar possíveis aproximações entre o material de investigação proposto na habilidade (brincadeiras, jogos, danças coletivas e outras práticas de dança) e processos de criação de repertório de movimento autoral. » Experimentar e criar elementos de composição: figurinos, objetos, espaços etc.

Em História e Filosofia pode-se buscar materiais de referência para a investigação. Há relação com a Competência Geral 4, no que se refere à utilização da linguagem. O trabalho de investigação proposto na primeira parte da habilidade abre espaço para debates em torno do tema da cultura, sobretudo no que diz respeito ao papel e ao espaço do corpo em determinada sociedade e em determinado tempo. As atividades propostas podem despertar caminhos de pesquisa e atuação, contribuindo para os Projetos de Vida do estudante.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

MÚSICA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta é uma habilidade ampla, dedicada ao processo criativo em Música. Desta maneira, sugere-se que haja recortes para o seu processo de desenvolvimento. Esses recortes poderão ser baseados em temas ou recursos para a composição. É preferível que o estudante participe da escolha dos assuntos de que irá tratar.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA É desejável que, no espaço de trabalho, haja materiais para uso do estudante. Por exemplo, se o procedimento for usar xilofone para as práticas de composição ou improvisação, o espaço terá que ter, necessariamente, o instrumento em questão.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

(habilidades relacionadas a essa competência)

Segue-se, como exemplo, o seguinte processo: Primeiro, ocorre a escolha coletiva de um tema de trabalho. Supondo que o tema escolhido seja “medo”, o estudante poderá ser levado a pesquisar, como tarefa de casa, o que significa medo e seus exemplos em várias áreas. Depois disso, o professor define e compartilha com o estudante a estrutura do exercício de improvisação ou do processo de composição musical que será experimentada. É aconselhável, nesse caso, que o professor apresente ao estudante um exemplo de improvisação ou composição, explicando os procedimentos de criação e avaliando, junto ao estudante, o resultado.

(EF69AR23) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa.

Caso o procedimento seja a improvisação, a estrutura dela é importante, na medida em que dá contorno e base para o estudante “improvisar livremente”. Nessa fase, o professor deverá acompanhar o estudante, dando suporte ao desenvolvimento do trabalho. É aconselhável que se estimule o estudante a criar seus próprios procedimentos, articulando opiniões e estratégias próprias de composição (poética).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

O compartilhamento dos trabalhos é desejável, uma vez que coloca o estudante e sua produção em situação de diálogo social.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

HABILIDADES

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explorar elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.). » Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas de composição/criação, execução e apreciação musical. » Reconhecer a música como produtora de sentido e fonte de valores sociais e humanos atualizáveis.

O estímulo para os temas das composições musicais pode vir da relação com outros componentes curriculares, de todas as áreas, desde que dialoguem com a realidade do estudante. Esse processo permite que ele vivencie a música inter-relacionada à diversidade. Há relação com a Competência Geral 4, no que se refere ao uso da linguagem para expressão. Esta habilidade poderá estar ligada a trabalhos de Projeto de Vida, uma vez que pode gerar produtos de imensa interlocução com a identidade do estudante, sua visão de mundo e forma de interagir consigo e com a sociedade. Do ponto de vista temático, esta habilidade poderá dialogar com todos os ODS.

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UNIDADE TEMÁTICA:

TEATRO

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conta alguns aspectos, principalmente: a faixa etária do estudante; o espaço disponível para o trabalho; o número de pessoas envolvidas na atividade; e principalmente que os jogos e improvisações sejam ao mesmo tempo estruturados por regras próprias, mas que possibilitem uma experimentação livre, autônoma e singular. Sugere-se também que os jogos e improvisações trabalhem conjuntamente o corpo e a voz, oportunizando percepção e análise da relação simbólica entre essas duas dimensões.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA É aconselhável que todo o desenvolvimento desta habilidade seja permeado por exposição e análise da diferenciação entre ação, movimento, atividade e gesto, ampliando assim o entendimento dos códigos que compõem uma linguagem baseada no corpo (teatro e dança).

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR29) Experimentar a gestualidade e as construções corporais e vocais de maneira imaginativa na improvisação teatral e no jogo cênico.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explorar o corpo e a voz de maneira simbólica e imaginativa, produzindo e percebendo diferentes sentidos ao se realizar determinados gestos, movimentos e ações físicas e vocais. » Praticar improvisações e jogos teatrais, diferenciando conceitos de gesto, ação, movimento, atividade. » Perceber a contribuição do espaço na improvisação e no jogo teatral.

O trabalho com esta habilidade poderá ser mais bem aproveitado se houver oportunidade para o debate sobre como o jogo e a improvisação abrem espaço para que a identidade do estudante seja revelada, ampliada e recriada, por meio da criação e da imaginação. O estímulo para os temas dos jogos e improvisações pode vir da relação com outros componentes curriculares, de todas as áreas. Como se trata de estruturas metodológicas (jogos e improvisações) bastante permeáveis e adaptáveis, os temas podem vir das mais variadas fontes, desde que dialoguem com a realidade do estudante. Há relação com a Competência Geral 4, expressão por meio da linguagem artística. Além disso, as atividades propostas proporcionam momentos de cooperação, favorecendo a Competência Geral 9. O trabalho com o corpo e voz em situação simbólica e imaginativa sugere um aprofundamento da aprendizagem pela experiência. Dessa maneira, o trabalho com esta habilidade dialoga com temas e projetos que tenham a intenção de colocar o estudante em situação de pesquisa de si mesmo. Assim, a atividade pode contribuir com o autoconhecimento do estudante e impactar positivamente seus Projetos de Vida.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se, para o desenvolvimento desta habilidade, que se faça uma seleção de atividades teatrais progressivas, baseadas em jogos e improvisações, preferencialmente que possam ser aplicadas de forma coletiva, para que haja oportunidade de relação simbólico-corpórea entre os participantes. É aconselhável que essa seleção leve em 274

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

TEATRO COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A escolha dos temas das improvisações ou cenas pode dialogar com os projetos nos quais o estudante já esteja envolvido. Sugere-se que haja leituras guiadas e comentadas, antes do início da feitura das cenas propriamente. Esta habilidade pode se associar a processos de produção de texto de Língua Portuguesa. Além disso, ela pressupõe momentos de criação, ensaio e apresentação de cenas (improvisadas ou não) a partir de imagens, músicas e textos, privilegiando a construção de personagens e suas relações entre si.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR30) Compor improvisações e acontecimentos cênicos com base em textos dramáticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador.

É preferível que conste, no planejamento, tempo para a produção das cenas, com espaço e material para a pesquisa musical e para a construção de figurinos, cenografia e adereços. Recomenda-se, ainda, estimular o debate sobre o resultado das cenas apresentadas, para que o estudante perceba e relacione leituras diferentes sobre os recursos expressivos. Os debates podem acontecer ao fim de cada aula ou no encerramento do projeto em que a aprendizagem estiver inserida. Os exercícios de aquecimento corporal e vocal podem se relacionar com práticas do componente de Educação Física, sobretudo aqueles que têm como base estratégias de integração ou que possuem aporte lúdico mais evidente. O componente de Língua Portuguesa pode contribuir na fase da leitura ou produção de texto dramático. Já o material disparador para o trabalho com cenas e improvisações podem vir tanto das obras literárias trabalhadas em Língua Portuguesa ou Inglesa, quanto de temas específicos vistos em outros componentes curriculares (História, Geografia e Ciências, especialmente). Há relação com a Competência Geral 4, no que se refere à expressão através da linguagem.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explorar elementos de composição da cena: figurinos, adereços, cenário, iluminação e sonoplastia. » Criar e ler textos dramáticos. » Perceber as relações de causa e efeito dentro de uma cena, considerando a leitura, pelos estudantes/espectadores, dos recursos expressivos utilizados (corpo, voz, figurinos, adereços, cenários, iluminação, som e texto). » Experimentar diferentes funções teatrais e o trabalho coletivo. » Desenvolver capacidade de trabalho coletivo, compreendendo e respeitando os limites de atuação de cada função dentro do processo criativo em teatro, especialmente atores, diretores, cenógrafos, figurinista, sonoplasta, além da plateia, que participa ativamente da construção do sentido da cena.

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O trabalho com cenas é oportunidade para se experimentar, na prática, as relações sociais observáveis no dia a dia. Nesse sentido, levanta debate sobre questões de classe, identidades, preconceito, diversidade, entre outros. A atividade pode contribuir, assim, com a formação pessoal e cidadã dos estudantes, podendo impactar em seus Projetos de Vida.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES INTEGRADAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade está centrada dentro do escopo das Artes Integradas. Por isso, sua abordagem lida com linguagens artísticas variadas. Sugere-se que esta habilidade faça parte de um projeto temático maior, preferencialmente em diálogo com outras áreas e componentes. Assim, o tema abordado poderá ser mais bem desenvolvido ao se relacionar com outras áreas de conhecimento.

3 Sugere-se que a primeira ação seja a escolha do tema de trabalho. É preferível que o tema seja levantado em conjunto com o estudante.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Processos de criação.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR32) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer diferentes linguagens artísticas. » Experimentar materiais e processos criativos diversos, explorando códigos expressivos diferentes. » Reconhecer as transformações de um tema em diálogo com diferentes linguagens artísticas. » Conhecer um tema a partir de vários pontos de vista, tendo a arte como guia.

É aconselhável que o trabalho seja feito em grupos, de maneira a aprimorar a exploração e análise. Cada grupo poderá ter como objetivo o seguinte desafio: como construir, a partir do mesmo eixo temático, processos de criação artística com linguagens diferentes? Cada grupo poderá assumir, então, uma linguagem (artes visuais, dança, música ou teatro). O estudante terá como desafio encontrar meios de construir um produto artístico final que expresse o tema escolhido. No caso dessa sugestão metodológica, é preciso que essas diferentes linguagens sejam capazes de abordar o tema. Os grupos, nesse caso, deverão ter suporte de materiais e espaço próprios e o professor atua como um tutor, acompanhando o passo a passo dos processos criativos. Pressupõe-se, para a abordagem desta habilidade, momentos de compartilhamento e avaliação dos processos criativos. Esta habilidade poderá compor um projeto maior que agregue outras áreas e componentes. Nesse caso, o trabalho com a linguagem artística poderá servir como etapa de estudo e pesquisa de determinado tema, contribuindo para uma visão metafórica, subjetiva e comunicativa do tema em questão. Há relação com a Competência Geral 4, no que se refere a expressar-se através da linguagem. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado no processo criativo. Projetos que se baseiam em “Qual meu lugar no mundo” podem ser aprimorados por esta habilidade, na medida em que ela aponta para o estudante possibilidades de abordagem e expressão de um tema caro a ele.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

Sugere-se também que o estudante traga danças do repertório dele, sejam as que gosta de apreciar ou de dançar. A partir desse repertório, classificam-se os tipos de dança e os contextos sociais em que elas ocorrem, para compreender os elementos (socioafetivos ou corporais) que constituem a apreciação. Pode-se selecionar uma ou mais danças para o estudante ficar competente na prática escolhida. É possível planejar eventos em que o estudante compartilhe e comunique o aprendizado, como apresentações, bailes na escola, simulações de concurso de dança e criação de cenas (em ambientes virtuais).

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

Em situações realizadas na escola, uma sugestão é criar grupos para avaliar o produto final, utilizando o conhecimento adquirido sobre as características das danças para estabelecerem os critérios de avaliação (elementos constitutivos).

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Danças urbanas: breaking, funk, hip hop freestyle etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF11) Experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a elas por diferentes grupos sociais. » Distinguir os elementos constitutivos de danças urbanas (ritmo, espaço, gestos) ao assistir uma ou mais pessoas dançando. » Apropriar-se de uma ou mais dança urbana. » Planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas.

Outra sugestão para acompanhar o aprendizado é recriar danças a partir de uma história literária que traz elementos (sociais, políticos etc.) para serem utilizados na criação dos gestos, figurino etc. Propõe-se trabalhar com Arte, pois o aprendizado dos elementos constitutivos das danças e dos diferentes tipos de dança é potencializado se a construção desse saber ocorrer de forma interdisciplinar. Além disso, a valorização da diversidade de culturas e das tradições pode ser feita por diferentes tipos de discurso e de gênero que compõem as disciplinas de Língua Inglesa e Portuguesa, como crônica e texto argumentativo. É possível nortear o percurso formativo pelo empoderamento e inclusão dos grupos sociais (ODS 10) envolvidos com danças, valorizando tanto as manifestações culturais em si, quanto os contextos e os sujeitos que as praticam, em suas tradições e diversidades. Isso pode contribuir para o estudante em relação ao Projeto de Vida, sendo mais uma forma de ele se engajar social, cultural e politicamente.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se trabalhar esta habilidade juntamente com EF89EF12 por tratarem de aprendizados relacionados ao experimentar, fruir e recriar práticas da cultura corporal que fazem parte do universo da dança, demandando a apropriação e recriação de manifestações. 280

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Danças de salão: forró, samba-rock, valsa etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF12) Experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

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O estudante pode apresentar danças do repertório dele, classificando os tipos de dança e contextos sociais que ocorrem, para compreender elementos (socioafetivos ou corporais) que constituem a apreciação. Sugere-se selecionar uma ou mais danças para o estudante ficar competente nela(s). É possível planejar eventos em que o estudante comunique o aprendizado, como apresentações para a turma, bailes na escola, simulações de concurso de dança e criação de cenas (em ambientes virtuais). Para esses eventos, formar grupos que criem critérios para avaliá-las é um jeito de acompanhar a aprendizagem. Outro jeito é contar uma história literária que traga elementos (sociais, políticos etc.) para o estudante utilizar na criação de gestos, figurino etc. A partir do compartilhamento de informações e identificação dos contextos sociais das danças, pode-se valorizar a diversidade cultural e o respeito à tradição dessas culturas. Inclusive, pode-se abordar as origens, transformações históricas e estereótipos das danças (EF89EF14 e 15) como forma de se compreender as tradições dessas práticas corporais. O trabalho pode ser integrado com Arte, pois o aprendizado dos diferentes tipos de dança e seus elementos constitutivos é potencializado se a construção desse saber ocorrer interdisciplinarmente. A valorização da diversidade de culturas e das tradições pode ser feita por diferentes tipos de discurso e gênero que estão presentes na Língua Inglesa e Portuguesa. Sugere-se nortear o percurso formativo pelo empoderamento e inclusão dos grupos sociais (ODS 10) envolvidos com danças, valorizando tanto as manifestações culturais em si, quanto os contextos e os sujeitos que as praticam, em suas tradições e diversidades. Isso pode contribuir para o estudante em relação ao Projeto de Vida, sendo mais uma forma de se engajar social, cultural e politicamente.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Apropriar-se de uma ou mais danças de salão. » Compreender as transformações históricas nas danças de salão. » Planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças de salão.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se trabalhar esta habilidade junto a EF67EF11 por tratarem de aprendizados relacionados ao experimentar, fruir e recriar danças. Por isso, apesar de serem tipos de danças diferentes, diversas sugestões são coincidentes entre elas.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

LUTAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se partir da questão das diferenças. É importante o professor salientar, paralelamente ao repertório de lutas brasileiras trazido pelo estudante, quais atributos interferem na realização das lutas do ponto de vista individual, ou seja, como ter diferenças físicas (altura, peso, força etc.), afetivas (medo, coragem, receio, trauma etc.) e de experiência com lutas (quem já treinou, quem treina, quem convive com lutadores etc.) influencia no modo como a pessoa realizará a prática.

3 Pode-se selecionar uma ou mais lutas para o estudante praticar com o objetivo adquirir competência na prática corporal escolhida, planejando estratégias básicas para lutar.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Lutas do Brasil: Capoeira, Huka-Huka, luta Marajoara etc.

HABILIDADE

É possível planejar o acompanhamento do aprendizado por meio de análises de vídeos para o estudante distinguir os elementos técnicos-táticos envolvidos. Identificar tais elementos (assim como outros constitutivos das lutas) pode contribuir para que o estudante reconheça os níveis de habilidade, o tempo e tipo de treinamento e demais assuntos relacionados às lutas, compreendendo mais amplamente o que assiste e valorizando esteticamente tal manifestação cultural.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF14) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas do Brasil, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais.

O conflito inerente ao confronto corporal das lutas pode ser tematizado com o estudante quando ocorrer durante a prática, tornando essa prática corporal um objeto de conhecimento potente para a aprendizagem de resolução de conflitos. Além disso, a possibilidade de praticar lutas e recriá-las, considerando o outro sujeito em sua segurança e integridade física, é uma forma de favorecer o aprendizado acerca do respeito e valorização do outro - que é, no caso, oponente e não inimigo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM Esta habilidade seja desenvolvida junto de EF67EF16 e EF67EF17, dando-se foco na compreensão das características das lutas brasileiras para, assim, poder recriá-las.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer diferenças físicas, afetivas e de experiências corporais prévias como elementos significativos para a prática de lutas na escola. » Distinguir os elementos técnicos-táticos das lutas ao assistir a uma luta em diferentes contextos e suportes (vídeo, evento, treino etc.). » Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente. » Recriar uma ou mais lutas do Brasil, considerando o contexto na qual se desenvolve e os sujeitos envolvidos.

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Propõe-se valorizar este objeto de conhecimento tanto do ponto de vista do empoderamento dos grupos de origem das lutas brasileiras (ODS 10), como do ponto de vista de ampliação do repertório do estudante para interagir com o mundo, a partir do uso e fruição dessas práticas corporais.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

É possível planejar uma sequência didática que, a partir dos conceitos estabelecidos, relacione as características de cada sujeito com o objetivo de cada exercício (força, flexibilidade etc.) e o modo de executá-lo, respeitando as diferenças corporais. Depois, a partir do conceito de saúde debatido, pode-se relacioná-lo com exercício físico. Com tais conceitos definidos e as relações entre exercícios, corpo e saúde estabelecidas, propõe-se que o estudante identifique, na comunidade, condições (locais, materiais etc.) para a realização dessa prática. É possível planejar uma proposta de intervenção dentro e fora do ambiente escolar que dê alternativas para a prática de exercícios físicos nesses espaços. Essa proposta de intervenção, seminários e trabalhos em grupo podem servir para acompanhar a aprendizagem.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento físico: musculação, crossfit etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Pode-se destacar não só a realização sobre os exercícios físicos, mas também as sensações e sentimentos gerados, tornando possível para o estudante expressar-se através deles. Por exemplo: para um estudante que utiliza bicicleta ou percorre longas distâncias para chegar à escola, relacionar o aumento de força através de exercícios com a diminuição de cansaço para o cotidiano é um olhar de como essa prática corporal pode expressar motivação, a partir do que aprendeu.

(EF67EF10) Diferenciar exercício físico de atividade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar.

Para adolescentes que trazem uma representação corporal vinculada ao desenvolvimento de capacidades físicas, a prática de exercícios físicos está relacionada à forma como querem comunicar quem são (corpos atléticos, magros etc.), sendo um exemplo de como é possível se expressar através dessa linguagem.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

É possível planejar o desenvolvimento desta habilidade juntamente a EF67EF08, já que a prática dos exercícios físicos é importante para conhecê-los a ponto de se propor alternativas para sua realização em diferentes contextos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Definir conceitos de exercício físico, atividade física e saúde. » Verificar os espaços disponíveis (específicos ou não) na comunidade para a prática de exercícios físicos. » Identificar a prática de exercícios e atividades físicas como formas de se expressar, relacionando-as com as sensações e transformações corporais.

Sugere-se destacar como o desenvolvimento desta habilidade possibilita ao estudante acessar conhecimentos relacionados à promoção da saúde e qualidade de vida, direitos essenciais dos cidadãos (ODS 3).

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se tratar do tema usando reportagens que abordem o que é saúde, atividades físicas, exercícios físicos. Também é importante que se escolham fontes de pesquisa para definir e diferenciar esses três conceitos.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

Depois, a partir do conceito de saúde debatido, pode-se relacionar o exercício com a promoção de saúde. É possível debater quais exercícios físicos o estudante conhece, quem os realiza e as razões. A partir desse debate, constrói-se, individualmente, uma seleção de exercícios físicos que promovam a saúde do estudante. Feita a seleção individual do estudante, vale criar meios coletivos da concretização dessa seleção. Essa construção pode ocorrer tanto dentro do ambiente escolar, quanto fora. Em ambas situações, as diferenças entre as pessoas, as características individuais, os exercícios físicos em si, a disponibilidade de tempo, espaço e material e a noção de saúde serão utilizados para o trabalho. Por isso, tanto a seleção individual quanto a construção coletiva também são instrumentos de acompanhamento da aprendizagem.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento físico: musculação, crossfit etc.

Pode-se desenvolver esta habilidade conjuntamente a EF67EF10, em função da relação direta entre os objetos e objetivos de aprendizagem de ambas.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Sugere-se ainda que Ciências e Geografia trabalhem conjuntamente com esta habilidade, para que os conceitos de corpo, saúde, espaço coletivo e inclusão social sejam amplamente aprofundados.

(EF67EF09) Construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde.

Propõe-se destacar como o desenvolvimento desta habilidade possibilita ao estudante acessar conhecimentos relacionados à promoção da saúde, qualidade de vida e inclusão social (em função das diferenças), direitos essenciais dos cidadãos (ODS 3 e 10).

HABILIDADE

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Relacionar características individuais (capacidade física, biotipo, relação com movimento etc.) com exercícios físicos para a promoção de saúde. » Reconhecer a realização de exercícios físicos como direito de todos. » Utilizar as diferenças entre as pessoas para potencializar a construção de normas e procedimentos de convívio no contexto dos exercícios físicos.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) É possível planejar uma sequência didática que, a partir dos conceitos de saúde e exercício físico, comece relacionando as características de cada sujeito com o objetivo de cada exercício (força, flexibilidade etc.) e o modo de executá-lo, respeitando as diferenças corporais na realização deles.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

Para desenvolver a habilidade proposta, pode-se solicitar que os estudantes desenvolvam um projeto para conhecer a si (“Quem sou eu?”) e o outro. Assim, inicialmente, pode-se solicitar que eles trabalhem em duplas para que possam sentir-se seguros em se expressar em língua inglesa. Para que eles possam interagir em situações de intercâmbio oral, pode-se utilizar a estratégia conhecida como Think-Pair-Share, em que inicialmente eles devem elaborar as questões que desejam fazer a sua dupla. Nesse momento, eles podem fazer uso dos dicionários bilíngues. Na segunda etapa, os estudantes podem interagir em duplas, fazendo as perguntas sobre os colegas e registrando-as. O momento final é o compartilhamento dessas informações com o restante do grupo.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção de laços afetivos e convívio social. » Expressões usadas para o convívio social. » Vocabulário relativo a temas familiares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer, esportes, entre outros).

Como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Educação Física, pode-se aproveitar o tema para trazer as diferenças de aptidões e gostos relacionados às práticas esportivas. » Em Ciências Humanas, pode-se realizar um projeto interdisciplinar para reconhecer semelhanças e diferenças no próprio grupo, como religião, configuração familiar, entre outros.

Observa-se, assim, uma relação das atividades com as Competências Gerais 8, 9, 10.

HABILIDADES (habilidades relacionadas a essa competência) (EF06LI02) Coletar informações do grupo, perguntando e respondendo sobre a família, os amigos, a escola e a comunidade.

Na maneira como as atividades propõem o desenvolvimento da habilidade, nota-se que as atividades podem ser ampliadas não apenas conceitualmente, com o conhecimento do outro, mas também ao promover trocas em que é preciso tratar o outro com empatia e respeito. Nesse sentido, colabora com a promoção de sociedades pacíficas e inclusivas, como previsto no ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Interagir em situações de intercâmbio oral, demonstrando iniciativa para utilizar a língua inglesa.

» Utilizar expressões relativas ao convívio social e o uso da língua inglesa em sala de aula. » Utilizar repertório lexical relativo a temas familiares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer, esportes, entre outros).

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Produção de textos orais, com a mediação do professor. » Conjugação verbal (presente simples). » Vocabulário relacionado a rotina e hábitos alimentares. » Adjetivos possessivos.

Sugere-se que, para desenvolver esta habilidade, o estudante consiga articular seus conhecimentos linguísticos aplicados a um contexto. Nesse caso, conteúdos gramaticais (presente do indicativo, adjetivos possessivos, entre outros) são exemplos de estruturas necessárias para que o estudante realize apresentações orais sobre si e seu contexto familiar e escolar. Para isso, pode-se solicitar que ele inicialmente faça uso de esquemas e mapas mentais para organizar a apresentação, selecionando quais aspectos do tema (família, comunidade ou escola) deseja apresentar. A partir do planejamento, para apresentar e mobilizar os conhecimentos linguísticos necessários e torná-los mais dinâmicos, pode-se utilizar jogos para apresentar e fixar as estruturas gramaticais. Por exemplo, para apresentar o verbo to be e vocabulário referente a rotinas diárias, é possível utilizar jogos da memória com imagens e textos ou jogos de tabuleiro que podem ser construídos pelos estudantes. A sugestão é avaliar a apresentação oral do estudante por meio de rubricas que observem dois aspectos: a estrutura da apresentação oral em si e os conhecimentos linguísticos mobilizados, considerando não apenas a estrutura, mas a pronúncia e o vocabulário. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio do trabalho com as habilidades que envolvem planejamento de texto e apresentações orais, contribuindo para o desenvolvimento de procedimentos e estratégias.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Em Ciências Humanas, pode-se realizar um projeto interdisciplinar para comparar rotinas e preferências e, dessa forma, analisar a questão da alteridade.

(EF06LI05) Aplicar os conhecimentos da língua inglesa para falar de si e de outras pessoas, explicitando informações pessoais e características relacionadas a gostos, preferências e rotinas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

A atividade pode também potencializar o autoconhecimento dos estudantes e permitir que eles conheçam, interajam e transformem o contexto em que vivem e estudam, impactando seus Projetos de Vida. As atividades podem ser encaminhadas de modo a tratar da questão das diferenças entre as pessoas, promovendo o respeito ao outro e desenvolvendo aspectos previstos pelos ODS 16 e 10.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Planejar apresentação sobre a família, a comunidade e a escola, compartilhando-a oralmente com o grupo. » Utilizar o presente do indicativo para identificar pessoas e descrever rotinas diárias. » Descrever relações por meio do uso de apóstrofo (’) + s. » Empregar os adjetivos possessivos.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Para apresentar o gênero entrevista, pode-se apresentar contextos em que esse gênero aparece, como talk shows, comumente encontrados nos Estados Unidos, ou ainda revistas que textualizam esse tipo de texto. A partir da apresentação desse material, pode-se apresentar a proposta de produção de entrevistar o colega para produzir um talk show, fazendo uso da metodologia de role play. Nesse sentido, é interessante que o estudante planeje seu texto. Como uma entrevista requer a formulação de perguntas, os conhecimentos linguísticos podem ser mobilizados para esse fim. Assim, existe a possibilidade de apresentar as estruturas de perguntas por meio de jogos ou sites e aplicativos. Nesse momento, sugere-se categorizar os tipos de perguntas possíveis: Wh-questions, questões que fazem uso de verbos auxiliares (do e does) ou perguntas que fazem uso da inversão do verbo to be.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) Como forma de avaliar a produção, pode-se pedir que os estudantes apresentem seus talk shows a partir de rubricas de avaliação.

» Práticas investigativas. » Estruturas interrogativas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI02) Entrevistar os colegas para conhecer suas histórias de vida.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Planejar uma entrevista. » Reconhecer a estrutura de perguntas em inglês e comparar as diferenças entre as estruturas interrogativas, negativas e afirmativas em perguntas de sim ou não. » Reconhecer e utilizar as Wh- questions. » Formular sentenças completas com sujeito, verbo e complemento. » Textualizar ou apresentar uma entrevista.

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Além disso, pode-se solicitar uma autoavaliação sobre os conteúdos procedimentais e atitudinais envolvidos na entrevista de modo a fazer o estudante refletir sobre seu processo de aprendizado. Por exemplo, pode-se perguntar sobre como ele se sentiu no papel de entrevistador ou entrevistado, o que é preciso considerar para entrevistar uma pessoa, entre outras possibilidades. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio do trabalho com as habilidades de produção textual escrita, que envolvem planejamento, produção e textualização podem contribuir para o desenvolvimento de procedimentos e estratégias necessários para a proposta. Em Matemática, pode-se coletar dados dessas entrevistas para a construção de gráficos e tabelas. A habilidade pode ser desenvolvida de modo a contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 4, pois propõe a utilização da linguagem para se expressar e produzir sentidos. As atividades podem ser encaminhadas de modo a tratar da questão das diferenças entre as pessoas, promovendo o respeito ao outro, desenvolvendo assim aspectos previstos no ODS 16. Além disso, contempla-se também aspectos do ODS 10 ao propor-se o reconhecimento de diferenças.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

EIXOS:

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

personalidades que estejam sendo trabalhadas nesse componente. Assim, pode-se fazer uma dinâmica de leitura com diferentes biografias de personalidades históricas que fizeram a diferença no mundo. Uma proposta é permitir aos estudantes selecionar essas pessoas de acordo com seu interesse, contribuindo para o autoconhecimento da turma e fortalecendo o engajamento dos estudantes para a realização da atividade. A partir dessa escolha temática, os estudantes podem construir uma linha do tempo (em papel ou com o uso de ferramentas online), selecionando os principais fatos sobre a pessoa escolhida. Essa atividade pode ser feita tanto individualmente, quanto em pares ou em grupos. A linha do tempo, nessa atividade, serve como um planejamento do texto da produção oral e pode ser usada como suporte na apresentação.

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(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Na reconstrução dos fatos para o relato, sugere-se que sejam mobilizados os conteúdos linguísticos complementares a essa produção, como as estruturas do passado simples e contínuo, preposições e conectivos. Tais estruturas podem ser apresentadas fazendo uso de ferramentas online e jogos, tornando a aprendizagem mais ativa.

» Produção oral. » Planejamento de texto. » Estrutura de verbos no passado simples e contínuo.

A avaliação desta habilidade pode ocorrer no momento da apresentação dos estudantes a partir de critérios pré-estabelecidos que deem evidências que os objetivos de aprendizagem foram atingidos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio do trabalho com as habilidades do eixo da oralidade, que podem auxiliar nos procedimentos de apresentação oral.

(EF07LI05) Compor, em língua inglesa, narrativas orais sobre fatos, acontecimentos e personalidades marcantes do passado.

Em Ciências Humanas, pode-se utilizar das temáticas vistas em aula para a realização de um projeto interdisciplinar, envolvendo, por exemplo, a questão do índio brasileiro e americano.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A habilidade pode ser desenvolvida de modo a contribuir para o desenvolvimento da Competência Geral 4, pois propõe a utilização da linguagem para se expressar e produzir sentidos.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar informações para uma apresentação oral. » Planejar uma apresentação. » Utilizar o passado simples e o passado contínuo para produzir textos orais e escritos. » Produzir relatos orais sobre o tema escolhido.

Considerando a temática proposta na construção das apresentações, pode-se trazer diversos temas do ODS 16, como a paz, e dos ODS 13, 14 e 15, como o desenvolvimento sustentável, entre outros.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) É interessante desenvolver esta habilidade de maneira interdisciplinar, uma vez que é possível utilizar as aulas de História para produzir apresentações orais sobre 296

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para o desenvolvimento desta habilidade, sugere-se atividade de leitura de gêneros textuais que não envolvam estruturas linguísticas complexas, como tirinhas, entrada de blogue, tuíte, entre outros. Tais atividades situadas permitem ao estudante relacionar o gênero textual às suas condições de produção, como a identificação do autor, a função social do texto, o suporte, entre outros. Nesse sentido, pode-se propor atividades de leitura compartilhada, fazendo uso de ferramentas de apoio, como dicionários online e impressos. Sugere-se, ainda, que a partir da leitura dos textos, sejam propostos registros das impressões e considerações em línguas inglesa, fazendo uso de frases simples e utilizando conteúdos gramaticais como o presente simples e conectivos que ajudem os estudantes a justificar suas escolhas. Essa partilha das leituras pode também desenvolver conteúdos procedimentais (de organização da fala) e atitudinais (respeito a fala do outro).

» Partilha de leitura. » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção. » Apreciação e réplica. » Produção de textos orais (comentários).

Como forma de avaliar, pode-se propor instrumentos que avaliem o processo, como registros e tarefas, rubricas de observação com foco na oralidade e, ainda, a autoavaliação.

HABILIDADE

Observa-se a relação desta habilidade com a Competência Geral 4, pois, ao partilhar sua leitura, o estudante está se expressando e partilhando informações no contexto das propostas de Língua Inglesa. Além disso, o uso da língua permite que ele trace planos para o futuro (“Para onde vou?”).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF07LI11) Participar de troca de opiniões e informações sobre textos, lidos na sala de aula ou em outros ambientes.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Em Língua Portuguesa, os procedimentos de apoio à leitura, como a tomada de notas, podem auxiliar nas propostas de Língua Inglesa.

No que se refere à educação em Direitos Humanos e aos ODS, pode-se observar que, além da temática dos textos, por meio dos procedimentos de escuta empática, é possível relacionar a habilidade ao ODS 16, que propõe o desenvolvimento de sociedades pacíficas e inclusivas.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar o gênero do texto lido (tirinhas, entrada de blogue, tuíte, entre outros). » Reconhecer as condições de produção, circulação e recepção do texto (autor, função social, suporte, entre outros). » Identificar a ideia central do texto. » Formular considerações sobre o texto, utilizando a língua inglesa.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

A fim de desenvolver a habilidade proposta, sugere-se que ela seja parte de um projeto que trate do Projeto de Vida do estudante, na medida em que se propõem atividades que o façam traçar planos para seu futuro. Pode-se desenvolver estratégias para que o estudante faça o planejamento de sua apresentação oral, considerando seus planos para o futuro. Nesse planejamento, podem ser apresentadas as estruturas linguísticas que o auxiliem na comunicação, como formas verbais e expressões referentes ao futuro.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Sugere-se, a partir do planejamento, que sejam propostas atividades em grupo que propiciem a análise de procedimentos para apresentações orais, como postura corporal, impostação de voz, entre outros. Isso pode ser feito por meio da análise de vídeos de apresentações com critérios de observação, por exemplo.

» Produção de textos orais com autonomia. » Tempos verbais no futuro (will e going to).

A avaliação da habilidade pode ser feita por meio da observação da apresentação utilizando os mesmos critérios elencados no planejamento, bem como a autoavaliação, para que o estudante se reconheça no processo.

HABILIDADE

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio dos procedimentos de apresentação oral e de planejamento de texto.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI04) Utilizar recursos e repertório linguísticos apropriados para informar/comunicar/falar do futuro: planos, previsões, possibilidades e probabilidades.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Planejar apresentação oral. » Reconhecer e utilizar procedimentos de apresentações orais. » Utilizar repertório lexical relativo a planos, previsões e expectativas para o futuro. » Utilizar formas verbais do futuro para descrever planos e expectativas e fazer previsões. » Expressar-se oralmente.

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As Ciências Humanas contribuem ao proporem a discussão sobre planos para o futuro. Observa-se, ainda, que o encaminhamento da habilidade permite desenvolver questões mais profundas do que o uso de estruturas linguísticas para falar do futuro. Ela pode se alinhar a construção de um Projeto de Vida no qual a língua inglesa é tanto o meio de expressar-se, como uma finalidade, pois o conhecimento em de uma segunda língua dá ao estudante oportunidades de acesso ao mundo do trabalho. A proposta de construção de um planejamento para o futuro e sua expressão em língua inglesa relacionam-se diretamente com o ODS 4, cuja meta 4 apresenta propostas para que “o número de jovens e adultos tenham habilidades relevantes, inclusive competências técnicas e profissionais, para emprego, trabalho decente e empreendedorismo”.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Pode-se observar que esta habilidade pressupõe uma pesquisa prévia, que deve considerar as diferentes estratégias do campo de estudo e pesquisa. Além disso, é interessante apresentá-la por meio de um projeto interdisciplinar, de modo que a língua inglesa seja um meio para que ocorra essa apresentação. Nesse sentido, a partir dessa pesquisa prévia, sugere-se que sejam feitas atividades nas quais se proporciona a oportunidade de selecionar informações e planejar a apresentação considerando suas condições de produção (qual a função da apresentação, qual o público-alvo, por qual meio essa apresentação será feita, entre outros). Essas atividades podem ser propostas considerando a aprendizagem colaborativa, entre duplas ou grupos de trabalho. Dessa maneira, trabalham-se não apenas conteúdos e procedimentos, mas habilidades socioemocionais, como negociação e tomada de decisão.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Produção de textos orais com autonomia.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Além de atividades de planejamento, propõe-se que sejam feitas propostas nas quais seja necessário levantar as estruturas linguísticas e expressões usuais para apresentações. Na execução desse planejamento e levantamento de estruturas, é interessante já levantar quais critérios serão observados. Tais critérios podem elencar desde o conteúdo da pesquisa a ser apresentado, o uso da língua (pronúncia, adequação linguística) até procedimentos envolvidos em apresentações orais (postura corporal, impostação de voz, entre outros).

(EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou estudo com o apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre outros, adequando as estratégias de construção do texto oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

Pode-se, também, propor atividades com ferramentas de apresentação e construção de gráficos e tabelas. Sugere-se, nesse contexto, propor uma avaliação com planilhas de observação e autoavaliação que elenquem e retomem os mesmos critérios apontados no planejamento.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, com o uso de estratégias propostas para apresentações orais e para tomadas de nota. Em Matemática, pode-se propor a construção de gráficos e tabelas. Em Ciências da Natureza, pode-se fazer pesquisas, considerando uma temática do componente.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Selecionar informações a partir de critérios de pesquisa estabelecidos. » Reconhecer as condições de produção, circulação e recepção de uma apresentação oral no contexto escolar (função social, público-alvo, suporte, entre outros). » Planejar apresentação oral considerando suas condições de produção, circulação e recepção. » Explorar o uso de recursos linguísticos (frases incompletas, hesitações, entre outros) e paralinguísticos (gestos, expressões faciais, entre outros) em situações de interação oral.

Nota-se que o desenvolvimento desta habilidade se relaciona com a Competência Geral 4, que propõe a utilização das linguagens para partilhar informações. Caso se considere o trabalho colaborativo, relaciona-se também à Competência 9 de Língua Portuguesa, que propõe “Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendose respeitar e promovendo o respeito ao outro”. Observa-se que, ao se propor uma apresentação em Língua Inglesa, desenvolvem-se habilidades técnicas voltadas também para o mundo do trabalho, relacionando-se, assim, ao ODS 4.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ESCRITA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Para desenvolver esta habilidade, é interessante fazer a escolha do gênero a ser produzido. A escrita de uma HQ, por exemplo, é uma oportunidade de trazer um texto multissemiótico para a sala de aula. Nesse caso, é necessário que haja um planejamento no qual se apresente uma sequência narrativa (situação inicial, conflito, clímax e desfecho). Tal sequência é importante na medida em que traz o caráter narrativo da HQ, pois, caso contrário, a proposta pode se tornar uma ilustração da rotina do estudante, fugindo da característica do gênero. Se opção for por uma entrada de blogue, pode-se explorar a característica e função social desse gênero.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Produção de textos escritos, em formatos diversos, com a mediação do professor. » Conjugação verbal (presente simples). » Vocabulário relacionado a rotina e hábitos alimentares. » Adjetivos possessivos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Os conhecimentos linguísticos podem ser percebidos como ferramentas (e não finalidade) para a construção desses textos. Uma sugestão é mobilizar diferentes aspectos como critério para a produção, como vocabulário sobre temas familiares e escolares, presente simples e contínuo, adjetivos possessivos, entre outros. Esses conhecimentos podem ser desenvolvidos por meio de jogos e ferramentas digitais que apresentem a estrutura gramatical e exercícios de fixação. Como forma de avaliar a produção, pode-se observar se os aspectos discursivos (relacionados ao gênero e às condições de produção) e notacionais (aspectos linguísticos) foram mobilizados. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa. As habilidades de produção textual escrita podem contribuir para o desenvolvimento de procedimentos e estratégias necessários para a proposta. Em Ciências Humanas, pode-se

(EF06LI15) Produzir textos escritos em língua inglesa (histórias em quadrinhos, cartazes, chats, blogues, agendas, fotolegendas, entre outros), sobre si mesmo, sua família, seus amigos, gostos, preferências e rotinas, sua comunidade e seu contexto escolar.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as características e a função social do gênero escolhido. » Planejar um texto que atenda às características do gênero. » Utilizar o vocabulário e as estruturas gramaticais para descrever gostos e preferências de si próprio e de pessoas da esfera privada do usuário (presente simples e contínuo, adjetivos possessivos, expressões sobre temas familiares e do cotidiano). » Produzir um texto que atenda às características do gênero.

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realizar um projeto interdisciplinar para a produção de textos que descrevam ou narrem rotinas e histórias de crianças e personalidades históricas. A atividade pode engajar os estudantes e abrir espaço para o desenvolvimento do protagonismo, contribuindo com sua formação integral. Há a abertura para a personalização dos estudantes, que podem criar uma narrativa autoral para as histórias em quadrinhos que dialoguem com seus interesses e demandas, impactando seus Projetos de Vida. As atividades podem ser encaminhadas de modo a tratar da questão das diferenças entre as pessoas. Nesse sentido, pode-se abordar questões de gênero, como previsto pelo ODS 5.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ESCRITA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 3

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para desenvolver a habilidade, sugere-se a proposição de uma produção que tenha sentido para o estudante e que tenha um destino de publicação, como o jornal da escola, um mural, um blogue. Propõe-se também atividades que permitam planejar o texto considerando seus possíveis leitores e suporte. Para a produção do texto, podem ser oferecidas ferramentas de apoio, como dicionários bilíngues, ilustrados, entre outros. Além disso, sugere-se trabalhar os conteúdos linguísticos, como pronomes, tempos verbais e campos semânticos que estejam atrelados ao contexto da produção. Pode-se, também, fazer uso de ferramentas digitais para a produção desse texto. Como forma de avaliar, sugere-se que essa produção seja analisada tanto nos aspectos discursivos (relativos às características do gênero) quanto os notacionais (referentes aos conteúdos linguísticos).

» Produção de textos escritos, em formatos diversos, com mediação do professor. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa. Pode-se trabalhar conjuntamente com uma oficina de produção de textos para um jornal ou blogue da escola.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Em Arte, pode-se propor a ilustração de textos produzidos pelo estudante. (EF07LI14) Produzir textos diversos sobre fatos, acontecimentos e personalidades do passado (linha do tempo/timelines, biografias, verbetes de enciclopédias, blogues, entre outros).

Em Ciências Humanas, pode-se propor a temática para a construção de uma linha do tempo ou biografia.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A habilidade relaciona-se com o desenvolvimento da Competência Geral 4, que objetiva que o estudante utilize diferentes linguagens para se expressar.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as características do gênero proposto (linha do tempo/timelines, biografias, verbetes de enciclopédias, blogues) e sua função social. » Planejar a escrita de textos em função do contexto. » Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos ou tópicos e subtópicos. » Discriminar sujeito de objeto, utilizando pronomes a eles relacionados.

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Propõe-se, portanto, por meio o desenvolvimento da habilidade de escrita em língua inglesa, prover ferramentas e habilidades para o mundo do trabalho, como proposto pela meta 4 do ODS 4.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ESCRITA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida por meio de um projeto interdisciplinar no qual o estudante tenha contato com gêneros variados, considerando sua função social e condições de produção e atrelado à temática proposta de “sonhos e projetos para o futuro”. Nesse sentido, propõe-se que a escolha do gênero a ser produzido seja central para que o estudante se aproprie dele e consiga produzir um texto. Assim, inicialmente propõem-se atividades de planejamento e apresentação dos critérios de modo a nortear a escrita do estudante. Além disso, é possível apresentar, durante essa etapa, os conteúdos linguísticos pertinentes ao gênero escolhido.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Produção de textos escritos com mediação do professor/colegas. » Estratégias de planejamento, textualização, revisão e edição.

A partir da produção do texto, pode-se solicitar que o estudante avalie a própria escrita a partir de uma tabela dos critérios propostos no planejamento. Essa proposta também pode ser feita em duplas, de modo a desenvolver atitudes éticas e respeitosas em relação ao outro. Por fim, para avaliar o desenvolvimento da habilidade, sugere-se instrumentos com a análise do texto como forma de observar se os critérios foram atendidos, planilhas de observação das atividades em dupla ou em grupos e, ainda, a autoavaliação. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, por meio dos procedimentos de produção de texto ou de um projeto de escrita de textos nas duas línguas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI11) Produzir textos (comentários em fóruns, relatos pessoais, mensagens instantâneas, tweets, reportagens, histórias de ficção, blogues, entre outros), com o uso de estratégias de escrita (planejamento, produção de rascunho, revisão e edição final), apontando sonhos e projetos para o futuro (pessoal, da família, da comunidade ou do planeta).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

As Ciências Humanas contribuem por meio de temáticas que dialoguem com a contextualização da habilidade, que trata de “projetos para o futuro (pessoal, da família, da comunidade)”. As Ciências da Natureza contribuem por meio de análise de propostas de produção de textos sobre temas como consumo consciente e o desenvolvimento sustentável. Dessa forma, nota-se que a habilidade dialoga com o Projeto de Vida do estudante, não apenas na construção da sua identidade e trajetória (“Quem sou eu?”), mas também propondo pensar em projetos que envolvam a comunidade e o planeta (“Qual meu lugar no mundo?”).

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Planejar textos escritos, considerando sua finalidade, suporte, entre outros. » Utilizar, de modo inteligível, as formas comparativas e superlativas de adjetivos. » Utilizar some, any, many, much, de modo inteligível e corretamente. » Empregar os pronomes relativos (who, which, that, whose). » Avaliar a própria produção escrita e a de colegas com base no contexto de

Assim sendo, nota-se que o desenvolvimento da habilidade, cuja temática envolve projetos para a comunidade e o planeta, dialoga com uma educação voltada para os Direitos Humanos e com os ODS, sobretudo os que envolvem a diminuição das desigualdades (10) e os que atuam na proteção do planeta.

comunicação (finalidade e adequação ao público, conteúdo a ser comunicado, organização textual, legibilidade, estrutura de frases). » Reescrever o texto, com cortes, acréscimos, reformulações e correções, para aprimoramento, edição e publicação final.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

autônomos e compromissados com o meio em que vivem. Nesse sentido, o respeito a si mesmo e ao outro colabora para construção de um Projeto de Vida. Recomendam-se, ainda, rodas de conversa para discutir a diferença entre liberdade de expressão e discursos de ódio que podem ser evidenciados em diversos assuntos, por exemplo, cyberbullying, homofobia, racismo etc. Além disso, é pertinente, considerar as possibilidades de interação dos alunos com jornais e revistas locais, impressos ou digitais, e redes sociais.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Sugere-se, ainda, a análise de memes como estratégia para desenvolver esta habilidade. Para isso, pode-se selecionar alguns memes que expressem discurso de ódio para que, em grupos, os estudantes possam relacionar linguagem verbal e não verbal na composição das mensagens de ódio, levando-os a refletir sobre as reações e quantidade de compartilhamentos da postagem em redes sociais, como Facebook.

» Apreciação e réplica. » Relação entre gêneros e mídias.

Os estudantes podem, também, elaborar comentários escritos e/ou orais para argumentar e denunciar o discurso de ódio propagados nos textos lidos.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP01) Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso.

Em Arte, podem ser estabelecidas relações com a habilidade EF69AR15, de modo a problematizar questões de gênero, corpo e sexualidade. Em Educação Física, é possível a articulação com a habilidade EF67EF17, considerando a discussão de questões como preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-las, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito. Em relação à Competência Geral, esta habilidade refere-se ao desenvolvimento da Competência 7.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM A habilidade contribui para formação de um cidadão responsável, consciente e capaz de denunciar um discurso de ódio, por exemplo. Nesse sentido, há uma relação com o ODS 16.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer e analisar os aspectos éticos envolvidos em argumentações sobre assuntos ou fatos. » Identificar discursos de ódio em textos do campo jornalístico-midiático. » Utilizar argumentos para denunciar discursos de ódio.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se, para esta habilidade, o desenvolvimento de projetos que abordem fatos e assuntos polêmicos específicos do estado e/ou município onde se encontra a comunidade escolar, propiciando a participação efetiva, ética e consciente dos estudantes nas discussões dessas questões e, consequentemente, a formação de cidadãos críticos,

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO TEXTUAL

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade contempla a etapa de "Planejamento" da escrita processual. Refere-se, portanto, aos procedimentos necessários para planejar um texto, considerando as condições de produção e circulação, bem como as definições quanto ao fato/assunto e seu recorte temático.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção: planejamento de textos informativos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP09) Planejar notícia impressa e para circulação em outras mídias (rádio ou TV/vídeo), tendo em vista as condições de produção, do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do fato a ser noticiado (de relevância para a turma, escola ou comunidade), do levantamento de dados e informações sobre o fato – que pode envolver entrevistas com envolvidos ou com especialistas, consultas a fontes, análise de documentos, cobertura de eventos etc.–, do registro dessas informações e dados, da escolha de fotos ou imagens a produzir ou a utilizar etc. e a previsão de uma estrutura hipertextual (no caso de publicação em sites ou blogs noticiosos).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Por isso, ao planejar situações didáticas para trabalhar o planejamento e a produção do texto, é importante considerar que produzir uma notícia impressa e uma notícia para rádio ou TV implica domínio de recursos de linguagens diferenciados e complexos. Por exemplo: planejar uma notícia para TV/vídeo implica a produção de um roteiro prévio que aponte articulações entre texto verbal e não verbal (efeitos sonoros, perspectiva da câmera, cortes de imagens etc.). Propõe-se como sugestão de projeto de elaboração de notícias: (1) ler e analisar notícias veiculadas em diferentes mídias, a fim de garantir o conhecimento sobre a forma composicional, estilo e intencionalidade do gênero; (2) seleção do assunto/fato a ser noticiado (nesse caso, sugere-se criar uma situação-problema para discutir e elencar assuntos de relevância da comunidade escolar, do bairro, da cidade e do país); (3) prática de curadoria de informação; e (4) elaboração de esquemas para sintetizar o que será produzido. Sugere-se como possibilidade de avaliação da aprendizagem o acompanhamento do projeto final de planejamento e proposta de questionário autoavaliativo. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, com a possibilidade de curadoria de informações em mídias em inglês. Além disso, esta habilidade conecta-se às Competências Gerais 7 e 9, considerando os procedimentos implicados em um trabalho de grupo, visto que há uma oportunidade de exercitar a empatia, o diálogo e a cooperação, de modo a promover o respeito ao outro e o reconhecimento de seus saberes e potencialidades.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar um fato a ser noticiado (de relevância para a turma, escola ou comunidade). » Buscar informações e dados em jornais e revistas (impressos e on-line), sites noticiosos etc. » Selecionar fotos e/ou imagens para compor o texto. » Planejar uma notícia, levando em consideração as características do gênero, o contexto de produção e o suporte.

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Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de elaboração da notícia.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO TEXTUAL COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção: planejamento de textos informativos/textualização, tendo em vista suas condições de produção, as características do gênero em questão, o estabelecimento de coesão, adequação à norma-padrão e o uso adequado de ferramentas de edição.

HABILIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que esta habilidade esteja atrelada à etapa de planejamento textual, bem como à prática de curadoria de informações. Além disso, propõe-se que sejam definidos os critérios necessários à produção do texto, antes de se iniciar a etapa de textualização. Nesse sentido, é oportuno que os estudantes participem dessa etapa, de modo a construir coletivamente uma rubrica de qualidade. Considerando as etapas de escrita processual, pode-se, ainda, propor situações de escrita colaborativa. Por exemplo, no caso de uma notícia impressa, cada grupo pode comentar o texto do colega, com base em quadros de critérios e rubricas de qualidade. É possível, também, utilizar a ferramenta "comentários" disponível no Google Docs. Após essa etapa, é possível reescrever e editar o texto e, por fim, publicá-lo em blogues da escola, jornal, mural etc. Propõe-se, caso a opção seja a elaboração de uma notícia para TV, rádio e internet, a criação de um projeto interdisciplinar com os profissionais da sala de informática. Assim, essa atividade pode contribuir também para o desenvolvimento da competência de área 6, no que refere ao manejo de tecnologias digitais. Nesse caso, pode-se propor que os estudantes criem um jornal falado e, com isso, pode-se explorar as várias maneiras de se noticiar um fato/assunto.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP10) Produzir notícia impressa tendo em vista características do gênero – título ou manchete com verbo no tempo presente, linha fina (opcional), lide, progressão dada pela ordem decrescente de importância dos fatos, uso de 3ª pessoa, de palavras que indicam precisão –, e o estabelecimento adequado de coesão e produzir notícia para TV, rádio e internet, tendo em vista, além das características do gênero, os recursos de mídias disponíveis e o manejo de recursos de captação e edição de áudio e imagem.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, com a elaboração de um telejornal em inglês, a fim de desenvolver as habilidades de comunicação oral. Em Matemática, é possível elaborar os gráficos, infográficos e/ou tabelas para compor o texto. Recomenda-se que os estudantes leiam e produzam notícias com base em temas que envolvam a negociação de sentidos, como xenofobia, racismo. Desse modo, serão estimulados a refletir sobre os Direitos Humanos e como promover o entendimento entre as pessoas, como proposto pelo ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Planejar uma notícia, levando em consideração as características do gênero, o contexto de produção e o suporte. » Produzir uma notícia, considerando o planejamento, as características do gênero, o contexto de produção e o suporte.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO TEXTUAL COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de produção: textualização de textos informativos.

HABILIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para o desenvolvimento desta habilidade, consideram-se as operações de escrita processual: planejamento/textualização/revisão/reescrita/edição e publicação. Recomenda-se, então, o planejamento de modalidades didáticas que possam contemplar: » a leitura de diferentes reportagens com temáticas de relevância social e, que, de certo modo, dialoguem com assuntos de interesse juvenil, mobilizando-os a refletir sobre temas que possam ajudá-los a conhecer mais sobre si mesmos (“Quem sou eu”), sobre a escola, a comunidade e o mundo (“Onde estou”/“Qual é o meu lugar no mundo”); » a definição da situação comunicativa em que o texto será produzido (quem serão os leitores, onde circulará, com que finalidade);

» o planejamento, que envolve a elaboração do conteúdo temático e a organização do texto parte a parte (recomenda-se que os estudantes, em grupos, produzam esquemas, organogramas, diagramas-síntese etc.); » a textualização, ou seja, a escrita do texto; e » a revisão processual (durante a produção) e final.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP09) Produzir reportagem impressa, com título, linha fina (optativa), organização composicional (expositiva, interpretativa e/ou opinativa), progressão temática e uso de recursos linguísticos compatíveis com as escolhas feitas e reportagens multimidiáticas, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, os recursos e mídias disponíveis, sua organização hipertextual e o manejo adequado de recursos de captação e edição de áudio e imagem e adequação à norma-padrão.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar um fato a ser aprofundado ou um tema a ser focado (de relevância para a turma, escola ou comunidade). » Buscar informações e dados em jornais e revistas (impressos e on-line), sites noticiosos etc. » Planejar reportagem impressa e em outras mídias (rádio ou TV/vídeo, sites), tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. » Selecionar fotos e/ou imagens, infográficos etc., para compor o texto. » Produzir reportagem impressa e em outras mídias (rádio ou TV/vídeo, sites), tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. » Utilizar adequadamente os recursos de captação e edição de áudio e imagem. 316

Sugere-se, ainda, que as operações mencionadas anteriormente possam ser realizadas em situações coletivas e/ou em grupos, a fim de promover um trabalho colaborativo em que os estudantes possam trocar conhecimentos e experiências. Nesse sentido, os estudantes com mais familiaridade com o manejo de captação de áudio e imagem podem auxiliar a turma, no caso da produção de uma reportagem multissemiótica. Propõe-se, também, escolher coletivamente o local de publicação dos textos. Nesse caso, pode-se publicá-los em blogues da escola, da comunidade e/ou em rede sociais. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, na utilização de ferramentas de curadoria em sites em inglês. Na área de Matemática, sugere-se trabalhar com os dados numéricos (produção e análise de enquetes, gráficos e infográficos). Esta habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 4. A habilidade pode contribuir para o debate de diferentes temas relacionados aos ODS. Por exemplo: a elaboração de um projeto articulado com Ciências da Natureza em que seja produzida uma reportagem sobre consumismo sustentável estabeleceria relações com os ODS 12 ou 13.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO TEXTUAL COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se, antes da elaboração do planejamento da produção, o mapeamento dos temas e questões polêmicas de relevância social, a fim de permitir que o estudante selecione o tema de seu interesse. Como possibilidade de atividade, é oportuno promover rodas de leitura de charges, notícias, reportagens e entrevistas com a finalidade de repertoriar o estudante, além de mobilizá-lo a assumir uma postura argumentativa ética frente aos temas veiculados nos textos. Orienta-se, também, que o estudante possa elaborar esquemas e diagramas com base nas informações, dados e argumentos, de modo a desenvolver habilidades do campo de práticas de estudo e pesquisa.

» Estratégia de produção: planejamento de textos argumentativos e apreciativos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP10) Planejar artigos de opinião, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do tema ou questão a ser discutido(a), da relevância para a turma, escola ou comunidade, do levantamento de dados e informações sobre a questão, de argumentos relacionados a diferentes posicionamentos em jogo, da definição – o que pode envolver consultas a fontes diversas, entrevistas com especialistas, análise de textos, organização esquemática das informações e argumentos – dos (tipos de) argumentos e estratégias que pretende utilizar para convencer os leitores.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Pesquisar dados e informações sobre o tema e/ou questão a ser discutido em fontes diversas. » Organizar, esquematicamente as informações, os diferentes tipos de argumento e as estratégias que pretende utilizar para convencer os leitores. » Planejar um artigo de opinião considerando as condições de produção, a escolha do tema, o objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc.

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Propõe-se, ainda, que os estudantes possam compartilhar a tese e os argumentos que irão compor o artigo de opinião. É oportuno, nesse caso, sugerir que os colegas façam comentários, de modo ético e respeitoso, aos trabalhos apresentados. A troca de ideias e o debate de opiniões, além de favorecer a reflexão, são conteúdos que podem ser ensinados. Assim, promove-se a percepção da importância da relação com o outro para o seu desenvolvimento pessoal e social, de modo a sensibilizar o estudante para entender a diversidade como oportunidade de crescimento e vislumbrar diferentes possibilidades para o seu futuro. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente Língua Inglesa, na curadoria de informações em mídias nessa língua. Em Ciências Humanas, propõe-se, por meio da habilidade EF08HI19, mobilizar o estudante a estruturar questionamentos e argumentos sobre temas como a questão racial, por exemplo. Em Ciências da Natureza, sugere-se o planejamento de situações didáticas que permitam ao estudante argumentar e defender pontos de vistas sobre temas e questões/polêmicas da área. Esta habilidade também se refere à Competência Geral 7, visto que pressupõe a argumentação e defesa de ideias e pontos de vista. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de elaboração do projeto textual de um artigo de opinião.

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MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO TEXTUAL COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização de textos argumentativos e apreciativos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LP03) Produzir artigos de opinião, tendo em vista o contexto de produção dado, assumindo posição diante de tema polêmico, argumentando de acordo com a estrutura própria desse tipo de texto e utilizando diferentes tipos de argumentos – de autoridade, comprovação, exemplificação princípio etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Destaca-se que a seleção do artigo de opinião como o último gênero previsto para os Anos Finais, de acordo com a BNCC, pressupõe uma progressão no trabalho com os gêneros argumentativos do campo jornalístico-midiático. Reitera-se, também, a necessidade de mobilizar o estudante a desenvolver habilidades que possam aguçar o pensamento crítico e a defesa de pontos de vistas, uma que produzir um artigo de opinião exige a interpretação de informações selecionadas, a defesa da tese e a construção de diferentes tipos de argumentos. Sugere-se o planejamento de modalidades didáticas que garantam:

» a contextualização: definir a situação comunicativa em que o texto será produzido (é importante enfatizar que, ao escrever o artigo de opinião, o estudante deve considerar os possíveis leitores);

» o planejamento: pode-se retomar os temas da coletânea sobre os quais o grupo elaborou seu projeto de texto; » o processo de textualização; » a revisão/reescrita; e » a publicação do artigo de opinião em e-book, impresso, em blogs etc., a fim de que a comunidade escolar possa ter acesso. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, na curadoria de informações em sites, revistas, jornais etc., nessa língua, a fim de ampliar o repertório do estudante. A área de Ciências Humanas pode contribuir com discussões sobre os processos históricos e sociológicos relacionados ao tema da proposta do artigo de opinião. Em Matemática, é possível analisar gráficos, pesquisas, infográficos e/ou tabelas que possam contemplar o tema da proposta do artigo de opinião.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Planejar um artigo de opinião considerando as condições de produção, a escolha do tema, o objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. » Formular diferentes tipos de argumentos a fim de defender uma tese. » Produzir artigos de opinião, tendo em vista o planejamento textual, o contexto de produção dado, as características do gênero, os diferentes tipos de argumentos e o suporte.

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Além disso, esta habilidade conecta-se às Competências Gerais 7 e 9, considerando os procedimentos implicados em um trabalho de grupo, visto que há uma oportunidade de exercitar a empatia, o diálogo e a cooperação, de modo a promover o respeito ao outro e o reconhecimento de seus saberes e potencialidades. Recomenda-se que os estudantes produzam artigos de opinião com base nos temas contemporâneos, na educação para as relações étnico-raciais e na educação em Direitos Humanos.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

ORALIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade supõe a escuta e a produção de textos orais, em diferentes contextos. Para isso, é necessário que o estudante seja capaz de analisar os recursos linguísticos e semióticos que envolvem essas situações comunicativas, como a posição assumida pelo outro, o movimento argumentativo usado, a entonação dada ao que se fala etc.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Recomenda-se, então, planejar situações didáticas que possibilitem, inicialmente, a análise de entrevistas, debates televisivos etc. Por exemplo, é possível:

4

» discutir uma situação-problema envolvendo temas de relevância social e de

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Produção de textos jornalísticos orais.

HABILIDADE

interesse da comunidade, como a arte urbana representada pelo grafite, a democratização do cinema etc.; » analisar uma entrevista oral com um grafiteiro, caso a opção seja trabalhar com esse tema, ou assistir a um debate televisivo sobre o assunto. Nessa etapa, recomenda-se o uso tabelas, quadros e diagramas, para que o estudante possa registrar os posicionamentos defendidos; e » promover uma roda de conversa, a fim de mobilizar o estudante a se posicionar frente ao tema discutido.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP11) Identificar e analisar posicionamentos defendidos e refutados na escuta de interações polêmicas em entrevistas, discussões e debates (televisivo, em sala de aula, em redes sociais etc.), entre outros, e se posicionar frente a eles.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar e analisar argumentos e contra-argumentos na escuta de diferentes interações polêmicas. » Analisar, em gêneros orais que envolvam argumentação, os efeitos de sentido de elementos típicos da modalidade falada, como a pausa, a entonação, o ritmo, a gestualidade, a expressão facial, as hesitações etc. » Utilizar argumentos para se posicionar frente a temas polêmicos.

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Nesse sentido, esta habilidade pode contribuir para que o estudante possa, por meio de práticas participativas, colaborativas e corresponsáveis, defender pontos de vistas. Assim, favorece-se a formação de um sujeito crítico, capaz de defender, com ética e responsabilidade, os interesses pessoais e coletivos. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Arte caso a opção seja trabalhar com a questão do grafite como arte urbana. É possível um projeto interdisciplinar com o propósito de levar o estudante a reconhecer que diferentes práticas artísticas estabelecem relações com a cultura, política, história etc. Esta habilidade está diretamente ligada às Competências Gerais 7 e 4, visto que supõem o desenvolvimento da capacidade de argumentação e o compartilhamento de ideias. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de elaboração do projeto textual de um artigo de opinião.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Participação em discussões orais de temas controversos de interesse da turma e/ou de relevância social.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se, para o desenvolvimento desta habilidade, o planejamento de atividades que integrem o campo jornalístico-midiático e o campo de atuação na vida pública, de modo a promover o contato do estudante com os problemas e temas de seu entorno. Sugere-se, portanto, a elaboração de projetos interdisciplinares, com foco na intervenção social, a fim de possibilitar a reflexão sobre o tema e/ou questão-problema, e também no conhecimento de normas e leis. Pode-se, ainda, promover debates deliberativos e rodas de conversa sobre alguma questão do convívio escolar e/ou temas de relevância social. Recomenda-se, ainda, que esta habilidade seja trabalhada progressivamente. Para isso, sugere-se mobilizar o estudante a discutir os temas mais próximos de sua realidade (turma, escola, comunidade, bairro e cidade) e, posteriormente, é possível estimular o engajamento em questões mais amplas (condições climáticas do planeta, vida sustentável, Direitos Humanos etc.).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

A habilidade também pode sensibilizar o estudante a aprender a se reconhecer como um indivíduo impregnado por uma história, por uma cultura e por demandas sociais, bem como estimular a reflexão sobre a convivência e a participação social.

(EF69LP13) Engajar-se e contribuir com a busca de conclusões comuns relativas a problemas, temas ou questões polêmicas de interesse da turma e/ou de relevância social.

Trabalhar esta habilidade pode contribuir para o desenvolvimento de um Projeto de Vida, uma vez que a inserção dos jovens em contextos mais amplos da comunidade pode favorecer a construção de valores essenciais ao processo de decisão sobre seu futuro.

HABILIDADE

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Pesquisar e ler textos sobre temas relacionados a questões polêmicas de interesse da turma e/ou de relevância social. » Participar de debates deliberativos e/ou rodas de conversa. » Formular perguntas e refletir sobre tema/questão polêmica, explicações e ou argumentos relativos ao objeto de discussão. » Apresentar argumentos e contra-argumentos coerentes, respeitando os turnos de fala, na participação em discussões sobre temas controversos e/ou polêmicos.

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A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências Humanas, na discussão de temas como "O reconhecimento da escola, do bairro e da cidade como um espaço coletivo", incentivando o estudante a atuar nesses ambientes de forma crítica, ética e responsável. É possível estabelecer relação com as Competências Gerais 4 e 7, uma vez que ambas pressupõem a utilização da linguagem como ferramenta de expressão e argumentação. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem promover a discussão de temas relacionados aos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

ORALIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para o desenvolvimento desta habilidade, recomenda-se um trabalho articulado com as habilidades do campo de atuação na vida pública, visto que ela se refere à participação dos estudantes em discussões de temas controversos que sejam de seu interesse e/ou tenham relevância social.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Esta habilidade também pressupõe a busca de informações em fontes variadas, conectando-se às habilidades de curadoria da informação. Desse modo, é necessário mobilizar o estudante a selecionar e comparar dados/elementos de diferentes fontes, para que, então, possam posicionar-se criticamente sobre os conteúdos e informações em questão.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Participação em discussões orais de temas controversos de interesse da turma e/ou de relevância social.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP14) Formular perguntas e decompor, com a ajuda dos colegas e dos professores, tema/questão polêmica, explicações e ou argumentos relativos ao objeto de discussão para análise mais minuciosa e buscar em fontes diversas informações ou dados que permitam analisar partes da questão e compartilhá-los com a turma.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Praticar a curadoria de informações e dados sobre temas/questões polêmicas. » Selecionar e comparar dados/elementos de diferentes fontes. » Compartilhar informações e dados com a turma. » Posicionar-se criticamente sobre os conteúdos e informações em questão.

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Propõe-se como atividade para desenvolver esta habilidade o planejamento de um debate regrado. Para isso, é importante considerar as seguintes etapas de trabalho:

» Discussão para eleger temas de relevância social. Nesse caso, recomenda-se

sugerir os temas dos ODS. » Organização dos estudantes em duas equipes e atribuição de papéis sociais específicos para um debate. » Pesquisa em sites confiáveis. » Leitura de artigos em revistas eletrônicas e conversa com familiares, colegas e educadores das outras áreas do conhecimento. Sugere-se, ainda, a formulação de perguntas, com base no tema a ser trabalhado pela outra equipe. Para essa etapa, é fundamental estimular a discussão entre os membros da equipe, bem como a prática de curadoria. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, na busca de informações e dados em sites, revistas, blogues etc. em inglês. Em Ciências, é possível mobilizar o estudante a formular perguntas consistentes sobre temas e/ou questões polêmicas da área. Em Ciências Humanas, pode-se promover um projeto interdisciplinar, a fim de ampliar o repertório do estudante e prepará-lo para o debate. Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem promover a discussão de temas relacionados aos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

ORALIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Participar de debates regrados, ocupando diferentes papéis (mediador, juiz, debatedor etc.). » Apresentar argumentos e contra-argumentos coerentes, respeitando os turnos de fala, na participação em discussões sobre temas controversos e/ou polêmicos.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

4

Esta habilidade supõe que o estudante possa vivenciar diferentes papéis em um debate regrado (debatedor, apresentador/mediador, espectador/juiz/avaliador etc.). Contudo, é necessária a mobilização de algumas operações cognitivas, como reconhecer as especificidades do gênero e do contexto de produção, bem como selecionar um tema de interesse coletivo e elaborar um planejamento, a fim de definir regras, praticar a curadoria de informações e levantar argumentos consistentes.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção: planejamento e participação em debates regrados.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP12) Planejar coletivamente a realização de um debate sobre tema previamente definido, de interesse coletivo, com regras acordadas e planejar, em grupo, participação em debate a partir do levantamento de informações e argumentos que possam sustentar o posicionamento a ser defendido (o que pode envolver entrevistas com especialistas, consultas a fontes diversas, o registro das informações e dados obtidos etc.), tendo em vista as condições de produção do debate – perfil dos ouvintes e demais participantes, objetivos do debate, motivações para sua realização, argumentos e estratégias de convencimento mais eficazes etc. e participar de debates regrados, na condição de membro de uma equipe de debatedor, apresentador/mediador, espectador (com ou sem direito a perguntas), e/ou de juiz/avaliador, como forma de compreender o funcionamento do debate, e poder participar de forma convincente, ética, respeitosa e crítica e desenvolver uma atitude de respeito e diálogo para com as ideias divergentes.

Propõe-se, portanto, a elaboração de atividades que possam promover a análise de vídeos com diferentes debates, para que os estudantes possam compreender as especificidades do gênero. Recomenda-se, aqui, utilizar uma tabela, a fim de organizar as observações. Na etapa de planejamento, propõe-se utilizar ferramentas de curadoria para obter informações e dados/selecionar argumentos e elaborar um roteiro/organizar os papéis de cada membro dos grupos. Sugere-se que, na etapa de produção do debate, os grupos recebam previamente uma rubrica com os critérios a serem avaliados. Recomenda-se, ainda, que se proponha uma síntese coletiva para que os estudantes possam avaliar a aprendizagem após a finalização do debate. Sugere-se que esta habilidade também seja vinculada a projetos interdisciplinares envolvendo os componentes curriculares da área e de outras áreas, uma vez que, para defender argumentos coerentes, é necessário antes desenvolver um repertório. Por exemplo: caso o tema do debate seja a desigualdade de gênero, pode-se discutir na área de Ciências Humanas os processos históricos envolvendo os direitos conquistados pelas mulheres. A habilidade articula-se à Competência Geral 4 no que se refere ao debate de ideias e estabelece relações com a Competência Geral 9, uma vez que o debate regrado possibilita o exercício do diálogo e a resolução de conflitos de modo ético e respeitoso.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as condições de produção de um debate (perfil dos ouvintes, objetivos do

A habilidade pode contribuir para o debate de diferentes temas relacionados aos ODS. Por exemplo: a elaboração de um projeto articulado com Ciências Humanas a fim de debater a desigualdade de gênero estaria relacionada ao ODS 5.

debate, motivações para sua realização, argumentos e estratégias de convencimento etc.). » Planejar um debate, considerando o contexto de produção e as características do gênero. » Formular perguntas e decompor, com a ajuda dos colegas e dos professores, tema/questão polêmica, explicações e ou argumentos relativos ao objeto de discussão. 328

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

ORALIDADE

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) O trabalho com esta habilidade pode ser articulado a outras habilidades de produção de gêneros jornalísticos, como a notícia e a reportagem. Nesse caso, entende-se a entrevista oral com uma ferramenta de coleta de informações e dados que podem ser incorporadas em outros textos.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Sugere-se, portanto, a elaboração de atividades que se relacionem ao processo de produção de entrevistas, com os seguintes passos:

4

» Planejamento: selecionar o assunto e quem será entrevistado, praticando a

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de produção: planejamento, realização e edição de entrevistas orais.

HABILIDADE

curadoria de informações. » Textualização, recorrendo aos recursos das diferentes linguagens e aos aplicativos necessários para captar áudio e vídeo. » Revisão e articulação: avaliar o contexto de circulação da entrevista e, ainda, selecionar e organizar os trechos relevantes para complementar outros textos, como notícia e reportagem. Considerando as etapas propostas, sugere-se:

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

» Selecionar, coletivamente, temas do cotidiano do estudante e/ou de relevância para comunidade escolar.

(EF89LP13) Planejar entrevistas orais com pessoas ligadas ao fato noticiado, especialistas etc., como forma de obter dados e informações sobre os fatos cobertos sobre o tema ou questão discutida ou temáticas em estudo, levando em conta o gênero e seu contexto de produção, partindo do levantamento de informações sobre o entrevistado e sobre a temática e da elaboração de um roteiro de perguntas, garantindo a relevância das informações mantidas e a continuidade temática, realizar entrevista e fazer edição em áudio ou vídeo, incluindo uma contextualização inicial e uma fala de encerramento para publicação da entrevista isoladamente ou como parte integrante de reportagem multimidiática, adequando-a a seu contexto de publicação e garantindo a relevância das informações mantidas e a continuidade temática.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

» Organizar os grupos a fim de que eles possam escolher quem será o entrevistado. Nesse sentido, recomenda-se entrevistar educadores, especialistas, estudantes, familiares, amigos etc. » Organizar o roteiro da entrevista, definindo as perguntas. Nesse caso, cada membro do grupo pode elaborar uma pergunta. » Solicitar que os grupos possam selecionar os papéis de cada componente do grupo (entrevistador, cinegrafista, redator, revisor, ilustrador/fotógrafo etc.). » Finalizadas as entrevistas, é possível propor que os demais alunos assistam à entrevista feita pelos colegas. Um educador pode participar como entrevistado de uma atividade. Caso o tema seja danças urbanas, por exemplo, pode-se entrevistar um especialista em Educação Física e/ou Arte. Em Língua Inglesa, pode-se propor atividades com foco no desenvolvimento da habilidade EF07LI02.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Selecionar o entrevistado, tendo em vista a escolha do fato noticiado, de modo a

Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, na medida em que seus escopos podem promover a discussão de temas relacionados aos ODS.

favorecer a pesquisa de dados e informações. » Planejar uma entrevista oral considerando o recorte temático, as especificidades do gênero, o contexto de produção/circulação e o suporte. » Manejar recursos tecnológicos, a fim de captar áudio e/ou vídeo adequados ao contexto de produção.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida por meio de um projeto que se inicia com um levantamento das questões que afetam a vida escolar ou a comunidade. A partir do reconhecimento dessas questões, pode-se propor um debate no qual argumenta-se sobre os temas selecionados pelos estudantes.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Pode-se solicitar que os estudantes pesquisem e elejam o gênero que melhor atende às demandas de comunicação. Por exemplo, os estudantes podem optar por uma carta aberta a um membro do legislativo caso identifiquem a necessidade da revitalização de um espaço público no bairro.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização, revisão e edição. » Gêneros de solicitação e reivindicação. » Condições de recepção e produção.

Recomenda-se que, partir do planejamento do texto, sejam levantados os critérios a serem considerados na produção, incluindo os discursivos (referentes ao gênero) e os notacionais (de uso da língua, como ortografia e repetição de palavras). Redigidos os textos, pode-se optar pela revisão em pares, para observar se os critérios foram cumpridos. Feitas as revisões e reescritas, pode-se editar o texto e considerar o melhor meio de publicá-lo (nas redes sociais, no jornal da escola, entregar à autoridade competente, entre outros).

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP22) Produzir, revisar e editar textos reivindicatórios ou propositivos sobre problemas que afetam a vida escolar ou da comunidade, justificando pontos de vista, reivindicações e detalhando propostas (justificativa, objetivos, ações previstas etc.), levando em conta seu contexto de produção e as características dos gêneros em questão.

A avaliação pode ser feita por meio de rubricas de observação das etapas de produção, pelo próprio texto ou ainda por uma autoavaliação que permita ao estudante observar quais procedimentos ele conseguiu desenvolver. A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências Humanas, com a problematização de temas que envolvam o desrespeito aos Direitos Humanos, em um projeto interdisciplinar. Esta habilidade relaciona-se com a Competência Geral 10, pois mobiliza o grupo de

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer e selecionar temas que afetam a vida escolar ou da comunidade. » Identificar o gênero adequado à demanda de comunicação (abaixo-assinado, petição, carta aberta, entre outros). » Planejar e produzir o texto. » Revisar o texto, considerando os aspectos notacionais e discursivos. » Editar e publicar o texto no suporte mais adequado à demanda de comunicação.

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estudantes a agir em prol do bem comum. Nesse sentido, relaciona-se também com o Projeto de Vida dos estudantes por tratar da busca pela melhoria do espaço escolar e da comunidade. As atividades propostas, bem como a sugestão de produção colaborativa, desenvolvem temas e estratégias para educação em Direitos Humanos e ao ODS 16. Além disso, considerando a natureza dos textos reivindicatórios, pode-se estabelecer uma relação com a meta 3 do ODS 10.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que esta habilidade seja desenvolvida a partir de uma demanda real de comunicação, por exemplo, a necessidade de se estabelecer regras de convivência no espaço escolar. Nesse sentido, os estudantes podem trabalhar coletivamente na produção de um único texto, visto que a habilidade prevê a contribuição para a escrita de um texto. Além disso, considerando as modalidades didáticas, a sugestão é que essa proposta seja vinculada a um projeto.

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(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para a construção do texto, há a possibilidade de usar um editor de textos de escrita colaborativa. Redigidos os textos, pode-se optar pela revisão coletiva. Depois da reescrita, pode-se editar o texto e considerar o melhor meio de publicá-lo (no jornal da escola, em um mural, entre outros).

» Textualização, revisão e edição. » Gêneros normativos. » Condições de recepção e produção.

A avaliação pode ser feita por meio de observação e registros da participação e do engajamento do estudante na construção do texto, bem como uma autoavaliação para que o estudante se perceba como protagonista do próprio processo de aprendizagem.

HABILIDADE

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Educação Física, propondo a escrita colaborativa de um texto que apresente as regras de convivência e comportamento na quadra e nos espaços de esportes coletivos.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP23) Contribuir com a escrita de textos normativos, quando houver esse tipo de demanda na escola – regimentos e estatutos de organizações da sociedade civil do âmbito da atuação das crianças e jovens (grêmio livre, clubes de leitura, associações culturais etc.) – e de regras e regulamentos nos vários âmbitos da escola – campeonatos, festivais, regras de convivência etc., levando em conta o contexto de produção e as características dos gêneros em questão.

Esta habilidade relaciona-se com a Competência Geral 10, pois mobiliza o grupo de estudantes a agir em prol do bem comum. Nesse sentido, relaciona-se também com o Projeto de Vida dos estudantes por tratar da busca pela melhoria do espaço escolar e da comunidade. As atividades propostas, bem como a sugestão de produção colaborativa, desenvolvem temas e estratégias para a educação em Direitos Humanos e “garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis”, como previsto pela meta 7 do ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar o gênero adequado à demanda de comunicação (regimentos e estatutos). » Planejar e produzir o texto. » Revisar o texto, considerando os aspectos notacionais e discursivos. » Editar e publicar o texto no suporte mais adequado à demanda de comunicação.

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MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de produção: planejamento de textos reivindicatórios ou propositivos.

MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

A habilidade pode ser ao mesmo tempo considerada complementar à EF69LP22, prevista para todo o segmento dos Anos Finais e essencial ao 6º e 7º ano, pois entende-se que é fundamental promover inicialmente o reconhecimento de problemas e questões que a afetam a si e a comunidade escolar. Propõe-se que sejam oferecidas maneiras de reconhecimento de questões, como entrevista com membros da comunidade, leitura de notícias e reportagens, entre outros. A partir do levantamento das questões, é interessante propor atividades por meio de projetos, situações-problema e leitura de normas e legislações. Por exemplo: caso se reconheça algum direito desrespeitado de um estudante, pode-se propor a leitura do Estatuto da Criança e do adolescente. Essa leitura pode ser feita utilizando as metodologias ativas, como a sala de aula invertida, leitura em quebra cabeça, em pares, entre outros. Ao reconhecer as normas que estão sendo desrespeitadas, desenvolve-se a possibilidade de elaborar um planejamento de ações. A habilidade pode ser desenvolvida integrada à área de Ciências Humanas, ao evidenciar as questões dos direitos e deveres dos cidadãos, organizando o levantamento de questões de maneira interdisciplinar.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP19) Realizar levantamento de questões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações, reclamações, solicitações que contemplem a comunidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações.

Nota-se a relação desta habilidade de planejar e levantar questões com a Competência Geral 9, que promove o exercício da empatia e do diálogo. As atividades propostas tratam do levantamento de possíveis desrespeito aos Direitos Humanos. Por essa razão, desenvolvê-las atua diretamente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, sobretudo nos que se referem à igualdade de gênero (ODS 5) a à desigualdade no país e entre países (ODS 10).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer os direitos e as necessidades da comunidade escolar e seus membros. » Reconhecer ferramentas de levantamento de questões. » Examinar normas e legislações. » Relacionar as normas e legislações às questões e problemas encontrados.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugerem-se atividades para que o estudante desenvolva o pensamento crítico e reconheça seus direitos e deveres, estabelecendo, assim, relações entre as questões que afetam a si e a comunidade e o Projeto de Vida.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

PRODUÇÃO DE TEXTOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Nota-se, nesta habilidade, uma progressão em relação à habilidade EF67LP19, pois há a sugestão da realização de enquetes e pesquisas de opinião, diferentemente do levantamento de questões. Por essa razão, sugere-se que os estudantes tenham acesso à estrutura desses gêneros de levantamento, de modo que possam estruturá-lo. Isso pode ser feito por meio da apresentação de vídeos que mostram situações reais de enquete, entre outras formas de construir repertório.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégia de produção: planejamento de textos reivindicatórios ou propositivos.

HABILIDADE

No que tange à questão da realização da pesquisa e sua documentação, sugere-se que sejam organizados grupos de trabalho. Depois da finalização dessa pesquisa, há a possibilidade de que cada grupo utilize formas diferentes de registro, como painéis, tabelas, gráficos, entre outros. Sugere-se que, a partir do levantamento das necessidades, sejam feitas atividades de análise de argumentos para embasar a proposta e de gêneros propositivos e reivindicativos. Nesse sentido, pode-se sequenciar o trabalho ao abordar esta habilidade juntamente com a habilidade EF69LP22, anteriormente explicitada.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP21) Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, problemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da comunidade, caracterizar demanda/necessidade, documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos, gêneros e mídias e, quando for o caso, selecionar informações e dados relevantes de fontes pertinentes diversas (sites, impressos, vídeos etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, que possam servir de contextualização e fundamentação de propostas, de forma a justificar a proposição de propostas, projetos culturais e ações de intervenção.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Como maneira de avaliar o processo, sugerem-se rubricas de observação do estudante, analisando aspectos conceituais e procedimentais, por exemplo, a utilização de argumentos e a organização da pesquisa, respectivamente. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Matemática, realizando um trabalho com as estatísticas levantadas pela pesquisa e com a construção de gráficos e tabelas. Também pode se integrar a Ciências Humanas, a fim de ler e analisar textos que contextualizem e fundamentem as propostas. Esta habilidade relaciona-se diretamente com a proposta do Projeto de Vida, pois contribui com a construção da cidadania, possibilitando o desenvolvimento de uma consciência crítica e promovendo a responsabilidade do estudante para com a comunidade que o cerca.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer problemas que afetam à comunidade. » Reconhecer a estrutura de enquetes e pesquisa de opinião. » Realizar enquetes e pesquisa de opinião sobre questões envolvendo a comunidade. » Documentar os dados obtidos por meio de diferentes gêneros. » Utilizar argumentos fundamentados para justificar as propostas.

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As atividades propostas tratam do levantamento de possíveis casos de desrespeito aos Direitos Humanos. Por essa razão, desenvolvê-las atua, diretamente, nos temas propostos pelos ODS, sobretudo os que se referem à igualdade de gênero (ODS 5) e à desigualdade no país e entre países (ODS 10).

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade prevê a análise de casos, reais ou simulações, considerando a legalidade e o direito. Desse modo, espera-se que o estudante seja capaz de compreender textos legais e normativos para que, então, possa elaborar argumentos sólidos que apoiem sua análise, nas diferentes situações da esfera da vida pública como (discussões coletivas e em grupos, debates etc.). Sugere-se, portanto, que os estudantes possam discutir diferentes temas contemporâneos. Como estratégia para desenvolver a autonomia, pode-se solicitar que eles decidam os temas, levando em consideração uma lista prévia preparada pelo educador.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Propõe-se, ainda, o planejamento de projetos que possam integrar o campo jornalístico-midiático e o campo da vida pública. Por exemplo, ao analisar uma campanha publicitária sobre racismo, pode-se recorrer ao código penal brasileiro, a fim de favorecer a competência leitora de textos normativos. Assim, o estudante se familiariza com o vocabulário técnico específico desses textos. Em outra etapa, sugere-se promover discussões coletivas sobre o assunto para que, então, o estudante possa defender seus argumentos.

» Discussão oral.

HABILIDADES (habilidades relacionadas a essa competência) (EF69LP24) Discutir casos, reais ou simulações, submetidos a juízo, que envolvam (supostos) desrespeitos a artigos, do ECA, do Código de Defesa do Consumidor, do Código Nacional de Trânsito, de regulamentações do mercado publicitário etc., como forma de criar familiaridade com textos legais – seu vocabulário, formas de organização, marcas de estilo etc. -, de maneira a facilitar a compreensão de leis, fortalecer a defesa de direitos, fomentar a escrita de textos normativos (se e quando isso for necessário) e possibilitar a compreensão do caráter interpretativo das leis e as várias perspectivas que podem estar em jogo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Propõe-se que as interações orais sejam vinculadas a projetos interdisciplinares, para que os estudantes possam ampliar o repertório. Na área de Ciências Humanas, por exemplo, caso a opção seja a atividade de análise de campanha publicitária sobre racismo e análise do código penal, pode-se ampliar o repertório do estudante sobre o processo de escravidão no Brasil. Em Ciências da Natureza, a habilidade pode contribuir para que os estudantes compreendam, efetivamente, as leis ambientais, por exemplo. Esta habilidade estabelece, ainda, relações com a Competência Geral 7, uma vez que prevê a argumentação a com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias. A habilidade pode contribuir para o debate de diferentes temas relacionados aos ODS. Por exemplo, o ODS 10, especialmente a meta 10.3, considera a legislação como uma ferramenta para inibir diferentes práticas discriminatórias.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar a forma de organização dos textos normativos e legais e a lógica de hierarquização de seus itens e subitens, tendo em vista o contexto de produção. » Analisar efeitos de sentido causados pelo uso de vocabulário técnico; do imperativo; de palavras e expressões que indicam circunstâncias, como advérbios e locuções adverbiais; e de palavras que indicam generalidade. » Analisar o caráter coercitivo e generalista das leis e de outras formas de regulamentação. » Fazer uso consciente e reflexivo de regras e normas da norma-padrão em situações de fala e escrita nas quais ela deve ser usada.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Discussão oral.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP25) Posicionar-se de forma consistente e sustentada em uma discussão, assembleia, reuniões de colegiados da escola, de agremiações e outras situações de apresentação de propostas e defesas de opiniões, respeitando as opiniões contrárias e propostas alternativas e fundamentando seus posicionamentos, no tempo de fala previsto, valendo-se de sínteses e propostas claras e justificadas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade pressupõe a participação do estudante em diferentes contextos de discussões orais, assembleias, agremiações etc. Nesse sentido, é possível também, sensibilizá-lo a perceber a importância da relação com o outro para seu desenvolvimento pessoal e da convivência social para a construção de projetos individuais e coletivos para que, desse modo, possa desenvolver uma postura ética, que lhe permita valorizar a diversidade como oportunidade de crescimento. Assim, são delineadas e projetadas diferentes possibilidades para seu futuro (“Para onde vou”). Considerando essa perspectiva, recomenda-se planejar diferentes situações didáticas que promovem a atuação do estudante na vida pública. Por exemplo, a apresentação de suas ideias sobre um tema pré-estabelecido e também propostas de intervenção para um possível problema ou melhoria em algo que lhe chame a atenção, na escola, na cidade, na comunidade em que vivem etc. Essas apresentações deverão acontecer em conformidade com as características dos gêneros orais, considerando os seus elementos composicionais (organização da fala, adequação vocabular ao interlocutor etc.). A escolha de um interlocutor, como o diretor da instituição escolar, o coordenador pedagógico e/ou um representante da comunidade, é importante para legitimar a função social da apresentação. Propõe-se o planejamento de discussões, assembleias, colegiados etc. que possam contar com a participação de todos os componentes curriculares, uma vez que, nesse contexto, serão discutidos temas de relevância social, bem como questões envolvendo a comunidade escolar, ao bairro, a cidade e o mundo Esta habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 7, que visa à defesa de ideias e argumentos, bem como à Competência Geral 9, visto que pressupõe o exercício da empatia, a resolução de conflitos e a cooperação.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Utilizar argumentos consistentes em discussões orais. » Desenvolver o respeito às opiniões contrárias e propostas alternativas. » Tomar nota em discussões, debates, palestras, apresentações de propostas e

A habilidade dialoga com o ODS 16, meta 7, no que se refere à participação do estudante em diferentes instâncias da vida. Assim, é promovida a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em diferentes situações.

reuniões, como forma de documentar o evento e apoiar a própria fala.

» Fazer uso consciente e reflexivo de regras e normas da norma-padrão em situações de fala e escrita nas quais ela deve ser usada.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade de tomar notas é essencial para desenvolver procedimentos que propiciam ao estudante ferramentas para se posicionar no contexto escolar e no mundo do trabalho. Nesse sentido, sugere-se desenvolver atividades cujo objetivo central é tomar nota nas situações de interação oral propostas pela habilidade, como “discussões, debates, palestras, apresentação de propostas, reuniões”, apoiando-se nas habilidades de leitura desses textos.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Registro

O estudante pode, então, a partir desses registros feitos espontaneamente, propor sua análise com base em situações-problemas, evidenciando os recursos envolvidos na tomada de nota, como os gêneros que apoiam esse procedimento e o uso de recursos multissemióticos, como símbolos e cores. Pode-se desenvolver a habilidade integrada ao componente de Ciências Humanas, solicitando a tomada de notas de discussões que apoiem propostas dos diferentes componentes curriculares.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP26) Tomar nota em discussões, debates, palestras, apresentação de propostas, reuniões, como forma de documentar o evento e apoiar a própria fala (que pode se dar no momento do evento ou posteriormente, quando, por exemplo, for necessária a retomada dos assuntos tratados em outros contextos públicos, como diante dos representados).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a ideia central das discussões, debates, palestras, apresentações de propostas e reuniões. » Reconhecer argumentos, dados e fatos relevantes para o assunto tratado. » Reconhecer e utilizar ferramentas de tomada de nota adequadas ao contexto (estrutura de tópicos, esquema, gráfico, mapa conceitual, incluindo recursos multissemióticos, como símbolos e cores).

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A habilidade contribui para o desenvolvimento da Competência Geral 2, uma vez que, por meio do desenvolvimento de procedimentos, o estudante possa “recorrer a abordagem própria das ciências [...] para formular e resolver problemas”. Também contribui para a Competência Geral 7, uma vez que a tomada de notas envolve a necessidade de documentar interações orais para apoiar a argumentação. Além disso, desenvolve procedimentos para o estudante atuar também no mundo do trabalho (“Para onde vou”). O desenvolvimento de procedimentos de tomada de nota para desenvolver a argumentação provê ferramentas para uma educação em Direitos Humanos e também relaciona-se à meta 4.4 do ODS 4, que visa a “aumentar substancialmente o número de jovens e adultos que tenham habilidades relevantes, inclusive competências técnicas e profissionais, para emprego, trabalho decente e empreendedorismo”.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Escuta. » Aprendizagem do sentido geral dos textos. » Análise de movimentos argumentativos. » Apreciação e réplica. » Produção/proposta.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Para o desenvolvimento desta habilidade, propõe-se que ela seja integrada a um projeto interdisciplinar que envolva a comunidade escolar, a partir da identificação de um problema ou necessidade que seja levantado coletivamente. A partir desse levantamento, sugere-se que sejam propostas atividades de leitura de textos escritos, orais e multissemióticos que ajudem o estudante a reconhecer seu posicionamento e a levantar dados para embasar seus argumentos. Por meio de um debate, pode-se contrapor os diferentes posicionamentos. Nesse sentido, é interessante levar em conta os conteúdos procedimentais (como construir argumentos, fazer escolhas lexicais e de estrutura) e também os atitudinais (como escutar o outro com empatia e posicionar-se de forma respeitosa), o que pode ser feito com a mediação do professor/tutor. A avaliação das aprendizagens pode envolver as três dimensões (conceituais, procedimentais e atitudinais) por meio da autoavaliação das atitudes e reconhecimento de procedimentos, bem como por meio de rubricas de observação. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, de modo que as duas línguas tratem conjuntamente dos procedimentos que envolvem um debate. Em Ciências Humanas, a integração pode se dar por meio de temáticas que envolvam a comunidade e o contexto escolar.

(EF89LP22) Compreender e comparar as diferentes posições e interesses em jogo em uma discussão ou apresentação de propostas, avaliando a validade e força dos argumentos e as consequências do que está sendo proposto e, quando for o caso, formular e negociar propostas de diferentes naturezas relativas a interesses coletivos envolvendo a escola ou comunidade escolar.

Observa-se, assim, que a habilidade dialoga com as Competências Gerais 7 e 9, uma vez que, além de propiciar ferramentas para construir a capacidade de argumentar, também prevê o exercício da empatia e do diálogo. Portanto, observa-se que o desenvolvimento desta habilidade, voltada para o diálogo e empatia, relaciona-se com o ODS 16 e uma educação em Direitos Humanos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer, em uma discussão ou debate, o posicionamento de si e do outro. » Analisar os movimentos argumentativos utilizados (sustentação, refutação e negociação), avaliando a força dos argumentos utilizados. » Posicionar-se diante da argumentação do outro.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

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LINGUAGENS ARTE

Diante de uma experiência vivenciada ou presenciada, é aconselhável que o estudante seja colocado em situação de debate guiado, a fim de que ele reflita sobre alguns aspectos como: Quais são os corpos que dançam? Os corpos correspondem a algum tipo de padrão socialmente estabelecido? Como o corpo dançado difere do corpo cotidiano no que diz respeito à imagem social que ele apresenta? Como os diferentes estilos de dança revelam os modos de aceitação, resistência e provocação dos padrões de beleza? Soma-se ao item anterior a possibilidade de a proposta da discussão também contemplar o fato da manifestação artística em dança se dar dentro do contexto escolar. Neste sentido, pode-se discutir o papel da escola no questionamento dos estereótipos corporais. Há também a possibilidade de discutir como a escola pode desmistificar o corpo e ajudar a quebrar os tabus a ele relacionados.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Dança. » Processos de criação.

Sugere-se que a discussão proposta na habilidade seja registrada em formato de texto, gráfico, foto ou vídeo, para que possa se somar a novas discussões futuras, de maneira a criar uma cultura de registro e memórias da crítica de arte. Esta habilidade poderá ser desenvolvida em conjunto com os componentes de Ciências Humanas, sobretudo por versar sobre temas caros a essa área, como padrões, preconceitos e tabus.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR15) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando estereótipos e preconceitos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Experimentar vivências em dança, de maneira individual e/ou coletiva. » Conhecer manifestações artísticas ligadas à dança. » Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis em manifestações artísticas ligadas à dança.

A habilidade também desenvolve o autoconhecimento e autocuidado, em diálogo com a Competência Geral 8. Além disso, se relaciona com a Competência Geral 3, no que diz respeito à participação na arte. A habilidade pressupõe debate, reflexão e crítica das formas de preconceito, padronização corporal e desrespeito às diferenças. Poderá ser facilmente ligada à projetos educativos em que se pretenda desmistificar a questão da imagem corporal perfeita, facilitando, assim, processos de aceitação e autoafirmação da identidade. Colocar os estudantes à frente de processos de produção artística pode significar abrir espaço privilegiado para o desenvolvimento do protagonismo juvenil, impactando seus Projetos de Vida. A experimentação intencional e orientada também pode engajar os estudantes e acelerar aprendizagens.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se o contato do estudante com manifestações artísticas ligadas à dança, seja como produtor, seja como fruidor (preferencialmente a primeira opção).

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Práticas corporais de aventura urbanas: Skate, Slackline, Parkour, BMX, Buildering, entre outras.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF21) Identificar a origem das práticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá-las, reconhecendo as características (instrumentos, equipamentos de segurança, indumentária, organização) e seus tipos de práticas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar as práticas corporais de aventura presentes em sua comunidade e/ou região. » Conhecer a origem e as transformações (ao longo do tempo) das características das práticas corporais de aventura selecionadas. » Relacionar a presença ou ausência das práticas corporais de aventura selecionadas com as características físicas, culturais e sociais da sua comunidade. » Executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público (ODS 11). » Utilizar alternativas para a prática segura em diversos espaços.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se desenvolver esta habilidade através da investigação e compartilhamento entre os saberes dos estudantes e professores para desmistificar, contextualizar e ressignificar algumas práticas, entendendo-se preconceitos e os lugares socioculturais que ocupam para a sociedade. Para isso, pode-se utilizar as pesquisas e os registros (fílmicos, fotográficos, escritos etc.) das formas de recriação das práticas como instrumentos de acompanhamento do aprendizado. A elaboração de ações dentro ou fora do contexto escolar também dão indicativos dos aprendizados do estudante. Recomenda-se pesquisar sobre a origem das práticas de aventura urbana e, caso a escola esteja em local não urbanizado, práticas de aventura na natureza, para apresentarem diferenças e semelhanças, como esse conhecimento sobre práticas de aventura é transmitido e os sentidos que têm ou foram tendo ao longo do tempo. Pode-se partir de vídeos, artigos etc. para recriar as práticas de aventura nos espaços da comunidade. É possível adaptar algumas práticas para a escola. Por exemplo, utilizar muros, cercas etc. pode auxiliar o estudante a ter um contato inicial com o Parkour. De acordo com o contexto de cada escola, as práticas podem ser selecionadas para que o grupo aprofunde a experiência a ponto de se apropriar dessa prática (EF67EF18 e Competência 2 de Linguagens). Porém, independentemente disso, para desenvolver esta habilidade, a experimentação já é suficiente para alcançar os objetivos de aprendizagem. Trabalhe esse tema interagindo com outros componentes. Práticas corporais de aventura urbanas são manifestações corporais de ocupação do espaço urbano e, por isso, dependem de aspectos geográficos, têm nomenclaturas socialmente conhecidas em inglês e têm relação com manifestações como grafite e pichação. Sugere-se envolver a questão de gênero (ODS 5), pois algumas práticas mencionadas apresentam essa questão. Por exemplo, a premiação desigual entre gêneros em competições de skate.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

ESPORTES

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

» Propor formas de realização de diferentes esportes no próprio tempo livre, dentro do contexto escolar ou fora dele, a partir da análise e experimentação dos esportes selecionados.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Sugere-se desenvolver esta habilidade junto à EF67EF07, por se complementarem. O estudante pode aprender a adaptar esportes. Por exemplo: em um salto em distância, fazer marcações de giz no chão para a medição ou usar cones como pinos de boliche.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Esportes de marca: patinação de velocidade, todas as provas do atletismo, remo, ciclismo, levantamento de peso etc. » Esportes de precisão: bocha, curling, golfe, tiro com arco, tiro esportivo etc. » Esportes de invasão: basquetebol, frisbee, futebol, futsal, futebol americano, handebol, hóquei sobre grama, polo aquático, rúgbi etc. » Esportes técnico-combinatórios: ginástica artística, ginástica rítmica, nado sincronizado, patinação artística, saltos ornamentais etc. » Esportes de rede/parede: voleibol, vôlei de praia, tênis de campo, tênis de mesa, badminton e peteca/pelota basca, raquetebol, squash etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF06) Verificar locais disponíveis na comunidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na escola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

É possível, também, fazer eventos esportivos temáticos na escola, tanto com caráter profissional quanto de lazer. Tal estratégia é uma maneira de acompanhar o aprendizado do estudante, interagindo com outras habilidades (EF67EF03, EF89EF01) e utilizando outras competências (Competência 3 de Linguagens). É importante que o registro de cada etapa seja feito pelo estudante, pois pesquisas apresentadas e registros das formas de adaptação são instrumentos de acompanhamento do aprendizado. A elaboração de projetos individuais ou coletivos de esportes no tempo de lazer (na escola ou fora dela) dá indicativos dos aprendizados que o estudante apresenta, pois envolve o entendimento da organização e do funcionamento em termos de regras, espaços e habilidades da prática em questão. Pode-se observar um trabalho integrado com habilidades dos componentes de História e Geografia, ao tratarem de conceitos relativos ao trabalho, lazer, espaço e cidadania. Por exemplo: destacar a possibilidade de intervenção coletiva ou individual na comunidade e as relações estabelecidas entre os conceitos de tempo livre e trabalho dentro dos conteúdos utilizados, podendo embasar as escolhas de Projeto de Vida do estudante. Trabalhar esse objeto de conhecimento de forma integrada com outros componentes evidencia que o debate de "tempo livre e trabalho" não é restrito ao universo esportivo. Planejar um percurso formativo conjunto entre os objetivos desta habilidade e a questão de gênero (ODS 5) e de inclusão e não discriminação (ODS 16) é uma sugestão, pois, em relação aos esportes, as habilidades tendem a ser um crivo discriminatório, e a identificação preconcebida de alguns esportes com determinado gênero ou biotipo ocorre e pode ser debatida.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar quais esportes são praticados na comunidade e/ou região e como são organizados em sua realização.

» Relacionar a presença e/ou ausência dos esportes com as características físicas, culturais e sociais da sua comunidade e/ou região.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

» Experimentar esportes não disponíveis na comunidade, a partir da seleção e pesquisa por parte do grupo de estudantes.

ESPORTES SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Esportes de marca: patinação de velocidade, todas as provas do atletismo, remo, ciclismo, levantamento de peso etc. » Esportes de precisão: bocha, curling, golfe, tiro com arco, tiro esportivo etc. » Esportes de invasão: basquetebol, frisbee, futebol, futsal, futebol americano, handebol, hóquei sobre grama, polo aquático, rúgbi etc. » Esportes técnico-combinatórios: ginástica artística, ginástica rítmica, nado sincronizado, patinação artística, saltos ornamentais etc. » Esportes de rede/parede: voleibol, vôlei de praia, tênis de campo, tênis de mesa, badminton e peteca/pelota basca, raquetebol, squash etc. » Esportes de campo e taco: beisebol, críquete, softbol etc.

HABILIDADES (habilidades relacionadas a essa competência) (EF67EF07) Propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Analisar as transformações na organização e na prática dos esportes em suas diferentes manifestações (profissional e comunitário/lazer).

» Identificar quais esportes são praticados na comunidade e como são organizados

Com o grupo, pode-se levantar quais esportes existem em suas comunidades, trazendo algumas práticas para a escola e adaptando-as. Por exemplo: usar sacos com areia para levantamento de peso ou cordas para delimitar a altura de uma rede. Nesse sentido, uma ou mais práticas podem ser selecionadas para aprofundar a experiência a ponto de se apropriar dessa prática (EF67EF03). Independentemente do aprofundamento de uma prática, para desenvolver esta habilidade, a experimentação já é suficiente para alcançar os objetivos. Vale, ainda, desenvolver esta habilidade através de investigação e compartilhamento dos saberes dos estudantes e docentes, para desmistificar e ressignificar as práticas, entendendo possíveis preconceitos e os lugares socioculturais que elas ocupam para o estudante. Nesse caso, é importante, registrar cada etapa feita pelo estudante. Pesquisas apresentadas e registros das formas de adaptação são instrumentos de acompanhamento do aprendizado. É possível planejar o trabalho a partir da EF67EF06, pois compreender como os esportes se transformaram e como são classificados por diferentes critérios dá embasamento para o estudante analisar a presença de um esporte e a forma como é organizado na comunidade. Sugere-se destacar, ainda, a relação entre a proposição de alternativas para a realização dos esportes e os temas levantados com esta habilidade, como organização coletiva, inclusão, lazer, tempo livre, trabalho e transformação do espaço. Além disso, na integração com os componentes de História e Geografia, é possível tratar de conceitos relativos ao trabalho, lazer, espaço e cidadania. Planejar um percurso formativo conjunto entre os objetivos desta habilidade e a questão de gênero (ODS 5) e de inclusão e não discriminação (ODS 16) é uma recomendação, pois, em relação aos esportes, principalmente àqueles mais divulgados socialmente, as habilidades tendem a ser um crivo discriminatório. A identificação preconcebida de alguns esportes com determinado gênero ou biotipo ocorre e pode ser debatida. Inclusive, um evento organizado pelo estudante pode contribuir para que tais questões permeiem seu desenvolvimento, tornando-se mais um instrumento para acompanhar o aprendizado.

para sua realização.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Danças de salão: forró, samba-rock, valsa etc.

HABILIDADE

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se levantar, no grupo, quais danças de salão existem em suas comunidades. É possível planejar aulas de danças de salão com participação da comunidade escolar. Pode-se, também, utilizar vídeos didáticos. Experimentar danças de salão (EF89EF12) ajuda o estudante identificar as dificuldades e facilidades da dança que podem contribuir para os estereótipos e preconceitos se estabelecerem. É possível planejar situações alternativas para a prática de algumas danças de salão, a partir de músicas e ritmos de preferência do estudante, como estratégia para ajudar que ele se envolva nas funções que cada componente exerce na dança de par. Sugere-se também levantar com o estudante quais estereótipos e preconceitos transmitidos midiaticamente fazem parte da comunidade e da sociedade a que pertence. Analisar estereótipos e preconceitos relacionados à dança de salão a partir da EF89EF15 é uma recomendação, pois permitirá ao estudante conhecer diferentes danças de salão e contextualizar os sentidos dados a essas práticas corporais ao longo do tempo. É possível planejar aulas, a partir do debate sobre estereótipos e preconceitos.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF14) Discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua superação.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Atividades que reproduzem a cultura de um grupo social podem ser uma estratégia, por serem a simulação de uma prática cultural, deslocando o estudante da dança em si e colocando-o como ator. Nesse sentido, a partir da representação artística e cultural, esta habilidade pode trazer relações com os componentes de Arte e História. Outra forma de integração é discutir conjuntamente com Língua Inglesa e Portuguesa estereótipos e preconceitos presentes nas diferentes expressões comunicativas. Seminários, apresentações artísticas e outros suportes comunicativos podem ser usados para acompanhar o aprendizado do estudante.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar danças de salão presentes na comunidade ou região a que pertence, bem como as músicas e ritmos relacionados a elas e em quais contextos são realizadas. » Relacionar as transformações históricas das danças de salão com estereótipos e preconceitos em relação a essa prática corporal. » Relacionar a função que cada componente do par exerce nas diferentes danças de salão com os papéis original e socialmente estabelecidos para homem e mulher. » Comparar estereótipos estabelecidos para homens e mulheres em diferentes contextos sociais com os estabelecidos nas danças de salão. » Propor formas alternativas para: a participação em danças de salão, considerando diferentes músicas, ritmos, técnicas e as preferências musicais do grupo de estudantes; e a superação do preconceito e estereótipo relacionado às danças de salão.

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Sugere-se envolver as questões dos Direitos Humanos (ODS 5), pelo fato de a habilidade tratar de estereótipos e preconceitos em uma manifestação cultural. O conceito de dança de salão tem as temáticas sobre patrimônio cultural, gênero e representação social, pois traz à tona os contextos sociais e culturais nas quais se originaram e ganharam notoriedade.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

LUTAS

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se levantar as lutas existentes na comunidade e comparar com o que a mídia traz, considerando aspectos históricos e as características das lutas em si. Essa comparação ajuda a deslocar o preconceito e o estereótipo nas lutas para um contexto distante, analisando-os de forma impessoal.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA É possível planejar a prática das lutas com a participação da comunidade escolar. Pode-se, também, utilizar vídeos didáticos. Experimentar lutas e seus elementos constitutivos ajuda o estudante a identificar dificuldades e facilidades das lutas que podem contribuir para os estereótipos e preconceitos se estabelecerem.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Fazer um levantamento com os estudante quais estereótipos e preconceitos existem socialmente sobre as lutas brasileiras é uma sugestão.

» Lutas do Brasil: Capoeira, Huka-Huka, luta Marajoara etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF17) Problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito.

Partindo do debate sobre estereótipos e preconceitos, recomenda-se trabalhar com lutas em que o estudante consiga se envolver e desenvolver uma competência relacionada à prática. Por exemplo: criar rodas de Capoeira sem berimbau ou apenas demonstrações de golpes sem usar a roda. Elementos da cultura de origem e da história da luta no Brasil apareceriam para elucidar as razões das ações das apresentações e dos sentidos culturais que têm. Pode-se analisar estereótipos e preconceitos relacionados às lutas a partir da EF67EF14. É possível planejar as propostas de forma integrada com a EF89EF14, pois ambas são desenvolvidas a partir da problematização de estereótipos e preconceitos, buscando-se formas de superar tais problemas para a prática em questão.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar as características (códigos, rituais, elementos técnico-táticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil, assim como as transformações pelas quais vêm passando. » Comparar os tipos de lutas presentes na comunidade ou região e os contextos em que são realizados com lutas que têm destaque midiático. » Relacionar as características das lutas e as transformações históricas das lutas no Brasil com estereótipos e preconceitos em relação a essa prática corporal. » Propor formas alternativas para a prática de lutas, superando o preconceito e estereótipo relacionado a elas. » Estabelecer os conceitos de solidariedade, equidade, justiça e respeito, aplicando-os nas propostas de superação de preconceitos e estereótipos relacionados às lutas.

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Associadas aos conhecimentos aprendidos, as habilidades contribuem para o estudante pensar um Projeto de Vida, já que a superação dessas questões com justiça e ética ajuda a formar uma base de princípios e argumentos que o posicionam perante escolhas que têm na vida. Sugere-se trabalhar estereótipos e preconceitos presentes nas diferentes expressões comunicativas com outros componentes de Linguagens. Recomenda-se envolver, no desenvolvimento desta habilidade, as questões dos Direitos Humanos (ODS 5), pelo fato de esta habilidade tratar de estereótipos e preconceitos nas lutas brasileiras.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

É possível planejar atividades para desenvolver esta habilidade a partir de situações-problemas. Nesse caso, pode-se apresentar vídeos que retratem mal-entendidos em relação ao uso da língua. Ao apresentar vídeos que problematizem a situação, é possível analisar outras semioses, como expressões e gestos. Assim, traz-se uma questão importante para a BNCC (2018), que é o trabalho com a análise de textos multissemióticos.

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Feito o levantamento de situações, os estudantes podem fazer uma síntese de questões mais comuns que levam ao não entendimento, como pronúncia, desconhecimento de determinado item lexical, expressões ou gestos, entre outros. Pode-se, nesse momento, apresentar fóruns online que tratam de questões linguísticas.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

A partir da problematização, sugere-se que os estudantes pesquisem expressões para negociar sentidos e esclarecer sentidos de forma respeitosa.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Negociação de sentidos (mal-entendidos no uso da língua inglesa e conflito de opiniões). » Expressões para esclarecer informações.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI01) Fazer uso da língua inglesa para resolver mal-entendidos, emitir opiniões e esclarecer informações por meio de paráfrases ou justificativas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

A avaliação das aprendizagens pode ser avaliada por meio do role play: os estudantes, em duplas, podem receber uma situação-problema para resolver oralmente. Esta habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, com habilidades do campo de atuação de práticas de estudo e pesquisa para pesquisar e registrar as descobertas dessa pesquisa. Em Ciências Humanas, pode-se problematizar a questão das diferenças culturais que levam ao não entendimento. Essa proposta articula-se com a habilidade EF08LI20, já explicitada anteriormente. O foco aqui, contudo é desenvolver o uso da linguagem para resolver conflitos. Recomenda-se que os estudantes leiam e produzam notícias com base em temas que envolvam a negociação de sentidos, como xenofobia e racismo. Desse modo, serão estimulados a refletir sobre os Direitos Humanos e como promover o entendimento entre as pessoas, como proposto pelo ODS 16.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer razões que levam a mal-entendidos ao utilizar uma língua estrangeira. » Explorar o uso de recursos linguísticos (frases incompletas, hesitações, entre outros) e paralinguísticos (gestos, expressões faciais, entre outros) em situações de interação oral. » Utilizar expressões para esclarecer informações.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ORALIDADE E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Funções e usos da língua inglesa: persuasão. » Condições de produção do gênero Debate.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI01) Fazer uso da língua inglesa para expor pontos de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o contexto e os recursos linguísticos voltados para a eficácia da comunicação.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o gênero Debate, sua função social e condições de produção. » Analisar um tema polêmico: levantar argumentos e contra-argumentos. » Utilizar conectores indicadores de adição, condição, oposição, contraste, conclusão e síntese. » Empregar as formas verbais em orações condicionais dos tipos 1 e 2 (If clauses). » Empregar os verbos should, must, have to, may e might para indicar recomendação, necessidade ou obrigação e probabilidade.

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Sugere-se, para a elaboração de um debate, que sejam levantados temas relevantes para os estudantes. Isso pode ser feito por meio de pesquisas, de projetos interdisciplinares ou de necessidades percebidas pelo grupo. A partir do levantamento coletivo da situação-problema, sugere-se que os estudantes assistam a vídeos de debates, para entender como ele se organiza. Nesse sentido, a proposta pode ser desenvolvida juntamente com o componente de Língua Portuguesa, garantindo que os procedimentos sejam construídos conjuntamente. A atividade de um debate pode ser feita com todo o grupo de estudantes de modo que cada um tenha um papel: um grupo é responsável pela construção de argumentos a favor de um tema, outro pelos argumentos contra. O professor, nesse contexto, é responsável por mediar o debate, marcando o tempo para a exposição e réplica de cada um dos grupos. Conforme os argumentos estão sendo construídos, de modo contextualizado, é interessante que os conteúdos do eixo Conhecimentos Linguísticos sejam apresentados e mobilizados. Dessa forma, pode-se trabalhar o uso de conectivos, o uso de condicionais e os verbos modais. Por essa razão, um dos critérios desse debate pode ser justamente esses conteúdos. Além dos conteúdos conceituais e procedimentais, pode-se problematizar a questão atitudinal de um debate: o respeito à fala do outro e às ideias contrárias às suas. O processo pode ser avaliado desde o planejamento, observando a interação entre os estudantes, até o debate propriamente dito, avaliando a construção dos argumentos, por exemplo, a maneira como estão estruturados linguisticamente. Esta habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, com habilidades do campo de atuação na vida pública, para realizar o levantamento de questões-problema. Em Ciências Humanas, os temas podem ser trazidos de modo a desenvolver repertório para a argumentação dos estudantes. Essas atividades articulam-se com as Competências Gerais 4 e 9, pois tratam da utilização da linguagem e do desenvolvimento do diálogo para a resolução de conflitos. Os temas que podem ser desenvolvidos em um projeto interdisciplinar podem levar a uma educação para as relações étnicos-raciais (como a questão das cotas) ou ainda para uma educação em Direitos Humanos (como a redução da maioridade penal).

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

ESCRITA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

Esta habilidade pressupõe “temas de interesse coletivo local ou global, que revelem posicionamento crítico”, por isso, sugere-se que ela possa ser desenvolvida de maneira interdisciplinar. A partir da identificação do tema, é preciso escolher o gênero mais adequado ao objetivo. Por exemplo, caso haja a necessidade de conscientização da comunidade escolar, pode-se propor a construção de uma campanha publicitária que faça uso de vários gêneros, como anúncio, vídeos, animações, entre outros. Tal proposta permite que o estudante escolha o gênero que deseja produzir, a partir de algumas possibilidades oferecidas pelo professor. Promove-se, assim, o processo de escolha, que será fundamental para que ele chegue ao Ensino Médio com mais autonomia. Nesse caso, os estudantes podem ser agrupados por gêneros de interesse.

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(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Na produção é preciso considerar a estrutura, os recursos linguísticos e semióticos mais adequados e qual ferramenta pode ser usada. Por exemplo, no caso de um vídeo, é preciso considerar o formato, as linguagens que o comporão e qual ferramenta de edição será usada.

» Produção de textos escritos, com mediação do professor/colegas. » Condições de produção, recepção e circulação. » Apreciação e réplica.

Sugere-se que os critérios para a produção sejam explicitados no planejamento, para que sejam considerados também na avaliação. Além de avaliar os textos produzidos, pode-se pedir que os estudantes compartilhem suas produções com o grupo.

HABILIDADE

A habilidade pode ser desenvolvida integrada à Língua Portuguesa, articulando os textos produzidos às habilidades do campo jornalístico-midiático. Em Ciências Humanas e

OBJETOS DO CONHECIMENTO

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de discussão on-line, fotorreportagens, campanhas publicitárias, memes, entre outros) sobre temas de interesse coletivo local ou global, que revelem posicionamento crítico.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer características do gênero, sua função social e condições de produção. » Planejar a produção textual. » Relacionar linguagem verbal e não verbal em textos multissemióticos. » Produzir um texto considerando as características do gênero e as estruturas

da Natureza, os temas podem ser trazidos de modo a desenvolver repertório para a produção dos estudantes. As atividades articulam-se à Competência Geral 4, pois tratam da utilização da linguagem. Além disso, nota-se como esta habilidade promove a questão da criticidade e a questão do Projeto de Vida do estudante, uma vez que pressupõe a ética e o respeito necessários para o exercício da cidadania. Os temas, desenvolvidos em um projeto interdisciplinar, relacionam-se diretamente aos ODS, uma vez que podem tratar de temas alinhados aos ODS da Agenda, como a questão do Planeta ( em textos com foco no meio ambiente), da Paz (em temáticas que tratem do respeito às pessoas), entre outros.

linguísticas necessárias, posicionando-se criticamente. » Compartilhar, com os colegas, a leitura dos textos escritos pelo grupo, valorizando os diferentes pontos de vista defendidos.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 4

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Para o desenvolvimento desta habilidade, sugere-se que ela esteja integrada ao componente de História para que haja uma contextualização e análise do processo de colonização nas Américas, África, Ásia e Oceania e sua relação com a expansão da língua inglesa. Isso pode ser feito por meio de leituras de textos escritos e multissemióticos, como vídeos e documentários. Além disso, pode-se propor o planejamento do debate de maneira integrada com o componente de Língua Portuguesa, para que se reconheça a função social do debate, sua organização e os papéis dos participantes. No planejamento do debate, pode-se apresentar as estruturas linguísticas necessárias para a construção de argumentos em inglês, como as condicionais, os conectivos, entre outros. Ao observar o debate, é interessante perceber se o estudante, além de fazer uso da língua inglesa, consegue ouvir o outro e posicionar-se com respeito e empatia.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

A avaliação pode ser feita de maneira processual, observando registros e por meio de rubricas de observação dos conteúdos procedimentais e atitudinais.

» Expansão da língua inglesa: contexto histórico. » Escuta. » Aprendizagem do sentido geral dos textos. » Apreciação e réplica. » Produção/proposta.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Portuguesa, nas questões do gênero debate e na análise dos países lusofalantes e sua relação com a colonização, comparando o uso das línguas e sua expansão aos seus diferentes contextos. Em Ciências Humanas, sugere-se tratar da temática da colonização de maneira a fornecer dados e informações para o debate.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Dessa maneira, nota-se que a habilidade permite o desenvolvimento da Competência Geral 7, que tem como foco a argumentação, e da 9, que visa ao exercício da empatia e ao respeito ao outro.

(EF09LI17) Debater sobre a expansão da língua inglesa pelo mundo, em função do processo de colonização nas Américas, África, Ásia e Oceania.

Por meio da temática, pode-se observar também como o estudante se percebe dentro de um contexto (“Onde estou”) e, por meio dos procedimentos que objetivam a argumentação em Língua Inglesa, pode-se definir metas pessoais (“Para onde vou”).

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Assim, os desdobramentos da habilidade podem se relacionar aos ODS 10 e 16, respectivamente, pois o primeiro refere-se à diminuição das desigualdades, o que pode ser alcançado com o uso de uma segunda língua, e o segundo promove um entendimento de questões culturais, favorecendo a empatia e ajudando a promover uma cultura de paz.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer o processo de colonização nas Américas, África, Ásia e Oceania. » Relacionar o processo de colonização à expansão da língua inglesa. » Reconhecer a função social e organização de um debate e os papéis dos participantes. » Utilizar argumentos e contra-argumentos em língua inglesa.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP45) Posicionar-se criticamente em relação a textos pertencentes a gêneros como quarta-capa, programa (de teatro, dança, e exposição etc.), sinopse, resenha crítica, comentário em blog/vlog cultural etc. para selecionar obras literárias e outras manifestações artísticas (cinema, teatro, exposições, espetáculos, CD´s, DVD´s etc.), diferenciando as sequências descritivas e avaliativas e reconhecendo-os como gêneros que apoiam a escolha do livro ou produção cultural e consultando-os no momento de fazer escolhas, quando for o caso.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugerem-se, para o desenvolvimento desta habilidade, atividades de leitura, análise e discussão oral dos gêneros mencionados, a fim de que o estudante possa refletir e formular argumentos críticos e consistentes em relação às opiniões apresentadas nos textos lidos para que, então, sejam capazes de selecionar obras literárias e outras manifestações artísticas de modo mais consciente e crítico. Nesse sentido, esta habilidade está diretamente ligada à tomada de decisão, colocando o estudante do centro da aprendizagem. Assim, ela favorece a reflexão sobre “Quem sou eu?”, “Onde estou”, “Para onde vou” e “Qual é o meu lugar no mundo”. Recomenda-se, ainda, a elaboração de modalidades didáticas que possibilitem ao estudante ler/analisar/discutir/deliberar para que possa fazer escolhas pessoais e coletivas, fundamentadas em argumentos conscientes. Como possibilidade de atividade, propõe-se: (1) apresentação do trailer oficial de um filme que trate de temáticas relacionadas ao respeito às questões étnico-raciais, à igualdade de gênero e ao compromisso com o meio ambiente, entre outras; (2) levantamento de hipóteses para ativar o conhecimento prévio do estudante sobre o filme; e (3) apresentação de um trailer honesto baseado no filme em questão e, ainda, discussão coletiva para estabelecer relações de aproximação e/ou contraste entre o trailer oficial e o trailer honesto e, por fim, a leitura e discussão de uma resenha crítica sobre o filme, comparando-a aos textos analisados. Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

» Em Língua Inglesa, é possível ler resenhas, sinopses, comentários em blogs

etc. em inglês, a fim de comparar a circulação de informações e opiniões sobre obras literárias e outras manifestações artísticas em diferentes contextos. » Em Arte, é possível promover a experiência com programas de dança, teatro, exposição etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM Esta habilidade refere-se à Competência Geral 3, uma vez que propõe a valorização e fruição de diversas manifestações artísticas e culturais.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Experimentar leituras de livros de literatura e outras produções culturais do campo. » Reconhecer gêneros discursivos (quarta-capa; programa de teatro, dança, exposição etc.; sinopse, resenha crítica, comentário em blog/vlog cultural etc.) como gêneros que apoiam a escolha do livro ou produção cultural. » Posicionar-se criticamente em relação aos gêneros discursivos citados. » Argumentar e justificar suas escolhas literárias e apreciações estéticas.

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Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento da habilidade, pois seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura e atividades.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Inferir a presença de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes visões de mundo em textos literários. » Tecer comentários de ordem estética e afetiva para justificar suas apreciações.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Sugere-se promover atividades permanentes de rodas de leitura individual e/ou compartilhadas, contação de histórias, saraus, slams, etc. Desse modo, é interessante que ocorra uma discussão prévia com os estudantes a fim de mobilizá-los a definir um conjunto de temas a serem trabalhados e discutidos nas diferentes situações de leitura.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP46) Participar de práticas de compartilhamento de leitura/recepção de obras literárias/ manifestações artísticas, como rodas de leitura, clubes de leitura, eventos de contação de histórias, de leituras dramáticas, de apresentações teatrais, musicais e de filmes, cineclubes, festivais de vídeo, saraus, slams, canais de booktubers, redes sociais temáticas (de leitores, de cinéfilos, de música etc.), dentre outros, tecendo, quando possível, comentários de ordem estética e afetiva e justificando suas apreciações, escrevendo comentários e resenhas para jornais, blogs e redes sociais e utilizando formas de expressão das culturas juvenis, tais como, vlogs e podcasts culturais (literatura, cinema, teatro, música), playlists comentadas, fanfics, fanzines, e-zines, fanvídeos, fanclipes, posts em fanpages, trailer honesto, vídeo-minuto, dentre outras possibilidades de práticas de apreciação e de manifestação da cultura de fãs.

Recomenda-se, também, que os estudantes possam desempenhar o papel de curadores. Assim, estimulando-os a buscar e selecionar textos da literatura clássica e/ou canônica brasileira ou estrangeira, marginal-periférica e regional. Além disso, essa atividade tem o potencial de promover a capacidade de fazer escolhas, o que impacta em seus Projetos de Vida. Propõe-se, ainda, o desenvolvimento de atividades com a finalidade de relacionar os textos literários e outras manifestações artísticas (letra de música, fotografia, animação, mangá, grafite, etc). Nesse sentido, recomenda-se que, de maneira colaborativa, os estudantes possam tecer comentários sobre os textos analisados, compartilhando apreciações estéticas, experiências e sentimentos em redes sociais, blogs, murais físicos/digitais, etc. Em Língua Inglesa, pode-se desenvolver atividades com foco na leitura e escuta de letras de músicas, com base nos temas selecionados. Em Arte, é possível analisar pinturas, de modo a estabelecer relações intertextuais com as obras literárias e outras manifestações artísticas. Na área de Ciências Humanas, é possível propor discussões para discutir o contexto histórico e social das obras literárias e manifestações artísticas tratadas. Em relação às Competências Gerais, a habilidade estabelece conexões com a Competência 3.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Propõe-se que a escolha dos textos literários e de outros produtos de manifestações artísticas estabeleçam relações com as temáticas contemporâneas e com os ODS.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Experimentar leituras de livros de literatura e outras produções culturais do campo. » Selecionar obras literárias e outras manifestações artísticas. » Participar de compartilhamento de práticas de leitura/recepção de obras literárias/manifestações artísticas.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

» Identificar os efeitos de sentido decorrentes do foco narrativo, da caracterização dos espaços físicos e psicológicos e do tempo cronológico e psicológico, bem como das diferentes vozes no texto. » Identificar os efeitos de sentido decorrentes dos tempos verbais, dos tipos de discurso, dos verbos de enunciação, das variedades linguísticas, do uso de pontuação expressiva, palavras e expressões conotativas e processos figurativos e do uso de recursos linguístico-gramaticais. » Analisar os recursos de coesão que indicam a passagem do tempo e articulam as partes do texto.

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS OBJETOS DO CONHECIMENTO

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP47) Analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, os recursos coesivos que constroem a passagem do tempo e articulam suas partes, a escolha lexical típica de cada gênero para a caracterização dos cenários e dos personagens e os efeitos de sentido decorrentes dos tempos verbais, dos tipos de discurso, dos verbos de enunciação e das variedades linguísticas (no discurso direto, se houver) empregados, identificando o enredo e o foco narrativo e percebendo como se estrutura a narrativa nos diferentes gêneros e os efeitos de sentido decorrentes do foco narrativo típico de cada gênero, da caracterização dos espaços físico e psicológico e dos tempos cronológico e psicológico, das diferentes vozes no texto (do narrador, de personagens em discurso direto e indireto), do uso de pontuação expressiva, palavras e expressões conotativas e processos figurativos e do uso de recursos linguístico-gramaticais próprios a cada gênero narrativo

Sugere-se que, para desenvolver esta habilidade, o estudante tenha contato com diferentes gêneros narrativos ficcionais. Nesse sentido, recomenda-se promover situações de leituras de diferentes textos narrativos. Como estratégia de trabalho, pode-se solicitar que, ao ler um conto, crônica, fábula etc., os estudantes construam mapas mentais físicos e/ou digitais, com base em um roteiro prévio de perguntas problematizadoras sobre os elementos e a estrutura da narrativa. Antes de construí-los, é recomendável explicar-lhes a estrutura de uma mapa mental. Por exemplo: as informações apresentadas devem estar relacionadas, com caixas de informações interligadas, de modo a hierarquizar as informações das mais globais para as mais específicas. Sugere-se, ainda, que em outra etapa do mapa mental, sejam registrados os elementos linguísticos (uso de verbos de enunciação, tipos de discurso etc. Outra possibilidade de atividade é retomar a narrativas trabalhadas, no mapa mental, a fim de promover “brincadeiras” com o texto. Para isso, sugere-se organizar um trabalho por Rotação de aprendizagem. Por exemplo: na estação A, propõe-se, em trechos selecionados, a modificação do foco narrativo. Na estação B, é necessário modificar o espaço e o tempo da narrativa. Na estação C, a proposta é alterar o tipo de discurso utilizado. Após a conclusão da atividade, os estudantes podem ser convidados a compartilharem as novas versões dos textos. Recomenda-se um trabalho articulado com Arte, a fim de que os estudantes possam recontar o enredo das narrativas lidas por meio de ilustrações e animações, por exemplo.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Propõe-se que, ao selecionar os textos, sejam escolhidos temas relacionados às questões étnico-raciais, à diversidade cultural, à igualdade de gêneros, ao respeito com o meio

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

ambiente, entre outros temas dos ODS.

» Identificar os elementos e a estrutura da narrativa. » Analisar a escolha lexical utilizada para caracterizar os elementos da narrativa de diferentes gêneros literários.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõem-se, para o desenvolvimento desta habilidade, atividades permanentes de interpretação de poemas. Nesse sentido, sugere-se que o estudante tenha contato com os mais variados tipos de poema (forma fixa, livre, poemas concretos, haicai, poema de cordel etc.). Para isso, é recomendável selecionar uma coletânea de poemas variados para que o estudante possa ter acesso a um acervo de poema diversificado.

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Podem ser propostas também diferentes situações de análise de poemas, a fim de sensibilizar o estudante a trocar impressões e interpretações sobre os textos.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Recomenda-se, ainda, promover a leitura dos poemas, em voz alta e performática, para promover a reflexão sobre os recursos expressivos (entonação, ritmo, pausas, sonoridade etc.). Isso permite que o estudante experimente diferentes formas de lê-los.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução da textualidade. » Compreensão dos efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP48) Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc.), semânticos (figuras de linguagem, por exemplo), gráfico-espacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal.

Além disso, é possível propor diferentes atividades de análise de poemas (individualmente, em grupos e/ou coletivamente) para explorar os recursos semânticos (figuras de linguagem e o emprego de palavras e expressões denotativas e conotativas). Indica-se também um trabalho com os poemas concretos, a fim de discutir o aspecto gráfico-espacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal). Assim, exploram-se os recursos multissemióticos envolvidos nesse tipo de poema. Pode-se observar que no componente de Arte é possível explorar os recursos gráfico-espaciais em poemas concretos, por exemplo. A habilidade estabelece conexões com a Competência Geral 3, uma vez que se pressupõe que, no poema, o uso da palavra é artístico, permitindo a exploração estética e a fruição da linguagem artística.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Identificar os efeitos de sentido decorrentes da interação entre as variações no ritmo, das modulações no tom de voz, das pausas e das manipulações do estrato sonoro da linguagem, obtidos por meio da estrofação e das rimas. » Analisar os efeitos de sentido provocados por recursos semânticos. » Identificar e analisar os recursos expressivos (estrofação, rimas, aliterações etc.). » Avaliar a distribuição da mancha gráfica, no papel, as imagens e sua relação com o texto verbal.

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Propõe-se que, ao selecionar os textos, sejam escolhidos temas relacionados às questões étnico-raciais, à diversidade cultural, à igualdade de gêneros, ao respeito com o meio ambiente, entre outros temas dos ODS.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

Sugere-se, como estratégia de ampliação do repertório literário do estudante, a organização de projetos articulados aos diferentes componentes da área e interáreas, a fim de que a comunidade escolar, em geral, possa trocar experiências literárias. Nesse sentido, recomenda-se promover diversas situações de leitura para que se possa experienciar leituras individuais e coletivas. Sendo assim, pode-se planejar rodas de biblioteca para apresentar variadas obras literárias com níveis de complexidade diferentes. Além disso, recomenda-se que essas práticas de leitura literária aconteçam em diferentes espaços, como sala de leitura e/ou biblioteca.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Adesão às práticas de leitura.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP49) Mostrar-se interessado e envolvido pela leitura de livros de literatura e por outras produções culturais do campo e receptivo a textos que rompam com seu universo de expectativas, que representem um desafio em relação às suas possibilidades atuais e suas experiências anteriores de leitura, apoiando-se nas marcas linguísticas, em seu conhecimento sobre os gêneros e a temática e nas orientações dadas pelo professor.

Pode-se propor atividades para que o estudante explore sites, blogs literários, vlogs literários etc. Assim, ele é mobilizado a praticar a curadoria de livros variados que interpelam, provocam e fazem pensar/criar/imaginar, promovendo o deleite estético pelo modo como exploram temas diversos. Propõe-se, ainda, a criação de um mural digital e/ou físico de indicações literárias, de modo a permitir que o estudante utilize a literatura como ferramenta para compartilhar experiências individuais e/ou coletivas, sentimentos e impressões sobre o mundo. Desse modo, a atividade pode contribuir com a formação identitária do estudante e para o autoconhecimento, o que impacta seu Projeto de Vida. Um projeto integrado entre os componentes curriculares e a comunidade escolar em geral, de modo a extrapolar o espaço da leitura literária para além das aulas específicas de Língua Portuguesa é uma sugestão. Assim, é possível planejar rodas de leitura e/ou de biblioteca, envolvendo os educadores e a comunidade escolar para que todos possam compartilhar suas experiências literárias. Esta habilidade refere-se à Competência Geral 3, pois propõe a valorização e fruição de diversas manifestações artísticas e culturais.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Explorar a leitura de livros de literatura e outras produções culturais. » Participar de práticas de compartilhamento de leitura/recepção de obras literárias/

Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, pois seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura e atividades.

manifestações artísticas. » Reconhecer as marcas linguísticas e as especificidades dos gêneros literários.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade supõe o compromisso do estudante com sua formação como leitor literário. Portanto, é necessário o desenvolvimento de um trabalho de mediação de leitura contínuo e progressivo. 376

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade pressupõe a utilização de diferentes estratégias e procedimentos de leitura, a fim de que o estudante possa analisar as referências interdiscursivas e intertextuais em diferentes manifestações artísticas e textos literários. Sugere-se, portanto, o planejamento de modalidades didáticas que mobilizem o estudante a identificar, reconhecer e analisar os diálogos estabelecidos entre os vários produtos culturais, propiciando a ampliação do repertório literário e cultural. Nesse sentido, recomendam-se atividades que proponham a análise de adaptações de obras da literatura clássica para o cinema, minisséries, HQ, entre outras.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos.

HABILIDADE

Recomenda-se que esta habilidade seja trabalhada de modo progressivo. Por exemplo: » análise das relações intertextuais entre o mesmo gênero (o diálogo entre poemas); » análise das relações intertextuais entre gêneros diferentes, mas ainda composto por versos (diálogo entre poema e letra de música; » analisar comparativamente textos com diferentes linguagens (romance e filme/ poema e HQ/conto e peça teatral).

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP27) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (como cinema, teatro, música, artes visuais e midiáticas), referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Selecionar procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos

No componente de Arte, é possível propor um projeto interdisciplinar, de modo a desenvolver a habilidade EF69AR32 (“Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas”). A habilidade estabelece conexões com a Competência Geral 3, uma vez que se pressupõe exploração estética e fruição da linguagem artística. Por meio da leitura de textos literários, é possível desenvolver a empatia e a compreensão da alteridade. Por essa razão, os temas e o modo como as personagens são construídas nas obras podem ser articulados à meta 2 do ODS 10 que visa a “empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, sexo, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra”.

e levando em conta características dos gêneros e suportes.

» Comparar informações entre diferentes textos literários. » Analisar, em textos literários, referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos.

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CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade contribui fortemente para o desenvolvimento de todas as outras habilidades de leitura do campo artístico-literário, uma vez que se refere a procedimentos e estratégias que podem ser usados para compreender e apreciar diferentes gêneros literários, considerando suas marcas específicas.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Destaca-se, ainda, que a habilidade prevê a fruição literária (ler por prazer e “curtição”). Contudo, para desenvolver o hábito da leitura, é necessário planejar diferentes e motivadoras situações de contato com os textos literários.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de leitura. » Apreciação e réplica.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP28) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes –, romances infanto-juvenis, contos populares, contos de terror, lendas brasileiras, indígenas e africanas, narrativas de aventuras, narrativas de enigma, mitos, crônicas, autobiografias, histórias em quadrinhos, mangás, poemas de forma livre e fixa (como sonetos e cordéis), vídeo-poemas, poemas visuais, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores.

Recomendam-se, portanto, rodas de leitura; visitas regulares à biblioteca e/ou bibliotecas itinerantes (espalhadas pelos espaços da escola); oficinas literárias (envolvendo a comunidade escolar); exposição de produções literárias escritas pelo estudante; e eventos culturais, como saraus, mostras de cinema, teatro, música etc. Assim, o hábito e o prazer de ler pode extrapolar os limites da escola, integrando-se ao Projeto de Vida do estudante. A criação de oficinas de leitura literária, envolvendo todos os componentes curriculares é uma sugestão. Pode-se organizar um cronograma comum, de modo a possibilitar que os educadores compartilhem suas experiências e memórias literárias nas oficinas. Esta habilidade refere-se à Competência Geral 3, uma vez que propõe a valorização e fruição de diversas manifestações artísticas e culturais. Ao tratar da prática de leitura literária, a habilidade promove uma educação em Direitos Humanos, relacionando-se ao ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar procedimentos e estratégias de leitura adequados aos objetivos e às características dos gêneros e suportes. » Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas, referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. » Tecer comentários e avaliações estéticas sobre os textos lidos.

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CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade pressupõe o estudo da estrutura do texto dramático (personagem, ato, cena, fala e indicações cênicas) e da organização do enredo, conflitos, ideias principais, pontos de vista e universos de referência. Sugere-se, portanto, o planejamento de atividades que propiciem a leitura dramática de diferentes textos literários (dramatização de cenas de um conto e/ou do trecho de um romance), de modo a estimular a fluência leitora do estudante. Nesse sentido, colocar o estudante à frente de processos de produção pode significar abrir espaço privilegiado para o desenvolvimento do protagonismo juvenil. Desse modo, a experimentação intencional e orientada pode engajar o estudante e acelerar aprendizagens.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução da textualidade. » Efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Recomenda-se, ainda, mobilizar o estudante a criar um espaço cênico adequado à leitura, bem como explorar possibilidades de figurino. Desse modo, é possível também tratar dos recursos multissemióticos inerentes ao teatro. Pode-se avaliar a leitura dramática do estudante, considerando as habilidades do eixo Oralidade. Recomenda-se, portanto, que antes da leitura sejam estabelecidos os critérios adequados a essa situação sociocomunicativa.

(EF67LP29) Identificar, em texto dramático, personagem, ato, cena, fala e indicações cênicas e a organização do texto: enredo, conflitos, ideias principais, pontos de vista, universos de referência.

Especialmente no componente de Arte, é possível propor um projeto interdisciplinar com a finalidade de desenvolver a habilidade EF69AR30: “Compor improvisações e acontecimentos cênicos com base em textos dramáticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador”.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A habilidade estabelece uma relação com a Competência Geral 5 no que se refere ao envolvimento com as diferentes práticas de fruição artística e literária.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar a estrutura de textos dramáticos (personagem, ato, cena, fala e

indicações cênicas). » Identificar, em textos dramáticos, a organização do enredo, conflitos, ideias principais, pontos de vista e universos de referência.

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Considerando as sugestões metodológicas, todos os ODS podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento desta habilidade, pois seus escopos podem inspirar a escolha do tema abordado nas propostas de leitura e atividades.

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CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade supõe o desenvolvimento de procedimentos e estratégias de leitura necessários para a compreensão dos gêneros literários. Além disso, propõe a formação de um leitor literário que seja capaz de fazer escolhas, estabelecer critérios, preferências por gêneros, temas, autores e apreciações estéticas.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Há, ainda, uma possibilidade de, por meio da literatura, propiciar a percepção de si mesmo (“Quem sou eu?” / “Qual é o meu lugar no mundo?”) e do outro. Isto é, a habilidade contribui para o desenvolvimento integral, tendo em vista que a linguagem literária, pode possibilitar ao estudante criar e recriar realidades.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Estratégias de leitura. » Apreciação e réplica.

HABILIDADES (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP33) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes – romances, contos contemporâneos, mini contos, fábulas contemporâneas, romances juvenis, biografias romanceadas, novelas, crônicas visuais, narrativas de ficção científica, narrativas de suspense, poemas de forma livre e fixa (como haicai), poema concreto, ciberpoema, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as características de diferentes gêneros literários e suportes. » Selecionar procedimentos e estratégias de leitura para ler de forma autônoma. » Explorar critérios de apreciação e escolha de leitura, estabelecendo preferências por gêneros, temas e autores.

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Propõe-se, ainda, a elaboração de projetos para trabalhar esta habilidade. Por exemplo: » promover rodas de leituras compartilhadas, envolvendo a comunidade escolar; » oferecer um acervo amplo de textos literários, considerando inclusive o interesse do estudante e os temas contemporâneos; para isso, é possível solicitar que eles recomendem títulos, autores etc.; e » propiciar o contato com outras manifestações culturais (sessões de cinema, teatro, festivais de músicas etc.). Desse modo, o diálogo que a literatura e a arte travam entre si possibilita uma leitura da realidade social que cerca o estudante. Assim, amplia-se a capacidade do estudante de conhecer, explorar e experienciar o mundo Pode-se observar, portanto, como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade: » Em Arte, é possível elaborar um projeto integrado para curar e analisar pinturas, filmes, músicas e espetáculos de dança, que de algum modo estabeleçam relações com os gêneros literários trabalhados no componente de Língua Portuguesa. » Em Ciências Humanas, sugere-se a elaboração de atividades integradoras. Por exemplo: ao ler uma obra literária ou assistir a um filme, a área pode colaborar para ampliar o repertório cultural. A habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 3, visto que, ao propor a leitura autônoma dos gêneros literários, propõe também a valorização e fruição de diferentes práticas artísticas e culturais. A habilidade pode contribuir para o desenvolvimento do ODS 11, articulando-se, diretamente à meta 11.4, considerando que a literatura é um patrimônio cultural.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO:

ORALIDADE COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

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EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Analisar os efeitos de sentido decorrentes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos paralinguísticos e cinésicos (ritmo, as modulações no tom de voz, as pausas). » Analisar a sonoridade da linguagem obtida por meio da estrofação, das rimas e de figuras de linguagem, como as aliterações, as assonâncias, as onomatopeias, entre outras. » Analisar a postura corporal e a gestualidade na declamação de poemas, apresentações musicais e teatrais. » Analisar os efeitos de sentido decorrentes do emprego de figuras de linguagem

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

» Produção de textos orais. » Oralização.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP53) Ler em voz alta textos literários diversos – como contos de amor, de humor, de suspense, de terror; crônicas líricas, humorísticas, críticas; bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros de maior extensão, como romances, narrativas de enigma, narrativas de aventura, literatura infanto-juvenil, – contar/recontar histórias tanto da tradição oral (causos, contos de esperteza, contos de animais, contos de amor, contos de encantamento, piadas, dentre outros) quanto da tradição literária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitura ou fala expressiva e fluente, que respeite o ritmo, as pausas, as hesitações, a entonação indicados tanto pela pontuação quanto por outros recursos gráfico-editoriais, como negritos, itálicos, caixa-alta, ilustrações etc., gravando essa leitura ou esse conto/reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais e ler e/ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de forma fixa (como quadras, sonetos, liras, haicais etc.), empregando os recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos necessários aos efeitos de sentido pretendidos, como o ritmo e a entonação, o emprego de pausas e prolongamentos, o tom e o timbre vocais, bem como eventuais recursos de gestualidade e pantomima que convenham ao gênero poético e à situação de compartilhamento em questão.

Esta habilidade pressupõe a utilização de recursos linguísticos, sonoros e cinestésicos para alcançar uma leitura expressiva de textos em prosa e/ou diferentes tipos de poema. Contudo, para ler com fluência e expressividade, é necessário mobilizar diferentes estratégias e procedimentos de leitura para que, desse modo, o texto possa ser compreendido, interpretado e declamado. Propõe-se, então, planejar diferentes possibilidades didáticas para que o estudante experimente diferentes tipos de leitura. Por exemplo: atividades permanentes de rodas de leitura, com foco na experimentação do texto literário para que, então, o estudante possa perceber as especificidades de uma leitura em voz alta e fluente. A realização de saraus com batalhas de slam, rodas de rap, declamações de cordel etc. é uma sugestão, pois favorece o trabalho colaborativo e estimula o protagonismo juvenil. A leitura literária propicia a formação de um sujeito social capaz de refletir sobre si mesmo (“Quem sou eu?”) e sobre a comunidade em que vive (“Onde estou?”), além de aguçar o questionamento sobre o mundo (“Para onde vou?” e (“Quem sou eu no mundo?”). Outras possibilidades de projeto são a produção de audiobooks para compor o acervo da biblioteca da escola e/ou da comunidade e oficinas de criação de podcast. Propõe-se, um projeto integrado à Arte, no que se refere à organização de um sarau com batalhas de slam, rodas de rap, declamações de cordel e/ou outros tipos de poema. Além disso, esta habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 3, uma vez que propõe a valorização e fruição de diversas manifestações artísticas e culturais. Ao desenvolver as atividades propostas, é possível estabelecer relações com o ODS 4, especialmente, com a meta 4.7, uma vez o foco é que garantir que todos os estudantes, por meio da educação, adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover os Direitos Humanos, a igualdade de gênero, uma cultura de paz etc.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES VISUAIS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta é uma habilidade do campo da fruição artística, mais especificamente, das artes visuais. Por isso, sugere-se que haja um recorte dos materiais artísticos com os quais o estudante será colocado em contato. Recomenda-se que o recorte seja feito em função do tema. Por exemplo: Como o amor foi tratado nas artes visuais ao longo da história da arte? Quais obras visuais brasileiras abordam mais fortemente a questão da imigração? Dessa forma, o estudante poderá entrar em contato com artistas, técnicas, poéticas e contextos diferentes, mas mantendo o referencial de um mesmo tema, a fim de que sua análise tenha um ponto de apoio.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR01) Pesquisar, apreciar e analisar formas distintas das artes visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

As obras de referência podem ser pesquisadas pelo próprio estudante e apreciadas levando em consideração a seguinte ordem do roteiro de observação: Esta obra nos é apresentada de qual maneira? (é um desenho, escultura, gravura, pintura, colagem, vídeo arte etc.); Que tipos de materiais podemos ver na sua composição? (tinta, grafite, carvão, madeira, gesso, argila, mármore, tecido, papel, sucata etc.); Quais são as representações desta imagem? (pessoas, coisas, paisagens, objetos etc.); O que se sente ao ver este objeto de arte? (medo, graça, amorosidade, confusão, inquietação, indignação etc.); Quais o(s) tema(s) desta obra? Como se poderia resumir sobre o que esta obra fala? Quem é o autor desta obra? De onde ele é? Em que tempo e condições históricas ele a criou? De qual corrente artística este autor faz parte? Como a técnica utilizada diz sobre a corrente artística da qual ele faz parte? Sugere-se que o roteiro de observação seja acompanhado pelo professor e que ele faça interferências para apresentar conceitos e informações pertinentes. Diversas áreas e componentes poderão colaborar para a escolha dos temas das obras observadas pelo estudante.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Conhecer diferentes culturas e contextos históricos por meio da ação simbólica da arte. » Reconhecer as artes visuais como expressão de identidades. » Identificar efeitos de sentido em determinadas escolhas artísticas, estéticas, técnicas e poéticas.

Há uma relação com as Competências Gerais 1 e 3, que diz respeito a conhecer e fruir linguagens artísticas. Esta habilidade poderá estar ligada a projetos relativos a “Onde estou”, pois ela apresenta o repertório visual de um tempo-espaço específico, incluindo o contemporâneo. O contato com as obras pode impactar o estudante e seu Projeto de Vida. Os ODS podem servir como parâmetro para escolha das obras de referência.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES VISUAIS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR03) Analisar situações nas quais as linguagens das artes visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.), cenográficas, coreográficas, musicais etc.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Contextualizar as linguagens artísticas e seus usos sociais. » Conhecer diferentes linguagens artísticas que possuem a visualidade como matriz principal de significação. » Compreender o papel da imagem na sociedade contemporânea.

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entre outros. Ao observar esses tópicos, o estudante deve ser levado à análise de como eles criam sentido no contexto da obra. Recomenda-se também que o estudante seja colocado em contato com linguagens gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.), de forma direcionada e reflexiva, estimulando-o a observar alguns aspectos expressivos, como cor, contraste, sombra, movimento e transformação das linhas e traços, expressões faciais das personagens, se houver, relação entre a imagem e o texto, entre outros. Ao observar esses tópicos, o estudante deve ser levado à análise de como eles criam sentido no contexto da obra, sobretudo na relação com os textos escritos contidos nas peças gráficas analisadas. Da mesma maneira, o estudante pode ser colocado em contato com linguagens cênicas (teatro, dança, circo, musicais, shows etc.), de maneira direcionada e reflexiva, estimulando-o a observar alguns aspectos expressivos, como cenário, iluminação, maquiagem, figurinos, entre outros. Ao observar esses tópicos, o estudante deve ser levado à análise de como eles criam sentido no contexto da obra, sobretudo na relação com a história, fábula ou universo temático abordado. Na perspectiva da curadoria dos materiais de arte que o estudante entrará em contato, componentes de diversas áreas poderão contribuir na definição de temas. Há relação com as Competências Gerais 1 e 3, relativas a conhecer e fruir linguagens artísticas. O desenvolvimento desta habilidade oportuniza o debate sobre como a imagem faz parte da sociedade contemporânea, redimensionando o papel das artes visuais na compreensão de nós mesmos e do mundo. Assim, pode possibilitar que o estudante desenvolva um olhar crítico sobre a sociedade contemporânea, o que pode impactar o desenvolvimento do autoconhecimento e, consequentemente, seu Projeto de Vida. Os ODS podem servir como parâmetro temático para a escolha das obras observadas.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que o estudante seja colocado em contato com linguagens artísticas audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), de forma direcionada e reflexiva, estimulando-o a observar alguns aspectos expressivos, como cor, contraste, repetição visual, sombra, movimento e transformação das linhas e traços, enquadramento, foco,

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LINGUAGENS ARTE

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

DANÇA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Contextos e práticas.

HABILIDADE

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta é uma habilidade do campo da fruição da dança. Sugere-se que haja um recorte das obras com as quais o estudante será colocado em contato. É aconselhável que o recorte seja feito em função do tema. Assim, o estudante poderá entrar em contato com artistas, técnicas, poéticas e contextos diferentes, mas mantendo o referencial de um mesmo tema, a fim de que sua análise tenha um ponto de apoio. As obras de referência podem ser pesquisadas pelo próprio estudante e apreciadas levando em consideração um roteiro de observação. Por exemplo, estas são algumas perguntas que podem compor esse roteiro: Esta obra nos é apresentada de qual maneira? (é uma coreografia que prima pela limpeza de movimento, é uma improvisação, dança dramática, está ligada a alguma festa popular, é um solo ou grupo etc.); Que tipos de materiais podemos ver na sua composição, além dos corpos?; Quais são as representações desta obra? (pessoas, ações, movimentos, imagens do cotidiano, sentimentos etc.); O que se sente ao ver este objeto de arte?; Como se poderia resumir sobre o que esta obra fala?; Quem é o autor desta obra, qual é sua biografia?; Como a obra apresenta e dialoga com os padrões corporais vigentes atualmente ou da época em que foi feita?

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR09) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão, representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando composições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Pesquisar e analisar diferentes estilos de dança, contextualizando-os no tempo e no espaço. » Conhecer diferentes culturas e contextos históricos por meio da ação simbólica da arte. » Reconhecer a dança como expressão de identidades. » Identificar efeitos de sentido em determinadas escolhas artísticas, estéticas, técnicas e poéticas.

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Recomenda-se que o roteiro de observação seja acompanhado pelo professor e que ele faça interferências para apresentar conceitos e informações pertinentes sobre a obra ou temas que ela aborda. Diversas áreas e componentes poderão colaborar para a escolha dos temas dos trabalhos criados pelo estudante. Os componentes de Arte e Educação Física poderão estar juntos no desenvolvimento desta habilidade, uma vez que incluem o corpo e suas formas de atuação social em seu escopo de assuntos. Há relação com as Competências Gerais 1 e 3, sobre conhecer e fruir linguagens artísticas. Esta habilidade poderá estar ligada a projetos relativos a “Onde estou”, pois ela apresenta o repertório da expressão corporal de um tempo específico, incluindo o contemporâneo. O trabalho com esta habilidade pode estar associado especialmente ao ODS 5 e 16, pois eles contêm temas mais facilmente encontrados na prática da dança. O estudo do corpo na dança, sua representação e discurso pode impactar o estudante em seu Projeto de Vida.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES INTEGRADAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO

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LINGUAGENS ARTE

poderá ter como critério a representatividade dos povos que construíram a sociedade brasileira, especialmente indígenas, africanos e europeus. Aqui, o foco não estará na especificidade das linguagens, mas em como a arte, como manifestação humana, dialoga com a identidade nacional e contribuiu, ao longo dos anos, para o entendimento e transformação da identidade brasileira. As obras selecionadas poderão ser apresentadas ao estudante por meio de aulas expositivas, mas também por meio de uma visita a algum museu, por exemplo. Da mesma maneira, o estudante poderá fazer um passeio pela cidade, encontrando, na arquitetura, representações do patrimônio cultural brasileiro. A estratégia do trabalho de campo colabora para uma análise mais profunda das expressões culturais brasileiras, uma vez que estão contextualizadas, em espaços próprios, dinâmicos e em constante relação com as pessoas.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Patrimônio cultural.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR34) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

No que diz respeito ao patrimônio imaterial, sugere-se que sejam trabalhadas histórias orais, causos, lendas e crônicas, para que o estudante possa manifestar seu potencial de fruição e ampliar seu imaginário também no campo da representação cultural mais ligada ao cotidiano, fora dos circuitos artísticos historicamente reconhecidos. O trabalho com história oral poderá ter a colaboração dos familiares do estudante, reforçando vínculos e valorizando a dimensão cultural popular. Na perspectiva da curadoria dos materiais de arte, componentes de diversas áreas poderão contribuir na definição de temas. Há relação com as Competências Gerais 1, 3 e 8, relativas a conhecer e expressar-se através das linguagens, em uma perspectiva do autoconhecimento. O desenvolvimento desta habilidade poderá envolver o debate sobre como a representação negra e indígena acontece no patrimônio artístico, tema dos ODS 10 e 16.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Conhecer os principais artistas do Brasil, de maneira a valorizar sua atuação na construção do imaginário nacional. » Reconhecer a influência dos variados povos que construíram a sociedade brasileira no patrimônio artístico material e imaterial. » Identificar valores sociais e humanos atualizáveis no patrimônio artístico brasileiro.

A atividade tem potencial de promover a formação cidadã dos estudantes. A compreensão sobre preconceitos e privilégios pode impactar o autoconhecimento e seu Projeto de Vida.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se que se faça uma seleção prévia de obras artísticas que representem o escopo geral da arte brasileira. É aconselhável que se leve em consideração as linguagens privilegiadas na BNCC (artes visuais, dança, música e teatro). Essa seleção 394

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

descobrir limites e potencialidades inerentes a ele e os significados que podem ser atribuídos. Essa questão identitária deve ser acompanhada por reflexões sobre o Projeto de Vida. Recomenda-se investigar quais ginásticas de consciência corporal o estudante conhece e quais fazem parte da comunidade. Realizar a investigação a partir do que é familiar reforça a concepção das práticas corporais como manifestações sociais.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA É interessante também experimentar diferentes ginásticas de conscientização como forma de investigação sensorial e de consciência do corpo.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de conscientização corporal: Ioga, Tai Chi Chuan, Pilates etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Pode-se selecionar um tipo de ginástica de conscientização para o estudante apropriar-se dela, possibilitando que frua dessa manifestação praticando ou apreciando. Nessa investigação, deve-se apresentar ao estudante a origem, as transformações e os sentidos atribuídos a essas ginásticas, já que os princípios delas têm relação direta com a forma e intenção de como devem ser praticadas. É recomendado que, nas aulas de experimentação, o estudante participe de tudo. Porém, é possível que, nas aulas de investigação, grupos de interesse sejam criados, aproximando o interesse deles com o objetivo do trabalho.

(EF89EF10) Experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corporal, identificando as exigências corporais dos mesmos.

Para acompanhar o processo de aprendizagem, sugere-se que o estudante crie sequências de movimentos das ginásticas de conscientização a partir de critérios estabelecidos. Outra possibilidade é a produção de relatos sobre as sensações geradas e as formas de execução dos movimentos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

É possível trabalhar esta habilidade com EF89EF09 e EF89EF11, para potencializar a experiência corporal com ginásticas. Também pode-se trabalhar também com Ciências, tendo como objeto de conhecimento o corpo humano, sua composição e sistemas.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Realizar a movimentação consciente das diferentes partes do corpo (consciência corporal). » Identificar as sensações geradas pelas diferentes ginásticas e suas características (concentração, meditação, esforço, fadiga etc.). » Apreciar as ações globais (movimentos, intenções, objetivos etc.) e os elementos constitutivos das ginásticas de conscientização corporal ao assistir determinada prática. » Apropriar-se de um ou mais tipo de ginástica de conscientização corporal.

Recomenda-se destacar a relação entre a possibilidade de fruição das ginásticas, respeitando as diferenças culturais, e o quanto isso pode contribuir para a construção de um autocuidado e da própria identidade (ODS 3).

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se trabalhar esta habilidade conjuntamente com a EF67EF08. É possível partir das demandas corporais do estudante para contextualizar e materializar o corpo como parte integrante da identidade dele; tornar o corpo um campo de investigação, para 396

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

GINÁSTICAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Ginástica de condicionamento: musculação, crossfit, ginástica funcional etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF08) Experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físicas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corporais provocadas pela sua prática.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se começar o trabalho tratando das demandas corporais cotidianas do estudante para contextualizar e materializar o corpo como parte integrante da identidade dele, já que, muitas vezes o corpo é colocado em segundo plano. Partir do dia a dia do aluno permite que se explorem aspectos mais complexos da relação entre corpo e identidade, como postura estática, modo de andar etc. A partir disso, pode-se tornar o corpo um campo de investigação, para que se descubram as capacidades físicas inerentes a ele e os significados que podem lhe ser atribuídos (sem perder de foco a questão das capacidades físicas). Essa questão identitária deve ser acompanhada de reflexões sobre o Projeto de Vida. É possível investigar com o estudante quais são os tipos de exercício físico que ele conhece e quais fazem parte da sua comunidade. Realizar a investigação a partir do que é familiar reforça a concepção das práticas corporais como manifestações sociais, histórica e culturalmente constituídas. Recomenda-se experimentar diferentes exercícios físicos com intencionalidade investigativa, ou seja, descobrir quais músculos são movimentados, como organizar e realizar as ações corporais de cada exercício, quais demandas de esforço surgem, entre outros focos, para favorecer a percepção do estudante em relação às sensações corporais desencadeadas por cada (ou pelo conjunto) de exercícios físicos. É sugerido que o estudante crie sequências de exercícios físicos, a partir de critérios estabelecidos, como forma de acompanhar a aprendizagem. Outra possibilidade é a produção de relatos sobre as sensações geradas pelos exercícios e suas formas de execução.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar os tipos de capacidades físicas e as exigências corporais utilizadas

É possível planejar o desenvolvimento desta habilidade associado às habilidades EF89EF09 e EF89EF11, com o intuito de potencializar a experiência corporal com as ginásticas. Sugere-se trabalhar com Ciências, tendo como objeto de conhecimento o corpo humano, sua composição e sistemas.

nas ginásticas.

» Associar a movimentação do corpo com as sensações geradas pelas diferentes ginásticas e suas características (concentração, meditação, esforço, fadiga etc.). » Coordenar as ações do corpo com as demandas das ginásticas (respiração, silêncio, fadiga, contração muscular, coordenação, equilíbrio etc.).

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Destacar a relação entre a fruição de exercícios, respeitando as diferenças culturais, e o quanto essa fruição pode contribuir para a construção do autocuidado (saúde) e da própria identidade (ODS 3) é uma proposta.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

LUTAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

É possível planejar aulas de experimentação de diferentes lutas do mundo, convidando pessoas da comunidade escolar, o que enriquece o trabalho pela valorização do conhecimento coletivo. Para lutas com armas, adaptações podem ser feitas, como espadas de jornal. Usar recursos que permitam ao estudante distinguir, na apreciação de uma luta, as características organizacionais (regras, princípios etc.) e técnico-táticas é uma maneira de acompanhar o processo de aprendizagem. É possível planejar aulas em que o estudante se aproprie da prática corporal selecionada, a partir da criação de grupos de interesse, para aproximar o interesse do estudante com o trabalho.

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Lutas do mundo: Taekwondo, Greco-romana, Muay Thay etc.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89EF16) Experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e respeitando o oponente.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar lutas do mundo de sua preferência, a partir do reconhecimento das características dessas lutas e da experimentação de diferentes tipos de luta. » Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico-táticas. » Apropriar-se de uma ou mais lutas do mundo.

Os movimentos das lutas podem ser experimentados pelo estudante, de modo que ele compreenda seus graus de complexidade, podendo apreciá-los, apesar de não conseguir executá-los em uma situação de combate, ou fazê-los em uma situação de Kata (Caratê), por exemplo. Também sugere-se destacar a ampliação do senso estético pelo estudante à medida que ele passa a reconhecer mais uma forma de linguagem e manifestação cultural em toda sua complexidade, considerando as origens e identidades que tais práticas corporais possuem. É recomendado trabalhar esta habilidade a partir da EF89EF18, pois a experimentação e fruição das lutas do mundo passa pelo reconhecimento e valorização de sua origem, transformações e cultura. As lutas podem ser analisadas por suas características e experimentadas à luz de tal análise, com o intuito de que o estudante se disponibilize a experimentar lutas que teoricamente não são de sua preferência pessoal. É importante, nesse processo, associar a habilidade à EF67EF14, utilizando os conhecimentos gerais das práticas de luta e transpondo-os para o desenvolvimento das lutas do mundo. Sugere-se valorizar a cultura de origem das lutas e o protagonismo da comunidade escolar como pilares desse trabalho para se preservar esse patrimônio cultural (ODS 11).

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se partir do repertório coletivo de lutas que o grupo de estudantes tem. Pode-se ampliar esse repertório a partir do que se desconhece, de sugestões do docente ou do que é destacado pela mídia. Esse autoconhecimento impacta o Projeto de Vida do estudante.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Leitura de textos de cunho artístico/literário. » Reconstrução das condições de produção. » Apreciação e réplica. » Elementos da narrativa.

HABILIDADE

Sugere-se um levantamento de escritores expressivos da língua inglesa (autores clássicos de conto de mistério, como Arthur Conan Doyle e Agatha Christie) ou ainda autores de países africanos falantes de língua inglesa, como Chimamanda Adichie. A partir da escolha do autor, propor atividades que contextualizem os escritores na produção de seu país de origem, bem como a relevância de sua obra. A leitura do texto pode ser feita com o auxílio do professor, em roda de leitura. Caso isso não seja possível, a sugestão é dividir os estudantes em grupos e solicitar a leitura com o apoio de dicionários e outras ferramentas de tradução digitais. Essa leitura pode ser guiada por mapas mentais a serem preenchidos ou ainda por meio de perguntas que auxiliem a compreensão. Outra possibilidade é solicitar a leitura de diferentes autores em estações. Nesse caso, poderiam ser solicitadas atividades comparativas, por exemplo, sobre como Agatha Christie (criadora do detetive Poirot) e Conan Doyle (autor de Sherlock Holmes) constroem suas personagens e de que modo eles são semelhantes ou diferentes. Pode-se promover rodas de leitura para garantir certa frequência na leitura desses textos. Como forma de avaliar se a fruição do texto foi atingida, pode haver uma roda de conversa em que cada estudante se posicione sobre os textos lidos, demonstrando evidências de compreensão e apreciação da obra. Uma outra possibilidade é pedir que os estudantes transformem a narrativa em uma HQ. Assim, eles podem fazer a transposição das linguagens, mobilizando elementos não verbais.

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI06) Apreciar textos narrativos em língua inglesa (contos, romances, entre outros, em versão original ou simplificada), como forma de valorizar o patrimônio cultural produzido em língua inglesa.

Esta habilidade pode ser articulada com Língua Portuguesa, no desenvolvimento de habilidades de leitura de textos narrativos para trabalhar a mesma tipologia nos dois idiomas. E com Arte, por meio de projeto de produção de texto narrativo que envolva a linguagem verbal e não verbal, como a HQ. A habilidade relaciona-se à Competência Geral 3 ao promover a valorização da diversidade cultural e a fruição.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM Por meio da leitura de textos literários, é possível desenvolver a empatia e a compreensão da alteridade o que pode ser articulado à meta 2 do ODS 10.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer autores expressivos de língua inglesa, relacionando a obra às condições de produção do texto. » Identificar os elementos e a estrutura da narrativa. » Reconhecer e analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero. » Identificar a ideia central do texto e informações específicas. » Posicionar-se a respeito do texto lido. 402

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

DIMENSÃO INTERCULTURAL E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 5

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Construção de repertório artístico-cultural. » Condições de produção. » Contextos e práticas.

HABILIDADE

Para construir repertório, conforme propõe o texto da habilidade, sugere-se propor o desenvolvimento de outras habilidades de forma interdisciplinar. Nesse sentido, sugerese uma seleção de obras culturais produzidas em língua inglesa que celebre a diversidade de culturas. Pode-se propor, por exemplo, a análise comparativa de filmes em Língua Inglesa (como os produzidos em Hollywood nos Estados Unidos e Bollywood na Índia) para mostrar essa questão da diversidade. Pode-se também propor a análise de músicas típicas de países de língua inglesa, como o rap norte americano. É sugerido, ainda, que a escolha desse material atenda à questão da diversidade cultural de países de língua inglesa que não apenas os Estados Unidos e a Inglaterra. Para isso, pode-se propor ao estudante que faça a curadoria desse material para análise por meio de uma situação-problema. Atividades que relacionem as obras às suas condições de produção podem ser propostas a partir dessa seleção. Além disso, sugere-se fazer a análise dessas obras, muitas vezes multissemióticas, considerando os elementos que as compõem (imagens, cores, sons, entre outros). Para promover a avaliação, pode-se solicitar a confecção de um painel ou mostra cultural em que o estudante apresente o resultado de suas análises, revelando seu repertório. Como cada componente influencia o desenvolvimento desta habilidade:

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI18) Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as condições de produção de manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (produtores, autores, país de origem, contexto sócio-histórico, entre outros). » Relacionar as obras às suas condições de produção. » Analisar obras artísticas, considerando os elementos que as compõem.

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» Em Língua Portuguesa, pode-se propor a análise comparativa com obras brasileiras. » Em Arte, pode-se trabalhar os procedimentos de análise de forma interdisciplinar, promovendo a ampliação das estratégias de análise das obras. » Em Ciências Humanas, pode-se trazer o contexto histórico de produção das obras para contextualizar as atividades.

Observa-se que a habilidade dialoga com a Competência Geral 3, que propõe a valorização e a fruição das diferentes manifestações artísticas e culturais. Nota-se, portanto, que o estudante tem acesso a culturas diferentes da sua, percebendo-se dentro um contexto global (“onde estou?”). Ao analisar manifestações artísticas e culturais de países anglofalantes e considerar esses aspectos no respeito ao outro, promove-se uma educação em Direitos Humanos, relacionando a habilidade ao ODS 16.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

Por exemplo: uma notícia escrita e/audiovisual pode direcionar a outras notícias, reportagens etc., levando o leitor acessar diferentes links sobre um mesmo fato. Para o desenvolvimento desta habilidade, recomenda-se propor situações que possibilitem ao estudante a exploração do ambiente virtual, a fim de analisar os procedimentos e estratégias próprios da leitura hipertextual. Assim, favorece-se a tomada de decisão sobre quais links acessar ou não.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. » Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital.

Em relação à escrita hipertextual, sugere-se promover um trabalho articulado com a habilidade de produção textual (EF89LP09). Desse modo, recomenda-se propor atividades, em grupos, para que os estudantes possam: » selecionar textos jornalísticos escritos por eles em outros contextos; » elaborar palavras-chave que se articulem a outros links; e » utilizar ferramentas do Google Drive, como o Google Documentos, para linkar outros textos disponíveis na Web 2.0 que, de alguma forma, possam estabelecer relações com textos produzidos pelos estudantes. Como avaliação, sugerem-se análises coletivas e compartilhadas entre os estudantes, considerando os hiperlinks criados, e também a avaliação geral do educador sobre o trabalho realizado.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP01) Analisar a estrutura e funcionamento dos hiperlinks em textos noticiosos publicados na Web e vislumbrar possibilidades de uma escrita hipertextual.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Pode-se observar que a Língua Inglesa influencia o desenvolvimento desta habilidade, pois ela possibilita ao estudante desenvolver estratégias e procedimentos de leitura de textos noticiosos em inglês. Além disso, a habilidade está diretamente ligada à Competência Geral 5 no que se refere ao uso crítico e consciente das tecnologias digitais de informação e comunicação. Os temas selecionados para as atividades podem estabelecer relações com as questões contemporâneas, com a educação para as relações étnico-raciais e com a educação em Direitos Humanos.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Explorar o espaço reservado ao leitor nos jornais, revistas (impressos e on-line), sites etc. » Analisar a estrutura e funcionamento de um hiperlink em textos noticiosos. » Produzir hipertextos, definindo palavras-chave que levarão a outros links.

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) A habilidade propõe que os estudantes possam analisar textos noticiosos no ambiente virtual e ainda produzir uma “escrita hipertextual”, considerando que o hipertexto envolve estratégias específicas de leitura devido ao seu formato não linear e ao suporte digital.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

LEITURA COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. » Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LP01) Analisar o fenômeno da disseminação de notícias falsas nas redes sociais e desenvolver estratégias para reconhecê-las, a partir da verificação/avaliação do veículo, fonte, data e local da publicação, autoria, URL, da análise da formatação, da comparação de diferentes fontes, da consulta a sites de curadoria que atestam a fidedignidade do relato dos fatos e denunciam boatos etc.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Esta habilidade está diretamente ligada à prática de curadoria de informações. Desse modo, pressupõe que o estudante seja capaz de utilizar procedimentos de pesquisa, como selecionar palavras-chave. Além disso, pretende-se aguçar o senso crítico e consciente do estudante para que, desse modo, seja possível despertar um compromisso ético em relação ao compartilhamento de notícias falsas. Ou seja, ao ler uma notícia, por exemplo, é necessário: levantar/comparar/checar hipóteses, além de verificar o efeito de sentido provocado pelo uso de imagens e/ou áudios. Propõe-se como estratégia para o desenvolvimento desta habilidade o planejamento de modalidades didáticas que considerem as experiências do estudante em espaços como WhatsApp, Facebook, Twitter etc., mobilizando-os a analisar os diferentes elementos que constituem diferentes mensagens e que dão ou não credibilidade a elas. Nesse sentido, pode-se: (1) organizar um trabalho por rotação de aprendizagem, a fim de que os grupos possam ler diversas notícias em diferentes mídias e, assim, identificar fatos e opiniões, além de verificar a fidedignidade do relato em outras fontes; e (2) promover uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem suas hipóteses e aprendizagens sobre o assunto. Pode-se também levá-los a refletir sobre as consequências da disseminação de fake news, do ponto de vista ético e social. Aqui, há uma oportunidade para fazê-los refletir sobre seu papel como cidadão crítico e responsável, seja na escola, na comunidade e/ou no mundo. Pode-se observar que a Língua Inglesa influencia o desenvolvimento desta habilidade, pois pode-se elaborar um projeto integrado com o propósito de analisar textos informativos em diferentes sites em inglês, a fim de levar o estudante a estabelecer comparações entre diferentes textos, considerando o contexto social de cada um deles. Nesse sentido, é possível o desenvolvimento da habilidade EF09LI06 no que se refere à distinção de fato e opinião sobre um fato.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido)

Além disso, esta habilidade refere-se à Competência Geral 6, uma vez que supõe o uso responsável, crítico e ético das tecnologias digitais de informação e comunicação.

Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade.

» Analisar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria. » Analisar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria.

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Os textos propostos nas atividades podem abordar temas de relevância social e que dialoguem com as questões contemporâneas. Além disso, esta habilidade articula-se com o ODS 16, meta 7, no que se refere à tomada de decisão responsiva do estudante sobre o que se lê e compartilha.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO:

PRODUÇÃO DE TEXTOS

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se o desenvolvimento de projetos que propiciem ao estudante vivenciar situações como produtor de textos de variados gêneros do campo jornalístico/midiático, considerando as etapas de escrita processual e o contexto de produção/circulação adequados aos gêneros citados nesta habilidade.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Recomenda-se, a partir de uma situação-problema, discutir os gêneros multimidiáticos conhecidos pelos estudantes, considerando e valorizando os conhecimentos prévios, uma vez que alguns desses gêneros fazem parte da cultura juvenil. Nesse sentido, é possível uma troca efetiva de conhecimentos e saberes entre educadores e estudantes.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Relação do texto com o contexto de produção e experimentação de papéis sociais.

Sugere-se, ainda, o planejamento de modalidades didáticas que promovam a reflexão sobre as características, o leitor/público pretendido e o contexto de circulação desses gêneros, de modo a mobilizá-los a produzirem textos críticos e conscientes, considerando o contexto da Web 2.0. Ao produzir um vlog, por exemplo, é possível discutir o papel social do “influenciador digital”.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69LP06) Produzir e publicar notícias, fotos denúncias, fotorreportagens, reportagens, reportagens multimidiáticas, infográficos, podcasts noticiosos, entrevistas, cartas de leitor, comentários, artigos de opinião de interesse local ou global, textos de apresentação e apreciação de produção cultural – resenhas e outros próprios das formas de expressão das culturas juvenis, tais como vlogs e podcasts culturais, gameplay, detonado etc.– e cartazes, anúncios, propagandas, spots, jingles de campanhas sociais, dentre outros em várias mídias, vivenciando de forma significativa o papel de repórter, de comentador, de analista, de crítico, de editor ou articulista, de booktuber, de vlogger (vlogueiro) etc., como forma de compreender as condições de produção que envolvem a circulação desses textos e poder participar e vislumbrar possibilidades de participação nas práticas de linguagem do campo jornalístico e do campo midiático de forma ética e responsável, levando-se em consideração o contexto da Web 2.0, que amplia a possibilidade de circulação desses textos e “funde” os papéis de leitor e autor, de consumidor e produtor.

É possível, ainda, o uso de rubricas de qualidade que possam avaliar o processo de produção de texto. É possível, também, promover a avaliação em pares, com base em critérios previamente definidos. Em Arte, sugere-se o desenvolvimento de um projeto interdisciplinar a fim de desenvolver a habilidade EF69AR35. Em Educação Física, é possível o desenvolvimento de projetos envolvendo o trabalho como gameplay, favorecendo a reflexão sobre a experimentação, observação, produção e crítica dos jogos eletrônicos, como prevê a habilidade EF67EF01. A habilidade articula-se à Competência Geral 5, no que se refere ao uso de tecnologias digitais de informação e comunicação, de forma crítica e ética. Além disso, favorece o desenvolvimento da Competência Geral 7, uma vez que destaca a argumentação como possibilidade de defesa de ideias. Os temas e as propostas de produção podem diretamente tratar dos ODS, de questões contemporâneas, de educação para as relações étnico-raciais e de educação em Direitos Humanos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer as condições de produção que envolvem a circulação de textos. » Planejar e produzir o texto, considerando as especificidades do gênero. » Revisar o texto, considerando os aspectos discursivos e notacionais. » Editar e publicar o texto no suporte mais adequado à demanda de comunicação. 410

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MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ANÁLISE LINGUÍSTICA/ SEMIÓTICA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Propõe-se que esta habilidade faça parte de um projeto que envolva práticas de estudo e pesquisa. Além disso, ela pode se relacionar à habilidade EF67LP22. Sugere-se apresentar um verbete de enciclopédia publicado em um site e pedir ao estudante que explore a página. Pode-se fazer necessário pedir que ele analise os termos hiperlink e hipertexto.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA Outra possibilidade é solicitar que o estudante clique nos links das notas de rodapé e dos boxes e elabore esquemas do caminho que está sendo percorrido por meio dos cliques e o tipo de informação que é encontrada nos hipertextos. Em seguida, pode-se solicitar que o estudante apresente as informações coletadas e o caminho percorrido.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização. » Hipertexto. » Hiperlink.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67LP26) Reconhecer a estrutura de hipertexto em textos de divulgação científica e proceder à remissão a conceitos e relações por meio de notas de rodapés ou boxes.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

A aprendizagem poderá ser avaliada por meio das apresentações ou ainda por meio de uma autoavaliação na qual o estudante consiga identificar o que ele compreendeu e o que ainda precisa ser mais explorado. A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, na comparação de textos de divulgação científica em sites que apresentem informações nas duas línguas. Pode-se comparar, também, se os hiperlinks e hipertextos são os mesmos. Em Ciências da Natureza, pode-se abordar uma temática que poderá ser pesquisada fazendo uso desses recursos. Além disso, a habilidade relaciona-se com a Competência Geral 5, pois promove o reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para produzir conhecimento. Os temas propostos para a pesquisa e as atividades podem diretamente tratar dos ODS 13, 14 e 15, por exemplo, na questão do desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a estrutura de hipertexto e hiperlinks em textos de divulgação

científica na internet. » Reconhecer a função do hiperlink e do hipertexto nas notas de rodapé e nos boxes. » Selecionar informações em diferentes veículos de informação.

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA:

ANÁLISE LINGUÍSTICA/ SEMIÓTICA

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LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se que esta aula esteja articulada a um projeto de leitura de textos de divulgação científica. Uma possibilidade é pedir aos estudantes que, em grupos, leiam textos previamente selecionados, como verbetes de Enciclopédia. É importante pontuar que a habilidade apresenta uma progressão em relação à habilidade EF67LP26, pois propõe a análise de relações por meio de links na própria página.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Textualização.

A partir da análise do texto e da página, pode-se propor aos estudantes que, em grupos, selecionem informações relevantes para uma pesquisa. Isso pode ser feito por meio de um roteiro de perguntas que, além de solicitar as informações do texto, também promova a reflexão do modo como essa informação foi obtida (se por meio do texto inicial ou pelo hipertexto). Nesse sentido, eles podem ser estimulados a clicar no maior número de hiperlinks possível (de acordo com o tempo) e registrar o caminho percorrido. A avaliação das aprendizagens poderá ser feita pelo registro dos estudantes dos links clicados por eles e de que forma os hipertextos contribuíram para ampliar o conhecimento sobre o tema proposto.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF89LP30) Analisar a estrutura de hipertexto e hiperlinks em textos de divulgação científica que circulam na Web e proceder à remissão a conceitos e relações por meio de links.

A habilidade pode ser desenvolvida integrada ao componente de Língua Inglesa, na comparação de textos de divulgação científica em sites que apresentam informações nas duas línguas. Pode-se comparar, também, se os hiperlinks e hipertextos são os mesmos. Em Ciências da Natureza, pode-se abordar uma temática que poderá ser pesquisada fazendo uso desses recursos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Além disso, a habilidade relaciona-se com a Competência Geral 5, pois promove o reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para produzir conhecimento.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a estrutura de hipertexto e hiperlinks em textos de divulgação científica na internet. » Reconhecer a função do hiperlink e do hipertexto. » Analisar de que modo os hiperlinks e hipertextos mudam a maneira como se lê um texto na internet. » Selecionar informações em diferentes veículos de informação.

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Os temas propostos para a pesquisa e as atividades podem diretamente tratar dos ODS 13, 14 e 15, por exemplo, na questão do desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente.

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LINGUAGENS ARTE

UNIDADE TEMÁTICA:

ARTES INTEGRADAS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

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LINGUAGENS ARTE

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Pressupõe-se que para o desenvolvimento desta habilidade haja tempo, espaço e material tecnológico disponível (computadores, celulares etc.), em que o estudante possa interagir de forma experimental e direcionada com os recursos digitais (sites, aplicativos, blog, plataformas de som e vídeo etc.). Sugere-se que toda a abordagem dos recursos digitais seja, primeiro, de forma experimental, de maneira que o estudante possa construir, inicialmente, uma forma intuitiva de acesso e interação.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Arte e tecnologia.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF69AR35) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e repertórios artísticos, de modo reflexivo, ético e responsável.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer a presença e o papel de tecnologias e recursos digitais no mundo das artes. » Pesquisar e classificar diferentes sites, aplicativos e plataformas virtuais em que a arte é tema, meio de acesso ou produto. » Experimentar livremente os recursos tecnológicos pesquisados, de maneira a conhecer suas formas de acesso e ferramentas de criação ou interação com objetos de arte. » Relacionar as tecnologias e recursos digitais com temas relacionados à arte, como: interação, fruição, processo criativo, produto, identidades, sociedade e crítica. » Relacionar as tecnologias e recursos digitais aplicados à arte com aspectos éticos, sobretudo no que diz respeito às diferenças sociais, privacidade, direitos autorais e acessibilidade.

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Recomenda-se que se classifiquem os recursos digitais em termos de características e funções, respondendo a perguntas como: É um espaço de registro de arte? É um espaço de produção de arte? Permite a interação? Permite o compartilhamento? É um espaço de arte digital ou apenas uma reserva do patrimônio artístico? Como é feita a catalogação das obras? Recomenda-se, também, que os recursos digitais sejam analisados em função de características humanas e éticas, respondendo a perguntas como: Os autores das obras são devidamente citados? Como é feita a citação? O recurso é acessível a todas as pessoas interessadas? No caso de um recurso digital de produção artística, como avaliar se a obra que eu produzo será devidamente resguardada em sigilo e privacidade? Sendo um espaço de interação com outras pessoas (através de chats, por exemplo), como avaliar e garantir o respeito à diversidade de opiniões? A habilidade prevê ainda a instauração de processos criativos através dos meios digitais. Em sendo assim, outras habilidades podem atuar em conjunto, em especial EF69AR06 e EF69AR23. Esta habilidade pode ser desenvolvida com o componente de Filosofia, uma vez que pode gerar debate sobre questões ligadas a ética, autoria, responsabilidade etc. No caso de o trabalho prever a criação de recursos digitais próprios, poderá ter apoio de Língua Portuguesa, na produção de textos, por exemplo. As atividades propostas acima dialogam com as Competências Gerais 2 (curiosidade intelectual), 3 (participação artística) e 5 (cultura digital). Aqui há espaço para o desenvolvimento de ações que trabalhem Projetos de Vida, uma vez que o mundo digital é ponte para o conhecimento e área de atuação muito presente na sociedade contemporânea.

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIDADE TEMÁTICA:

BRINCADEIRAS E JOGOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

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LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS (como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem) Sugere-se debater com o estudante os sentidos que jogos eletrônicos têm na sociedade, analisando-se casos de insucesso (com violência e dependência) e sucesso social (prática de lazer, interação e trabalho). É possível analisar a origem dos jogos eletrônicos e as transformações em função dos avanços tecnológicos, estabelecendo relações entre os jogos atuais com os jogos que o antecederam. Da mesma maneira, o tipo de aparelho eletrônico também deve ser analisado como complemento das transformações em função dos avanços tecnológicos. É possível relacionar o engajamento do estudante com esse objeto de conhecimento e com escolhas do Projeto de Vida dele. Outra possibilidade: planejar aulas nas quais o estudante compartilhe com os demais os jogos preferidos, de modo a possibilitar que experimentem os jogos uns dos outros, quando possível.

» Jogos eletrônicos. Em alguns casos, quando houver a possibilidade de se utilizarem aparelhos eletrônicos diversos, eventos podem ser organizados para que a troca ocorra em uma situação real de jogos eletrônicos.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF67EF01) Experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Planejar um debate acerca das exigências corporais impostas pelos diferentes tipos de jogos, aproximando ou distanciando-os de práticas corporais de muita movimentação é uma recomendação. Pode-se planejar, conjuntamente com Língua Inglesa e Portuguesa, a investigação das estruturas dos jogos, relacionando os tipos de textos que são utilizados para a comunicação entre jogo e jogador. Vale também, estabelecer-se relações com Arte, analisando graficamente a composição dos jogos.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias.

» Identificar as exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos eletrônicos, em decorrência das transformações dos jogos e dos avanços tecnológicos. » Diferenciar tipos de jogos eletrônicos atuais a partir das características de cada jogo e das exigências cognitivas, afetivas e motoras que possuem. » Reconhecer os jogos eletrônicos como possibilidade de lazer, interação social e trabalho, diferenciando do vício e do isolamento social.

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As possibilidades de trabalho podem ser analisadas como escolhas para o Projeto de Vida do estudante, seja jogando ou produzindo jogos eletrônicos. Tal debate deve ser permeado pelas condições reais dessas escolhas, ou seja, deve-se pesquisar quais são essas profissões e o que é preciso ser aprendido e feito para praticá-la. Sugere-se destacar a análise crítica que deve ser realizada no desenvolvimento desta habilidade sobre os jogos eletrônicos e suas possibilidades, bem como sobre as possibilidades de utilização desse objeto de conhecimento na elaboração de um Projeto de Vida.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

A habilidade propõe a exploração de ambientes virtuais para a construção de repertório lexical de língua inglesa. Nesse sentido, por se relacionar diretamente com a competência de área 6, é interessante propor uma situação-problema fazendo uso de tradutores online que, muitas vezes, não são confiáveis. Por exemplo, a partir da leitura de um texto, no qual se identifica a necessidade de se procurar por uma palavra, pode-se propor uma lista de dicionários e aplicativos previamente selecionados. Pode-se, também, no caso de dúvidas sobre collocation, apresentar fóruns de discussão linguística. Dessa forma, o estudante consegue identificar qual é a ferramenta mais adequada às suas necessidades. Além disso, muitas vezes pode ser necessário um dicionário de sinônimos em vez de um bilíngue.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Há também a possibilidade de solicitar ao estudante que registre quais ferramentas foram mais úteis e por qual motivo. Dessa forma, promove-se a curadoria dessas ferramentas digitais.

» Construção de repertório lexical e autonomia leitora. » Curadoria.

Em Língua Portuguesa, esta habilidade se relaciona com outras do Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa, que podem ser trabalhadas de forma integrada.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI06) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para construir repertório lexical na língua inglesa.

Além disso, a habilidade relaciona-se com a Competência Geral 5, pois promove o reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para produzir conhecimentos de maneira autônoma. Ao aprender critérios para a pesquisa e seleção de fontes confiáveis, o estudante também se capacita melhor para fazer escolhas na escola e na vida, o que é fundamental para a criação dos Projetos de Vida. As atividades, por meio de situações-problema, promovem a reflexão sobre o uso de fontes confiáveis para consulta, fomentando a discussão sobre o impacto da internet na construção do conhecimento e sobre a necessidade de se desenvolverem estratégias de curadoria.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Reconhecer sites e aplicativos confiáveis para consulta de repertório lexical. » Distinguir as diferentes ferramentas de consulta linguística. » Selecionar e utilizar fontes confiáveis de consulta.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

A habilidade propõe a exploração de ambientes virtuais para estudos e pesquisas escolares. Nesse sentido, é interessante que esta habilidade seja desenvolvida juntamente com outras do Eixo Leitura. A identificação da necessidade de reconhecer qual gênero textual buscar é importante para o desenvolvimento da proposta. Por exemplo, caso o objetivo seja procurar algum tema recente, pode-se solicitar que o estudante faça uma busca geral, selecionando os textos encontrados e reconhecendo a notícia como o gênero mais adequado à demanda.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA A partir dessa seleção, pode-se propor uma análise coletiva (em grupos ou duplas) para que o estudante identifique o autor do texto e cheque sua credibilidade, bem como o suporte ou a URL.

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OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Leitura de textos digitais para estudo (curadoria).

HABILIDADE

Outra possibilidade é trazer dois textos com a mesma temática, mas com suportes e autores diferentes, de modo que um seja publicado em um site confiável e outro não (como um texto de um aplicativo de troca de mensagens). Pode-se, nesse caso, propor uma situação problema: Qual texto é confiável? Quais critérios determinam a confiabilidade do texto?

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

Como forma de avaliar e coletar evidências de aprendizagem, pode-se propor uma autoavaliação com os critérios construídos coletivamente ao longo das atividades.

(EF07LI10) Escolher, em ambientes virtuais, textos em língua inglesa, de fontes confiáveis, para estudos/pesquisas escolares.

Em Língua Portuguesa, esta habilidade se relaciona com outras do Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa, que podem ser trabalhadas de forma integrada, como previsto na habilidade EF69LP30.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Em Ciências, essa integração pode ocorrer por meio de propostas de seleção de textos para pesquisa de temas desenvolvidos em sala de aula.

(o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer a função social e a estrutura do gênero. » Selecionar textos de acordo com o tema. » Analisar elementos que tornam o texto confiável (autor, suporte, URL, entre outros).

Esta habilidade também se relaciona com a Competência Geral 5, pois promove o reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para fazer pesquisa. Além disso, ajuda o estudante a desenvolver um olhar crítico sobre os conteúdos da internet, o que impacta sua capacidade de compreender o mundo e aproveitar esse conhecimento para seu Projeto de Vida. As atividades, por meio de situações-problema, promovem a reflexão sobre o uso de fontes confiáveis para consulta, fomentando a discussão sobre o impacto da internet na construção do conhecimento e sobre a necessidade de se desenvolverem estratégias de curadoria. Nesse sentido, relaciona-se ao ODS 4.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA

A habilidade propõe a exploração de ambientes virtuais para acessar o patrimônio artístico cultural. Nesse sentido, é interessante que esta habilidade seja desenvolvida juntamente com as habilidades que tratem do campo artístico-literário. Para que a seleção de autores e obras para leitura seja feita, pode-se propor ao estudante que localize sites e aplicativos que contenham essas informações. Nesse sentido, as estratégias adotadas para selecionar os textos podem ser resgatadas.

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Para auxiliar o estudante nesse processo, pode-se indicar alguns sites de pesquisa por aplicativos ou algumas iniciativas que promovam a leitura de livros literários, como o Projeto Gutenberg.

OBJETOS DO CONHECIMENTO

Como forma de avaliar e coletar evidências da aprendizagem, pode-se propor uma síntese coletiva de listagem de sites e aplicativos confiáveis para a pesquisa de textos literários.

(conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Leitura de textos de cunho artístico/literário.

Em Língua Portuguesa, esta habilidade se relaciona com outras do Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa, que podem ser trabalhadas de forma integrada. Pode-se, ainda, apresentar textos literários escritos em português e acessados em portais como Domínio Público.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF08LI07) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para acessar e usufruir do patrimônio artístico literário em língua inglesa.

Além disso, a habilidade relaciona-se com a Competência Geral 5, pois promove o reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para fazer pesquisa. Relaciona-se também com a Competência Geral 3. A temática dos textos literários e de outras manifestações artísticas pode se relacionar às temáticas contemporâneas, bem como promover uma educação pautada nos Direitos Humanos.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar autores e obras para leitura. » Reconhecer e utilizar aplicativos de leitura.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade)

Para propor atividades para desenvolver esta habilidade, é interessante que elas estejam articuladas com outras habilidades de leitura e seleção de textos. A partir da identificação do gênero ou da temática, pode-se solicitar que o estudante faça pesquisas. A partir dos textos encontrados por eles, sugere-se que sejam elencados critérios de curadoria da informação, como autor, suporte, entre outros. Além desses critérios, sugere-se que sejam levantados problemas quanto a textos que desrespeitam os Direitos Humanos. Dessa forma, pode-se propor uma situação-problema na qual o texto pode ser considerado como proveniente de uma fonte confiável, mas que apresenta ideias preconceituosas ou que ferem os Direitos Humanos. Assim, além de analisar a qualidade, problematiza-se a validade das informações. Para avaliar e coletar evidências da aprendizagem, pode-se propor uma síntese coletiva de listagem de sites e aplicativos confiáveis para a pesquisa de textos literários.

» Informações em ambientes virtuais. » Curadoria.

Em Língua Portuguesa, esta habilidade se relaciona com outras do Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa, que podem ser trabalhadas de forma integrada, como previsto na habilidade EF69LP30.

HABILIDADE

A habilidade também se relaciona com a Competência Geral 5, pois promove o

(habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo)

reconhecimento e a utilização de ferramentas digitais para fazer pesquisa.

(EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de informação e socialização, analisando a qualidade e a validade das informações veiculadas.

Ao problematizar a validade das informações, pode-se perceber de que forma alguns textos, considerados confiáveis, podem ferir os Direitos Humanos, o que cria uma relação entre a habilidade e o ODS 16. Além disso, ajuda-se a desenvolver o pensamento crítico necessário à curadoria informação.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento: » Selecionar textos de acordo com sua necessidade. » Analisar os textos, utilizando critérios de curadoria. » Reconhecer textos que vão contra os Direitos Humanos.

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

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LINGUAGENS LÍNGUA INGLESA

SUGESTÕES PARA AS PRÁTICAS

EIXOS:

(como poderá ser ensinado e sugestão para acompanhamento da aprendizagem)

LEITURA E CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS

Para desenvolver esta habilidade, sugere-se que os estudantes sejam divididos em estações, cada uma contemplando um gênero digital (entrada de blogue, mensagem instantânea, tweets, entre outros). Essas estações podem trazer tabelas para serem preenchidas de modo que os estudantes percebam qual é a função de cada gênero e como ele é estruturado. Por meio da reconstrução das condições de produção, é possível perceber que a questão da velocidade e o contexto da Web 2.0 influenciam na forma de escrita.

COMPETÊNCIA ESPECÍFICA DE ÁREA 6

OBJETOS DO CONHECIMENTO (conteúdos, conceitos e processos relacionados à habilidade) » Usos de linguagem em meio digital: “internetês”. » Condições de produção e circulação dos textos. » Variação linguística.

Uma outra atividade possível é solicitar que os estudantes construam uma lista de palavras e símbolos gráficos usados na elaboração desses textos, selecionando a informação e categorizando-a em, por exemplo: abreviação de palavras (como tks que significa thanks), ou palavras com combinação de letras e números (Me too, que se escreve, nesse contexto, m2), entre outros. Sugere-se apresentar aos estudantes sites e dicionários que tragam esse repertório. A fim de avaliar a aprendizagem, pode-se construir um glossário coletivo com os termos pesquisados. Em Língua Portuguesa, como forma de integrar os componentes curriculares, pode-se comparar o uso de alguns termos em inglês e português, construindo um glossário bilíngue de “internetês”.

HABILIDADE (habilidade relacionada a essa unidade temática/eixo/campo) (EF09LI13) Reconhecer, nos novos gêneros digitais (blogues, mensagens instantâneas, tweets, entre outros), novas formas de escrita (abreviação de palavras, palavras com combinação de letras e números, pictogramas, símbolos gráficos, entre outros) na constituição das mensagens.

A proposta de atividades colaborativas promove o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como a empatia. Dessa forma, a habilidade se relaciona com o ODS 16.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM (o que deverá ser aprendido) Sugestões de objetivos de aprendizagem, considerando os objetos de conhecimento:

» Reconhecer as condições de produção de textos na internet e sua função social. » Reconhecer características dos gêneros digitais. » Comparar linguagem formal e informal. » Comparar formas de escrita na internet em inglês e em português. » Utilizar novas formas de escrita.

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ANEXOS

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LINGUAGENS

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LINGUAGENS

BNCC

COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. 432

Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

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LINGUAGENS

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ONU

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.

Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.

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LINGUAGENS

Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos.

Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos.

Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.

Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.

Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos.

Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável. 435


EQUIPE DE PRODUÇÃO Área de linguagens - Anos Finais Coordenação Eliane Aguiar Produção de conteúdo Abel Lopes Xavier Claudia Barros Lima Eliane Aguiar Mariano Medeiros Taila Virgine Costa Leitura Crítica Egon de Oliveira Rangel Área de Linguagens e suas tecnologias Ensino Médio Coordenação Marisa Balthasar Produção de conteúdo Cristina Meaney Isabel Filgueiras Marisa Balthasar Shirley Goulart Vitor Marcelino Leitura Crítica Debora Mallet Pezarim de Angelo Área de Matemática Coordenação Maria Ignez Diniz Produção de conteúdo Fabricio Eduardo Ferreira Maria Ignez Diniz Leitura Crítica Marcos Rogério Tofoli Área de Ciências da Natureza Coordenação Lilian Bacich Produção de conteúdo Aline Mendes Geraldi Leandro Holanda Leonardo Gonçalves Lago Lilian Bacich

Leitura Crítica Maria Fernanda Lamas

Coordenação de projeto Priscila Oliveira

Área de Ciências Humanas Coordenação Carolina Busch Pereira Produção de conteúdo Bruno Leite da Silva Carolina Busch Pereira Juliana Ricarte Ferraro Paulo Edison de Oliveira Priscilla de Mendonça Schmidt Valéria Roque Ascenção Leitura Crítica Ana Claudia Salvato Pelegrini Cíntia Nigro Monica Lima e Souza

Gerenciamento de projeto Fabiana Cabral Silva Nathaly Corrêa de Sá

Equipe de Projetos de vida e Educação Integral Coordenação Paulo Emílio Andrade Produção de conteúdo Samuel Andrade Paulo Emílio Andrade Leitura Crítica Juliana de Melo Leonel Leitores críticos convidados Ana Beatriz Lima - Fundação Roberto Marinho Ana Paula Brandão - Fundação Roberto Marinho Daiana Jardim - Fundação Roberto Marinho Ingrid Castro Bertoldo - Fundação Roberto Marinho Marinete Loureiro - Fundação Roberto Marinho Renan Carlos da Silva - Fundação Roberto Marinho Allyson Luiz de Cayres Lino - Fundação Bradesco Ana Cristina Venâncio da Silva - Fundação Bradesco Elieste da Silva Junior - SESI SP Rossana Ishii Chida - SESI SP Coordenação técnico-pedagógica de projeto Katia Stocco Smole

Revisão técnica Ana Paula Brandão João Alegria Katia Stocco Smole Edição de texto e revisão ortográfica Beatriz Simões Araujo Marília Aranha Milena Emilião Projeto gráfico e diagramação Amí Comunicação & Design


MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS

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