Page 1

Arrouquelas 18 de Novembro de 2012


NOTA INTRODUTÓRIA Criada em 2006, na sequência de um memorável encontro de vontades e expectativas, a Salpiquete associação de solidariedade arrouquelense ultrapassa os seus primeiros seis anos consciente da sua entrada num período que poderá ser, mais do que nunca, determinante para a sua continuidade e futuro imediato, respeitando os objetivos, princípios e valores de todos os que contribuíram para a sua instituição. A busca incessante de instrumentos, formas e métodos para alcançar os objetivos que estiveram na base da sua constituição tem sido uma realidade, apesar do constante adiamento da ideia inicial, cujos motivos e fundamentos têm sido matéria de trabalho das pessoas que têm disponibilizado parte do seu tempo na nobre tarefa de contribuir para este objetivo comum, que permanece instável e insuspeito, a aguardar desenvoltura suficiente para se afirmar na complexa realidade dos nossos dias. Terminados os dois primeiros mandatos, justifica-se (de acordo com os estatutos legais, subscritos e aceites em ato público) uma renovação nos seus corpos gerentes, refrescando mentalidades e práticas que, sabemo-lo bem, com alguma frequência se acomodam e aconchegam no conforto da compreensão e da justificação politica dos atos e das economia dos esforços. Em abono da verdade, seria reconfortante assistir ao debate em torno de novas estratégias, novos interesses, inclusivamente de novos grupos com interesse no percurso futuro da associação e dos seus fins. Não é novidade que os tempos rivalizam com as intenções, sendo difícil e indesejável a sua coexistência e incompreensível a sua permanência, sobretudo se tivermos em conta que os atuais modelos de desenvolvimento económico não reconhecem legitimidade à estes conceitos (permanência, estabilidade, coerência, …). Também não se afirmam como surpresas imediatas as dificuldades criadas pelos modos de funcionamento que os próprios cidadãos vão forjando, sendo óbvia a crescente complexidade social e a inerente intensidade de regulações e regimentos que operam na área da solidariedade e da segurança social. O mundo que vamos construindo não faz justiça ao que estaria inscrito nas melhores perspetivas, a exemplo do que nos sucede enquanto entidade vocacionada para o apoio social e comunitário. Muito do que temos e somos oscila(rá) entre dificuldades e oportunidades pontuais, problemas e desafios que se negoceiam entre detalhes e pormenores de circunstância. O debate em torno das perspetivas de futuro da Salpiquete tem-se alimentado deste tipo de questões, e o facto de estarmos num segundo período de transição levou a que se tivesse optado pela permanência dos elementos afetos aos anteriores corpos gerentes, na esperança de que assim se consiga encontrar novas soluções para o futuro da Salpiquete, sem pôr em causa o seu funcionamento atual. Parte-se, deste modo, do pressuposto de que o triénio 2013-2015 servirá para assegurar a transição pacífica dos destinos da associação, de modo a reforçar o seu estatuto e fins junto da população local, condições que em nosso entender mantêm total justificação e coerência face à nossa realidade quotidiana (crise económica, politica e financeira generalizada). Deste modo, e apenas perante a ausência de alternativas, se recompõe o elenco responsável pelos destinos da associação ao longo dos dois mandatos anteriores, entretanto reforçado pela entrada de novos elementos, a aquisição de uma viatura e a possibilidade de alocação num espaço com condições substancialmente diferentes (edifício da Escola Primária) e uma provável centralidade que aumenta as nossas responsabilidades sociais. Propõe-se, indiretamente, um regresso à originalidade inicial, agora possível pelo facto de se transportarem todos os elementos, materiais e recursos, para uma nova realidade, que se espera consiga mobilizar de novo os sócios e amigos da Salpiquete. Propõe-se assim, para 2013, um plano de trabalho que embora não surpreenda pelas iniciativas, parte delas já nos acompanham com frequência, mas que pretende lançar novas energias sobre o nosso objetivo comum: prestar à população um serviço de qualidade na área social, que favoreça propostas de envelhecimento ativo. As possibilidades criadas pela utilização de um novo espaço irão permitir o inicio de novas propostas (formação, yoga, ginástica, dramatização, dança, …+ e o confronto com as nossas (in)capacidades.

*2*


CORPOS GERENTES Mandato de 01/01/2013 a 31/12/2015

Cargo

|

Nome

Sócio

ASSEMBLEIA GERAL Presidente

Ana Marta Anacleto Rodrigues

15

Primeiro secretário

Jorge Manuel Caetano Anacleto

9

Segundo secretário

Márcia Cristina Lisboa Pião

11

DIREÇÃO Presidente

João Paulo Relveiro Martinho Colaço

8

Vice-presidente

Adélia Brites Alface

81

Secretário

António Luís Bento Lila

138

Tesoureiro

José Barros da Cruz

129

Eloisa Catarina Figueiredo Madaleno

5

Maria Fernanda E. de Paula Correia

139

António Rogério Jesuíno Bom

17

Maria Luísa Simões Regueira Lopes

37

Vogais

CONSELHO FISCAL Presidente

António Francisco da Cunha Almeida

Vogal

Luís António Caetano Madaleno

10

Vogal

Nuno Pedro Anacleto

13

*3*

2


2. PLANO DE AÇÃO PARA O ANO DE 2013 2.1. QUADRO GERAL DE ATIVIDADES Tomando como referências as orientações sinalizadas para o ano de 2013, os corpos dirigentes da Salpiquete - associação de solidariedade arrouquelense propõem-se realizar as seguintes propostas:

Código

Designação

A1 - SEDE

Nova Sede – Arranjos e Adequação Funcional

A2 - DIAG

Diagnóstico de Necessidades e Expectativas

A3 - ANIV

VII Aniversário da Fundação da Salpiquete

A4 - ASSO

Cooperação com o Associativismo Local

A5 - AEMV

Animação, Expressões & Movimento

A6 - VISIP

Visitas & Passeios

A7 - INFM

(in)Form@r, Saber & Sentir

A8 - BRSC

Banco de Recursos Sociais

A9 - DIVD

Divulgar & Disseminar

Prazo – Data Execução

2.2. DESCRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES 2.2.1 - A1: SEDE Organização Funcional e Arranjos Imediatos Ao longo do ano de 2012 foram efetuadas novas propostas ao nível da gestão dos destinos da Salpiquete, relacionadas essencialmente com as necessidades óbvias de alargamento dos espaços essenciais ao seu bom e adequado funcionamento. As reais possibilidades de aproveitamento e rentabilização do espaço público proporcionado pela possível transferência do edifício da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico de Arrouquelas para têm acompanhado as expectativas dos responsáveis pela gestão da Salpiquete, sendo previsível a possibilidade de usufruto por via protocolar com as autoridades locais, no sentido de se permitir a sua reutilização enquanto Centro Local de Aprendizagem, reforçando deste modo a sua componente original. A possibilidade de adequar os espaços existentes às sua potencialidades e possibilidades efetivas anima reforça os vários cenários possíveis. Esperamos conseguir, ao longo do ano de 2013, atribuir-lhe a dignidade e restituir o importante papel que tem tido na nossa educação.

Objetivo: Adequar o espaço da ex-Escola do 1º CEB da Freguesia de Arrouquelas às suas novas funções, após protocolo com as autoridades locais e definir claramente os objetivos a propor para o ano de 2013.

*4*


2.2.2. - A2: DIAG: Diagnóstico de Necessidades e Expectativas Seis anos após as primeiras tentativas de recolha de informação sobre as expectativas das pessoas, é tempo mais que suficiente para alterar os pressupostos e as intenções inicialmente sinalizadas. A par desta realidade, também as alterações verificadas nos vários sistemas de apoio social e as dificuldades sentidas pelos responsáveis diretos na adoção de um modelo de funcionamento concreto, recolocaram o projeto de prestação de apoio ao domicilio próxima da sua situação inicial. Assim, entende-se ser um momento adequado para repor a informação necessária junto dos novos corpos gerentes, favorecendo o seu bom funcionamento através da realização de um segundo diagnóstico em torno das expectativas e interesses da população, com recurso a questionário específico. Os resultados a obter com esta atividade serão determinantes face à tipologia e modalidade dos serviços que se pretendem implementar junto da população da Freguesia de Arrouquelas e zonas limítrofes.

Objetivos: Recolher elementos sobre as necessidades e expectativas da população face ao apoio social ajustado à Freguesia, através de inquérito por questionário. 2.2.3. – A3 ANIV: Comemorações do 7º Aniversário da fundação A memória dos esforços desenvolvidos desde a fundação da Salpiquete, associada às características de um processo que foi construído a pensar na população e na sua dignidade, deve-nos reservar algum tempo para reforço dos desafios que se vão seguindo. O facto de estarmos a iniciar um terceiro mandato, que corresponderá a uma fase determinante da vida da Salpiquete, leva-nos a repor uma atividade que apresentou, ao longo dos primeiros seis anos, diferentes e diversos formatos, nem todos bem conseguidos. A proposta obedece aos mesmos propósitos de sempre: relembrar a data e associar ao facto um acontecimento que permita a construção de imagens favoráveis e positivamente ligadas à associação. Para o ano de 2013 pretende-se associar a este ato a realização de uma atividade de rastreio médico, com enfoque na população adulta e idosa.

Objetivos: Comemorar, através de ato simbólico, a data de fundação da Salpiquete. 2.2.4. – A4 ASSOC: Cooperação com o associativismo local Desde a sua fundação, a Salpiquete tem procurado o estabelecimento de parcerias locais, onde impera a cooperação e a disponibilidade mútua para a partilha de espaços e recursos, permitindo deste modo a superação de dificuldades que, em circunstâncias mais difíceis, poderiam dificultar a execução e o sucesso de algumas das propostas e das práticas que se pretendem levar por diante. Ao longo do ano, a Salpiquete colabora com a Associação Recreativa e Cultural (através da oferta de uma taça para o torneio de atletismo das freguesias e por via da participação dos seus corpos dirigentes nas tarefas realizadas durante as festividades anuais) e com a Associação Cicloturismo “Os Amigos da Roda”, através da oferta de uma taça para inclusão no tradicional “Circuito Verde”. Para além destas colaborações, a Salpiquete mantém estreitas relações associativas com os restantes grupos organizados, que desempenham um papel relevante nas promoção da vida e das dinâmicas locais. A proposta para 2013 visa manter estas propostas, reforçando o seu papel na vida da Freguesia e da sua população.

Objetivos: Cooperar com as associações locais na promoção de atividades de cariz socializante.

*5*


2.2.5. – A5: AEM – Animação – Expressões & Movimento A animação tem sido, até à data, uma componente importante na vida da Salpiquete, assumindo desde início uma papel preponderante na transmissão dos seus princípios e valores, bem como na dinamização dos associados e cooperantes, ocupando por vezes um espaço e uma dimensão claramente superior à pretendida pelos corpos gerentes, o que levou a um esforço acrescido de redefinição face aos objetivos primordiais da associação e à estratégia definida quanto à promoção de serviços de cariz social, com o apoio ao domicilio em lugar de destaque. Na atualidade, e apesar de manter uma posição relevante no seio das propostas de envelhecimento ativo, as atividades a propôr para o ano de 2013 incidem sobre novas formas de atuação, com destaque para a introdução de propostas que poderão reforçar a vertente dinâmica, através da promoção de ações dirigidas à população adulta e idosa, que possui condições para integrar estratégias de envelhecimento ativo (nomeadamente através do teatro, dança, Yoga) e acolhe com regularidade desafios mais exigentes em termos de mobilidade pessoal e na sociedade. Espera-se, para 2013, encontrar boas perspetivas perante o envelhecimento, que possam concorrer com as tradicionais propostas de apoio social e comunitário, essencialmente vocacionadas para práticas de politica social e terapêuticas associadas a medidas higiénico-sanitárias.

Objetivos: Realizar espetáculo de teatro – animação – expressão dramática a partir de narrativas locais. Recriar cantares de Natal durante as festividades tradicionais, com grupo instrumentos e cantigas tradicionais da região; Promover sessões de expressão & movimento (Yoga e Dança) para grupos

2.2.6. – A6: VISIP– Visitas e Passeios Os passeios e as visitas orientadas recolhem o agrado e a participação generalizada das pessoas. Baseadas nas propostas recolhidas ao longo do ano, as visitas costumam respeitar as características dos interessados e resultam, na medida do possível, em bons momentos e boas práticas. A frequência com que se têm debatido as questões ligadas às visitas e passeios são um reflexo da sua importância e valorização pelos associados e pela população em geral. Para o ano de 2013 pretende-se dar continuidade a este tipo de propostas, alternando as possibilidades entre as visitas pedonais, com trilhos e percursos baseados em centros de interesse (Montejunto, Barroco), e com deslocação em autocarro, com destinos predefinidos, de acordo com os interesses e expectativas previamente sinalizadas.

Objetivos: Visitar a empresa Renova, em Torres Novas. Realizar passeio – percurso pedestre na região da Serra de Montejunto Realizar passeio – percurso pedestre na zona do Barroco de Arrifana

*6*


2.2.7. – A7 INFM: (IN)Form@r, S@ber & Sentir O papel desempenhado pela formação e pela aprendizagem não formal, deslocada dos espaços escolares e associada à promoção de atividades ligadas à realidade, aos usos e costumes das pessoas, não pode ser ignorado, sobretudo se pretendermos repor as naturais funções atribuídas aos espaços educativos e às aprendizagens realizadas fora dos contextos escolares. A Salpiquete mantém nas suas propostas um conjunto alargado de atividades formativas, onde se pretende levar a população junto de espaços de análise e reflexão que permitam o enriquecimento das narrativas existentes, nomeadamente em torno das práticas ligadas aos elementos que sempre fizeram parte do território (vinho, milho, floresta, trabalho, saúde, …). Visa-se, de acordo com as possibilidades, sinalizar as bases que permitam criar ambiente de aprendizagem envolvendo as pessoas, mobilizando conteúdos que na sua perspetiva possam acolher o interesse generalizado dos participantes. O formato, a estratégia e as metodologias a utilizar serão objeto de reflexão prévia em função dos grupos de interesse que venham a ser constituídos. Poderá existir a necessidade de autofinanciamento das atividades, em moldes que respeitem os princípios e valores da Salpiquete e dos seus associados.

Objetivos: Realizar sessão sobre segurança pessoal, com apoio da GNR Realizar sessão sobre “Diabetes na idade adulta”., com apoio de enfermeira Realizar sessão de informação sobre “Enologia e Prova de Vinhos”; Realizar sessão sobre “O Vinho do/no Séc. XXI”, com participação de animador externo; Realizar sessão sobre “A Floresta do/no Séc. XXI”, com participação de animador externo.

2.2.8 – A8: BRS - Banco de Recurso Sociais Mantem-se como objetivo da Salpiquete a criação de uma espécie de “banco de recursos sociais”, que pretenderá, a título experimental, ser uma proposta de sinalização das opções possíveis e ajustadas à realidade, ao mesmo tempo que avaliará as nossas capacidades de ação e envolvimento. O “Banco” agora proposto assegura a continuidade face às iniciativas anteriores, com especial enfoque em quatro áreas, de acordo com a seguintes características:

SERVIÇO DE REFEIÇÃO: onde se propõe uma intervenção face a situações de carência ou abandono, cuja identificação poderá ser apoiada pelas entidades responsáveis, nomeadamente a Rede Social do Concelho de Rio Maior e a Comissão Social Interfreguesias. De acordo com as necessidades identificadas interna e externamente, pretende-se implementar as condições básicas para o apoio em termos de alimentação, ajustando esta prestação aos espaços entretanto disponíveis.

*7*


LIMPEZA DA CASA: onde se visa cuidar da higiene e salubridade das habitações de pessoas mais carenciadas, ou que, por diversos motivos, não possam ou não consigam, levar por diante essas tarefas. A proposta poderá ser implementada em paralelo com a atividade “serviço de refeição”, ou poderá funcionar isoladamente, de acordo com as indicações mais ajustadas que vierem a ser exercidas pelas entidades competentes. Tendo em conta o número de beneficiários, poderão assegurar-se as tarefas básicas de limpeza da casa, em períodos semanais, com enfoque nas principais divisões da habitação (cozinha, quarto, sala e casa de banho). PEQUENOS ARRANJOS: onde se propõe a realização, no espaço da freguesia, de pequenas tarefas de difícil execução para algumas pessoas, como seja o caso das pessoas mais idosas. Mantém-se a proposta de angariar um grupo de voluntário(a)s que poderão assumir temporariamente a responsabilidade pela sua execução, em tempos e em espaços devidamente sinalizados. Pretende-se a criação de um pequeno serviço de apoio a pequenos arranjos utilitários, que poderá ser assegurado por qualquer pessoa que se disponibilize para o efeito e que, de acordo com as suas competências, possa assegurar a resolução de pequenos problemas, que poderão passar pela substituição de uma lâmpada, arranjo de uma janela, mudança de uma telha, entre outras possibilidades. TRANSPORTE SOCIAL: onde se pretende lançar as bases de um possível serviço de transporte com caráter social, que permita o apoio de pessoas com dificuldades de locomoção ou mobilidade que pretendam aceder a serviços de apoio existentes no município ou noutra localidade. O serviço contará com a cooperação de voluntários que poderão assegurar a condução da viatura, e será regulado por documentação específica, a produzir ao longo dos primeiros meses do ano. Este apoio terá um custo para os beneficiários, a definir pelos corpos gerentes de acordo com os princípios e valores da Salpiquete e o respeito por critérios de justiça e razoabilidade face aos seus associados. BANCO DE RECURSOS E AJUDAS TÉCNICAS: onde se visa desenvolver, junto da população da Freguesia de Arrouquelas e freguesias limítrofes, mecanismos que permitam apoiar o processo de reabilitação de pessoas em situação de necessidade ou carência temporária, através da cedência temporária dos materiais e equipamentos disponíveis. Os materiais e equipamentos são cedidos, temporariamente, a pedido das pessoas interessadas, com registo em documento próprio, onde são descritas as características e estado dos respetivos materiais e equipamentos, bem como o período previsto de utilização. 2.2..9 – A9 DIVD: Divulgar & Disseminar O contacto com os associados e a necessidade de encontrar formas de divulgação ajustadas à realidade atual e às expectativas e interesses dos associados obrigam a um esforço renovado no sentido da adoção de novas formas de trabalho. Neste sentido, pretende-se para o ano de 2013 não só retomar a publicação do boletim, interrompeu desde o ano de 2011 por dificuldades relacionadas com a disponibilidade de tempo para a sua edição, como também alargar esta componente para o campo da novas tecnologias e dos novos mecanismos de comunicação, dos quais apenas se utilizaram, até ao momento, as possibilidades do seu blogue (salpiqueteagarrado.blogspot.com). Independentemente das criações que venhamos a realizar, gostaríamos de reiterar a nossa intenção de não perder a oportunidade de associar estes recursos à divulgação, junto dos seus associados, da Salpiquete e das suas atividades,

Objetivos: Publicar 2 números do Boletim Salpicos Lançar as bases para a construção de uma página web, com atualizações trimestrais

*8*


3. CRONOGRAMA PREVISTO Atividades

2013 Descrição

J

F

Gestão & Administração Assembleias Gerais Relatório & Contas de Gerência 2012 Submissão de Relatório & Contas 2012 Elaboração do Plano & Orçamento 2014 Submissão de Plano e Contas 2014 junto DGSS - A1: SEDE Organização Funcional e Arranjos Imediatos Arranjos e adequação básica A2: DIAG: Diagnóstico de Necessidades e Expectativas Construção e Recolha de Dados Análise e sistematização de resultados A3 ANIV: Comemorações do 7º Aniversário da fundação Comemoração 7º Aniversário A4 ASSOC: Cooperação com o associativismo local Atividades associativas tradicionais

A5: AEM – Animação – Expressões & Movimento Ensaios e encenação Apresentação - Espetáculo Atelier – oficinas *dança, yoga, …+ A6: VISIP– Visitas e Passeios Visita Renova – Torres Novas Passeios Pedestres [Montejunto, Barroco] A7 INFM: (IN)Form@r, S@ber & Sentir Sessão “Segurança Pessoal” Sessão “Diabetes na Idade Adulta” Sessão “Floresta no Séc. XXI” Sessão “Vinho no Séc. XXI” Sessão Enologia & Prova de Vinhos A8: BRS - Banco de Recurso Sociais Serviço refeições Serviço transportes sociais Empréstimo de Recursos Limpeza da casa Serviço pequenos arranjos A9 DIVD: Divulgar & Disseminar Publicação Boletim Organização sitio internet

*9*

M

A

M

J

J

A

S

O

N

D

Plano Atividades 2013  

Plano de atividades da Salpiquete para o ano de 2013

Advertisement