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Edição nº3 Março 2014

GAZINE Entrevista ao vendedor do mês

Concurso de fotografia O Comando é MEO!

Com passatempos e muitas surpresas!

O seu comando ganhou vida!


Índice 4

Notícias

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Entrevista ao vendedor do mês

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O seu comando ganhou vida!

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Concurso fotográfico “O Comando é MEO”

10 Página do Colaborador 12 A sua hora de almoço

Editorial Raquel Bento— Directora de Comunicação MEO Esta revista, tal como a própria comunicação em si, é um acto de partilha. Na edição deste mês de março decidimos apurar um pouco mais sobre o novo serviço MEO onde o comando já reconhece os nossos movimentos. Verdade seja dita que já há muito que não falávamos do nosso comando, a nossa marca inicial quando ainda existia o 'Alto Comando' da MEO que na publicidade sublinhava a pertença do comando num trocadilho engraçado. Mas, embora acredite que seja do passado que se constrói o futuro, não é de todo nosso objectivo criar nostalgia ou voltar ao passado, mas sim fazer renascer. Acreditar que podemos ir para além da televisão tradicional. É nesta linha de inovação que a MEO quer

continuar. E onde já inovámos só nos resta voltar a inovar. Para além da inovação é preciso existir a comunicação entre todos nós que somos MEO. Foi destacada para esta edição a entrevista do vendedor do mês que resultará em informações interessantes para a continuação da expansão da nossa empresa. E claro que não podia faltar, o famoso concurso interno, onde são os nossos próprios colaboradores a participarem na simpática actividade de concurso de fotografia de onde resultará o vencedor.. É disto que a MEO e MEO Gazine são feitas, inovação, inspiração e sobretudo... comunicação.

Ficha Técnica Conselho de Administração: Manuel Vicente Editoras: Inês Rodrigues, Joana Gonçalves e Raquel Bento Contacto: meogazine@meo.pt

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Notícias PT/MEO Cotação MEO na bolsa Marcos relevantes na história da cotação da PT em bolsa:

O MEO é o preferido dos portugueses!

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E o colaborador do mês é… Francisco Lopes! P.O que é necessário na carreira de um vendedor para obter bons resultados? R. A paixão. Existem dois tipos de bons vendedores : os que são apaixonados pelo acto de vender – estes conseguem vender tudo porque a paixão deles é mesmo essa: vender. São pessoas mais flexíveis e geralmente criam uma forte ligação com o cliente. Os que são apaixonados pelo produto que vendem acabam por aliciar as pessoas à sua própria crença, não são manipuladores mas tal como um adepto de futebol defende a sua equipa com garra também este vendedor apaixonado pelo produto passará a mensagem de que aquele é o melhor sendo essa a sua própria crença. P. Qual é a palavra-chave para o seu sucesso? R. Sinceridade. A simpatia também é importante mas perde o valor de for falsa. A sinceridade é muito importante, de nada serve a um vendedor conseguir fazer muitos contractos se depois os clientes vão ficar insatisfeitos. Temos de pensar a longo prazo: se vendermos um produto que não é adequado ao cliente este vai acabar por pensar que a marca não consegue responder às suas necessidades e por isso não é adequada a si. P. e é sempre possível responder às necessidades dos possíveis compradores? R. Sempre! A partir do momento em que existe uma pequena, por muito pequena que seja, necessidade conseguimos sempre arranjar uma solução viável. É aqui que encontramos o acto de vender que não se limita à assinatura de um contracto mas sim procurar, sempre, a melhor solução para o cliente. Nem que isso demore mais do que o tempo previsto. P. Qual é o seu método de trabalho? R. Sendo vendedor de rua, como somos conhecidos, temos de andar de porta em porta a apresentar os serviços MEO. Muitos vendedores são apoderados pela gula em fazer contractos então limitam-se a tentar percorrer o maior numero de portas sem criar uma ligação com cada cliente. Este é o maior erro, nunca devemos andar com pressa. Não sei se me estou a fazer entender, mas o que quero explicar é que criando uma relação com o possível cliente a confiança aumenta e a probabilidade de encontrarmos o serviço certo para essa pessoa torna-se mais fácil. De nada serve percorrer 100 casas se delas conseguirei 2 contactos, faz muito mais sentido percorrer 50 e ter 20 contractos. P. Como lida com os clientes/possíveis clientes mais mal humorados? R.Aqui entra a simpatia, nunca falsa. Temos de manter a calma, falar devagar, deixar a pessoa falar à vontade, nunca interromper.. Na verdade essa pessoa só está irritada porque lhe tocamos à porta e ela não queria ser incomodada, resta-nos o papel de conselheiro, deixamos o folheto informativo mais o nosso contacto telefónico e confortamos , sem pressões, os clientes: 'peço imensa desculpa pelo incomodo, apenas vinha informa-lo das novas campanhas da MEO, deixo-lhe também o meu contacto , disponha sempre ' . Não dando espaço a grande alarido as pessoas também acabam por perceber que não houve maldade no acto.

O conselho de Francisco... mantenham a calma, não sejam gulosos num maior numero de contractos preocupem-se antes com o maior numero de clientes satisfeitos. A MEO é um trabalho de equipa onde cada um tem as suas funções: uns na rua outros nos escritórios.

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O seu comando A MEO continua a ser a marca que revoluciona a televisão em Portugal. Depois da interactividade na televisão e da mensalidade do telemóvel incluída no pacote de televisão por cabo, a MEO continua a inovar. Desta vez, queremos que o cliente disfrute da diversão que o nosso serviço por cabo tem para lhe oferecer. Todos os clientes MEO que têm acesso regular aos jogos disponíveis, vão continuar a poder tê-lo, mas agora de uma forma muito mais dinâmica. O jogador vai ter a possibilidade de passar a energia para dentro do ecrã, através do seu comando de televisão. A inserção de um sensor de movimento no comando vai alterar a conceito tradicional do jogo e assim torna-lo mais divertido.

O que vai acontecer? O comando da MEO vai ganhar uma nova vida e tirar o cliente do sofá. O utilizador dos jogos da MEO vai encontrar uma nova forma de se divertir em frente ao seu televisor sem estar sentado no sofá e apenas a mexer nos botões. Ao novo comando vai ser adaptado um sistema de alta tecnologia que permite uma nova interacção com o televisor. Um controlo à distância e de movimento vão permitir ao jogador mexer o comando, sendo esse movimento reconhecido depois no ecrã. Desta forma, o jogador acabará por ter um divertimento a dobrar e um dinamismo completamente diferente do que está habituado.

O que vai mudar? Nada. Na prática nada vai mudar com a nova tecnologia adoptada pela MEO. A nossa marca, que é o comando, vai-se manter esteticamente inalterado. A única coisa que sofrerá alteração é o hardware do comando e, nem esse, se nota. O novo comando capta agora os movimentos do jogador quando ele o move, através de três acelerómetros embutidos e de um sensor de infravermelhos. Para além disso, será inserido um sistema de vibração para que o utilizador perceba com maior facilidade quando o comando reage ao movimento.

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o ganhou vida! Quanto vai custar? Todos os clientes MEO podem ter acesso a este comando sem qualquer custo adicional. No entanto, os pacotes do serviço de jogos mantêm-se. Os clientes MEO FIBRA e clientes com contractos superiores a 30 megas poderão usufruir deste serviço de forma gratuita. Aos restantes ser-lhes-á oferecida a possibilidade de usarem este serviço por três meses sem qualquer custo. Depois disso será cobrado 4,99 euros/mês.

O jogador vai ter a possibilidade de passar a energia para dentro do ecrã, através do seu comando de televisão

Como aderir? Para aderir a este serviço é muito simples. Basta ao cliente em qualquer altura ligar para o número de apoio ao cliente (16200) e pedir para aderir. De imediato e mediante disponibilidade, será agendado com o cliente um dia para o técnico se deslocar ao local, proceder à troca do equipamento e garantir o seu funcionamento. Depois basta colocar-se em frente à televisão, escolher um jogo e começar a jogar.

Faça como os nossos testemunhos e comece já a jogar!

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Testemunhos sobre a inovação MEO Margarida Santos, 24 anos, Lisboa “Sempre sonhei ter uma consola de jogos, mas nunca ma deram. Agora, tenho a possibilidade de jogar como a maior parte dos meus amigos, e sem aparelhos extra! Obrigada MEO!”

António Sousa, 33 anos, Coimbra “Quando anunciaram, fiquei muito na dúvida se valeria a pena. Mas como não tem custos adicionais resolvi experimentar e devo dizer que me entretenho muito mais com os jogos da MEO. Obrigada MEO!”

José Gonçalves, 54 anos, Porto “O meu filho queria aderir a isto. Mas eu estava renitente pois achava isto tudo uma trafulhice. Depois, lá resolvi ceder e agora o miúdo anda todo encantado com os jogos que vocês para lá têm”

Susana Antunes, 28 anos, Penafiel “Agora sim, a MEO está-se a tornar a ser a minha marca preferida! Cada vez mais a MEO inova e proporciona novos serviços e produtos que satisfazem o cliente. E este não é excepção! Ando completamente viciado nos vossos jogos. Obrigada MEO!”

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Concurso O Comando é Meo! As melhores fotos do concurso são...

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Os participantes MEO acham o nosso comando um bocadinho preguiçoso...

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Página do colaborador Pedro Ferreira tem 32 anos e é técnico

quedismo. Gritei tanto que fiquei rouco durante

da MEO há oito. Casado há três anos e pai de

uma semana”, confessa entre risos. Contudo,

uma menina, Pedro distrai-se da vida profissio-

Pedro só pensava em repetir. Descobriu no

nal e familiar através do pára-quedismo.

Alentejo um escola de pára-quedismo e a partir

Antes de entrar para a MEO, Pedro pas-

daí nunca mais largou esta actividade. “É algo

sou por uma mercearia e pela concorrente

mágico. Sentimos uma liberdade desconhecida.

ZON. Depois, em 2006, Pedro chegou aos nos-

Aliás, acho que é o mais parecido com estar no

sos serviços. Actualmente integra os nossos

paraíso”, brinca.

quadros e é técnico da MEO na zona de Lisboa.

As maiores escolas de pára-quedismo em Por-

Trabalha por turnos e sempre que tem tempo, não resiste em fazer a sua actividade preferida: o pára -quedismo.

Pedro pratica esta

tugal localizam-se no AlenDa primeira vez que saltei,

tejo. A que o Pedro fre-

gritei tanto que fiquei rou-

quenta fica em Figueira dos

co uma semana. No en-

Cavaleiros, no concelho de

tanto, é o mais parecido com o

Ferreira do Alentejo, e cha-

estar no paraíso. É algo mágico”

ma-se “Queda livre”.

actividade há cinco anos, pe-

Quanto a preços, vão desde os

lo menos três vezes por ano, e garante que é

130€ aos 220€ por salto, consoante a altitude.

uma sensação única. “Quando o avião estabiliza

“É um bocadinho puxadote tendo em conta a

a altitude e é chegado o momento de dar o sal-

situação em que vivemos, no entanto, para

to, o coração começa a bater muito depressa”,

quem possa, aconselho vivamente a fazê-lo pe-

afirma Pedro.

lo menos uma vez na vida”.

O pára-quedismo é um desporto praticado por pessoas que saltam de aeronaves, fazendo uso de um pára-quedas para diminuir a velocidade da queda. O nosso técnico contou-nos que a primeira vez que fez pára-quedismo foi com um presente da namorada. “Fomos os dois, mas cheios de medo. Sempre gostamos de coisas alternativas e resolvemos experimentar o pára-

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Para animar a sua hora de almoço Encontre as palavras relacionadas com a nossa empresa E

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Descontraia com umas boa anedota

São nove palavras... Se conhecer bem os produtos MEO vai ser fácil encontrá-las!

E exercite a mente!

Estava um nevoeiro cerrado em Lisboa e um condutor não conseguia ver nada, então ao ver umas luzes vermelhas de um carro pensou logo: vou segui-las e assim não saio da estrada. A certa altura, o outro carro pára e como este ia muito perto do outro espeta-se pelo outro dentro. O motorista sai do carro aos berros: "Como é que o senhor faz uma travagem dessas sem fazer sinal nenhum??" "O quê? Ia fazer sinal dentro da minha garagem ??!!"

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