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UNIDAD E 1

Entendendo a Experiência do Envelhecimento 1. 2. 3. 4. 5.

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A POPULAÇÃO QUE ENVELHECE TEORIAS DO ENVELHECIMENTO DIVERSIDADE TRANSIÇÕES E HISTÓRIA DE VIDA MUDANÇAS COMUNS NO ENVELHECIMENTO

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CAPÍTULO I

A população que penvelhece PLANO DO CAPÍTULO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Como os idosos são vistos ao longo da História Características da população de adultos idosos Crescimento populacional e aumento da expectativa de vida Estado civil e providências de vida Distribuição geográfica Renda e emprego Educação Situação da saúde

A leitura deste capítulo permitirá a você:

Implicações de uma população que envelhece Impacto dos Baby Boomers Oferecimento e pagamento de serviços

“A

s famílias esquecem os parentes mais velhos... A maioria das pessoas fica senil ao envelhecer... A Previdência Social proporciona a todos os idosos que se aposentam um salário decente... A maior parte dos idosos mora em casas de repouso... O Medicare dá cobertura para todos os custos relativos à saúde dos idosos. Esses e outros mitos ainda são perpetuados entre a população idosa. Informações erradas sobre essa população constituem uma injustiça não apenas para essa faixa etária, mas também para as pessoas de todas as idades que precisam de informações corretas para, de forma realista, preparar-se para seus próprios anos de vida como idosos. Os enfermeiros gerontológicos devem conhecer os fatos referentes à população mais velha para, efetivamente, oferecer os serviços e informar o público em geral.

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1 Explicar as diversas formas como os idosos são vistos ao longo da História. 2 Descrever as características da população atual de idosos em relação à: • expectativa de vida; • estado civil; • moradia; • distribuição geográfica; • renda e emprego; • educação; e • estado de saúde. 3 Discutir as mudanças projetadas para as futuras gerações de idosos e a importância para o atendimento de saúde.

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Como os idosos são vistos ao longo da história Os membros da atual população idosa nos Estados Unidos se sacrifícaram e ofereceram a força e a alma que fizeram a grandeza desse país. Foram os orgulhosos veteranos nas guerras mundiais, os corajosos imigrantes que se aventuraram em terras desconhecidas, os empreendedores intrépidos que se arriscaram para criar riquezas e oportunidades de emprego, além dos pais dedicados que lutaram para dar aos filhos uma vida melhor. Testemunharam e foram participantes do crescimento e das mudanças profundas nas informações, tecnologias e sociedades. Conquistaram respeito, admiração e dignidade. Atualmente, essa população é vista de forma mais positiva e sem preconceitos, mais informada que baseada em mitos e com mais preocupação que negligência. Uma rápida reflexão sobre a visão dos adultos idosos nas sociedades passadas demonstra que essa visão positiva não foi sempre a norma. Historicamente. as sociedades encaravam os idosos de formas diferenciadas. Na época de Confúcio, havia uma correlação direta entre a idade de um indivíduo e o grau de respeito merecido. O taoísmo entendia a velhice como a epítome da vida e os antigos chineses acreditavam que chegar à velhice era um evento maravilhoso que merecia a maior honra. Por outro lado, os antigos egípcios temiam envelhecer, tentando uma infinidade de poções e providências para manter a juventude. Entre os antigos gregos,dividiam-se as opiniões; os mitos retratam muitas lutas entre velhos e jovens. Platão promoveu os idosos como os melhores líderes da sociedade, ao passo que Aristóteles lhes negava qualquer papel em assuntos governamentais. Os antigos romanos tinham um respeito limitado por seus velhos; nas nações por eles conquistadas, os doentes e os velhos eram os primeiros a morrer. Podese encontrar na Bíblia a preocupação divina com o bem-estar da família e o desejo de que as pessoas respeitem os idosos (Honra teu pai e tua mãe. Êxodo. 20:12). Muitas figuras bíblicas importantes, como Moisés e Abraão, deram contribuições valiosas quando velhos. Ainda assim, a honra conferida aos idosos não se manteve. A Idade das Trevas foi especialmente sombria para os idosos; e a Idade Média não trouxe grandes mudanças para melhor. A era medieval deu margem a sentimentos poderosos relativos à superioridade dos mais jovens, tais sentimentos eram manifestados por sublevações dos filhos contra os pais. A arte desse período, retratando o Tempo como personagem, também mostrou uma imagem nada auspiciosa dos adultos idosos. Entre os primeiros a serem afetados pela fome e a pobreza estavam eles, sendo também

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os últimos a se beneficiarem de períodos melhores. No começo do século XVII, a Inglaterra criou as Leis dos Pobres, que ofereceram atendimento aos carentes e possibilitaram aos idosos sem recursos familiares a criação de uma modesta rede de segurança. Nos séculos XVIII e XIX, entretanto, muitos ganhos no tratamento dessa população foram perdidos na Revolução Industrial. Ainda que tenham sido criadas leis referentes ao trabalho infantil nesse período como proteção aos menores, a população idosa ficou desprotegida. Os incapazes de atender às exigências dos postos de trabalho nas indústrias foram deixados nas mãos desses descendentes ou obrigados a esmolar ajuda nas ruas para se manterem. Embora o doutor I.L. Nascher, conhecido como pai da geriatria, tenha escrito o primeiro livro teórico sobre esse tema em 1914, a literatura norte-americana da primeira metade do século XX reflete poucos aperfeiçoamentos na condição dos idosos. O primeiro passo importante para melhorar a vida dos norteamericanos mais velhos ocorreu com a aprovação da Federal Old Age Law, relativa ao Social Security Act de 1935, que trouxe certa proteção financeira para a população idosa. O marcante “envelhecimento” foi alvo de conscientização na década de 1960 nesse país onde a reação foi compor a Administration on Aging, iniciativa do Older American Act, além da introdução do Medicaid e do Medicare, em 1965. Desde então, a sociedade tem demonstrado crescente preocupação com seus membros idosos (Quadro 1.1). Algumas décadas antes houve grande despertar de interesse pelos idosos, uma vez que aumentou o número dessa população. Uma atitude mais humana em relação a todos os elementos da sociedade beneficiou os indivíduos mais velhos, com melhorias no atendimento de saúde e nas condições de vida em geral, garantindo a mais pessoas a oportunidade de chegar à velhice e viver muito mais anos mais compensadores na fase conhecida como velhice, em comparação com as gerações anteriores (Fig. 1.1).

Características da população de adultos idosos Os idosos costumam ser definidos como pessoas com 65 anos ou mais. Houve um tempo em que todos com mais de 65 anos eram categorizados como “idosos;” no entanto, hoje reconhece-se que existe muita diversidade entre diferentes faixas etárias. Os indivíduos idosos podem ser divididos nas seguintes categorias: • idoso jovem: 60 a 74 anos de idade; • idoso mais velho: 75 a 100 anos de idade; • centenários: mais de 100 anos.

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Enfermagem Gerontológica

QUADRO 1.1

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Programas públicos de Benefício para os idosos Norte-Americanos

1900 Leis de pensão aprovadas em alguns estados 1935 Social Security Act 1961 Primeira Conferência da Casa Branca sobre o Envelhecimento 1965 Programas de alimentação, emprego e transporte para idosos do Older Americans Act Administration on Aging

Alguns ainda incluem uma quarta categoria, a dos idosos intermediários, entre 75 e 84 anos de idade, abreviando o grupo dos idosos mais velhos para uma faixa entre 85 e 100 anos. O perfil, os interesses e os desafios no atendimento de saúde de cada um desses subgrupos podem ser muito diferentes. Por exemplo, um indivíduo com 66 anos de idade pode querer fazer uma cirurgia estética para competir no mercado de trabalho dos executivos; uma mulher, aos 74 anos, pode ter acabado de casar novamente, desejando fazer algo quanto ao ressecamento do canal vaginal; pode haver aquele indivíduo que, aos 82 anos de idade, se preocupa com a artrite dos joelhos que limita sua capacidade para jogar golfe; e um indivíduo, com 100 anos de

Medicare (Title 18 of Social Security Act) Medicaid (Title 19 of Social Security Act) para pobres e deficientes de todas as idades 1972 Transformado em lei o Supplemental Security Income (SSI) 1991 Implementação do Omnibus Budget Act (lei de reforma de casas de repouso)

vida, pode desesperar-se para achar uma forma de corrigir os prejuízos da visão para poder assistir à televisão. Qualquer estereótipo relativo aos mais velhos precisa ser descartado; uma maior diversidade deve prevalecer à homogeneidade.

Crescimento populacional e aumento da expectativa de vida Pessoas com mais de 65 anos representam mais de 12% da população norte-americana. Há uma previsão de que cada vez mais indivíduos chegarão à velhice e que 17% da população terão mais de 65 anos no ano de 2020. Isso se deve, em parte, ao aumento da expectativa de vida. Esta, para a maior parte dos norte-americanos, aumentou devido à evolução no controle das doenças e na tecnologia da saúde, a uma menor taxa de mortalidade de bebês e crianças e às melhorias nas condições sanitárias e de vida. Atualmente, mais pessoas têm chegado aos anos da velhice. Em 1930, pouco mais de seis milhões chegaram aos 65 anos ou além, e a média da expectativa de vida era de 59,7 anos. Em 1965, a expectativa de vida era de 70,2, com a população idosa ultrapassando os 20 milhões. Ela hoje está em 77,8, com mais de 34 milhões de pessoas com mais de 65 anos (Tab. 1.1). Além de cada vez mais indivíduos chegarem à velhice, estes vivem ainda mais anos do que antes; a quantidade de pessoas com 70 e 80 anos de idade tem aumentado, normalmente, e espera-se que continue a aumentar (Fig. 1.2). A população com mais de 85 anos representa cerca de 40% da população idosa, e há um crescimento contínuo da quantidade de centenários. CONCEITO IMPORTANTE Um maior número de pessoas tem períodos mais longos de vida, com mais anos durante a velhice, em comparação com outras épocas.

FIGURA 1.1 • É importante que os enfermeiros gerontológicos se preocupem em melhorar a qualidade de vida dos idosos, da mesma forma que trabalham para estender seus anos de vida.

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Apesar de a expectativa de vida estar mais alta, diferenças relativas a raça e sexo podem ser identificadas (Tab. 1.2). Do final da década de 1980 até

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TABELA 1.1

Ano

Expectativa de vida ao nascer de 1920 a 2000 com projeções até 2010 Brancos

Negros

População total dos Estados Unidos

Total

Homens

Mulheres

Total

Homens

Mulheres

54,1 59,7 62,9 68,2 69,6 69,7 70,2 70,9 72,6 73.7 74.7 75,4 75,8 77,1 77,8 78,5

54,9 61,4 64,2 69,1 70,5 70,6 71,0 71,7 73,4 74,4 75,3 76,1 76,5 77,7 78,3 79,0

54,4 59,7 62,1 66,5 67,4 67,4 67,6 68,0 69,5 70,7 71,8 72,7 73,4 74,8 75,7 76,1

55,6 63,5 66,6 72,2 73,7 74,1 74,7 75,6 77,3 78,1 78,7 79,4 79,6 80,4 80,8 81,8

45,3 48,1 53,1 60,8 63,7 63,6 64,1 65,3 68,0 69,5 69,3 69,1 69,6 72,4 73,1 74,5

45,5 47,3 51,5 59,1 61,4 61,1 61,1 61,3 63,7 65,3 65,0 64,5 65,2 68,9 69,5 70,9

45,2 49,2 54,9 62,9 66,1 66,3 67,4 69,4 72,4 73,6 73,4 73,6 73.9 75,6 76,3 77,8

1920 1930 1940 1950 1955 1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2004 2010 (projeção)

Do Center for Disease Control and Prevention, National Center for Health Statistics, National Vital Statistics System, Tabela 27, Life Expectancy at Birth, at 65 years of age, and at 75 years of age, by race and sex, United State selected years, 1900-2004. United States Health Statistics, Washington, D.C.: U.S. Government Printing Office, 2006.

hoje, tal expectativa aumentou entre indivíduos brancos e diminuiu entre negros. O U.S. Department of Health and Human Services atribui o declínio na expectativa de vida dos negros a um aumento das mortes em decorrência de homicídios e à síndrome da imunodefi-

ciência adquirida. Trata-se de uma realidade que ressalta a necessidade de os enfermeiros se preocuparem com questões de saúde e sociedade relativas a pessoas de todas as faixas etárias, uma vez que causam impacto no processo de envelhecimento populacional.

60 Mais de 65 anos 65 a 70 anos 75 a 84 anos Mais de 85 anos

População (em milhões)

50 40 30 20 10 0

1900

1950

1980

2000

2010

2020

Ano

FIGURA 1.2 • População de idosos de 1900 a 2020 (em milhões). (Do U.S.. Bureau of Census. General Population Charcteristics. Tables 42 e 45; projections for 2010 and 2020 from Census Bureau International Data Base. http://www. aoa.gov/prof/Statistics/online_stat_data/AgePop2050.asp).

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Enfermagem Gerontológica

TABELA 1.2

Diferenças de raça e sexo na expectativa de vida (em anos) Homens

Ano 2003 2010 (projeção)

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Mulheres

População total

Brancos

Negros

Brancos

Negros

77,4 78,5

75,3 76,1

68,9 70,9

80,4 81,8

75,9 77,8

Do Centers for Disease Control and Prevention, Table A; Expectation of life by age, race, and sex: United States, 2003. National Vital Statistics Reports, 54(14). Hyattsville, MD: National Center for Health Statistics, 2006.

Ao mesmo tempo em que a distância na expectativa de vida aumentou entre as raças, diminuiu entre os sexos. Ao longo do século XX, a proporção de homens para mulheres diminuiu muito, a ponto de haver menos de sete homens para cada 10 mulheres (Tab. 1.3). Essa proporção diminuiu a cada década. No século XIX, porém, essa tendência mostra mudanças, sendo que a proporção de homens para mulheres está aumentando. QUESTÃO A SER CONSIDERADA Uma proporção maior de idosos na nossa sociedade significa que os mais jovens terão encargos financeiros mais elevados para manter a população dos mais velhos. As famílias mais jovens devem se sacrificar para a assistência aos idosos? Por • que deveria, ou por que não?

Estado civil e providências de vida Taxas de sobrevida de mulheres mais elevadas, além da prática destas de casarem com homens mais velhos, não causam surpresa quanto ao fato de mais da metade das mulheres com mais de 65 anos estarem viúvas e da maioria homens da mesma idade ser formada por indivíduos casados (Fig. 1-3). A maior parte dos adultos idosos mora com o cônjuge ou outro familiar, embora mais do dobro de mulheres, em comparação a homens, morem sozinhas na velhice tardia. A probabilidade dos indivíduos de ambos os sexos viverem sozinhos aumenta com a idade (Fig. 1.4). Em geral os idosos têm contato com os familiares, não sendo esquecidos ou negligenciados. As realidades do envelhecimento na família são discutidas com detalhes no Capítulo 38. CONCEITO IMPORTANTE As mulheres têm mais probabilidade de enviuvar e viver sozinhas na velhice do que os companheiros do sexo masculino.

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TABELA 1.2

Proporção de sexo na população com 65 anos ou mais

Ano

Número de Homens para cada 100 Mulheres

1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1985 1990 1995 2000 2025 (projeção)

101,1 101,3 100,5 95,5 89,6 82,8 72,1 67,6 67,9 67,2 69,1 70,4 82,9

Do U.S. Department of Commerce (2001). Statistical abstract of the United States (121st ed., p. 16). Washington, DC. Bureau of the Census.

Distribuição geográfica Os idosos moram em diversos locais nos Estados Unidos, a maior parte está na Califórnia, Flórida, New Iorque, Texas e Pensilvânia. Em termos de percentual da população dos estados com mais de 65 anos de idade, a Flórida tem a liderança, seguida pela Pensilvânia, West Virgínia, Iowa e Dakota do Norte. Na década passada, os aumentos mais marcantes no percentual de habitantes idosos ocorreram em Nevada, Alasca, Havaí e Arizona. Os estados com o menor percentual da população total com mais de 65 anos incluem Alasca, Utah e Geórgia.

Renda e emprego O percentual de idosos que vivem abaixo do nível de pobreza está diminuindo, com cerca de 10% nessa categoria atualmente. Entretanto, os indivíduos dessa faixa etária ainda têm problemas financeiros. A maior parte depende da Previdência Social para mais de metade da renda (Quadro 1.2). As mulheres e as

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bens ao término do primeiro ano e exigem o apoio governamental para seu atendimento; a maior parte do orçamento do Medicaid é usada em cuidados de longo prazo. Com o crescimento do percentual da população com idade avançada, a sociedade enfrentará uma maior demanda do oferecimento de serviços e do pagamento deles para essa faixa etária. Nessa era de déficits orçamentários, encolhimento de receita e aumento da competição por obtenção de recursos para outros interesses especiais, surgem dúvidas sobre a crescente capacidade do governo de oferecer aos idosos uma ampla gama de serviços. Pode haver certa preocupação no sentido de que a população de idosos esteja utilizando uma quantidade desproporcional de dólares provenientes dos impostos e que tenham que ser estabelecidos limites. Os enfermeiros gerontológicos devem se envolver ativamente em discussões e decisões relativas ao uso racional dos serviços, para que os direitos dos idosos sejam expressos e protegidos. Da mesma forma, devem assumir a liderança no desenvolvimento de métodos com eficiência de custos para o oferecimento de cuidados que não comprometam a qualidade dos serviços para essa população. CONCEITO IMPORTANTE Os enfermeiros gerontológicos precisam defender a garantia de que as tentativas de contenção de custos não coloquem em risco o bem-estar dos idosos.

EXERCÍCIOS DE RACIOCÍNIO CRÍTICO 1. Quais os fatores que influenciam o desejo da sociedade de oferecer assistência aos idosos e evidenciar uma atitude positiva em relação a eles (p. ex., condições econômicas gerais para todas as faixas etárias)? 2. Liste as mudanças nas características da população futura de idosos e descreva suas implicações para a enfermagem. 3. Que problemas as mulheres idosas podem ter, em consequência da diferença de sexo na expectativa de vida e na receita financeira? 4. Cite algumas diferenças entre norte-americanos idosos brancos e negros.

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Recurso National Center for Health Statistics http://www.cdc.gov/nchs

Referência American Association of Retired Persons. (2000). Boomers look toward retirement. Washington. DC: Author.

Leituras recomendadas Adler. J. (2006). What’s next. boomers? As the older population grows, planners figure out how to meet the housing challenge. Planning. 72(11):34–38. American Association of Homes and Services for the Aging and Decision Strategies International. (2006). The long and winding road. Histories of aging and aging services in America. 2006–2016. Washington, DC: American Association of Homes and Services for the Aging and Decision Strategies International. American Journal of Nursing Continuing Education. (2006). A new look at the old: A continuing education activity focused on healthcare for our aging population. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. Billig, M. (2004). Supportive communities: An optimum arrangement for the older population? Journal of Sociology and Social Welfare. 31(3):131–152. Gruber, J., & Wise. D. A. (1999). Social security and retirement around the world. Chicago: University of Chicago Press. Jackson, W. A. (1998). The political economy of population aging. Northampton. MA: Elgar. Kassner, E., & Bectel, R. (1998). Midlife and older Americans with disabilities: Who gets help? A chartbook. Washington, DC: American Association of Retired Persons. Kovner, A. R., & Knickman, J. R. (2005). Jonas and Kovner’s health care delivery in the United States. (8th ed.). New York: Springer. National Center for Health Statistics. (2005). Health, United States, 2005, with chartbook on trends in the health of Americans. Hyattsville. MD: U.S. Department of Health and Human Services, available at http://www. cdc.gov/nchs/data/hus/hus05.pdf Peter D. Hart Research Associates. (2002). The new face of retirement: An ongoing survey of American attitudes on aging. San Francisco: Civic Ventures.

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Editoração Livro Enfermagem Gerontológica  

Editoração do livro Enfermagem Gerontológica da Editora Artmed

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