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EDIÇÃO 01 - 2011

Especialista dá 10 dicas de economia para as ceias de Natal e Ano Novo Depressão infantil e na adolescência Receita: Tronco Natalino Como transportar animais de estimação no carro


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EDITORIAL Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Vestibulum feugiat, nulla eget cursus consectetur, est lorem pellentesque lectus, at suscipit nisi neque id nulla. Quisque lorem libero, semper et pretium vitae, rhoncus ac nisl. Integer purus lorem, blandit at porta aliquet, pulvinar eget ligula. Sed at consectetur libero. Phasellus in turpis eget eros tristique feugiat. Nam risus lorem, bibendum vel pharetra vitae, condimentum sit amet lorem. Fusce fermentum, libero id pellentesque consectetur, felis nibh consequat sem, id posuere massa nibh non sem. Nulla eleifend tincidunt felis, sed cursus leo ultricies eu. Sed a magna quis sem porttitor cursus nec et turpis. Vestibulum ante ipsum primis in faucibus orci luctus et ultrices posuere cubilia Curae; Praesent vulputate placerat lorem. Aenean at sem nec erat dignissim euismod a sed mi. Aenean hendrerit egestas enim, porta gravida mi gravida id. Vestibulum rutrum vulputate tellus, ut dapibus metus imperdiet at. Cum sociis natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Morbi non magna ante, non dignissim elit. Vivamus dolor ipsum, molestie a pellentesque in, facilisis at ipsum. Fusce semper eleifend sem, id congue purus posuere quis. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas. Vivamus lacus est, rutrum in commodo eu, convallis nec velit.

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SAÚDE E BEM-ESTAR Depressão infantil e na adolescência.

DICAS Especialista dá 10 dicas de economia para as ceias de Natal e Ano Novo.

GASTRONOMIA Receita: Tronco Natalino.

ESPORTE Exercícios adequados para sua idade.

TECNOLOGIA NASA afirma ter encontrado 47 planetas "habitáveis".

ANIMAIS Como transportar animais de estimação no carro.

GERAL O Código de Defesa do Consumidor é aplicável nas compras feitas via Internet?


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SAÚDE E BEM-ESTAR

Depressão infantil e na adolescência Sandra Scivoletto é médica psiquiatra, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, coordenadora do Grupo de Estudos Álcool e Drogas e responsável pelo Ambulatório de Adolescentes do Hospital das Clínicas da FMUSP.

A palavra depressão é usada com grande liberdade. Basta um pequeno problema, uma desfeita, um desencontro emocional, um prejuízo financeiro, para nos declararmos deprimidos. Embora seja empregada como sinônimo de tristeza, tem pouco a ver com esse sentimento. Depressão é uma doença grave. Se não for tratada adequadamente, interfere no dia a dia das pessoas e compromete a qualidade de vida. Nos adultos, é mais fácil de ser diagnosticada. Eles se queixam e, mesmo que não o façam, suas atitudes revelam que não se sentem bem e a família percebe que algo de errado está acontecendo. Com as crianças, é diferente. Elas aceitam a depressão como fato natural, próprio de seu jeito de ser. Embora estejam sofrendo, não sabem que aqueles sintomas são resultado de uma doença e que podem ser aliviados. Calam-se, retraem-se e os pais, de modo geral, custam a dar conta de que o filho precisa de ajuda.

ela não reconhece que está deprimida? Sandra Scivoletto – A criança tem grande dificuldade para expressar que está deprimida. Primeiro, porque não sabe nomear as próprias emoções. Depende do adulto para dar o significado daquilo que se chama tristeza, ansiedade, angústia. Por isso, tende a somatizar o sofrimento e queixa-se de problemas físicos, porque é mais fácil explicar males concretos, orgânicos, do que um de caráter emocional.

SINAIS DA DEPRESSÃO INFANTIL

Alguns aspectos do comportamento infantil podem revelar que a depressão está instalada. Por natureza, a criança está sempre em atividade, explorando o ambiente, querendo descobrir coisas novas. Quando se sente insegura, retrai-se e o desejo de exploração do ambiente desaparece. Por isso, é preciso estar atento quando ela começa a ficar quieta, parada, com muito medo de separar-se das pessoas que lhe servem de referência, como o pai, a mãe ou o cuidador. Outro ponto importante a ser observado é a qualidade de sono que muda muito nos quadros depressivos.

Drauzio – Quais são os sinais de depressão que devem ser observados na criança, uma vez que

O que se tem percebido nos últimos anos é que a depressão, na infância, caracteriza-se

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SAÚDE E BEM-ESTAR pela associação de vários sintomas que vão além da ansiedade de separação manifesta quando a criança começa a frequentar a escola, por exemplo, e incluem até de medo de comer e a escolha dos alimentos passa a ser seletiva. Portanto, a criança pode estar dando sinais de depressão quando a ansiedade de separação persiste e ela reclama o tempo todo de dores de cabeça ou de barriga, nunca demonstrando que está bem. Drauzio – Quais são as características do sono da criança deprimida? Sandra Scivolletto – Na depressão infantil, o sono começa a ser interrompido por pesadelos e o medo de ficar sozinha faz com que reclame e chore muito na hora de dormir. Não é o choro de quem quer continuar brincando. É um choro assustado, indicativo do medo que está sentindo o tempo todo. Drauzio – Quando os quadros de depressão passaram a ser reconhecidos na infância? Sandra Scivoletto – O reconhecimento da depressão na infância é relativamente recente na psiquiatria, justamente pela dificuldade que a criança tem de referir-se ao que sente. Por isso, muitas vezes, era considerada portadora de fobias específicas, tais como os transtornos comportamentais e a ansiedade de separação. Foi só há mais ou menos 20 anos, que a doença passou a ser reconhecida em adolescentes, uma vez sua forma de expressão é diferente da dos adultos. DIAGNÓSTICO Drauzio – Como você diferencia a depressão dos distúrbios de hiperatividade e atenção? Sandra Scivoletto – Na criança, é bem fácil diferenciar a hiperatividade da depressão. Criança hiperativa não para quieta, mexe-se o tempo todo, principalmente os meninos. Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

Entretanto, existe um subtipo de hiperatividade que se caracteriza pela desatenção. A criança não é hiperativa fisicamente, mas não consegue focar a atenção, por isso se retrai e vai abandonando as atividades. Muitos a consideram desligada, mas ninguém a considera uma criança triste. Ao contrário, criança deprimida logo demonstra que não se interessa por nada e não há brincadeira que a faça sentir-se melhor. Fica parada o tempo todo e quer sempre alguém em que confie por perto. Drauzio – Crianças deprimidas perdem a iniciativa? Sandra Scivoletto – Perdem a iniciativa e deixam de aprender. Na escola, apresentam várias dificuldades de aprendizado e, num primeiro momento, são encaminhadas para a avaliação do oftalmologista, do otorrino, da fonoaudióloga. Passam também por testes específicos para o déficit de atenção e hiperatividade. No passado, o diagnóstico de depressão era feito por exclusão. Hoje se sabe que sintomas como alterações do apetite e do sono, diminuição da atividade física, medo excessivo, duradouro e persistente, são próprios da depressão infantil. FATORES DE RISCO Drauzio – Existem fatores desencadeantes que aumentam o risco de quadros depressivos nas crianças? Sandra Scivoletto – Existem. Como nos adultos, luto, perdas, separação dos pais, dificuldade de adaptação a situações novas, mudança de escola e de domicílio podem gerar estresse, que vai desgastando a criança e conduzindo a um quadro depressivo. No entanto, na maioria dos casos, existe um componente hereditário, genético, mais significativo do que nos adultos, responsável pelo desencadear quadros de depressão na criança.

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SAÚDE E BEM-ESTAR consideravelmente nesse processo. Drauzio – Filhos de pais depressivos ou com parentes próximos com quadros de depressão correm maior risco de apresentar o problema? Sandra Scivoletto – Correm, e a depressão que se inicia na infância, geralmente, é mais grave. Por isso, a criança deve ser tratada o mais rápido possível. Drauzio – Qual é o inconveniente de não diagnosticar a doença e não iniciar o tratamento precocemente? Sandra Scivoletto – Primeiro, a dificuldade de aprendizado é grande. Depois, a criança vai crescer achando que a alegria estampada nas outras pessoas não foi feita para ela e conforma-se com esse referencial. Mais tarde, quando adolescente, estará mais propensa ao uso de drogas, porque irá procurar alguma coisa que alivie esse desconforto permanente. Não é possível que só os outros consigam ser felizes. Drauzio – Num primeiro momento, as drogas fazem isso num piscar de olhos… Sandra Scivoletto - Juntar o imediatismo próprio do adolescente com o alívio momentâneo que a droga dá é um caminho que passa a falsa impressão de que o problema está resolvido. Isso torna a situação mais difícil ainda. Quando ouve que deve abandonar o uso de droga, ele argumenta: “Logo agora que estou me sentindo bem e sem a droga passo mal?”.

SINAIS NA ADOLESCÊNCIA Drauzio – Existe alguma diferença entre o quadro clínico da depressão infantil e da depressão na adolescência? Sandra Scivoletto – Existe, principalmente nos meninos, até por fatores culturais. O menino não internaliza as emoções como a menina, que se tranca no quarto e chora. Ele se torna extremamente agressivo, fica na defensiva o tempo todo e sai brigando com o mundo. Basta alguém lhe dizer bom-dia, para achar que o estão acusando de alguma coisa. Rebelde e desafiador, está permanentemente em confronto. Cria problemas na escola, em casa e entra em conflito com as figuras hierárquicas. Irrita-se com muita facilidade e essas reações, às vezes, são confundidas com algum transtorno de comportamento. Quando se fala aos pais que ele está deprimido, eles reagem: “Como? Se ele tem uma energia para brigar que não tem fim?”. Na realidade, o adolescente deprimido age como se a melhor defesa fosse o ataque e, se conseguimos ultrapassar essa barreira, ele se mostra muito angustiado e chora.

Drauzio – Nos adultos, a estimativa é que para os quadros depressivos sejam mais frequentes nas mulheres (três mulheres para cada homem). Nas crianças, essa diferença entre os sexos também existe?

Drauzio – Pensando na minha infância, na infância de minhas filhas e das crianças que vi crescer, acho que toda criança tem fases em que se mostram mais quietas e caladas e, às vezes, apresentam dificuldade de adaptação na escola. O limite entre o que acontece com a criança sem maiores problemas e as que têm distúrbios mais sérios é muito sutil. O que deve ser valorizado nesses casos?

Sandra Scivoletto – Na infância, a ocorrência de depressão é praticamente igual nos dois sexos. A diferenciação começa na adolescência, fase em que as meninas são mais vulneráveis. Sem dúvida, a questão hormonal interfere

Sandra Scivoletto – Crescer é doloroso. Só crescemos quando o incômodo é maior do que o medo da mudança. Aí, tomamos coragem e damos um salto. Isso acontece ao longo da vida e na infância inteira. A criança tem medo de

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SAÚDE E BEM-ESTAR dormir fora de casa, mas, convidada por um amigo, pensa – “Se eu não for porque estou com medo, não vou poder brincar com meu amigo” – e a vontade de estar com ele supera o medo. A criança deprimida não tem essa vontade e, consequentemente, não encara os desafios. Retomando as reações da criança normal, diante da dificuldade ela se retrai, fica mais quieta. É um comportamento de proteção, desejável, que evita situações de maior risco. Entretanto, a partir do momento em que se sente mais confiante, encara e vence o obstáculo. Isso é motivo de enorme alegria que a ajuda a fortalecer a autoestima e a aumentar a autoconfiança. A criança deprimida não dá esse salto. Aliás, não tem autoestima, sente-se permanentemente incapaz, não enfrenta desafios. Como é mais difícil desistir do que tentar, vai sofrendo um afunilamento das atividades. A adolescência é uma fase de crises, mas de crises extremamente breves, fugazes. No mesmo dia, pela manhã, o adolescente é a pessoa mais infeliz do mundo e, à noite, o mais alegre, porque conseguiu enfrentar e resolver os problemas que o afligiam. No deprimido, o processo da crise é longo, permanente.

a criança, que está cada vez mais mimada. O que acontece com a maioria dos filhos? Longe dos pais, da mãe principalmente, eles são ótimos, alegres, comunicativos. Já a criança deprimida fica quietinha num canto, não brinca. Não é que seja muito agarrada à mãe. Mesmo longe dela, mostra-se retraída, quieta. Os pais têm enorme resistência em entender esse comportamento como doença. A primeira leitura é interpretá-lo como erro de criação e sentem-se culpados. Na grande maioria dos casos, a criança é encaminhada para psicólogos e só depois de um ou dois anos, quando a terapia não resolveu, é que procuram outro profissional. Drauzio – Como vocês lidam com esses casos? Sandra Scivoletto - Temos trabalhado muito no sentido de sair do consultório e do ambiente hospitalar para atuar nas escolas com os professores. São eles as pessoas mais capacitadas, não para o diagnóstico, mas para traçarem uma avaliação do comportamento da criança. Os pais estão emocionalmente envolvidos e fica difícil para eles assumir essa tarefa. SUICÍDIO

REAÇÃO DOS PAIS Drauzio – Respeitadas as diferenças de cada família, como costuma ser o comportamento dos pais diante de um filho com depressão? Sandra Scivoletto – A primeira reação, principalmente se existem outros filhos, é de alívio. “Que bom, como ele é quietinho, não dá trabalho nenhum!”, eles dizem, porque durante o dia não demanda atenção, fica quietinho no seu canto. Todavia, à noite, quando afloram os medos, ele começa a incomodar, porque não quer ficar sozinho, nem deixa os pais saírem de perto. Geralmente, essa dificuldade de desligar-se acaba gerando conflito entre os cônjuges. O pai acha que a mãe está superprotegendo Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

Drauzio – Muitos adolescentes se suicidam, às vezes, por motivo aparentemente banal, mas no fundo, por trás desse gesto, está a depressão. Quadros de depressão não reconhecida e não tratada podem levar a extremos como esse? Sandra Scivoletto – Felizmente, o suicídio infantil é raro, porque a criança tem uma visão diferente da morte. Não a vê como fim do sofrimento. É como se fosse um sono do qual acordará depois. Na infância, o mais comum é surgir um comportamento que chamamos de parassuicida. Acidentes podem acontecer com todas as

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SAÚDE E BEM-ESTAR crianças, mas com a criança deprimida são frequentes, porque ela não se protege, cai da árvore, é atropelada, arrebenta-se andando de bicicleta. Mal se refez de um, está metida em outro acidente. Parece que nunca aprende a resguardar-se. Na adolescência, a intensidade dos sentimentos e emoções aumenta. Adolescentes são mais imediatistas e querem resolver rápido a situação que tanto os incomoda. Por isso, num impulso, em momentos de extrema angústia, cometem suicídio. É muito difícil perceber neles uma ideação suicida estruturada e planejada ao longo do tempo. O que se tem notado, nessa faixa de idade, é a tendência ao envolvimento com gangues. Dão a impressão de que se sentem atraídos pela ideia de morte e, como não têm coragem para matar-se, enredam-se em situações em que um tiro disparado por outra pessoa, será a melhor solução para o problema, já que não têm nada a perder.

dose a mais baixa possível até a criança começar a apresentar o comportamento esperado para a idade. Isso demora uns dois meses aproximadamente. Sedimentado esse comportamento, suspende-se o remédio, mas tanto a introdução, quanto sua retirada, são feitas aos poucos, lentamente.

Drauzio – Às vezes, comentários na imprensa leiga sugerem que alguns medicamentos para a depressão infantil aumentariam a ocorrência de suicídios. Existe alguma relação cientificamente comprovada nesse sentido? Sandra Scivoletto – O que acontece é que adolescentes muito deprimidos pensam em morrer, mas a depressão é tão intensa que eles não têm o impulso para tentar o suicídio. Quando começam o tratamento para a depressão, o que primeiro melhora é a iniciativa e não o humor. Não é que o antidepressivo tenha um efeito colateral que leve ao suicídio. Não, infelizmente o humor é a última coisa que melhora.

TRATAMENTO Drauzio – No tratamento das crianças com depressão há sempre necessidade do uso de medicamentos?

Por isso, insistimos em que ninguém pode usar antidepressivos sem ser acompanhado de perto por um médico, porque é preciso reconhecer o momento em que há essa passagem ocorre e redobrar a atenção.

Sandra Scivoletto – Não. Na infância, conseguimos controlar alguns casos leves e reconhecidos precocemente com psicoterapia e a orientação dos pais. Entretanto, como a depressão tem um componente genético muito forte, em certos casos, a necessidade de medicação torna-se quase compulsória. Drauzio – Como nos adultos, a medicação precisa ser usada por bastante tempo? Sandra Scivoletto – Não. Felizmente, a criança responde muito mais depressa aos medicamentos do que o adulto e, quanto menor for o tempo de uso da medicação, melhor. O que se faz, nesses casos, é indicar um antidepressivo numa

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DICAS

Especialista dá 10 dicas de economia para as ceias de Natal e Ano Novo Especialista em Direito do Consumidor mostra como não sair no prejuízo. Segundo ele, pesquisa antecipada é a melhor ferramenta para poupar.

ceia, podendo investir o restante do seu capital em outras produções para o fim de ano ou até mesmo economizar para pagar outras contas. É só uma questão de paciência e tempo, claro”, garante Helton Renê, com base em sua experiência de 11 anos atuando em Procons na Paraíba.

Faltando pouco menos de um mês para as comemorações do Natal e do Ano Novo, a população já começa a planejar como vai gastar o 13º salário e qual será o cardápio das ceias. De acordo com o especialista em Direito do Consumidor, Helton Renê, o mais indicado é pesquisar com certa antecedência, pois o preço dos alimentos e das bebidas nesta época é maior. Segundo ele, além da procura, alguns produtos são sazonais e chegam a custar o dobro em alguns supermercados.

VEJA ABAIXO 10 DICAS DO ESPECIALISTA PARA FAZER A MELHOR CEIA PELO MENOR PREÇO:

“Há situações em que o consumidor mais atento consegue economizar até 40% de sua

1) Faça uma lista dos convidados que com certeza estarão na ceia. Ligue e já combine com

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DICAS todos. Assim, você terá uma noção mais apurada de quanto vai gastar e assim evitar o excesso de comida. O segredo é otimizar.

os do caixa. Havendo divergência, deve prevalecer o menor preço. Se ocorrer este tipo de problema, procure o gerente.

2) Comece a fazer a pesquisa pelos produtos sazonais, como frutas cristalizadas, ameixas secas, avelãs, castanhas frescas, amêndoas e figos, que naturalmente são mais caros. Quanto mais próximo das festividades, maior o preço. 3) Se puder, utilize a internet para ajudar nessa pesquisa. Nela você encontra promoções e ofertas rápidas. Os mais tradicionais podem pesquisar em encartes dos supermercados. Sempre vai ter uma oferta convidativa.

8) Caso possua cartão de crédito, a venda direto para o vencimento do cartão deverá ser considerada à vista, portanto terá direito aos mesmos descontos e promoções de pagamento em dinheiro.

4) Se o preço no encarte for atraente, leve consigo até ao estabelecimento escolhido para confirmar a oferta. Leve também uma pequena máquina de calcular para ajudar na pesquisa e no seu cálculo final. 5) Para os consumidores que têm o orçamento doméstico mais apertado, vale substituir os produtos tradicionais pelos locais. Não se perde em sabor se usar a criatividade nesses casos, até porque a substituição correta corresponde a uma boa economia no bolso. 6) Sempre analise as embalagens, sua conservação, validade e procedência, para não adquirir produtos deteriorados e passíveis de problemas. Evite comprar enlatados com vincos ou amassados, bem como embalagens plásticas com o mínimo de rasgões. Toda violação é uma porta de entrada para bactérias.

9) Nenhum estabelecimento é obrigado a vender no cartão de crédito, mas, uma vez aceitando o serviço, o comerciante não poderá se esquivar de direitos dos consumidores. Se o seu direito for podado, procure a ajuda de um órgão de defesa do consumidor. 10) Sempre exija a nota fiscal e, se possível, guarde as embalagens após o uso de produtos industrializados por alguns dias. O direito de reclamar sobre qualquer problema por alimento estragado se expira no prazo de até 30 dias.

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7) Muita atenção na hora de fazer o pagamento. Sempre confirme os preços das gôndolas com Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

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GASTRONOMIA Receita:

Tronco Natalino

O bolo tronco de Natal é lindo, e bem fácil de preparar. Veja as nossas dicas para arrasar na sua próxima ceia de Natal.

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GASTRONOMIA MODO DE PREPARO Preparo da massa: Bata o açúcar e as gemas até ficar bem cremoso. Junte a farinha e as claras em neve, por fim acrescente manteiga. Envolva tudo delicadamente e coloque em uma forma forrada com papel manteiga untada e polvilhada com margarina Puro Sabor. Leve ao forno 180ºC por 15 minutos.

iro e forme pequenas rosetas de creme ao redor do bolo. Para finalizar, enfeite o tronco natalino com flor, merengue, marzipã de folhas e tudo que a sua imaginação sugerir. .

Preparo do creme: Misture a farinha, o leite, as gemas, o açúcar e a vanilla. Na sequência leve ao fogo, sem parar de mexer, até a composição ganhar a consistência de creme. No final adicione o cacau. Montagem: Recheie a massa com o creme já morno, espalhando por toda a sua superfície. Enrole cuidadosamente o bolo, embrulhe em papel manteiga e coloque-o na geladeira por aproximadamente uma hora. Neste intervalo, prepare o creme ganache. Preparo do creme ganache: Coloque os ingredientes em banho-maria, vá mexendo até derreter e formar uma massa homogênea e lisa. Deixe gelar e, na sequência, bata em uma batedeira para dar cremosidade. Quando o rolo esfriar, retire o papel vegetal, coloque em uma bandeja ou em um prato, corte as duas extremidades do rolo e reserve-as. Cubra totalmente o bolo com o creme ganache e depois junte o creme nas duas extremidades cortada anteriormente, colocando um pedaço do bolo em cima do outro lado, dando a forma característica de um tronco. Cubra a superfície e as laterais com o creme ganache e deixe bem visível as partes cortadas na forma de espiral, que representam o ponto de corte do tronco de uma árvore. Agora, com um garfo, faça linhas de uma extremidade a outra para simular a casca do tronco.

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Coloque o creme ganache em um saco confeiteRevista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

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ESPORTE

Exercícios adequados para sua idade Com o passar do tempo, o nosso organismo e o nosso corpo mudam. Por isso, os exercícios também devem mudar!

EXERCÍCIOS ADEQUADOS PARA SUA IDADE Os exercícios físicos possuem inúmeras vantagens, não apenas para a saúde do corpo, mas também para a mente, pois eles regulam a circulação e a respiração, ajudam a diminuir o stress, e também ameniza e até pode evitar os problemas ósseos, como a osteoporose, por exemplo; além de ajudar a manter o corpo sempre em forma, evitando doenças como obesidade. Existem vários tipos de exercícios, e todas as idades podem fazê-los, obviamente antes de se praticar um esporte é sempre recomendável a consulta e a orientação especializada. CRIANÇAS Para as crianças, quase todos os esportes são possíveis, entretanto a esgrime não é indicada, pois os seus movimentos podem trazer comprometimentos ósseos, deformando o crescimento, a natação é muito indicada para aumentar a constituição e o vigor físico da criança.

Com a chegada dos 30 anos aos 40 indica-se a musculação e a corrida, pois ajuda a prevenir contra fraquezas musculares e sangüíneas que possam surgir. Os exercícios aeróbicos leves começam a ser geralmente prescritos aos homens e mulheres acima de 40 anos. A partir dessa idade até o fim da vida, o acompanhamento médico e a intensidade dos exercícios devem ser mais monitorados, a caminhada é muito útil nessa fase, sendo sempre solicitada. Vale ressaltar que esta lista se refere aos dois sexos. Existem inúmeras outras modalidades de esportes, como a dança e as artes marciais, por exemplo. Os esportes além das vantagens acima citadas possibilitam uma forma saudável de relaxamento e diversão. Obviamente que toda prática de esportes deve ser feita com moderação. Além dessas práticas, para uma boa qualidade de vida, indica-se uma alimentação saudável e balanceada.

ADULTOS Para os jovens adultos (na faixa etária dos 20 anos) não há limitações quanto à modalidade, mas é muito comum o jovem desanimar. Por isso, especialistas recomendam os esportes competitivos ou coletivos, como o futsal, o basquete e o futebol.

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TECNOLOGIA

NASA afirma ter encontrado 47 planetas "habitáveis" Contudo, dessa lista, mais da metade são luas e apenas dois foram confirmados como detentores de características "terrenas".

A missão da NASA conhecida como Kepler está encontrando novos planetas de forma incrível desde o ano passado. E agora, para organizar as informações, os cientistas começaram a fazer uma espécie de tabela periódica de planetas habitáveis. A classificação que consta na tabela ainda divide os planetas em 18 categorias, levando em consideração a massa, a temperatura média e a constituição do planeta. Segundo Abel Méndez, pesquisador responsável pelo projeto, “Um resultado importante dessa tabela é a habilidade de compararmos planetas em uma escala, do melhor para o pior candidato à receber vida”. De todos os que foram encontrados até então, 45 deles tem potencial para se tornarem habitáveis. Contudo, destes apenas 15 são planetas, sendo que outros 30 são luas. Já quanto a confirmação, a NASA aponta dois planetas, o Gliese 581d e o HD 85512b, como sendo perfeitos para a existência de vida como a que possuímos na Terra. Observações futuras, com novos instrumentos, tanto terrestres quanto espaciais, serão necessários para confirmar a viabilidade de vida nos planetas que constam como candidatos.

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ANIMAIS

Como transportar animais de estimação no carro Poucos sabem que existe uma legislação específica para o transporte de animais de estimação, confira agora como transportar seu bichinho.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo de número 235: A condução de animais nas partes externas do veículo como caçambas ou com parte do corpo para fora da janela é infração grave e neste caso o condutor perde cinco pontos na carteira, e ainda paga multa de R$ 127,69; Se o motorista for flagrado dirigindo com animais à sua esquerda ou entre os braços e pernas o condutor perde quatro pontos na carteira e paga multa de R$ 85,13 e é considerada

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infração média. Embora a lei não obrigue a “retenção” dos animais de estimação em caixas ou coleiras, essa é a melhor maneira de transportá-los e para isso existem diversos acessórios preservando sempre o conforto dos animais. Entre os acessórios, o mais comum são as caixas para transporte que devem ter um tamanho adequado para que o bicho de estimação consiga ficar de pé e se virar. A caixa para transporte de cães e gatos deve ainda ser presa a um cinto de segurança especial acoplado ao cinto de segurança Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011


ANIMAIS do carro. Existem também, cadeirinhas especiais para cães e gatos. Mais uma opção para transportar animais de estimação, é isolar os bancos de trás com uma grade divisória, mas a m e l h o r opção é treinar o animal desde filhote, r e c o m p e nsando-o sempre que ele ficar q u i e t o dentro do carro, para que ele acostume com os passeios de carro. Levar principalmente cães presos em caixas ou cadeirinhas evita também que o animal coloque a cabeça para o lado de fora do carro que além dos perigos óbvios, pode fazer mal a saúde do cão já que o vento forte resseca os olhos e pode causar otite.

valor do transporta do bicho de estimação é cobrado de acordo com o peso do animal. Ainda no caso de transportar cães e gatos em avião, animais com menos de 10 kg podem viajar com os donos no avião, mas mesmo assim isto não é recomendado dado devido ao incômodo que o animal pode proporcionar aos o u t r o s passageiros, como latido ou miado, vômito ou excreção de f e z e s e /o u urina durante o vôo. Uma última dica para quem vai transportar animais de estimação seja de carro, ônibus ou avião, é não dar comida perto da hora da viagem, pois o bicho pode enjoar.

C O M O T R A N S P O RTA R A N I M A I S D E ESTIMAÇÃO EM ÔNIBUS Para quem vai viajar de ônibus, deve consultar a companhia rodoviária antes, pois cada uma tem suas regras para o transporte de animais de estimação e algumas não aceitam esse tipo de transporte. C O M O T R A N S P O RTA R A N I M A I S D E ESTIMAÇÃO EM AVIÕES

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Já para quem vai viajar de avião, a utilização da caixa para transporte é obrigatória e o Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

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GERAL

O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável nas compras feitas via Internet? Compre pela internet de forma segura no final de ano e evite golpes virtuais e problemas com lojas na rede.

Muitos consumidores estão fazendo suas compras de Natal pela internet, por isso é preciso ficar de olho nos direitos do consumidor internauta. Quando consumidor e fornecedor estiverem estabelecidos no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é de aplicação obrigatória. Se o fornecedor estiver estabelecido somente no exterior, sem filial ou representante no Brasil, alertamos que o consumidor

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poderá encontrar dificuldade de aplicação do Código de Defesa do Consumidor. De qualquer modo, recomendamos ao consumidor adquirir produtos ou serviços de fornecedores que disponibilizem seu endereço físico na Internet e mantenham canal de comunicação de fácil acesso para esclarecimento de dúvidas e reclamações. COMO PROVO QUE CONTRATEI VIA INTERNET?

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GERAL Todos os documentos eletrônicos são admitidos como meio de prova da relação contratual, sendo dever do fornecedor informar previamente os termos do contrato e permitir a sua impressão ou armazenamento digital em local, tanto quanto possível, seguro. Recomendamos que o consumidor imprima os documentos que comprovem a relação contratual, como e-mails trocados com o fornecedor; pedido e confirmação da compra, cópia das ofertas, etc., ou guarde em meio digital seguro que permita uma futura impressão. Vale lembrar que o conteúdo dos documentos eletrônicos assinados mediante a utilização de certificados digitais emitidos por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, presume-se verdadeiro em relação aos signatários, o que não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem for apresentado o documento. (vide Medida Provisória 2.200-2/01 www.icpbrasil.gov.br). O QUE DEVO FAZER SE O PRODUTO ENTREGUE OU SERVIÇO REALIZADO APRESENTA VÍCIOS? Caso o produto entregue ou serviço executado apresente vícios o consumidor poderá solicitar à sua escolha (de acordo com os artigos 18, 19 e 20 do CDC): I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; II – refazimento do serviço; III - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada; IV - o abatimento proporcional do preço; V – complementação do peso ou medida do Revista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

produto. O QUE É VÍCIO? Vício é um termo técnico adotado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) que, genericamente, indica disparidades entre as condições do produto ou serviço informadas pelo fornecedor, no momento anterior à contratação, e do produto e serviço que foi, efetivamente, prestado. De acordo com o CDC, o fornecedor deve não apenas entregar o produto em perfeitas condições de uso ou prestar o serviço de forma adequada, mas fazê-lo em conformidade com as informações que foram prestadas e com normas de fabricação vigentes em nosso país. Nesse sentido, sempre em língua portuguesa, o fornecedor deve, de forma clara, precisa e correta, prestar informações suficientes e necessárias para o consumidor conhecer o produto ou serviço que pretende contratar. O consumidor orienta sua decisão de contratação a partir das informações que foram prestadas pelo fornecedor, inclusive na publicidade, sendo portanto obrigatório obter todas as informações sobre os produtos e serviços tais como características, qualidade, quantidade, prazo de validade, origem, instruções de uso, riscos à sua saúde e segurança e outros dados (artigo 31 do CDC). No fornecimento de produtos e serviços, no mercado de consumo, destacam-se os seguintes vícios: produto ou serviço não corresponde às informações que foram prestadas pelo fornecedor; produto foi entregue quebrado, avariado, deteriorado; produto não funciona;

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GERAL produto com quantidade inferior ao indicado na embalagem; serviço prestado de forma inadequada (ex.: com interrupções; prestado parcialmente ou em desacordo com o contratado, etc). QUANDO POSSO ME ARREPENDER DAS COMPRAS QUE FIZ VIA INTERNET? Conquanto existam opiniões isoladas em sentido contrário, pode o consumidor, desde que agindo de boa-fé, exercer o direito de arrependimento quando: a) o produto ou serviço recebido não corresponder às suas expectativas; ou b) for induzido a contratar sem a necessária reflexão. Nestes casos o c o n s u m i d o r p o d e rá arrepender-se num prazo de sete dias a contar da assinatura do contrato ou recebimento da mercadoria, devendo requerer a devolução da quantia paga e devolver o produto adquirido (artigo 49 do CDC). QUAIS OS CUIDADOS NECESSÁRIOS PARA AS COMPRAS VIA INTERNET? A par de todas as recomendações abaixo listadas, recomenda-se que o consumidor estabeleça um diálogo prévio com o fornecedor, de tal sorte que, na hipótese de ocorrer algum problema (atraso na entrega, produtos com problema, cancelamento, devolução, pagamento, reembolso, etc) saiba efetivamente como e quais serão os procedimentos a serem adotados.

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Se o fornecedor sequer responder sua solicitação, atenção! Este é um alerta para sua não contratação. Portanto, recomendamos os seguintes cuidados: Buscar informações sobre o site, verificando se há reclamações no cadastro do Procon de seu Estado ou Município, e, ainda, coletando referências com amigos ou família; Verificar qual o endereço físico do fornecedor e se existe algum telefone ou e-mail para esclarecimento de eventuais dúvidas. Verificar os procedimentos para reclamação, devolução do produto, prazo para entrega, etc; Verificar as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos usuários; Não fornecer informações pessoais desnecessárias para realização da compra; Guardar todos os dados da compra, como nome do site, itens adquiridos, valor pago e forma de pagamento, numero de protocolo da compra ou do pedido, etc; Guardar em meio eletrônico ou mesmo impresso a confirmação do pedido, e-mails trocados com o fornecedor que comprove a compra e suas condições; Verificar se há despesas com fretes e taxas adicionais, bem como o prazo de entrega da mercadoria ou execução do serviço;

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GERAL Identificar o endereço físico da empresa e seus dados cadastrais, como CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. O consumidor pode checar os dados cadastrais da empresa acessando www.registro.br; Exigir Nota Fiscal; Imprimir o contrato firmado ou arquivar em meio digital seguro que permita uma futura impressão. TENHO RECEBIDO E-MAILS NÃO AUTORIZADOS NO MEU ENDEREÇO ELETRÔNICO, O QUE POSSO FAZER? O termo genericamente utilizado para identificar as mensagens eletrônicas de e-mails não solicitadas e não autorizadas é Spam. Muitos são os spams que contêm anúncios comerciais, não raro envolvendo produtos e serviços com eficácia questionada ou até mesmo propostas fraudulentas de enriquecimento fácil. As mensagens também podem conter armadilhas como vírus e links de acesso para páginas clonadas, especialmente, de instituições financeiras, cujo objetivo é coletar dados do consumidor como senhas de contas bancárias, números de cartões de crédito, documentos de identificação pessoal, etc.

ço de quem mandou mensagens indesejadas (spammer). PODE O SITE FORNECER MEUS DADOS CADASTRAIS PARA TERCEIROS? É dever do fornecedor proteger os dados e informações pessoais dos consumidores, não podendo divulgar ou repassá-los para terceiros, salvo se expressamente autorizado pelo consumidor, sendo abusiva cláusula contratual que imponha ao consumidor a obrigação de manifestar-se contra a transferência de seus dados cadastrais a terceiros, nos termos da legislação em vigor (Constituição Federal e CDC) e da Portaria SDE nº 5, de 27 de agosto de 2002. Vale lembrar que o consumidor tem direito ao acesso às informações existentes a seu respeito em qualquer cadastro, banco de dados, fichas ou de dados pessoais a seu respeito, bem como sobre suas respectivas fontes, podendo exigir a correção de qualquer informação total ou parcialmente equivocada (conforme o artigo 43 do CDC).

Recomendamos, ao verificar a procedência das mensagens enviadas, evitar acessar as páginas divulgadas a partir dos endereços eletrônicos que constam das mensagens. Caso o consumidor tenha tido algum prejuízo, pode buscar ressarcimento perante aquele que lhe causou o dano. Caso tal medida não surta efeito, o consumidor pode procurar os órgãos de defesa do consumidor de sua cidade (Procons) ou optar pelas medidas judiciais cabíveis através dos Juizados Especiais Cíveis ou pela Justiça Comum.

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O consumidor também pode solicitar auxílio ao seu provedor para bloquear o endereRevista Canal Card Estudante - Edição 01 - 2011

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