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Ainda a Variante Nascente. Muito já foi escrito sobre a falta de iluminação nas rotundas da Variante  Nascente, em virtude dos acidentes e consequentes vitimas.  Naturalmente que a iluminação não iria fazer reduzir a velocidade ao ponto de  ter evitados os acidentes, no entanto entendo que poderia ter reduzido as suas  consequências. Mas este assunto merece alguma reflexão e qualquer cidadão gostaria de ter  respostas a algumas perguntas: 1º ­ É legal ou conta as normas construir uma variante sem iluminação nas  respectivas rotundas de acesso? 2º ­ Se é legal, de todas as entidades e pessoas envolvidas na obra, desde o  projecto, a aprovação, o financiamento, a execução e a fiscalização da obra,  ninguém se terá lembrado da importância da iluminação? 3º ­ Não sendo legal, como é que foi possível abrir ao público uma via nestas  condições? 4º ­ Assim sendo, alguém irá responder em sede própria por ser aberta ao  público uma via sem as necessárias condições de segurança? Naturalmente que já todos perceberam a importância da iluminação, até pelo  facto de já estarem a decorrer obras para a sua colocação. Estranho é o facto de  só um ano e meio e vários acidentes e vitimas estas se realizarem. Estão também a decorrer obras na zona envolvente do Edifício das Lameiras.  Estas obras começaram no início de Outubro e não se prevê quando possam  acabar. Todos nos apercebemos do risco que estas obras originam na  circulação na Avenida Marechal Humberto Delgado, uma vez que ocupam  quase umas das faixas de rodagem com uma deficiente sinalização.  Naturalmente que os comerciantes e moradores do Edifício se tem manifestado  conta a demora das obras e consequentes transtornos que originam. Não seria  possível fazer a obra por lanços, de forma a minimizar esses transtornos? Manifestamente, a segurança das pessoas não tem sido considerada com a  devida importância, quer nestas obras, quer em muitos outros exemplos de vias  em mau estado, com deficiente sinalização e até com rotundas exageradamente  desniveladas. Já é tempo de todas as entidades envolvidas em obras deste tipo tenham  sempre presente que a segurança e a comodidade das populações devem ser 


uma prioridade. Esperemos que situações destas não se voltem a repetir, para  bem de todos.


Maré Alta 2