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também advogado da Comissão Nacional da Verdade, muitas conquistas foram realizadas durante este período de luta: (...) o que era impensável há quarenta anos tornou-se hoje uma realidade na vida de muitas pessoas LGBT no país. Homossexuais já podem se casar e adotar crianças, com os mesmos direitos dos heterossexuais. Pessoas trans podem alterar, no registro civil, o prenome e o sexo diretamente nos cartórios, sem necessidade de cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. Há coordenadorias LGBT na maior parte das instâncias de governo pelo país afora e até mesmo partidos políticos de diferentes matizes ideológicos têm, atualmente, setoriais voltados para as

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questões LGBT. (QUINALHA, 2018, s/p)

Entretanto, apesar destas conquistas o Brasil ainda ostenta um índice alarmante de assassinato de LGBT por crimes de ódio. Somente no ano de 2017 segundo dados de Mott, Michels e Paulinho (2017), responsáveis pelo Grupo Gay da Bahia, 445 pessoas LGBT foram assassinadas, ou seja, mais de uma pessoa por dia.

Gráfico 01

Pessoas mortas no Brasil 2000 - 2017

Gráfico 02

Mortes de LGBT no Brasil por faixa etária em 2016

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Centro de Cultura e Acolhimento LGBT+  

Centro de Cultura e Acolhimento LGBT+, uma alternativa à vida

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