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A cidacle DR.JOSECARLOSPEDRO Presidenlêdâ Assembleia de Freguesia

Era umavez umacidade.As coresmisturavam-se como no mais belo dos arco-íris.Prédiosde paredesde todas as cores, com desenhosdelicadose paisagensque permitiam viajar para o mundo imagináriode cada um, ali estavam,à frente dos meus olhos. Conseguiver um teatro.As peças sucediam-seintramurosmas, naqueledia, era na rua que os actoresse misturavamcom quem passava,de tal Íormaque ninguémconseguiasepararuns dos outros.Que se passa? Perguntei._Nada, disseram-me, espantadas com o meuprôprio espanto.E o dia-a-diadesta cidade,todos vivemosfelizes, todos nos queremosbem, todos sabemoso que é viver em comunidade.Estemomentoé um dos muitosque vivemosao rongooo ano. Avisteium cinema.A sala estavarepletade pessoas ávidas de conhecer outros mundos, outras gentes ou, simplesmente,de sonhar um pouco com realidadesque sabiaminatingíveis. Visualizeium auditório.Curioso.ouisconhecero oue lá se faziae, amavelmente, ofereceram-me o programaparaos tempos mais próximos.Colóquios,debates de temas tão abrangentesquanto possível,apresentaçãode livrose, de temposa tempos,a visitados que mandamno burgo.As salas

POEMASE VERSOS A RAzÃo DE EU TERNAscIDo de José Oliveira Ribeiro Foi no passadodia 10 de Jâneiro,que as instalações da Junta de Freguesiade S. Mamede Infesta,foram palco do lançamentodo livro"Poemas e Versosl A Razãode Eu Ter Nascldo", da autoriade José Oliveira Ribeiro, um Íìlho da nossa cidade.A apresentaçãoe introduçãoesteve a cargo de um convidado e amigo do autor António Costa PeÍeiralHistoriador,onde por brevesinstantesefectuouuma reflexãosobreo autore a obraapresentada ao público. que o seu amigoe poeta,quejulgaele ser bastante Explicando modesto,decidiusero momentocertoparareunire publicaros seus versos, colocando-osà disposiçâode todos os que queiramlere apÍeciar No entantosalvaguarda,que após leituramais profundae atenta, consegue o nosso poeta captar e expressar sentimentosclarose transpârentes. O lançâmêntodeste livro teve a participaçãograciosado músico Fernando Rebêlo do conjuntoda Junta de Freguesia oue acariciou os oresenles com momentos de música ambientemomentosanles de cada intervenção. O nosso poeta na sua intervençâoexplica a capa do seu livro, onde marca presença a capela do Senhor da Boa Fortuna,imagem que recordadesde pequeno,pois residia juntoda mesma,fez questãotambémde ele própriorêcitarum dos seus poemas. Momenlos depois a habitual sessão de autógrafos. Resta-nos dizer, queespeÍamos então pelo próximo livro.

concorridas,ao que me disseram.Era uma cidade com um ambienteculturalmuitíssimo bom. Descobritransportes de qualidade,públicose privados, que permitiamaos residentes, e â quemos quisessevisitar,ou apenasconhecera cidade,mobilidadea tempo inteiroe uma totalausênciade incomodidade. A cidadeera luminosa,de ruas largas e convenientemente iluminadas,o que convidavaa passeios.Famíliasinteiraso faziam. longose conversadores l\,4arcavam-se encontrosnos váriose acolhedoreslocaisda cidade e as tertúliaseÍam uma realidadeem crescendo.A cidadedeixoude ser dormitórioe passoua ser procuradapor aquelesque lhe reconheciam uma qualidadede vida acimada média. O comércioestava em alta. A indústriareclamava espaços próprios para investir.O desemprego,pesadelo horrívelque se viviaem todasas regiôes,era aquium problema - culturais,desportivas menore as associaçoes e recreativas eramconvenientemente aooiadas. Ny'as, de repente,o brilhodeu origemà quaseescuridão. perderamo seu brilho. As cores iniciais,muitase cintilantes, M a l f a d a d a m e n t e . t i n h a a c a b a d o d e a c o r d a r. DR. JOSE CARLOSPEDRO



Boletim 1º semestre 2009