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Boletim Informativo

# abril 2014 # ano 0 # n.ยบ 03 www.jf-pontinhafamoes.pt


Tribuna do Presidente da Assembleia

João Martins Presidente da Assembleia de Freguesia

Desafios de maio

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uarenta anos são já passados desde o 25 de Abril. Quatro décadas de um caminho que por vezes não foi muito linear, com avanços e recuos, mas que, ainda assim, permitiu muitos progressos da nossa sociedade a todos os níveis, permitindo o debate de ideias, de forma livre, e criando sistemas de proteção aos mais desfavorecidos, através do Estado Social. Alguns desses progressos, nomeadamente no setor social e da saúde, têm sofrido forte revés nos anos mais recentes, por via de opções políticas contracionistas tomadas pelos detentores do poder executivo sufragado em eleições. Estamos já a entrar em maio, mês do trabalhador, e hoje, a juntar às questões que me preocupam relacionadas

com a referida contração do Estado Social, acrescento uma outra, que considero ser das mais prementes: o desemprego. Este flagelo que tomou conta do País impede que se cumpra um dos desígnios da Revolução de Abril, centrado na igualdade de oportunidades para todos, independentemente da sua condição social ou económica, o qual está a ser posto em causa, com consequências drásticas que atinjem uma dimensão alarmante e estão a aniquilar a classe média, o que tem conduzido a que a economia continue com fortes constrangimentos. Estes constrangimentos, que levam à inexistência de oportunidades para os jovens, obrigados a emigrar para poderem constituir família e condignamente fazerem face ao seu sustento, são terreno fértil para o renascer de doutrinas extremistas e radicais que estão a ganhar força por essa Europa fora, apoiando-se na insatisfação das novas gerações que não vêem futuro nem trabalho no seu país. É preciso ter muita atenção a estas novas tendências, porque não há dúvida de que doutrinas extremistas levam sempre a ditaduras, sejam elas de esquerda ou de direita, e não creio que seja essa a vontade dos europeus. Por isso, é necessário expressar inequivocamente a vontade de não trilhar os caminhos que nos levam de regresso aos tempos da «outra senhora». E a ocasião é já no próximo dia 25 de maio, data marcada para as eleições do Parlamento Europeu, nas quais todos devemos participar com o nosso voto consciente e não deixar as decisões nas mãos de minorias.

Neste número:

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Editorial

Pág. ................03

Opinião do Vogal Secretário do Executivo

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Registos da dinâmica da Freguesia

................05

Pág.

O Desporto como terapia: Ricardo Duarte e o Race Running

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Associativismo desportivo: UDR Santa Maria

................13

Mais obra - Melhor ambiente: Amostra de trabalhos das brigadas de rua ...... 06>07

Voluntariado jovem: GAS Tagus - Grupo de Ação Social

........ 14>15

40 anos de Abril - Depoimentos: Bloco de Esquerda ................08 Partido Social Democrata ................09 Coligação Democrática Eleitoral (PCP-PEV) ................10 Partido Socialista ................11

Divulgação institucional: Deliberações com eficácia externa

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Painéis do 25 de Abril no Mercado de Levante da Pontinha

................16


Editorial

Um número especial Este é um número especial do nosso boletim informativo, publicação online que começámos a editar em fevereiro passado. É especial, embora lhe caiba ser o n.º 3, porque neste mês comemorámos com um programa abrangente, em parceria com a Câmara Municipal de Odivelas, o 40.º Aniversário da Revolução dos Cravos, motivo pelo qual o boletim tem mais páginas, grande parte delas dedicadas a esse marco da nossa história que é o 25 de Abril, e sai, por uma questão de abrangência e proximidade temporal ao assunto principal, mais atrasado em relação à periodicidade dos dois primeiros números. Foi na Pontinha que começaram as comemorações dos 40 anos da Revolução, tal como foi na Pontinha que em 1974 se instalou o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas. Por isso, os pontos mais altos do programa desenrolaram-se aqui, no «berço da liberdade», culminando no dia 25 de abril com a Corrida da Liberdade, sendo a partida dada na parada do Regimento de Engenharia n.º 1 a mais de 3500 atletas. Na noite anterior, com o Executivo da Junta, o Executivo da Câmara, Assembleia Municipal e de Freguesia, retomámos a tradição de entregar cravos ao comandante desta Unidade emblemática do Exército Português, um por cada ano passado, neste caso 40, desde que dali saíram as ordens para as operações dos revolucionários no terreno. Fiquei muito triste porque as crianças das nossas escolas não puderam completar, na manhã de 24, o desfile dos cravinhos que começou com tanta alegria pelas ruas da Pontinha, mas que a chuva não deixou terminar, impedindo que todos os meninos e meninas extravasassem a sua irreverente e saudável jovialidade lançando aos céus mais de 500 balões vermelhos que esperavam por eles no largo do Regimento de Engenharia. Foi pena! Tiveram de ser lançados à tarde, mas já sem as crianças! Em Abril, a 19, Famões completou 13 anos de elevação a Vila. Assinalámos condignamente a efeméride no dia 23, com uma sessão solene muito participada, porque é no passado que se apoia o futuro. E Famões é uma vila com muito futuro, onde o desenvolvimento, mesmo com os tempos de crise, não pára de acontecer. Como disse nesse dia, mau grado as machadadas que o poder central tem vindo a desferir sobre o poder local, a nossa missão continua a ser a de tudo fazer para levar esta nova Freguesia de Pontinha e Famões a níveis de desenvolvimento que permitam a melhor qualidade de vida possível para todos quantos aqui

Corália Rodrigues Presidente da Junta de Freguesia

vivem ou trabalham. Para isso, uma das nossas apostas passa por reforçar os serviços de proximidade nas áreas dos espaços verdes e limpeza urbana. Um dos vetores de sustentação da qualidade de vida com um mínimo de dignidade entronca nas respostas sociais. Por isso, partilho convosco a minha enorme satisfação pela inauguração das instalações de «O Telhadinho», da CEDEMA, uma IPSS à qual a Câmara Municipal de Odivelas disponibilizou terreno e apoios financeiras para ajudar a construir este edifício, em Famões, e que já funciona na valência de lar para adultos com deficiência mental. É mais um equipamento de excelência, a juntar a outros que felizmente existem na Freguesia e que sempre apoiámos e continuaremos a apoiar. O desporto é também muito importante para a inclusão social. Neste âmbito assistimos a duas realizações de relevo neste mês que agora finda, a primeira delas já com 33 anos de créditos firmados além-fronteiras: o Torneio Internacional de Futebol Infantil, sub-13, organizada pelo Clube Atlético e Cultural da Pontinha. A segunda foi o torneio Kids Cup, em futebol de 7, nos escalões sub-9 a sub-12, que durante 5 dias encheu, com a alegria dos miúdos, o Campo da União Desportiva e Recreativa de Santa Maria. Por estes dias, também o CDR «Os Silveirenses» festejou os seus 31 anos, merecendo com todo o mérito os nossos parabéns. Maio está agora à porta, com promessas de risonha primavera. Seria ótimo que na nossa Freguesia, e em todo o País, elas não passassem de miragens demagógicas e se concretizassem, para que todos pudessem comemorar o mês do trabalhador com emprego e trabalho que lhes permitisse uma vida com dignidade e bem-estar. São estes os meus votos, embora saiba, infelizmente, que para muitos eles não passam de utopia. Um abraço, sempre com esperança de que a situação atual mude para melhor. Corália Rodrigues

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A opinião dos Vogais do Executivo

Rui Teixeira Vogal Secretário da Junta de Freguesia

Rui Teixeira > «Defesa intransigente das Pessoas»

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utarca eleito na Freguesia da Pontinha há 12 anos, um mandato como Presidente da Assembleia de Freguesia da Pontinha e dois como Vogal Secretário da Junta de Freguesia da Pontinha, Rui Teixeira aceitou o desafio de integrar o executivo da nova Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pontinha e Famões, para o mandato 2013/2017, por entender que acima de tudo, o que está em causa é a defesa intransigente das pessoas. Em tempos difíceis como os que se vivem, em que as pessoas, todos os dias, são confrontadas com diminuição de salários, reformas e o aumento do custo de vida, bem como, os aumentos no acesso à Saúde, Educação e Justiça, o Vogal Secretário sublinha que é «e exigido aos autarcas, que estejam ainda mais próximos das Pessoas, fazendo mais, com muito menos, e é precisa muita dedicação, imaginação e procurar apoios na sociedade civil, realizando parcerias e desenvolvendo sinergias no sentido de dar o máximo possível de respostas às necessidades das Pessoas». Os tempos são difíceis, os recursos financeiros são menores, as competências diretas de uma Junta de Freguesia, são mais, a nova Lei 75/20013, de 12 de setembro, também define novas regras e responsabilidades à Autarquia e seus autarcas, por isso, refere, «torna-se imprescindível que os autarcas administrem meticulosamente os dinheiros públicos e tenham a coragem de eliminar algumas despesas que não estejam diretamente ligadas às Pessoas».

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Foi com o propósito de ajudar a fazer mais com menos, que Rui Teixeira aceitou integrar este Executivo, presidido por Corália Rodrigues, do PS, com quem trabalhou no último mandato no Executivo da Pontinha e por quem diz ter «o maior apreço». Conhece pois a Presidente e a Pessoa, com quem mantem um excelente relacionamento pessoal e político, sabe das suas ideias e reconhece o seu valor e dedicação, independentemente das diferenças partidárias e de personalidade, afirma que têm muito em comum, principalmente fazer o melhor trabalho possível em prol das pessoas, indo ao encontro dos seus anseios e necessidades. Neste mandato foi-lhe dada a responsabilidade nos pelouros da Cultura, Património Histórico e Turismo, Juventude, Escoteiros e Programas de Férias, dizendo Rui Teixeira que são áreas onde se sente confortável e onde há muito para melhorar, principalmente na Juventude, área que no seu ponto de vista tem ficado aquém das expetativas dos Jovens. «Vamos por isso, criar o Conselho Consultivo da Juventude, onde as estruturas juvenis vão ter assento, com o objetivo de criar uma rede que debata as dificuldades que os jovens encontram nesta União de Freguesias e daí, surjam ideias e propostas que vão ao encontro dos seus anseios», garante. E acrescenta: «Queremos com isto, também, que os jovens participem na vida ativa da sua Freguesia e que sejam parceiros em alguns programas que a Junta detém, como sejam, o Banco de Voluntariado e o apoio e acompanhamento aos idosos, criando uma relação intergeracional». Já a terminar, deixa uma nota para as Comemorações do 40.º Aniversário do 25 de Abril, elaborado pela Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Odivelas, num programa vasto e de excelente qualidade. «Hoje e sempre, ajude-nos a recordar Abril e nunca se esqueça que esta é a Terra, Berço da Liberdade, como sempre afirmou o nosso saudoso Amigo e já falecido, o ex-Presidente José Francisco Guerreiro!», apela. Rui Teixeira termina com uma frase que o Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, proferiu no seu discurso nas Comemorações do 34.º Aniversário do 25 de Abril, em 2008: “O 25 de Abril foi um projeto de futuro e que, por ter sido um projeto de futuro, deve continuar a ser um sonho inspirador e um ideal para as gerações vindouras.”


Dinâmica da Freguesia — Registos

«O Telhadinho» > Dr.ª Maria Cavaco Silva presente na inauguração O Lar «O Telhadinho», da IPSS CEDEMA, já em funcionamento para utentes adultos com deficiência mental, foi oficialmente inaugurado no dia 22 de abril em Famões, e em terrenos cedidos pela Câmara Municipal de Odivelas, com a presença da Primeira-Dama, Dr.ª Maria Cavaco Silva. Mais uma resposta social de excelência a que a Junta de Freguesia Pontinha/Famões dá o necessário apoio logístico.

Famões - A Vila fez 13 anos As comemorações do 13.º Aniversário da elevação de Famões a Vila decorreram no dia 23 de abril, com uma sessão solene realizada na Sala Polivalente. Foram homenageadas as empresas MPG e Belmed, com sede em Famões, a 1.ª C.ª de Odivelas dasGuias de Portugal, que desenvolvem atividades na Vila, e a famoense Márcia Silva, campeã nacional júnior de taekwondo e atleta da Seleção Nacional desta modalidade.

Assembleias das AUGI’s No final de março realizaram-se várias assembleias das administrações de urbanizações de génese ilegal (AUGI), que contaram com a presença da Presidente da Junta de Freguesia ou do Vogal com o pelouro do Urbanismo, inteirando-se dos problemas que estes bairros enfrentam com vista à sua legalização ou receção urbanística por parte da Câmara Municipal. A imagem ao lado documenta a assembleia da AUGI Encosta da Luz, integrada na Vertente Sul.

Dia da Árvore nas escolas No Mundial da Árvore e da Floresta, 21 de março, foram plantadas árvores nos espaços exteriores de todas as 12 escolas básicas e jardins de infância da União das Freguesias de Pontinha e Famões, com a colaboração de alunos e professores e a presença da Presidente da Junta e/ou do Vogal com o pelouro da Educação. . Foram escolhidas espécies frutíferas, fornecidas gratuitamente pela Escola Profissional Agrícola D. Dinis.

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Poda de árvores de grande porte na EB1 Quinta das Dálias, com a colaboração dos Bombeiros de Odivelas Replantação de canteiro em espaço ajardinado no Bairro da Quinta das Pretas, Famões

Corte de vegetação, limpeza e poda de sebes em zonas verdes do Bairro Mário Madeira, Pontinha

Monda, limpeza e manutenção de espaço ajardinado, em Famões

Corte de ervas e limpeza des terrenos em espaços públicos do Bairro de Santa Maria, Urmeira

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Intervenção com tapa-buracos em piso muito degradado na Rua das Canoas, Bairro de Santo Eloy Reparação de anomalia crónica do pavimento, no cruzamento da Rua Pedro Álvares Cabral com a Rua Gil Eanes, Pontinha

Obras de manutenção e reparação de estrutura na EB1 Casal da Serra

ANTES

Repavimentação em betuminoso na Rua do Comércio e troço da Rua 1.º de Janeiro, Famões

DEPOIS

Reparação de rampa e degraus de acesso a caminho de serventia de habitações no Bairro Mário Madeira, Pontinha

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40 Anos do 25 de Abril — Depoimentos das Bancadas da Assembleia

Bancada do Bloco de Esquerda > 40 anos a relembrar Abril

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asci em 76, tinha a revolução dois anos. Sou um filho de Abril e para os meus pais uma conquista de Abril. Sou a concretização de um sonho adiado, esperado e conquistado. Cheguei na altura em que a esperança comandava, em que tudo era possível, em que governava a certeza que o amanhã era melhor que o presente, e em que o futuro estava em aberto. Abril foi o concretizar da esperança, foi a liberdade, foi o levantar de um povo que exigiu dignidade. A dignidade da solidariedade entre gerações, da conquista de um Serviço Nacional de Saúde gratuito e universal, do acesso à Educação numa escola pública gratuita e para todos. Abril foi Ensino Superior, bolsas de investigação, residências de estudantes, escolas inclusivas com apoio às diferentes necessidades. Abril foi o direito ao trabalho e a um trabalho com direitos independentemente da profissão: funcionários administrativos, auxiliares, professores, ou diretores de empresas. Abril foi um compromisso entre gerações e a promessa que todos teríamos direito às mesmas oportunidades quer vivêssemos no campo ou na cidade, quer fossemos ricos ou pobres. Abril foi de todos para todos, e hoje vive dentro de todos nós sob a forma de esperança na construção de uma sociedade mais justa. O governo de Passos Coelho e Paulo Portas que repetidamente ignora a constituição, tenta roubarnos a esperança com cada PPP assinada, com cada corte de pensões, com cada subida de impostos, com cada despedimento e fecho de empresa. Tenta apagar Abril com a subida da pobreza tantas vezes envergonhada de quem não consegue alimentar aqueles que ama. Tenta apagar Abril ao beneficiar os verdadeiros donos do nosso país: a banca e as grandes empresas, BPN`s e BPP`s, SONAE`s e EDP’s, perdoando-lhes dívidas superiores ao que nós iríamos ganhar numa vida de trabalho e cobrandonos a fatura. Ao oferecer-lhes perdões e isenções fiscais e ao aumentar impostos sucessivos sobre os

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ordenados de quem (ainda) trabalha. Ao oferecer hospitais a grupos privados e ao cortar na despesa da saúde pública. Ao subir as taxas moderadoras, ao cortar Transportes Públicos, passes sociais, abonos de família, bolsas de estudo, trocados por Swaps e Submarinos. Tentam roubar-nos a esperança com cada um que emigra. Números que hoje já superam a grande vaga de emigração dos anos 60, quando a ditadura e a guerra colonial governavam. Só no ano passado foram mais de 200 mil que partiram porque pela frente só tinham desemprego ou precariedade. E, sobretudo, tentam apagar Abril ao dizer que tudo isto é inevitável. Mesmo com placas roubadas a PIDE nunca será esquecida. Vemos hoje o seu reflexo quando o SEF fecha a porta e sobe muros a imigrantes que para cá vêm à procura de uma vida melhor, ou quando o Corpo de Intervenção age selvaticamente contra manifestantes e jornalistas pacíficos em pleno Chiado ou em São Bento ou mesmo quando os piquetes de greve são quebrados pela força do bastão. Tudo isto com filmagens e dossiês dos contestatários nas mãos de um SIS sem controlo. Mas esquecem-se que Abril, tal como a esperança, não tem donos e que este é um povo que se recusa a viver de joelhos. É difícil apagar a chama da liberdade enquanto nos lembrarmos de como é viver na escuridão. E para isso estamos cá, para além de comemorar e festejar, estamos cá para relembrar Abril. Os meus filhos, netos de Abril, diziam à Mãe que quando crescerem vão “para fora” porque cá não há trabalho. Acredito que assim não seja. Tenho esperança que este povo se levante, e que enfrente o futuro de pé, mostrando que não há inevitabilidades. Portugal é feito por todos nós, e as pessoas não são números. Têm vidas e merecem dignidade. O futuro é nosso, e Abril vive hoje e sempre. Paulo Sousa


de Freguesia da União das Freguesias de Pontinha e Famões

Bancada do Partido Social Democrata > Falar de Abril

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depois do adeus, foi a senha utilizada pelos militares que em 25 de Abril de 1974 conduziu o nosso país á libertação de um regime fascista que imperou cerca de meio século. A nossa memória colectiva jamais apagará todos aqueles que tombaram para que isto fosse possível. Perseguidos e torturados pelas forças do regime, foram a verdadeira inspiração para que a revolução dos cravos fosse como que um despertar para o povo português através do mote deixado pelo MFA.

um país apetecível para os milhares de turistas europeus e mundiais, que nos visitam todos os anos, constatando o Desenvolvimento que foi conseguido pelo nosso país em 40 anos de Liberdade e Democracia.

Quarenta anos volvidos os ideais de Abril estão marcadamente ligados á actualidade do país. Os três D`s que Abril preconizou estão em marcha embora com alguns sobressaltos, senão vejamos:

O Povo Português destaca-se pela sua capacidade histórica e infindável de resistir a guerras, epidemias e crises sociais, prova é que neste momento em que celebramos os 40 anos da revolução dos cravos estamos a sair de uma das maiores crises económicas das ultimas décadas tudo graça ao esforço tenaz e sempre corajoso do povo Português que em democracia soube mais uma vez responder aos desafios lançados.

Descolonização: Portugal descolonizou as suas colónias ultramarinas findando assim vários anos de guerra que, muito sangue de soldados portugueses fez correr para lá das fronteiras atlânticas, estando actualmente a maioria das ex-colónias num processo inicial de desenvolvimento e democracia e considerando Portugal como um país irmão. Democracia: Hoje o povo do nosso país pode eleger por sua livre vontade os seus representantes nos órgãos de soberania mas, principalmente no poder local uma das grandes conquistas de Abril. Portugal é hoje um país culturalmente desenvolvido graças á liberdade de expressão que a revolução trouxe para o seio da nossa sociedade cultural, sendo exemplo disso é a classificação do fado, abandonado e quase banido pelo antigo regime, a património imaterial da humanidade pela UNESCO. Portugal é hoje

Apesar das adversidades que os últimos anos nos trouxeram Portugal é hoje um país credível junto das instituições internacionais, que nos olham como parceiros fundamentais e de referência na geoestratégica da economia mundial.

E pensar que todo foi possível porque um grupo de homens se juntou no posto de comando na nossa amada vila da Pontinha para liderar a revolução que tudo isto permitiu. Assim a bancada do PSD na Assembleia de Freguesia da União de Freguesias da Pontinha e Famões saúda todos os Pontinhenses e Famoenses pelos 40 anos do 25 de Abril, com um orgulho enorme de servir a freguesia que foi berço da liberdade. Viva o 25 de Abril, Viva a Pontinha, Viva Portugal

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40 Anos do 25 de Abril — Depoimentos das Bancadas da Assembleia

Bancada da CDU (PCP-PEV)

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m 2014, os trabalhadores e o povo português comemoram os 40 anos do 25 de Abril de 1974 da Revolução de Abril. A Revolução de Abril realização histórica do povo português, acto de emancipação social e nacional, constituiu um dos mais importantes acontecimentos da história de Portugal. Desencadeada pelo heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), com sede de Comando na nossa freguesia, logo seguido por um levantamento popular, transformou profundamente a realidade nacional e teve importantes repercussões internacionais. Culminando uma longa e heróica luta, a Revolução de Abril pôs fim a 48 anos de ditadura fascista e realizou profundas transformações democráticas - políticas, económicas, sociais e culturais - que, alicerçadas na afirmação da soberania e independência nacionais, abriram a perspectiva de um novo período da história dos trabalhadores e do povo, apontando o socialismo para o futuro de Portugal. A classe operária e os trabalhadores, as massas populares e os militares progressistas - «os capitães de Abril» -, unidos na aliança Povo-MFA, foram os protagonistas dos avanços e conquistas democráticas alcançados, consagrados depois na Constituição da República, aprovada em 2 de Abril de 1976. Os grandes valores da Revolução de Abril criaram profundas raízes na sociedade portuguesa e projectamse como realidades, necessidades objectivas, experiências e aspirações no futuro democrático de Portugal. Portugal vive uma grave e profunda crise económica e social. O País está sob uma inaceitável intervenção externa que agride a sua inalienável soberania e põe em risco a independência nacional. Um Pacto de Agressão negociado e subscrito, num verdadeiro acto de abdicação e submissão nacional, por PS, PSD, e CDS, com a cumplicidade do Presidente da República e o apoio do grande capital que, dirigido para a exploração dos trabalhadores e a degradação de direitos, fere liberdades do povo português, empobrece o País, empurra para o desemprego e a emigração milhares de portugueses, subverte a Constituição da República e põe em causa o futuro colectivo do País e dos portugueses. Nos 40 anos de Abril, os principais responsáveis políticos pela crise, que brutalmente atinge a

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generalidade dos portugueses - mas particularmente os trabalhadores, os reformados, os jovens, as mulheres, os pequenos empresários, em confronto com o despudorado enriquecimento dos mesmos de sempre -, vão negar com hipocrisia, mentira e falsificação da história o que Abril foi e significou. Vão responsabilizar Abril e as suas conquistas, o regime democrático, as conquistas sociais construídas, os direitos e garantias dos trabalhadores, as empresas nacionalizadas e públicas, pela situação nacional que eles próprios criaram com as suas políticas de direita. Vão continuar a acenar com uma demagógica salvação vinda de uma União Europeia dita solidária, mas, de facto, determinada pelo federalismo, o neoliberalismo e o militarismo, pelo capital transnacional e sob a férrea condução do Directório das grandes potências, comandado pela Alemanha, visando a exploração e a opressão dos povos e países da Europa. É necessário e urgente romper com este caminho que a Europa está a seguir, a CDU apela desde já a todos que no dia 25 de Maio, o dia das eleições para o parlamento europeu, se faça sentir a indignação e protesto contra a politica do Governo PSD/CDS e contra o caminho de integração capitalista que verificamos na União Europeia, daí o apelo ao voto na CDU. Porque as conquistas políticas, económicas, sociais e culturais de Abril representaram, e continuam a representar, importantes direitos e avanços, comemoremos Abril lutando contra as políticas de regressão social e extorsão do Governo PSD/CDS, que visam aprofundar a exploração e roubar direitos. Porque Abril nos deu a liberdade, vamos comemorar Abril lutando contra o obscurantismo, o populismo e os objectivos antidemocráticos que querem pôr em causa a democracia política de Abril, nomeadamente no Poder Local e no sistema eleitoral. As comemorações dos 40 anos da Revolução de Abril devem ser um tempo e um momento de afirmar nas ruas e no País a indignação e recusa pelo que estão a fazer ao nosso povo e a Portugal, à sua história e ao seu futuro, um momento de resistência e luta contra esta ofensiva reaccionária, contra as forças que pretendem ajustar contas com Abril, agredindo a democracia, a liberdade, a paz, o desenvolvimento de Portugal! Viva a revolução de Abril e as suas Conquistas!!!


de Freguesia da União das Freguesias de Pontinha e Famões

Bancada do Partido Socialista

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> 40 anos de Abril 40 anos de liberdade

ste ano celebramos 40 anos da revolução dos cravos. Festejamos a vitória da liberdade sobre a ditadura, o triunfo da democracia sobre o obscurantismo. Em 1974, foi necessário fazer uma revolução para mudar de regime. Mas, depois, foi necessário construir a democracia. Ao festejarmos o 25 de Abril, saudamos aqueles que tiveram a coragem de mudar de regime, mas também os arquitectos de um tempo novo, os artesãos da nossa democracia, num processo em que o Partido Socialista tem responsabilidades acrescidas. Pontinha foi o berço da liberdade. Há 40 anos, um cravo floria no Portugal cinzento. Na madrugada de 25 de Abril o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas instalado no Quartel do Regimento de Engenharia Um, na Pontinha, anunciava um novo amanhecer, um amanhecer em liberdade. Abril permitiu o acesso dos portugueses aos cuidados de saúde, com a criação do Serviço Nacional de Saúde. Abril tornou possível a democratização do Poder Local, com todas as vantagens para a melhoria das condições de vida das populações. Abril tirou Portugal da rota do subdesenvolvimento e colocou-o no mapa do progresso! Volvidos 40 anos dessa data marcante da história colectiva do Portugal contemporâneo, assistimos à delapidação das conquistas de Abril, por um Governo de coligação da direita liberal, que não respeita os Portugueses, nem os direitos conquistados com tanto esforço. Prova disso, são os cortes inconstitucionais nos salários e nas pensões, ameaças aos direitos fundamentais dos trabalhadores. É o desmantelamento do Estado Social que tanto trabalho deu a erguer. É por isso, que celebrar Abril hoje e invocar os valores e as suas conquistas, é cada vez mais premente, neste momento difícil que o País

atravessa e que tem reflexo na crise económica e social, resultado de uma política de austeridade cega, que deixou o país mais pobre e uma sociedade marcada pela desigualdade, colocando cerca de dois milhões de portugueses abaixo do limiar da pobreza. É sabido que o Governo quer acabar com a memória de Abril. É do conhecimento geral de todos os Odivelenses, que o Governo quer deslocalizar o Regimento de Engenharia Um do Quartel da Pontinha para Tancos e com essa decisão unilateral, acabar com o passado colectivo da Pontinha e acabar com este importante agente de protecção civil da Área Metropolitana de Lisboa. No Partido Socialista acreditamos que há outro caminho para Portugal. Um caminho feito com os valores conquistados em Abril. Um caminho com compromisso com os Portugueses. Um caminho feito com as pessoas e para as pessoas, para o futuro de Portugal. O Partido Socialista é um partido estruturante da democracia portuguesa. Hoje, o PS completa 40 anos de uma vida política intensa, determinada na defesa dos valores de Abril, graças à visão e à determinação dos seus fundadores e dos milhares de militantes, que ao longo de 40 anos construíram uma história de valores, de defesa da liberdade, de combate às desigualdades sociais, de proximidade às populações e de defesa do interesse nacional. O PS esteve e estará sempre presente nos principais encontros com o futuro de Portugal. As portas que Abril abriu, não podem ser fechadas por este Governo da direita liberal. É hora de continuar a cumprir Abril em Portugal e na Europa. Viva o 25 de Abril! Viva o Regimento de Engenharia Um! Viva a Pontinha, Berço da Liberdade!

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Desporto de competição como terapia

Ricardo Duarte > Amar a vida e lutar pela realização pessoal

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em 33 anos e muito amor à vida. Talvez por ter nascido de um parto complicado, no Hospital de Santa Maria, com previsões muito reser vadas e cujas sequelas ditaram o diagnóstico de paralisia cerebral. Felizmente, o Ricardo Duarte conseguiu lutar contra as suas dificuldades e é hoje um atleta com títulos conquistados a nível internacional em Race Running , desporto adaptado a pessoas com a sua condição e que em português é designado por Tricicleta. O fato de sofrer de paralisia cerebral não impede este famoense de amar a vida e lutar pela sua realização pessoal, mesmo com as condicionantes inerentes à cronicidade da sua patologia. Ricardo não esquece o apoio da família e do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian, que lhe permitiram começar a praticar esta modalidade quando tinha perto de 21 anos. Os êxitos que tem conseguido, diz, deveos ao seu treinador, Rui Madaleno, e à terapêuta Cristina Marques, a quem muito agradece. Entre esses êxitos estão participações em campeonatos internacionais da modalidade, realizadas na Dinamarca, representando Portugal através da Federação Portuguesa de

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Desporto para Pessoas com Deficiência, sempre com classificações nos primeiros lugares, e nos Open e Campeonatos de Portugal, igualmente com registos de topo. Não é por acaso que um vídeo dinamarquês de divulgação da modalidade, disponível em www.youtube.com/watch?v=ArK5rlykv9w, tem o Ricardo Duarte como imagem de capa, mostrando-o em competição aos minutos 1.04 e 1.25, assim como o vídeo do 3.º Campeonato do Mundo CP-ISRA, em 2009, fecha com este famoense a receber uma medalha do 1.º lugar www.youtube.com/watch?v=LzmkTmY_cW0 . Definição da modalidade* Tricicleta (Run Runner) é uma modalidade desportiva e de competição com benefícios terapêuticos para pessoas com paralisia cerebral, praticada em pista de atletismo e em que os atletas correm com os seus pés, num equipamento com 3 rodas e 3 apoios. Os atletas têm de ser classificados de acordo com as normas determinadas pela Associação Internacional de Desporto e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA). Actualmente existe uma classificação específica para esta modalidade. É uma competição mista e as distâncias incluem os 100, 200, 400 e 800 m. O equipamento para correr/andar é constituído por 1 roda dianteira (20” ou 21”), 2 rodas traseiras (24” ou 26”), 1 selim, 1 suporte de tronco plano e anterior, guiador com ou sem travão de mão, direcção dupla e veio de direcção assistida. * Fonte: www.pcand.pt/triciclet a

www.facebook.com/ricardo.j.emidio


Associativismo desportivo

U.D.R. Santa Maria > Clube renasce e quer ajudar a dinamizar o bairro onde se insere

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m novembro, a União Desportiva e Recreativa de Santa Maria completa meio século de existência. Fundada em 1964 no bairro que lhe dá o nome, esta associação passou por sérias dificuldades num passado recente, estando agora a reerguer-se, com «passos curtos» mas seguros, apoiada em projetos cuja envolvência pode ajudar a dinamizar o próprio bairro. Convidado a assumir a direcção do clube, o empresário Jorge Manuel Costa, que ali praticou futebol, sublinha que foi a ajuda da Câmara Municipal de Odivelas, ao instalar o piso sintético, que alavancou o renascimento da UDR Santa Maria. A remodelação do campo permitiu estabelecer parcerias com escolas de futebol, neste caso a Geração Benfica, movimentando atualmente 185 crianças em escalões até aos iniciados. Só assim o clube conseguiu manter atividade desportiva, «sem o ónus dos encargos com treinadores e outras despesas», visto não haver capacidade financeira para gerir o futebol sozinho, sendo que os sócios pagantes vão pouco além de 300. Com o suporte trazido por esta parceria, o clube vai poder, na próxima época, diz o presidente, ter futebol juvenil, júnior e sub-23, num projeto que Jorge Costa salienta ser só da UDR Santa Maria, uma vez que as escolas da Geração Benfica que ali funcionam não vão além dos iniciados. Outro projeto, já com pré-acordos firmados, passa pela rentabilização do pavilhão coberto, cuja remodelação conta com apoio logístico da Junta de Freguesia, no qual uma equipa de Lisboa pretende fazer competições e criar escolas de basquetebol, prevendo-se a frequência de cerca de 200 miúdos.

Jorge Costa, Presidente da Direção da UDR Santa Maria

É aqui que entra a dinamização do bairro, pois como diz Jorge Costa, «com 400 crianças, mais os pais que as acompanham, a movimentar-se por aqui durante vários dias da semana», certamente que o Bairro de Santa Maria vai ganhar com isso. Já na altura da Páscoa, durante o torneio juvenil Kids Cup, realizado em parceria com a SideLine, por ali passaram durante cinco dias centenas de pessoas, o que trouxe uma nova vivacidade a toda a zona envolvente. Reconhecendo que as autarquias «não têm dinheiro» para fomentar o desporto, Jorge Costa destaca, mesmo assim, «a disponibilidade que a Junta de Freguesia sempre tem demonstrado» para resolver situ-ações pontuais, como foi o caso recente de solicitar co-laboração ao Regimento de Engenharia 1 da Pontinha para trabalhos de remoção de terras no seu recinto, necessários para realizar a competição Kids Cup.

Sede: Complexo desportivo UDR Santa Maria B.º Santa Maria - 1675-245 Pontinha Modalidades: Futebol Outras: Columbofilia Fundação: 04-11-1964

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Voluntariado jovem

Alguns dos voluntários do GAS Tagus que estiveram na apresentação do Torneio do CAC, realizada no Salão da sede da Junta de Freguesia

GAS Tagus - Grupo de Ação Social do Tagus > Jovens voluntários promovem cidadania ativa e dão ajuda nos PALOP

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poiada pelo CAC no XXXIII Torneio Internacional de Futebol Infantil, porque alguns dos seus membros já foram praticantes no clube, GAS Tagus é uma associação juvenil sem fins lucrativos, iniciada em 2008, com sede no Instituto Superior Técnico, pólo TagusPark, que pretende capacitar os jovens para a cidadania ativa, através da promoção de voluntariado nacional e internacional e de atividades de educação não formal. Tem como objetivo capacitar os jovens para serem agentes ativos, construindo uma sociedade mais inclusiva e coesa, capaz de enfrentar problemas atuais da nossa sociedade, tais como o aumento das desigualdades socioeconómicas, distanciamento social, empobrecimento dos laços comunitários e alheamento da realidade política e social. A caminhada GAS Tagus é um processo anual que tem quatro componentes essenciais à consciencialização dos voluntários: 1) Formação não formal no âmbito da cidadania e ativismo social acoplada a retiros em equipa, considerados como momentos-chave no percurso do voluntário, para fortalecer laços de trabalho e criação de equipa; 2) Ações de voluntariado de longa duração em instituições parceiras nacionais, durante 6 meses;

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3) Ação de voluntariado de curta duração, durante um mês, em Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique ou São Tomé e Princípe. 4) Gestão e execução de atividades de angariação de fundos para financiar o voluntariado internacional. No seu percurso pelo GAS Tagus, o voluntário tem oportunidade de desenvolver várias capacidades, uma vez que tem de enfrentar múltiplos desafios: integração em equipas, conhecimento de realidades e populações com quem nunca contatou e organização de eventos de angariação de fundos. Estas atividades desenvolvem capacidades de consciência social, empreendedorismo, resolução de problemas, organização, persistência e trabalho em equipa. > O projeto Para a sua formação, os voluntários do GAS Tagus juntam-se a várias associações e grupos nacionais onde realizam voluntariado semanalmente, como por exemplo a Liga dos Amigos do Hospital Pulido Valente, a Orienta-te ou a CASA. Durante o mês de Agosto, partem para Cabo Verde, São Tomé e Principe, Angola, Moçambique ou Brasil para dar o seu contributo em projectos desenvolvidos em parceria com entidades locais (associações, paróquias ou ONG’s), que definem as prioridades do trabalho por eles a realizar. >>


www.jf-pontinhafamoes.pt

Divulgação institucional • veja mais em www.facebook.com/pontinhafamoes

Assembleia de Freguesia

Junta de Freguesia

> Deliberações com eficácia externa

> Apresentações do Centro de Emprego podem ser feitas também em Famões

Edital n.º 2 / 2004 Em cumprimento do disposto no artigo 56.º, n.º 1, da Lei 75/2013, dá-se conhecimento de que na reunião de Assembleia de Freguesia Ordinária n.º 4, realizada no dia 15 de abril, foram tomadas as seguintes deliberações:

Por insistência da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pontinha e Famões, o Centro de Emprego de Loures concordou que os beneficiários do Fundo de Desemprego que estão abrangidos pela obrigatoriedade de se apresentar quinzenalmente na sede da Junta, na Pontinha, podem, a partir de 28 de abril, optar por fazê-lo também na Delegação de Famões, Praceta 25 de Abril, 8-B, Quinta das Pretas.

Primeira alteração do Regulamento e Tabela de taxas da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pontinha e Famões para 2014. (aprovado por maioria) Primeira alteração do Regulamento do Mercado de Levante da Pontinha. (aprovado por unanimidade) Regulamento do Fundo de Maneio. (aprovado por maioria) Normas de Controlo Interno. (aprovado por unanimidade) Regulamento da Organização dos Serviços e Organograma. (aprovado por unanimidade) Os documentos estão disponíveis para consulta na Secretaria da Junta e na Delegação, e no site www.jfpontinhafamoes.pt O Presidente João Manuel Barreiros Martins Pontinha, 22 de abril de 2014

>> Esse trabalho assenta essencialmente em cinco

vertentes: Apoio escolar; Saúde; Apoio vocacional; Participação e Cidadania ativa; Pedagogia Lúdica. Para partir em missão, o voluntário do GAS Tagus, tem de ter angariado fundos, ao longo dos 10

meses de preparação em conjunto com os colegas, para financiar a sua viagem. Para isso, realizam eventos, festas solidárias, vendas em igrejas de todo o País, vendas de artesanato feito pelos próprios, que inclui tshirts, colares, bolsas, pulseiras, etc. Atualmente já se encontra em preparação a elaboração de um livro para crianças. Para conhecer melhor e apoiar esta associação de jovens voluntários, consulte os endereços www.gastagus.org www.facebook.com/gastagus

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Trabalho (parcial) de alunos do Curso de Design da Universidade Europeia. Coordenador: Prof. Ricardo Loução

Painéis alusivos ao 25 de Abril instalados no Mercado da Pontinha

www.facebook.com/pontinhafamoes

Boletim Informativo da Junta de Freguesia Pontinha/Famões, n.º 3  

Publicação online informativa oficial da Junta de Freguesia Pontinha/Famões, n.º 3, abril 2014