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Design em Casa Revista Design em Casa • Ano 01 • Edição 01 • Nº 001

Aprenda a reutilizar objetos antigos e economize na hora de decorar

Oscar Niemeyer, quem foi esse gênio da Arquitetura?

Especial de Natal e Ano Novo, aprenda como decorar sua casa nessas datas Aquarismo, o que festivas essa técnica de decoração está causando nos interiores das casas


Querido Leitor Esta revista foi criada para amantes e admiradores da Arquitetura e Design de Interiores, mostrando desde a história até como usar objetos antigos. Como sendo a primeira, abordará assuntos diversos, como a história da arquitetura, como decorar não gastando muito, observar novas técnicas de decoração como o aquarismo, entrevista com estudante de arquitetura e seus desenhos, a forma como se deve decorar um quarto ou local infantil, aprender mais sobre o rei da arquitetura, conhecido no mundo inteiro, o brasileiro Oscar Niemeyer, como reciclar e usar esses objetos em prol do design da casa, tem também um especial de Natal e Ano Novo já que essas datas festivas estão se aproximando, um pouco sobre prateleira de livros, sendo eu uma estudando de Biblioteconomia e minha paixão pelos livros, encerrando com a decoração de um apartamento ou casa de jovens solteiros. As informações contidas nessa revista serão então para uso das pessoas que queiram deixar o ambiente mais confortável ou mudar um pouco o cotidiano, também ajudará aqueles que não conhecem a história da arquitetura e de Oscar Niemeyer. Os agradecimentos são especialmente à minha mãe por ter me lembrado o meu gosto por arquitetura que herdei de meu pai, que também agradeço esse lado artístico que ele tem, agradeço aos amigos que me apoiaram e ao professor José Antônio que proporcinou a todos os alunos essa experiência de curiosidade e criatividade, onde pudemos testar todos nosso conhecimentos sobre os assuntos abordados e ter o prazer e a satisfação de uma boa finalização de trabalho bem feito e elaborado, se não fosse por ele não saberíamos de nada sobre Editoração e suas ramificações maravilhosas.

Jessyka Nicodemos


Conte煤do

03-Um pouco de hist贸ria... 08-Quem disse que decorar tem que custar caro? 14-Aquarismo 22-Conhecendo um estudante! 27-Devidos cuidados com quartos infantis. 32-Oscar Niemeyer, o Grande Arquiteto. 40-Nada se perde, tudo se recria. 47-Prateleiras de livros. 52-Especial festas de fim de ano. 57-Vida de Solteiro.


Um pouco de História... D

urante a Pré-História surgem os primeiros monumentos e o Homem começa a dominar a técnica de trabalhar a pedra. O abrigo, como sendo a construção predominante nas sociedades primitivas, será o elemento principal da organização espacial de diversos povos. Este tipo de construção ainda pode ser observado em sociedades não totalmente integradas na civilização ocidental, como os povos ameríndios, africanos, aborígenes, entre outros. A presença do abrigo no inconsciente coletivo destes povos é tão forte que ela marcará a cultura de diversas sociedades posteriores: vários teóricos da arquitetura, em momentos diversos da história (Vitrúvio, na Antiguidade, Alberti na Renascença, Joseph Rykwert, mais recentemente) evocarão o mito da cabana primitiva. Este mito, variando de acordo com a fonte, prega que o ser humano recebeu dos deuses a Sabedoria para a construção de seu abrigo, configurado como uma construção de madeira composta por quatro paredes e um telhado de duas águas. À medida que as comunidades humanas evoluíam e aumentavam, acometidas pelas ameaças bélicas constantes, a primeira modalidade arquitetônica a se desenvolver foi essencialmente a militar. A humanidade confrontava-se com um mundo povoado de deuses vivos, gênios e demônios: um mundo que ainda não conhecia nenhuma objetividade científica.

O modo como os indivíduos lidavam com a transformação de seu ambiente imediato era bastante influenciado por suas crenças. Muitos aspectos da vida cotidiana estavam baseados no respeito ou na adoração ao divino e ao supernatural. O poder divino, portanto, equiparava-se (ou mesmo superava) o poder secular, fazendo com que os principais edifícios das cidades fossem os palácios e os templos. Esta importância fazia com que a figura do arquiteto estivesse associada aos sacerdotes (como no Antigo Egito) ou aos próprios governantes e a execução dos edifícios era acompanhada por diversos rituais que simbolizavam o contato do Homem com o divino. As cidades marcavam uma interrupção da natureza selvagem, consideradas o espaço sagrado em meio natural. Da mesma forma, os templos dentro das cidades marcavam a morada dos deuses em meio ao ambiente humano. A arquitetura e o urbanismo praticados pelos gregos e romanos destacava-se bastante dos egípcios e babilônios na medida em que a vida cívica passava a ganhar importância. A cidade torna-se o elemento principal da vida política e social destes povos: os gregos desenvolveram-se em cidades-estado e o Império Romano surgiu de uma única cidade. Durante os períodos e civilizações anteriores, os assuntos religiosos eram eles mesmos o motivo e a manutenção da ordem estabelecida; no período greco-romano o mistério religioso


ultrapassou os limites do templo-palácio e tornou-se assunto dos cidadãos (ou da pólis): surge aí a palavra política, absolutamente relacionada à ideia de cidade. Enquanto os povos anteriores desenvolveram apenas as arquiteturas militar, religiosa e residencial, os gregos e romanos foram responsáveis pelo desenvolvimento de espaços próprios à manifestação da cidadania e dos afazeres cotidianos: a ágora grega definia-se como um grande espaço livre público destinado à realização de assembleias, rodeada por templos, mercados, e edifícios públicos. O espaço da ágora tornara-se um símbolo da nova visão de mundo que incluía o respeito aos interesses comuns e incentivador do debate entre cidadãos, ao invés da antiga ordem despótica. Os assuntos religiosos, contudo, ainda possuíam um papel fundamental na vida mundana, mas agora foram incorporados aos espaços públicos da pólis. Os rituais populares tomavam lugar em espaços construídos para tal, em especial a acrópole. Cada lugar possuía a sua própria natureza (genius locci), inseridos em um mundo que convivia com o mito: os templos passaram a ser construídos no topo das colinas (criando um marco visual na cidade baixa e possibilitando um refúgio à população em tempos de guerra) de forma a tocar os céus. A tecnologia do período desenvolveu-se principalmente na construção das catedrais, estando o conhecimento tectônico sob o controle das corporações de ofícios. Durante praticamente todo o período medieval, a figura do arquiteto (como sendo o criador solitário do espaço arquitetônico e da construção) não existe. A construção das catedrais, principal esforço construtivo da época, é acompanhada por toda a população e insere-se na vida da comunidade ao seu redor. O conhecimento construtivo é guardado pelas corporações, as quais reuniam dezenas de mestres-obreiros (os arquitetos de fato) que conduziam a execução das

obras, mas também as elaboravam. A Cristandade definiu uma visão de mundo nova, que não só submetia a vontade humana aos desígnios divinos como esperava que o indivíduo buscasse o divino. Em um primeiro momento, e devido às limitações técnicas, a concepção do espaço arquitetônico dos templos volta-se ao centro, segundo um eixo que incita ao percurso. Mais tarde, com o desenvolvimento da arquitetura gótica, busca-se alcançar os céus através da indução da perspectiva para o alto. Com o fim da Idade Média a estrutura de poder europeia modifica-se radicalmente. Começam a surgir os estados-nacionais e, apesar da ainda forte influência da Igreja Católica, o poder secular volta a subjugá-la, especialmente com as crises decorrentes da Reforma Protestante. Antigos tratatos arquitetônicos romanos são redescobertos pelos novos arquitetos, influenciando profundamente a nova arquitetura. A relativa liberdade de pesquisa científica que se obteve permitiu algum avanço nas técnicas construtivas, permitindo novas experiências e a concepção de novos espaços. Algumas regiões italianas, e Florença em especial, devido ao controle das rotas comerciais que levavam a Constantinopla, tornam-se as grandes potências mundiais e é nelas que se desenvolveram as condições para o desenvolvimento das artes e das ciências. O espírito renascentista evoca as qualidades intrínsecas existentes no ser humano. O progresso do Homem - científico, espiritual, social - torna-se um objetivo importante para o período. O Classicismo, redescoberto, e o Humanismo surgem como o guia para a nova visão de mundo que manifesta-se nos artistas do período. A cultura renascentista mostra-se multidisciplinar e interdisciplinar. O que importa ao homem renascentista é o culto ao conhecimento e à razão, não havendo para ele separação entre as ciências e as artes.


Tal cultura mostrou-se um campo fértil para o desenvolvimento da arquitetura, uma matéria que da mesma forma não vê limite entre as duas áreas. A arquitetura renascentista mostrou-se clássica, mas não se pretendeu neoclássica. Com a descoberta dos antigos tratados (incompletos) da arquitetura clássica (dentre os quais, o mais importante foi De Architetura deVitrúvio, base para o tratado De Re Aedificatoria de Alberti), deu-se margem a uma nova interpretação daquela arquitetura e sua aplicação aos novos tempos. Conhecimentos obtidos durante o período medieval (como o controle das diferentes cúpulas e arcadas) foram aplicados de uma nova forma, incorporando os elementos da linguagem clássica. A descoberta da perspectiva é um aspecto importante para se entender o período (e especialmente a perspectiva central): a ideia de infinito trazida pela manipulação do ponto de fuga foi bastante utilizada como elemento cênico na concepção espacial daqueles arquitetos. A perspectiva representou uma nova forma de entender o espaço como algo universal, compreensível e controlável através da razão do Homem. O desenho tornou-se o principal meio de projetação, assim como surge a figura do arquiteto solitário (diferente da concepção coletiva dos edifícios medievais). Os novos meios de concepção do projeto influenciaram a concepção espacial dos edifícios no sentido em que as visuais são controladas, direcionadas para um ponto de vista específico. O poder da perspectiva de representar universalmente a realidade não se limitou a apenas descrever a experiência, mas também a antecipá-la projetando a imagem de volta à realidade. Entre os principais arquitetos da Renascença se incluem Vignola, Alberti, Brunelleschi e Michelângelo.

No Maneirismo começa a surgir entre os artistas do período certo sentimento anticlássico, ainda que suas obras continuassem, em essência, predominantemente clássicas. Os arquitetos maneiristas (que rigorosamente podem continuar sendo chamados de renascentistas) apropriam-se das formas clássicas, mas começam a desconstruir seus ideais. São constantes as referências visuais em espaços internos aos elementos típicos da composição de espaços externos: janelas que se voltam para dentro, tratamento de escadas externas em alas interiores de edifícios, etc. Michelangelo é um dos arquitetos renascentistas que podem ser chamados de maneiristas. Os séculos seguintes ao Renascimento assistiram a um processo cíclico de constante afastamento e reaproximação do ideário clássico. O barroco, em um primeiro momento, potencializa o descontentamento do maneirismo pelas normas clássicas e propicia a gênese de um tipo de arquitetura inédita, ainda que frequentemente possua ligações formais com o passado. Da mesma forma que o barroco representou uma reação ao Renascimento, o neoclassicismo, mais tarde, constituirá uma reação ao barroco e uma forte tendência ao passadismo e à recuperação do clássico. Este período de dois séculos, portanto, será marcado por um ciclo de dúvidas e certezas a respeito da validade das ideias clássicas.


Arquitetura barroca

O barroco surge no cenário artístico europeu em dois contextos bastante claros durante o século XVII: primeiramente havia a sensação de que, com o avanço científico representado pelo Renascimento, o classicismo, ainda que tivesse alavancado este progresso, não mais tinha condições de oferecer todas as respostas necessárias às dúvidas do Homem. O Universo não era mais o mesmo, o mundo havia se expandido e o indivíduo sentia querer experimentar um novo tipo de contato com o divino e o metafísico. As formas luxuriantes do barroco, seu espaço elíptico, definitivamente anti-euclidiano, foram uma resposta a estas necessidades. O segundo contexto é o da Contra-Reforma promovida pela Igreja Católica. Com o avanço das igrejas protestantes, a antiga ordem romana cristã (que, em certo sentido, havia incentivado o advento do mundo renascentista) estava sendo suplantada por novas visões de mundo e novas atitudes perante o Sagrado. A Igreja sentiu a necessidade de renovar-se para não perder os fiéis, e viu na promoção de uma nova estética a chance de identificar-se neste novo mundo. As formas do barroco foram promovidas pela instituição em todo o mundo (especialmente nas colônias recém-descobertas), tornando-o o estilo católico, por excelência.

Arquitetura neoclássica

No fim do século XVIII e início do XIX, a Europa assistiu a um grande avanço tecnológico, resultado direto dos primeiros momentos da Revolução Industrial e da cultura iluminista. Foram descobertas novas possibilidades construtivas e estruturais, de forma que os antigos materiais (como a pedra e a madeira) passaram a ser substituídos gradativamente pelo concreto (betão) (e mais tarde pelo concreto armado) e pelo metal. Paralelamente, profundamente influenciados pelo contexto cultural do Iluminismo europeu, os arquitetos do século XVIII passaram a rejeitar a religiosidade intensa da estética anterior e o exagero luxuriante do barroco. Buscava-se uma síntese espacial e formal mais racional e objetiva, mas ainda não se tinha uma ideia clara de como aplicar as novas tecnologias em uma nova arquitetura. Inseridos no contexto do neoclassicismo nas artes, aqueles arquitetos viram na clássica a arquitetura ideal para os novos tempos. O neoclassicismo não se pretendeu, de fato, um estilo novo (diferente da arte clássica renascentista). Ocorria muito mais uma cópia do repertório formal clássico e menos uma experimentação desta forma, tendo como diferença a aplicação das novas tecnologias.


Arquitetura Contemporânea As cidades passam a crescer de modo inédito e novas demandas sociais relativas ao controle do espaço urbano devem ser respondidas pelo Estado, o que acabará levando ao surgimento do urbanismo como disciplina acadêmica. O papel da arquitetura (e do arquiteto) será constantemente questionado e novos paradigmas surgem: alguns críticos alegam que surge uma crise na produção arquitetônica que permeia todo o século XIX e somente será resolvida com o advento da arquitetura moderna. Todo o século XIX assistirá a uma série de crises estéticas que se traduzem nos movimentos chamados revivalistas: ou pelo fato das inovações tecnológicas não encontrarem naquela contemporaneidade uma manifestação formal adequada, ou por diversas razões culturais e contextos específicos, os arquitetos do período viam na cópia da arquitetura do passado e no estudo de seus cânones e tratados uma linguagem estética legítima de ser trabalhada. O primeiro destes movimentos foi o já citado neoclássico, mas ele também vai se manifestar na arquitetura neogótica inglesa, profundamente associada aos ideais românticos nacionalistas. Os esforços revivalistas que aconteceram principalmente na Alemanha, França, Inglaterra, por razões especialmente ideológicas, viriam mais tarde a se transformar em um mero conjunto de repertórios formais e tipológicos diversos, que evoluiriam para o ecletismo, considerado por muitos como o mais decadente e formalista entre todos os estilos históricos. A primeira tentativa de resposta à questão tradição x industrialização (ou entre as artes e os ofícios) se deu pelo pensamento dos românticos John Ruskin e William Morris, proponentes de um movimento estético que ficou conhecido justamente por Arts & crafts (cuja tradução literal é “artes e ofícios”). O movimento propôs a pesquisa

formal aplicada às novas possibilidades industriais vendo no artesão uma figura de destaque: para eles, o artesão não deveria ser extinto com a indústria, mas tornar-se seu agente transformador, seu principal elemento de produção. Com a diluição dos seus ideais e a dispersão de seus defensores, as ideias do movimento evoluíram, no contexto francês, para a estética do art noveau, considerado o último estilo do século XIX e o primeiro do século XX..formal aplicada às novas possibilidades industriais vendo no artesão uma figura de destaque: para eles, o artesão não deveria ser extinto com a indústria, mas tornar-se seu agente transformador, seu principal elemento de produção. Com a diluição dos seus ideais e a dispersão de seus defensores, as ideias do movimento evoluíram, no contexto francês, para a estética do art noveau, considerado o último estilo do século XIX e o primeiro do século XX..


A

decoração faz parte do dia a dia de todos, ninguém quer entrar na sua própria casa e não se sentir bem lá dentro. Para isso, a decoração tem assim dois objetivos: organizar o espaço e deixá-lo bonito da melhor forma possível. Porém, como em tudo na vida, decorar bem implica gastar dinheiro, mas na realidade é possível decorar mais por menos. Há várias opções com visual incrível que podem ser encontradas por preços surpreendentes em Home Center e supermercados. Mas é necessária a atenção para as oportunidades e as particularidades dessas lojas como, por exemplo, os estoques que se renovam rapidamente e os objetos com preços mais acessíveis e com bom acabamento se esgotam rapidamente, portanto, as peças que as pessoas veem e dizem que irão comprar depois podem não estar mais disponíveis quando forem novamente à procura. Nas compras, evite gastos por impulso, quando as pessoas vão às lojas elas precisam ter foco em suas necessidades, dando sempre prioridade ao básico, pois nunca sai de moda, ainda mais se aliado a uma peça com toque especial, por exemplo, a louça branca, que ganha outra aparência se associada a peças de materiais naturais e ao toque de cor vindo de uma taça azul.

Os mercados de peças em segunda mão é uma boa dica para aqueles que gostam de economizar e não se importam muito com marca ou preço baixo, as lojas de antiguidades, as feiras da ladra, são excelentes para encontrar aquelas peças que podem marcar a diferença na decoração de uma casa. Os mercados de antiguidades ou lojas de peças em segunda mão podem ser fontes de mobílias que para outros são “velhas”, mas que para outros poderão servir de grande inspiração e até de grande valor. Nesses locais pode-se encontrar, desde lustres antigos até mesas vintage que complementadas, por exemplo, com umas cadeiras de design futurístico farão uma grande combinação. Tudo isto a um preço muito acessível. É preciso desenvolver o olhar para aproveitar os menores preços e a criatividade conta muito nessa hora, um bom exemplo são caixotes de madeira, eles são extremamente versáteis e reutilizar este tipo de material pode trazer diversas possibilidades para sua casa, algumas dicas de como eles podem ser reaproveitados:


Caixa Organizadora

Simples e robusta faz uma diferença na manutenção de uma casa limpa. Caixa armazenadora

Armazenar toalhas e papel higiênico à vista para os hóspedes da casa é uma necessidade, especialmente se não te agrada a ideia de ter amigos à procura deles em seus espaços de armazenamento mais pessoais.


Dicas de como usar alguns objetos para uma função não habitual visto em Morar Mais Por Menos:

• Um sofá-cama montado com 22 blocos de concreto pintados de branco, organizados, empilhados e cobertos por colchão.

• Um varal de roupa se transforma em um engenhoso lustre varal de luzes.


Hoje em dia, alguns itens são atirados ao lixo, especialmente na casa dos pais e parentes mais velhos, tais como alguns artigos dos anos 70 e 60, como algumas cadeiras de coloridas, tupperwares ou carpetes, que são verdadeiros achados e por vezes existem mesmo réplicas que são vendidas a preços proibitivos pois passaram ou estão a passar a ser um objeto retro elegante.

Não é necessário ter vergonha ao pedir uma ou outra peça que para alguns pode não ter valor nenhum, ou ser considerada lixo, mas que na sua casa, misturada com alguma modernidade será fonte de grandes elogios, mesmo de um decorador profissional.

• Um bom objeto que é antigo e bonito e fica bem entre livros é máquina de escrever.


Outra grande ideia são obras de arte, aquela parede branca meio apagada, ou algum canto da cozinha que falta algo mais na parede, é possível encontrar com preço acessível alguma pintura diferente em feira de antiguidades, ou em bazares. Podendo usar apenas as molduras, estilizando ou usando apenas a arte com outra moldura mais moderna.


Aquarismo O aquarismo ou aquariofilia é a prática de criar peixes, plantas e outros organismos aquáticos, em recipientes de vidro, acrílico ou plástico conhecidos como aquários, ou em tanques naturais ou artificiais para fim ornamental ou de estudo, distinguindo-se assim essa atividade da piscicultura ou aquacultura, que têm aspectos de produção. O aquarismo, assim como o paisagismo, é uma atividade que combina uma demanda por senso estético e conhecimentos técnicos diversos, como biologia básica (ciclo do nitrogênio), química básica (pH) e outros.


Para muitas pessoas, estar perto de água é

extremamente relaxante e com o uso de aquários, a água pode adicionar uma grande variedade de atmosferas e podendo sentir em todo o quarto ou sala. Decorar tem que escolher padrões de iluminação, posicionamento dos móveis e muitos mais aspectos, mas a sensação especificada pode ser conseguida através do uso de um aquário, apenas estar perto de água faz muita gente sentir calma e pacífica de forma que é difícil competir com qualquer outra decoração. Ver peixe movendo-se lentamente em um aquário pode ser muito relaxante, pois o olho assiste algo sem excesso de trabalho ao mesmo tempo relaxa, diferente de uma televisão, com imagens que deixam as pessoas acordadas e alertas ao invés de descansar. Usando esquemas de iluminação suave, papéis de parede e móveis também podem adicionar um grande negócio para o efeito. Aquários são usados para criar esta atmosfera em muitas configurações de blocos de escritório através de centros de saúde, spa, quartos e salas.


Por outro lado, aquários estão se tornando mais populares em bares e discotecas. Com uma abordagem diferente para iluminação de aquários podem ser facilmente transformados em elementos interessantes para qualquer sala, reforçar esse sentimento de animação. Muitas vezes, as pessoas não esperam ver um aquário ao entrar em um bar, então ao entrar em algum lugar assim já dar um “ar” diferente, outra impressão. A Iluminação LED está se tornando crescente popular como uma forma de iluminação do aquário, e isso pode realmente atender às definições de discoteca, bar e restaurante.

Aquários já não são mais uma exclusividade de apaixonados pelo hobby e conquistam cada vez mais espaço como peça de decoração. O objeto se transformou em um item sofisticado, capaz de destacar qualquer ambiente, especialmente quando possui tamanho e formato diferenciado. Mesmo quem não tem muito espaço, pode fugir do tradicional e optar por um aquário cheio de estilo. Uma das tendências é usar o aquário embutido na parede – como um quadro. Há quem opte pela instalação em locais ainda menos usuais, como uma mesa de centro Apesar de ter um valor decorativo muito alto, as pessoas precisam ter em mente que o aquário abriga seres vivos que precisam de cuidados as pessoas que normalmente vêem o aquário como um objeto compram outro peixe quando um deles morre. Mas é preciso assumir a responsabilidade por eles, pois são animais como outros qualquer e merecem respeito.Antes de agir por impulso, é fundamental que o interessado faça um planejamento detalhado do que deseja, é preciso definir o tamanho do aquário e em que local será colocado, ,tudo isso vai influenciar a manutenção. A periodicidade da manutenção depende do tamanho, do tipo da água e da configuração dos peixes. Pode ser semanal, quinzenal e mensal. No entanto, quem vê o aquário apenas para decoração, geralmente não entende de aquarismo nem de peixes. Essas pessoas buscam empresas especializadas nesses serviços.


Aquรกrio na mesa de centro

Aquรกrio Quadro


Os aquários se classificam basicamente em dois tipos: os de água doce e os de água salgada. Dentro destas grandes subdivisões, outras classificações acontecem, baseadas em características de cada montagem, geralmente por tema, como os comunitários, de cardumes, de ciclídeos africanos, plantados, ou por bioma como os de recifes, ou “rochas vivas” , amazônicos, lagos africanos e outros. Os aquários para a prática do aquarismo possuem diversos formatos e tamanhos, indo desde os aquários esféricos de Bettas até os aquários que ocupam paredes inteiras. É necessário escolher cuidadosamente sua forma e tamanho para que o aquário seja adequado aos peixes com que pretende povoá-lo. Para que um aquário se desenvolva bem é necessário observar alguns cuidados mínimos. São estes o tamanho e formato do aquário, a filtração, a iluminação e a manutenção dos parâmetros da água. Há muitas técnicas de como cuidar de um aquário. Algumas tendem a ser populares, como sifonar o fundo uma vez por semana para eliminar detritos do fundo; outras tendem a ser comumente criticadas, como o FBF (filtro biológico de fundo), apesar de este ainda ser um dos sistemas mais comuns de filtragem, pelo seu custo mais baixo, porém pouco eficiente. A iluminação é parte importante para peixes, plantas, corais e qualquer outro ser vivente no aquário. Como podemos perceber, peixes não possuem pálpebra, logo, se mantivermos o ambiente iluminado o tempo todo, eles não conseguirão dormir e ficarão estressados.

Em média, durante um dia a iluminação solar dura de 6 a 8 horas, o que é aproximadamente o período adequado para manter o aquário iluminado. Para aquários plantados as exigências são ainda maiores, pois devemos compreender que plantas precisam de luz para realizar a fotossíntese, logo existe um tempo mínimo e uma quantidade mínima de luz a ser aplicada. As lâmpadas também precisam ser adequadamente escolhidas: as lâmpadas comuns (fluorescentes de tubo) com temperatura de cor na faixa de 5200K a 6500K ou lâmpadas especiais para aquários são as mais indicadas; também podem ser usadas lâmpadas compactas econômicas (PL) na mesma faixa de temperatura de cor já mencionada acima. As lâmpadas comuns tem luz branca, as especiais são rosadas ou azuladas. Os picos de cor do espectro luminoso que são utilizados pelas plantas aquáticas para fotossíntese são respectivamente o azul e o vermelho. Corais muitas vezes necessitam de iluminação especial para sobreviver, como a água do mar tem densidade diferente da água doce o pico de cor usado pelos organismos marinhos é o azul, deste modo as lâmpadas indicadas para os aquários marinhos ficam na faixa de 10.000K e tem tom azulado.


Aquário Marinho

Suas espécies de peixes e corais são bem familiares, não ?

É, os pernsonagens de Procurando Nemo são marinhos e inspiraram os cartoonistas da Pixar, fazendo assim um filme realmente realista.


Aquário de Água doce Uma características de aquário de água doce num aquário de vidro ou acrílico repleto de elementos desse lago ou outros peixes de água doce iria encontrar em seu ambiente natural. Eles incluem rochas, plantas, cascalho, luz, um filtro para manter a água limpa e gaseificada e um aquecedor para certos tipos de peixes tropicais. Ao contrário de um aquário de água salgada, que imita as condições encontradas nos oceanos, tanques de água doce não precisa de sal adicionado. Planície água da torneira, devidamente tratada com condicionador de água para remover o cloro e os poluentes, oferece um ambiente adequado para peixes de água doce.


Conhecendo um Estudante ! Para conhecer melhor essa รกrea vasta de beleza e criatividade, a Revista Design em Casa entrevistou um aluno de arquitetura do segundo semestre, ele se chama Matheus Henrique, estuda no Ceub e tem 17 anos, adora desenhar, quase nรฃo tem tempo e se dedica bastante para os projetos, ele disponibilizou alguns de seus desenhos que estarรก nas prรณxima pรกginas.


Matheus, qual sua perspectiva para o futuro na profissão? •Tento manter em mente que quem faz o que gosta e dá o melhor de si em sua profissão tem grandes chances de obter um futuro bastante promissor. Tenho certeza de que realmente é o que gosto de fazer, sei que sempre tentarei dar o melhor de mim e espero que assim consiga um dia me tornar um bom e renomado arquiteto e/ ou urbanista Pretende estagiar por agora? •Ainda não pois não me sobra tempo em meio a tantas aulas e trabalhos, porém, assim que a faculdade me der um pouco de liberdade tentarei ingressar neste mercado Qual matéria você achou mais interessante? •Na minha opinião, até agora, Conforto Ambiental, pois é totalmente diferente do que pensei e engloba muitos assuntos que muito me interessam e que levarei para toda a minha vida profissional. Por que você escolheu essa profissão que estimula a criatividade? •Sempre gostei de criar coisas, exercitar minha criatividade e raciocínio, além do que o uso de cálculos e computação gráfica também me atraíram. Não me imagino me sentindo realizado fazendo outra coisa. O que te traz inspiração? •Tudo pode trazer algum tipo de inspiração. Uma leitura, um filme, uma vista, uma sensação, uma pesquisa. Tudo o que se precisa fazer é passar a ideia da cabeça para o papel.

Como um arquiteto deve pensar? •Ele deve tentar levar em consideração a maior quantidade de variantes possível, desde a recepção de radiação solar em determinado local até a reação que certas cores causariam no psicológico de seus clientes; desde o impacto que tal projeto causaria no meio ambiente até a quantidade de capital exigida para sua execução. O grande arquiteto estadunidense Frank Lloyd Wright dizia que o bom arquiteto é aquele que projeta desde uma colher até uma cidade.


Desenhos


Devidos cuidados com quartos infantis


U

ma das melhores partes em ter um filho é escolher as roupas e cores juntamente, a decoração do quarto, além da diversão e empolgação de fazer tudo acontecer, tem que haver também os cuidados corretos na hora da montagem.

Não pode faltar! •Luz indireta: Uma iluminação adequada é essencial para a tranquilidade do bebê. Além do ponto principal de luz, é importante ter uma luz indireta, ou dimmer, que regula a intensidade da luz. •Poltrona de Amamentação: É indispensável para facilitar o aleitamento do bebê, a poltrona ideal é a que tem braços que servem como apoio. •Berço: O berço precisa ter uma base de altura regulável para ser alterado conforme o desenvolvimento do bebê.

Desnecessário. •Cortinas de pano, tapetes e carpetes: Acumulam pó e, com isso, facilitam o desenvolvimento de alergias respiratórias no bebê. •Bonecos e bichinhos de pelúcia: Estão entre as maiores causas de alergias respiratórias em crianças. No berço são um risco maior, pois podem obstruir a respiração causando sufocamento do recém-nascido •Difusores de aroma: Cheiros e odores muito fortes não são recomendados para o ambiente em que um recém-nascido ficará por muito tempo.


Algumas imagens abaixo dão exemplos do que pode e o que não pode ser colocados em ambientes infantis:

Luz indireta, não pode faltar !

As cortinas são desnecessárias.


Poltrona de amamentação, não pode faltar !

Ursos de pelúcia são desnecessários.


Pode-se dizer que um dos principais aspectos da decoração infantil são as cores. Elas traduzem a alegria, a inocência e até mesmo traços da personalidade que começa a despontar nas crianças. Cores quentes e vibrantes são permitidas, claro! Mas é importante definir uma paleta de cores coerente para garantir um resultado bonito.

A cor, elemento indissociável do nosso cotidiano, exerce especial importância sobretudo nas Artes Visuais. Na Pintura, Escultura, Arquitectura, Moda, Cerâmica, Artes Gráficas, Fotografia, Cinema, Espectáculo etc, ela é geradora de emoções e sensações.

Com uma parede bem planejada, fica bem mais fácil compor o restante do ambiente do quarto das crianças. As cores vivas, são bem vindas e podem ser combinadas com adesivos de parede, um jeito barato e bonito de compor a decoração.

As cores também ajudam bastante a identificar se a criança dona do quarto é menino ou menina, porém sem nenhum preconceito, mas já é estipulado que para menina é rosa e menino azul, mas nem sempre tem que ser assim, depende muito dos pais também.


Oscar Niemeyer, O Grande Arquiteto


O

scar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho foi um arquiteto brasileiro, considerado uma das figuras-chave no desenvolvimento da arquitetura moderna. Niemeyer foi mais conhecido pelos projetos de edifícios cívicos que fez para Brasília, uma cidade planejada que se tornou a capital do Brasil em 1960, bem como por sua colaboração no grupo de arquitetos que projetou a sede das Nações Unidas em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Sua exploração das possibilidades construtivas do concreto armado foi altamente influente na época, tal como na arquitetura do final do século XX e início do século XXI. Elogiado e criticado por ser um “escultor de monumentos”, Niemeyer foi um grande artista e um dos maiores arquitetos de sua geração por seus partidários.Ele alegou que sua arquitetura foi fortemente influenciada por Le Corbusier, mas, assegurou que isso não impediu que sua arquitetura seguisse em uma direção diferente. Niemeyer se destacou por seu uso de formas abstratas e pelas curvas que caracterizam a maioria de suas obras.

Nascido no Rio de Janeiro, Niemeyer estudou na Escola Nacional de Belas Artes (atual UFRJ) e durante seu terceiro ano estagiou com Lúcio Costa, com quem acabou colaborando no projeto para o Ministério de Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro. Contando com a presença de Le Corbusier, Niemeyer teve a chance de trabalhar junto com o mestre suíço, sendo ele uma grande influência em sua arquitetura. O primeiro grande trabalho individual de Niemeyer foram os projetos de uma série de edifícios na Pampulha, um subúrbio planejado no norte de Belo Horizonte. Esse trabalho, especialmente a Igreja São Francisco de Assis, recebeu elogios da crítica nacional e estrangeira, chamando a atenção internacional a Niemeyer. Ao longo dos anos 1940 e 1950, Niemeyer se tornou um dos arquitetos mais prolíficos do Brasil, projetando uma série de edifícios, tanto no país como no exterior. Isso incluiu o projeto de diversas residências e edifícios públicos, e ainda a colaboração com Le Corbusier (e outros) no projeto da sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o que provocou convites para ensinar na Universidade Yale e na Escola de Design da Universidade Harvard.


Em 1956, Niemeyer foi convidado pelo novo presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, para projetar os prédios públicos da nova capital do Brasil, que seria construída no centro do país. Seus projetos para o Congresso Nacional do Brasil, o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal e a Catedral de Brasília, todos concluídos anteriormente a 1960, foram em grande parte de natureza experimental e foram ligados por elementos de design comuns. Esse trabalho levou à sua nomeação como diretor do departamento de arquitetura da Universidade de Brasília, bem como membro honorário do Instituto Americano de Arquitetos. Devido à sua ideologia de esquerda e sua militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB), Niemeyer deixou o país após o golpe militar de 1964 e, posteriormente, abriu um escritório em Paris. Ele retornou ao Brasil em 1985 e foi premiado com o prêmio Pritzker de arquitetura, em 1988. Entre seus projetos mais recentes se destacam o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (1996), o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (2002), a Cidade Administrativa de Minas Gerais (2010) e o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer, na Espanha (2011). Niemeyer continuou a trabalhar até dias antes de sua morte, em 5 de dezembro de 2012, aos 104 anos.

Oscar Niemeyer e Lúcio Costa


Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.” — Oscar Niemeyer

Palácio do Planalto - Brasília, DF


Congresso Nacional - BrasĂ­lia, DF

Igreja da Pampulha - Belo Horizonte, MG


Museu Oscar Niemeyer - Curitiba, PR

Museu de Arte Contempor芒nea - Niter贸i, RJ


Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida - BrasĂ­lia, DF

Museu Nacional - BrasĂ­lia, DF


Nada se perde, tudo se recria !

O

estilo de vida ecológico pode estar expresso no design e na casa de muitas pessoas. Praticamente tudo o que há em casa e principalmente muita coisa que as pessoas jogam fora, pode ser reaproveitado de alguma forma. Plásticos, garrafas pet, metais, latas, saquinhos de coar café, sobras de canos de PVC, vidros, CDs, enfim, há uma infinidade de objetos e opções para criar e recriar. É preciso ter a conscientização de que é preciso diminuir a quantidade de lixo que se produz, sendo assim há a possibilidade de reaproveitamento de alguma forma, como, criações que decoram, enfeitam, organizam e encantam. Um desses itens que fez e continua fazendo muito sucesso na decoração são os pallets, caixotes e carreteis de madeira, muito utilizados nas indústrias, usinas e feiras. Há algum tempo atrás o uso desses materiais não eram bem vistos por alguns, mas definitivamente eles estão tomando conta das casas dos mais estilosos e ousados, dos que apostam em uma decoração mais rústica e gosta de ideias novas e criativas sem precisar gastar muito. Usar esse tipo de material na decoração não é difícil e nem um pouco feio, basta fazer alguns reparos na madeira, pois, por ser uma madeira nobre é preciso lixar para tirar as farpas. As madeiras podem ser pintadas ou simplesmente mantê-las no seu estado cru, mas nesses casos é sempre bom passar um verniz para o acabamento. Com um pouco de criatividade e bom gosto, ambientes aconchegantes e agradáveis podem ser construídos. Hoje, esses materiais estão nas casas de praia, de campo, chácaras e residências, e até já decoram lojas e escritórios.

O uso de pallets na decoração já virou um comércio formal e existem empresas especializadas vendendo alguns modelos de móveis prontos, mas com um custo bem mais acessível do que os móveis convencionais. Enfim, se a moda é reciclar, logo abaixo, algumas ideias de decoração com pallets, carreteis de madeira, garrafas pet, canos pvc, garrafas de vidros, entre outros materiais recicláveis para mostrar que além de práticos e baratos eles também podem ser muito bonitos e charmosos. As garrafas de vidro usadas podem se transformar em objetos de decoração. Existem três dicas de reaproveitamento de garrafas de vidro, como:

•Tocha


•Abajur

• Enfeites com lanternas natalinas


Pallets sĂŁo Ăłtimos para o reaproveitamento, os transformando em bases de sofĂĄs ou camas, mesas de centro da sala, transformam totalmente o ambiente em um lugar demasiado alegre e inovador.


No ambiente rĂşstico os carreteis de madeira podem ser bem Ăşteis como bancos, mesas e atĂŠ estante para livros.


O cano PVC por ser fácil de encaixar entre si, fica a favor dos gostos pessoais de como montá-lo, eles podem ser encontrados na decoração também como mesas de centro, estantes de livros, porta garrafas de vinho e até suporte para notebook.


Muitas vezes reutilizar um material é bem mais fácil do que se imagina. Além de economizar recursos, você poupa o meio ambiente, deixando de descartar materiais que podem ganhar uma vida nova. Ainda na onda de sustentável, no site CicloVivo.com tem uma matéria que aborda as ideias de arquitetos que projetam uma estrutura flutuante que despolui o ar e filtra água do mar confira:

“Os arquitetos do escritório francês Sitbon Architectes projetaram uma cápsula flutuante e parcialmente submersa que possui uma estufa orgânica de despoluição do ar, um sistema de conversão da água do mar em água potável e uma central de alerta metereológicos, capaz de avisar a ocorrência ou aproximação de maremotos, tsunamis e outras catástrofes ambientais. A mitigação dos efeitos do aquecimento global e dos impactos no meio ambiente é o principal motivo para a construção da estrutura. É por isso que a cápsula parcialmente submersa, batizada de Bloom, vai abrigar aquários gigantes repletos de fitoplânctons, seres microscópicos que habitam o oceano e retiram o dióxido de carbono da atmosfera.


Funcionando como estufas orgânicas no interior da Bloom, os aquários de desenvolvimento destas espécies serão supervisionados por uma equipe de cientistas, que poderão utilizar os pequenos seres para regular a concentração de oxigênio nas regiões oceânicas mais impactadas pelo aquecimento global, segundo informou o site InHabitat. Além do método orgânico de filtragem do oxigênio, a estrutura também vai contar com um sistema capaz de transformar a água do mar em líquido potável, eliminando os sais, as propriedades peculiares e todos os resíduos encontrados no oceano, tornando a água própria para consumo, não apenas dentro da cápsula, mas também em terra firme.

Em linhas gerais, a Bloom pode ser classificada como uma estação ambiental futurística e de estudos de meteorologia, cujos responsáveis pelo projeto conseguiram as melhores classificações em um dos principais prêmios de arquitetura da Europa. O projeto é muito bem sucedido, entretanto, a cápsula flutuante ainda não tem data para ser construída.” Por Gabriel Felix - Redação CicloVivo


Prateleiras para os livros


M

uitas pessoas possuem muitos livros em casa, mas não sabem que além de servir para aprendizado e ter uma boa leitura, podem usá-los também como decoração. O tempo de vida útil dos livros dependerá dos cuidados e da forma com que são manuseados e armazenados mesmo sendo frágeis, podem manter-se úteis por séculos, deixando como herança aos filhos e netos o único bem que ninguém poderá tirar o conhecimento e a informação, escolher bem o local da estante onde se guardam os livros: a luminosidade excessiva desbota suas capas e a umidade deforma tanto a sua capa como o miolo, portanto, mantenha-os longe dos raios solares e da umidade, isso também ajudará em sua conservação. Cada um quer as prateleiras de um jeito, uns não gostam de etiquetas, outros não ligam, uns querem números corridos, outros, números de assuntos e de autor, os livros normalmente são organizados por algum tipo de catalogação, registrando o maior número possível de informação sobre o livro para ser facilmente encontrado, porém algumas pessoas preferem de seu modo, sendo assim, achando prateleiras de diversos tipos e estilos diferentes, formas de encontrar os livros diferentes das que se esta habituada de encontrar, como por exemplo, livros por cores nas prateleiras, esse método é muito utilizado em bibliotecas e livrarias infantis, mas fica ótimo na decoração.


HĂĄ aquelas prateleiras divertidas, curiosas e criativas que dĂŁo um ar mais jovial ao ambiente.


Para as pessoas que procuram um lugar de refúgio e se isolar um pouco do mundo, existem as opçþes do canto da leitura, onde as prateleiras fazem parte do lugar onde a pessoa vai ler:


Hoje em dia as pessoas moram em lugares cada vez menores, assim procuram economizar cada vez mais o tão raro espaço que tem prateleiras embutidas nas escadas ou violão prateleira.


Especial Festas de Fim de Ano


A

ceia é o momento mais aguardado da noite de Natal, hora de confraternizar com os familiares e provar os deliciosos pratos típicos da festa. Não é à toa que a sala de jantar é um dos ambientes mais decorados na ocasião, muitas vezes contando até com a Árvore de Natal em um cantinho estratégico. Um balcão é indispensável na sala de jantar, para decorar e para servir de buffet na hora da ceia. Por isso, é bom colocar em cima dele apenas alguns itens que possam ser trocados de lugar na hora de colocar as travessas. É nessa época do ano que tiramos de depósitos e caixas guardadas todos os enfeites natalinos usados no ano anterior. Árvores de Natal, guirlandas, toalha de mesa, velas, Papai-Noel em miniatura, trazem consigo aquele encanto que só o Natal tem. O bom é poder inovar e incorporar novos enfeites aos antigos, com cada um deles representando um significado especial. A árvore de Natal, por exemplo, representa a fertilidade e a vida. Quando a enfeitamos com as bolas coloridas, estamos simbolizando a fartura e o desejo de colher bons frutos no novo ano que se inicia. Também podem significar as graças diárias que recebemos. Para decorar sua árvore, não tem regra: bolas, sinos, fitas coloridas, luzinhas, estrelas a escolha dos enfeites fica a seu critério. A guirlanda, acessório lindo e cheio de simbolismo, pode ser colocada na porta de casa, em puxadores das portas ou, até mesmo, penduradas na parede, esse enfeite, quando pendurado nas portas, protege o lar e traz sorte para quem passa por debaixo dele. Conforme as crenças, a guirlanda também simboliza a vida eterna e a paz.


Para guardar doces e presentinhos, que tal as famosas meias? Fruto de histórias e lendas antigas, hoje em dia são usadas de forma decorativa.

As velas são bem-vindas na mesa da ceia, assim como perto de outros enfeites na mesa de centro da sala de estar. Perfumadas ou não, elas trazem aconchego e beleza para a decoração.


Assim como a Decoração de Natal, a Decoração para festas de Réveillon também tem seus truques e macetes para acertar sempre. Normalmente, para ocasiões como o Réveillon, o comum é recorrer a fórmulas clássicas para não correr riscos de errar. A decoração utilizando acessórios básicos para a mesa, principalmente utilizando tons de prata, branco e dourado. Procure trabalhar a iluminação da sua Decoração de Ano Novo de forma que o ambiente fique mais acolhedor e aconchegante – principalmente na sua casa ou em um ambiente mais íntimo. Geralmente, para grandes festas ou espaços maiores, a dica é dividir os espaços e iluminar de acordo com as características de cada local, mas normalmente a mesa de bebidas e comidas pode ser mais clara, enquanto mesas e lounges devem ter a iluminação com uma pegada mais intimista.

Cores como o azul, o verde e até o vermelho podem ser bem aplicados à sua mesa de Réveillon e ao ambiente em geral. Apenas deve ser levado em conta que normalmente o branco é a cor predominante, e as outras cores (principalmente as quentes e muito vivas) devem se manter nos detalhes e não desvirtuar o intuito da ocasião. A fórmula de sucesso mais comum para a noite de Réveillon é mesmo a dobradinha branco e dourado. pois proporciona elegância e distinção para a sua mesa! Veja este exemplo: As bordas do sousplait e do prato são dourados, enquanto o fundo da louça, a toalha de mesa e o quardanapo são brancos.


NĂŁo ĂŠ regra o apartamento ou a casa do solteiro ser assim.


O

s solteiros sabem das dificuldades em se morar sozinho ou com o irmão, principalmente num apartamento pequeno. Mas isso não é impeditivo para que ele seja bonito, organizado e bem-decorado. O solteiro é exigente nas escolhas, gosta de produtos com um design exclusivo e tem afinidade com a tecnologia. Seu modo de viver se reflete em sua casa, em ambientes que têm a sua cara.

Integre ambientes: a fim de aumentar a área útil do apartamento (especialmente se ele for pequeno) integre os ambientes. O mais comum é que sala de estar, de jantar e cozinha não tenham divisórias entre si.

Móveis com tonalidades queimadas conferem mais aconchego ao apartamento


Apartamento pequeno deve oferecer praticidade. Por isso, tenha tudo sempre à mão.

Facilite a limpeza: pisos Durafloor são mais fáceis de limpar.


Escolha um único tema para a decoração, facilita a decoração para um espaço pequeno. Isso, somado a uma boa iluminação, vai deixar seu apartamento ainda mais bonito.

O famoso apartamento quarto-e-sala pode, sim, ser muito charmoso. Com algumas luminárias, que dão sensação de conforto, e o sofá certo tudo fica equilibrado.



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