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Mcbess Theo Wenner Faye Dowling Dearadh, Novembro, 2011


Dearadh, Novembro, 2011


Sumário CAPA

Ilustração de Matthieu Bessudo (Mcbess).

TIPOGRAFIA

Chirs criou tipos Chris criou tipos experimentais em papel, originalmente projetada como tipografia tradicional, “Paper & Love”..............................4

ILUSTRAÇÃO

Mcbess, ou Matthieu Bessudo, é um ilustrador francês muito talentoso que atualmente vive e trabalha em Londres.......................................................6

Matthieu Bessudo e sua banda Dead Pirates

A modelo dinamarquesa Freja Beha Erichsen, ensaio fotográfico com Theo Wenner.

FOTOGRAFIA Wenner é um rosto familiar na revista Rolling Stone, pois é filho do fundador Jann Wenner......................................................................................8

CRIAÇÃO E DESIGN Faye Dowling mora em Londres, é editora e freelance, curadora de arte e especialista em fotografia, design, ilustração................................................11

SINALIZAÇÃO Michael é fundador e CEO da Big Spaceship. Desde o lançamento da agência em 2000, ele tem sido parte integrante na aquisição .............................14

PORTFÓLIO

JessKR é uma marca que caracteriza o trabalho que a jovem estudante de Design Gráfico realiza...................................................................................16

PAPEL The Book of Skulls, produzido por Faye Dowlingw

Marco Moreira é bacharel em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi e Pós Graduado..........................................................................18

PROCESSOS GRÁFICOS

Silk-Screen ( também conhecido como serigrafia). Originalmente os quadros eram esticados com seda.....................................................................20

Orientação: Rangel Sales

Projetos Gráficos / Diagramação / Redação: Jéssica Kawaguiski Rodrigues

Email: kawaguiski@hotmail.com

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Tipografia Experimental Tipografia experimental de forma geral esta ligada ao que se costuma chamar design de autor, em que a visão e o estilo de um designer são expressos em seu trabalho amarrados por uma proposta mais ou menos reconhecível. O experimentalismo pode seguir em várias direções. A mistura de estilos, distorções óticas, caligrafias inusitadas e todo tipo de variações geométricas são alguns dos caminhos.

PAPER & LOVE TYPEFACE Chris Berthe

Chris Berthe é um design, nascido em Montreal que levantou grande parte de sua vida em Paris. A maior parte do seu trabalho gira em torno da combinação de diferentes habilidades, desde o desenho ilustração, gráfico e artesanato, conceitos digitais até instalações interativas e desenvolvimento web.

“Eu criei um novo conjunto de letras em papel, utilizando 3D, uma faca x-acto e claro, o amor."

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Pensando na idéia de aprender novas técnicas na criaçaõ de um projeto; Chris criou tipos experimentais em papel, originalmente projetada como tipografia tradicional, “Paper & Love” foi baseada em um grid octagonal e dobras de origami, perfeitamente percebido na versão digital da fonte pelas transparências e formas das letras.

“Eu gosto do processo de pensamento que vai para a construção de um produto e acho que é uma parte essencial da experiência de um designer.”

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Mcbess, ou Matthieu Bessudo, é um ilustrador francês muito talentoso que atualmente vive e trabalha em Londres. É considerado o ilustrador mais prolíficos da atualidade, adjetivo que todo mundo gosta de usar quando se refere a ele, quer dizer fértil. Essa fertilidade é facilmente percebida nos detalhes, nas curvas sensuais e na quantidade de elementos e detalhes achados em suas ilustrações. Seu estilo de desenho lembra os velhos desenhos animados do começo do século passado, cheios de contraste e com um visual retro muito bacana. Mcbess desenvolveu uma série de personagens com traços que lembram a Betty Poop e outras criações dos irmãos Fleischer, mas não menos fenomenais por essa semelhança. O universo preto e branco de Mcbess lembram “old school” cartoons, misturando o mundo do rock com a era moderna.

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Agora, pela primeira vez, uma coletânea de algusn de seus melhores trabalhos dos últimos 3 anos estão unidos num livro grande: tamanho A3, com 24 páginas e apenas duas cores, o preto e o branco (Big Mother, lançado em 12 de julho de 2011)

Além de render dezenas de ilustrações incríveis, seus desenhos acabaram virando o clipe da música “Wood”, da banda Dead Pirates, aliás, a música também é do Mc Bess, já que ele é um dos integrantes da banda e assim, ele conseguiu ter total controle de cada aspecto do vídeo. A banda The Dead Pirates foi montada juntamente com seus amigos que já tinham dois álbuns de gravação própria. E Wood foi a primeira música a ganhar um clip. McBess e companheiro de banda Simon roteirizaram, desenharam e animaram o clip sozinhos e a produção durou 4 meses. É uma rara ocasião em que uma história em quadrinhos é dada a sua própria trilha sonora, mais raro ainda é quando a trilha sonora é escrito pelo ilustrador da própria quadrinhos, com Melody Malevolent (lançado no final de 2009), Mcbess nos deu tanto em um pequeno pacote. Assinatura mcbess apresentando ‘esticado e deformado valores estabelecidos em um mundo totalmente monótona,cujas tentativas de lembrar a melodia de uma determinada canção despertar coros espontâneos em Piratas, Alpine Giants e mulheres da Amazônia levá-lo em uma viagem da costa para as montanhas.

Acompanhada por um vinil de 7 “com canções da banda mcbess ‘The Dead Pirates”, as páginas de Melody Malevolent são iluminadas pelo ritmo pulsante da banda e blues, gravados em uma maneira de sincrwonizar e imitar história dos quadrinhos.

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Theo Wenner

Wenner é um rosto familiar na revista Rolling Stone, pois é filho do fundador Jann Wenner. Um dos seus primeiros trabalhos foi participar do departamento de fotografia durante o verão de 2006, e conseguiu sua grande chance dois anos mais tarde, quando ele foi contratado para filmar Robert Pattinson. Questionado sobre as contribuições de Wenner para a Rolling Stone, o diretor criativo, Jodi Peckman, disse que ele dá uma perspectiva nova e fresca para as páginas da revista. Ele mostra confiança, estilo e um grande conhecimento e valorização da fotografia em todas as suas formas. Com um portfólio já considerável, Theo trabalha cada vez mais o mundo da moda, com enquadramentos atrevidos e cores saturadas.

A modelo Dinamarquesa Freja Beha Erichsen já foi o rosto da Gucci e da Chanel, estampou as capas das edições britânica, francesa e italiana da Vogue, mas o que ela realmente quer é ser Jimmy Page. “Sempre quis ser uma estrela do rock”, conta Freja (pronuncia-se frai-já), de 1,78m. “Minha mãe poderia ter me matado – ela colocava a música no volume máximo e gritava o mais alto que podia.” Os gostos da jovem longilínea de 22 anos pendem mais para o rock indie: Cat Power, Jeff Buckley, Cold War Kids e “tudo o que Jack White já fez”. Ultimamente, está ouvindo muito Robert Johnson e Muddy Waters, aprendendo a tocar blues e fazendo jams na sala de estar, onde guarda cinco guitarristas, “Moro em Wall Street, então dá para iamginar que meus vizinhos não curtem muito isso, mas eu não gosto de caras de terno e gravata.”

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Freja foi descoberta em uma rua de Copenhague aos 17 anos, e desde então seu rosto de princesa com atitude, pernas finíssimas e estilo andrógino (jaquetas de coiro, botas de motocicleta) a levaram ao topo da fama ao mainstream (recentemente, estrelou campanhas para Balenciaga e Valentino, e foi escolhida por Justin Timbaerlake para introduzir sua coleção de roupas na passarela). Talvez seja o apor pelo Led Zepplin ou o desdém, mas Freja tem a reputação de ser uma das garotas más da moda. Ela tem 16 tatuagens – incluindo um revólver Colt no braço esquerdo e uma letra de PJ Harvery no punho direito- e piercing nos mamilos. Admite que seu visual de garota de bar possa parecer cool e intimidador. “Mas não acho que seja uma pessoa depressiva”, diz. “Acho que sou bem doce”.


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“Já tive bastante do resto que parece amor, já fiz bastante do resto que parece amor. Cara, eu cansei. Só quero que seja natural, simples, fácil e bom. E eu ainda acredito no amor. Eu acredito!” Freja Erichsen

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Criação e Design

The Book of Skulls Faye Dowling Faye Dowling mora em Londres, é editora e freelance, curadora de arte e especialista em fotografia, design, ilustração e cultura visual contemporânea. Já trabalhou para revistas como Dazed&Confussed, Varoom, Frieze, Editar e Pictured. Um dos ícones mais populares na cultura universal da humanidade até hoje, o crânio sempre teve lugar garantido em religiões, seitas, no meio punk rock e como símbolo da anarquia e rebelião, mas agora também se tornou um dos ícones favoritos na indústria da alta moda. Em resposta a esse fenômeno cultural, “The Book of Skulls” apresenta um guia visual para glorificar o crânio, mostrando seu renascimento através da música, da moda de rua, das tatuagens, pichações, no trabalho de artistas e designers como Damien Hirst, Obey, KAWS, Alexander McQueen. Embalados em arte vinculativo e reunindo um “esqueleto” surpreendente da música, moda, arte de rua e design gráfico, o livro é uma celebração de uma das mais icônicas de hoje.

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13 Crânios estão em toda parte estes dias. O rosto cinzelado-out se tornou um dos símbolos mais reconhecidos da cultura visual contemporânea, hoje, mais associados com o narcisismo eo ciclo de vida em oposição à religião. Faye Dowling explora o crânio em artes plásticas, música, design e moda. Apresentando mais de 50 exemplos Vivienne Westwood, Alexander McQueen, Damien Hirst e Mike Giant, Dowling combinação de estudos de caso, momentos inesquecíveis e imagens é um item de colecionador é brilhante.

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Sinalização

HOTEL DOOR HANGERS COLLECTED BY MY GRANDFATHER Michael é fundador e CEO da Big Spaceship. Desde o lançamento da agência em 2000, ele tem sido parte integrante na aquisição e servir os seus clientes de alto perfil, incluindo 20th Century Fox, A & E, ABC, Adobe, Coca-Cola, General Electric, Glaceau, Google, Gucci, HBO, Linden Lab, Microsoft , MoMA, NBC Universal, Nike, OfficeMax, Royal Caribbean, Sony Pictures, Target, Victorias Secret e Wrigley. É um membro do Conselho de Administração da Procter & Gamble Design. Ele também é fundador e era um membro do conselho de SoDA inaugural, a Society of Digital Agencies. Ele é também membro do Visionary AIGA Design Council e da Academia Internacional de Artes Digitais e Ciências. Além disso, ele serve como um membro do Conselho Consultivo da Agência IAB. Falando em criatividade, inovação e da evolução da comunicação digital, Michael participa e conduz seminários em todo o mundo e se envolveu audiências AIGA, SXSW, Click: NY, Click: London, ad: tech e gato: Criatividade e Tecnologia, para citar alguns. Como um campeão das indústrias digitais e criativas, ele freqüentemente cadeiras e senta-se em júris de prémios de criatividade, incluindo os Prêmios ANDY, Cannes Lions, Hive Awards, One Show Prêmios Interactive, Effie Awards, Prémios ADC Interactive, Prêmios de Comunicação Artes e muito mais. Ele mora no Brooklyn, NY com sua esposa, Stacie, e seus dois filhos, Isaac e Oliver. Quando seu avô faleceu no ano passado, sua família se reuniu para passar seus pertences. Ele tinha estado ao serviço estrangeiro e que encheu uma parede inteira de seu estudo com cabides de hotéis porta de todas as suas viagens pelo mundo.

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Portfólio JessKR

JessKR é uma marca que caracteriza o trabalho que a jovem estudante de Design Gráfico realiza, nada mais que seu nome abreviado, Jéssica Kawaguiski Rodrigues. Conforme Jéssica diz, a marca foi criada a um ano atrás, como intuito, estabelecer um nome ao produto que estava começando a ser vendido a mais pessoas. Já desenhava e pintava a bastante tempo, personagens do seu gosto como animes e outros desenhos; conforme o tempo passou, surgiu a ideia de passar para camisas os desenhos feitos, primeiramente, nas sua s próprias camisetas, depois para de amigos e agora para qualquer pessoa que se interessar em adquirir o seu produto.. O processo de passar o desenho para a camiseta funciona da seguinte forma: pimeiramente se faz o desenho a lápis no papel; depois passa-se o mesmo para a camiseta com papel carbono (para ficar os traços); logo depois começa o trabalho de pintura (tinta de tecido), esse procedimento pode durar entre dois dias a uma semana, dependendo da especificidade do desenho. Após a camisa ter recebido a tinta, pode ser lavada depois de dois dias.

“Busco a exclusividade do cliente, já que só você terá uma camisa com desenho único.”

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Camisa feita para promoção #FelizRockInRio

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Magel Studio Sketchbox: Café

Marco Moreira é bacharel em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi e Pós Graduado em Arquitetura de Informação pela FITI – Faculdade Impacta Tecnologia. Já rabalhou com quiosques multimídia de localização e informação para shoppings, mídia impressa e identidade visual para algumas empresas; cuidou de projetos em webdesign, infografia online e UX em alguns sites da Editora Abril, concluiuo Curso de Capacitação e Planejamento Web e o CAJ – Curso Abril de Jornalismo pela Editora Abril. Nos ultimos meses Trabalha como freelancer. O objetivo do seu blog (magelstudio.com) é manter um histórico do que ele faz e do que eu está fazendo. Trabalhos comerciais, projetos pessoais, registros acadêmi-

Caixa Juicer.

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Caixa fotografia.

cos, dicas, coisas legais que vê no dia-dia e que se identifica, fotos, comentários e toda experiência que vive. Quem viu a série Sketchbox no seu blog, começando pela caixa do Juicer e seguindo com a de fotografia, agora Marco criou uma nova, ao contrário das anteriores, não aproveitouo lado de fora e sim o lado de dentro da caixa, como já havia feito com a do All Star a dois anos atrás.

“Mais uma vez café, bebida pela qual sou apaixonado. E quando misturo isso com ilustração fica melhor ainda”.

Caixa All Star.


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Processo Gráficos Serigrafia

Silk-Screen ( também conhecido como serigrafia). Originalmente os quadros eram esticados com seda, daí o nome seri (seda em latim) grafia, ou silk-screen ( silk = seda em inglês, screen = tela). Essa é a mais popular forma de estamparia localizada. É feita a partir de uma tela de nylon perfurada, onde a tinta é aplicada na tela e transferida para o tecido pelos furos na tela. Não existem restrições de quantidades de cor, porém, quanto mais cores o desenho tiver, mas caro ele ficará, pois para cada cor, é necessário uma tela diferente.

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Camisas feitas com processo de Silk Screem:

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Aplicação da tinta na tela.

Processo de secagem.

Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada – pela pressão de um rodo ou puxador – através de uma tela preparada. A tela, normalmente de seda, náilon ou poliéster, é esticada em um bastidor de madeira, alumínio ou aço. A “gravação” da tela se dá pelo processo de fotosensibilidade, onde a matriz preparada com uma emulsão fotosensível é colocada sobre um fotolito, sendo este conjunto matriz+fotolito colocados por sua vez sobre uma mesa de luz. Os pontos escuros do fotolito correspondem aos locais que ficarão vazados na tela, permitindo a passagem da tinta

Máquina de serigrafia.

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Resultado final do processo de serigrafia. pela trama do tecido, e os pontos claros (onde a luz passará pelo fotolito atingindo a emulsão) são impermeabilizados pelo endurecimento da emulsão fotosensível que foi exposta a luz. É utilizada na impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.), espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Também pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).


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