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Clipping 2014


2 Índice 4 - Sebrae Previdência 6 - Meio Norte 8 - Jornal da Record 9 - Meio Norte 11 - O Globo 13 - Diário de Jacareí 15 - Diário do Nordeste 17 - Record Rio Preto 19 - Diário de Petrópolis 22 - Diário Catarinense 25 - Yahoo! 19 - MSN 33 - Publish News 34 - ABCD Maior 37 - O Diário 38 - Diário de Marília 40 - O Dia 42 - Tribuna da Bahia 48 - Unicred-MT 50 - O Dia 52 - Diário de Pernambuco 54 - UOL 57 - OAB-Prev 59 - Jovem Pan 60 - Correio Popular de Rondônia 62 - Jornal da Cultura 63 - Diário do Nordeste 70 - O Dia


3 74 - Folha de S. Paulo 76 - Folha de Alphaville 79 - Sindicato dos Comerciários 81 - Rádio Gazeta AM 82 - Tribuna da Bahia 84 - Diário Catarinense 87 - M de Mulher 89 - Gestão e RH 90 - Agência Rádio WEB 91 - O Diário 92 - iG 95 - O Dia 98 - Rádio CBN 99 - UOL 102 - Infomomey 104 - Yahoo! 107 - Valor Econômico 108 - Jovem Pan 110 - Diário do Grande ABC 112 - Jornal da Cultura 113 - Diário do Grande ABC 116 - Revista Profissão Mestre


4 Veículo: Sebrae Previdência Data: 31/01/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://sebraeprevidencia.com.br/material-escolar-aperta-orcamento-mas-nao-precisa/

Material escolar aperta orçamento, mas não precisa Todo início de ano é a mesma coisa. Novos planos, promessas e também as contas. Para quem tem filhos, não só os impostos pesam no orçamento dos primeiros meses do ano. Na verdade, um dos itens responsáveis por boa parte da despesa é o material escolar. A jornalista Vanusa Menegazzi que o diga. Para ela, o gasto é triplo. Mãe de trigêmeos, de 9 anos, ela conta que “tem de rebolar” para pagar as matrículas, comprar uniformes novos e o material escolar. Mas, não é preciso desesperar-se com a chegada da lista da escola das crianças. Especialistas em Educação Financeira dão dicas de como economizar. Primeiro, é preciso revisar o material do ano passado e ver o que pode ser reaproveitado. “Ainda não fiz a cotação do material deles. Mas, neste ano, vou aproveitar as mochilas do ano passado até quando der. Vou ter de comprar caderno, lapizeira, borracha, essa coisas, mas régua e outros coisas dá para reaproveitar”, explica Vanusa. No ano passado, a lista de material dos filhos da jornalista custou R$ 1,6 mil e as mochilas e lancheiras mais R$ 800. “Esse ano iniciei fazendo cortes nos gastos, com as finanças controladas. A gente tem de usar a cabeça. Eu explico para eles que o que eu economizo com o material posso gastar com outras coisa, até com o lazer deles mesmo”. O próximo passo é começar a pesquisar com antecedência, ir a várias livrarias e papelarias, e não ter vergonha da pechinchar. “Na hora da compra é fundamental saber falar e se expressar, buscando a melhor opção de pagamento”, sugere a Editora Dsop, especialista em livros relacionados à Educação Financeira. Para Reinaldo Domingos, autor do livro “Terapia Financeira”, as pessoas tem vergonha de pedir descontos, mas, como diz o ditado “quem não chora não mama”. “Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo é possível economizar bastante”.


5 Outra dica da editora é unir-se a outros pais para fazer uma compra coletiva. As lojas de material podem conseguir preço mais em conta se várias pessoas forem comprar no mesmo lugar. “Para isso, basta juntar duas ou três famílias com filhos nas mesmas séries”. Nova Lei Neste ano, passou a vigorar nova legislação, que proíbe as escolas de incluírem materiais de uso coletivo, produtos de limpeza e higiene na lista do material escolar. Um alívio para o bolso dos pais. Por exemplo, copos descartáveis, cartuchos de tinta para impressora, resmas de papel, sabonete e álcool não podem constar na lista de pedidos. Esses itens fazem parte da manutenção do colégio e seu custo deve estar embutido na mensalidade. Já cadernos, lápis, canetas, borracha, régua são materiais de uso individual de cada aluno e devem ser comprados pelos pais. Fonte: A Escolha Certa


6 Veículo: Meio Norte Data: 31/01/2014 Editoria: Educação Financeira Site: http://www.meionorte.com/noticias/economia/escolas-ensinarao-educacao-financeira-em-20-estados-dobrasil-235855.html

Escolas ensinarão educação financeira em 20 estados do Brasil Para dar sustentabilidade a esses conteúdos, a DSOP desenvolveu matérias próprios para todos os ciclos do ensino Educação financeiraFoto: Reprodução A educação financeira já é realidade

em

diversas

escolasbrasileiras. Isso é o que

apontam

dados

da

DSOP Educação Financeira. Para

2014,

a

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implantará seu programa de educação mais

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financeira 800

em

escolas

públicas e particulares, em 20 estados brasileiros, com a

utilização

materiais

de

didáticos,

seus sem

contar muitas outras que utilizam os materiais paradidáticos. Para dar sustentabilidade a esses conteúdos, a DSOP desenvolveu matérias próprios para todos os ciclos do ensino, desde o ensino infantil até o fim do ensino médio. “Os números são muito positivos, demonstrando um crescimento constante de mais de 100% por ano em escolas privadas. Mais do que isso, temos observado que muitas escolas estão procurando os materiais da DSOP, assim, a expectativa é que o crescimento seja ainda maior, indo ao encontro de nossa missão, que é disseminar a educação financeira no Brasil”, conta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. Além disso, diversas prefeituras – Goiânia/ GO, Barueri/ SP, Guarujá/ SP, Franco da Rocha/ SP e Vitória daConquista/ BA, dentre outras – também utilizarão o material de educação financeira em sua rede pública de ensino. Essas escolas e prefeituras se anteciparam à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas


7 das redes pública e privada de ensino. Porém, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas se diferencia pela abordagem do assunto (amplia o enfoque estritamente matemático, geralmente dado ao assunto, para uma abordagem comportamental, que trabalha, simultaneamente, capacidades cognitivas, afetivas e sociais, respeitando as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária) e porque oferece cursos de capacitação a professores; palestras e outras atividades a alunos, pais e comunidade no entorno da escola. “Nós acreditamos que, para que a educação financeira seja realmente efetiva, é preciso que todos que participam do processo entendam sobre o tema, por isso, vamos muito além da simples abordagem dos alunos: colocamos toda a comunidade no processo”, explica Reinado Domingos.


8 Veículo: Jornal da Record Data: 28/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/edicao/?idmedia=52e83ee10cf2d62c8c5a8df4


9 Veículo: Meio Norte Data: 27/01/2014 Editoria: Livro Site: http://www.meionorte.com/culturaeturismo/museu-do-futebol-vira-boteco-para-lancamento-de-livrosobre-futebol-organizado-por-ruffato-283759.html

Museu do Futebol vira boteco para lançamento de livro sobre futebol organizado por Ruffato No próximo dia 06 de fevereiro, a Editora DSOP transformará o Museu do Futebol, que fica no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em um verdadeiro boteco para marcar o lançamento de seu novo livro Entre as quatro linhas – Contos sobre futebol. O evento tem início às 19 horas e é aberto a todos os interessados

A obra é uma antologia de quinze contos de grandes autores da literatura nacional, organizada pelo autor Luiz Ruffato, um dos principais nomes da literatura nacional. As histórias abordam um tema de grande relevância em nossa sociedade, mas que, até então, tinha tido pouco destaque no mundo literário, que é o futebol. Assim, nada mais correto do que, além da noite de autógrafos, seja montada uma estrutura diferente dos lançamentos literários, remetendo ao mundo da bola e aos longos debates em volta de uma mesa, servindo cerveja, caipirinha e comidinhas de bar para os participantes. Sobre a obra Entre as quatro linhas que delimitam o palco futebolístico, estão guardadas histórias, emoções e uma paixão que virou característica reconhecida mundialmente como do povo brasileiro. O amor pelo futebol norteia o enredo dos contos escritos por um time de peso da literatura contemporânea, Mário Araújo, Fernando Bonassi, Ronaldo Correia de Brito, Eliane Brum, Flávio Carneiro, André de Leones, Tatiana Salem Levy, Adriana Lisboa, Ana Paula Maia, Tércia Montenegro, Marcelo Moutinho, Rogério Pereira, Carola Saavedra, André Sant’anna e Cristovão Tezza, que entram em campo sob a direção audaciosa do capitão Luiz Ruffato. Ruffato, organizador da obra, dribla as convenções e coloca literatura e futebol no mesmo time, apostando no orgulho nacional como tema central de contos selecionados cuidadosamente, que expõem todo o sentimento guardado nesse universo. Torcedor, jogador, juíz, mídia, construção e desconstrução dos mitos, a poética relação com a bola, aproximação e distanciamento familiar, a angústia e o encanto repousam em belas e inesperadas narrativas que trazem à tona o mais humano dessa relação, tornando um livro acessível e interessante tanto para os amantes da bola quanto para os apaixonados por boas histórias. O livro vem suprir uma lacuna na literatura brasileira, já que o tema tem sido injustamente rejeitado e não recebe um olhar literário adequado há muito tempo, segundo o organizador. “Os personagens da nossa prosa de ficção, de maneira geral, transitam num nível da sociedade em


10 que o futebol é ignorado como manifestação coletiva – ou por ainda carregar a pecha de agente de alienação ou por pertencer a um universo que pouco frequenta a nossa ficção, o ‘povo’”, destaca Ruffato. Entre as quatro linhas – Contos sobre futebol é uma forma de conhecer o Brasil por meio de uma de suas maiores paixões, o futebol!


11 Veículo: O Globo Data: 27/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://oglobo.globo.com/economia/saiba-como-reduzir-anuidade-do-cartao-de-credito-veja-outras-

opcoes-no-mercado-11402193

Saiba como reduzir a anuidade do cartão de crédito e veja outras opções no mercado As anuidades dos cartões de crédito variam muito de uma instituição financeira para outra e, até mesmo, de um cliente para outro. Dependendo do caso, o consumidor pode ser isento da tarifa, que chega a R$ 300, segundo o Banco Central. Os reajustes nas anuidades são de até 937% de um ano para o outro, como mostrou um levantamento feito pelo “Correio Braziliense”, e muitos clientes que antes era isentos ficam surpresos quando percebem a cobrança em suas faturas. Apesar das elevações parecerem abusivas, nenhum órgão regula a tarifa, que é determinada livremente pelas instituições. — Lamentavelmente, a lei não prevê uma taxa máxima — explica Vinícius Leal, assessor jurídico do Procon RJ. Mesmo com essa autonomia, os bancos precisam avisar seus clientes sobre mudanças nos valores: — Qualquer alteração de cobrança deve ser comunicada previamente ao consumidor, por correspondência — destaca o subsecretário municipal de Defesa do Consumidor, Fábio Ferreira. Para tentar uma redução e até a isenção do valor, Maria Inês Dolci, coordenadora da Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, lembra que o cliente precisa ver quais serviços e benefícios, como cobertura internacional e programa de fidelidade, compõem essa tarifa anual: — Muitas vezes, a pessoa paga uma anuidade cara sem nem saber o que está incluído. Um cartão internacional costuma ser mais caro, e algumas pessoas o possuem sem viajarem


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para o exterior. O cancelamento de benefícios que não são usados pode baratear a anuidade. Especialistas explicam como chegar a um acordo O economista e professor do Ibmec Gilberto Braga esclarece que cliente insatisfeito com a anuidade deve entrar em contato com a operadora para barganhar: — O histórico do cliente, como tempo e relacionamento com a empresa, pesa nessa negociação. Dificilmente ele não vai conseguir, pelo menos, um desconto. Se o cartão é vinculado à conta no banco, o caminho é conversar com o gerente. — Você pode alegar que possui outros serviços no banco, como cheque especial e investimentos. Essa cesta de serviços pode resultar em um desconto na anuidade. O educador financeiro Reinaldo Domingos lembra que o cliente deve ter paciência para mostrar aos funcionários que não tem como arcar com a despesa. — A ameaça de cancelar o cartão só deve ser usada em último caso e se o cliente pretende cumpri-la de fato. Segundo os especialistas, para conseguir os melhores preços e benefícios é preciso pesquisar. No site do Banco Central (www.bcb.gov.br), há uma tabela com as tarifas das instituições, entre elas, a anuidade. A comparação também pode ser feita pelos sites dos próprios bancos e pela página www.tarifasdocartao.org.br, da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Usando o cartão Cautela O assessor jurídico do Procon RJ , Vinícius Leal, lembra os cuidados necessários na hora de usar cartão: “O consumidor não pode achar que é o crédito é uma complementação da renda. É preciso usar com prudência, comprometendo, no máximo, 30% da sua renda". Controle O educador financeiro Reinaldo Domingos ressalta outra precaução: “Se a pessoa tem um ganho mensal, deve ter apenas um cartão. Vários cartões significam muitas anuidade, e a administração das faturas fica mais difícil”. Organização O subsecretario municipal de Defesa do Consumidor, Fábio Ferreira, destaca uma regra sobre a quitação das dívidas: “É importantíssimo se organizar para pagar o valor total da fatura, pois, sobre o valor mínimo, incidem juros altíssimos a cada mês".


13 Veículo: Diário de Jacareí Data: 27/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.diariodejacarei.com.br/new/?action=www&subaction=noticia&title=museu-do-futebol-

vira-boteco-para-lancamento-de-livro-no-proximo-dia-6&id=16869

Museu do Futebol vira boteco para lançamento de livro no próximo dia 6 As histórias abordam um tema de grande relevância em nossa sociedade, mas que, até então, tinha tido pouco destaque no mundo literário, que é o futebol

O Museu do Futebol fica no Estádio do Pacaembu, em São Paulo

No próximo dia 6 de fevereiro, a Editora DSOP transformará o Museu do Futebol, que fica no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em um verdadeiro boteco para marcar o lançamento de seu novo livro ‘Entre as quatro linhas – Contos sobre futebol’. O evento tem início às 19 horas e é aberto a todos os interessados. A obra é uma antologia de quinze contos de grandes autores, organizada pelo autor Luiz Ruffato, um dos principais nomes da literatura nacional. As histórias abordam um tema de grande relevância em nossa sociedade, mas que, até então, tinha tido pouco destaque no mundo literário, que é o futebol. Assim, nada mais correto do que, além da noite de autógrafos, seja montada uma estrutura diferente dos lançamentos literários, remetendo ao mundo da bola e aos longos debates em volta de uma mesa, servindo cerveja, caipirinha e comidinhas de bar para os participantes. SOBRE A OBRA - Entre as quatro linhas que delimitam o palco futebolístico, estão guardadas histórias, emoções e uma paixão que virou característica reconhecida mundialmente como do povo brasileiro.


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O amor pelo futebol norteia o enredo dos contos escritos por um time de peso da literatura contemporânea, Mário Araújo, Fernando Bonassi, Ronaldo Correia de Brito, Eliane Brum, Flávio Carneiro, André de Leones, Tatiana Salem Levy, Adriana Lisboa, Ana Paula Maia, Tércia Montenegro, Marcelo Moutinho, Rogério Pereira, Carola Saavedra, André Sant’anna e Cristovão Tezza, que entram em campo sob a direção audaciosa do capitão Luiz Ruffato. Ruffato, organizador da obra, dribla as convenções e coloca literatura e futebol no mesmo time, apostando no orgulho nacional como tema central de contos selecionados cuidadosamente, que expõem todo o sentimento guardado nesse universo. Torcedor, jogador, juiz, mídia, construção e desconstrução dos mitos, a poética relação com a bola, aproximação e distanciamento familiar, a angústia e o encanto repousam em belas e inesperadas narrativas que trazem à tona o mais humano dessa relação, tornando um livro acessível e interessante tanto para os amantes da bola quanto para os apaixonados por boas histórias. O livro vem suprir uma lacuna na literatura brasileira, já que o tema tem sido injustamente rejeitado e não recebe um olhar literário adequado há muito tempo, segundo o organizador. “Os personagens da nossa prosa de ficção, de maneira geral, transitam num nível da sociedade em que o futebol é ignorado como manifestação coletiva – ou por ainda carregar a pecha de agente de alienação ou por pertencer a um universo que pouco frequenta a nossa ficção, o ‘povo’”, destaca Ruffato. ‘Entre as quatro linhas – Contos sobre futebol’ é uma forma de conhecer o Brasil por meio de uma de suas maiores paixões, o futebol! SOBRE O ORGANIZADOR - Luiz Ruffato é autor de Eles eram muitos cavalos (2001, lançado também na Itália, França, Portugal, Argentina, Colômbia e Alemanha), De mim já nem se lembra (2006, também lançado em Portugal e no prelo na Itália), Estive em Lisboa e lembrei de você (2009, também lançado em Portugal, Argentina e Itália) e da pentalogia Inferno provisório, composta por Mamma, son tanto felice (2005, lançado também na França, México e Alemanha), O mundo inimigo (2005, lançado também na França e México), Vista parcial da noite (2006), O livro das impossibilidades (2008) e Domingos sem Deus (2012, também lançado em Cuba). É autor ainda da coletânea de poemas As máscaras singulares.


15 Veículo: Diário do Nordeste Data: 26/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/economia-no-transporte-escolar-1.102793

Economia no transporte escolar Especialistas indicam contratação apenas se não houver maneira de pais se revezarem no transporte das crianças O consumidor tem meios de economizar com o transporte escolar. Antes de negociar com as vans para levar os filhos à escola, especialistas como o educador financeiro da DSOP Educação Fiscal, Edward Claudio Jr., aconselham ver se não existe a possibilidade de um revezamento com pais que moram na mesma área ou condomínio para levar o grupo de crianças ao colégio e, assim, diminuir os custos.

Procon sugere que os pais observem como o motorista recepciona as crianças, assim como as condições de higiene e segurança do veículo Foto: Juliana Vasquez "Costuma ser muito divertido e cria uma relação de comunidade mais sólida tanto para os pais quanto para os filhos", diz. Se não houver essa possibilidade, Edward sugere aos pais que pesquisem os valores das vans e procurem negociar. "Os pais devem ser extremamente cuidadosos na hora de escolher, até porque esse meio de transporte tem de estar devidamente habilitado e regularizado". Buscar referências O Procon-SP orienta que os parentes procurem informações sobre o motorista com outras pessoas que tenham usado o serviço e também com a escola ou o sindicato dos transportadores. Para o órgão, é importante observar como o motorista recepciona as crianças na porta da escola; as condições de higiene, conforto e segurança do veículo (se há um cinto de segurança para cada ocupante; se as janelas não abrem mais de 10 cm); e até se existe outro adulto acompanhando as crianças, além do motorista do veículo.


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É importante ainda, de acordo com o Procon, obter o endereço e o telefone do motorista e firmar o contrato de prestação de serviço, em que é preciso constar por escrito tudo o que for combinado entre as partes, principalmente a identificação e o telefone, bem como período de vigência; horário e endereço de saída e chegada; valor da mensalidade; e condições para rescisão dentre outras informações. Veículo O contrato deve prever ainda que, se houver algum problema com o veículo ou o até mesmo com o condutor, o serviço deverá ser prestado por outra condução/motorista, com as mesmas normas de segurança. O transporte escolar pode ser feito por autônomos, empresas ou escolas (no sistema de autogestão). Caso a escola possua transporte próprio ou mantenha convênio com algum motorista, este deve ser optativo, desde que credenciado no estabelecimento.


17 Veículo: Record Rio Preto Data: 24/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.recordriopreto.com.br/noticia/15183/comece-2014-com-as-dividas-em-dia.html

Comece 2014 com as dívidas em dia

Como começar a planejar com os novos valores de IPVA e IPTU Duas notícias recentes vão alterar um pouco o planejamento financeiro dos moradores de São Paulo: o IPVA terá redução média de 5,16% para carros e 5,08% para motos de todo o Estado, enquanto que o IPTU aumentará até 20% para imóveis residenciais e 35% para comerciais da cidade. O acréscimo no valor do IPTU irá impactar negativamente na maior parte das famílias e empresas brasileiras, uma vez que não são educadas financeiramente e, por isso, não possuem uma reserva financeira para cobrir imprevistos como esses. Além disso, o brasileiro em geral não tem a cultura de cobrar os seus representantes, por exemplo, com relação a esse aumento abusivo, se compararmos à situação real. Esse seria o primeiro passo. O segundo, então, seria mudar o comportamento em relação ao dinheiro, educando-se financeiramente, ou seja, aprendendo a respeitar seus recursos e entendendo que, sem planejamento, não há como ter uma vida sustentável, em todos os sentidos. Sendo assim, a próxima etapa é estar ciente do novo valor de IPTU a ser cobrado. Não se esqueça de rever as dívidas remanescentes, para ter noção do total das despesas mensais. Caso não tenha uma reserva financeira, recomendo fazer um diagnóstico, para saber quais são os gastos e qual pode ser reduzido – ou até cortado. Outra dica é tentar pagar à vista, pois, dessa forma, é possível conseguir um desconto de, aproximadamente, 6%. Se não for possível, insira imediatamente o valor das parcelas no orçamento dos meses seguintes. Somente assim poderá evitar um futuro endividamento.


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Procure não utilizar o décimo terceiro salário para esse fim. O salário extra que os trabalhadores recebem no fim do ano tem o objetivo de facilitar a realização dos desejos e sonhos e não de pagar dívidas, entrando em um círculo vicioso. Uma boa solução é redirecionar o valor economizado no IPVA para o pagamento do IPTU; assim, a diferença não pesará tanto no orçamento. Mas, caso você tenha como pagar o novo preço sem precisar mexer em outros valores, invista o dinheiro que sobrar do IPVA em seus sonhos – de curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos. Não se deve esquecer também das outras despesas que vem com o novo ano, como matrícula e material escolar, gastos referentes a dezembro feitos no cartão de crédito, entre outros. Priorizar os sonhos é o segredo para que 2014 seja um ano de atitudes mais conscientes e hábitos mais saudáveis com relação ao dinheiro e, consequentemente, em todos os âmbitos da vida. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros), autor dos livros Terapia Financeira, Eu Mereço Ter Dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.


19 Veículo: Diário de Petrópolis Data: 23/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://diariodepetropolis.com.br/integra.aspx?e=16713&c=00009

Saiba como economizar na compra do material escolar Mal se passaram as comemorações de fim de ano e uma preocupação já surge para muitos brasileiros: o gasto com o material escolar dos filhos. Em função da Copa do Mundo, muitas escolas anteciparam o calendário do ano letivo para adaptar as férias coincidindo com o período de jogos do campeonato. Dessa forma, quem não se planejou para um gasto a mais no mês de janeiro, busca alternativas para economizar na compra do material. Para auxiliar, o Diário separou algumas dicas para os pais não ficarem no vermelho por conta da lista que está por vir. Reinaldo Domingos, autor do Best Seller Terapia Financeira (Editora DSOP), diz que uma das maiores preocupações é encontrar produtos de qualidade a preços mais atrativos. - Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo, é possível economizar bastante, explica Reinaldo. Ele ainda acrescenta que os preços estabelecidos por uma loja, podem e devem ser questionados, pois isso faz parte do ato de negociar. Veja a seguir algumas dicas para fazer um bom negócio na hora das compras:

1. Realizar as compras de materiais escolares em conjunto com outros pais, o que dará maior chance para negociar menores preços. Para isso, basta juntar duas ou três famílias com filhos nas mesmas séries. 2. Levantar todo material escolar que sobrou do ano anterior, separando o que pode ser reaproveitado ou não. Nessa hora é importante lembrar que as trocas de livros didáticos entre alunos de séries diferentes representam grande economia. 3. 4. Veja a possibilidade de comprar apenas o material que será utilizado no primeiro semestre, com isso você desembolsará menor quantia de dinheiro, podendo se planejar para o segundo semestre. 5. 6. Não se deixe levar somente pelos desejos dos filhos, eles são influenciados pelos amigos e pelo marketing publicitário, por isso vão querer sempre produtos da moda e que contenham imagens de artistas ou personagens de sucesso, o que com que os preços fiquem mais elevados. Para evitar esses impulsos, os pais devem sempre ter em mãos uma lista do que é realmente necessário e conversar com os filhos para que entendam a diferença e a utilidade dos materiais 7. 8. Na hora da compra é fundamental saber falar e se expressar, buscando a melhor opção de pagamento. Para isso, a disciplina é fundamental, seguindo todo um ritual de compra, com uma boa abordagem, para que a obtenção do melhor preço ocorra de forma segura e inteligente.


20 9. 10. Se possível, antecipe a informação se a loja trabalha com descontos para pagamentos à vista ou em dinheiro. Em uma grande compra, aqueles 10% ou 15% a menos, podem significar muito. 11. 12. Existem diversas formas de abordar um vendedor, mas seja qual for a sua, algumas dicas são interessantes: escolha bem a marca do produto, pesquise o preço na internet e em pelo menos três lugares com visitas presenciais, negocie e pague a prazo, mas as prestações devem caber em seu orçamento mensal futuro. Seja cordial com o vendedor, pergunte seu nome e cumprimente-o. Ele certamente lhe ajudará nessa negociação. 13. 14. Atualmente as compras através de sites vêm crescendo e, há casos, em que o preço das lojas virtuais cobre o preço das lojas de rua e shopping, que têm custos de marketing, locação, funcionário, custos fixos e variáveis. Já as lojas eletrônicas, só têm o custo do produto e da logística de entrega. Mas fique atento aos prazos de entrega para programar a data da compra em tempo hábil. 15. 16. Recicle materiais. Além de ser uma forma de economizar, também desenvolve o espírito lúdico das crianças. Para isso basta pegar materiais mais desgastados e dar a eles uma nova vida, como juntar folhas de cadernos usados e construir uma nova capa ou tingir e costurar emblemas em uma mochila velha. 17. 18. Faça compra de produtos para o recreio em atacados e faça economia na merenda escolar, mas esta deve ser sempre precedida da preocupação de um bom balanceamento nutricional. Caso seu filho utilize a lanchonete da escola, ensine-o a comprar somente o necessário e não desperdiçar. 19. 20. Antes de negociar com as vans escolares, veja se não existe a possibilidade de um revezamento com pais que moram na mesma área ou condomínio. Costuma ser muito divertido e cria uma relação de comunidade mais sólida. Caso não haja a possibilidade, pesquise os valores de vans e negocie. Mas cuidado, verifique sempre a habilitação e regularidade do transporte. 21. 22. Procure saber com a direção da escola quais diferenciais a instituição trará este ano e nos anos seguintes em relação ao ensino de educação financeira, caso isso não ocorra, 23. explique a importância de inserir esse tema desde cedo. Muitas escolas já estão adotando esta disciplina e o governo já está em fase de projeto piloto no ensino médio e fundamental. 24. Comprar materiais escolares é uma atividade de extrema importância e requer muitos cuidados. Este investimento deverá ser previsto no orçamento financeiro da família. Lembrando que um dos maiores investimentos que se possibilita aos filhos são os estudos. Exija nota fiscal


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Não deixe de solicitar a nota fiscal na hora da compra do material escolar de seu filho. O estabelecimento é obrigado a fornecer e isso garante que você evite futuros gastos caso algum dos produtos apresente problemas. O direito de troca para produtos com defeitos de fabricação é resguardado pelo Código de Defesa do Consumidor. Por isso é importante que . apesar dos preços atrativos e vantajosos, não se compre produtos eletrônicos ou secundários em camelôs e ambulantes. Nesse caso não haverá como exigir a reposição do produto. O barato pode sair caro. Para evitar transtornos também é importante checar a embalagens de produtos como tintas, guaches, canetinhas hidrográficas e colas, entre outros. A armazenagem indevida ou exposição desses produtos a vento ou calor e embalagens violadas, podem condenar a validade deles. Sobre uniformes O Procon informa que no que tange a uniforme escolar, os pais também devem ter opção de compra. Assim devem os pais verificar se é obrigatório o uso de uniforme na escola em questão e quanto o custo do mesmo ura influenciar no orçamento final. NO que tange a compra obrigatória na escola, somente se a instituição educacional possuir uma marca devidamente registrada poderá estabelecer que a compra seja feita na própria escola e/ou em terceiros pré-determinados. Do contrário, a prática é abusiva. A Lei 8.907, de 1994, estabelece que a escola deve adotar critérios para a escolha do uniforme levando em conta a situação econômica do estudante e de sua família, bem como as condições de clima onde a escola funciona.


22 Veículo: Diário Catarinense Data: 22/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/dc-na-sala-de-aula/noticia/2014/01/ferias-podem-serutilizadas-para-planejar-mesadas-dos-filhos-4396904.html

Férias podem ser utilizadas para planejar mesadas dos filhos A Educação Financeira para as crianças deve começar desde cedo. Assim, além da escola, os pais possuem um papel fundamental nesse processo. Mas, como os pais podem fazer isso? São várias as formas, uma delas é a mesada. Para os pais que ainda não disponibilizam esta ferramenta, este período de férias é ótimo para planejar e começar a falar com os filhos sobre o tema, sendo importante sempre ter em mente algumas questões. A primeira dúvida em relação a esse tema é a idade com que a criança deve iniciar o contato com o dinheiro. Isso dependerá de cada caso, entretanto, a partir dos três anos, quando a criança começa a demonstrar desejos próprios, já é o momento de iniciar a analisar a melhor forma de inserir a educação financeira (não a mesada), mostrando o processo de troca do dinheiro por produtos. A mesada efetivamente deve ser pensada por volta dos sete a oito anos, quando os jovens já estiverem acostumados com o contato com o dinheiro. Contudo, cuidados devem ser tomados para que esse artifício realmente atinja a sua finalidade. Um deles é definir o valor da mesada. É simples: logo que volte as aulas, durante um mês, sem que a criança perceba, anote todo o dinheiro que dá para ela, inclua lanche escolar, passeios, compra de jogos, enfim, todos os gastos da criança. Com esse número em mãos, chegou a hora de chamar a criança para uma conversa franca. Diga a ela que, por já estar crescendo, chegou o momento de ela mesmo controlar seu próprio dinheiro e que começará a dar uma mesada. Dê apenas 50% do valor total dado a ela no mês e informe que a criança terá que se organizar com esse valor. Ela, com toda a certeza, ficará feliz, pois achará o montante bastante alto. Mas reforce que esse dinheiro terá que dar para os próximos trinta dias.


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E fale mais: por ser um ótimo filho ou filha, os pais resolveram realizar alguns desejos e peça que ela relacione no mínimo três desses, um de curto prazo, até três meses, um de médio, até seis meses e um de longo, até um ano. Explique que o mesmo valor que receberá da mesada também terá para os desejos e sonhos. Com isso, ela saberá que todo o dinheiro que ela receber, deverá ser separado metade para desejos e metade para o consumo (doces, passeios, lanches). Se tiver mais de um filho, para cada um deles, a decisão do valor e a conversa deve ser feito individualmente, adequando à realidade dos mesmos. Lembre-se: as crianças são semelhantes, mas nunca iguais, quando o assunto é dinheiro. É fundamental também mostrar aos jovens a importância de conquistar os valores que recebem. Mas faço um alerta: não é interessante associar esse dinheiro ao desempenho escolar, pois o estudo deve ser incentivado pela importância que ele terá para a vida. Uma criança que só estuda para garantir a mesada no fim do mês poderá ter um rendimento muito baixo e, se, por algum motivo, a família deixar de ter condições de oferecer, isso afetará o desenvolvimento intelectual. Outro ponto relevante é que não se deve complementar com frequência a falta de dinheiro ocasionada pela má administração da mesada. Muitas crianças e adolescentes gastam além da conta e passam a recorrer sistematicamente aos pais para conseguir mais dinheiro. Se os pais cedem aos pedidos, não ensinarão a controlar os impulsos, criando a ilusão de que pode gastar sem limites. A consequência disso será na fase adulta, quando utilizarão o crédito fácil como complemento salarial. Chamo atenção para um ponto imprescindível que é o de, desde o primeiro mês de vida da criança, junto com a certidão de nascimento, já se deve abrir uma previdência privada Junior para essa criança, com a qual se garantirá projetos de vida, como uma faculdade, um intercâmbio, um carro e sua própria aposentadoria sustentável. Mostre a seu filho a importância de priorizar os seus desejos e faça-os entender que, para realizá-los, será sempre necessário guardar parte do dinheiro que passa pelas suas mãos. Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, autor dos livros Terapia Financeira, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.


24 Veículo: Yahoo! Data: 22/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://br.noticias.yahoo.com/abrir-conta-exterior-%C3%A9-alternativa-driblar-alta-iof-115200018-finance.html

Abrir uma conta no exterior é alternativa para driblar a alta do IOF? SÃO PAULO - Com o aumento de 0,38% para 6,38% na alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos pagamentos em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras nos cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira, o governo unificou as taxas para transações realizadas no exterior. Após a medida, o consumidor com viagem de férias agendada ou com programação de estudo ou trabalho no exterior tem buscado alternativas para reduzir os impactos do aumento do imposto, que junto ao dólar instável encarecem as viagens ao exterior. Uma das hipóteses levantadas para driblar a alta é a abertura de uma conta no exterior. Rodrigo Felix da Silva, que atua na área de tecnologia da informação, foi morar nos Estados Unidos pelo período de um ano por conta de uma oportunidade profissional. Para administrar as contas no exterior sem ter que arcar com o imposto em cada movimentação, optou por abrir uma conta no exterior. Segundo ele, o processo de abertura da conta em um banco americano foi relativamente simples. "Sai do banco com o cartão, na mesma hora que abri a conta no banco Wells Fargo", explica. Ele conta que com uma quantia de US$ 1 mil ficou isento de tarifas para abrir a conta e consegue sacar com o cartão na Rede ATM sem cobranças por até cinco vezes. Além disso, clientes de bancos nacionais podem solicitar a abertura de uma conta em suas unidades no exterior, a exemplo do banco do Brasil, por meio do Brasil Americas, que é a filial da empresa americana da instituição. Da mesma forma, é exigido uma depósito mínimo de US$ 1.000 para a abertura da conta sem tarifação. A alternativa permite a transferência da conta no Brasil para a conta no exterior pela internet, com o IOF de 0,38% e dólar comercial. Além disso, possibilita compras em sites e demais transações comerciais, além de fazer saques com tarifas que ficam em torno de US$ 2. Por conta dessas facilidades, para viagens mais longas ou para o envio de dinheiro ao exterior, a abertura de uma conta começa a ser vista como alternativa. Contudo, alguns pontos precisam ser


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analisados no momento de fazer esta opção. O educador e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos, lembra que todas as movimentações em contas estrangeiras precisam ser declaradas no imposto de renda e podem estar sujeitas a cobranças de tributos. Para compensar, é preciso analisar se os tributos serão inferiores ao valor do IOF cobrado nas compras e saques no exterior. "Para uma viagem a passeio essa pode não ser a alternativa mais viável, pois é sempre uma nova conta, e não está isenta de seus encargos. Além disso, qualquer conta no exterior precisa ser declarada e pode ter tributos que talvez não compensem tentar fugir do IOF por esse caminho. Para quem programa uma viagem de férias não vejo a abertura de conta como alternativa, mas quem vai morar temporariamente no exterior esta pode ser uma alternativa mais viável", explica. Vale mencionar ainda que as transações feitas por meio de contas no exterior não permitem a comparação das taxas de câmbio, o que limite o valor da moeda ao cobrado pelo banco, além de não isentar de eventuais taxas bancárias. Dinheiro ou cartão? Comprar dólar no Brasil e levar em espécie é apontada pela maioria dos especialistas como a principal alternativa para reduzir os custos. Contudo, levar dinheiro vivo possui contratempos. Um deles é a questão da segurança. Andar com muito dinheiro no bolso pode ser perigoso tanto pela questão de furtos e roubos, como também pela possibilidade de perda do dinheiro. Além disso, a receita federal determinou que a partir de agosto de 2013, todo viajante que ingressar no Brasil ou dele sair com recursos em espécie, com montante superior a R$ 10 mil, é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), por meio da internet, no endereço www.edbv.receita.fazenda.gov.br, e dirigir-se à fiscalização aduaneira, no momento do seu ingresso ou saída, para fins de conferência da declaração. A falta de apresentação da e-DBV pode acarretar a retenção ou, até, o perdimento dos valores que excederem o limite, assim como a aplicação de sanções penais previstas na legislação brasileira. Neste quesito o cartão pré-pago ainda possui vantagens, pois apesar da cobrança do imposto, permite travar o dólar no momento da compra e cancelamento dos serviços em caso de um contratempo. Além disso, Alexia Duffles, head de produtos do banco Bonsucesso, afirma que uma das vantagens do cartão pré-pago oferecido pela instituição é permitir a compra de moedas de diferentes países em um cartão, com taxas de câmbio travadas no momento da compra. O cartão permite o carregamento em até 15 moedas diferentes em um único plástico. Nesta alternativa, no entanto, não há como fugir do aumento do IOF nas compras de produtos e serviços. Com isso, que ganha mais visibilidade é o cartão de crédito que já tinha a alíquota do IOF em 6,38% antes das mudanças, mas agora oferece como vantagem o pagamento em até um mês da compra, apesar de também não estar isento do IOF.


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Os cartões pré-pagos de empresas internacionais também vem sendo apontado como uma alternativa. Para utilizar esses serviços é preciso fazer um cadastro para a abertura de uma conta. Para que não tenha a cobrança do IOF para utilizar esses serviços é preciso fazer uma transferência bancária internacional, que ainda cobra o IOF de 0,38%. O cartão pode ser utilizado para compras na internet ou por meio de um cartão físico para pagamentos e saques no exterior. Neste caso, o custo da transferência precisa ser verificado para saber se vale a pena. Além disso, é preciso ficar de olho à taxa de câmbio para saber se compensa a transação. Alternativas para ajudar o seu bolso Dinheiro vivo: A recomendação do educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, é o valor em dinheiro vivo represente de 20% a 30% do valor em dinheiro. Em uma divisão anterior à mudança do IOF, a sua orientação era que fosse levado até 20% do valor em espécie. Contudo, a questão da instabilidade da moeda e segurança limita as vantagens desta alternativa. Cartão pré-pago: Apesar de passar a cobrar 6% a mais de IOF para a sua utilização, ainda oferece atratividade pela segurança e por permitir travar o valor no momento da compra. Permitir que a compra de diferentes moedas em apenas um cartão também é vantajoso para quem pretende viajar para diferentes países, além de permitir o maior controle dos gastos. O cartão também está sujeita a cobrança de taxas de 2,50 a 3,50 unidades da moeda estrangeira para saques. Cartão de crédito: Já tarifado anteriormente às mudanças com um IOF de 6,38% nas transações, esta alternativa ganhou visibilidade por permitir o pagamento tanto dos impostos como das compras na data de vencimento da próxima fatura. Além disso, oferece vantagens como a disponibilização de benefícios em milhas, que podem ser trocadas por passagens aéreas, darias de hotel e no aluguel de carro e até em compras em lojas específicas. Por outro lado, o cartão de crédito é sempre um risco para o endividamento. O seu uso inadequado pode levar ao desequilíbrio financeiro e o endividamento no cartão de crédito pode levar a cobrança de uma das taxas mais caras do mercado, que é a do pagamento rotativo. Além disso, o valor das compras vai depender da flutuação cambial definida no fechamento da fatura. Débito em conta ou saque no exterior: Opção considerado complementar para às demais formas de pagamento. A operação fica sujeita ao câmbio do dia. Risco do estabelecimento não estar habilitado para este tipo de operação e é preciso comunicar o banco sobre a viagem para realizar a transação. Abertura de conta no exterior: A alternativa passa a ser mais viável visto a facilidade para a abertura de conta, mas é aconselhável para o viajante que pretende ficar um tempo maior fora do País. Para a viagem de férias, as tarifas e possíveis tributos na declaração do imposto de renda podem inviabilizar a alternativa. Traveller checks: A alternativa perdeu a praticidade com a chegada do cartão de crédito e também está sujeito ao novo valor do IOF previsto para as demais categorias. Apesar disso, ainda existe e é bastante


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conhecido. Os travellers checks ou cheques de viagem contam com seguro contra roubo, perda ou extravio que permite o reembolso ao turista em até 24 horas. No entanto, estes cheques possuem um inconveniente. Precisam ser trocados pelo papel moeda do país de destino quando o turista chega ao local de sua viagem e nem todas as casas de câmbio aceitam. Cartão pré-pago internacional: Para utilizar esses serviços é preciso fazer um cadastro para a abertura de uma conta na empresa que oferece o serviço e para que não tenha a cobrança do IOF é preciso fazer uma transferência bancária internacional, que ainda cobra o IOF de 0,38%. É preciso ficar de olho nas tarifas e taxa de câmbio para saber se compensa a opção.


28 Veículo: MSN Data: 22/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/abrir-uma-conta-no-exterior-%C3%A9-alternativa-para-driblar-a-altado-iof

Abrir uma conta no exterior é alternativa para driblar a alta do IOF? Hipótese passa a ser considerada, mas os encargos decorrentes da abertura de uma conta no exterior precisam ser analisados

Abrir uma conta no exterior passa a ser considerada devido ao aumento do IOF (Getty Images)

SÃO PAULO - Com o aumento de 0,38% para 6,38% na alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos pagamentos em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras nos cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira, o governo unificou as taxas para transações realizadas no exterior. Após a medida, o consumidor com viagem de férias agendada ou com programação de estudo ou trabalho no exterior tem buscado alternativas para reduzir os impactos do aumento do imposto, que junto ao dólar instável encarecem as viagens ao exterior. Uma das hipóteses levantadas para driblar a alta é a abertura de uma conta no exterior. Rodrigo Felix da Silva, que atua na área de tecnologia da informação, foi morar nos Estados Unidos pelo período de um ano por conta de uma oportunidade profissional. Para administrar as contas no exterior sem ter que arcar com o imposto em cada movimentação, optou por abrir uma conta no exterior. Segundo ele, o processo de abertura da conta em um banco americano foi relativamente simples. "Sai do banco com o cartão, na mesma hora que abri a conta no banco Wells Fargo", explica.


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Ele conta que com uma quantia de US$ 1 mil ficou isento de tarifas para abrir a conta e consegue sacar com o cartão na Rede ATM sem cobranças por até cinco vezes. Além disso, clientes de bancos nacionais podem solicitar a abertura de uma conta em suas unidades no exterior, a exemplo do banco do Brasil, por meio do Brasil Americas, que é a filial da empresa americana da instituição. Da mesma forma, é exigido uma depósito mínimo de US$ 1.000 para a abertura da conta sem tarifação. A alternativa permite a transferência da conta no Brasil para a conta no exterior pela internet, com o IOF de 0,38% e dólar comercial. Além disso, possibilita compras em sites e demais transações comerciais, além de fazer saques com tarifas que ficam em torno de US$ 2. Por conta dessas facilidades, para viagens mais longas ou para o envio de dinheiro ao exterior, a abertura de uma conta começa a ser vista como alternativa. Contudo, alguns pontos precisam ser analisados no momento de fazer esta opção. O educador e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos, lembra que todas as movimentações em contas estrangeiras precisam ser declaradas no imposto de renda e podem estar sujeitas a cobranças de tributos. Para compensar, é preciso analisar se os tributos serão inferiores ao valor do IOF cobrado nas compras e saques no exterior. "Para uma viagem a passeio essa pode não ser a alternativa mais viável, pois é sempre uma nova conta, e não está isenta de seus encargos. Além disso, qualquer conta no exterior precisa ser declarada e pode ter tributos que talvez não compensem tentar fugir do IOF por esse caminho. Para quem programa uma viagem de férias não vejo a abertura de conta como alternativa, mas quem vai morar temporariamente no exterior esta pode ser uma alternativa mais viável", explica. Vale mencionar ainda que as transações feitas por meio de contas no exterior não permitem a comparação das taxas de câmbio, o que limite o valor da moeda ao cobrado pelo banco, além de não isentar de eventuais taxas bancárias. Dinheiro ou cartão? Comprar dólar no Brasil e levar em espécie é apontada pela maioria dos especialistas como a principal alternativa para reduzir os custos. Contudo, levar dinheiro vivo possui contratempos. Um deles é a questão da segurança. Andar com muito dinheiro no bolso pode ser perigoso tanto pela questão de furtos e roubos, como também pela possibilidade de perda do dinheiro. Além disso, a receita federal determinou que a partir de agosto de 2013, todo viajante que ingressar no Brasil ou dele sair com recursos em espécie, com montante superior a R$ 10 mil, é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), por meio da internet, no endereço www.edbv.receita.fazenda.gov.br, e dirigir-se à fiscalização aduaneira, no momento do seu ingresso ou saída, para fins de conferência da declaração. A falta de apresentação da e-DBV pode acarretar a retenção ou, até, o perdimento dos valores que excederem o limite, assim como a aplicação de sanções penais previstas na legislação brasileira. Neste quesito o cartão pré-pago ainda possui vantagens, pois apesar da cobrança do imposto, permite travar o dólar no momento da compra e cancelamento dos serviços em caso de um contratempo. Além disso, Alexia Duffles, head de produtos do banco Bonsucesso, afirma que uma das vantagens do cartão pré-pago oferecido pela instituição é permitir a compra de moedas de diferentes países em um cartão, com taxas de câmbio travadas no momento da compra. O cartão permite o carregamento em até 15 moedas diferentes em um único plástico. Nesta alternativa, no entanto, não há como fugir do aumento do IOF nas compras de produtos e serviços. Com isso, que ganha mais visibilidade é o cartão de crédito que já tinha a alíquota do IOF em 6,38% antes das mudanças, mas agora oferece como vantagem o pagamento em até um mês da compra, apesar de também não estar isento do IOF.


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Os cartões pré-pagos de empresas internacionais também vem sendo apontado como uma alternativa. Para utilizar esses serviços é preciso fazer um cadastro para a abertura de uma conta. Para que não tenha a cobrança do IOF para utilizar esses serviços é preciso fazer uma transferência bancária internacional, que ainda cobra o IOF de 0,38%. O cartão pode ser utilizado para compras na internet ou por meio de um cartão físico para pagamentos e saques no exterior. Neste caso, o custo da transferência precisa ser verificado para saber se vale a pena. Além disso, é preciso ficar de olho à taxa de câmbio para saber se compensa a transação. Alternativas para ajudar o seu bolso Dinheiro vivo: A recomendação do educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, é o valor em dinheiro vivo represente de 20% a 30% do valor em dinheiro. Em uma divisão anterior à mudança do IOF, a sua orientação era que fosse levado até 20% do valor em espécie. Contudo, a questão da instabilidade da moeda e segurança limita as vantagens desta alternativa. Cartão pré-pago: Apesar de passar a cobrar 6% a mais de IOF para a sua utilização, ainda oferece atratividade pela segurança e por permitir travar o valor no momento da compra. Permitir que a compra de diferentes moedas em apenas um cartão também é vantajoso para quem pretende viajar para diferentes países, além de permitir o maior controle dos gastos. O cartão também está sujeita a cobrança de taxas de 2,50 a 3,50 unidades da moeda estrangeira para saques. Cartão de crédito: Já tarifado anteriormente às mudanças com um IOF de 6,38% nas transações, esta alternativa ganhou visibilidade por permitir o pagamento tanto dos impostos como das compras na data de vencimento da próxima fatura. Além disso, oferece vantagens como a disponibilização de benefícios em milhas, que podem ser trocadas por passagens aéreas, darias de hotel e no aluguel de carro e até em compras em lojas específicas. Por outro lado, o cartão de crédito é sempre um risco para o endividamento. O seu uso inadequado pode levar ao desequilíbrio financeiro e o endividamento no cartão de crédito pode levar a cobrança de uma das taxas mais caras do mercado, que é a do pagamento rotativo. Além disso, o valor das compras vai depender da flutuação cambial definida no fechamento da fatura. Débito em conta ou saque no exterior: Opção considerado complementar para às demais formas de pagamento. A operação fica sujeita ao câmbio do dia. Risco do estabelecimento não estar habilitado para este tipo de operação e é preciso comunicar o banco sobre a viagem para realizar a transação. Abertura de conta no exterior: A alternativa passa a ser mais viável visto a facilidade para a abertura de conta, mas é aconselhável para o viajante que pretende ficar um tempo maior fora do País. Para a viagem de férias, as tarifas e possíveis tributos na declaração do imposto de renda podem inviabilizar a alternativa. Traveller checks : A alternativa perdeu a praticidade com a chegada do cartão de crédito e também está sujeito ao novo valor do IOF previsto para as demais categorias. Apesar disso, ainda existe e é bastante conhecido. Os travellers checks ou cheques de viagem contam com seguro contra roubo, perda ou extravio que permite o reembolso ao turista em até 24 horas. No entanto, estes cheques possuem um inconveniente. Precisam ser trocados pelo papel moeda do país de destino quando o turista chega ao local de sua viagem e nem todas as casas de câmbio aceitam. Cartão pré-pago internacional


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: Para utilizar esses serviços é preciso fazer um cadastro para a abertura de uma conta na empresa que oferece o serviço e para que não tenha a cobrança do IOF é preciso fazer uma transferência bancária internacional, que ainda cobra o IOF de 0,38%. É preciso ficar de olho nas tarifas e taxa de câmbio para saber se compensa a opção.


32 VeĂ­culo: Publish News Data: 21/01/2014 Editoria: Livro Site: http://www.publishnews.com.br/telas/mais-vendidos/ranking-mensal.aspx?cat=8


33 Veículo: ABCD Maior Data: 21/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=56529

MESMA LISTA DE MATERIAL ESCOLAR VARIA DE R$ 80 A QUASE R$ 900

O ABCD MAIOR percorreu a Armarinhos Fernando de São Bernardo e Santo André, Nivalmix também dos dois municípios e duas papelarias em São Bernardo com o objetivo de elaborar tabela com 22 itens Foto: Daniel Tossato

O que encarece cadernos, agendas, mochilas e demais itens é a presença de personagens famosos ou a estampa de grifes Uma lista básica de material escolar pode variar de R$ 80 até R$ 877,55. Os principais fatores que interferem no valor são marcas e ícones da moda, geralmente desejados pelas crianças. Por exemplo: uma agenda simples pode custar de R$ 4,50 até R$ 69 pelo fato de a mais cara conter personagens famosos estampados. O ABCD MAIOR percorreu a Armarinhos Fernando de São Bernardo e Santo André, Nivalmix também dos dois municípios e duas papelarias em São Bernardo com o objetivo de elaborar tabela com 22 itens. O gerente da Armarinhos Fernando de São Bernardo, Marildo Pelegrin Machado, afirmou que o maior atrativo para as crianças são os personagens em cadernos,


34 borrachas, entre outros acessórios. “Se os filhos não acompanhassem os pais, eles não comprariam esses materiais. O que mais tem procura aqui são cadernos com ícones da moda”, disse. Ele ainda explicou que, por conta da antecipação das aulas, o movimento melhorou este ano. A artesã Lidiane Azevedo fez pela primeira vez a compra do material escolar de seu filho de três anos, mas não teve tempo de realizar uma pesquisa antes e não encontrou tudo o que procurava. “Achei que tinha pouca variedade de alguns itens, como mochilas, e também notei que havia poucas marcas de lápis”, observou. A expectativa da Papelaria Lupell, em São Bernardo, é que o fluxo seja maior nesta semana. “Estamos ao lado de um colégio estadual e sabemos que os pais costumam comprar o material bem em cima da hora”, previu Luis Celso, dono da loja. Economize O educador financeiro Edward Claudio Júnior dá algumas dicas para pais que ainda não fizeram essa compra, como reaproveitar materiais do ano passado e participar de feiras de troca de materiais nos colégios para evitar uma dívida que prejudique o orçamento. “É aconselhável fazer compras coletivas com outros pais para ter a chance de negociar preços menores, além de deixar os filhos em casa, pois o que mais encarece o produto são personagens da moda.” De acordo com o educador, os pais também devem comparar preços pela internet antes de sair de casa e procurar lojas que tenham concorrentes próximos, pois estes normalmente oferecem um menor preço. Lei A diretora de estudos e pesquisa da Fundação Procon-SP, Valéria Garcia, lembrou que é abusiva a cobrança de taxa de material escolar sem a apresentação da lista. “A escola deve informar quais itens devem ser adquiridos por pais ou responsáveis, e são eles que deverão optar por comprar os produtos solicitados ou pagar pelo pacote oferecido pela instituição de ensino”, disse Valéria. É que nessas listas, lembrou ela, escolas podem incluir taxas para suprir despesas com água, luz e telefone ou materiais de uso coletivo, como tinta guache, o que não é permitido de acordo com a Lei nº 12.886 de 26/11/2013. Variações de preço do Material escolar Lapis preto 0,2 6,3 Caneta bic 0,49 7,99 Borracha branca 0,2 7,99 Regua 0,5 10,9 Cola branca 0,3 7,9 Apontador 0,3 16 Transferidor 0,8 2,29 Compasso 1,7 72,2 Caderno 1 mat 2,99 19,9 Sulfite 2,5 2,99 Estojo 1 54,9 Agenda 4,5 69 Mochila 16,9 262,99 Pincel fino 0,7 12,9 Lapis cor 1,8 21,9 Canetinha 12 cores 1,99 18,9 Giz de cera 0,85 44,9 Fichário 31,5 179,9


35 Caderno de 10 matĂŠrias 7,99 Folhas de fichĂĄrio 2,3 Caderno infantil 1,29 12,9 Total 80,8 877,55

29,9 14,9


36 Veículo: O Diário Data: 19/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://issuu.com/jornalodiario/docs/jornal1901


37 Veículo: Diário de Marília Data: 19/01/2014 Editoria: Livros Site: http://www.diariodemarilia.com.br/noticia/128601/contacao-de-historias-marca-lancamento-do-sementes-depapel

Contação de histórias marca lançamento do Sementes de Papel A fábula se costura por meio de duas meninas, que protagonizam dois ângulos de visão sobre a preservação da natureza Para marcar o lançamento da obra Sementes de Papel, das autoras espanholas Bea e Silvia Gil, a Editora DSOP realizará uma contação de história especial sobre o livro, com a apresentação da Cia Bicicletas Voadoras. O evento acontece no próximo dia 22 de janeiro, às 16 horas, na Livraria da Vila, na Rua Fradique Coutinho, 915, em São Paulo. A obra infantojuvenil, originalmente intitulada Semillas de Papel, era até então inédita em língua portuguesa, sendo traduzida pelo escritor brasileiro Gabriel Perissé. Com uma linguagem sensível e poética, narra a história do destino de uma floresta que está em perigo. Num cenário onde fauna e flora sempre se harmonizaram, o desequilíbrio ambiental paira no ar, ameaçando a sobrevivência dos animais e das árvores. A fábula ecológica se costura por meio de duas meninas, que protagonizam dois ângulos de visão sobre a temática da preservação da natureza. A pequena Naia desponta como defensora do meio ambiente, enquanto sua vizinha, a jovem Eyla, enxerga em seu habitat a possibilidade de uso dos recursos naturais para outros fins, como a fabricação de papel. É dentro desse contexto lúdico, com delicadas ilustrações, que Sementes de Papel abre as portas da reflexão para seus leitores mirins. Simone Paulino, diretora editorial da DSOP, destaca que a obra faz parte do selo “Sonhar”, dedicado à ficção infantojuvenil e adulta. “Sementes de Papel foi um amor à primeira vista. Conheci o livro durante os preparativos para a Feira de Bolonha de 2013. Percebi que o livro se harmonizava perfeitamente com a nossa proposta de publicar literatura infantil e infantojuvenil engajada, comprometida com alegorias que dialogam com o imaginário das crianças, tendo como base a qualidade gráfica e o casamento perfeito entre texto e ilustrações”, explica. Bea e Silvia Gil, criadoras da obra, revelam que a ideia para montar o enredo do livro nasceu de uma observação diária das notícias dos jornais: “Percebemos que o homem anda provocando cada vez mais desastres em seu entorno natural e sentimos vontade de tratar deste assunto colocando ao alcance das crianças uma história que diverte e faz pensar sobre o futuro do nosso planeta”, revelam. AS AUTORAS Bea Gil é formada na Universidade Bellas Artes e é professora de Animação Audiovisual na Escola de Arte Serra i Abella, desde 2001.


38 Silvia Gil ĂŠ arquiteta, ilustradora e colaboradora do grupo de arquitetos Herzog & Meuron, desde 2001.


39 Veículo: O Dia Data: 17/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-01-17/material-escolar-ate-50-mais-barato.html

Material escolar até 50% mais barato Com a proximidade da volta às aulas, lojas oferecem descontos e facilidades de pagamentos Rio - Pais que deixaram para comprar o material escolar e uniformes dos filhos na última hora terão vantagens. Grandes redes de varejo oferecem descontos de até 50% nos produtos, além de facilidades de parcelamento. Os shoppings Nova América, São Gonçalo, Botafogo Praia e Boulevard promovem até segunda-feira uma promoção conjunta, com 120 lojas participantes. Na Antonella, por exemplo, as mochilas estão até 47% mais baratas: passaram de R$319,90 para R$ 169,90. Já na Coca-Cola Clothing, é possível encontrar calças jeans para o uniforme pela metade do preço, de R$223,10 por R$ 111,55. Nas redes de varejo também há ofertas. Nos supermercados Extra, estojos saem a partir de R$ 3,99 e caderno universitário de dez matérias com capa dura custa a partir de R$ 5,99. Além disso, até o dia 9 de fevereiro, o material escolar pode ser parcelado em até dez vezes sem juros no cartão da rede e em até quatro vezes sem juros nos demais.

Para conseguir os melhores preços, pais devem pesquisar e evitar ceder às vontades das crianças Foto: Agência O Dia

A cada R$ 30 em compras de produtos de papelaria Disney no supermercado, o cliente ganha ingresso para o filme ‘Frozen, uma aventura congelante’. A promoção vale até 17 de fevereiro. Por fim, a Kalunga promove até 15 de março campanha na qual cada quilo de cadernos usados rende R$ 1 em desconto nos novos. No ano passado, a rede conseguiu recolher 79 toneladas de papel. Negociar o preço com as lojas ajuda a reduzir os gastos O gasto com material escolar é sempre uma preocupação das famílias no início do ano. Autor do livro Terapia Financeira, Reinaldo Domingos explica que é importante negociar com as lojas para conseguir os melhores preços. “A maioria dos brasileiros tem dificuldade em realizar boas negociações, por conta da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado. Mas se fizer as compras com planejamento e com tempo, é possível economizar bastante”, afirma.


40 Segundo ele, o ideal é fazer as compras junto com outros pais e negociar descontos em função da quantidade. Além disso, é preciso fazer um levantamento de todo o material usado no ano anterior e verificar o que pode ser reaproveitado. “Os pais devem ter em mãos uma lista do que é realmente necessário e conversar com os filhos para que entendam a utilidade dos materiais”, diz o especialista. Se houver necessidade de parcelar, é importante ter certeza de que o valor mensal cabe no orçamento. Variação de até 802% Tendo em vista a diferença entre os preços dos materiais escolares, cada vez mais surgem opções de sites que fazem comparações entre os valores praticados pelas lojas. Para quem ainda está em dúvida sobre onde comprar, é uma boa alternativa. Segundo levantamento do comparador Zoom, a soma dos itens básicos pode variar até 802%, o que representa economia de até R$ 1.156 para os pais que usarem a internet para pesquisar os preços. Ainda de acordo com o site, os produtos que apresentam maior variação de preço por conta das marcas e patentes são as agendas, cadernos e mochilas. A pesquisa mostra que marcas licenciadas podem fazer o valor aumentar mais de 5.000%. Já o portal Itspaper tem em seu cadastro as listas de material escolar de diversas escolas, incluindo os livros didáticos. O site pesquisa automaticamente os melhores preços e os pais podem comprar a lista completa, em três vezes sem juros no cartão de crédito. Também é possível selecionar os produtos individualmente, descartando aqueles que os alunos já têm. Mais informações em www.itspaper.com.br .


41 Veículo: Tribuna da Bahia Data: 17/01/2014 Editoria: Economia Site: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/01/17/fuja-da-copa-as-rotas-opcoes-mais-economicas-

para-viajar-em-2014?TB_iframe=true&height=500&width=900

Fuja da Copa: as rotas e opções mais econômicas para viajar em 2014

Litoral da Bahia: longe do circuito de Salvador, cidades da costa baiana são boa pedida para fazer uma viagem mais econômica

A Copa do Mundo deve encarecer o turismo em 2014. Espera-se que os 600 mil estrangeiros que o Brasil vai receber – além dos cerca de três milhões de brasileiros que circularão pelas 12 cidades-sede –, pressionem a demanda por hospedagens e voos, elevando preços não apenas durante o evento, mas também antes e depois dos jogos. Isso não significa, contudo, que sua viagem custará uma fortuna. É possível garimpar destinos mais econômicos fora da rota do Mundial, e encontrar datas com menor demanda por hotéis e passagens, contanto que a pesquisa seja feita, no mínimo, três meses antes, recomendam especialistas. As disparidades de preços para viajar durante a Copa serão gritantes em alguns casos, como apontou um levantamento do site de comparação de preço de passagens e hotéis Skyscanner. A diferença pode chegar a 578% nos trechos nacionais, de acordo com a simulação realizada em dezembro. O brasileiro pagará R$ 1.649 – ou 415% mais caro que os belgas e 32% mais que os argentinos – para assistir aos jogos da seleção em São Paulo (12/06), Fortaleza (dia 17/06) e Brasília (23/06). A malha aérea nacional será ampliada em 1.973 voos para atender à demanda por voos durante o evento, segundo anunciou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na tarde desta quinta-feira (16). Para evitar cobranças abusivas, a companhia aérea Azul


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anunciou na última semana que vai limitar os preços das passagens a R$ 999 durante a Copa. Na terça-feira, a Avianca seguiu os passos da concorrente com a mesma estratégia. Pelas contas do Ministério do Turismo, a intenção de viagem do brasileiro para o início deste ano é recorde: 37% dos consultados em dezembro nas sete maiores capitais pretendem viajar nos próximos seis meses no Brasil e exterior. O número cresceu mais entre a baixa e alta renda: 17,9% dos que ganham até R$ 2,1 mil pretendem viajar neste semestre, contra 8,8% no ano anterior. Já 61,4% dos que têm renda acima de R$ 9,6 mil planejam fazer o mesmo, contra 53,3% em 2012. Veja os destinos mais recomendados para gastar menos com sua viagem em 2014: -- Cidades da América do Sul: Argentina, Chile, Uruguai e outros países sul americanos estão na lista dos destinos com boas oportunidades para 2014 -- Caribe: a região tem baixa temporada em junho e oferece alternativa aos brasileiros durante o Mundial -- Cidades do Interior: cidades históricas com menos potencial turístico que o Triângulo Mineiro, como São Luis do Paraitinga (SP), são opções para economizar em 2014 -- Miami: Copa deve favorecer pacotes promocionais para destinos americanos. Na foto, vista área de South Beach, a parte mais badalada da cidade -- Caribe: St. Barth é apontada como uma das opções econômicas -- Litoral da Bahia: longe do circuito de Salvador, cidades da costa baiana são boa pedida para fazer uma viagem mais econômica -- Serra Gaúcha: cidades do nordeste do Rio Grande do Sul, como Gramado e Canela, são eleitas como rota alternativa durante a Copa de 2014 O interesse dos estrangeiros atraídos pela Copa, por sua vez, não estará restrito às capitais que sediam os jogos, afirma a diretora da agência de turismo Stella Barros, Carla Calil. Foz do Iguaçu (PR), Pantanal, Fernando de Noronha (PE) e cidades históricas de Minas Gerais, como Ouro Preto, têm sido roteiros bem procuradas pelos turistas de fora do País, conta a executiva. Para o presidente da Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo), Marco Ferraz, estes destinos terão preços mais atrativos em relação às cidades-sede, e vão preparar uma estrutura própria para acompanhar o Mundial, movidos pela alta procura dos estrangeiros. “Já quem prefere fugir da Copa pode encontrar boas opções em cidades do Nordeste como Maceió e boa parte do litoral da Bahia, além de municípios da Serra Gaúcha, no Sul do País”, aponta. A nova baixa temporada Estima-se que os altos preços vão se estender antes e depois dos jogos – que acontecem entre 13 de junho e 12 de julho –, já que muitos estrangeiros devem aproveitar para conhecer outros destinos brasileiros. As férias de julho, período de alta temporada no Brasil, serão antecipadas pela mudança do calendário escolar este ano, alterando as datas de viagens do brasileiro. Com isso, os períodos mais indicados para viajar no ano sofrem uma pequena alteração. A baixa temporada brasileira em 2014 deve ocorrer entre a semana seguinte ao Carnaval e a primeira semana de junho, e entre o fim de julho e novembro. Mas os preços só serão vantajosos para quem fizer reservas com antecedência, lembra o


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presidente da Braztoa. “Este ano haverá também uma ‘mini’ baixa temporada em fevereiro, já que o Carnaval será tardio”, acrescenta. Um levantamento feito com exclusividade aoiG pelo comparador de preços de hotéis Trivago, em 7 de janeiro, mostrou que o preço médio das diárias em 18 capitais brasileiras, incluindo as cidades-sede, estava mais em conta a partir de agosto, em relação a todos os meses do primeiro semestre. Setembro foi o mês mais barato para se hospedar em todas as cidades. Algumas delas, como Salvador e Curitiba (cidades-sede), ofereciam diárias mais caras entre o Carnaval e maio do que durante a Copa. O custo de uma diária em hotel padrão para duas pessoas em Manaus, capital que também sedia o Mundial, era de R$ 540 em março, R$ 436 em junho e R$ 290 em agosto. A diminuição neste mês é de 33% em relação à época dos jogos. Junho e julho foram os meses mais caros do ano para quem fizesse as reservas no dia pesquisado. Os valores variam conforme o dia da pesquisa, de acordo com o serviço. De acordo com Carla, da Stella Barros, o segundo semestre, principalmente entre fim de julho e início de outubro, será período de promoções. “Haverá oportunidades de viajar pelo Brasil com descontos de até 50%, desde que se feche os pacotes com vários meses de antecedência”, afirma. Confira alguns dos destinos alternativos mais procurados por estrangeiros na Copa: Fernando de Noronha: ilha repleta de riquezas naturais será uma das principais escolhas dos visitantes de fora do País Cidades históricas de Minas Gerais: municípios como Ouro Preto estão entre os destinos brasileiros mais conhecidos no exterior por seu patrimônio Foz do Iguaçu (PR): na divisa com Paraguai e Argentina, cidade das cataratas é uma das opções mais procuradas por estrangeiros no Mundial, fora as cidades-sede Fortaleza: relativamente próxima à cidade-sede de Natal (RN), capital cearense é apontada como um dos destinos prediletos de estrangeiros no Brasil Pantanal: rico em biodiversidade, território vai atrair turistas de outros países durante a Copa Fonte: consultores

Viagens internacionais ficarão mais caras? Quem pretende sair do Brasil este ano deve ficar atento aos preços internacionais. “Os voos que partem do Brasil com destino a outros países não têm relação com a malha aérea (de voos domésticos) que será operada durante a Copa do Mundo, o que não justifica aumentos no valor de passagens”, informou ao iG a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). Contudo, uma pesquisa de passagens internacionais no site Trip Advisor, em 7 de janeiro, mostrou que os preços para outros países estão mais salgados no mês do Mundial, considerando voos que saem nas terças-feiras. Um bilhete de ida e volta de São Paulo para Londres tem o melhor preço de R$ 3.086 entre 10 e 17 de junho, cai para R$ 2.608 entre 6 e 13 de maio e sai por R$ 2.881 entre 5 e 19 de agosto – alta temporada do verão europeu. Também de São Paulo para Miami os voos ficam mais caros em junho: a passagem mais econômica entre 3 e 10 deste mês sai por R$ 3.203 pela pesquisa no site, enquanto


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em maio (de 6 a 13) ela custa dois terços do valor: R$ 2.011. No verão americano, em agosto (de 5 a 19), o bilhete mais barato sai por R$ 2.451. Segundo Ferraz, as companhias aéreas têm subido os preços desde o fim de 2013 para sentir qual será a demanda dos brasileiros no exterior no período. “Não havendo procura suficiente, os preços podem cair”, afirma. O executivo acredita que janeiro e fevereiro são bons meses para pesquisar destinos internacionais para o resto do ano. Miami, Orlando, Nova York, Caribe, Califórnia, Galápagos e os vizinhos Argentina, Uruguai, Chile e Peru são alguns dos destinos que devem oferecer melhores oportunidades em 2014 para quem pretende sair do Brasil, acredita Ferraz. A região do Caribe, como Punta Cana e Curaçao, que tem baixa temporada em junho, também deve ter melhores preços, aponta. Carla, da Stella Barros, conta que a agência vai aproveitar o fluxo contrário de turistas – estrangeiros chegando e brasileiros saindo – para oferecer pacotes promocionais em países da América do Sul, como Chile e Argentina. “Os preços no exterior não ficarão acima do usual por conta da Copa”, acredita. A executiva conta que a procura para o exterior no meio do ano já é alta, uma vez que muitos brasileiros têm planos de sair do Brasil durante os jogos. As operadores de turismo têm negociado para aproveitar pernas vazias (jargão do setor aéreo para designar cada trecho de viagem) de voos fechados com destino ao Brasil – como México, que deve ter 43 voos extra para cá – para levar brasileiros a preços promocionais no percurso de volta. “Quem quiser esperar pode fazer bom negócio. Estes preços devem ser definidos já em fevereiro e ofertados pelas agências”, afirma o presidente da Brazstoa. Como reduzir os gastos na viagem O turista que programar sua viagem com mais de três meses de antecedência poderá economizar até 50%, sugere o educador financeiro e autor do best seller "Terapia Financeira", Reinaldo Domingos. Para Domingos, a compra parcelada da passagem e da hospedagem alguns meses antes garante uma viagem mais tranquila. “Mesmo com tudo já pago, incluindo traslado e outros serviços, é preciso lembrar de reservar entre 40% e 50% do dinheiro para consumir durante a viagem com alimentação, compras e lazer”, diz. Comprar dólares ou outras moedas muito antes da viagem não é um negócio vantajoso, na opinião do especialista. “Recomendo guardar o dinheiro em uma aplicação como CDB ou a caderneta de poupança, pois ele renderá, e isso protege o turista de perder dinheiro com uma possível queda do câmbio”, afirma. Fazer a compra fracionada de moeda estrangeira é outra forma de se proteger das oscilações do câmbio. Deve-se também levar em conta que os cartões de débito, prépagos e outras formas de pagamento passaram a cobrar 6,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Levar moeda em espécie ou fazer o câmbio no exterior são opções para pagar menos imposto. Dicas para economizar na viagem:


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1– Reserve a passagem e hotel com, no mínimo, três meses de antecedência, e parcele o pagamento antes da viagem 2– Prefira destinos menos procurados dentro do Brasil, longe da rota das cidades-sede (ex: cidades do interior, Serra Gaúcha, litoral) 3– Aproveite promoções de pacotes para destinos internacionais 4– Agências de turismo devem oferecer “pernas” promocionais de voos extra do exterior que virão ao Brasil. Fique de olho nas ofertas e compare-as com os preços convencionais 5– Após o Carnaval até o início de junho, e do fim de julho e novembro, os preços das passagens e hospedagem devem estar mais baratos 6– Fique atento ao IOF de 6,38% cobrado sobre as operações com cartões de débito, pré-pagos e crédito em moeda estrangeira 7– A compra fracionada de dólares ou outra moeda estrangeira é uma forma de se proteger de fortes oscilações do câmbio 8 – Troque hotéis pelo aluguel de apartamentos, que pode ser dividido com mais pessoas e sair mais em conta em alguns destinos 9 – Antecipe ou postergue a viagem em um dia se houver promoções de passagens nestas datas


46 Veículo: Unicred-MT Data: 17/01/2014 Editoria: Economia Site: http://www.unicred-mt.com.br/?pg=noticias&id=7131

Com Selic mais alta, saiba como ficam as dívidas com empréstimos e cartões de crédito A elevação da taxa básica de juros (Selic) de 10% para 10,5% ao ano anunciada pelo Banco Central acende o sinal amarelo para os endividados. A taxa de juros ficam mais caras para as principais linhas de crédito. "A falta de preocupação com os juros poderá ocasionar sérios problemas com as dívidas e inadimplência no futuro, pois é isso que ocasiona a bola de neve que acaba com as finanças das famílias", alerta Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora Dsopa. O ciclo de alta iniciado em maio do ano passado levou a taxa média de juros no Brasil a subir 3,25% em um ano. A taxa passou de 7,25% ao ano em janeiro de 2013 para os 10,5% ao ano atuais. Para ter uma referência do que este aumento representa para o consumidor, o educador Reinaldo Domingos elaborou cálculos considerando uma dívida fictícia de R$ 1.000,00 para diferentes linhas de crédito. Para fazer os cálculos foi considerado um prazo de pagamento de 12 parcelas com uma média dos juros cobrados pelo mercado nos dois períodos. Vale mencionar que o cálculo não considera taxas de abertura de crédito ou outras que podem vir a ser cobradas por cada banco. Além disso, como corresponde a uma média do mercado, a taxa de juros apresenta alterações para mais ou para menos de banco para banco. Para esta estimativa, foram executados os cálculos comparativos para quatro linhas de crédito: empréstimo pessoal, empréstimo consignado, cheque especial e dívida no cartão de crédito. Constatou-se um aumento do valor cobrado de juros superior a 30% para todas as linhas, com o empréstimo pessoal apresentando a maior elevação, de 46%. Livre-se das dívidas Para evitar que o aumento das taxas de juros influenciem cada vez mais no orçamento familiar, o consultor financeiro orienta o consumidor a procurar formas de combater o endividamento. O pagamento de juros deve ser evitado e para isso é preciso criar o hábito e costume de poupar antes de gastar. "Quando entramos no endividamento mesmo que com taxas de juros menores, gastamos mais dinheiro e certamente com isto deixamos de realizar outros desejos e necessidades", afirma o consultor. Já para quem não está endividado, mas quer entrar em uma linha de parcelamento, empréstimo ou financiamento é o momento de pensar melhor antes de cair nesse rumo, já que o aumento da taxa de juros deixa esses mais caros, forçando o consumidor a comprar menos e, com isso, evitando uma pressão inflacionária. Para ele, com os juros mais altos, as compras


47 desenfreadas que as pessoas est達o expostas atualmente tendem a reduzir.


48 Veículo: O Dia Data: 16/01/2014 Editoria: Economia Site: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-01-16/como-ganhar-dinheiro-com-os-juros-em-

105.html

Como ganhar dinheiro com os juros em 10,5% Alta da taxa Selic beneficia os fundos fixos, mas retorno vem no longo prazo Rio - Se para endividados a elevação da Selic encarece o custo do dinheiro e prejudica quem toma empréstimo, a nova taxa básica de juros em 10,50% favorece aplicadores e investidores. O rendimento dos principais fundos de renda fixa aumenta ao acompanhar os juros. Na quarta-feira, o Copom elevou em 0,5 ponto a taxa Selic. Porém, antes de escolher onde colocar o dinheiro, o interessado deve saber que para dobrar a quantia aplicada, ele vai levar 36 anos se decidir pela poupança, e 22 anos se optar pelos demais fundos de renda fixa, segundo analistas do site Investidor Jovem.

Os especialistas mostram que, depois de descontado o Imposto de Renda (IR), a taxa de administração e a própria inflação, o rendimento das aplicações cai bastante, com exceção da poupança que é isenta de IR. Os fundos fixos remuneram cerca de 10% ao ano, mas a rentabilidade real após os abatimentos fica entre 3% e 5%. Apesar disso, o educador financeiro Reinaldo Domingos explica que as aplicações de renda fixa são as mais adequadas para quem quer proteger o dinheiro. Ele recomenda o Certificado de Depósito Bancário (CDB) pós-fixado, além dos fundos DI, por serem atrelados à variação dos títulos trocados entre os bancos como os Certificados de Depósitos Interbancário (CDI). Na sequência das boas aplicações, ele recomenda as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), que são títulos negociados via Tesouro Direto. Com relação à poupança, Domingos diz que continua sendo boa aplicação pelo fato de não ter rendimento alterado pela nova Selic. Quando a taxa é maior ou igual a 8,50% ao ano, a caderneta paga sempre 0,50% ao mês e mais Taxa Referencial (TR).


49 Os especialistas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) também apostam na poupança pela isenção do IR. Eles acreditam que os bancos vão reduzir juros para tornar a caderneta mais atrativa. Levantamento do Banco Central (BC) mostra que os fundos fixos renderam ano passado entre 6,61% e 9,06%, antes do desconto do IR. A taxa de juros que os bancos usaram para remunerar estas aplicações foi de 8,06% ao ano. Cabe ressaltar que o Brasil trabalha com duas taxas de juros, a real — que o mercado usa — e a nominal, composta pela inflação e mais o juro real. Algumas corretoras indicam outras aplicações. O gerente de renda fixa da Um Investimentos, André Mallet, recomenda as Letras do Tesouro Nacional (LTN), que são títulos prefixados. Já o educador financeiro Mauro Calil sugere as Letras de Crédito Mobiliário (LCM) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). Especialista aposta na poupança e faz comparativos com outros fundos Diretor da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira reforça a aposta na poupança. Ele explica que, apesar da Selic estar em 10,50% ao ano, a caderneta vai continuar interessante frente a outros fundos de renda fixa, principalmente sobre os que têm taxas de administração superiores a 1% ao ano. Tal fato ocorre uma vez que a caderneta tem seu ganho garantido por lei, sendo Taxa Referencial (TR) e mais 6,17% ao ano. “Além disso, a poupança não sofre qualquer tributação”, disse. “Devido à Taxa Básica de Juros ter ultrapassado o percentual de 8,50% ao ano, o rendimento da poupança antiga e da poupança nova tiveram, em agosto, o mesmo rendimento, que é a TR e mais os 6,17% ao ano”, explicou. Segundo Oliveira, com uma aplicação financeira de R$ 10 mil pelo prazo de 12 meses (com a nova Selic), na poupança antiga, o investidor teria retorno de R$ 731 (7,31% ao ano) totalizando R$ 10.731 em valor aplicado. Na poupança nova, este investimento renderia R$ 731 (7,31% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.731. Em um fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 1% ao ano, este investimento daria retorno de R$ 744 (7,44% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.744. Em um Fundo de investimentos com taxa de administração de 1,50% ao ano, esta aplicação renderia R$ 706 (7,06% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.706.


50 Veículo: Diário de Pernambuco Data: 16/01/2014 Editoria: Economia Site:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/01/16/internas_economia,484659 /abuso-na-cobranca-de-anuidades-pode-render-multa.shtml

Abuso na cobrança de anuidades pode render multa Reajustes abusivos nas anuidades de cartão podem impor uma multa pesada aos bancos e às operadoras. A secretária Nacional de Defesa do Consumidor, Juliana Pereira, disse ontem que caso os órgãos regulares julguem que essas altas são exageradas, as companhias serão punidas. Consumidores têm reclamado das remarcações que, em algumas situações, chegam a 937% entre um ano e outro. Apenas no Distrito Federal, em 2013, as queixas no Procon por problemas com o dinheiro de plástico atingiram 6.139 — o serviço ficou em quinto em uma lista dos piores do ano passado, atrás de telefonia celular, da telefonia fixa, da tevê por assinatura e dos banco comerciais. “Uma das saídas é ir ao Procon e, em último caso, acionar a Justiça e trocar de banco e de cartão”, ensinou Juliana. Segundo ela, esse é um serviço prestado pelas instituições financeiras e operadoras, e o consumidor pode optar por trocar de companhia caso ache que está sendo lesado. Ela frisou, no entanto, que nenhum órgão regulador tem poder para controlar as tarifas, que são determinadas livremente pelo mercado. O Banco Central, que também faz a supervisão do segmento, oferece na internet uma tabela com o valor das principais tarifas, entre elas a anuidade do cartão de crédito, o que facilita a comparação. Especialistas alertam que negociar é sempre importante, se não para obter isenção total da anuidade, ao menos para conseguir descontos e parcelamentos mais vantajosos. O cliente precisa entender, no entanto, que a tarifa, normalmente, varia de acordo com uma cesta de serviços oferecidos pelo cartão. Antes de entrar em contato com a operadora, é importante saber se o pacote do cartão atende as necessidades do consumidor e se está de acordo com o perfil de uso de cada um. Migração Se tudo o que o plástico oferece não interessa, é possível migrar para uma modalidade de cartão mais barata e básica. “Existe uma relação custo-benefício que não se pode descartar. A anuidade é cara, mas é preciso avaliar os benefícios”, argumentou Reinaldo Domingos, educador financeiro. Segundo ele, a melhor alternativa para se fugir da armadilha das tarifas elevadas é a pesquisa. O consumidor precisa comparar os valores e negociar para obter a opção mais interessante. “Tem gente que nem sabe que paga anuidade e que tem vantagens, como, por exemplo, as milhas aéreas. Por isso, é preciso entender o que se realmente necessita antes da aquisição de um cartão”, frisou. É obrigatório que, na fatura do cartão, tenha o valor exato da anuidade. Normalmente, as operadoras dividem o valor em parcelas que se perdem na lista de gastos e o consumidor quase sempre desconhece


51 o tarifa. Como negociar a tarifa Veja dicas de especialistas para não ficar preso às armadilhas dos cartões Antes de mais nada, informe-se O primeiro passo é entender o que é a anuidade e qual a função da tarifa, ou seja, quais serviços o seu cartão oferece em decorrência dessa taxa. Em alguns casos, o valor pode ser elevado por que “compra” uma pontuação maior para milhas aéreas, descontos em ingressos em cinema e shows ou dá acesso às áreas VIPs dos aeroportos, por exemplo. Confira os benefícios Cada cartão cobra uma anuidade para serviços diferentes. Se você não precisa, não pague por eles. O cartão pontua milhas em dobro, dá ingressos mensais para o cinema ou descontos em um shopping. Se para você nada disso é interessante, tente trocar por um pacote de benefícios mais adequado ao seu perfil ou mude para um cartão básico, com uma taxa menor e poucos serviços. Negocie com argumentos financeiros Se você é um cliente pontual, tem aplicações e outros produtos financeiros na instituição, negocie. Não é interessante para o banco perder um cliente desses. Se sua fatura é elevada, argumente que o valor desembolsado já é mais que justo para cobrir a despesa com a manutenção do cartão. Compare com outras instituições Pesquisar é sempre útil para obter descontos ou isenções de taxas. Ligue na concorrência e solicite uma proposta. Se for melhor que a do seu cartão atual, ameace migrar para o concorrente caso a tarifa permaneça. Caso a empresa se mantenha irredutível, cancele o cartão. Não aceite reajustes abusivos É comum que as operadoras apliquem reajustes muito acima da inflação. Comparece com os valores desembolsados em anos anteriores. Se o aumento for demasiado elevado, peça explicações. Questione que benefícios vieram com o novo preço. Recorra aos órgãos de fiscalização O Procon e o Banco Central podem receber reclamações sobre cartões de crédito e tarifas de serviços. Se há uma queixa em uma dessas instituições, o banco ou operadora é obrigado a responder e, a depender da situação, pode até ser multado. Se não der certo, é possível ir à Justiça.


52 Veículo: UOL Data: 16/01/2014 Editoria: Economia Site: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2014/01/16/com-selic-mais-alta-saiba-como-ficam-

as-dividas-com-emprestimos-e-cartoes-de-credito.htm

Com Selic mais alta, saiba como ficam as dívidas com empréstimos e cartões de crédito SÃO PAULO - A elevação da taxa básica de juros (Selic) de 10% para 10,5% ao ano anunciada pelo Banco Central acende o sinal amarelo para os endividados. A taxa de juros ficam mais caras para as principais linhas de crédito. "A falta de preocupação com os juros poderá ocasionar sérios problemas com as dívidas e inadimplência no futuro, pois é isso que ocasiona a bola de neve que acaba com as finanças das famílias", alerta Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora Dsopa. O ciclo de alta iniciado em maio do ano passado levou a taxa média de juros no Brasil a subir 3,25% em um ano. A taxa passou de 7,25% ao ano em janeiro de 2013 para os 10,5% ao ano atuais. Para ter uma referência do que este aumento representa para o consumidor, o educador Reinaldo Domingos elaborou cálculos considerando uma dívida fictícia de R$ 1.000,00 para diferentes linhas de crédito.

Para fazer os cálculos foi considerado um prazo de pagamento de 12 parcelas com uma média dos juros cobrados pelo mercado nos dois períodos. Vale mencionar que o cálculo não considera taxas de abertura de crédito ou outras que podem vir a ser cobradas por cada banco. Além disso, como corresponde a uma média do mercado, a taxa de juros apresenta alterações para mais ou para menos de banco para banco. Para esta estimativa, foram executados os cálculos comparativos para quatro linhas de crédito: empréstimo pessoal, empréstimo consignado, cheque especial e dívida no cartão de crédito. Constatou-se um aumento do valor cobrado de juros superior a 30% para todas as linhas, com o empréstimo pessoal apresentando a maior elevação, de 46%. Linha de crédito

Janeiro de 2013

Janeiro de 2014

Aumento


53 Empréstimo pessoal

Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 3,5% Parcela: 12 Prestação: R$ 103,48 Valor final: R$ 1.241,81 Valor juros: R$ 241,81

Empréstimo consignado Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 2% Parcela: 12 Prestação: R$ 94,56 Valor final a pagar: R$ 1.134,72 Valor juros: R$ 134,72 Cheque especial Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 7% Parcela: 12 Prestação: R$ 125,90 Valor final: R$ 1.510,82 Valor juros: R$ 510,82 Dívida cartão de crédito Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 10% Parcela: 12 Prestação: R$ 146,76 Valor final: R$ 1.761,16 Valor juros: R$ 761,16

Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 5% Parcela: 12 Prestação: R$ 112,83 Valor final: R$ 1.353,90 Valor juros: R$ 353,90

R$ 112,10 46%

Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 2,7% Parcela: 12 Prestação: R$ 98,67 Valor final: R$ 1.184,06 Valor juros: R$ 184,06

R$ 49,34 37%

Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 9,7% Parcela:R$ 144,61 Prestação: R$ 144,61 Valor final: R$ 1.735,36 Valor juros: R$ 735,36 Valor empréstimo: R$ 1.000 *Taxa de juros: 13,5% Parcela: 12 Prestação: R$ 172,81

R$ 224,54 44%

R$ 312,58 41%

Valor final: R$ 2.073,74 Valor juros: R$ 1.073,74 Comparativo de juros pagos em janeiro de 2013 e janeiro de 2014

* Os cálculos das taxas de juros correspondem a uma média dos valores cobrados no mercado, podendo variam para mais ou para menos de banco para banco. ** os cálculos não consideram taxas de abertura de crédito ou outras que poder ser cobradas em cada banco Livre-se das dívidas Para evitar que o aumento das taxas de juros influenciem cada vez mais no orçamento familiar, o consultor financeiro orienta o consumidor a procurar formas de combater o endividamento. O pagamento de juros deve ser evitado e para isso é preciso criar o hábito e costume de poupar antes de gastar. "Quando entramos no endividamento mesmo que com taxas de juros menores, gastamos mais dinheiro e certamente com isto deixamos de realizar outros desejos e necessidades", afirma o consultor. Já para quem não está endividado, mas quer entrar em uma linha de parcelamento, empréstimo ou financiamento é o momento de pensar melhor antes de cair nesse rumo, já que o aumento da taxa de juros deixa esses mais caros, forçando o consumidor a comprar menos e, com isso, evitando uma pressão inflacionária. Para ele, com os juros mais altos, as compras desenfreadas que as pessoas estão expostas atualmente tendem a reduzir.


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55 Veículo: OAB-Prev (Paraná) Data: 16/01/2014 Editoria: Economia Site: http://www.oabprev-pr.org.br/noticias_detail.php?id_noticias=472

A difícil tarefa de guardar dinheiro para a aposentadoria Os brasileiros estão poupando menos do que deveriam para sua aposentadoria. Mesmo conscientes disso, ainda preferem gastar dinheiro em férias do que reforçar o caixa para a época em que não tiverem mais a renda do trabalho. Estas são algumas das principais conclusões do levantamento “O Futuro da Aposentadoria”, uma ampla pesquisa sobre o tema feita pelo HSBC. O estudo apontou que que 19% dos entrevistados nem se preparam pata ter uma renda extra à do INSS, a previdência oficial, que paga, em média, pensões de R$ 803. O dado que mais chamou a atenção, entre os brasileiros que guardam dinheiro, é que eles poupam metade do que precisam para ter uma aposentadoria confortável. Segundo a pesquisa, os entrevistados esperam viver 23 anos após pararem de trabalhar, mas suas economias só vão durar 12 anos. É um déficit maior do que a média mundial, onde os entrevistados poupam para dez anos de aposentadoria, mas esperam viver 18 anos depois de parar de trabalhar — avalia Gilberto Poso, superintendente de gestão do patrimônio. Os especialistas em finanças pessoais apontam várias razões para esse déficit maior por aqui. Uma parte desses poupadores começou a guardar dinheiro só aos 40 anos. Com o crescimento da expectativa de vida média do brasileiro de 66 anos, em 1990, para os atuais 74, criou-se esse problema. O brasileiro começa a poupar muito tarde. Por isso, não consegue acumular o patrimônio necessário para garantir rendimentos expressivos até o final da vida – diagnostica Mauro Calil, educador financeiro. Apenas 1% consegue manter padrão após aposentadoria A relações públicas Sulei Godoy, de 55 anos, sempre esperou receber o teto da aposentadoria do INSS, que hoje é de R$ 4.396,00 . Aposentou-se e sua pensão é de apenas R$ 1.100. Só foi pensar em ter uma previdência aos 40 anos. Comecei com uma previdência privada, mas vi que teria pouco retorno. Montei uma pousada e hoje também continuo trabalhando para manter meu padrão de vida – diz ela. O presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, estima que apenas 1% dos brasileiros consegue manter o padrão de vida após a aposentadoria. Um erro de cálculo leva as pessoas a pouparem menos do que precisam para a aposentadoria – diz Domingos. Ele cita como exemplo uma pessoa que ganha R$ 5 mil de salário. Na aposentadoria, ela receberá R$ 2 mil do INSS e terá que complementar a renda com mais R$ 3 mil para igualar o salário da ativa. Para isso, contrata um plano de previdência privada. Mas tem como objetivo acumular recursos para receber os R$ 3 mil que vão faltar. Reinaldo Domingos diz que isso é um erro clássico. Na verdade, ela deveria pensar em acumular recursos para ter uma renda extra de R$ 6 mil: Ela então saca R$ 3 mil, complementa sua renda, e reaplica os R$ 3 mil restantes, que se capitalizam e garantem a mesma renda até o fim da vida. Se só tiver R$ 3 mil para retirar da aplicação principal, e nada para reaplicar, essa previdência privada vai acabar muito rápido. Começar a poupar cedo é o mais indicado, mas começar aos 40 anos não é o fim do mundo, dizem os especialistas. A questão é que, quanto menos tempo de acumulação de renda, maior é a necessidade de desembolso mensal.


56 Segundo cálculos do consultor financeiro Miguel Ribeiro de Oliveira, uma pessoa de 20 anos que começa uma previdência privada para ter uma renda complementar de R$ 3 mil, precisa desembolsar R$ 483,61 todo mês: Já uma pessoa de 40 anos terá que começar com uma contribuição de R$ 2.034,62 para ter a mesma renda, considerando uma rentabilidade constante de 6% ao ano – explica Oliveira.


57 Veículo: Jovem Pan Online Data: 15/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.youtube.com/watch?v=fJC1F7lgMYQ

Qual a melhor forma de comprar o material escolar de seus filhos?


58 Veículo: Correio Popular Data: 15/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.correiopopular.net/LKN/headlin.php?n_id=25670&titulo=Com%E9rcio%20faz%20ofertas%20para %20atrair%20clientes%20e%20reduzir%20estoques

Comércio faz ofertas para atrair clientes e reduzir estoques (Redação) – No início do ano os consumidores evitam fazer compras devido os gastos com as festas, viagens, matrícula escolar, pagamento do IPVA, entre outros, e as vendas diminuem no setor comercial. Para atrair os clientes e renovar o estoque os lojistas de Ji-Paraná estão realizando promoções de até 70% de desconto e oferecendo formas de pagamento especiais. “Estamos oferecendo o preço da etiqueta dividido em até 10 vezes ou 10% a vista. A meta é renovar o estoque e oferecer novidades em roupas, calçados e acessórios para os consumidores”, afirmou o gerente de uma loja. O consumidor André Luís disse que aproveita esta época do ano para renovar o guarda-roupa e comprar presentes para a noiva e familiares. “Após as festas de final de ano os preços dos produtos reduzem e aproveito para comprar o que necessito, tanto no comércio local como nas lojas on-line”, comentou o consumidor, que aproveitou as promoções e comprou o anel de noivado. A proprietária de uma loja afirmou que está oferecendo prazos e descontos especiais para vender as últimas coleções. “Brevemente vou viajar para fazer compras e final de fevereiro toda coleção nova estará à venda, por isso realizo está promoção para limpar o estoque”, disse a proprietária. DICAS - O consultor Reinaldo Domingos orienta o consumidor não gastar mais do que o necessário nas compras. As dicas são as seguintes: Liste o que realmente está precisando comprar e faça um orçamento antes de sair de casa, não gaste mais do que pode em modelos excessivamente sofisticados; Pesquise nos sites de diferentes lojas o preço dos produtos, para evitar bater perna à toa. Certifique que as promoções realmente trazem vantagem em relação aos preços anteriores; Tenha cautela em aproveitar ofertas do tipo "só hoje", pois a pressa pode fazer o consumidor tomar a decisão errada; Sempre planeje a compra, especialmente as de maior valor; As liquidações de janeiro servem para reduzir estoques, portanto é possível que a pessoa não encontre o modelo exato que está procurando e se valer a pena, adapte-se; Procure pagar à vista e peça desconto para pagamento em dinheiro; Só considere a hipótese de parcelar a compra se não houver redução para pagamento no ato; Não entre no limite do cheque especial ou assuma parcelas muito altas ao fazer compras. “É necessário ter cautela para não criar uma dívida que se torne uma dor de cabeça ao longo do ano”, comentou o consultor.


59 Veículo: Jornal da Cultura Data: 14/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://tvcultura.cmais.com.br/jornaldacultura/aovivo/jornal-da-cultura-14-01-2014

Educador explica a diferença entre a inflação oficial e a real


60 Veículo: Diário do Nordeste (blog Diarinho) Data: 12/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://blogs.diariodonordeste.com.br/diarinho/biblioteca-do-diarinho/dez-livros-para-a-ultima-

semana-das-ferias/

Dez livros para a última semana das férias Eu sei que as férias já estão no fim. Com a realização da Copa, muitas escolas anteciparam o início das aulas. Mas, nesses poucos nos dias que ainda restam, dá tempo de escolher alguns bons livros para iniciar o ano com a imaginação em dia. Por isso, selecionamos dez livros super especiais, para várias faixas etárias, que farão pequenos e adultos aprenderem muitas coisas novas, inclusive palavras.

A infância de Ziraldo Autor: Audálio Dantas Editora: Callis A partir dos sete anos Nascido em Caratinga, Minas Gerais, o “pai” do Menino Maluquinho teve uma infância bem vivida e cheia de aventuras. Seu nome foi uma invenção de amor do pai, Geraldo, que resolveu juntar o seu ”raldo” com o “Zi”, da mãe, Zizinha. Na escola, Ziraldo gostava de se divertir com a leitura dos gibis e foi lá que ele começou suas histórias, com o superherói Capitão Tex, o que a professora não aprovou, porque naquele tempo ler revistinhas era considerado pecado. Mais tarde, ele foi o criador da primeira revista em quadrinhos colorida para crianças, em 1960, só com personagens do nosso folclore e daquele tempo bom de Caratinga.


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O sonho secreto de Alice Autora: Simone Paulino Ilustrações: Luyse Costa Editora: DSOP A partir de quatro anos Esse livro fala de uma vovó real, chamada Alice, que, na verdade, é a mãe da escritora. Por trabalhar demais na infância, não teve tempo para estudar e acabou sem aprender a ler. Mas, a senhorinha continuava sonhando com esse aprendizado e já tinha realizado outros sonhos, como viajar de avião e também queria conhecer Campos do Jordão. Nunca é tarde para aprender.

Os gatos de botinhas Autora: Ruth Rocha Ilustrações: Alcy Editora Salamandra A partir de quatro anos Com um encarte cheio de brincadeiras divertidas, esse livro nos conta as folias do Negro Gato e sua turma de amigos: o Gato Xadrez, Bichano, Bigode, Gato-to e a Gatinha Manhosa. Eles também formam uma banda que faz muita zoada e motiva os vizinhos a jogarem coisas neles. Televisão velha, violão, tinha de tudo. Mas, os gatos, que de bobos não tem nada, resolvem vender tudo em um brechó e com o dinheiro gravam uma música e um clipe no Youtube, da nova banda “gatal”, Os Gatos de Botinhas.


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Lá vem o homem do saco! Autora e ilustradora: Regina Rennó Editora: FTD A partir dos três anos Esse é um livro sem texto, ótimo para os que ainda não aprenderam a ler. O melhor é a surpresa colorida que o homem traz dentro do seu saco, ao contrário do “homem do saco” que muitos pais usavam para amedrontar os filhos desobedientes em outros tempos.

As mil e uma histórias de Manuela Autor: Marcelo Maluf Ilustrações: Weberson Santiago Editora: Autêntica A partir dos cinco anos A Manuela adorava comer livros. Todos tinham um gostinho agradável, mas os preferidos eram os azedos e os que tinham um gosto amargo no final. Os usados também, com sabores cheios de surpresa. O detalhe: depois de devorar a biblioteca todinha do avô e muitos livros da biblioteca da escola, ela começou a se transformar em um livro. Quando já estava perdendo quase os movimentos, decidiu escrever, o que a fez voltar a ser uma pessoa. E assim ela faz para não sufocar. Lê e escreve.


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A ideia que se esquecia Autor: Jorge Miguel Marinho Ilustrações: Mateus Rios Editora: Biruta A partir dos sete anos Um belo dia, a ideia descobriu que estava sumindo. Foi ao se olhar no espelho que ela notou. Aconteceu aos poucos, até que ela sumiu completamente. Só conseguiu voltar a existir quando conheceu Bia, que contou a sua história e fez ela reaparecer.

Isto é Tóquio, Charlie Brown Autor e ilustrador: Charles M. Schulz Editora: Nemo A partir dos oito anos O beagle mais famoso do planeta, Snoopy, e o seu dono, Charlie Brown, depois de jogarem muito mal beisebol, foram escolhidos pelo presidente dos EUA para representarem o País em Tóquio, no Japão. Lá, eles se metem em várias enrascadas, mas também conhecem bastante sobre a cultura oriental.


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As cantigas de Lia Ilustrações e edição: Rosinha Editora do Brasil A partir de sete anos Nesse livro, Rosinha, uma das ilustradoras mais talentosas desses últimos anos, conta a história de Lia. A menina encontra uma concha na beira da praia e leva pra casa. Nela, a Janaína sopra canções, que embalam Lia e a fazem descobrir o amor. No fim, tem a letra de todas as canções descritas na história super colorida de Rosinha. Também vem com um folheto de brincadeiras.

Os guerreiros de Monte-Mor Autor: Nilto Maciel Editora: Armazém da Cultura A partir dos dez anos Trata-se de uma novela, uma saga de aventura, que revela personagens de lendas e combates de povos indígenas que viveram no Ceará, os Quixelô, Canindé e Jenipapo, com um cenário parecido com o que tínhamos por aqui no século XVIII, com missões religiosas, vilas e proprietários de gado. Uma boa forma de introduzir para as crianças um pouco da história do Estado.


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Eu quero ver a Lua Autor: Louis Baum Ilustrações: Alarcão Editora: Rocco Pequenos Leitores A partir dos quatro anos Mais uma história de verdade. O autor, quando seu filho era pequeno, também gostava de ver a Lua e não queria voltar pra cama de jeito nenhum enquanto não a visse. A capa do livro ainda brilha no escuro e o autor, dono de uma linguagem sensível, ainda é um dos fundadores da Flip – Festa Internacional Literária de Paraty e da Flipinha.


66 Veículo: O Dia Data: 11/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-01-11/custos-com-a-criancada-em-casa-no-mes-de-

janeiro-crescem-ate-30.html

Custos com a criançada em casa no mês de janeiro crescem até 30% Além do aumento de preço dos ingressos em jogos no Maracanã, carioca pagou mais por bebidas e alimentação. Ir ao cinema e comer fora também encareceram STEPHANIE TONDO

Rio - Férias são sinônimo de diversão, descanso e gastos extras. Com a criançada mais tempo em casa, as despesas da família crescem até 30% no período de recesso escolar. Os passeios, por sua vez, ficaram 8,68% mais caros em 2013 e ultrapassaram a inflação apurada para o Rio de Janeiro ano passado, que foi de 6,05%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-RJ) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para aproveitar a folga sem começar o ano no vermelho, a dica dos especialistas é usar a criatividade para planejar atividades com os filhos que não pesam tanto no bolso. Autor do livro Terapia Financeira, Reinaldo Domingos explica que crianças em casa representam despesas maiores, principalmente com alimentação.

“Quando a família está de férias, o consumo de energia elétrica, água e gás aumentam. Além disso, todos participam das refeições e geralmente se dá preferência a comidas mais elaboradas. No fim das contas, janeiro fica de 20% a 30% mais caro”, diz. Segundo o especialista, o ideal é aproveitar o momento para reunir todos da família e planejar os gastos. “É necessário verificar o que se encaixa no orçamento”, afirma Domingos. Nesse sentido, é importante que os pais expliquem às crianças que nem sempre será possível atender as suas vontades. Devem oferecer alternativas que estejam de acordo com as finanças. Se o


67 cinema estiver muito caro, por exemplo, vale propor assistir a um filme em casa. A dona de casa Paola Passos, de 27 anos, e o marido Jorge Calaro, de 28, optaram por levar o filho Gustavo, 9, e três amigos no boliche do Norte Shopping, onde o aluguel da pista custa R$ 75, durante a semana.

“Como é um preço único, vale a pena. Para economizar, damos preferência a programas mais tranquilos como esse”, disse Paola. A alternativa encontrada pelo propagandista Elio Linhares, 32, foi levar a filha Maria Eduarda, 8, à patinação no gelo. A brincadeira custou R$ 35. “Nesse calor, achei que seria uma boa ideia, até porque ela nunca tinha patinado. E o preço é justo”, afirma. Novo padrão de consumo O aumento do poder econômico da classe C gerou também um novo padrão de consumo por parte dessa camada da população. Antropólogo da Consumoteca, Michel Alcoforado explica que existe um interesse dos pais em proporcionar aos filhos aquilo que eles não tiveram na infância, inclusive com relação ao lazer. “O shopping e o cinema passam a fazer parte da vida dessas pessoas nas férias, o que antigamente não acontecia”, revela. Além disso, aumenta também o acesso a novas experiências gastronômicas, como as redes de fastfood. “A comida japonesa, que antes era consumida apenas pela elite, passa a ganhar as classes mais populares”, exemplifica. A procura por viagens também ganhou muito destaque entre a nova classe C, segundo Alcoforado. O motivo seria principalmente, segundo ele, as possibilidades de parcelamento e as compras coletivas pela internet. Contudo, o antropólogo acredita que faltam incentivos a outras formas de entretenimento. “Há pouca oferta de teatro no subúrbio. Lonas culturais têm um papel importante para essa população”, afirma. Eventos esportivos pesam no bolso A maior variação encontrada nas despesas relacionadas ao lazer, segundo o IPC-RJ/FGV, foi no setor de futebol e eventos esportivos, em função do aumento no preço dos ingressos para o estádio do Maracanã. Em seguida, está o segmento de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, com 12,51%. Ir ao cinema e comer fora de casa ficaram 9,73% e 8,36 mais caros, respectivamente. Para o consultor Marco Quintarelli, do Grupo Azo, o segredo está em usar a criatividade. “Na segunda e terça-feira à tarde cinemas são mais baratos. Vale a pena optar por essas sessões. Além disso, o Rio oferece uma série de atividades ao ar livre, como praia, a Quinta da Boa Vista e o Parque Madureira”, diz.


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A bióloga Camila Guindalini, de 34 anos, levou a filha Manuela, de 3, ao cinema na sexta-feira e gastou R$ 43 só com os ingressos. “Quando a gente inclui pipoca e refrigerante fica ainda mais pesado. Hoje em dia, uma família não consegue assistir um filme no cinema por menos de R$ 100”, conta. Por isso, ela dá preferência a atividades ao ar livre, como praia, praça e clube. A empresária Vanessa Cruz de Azevedo, de 30 anos, decidiu levar o filho Pedro, 4, para tomar sorvete no shopping com os avós, Ciciliano, 61, e Sônia Ferreira, 57. “Está muito quente e é difícil ficar em casa, por isso temos que procurar atividades que agradem às crianças, mas ao mesmo tempo que não sejam tão caras. O começo de ano tem muitos gastos”, diz. Outra opção para as crianças, segundo Quintarelli, são as programações culturais gratuitas, como as oferecidas pelo Centro Cultural do Banco do Brasil. “Temos que associar o útil ao agradável. Como o cinema está caro, uma boa ideia é procurar lonas culturais. Para quem não pode gastar muito, o grande negócio são as atividades gratuitas”, aconselha.

Gratuitos Sessão Criança CCBB de filmes infantis, às 14h: Neste domingo — Festival Charles Chaplin, participação especial da palhaça Ana Consani; dias 18 e 19 — Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (animação); dias 25 e 26 — Piratas Pirados! (animação). Smurfs no Norte Shopping — até o dia 10 de fevereiro, espaço temático com cenografia baseada na Vila dos Smurfs para crianças de 3 a 12 anos. Shopping Via Brasil oferece, em parceria com o Giraffas, oficinas e animação para a garotada. Sábado, dia 18. O West Shopping, em Campo Grande, recebe até dia 2 de fevereiro o Eco Alegria da Turma da Mônica. De quinta a domingo. Nos dias 25 e 26 haverá encontro com os personagens Mônica e Cebolinha. Teatro Teatro Miguel Falabella (Norte Shopping, em Del Castilho): R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).


69 Teatro dos Grandes Atores (Barra): Ingressos custam de R$ 40 a R$ 50, dependendo do espetáculo infantil. Teatro Vannucci (Shopping da Gávea): sai por R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Teatro Municipal Raul Cortez (Duque de Caxias): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Cinema É possível encontrar promoções que variam de R$ 13 a R$ 22 às quartas-feiras em shoppings das zonas Norte e Oeste da cidade. Os valores dos ingressos vão de R$ 16 a R$ 25, conforme o horário e o dia da semana, o bairro e o shopping escolhido pela família. Outros Boliche (Norte Shopping): pista a R$ 75 (segunda, terça, quarta e quinta); R$ 95 (sexta a domingo). Patinação no gelo (Norte Shopping): R$ 35 por hora. Point Kart Indoor (Rua José Higino 115, Tijuca): R$ 49. Colônia de férias Marapendi (Barra): de R$ 221 (uma semana, um turno) a R$ 1.189 (quatro semanas, integral). Kinderland: R$ 2.376 por 13 dias (crianças ficam em sítio próximo a Vassouras, em Sacra Família do Tinguá). Gecrear (Jardim Botânico): de R$ 51 (diária, manhã) a R$1.249 (até 31 de janeiro, integral); Gecrear (Tijuca): de R$57 (diária, manhã) a R$ 1.313 (quatro semanas, integral).


70 Veículo: Folha de S. Paulo Data: 10/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/147066-juro-ao-consumidor-sobe-mais-que-taxa-

basica-em-2013.shtml

Juro ao consumidor sobe mais que taxa básica em 2013 Valor cobrado em crédito avançou 3,46 pontos percentuais, de 88,83% para 92,29% ao ano, e a Selic, 2,75 pontos O juro médio cobrado do consumidor nas diversas linhas de crédito subiu mais em 2013 do que a taxa básica da economia, a Selic. Enquanto o juro básico aumentou 2,75 pontos percentuais no ano passado, de 7,25% ao ano --o menor da história-- para 10% ao ano, o valor cobrado do consumidor cresceu, em média, 3,46 pontos percentuais --de 88,83% ao ano para 92,29% ao ano. Os cálculos são da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Vale destacar que o juro médio das linhas de crédito fechou 2013 em valor equivalente a mais de 9 vezes o da Selic, mas, quando a taxa básica era a mínima histórica, essa diferença era ainda maior: superava 12 vezes. Considerando cada taxa separadamente, a Selic subiu 37,93% no ano, enquanto o juro ao consumidor, 3,90%. "A diferença entre o juro ao consumidor e a taxa básica, que compõe o valor cobrado nos empréstimos, de qualquer forma, continua gritante", diz Samy Dana, economista da FGV (Fundação Getulio Vargas). "É preciso cuidado ao tomar crédito." Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor da Anefac, afirma que o consumidor não percebe o aumento do juro nas parcelas de empréstimos justamente porque não é expressivo em relação à taxa anterior. No longo prazo, porém, Oliveira acrescenta que esse aumento pode se tornar significativo e comprometer o orçamento familiar. ORIENTAÇÕES O quadro ao lado traz simulações de empréstimos no crédito pessoal, no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial --os dois últimos, com as maiores taxas de juros entre as modalidades avaliadas pela Anefac. De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, da DSOP, empresa de orientação financeira, antes de tomar o crédito, o consumidor deve fazer o diagnóstico das finanças para ver se as prestações cabem no bolso.


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Também é indicado reorganizar as finanças para se livrar das dívidas mais caras. "É possível buscar uma linha de crédito com juro menor para substituir uma dívida em outra com taxa mais alta." O consultor recomenda ainda gastar menos do que se ganha. "É algo que precisa do apoio familiar para dar certo."


72 Veículo: Folha de Alphaville Online Data: 09/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://folhadealphaville.uol.com.br/economia/material-escolar-antecipe-as-compras/

Material escolar: antecipe as compras Lojas em Alphaville ainda estavam tranquilas nessa semana. Ideal é pesquisar preços e não deixar para o fim de janeiro

A mãe de Raphael, de 2 anos, o levou à loja para escolher seu modelo preferido. Foto: Sandro Almeida/ Folha de Alphaville Começo de ano é a temporada de planejamento, principalmente para quem tem filhos em idade escolar e recebe aquela imensa lista de materiais. Especialistas e órgãos de defesa do consumidor fazem recomendações para que os pais tenham menos transtornos e mais economia. O Procon-SP alerta que a escola só poderá requerer materiais utilizados para as atividades pedagógicas diárias do aluno (folha de sulfite, papel dobradura, tinta guache, lápis, caneta, borracha, etc), em quantidade coerente com as atividades, sem r estrição de marca. Está proibido por lei a escola solicitar materiais de uso comum, como produtos de higiene, limpeza e utilizados na área administrativa. Em 2013, levantamento do Procon-SP em estabelecimentos na cidade de São Paulo constatou diferença de até 450% em um mesmo produto. Por isso é preciso pesquisar. “Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo é possível economizar bastante”, explica Reinaldo Domingos autor do best seller


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Terapia Financeira. Para o especialista, a compra pelo mercado eletrônico vem crescendo e há casos em que o preço das lojas virtuais cobre o preço das lojas de rua e shopping. Mas como o prazo de entrega pode ser um pouco maior é preciso comprar com maior antecedência. Outra dica de Domingos é reciclar materiais. “Além de ser uma forma de economizar também desenvolve o espírito lúdico das crianças.” Para isso, basta pegar os materiais mais desgastados e dar a eles uma nova vida, juntar folhas de cadernos usados, construir uma capa nova, etc. O Idec indica que as compras devem ser feitas ainda em janeiro – principalmente porque neste ano muitas escolas anteciparam a volta às aulas em função da Copa do Mundo. Para economizar uma boa opção pode ser reunir um grupo de pais para ir às compras, pois no atacado é sempre mais barato. No bairro Em Alphaville, o movimento nas lojas na segunda semana de janeiro ainda era tranquila. A moradora Cynthia Bedesche preferiu a calmaria para escolher a mochila para Raphael, de 2 anos e 7 meses em uma loja na alameda Araguaia. “Estava com receio que acabasse. E já não há tantas opções.” Mesmo com pouca idade, a mãe diz que o menino opina sobre os produtos, então ela prefere comprar o restante do material depois, sozinha. Adriane Mota não se importou de levar seu filho Mateus, de 9 anos, às compras. Ela diz que está pesquisando os preços e considera importante que ele escolha, participe e tenha autonomia. O menino tem preferência por produtos com temas como Simpsons e Hora da Aventura. Já Daniela Salopa fazia compras da lista de materiais de seu filho de 10 anos sozinha. “Ele já está na préadolescência e prefere produtos sem temas, então nem vem junto.” Para economizar, ela diz que pesquisou bastante os preços e encontrou muitas diferenças. Além disso, evita o estresse das lojas lotadas no fim do mês. “Sempre faço no início de janeiro e não deixo nada para a última hora.” No bairro, a Lepok, com pouco mais de seis meses em funcionamento, aposta na oferta de mochilas, com preços que vão de R$ 70 a R$ 270. Há desde modelos simples a kits com lancheiras e squeeze, a maioria referente a personagens. De acordo com o gerente Fabio Arra, os temas mais procurados este ano são Monster High, God of War e Paul Frank. A loja firmou parceria com uma escola local com desconto de 5% nos produtos e para facilitar dispõe da lista solicitada. Neste mês a loja estendeu seu funcionamento (fecha às 20h na semana e às 19h aos sábados) e parcela o valor em até três vezes no cartão de crédito. A Kalunga, que projeta um crescimento nas vendas entre 15% e 18%, está facilitando o pagamento das compras no cartão de crédito em 12 parcelas sem juros. Atualmente, os itens licenciados representam 50% do mix de produtos escolares da loja. Entre os lançamentos, estão as linhas Meu Malvado Favorito, One Direction e Disney Marvel e CBF. Outras estampas e temas são exclusivas, como Rolling Stones, Tarso Marques, Disney Stitch, Moranguinho e Disney Princesas Office Premium. A rede também realiza a campanha “Aqui seu Caderno Usado Vale Desconto”. Para colaborar com os pais e dar um destino sustentável aos cadernos já utilizados, a empresa está arrecadando esse material até 15 de março. Basta levar os cadernos usados (sem espiral e capa) até as lojas. Para incentivar a ação, o consumidor ganha, a cada quilo coletado, R$ 1 de desconto na compra de cadernos novos ou do pacote com cem folhas do papel Chamequinho A4 (210 mm x 297 mm) 75 gramas.


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Dicas do Procon - Verifique quais itens restaram do período letivo anterior e avalie se é possível reaproveitá-los - Guarde todo o material publicitário, pois além de ajudar na análise dos preços, a publicidade deve ser cumprida - Algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades. Portanto, sempre que possível, reúna um grupo de pais e para ver se é possível - Materiais com personagens, logotipos e acessórios licenciados geralmente têm preços mais elevados - Algumas instituições utilizam apostilas como material didático. Somente para este item pode haver exigência de compra em determinados estabelecimentos ou na própria escolas - Evite comprar material escolar no comércio informal (camelôs). Apesar de ser mais em conta, não há emissão de nota fiscal, o que pode dificultar a troca ou a solução de algum problema com a compra


75 Veículo: Sindicato dos Comerciários Data: 09/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.comerciarios.org.br/index.php/post/2820-Juros-ao-consumidor-sobem-mais-que-a-taxa-

basica-Selic-em-2013,-segundo-Anefac

Juros ao consumidor sobem mais que a taxa básica Selic em 2013, segundo Anefac As taxas de juros médias cobradas do consumidor subiram mais que a taxa básica Selic no ano passado, divulgou nesta quinta-feira (9) a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Enquanto a Selic registrou aumento de 2,75 pontos percentuais no ano passado, passando de 7,25% ao ano para 10% ao ano, os juros médios ao consumidor subiram 3,46 pontos percentuais, de 88,83% ao ano para 92,29% ao ano. É o maior patamar desde novembro de 2012. As taxas de juros ao consumidor subiram sete vezes ao longo de 2013, acompanhando as elevações da Selic, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor da Anefac. Em dezembro de 2013, os juros médios subiram para 5,60% ao mês (ou 92,29% ao ano), de 5,57% ao mês (ou 91,64% ao ano) em novembro. "A alta já era esperada e reflete o aumento da Selic na reunião do Copom (Comitê de Políticas Monetárias do Banco Central) de 26 e 27 de novembro", diz Oliveira. Para o diretor da Anefac, as taxas devem continuar aumentando nesse primeiro trimestre do ano. "Acredito que o Copom poderá fazer um aumento de 0,50 ponto percentual na reunião de janeiro (dias 14 e 15), para 10,5% ao ano, e esperar o resultado, avaliando como se comportam inflação e câmbio nesse começo de 2014", diz. Ele não descarta, no entanto, que o comitê realize dois aumentos de 0,25 ponto percentual –um no encontro da próxima semana e outro em fevereiro.


76 Dos juros das seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac, quatro subiram em dezembro: comércio, cheque especial, empréstimo pessoal concedido por bancos e empréstimo pessoal concedido por financeiras. No ano, apenas a taxa do rotativo do cartão de crédito se manteve estável em relação a dezembro de 2012. "É uma taxa menos imune às variações da Selic. A taxa do cartão é a mais alta do país. Por que subir mais uma taxa que já está alta? Além disso, não é uma linha de crédito que as pessoas ficam trocando por outras de juros menores", afirma. PESSOA JURÍDICA

Nas linhas voltadas a pessoas jurídicas, as taxas médias subiram de 3,18% ao mês (45,59% ao ano) em novembro para 3,25% ao mês (46,78% ao ano) em dezembro de 2013. É o maior patamar desde novembro de 2012. As três linhas de crédito pesquisadas pela Anefac subiram em dezembro. Capital de giro subiu de 1,61% ao mês em novembro para 1,65% ao mês em dezembro. Desconto de duplicata passou de 2,31% ao mês em novembro para 2,33% ao mês em dezembro, e conta garantida teve alta de 5,71% ao mês para 5,77% ao mês na mesma base comparativa. CONSUMIDOR

Com o aumento dos juros, o consumidor deve ficar atento aos tomar empréstimos, diz Celso Grisi, diretor presidente da consultoria Fractal e coordenador de projetos da FIA/USP. "É preciso reduzir o nível de endividamento, pois os juros tornam as prestações mais caras e aumentam o risco de inadimplência", afirma. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, da DSOP, antes de tomar o crédito o consumidor deve fazer o diagnóstico de suas finanças e, a partir disso, reorganizar seu orçamento. "Ele pode buscar um dinheiro mais barato e fazer a portabilidade para uma linha de crédito com juros menores. Mas não dá para trocar de crédito sem combater a causa do problema", afirma. A solução, consumir menos do que a renda familiar, precisa do apoio familiar para que seja bemsucedida.


77 Veículo: Gazeta AM Data: 09/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.gazetaam.com/material-escolar-2/

Dicas valiosas para começar o ano poupando!

Não se deixe levar somente pelos desejos dos filhos, eles são influenciados pelos amigos e pela propaganda. Neste ano, os pais vão economizar um pouco mais na hora de comprar o material escolar dos filhos. A nova lei federal 12.886 proíbe a cobrança de itens coletivos nas listas, como papel toalha e copos descartáveis. Mesmo assim, ainda é muito dispendiosa a compra do material escolar. Por isso, pais devem realizar antes uma pesquisa de preço e estar suscetível às negociações com o vendedor. Em entrevista para o programa “Bom Dia Gazeta”, o educador financeiro Reinaldo Domingos apresentou à estudante Bruna Garbuglio algumas dicas de como economizar na hora das compras do material escolar.

Ouça aqui!


78 Veículo: Tribuna da Bahia Data: 07/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/01/08/como-economizar-na-compra-do-material-escolar

Como economizar na compra do material escolar A compra de materiais escolares sempre causa grandes preocupações para os pais. Como gastar menos e onde encontrar produtos de qualidade? "Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo é possível economizar bastante", explica Reinaldo Domingos autor do Best seller Terapia Financeira (Editora DSOP). Ele acrescenta que os preços estabelecidos por uma loja podem e devem ser questionados, isto faz parte do ato de negociar. Veja algumas dicas elaboradas pela DSOP Educação Fianceira sobre o tema: 1. Realizar as compras de materiais escolares em conjunto com outros pais, o que dará maior chance para negociar menores preços. Para isso, basta juntar duas ou três famílias com filhos nas mesmas séries. 2. Levantar todo o material escolar que sobrou no ano anterior, separando o que pode ser reaproveitado ou não, nessa hora é importante lembrar que as trocas de livros didáticos entre alunosde séries diferentes representam grande economia. Caso não possa trocar, doe o material para jovens de famílias necessitadas. Veja a possibilidade de comprar somente o material que será utilizado no primeiro semestre, isto poderá lhe trazer uma boa economia e menor desembolso de dinheiro. 3. Não se deixar levar somente pelos desejos dos filhos, eles são influenciados pelos amigos e pelo marketing publicitário, por isso vão querer sempre produtos da moda e que contenham imagens de artistas ou personagens de sucesso, o que faz com que os preços desses produtos fiquem muito mais caros. Para evitar ceder a esses impulsos, os pais devem ter sempre em mão uma lista do que é realmente necessário e conversar com os filhos para que entendam a diferença e a utilidade dos materiais. 4. Na hora da compra é fundamental saber falar e se expressar, buscando a melhor opção de pagamento. Para isso, a disciplina é fundamental, seguindo todo um ritual de compra, com uma boa abordagem, para que a obtenção do melhor preço ocorra de forma segura e inteligente, sempre faça a pergunta, quanto custa este produto à vista? Isto ajudara muito. 5. Existem diversas formas de abordar um vendedor, mas, seja qual for a sua, algumas dicas são interessantes: escolha bem a marca do produto, pesquise o preço na internet e em pelo menos três lugares com visitas presenciais, negocie a vista e pague a prazo, mas as prestações devem caber em seu orçamento mensal futuro. Seja cordial com o vendedor, pergunte seu nome e cumprimenteo ele certamente lhe ajudará nesta negociação.


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6. Atualmente a compra pelo mercado eletrônico vem crescendo e, há casos, que o preço das lojas virtuais cobre o preço das lojas de rua e shopping, que têm custos de marketing, locação, funcionário custos fixos e variáveis. Já as lojas eletrônicas só têm o custo do produto e da logística para entrega. O único problema é que o prazo de entrega pode ser um pouco maior, por isso é preciso comprar com maior antecedência. 7. Recicle materiais, além de ser uma forma de economizar também desenvolve o espírito lúdico das crianças, para isso, basta pegar os matérias mais desgastados e dar a eles uma nova vida, juntar folhas de cadernos usados, construir uma capa nova, etc. 8. Faça compra de produtos para o recreio em atacados e faça economia na merenda escolar, mas essa deve ser sempre precedida da preocupação de um bom balanceamento nutricional, ensine seu filho a comprar somente o necessário e não desperdiçar. 9. Antes de negociar com as vans para levar os filhos na escola, veja se não existe a possibilidade de um revezamento com pais que moram na mesma área ou condomínio. Costuma ser muito divertido e cria uma relação de comunidade mais solida, caso não haja essa possibilidade pesquise os valores das vans e negocie. Cuidado, esse meio de transporte tem que estar habilitado e regularizado. 10. Procure saber com a direção da escola quais diferenciais a escola trará este ano e nos anos seguintes em relação ao ensino de educação financeira, caso isso não ocorra, explique a importância de inserir esse tema desde cedo, muitas escolas já estão adotando esta disciplina, e o governo já está em fase de projeto piloto no ensino médio e fundamental. Comprar materiais escolares é uma atividade de extrema importância que requer cuidados, este investimento deverá estar previsto no orçamento financeiro da família. Lembrando que um dos maiores investimentos que se possibilita aos filhos são os estudos. Procure, também, investir na educação financeira logo cedo e para isso oriento que façam uma previdência privada ou poupança programada, mostrando este beneficio a eles e a importância de já estar pensando na sua independência e porque não dizer em sua saúde financeira!


80 Veículo: Diário Catarinense Data: 07/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/noticia/2014/01/dicas-para-nao-sofrer-na-hora-de-comprar-omaterial-escolar-4382595.html

Dicas para não sofrer na hora de comprar o material escolar Uma boa estratégia é não levar as crianças às compras.

Nos meus tempos de criança a época que eu mais adorava era esta, de começo de ano. Não pelas férias, mas pelo "cheirinho" de material escolar que já pairava no ar. Talvez meus pais não se lembrem com tanta alegria destes tempos, afinal era uma "ginástica" dar conta da lista imensa — pra dois filhos. E nada de satisfazer vontades! Era o caderno mais em conta, a caneta mais simples e o resto todo também. Como agradeço por isso! Tenho pena dos pais de hoje: o que já é caro triplica de preço quando vem acompanhado de um pedido apaixonado daquela capa de caderno ou da mochila com o herói ou a princesa preferida. Por isso a dica de especialistas, além de pesquisar, é não levar as crianças às compras: é como ir ao supermercado com fome.

Fazer o quê? Há outras formas de não sofrer tanto com esta prova de início de ano. Veja o que diz Reinaldo Domingos, autor do best seller Terapia Financeira (Editora DSOP). 1 — Realize compras de materiais escolares com outros pais, para negociar melhor menores preços.


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2 — Veja que material do ano passado pode ser reutilizado. 3 — Sempre pergunte quanto custa o produto à vista e tente parcelar por este valor, sem juros. 4 — Faça uma pesquisa também pela internet: muitas vezes sai mais em conta. 5 — Recicle materiais: pegue materiais desgastados e dê a eles uma nova vida, junte folhas de cadernos usados, construa uma capa nova. 6 — Lembre que materiais como papel higiênico e papel ofício, por lei, não podem ser cobrados pelas escolas. E nunca esqueça: o mais importante não é o material desta ou daquela marca. Com a mochila pronta, o fundamental é a família acompanhar, bem de perto o bom uso de todo o investimento suado de Ano Novo!

Casal na luta!

"Oi Laine. Me chamo Marcos Tulio, sou de Palhoça, e fui o primeiro do Estado a lutar MMA na Alemanha, em 2005. Recorro à Coluna em nome da minha esposa". O leitor se refere a Luana, competidora de jiu-jitsu e MMA que fará sua estreia em Berlin, agora em fevereiro. Ou melhor, pretende! "Já temos uma passagem e estadia, mas precisamos de suporte para alimentação e a passagem do treinador — cerca de R$ 2,6 mil". Luana será a primeira mulher catarinense a lutar esse evento. Alguém se habilita a apoiar? Informações pelo (48) 8458-0536.


82 Veículo: M de Mulher Data: 07/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://mdemulher.abril.com.br/carreira-dinheiro/reportagem/orcamento-domestico/como-realizar-

sonho-ter-seu-proprio-imovel-764675.shtml

Realize o sonho de ter seu próprio imóvel Consórcio ou financiamento? Poupança ou Tesouro Direto? Saiba tudo o que é preciso para sair do aluguel e adquirir uma casa nova em 2014!

Foto: Getty Images

Quer comprar um imóvel? Apesar da especulação imobiliária e dos altos preços, acredite, dá para transformar esse sonho em realidade. O primeiro passo é aprender a poupar, criando o hábito de guardar dinheiro e estabelecendo objetivos. De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor de livros como Ter Dinheiro Não Tem Segredo (Editora DSOP), não existe um percentual mínimo sobre o salário para se poupar. E ressalta: o melhor caminho é cortar gastos. “Pesquisas mostram que existe na maioria dos lares brasileiros um excesso de gastos de cerca de 25% em todas as despesas, como energia, telefone, alimentação e vestuário.”

Para realizar o sonho da casa própria, deve-se fazer uma boa faxina financeira e planejar. “Saiba quanto custa o imóvel desejado e quanto será preciso para comprá-lo à vista ou dar uma boa entrada para reduzir prestações, que não devem ultrapassar 30% do ganho líquido.”

Onde aplicar a grana economizada Há duas boas opções seguras e descomplicadas. Veja só:


83 Caderneta de poupança: tem vantagens como não ter taxa de administração, ser isenta de imposto de renda e permitir retirada do dinheiro na hora. É possível investir o dindim em qualquer banco, desde que o montante não ultrapasse R$ 250 mil. Tesouro Direto: são títulos públicos do governo federal que têm sido um dos melhores investimentos nos últimos dez anos. Neste caso, é preciso contratar uma corretora de valores para orientá-la sobre os diferentes títulos.

O que é melhor: consórcio ou financiamento? Nem um nem outro. O bom mesmo é comprar à vista, guardando o valor que daria em prestações por, aproximadamente, oito anos. Se não puder esperar esse tempo, daí, sim, opte por um financiamento ou consórcio. Mas saiba que ficará mais caro. Financiar por 30 anos, por exemplo, fará com que o imóvel custe até três vezes mais. A vantagem é morar imediatamente. Já no consórcio, o imóvel sai cerca de 40% mais caro do que o valor original. Mas, se não tiver condições de dar um bom lance, você poderá ser contemplada só depois de muitos anos.

Qual financiamento escolher Sistema Price: as parcelas da dívida com o banco crescem ao longo do financiamento. Por isso, essa modalidade é indicada para quem está com orçamento apertado e não tem renda para financiar pelos outros sistemas. Só vale se você souber que terá mais grana no futuro. SAC: no Sistema de Amortizações Constantes, você paga o mesmo valor fixo da dívida. O que muda são os juros, que incidem sobre o saldo devedor. Como ele diminui a cada mês, as parcelas são decrescentes. Bom para quem pode assumir prestações altas no início. Sacre: no Sistema de Amortização Crescente, as prestações aumentam por um período de tempo e chegam a um ponto de equilíbrio a partir do qual vão sendo reduzidas. As parcelas iniciais são altas, mas há queda de juros. Só é oferecido pela Caixa Econômica.


84 Veículo: Gestão e RH Data: 06/01/2014 Editoria: Livros Site: http://www.gestaoerh.com.br/site/noticias/?id=1246

Livro auxilia na busca pela realização das promessas de início de ano Início de ano é sempre um momento de refletir sobre o que passou e planejar o ano que está por vir. O livroAlquimia Pessoal – Como Vencer a Autossabotagem e Atingir a Prosperidade Total, dos autores Vinícius Guarnieri e George Patrão, publicado pela Editora DSOP, traz uma abordagem filosófica sobre o assunto, oferecendo caminhos alternativos possíveis para as realizações pessoais. O autor explica que expectativa e frustração sempre caminham juntas e que alquimia é saber lidar com elas, para não permitir que os aspectos negativos tirem o foco da busca pela realização. Assim, os três pontos principais são: esperança, livre arbítrio e definição do que se quer mudar. Ter apenas um deles não garante a prosperidade nos assuntos que estão sendo alvo de reflexão nessa época do ano. Segundo Patrão, para que algo mude, a atitude também precisa mudar. “Só eu posso fazer algo por mim, ninguém mais. O primeiro passo é refletir sobre a situação e aceitar que precisa ser feito algo. O segundo é aprender com as situações – sejam elas boas ou ruins. Nós temos a capacidade de fazer o que quisermos. Quando dizemos que queremos algo, as palavras têm força”. Sobre

os

autores

George Patrão é sociólogo e consultor especializado em orientação e aconselhamento profissional e pessoal, por meio de técnicas terapêuticas, como Constelações Sistêmicas, EFT, HQE, Sanjeevinis, G2K, entre outras. É autor dos livros Liderança para a Qualidade, da área de Administração, e As Bruxas e seus Lobos, além de outros ainda não publicados. Vinícius Guarnieri é engenheiro agronômico, mas tem atuação interdisciplinar, com foco nas áreas de Marketing, Vendas e Recursos Humanos. Trabalhou também como coach executivo e empresarial. Publicou os livros VIDA – manual do proprietário e Revolução das Mudanças – dinâmica consciencial do sucesso. Também lançou o livro Eurícledes Formiga – de poeta a médium, com o pseudônimo Miguel Formiga, em 2010.


85 Veículo: Agência Rádio Web Data: 06/01/2014 Editoria: Finanças Site:

http://www.agenciaradioweb.com.br/conteudo/materias/140102113628140103_bol_denise_minimo_pe queno.mp3

Valor do salário mínimo exigirá corte de gastos das famílias


86 Veículo: O Diário Data: 05/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://issuu.com/jornalodiario/docs/jornal0501


87 Veículo: iG Data: 04/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2014-01-04/como-planejar-as-despesas-em-moeda-

estrangeira-depois-da-alta-do-iof.html

Como planejar as despesas em moeda estrangeira depois da alta do IOF Aumento da taxa sobre cartões pré-pagos deve levar ainda mais consumidores ao uso do cartão de crédito em viagens internacionais Conhecido vilão dos orçamentos pessoais e familiares, o cartão de crédito pode ter finalmente conquistado um espaço interessante para o consumidor. Com as mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos gastos em moeda estrangeira, o meio de pagamento pode se tornar uma boa opção para quem tem um cartão internacional.

Com o mesmo custo de operação, o acúmulo de milhas e o pagamento postergado do imposto tornam a opção bastante atrativa. Com a taxa de 6,38% cobrada sobre qualquer operação em moeda estrangeira com cartão (de crédito e débito), o consumidor terá de observar outras vantagens para escolher a melhor forma de levar dinheiro para viagens no exterior. Se antes a estratégia era buscar a melhor cotação, agora o que deve definir a estratégia são os benefícios agregados a cada modalidade. Esta é a dica de Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP, que de saída já alerta que o dinheiro em espécie deve ser evitado. “É o risco mais caro que existe no mercado hoje. O ideal é levar o mínimo possível, apenas para gastos trocados, em situações em que não cabe o cartão”, explica. Sobram então algumas opções de plástico – o pré-pago, o crédito e a função débito da conta corrente.


88 Para o especialista, é aí que o cartão de crédito ganha espaço. Com o mesmo custo de operação, o acúmulo de milhas e o pagamento postergado do imposto tornam a opção bastante atrativa. Se para você o cartão de crédito é sinônimo de descontrole financeiro, fica o alerta. Reduza o limite de compras estrangeiras do seu cartão de crédito ao valor que você já tem guardado para gastar na viagem. “É uma forma de imitar um pré-pago usando os benefícios de milhagem por exemplo”, diz Domingos. “Uma viagem envolve muitas emoções, então a gente entra naquelas de pensar ‘não sei quando vou voltar, então compro e gasto agora, depois me viro para pagar’, mesmo quando não há condições para isso. A redução do limite é uma arma contra esse impulso.” A propósito, esse tipo de estratégia pode até ajudar a ganhar um trocado mesmo enquanto gasta. Parece controverso, mas é simples. Em vez de pagar o IOF na aquisição do câmbio, ao usar o crédito você adia por mais um mês o pagamento do imposto – tempo esse em que sua reserva financeira pode estar rendendo em alguma aplicação. O ganho é pequeno, se o dólar cair até o fechamento da fatura, o resultado da estratégia será ainda melhor. Risco Embora seja animadora, a estratégia também tem uma parcela de risco que merece toda a sua atenção. Esse caminho só é seguro quando as oscilações cambiais são curtas, ou seja, quando o preço do dólar está mais ou menos estável. Como o câmbio das operações é o do fechamento da fatura, o excesso de volatilidade no preço da moeda pode levar todo o exercício por água abaixo. Em casos de alta volatilidade ou tendência de alta do dólar, Domingos explica que a “situação se inverte”. “Compre aqui, pague aqui, tudo antes de sair para a viagem”, afirma. Mas e se as férias forem mais longas e trajetória do dólar começar a oscilar ou dar sinais de alta durante a viagem? Nesse caso a estratégia de não por todos os ovos na mesma cesta dá uma margem adicional de segurança. Você pode deixar uma parte menor do seu dinheiro no pré-pago e passar a utilizá-lo na rotina caso o cenário fique muito instável.

O pré-pago ainda funciona muito bem para quem pensa na educação financeira Antes da última decisão do Ministério da Fazenda quanto ao IOF, o pré-pago era o queridinho dos viajantes, uma vez que garantia a segurança do cartão e operava à taxa de 0,38% – que, na visão de Domingos, já era suficientemente alta. Agora, ele perde boa parte do apelo, ficando restrito aos superconservadores que preferem a segurança cambial, tarifária e tributária a qualquer outro benefício. A título de educação financeira, diz Domingos, o pré-pago ainda funciona muito bem. “É a melhor saída para os filhos, por exemplo, que estão começando a aprender a administrar as próprias reservas”, explica.


89 Contexto Entre o Natal e o Ano Novo, o aumento do IOF nas operações de câmbio em cartões pré-pagos despertou a ira de muitos brasileiros. Da noite para o dia, fazer compras em viagens internacionais ficou 6 pontos porcentuais mais caro, diminuindo o poder de compra dos consumidores durante o período de lazer. Até novembro do ano passado, o cartão de crédito respondia por 54,7% do volume total gasto por brasileiros no exterior segundo o Banco Central. Ou seja, na prática, a maior parte dos brasileiros já pagava os tão criticados 6,38% de IOF. Para José Raymundo Jr., consultor financeiro certificado do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), esse cenário não deve mudar. No entanto, o consumidor deve ficar bastante atento as tendências da moeda. Com os novos custos de câmbio, o câmbio em espécie deve voltar à evidência. No entanto, as oscilações do mercado e os contextos políticos podem guardar surpresas. “O ideal é que quando faltar três ou quatro meses para a viagem, o turista comece a verificar diariamente a cotação do dólar e ir comprando aos poucos”, diz. Atualmente, segundo Raymundo, os turistas levam entre 10% e 30% do total em espécie. Essa parcela pode voltar aos 40%, margem que operava antes do boom dos pré-pagos.


90 Veículo: O Dia Data: 04/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-01-04/material-escolar-sai-10-mais-barato-nas-

compras-coletivas.html

Material escolar sai 10% mais barato nas compras coletivas Descontos bancam a compra de um dos livros e ainda sobra troco. Saiba como proceder Rio - Pais poderão reduzir as despesas com material escolar em pelo menos 10% adotando a prática da compra coletiva e reunindo grupo de outros responsáveis, tendo um deles registro profissional de professor. Para se ter uma ideia, uma lista de livros do 3º ano do Ensino Fundamental custa, segundo levantamento feito pelo DIA, R$ 762,30, mas com o abatimento de preços sai por R$ 686,07, ou seja, uma economia de R$ 76,23. Os itens de papelaria também para o 3º ano do Ensino Fundamental custam R$171,45, elevando o gasto total a R$ 933,75. Obtendo os 10% de desconto, o material fica por R$ 154,30, configurando economia de R$ 17,15, que somada a dos livros alcança R$ 93,38, montante suficiente para comprar o livro de Artes da mesma lista, que sai por R$ 73,90.

Depois do recesso de fim de ano começa a via-crúcis daqueles que têm filho em idade escolar. Busca pelo material deve levar em consideração preço, qualidade e quantidade para comprar mais por menos Foto: João Laet / Agência O Dia

A reportagem levantou os preços cobrados em papelarias e livrarias do Rio na primeira semana do ano e adotou um conjunto de práticas simples e acessíveis para reduzir o gasto final. Caso o grupo


91 de compra coletiva não tenha um professor entre os responsáveis, a solução é procurar cada editora para negociar o desconto. Porém, terá que preencher cadastro no departamento comercial da empresa que, após avaliar título e quantidade a ser comprada, vai oferecer um abatimento que pode ser igual ou superior a 10%. A aposentada Tânia Maria da Silva, 60, assume o papel de mãe e compra todo os anos o material escolar dos netos, Letícia, 13, João Paulo, 12, e Núria, 3, que frequenta o maternal. “Ainda estou aguardando a lista. Geralmente pago R$ 1 mil.” Ela reclama dos livros por serem os itens que mais encarecem. “Às vezes eu gasto mais porque os netinhos querem o que é novidade e eu acabo fazendo a vontade deles”, disse, acrescentando que sempre parcela a compra. A professora do estado Natiele Alves, 27, já se acostumou a comprar o material. Ela tem um filho de seis anos e lembra que em janeiro os preços nas gôndolas ficam mais altos, por isso comprou tudo em dezembro. “As escolas deveriam enviar a lista antes do dia 20”, frisou, acrescentando que desembolsou cerca de R$ 900.

Tânia Maria aguarda a lista do material e sabe que não sairá barato Foto: João Laet / Agência O Dia

Natiele não vê diferença no preço de partida dos livros entre as lojas físicas e virtuais. No entanto, por ser docente, ganha 5% de desconto em livrarias e 10% em papelarias. “Isso ajuda muito quando você coloca o total na ponta do lápis”, disse. Mas ela sempre negocia antes de requerer o abatimento mesmo sendo professora, para ver se consegue descontos ainda maiores. PLANEJAMENTO Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, a compra de material escolar é sempre motivo de preocupação. “Planejar a aquisição e ter tempo para fazê-la são ações que resultam em economia”, disse o autor do livro Terapia Financeira, acrescentando que os os valores estabelecidos pelas lojas podem ser questionados. REAPROVEITAMENTO Domingos recomenda o reaproveitamento dos itens adquiridos no ano anterior e que não foram usados ou estejam em bom estado. “É importante lembrar que as trocas de livros didáticos entre alunos de séries diferentes representam grande economia. Caso não possa trocar, doe o material para jovens de famílias necessitadas”, destacou. ERRO COMUM O especialista ressalta que um erro comum é levar os filhos junto na hora das compras. Ele sugere que o pai ou a mãe vá sozinho com a lista dos itens em mãos para adquirir somente aquilo que é necessário. Produtos licenciados também devem ser obtidos com cautela, pois são muito mais caros do que os comuns. LOJAS VIRTUAIS


92 Domingos lembra que as lojas virtuais geralmente cobrem o preço das de rua e shoppings, que embutem no valor final os custos fixos e variáveis como tributos, aluguel e funcionários. Porém, se estiver em posse de um levantamento detalhado, o consumidor poderá negociar e levar o produto na hora, algo impossível no comércio eletrônico. ATACADO Caso o consumidor tenha dois filhos ou mais, ele pode trocar o comércio varejista pelo atacadista, onde as vendas são exclusivamente para quem compra em grandes quantidades. No caso dos livros, vale checar se há algum professor na família ou entre os amigos, pois o profissional pode, por lei, obter os exemplares com descontos e até preço de custo. TRANSPORTE “Antes de fechar com as vans escolares, veja a possibilidade de um revezamento com pais que moram na mesma área ou condomínio. Costuma ser muito divertido e cria uma relação de comunidade mais sólida”, disse, complementando que não sendo possível, os pais devem contratar vans regularizadas para evitar problemas futuros. ALIMENTAÇÃO Ele sugere que os pais comprem produtos para o recreio em atacados, para economizar na merenda. “Mas essa iniciativa deve ser precedida de um bom balanceamento nutricional. Ensine seu filho a comprar somente o necessário e não desperdiçar”, destacou, acrescentando que o pai deve saber com a direção da escola quais diferenciais a instituição terá em relação ao ensino de educação financeira.


93 Veículo: Rádio CBN Data: 03/01/2014 Editoria: Literatura Site: http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-total/2014/01/03/A-PALAVRA-TRANSFORMA.htm


94 Veículo: UOL Data: 03/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2014/01/03/com-aumento-do-iof-qual-a-melhor-

forma-de-pagar-as-compras-em-viagens-ao-exterior.htm

Com aumento do IOF, qual a melhor forma de pagar as compras em viagens ao exterior? SÃO PAULO - Com o aumento de 0,38% para 6,38% na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos pagamentos em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras nos cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira, o governo unificou as taxas para transações realizadas no exterior. Com a medida, n ão restam muitas alternativas ao consumidor, a não ser incorporar em suas compras o que será pago em impostos, na avaliação do educador e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos. "O fato é que com a medida o governo unificou de forma covarde o valor de todas as transações no exterior e resta aos brasileiros incorporar o imposto em seu planejamento das compras", afirma. A recomendação do educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, é que seja feito um equilíbrio entre as três opções mais acessíveis ao mercado na hora de programar a viagem: o cartão de crédito, o cartão pré-pago e o saque em espécie realizado antes de sair do País. O que muda, para ele, é a divisão da quantia a ser utilizada em cada um desses recursos. Anteriormente, a recomendação do consultor era de que o consumidor levasse de 10% a 15% em dinheiro vivo, 70% a 80% no pré-pago e estimasse o restante do gasto para compras no cartão de crédito para extremos casos de emergência. Agora, a recomendação é que o valor em dinheiro vivo represente de 20% a 30% do valor em dinheiro, já que a transação é a única que mantém o IOF de 0,38% para os saques em espécie realizados no Brasil. Apesar disso, o consultor recomenda ainda que seja mantida uma maior parte, em torno de 70%, no cartão pré-pago, com o cartão de crédito ainda sendo reservado para casos de extrema emergência. Para ele, apesar de acrescido 6% de imposto, o pré-pago ainda oferece vantagens por permitir o planejamento financeiro, já que com ele não há risco de extrapolar os limites


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de gastos estimados durante a viagem. "O valor é planejado anteriormente e garante a controle financeiro durante a viagem", explica. Além disso, a recarga do pré-pago garante o fechamento do câmbio, travando o valor no momento na compra. Para ele, outra vantagem que o cartão possui até mesmo sobre o saque em espécie é a proteção contra roubos ou extravio do cartão de crédito. "Não é aconselhável sacar uma grande quantidade de dinheiro pelo risco significantemente maior de roubo ou até mesmo a perda de grandes quantias", afirma o consultor. Cartão de crédito mais competitivo Apesar de também considerar o uso do cartão pré-pago como uma alternativa interessante para as compras no exterior, Reinaldo Domingos acrescenta que o pagamento com cartão de crédito ganhou competitividade com o aumento do IOF para os pré-pagos. Entre os pontos que favorecem a alternativa estão a possibilidade de postergar o pagamento dos 6,38% junto ao valor da compra para o prazo de fechamento da fatura. Além disso, oferece vantagens como a disponibilização de benefícios em milhas, que podem ser trocadas por passagens aéreas, darias de hotel e no aluguel de carro e até em compras em lojas específicas. "Sem dúvida, o cartão de crédito passa a ter mais força nas compras no exterior", afirma Domingos. Por outro lado, os cuidados devem permanecer redobrados para este tipo de transação e deve ser efetivamente usado pelo consumidor que obedece às orientações financeiras para que o valor-limite estabelecido não seja extrapolado nas compras. Operação

Vantagens

Desvantagens

Cartão pré-pago

- Permite o planejamento exato dos gastos durante a viagem - Possibilita travar o câmbio na data da compra - Oferece mais segurança contra perdas e roubos

- Saques no exterior são acrescidos de taxas de 2,50 a 3,50 unidades da moeda estrangeira.

Cartão de crédito

- Permite postergar a data da pagamento e do IOF para a data da próxima fatura - Permite utilizar o valor das compras em benefícios, como a compra futura de passagens, hospedagens, aluguel de carros ou compras em lojas específicas - Oferece mais segurança contra perdas e roubos

- Podem comprometer o orçamento caso não seja feito um controle do total a ser gasto na viagem - Valor das compras vai depender da flutuação cambial definida no fechamento da fatura

Dinheiro em espécie - Trata-se da única operação em que foi mantida o IOF de 0,38% na - Maior quantidade de dinheiro no bolso operação cambial aumenta os riscos com perdas e roubos Débito em conta ou - Opção complementar para às demais formas de pagamento saque no exterior

Opções para as compras no exterior

- Operação fica sujeita ao câmbio do dia - Risco do estabelecimento não estar habilitado para este tipo de operação - É preciso comunicar o banco sobre a viagem para realizar a transação


96 Veículo: Infomoney Data: 03/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/cartoes/noticia/3130284/com-aumento-iof-qual-

melhor-forma-pagar-compras-viagens-exterior


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98 Veículo: Yahoo! Data: 03/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://br.financas.yahoo.com/noticias/aumento-iof-melhor-forma-pagar-111600406.html

Com aumento do IOF, qual a melhor forma de pagar as compras em viagens ao exterior? SÃO PAULO - Com o aumento de 0,38% para 6,38% na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos pagamentos em moeda estrangeira feitas com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras nos cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira, o governo unificou as taxas para transações realizadas no exterior. Com a medida, não restam muitas alternativas ao consumidor, a não ser incorporar em suas

compras o que será pago em impostos, na avaliação do educador e presidente da DSOP Educação Financeira e da Editora DSOP, Reinaldo Domingos. "O fato é que com a medida o governo unificou de forma covarde o valor de todas as transações no exterior e resta aos brasileiros incorporar o imposto em seu planejamento das compras", afirma. A recomendação do educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, é que seja feito um equilíbrio entre as três opções mais acessíveis ao mercado na hora de programar a viagem: o cartão de crédito, o cartão pré-pago e o saque em espécie realizado antes de sair do País. O que muda, para ele, é a divisão da quantia a ser utilizada em cada um desses recursos. Anteriormente, a recomendação do consultor era de que o consumidor levasse de 10% a 15% em dinheiro vivo, 70% a 80% no pré-pago e estimasse o restante do gasto para compras no cartão de crédito para extremos casos de emergência. Agora, a recomendação é que o valor em dinheiro vivo represente de 20% a 30% do valor em dinheiro, já que a transação é a única que mantém o IOF de 0,38% para os saques em espécie realizados no Brasil. Apesar disso, o consultor recomenda ainda que seja mantida uma maior parte, em torno de 70%, no cartão pré-pago, com o cartão de crédito ainda sendo reservado para casos de extrema emergência. Para ele, apesar de acrescido 6% de imposto, o pré-pago ainda oferece vantagens por permitir o planejamento financeiro, já que com ele não há risco de extrapolar os limites de gastos estimados durante a viagem. "O valor é planejado anteriormente e garante a controle financeiro durante a viagem", explica.


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Além disso, a recarga do pré-pago garante o fechamento do câmbio, travando o valor no momento na compra. Para ele, outra vantagem que o cartão possui até mesmo sobre o saque em espécie é a proteção contra roubos ou extravio do cartão de crédito. “Não é aconselhável sacar uma grande quantidade de dinheiro pelo risco significantemente maior de roubo ou até mesmo a perda de grandes quantias”, afirma o consultor. Cartão de crédito mais competitivo

Apesar de também considerar o uso do cartão pré-pago como uma alternativa interessante para as compras no exterior, Reinaldo Domingos acrescenta que o pagamento com cartão de crédito ganhou competitividade com o aumento do IOF para os pré-pagos. Entre os pontos que favorecem a alternativa estão a possibilidade de postergar o pagamento dos 6,38% junto ao valor da compra para o prazo de fechamento da fatura. Além disso, oferece vantagens como a disponibilização de benefícios em milhas, que podem ser trocadas por passagens aéreas, darias de hotel e no aluguel de carro e até em compras em lojas específicas. "Sem dúvida, o cartão de crédito passa a ter mais força nas compras no exterior", afirma Domingos. Por outro lado, os cuidados devem permanecer redobrados para este tipo de transação e deve ser efetivamente usado pelo consumidor que obedece às orientações financeiras para que o valor-limite estabelecido não seja extrapolado nas compras. Opções para as compras no exterior Operação

Vantagens

Permite o planejamento exato dos gastos

durante a viagem Cartão pré-pago

Possibilita travar o câmbio na data da

compra

Desvantagens

Oferece mais segurança contra perdas e

Saques no exterior são

acrescidos de taxas de 2,50 a 3,50 unidades da moeda estrangeira.

roubos

Permite postergar a data da pagamento e do

IOF para a data da próxima fatura

• Cartão de crédito

Permite utilizar o valor das compras em

benefícios, como a compra futura de passagens, hospedagens, aluguel de carros ou compras em lojas específicas

Oferece mais segurança contra perdas e

roubos

Podem comprometer o

orçamento caso não seja feito um controle do total a ser gasto na viagem

Valor das compras vai

depender da flutuação cambial definida no fechamento da fatura


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Dinheiro em espécie

Trata-se da única operação em que foi

mantida o IOF de 0,38% na operação cambial

Maior quantidade de dinheiro

no bolso aumenta os riscos com perdas e roubos

Operação fica sujeita ao

câmbio do dia

Débito em conta ou saque no exterior

Opção complementar para às demais formas

de pagamento

Risco do estabelecimento

não estar habilitado para este tipo de operação

É preciso comunicar o banco

sobre a viagem para realizar a transação


101 Veículo: Valor Econômico Data: 03/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.valor.com.br/cultura/3383760/por-que-alice-nao-sabia-escrever-seu-nome?

fb_ref=home


102 Veículo: Jovem Pan Data: 02/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/especialistas-explicam-como-se-organizar-com-

dividas-de-comeco-de-ano.html

Especialistas explicam como se organizar com as dívidas de começo de ano As despesas de começo de ano não impedem o brasileiro de reorganizar as dívidas, apontam os especialistas. O momento é de trocar débitos com juros mais altos por aqueles com encargos menores e evitar, ao máximo, adquirir novos empréstimos. O IPTU, o IPVA, material escolar, matrículas, uniformes são apenas algumas das despesas que preocupam no início do ano. Além disso, as perspectivas para 2014 são menos otimistas que as registradas no ano passado, que já não foi bom para a economia. O professor do Ibmec e da Fundação Dom Cabral, Gilberto Braga, lembrou que o aumento dos juros dificulta a vida daqueles que já estão endividados. Ele disse à Denise Campos de Toledo que o brasileiro ainda deve conviver com o fantasma da inflação neste ano. O educador financeiro Reinaldo Domingos também ressaltou que o ano de 2014 será diferente por causa da realização da Copa do Mundo no país, além das eleições. Ele destacou que este é o momento adequado para trocar as dívidas com taxas mais altas por outras com juros mais altos. Para quem fez uma reserva com o 13º salário, a dica para evitar endividamentos é pagar à vista o IPTU e o IPVA. O consultor e educador financeiro, André Massaro, ressaltou que, mesmo com descontos pequenos, a recomendação é quitar os tributos em uma única vez. O professor da FEA-USP, Rafael Pasquarelli, entendeu que desconto na quitação à vista é uma forma de esconder que há juros no pagamento à prazo.


103 Ele explicou ao repórter JOVEM PAN Anderson Costa que caso o contribuinte possa pagar apenas um imposto à vista, a melhor opção é o IPVA. Em relação a outras despesas de início de ano, como listas de material escolar, o professor recomenda lojas que deem desconto no pagamento à vista. Caso o parcelamento seja inevitável, a melhor opção é o dado pela loja e não o do cartão de crédito, por causa dos juros do rotativo, aponta Pasquarelli.


104 Veículo: DGABC Data: 02/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.dgabc.com.br/Noticia/502754/ano-novo-pede-controle-nos-gastos?referencia=minuto-

a-minuto-topo

Ano-Novo pede controle nos gastos Especialistas em finanças afirmam, com base em pesquisas, que nas famílias brasileiras existe desperdício em média de 20% com energia elétrica, água, alimentação e telefone, entre outras despesas fixas. “É preciso realizar diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas”, recomenda Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira (Editora DSOP). “É dessa forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo de seu dinheiro.” O que fazer Três dicas do professor Domingos: 1 – Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário. O consumo consciente é importante para todos. 2 – Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida. De nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado destas serão dívidas e futuro incerto. É preciso ter visão clara do que se pode ou não. 3 – Se estiver endividado é hora de fazer grande faxina financeira e buscar a causa do problema. Nada de sair renegociando com credor sem antes descobrir porque você gasta mais do que recebe. Retomar as rédeas de sua vida financeira por meio da reeducação financeira é o grande segredo para iniciar ano sustentável financeiramente. Boa sorte! Trânsito é tarefa local Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), até agora 1.337 municípios realizaram a municipalização do trânsito. A integração dos municípios ao SNT (Sistema Nacional de Trânsito) requer a criação de setor municipal executivo de trânsito que desenvolva atividades de engenharia de tráfego, fiscalização de trânsito, educação, controle e análise de estatística. As prefeituras devem desempenhar tarefas de sinalização, fiscalização, aplicação de penalidades e educação de trânsito. O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, aconselha os gestores a assumirem a demanda, uma vez que poderão promover com mais eficiência políticas públicas voltadas à realidade local. “O trânsito também deve ser prioridade. A segurança nas vias e a proteção a vida devem fazer parte dos três níveis de governo”, diz ele. Flores na cidade


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“Não podemos mudar o caos no trânsito e na cidade, mas podemos mudar um sorriso”. Com essa proposta, grupo de voluntários se reuniu dia desses na Capital para levar 1.000 rosas a motoristas e pedestres na Avenida Paulista. Mais de 30 pessoas participaram. A ação Alegria no Caos espalhou gestos de gentileza e surpreendeu. “As pessoas pararam não só para receber a flor, mas porque também queriam entender o que era o projeto e o motivo de estarmos ali. A resposta foi simples: somos grupo de amigos e queremos promover um pouco de alegria em meio ao caos em que vivemos”, afirma André Saldiba, idealizador do movimento. O grupo, independente e heterogêneo, pretende promover outros eventos desse tipo na Capital. Que tal adotar a ideia em nossas cidades do Interior? França em Ribeirão Ribeirão Preto, uma das mais importantes cidades do Interior, receberá a seleção da França na Copa do Mundo de 2014. Campeã em 1998 e vice-campeã em 2006, a França ficará hospedada em hotel resort da cidade e vai treinar no Estádio Santa Cruz, do Botafogo Futebol Clube. O clima já é de préCopa do Mundo na cidade. A prefeitura oferece cursos de idiomas (inglês, francês e espanhol), treinamento para taxistas e para a Polícia Militar, que está estudando francês. Restaurantes traduzem os cardápios para a língua francesa. “Será a oportunidade de revelar Ribeirão Preto para o mundo”, acredita o secretário municipal do Turismo, Tanielson Campos. França em Ribeirão – 2 A imprensa internacional está procurando a cidade para mostrar seus atrativos e até junho cerca de 2.000 jornalistas devem passar pela cidade. “Turistas vão comer na cidade, locar carros, fazer passeios. Tudo isso injeta dinheiro no município e contribui para o desenvolvimento local”, anima-se o secretário. Com cerca de 10 mil leitos de hospedagem e dez Centros de Convenções, a cidade recebe anualmente eventos como congressos, feira de agricultura Agrishow e Stock Car, entre outros. Indiretamente, todo o Interior poderá se beneficiar do evento, especialmente as cidades turísticas e centros de serviços.


106 Veículo: Jornal da Cultura Data: 02/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.youtube.com/watch?v=RpFaqHFBGJY

Educador financeiro dá orientações para lidar com o aumento do salário mínimo


107 Veículo: DGABC Data: 01/01/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.dgabc.com.br/Noticia/502636/promessas-para-multiplicar-o-dinheiro-no-ano-que-

chegou?referencia=ultimas-editoria

Promessas para multiplicar o dinheiro neste ano novo

Próspero Ano Novo. Esse está entre os desejos mais clássicos das viradas de ano simplesmente porque prosperidade é algo que todos desejam e poucos efetivamente alcançam. É nessa hora que as famigeradas promessas de ano novo podem ajudar – desde que efetivamente cumpridas, claro. Para escolher os objetivos para 2014, que começa hoje, que farão seu dinheiro permanecer e, se possível, crescer, o Diário consultou o educador financeiro Reinaldo Domingos. “Não tem mágica. A previsão é simples: quem poupa ganha juros e prospera. Quem usa crédito, paga juros e vê seu dinheiro ir embora para não voltar”, diz Domingos. “Aí, a grande questão é: como estabelecer metas – as tais promessas de ano novo – que sejam viáveis e exequíveis e isso varia conforme o perfil financeiro de cada um”, explica o educador, que divide as pessoas em três grupos básicos em relação a dinheiro: investidor, equilibrados e endividados. O investidor é o cidadão que sempre guarda parte do que ganha. É a pessoa que, por exemplo, guardou parte do 13º salário para pagar IPTU (Imposto Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Veículos Automotores) e material escolar. Enfim, é o que já tem hábitos constituídos de poupador”, descreve Domingos, que acrescenta que apenas 5% da população corresponde a esse perfil.


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“A grande vantagem das pessoas desse grupo é que elas conseguem obter ganhos por ter mais dinheiro. Além da opção de ganhar juros, o que multiplica o seu dinheiro, como compram à vista, ganham descontos”, diz Domingos. “Pode parecer que há poucas recomendações a fazer para esse tipo de pessoa, mas tenho duas sugestões de promessas de Ano Novo. A primeira é que façam diagnóstico sobre a eficiência das suas aplicações de curto, médio e longo prazo e façam ajustes. A segunda é que alinhem os seus objetivos de curto, médio e longo em relação ao dinheiro que estão guardando”, diz. O educador ressalta que é importante ajustar as intenções sobre o que fazer com o dinheiro que está sendo poupado. “Dinheiro sem destino se perde”, ensina. O método sugerido pelo autor do bestseller Terapia Financeira é estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo que podem ser, por exemplo, viajar para a Disney, adquirir carro novo e comprar um imóvel. Estabelecidos os sonhos e os prazos para realizá-los, a questão é encontrar o investimento mais rentável para cada destinação.

Equilibrados precisam se prevenir contra os juros O educador financeiro Reinaldo Domingos define como equilibrada a pessoa que não tem dívidas de grande monta, mas que também não tem poupança. “Vive pagando juros de parcelamentos e nunca consegue realizar sonhos ou planos que exijam dinheiro em caixa. Não guarda nada”, descreve. “O problema é que a pessoa desse perfil está sempre correndo o altíssimo risco de se tornar um endividado”, aponta. “Para a pessoa se conscientizar da necessidade de mudar de atitude, ela tem de se perguntar por quanto tempo aguentaria pagar suas contas se perdesse a sua fonte de renda”, aconselha. Uma vez consciente da sua fragilidade, o equilibrado tem de começar a, todos os meses, tirar dinheiro logo que receber e alocar no fundo de realização de um dos seus sonhos. Para isso, o equilibrado deve adotar três passos. O primeiro é identificar os ralos dos seus recursos, os excessos e cortá-los sem dó. Ele verá que consegue reduzir seus gastos entre 20% e 30% e que, por isso, se poupar 20% do seu salário assim que receber, não vai ficar sem cumprir seus compromissos. O segundo passo é identificar as realizações que quer atingir em curto, médio e longo prazo. O terceiro, é ser fiel ao propósito de poupar.

Endividados podem e devem se tornar poupadores Dentro desse perfil estão as pessoas que têm grande parte da sua renda comprometida com parcelamentos e estão pagando juros. Segundo o Banco Central, 45% da população brasileira está endividada. “Nesse grupo há dois subgrupos: os controlados, que mantêm suas prestações em dia, e os descontrolados, que estão com parcelas atrasadas e a um passo de se tornarem inadimplentes”,


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analisa o educador financeiro Reinaldo Domingos. Vale lembrar que é definido como inadimplente quem tem parcelas em atraso por mais de 90 dias. Para os controlados, Domingos aconselha a continuar a honrar com seus compromissos pontualmente, e a fazer a promessa solene de se tornar um investidor. Para isso, o primeiro passo é não fazer mais prestações. Depois, fazer um saneamento dos seus gastos para poder alocar dinheiro numa poupança. “Quando se diz para um endividado que ele tem de poupar, a resposta recorrente é o dinheiro vai para sanar as dívidas. Isso é errado. Ele tem de pagar em dia seus compromissos, mas precisa poupar para fazer com que os juros trabalhem a favor dele. Nos parcelamentos, os juros jogam contra. Com o tempo, o dinheiro da poupança ganha volume e ele conseguirá usá-lo para quitar dívidas ou realizar alguma coisa que possa pagar à vista”, diz o educador. A promessa que o especialista sugere aos que não têm controle é: não usar crédito nunca mais. A segunda recomendação é adequar seus hábitos de consumo à sua realidade, o que normalmente implica mudar seu padrão de vida. “A promessa é reaprender a viver sem crédito e só comprar com o que tiver de dinheiro na mão. Para o endividado, o crédito é um vício que envenena sua vida financeira.”


110 Veículo: Revista Profissão Mestre Data: janeiro/2014 Editoria: Finanças Site: http://www.profissaomestre.com.br/index.php/livros/603-o-sonho-secreto-de-alice

O sonho secreto de Alice

Simone Paulino Editora DSOP Estima-se que 75% dos brasileiros não sabem ler e/ou escrever. Esse é o tema que a escritora Simone Paulino leva para as crianças em sua nova obra. No livro, a autora conta a vida de uma garota esperta, que, quando criança, trabalhava na roça, com os pés no chão, mas gostava mesmo era de viver nas alturas. Ela cresce, casa-se, tem filhos, netos e bisnetos, realiza alguns sonhos – outros não – e, em meio a tudo isso, guarda um grande segredo, escondido em pedacinhos de papel espalhados por sua casa. R$ 26,90, 43 páginas.

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