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JEFFERSON CRUZ ACÁCIO (RGM 141555-7)

HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS ENTRE 1947 E 1979

Texto dissertativo da disciplina de História das Relações Internacionais (Turma 3262) ministrada pelo professor José Romero Barbosa Junior, como requisito para obtenção de pontuação parcial no I Semestre do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)

BRASÍLIA, DF MARÇO/2014

Guerra Fria – um grande debate das armas nucleares de 1947-1979


Por Jefferson Acácio

As consequências da Segunda Guerra Mundial foram determinantes para movimentos de expansionismo de duas novas potencias mundiais. Os Estados Unidos, através do Plano Marshall, implementou o capitalismo, e a União Soviética expandiu suas influencias no socialismo. Ambos exerciam força contrária em vários pontos geopolíticos globais que marcaram 1947 e 1979 como Guerra Fria – um grande debate das armas nucleares. Os EUA adotaram políticas de contenção dos URSS, inicialmente com pressões diplomáticas para que tirassem suas tropas do Irã em 1946. O presidente Truman discursou a favor da Grécia e Turquia, também zona de interesse dos Soviéticos, em 1947. No mesmo ano, apresentaram uma proposta de desenvolvimento e uso da energia atômica, e também ofereceram assistência pós-guerra aos europeus. A união Soviética foi contra. Em 1949, as relações entre as superpotências ficaram piores quando o presidente Truman anunciou que a União Soviética havia detonado a primeira bomba atômica. A partir desse ponto, houveram outros conflitos de divergência política no Oriente Médio, Guerra da Coreia e Guerra do Vietnã. Na Coreia, por exemplo, após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos administraram a zona de ocupação do sul, enquanto os soviéticos forneciam a zona norte e China, 1950-1953. A China tornou-se república comunista. Entre 1965 e 1975, mais conflitos armados, sob divisão do Vietnã Sul e Vietnã do Norte. O agravamento de uma guerra nuclear eclodiu na fomentação de projetos de desarmamento, para conter o clima de intranquilidade. Cada acordo de suspensão dos testes de armas nucleares só produzia um relaxamento (Détente), nada mais. Concomitantemente soviéticos esmagavam revoltas anticomunistas na Polônia e na Hungria, que, por sua vez, teve apoio da ONU. Em 1958, as superpotências anunciaram a suspensão dos testes de armas nucleares. Em 1968 assinara o Tratado de Não-Proliferação Nuclear, porém a ratificação saiu atrasado devido a invasão soviética da Tchecoslováquia. As nações assinaram outros acordos de mesma natureza. Em 1979, uma série de suspensões de acordos comerciais, licenças e direitos abalaram novamente a relação entre os países, por causa da invasão soviética do Afeganistão, condenada também pelos Estados Unidos. REFERENCIAS

SARAIVA, José Flávio Sombra, Dois gigantes e um condomínio: da Guerra Fria à coexistência pacífica (1947-1968) In: SARAIVA, JFS (org.), História das Relações Internacionais Contemporâneas: Da sociedade internacional do século XIX à era da globalização. São Paulo: Editora Saraiva, 2007. SARAIVA, José Flávio Sombra, Détente, diversidade, intranquilidade e ilusões igualitárias (1969-1979) In: SARAIVA, JFS (org.), História das Relações Internacionais Contemporâneas: Da sociedade internacional do século XIX à era da globalização. São Paulo: Editora Saraiva, 2007.

História das relações internacionais entre 1947 e 1979 hri 3262 jefferson acacio  
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