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Colhedora de Cana A8000 e A8800 Manual do Operador

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Cana A8000 A8800 UTILIZAÇÃO MANUTENÇÃO ESPECIFICAÇÕES


INDICE Seção 1 - Ao pr oprietário proprietário Generalidades ...................................................................................................................................... 1 Limpeza da Colhedora ......................................................................................................................... 1 Segurança ............................................................................................................................................ 1 Revisão das primeiras 50 horas ........................................................................................................... 1 Peças de serviço .................................................................................................................................. 1 Garantia ................................................................................................................................................ 2 Armazenamento .................................................................................................................................... 2 Ao proprietário ...................................................................................................................................... 3 Recomendações de uso da colhedora ................................................................................................ 3 Compartimento para guardar o manual do operador ........................................................................... 3 Identificação do produto e número de série ......................................................................................... 4 Localização dos componentes ............................................................................................................. 5 Componentes da máquina ................................................................................................................... 9 Ecologia e o meio ambiente ............................................................................................................... 14

Seção 2 - Segurança / Adesivos Segurança .......................................................................................................................................... 15 Regras de segurança ......................................................................................................................... 15 Segurança pessoal ............................................................................................................................. 17 Segurança do banco de instrução ..................................................................................................... 17 Segurança na manutenção ................................................................................................................. 18 Segurança contra incêndio ................................................................................................................. 18 Segurança das baterias ...................................................................................................................... 19 Segurança na operação da máquina ................................................................................................. 19 Produtos químicos perigosos ............................................................................................................. 20 Precauções de segurança .................................................................................................................. 20 Obrigações legais ............................................................................................................................... 21 Extintor de incêndio ............................................................................................................................ 22 Adesivos de segurança ...................................................................................................................... 23 Símbolos universais ............................................................................................................................ 25

Seção 3 - Contr oles e instr umentos Controles instrumentos Controles e instrumentos .................................................................................................................... 27 Assento do operador .......................................................................................................................... 28 Painéis de instrumentos - Console do lado direito .............................................................................. 30 Painel superior direito ......................................................................................................................... 38 Controles e funções da tração eletrônica ........................................................................................... 41 Outros comandos internos da cabine ................................................................................................ 41 Console do lado direito localizado na coluna da cabine da máquina ................................................ 44 Localizações de componentes, conectores e chicotes elétricos ....................................................... 48 Monitor AFS 200 .................................................................................................................................. 53 Abrangência do manual .............................................................................................................. 54 Mostrador ..................................................................................................................................... 54 Ferramentas de navegação e de entrada ................................................................................... 56 Utilização do painel eletrônico ..................................................................................................... 57 Configuração do operador .......................................................................................................... 62 Geral ............................................................................................................................................ 71 Motor ............................................................................................................................................ 73 Corte de base .............................................................................................................................. 74 Calibração (Calibration) ............................................................................................................... 77

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Opções ........................................................................................................................................ 80 Picador ......................................................................................................................................... 82 Extrator primário ........................................................................................................................... 82 Criação do marcador de campo ................................................................................................. 84 Receptor GPS .............................................................................................................................. 86 Rendimento (Performance) .......................................................................................................... 88 Modo avançado ........................................................................................................................... 94 Gerenciamento de dados (Data management) ......................................................................... 105 Diagnósticos (Diagnostics) ........................................................................................................ 112 Posição do GPS e memória extra .............................................................................................. 118 Diagnósticos .............................................................................................................................. 122 Colheita (Harvest) ...................................................................................................................... 122 Run screen ................................................................................................................................. 124 Inclinação da cabine ........................................................................................................................ 125 Basculamento do teto da cabine ...................................................................................................... 127

Seção 4 - Operação de campo Antes da operação ........................................................................................................................... 129 Antes de ligar o motor ....................................................................................................................... 130 Procedimento normal de partida ...................................................................................................... 134 Acelerador do motor ......................................................................................................................... 135 Procedimento de parada do motor ................................................................................................... 135 Reboque da colhedora ..................................................................................................................... 135 Dirigindo a colhedora ....................................................................................................................... 136 Percurso em estrada - A8000 ........................................................................................................... 137 Direção da colhedora em locais públicos ........................................................................................ 137 Obtenção da melhor colheita ........................................................................................................... 138

Seção 5 - Lubrificação e manutenção Informações gerais ........................................................................................................................... 143 Durante as primeiras 50 horas de operação .................................................................................... 143 Abastecimento da colhedora ............................................................................................................ 144 Requisitos de combustível ................................................................................................................ 144 Capacidades .................................................................................................................................... 146 Especificações de fluidos ................................................................................................................. 146 Lubrificação - óleos e filtros .............................................................................................................. 150 Programa de lubrificação e manutenção .......................................................................................... 152 Manutenção diária ..................................................................................................................... 152 Manutenção 50 Horas ............................................................................................................... 154 Manutenção 250 Horas ............................................................................................................. 155 Manutenção 500 Horas ............................................................................................................. 155 Manutenção 750 Horas ............................................................................................................. 156 Manutenção 1000 Horas ........................................................................................................... 156 Manutenção 1500 Horas ........................................................................................................... 156 Manutenção 2500 Horas ........................................................................................................... 157

Seção 6 - Especificações ............................................................................................................. 213

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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Generalidades

Limpeza da Colhedora

Este Manual foi preparado para ajudar com o procedimento correto de condução, operação e para a manutenção de sua nova colhedora.

Ao limpar a colhedora, em particular se for utilizar uma lavadora de alta pressão, deve-se tomar precauções para proteger os componentes e conexões elétricas. A pressão gerada por algumas destas máquinas é tal que não se pode garantir uma proteção completa contra o ingresso de água.

Leia este Manual cuidadosamente e mantenha-o em local conveniente para futuras referências. Caso necessite, a qualquer hora, de aconselhamento em relação a sua colhedora, não hesite em entrar em contato com o seu Concessionário Case IH. Eles são treinados pela Fábrica e oferecem peças genuínas do fabricante e possuem os equipamentos necessários para realizar todas as suas exigências de serviços. Sua colhedora foi projetada e construída para fornecer o máximo desempenho, economia e facilidade de operação em uma grande variedade de condições de operação. Antes da entrega, a colhedora foi cuidadosamente inspecionada, tanto na Fábrica quanto pelo seu Concessionário para garantir que você a receba em condições ideais. Para manter esta condição e operação livre de problemas, é importante que as revisões de rotina, conforme especificado neste Manual, sejam realizadas nos intervalos recomendados. “Esquerda” e “Direita” utilizados neste manual, são determinados considerando-se sentado no banco do operador, olhando para frente.

NOTA: NOT A: • Como esta publicação é distribuida através de nossa Rede Internacional, os equipamentos ilustrados, como Standard ou Acessórios, podem variar de acordo com o país no qual o equipamento será utilizado. • Diversas figuras desse manual mostram proteções de segurança ou proteções adicionais, legalmente requeridas em certos países, abertas ou removidas para melhor ilustrar uma característica particular ou uma regulagem. A máquina não deve ser utilizada nesta condição. Para sua própria segurança, assegure-se de que todas as proteções estejam fechadas ou recolocadas antes de operar a máquina.

Ao lavar a colhedora com uma máquina de alta pressão, não fique muito perto da colhedora e evite direcionar o jato para as conexões elétricas, respiros, vedações, tampas de enchimento, etc. Nunca direcione um jato de água fria para o motor ou escapamento quentes.

Segurança As páginas a seguir, contêm uma lista de precauções a serem observadas para garantir a sua segurança e a de outros. Leia as precauções de segurança e siga os conselhos oferecidos antes de operar a colhedora.

Revisão das primeiras 50 horas Seu concessionário Case IH deve ser contatado para realizar a revisão de 50 horas recomendada pelo fabricante. Certifique-se do preenchimento do cupom com a assinatura do Gerente de Serviços/Concessionário.

Peças de serviço Deve ser ressaltado que as peças originais foram examinadas e aprovadas pela Fábrica. A instalação e/ou uso de produtos “não originais” pode ter efeitos negativos nas características do projeto da sua colhedora e, portanto, afetar a sua segurança. A Fábrica não se responsabiliza por quaisquer danos provocados pelo uso de peças e acessórios “não originais”. Somente peças de reposição Originais Case IH devem ser utilizadas. O uso de peças não originais poderá invalidar as aprovações legais associadas a este produto. É proibido realizar quaisquer modificações na colhedora, a não ser com autorização específica, por escrito, do departamento de Pós Vendas da fábrica.

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Garantia A sua colhedora está garantida de acordo com a legislação vigente em seu país e com contratos acordados com o Concessionário no momento da venda. Entretanto, a garantia não terá validade se as regras e instruções de uso e manutenção da colhedora descritas neste Manual não forem seguidas. Para obter mais detalhes da garantia, consulte o Livrete de Garantia fornecido junto com este Manual.

Armazenamento NO FIM DA SAFRA

DURANTE O PERÍODO ENTRE AS SAFRAS

LIMPE a máquina completamente, sem deixar resíduos de sujeira. Cuide para não submeter rolamentos e retentores à alta pressão das mangueiras ou do vapor de limpeza.

FUNCIONE a máquina durante 1 hora no mínimo pelo menos uma vez por mês, operando todos os acionamentos e comandos.

INSPECIONE toda a máquina com cuidado meticuloso. Obtenha assistência de seu Concessionário Case IH Austoft para este serviço. CORRIJA qualquer desgaste, dano ou defeito que possa prejudicar o desempenho ou confiabilidade da máquina durante a próxima colheita. EXECUTE todas as rotinas de manutenção. APLIQUE óleo inibidor de ferrugem em todas as peças metálicas não pintadas. RETRAIA todos os cilindros hidráulicos e cubra as hastes expostas dos pistões com graxa ou inibidor de corrosão (por exemplo, Castrol DWX 32) para protegê-los contra danos.

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MANTENHA a bateria carregada quando não estiver em uso. PROTEJA os pneus da exposição à luz do sol. APOIE a estrutura da suspensão dianteira em um bloco de madeira. INSPECIONE todas as peças de reposição e ferramentas. Reponha os estoques se necessário. Consulte o seu Concessionário Case IH Austoft.


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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AO PROPRIETÁRIO Este manual contém informações importantes sobre a operação segura, ajustes e manutenções de rotina das colhedoras de Cana Case IH Austoft A8000 e A8800. Consulte o índice detalhado no início deste manual para localizar itens específicos da colhedora. NÃO opere ou permita que alguém opere ou efetue algum serviço nesta máquina antes que você ou outras pessoas tenham lido este manual. Use somente operadores treinados que tenham demonstrado habilidade para operar ou efetuar serviço nesta máquina de forma correta e segura.

Este Manual do Operador deve ser guardado no compartimento para o manual existente nesta máquina. Certifique-se de que este manual esteja em boas condições. Contate o seu concessionário Case IH para obter manuais adicionais. Contate o seu concessionário para qualquer outra informação ou assistência para a sua máquina. O seu concessionário possui peças de reposição aprovadas pela Case IH. O seu concessionário possui técnicos especialmente treinados que conhecem os melhores procedimentos de reparo e manutenção para a sua colhedora.

RECOMENDAÇÃO DE USO DA COLHEDORA A colhedora de Cana Case IH Austoft A8000 e A8800, com o equipamento standard e acessórios autorizados, é para ser utilizada em trabalhos normais relacionados à agricultura no campo, fazendas e terrenos nivelados. NÃO use esta máquina para qualquer outro propósito diferente do descrito neste manual.

Consulte um concessionário autorizado ou a Case IH sobre mudanças, adições ou alterações que podem ser necessárias para esta máquina atender as várias regulamentações e requisitos de segurança. Modificações não autorizadas podem causar ferimentos sérios ou morte. Qualquer pessoa que faça tais modificações não autorizadas é responsável pelas consequências.

COMPARTIMENTO PARA GUARDAR O MANUAL DO OPERADOR (Abaixo do assento)

Figura 1

Mantenha o Manual do Operador no compartimento existente na sua colhedora, abaixo do banco do operador. O Manual do Operador deve estar disponível para uso por todos os operadores.

NOTA: NOT A: Os lados direito e esquerdo da colhedora usados neste manual são os mesmos lados direito e esquerdo quando sentado no banco do operador olhando para frente.

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E NÚMEROS DE SÉRIE

A placa de identificação do produto está localizada na parte frontal da caixa do motor no lado esquerdo da máquina.

00000000

Modelo da colhedora e número de identificação do produto

Nº SERIE / SERIAL NUMBER

Nº CHASSI / CHASSIS NO.

Esses números deverão ser fornecidos ao revendedor ao pedir peças de reposição.

MODELO / MODEL

CNH LATIN AMERICA LTDA. RUA JOSÉ COELHO PRATES JÚNIOR, 1020 PIRACICABA - SÃO PAULO - CNPJ 60.850.617/0010-19 INDÚSTRIA BRASILEIRA

Figura 2

Número do chassi O número do chassi está gravado na parte traseira da máquina, lado direito.

Figura 3

Número de série do motor Case IH 9L e plaqueta de identificação O número de série (1) do motor está localizado no lado esquerdo da parte dianteira do motor. As plaquetas de identificação (2) do motor estão localizadas na parte superior e frontal do motor.

Figura 4

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Figura 5


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES 1

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2 6 3 7 4

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10

9 Figura 6

1 - Filtro de combustível 2 - Sensor da roda sônica 3 - Bomba de alta pressão 4 - Regulador de alta pressão do fluxo - controlado por PWM, atua como um dispositivo tipo acelerador controlando a pressão do "rail" de forma efetiva através da regulagem da quantidade de combustível disponível para os êmbolos de alta pressão na bomba de alta pressão.

5 - Tubo de alta pressão para o "common rail" 6 - Coletor de admissão e grade aquecedora por detrás 7 - Alternador 8 - Compressor do ar condicionado 9 - Unidade de controle do motor 10 - Motor de partida

11 14 12 13 15

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16 Figura 7

11 - Válvula Blow-by 12 - Fiação para o sensor de pressão do "rail" e para cada injetor individual 13 - Sensor do líquido de arrefecimento

14 - Sensor do volante 15 - Filtro de óleo 16 - Trocador de calor 17 - Bomba de água 84158928 - 01.2009


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F

SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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C

E

9

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H

*

E

0

1

0

-

Número de série Variante Nível de emissão de gás, E = Tier 3 Nível de potência do motor ou torque Uso agrícola Alimentação de combustível + injeção (TCA, direct injection diesel) Número de cilindros Número de cilindrada específica e posição (9 =E.G.R) Motor Evolução da família de motor (igual ou diferente deslocamento) Indicação de família do motor

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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Número de série do motor Scania e plaqueta de identificação O código de identificação do motor indica o tipo do motor, cilindrada, uso ao qual está destinado, etc. O código de identificação e o número de série do motor estão gravados no lado direito do bloco do motor.

Figura 8

DC 9 68 A 02 P Tipo

egulador T ipo de rregulador

DC: Motor Diesel sobrealimentado com intercooler refrigerado por ar.

P: Sistema de comando do motor EMS com PDE e S6.

Cilindrada em dm3

Versão 01-99

Pr estações e código de homologação Prestações Indica, junto com o código de aplicação, a potência bruta do motor. A potência real do motor figura na tarja do motor.

Aplicação A: Para aplicações industriais em geral.

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES 3

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15

14

1.

Tipo designação, impresso no bloco do motor.

10. Filtro de óleo

2.

Número do motor, impresso no bloco do motor

11. Filtro de óleo

3.

Ventilação do cárter

12. Drenagem, óleo do motor

4.

Completamento do nível de óleo

13. Filtro de combustível

5.

Turbocompressor

14. Bomba de combustível manual

6.

Radiador de óleo

15. Motor de partida

7.

Bomba de líquido de arrefecimento

16. Vareta do nível de óleo

8.

Tensionador da correia automático

17. Unidade do comando S6

9.

Drenagem, líquido de arrefecimento

18. Alternador

Figura 9

NOTA: NOT A: A ilustração mostra uma versão normal de um motor DC9. Seu motor pode ter equipamentos diferentes dos mostrados na ilustração. 84158928 - 01.2009


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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COMPONENTES DA MÁQUINA 9

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1

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3 2

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4 Figura 10

1. Cortador/triturador de pontas 2. Divisores de linhas 3. Disco de corte lateral

4. Caixa do corte de base 5. Trem de rolos 6. Picador

7. Extrator primário 8. Elevador 9. Extrator secundário

10. FLAP

Cor tador de pontas Cortador Corta a ponteira da cana em um único pedaço e a arremessa para o lado selecionado pelo operador. - Altura controlada pelo operador.

Figura 11

Triturador de pontas Corta a ponteira da cana em pedaços menores de 100 mm e os arremessa para o lado selecionado pelo operador. - Altura controlada pelo operador.

Figura 12

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Divisor es de linha Divisores Levantam a cana caída e separam a cana da linha de corte da cana da rua lateral. Altura controlada pelo operador. - Inclinação (opcional) controlada pelo operador.

Figura 13

Discos de cor te lateral (Opcional) corte Auxiliam na colheita de cana verde e cana trançada, separando a linha de corte da rua lateral. Altura controlada pelo operador.

Figura 14

Rolo tombador Ajustável para ajudar na alimentação da cana caída. - Acionamento hidráulico ou mecânico (opcional).

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Hidráulico

Figura 15

Mecânico

Figura 16


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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Rolo alimentador Direciona a cana na direção do cortador de base.

Figura 17

Sapatas laterais flutuantes Direcionam os talos caidos para o cortador de base, reduzindo a perda da cana (Ajustável).

Figura 18

Cor tador de base Cortador Corta a cana rente ao solo e alimenta o conjunto de rolos alimentadores. Altura controlada pelo operador.

Figura 19

Rolo levantador Levanta a cana cortada pelo cortador de base direcionando-a aos rolos alimentadores.

Figura 20

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Conjunto de rrolos olos alimentador es (T olos) alimentadores (Trrem de rrolos) Transportam a cana cortada para o picador e permitem queda livre de impurezas.

Vista superior

Figura 21

Extrator primário Provoca fortes correntes ascendentes de ar, retirando impurezas dos toletes de cana, enquanto estes caem no elevador. - Rotação variável, controlada pelo operador de acordo com a necessidade.

Figura 22

Capuz do extrator primário Direciona as impurezas para fora do elevador e outras áreas. Giro hidráulico ou mecânico.

Figura 23

Picador Rolos giratórios equipados com lâminas que picam a cana em toletes.

Figura 24

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

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Elevador Transporta os toletes de cana para a caçamba e permite a queda livre de impurezas. Giro controlado pelo operador.

Figura 25

Extrator secundário Provoca forte corrente de ar, retirando impurezas do tolete de cana, enquanto estes caem no transbordo. - Rotação fixa.

Figura 26

Capuz do extrator secundário Redireciona o fluxo de impurezas para fora do transbordo. - Giro hidráulico.

Figura 27

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SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

ECOLOGIA E O MEIO AMBIENTE O solo, o ar e a água são fatores vitais para a agricultura e para a vida em geral. Onde a legislação ainda não dita o tratamento para algumas substância que são necessárias para a tecnologia avançada, o bom senso deverá governar o uso e descarte de produtos de natureza química e petroquímica. Seguem recomendações que podem ajudar: • Aprender e compreender a legislação relacionada aplicável ao seu país. • Onde não houver legislação, obter informações dos fornecedores de óleos, filtros, baterias, combustíveis, agentes de limpeza, etc. com respeito ao seu efeito em pessoas e na natureza e como armazenar, utilizar e descartar estas substâncias com segurança.

Dicas úteis 1. Evitar abastecer tanques utilizando recipientes abertos ou sistemas pressurizados de abastecimento de combustível inapropriados que podem provocar derramamentos. 2. No geral, evitar contato da pele com todos os combustíveis, óleos, ácidos, solventes, etc. A maioria deles contém substâncias que podem ser prejudiciais à saúde.

3. Os óleos modernos contêm aditivos. Não queimar combustíveis contaminados e/ou resíduos de óleo em sistemas de aquecimento comuns. 4. Evitar derramamentos ao drenar misturas de arrefecimento do motor, óleos hidráulicos e da caixa de mudança e do motor, fluidos de freio, etc. Não misturar fluidos de freio ou combustíveis drenados com lubrificantes. Armazená-los com segurança até que possam ser descartados de forma adequada para cumprir com a legislação local e os recursos disponíveis. 5. As misturas de arrefecimento modernas, isto é, anti-congelante e outros aditivos, devem ser trocadas nos intervalos determinados no Manual do Operador. Não se deve permitir que elas contaminem o solo, elas devem ser recolhidas e descartadas com segurança e os devidos cuidados ao meio ambiente. 6. Reparar imediatamente quaisquer vazamentos ou defeito nos sistemas de arrefecimento do motor e hidráulico. 7. Não aumentar a pressão em um circuito pressurizado, pois pode levar o componente a explodir. 8. Proteger as mangueiras ao soldar, pois os respingos de solda podem furar ou enfraquecêlas, causando perda de óleo, refrigerante, etc.

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

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Esta seção for nece infor mações de segurança impor tantes para a sua colhedora. fornece informações importantes

SEGURANÇA Compreenda que a sua segurança e a de outras pessoas depende de como você conserva e opera esta máquina. Conheça as posições e operação de todos os controles antes de tentar operá-la. CERTIFIQUE-SE DE VERIFICAR TODOS OS CONTROLES EM UMA ÁREA SEGURA ANTES DE INICIAR O SEU TRABALHO. LEIA ESTE MANUAL COMPLETAMENTE e certifique-se de que você entendeu os controles. Todo equipamento tem um limite. Certifique-se de que você entendeu as características de velocidade, freios, estabilidade de direção e carga desta máquina antes de iniciar a operação.

As informações de segurança fornecidas neste manual não substituem as regras de segurança, requisitos de seguros, leis federais, estaduais e locais. Certifique-se de que sua máquina possui o equipamento adequado exigido pelas regulamentações e leis locais. Continuamos a trabalhar por sua segurança fabricando colhedoras com melhor proteção e fornecendo estas regras de operação segura.

ADVER TÊNCIA: ESTE SÍMBOLO DE ALERTA DE SEGURANÇA ADVERTÊNCIA: INDICA MENSAGENS DE SEGURANÇA IMPORTANTES NESTE MANUAL. AO VER ESTE SÍMBOLO, LEIA CUIDADOSAMENTE A MENSAGEM QUE SEGUE E FIQUE ATENTO PARA A POSSIBILIDADE DE FERIMENTOS PESSOAIS OU MORTE.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO ADVERTÊNCIA: DOS DISCOS DO CORTADOR DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MÁQUINA.

REGRAS DE SEGURANÇA • Não suspender a máquina com macaco a menos que o macaco e a máquina estejam bem firmes no solo. Verificar se o macaco está bem apoiado. Nunca trabalhar embaixo da máquina a menos que existam calços de segurança posicionados.

• A velocidade deve ser tal que permita o controle completo, mantendo sempre a estabilidade da máquina. Deve-se tomar cuidado ao operar perto de diques, aterros e buracos. Reduza a velocidade quando girar, operar em elevações e em superfícies acidentadas ou enlameadas.

• Opere os controles somente quando sentado no assento do operador.

• O encontro de tráfego de estrada em alta velocidade e máquinas de deslocamento lento pode provocar ferimentos pessoais ou morte. Em estradas ou quando operar ao redor de uma, utilize sempre luzes piscando e sinais de veículo longo e todas as leis locais devem ser observadas. Encoste à direita para deixar o tráfego mais rápido passar. Diminua a velocidade e sinalize antes de fazer uma curva.

• São causas freqüentes de ferimentos ou morte a queda e atropelamento de pessoas. Não permita que outras pessoas dirijam. Somente uma pessoa - o operador - deve estar na máquina durante a operação. Ver tópico “Assento do operador” mais adiante. • IMPOR TA N T E : Durante o transporte, de RT colhedora com pneus “A8000”, o operador deve parar de vinte em vinte minutos e girar o volante em todo o seu curso para realinhar a convergência nas rodas dianteiras.

• Sempre verificar o perfeito funcionamento dos freios. • Jamais operar o motor em um prédio fechado. Uma ventilação adequada é necessária sob todas as circunstâncias. 84158928 - 01.2009


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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

• Nunca operar a máquina sem blindagens. • O liquido de arrefecimento "aquecido" sob pressão pode respingar se a tampa do tanque de expansão for removida. Para retirar a tampa do tanque de expansão esperar o sistema esfriar. • O vazamento de óleo hidráulico ou combustível diesel sob pressão pode penetrar na pele e causar infecção ou outras lesões. Para Evitar Lesões Pessoais: - Liberar toda a pressão antes de desconectar as linhas de fluidos. - Antes de aplicar pressão, certificar-se de que todas as conexões estejam apertadas e os componentes estejam em boas condições. - Nunca usar as mãos para verificar vazamentos de óleo e/ou água sob pressão. Usar um pedaço de papelão ou madeira para esse fim. - Se houver lesões provocadas por vazamentos de fluidos, consultar o médico imediatamente. • Poderá haver explosão da bateria e/ou danos em componentes elétricos, resultantes da conexão errada de baterias reforçadoras ou carregador. Conectar terminal positivo a positivo e negativo a negativo. Externamente, o ácido da bateria pode causar queimaduras, cegar e é tóxico se ingerido. • É uma boa prática manter dois extintores de incêndio na máquina. Certificar-se de que os extintores sejam mantidos corretamente e conhecer sua utilização adequada.

• A colhedora de cana Case IH Austoft A8000/ A8800, possui sistemas de segurança que devem ser testados periodicamente para certificar-se do seu perfeito funcionamento. - Banco do operador: se não tiver ocupado, desliga os implementos. - Porta do lado das correias (lado direito): se aberta, desliga o motor diesel e/ou não aciona a partida. - Nível de óleo hidráulico do tanque principal: se abaixo do nível desliga o motor diesel. - Botão que inibe as funções de colheita (Botão amarelo). - Botão que inibe o funcionamento do motor diesel - parada de emergência - (Botão vermelho). - Baixa pressão do óleo motor: diminui a rotação do motor diesel. - Alta temperatura do motor: diminui a rotação do motor diesel. ADVER TÊNCIA: É possível desativar ADVERTÊNCIA: o sistema de segurança por 2 min. segurando o botão da desaceleração e dando a partida. Esse procedimento deverá ser utilizado apenas em caso de emergência, e é de responsabilidade do operador. Como exemplo de casos de emergência, podemos citar: casos de incêndio na lavoura; carregamento e descarregamento devido ao transporte da colhedora; casos de emergência devido a acidentes pessoais.

• Devido à natureza inflamável dos resíduos de cultura encontrados pelas colhedoras, os riscos de incêndios são altos. Esse risco pode ser minimizado pela remoção freqüente de material de cultura acumulado na máquina e pela verificação de componentes da máquina superaquecidos. No caso de vazamento de óleo, reapertar parafusos ou substituir gaxetas e vedações conforme necessário.

• Sempre garantir que a chave de isolamento da colhedora esteja desligada quando trabalhar na colhedora; por exemplo, na troca das lâminas do picador, lâminas do cortador de base. Em todas as operações de soldagem e limpeza da máquina desconectar os cabos da bateria.

• Recomenda-se verificar diariamente todos os dispositivos de segurança na colhedora para garantir a proteção total de todos os componentes.

• Sempre olhar para cima para garantir folga adequada no elevador e no cortador de pontas.

• Sempre usar roupas adequadas quando operar ou trabalhar na máquina.

ADVER TÊNCIA: A colhedora possui ADVERTÊNCIA: um sistema de segurança do equipamento e que também inibe a partida durante determinados tipos de manutenção.

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

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SEGURANÇA PESSOAL Ao longo deste manual e nos adesivos de segurança da máquina, voce encontrará recomendações de precaução: P E R I G O , ADVER T Ê N C I A o u C U I D A D O seguido de RT instruções específicas ou dois símbolos pictoriais de segurança ISO. Estas precauções são para sua segurança pessoal. Não seguir corretamente as instruções de PERIGO, ADVER TÊNCIA ou CUIDADO pode ADVERTÊNCIA resultar em ferimentos graves ou morte. PERIGO, ADVER TÊNCIA ou CUIDADO são ADVERTÊNCIA definidos como segue: • PERIGO PERIGO: Indica uma situação de risco imediata que, se não evitada, resultará em morte ou ferimentos graves. A cor associada com Perigo é VERMELHA.

• CUIDADO: Indica uma situação potencial de risco que, se não evitada, pode resultar em ferimentos moderados ou mínimos. Pode ser também usada para alertar contra práticas inseguras. A cor associada com Cuidado é AMARELA. Os adesivos de dois símbolos pictoriais ISO são definidos como segue: • O primeiro símbolo indica a natureza do risco. • O segundo símbolo indica o procedimento apropriado de evitar o risco. • A cor de fundo é AMARELA. Símbolos de proibição, tais como STOP

se usados, são VERMELHOS.

TÊNCIA • ADVER ADVERTÊNCIA TÊNCIA: Indica uma situação potencial de risco que, se não evitada, pode resultar em morte ou ferimentos graves. A cor associada com Advertência é LARANJA.

SEGURANÇA DO BANCO DE INSTRUÇÃO • Terceiros, especialmente crianças, não são permitidos andar de carona na máquina.

• Quando o Banco de Instrução for ocupado, as seguintes precauções devem ser tomadas:

• O Banco de Instrução deve ser utilizado somente para treinamento de um novo operador ou quando um técnico estiver diagnosticando um problema mecânico.

A. Dirija a máquina em uma velocidade mais baixa e em terreno nivelado. B. Evite dirigir em rodovias ou estradas públicas. C. Evite partidas e paradas bruscas. D. Evite curvas fechadas. E. Use sempre o cinto de segurança (quando disponível no banco de instrução). F. Mantenha a porta da cabine fechada em todos as ocasiões.

• Uma causa frequente de acidente pessoal ou morte é a queda de pessoas para fora da máquina seguida de atropelamento. NÃO permita que outros andem de carona, exceto no assento de instrução designado.

ADVER TÊNCIA: Antes de dar partida no motor assegure-se de que o cinto de segurança ADVERTÊNCIA: esteja devidamente apertado. O cinto de segurança pode ajudar a garantir sua segurança se for usado e mantido adequadamente. Nunca use o cinto de segurança solto ou com folga no sistema. Nunca use o cinto de segurança torcido ou preso entre as peças da estrutura do banco.

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

ADVER TÊNCIA: NÃO permita que outros andem de carona, exceto no assento de instrução ADVERTÊNCIA: designado.

SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO • Mantenha sempre os adesivos de segurança e de informações limpos e visíveis. Substitua os adesivos danificados, perdidos, pintados por cima ou ilegíveis. • Durante montagem, operação ou manutenção na máquina, vista roupas de proteção e equipamentos de segurança pessoal necessários para o procedimento em particular. Alguns equipamentos de segurança que podem ser necessários são sapatos de segurança, protetores faciais e/ou para os olhos, capacete, luvas, máscara de filtragem e protetores auriculares. • Não use jóias ou roupas folgadas que podem enroscar-se com peças em movimento. Use sempre roupas justas. Mantenha mãos, pés, roupas e cabelo afastados de peças em movimento.

• Nunca tente remover obstruções ou objetos da máquina com o motor funcionando. • Sempre desligue o motor e retire a chave da ignição ao sair do banco do operador ou da máquina. • Para efetuar manutenção na máquina, coloquea sempre em uma superfície firme e plana. . Se remover ou abrir proteções para manutenção, sempre recoloque-as antes de operar a máquina. Nunca opere a máquina com as proteções abertas ou sem elas. • Mantenha a área utilizada para manutenção limpa e seca. Pisos molhados ou oleosos são escorregadios. Locais molhados podem ser perigosos quando trabalhando com equipamento elétrico. Certifique de que saídas elétricas e ferramentas sejam apropriadamente aterradas.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO ADVERTÊNCIA: DOS DISCOS DO CORTADOR DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MÁQUINA.

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO • Riscos de incêndio podem ser minimizados pela limpeza freqüente de material acumulado da colheita ou resíduos da máquina. • Remova diariamente material da colheita ou resíduos da máquina. Em especial, verifique a área do motor e sistema de escapamento.

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• O combustível do motor pode causar explosão ou incêndio. NÃO abasteça o tanque com o motor funcionando, se estiver próximo a fogo, soldando, fumando, etc. Consulte Prevenção Contra Fogo na Seção Manutenção deste manual para informações adicionais.


SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

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SEGURANÇA DAS BATERIAS • NÃO provoque faíscas ou chama próximo à bateria. • Ao desconectar os terminais da bateria, remova primeiro o cabo Negativo (-); depois remova o Positivo (+). Ao conectar os cabos, conecte primeiro o Positivo (+), depois o Negativo (-). • Desconecte a bateria (ambos os terminais) antes de soldar qualquer parte da máquina. Não tomar este cuidado pode causar danos a componentes elétricos sensíveis. • ÁCIDO DE BATERIA PROVOCA QUEIMADURAS GRAVES. Baterias contém ácido sulfúrico. Evite contato com a pele, olhos ou roupas. Antídoto: EXTERNO - Lave com água. INTERNO - Beba grandes quantidades de água ou leite. NÃO provoque vômito. Procure assistência médica imediatamente. OLHOS -

Lave com água durante 15 minutos e procure um médico imediatamente. BATERIAS PRODUZEM GASES EXPLOSIVOS. Mantenha faíscas, chamas e cigarros distantes. Ventile quando carregando ou usando em locais fechados. Use sempre óculos de proteção quando trabalhando próximo de baterias. Lave as mãos após o manuseio. MANTENHA FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS. • Quando trabalhando próximo de baterias estocadas, lembre que partes expostas de metal estão energizadas. Nunca encoste um objeto de metal nos terminais pois pode ocorrer uma faísca, curto circuito, explosão ou ferimento pessoal. • Polos de bateria, terminais e outras peças relativas contém chumbo e compostos de chumbo. Lave as mãos após o manuseio.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DA MÁQUINA • NÃO permita que outras pessoas andem de carona na máquina. Estas pessoas podem cair ou causar um acidente.

• Mantenha-se afastado de áreas perigosas como valas e barrancos. Caminhe pelo local de trabalho antes de iniciá-lo e observe os perigos.

• NÃO opere a máquina sob efeito de álcool ou drogas. • Fique atento e sempre saiba a localização de todos os trabalhadores na sua área. Mantenha outras pessoas afastadas da sua máquina. Não observar estas instruções pode resultar em ferimentos ou morte.

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS • Se você ficar exposto ou em contato com produtos químicos perigosos, você pode machucar-se gravemente. Os fluidos, lubrificantes, tintas, adesivos, líquidos refrigerantes, etc., usados em sua máquina podem ser perigosos.

• Antes de efetuar serviços de manutenção em sua máquina, verifique a MSDS de cada fluido, lubrificante, etc., utilizados. Esta informação indica os riscos e como efetuar a manutenção de forma segura. Siga estas informações ao executar serviços na máquina.

• As Folhas de Especificações de Segurança de Materiais (MSDS) fornecem informações sobre substâncias químicas dentro de um produto, procedimentos seguros de manuseio, medidas de primeiros socorros e procedimentos a serem seguidos em casos de vazamentos acidentais dos produtos. MSDS estão disponíveis no seu concessionário Case IH.

• Antes de executar serviços nesta máquina e antes de descartar fluidos e lubrificantes usados, lembre-se sempre do ambiente. NÃO jogue óleo ou fluidos no solo ou em recipientes que possam vazar. • Verifique com a autoridade local de proteção ambiental ou de reciclagem, ou com o seu concessionário, o procedimento correto para descarte.

PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA Muitos acidentes podem ser evitados pela observação de certas precauções. Para previnílos, leia as orientações abaixo antes de operar a colhedora. Os equipamentos devem ser operados apenas por pessoas responsáveis e instruídas para isso.

• Não freie bruscamente para evitar desequilibrar a máquina.

Operação

• Antes de ligar o motor, acione a buzina várias vezes e certifique-se de que nao haja ninguém nas proximidades.

• A máquina deve ser operada por pessoal treinado e familiarizado com todos os controles, comandos e técnicas da colheita e em solos com até 10% de declividade para colhedoras de pneu (A8000) e 15% para colhedoras de esteira (A8800). O trabalho com equipamento desconhecido, pode dar origens a acidentes graves. • Ao dirigir em estradas: - Observe as normas de trânsito. - Utilize velocidade compatível com as condições locais e assegure-se de que todas as luzes de tráfego estejam em perfeito funcionamento. - Aplique a trava de interligação dos pedais de freio para operá-los simultaneamente. (A8000) • Não permita que outras pessoas além do operador estejam na máquina enquanto ela estiver operando.

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• Antes de movimentar a máquina, verifique se todas as blindagens estão fechadas e travadas na posição.

• Mantenha as crianças afastadas da máquina em todas as circunstâncias. • Verifique, diariamente, o torque de aperto das rodas dianteiras e traseiras (A8000) e da roda guia (A8800). • Não tente limpar, lubrificar ou ajustar qualquer parte da máquina com o motor em funcionamento. • Antes de deixar a plataforma do operador, desacione o sistema industrial, aplique o freio de estacionamento e retire a chave do interruptor de partida. • Não se coloque em baixo da máquina sem que haja em calço nos cilindros da suspensão.


SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

• Não se aproxime da máquina usando roupas frouxas que possam engatar em qualquer uma de suas partes rotativas. • Mantenha as mãos afastadas de peças em movimento. • Mantenha o extintor de incêndio carregado e ao alcance do operador e dentro do prazo de validade. • Não tente subir sobre a cabine.

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• Muito cuidado para evitar contato com óleo quente. Caso o óleo do motor esteja muito quente, deixe-o esfriar até uma temperatura moderada, para então removê-lo com segurança. • Não manusear filtro de óleo quente com as mãos desprotegidas.

Combustível • Nunca remova a tampa do tanque ou abasteça com o motor em funcionamento ou quente.

Motor

• Não fume enquanto estiver abastecendo ou próximo ao combustível.

• Mantenha a área do motor livre de poeira e palha para evitar a possibilidade de incêndios.

• Não encha o tanque completamente; deixe algum espaço para expansão.

• Não opere a colhedora em compartimentos fechados sem ventilação adequada; os gases de escapamento podem causar a morte.

• Limpe os respingos imediatamente.

• Tenha cuidado ao remover a tampa do radiador com o motor quente. Caso não seja possível esperar que o motor esfrie para abrí-la, cubraa com um pano e gire-a até o primeiro batente para aliviar a pressão. NUNCA adicione água fria ao radiador quente. Em caso de perda da tampa do tanque de expansão, reponha-a sempre por uma tampa original Case IH. Uma tampa não aprovada, pode não ser segura. • O sistema de injeção está sob pressão e o óleo diesel vazando pode penetrar na pele. Não tente ajustar ou fazer reparos na bomba ou bicos injetores.

de

combustível

• Sempre mantenha a tampa do tanque firmemente apertada. • Em caso de perda da tampa, reponha-a com uma tampa original CASE IH; uma tampa não aprovada, pode não ser segura. • Nunca use diesel para fins de limpeza. • Mantenha o equipamento limpo e com a correta manutenção. • Não conduza a colhedora próxima ao fogo. • Mantenha a tela (filtro) dentro do bocal de enchimento mesmo durante o abastecimento.

• Contato prolongado com o óleo lubrificante usado, pode causar problemas à pele. Procure usar luvas de borracha ao manuseá-lo.

OBRIGAÇÕES LEGAIS Sua colhedora pode ser equipada com protetores e outros dispositivos em cumprimento à legislação. Alguns deles, exigem aplicação ativa do operador. Além disto, verifique a legislação local sobre a utilização de colhedoras.

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

EXTINTOR DE INCÊNDIO É recomendado manter um extintor de incêndio nas colhedoras quando ela estiver operando para ajudar a apagar principios de incêndios. AVISO

É imprescindível que os extintores recebam manuntenção adequada e que o operador receba instruções de como usá-lo.

Verificações mensalmente 1. Verificar se o extintor está dentro do prazo de validade.

Figura 1

2. Verificar se o indicador de pressão está na faixa verde.

Instruções de operação e uso

3. Verificar se o lacre está integro.

O usuário deve possuir conhecimentos mínimos para a correta utilização do produto. A seqüência básica de operação é mostrada no quadro de instruções (rótulo) do extintor.

4. Verificar se existe a marca de conformidade do INMETRO. 5. Verificar se os prazos de durabilidade e validade do teste hidrostático não estão vencidos. 6. Verificar se a aparência geral externa está em boas condições (sem ferrugem, amassados e outros danos).

As informações a seguir são complementares e podem ser utilizadas para o treinamento dos usuários: 1. Retire o extintor do suporte de fixação.

ATENÇÃO ATENÇÃO: Se alguns dos itens acima estiverem em desacordo, substitua o extintor.

2. Aperte o gatilho e movimente o jato em forma de leque. Se o combustível for líquido, não aplique o jato diretamente sobre a superfície para evitar aumento da área em queima.

Precauções de segurança

3. Quando o fogo estiver extinto, fique atento para a uma possível reignição. Apenas os pós ABC permitem razoável segurança à reignição quando aplicados em sólidos inflamáveis.

1. Não testar o extintor, qualquer uso causará perda de pressão, tornando-o inoperante. 2. O contato involuntário com resíduos do agente extintor poderá causar irritações na pele, nos olhos e nas vias aéreas. 3. Permanecendo algum desconforto físico, procurar um médico. 4. Conteúdo sobre pressão. Nunca perfure, amasse ou exponha ao fogo mesmo depois de descarregado.. Especificação do extintor Part number Case: 00943470 Capacidade extintora: 2A: 20-B: C Classe de fogo: ABC Carga: 4 kg Agente extintor: Fosfato Monoamonico

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4. Evacue e ventile a área. A fumaça é sempre tóxica podendo causar irritações nas vias respiratórias ou até mesmo levá-lo à perda de consciência. IMPOR TANTE: IMPORT a) O tempo de descarga dos extintores KIDDE com carga de pó é pequeno. Devido à curta duração da descarga, o operador deve estar atento quanto a evitar desperdícios de agente extintor. b) O combate em combustíveis líquidos (Classe B) deve ser realizado com descarga contínua, sem interrupções do jato. c) Para combustíveis sólidos (Classe A), dependendo das proporções do fogo, pode ser necessário o uso de descarga intermitente.


SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

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ADESIVOS DE SEGURANÇA IMPOR TANTE: Coloque adesivos novos se os antigos estiverem danificados, perdidos, pintados ou não IMPORT puderem ser lidos. Quando substituir peças que possuam adesivos, certifique-se de colocar um adesivo novo em cada peça nova. Mantenha os adesivos limpos. Quando limpar os adesivos, use somente um pano, água e sabão. Não utilize solvente, gasolina, etc. NOT A: Adesivos novos estão disponíveis no seu concessionário Case IH. NOTA:

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS


SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

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SÍMBOLOS UNIVERSAIS Como guia para a utilização de sua colhedora, foram utilizados nos instrumentos, comandos, interruptores e caixa de fusíveis. Estes símbolos estão indicados abaixo, bem como o respectivo significado. Termostado do sistema auxiliar de partida

Luzes de freio

Carga do alternador

Buzina

Nível de combustível

Corte automático de combustível

Filtro de ar obstruido

Pressão do óleo da transmissão

Freio de estacionamento

Cuidado !

Rádio Nível do óleo dos freios Sinalização de emergência

Memória de emergência Freio do reboque

RPM do motor (rpm x 100) Indicadores de direção Horas de trabalho

Pressão do óleo do motor

Temperatura do sistema de arrefecimento do motor

Nível do sistema de arrefecimento

Luzes da colhedora

Controle variável Sinalizador

Indicadores de direção - um reboque

Indicadores de direção - dois reboques

Limpa-lava pára-brisas

Comando da temperatura do aquecimento

Luz alta

Cuidado ! Substância corrosiva

Tomada de Força (TDF)

Transmissão em ponto-morto

Bloqueio do diferencial Ventoinha do aquecimento

Pressurizado ! Abra cuidadosamente

Tomada auxiliar de corrente

Filtros do hidráulico e da transmissão

Anomalia ! Veja o Manual do Operador

Luz baixa

Faróis de serviço

Ar Condicionado

Temperatura do óleo do eixo traseiro

Anomalia ! (símbolo alternativo)

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NOTAS:

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SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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CONTROLES E INSTRUMENTOS Antes da operação CUIDADO

Antes de dirigir ou operar a colhedora, estudar as precauções de segurança no inicio deste Manual. Leia com muita atenção essa seção. Ela detalha a localização e operação dos vários instrumentos, interruptores e comandos em sua colhedora. Mesmo que você opere outras colhedoras, deve ler esta seção do manual profundamente e certificar-se de estar familiarizado com a localização e função de todos os recursos da colhedora.

Não dar a partida no motor, nem tentar dirigir ou operar a colhedora sem antes estar totalmente acostumado com todos os comandos. É tarde demais para aprender depois que a colhedora estiver em movimento. Em caso de dúvidas em relação a qualquer aspecto da operação da colhedora, consultar o seu Concessionário CASE IH. Ter atenção especial com as recomendações de amaciamento para garantir que a sua colhedora possa lhe proporcionar o serviço para o qual foi projetada por muito tempo e com confiabilidade.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

ASSENTO DO OPERADOR Antes de operar a colhedora, é importante regular o assento na posição mais confortável. Consultar o texto e as ilustrações a seguir para obter detalhes.

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3

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Figura 1

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.

Cinto de segurança Apoio de braço Ajuste lombar Ajuste horizontal Ajuste horizontal da suspensão (MODO TRANSPORTE) Ajuste pneumático de altura do assento Fita indicadora de peso Ajuste do encosto do banco Encosto da cabeça

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

• Para prevenir danos, é imprescindível que o banco funcione muito bem e esteja ajustado a seu peso e estatura. Para isso, mantenha o seu banco em perfeito estado dedicando-lhe os devidos cuidados. NOT A: No mínimo, os controles de manutenção NOTA: devem coincidir com os intervalos de manutenção do veículo.

Indicações de segurança

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RISCO GRANDE DE ACIDENTE

Não se deve colocar objetos que não correspondam ao uso normal sobre os bancos do operador que possuam interruptores para reconhecimento de disponibilidade do assento, pois do contrário o veículo poderia colocar-se em movimento sem o operador. Se o peso for removido da superfície do assento, produz-se uma parada do veículo. Durante o funcionamento, com o banco do operador suportando carga, não deve-se apertar o fole para dentro.

• A fim de evitar lesões, não coloque objetos que interfiram nas regulagens do banco. • Antes da colocação em serviço do banco do operador, deve-se retirar os materiais de embalagem eventualmente existentes no encosto e assento do banco. • Para evitar o risco de acidentes, antes de colocar o veículo em marcha, certifique-se que todos os dispositivos de ajuste tenham encaixado corretamente.

PERIGO DE APRISIONAMENTO

Deve-se evitar que qualquer objeto ou líquido entre no interior do banco do operador. O banco do operador não é impermeável e devese evitar que seja salpicado por água.

Os dispositivos de ajuste e regulagem do banco não devem ser acionados durante a marcha. • Se o estofado do encosto tiver sido removido, o respectivo dispositivo de ajuste somente deverá ser acionado no caso em que se retenha o encosto com a mão. Se não se levar isso em conta, existe um grande risco de lesão ao deslocar-se o encosto bruscamente para a frente. • Periodicamente deve-se verificar a firmeza das uniões com parafusos. Um movimento do banco do operador pode ser sintoma de parafusos soltos ou de outro tipo de defeito. • Antes de colocar o veículo em funcionamento, deve assegurar-se que os interruptores que possam existir no banco do operador (para a suspensão de elementos adicionais ao abandonar o banco do operador ou o veículo) funcionem corretamente. Em caso de anomalias no funcionamento, não deve colocar-se o veículo em funcionamento.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PAINÉIS DE INSTRUMENTOS - CONSOLE DO LADO DIREITO 17

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P

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26 Figura 2

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1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13.

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Sistema de bloqueio (Somente modelos A8000) Transbordo traseiro / Cortador de pontas dobrável (Opcional) Giro capuz do extrator primário Rotações do extrator primário Modo transporte / Colheita Indicadores de direção (Esquerdo / Direito) Freio de estacionamento Extrator primário Extrator secundário Pisca alerta Altura do elevador Inclinação de corte de base (Opcional) Altura do disco de corte lateral esquerdo

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14. Acionamento do disco de corte lateral esquerdo 15. Altura do disco de corte lateral direito 16. Acionamento do disco de corte lateral direito 17. Sair (Esc) do monitor eletrônico 18. Home (Retorno tela principal monitor eletrônico) 19. Botão de navegação do monitor eletrônico 20. Posições do rolo tombador 21. Rotação do motor diesel 22. Giro do capuz do extrator secundário 23. Alavanca multifunção 24. Parada de emergência 25. Funções de colheita 26. Porta copo


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Interruptores Posição (1) - Sistema de bloqueio (Somente modelos A8000) - Um toque liga. - Um toque desliga.

Posição (2) - T ransbor do traseir o / Cor tador de pontas dobrável Transbor ransbordo traseiro Cortador • Quando transbordo - Um toque para frente, sobe transbordo - Um toque para trás, desce transbordo • Quando mastro dobrável - Um toque para frente, sobe mastro - Um toque para trás, desce mastro Posição (3) - Gir o do capuz do extrator primário Giro - Toque para frente, gira para direita. - Toque para trás, gira para esquerda.

Posição (4) - Rotação do extrator primário - Toque para frente, aumenta a rotação. - Toque para trás, diminui a rotação.

Posição (5) - Acionamento de função transpor te / campo transporte - Um toque sentido transporte. - Um toque sentido campo. NOT A: Visualizado na parte superior esquerda do display. NOTA:

Posição (6) - Indicador de dir eção direção - Toque para frente, seta para direita. - Toque para trás, seta para esquerda. NOT A: Quando ligada, aciona o alarme sonoro. NOTA:

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (7) - Fr eio de estacionamento Freio - Um toque libera o freio. - Um toque aciona o freio. NOT A: Ao acionar o freio de estacionamento, aparecerá o símbolo (P) em destaque no NOTA: display e não haverá deslocamento da máquina.

Posição (8) - Aciona o extrator primário - Um toque liga o extrator primário. - Um toque desliga o extrator primário.

Posição (9) - Aciona o extrator secundário - Um toque liga o extrator secundário. - Um toque desliga o extrator secundário.

Posição (10) - Aciona o pisca aler ta alerta a. Liga o pisca alerta.

a b

b. Desliga o pisca alerta. NOT A: Ao se acionar o pisca alerta, será acionado o alarme sonoro intermitente no NOTA: interior da cabine.

Posição (11) - Aciona sobe / abaixa elevador

a

a. Sobe o elevador. b. Abaixa o elevador

b

Posição (12) - Inclinação do cor te de base (Opcional) corte

a

b

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a. Sobe a parte traseira do cortador de base. b. Abaixa a parte traseira do cortador de base.


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Posição (13) - Altura do disco de cor te lateral esquer do corte esquerdo a. Estende o disco de corte lateral.

a

b. Retrai o disco de corte lateral.

b

Posição (14) - Acionamento e sentido de rrotação otação do disco de cor te lateral esquer do corte esquerdo a. Acionamento sentido colheita (1 toque liga, 1 toque desliga).

a

b. Acionamento sentido reversão (1 toque liga, 1 toque desliga).

b

NOT A: TEMPORIZADOR: Caso o operador altere do sentido da colheita para o sentido NOTA: reversão de uma só vez, antes de reverter, o sistema primeiro entrará em neutro e depois acionara o sentido reverso. Lembrar de diminuir a rotação da colhedora.

Posição (15) - Altura do disco de cor te lateral dir eito corte direito a. Estende o disco de corte lateral.

a

b. Retrai o disco de corte lateral.

b

Posição (16) - Acionamento e sentido de rrotação otação do disco de cor te lateral dir eito corte direito a. Acionamento sentido colheita (1 toque liga, 1 toque desliga).

a b

b. Acionamento sentido reversão (1 toque liga, 1 toque desliga). NOT A: TEMPORIZADOR: Caso o operador altere do sentido da colheita para o sentido NOTA: reversão de uma só vez, antes de reverter, o sistema primeiro entrará em neutro e depois acionara o sentido reverso. Lembrar de diminuir a rotação da colhedora.

Posição (17) - Retor na para a tela principal do monitor eletrônico Retorna

Posição (18) - Retor na para a tela anterior do monitor eletrônico Retorna

Posição (19) - Botão de navegação do monitor eletrônico - Girar o botão para navegar no display. - Pressionar o botão para confirmar a função selecionada no display.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (20) - A vanço e rrecuo ecuo do rrolo olo tombador hidráulico Avanço a. Avanço do rolo tombador.

a

b. Neutro.

b

c. Recuo do rolo tombador.

c

Posição (21) - Rotação do motor a. Aumenta a rotação do motor.

a

b. Diminui a rotação do motor. NOT A: O motor possui 3 rotações pré determinadas, baixa, intermediária e alta. Cada NOTA: toque no interruptor irá aumentar/diminuir a rotação para uma das 3 rotações.

b

a

b

Posição (22) - Acionamento do gir o do capuz do extrator secundário giro a. Gira o capuz do extrator para a direita. b. Gira o capuz do extrator para a esquerda.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Posição (23) - Alavanca Multifuncional (Par te Dianteira) (Parte

B

D

H G

Figura 3

Posição (23) - Alavanca Multifuncional (Par te T raseira) (Parte Traseira)

a

b

c

a. b. c.

Shift (Mudança de função) Inativo Buzina Figura 4

Comando A1 Shift (73) + A1 A2 Shift (73) + A2 B1 Shift (73) + B1 B2 Shift (73) + B2 C1

Função Divisor de linha – lado esquerdo – levantar Divisor de linha – lado esquerdo – inclinar para fora Divisor de linha – lado esquerdo – abaixar Divisor de linha – lado esquerdo – inclinar para dentro Divisor de linha – lado direito – levantar Divisor de linha – lado direito – inclinar para fora Divisor de linha – lado direito – abaixar Divisor de linha – lado direito – inclinar para dentro Corte de Base – levantar a frente da máquina

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Comando Shift (73) + C1 C2 Shift (73) + C2 D G H B E Shift (73) + E S Shift (73) + S Shift M M (1x)

M (2x) + -

Função Levantar os Divisores de Linha: lado esquerdo e lado direito juntos Corte de Base – abaixar a frente da máquina Abaixar os Divisores de Linha: lado esquerdo e lado direito juntos Levantar o Cortador de Pontas Abaixar o Cortador de Pontas Acionar o Cortador de Pontas para o lado esquerdo Acionar o Cortador de Pontas para o lado direito Esteira do Elevador - ligar / desligar Esteira do Elevador – inverter a rotação Implementos de colheita – ligar / desligar (Divisores de Linha, Corte de Base, Rolos Alimentadores, Rolos Picadores) Reversão dos Implementos de Colheita Shift M (1x) -> Ativa altura reduzida e pressão extra Shift M (2x) -> Destiva altura reduzida e pressão extra Colocar a máquina na altura de corte pré-determinada no auto-tracker (certifique-se de altura de corte esteja pré determinada) Colocar a máquina na altura de manobra pré-determinada no auto-tracker Inclinar o Defletor para fora (Abrir o Flap) Inclinar o Defletor para dentro (Fechar o Flap)

Posição (24) - Parada de emergência NOT A: Ao acionar a parada de emergência o motor NOTA: será desligado imediatamente. Essa função deverá ser utilizada somente em casos de extrema necessidade. Se a chave de ignição for acionada com o botão de emergência pressionado a máquina não dá partida e não aciona a buzina também, com isso irá aparecer mensagem de erro no monitor.

Posição (25) - Funções de colheita - Botão para cima funções de colheita habilitadas. - Botão para baixo funções de colheita desabilitadas. NOT A: Ao desabilitar o botão "funções de colheita", irão NOTA: ser desabilitados o motor do cortador de pontas, motores dos discos de corte lateral, sistema industrial, motor extrator primário, motor extrator secundário, e motores da esteira do elevador.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Posição (26) - Por ta copos Porta

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38

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PAINEL SUPERIOR DIREITO 1

2

3

5

6

9

10

11

Figura 5

15

4

7

8

12

13

14

Posição (1) a. Liga os faróis de trabalho interno e habilita os demais interruptores dos faróis de trabalho e tráfego. b. Desligado.

a

b

c

c. Ativa os interruptores dos faróis de trabalho e tráfego. NOT A: Ao ativar as posições “a” ou “c”, acenderá a lâmpada de iluminação do NOTA: console direito e haverá uma queda de luminosidade no display.

Posição (2) Opcional

Posição (3) e (4) Opcional

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

39

Posição (5) - Ativação dos faróis inter mediário dianteir o intermediário dianteiro a. Liga. b. Desliga.

a

NOT A: Tecla 1 deve estar habilitada. NOTA:

b

Posição (6) - Habilita o interruptor (7) a. Habilita o interruptor (7). b. Desligado.

a

b Posição (7) - Aciona os faróis de trabalho exter nos esquer do ou dir eito externos esquerdo direito a. Liga o farol esquerdo. b. Desligado.

a

b

c. Liga o farol direito.

c

Posição (8) - Aciona os faróis de trabalho traseir os (Cabine e Elevador) traseiros a. Liga os faróis de trabalho traseiros. b. Desliga.

a

NOT A: Tecla 1 deve estar habilitada. NOTA:

b

a

Posição (9) - V entilador (3 velocidades) Ventilador

b

a. Desligado

c d

b. Velocidade baixa c. Velocidade intermediária d. Velocidade alta

Posição (10) - Contr ole de temperatura do ar condicionado Controle a. Totalmente para esquerda: temperatura mínima (frio). b. Totalmente para direita: temperatura máxima (quente).

a

b

NOT A: Com a tecla do ar condicionado (11) ligada, não se deve posicionar NOTA: o botão (10) no indicador (faixa) vermelho.

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40

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (11) - Aciona o compr essor do ar condicionado compressor a. Liga o compressor do ar condicionado.

a

b. Desliga o compressor do ar condicionado.

b

Posição (12) - Aciona o limpador de pára-brisa a. Velocidade alta b. Velocidade baixa c. Desligado

a

b

c Posição (13) - Aciona o limpa/lava pára-brisas a. Liga o limpa/lava pára-brisas. b. Desliga o limpa/lava pára-brisas.

a

b Posição (14) - Aciona o sinalizador rrotativo otativo a. Liga o sinalizador rotativo. b. Desliga o sinalizador rotativo.

a

b

Posição (15) - Iluminação do painel

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

41

CONTROLES E FUNÇÕES DA TRAÇÃO ELETRÔNICA

1

3

2

Figura 6 1. Confirmar 2. Ligar opção automática 3. Acelerador: para cima acelera, para baixo desacelera

OUTROS COMANDOS/INSTRUMENTOS NA CABINE Pedais de gir o do elevador giro a. Gira o elevador para o lado esquerdo. b. Gira o elevador para o lado direito.

a

b Figura 7

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42

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Alavanca de aber tura da por ta (1) abertura porta Alavanca de abertura da porta do lado direito.

1 Figura 8

Por ta-luvas Porta-luvas Compartimento utilizado para guardar objetos.

Figura 9

Cinzeir o Cinzeiro Compartimento utilizado para colocar cinzas. NOT A: Não é recomendado fumar dentro da NOTA: cabine do operador.

Figura 10

Alavanca (1) Alavanca utilizada para fazer o deslocamento do console do lado direito. Puxe para liberar.

1 Figura 11

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

43

Quebra-sol

Figura 12

Lâmpada do teto 3 posições a. Desligado

a

b. Acende com a porta aberta c. Acesa

b

c Figura 13

Pedais de fr eio freio Pedais disponíveis apenas na maquina A8000. O pedal direito freia a roda direita; o pedal esquerdo freia a roda esquerda. NOT A: A trava de interligação do pedal de freio NOTA: deve estar desacoplada.

Figura 14

Trava do pedal de fr eio freio Pedais disponíveis apenas na máquina 8000. Esta trava possibilita frear as duas rodas ao mesmo tempo, quando colocada na posição de interligação dos pedais. O pedal direito freia o motor de roda direito, o pedal esquerdo freia o motor de roda esquerdo. NOT A: Se a máquina estiver em transporte os NOTA: pedais do freio devem estar interligados. Caso contrario pode ocorrer o desequilíbrio da colhedora. Figura 15

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44

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CONSOLE DO LADO DIREITO LOCALIZADO NA COLUNA DA CABINE DA MÁQUINA

1 2 3

a

b

1. 2. 3. 4.

Tomada de 12 V, 120 W e 10 A Tomada do acendedor de cigarros Tomada de diagnóstico do motor eletrônico Chave de Ignição a. Desligado b. Positivo pós chave c. Partida

c

4 Figura 16

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NOT A: A chave de partida possuí um sistema de trava NOTA: que impossibilita girar a chave após a mesma ter sido levada até a posição de partida (C). Caso a colhedora não entre em funcionamento na primeira partida, retornar a chave para a posição desligado (A), aguardar aproximadamente 30 segundos e tentar novamente.


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

IMPOR TANTE IMPORT • O botão vermelho no console do operador, próximo à alavanca multifuncional, é o botão que aciona a parada de emergência emergência. Este botão irá parar o motor e todas as funções da máquina e somente deve ser utilizado em casos extremos de urgência. Para voltar a posição normal desse botão, levantar o anel de travamento (logo abaixo do botão vermelho) e ao mesmo tempo puxar o botão vermelho para cima. Após esse procedimento, desligar a chave de ignição, desligando assim o positivo pós-chave. Caso o operador gire a chave sem dar a partida com o botão vermelho abaixado, aparecerá uma mensagem no display. Será necessário voltar a chave, liberar o botão e dar partida novamente. • O botão amarelo, quando levantado, libera as funções de colheita colheita: Cortador de pontas, Disco de Corte Lateral, Sistema Industrial, Extrator Primário, Extrator Secundário e Esteira do Elevador. Se abaixado irá parar ou impedir todas essas funções. Para voltar à posição normal desse botão, levantar o anel de travamento (logo abaixo do botão amarelo) mesmo tempo puxar o botão amarelo para cima.

45

• Tenha certeza de que o Corte de Base não está muito baixo antes de movimentar a colhedora. Você pode levantar o Corte de Base erguendo a frente da máquina através do comando C1 na alavanca multifuncional (C2 é o comando para descer). • Os controles de deslocamento da máquina são muito sensíveis. Mova o joystick muito cuidadosamente quando da primeira vez que você operar a máquina. • O deslocamento é controlado pelo joystick, o qual é acionado pela mão esquerda do operador. O operador só conseguirá mover a máquina quando estiver no assento e se o freio de estacionamento não estiver acionado. O acionamento ou liberação do freio de estacionamento podem ser feitos através do botão (7) na figura do console do lado direito. Aperte uma vez para liberar e aperte novamente para acionar. O tempo necessário entre liberar e ativar o freio de estacionamento é de 2 segundos. A configuração do estado do freio de estacionamento é mostrada no painel eletrônico.

• Comando de giro do elevador. Atenção quanto aos pedais do elevador, tenha certeza de que seu pé esquerdo não está descansando nos comandos que ficam no piso. Os comandos são bastante sensíveis e um pé, apenas um leve toque já pode causar movimento não intencional e perigoso do elevador.

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46

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

A ilustração de uma colhedora de cana com um “P”, indica que o freio de estacionamento está acionado (Figura 15).

Figura 17

A mesma ilustração, porém com um “M”, ou sem nenhuma letra, indica que a colhedora está habilitada para ser dirigida no modo manual, sendo assim controlada pelo joystick, localizado no lado esquerdo do banco do operador. O freio de estacionamento não está acionado. Neste caso, portanto, a máquina está pronta para se movimentar (Figuras 18 e 19).

Figura 18

Figura 19

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Modo de Manobra No modo de colheita Manobra o operador utiliza o joystick para controlar tanto a direção quanto a velocidade da colhedora. Nesse modo, não é possível habilitar o Cruise Control (Modo Automático), ou seja, não funcionarão os botões de controle de velocidade. Modo de Colheita Manual No modo de colheita manual o operador utiliza o joystick para controlar tanto direção quanto a velocidade da colhedora. Nesse modo, é possível habilitar o Cruise Control (Modo Automático), facilitando assim, a operação de colheita.

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No Modo de Colheita Automático o operador consegue acionar os botões para aumentar ou diminuir a velocidade conforme a necessidade e em seguida acionar a tecla Confirmar para armazenar o último ajuste. Para sair do Modo de Colheita Automático o operador poderá desligar a tecla que habilita as funções do joystick – o que faz com que se retorne ao Modo de Manobra - ou mover o joystick na direção oposta ao movimento – o que faz com que se retorne ao Modo de Colheita Manual. Em ambos os casos o joystick assumirá o controle. O sinal de comando mudará então de acordo com a nova posição do joystick.

Modo de Colheita Automático No Modo de Colheita Automático a velocidade da Colhedora é determinada por uma pré-ajustagem da velocidade feita pelo operador. O operador move o joystick para frente até atingir a velocidade desejada e aperta o botão para aumentar a velocidade ou o botão Confirmar para, automaticamente, atingir a última velocidade préajustada.

Sequência de ícones que aparecem na tela do Controlador:

Figura 20

O Controle de Colheita (Cruiser) funciona somente na direção para frente da máquina.

Sistema de Pr oteção da transmissão Proteção O sistema de proteção possui dispositivos sensores de forma que qualquer eventualidade que os mesmos acusem, a bomba irá mecanicamente para a posição neutra ou não permitirá sair dessa posição neutra. Este sistema inclui a tecla de liberação do freio de estacionamento e o sensor de presença no banco do operador.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

LOCALIZAÇÕES DE COMPONENTES, CONECTORES E CHICOTES ELÉTRICOS Localização do chicote elétrico Cabine inferior: lado dir eito direito Chicote principal da cabine que liga 3 módulos SCM, sendo: - da esquerda nº 26 - intermediario nº 27 - da direita nº 28

Figura 21

Localização e identificação dos fusíveis e relés O compartimento está localizado do lado direito, atrás do banco do operador. Para acessar o compartimento, remover a tampa. NOT A : Para acessar os componentes no TA compartimento, girar os dois botões de ajuste da parte superior. Figura 22

Figura 23

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

11

49

12

Figura 24

1

1. 2. 3. 4. 5. 6.

2

3

4

Conector Cabine C-409 Conector Frontal C-403 Conector Cabine C-410 Conector Motor C-406 Conetor GPS C-401 Conector Cabine C-408

5

6

7

8

9

10

7. Conector Cabine C-407 8. Conector Frontal C-404 9. Conector Motor C-405 10. Conector Auxiliar C-402 11. Relés 001 a 019 12. Fusíveis F001 a F070

Identificação dos fusíveis NOT A: Ao substituir fusíveis, os mesmos devem ser repostos por outros de mesma amperagem, nunca de NOTA: amperagem superior. Localização dos fusíveis

Aperagem

F-001

40A

Alimentação do relé de potência dos faróis de serviço

F-002

40A

Alimentação do relé de potência dos faróis de serviço

F-003

Identificação dos fusíveis

-

F-004

15A

Espera

F-005

15A

Rolo tombador

F-006

15A

Alimentação da bobina do relé 12 / 24V

F-007

5A

Luz de freio

F-008

10A

Válvula piloto 1 / piloto 2 / Articulação do cortador de pontas / Transbordo continua... 84158928 - 01.2009


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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Localização dos fusíveis

Aperagem

F-009

10A

Giro do cortador de pontas LE / LD

F-010

15A

Luzes traseiras de transporte (opcional)

Identificação dos fusíveis

F-011

15A

Luzes dianteiras de transporte (opcional)

F-012

15A

Luzes dianteiras de transporte (opcional)

F-013

10A

Acendedor de cigarros

F-014

10A

Tomada 12V

F-015

20A

Limpador de pára-brisa

F-016

10A

Corte de base subir/descer / Cortador de pontas subir/descer

F-017

10A

Divisor de linha direito/esquerdo (subir/descer)

F-018

5A

Alarme de ré / Buzina / Inibidor de partida

F-019

10A

Alimentação pós chave para rádio/CD e módulo do ar condicionado

F-020

10A

Alimentação pós chave do monitor de rendimento do elevador (opcional)

F-021

10A

Alimentação pós chave do motor do limpador de pára-brisa

F-022

10A

Alimentação pós chave do GPS

F-023

15A

Alimentação do motor do banco do operador

F-024

7.5A

Alimentação pós chave dos interruptores do console LD

F-025

10A

Giro do disco de corte lateral direito/esquerdo

F-026

10A

Disco de corte lateral direito/esquerdo estender e retrair

F-027

10A

Inclinação do divisor de linha direito/esquerdo

F-028

40A

Alimentação do relé de potência

F-029

40A

Alimentação do relé de potência

F-030

20A

Alimentação do relé de potência do módulo SCM

F-031

25A

Faróis traseiros

F-032

3A

Luzes dianteiras e traseiras (opcional)

F-033

3A

Luzes dianteiras e traseiras (opcional)

F-034

15A

Faróis dianteiros (externos)

F-035

15A

Faróis dianteiros (intermediários)

F-036

25A

Faróis cortador de base e cortador de pontas (opcional)

F-037

5A

Chave de ignição

F-038

5A

Alimentação do módulo SCM 1

F-039

10A

Giroflex / luz do teto da cabine

F-040

20A

Rádio/CD e rádio transmissor

F-041

25A

Faróis de trabalho

F-042

7.5A

Display / conector de diagnóstico / console LD

F-043

10A

Rotação corte de base / picador sent.colheita e reversão

F-044

5A

Espera

F-045

10A

Inclinação do corte de base continua...

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

51

Localização dos fusíveis

Aperagem

F-046

1A

Alimentação do módulo SCM 1

F-047

1A

Alimentação pós chave do módulo SCM 2

F-048

1A

Alimentação pós chave do módulo SCM 3

F-049

15A

Válvula PWM comprimento do tolete / Extrator primário / PWM extrator primário

F-050

10A

Elevador subir/descer Flap/ Extrator secundário / Piloto bloco / Esteira do elevador

F-051

10A

Giro do elevador esquerdo/direito Bloqueio / Freio de estacionamento

F-052

30A

Luz indicadora de direção esquerda/direita

F-053

10A

Giro do capuz do extrator secundário esquerdo/direito

F-054

10A

Giro do capuz do extrator primario esquerdo/direito

F-055

40A

Alimentação do relé de potência do módulo SCM 2

F-056

20A

Alimentação do relé de potência do módulo SCM 3

F-057

30A

Alimentação dos relés da 1ª 2ª 3ª velocidade do sopradores de ar

F-058

7.5A

Alimentação do relé do módulo da tração (maestro)

F-059

7.5A

Alimentação da bobina do compressor do ar condicionado

F-060

25A

Alimentação do relé da buzina

F-061

10A

Atuador da escova rotativa

F-062

20A

Espera

F-063

30A

Espera

F-064

5A

Teste de fusíveis

F-065

Vazio

Reserva

F-066

Vazio

Reserva

F-067

Vazio

Reserva

F-068

Vazio

Reserva

F-069

Vazio

Reserva

F-070

Vazio

Reserva

F-071

Identificação dos fusíveis

Teste de fusível

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Identificação do relé Relé

Descrição

RLY-001

Segurança módulo SCM 1

RLY-002

Segurança módulo SCM 2

RLY-003

Segurança módulo SCM 3 / Módulo tração maestro

RLY-004

Relé mestre

RLY-005

Temporizador display

RLY-006

Alimentação módulo SCM 1

RLY-007

Alimentação módulo SCM

RLY-008

Alimentação módulo SCM 3

RLY-009

Ativação dos faróis de serviço

RLY-010

Ativação dos faróis de serviço

RLY-011

Buzina

RLY-012

-

RLY-013

2ª velocidade ventilador

RLY-014

3ª velocidade ventilador

RLY-015

1ª velocidade ventilador

RLY-016

Luzes traseiras (Opcional)

RLY-017

Compressor ar condicionado

RLY-018

Ativação módulo tração maestro

RLY-019

Ativação da partida

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

MONITOR AFS 200 Introdução O AFS 200 deve ser usado como um interface do operador: • Para o software do AFS 200 • Para aplicações precisas na colheita • Para aplicações específicas no veículo A8000

53

Veículo Cada vez mais, o AFS 200 será considerado uma ferramenta primária de interligação como veículo, seja ele um trator, colhedora, pulverizador ou plantadeira. Hoje em dia, em algumas colhedoras, o operador não apenas gere, como controla as operações de debulha diretamente apartir do AFS 200. Em alguns veículos o operador controla a direção automatizada com o AFS 200.

• Terminal virtual para veículos, implementos e sistemas em conformidade com a norma ISO 11783.

O veículo utiliza o AFS 200 para comunicar as suas necessidades exclusivas de controle e de gestão ao operador, ao mesmo tempo que oferece um maior controle do rendimento e de regeneração.

Ar quitetura feita por camadas Arquitetura

ISO 11783

O AFS 200 utiliza uma arquitetura aplicada em camadas para simplificar substancialmente a aprendizagem de qualquer operador. Cada camada herda as capacidades da camada anterior. Isto cria recursos, ferramentas e telas estandardizadas para todas as aplicações.

Criado pela Organização Internacional para a Estandardização (ISO), a norma 11783 é uma norma eletrônica para equipamentos agrícolas.

Estrutura Os recursos, ferramentas e telas partilhadas significa menos tempo de aprendizagem e mais tempo para utilizar programas no AFS 200. Os recursos partilhados devem ser preferências do operador, descrições do implemento, tipos de colheitas, produtor—cultivo—campo—estrutura da tarefa, etc. Uma vez introduzida, esta informação partilha os dados que estão disponíveis em qualquer veículo e em qualquer aplicação de software no mostrador. Teclados secundários e janelas com opções estandardizados são exemplos de ferramentas partilhadas.

A norma trata cada aspecto de como controlar e comunicar com veículos agrícolas, mostradores, implementos, software, armazenamento de dados, cabos e até ligadores que devem ser estandardizados e simplificados para aumentar as opções de utilização de equipamentos dos agricultores. Quando usado como Terminal Virtual em um implemento que cumpra a norma ISO 11783, o AFS 200 recebe as funções de controle e informação proveniente do implemento. (O implemento descarrega as suas janelas no mostrador). Estas funções e janelas são da responsabilidade do fabricante do implemento. Leia o manual do Operador do fabricante do implemento antes de utilizá-lo. Obedeça a todas as mensagens de segurança no manual e nos decalques do implemento quando utilizá-lo.

As mesmas ferramentas são usadas para criar listas, selecionar opções e para introduzir nomes ou valores. Uma vez assimiladas, são acedidas e usadas da mesma forma por qualquer aplicação no mostrador. Os ícones comuns e a organização da tela principal simplificam a navegação em todas as aplicações de software no mostrador.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

ABRANGÊNCIA DO MANUAL O software agrícola da Case disponível para o AFS 200 consegue vantagens suplementares da sua arquitetura feita por camadas. Há aplicações do veículo, aplicações agrícolas (por exemplo, debulha, plantação, etc.) e aplicações com características adicionais (por exemplo, agricultura de precisão, computador de bordo, etc.) que podem ser acomodados em conjunto no seu mostrador. Neste contexto, os manuais de operação do software também têm mudado. O manual básico para todas as aplicações é o Manual do Mostrador. Está então disponível um Manual de Aplicações para qualquer veículo específico ou software de função agrícola.

A finalidade deste Manual do Mostrador é: • Explicar as ferramentas standard usadas em todas as aplicações do AFS 200, • Explicar a navegação do software para todas as aplicações no mostrador, • Introduzir as telas das Ferramentas comuns usadas em cada uma das aplicações no mostrador, • Introduzir os componentes agrícolas de precisão usados em todas as aplicações de GPS, • Introduzir as telas de Gestão de dados comuns, • Introduzir as telas de Diagnóstico comuns.

MOSTRADOR Memória exter na USB externa É usada uma memória externa USB standard na indústria para gravar e recuperar informação durante as operações agrícolas. As memórias externas, de diferentes fabricantes e dimensões estão já disponíveis nas lojas dos fornecedores de equipamento informático.

Figura 25

O veículo determina o local da porta USB. Na colhedora está localizado abaixo do monitor.

Figura 26

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Cuidados com a tela A área da tela do monitor apenas deverá ser limpa com um pano macio, do tipo não abrasivo e com um limpa-vidros. Não utilize produtos de limpeza do tipo solvente.

Figura 27

Ligar e Desligar o Mostrador Quando liga a chave de ignição, o AFS 200 apresenta sua primeira tela e logo após ouve-se um longo beep para indicar que o mostrador está pronto para o funcionamento. Se o mostrador não estiver ligado, verifique o cabo na parte de trás do mostrador e, em seguida, verifique os fusíveis na cabina que alimentam o mostrador, ou contate o seu concessionário CASE IH e solicite assistência. Este problema deve ser solucionado para o rendimento adequado do mostrador. Quando desliga o interruptor de ignição, há um retardamento de 5 segundos antes da tela ficar em branco. Durante estes 5 segundos, o AFS 200 utiliza a corrente de desativação para gravar as regulagens atuais e para fechar todos as pastas de memória do mostrador ou na memória externa USB. A tela apresenta um ícone “NÃO retire a memória externa” até o mostrador desligar completamente. Os dados poderão perder-se se a memória externa for retirada antes de todas as pastas serem fechadas adequadamente. O AFS 200 toca três curtos beeps quando o processo está completo. A ausência destes curtos beeps pode indicar que a corrente de desativação pode não estar presente no mostrador. Quando isto ocorre, a informação na memória externa USB pode estar corrompida ou ser perdida.

Figura 28

Figura 29

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO E DE ENTRADA O AFS 200 possui um teclado suave (1) para a barra de navegação da tela (5), um teclado de navegação (3), um teclado de acesso rápido (4), um teclado para incrementos (2) e uma tela com mostrador colorido. Na parte traseira do mostrador encontra-se um alto-falante e uma conexão para vídeo. Todas as teclas do AFS 200 são iluminadas para facilitar a localização noturna. As teclas iluminadas indicam também que o mostrador recebe energia.

1

Figura 30

4

3

2

Teclado suave (1, 5) As seis teclas suaves (1) proporcionam acesso instantâneo às telas que aparecem na barra de navegação (5). A barra de navegação (5) é a linha vertical dos ícones da tela, localizadas imediatamente à esquerda das teclas suaves (1). As aplicações agrícolas no AFS 200 determinam que ícones aparecem em qualquer tela.

5

Em qualquer tela, se estiver presente um texto ou um ícone com um gráfico para uma tecla suave, a tecla tem uma função. Se não estiver presente nenhum ícone, a tecla não tem nenhuma função. Apertando numa tecla suave (1) aparece imediatamente a tela descrita pelo ícone à sua esquerda (5). O ícone não necessita ser selecionado para que a tecla suave atue. Teclas de navegação (2, 3) O teclado de navegação (3) contém setas e a tecla Enter (Confirmar). Teclas de acesso rápido (4) Este teclado contém três teclas para rápido acesso à tela principal, para a aplicação de software seguinte ou para sair da tela ou ação em que se encontra. Teclas de incr ementos (2) incrementos O teclado de incrementos (2) contém as teclas Mais (+) e Menos (--) para aumentar ou diminuir um valor num determinado campo. NOT A: Estas teclas podem não ser usadas na sua NOTA: função incremental em cada aplicação disponível do AFS 200.

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Figura 31


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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UTILIZAÇÃO DO PAINEL ELETRÔNICO 1 - Telas da Caixa de ferramentas (toolbox) Este capítulo apresenta as telas básicas na Caixa de Ferramentas que são comuns a todas as aplicações no AFS200. A informação que entra nestas telas é uma base partilhada para todas as aplicações no mostrador. As técnicas aqui utilizadas para aferir o IntelliViewII, operadores, apresentação da tela de trabalho e o nome do veículo podem ser usadas em qualquer outra aplicação. CONFIGURAÇÃO DO MOSTRADOR Utilize a tela de aferição do mostrador: • Para introduzir a data e a hora atuais no mostrador • Para selecionar o formato da hora • Para selecionar o idioma • Para selecionar o nível de interface do operador • Para ajustar a luminosidade para todas as aplicações • Para selecionar o tipo de veículo atual. Na tela principal, utilize as teclas de setas para realçar o ícone na Caixa de Ferramentas. Clique na tecla Enter para acessar as telas da Caixa de Ferramentas.

Figura 32

Clique na tecla referente a posição Disp (mostrador) para acessar a tela de configuração do mostrador.

Figura 33

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Data (Mês, Dia, Ano) Utilize a tecla de seta para realçar a janela do Mês. Clique na tecla Enter para selecionar a janela.

NOT A: A janela, quando selecionada, muda de NOTA: cor. NOT A: O mostrador deve ser acertado para a data NOTA: atual, uma vez que toda a informação é gravada e registada com a data e a hora.

Figura 34

Para alterar selecione o campo e tecle Enter. Com a seta direcional, selecione o número desejado e tecle Enter. Quando encerrar, clique em Inserir.

Figura 35

Utilize o mesmo procedimento para alterar as janelas do Dia do Ano, se necessário: 1. Ponha a janela em realce com as teclas das setas 2. Clique na tecla Enter para editar o campo 3. Utilize o teclado virtual, que aparece para colocar novo texto 4. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 36

Horas Ponha em realce a janela das Horas com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para editar a janela.

NOT A: A janela, quando selecionada, muda de NOTA: cor. NOT A: O mostrador deve ser acertado para a hora NOTA: atual, uma vez que toda a informação é gravada e registada com a data e a hora. Figura 37

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

59

Para alterar selecione o campo e tecle Enter. Como a seta direcional, selecione o número desejado e tecle Enter. Quando encerrar, clique em Inserir.

Figura 38

Dia / Noite Ponha em realce a janela Dia / Noite com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela secundária com opções. Utilize as teclas das setas para realçar ”AM” (até ao meio-dia) ou ”PM” (depois do meio-dia). Clique na tecla Enter para gravar a alteração. Clique em Escape para sair da janela sem alterar o valor. Figura 39

Idioma Uma alteração de idioma na tela de ajuste do mostrador provoca a alteração do idioma em todas as aplicações do AFS200. Se o idioma selecionado não estiver disponível numa aplicação do software, esta será utilizada, por defeito, num outro idioma. Ponha em realce a janela do idioma com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela secundária com opções. Ponha em realce o idioma desejado. Figura 40

Clique na tecla Enter para gravar a alteração. Clique em Escape para sair da janela secundária sem alterar o idioma. Se for selecionado um novo idioma, aparecerá uma mensagem para reiniciar o processo para que o novo idioma seja memorizado no mostrador. Clique na tecla Enter com o botão Yes (sim) em realce para carregar o novo idioma na memória do mostrador. Clique na tecla Enter com o botão No (não) em realce para cancelar a operação. O novo idioma permanece ativo até ser alterado. Figura 41

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Nível de inter face do operador interface A janela do nível de interface determina a porção de estrutura agrícola de precisão que está visível ao operador. A designação ”Modo Básico” é usada neste manual para descrever o funcionamento do mostrador quando é selecionado ”Básico” na janela do nível de interface. A designação ”Modo Avançado” é usada para descrever o funcionamento do mostrador quando é selecionado ”Avançado” na janela do nível de interface.

No Modo Básico, apenas estão visíveis ao operador as janelas Campo, Tarefa, Tipo de cultura e Etiqueta para todos os veículos. As janelas Campo, Tarefa e Tipo de colheita devem ser preenchidas com os dados da produção. A janela Etiqueta é opcional. Os nomes Campo e Tarefa são gerados pelo software no formato que se mostra. Estes nomes podem ser aceitos pelo operador ou editados caso necessário. Campo, Tarefa, Tipo de cultura e Etiqueta, juntamente com qualquer dado da produção para todos os veículos, apenas são gravados na memória do mostrador.

Figura 42

No Modo Avançado, toda a estrutura agrícola de precisão é visível ao operador. As janelas Produtor, Cultivo, Campo, Tarefa e Tipo de cultura devem ser preenchidas com os dados da produção para todos os veículos. A janela Etiqueta é opcional. O nome Tarefa é gerado pelo software no formato que se mostra. O nome pode ser aceito pelo operador ou ser editado caso necessário. O Campo, Tarefa, Tipo de cultura e Etiqueta, juntamente com qualquer dado da produção para todos os veículos, são gravados na memória externa e na memória do mostrador.

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Figura 43


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Ponha em realce a janela do nível de interface com as teclas das setas para selecionar um modo. Clique na tecla Enter para aparecer a janela opcional secundária. Utilize as teclas das setas para realçar o nível desejado. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 44

Figura 45

Luz de pr esença (luminosidade) presença Ponha em realce o gráfico de barras da luminosidade para alterar o brilho do mostrador.

IMPOR TANTE: Alguns veículos suportam ambas IMPORT as regulações, da hora diurna e noturna para a luminosidade do mostrador. Desligue os faróis quando proceder à regulagem diurna. Ligue os faróis quando proceder à regulagem noturna. Clique na tecla Enter para acessar a janela do gráfico de barras. Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (–) para aumentar ou diminuir a luminosidade da tela, em incrementos de 5%.

Figura 46

O brilho da tela reflete imediatamente a nova regulagem à medida que é feita. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CONFIGURAÇÃO DO OPERADOR Utilize a tela de configuração do operador: • Para criar uma lista ao operador de todas as aplicações de software no AFS200 ou selecionar o seu nome para o percurso de trabalho, • Para selecionar preferências para cada operador; quaisquer alterações feitas nas janelas enquanto estiver selecionado um operador, estas são automaticamente registadas nesse nome: • Unidades de medida • Modo do mostrador • Linhas da grelha • Formato da data • Formato da hora • Símbolo decimal • Volume do altifalante do mostrador. Na tela principal, utilize as teclas das setas para selecionar o ícone da Caixa de Ferramentas. Clique na tecla Enter para acessar as telas da Caixa de Ferramentas.

Figura 47

Clique na tecla suave Oper (operador) na barra de navegação para aparecer a tela de Configuração do Operador. Crie ou selecione um operador antes de alterar as janelas nesta tela. Aparecerá uma mensagem informativa se uma janela for alterada sem ter selecionado um operador.

Figura 48

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Criar um operador Apenas está previsto um ID (uma identificação) para cada operador para obtenção de relatórios com base no software. Para partilhar uma lista comum de operadores com múltiplos veículos, crie a lista como sendo um veículo apenas e, de seguida, transfira a lista através da memória externa para os outros veículos. Isto assegura a que seja usado o mesmo ID interno para um operador em todos os veículos. Podem ser criados um máximo de 20 operadores. Utilize a tecla Seta para a esquerda para pôr em realce a janela do Operador.

Figura 49

Clique na tecla Enter para aparecer a janela opcional secundária. Se não for introduzido nenhum operador, a única opção é ”Novo” para criar um novo operador. Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Novo”. Utilize ”Selecionar” para escolher o seu nome da lista atual. Utilize ”EditarNome” para corrigir a escrita a partir de um operador da lista atual.

NOT A: Não utilize Editar Nome para substituir o NOTA: nome do operador por outro nome: Editar Nome não altera o ID atribuído para obtenção de relatórios.

Figura 50

Utilize ”Novo” para adicionar o seu nome à lista atual. Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada.

Selecionar um operador Se fizer realçar ”Selecionar”, clique na tecla Enter para que apareça uma janela secundária de operadores atuais. Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (–) para subir ou baixar a página na janela. Utilize as teclas das setas para colocar em realce o seu nome na lista. Clique na tecla Enter para confirmar a seleção. Quaisquer preferências no mostrador associadas com os nomes dos operadores têm efeito após a seleção. A tela fica atualizada com o nome do novo operador.

Figura 51

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Criar / Editar um operador Clique na tecla Enter para apresentar o teclado alfanumérico se for selecionado ”Editar Nome” ou ”Novo”. Utilize as teclas das setas para realçar letras individuais seguido da tecla Enter para criar o nome no teclado. Realce o botão Enter no teclado e, em seguida, carregue na tecla Enter para gravar o nome.

IMPOR TANTE: Seja consistente quando introduzir IMPORT nomes de operadores, em especial se o AFS200 for utilizado em diferentes tipos de veículos.

Figura 52

PEDRO, Pedro e pedro são três operadores diferentes no software. A sua capacidade para medir produtividade ou resumir resultados da produção pode ser complicada se as tarefas do trabalho tiverem de ser ligadas a um indivíduo nos diferentes identificados como PEDRO, Pedro e pedro. Nomes duplicados não são permitidos. Aparece uma mensagem de erro se tentar gravar um nome que já exista. A mensagem ocorre quando carrega na tecla Enter para gravar a seleção. Clique na tecla Enter ao reconhecer a situação e apagar a mensagem. Clique na tecla Escape para sair do teclado sem alterar o nome original ou utilize o teclado para modificar ou selecionar uma variante ao nome para continuar.

Pr eferências do operador Preferências As preferências do operador podem ser alteradas em qualquer altura modificando as seleções na tela de configuração do operador. As configurações são gravadas imediatamente para o operador selecionado à medida que as preferências forem alteradas e as configurações são usadas em todas as aplicações residentes no mostrador.

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Figura 53


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Unidades de medida Utilize as teclas das setas para realçar a janela das Unidades e selecionar as unidades de medida preferidas. Clique em Enter para fazer aparecer a janela de opções secundárias. As seleções disponíveis são: • Métrico • U.S.A. (Americanas) • Imperiais Ponha em realce a sua preferência com as teclas das setas.

Figura 54

Clique na tecla Enter para gravar a alteração. Linhas de grade As linhas de grade são as linhas verticais e horizontais que separam as janelas. Ponha em realce a janela das Linhas de grade com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária. Ponha em realce ”No”(Não) ou ”Yes” (Sim) para desativar ou ativar as linhas de grade. Clique na tecla Enter para gravar a alteração. Figura 55

For mato da Hora Formato Utilize as teclas das setas para realçar a janela do formato da Hora e escolha entre relógio com 24 horas ou relógio com AM / PM (antes / depois do meio dia). Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária. Ponha em realce as suas preferências com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar a alteração. Figura 56

Volume do altofalante Utilize as teclas das setas para realçar a janela do Volume do altofalante. Clique na tecla Enter para acessar o gráfico de barras do Volume. Este gráfico ajusta o volume para qualquer beep de advertência ou de mensagem que venha a ouvir no mostrador. Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para aumentar ou diminuir o nível do volume em incrementos de 5%. O altofalante fará um beep quando cada nova regulagem for selecionada.

Figura 57

Clique na tecla Enter para gravar a alteração. 84158928 - 01.2009


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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Modo do Mostrador Utilize as teclas das setas para realçar a janela do Modo do mostrador e escolher um dos quatro modos do mostrador: Ícone / Ícone, Misto / Ícone, Misto / Texto e Texto / Texto. Veja as próximas ilustrações para compreender as diferenças entre os quatro modos antes de efetuar uma escolha.

NOT A: Cada janela não altera a sua aparência NOTA: para todos os quatro modos. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária.

Figura 58

Ponha em realce as suas preferências com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Modos do Mostrador

Figura 59

Figura 60

Modo Ícone / Ícone

Modo Misto / Ícone

No modo Ícone / Ícone, a barra de navegação e as janelas aparecem apenas com ícones - sem quaisquer etiquetas de texto.

No modo Misto / Ícone, a barra de navegação aparece apenas com ícones (sem etiquetas de texto) e as janelas aparecem com ícones e etiquetas de texto.

Figura 61

Figura 62

Modo Misto / T exto Texto

Modo T exto / T exto Texto Texto

No modo Misto / Texto, a barra de navegação aparece com etiquetas de texto (sem ícones) e as janelas aparecem com ícones e etiquetas de texto.

No modo Texto / Texto, a barra de navegação e as janelas aparecem apenas com etiquetas de texto (sem ícones).

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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For mato da Data Formato Utilize as teclas das setas para realçar a janela do formato da Data. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária. Ponha em realce a sua preferência com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 63

Símbolo decimal Utilize as teclas das setas para realçar a janela do Símbolo decimal. Utilize esta janela para selecionar o símbolo no mostrador sempre que um valor decimal é necessário. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária. Ponha em realce a sua preferência com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 64

CONFIGURAÇÃO DAS TELAS EXECUTAR (COMO MONTAR AS TELAS PARA VISUALIZAÇÃO DURANTE COLHEITA) Para a configuração das telas Executar, realizar o seguinte: Acessar a tela ao lado, teclando em Home (Casa). Com as setas ir para a pasta Toolbox (Ferramentas) e clicar Enter (Confirmar). Figura 65

Selecionar a pasta Esquema (1) para visualizar as janelas das telas Executar. • Esquema Atual: Nome da configuração • Selecionar Executar: essa janela apresenta qual a Executar a ser configurada. • Número de linhas: proporciona a escolha do número de linhas a ser apresentado na Tela Executar.

1

Figura 66

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Selecionar a janela Esquema Atual, clicando Enter para confirmar e acessar as opções. Três opções são mostradas: • Selecionar uma já existente; • Editar o nome de um esquema já existente; • Criar um novo esquema; Utilizar as setas e a tecla Enter para a seleção da letra e repetir esse processo até finalizar o nome desejado. Finalizando o nome desejado, ir com as setas até o botão virtual Inserir e clicar em Enter para confirmar.

Figura 67

Para a janela Número de Linhas, ir até a janela utilizando as setas e clicar Enter para confirmar. Selecionar com as setas o número de linhas e colunas desejável para a tela Executar que irá ser configurada. Quando esta estiver iluminada, como mostrado na figura ao lado, clicar em Enter para confirmar a seleção. As opções vão desde 1x4 a 1x6 e de 2x4 a 2x6. Nesse caso o exemplo escolhido é o de 2 colunas com 4 linhas. Figura 68

As janelas na região indicada aparecerão, elas podem estar vazias ou não. Ir até uma das janelas e clicar em Enter. Uma janela com as opções disponíveis será apresentada no visor. Selecionar a função que é desejada a ser visualizada durante a operação e clicar em Enter para confirmar.

Figura 69

Selecionado a altura do corte de base, passar para a janela de baixo, utilizando as setas. Clicar Enter, para confirmar. Repetir o passo acima para as outras janelas até completar todas as linhas. Assim ao final temos a configuração conforme mostrano na figura ao lado. A tecla Home volta o monitor para a tela inicial.

Figura 70

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Retornar à tela inicial, para voltarmos as telas Executar utilizadas durante a colheita. Teclar Enter na pasta em laranja, conforme figura ao lado. Com isso acessamos a tela Executar 1 (Figura 33).

Figura 71

Para montar as outras telas Executar, repetir o procedimento acima para cada uma delas, selecionando as demais telas Executar de 1 a 6.

Figura 72

Selecionar telas de trabalho Utilize as teclas das setas para realçar a janela da tela de trabalho. CLique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária. Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir ou baixar a página na janela. Ponha em realce a tela desejado para o habilitar ao cliente com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para confirmar a seleção. Aparece a apresentação da tela de trabalho selecionado.

Figura 73

NOT A: As entradas que aparecem na janela de NOTA: opções dependem do veículo e da aplicação do software residente no mostrador. A ”Área esquerda” não aparece na janela de opções a não ser que o veículo suporte a configuração da área esquerda. As telas de resumo apenas aparecem na janela de opções se a aplicação Agrícola de Precisão estiver instalada no mostrador.

Figura 74

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Utilize as teclas das setas para realçar qualquer janela na tela de apresentação.

NOT A: Estes exemplos são representativos. NOTA: Mostram o funcionamento da tela de apresentação de trabalho e não documentam as janelas disponíveis provenientes de uma aplicação agrícola específica. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária.

Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir ou baixar a página na janela. Com as teclas das setas ponha em realce a janela desejada. Clique na tecla Enter para confirmar a seleção. A etiqueta da janela aparece no local selecionado na tela de apresentação. Para selecionar mais janelas para colocação, proceda da seguinte forma: 1. Ponha uma janela em realce. 2. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela de opções secundária para todas as aplicações agrícolas.

Figura 75

3. Ponha em realce a janela desejada para colocação. 4. Clique na tecla Enter para confirmar a seleção.

Para verificar em qualquer altura a aparência da tela de trabalho adaptado ao cliente: 1. Clique na tecla Home (Inicial) para regressar à tela principal.

Figura 76

2. Selecione o ícone da tela de trabalho com as teclas das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para acessar as telas de trabalho.

3. Clique na tecla suave da tela de trabalho apropriado e verifique os resultados da apresentação.

Figura 77

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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GERAL Selecione a opção Geral e tecle Enter.

Figura 90

Código do país Neste campo o operador informa para o programa em qual país a máquina esta trabalhando. Para editar, utilize o teclado direcional para selecionar o código do país, e tecle Enter.

NOT A: A janela quando selecionada muda de cor. NOTA:

Figura 91

Tipo de máquina Neste campo o operador informa para o programa em qual maquina o software esta instalado. Para editar, utilize o teclado direcional para selecionar o campo tipo de maquina, e tecle Enter. No caso das colhedoras de cana apenas a opção Sugarcane esta disponível para ser escolhida.

NOT A: A janela quando selecionada muda de cor. NOTA:

Figura 92

Modelo de máquina Neste campo o operador informa para o programa qual é o modelo de máquina que o software esta instalado. Para editar, utilize o teclado direcional para selecionar o campo tipo de máquina, e tecle Enter.

NOT A: A janela quando selecionada muda de cor. NOTA:

Figura 93

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Númer o de série Número O operador não consegue editar este campo, ele é configurado na fábrica.

Figura 94

Usuário mestr e mestre

Figura 95

Distância entr e linhas entre Neste campo o operador informa qual é a distância entre linhas da cultura a ser colhida. Para editar, utilize o teclado direcional para selecionar o campo distância entre linhas, e tecle Enter.

NOT A: A janela quando selecionada muda de cor. NOTA:

Figura 96

Intervalo da escova (opcional) Neste campo o operador edita de quanto em quanto tempo o motor da escova interna da tela rotativa é acionado. Para editar, utilize o teclado direcional para selecionar o campo intervalo da escova, e tecle Enter.

Figura 97

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Supr essão de er Supressão errro As mensagem de erro são divididas em duas categorias, os erros críticos (mensagem vermelha) estes erros param a máquina e os erros menos críticos (mensagem amarela) estes erros não param o funcionamento da máquina. Quando o operador suprimir as mensagens de erro (off) o monitor não apresentará as mensagens amarelas. Para suprimir, utilize o teclado direcional para selecionar o campo suprimir erro, e tecle Enter. Figura 98

MOTOR Selecione a opção Motor e tecle Enter.

Modelo do motor Esta é uma opção configurada na fábrica, o operador tem apenas acesso de leitura.

Figura 99

Rotação inter mediária do motor intermediária Neste campo o operador determina qual será a rotação intermediária do motor. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 100

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CORTE DE BASE HOME > FERRAMENTAS > CORTE DE BASE Nesta opção o operador configura as opções do corte de base.

Pr essão em vazio Pressão Campo para ajuste da pressão qual o sistema entende que a máquina deve se elevar para manobra. Toda vez que a pressão de vazio for atingida, a altura da máquina será elevada para o valor de altura de vazio. Isto ocorre normalmente em manobras.

Figura 101

Valor de referência: 380 PSI ou 26,2 bar Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Pr essão de trabalho Pressão Campo de ajuste do valor ideal de pressão para o corte de base durante a operação.

Valor de referência: 1000 PSI ou 69 bar Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Figura 102

Pr essão de embuchamento Pressão Campo que estabelece a pressão limite a partir da qual o alarme de embuchamento soará e a máquina levantará a suspensão. Se a pressão atual do corte de base ficar acima do valor de pressão máxima por mais de 03 segundos, o sistema corta o controle e acusa embuchamento.

Valor de referência: 1800 PSI – 124 bar Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Figura 103

Altura de trabalho Campo de ajuste da altura média de corte. Esta é a altura que o sistema tentará manter durante o corte.

Valor de referência: 100 Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 104

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Altura de vazio (manobra) Campo para ajuste da altura de manobra no final da linha. Posição para qual a máquina se eleva para manobra. Utilizada quando constatado que a máquina está na pressão de vazio. A altura de vazio deve ser sempre maior que a altura de corte.

Valor de referência: 250 Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 105

Tempo máximo acima da pr essão de trabalho pressão Campo de ajuste de tempo de retardo para subida da máquina quando ocorre pico de pressão.

Valor de referência: 500 ms Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 106

Cor Corrrente mínima da válvula Neste campo o operador programa o tempo de resposta dos implementos durante a colheita. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 107

Cor Corrrente máxima da válvula Neste campo o operador programa o tempo de resposta dos implementos quando a máquina não estiver colhendo. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 108

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Base C (Units Contr ol) Control) Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 109

Máxima unidade PWM Campo para ajustar a velocidade máxima do cilindro da suspensão.

Valor de referência: 800 Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 110

Sensor de rrotação otação do cor te de base corte Nesta campo o operador liga ou desliga o sensor de rotação do corte de base. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 111

Ajuste da altura rreduzida eduzida do cor te de base corte Campo de ajuste da altura de corte reduzida permitindo ajuste rápido da altura do corte de base durante a colheita. Valor de altura de corte a ser reduzido por certo período. Utilizado quando houver depressões no terreno dentro da linha de cana.

Valor de referência: 20 UN Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 112

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Ajuste da pr essão extra pressão Campo de ajuste da pressão extra, sem reprogramar o parâmetro de pressão. A pressão extra representa um sistema de aumento temporário da pressão de trabalho. Utilizada por exemplo nos cortes em arrepio e cana tombada, quando há alteração no volume da cana.

Valor de referência: 250 PSI Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Figura 113

Tempo para infor mar quando ocor informar ocorrrer um er errro Neste campo o operador define o tempo que o sistema vai levar para lhe apresentar um erro. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 114

CALIBRAÇÃO (CALIBRATION) Esta seção o operador utilizará para fazer as calibrações do auto tracker, do sistema de transmissão e do sistema de direção.

Figura 240

Calibração do auto tracker Para cessar, ilumine a opção Calibração. Selecione a opção corte de base e tecle Enter.

Figura 241

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

O AFS 200 passará para o operador as instruções de como proceder. Primeiramente o software pede para o operador estacionar a máquina com o motor ligado e pressionar continuar.

Figura 242

O software pede para o operador baixar a máquina para calibrar o ponto 0.

NOT A: Ao baixar a máquina, pressione continuar. NOTA: NOT A: Note que as operações que já foram NOTA: realizadas o texto aparece sem realce.

Figura 243

O software pede ao operador que coloque a máquina na altura máxima para calibrar o ponto 400.

Figura 244

Após calibrado os pontos 0 e 400 o software informa ao operador que a máquina esta calibrada.

Figura 245

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Calibração das condições de trabalho: Pr essão Pressão de trabalho e altura de trabalho

NOT A: A calibração das condições de trabalho NOTA: assemelha-se a Autocalibração realizadas nas máquinas da série anterior a 8000, equipadas com o Autotracker.

Figura 246

Ao clicar em condições de trabalho o programa informará que esta calibração deverá ser feita, durante colheita normal (altura de corte e pressão de corte), durante um período de no mínimo de 1 minuto e máximo de 10 minutos.

NOT A: O operador pode interromper a calibração NOTA: a qualquer momento a partir de 1 (um) minuto.

Figura 247

Inicialmente deve-se colher 3 - 4 metros da linha de cana e após clicar em continue. Após o clique em continue, o programa estará coletando os dados de colheita da rua de cana. Depois de um minuto de coleta de dados, o operador poderá parar a auto calibração, com isso o programa retornará os dados de pressão de trabalho e altura de trabalho, para que o operador aceite ou aborte os valores coletados. Nos casos em que o operador não parar a autocalibração, após os dez minutos, o programa encerra a coleta de dados e apresenta os valores de pressão de trabalho e altura de trabalho, para que o operador aceite ou não.

Figura 248

NOT A: Quanto maior for o tempo de coleta de NOTA: dados, maior será a precisão dos dados coletados. NOT A: Caso ocorra algum problema durante a NOTA: coleta de dados (corte da linha de cana no modo de CALIBRAÇÃO), como por exemplo: parada devido à falta de transbordo e/ou caminhão ou qualquer outro incidente que faça a máquina parar, o operador deve recomeçar a coleta de dados em outra linha.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

OPÇÕES HOME > FERRAMENTAS > OPÇÕES Selecione a opção Motor e tecle Enter.

Transbor do ransbordo Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com transbordo traseiro. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Figura 115

Inclinação do divisor de linha Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com inclinação do divisor de linha. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 116

Altura do rrolo olo tombador Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com ajuste hidráulico de altura do rolo tombador. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 117

DCL Liga/desl Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com disco de corte lateral. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 118

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Contr ole de altura do DCL Controle Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com ajuste hidráulico de altura do disco de corte lateral. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 119

Inclinação do cor te de base corte Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com inclinação do corte base. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 120

Escova Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com escova para limpeza interna da tela rotativa. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 121

Sensor de rrotação otação do picador Neste campo o operador informa para o software se a máquina está configurada com sensor de rotação do picador. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 122

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PICADOR HOME > FERRAMENTAS > PICADOR Nesta opção o operador configura as opções do picador. Por centagem da rrotação otação picador Porcentagem Neste campo o operador ajusta o tamanho do tolete de cana a ser cortado. Aumentado a porcentagem, o operador aumenta a rotação dos rolos transportadores e consequentemente aumenta o tamanho do tolete.

Figura 123

Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Cor Corrrente mínima válvula do picador Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica mínima para o valvistor do picador.

Valor de referência: 400 mA Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 124

Cor Corrrente máxima válvula do picador Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica máxima para o valvistor do picador.

Valor de referência: 1400 mA Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 125

EXTRATOR PRIMÁRIO HOME > FERRAMENTAS > EXTRATOR PRIMÁRIO Nesta opção o operador configura as opções do extrator primário. RPM desejado no extrator primário Neste campo o operador ajusta a rotação do extrator primário. Para editar este campo selecione-o e tecle Enter. Figura 126

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Cor Corrrente mínima válvula do extrator primário Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica mínima no valvistor do extrator primário.

Valor de referência: 600 mA - 800rpm Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 127

Cor Corrrente máxima válvula do extrator primário Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica máxima no valvistor do extrator primário.

Valor de referência: 900 mA - 1100 rpm Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 128

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Telas do rresumo esumo de dados As telas do resumo de dados, acessíveis através do ícone do Rendimento, estão também habilitadas ao cliente com a tela de apresentação. As telas de resumo contêm informação do rendimento relativa ao veículo e às suas funções. Por exemplo, para colhedoras o conteúdo do resumo difere do conteúdo do resumo para ceifeiras.

NOT A: Esta tela de resumo apresenta as janelas NOTA: de resumo no Modo Avançado. No Modo Básico, apenas são apresentadas janelas de resumos da Colheita, do Campo e das Tarefas.

Figura 78

Para habilitar uma tela do resumo de dados ao cliente: 1. Selecione ”Resumo de dados 1” ou ”Resumo de dados 2” na janela da tela de trabalho. 2. Selecione a sua apresentação preferida (número de colunas e linhas) com a janela do Número de Janelas. 3. Selecione um local na tela de apresentação para acessar a janela de opções secundária. 4. Selecione uma etiqueta da janela para colocação. 5. Repita os passos 3 e 4 até que a apresentação esteja completa.

Figura 79

NOT A: Estão disponíveis janelas únicas para as NOTA: telas do resumo de dados e que não estão disponíveis nas telas de trabalho. Outras janelas são partilhadas em comum com as telas de trabalho.

CRIAÇÃO DO MARCADOR DE CAMPO Para criar ou editar marcadores de campo, a partir da tela principal, selecione o ícone da Caixa de ferramentas para acessar ás telas da caixa de ferramentas.

Figura 80

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

85

Clique na tecla suave do ícone dos Marcadores na barra de navegação para aparecer a tela de Regulagem do Marcador de campo.

Figura 81

Utilize as teclas das setas para pôr em realce a janela do Marcador de campo. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária.

NOT A: A primeira vez que a janela é selecionada NOTA: a única opção é ”Novo”. Posteriormente, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” e ”Novo”.

Figura 82

Com ”Selecionar” em realce, clique na tecla Enter para eleger o marcador de campo desejado a partir da janela de opções secundária dos marcadores de campo já criados pelo operador.

NOT A: O nome do marcador de campo também NOTA: grava o tipo de botão. Quando um marcador de campo é selecionado para ser novamente usado, tanto o nome como o tipo de botão são ambos ativados.

Figura 83

Com ”Editar Nome” em realce, clique na tecla Enter para acessar o teclado alfanumérico e editar o nome de um marcador de campo existente. Utilize o teclado para editar ou corrigir o nome. Ponha em realce o botão Enter no teclado e, em seguida, clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 84

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86

SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Com ”Novo” em realce, clique na tecla Enter para acessar o teclado alfanumérico e criar um novo marcador de campo. Pode ser criado um máximo de 20 marcadores de campo. Uma vez criado, os marcadores de campo estão disponíveis para qualquer das janelas 1 - 4 dos Marcadores de campo. Utilize o teclado para introduzir o nome. Ponha em realce o botão Enter no teclado e, em seguida, clique na tecla Enter para gravar o novo marcador de campo. Figura 85

A janela do Tipo de botão apenas aparece depois de um marcador de campo ser nomeado. Ponha em realce a janela do Tipo de botão e, em seguida, clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundárias. Selecione ”Fecho” para o botão de fecho. Selecione ”Carregar” para um botão de carregar momentaneamente. clique na tecla Enter para confirmar a seleção.

Figura 86

Repita este procedimento até que todos os marcadores de campo tenham sido aferidos.

Figura 87

RECEPTOR GPS Na tela principal, ponha em realce o ícone da Caixa de ferramentas com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas da Caixa de ferramentas.

Figura 88

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

87

Clique na tecla suave do ícone do GPS na barra de navegação para apresentar a tela de Regulagem do GPS. A posição para o receptor GPS é, por padrão, ”Não instalado”. Quando é selecionado ”Não instalado”, não estão disponíveis nenhumas opções de regulagem do receptor nem das janelas da tela de trabalho do GPS até que a situação seja alterada.

NOT A: A janela Escrever no Cartão não aparece NOTA: no modo Básico de agricultura de precisão. Figura 89

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

RENDIMENTO (PERFORMANCE) MODO BÁSICO O modo Básico está disponível para os utilizadores que pretendam acessar a todas as características de produtividade e apenas alguns dos relatórios de produtividade provenientes das diferentes aplicações agrícolas e para os utilizadores que não tenham verdadeiro interesse em guardar nem analisar esta informação por um período de tempo longo. O modo Básico oferece uma utilização imediata das ferramentas de produtividade num ambiente de trabalho simplificado. Ao mesmo tempo, oferece um percurso de crescimento rápido na agricultura avançada de precisão.

Figura 129

No modo Básico, toda a informação criada pelo utilizador é gravada apenas para aparecer na memória; a informação não é gravada da memória externa. Isto inclui quaisquer campos, tarefas, etiquetas, apresentações de telas de trabalho, dados de resumo, dados de GPS, etc. Quando a memória do mostrador está cheia - excedido o número máximo de tarefas ou campos, o utilizador é alertado de imediato para apagar os dados para continuar a trabalhar. Como a informação não é gravada da memória externa, a informação criada pelo utilizador não pode ser arquivada num computador para utilização com o software de análise. As calibrações necessárias do veículo são gravadas da memória externa. Isto elimina a necessidade de voltar a calibrar o veículo em cada sessão de trabalho. Na tela principal, utilize as teclas das setas para fazer realçar o ícone do Rendimento. Clique na tecla Enter para acessar as telas do Rendimento. Figura 130

Clique na tecla suave do ícone Perfil para apresentar a tela do Perfil.

Figura 131

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

89

No modo Básico, apenas as janelas Campo, Tarefa, Tipo de colheita e Etiqueta estão visíveis ao operador para todos os veículos. As janelas Campo, Tarefa e Tipo de colheita devem ser preenchidas para acomodar os dados da produção. A janela Etiqueta é opcional. Os nomes dos Campos são gerados através do software neste formato: yy/mm/dd—nnn. Os nomes podem ser aceitos pelo operador ou editados conforme necessidade. yy = ano mm = mês

Figura 132

dd = dia nnn = sequência: 001, 002, 003, etc.

NOT A: O formato do nome do campo gerado NOTA: automaticamente não pode ser alterado, não sendo influenciado ao selecionar a janela Formato da data na tela de Regulagem do operador na Caixa de ferramentas. Os nomes das Tarefas são gerados através do software neste formato: yy/mm/dd—hh:mm:ss. Os nomes podem ser aceitos pelo operador ou editados conforme necessidade. yy = ano mm = mês

Figura 133

dd = dia hh = hora mm = minutos ss = segundos

NOT A: O formato do nome da tarefa gerado NOTA: automaticamente não pode ser alterado, não sendo influenciado ao selecionar a janela Formato da data na tela de Regulagem do operador na Caixa de ferramentas.

Campo Um campo é uma área geográfica onde uma tarefa de produção de colheita é realizada num tipo de colheita específico. Para criar, editar ou selecionar um campo, fazer realçar a janela do Campo com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Se nenhum campo deu entrada, a única opção é Novo. Figura 134

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Novo”. Utilize ”Selecionar” para recolher um campo da lista atual. Utilize ”Editar Nome” para editar o nome gerado pelo software.

NOT A: A função editar não deverá ser usada para NOTA: criar um campo novo, uma vez que não altera o ID exclusivo para cada campo. Utilize ”Novo” para adicionar um campo à lista atual. Figura 135

Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada e, de seguida, clique na tecla Enter.

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de opções secundária. Ponha em realce o campo desejado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar o campo.

Figura 136

Se escolheu ”Novo” o software gera imediatamente um nome de campo novo neste formato: yy/mm/ dd-nnn. O operador pode aceitar este nome ou usar Editar nome para alterar o nome.

Figura 137

Se escolheu ”Editar nome” aparece o teclado alfanumérico. Utilize as setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para editar o nome. Quando completar, ponha em realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 138

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

91

Tar efa arefa Uma tarefa é o rendimento de trabalho num tipo de colheita específica e num determinado campo. Sempre que for criado um novo campo, é gerada automaticamente uma tarefa para esse campo. No entanto, pode ser criada uma nova tarefa em qualquer altura, e múltiplas tarefas podem ser atribuídas ao mesmo campo. Para criar, editar ou selecionar uma tarefa, fazer realçar a janela da tarefa com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária.

Figura 139

As opções da Tarefa são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Nova”. Utilize ”Selecionar” para recolher uma tarefa da lista atual. Utilize ”Editar Nome” para editar o nome gerado pelo software.

NOT A: A função editar não deverá ser usada para NOTA: criar uma tarefa nova, uma vez que não altera o ID exclusivo para cada tarefa. Utilize ”Nova” para adicionar uma tarefa à lista atual. Figura 140

Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada e, em seguida, clique na tecla Enter. Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de opções secundária. Ponha em realce a tarefa desejada com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar a tarefa.

Figura 141

Se escolheu ”Nova” o software gera imediatamente um nome de tarefa novo neste formato: yy/mm/dd- hh:mm:ss. O operador pode aceitar este nome ou usar ”Editar nome” para alterar o nome.

Figura 142

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Editar nome” aparece o teclado alfanumérico. Utilize as setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para editar o nome. Quando completar, ponha em realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 144

Tipo de colheita Tipo de colheita está associado à tarefa e, desta forma, ao campo. O tipo de colheita não pode ser alterado uma vez que os dados foram gravados para a tarefa selecionada. Ponha em realce a janela do Tipo de colheita com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar uma colheita a partir da lista filtrada na janela secundária.

IMPOR TANTE: O conteúdo da lista de colheita é IMPORT controlado através da tela de filtro na Gestão de dados.

Figura 145

Ponha em realce a colheita necessária com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar a regulagem.

Etiqueta Uma etiqueta atua, no operador, como uma nota eletrônica para gravar outra variável na produção da colheita. As etiquetas são opcionais. Podem ser úteis quando efetua avaliações de rendimento no terreno, em práticas fertilizantes ou em práticas de lavoura. A Etiqueta está associada à tarefa, podendo apenas ser atribuída uma Etiqueta a cada tarefa. Podem ser criadas 20 Etiquetas no máximo estando apenas associado um único ID a cada Etiqueta. Fazer realçar a janela da Etiqueta com as teclas das setas. Figura 146

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

93

Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Se nenhuma Etiqueta deu entrada, a única opção é ”Nova”. Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Nova”. Utilize ”Selecionar” para recolher uma etiqueta da lista atual. Utilize ”Editar Nome” para editar o nome de uma etiqueta.

NOT A: A função editar não deverá ser usada para NOTA: criar uma etiqueta nova, uma vez que não altera o ID exclusivo para cada etiqueta.

Figura 147

Utilize ”Nova” para adicionar uma etiqueta à lista atual. Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada e, em seguida, clique na tecla Enter. Utilize ”Selecionar” para eleger a etiqueta desejada a partir da janela secundária.

Figura 148

Utilize ”Editar Nome” para escrever correctamente com o teclado alfanumérico. Utilize ”Novo” para adicionar uma Etiqueta com o teclado alfanumérico.

Figura 149

Condição de trabalho, Operador e Operação As aplicações agrícolas individuais determinam se as janelas da Condição de trabalho, Operador e Operação são requeridas ou necessárias. Estas janelas não são parte da tela do Perfil no Rendimento. As janelas podem ser adicionadas a qualquer tela de trabalho pelo operador ou podem aparecer em uma tela exclusiva do veículo.

Figura 150

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

MODO AVANÇADO O Produtor, Cultivo, Campo, Tarefa, Tipo de colheita e Etiqueta são os blocos a construir na agricultura de precisão avançada, sendo os filtros primários da visualização dos resultados da produção. Com exceção da janela da Etiqueta, estas janelas devem ser preenchidas sempre que for utilizado o modo de agricultura de precisão avançada. Com exceção da Tarefa, a informação às janelas pode ser criada no mostrador e ser partilhada entre veículos. A informação da Tarefa é específica do veículo e apenas pode ser introduzida no mostrador.

Figura 151

As seleções nas janelas da tela do Perfil são o conjunto de dados ativos para os quais os resultados da produção são registados. As janelas são agrupadas na tela do Perfil para fácil acesso do operador. Qualquer das janelas pode ser adicionada a qualquer tela de trabalho para conveniência do operador. O conjunto de dados tem uma estrutura hierárquica: Para cada produtor pode haver muitos cultivos. Para cada cultivo pode haver muitos campos. Para cada campo pode haver muitas tarefas. A tarefa é o último nível em que os dados são gravados e, cada tarefa apenas tem um tipo de colheita e uma etiqueta.

Figura 152

Na tela principal, utilize as teclas das setas para fazer realçar o ícone do Rendimento. Clique na tecla Enter para acessar as telas do rendimento.

Figura 153

Clique na tecla suave do ícone do Perfil para aparecer a tela Perfil.

Figura 154

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

95

Pr odutor Produtor Os dados recolhidos na tela para as suas operações agrícolas estão organizados por produtores, cultivos, campos, tarefas e etiquetas. Podem ser criados 150 produtores e cada um está associado a um único ID. Um Produtor é um negócio agrícola independente. Para adicionar, editar ou criar um produtor, ponha em realce a janela Produtor com as teclas das setas. Figura 155

Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Se nenhum Produtor deu entrada, a única opção é ”Novo”.

Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Novo”. Utilize ”Selecionar” para recolher um produtor da lista definida pelo operador. Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente.

NOT A: A função editar não deverá ser usada para NOTA: criar um produtor novo, uma vez que não altera o ID exclusivo para cada produtor. Utilize ”Novo” para adicionar um produtor à lista atual. Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada e, de seguida, clique na tecla Enter.

Figura 156

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de opções secundária. Ponha em realce o produtor desejado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar o produtor.

Figura 157

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Editar nome” ou ”Novo” aparece o teclado alfanumérico. Utilize as setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para criar ou editar o nome. Quando completar, ponha em realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Notas operativas

Figura 158

Quando é criado um novo produtor, as janelas Cultivo e Campo estão em branco uma vez que anteriormente não deu entrada nenhum cultivo ou campo. Quando o produtor é alterado, as janelas Cultivo e Campo mostram o último cultivo e o último campo que o operador utilizou para esse produtor. Se for selecionado ”Nenhum” na janela do Produtor, as janelas Cultivo e Campo ficam em branco. As janelas não podem ser preenchidas até que seja criado ou selecionado um produtor. Aparece uma mensagem com instruções se tal for tentado.

Figura 159

Cultivo e Campo Para o mostrador e software do computador, um Cultivo é uma grande entidade geográfica, composta por entidades menores chamadas Campos, todos eles definidos pelas coordenadas do GPS. Todas as tarefas da produção ocorrem dentro do campo que, por sua vez, é parte de uma entidade maior chamada Cultivo. Assim, todas as tarefas da produção estão ligadas a um Campo, e o Campo está ligado a um Cultivo. Um Campo é plantado com um tipo de cultura este ano. No ano seguinte, o mesmo campo é plantado com um tipo de cultura diferente. E, em zonas onde duas culturas podem ser típicas na mesma campanha, o mesmo campo pode ser plantado com dois tipos diferentes de cultura no mesmo ano. O mostrador e software do computador tratam o Campo como um recipiente geográfico onde as tarefas da cultura e os dados da produção são registados para esta campanha ou este ano. Essas tarefas da cultura e os resultados das suas produções têm um tempo de vida útil relativamente curto quando comparado como tempo de vida de um Campo ou Cultivo, pelo que; o Campo, a Tarefa e o Tipo de colheita são independentes.

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Figura 160


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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As opções das janelas para um Cultivo ou Campo são as mesmas que para um Produtor. Utilize ”Selecionar” para recolher um Cultivo da lista definida pelo operador em Culturas: 1. Ponha em realce ”Selecionar” com as teclas das setas. 2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária para Cultivos. 3. Ponha em realce o Cultivo necessário com as teclas das setas. 4. Clique na tecla Enter para gravar a seleção.

Figura 161

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente um nome para um Cultivo. Utilize ”Novo” para adicionar um Cultivo à lista atual de Cultivos. 1. Utilize as teclas das setas para realçar ”Editar Nome” ou ”Novo”. 2. Clique na tecla Enter para acessar o teclado alfanumérico. 3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para criar ou editar o nome. Figura 162

4. Ponha em realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. 5. Clique na tecla Enter para gravar o nome. Notas operativas Um Cultivo não pode ser criado ou selecionado enquanto a janela do Produtor não estiver preenchida. Se esta ação for tentada, aparecerá uma mensagem com instruções. Quando um Cultivo é alterado, a janela do Campo mostra o último campo que o operador utilizou para esse Cultivo. Um Cultivo apenas pode ser criado ou alterado quando o veículo não estiver trabalhando - ou seja, nenhum dado está sendo obtido. Podem ser criados 150 cultivos no máximo.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Auto Field Select (Selecionar o Campo Auto) A janela opcional para um Campo adiciona uma seleção importante que não é comum nem ao Produtor nem ao Cultivo: o AutoSelect. Como AutoSelect, com base na localização atual do veículo num campo, o software pesquisa todos os limites para todos os produtores e cultivos na memória externa para localizar o campo atual.

NOT A: O veículo deve estar equipado com um NOTA: receptor GPS ativo, devendo ser criado um limite para o campo para que a função Auto Select trabalhe. Figura 163

Aparece uma mensagem breve indicando que a pesquisa está a ter lugar. Com o botão Cancel em realce, clique na tecla Enter se necessário, para apagar a mensagem e regressar a outras operações no mostrador.

Figura 164

Quando o campo é localizado, aparece outra mensagem a indicar que o campo encontrado está agora ativo. As janelas do Produtor, Cultivo e Campo são automaticamente preenchidas com a informação correta para o campo. Com o botão OK em realce, clique na tecla Enter para apagar a mensagem e prosseguir com a seleção ou criação da Tarefa.

Figura 165

Se o campo não puder ser localizado, aparece outra mensagem a indicar que o campo deve ser selecionado manualmente pelo operador. Isto pode ocorrer se um limite não existir nesse campo, se o veículo não estiver dentro do limite do campo ou o campo não estiver na memória externa. Com o botão OK em realce, clique na tecla Enter para apagar a mensagem e selecionar um campo manualmente. Figura 166

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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As outras seleções na janela de opções para o Campo são idênticas às do Produtor ou Cultivo. Utilize ”Selecionar” para recolher um Campo da lista de Campos definida pelo utilizador: 1. Ponha em realce ”Selecionar” com as teclas das setas. 2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária para Campos. 3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce o Campo necessário. 4. Clique na tecla Enter para gravar a seleção.

Figura 167

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente um nome para um Campo. Utilize ”Novo” para adicionar um Campo à lista atual de Campos. 1. Utilize as teclas das setas para realçar ”Editar Nome” ou ”Novo”. 2. Clique na tecla Enter para acessar o teclado alfanumérico. 3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para criar ou editar o nome. Figura 168

4. Ponha em realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. 5. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Notas operativas Um Campo não pode ser criado ou selecionado enquanto a janela do Cultivo não estiver preenchida. Se esta acção for tentada, aparecerá uma mensagem com instruções. Um Campo apenas pode ser criado ou alterado quanto o veículo não estiver a trabalhar — ou seja, nenhum dado está a ser obtido. Podem ser criados 350 campos no máximo.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Tar efa arefa Uma tarefa é o rendimento de trabalho num tipo de colheita específica e num determinado campo de um cultivo de um produtor. Por exemplo: • Quando faz colheita, um operador pode combinar cana de açucar de uma determinada marca (etiqueta) no campo FD321 em Plank Road para o produtor AB Farms. Uma nova tarefa é criada automaticamente quando é criado um novo campo. O software cria o nome da tarefa onde é registado o dia e a hora para essa tarefa – yy/mm/dd-hh:mm:ss. yy = ano mm = mês dd = dia hh = hora mm = minutos ss = segundos

NOT A: O formato do nome da tarefa gerado NOTA: automaticamente não pode ser alterado, não sendo influenciado ao selecionar a janela Formato da data na tela de Regulagem do operador na Caixa de ferramentas. O operador pode editar o nome da tarefa se o desejar. Pode ser criada uma nova tarefa em qualquer altura. Cada tarefa está limitada a cerca de 8 horas de trabalho (sistema de recolha de dados do GPS). Após esse período de tempo, aparece uma mensagem a alertar o operador de que foi automaticamente criada uma nova tarefa. Em alguns casos então, dependendo da sua duração, o trabalho realizado no campo pode ser composto por múltiplas tarefas. Podem ser criadas 1200 tarefas no máximo.

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Figura 169


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Notas operativas Todos os dados de Resumo e do GPS são gravados ao nível da Tarefa. Para tornar esta informação mais útil ao utilizador: • Apenas uma Etiqueta deve ser associada a uma Tarefa. Quando uma Etiqueta diferente é necessária durante o trabalho atual, deve ser criada uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa e depois altere a Etiqueta. • Apenas um operador deve estar associado a uma Tarefa. Quando um operador diferente toma conta do trabalho atual, deve ser criada uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa e depois altere o operador. • Apenas uma operação deve estar associada a uma Tarefa. Quando é selecionada uma nova operação para o mesmo campo, deve ser criada uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa e depois altere a operação. • Apenas um veículo deve estar associado a uma Tarefa. As Tarefas não devem ser partilhadas entre veículos. Ponha em realce a janela Tarefa com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Se nenhuma tarefa deu entrada, a única opção é ”Nova”. Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” ou ”Nova”. Utilize ”Selecionar” para recolher uma tarefa da lista atual. Utilize ”Editar Nome” para editar o nome por defeito ou alterar o nome de uma tarefa.

Figura 170

Utilize ”Nova” para adicionar uma tarefa à lista atual. Utilize as teclas das setas para realçar a opção desejada e, em seguida, clique na tecla Enter.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela com opções secundária das tarefas atuais.

NOT A: A janela com opções pode conter entradas NOTA: em itálico. Estas entradas não podem ser selecionadas porque foram criadas por veículos diferentes, em aplicações agrícolas diferentes ou por um sensor diferente durante a calibração do cultivo. Ponha em realce a tarefa necessária com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar a tarefa. Figura 171

Se escolheu ”Nova” o software gera automaticamente um nome à nova tarefa neste formato: yy/ mm/dd-hh:mm:ss. O operador pode aceitar este nome para a tarefa. OU O operador pode editar o nome: 1. Ponha em realce novamente a janela Tarefa com as teclas das setas. 2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. 3. Ponha em realce ”Editar Nome” com as teclas das setas.

Figura 172

4. Clique na tecla Enter para acessar o teclado alfanumérico. Se escolheu ”Editar Nome” aparece o teclado alfanumérico. Utilize as teclas das setas para pôr em realce caracteres individuais no teclado seguido da tecla Enter para criar ou editar o nome. Quando completar, realce o botão Enter no teclado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para gravar o nome. Figura 173

Tipo de Colheita O Tipo de colheita está ligado à tarefa e, depois ao campo, cultivo e produtor. O tipo de colheita não pode ser alterado uma vez que os dados foram gravados para a tarefa selecionada. Ponha em realce a janela do Tipo de colheita comas teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar uma colheita a partir da lista filtrada na janela secundária.

IMPOR TANTE: O conteúdo da lista da colheita é IMPORT controlado pela tela do Filtro na Gestão de dados. Figura 174

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Etiqueta Uma etiqueta atua como uma nota eletrônica para o produtor ou operador para gravar outra variável na produção da colheita e para filtrar os resultados da produção dessa variável. Pode ser útil quando efetua avaliações de rendimento no terreno de variedades de sementes, em práticas fertilizantes ou em práticas de lavoura. A Etiqueta está associada à tarefa, podendo apenas ser atribuída uma Etiqueta a cada tarefa. Podem ser criadas 20Etiquetas nomáximo e apenas está associado um único ID a cada Etiqueta.

Figura 175

NOT A: Altere primeiro a Tarefa e, em seguida, NOTA: altere a Etiqueta para assegurar que os dados são mantidos para as Etiquetas anterior e subsequente. Quando se utilizam múltiplos veículos, as Tarefas devem ser criadas num veículo e, de seguida, transferidas através da memória externa para os outros veículos. Isto assegura a que as Tarefas sejam identificadas num conjunto uniforme de ID em todos os veículos. Ponha em realce a janela Etiqueta comas teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária.

Figura 176

Utilize ”Selecionar” para recolher a etiqueta desejada da janela secundária.

Figura 177

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente com o teclado alfanumérico. Utilize ”Nova” para adicionar uma Etiqueta com o teclado alfanumérico.

Figura 178

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Sumario de dados 1 Selecione a opção SUM 1. Nesta tela o operador tem acesso as informações de consumo de combustível durante a colheita.

Figura 179

Sumario de dados 2 Selecione a opção SUM 2. Nesta tela o operador tem acesso as informações de consumo de combustível durante transporte.

Figura 180

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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GERENCIAMENTO DE DADOS (DATA MANAGEMENT) Este Capítulo explica: • Como importar informação do computador ou de outro veículo • Como filtrar a informação do tipo de colheita para todas as aplicações • Como apagar informação da memória do mostrador e da memória externa USB. Com o AFS200 a informação pode ser partilhada: • Entre aplicações agrícolas • Entre veículos do mesmo tipo (trator com trator) Figura 181

• Entre veículos de diferentes tipos (colhedora com trator e vice-versa) • Entre o mostrador e o software do computador. A troca de informação ocorre fazendo partilhar a memória externa entre veículos e / ou o software do computador. Para conseguir isto, as aplicações do mostrador e as agrícolas necessitam de um meio para diferenciar umveículo do outro. A troca de informação através damemória externa não se aplica no modo Básico de agricultura de precisão. Cada veículo já tem um número de identificação exclusivo o seu número de identificação de produto (PIN) ou o número de série. Nenhum outro veículo, seja uma colhedora, um trator ou um pulverizador, possui o mesmo PIN ou número de série. O AFS200 identifica claramente a informação proveniente de cada veículo usando o seu PIN ou número de série. A janela com o Nome do veículo na Caixa de ferramentas permite que o operador chame um nome mais fácil e representativo ao veículo. Este nome representativo do veículo, uma vez criado, será o que aparece nomostrador e no software do computador.

NOT A: O PIN ou o número de série do veículo NOTA: entra na instalação do software no mostrador. Nas colhedoras, a tela da Colhedora na Caixa de Ferramentas é o único local onde o número de série aparece. NOT A: A janela do Nome do veículo pode ser NOTA: colocada em qualquer tela de trabalho para conveniência do operador. Qualquer informação que o produtor necessite de partilhar com um veículo é trocada inserindo a memória externa de um veículo no mostrador de outro veículo.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Par tilhar automático Partilhar Alguma informação é partilhada automaticamente e não necessita de ser importada. A estrutura Produtor-Cultivo-Campo pode ser partilhada inserindo simplesmente a memória externa no mostrador ao mesmo tempo que dá corrente ao monitor para que este ligue. Por exemplo, o Veículo A tem a estrutura atual Produtor-Cultivo-Campo para o seu negócio agrícola na sua memória externa; o Veículo B é novo e não a tem. Se a memória externa do Veículo A for inserida no mostrador do Veículo B, o mostrador reorganiza a nova informação que não tenha e carrega-a na memória do mostrador.

NOT A: A informação na memória do mostrador é NOTA: gravada quando desliga a corrente no veículo. Quando a memória externa do Veículo B é novamente inserida no mostrador e o mostrador é ligado, este regista a estrutura Produtor-CultivoCampo da memória para a sua própria memória externa. Os tipos de dados que são automaticamente partilhados entre veículos e/ou o computador são:

NOT A: Este é o método recomendado para NOTA: partilhar estes tipos de dados, uma vez que os ID’s dos dados permanecem idênticos nos veículos. Isto simplifica substancialmente o processamento de dados como software do computador. Infor mação específica do veículo Informação Alguma informação nunca é partilhada entre veículos. As calibrações específicas do veículo nunca são partilhadas. Qualquer calibração que reflita as propriedades específicas de rendimento de um veículo não pode ser partilhada. T ipos de dados impor tados importados Os tipos de dados analisados nos Dados de Importação nas páginas seguintes são as informações que não são partilhadas automaticamente entre veículos. Na maioria dos casos, os dados que são importados são acrescentados aos dados existentes no mostrador.

• Produtor • Cultivo • Campo • Operador • Linhas da fileira (provenientes do software do Auto Steering)

IMPORTAÇÃO DE DADOS Na tela principal, fazer realçar o ícone de Gestão de dados com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de dados.

IMPOR TANTE: A memória externa a partir da qual IMPORT os dados se vão importar deve ser inserida antes do monitor ser ligado.

Figura 182

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Clique na tecla suave do ícone Importar na barra de navegação para apresentar a tela importar.

NOT A: O botão Importar permanece desativado NOTA: até que as janelas do Tipo de dados e de Nome do veículo sejam preenchidas.

Figura 183

Fazer realçar a janela do Tipo de dados com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. As opções que aparecem dependem do veículo. Quando importa dados adicionais que excedam o número máximo permitido para o tipo de dados, aparece uma mensagem. Para importar dados adicionais quando o número máximo é atingido, a informação atual no mostrador deve ser apagada. Ponha em realce a seleção desejada com as teclas das setas.

Figura 184

Clique na tecla Enter para gravar a selecção. Ponha em realce a janela do Nome do veículo com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Ponha em realce o veículo selecionado e carregue na tecla Enter para gravar a seleção.

NOT A: O nome do veículo atual nunca aparece NOTA: no mostrador: o veículo atual já tem a sua informação própria. Apenas aparecem os nomes dos outros veículos. Figura 185

Ponha em realce o botão Importar e, em seguida, clique na tecla Enter para importar os dados selecionados. Aparece uma mensagem de confirmação.

Figura 186

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce o botão Yes (sim) e, em seguida, clique na tecla Enter para importar os dados. Ponha em realce o botão No (não) e, em seguida, clique na tecla Enter para cancelar a importação. Repita este processo para importar os Tipos de dados adicionais.

Figura 187

Filtragem de dados - Tipo de colheita Na maioria das operações agrícolas não é necessária a lista completa de colheitas. O operador utiliza a tela de Filtro para cancelar a seleção dos tipos de colheitas que não serão usados. O cancelamento da seleção de um tipo de colheita sem este filtro remove o tipo de colheita em todas as aplicações no mostrador, reduzindo o risco de selecionar um tipo de colheita errado. A lista de filtragem das colheitas selecionadas pode ser modificada em qualquer altura, selecionando ou cancelando os tipos de colheitas à medida que as operações agrícolas mudam.

Figura 188

Na tela principal, fazer realçar o ícone de Gestão de dados com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de dados. Clique na tecla suave do ícone Filtrar na barra de navegação para apresentar a tela do Filtro.

Ponha em realce o botão Filtrar a Lista de colheitas com as teclas das setas. A lista de colheitas contém todos os tipos de colheitas disponíveis para o veículo. Utilize este filtro para limitar os tipos de colheitas que aparecem na janela do Tipo de colheita para os que forem usados na sua operação. Esta lista pode ser alterada em qualquer altura sem afetar nenhuns dos dados gravados.

NOT A: Por padrão, são selecionados todos os NOTA: tipos de colheitas. Clique na tecla Enter para apresentar a janela com opções. Figura 189

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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As colheitas selecionadas nesta lista aparecem na janela do Tipo de colheita da tela Perfil e nas telas de Trabalho. Se não for selecionada uma colheita nesta lista, ela não pode ser selecionada na janela do Tipo de colheita.

NOT A: A lista de seleção da colheita varia com o NOTA: tipo de veículo - colhedoras, tratores, etc. Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir ou baixar pela lista.

Figura 190

Figura 191

Ponha em realce a caixa ao lado do nome da colheita com as teclas das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para selecionar ou cancelar a caixa, dependendo do seu estado atual. Um ”X” indica que a caixa está selecionada.

NOT A: Os nomes dos Tipos de colheitas não NOTA: podem ser editados.

Figura 192

Ou ponha em realce o botão Nenhum com as teclas das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para cancelar a seleção de todas as colheitas.

IMPOR TANTE: O botão Nenhum apenas pode ser IMPORT selecionado na última página da lista de filtragem. Prossiga novamente pela lista e selecione apenas as colheitas de interesse para o seu negócio agrícola.

Figura 193

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce o botão Todos (All) com as teclas das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para selecionar todas as colheitas. IMPOR TANTE: IMPORT ANTE:O botão Todos apenas pode ser selecionado na última página da lista de filtragem. Quando estiver satisfeito com as colheitas selecionadas, ponha em realce o botão Enter na janela de opções e, em seguida, clique na tecla Enter para gravar a seleção.

IMPOR TANTE: O botão Enter apenas pode ser IMPORT selecionado na última página da lista de filtragem.

APAGAR DADOS Utilize a tela Apagar para gerir a informação na memória do mostrador e/ou na memória externa. No modo Básico, apagar os tipos de dados campo, etiqueta, condição de trabalho, etc. apaga a informação da memória do mostrador. Esta informação não pode ser recuperada depois de ter sido apagada. As telas para apagar são automaticamente ajustados para excluir os tipos de dados (produtor e cultivo, por exemplo) os quais não são visíveis no modo básico. No modo Avançado, apagar os tipos de dados produtor, cultivo, campo, tarefa, etc. - apaga a informação da memória do mostrador e da memória externa. Esta informação não pode ser recuperada se não tiver sido arquivada. É preferível que a exclusão de qualquer informação na memória externa seja efetuada depois da informação ter sido arquivada no seu computador com o software próprio. Esta prática evita o apagamento acidental da informação que necessita. Haverá ocasiões onde uma mensagem de ”cartão cheio” tentará criar espaço apagando dados gravados para que você possa continuar a trabalhar. Saiba o que está a apagar e que tem uma cópia de informação arquivada antes de prosseguir. Na tela principal, ponha em realce o ícone de Gestão de dados comas teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de dados.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Clique na tecla suave do ícone Apagar na barra de navegação para apresentar a tela Apagar.

NOT A: O botão Apagar e outras janelas são NOTA: desativadas e canceladas se a memória do mostrador ou a memória externa não contiverem o tipo apresentado na janela do Tipo de dados.

Figura 194

Ponha em realce a janela do Tipo de dados com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária.

Figura 195

Utilize as teclas Mais (+) ouMenos (-) para subir ou baixar pelas opções da janela. Ponha em realce o tipo de dados desejado com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para selecionar o tipo de dados.

Operador Uma vez que cada operador tem um único ID, não apague um operador(s) até ter a certeza de que no futuro não irá usar o operador. A recriação do mesmo operador mais tarde, origina um novo operador com um ID diferente, requerendo um maior esforço de gestão com o software do computador.

Figura 196

O apagar de operadores requer: • A seleção do ”Operador” na janela do Tipo de dados. • A seleção de ”Todos” ou de operadores específicos com a janela do Operador.

Figura 197

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

DIAGNOSTICOS As telas da Versão, Posição CAN e Arquivos de Avarias em Diagnósticos são comuns em todas as aplicações no AFS200. A informação nestas telas pode ser requerida pelo pessoal do concessionário da CaseIH para resolver um problema ao saber como está o seu equipamento a trabalhar. Este Capítulo explica: • Como verificar as versões do software • Como verificar a Posição do controlador • Como investigar códigos de avarias.

VERIFICAR AS VERSÕES DO SOFTW ARE SOFTWARE Na tela principal, ponha em realce o ícone Diagnósticos com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de diagnósticos.

Figura 198

Clique na tecla suave do ícone Versão na barra de navegação para apresentar a tela Versão.

A tela Versão mostra o número de peça (1) de 8 dígitos, o software (2) e o nível de revisão (3) para cada aplicação que está a trabalhar no mostrador.

Figura 199

O software inclui o mostrador necessário, a especificação do veículo e as aplicações agrícolas. Apenas as aplicações agrícolas para o veículo no qual o mostrador está instalado são apresentadas como aplicações ativas. Se o mostrador estiver instalado na colhedora, apenas as aplicações apropriadas da colhedora aparecem na tela da Versão. Quando o mostrador é colocado numa ceifeira, apenas aparecem as aplicações apropriadas na tela da Versão. Figura 200

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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No exemplo apresentado, a estrutura de trabalho e o BSP pertencem ao mostrador. As colhedoras grandes estão no software do veículo. Agricultura de Precisão e Auto Steering são aplicações agrícolas.

Figura 201

VERIFICAR A POSIÇÃO DO CONTROLADOR Na tela principal, ponha em realce o ícone Diagnósticos com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de diagnósticos.

Figura 202

Clique na tecla suave do ícone CAN na barra de navegação para apresentar a tela de Posição CAN. A tela CAN informa a posição e endereço da fonte para cada controlador no CAN bus, incluindo os controladores do veículo. Este exemplo mostra o GPS (receptor) e o controlador Navigation II usado no Auto Steering. A posição atual para cada controlador pode ser uma das cinco situações: 1. Online (Ligado): O controlador está a funcionar normalmente

Figura 203

2. Offline (Desligado): O controlador foi detectado, mas não há mais comunicação 3. Não detectado: O controlador não é detectado no CAN bus 4. Degradado: O controlador está a trabalhar num estado degradado 5. Desativado: O controlador desativou--se a si próprio e está a informar a sua condição de desativação O veículo determina se o número de série, versões de hardware e software para o controlador são comunicados ao mostrador. Figura 204

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

INVESTIGAR CÓDIGOS DE A VARIAS AV Na tela principal, ponha em realce o ícone Diagnósticos com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de diagnósticos.

Figura 205

Clique na tecla suave do ícone Avaria na barra de navegação para apresentar a tela de Arquivo de Avaria. Por padrão, é apresentado o arquivo da avaria no mostrador. Os códigos de avarias nomostrador usam uma letra de prefixo para identificar a fonte da informação: por exemplo, ”AG” para a aplicação Auto Steering ”PF” para a aplicação da agricultura de precisão (incluindo os itens relacionados com o receptor GPS)

Figura 206

”NAV” para o controlador de Navegação do Auto Steering.

Para ver o arquivo de avarias para outros controladores, ponha em realce a janela do Arquivo de Avarias com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para apresentar a janela das opções secundária. Ponha em realce ”Selecionar Lista” com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. Figura 207

A janela apresenta que arquivos de avarias estão disponíveis pelo nome do controlador. Se aparecer apenas ”Mostrador”, nenhum outro controlador no veículo informa as avarias ao Mostrador. Se forem listados outros controladores, ponha em realce o controlador com as teclas das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para ver este arquivo. A tela é restaurado para apresentar o arquivo desse controlador. Figura 208

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Em cada ocorrência de avaria aparece estampado o dia e a hora, com as avarias mais recentes a aparecerem em primeiro lugar. Múltiplas ocorrências da mesma avaria são consideradas num único código com ”contagens” múltiplas. As avarias são armazenadas para que se saiba quantas foram as ocorrências registadas no passado e assim ajudar a diagnosticar um problema atual.

NOT A: Se todos os códigos de avarias não NOTA: puderem ser visualizados em uma única tela, aparecerá uma barra de correr na tela para ver o arquivo de avarias, se necessário.

Figura 209

A cor do texto da avaria na tela de arquivo reflete a sua situação: vermelho para ativado, verde para avarias passadas que já não estão ativas ou cinzento (desativado) para avarias aferidas para serem ignoradas. O operador pode determinar a sua situação quando responder a uma mensagem secundária. Selecionando o botão OK na mensagem secundária ativa a detecção da avaria para o problema. A mensagem secundária volta a aparecer até que o problema seja resolvido. Os códigos de avarias ativados são de cor vermelha.

Figura 210

Selecionando o botão Ignorar na mensagem secundária desativa a detecção da avaria para o problema. A condição da avaria permanece mas não voltam a aparecer mensagens no mostrador até que este seja desligado e seja novamente ligado ou até que a situação seja alterada manualmente. Os códigos de avarias ignorados ou desativados são de cor cinzenta. Se uma condição de avaria for corrigida - resolvida por si mesmo ou que tenha sido resolvida pelo operador, o código de avaria permanece inativo e a sua cor é verde.

Figura 211

Para alterar a situação de uma avaria, ponha em realce a janela individual da avaria com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária.

Figura 212

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce ”Ativar” e, em seguida, clique na tecla Enter para alterar a situação da avaria de ignorada para ativada. Ponha em realce ”Ignorar” e, em seguida, clique na tecla Enter para alterar a situação da avaria de ativada para ignorada.

NOT A: A opção na janela de Entrada da Avaria NOTA: altera com a situação da avaria selecionada.

Figura 213

Para ver mais informação numa avaria: 1. Ponha em realce a janela individual da avaria com as teclas das setas. 2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de opções secundária. 3. Ponha em realce ”Informação da Avaria” com as teclas das setas. 4. Clique na tecla Enter para apresentar a janela de informação. Figura 214

A janela de informação contém: • O título da avaria • O número da avaria • A mensagem consultiva. Clique na tecla Menos (-) para baixar a página para obter a restante informação.

Figura 215

A informação continua: • O número de ocorrências da mesma avaria • A hora e data da última ocorrência. Clique na tecla Menos (-) para baixar a página para obter a restante informação.

Figura 216

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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A informação continua: • A hora e data de quando a avaria foi apagada pela última vez. Clique na tecla Enter com o botão OK em realce para sair da janela de informação.

Figura 217

Apagar as avarias da agricultura de pr ecisão precisão Para apagar todas as avarias num arquivo selecionado: 1. Mude a janela do Arquivo de Avarias para apresentar o controlador desejado 2. Clique na tecla Enter para apresentar a janela de opções secundária 3. Ponha em realce ”Apagar tudo” na janela do Arquivo de Avarias 4. Clique na tecla Enter para apagar o arquivo de avarias para o controlador selecionado.

Figura 218

NOT A: As avarias com o prefixo ”AG” e ”NAV” NOTA: apenas podem ser apagadas com a tela Apagar (delete) na Gestão de dados. IMPOR TANTE: Apenas as avarias inativas (de cor IMPORT verde) podem ser apagadas. Restaurar o ar quivo de avarias arquivo Para restaurar o mostrador da tela do arquivo selecionado: 1. Mude a janela do Arquivo de Avarias para apresentar o controlador desejado 2. Clique na tecla Enter para apresentar a janela de opções secundária

Figura 219

3. Ponha em realce ”Restaurar a Lista” na janela do Arquivo de Avarias 4. Clique na tecla Enter para restaurar o mostrador da tela para o controlador selecionado.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

POSIÇÃO DO GPS E MEMÓRIA EXTERNA Este Capítulo dá seguimento de informação dos componentes da Agricultura de precisão e explica: • As telas da posição do GPS e do GPS RDI (Interface de Diagnóstico do Receptor) em Diagnósticos • A tela de Posição do Cartão em Diagnósticos. POSIÇÃO DO GPS O tipo(s) de correção ativada no receptor GPS determina o conteúdo da tela de posição do GPS. Por exemplo, a janela de Regulação HP/XP apenas está presente quando o receptor está ativado para este tipo de correção. A tela de posição do GPS contém múltiplas janelas de relatório: • Para o receptor GPS e estado do sinal • Para a posição do veículo e fase inicial • Para a situação da subscrição, se aplicável As janelas são agrupadas na tela de posição do GPS para fácil acesso do operador. A maioria das janelas podem ser adicionadas a qualquer tela de Trabalho para conveniência do operador, com posição para subscrições e restaurar HP/XP como as exceções. Na tela principal, ponha em realce o ícone Diagnósticos com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de diagnóstico.

Figura 220

Clique na tecla suave do ícone do GPS na barra de navegação para apresentar a tela de Posição do GPS.

Figura 221

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Altitude do GPS

Aplicação da etiqueta: Altitude do GPS A janela Altitude informa a posição em tempo real do veículo como elevação acima do nível do mar. O valor é reportado em metros ou pés, dependendo das unidades de medida selecionadas.

Figura 222

GPS HDOP

Aplicação da etiqueta: GPS HDOP A janela (HDOP) da diluição da posição horizontal (GPS PDOP) informa a qualidade do sinal GPS do local no veículo. DOP horizontal indica se um objeto num plano horizontal entre o veículo e a fonte de mensagem de correção está a ser um problema. (O objeto poderia ser um arvoredo, uma elevação no terreno ou montanhas). Em geral, qualquer valor abaixo de 7 oferece bons resultados de trabalho. Figura 223

Iniciação do GPS

Aplicação da etiqueta: Iniciação do GPS A janela de iniciação do GPS informa a fase inicial do veículo em graus, nos 360° de direção de deslocação possíveis: 0° indica o Norte, 90° indica o Leste, 180° indica o Sul, 270° indica o Oeste.

Figura 224

Latitude do GPS

Aplicação da etiqueta: Latitude do GPS A janela de latitude do GPS informa a posição em tempo real do veículo em distância angular Norte ou Sul do equador medido a 90°.

Figura 225

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Longitude do GPS

Aplicação da etiqueta: Longitude do GPS A janela de longitude do GPS informa a posição em tempo real do veículo, em distância angular e expressa em graus, num círculo de referência a partir do meridiano zero.

Figura 226

GPS PDOP

Aplicação da etiqueta: GPS PDOP A janela (PDOP) da diluição da posição informa a qualidade do sinal GPS do local no veículo. A posição DOP oferece a melhor panorâmica, uma vez que reflecte a geometria dos satélites acima do veículo. Um baixo PDOP significa que a posição dos satélites é boa, sendo esperada uma boa precisão posicional. Em geral, qualquer valor abaixo de 7 oferece bons resultados de trabalho.

Figura 227

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Situação do Car tão Cartão Na tela principal, ponha em realce o ícone Diagnósticos com as teclas das setas. Clique na tecla Enter para acessar as telas de diagnóstico.

Figura 228

Clique na tecla suave do ícone Cartão na barra de navegação para aparecer a tela de Situação do Cartão. Usando a tela de Situação do Cartão, o operador pode determinar se a memória externa atual é suficiente para o trabalho planeado para esse dia ou se será necessário um cartão adicional. O gráfico de barras apresenta o armazenamento total disponível e a percentagem usada no cartão instalado. As janelas de utilização do Produtor, Cultivo, Campo e Tarefa mostram tanto o armazenamento usado como o restante para cada tipo. Cada memória externa pode conter:

Figura 229

• 150 produtores, • 150 cultivos, • 350 campos, • e 1200 tarefas.

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

DIAGNÓSTICOS DIAGNÓSTICO > DIAG Nesta seção é possível o operador chegar se os comandos da aáquina estão operando facilitando assim em uma pré análise da falhar. Para acessar Ilumine a guia Diagnástico. Tecle Enter.

Figura 230

Ilumine a opção que de se deseja testar, como exemplo Elevador. Tecle Enter. E sem acionar o comando selecionado, observe se a máquina realiza a tarefa escolhida no monitor.

Figura 231

COLHEITA Nesta seção o operador tem acesso as informações dos implementos da máquina.

Figura 232

Motor

Figura 233

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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Elétrica

Figura 234

Extrator primário

Figura 235

Cor te de base Corte

Figura 236

Picador

Figura 237

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

RUN SCREEN Nesta mostra ao operador as informações que ele definiu na seção Caixa de ferramentas (toolbox).

Figura 238

Figura 239

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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INCLINAÇÃO DA CABINE A cabine da colhedora pode ser inclinada para a direita. Isso permite o acesso a caixa do motor e outras funções sob a cabine.

1

Para inclinar a cabine, primeiro remova os pinos lynch (1) e abaixe as travas de segurança nas bases da cabine no lado esquerdo (As bases podem ser acessadas através da saia de borracha (2) em volta da parte inferior da cabine).

Figura 249

2 Figura 250

Após o levantamento da saia de borracha e retirada dos pinos, deverá ser inserida uma alavanca no macaco localizado sob a cabine.

2

1

A cabine deve ser levantada e abaixada acionando a alavanca do macaco.

Figura 251

1 - Local de inserção da alavanca para levantar/ abaixar cabine; 2 - Alavanca da válvula na posição inferior

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Para levantar a cabine, mova a alavanca (1) da válvula para a posição superior e acione a alavanca.

1

Para abaixar a cabine, mova a alavanca (1) da válvula para a posição inferior e acione a alavanca.

Figura 252

Basculamento da cabine.

Figura 253

Com a cabine inclinada é possível o acesso à caixa do motor e também as funções sob a cabine.

Figura 254

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

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BASCULAMENTO DO TETO DA CABINE Remover os parafusos (1) localizados na parte externa do teto.

1

Figura 255

1

Figura 256

Soltar o parafuso (2) localizado no interior da cabine.

2

Figura 257

Bascular o teto da cabine e posicionar a trava de segurança.

NOT A: Abaixar o teto vagarosamente, cuidando NOTA: para não danificar as vedações.

Figura 258

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NOTAS:

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SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS


SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Antes da operação ADVER TÊNCIA ADVERTÊNCIA

Antes de dirigir ou operar a colhedora, estudar as precauções de segurança no inicio deste Manual.

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Não trabalhar com a colhedora, não conduzir, nem utilizar a mesma enquanto não estiver totalmente familiarizado com todos os comandos. Será tarde demais para aprender depois que a colhedora já se encontrar em movimento. Se tiver dúvida sobre qualquer aspecto relacionado com o funcionamento da colhedora, consultar seu Concessionário CASE IH.

Ler esta seção atentamente. Ela contém informações importantes que facilitam a operação e os ajustes necessários no campo para o perfeito rendimento da sua colhedora. Mesmo que trabalhe com outras colhedoras, ler cuidadosamente esta seção do Manual e assegurar-se de que está perfeitamente familiarizado com a localização e a função de todas as características da colhedora.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

ANTES DE LIGAR O MOTOR Para operações de verificação de níveis, a colhedora deve estar nivelada em relação ao solo e também estar em terreno nivelado. Antes de ligar a colhedora pela primeira vez e antes de cada período de operação posterior, fazer as seguintes verificações: 1. Verificar se todas as pessoas que operam ou fazem manutenção compreendem a importância de utilizar combustível limpo e de qualidade. 2. Andar em volta da máquina e verificar qualquer vestígio de vazamento de óleo ou de água. Se encontrar qualquer vazamento, verificar a causa e reparar. NOTA: NOT A: Não verificar vazamentos com as mãos e despressurizar o sistema antes de fazer manutenção. Se encontrar alguma dificuldade, consultar o seu Distribuidor Case IH. 3. Verificar todos os pontos de lubrificação conforme mostrado nas “Tabelas de Lubrificação”, no capítulo de Manutenção neste manual. 4. Verificar, e se necessário, corrigir o nível de óleo no cárter do motor. Usar a vareta (2) de medição para verificar se o nível de óleo está entre as marcas superior e inferior da vareta. Inserir a vareta duas vezes e utilizar somente a segunda leitura. Se necessário, adicionar óleo no bocal de enchimento (1). Não misturar diferentes tipos de óleos. Verificar o nível de óleo antes de ligar o motor, ou mais de cinco minutos após desligar o motor. Para limpar a vareta de verificação de nível, utilizar um pano limpo e que nao desprenda material. Limpar ao redor da vareta antes de retirá-la para inspeção, e também a tampa do bocal de enchimento.

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Figura 1

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

5. Verificar e corrigir o nível do líquido de arrefecimento no tanque de expansão quando o motor estiver frio. O nível deve alcançar o indicador de nível (2). Se o nível estiver baixo, adicionar líquido refrigerante pela abertura (1) do bocal de enchimento no tanque de expansão. Efetuar o enchimento sempre com a máquina parada, motor desligado e frio. NOTA: NOT A: Nunca repor com apenas água. Prepare a solução em um recipiente antes de adicionála ao sistema. A mistura correta é:

131

1

2

Figura 2

- Para SCANIA DC9: 7-12% anticorrosivo + 9388% água - Para motor Case IH 9L: 50% anticorrosivo + 50% água CUIDADO Não remover a tampa enquanto o líquido refrigerante estiver quente, pois a água pode esguichar.

6. Verificar e corrigir o nível de óleo hidráulico (2).

2

Figura 3

2

Figura 4

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

7. Verificar se o nível de óleo da caixa de bombas está correto. Se necessário, completar o nível de óleo. Este visor está localizado dentro da caixa do motor, no lado esquerdo. NOTA: NOT A: O excesso de óleo na caixa da bomba poderá danificar a caixa e as vedações das bombas. Este procedimento deve ser feito com a máquina desligada e nivelada.

Figura 5

8. Verificar o nível de combustível no monitor da cabine. Encher o tanque de combustível no tubo de enchimento após cada dia de operação e sempre que estiver vazio. OBSER VAÇÃO OBSERV AÇÃO: Limpar ao redor da tampa do tanque de combustível antes de remover a tampa. Caso o monitor indique que há água no filtro separador (1), drenar a água. Caso ocorra entrada de ar ao drenar a água, seguir o procedimento de retirada de ar do sistema de combustível na seção de manutenção.

1

Remover qualquer volume de água ou quaisquer sedimentos do filtro separador de água.

Figura 6

9. Verificar se as portas da caixa do motor estão devidamente fechadas. NOT A: Existe um interruptor (1) na porta da caixa NOTA: do motor (lado das correias) que não permitirá que o motor seja operado se esta porta não estiver fechada corretamente. A distância entre o interruptor e a porta deve estar entre 2mm - 4mm.

1 1

10. Verificar a pressão de ar dos pneus (A8000). 11. Verificar o aperto de porcas e parafusos; reapertar se necessário. É necessário uma verificação especial para o suporte do filtro de ar, silenciador e turbo compressor. 12. Remover todas as impurezas acumuladas na máquina. 13. Verificar se há fios cortados, curto-circuitos e terminais soltos.

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Figura 7


SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

14. Verificar o indicador de poeira (1). Quando o elemento do purificador de ar estiver obstruído, o pistão vermelho do indicador de poeira atinge o nível de serviço e fica travado. Uma mensagem de alerta aparecerá na tela do monitor. Nesse caso, limpar o elemento e logo após, pressionar o botão para retornar o pistão vermelho à posição original. 15. Antes da colhedora entrar em movimento, cuidar para que a máquina esteja sem calço ou ferramentas em baixo.

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1

Figura 8

16. Observar se os registro que ligam os tanques hidráulicos às bombas estão ABERTOS.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

PROCEDIMENTO NORMAL DE PARTIDA Fazer as verificações pré-operacionais apresentadas no tópico Antes de ligar o motor no início desta seção. Verificar se todos os comandos estão NEUTRO. Verificar se o botão de acionamento de parada de emergência (botão vermelho), localizado no console do operador da mão direita, está acionado. Caso o botão esteja acionado levantar o anel de travamento localizado abaixo do botão vermelho.

1

Figura 9

Ligar a chave geral (1) localizada no assoalho da máquina lado esquerdo. Colocar a chave no painel (2) do lado direito da cabine. Dar mais de um toque de advertência com a buzina. Girar a chave de ignição e dar partida na máquina. Quando o motor ligar, soltar a chave que voltará para posição LIGADO. NOT A: Não deixar a chave na posição PARTIDA NOTA: durante mais de 20 segundos. Se o motor não funcionar, aguardar cerca de 2 minutos antes de ligar novamente. Verificar se o joystick direcional (mão esquerda) está na posição de neutro. • Após ligar o motor elevar e deixar a rotação na rotação intermediária (1600 rpm) até atingir a temperatura operacional de 80°C. • Ligar os implementos para aquecer o óleo hidráulico (temperatura de trabalho do óleo hidráulico (80 °C). Verificar a cor dos gases de escape e ruídos anormais. ATENÇÃO

Para todas as verificações realizadas de dentro da cabine, o operador DEVE estar sentado no banco do operador.

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2 Figura 10


SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

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ACELERADOR DO MOTOR Quando em colheita, ajustar o acelerador do motor na posição máxima (até 2100 rpm). Se a velocidade do motor com aceleração total cair para baixo de 2100 rpm durante a colheita, isso indica que a colhedora está sobrecarregada ou o motor está com defeito e a velocidade de tração deve ser reduzida. RPM do motor com aceleração máxima durante a colheita: 2100 rpm a carga total. NOT A: O botão do acelerador é programado para NOTA: que com dois toques, seja atingida a máxima rotação. No primeiro toque, a rotação vai à 1600 rpm; e no segundo toque, a rotação vai à 2100 rpm.

Figura 11

PROCEDIMENTO DE PARADA DO MOTOR Resfriar o motor gradualmente, colocando a máquina em rotação intermediaria (1600 rpm). Deixar o motor funcionando em rotação média durante 5 minutos e em seguida colocar a máquina em baixa rotação durante 1 minuto. Retornar a chave de partida para a posição DESLIGADO para desligar o motor. NOTA NOT A : NUNCA parar o motor bruscamente. Isso poderá comprometer a vida útil do motor. A não ser em caso de emergência.

REBOQUE DA COLHEDORA NOT A: Quando rebocar a colhedora para trás, NOTA: conectar a corrente de reboque nos pontos (1) de reboque traseiros localizados no chassi. Quando rebocar a colhedora em vias de transporte públicos, ativar o interruptor do sinalizador rotativo localizado no painel superior, lado direito (verificar legislação de transito).

1 A colhedora é dotada de setas que devem ser usadas para indicar direção à direita ou à esquerda. As setas são ativadas por um interruptor localizado no console direito.

Figura 12

NOT A : Os freios de estacionamento nas TA colhedoras A8000 e A8800 são ativados automaticamente quando a máquina é desligada. Para permitir o reboque da máquina, o motor precisa estar funcionando e o freio de estacionamento na posição DESLIGADO. Se isso não for possível, os pinhões devem ser removidos dos cubos traseiros para deixar as rodas livres.

Figura 13

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

DIRIGINDO A COLHEDORA Antes de dirigir uma colhedora de cana A. Observar cuidadosamente a parte da frente, de trás e cada lado da colhedora. B. Verificar se há alguma pessoa na máquina ou perto da máquina. C. Ligar o motor conforme explicado no tópico Procedimento Normal de Partida no início desta seção. D. Verificar se o elevador não está virado para um dos lados, a não ser que seja necessário para equilibrar em um declive. E. Verificar se existe espaço suficiente acima da máquina para o cortador de pontas e o elevador. F. Verificar se o cortador de base está bem acima do solo. G. Verificar se os divisores de linhas estão bem acima do solo. H. Acionar a buzina para alertar qualquer pessoa perto da máquina.

Dir eção da Colhedora - A8800 (esteira) - Modo Manobra Direção Certificar-se que o freio de estacionamento não está acionado. 1. Ajustar o acelerador para meia aceleração (1600 rpm). 2. Para movimentar a colhedora para frente, mover o joystick (lado esquerdo) para frente. Esse procedimento fará a colhedora se movimentar para frente. 3. Para movimentar a colhedora para trás, mover o joystick para trás. 4. Ajustar a velocidade conforme necessário acionando o botão de aceleração no joystick para frente. 5. Para parar a colhedora, mover o joystick para a posição neutra. Se a colhedora estiver em velocidade alta, primeiro deve-se diminuir a velocidade, para depois colocá-la em neutro. CUIDADO

Não alterar o movimento diretamente de avanço para ré ou de ré para avanço. Sempre parar a colhedora, com o joystick de tração na posição neutra, antes de mudar o sentido do movimento.

6. Para virar para a direita, mover o joystick para a direita. Caso queira virar para a esquerda, mover o joystick para a esquerda. 7. Não dirigir a colhedora em velocidade alta constantemente. Uma velocidade alta acelera o desgaste dos elos e rolos da esteira e da engrenagem intermediária. 8. Não girar constantemente em um mesmo sentido, pois isso provocará o desgaste desigual das esteiras. 9. Sempre manter o ajuste correto das esteiras de acordo com as condições do terreno. O tensionamento excessivo das esteiras, aumenta a carga e os desgastes dos componentes do conjunto.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

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PERCURSO EM ESTRADA - A8000 Durante um percurso longo em estrada, o operador deve parar de vinte em vinte ou de trinta em trinta minutos e movimentar o joystick para direita e para esquerda, para realinhar a convergência nas rodas dianteiras. Não seguir esse procedimento poderá causar desgaste prematuro dos pneus dianteiros.

DIREÇÃO DA COLHEDORA EM LOCAIS PÚBLICOS Antes de dirigir a colhedora em locais públicos, verificar se as autorizações exigidas etc. foram obtidas e se a colhedora está sendo dirigida de acordo com os regulamentos do Ministério dos Transportes. Quando dirigir a colhedora em locais públicos, ativar o interruptor do sinalizador rotativo localizado no painel superior do console direito. A colhedora é dotada de setas que devem ser usadas para indicar entrada à direita ou à esquerda. As setas são ativadas por um interruptor localizado no console direito.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

OBTENÇÃO DA MELHOR COLHEITA

Manter a máquinas sem sujeira

O operador deve:

• Parar e retirar toda sujeira pelo menos de 2 horas em 2 horas, ou sempre que possível.

• Preparar a máquina inteira antes da colheita e mantê-la em sua melhor condição antes, durante e depois do período de trabalho.

• Verificar se os rolos do trem de alimentação superior estão livres para subir e descer.

• Realizar os diversos ajustes de colheita e controles para obter cana mais limpa na caixa com o mínimo de impureza e terra.

• Livrar os rolos de qualquer acúmulo de lama e sujeira. • Examinar a máquina quanto a vazamentos de óleo e corrigir se necessário.

Preparação da Máquina • Preparar a máquina no final do trabalho diário, deixando-a pronta para o dia seguinte.

• Sempre desligar o motor antes de realizar manutenções na máquina. Desligar o interruptor de segurança na caixa de eletricidade do console direito. Manter a chave geral no bolso.

• Eliminar toda sujeira e terra. • Inspecionar a máquina completamente.

Cuidados com a esteira

• Reparar quaisquer defeitos encontrados durante a inspeção.

• O ajuste de tensão das esteiras deverá ser mantido sempre conforme especificação, para melhor desempenho de buchas e rodas motrizes (poupando esforços também no redutor e na transmissão). O ajuste de tensão deverá ser realizado no ambiente de trabalho da máquina, no qual a presença de acúmulo do terreno será real.

• Abastecer com combustível, óleo e água até os níveis recomendados. • Aplicar graxa e óleo de acordo com a rotina diária e qualquer rotina de manutenção recomendada neste manual.

• Não operar em alta velocidade.

Manter sempre todas as facas afiadas • Inspecionar as facas do picador a cada 2 horas, ou sempre que possível, quanto à afiação e ao bom funcionamento. Substituir quando necessário. • Observar se não há cana mal cortada. • Inspecionar as facas do cortador de base a cada 2 horas, ou sempre que posível. Substituir se estiverem não afiadas ou arredondadas nos cantos. NOT A : O comprimento máximo da faca do NOTA cortador de base é 89 mm. Deixar de observar este limite pode resultar em danos à esteira rodante. • Inspecionar as facas do cortador de pontas de 2 em 2 horas, ou sempre que possível. Substituir conforme necessário.

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• Realizar limpeza diária do sistema de material rodante. • Observar os padrões para a detecção de desgaste desequilibrado causado por condição de operação ou desalinhamento. • Alternar manobras de retorno para ambos os lados. • Não provocar derrapagem das esteiras. • Inspecionar subconjuntos lubrificados (roletes, rodas-guia e esteiras lubrificadas) quanto a vazamentos.


SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

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Cortador de pontas Ter o objetivo de cortar no último nó totalmente formado: abaixo desse ponto irá cortar cana boa; acima aumentará a sujeira na caixa. Ajustar a altura do cortador de pontas na altura média da cana se a altura variar ao longo da linha. Sentido de rrotação: otação: Ajustar o sentido de rotação do tambor de forma a jogar as partes superiores cortadas longe das culturas. Cortar o campo, se possível, a partir do lado para o qual o vento sopra, de modo que as partes superiores cortadas e outros materiais estranhos sejam retirados da cultura e da máquina pelo vento. Figura 14

Comprimento do tolete Para estabelecer o comprimento do tolete ajustar a configuração no display até obter o comprimento desejado.

Cortador de base Ajustar o cortador de base para cortar a cana no nível do solo. Cortar abaixo do nível do solo aumenta as cargas nas partes hidráulicas (por exemplo, bomba, motores etc.) e nas caixas de engrenagem, reduzindo sua vida útil. Além disso, o aumento de terra penetrando na máquina irá acelerar as taxas de desgaste das lâminas do cortador de base, discos, rolos de alimentação, facas do picador, lâminas do extrator e de todas as peças metálicas que entram em contato com a cana. Levantar o cortador de base apenas o suficiente para livrar a superfície ao trabalhar em solo irregular e pedregoso.

Parar, sair e examinar os tocos cortados no início da operação de corte e sempre que possível. Observar sinais de corte muito baixo (ou seja, terra jogada para os lados pelos cortadores de base ou poeira e terra expelidas pelos extratores de sujeira). Observar sinais de corte muito alto (ou seja, cepos de cana visíveis nos tocos cortados ou cana dividida e danificada no corte devido à falta de um apoio firme). NOT A : Ajustar o ângulo da caixa do cortador de NOTA base de acordo com as condições de campo, melhora as condições de colheita.

Verificar se o cortador de base está ajustado na melhor altura.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Divisor de linhas Ajustar a altura do divisor de linhas de modo que a ponta apenas toque no solo e pegue a cana caída usando os cilindros de inclinação do divisor de linhas (opcional). Levantar os divisores de linhas apenas o suficiente para livrar a superfície ao trabalhar em solo irregular e pedregoso ou com mato denso. Reajustar a altura do divisor de linhas, se necessário, quando a altura do cortador de base for alterada. Substituir a ponta do divisor de linhas se não estiver se projetando abaixo da parte inferior da sapata.

Figura 15

Velocidade de tração

Direção

Controlar a taxa de corte da cana, variando a velocidade de tração para melhor resultado.

Dirigir o mais reto possível, bem no centro da linha, de modo que o cortador de base passe acima do centro da cana.

Ajustar o controle do acelerador do motor para a rotação de trabalho e mantê-lo nesse ponto. Se a velocidade do motor cair em carga para menos que a rpm nominal, reduzir a velocidade de tração para evitar sobrecarga. Observar sinais de movimentação muito rápida (ou seja, queda da velocidade do motor, trem de rolos e picador sobrecarregados, entupimentos e obstruções na entrada da máquina, quebra dos divisores de linhas e cana arrancada com raiz) ou elevador falhando com a cana. Diminuir a velocidade ao: • Colher uma cultura caída, para permitir que os divisores de linhas levantem e separem a cana caída sem quebrá-la. • Colher cana mal queimada ou verde, para obter melhor desempenho dos extratores. • Fazer curvas fechadas em solo irregular e sempre que necessário para garantir a estabilidade da máquina.

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Um cultivo estreito pode tornar necessário dirigir ligeiramente para um lado para não danificar a cana na linha adjacente.

Solo muito úmido e enlameado Observar diferentes condições de solo no campo. Os campos úmidos frequentemente possuem pontos “macios” que requerem diferentes ajustes dos cortadores de base e dos divisores de linhas, bem como da velocidade de tração. Observar após uma inundação, as toras, tocos de árvores e detritos semelhantes que freqüentemente ficam nos campos de cana quando as águas abaixam.


SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Cana caída Evitar cortar a cana a partir de um ponto que alimente as partes superiores da cana na colhedora antes das bases, pois o trem de rolos pode arrancar as raízes. Sempre se aproximar da base da cana primeiro. Quando a cana está deitada nas linhas, entrar no campo no lado que permite aos divisores de linhas operar sobre as bases da cana (com as partes superiores longe da colhedora, em direção à cana que ainda será colhida). Reduzir a Velocidade para permitir aos divisores de linhas separar a cana sem quebrá-la ou arrancá-la.

Encostas íngremes Dirigir com cuidado de forma a não prejudicar a estabilidade da máquina. Se possível, girar o elevador para equilibrar a máquina. Evitar sobrecarregar a máquina. Se possível, cortar apenas encosta abaixo. Entrar no campo pelo lado superior, onde as linhas correm ao longo do declive. Esse procedimento permitirá girar o elevador para o lado da subida para equilibrar a máquina.

Solo pedregoso Levantar o cortador de base e os divisores de linhas, se necessário, para evitar desgaste excessivo em solo irregular e pedregoso.

Cana verde Reduzir a Velocidade para melhorar o desempenho de limpeza dos extratores. Os extratores ficam mais capacitados para extrair a maior quantidade de sujeira se o processamento de cana for reduzido.

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Manter as facas do picador bem afiadas. Esse procedimento ajudará na extração da sujeira, garantindo que a folha da cana seja cortada em pequenos comprimentos. Verificar constantemente o trem de rolos, extratores e o piso do elevador quanto ao aumento de sujeira.

Linhas plantadas muito próximas Dirigir o mais perto possível da cana em pé sem passar por cima da mesma. Posicionar os cortadores de base um pouco para um lado da linha de tocos que está sendo cortada.

Tocos de cana plantados em sulcos profundos Ajustar o cortador de base em altura suficiente para evitar abrir as laterais do sulco, mesmo que isso signifique cortar a cana um pouco mais alto que o normal. Cortar mais baixo produzirá apenas cana suja, muita terra e desgaste na colhedora.

O motivo A usina de açúcar determina o valor da cultura e só recebe cana limpa e de boa qualidade. A cana é uma planta viva. Ela deteriora como qualquer outro vegetal. Quando cortada, pode perder rapidamente o valor, pois a cana cortada deteriora mais rapidamente no ponto de corte, onde fica exposta ao ar. Um corte definido e limpo ficará mais tempo em boas condições. Uma cana machucada, quebrada ou mal cortada, com extremidades afuniladas ou esmagadas deteriorará muito rápido. Na hora em que chega na usina poderá perder muito do seu valor. Sujeira e terra na cana podem constituir um inconveniente caro na usina de açúcar. Portanto, a usina deve avaliar o valor da cultura de acordo com a quantidade de sujeira e terra contidas na cana.

Ajustar o cortador de pontas para remover a maior parte possível das partes superiores e manter as lâminas bem afiadas.

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SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Uma cana queimada deteriora rapidamente no campo logo após a queima. Se não for colhida em poucos dias, começará a perder valor e qualidade. Evitando atrasos e sabendo como operar sob condições adversas, um operador qualificado com uma máquina bem ajustada geralmente poderá salvar uma colheita que de outra forma seria perdida.

• Ângulo do cor tador de base incor cortador incorrreto Grande desgaste nos discos do cortador de base. Tocos danificados. Cana deixada no campo.

Se as instruções descritas no tópico anterior Obtenção da Melhor Colheita , não forem observadas, o resultado só poderá ser custos e prejuízos desnecessários.

• Divisor es de linhas muito baixos Divisores Terra na cana. Grande desgaste na ponteira. Aumento no consumo de combustível.

Por exemplo:

• Picador cego (sem “fio”) - Facas do picador Talos de cana mal cortados. A cana pode deteriorar no caminho até a usina. Peso reduzido da cana em um recipiente cheio. Amostra suja no recipiente.

• Máquina não pr eparada com antecedência preparada Terra e sujeira na máquina. Inspeção mal feita. Má lubrificação. Defeitos não encontrados. Vazamentos de óleo não encontrados. Grande desgaste. Superaquecimento. Lâminas não afiadas. Cana suja e danificada na caixa. Máquina não confiável. Tempo perdido em partidas atrasadas e paralisações. • Máquina negligenciada durante o dia Lâminas não afiadas. Rolos obstruídos. Extratores obstruídos. Piso do elevador bloqueado. Cana danificada. Cana suja. Telas do ar de refrigeração bloqueadas. Superaquecimento. Paralisações. Aumento do consumo de combustível. • Cor tador de pontas muito alto Cortador Excesso de folha na caixa. Partes superiores das folhas mal cortadas. O cortador de pontas fica obstruído. • Cor tador de pontas muito baixo Cortador Cana descartada em bom estado. • Lâminas não afiadas do cor tador de pontas cortador Muita folha na caixa. Obstrução no cortador de pontas. Colheita lenta. Consumo extra de combustível. Cana mal cortada. • Cor tador es de base muito altos Cortador tadores Cana boa deixada no campo. • Cor tador es de base muito baixos Cortador tadores Cana suja. Lâminas não afiadas. Cana danificada. Terra na máquina. Aumento no consumo de combustível.

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• Lâminas do cor te de base não afiada corte Cana danificada. Cana não reunida. Tocos danificados.

olo desgastadas, dobradas ou • Lâminas do rrolo obstruídas com terra Bloqueios. Cana danificada. Cana suja. Talos curtos. • Velocidade muito alta Bloqueios. Cana danificada. Talos curtos. Má extração de sujeira. Motor sobrecarregado. • Velocidade muito baixa Colheita muito demorada.


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

INFORMAÇÕES GERAIS Apresentação Esta seção fornece detalhes completos dos procedimentos de manutenção necessários para manter a sua colhedora com a máxima eficiência. O quadro de lubrificação e manutenção das páginas logo adiante, fornece uma referência imediata a estes requisitos.

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DURANTE AS PRIMEIRAS 50 HORAS DE OPERAÇÃO IMPOR TANTE IMPORT ANTE: Os itens relacionados na revisão das Primeiras 50 Horas são importantes. Se não forem executados, pode resultar em falha de componentes e vida útil reduzida da colhedora.

ADVER TÊNCIA ADVERTÊNCIA Cada operação é numerada para facilitar a referência. Em caso de dúvidas em relação a qualquer aspecto de lubrificação e manutenção, consultar o seu Concessionário Case IH.

Precauções de segurança Ler e observar todas as precauções de segurança relacionadas em Manutenção na Colhedora e na seção de Introdução deste Manual. OBSER VAÇÃO: Descartar adequadamente os OBSERV filtros e fluidos usados. CUIDADO

Não fazer verificações, lubrificação, manutenção ou ajustes na colhedora com o motor funcionando.

PREVENÇÃO CONTRA CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA Para evitar a contaminação ao trocar óleos, filtros, etc., sempre limpar a área em torno das tampas de enchimento, bujões de nível e de drenagem, varetas e filtros antes de removê-los. Para evitar a entrada de sujeira durante colocação de graxa, limpar a sujeira nas graxeiras antes de aplicar a graxa. Limpar o excesso de graxa da graxeira depois de colocar graxa.

Flexibilidade dos intervalos de manutenção Os intervalos relacionados no quadro de lubrificação e manutenção são diretrizes a serem seguidas quando operar em condições normais de trabalho. NOT A: Consultar livrete da Garantia. NOTA:

Quadro de lubrificação e manutenção O quadro de lubrificação e manutenção, relaciona os intervalos nos quais as verificações, lubrificação, revisões e/ou regulagens de rotina devem ser realizadas. Utilizar o quadro como uma referência rápida ao fazer revisões na colhedora.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

ABASTECIMENTO DA COLHEDORA CUIDADO

Ao manusear óleo diesel, observar o seguinte: Não fumar perto do óleo diesel. Em nenhuma circunstâncias deve-se adicionar gasolina, álcool ou querosene ao óleo diesel devido ao risco aumentado de incêndios ou explosões. Em um recipiente fechado, como um reservatório de combustível, estas misturas são mais explosivas do que gasolina pura. NÃO usar estas misturas. • Limpar a área da tampa de enchimento e mantêla livre de detritos • O reservatório de combustível deve ser completado ao final de cada dia para reduzir a condensação durante a noite. • Nunca retirar a tampa nem abastecer com o motor funcionando. • Manter controle da mangueira de combustível ao encher o reservatório. • Não encher o reservatório até a sua capacidade máxima. Deixar espaço para expansão. Se a tampa original do reservatório de combustível for perdida, substituir por uma tampa original e apertar firmemente. • Limpar combustível derramado imediatamente. • Manter/repor a peneira localizada no bocal de enchimento durante o abastecimento.

Quadro de combustível Classificação Geral do Combustível

seleção

do

diesel

No. 1-D

No. 2-D

288° C (550° F)

357° C (675° F)

Índice de Cetano (Mín.)

45*

45

Teor de Enxofr e (Máx.) Enxofre

0,3%

0,5%

Ponto de Ebulição Final (Máx.)

* Quando for operar continuamente a baixas temperaturas ou grandes altitudes, é necessário um índice de cetano mínimo de 45.

NOT A : Quando longos períodos em marcha lenta NOTA ou em condições climáticas abaixo de 0° C (32° F) forem enfrentados, ou quando operar continuamente a altitudes acima de 1500 m (5.000 ft), usar combustível Número 1-D. NOT A: O uso de óleo diesel com teor de enxofre NOTA: acima de 0,5% requer trocas antecipadas de óleo e de filtros do que as relacionadas no programa de manutenção. O uso de óleo diesel com teor de enxofre acima de 1,3% não é recomendado.

REQUISITOS DO COMBUSTÍVEL A qualidade do combustível usado é um fator importante para desempenho confiável e vida útil satisfatória do motor. Os combustíveis devem ser limpos, bem refinados e não corrosivo para as peças do sistema de combustível. Certificar-se de usar combustível de qualidade conhecida e de um fornecedor com boa reputação. • Usar o Número 2-D em temperaturas acima de -7° C (20° F) • Usar o Número 1-D em temperaturas abaixo de -7° C (20° F) Para obter uma combustão ideal e o mínimo de desgaste do motor, o combustível selecionado para o uso deverá estar em conformidade com a aplicação e os requisitos das suas propriedades descritas no quadro a seguir.

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Para obter a melhor economia de combustível, usar o de Número 2-D sempre que a temperatura permitir. Não usar o Número 2-D em temperaturas abaixo de -7° C (20° F). As temperaturas frias engrossam o combustível, que pode impedir o funcionamento do motor. Se isto ocorrer, entrar em contato com o seu Concessionário Case IH. Para certificar-se de que o combustível atende às propriedades requisitadas, busque ajuda de um fornecedor de óleo combustível com boa reputação. A responsabilidade por combustível limpo é tanto do fornecedor quanto do usuário do combustível.


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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Armazenagem do combustível Tomar as precauções a seguir para garantir que o combustível armazenado fique livre de sujeira, água e outros contaminantes. 1. Armazenar o combustível em reservatórios de ferro pretos, não galvanizados, pois o revestimento de zinco reagirá com o combustível e formará compostos que danificam a bomba injetora e os injetores de combustível. 2. Os reservatórios de armazenagem a granel devem ficar protegidos do sol Figura 1. Figura 1

Manter o reservatório levemente inclinado Figura 2 de modo que os sedimentos fiquem acumulados longe do tubo de saída. 3. Para facilitar a remoção de umidade e sedimentos, instalar um bujão de drenagem no ponto mais baixo, do lado contrário do tubo de saída. 4. Se o combustível não for filtrado no reservatório de armazenagem, colocar um funil com uma tela de malha fina no gargalo de enchimento quando abastecer. 5. Organize a compra de combustível de modo que os combustíveis com classificação para o verão não sejam guardados e usados no inverno, ou seja, não armazene diesel por um longo período (>6 meses).

A

A - Bujão de dreno

Figura 2

Enchimento do reservatório de combustível 1. Limpar a área em volta da tampa de enchimento para evitar a entrada de sujeira, contaminando o combustível. 2. Remover a tampa e colocá-la em uma superfície limpa ao abastecer. 3. Depois de encher o reservatório, colocar a tampa de combustível e apertar. IMPOR TANTE IMPORT ANTE: Sempre substituir uma tampa perdida ou danificada por uma tampa de reposição original. 4. Abastecer com a peneira (filtro) que se localiza dentro do bocal de enchimento.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CAPACIDADES

ESPECIFICAÇÕES DE FLUIDOS

Combustível do motor - Diesel:

Óleo de lubrificação do motor

• 480 litros (106 galões imperiais) nominal

O uso de óleos lubrificantes de qualidade, combinado com drenagem de óleo e troca de filtro em intervalos adequados, é um fator crítico na manutenção do desempenho e durabilidade do motor.

Óleo do motor • Motor SCANIA DC9: 27 a 34 litros • Motor Case IH 9L: 20 a 24 litros Água do sistema • Motor SCANIA DC9: 53 litros

• Motor SCANIA DC9: SAE 15W-40; API CI-4; ACEA E5; AKCELA N°1-Engine Oil • Motor Case IH 9L: SAE 15W-40; API CI-4; ACEA E5; AKCELA N°1 - Engine Oil

• Motor Case IH 9L: 44 litros Óleo do sistema hidráulico • 480 litros (106 galões imperiais) nominal no reservatório de óleo hidráulico e aproximadamente 120 litros no restante do sistema, totalizando 600 litros Óleo da caixa de engr enagens de acionamento engrenagens das bombas • 1,6 litros - óleo hidráulico (AKCELA AW100) Óleo da caixa de engr enagens do cor tador de engrenagens cortador base • 9,5 litros - óleo de engrenagens SAE 85W-140, API GL-5, AKCELA GEAR 135H EP Óleo da caixa de engr enagens do picador engrenagens • 7,5 litros - óleo de engrenagem SAE 85W-140, AKCELA GEAR 135H EP Óleo do cubo da rroda oda traseira • 6 litros - óleo de engrenagem SAE 85W-140, AKCELA GEAR 135H EP Ar condicionado • Compressor: 7,6 +/- 0,5 onça fluida (228 +/- 15 cc) Óleo P.A.G. SP20 • Refrigerante: 51 +/- 5 onças (1.450 +/- 150 gramas) HFC R134A Óleo do sistema hidráulico da suspensão (Autotracker) • TCH FLUID

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Óleo hidráulico A especificação a seguir é de um óleo hidráulico de base petrolífera, contendo aditivos antiferrugem, anti-oxidantes, anti-desgaste, antiespumantes e de melhoria do índice de viscosidade. Se o óleo cumprir a especificação a seguir, é adequado para uso nos sistemas hidráulicos das colhedoras Case IH Austoft.

Enchimento inicial da fábrica: AKCELA AW100


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Propriedades físicas do óleo hidráulico Aspecto .......................... Claro e brilhante Densidade a 15°C (IP 160) ........................... 0,880 - 0,890 (Normalmente 0,882) Viscosidade a 40°C cSt (IP 71) ...................... 66 - 100

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(IP 35) ............................. 240 mínima Liberação de Ar (IP 313) ........................... 660 Segundos no máximo Viscosidade após 1.000 horas KV a 100° C .................... 10,5 cSt mínima

Viscosidade a 100°C cSt (IP 71) ...................... 11 mínima Viscosidade na temperatura de trabalho máxima ............ 13 mínima

Óleo de engrenagem • AKCELA GEAR 135H EP, API GL-5, SAE 85W140

Índice de Viscosidade (IP 226) ........................... 150 mínima % de Zinco Alquídico em Peso ......................... 0.04 Ponto de Anilina °C (IP2) ................................ 100 mínima Demulsibilidade (Classe ISO 68 - ASTM D1401) ........................... 40/37/3 (30) a 54°C Demulsibilidade (Classe ISO 100 ASTM D1401) ................. 40/37/3 (30) a 82°C Filtrabilidade (Denison TP-02100) ....................... Pass Proteção contra Ferrugem (ASTM D665) ............................. Usar água destilada ....................................... Usar água do mar sintética Estabilidade contra Oxidação ........................ 2500 mínima. Horas para 2,0 mg KOH/ gm ASTM D943 Ponto de Derramamento °C (IP 15) ........................ -35 máximo Ponto de Fulgor .............. 190 mínimo - fechado (IP34) °C. 210 mínimo - aberto (IP35) °C Ponto de Queima °C

Graxa Uma graxa à base de lítio com número de consistência N.L.G.I. 2, que também contenha aditivos de extrema pressão, inibidores de oxidação e inibidores de corrosão (por exemplo, Estearato de Hidróxido de Lítio). De fabricação AKCELA, Multi-Purpose Grease, 251H, EP

Bateria Usar água destilada.

Líquido refrigerante do motor Motor SCANIA DC9 O líquido de arrefecimento deve conter anticorrosivo para proteger o sistema de arrefecimento contra a corrosão. Deve ser limpo e com pH de 6-9. O líquido de arrefecimento deve ser trocado quando o sistema de arrefecimento estiver limpo: a cada 4.800 horas ou no mínimo a cada 5 anos. A cada 1000 horas verificar o liquido inibidor de corrosão do liquido de arrefecimento (contatar a sua concessionária Scania).

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148

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

A cada 2500 horas completar com 1,0% de anticorrosivo Scania por volume. Se houver o risco de congelamento, o refrigerante deve consistir em um volume mínimo de 30% e máximo de 60% de Glicol. Se não houver esse risco, ele deve consistir em 7 - 12% por volume de anti-congelante Scania. Para motor IVECO, usar 50% / 50%.

Segurança A segurança, primeiros socorros e manipulação básica do R134a são semelhantes aos requisitos do R12 e as mesmas precauções de segurança gerais devem ser adotadas em qualquer situação. Não misturar o R134a com pressões de ar em sistemas de ar-condicionado - em certas condições ele pode se tornar inflamável.

A SCANIA recomenda um produto sem nitrila e anti-congelante - BASF G48 ou BASF G542. Compatibilidade do R134a A IVECO recomenda o uso de anticongelante Premium Anti-Freeze da AKCELA.

Cuidado

NÃO misturar anticorrosivo Scania com Glicol.

O R134a é totalmente incompatível com o R12 e com óleos minerais (como o 5GS) atualmente usados em um sistema R12. Misturas de R134a e R12 em algumas proporções podem formar um azeótropo e as pressões de vapor podem aumentar até 100%. Usar o 5GS com o R134a pode causar viscosidade e queda do nível de óleo. Haverá falha no compressor.

Ar condicionado Todas as máquinas possuem compressores A/C projetados para o uso de refrigerante R134a e lubrificante Sanden P.A.G. SP20. • Refrigerante R134a (Tetrafluoroetane CH2FCF3).

Secador es/Dessecantes R134a Secadores/Dessecantes O R134a requer diferentes dessecantes e devese observar o seguinte. • Dessecante XH5 - R12

O R134a é um gás estável, incolor, atóxico, não inflamável, liquefeito com leve odor de éter. É um item HFC e portanto não contém o elemento clorado de destruição da camada de ozônio, por ter ODP (Potencial de Destruição do Ozônio) zero. Apresenta um potencial de efeito estufa menor que 10% com relação ao R12. Contate um distribuidor autorizado para fazer a limpeza do sistema de A/C uma vez ao ano. Potencial de Destruição do Ozônio

Efeito Estufa

R11

1

1

R12

1

3.0

R134a

0

0.29

0.02

0.15

Refrigerante

Mistura Ternária (HCFC22 + HFC152A + HCFC124)

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• Dessecante XH7 - R12, R134a • Dessecante XH9 – R12, R134a, Misturas Ternárias


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

149

R134a Válvulas e T ubos de Orifícios TX Tubos

Exemplos de pr oblemas de mistura problemas

As válvulas TX normais e tubos de orifícios projetados para sistemas automotivos R12 não são afetados fisicamente pelo R134a. Entretanto, a classificação ou o valor nominal se altera devido ao aumento da pressão operacional do R134a.

• R134a com 5GS Incompatível. Causará viscosidade, queda do nível de óleo e falha do compressor.

• Uma válvula de 1.0 toneladas com R12 se tornará uma válvula de 1.2 toneladas com R134a. • Uma válvula de 1,5 toneladas com R12 se tornará uma válvula de 1,8 toneladas com R134a. • Uma válvula de 2,0 toneladas com R12 se tornará uma válvula de 2,4 toneladas com R134a. (uma tonelada de refrigerante = 12.000 btus)

• R134a com P AG/5GS PAG/5GS Incompatível. Causará separação do óleo, viscosidade, queda do nível de óleo e falha do compressor. • R12 com P AG PAG Incompatível. PAG e R12 não são miscíveis; a falta de lubrificação causará falha do compressor. • R12 com P AG/5GS PAG/5GS Incompatível. Causará separação do óleo e queda do nível de óleo, com falha do compressor.

Lubrificantes R134a O R134a é totalmente incompatível com todos os óleos minerais usados nos sistemas R12. Qualquer tentativa de usar 5GS com R134a resultará em falha do compressor. O óleo PAG (Polyalkylene Glycol) foi desenvolvido especialmente para utilização com o R134a e nenhum outro lubrificante deve ser usado. Os óleos de classes e tipos diferentes não devem ser misturados. Algumas misturas causarão viscosidade, queda do nível de óleo e separação do óleo. Em outras palavras, falha do compressor. Os óleos PAG são muito mais higroscópicos que o 5GS, portanto com esses lubrificantes é essencial uma boa limpeza e tempo de evacuação correto com bomba de vácuo capaz de produzir vácuo de 200 mícrons (29,9 pol HG ou 101 KPA manométricos). Obser vação: O tipo de óleo PAG pode variar para Observação: diferentes marcas e modelos de compressores. Verificar as especificações do fabricante.

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150

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

LUBRIFICAÇÃO – ÓLEOS E FILTROS Óleo do sistema hidráulico Obser vação: Os dois registros entre o tanque Observação: coletor e o tanque principal devem ser fechados para evitar perda de óleo do sistema quando os filtros forem trocados ou se uma mangueira for desconectada ou rompida. A máquina não deve entrar em funcionamento com os registros fechados.

Enchimento Verificar diariamente o nível no visor (1) localizado no tanque coletor. Verificar se a máquina e o cortador de pontas estão paralelos ao solo e se óleo está frio. O nível de óleo deve ser mantido no meio da faixa do visor.

1

Quando verificar o nível de óleo no visor, verificar também se o óleo está limpo e claro. Se o óleo tiver uma aparência branca leitosa, isso indica água no óleo. Nesse caso, drenar e encher com óleo novo.

Figura 3

Drenagem Anualmente, logo após o final da safra, drenar o tanque hidráulico. Encher os tanques de óleo hidráulico com óleo novo ou que atenda a especificação Case IH. Obser vação Observação vação: O acesso ao dreno do tanque hidráulico e à tampa da placa de inspeção (1) ficam localizados por baixo da parte traseira da colhedora.

1

Figura 4

84158928 - 01.2009


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

151

Procedimento de dreno e enchimento 1. Manter as mãos, as ferramentas e todas as conexões do sistema hidráulico sempre limpas. 2. Com todos os cilindros hidráulicos na posição totalmente retraída, esvaziar o tanque removendo o bujão de dreno na parte inferior. Remover a placa de inspeção para acessar o interior do tanque. 3. Se necessário, limpar o tanque com ar em baixa pressão ou solvente. 4. Substituir os elementos do filtro de retorno e os filtros de sucção. 5. Montar novamente a placa de inspeção no tanque. Usar uma nova junta. Apertar os parafusos por igual. Encher os tanques com óleo novo. Obser vação: Este procedimento não prevê o Observação: dreno e substituição substancial de óleo nas bombas, motores e mangueiras. Se houver necessidade de substituição devido à contaminação de óleo com terra ou água, consultar o seu Distribuidor Case IH.

Filtros hidráulicos Localização Localização: Os filtros de sucção são montados na parte externa da caixa do motor, na parede traseira. Também existem três filtros de retorno de óleo hidráulico localizados no tanque inferior de óleo hidráulico. Troca dos filtr os de sucção: De 250 em 250 horas filtros substituir os quatro elementos do filtro de sucção. Impor tante: Diariamente verificar a leitura de Importante: sucção no vacuômetro montado entre os dois filtros ou a lâmpada de aviso. Com o motor funcionando, esse manômetro deve indicar menos de 7 polegadas (180 mm) de Hg quando o óleo atingir a temperatura operacional normal. Se a leitura for maior, substituir os elementos do filtro.

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152

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

PROGRAMA DE LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO Estacionar a colhedora em solo (terreno) plano, deixando a mesma nivelada. Esperar cerca de 1 minuto e verificar os níveis de óleo das caixas de engrenagens do Corte de Base e do Picador. Os mesmos devem estar com volume de óleo até o nível do bujão dos mesmos. ATENÇÃO

Para a atividade a seguir, proceder primeiramente com as verificações de segurança utilizando os EPI´s (Luva, óculos, sapatos e roupas apropriadas). Somente pessoas treinadas devem efetuar trabalhos de operação e manutenção nessa colhedora. Seguir as recomendações de segurança contidas nesse manual, ver seção 2.

Manutenção diária

Operação Nº

(*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A A J R U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

1

• Nível de óleo do motor Diesel

X

.

.

.

.

158

2

• Nível do líquido de arrefecimento

X

.

.

.

.

158

3

• Nível de óleo hidráulico (visor tanque superior) e ajuste da folga da embreagem do volante do picador

X

.

.

.

.

159

4

• Nível de óleo da caixa de engrenagens das bombas (cx de 4 furos), corte de base e picador (conferência/ajuste de folga nas pernas do cortador de base)

X

.

.

.

.

159

5

• Purificador de ar-externo (coletor de pó)

X

.

.

.

X

160

6

• Indicador de restrição do filtro de ar do motor diesel*

X

.

.

.

X

161

7

• Admissão do filtro de ar - Borrachas e Abraçadeiras

X

.

.

.

.

162

8

• Radiadores de água, óleo hidráulico, ar/ar (intercooler), condensador do A/C, alternador e telas e grades do “Cooling package”, (utilizar ar comprimido “seco”)

X

.

.

.

X

163

9

• Rolamentos inferiores dos divisores de linha

X

.

.

X

X

163

10

• Bandejas inferiores e superiores dos divisores de linha

X

.

.

X

X

164

11

• Mastro do cortador de pontas

X

.

.

X

X

164

12

• Giro do extrator primário / Secundário

X

.

.

X

X

164

13

• Cilindro de giro do elevador

X

.

.

X

X

165

14

• Rolo tombador

X

.

.

X

X

165

15

• Rolo alimentador

X

.

.

.

X

165

16

• Rolo levantador

X

.

.

.

X

165

17

• Extrator primário / Secundário (limpeza e conferência/ajuste de folga no cubo dos extratores)

X

.

X

.

X

166

18

• Bandejas da suspensão (A8000)

X

.

.

X

.

166

19

• Piso do elevador

X

.

.

.

X

166

20

• Depósito do elevador (Cesto)

X

.

.

.

X

167

21

• Mangueiras hidráulicas sem friccionar

X

.

.

.

X

167

22

• Lâminas do cortador de base

X

.

.

.

.

167

23

• Trem de rolos

.

.

.

.

X

169

24

• Lâminas do cortador de pontas

X

.

.

.

.

169

25

• Lâminas do picador

X

.

.

.

X

170

26

• Vacuômetros

X

.

.

.

.

172

27

• Filtro separador de água do combustível

X

.

.

.

X

172

Limpar o elemento se o indicador acusar marca vermelha. Máximo 4 limpezas.

84158928 - 01.2009

continua...


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

153

Manutenção diária (continuação)

Operação Nº

(*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A A J R U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

28

• Pressão dos pneus

X

.

.

.

.

172

29

• Rolos Flutuantes (altura dos batentes e movimento livre)

X

.

.

.

X

173

30

• Tensionamento da esteira (material rodante)

X

.

.

.

X

173

31

• Operação do sistema de segurança do motor

X

.

.

.

.

174

32

• Funcionamento de todos os controles da cabine

X

.

.

.

.

174

33

• Aba do escape

X

.

.

.

.

175

34

• Alinhamento das polias do sistema de refrigeração (polia da hélice com a polia do eixo da tela rotativa e polia do eixo do motor com a polia da hélice dos radiadores

X

.

.

.

.

175

35

• Fechos das portas da caixa do motor, lado esquerdo e direito

X

.

.

.

.

176

36

• Fechamento das janelas de inspeção superiores da caixa do motor

X

.

.

.

.

176

37

• Escovas de vedação da tela rotativa

X

.

.

.

.

176

38

• Funções do monitor eletrônico

X

.

.

.

.

176

39

• Eixo de acionamento da tela rotativa

.

.

.

X

X

177

40

• Sujeira acumulada na estrutura da máquina, incluindo caixa do motor e estrutura dos radiadores

.

.

.

.

X

177

41

• Tensão da correia do ventilador, alternador e ar condicionado, folgas nas polias e hélices do motor diesel

X

.

X

.

.

178

42

• Vazamentos nas linhas hidráulica dos rolos

X

.

.

.

.

179

43

• Tensão na corrente do elevador

X

.

.

.

.

179

44

• Condições das proteções das mangueiras (substituir se necessário)

X

.

.

.

.

180

45

• Fim de curso do mecanismo de giro do elevador

X

.

.

.

.

180

46

• Verificar tubulação e mangotes do intercooler

X

.

.

.

.

180

47

• Tubulação e mangotes do tubo de resfriamento

X

.

.

.

.

180

48

• Respiros da caixa de bomba

.

.

.

.

X

181

49

• Respiro do tanque de óleo hidráulico

.

.

.

.

X

181

50

• Respiros das caixas de engrenagens do corte de base e picador

.

.

.

.

X

181

51

• Respiro do redutor (A8000)

.

.

.

.

X

182

52

• Retirar ar do redutor (A8800)

X

.

.

.

.

182

52a

• Nível do reservatório de óleo do Autotracker

X

.

.

.

.

182

Limpar o elemento se o indicador acusar marca vermelha. Máximo 4 limpezas.

84158928 - 01.2009


154

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Manutenção 50 Horas Todos os itens contidos neste relatório devem se repetir em intervalos de 50 horas, exceto para o ítem TROCAR, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Requisito de Manutenção

Operação Nº

(*)

V E R I F I C A A J R U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

53

• Óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos)*

.

X

.

.

.

54

• Óleo da caixa de engrenagens do cortador de base*

.

X

.

.

.

183 184

55

• Óleo da caixa de engrenagens do picador*

.

X

.

.

.

184

56

• Óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro*

.

X

.

.

.

185

57

• Elementos dos filtros de sucção da transmissão*

.

X

.

.

.

185

58

• Elementos dos filtros da linha de retorno*

.

X

.

.

.

187

59

• Nível de eletrólito da bateria

X

.

.

.

.

188

60

• Verificar aperto dos parafusos da roda (A8000)

.

.

X

.

.

189

61

• Verificar aperto dos parafusos da roda motriz (A8800)

.

.

X

.

.

189

62

• Rolos Transportadores (com bomba manual)

.

.

.

X

.

189

63

• Disco de corte do cortador de pontas / triturador

.

.

.

X

.

189

64

• Tambores do cortador de pontas / triturador

.

.

.

X

.

190

65

• Extrator primário (rolamento)

.

.

.

X

.

190

66

• Extrator secundário (rolamento)

.

.

.

X

.

190

67

• Eixo inferior e superior do elevador

.

.

.

X

.

191

68

• Eixo Tandem

.

.

.

X

.

191

69

• Filtros do ar condicionado (cabine)

.

.

.

.

X

192

70

• Lavar a máquina completa

.

.

.

.

X

193

71

• Se há folga no rolamento da hélice do ventilador radiadores

X

.

.

.

.

193

72

• Se há folga no rolamento da pá de limpeza dos radiadores

X

.

.

.

.

193

Primeiras 50 horas de uso, demais conforme programação.

84158928 - 01.2009


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

155

Manutenção 250 Horas Todos os itens contidos neste relatório devem se repetir em intervalos de 250 horas inclusas as de 50 horas, devem se repetir em intervalos de 250 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

(*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A R

A J U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

73

• Óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos)

.

X

.

.

.

74

• Óleo da caixa de engrenagens do cortador de base

.

X

.

.

.

193 194

75

• Óleo da caixa de engrenagens do picador

.

X

.

.

.

194

76

• Óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro

.

X

.

.

.

194

77

• Elementos dos filtros de sucção da transmissão

.

X

.

.

.

194

78

• Óleo e filtro do motor Diesel *

.

X

.

.

.

195

79

• Filtro separador de água do combustível

.

X

.

.

.

196

80

• Filtro de diesel do motor

.

X

.

.

.

197

81

• Filtro rotativo DC9

.

.

.

.

X

197

82

• Fixação dos anéis trava dos pinos da mesa do giro do elevador

.

X

.

.

.

200

83

• Aperto dos coxins do motor diesel

X

.

.

.

.

200

84

• Alternar as taliscas do elevador em um elo (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

200

85

• Pré-carga do eixo tandem (A8800)

.

.

X

.

.

201

86

• Caixa de engrenagens do picador (com bomba manual)

.

.

.

X

.

201

87

• Motores dos cubos do picador (com bomba manual)

.

.

.

X

.

201

88

• Elementos do filtro de ar do motor

X

.

.

.

X

201

89

• Pré-Carga do rolamento do extrator primário

X

.

.

.

.

202

Ver NOTA na Seção 5 (Quadro de seleção do diesel combustível), informações sobre intervalos de troca em função da composição do combustível.

Manutenção 500 Horas Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as 500 e 250 horas, conforme observado, devem se repetir em intervalos de 500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

(*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A A J R U S E T A R

X

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

.

.

.

.

Pág.

90

• Pré-Carga do rolamento de roda dianteira (A8000)

91

• Retirar um elo da corrente do elevador (se necessário) (não coberto pela garantia)

202

X

.

.

.

.

202

92

• Folga de válvulas do motor Scania DC9 *

X

.

.

.

.

203

93

• Filtro de Diesel do motor (motor Scania DC9)

.

X

.

.

.

203

94

• Programar inspeção e visita em campo da BERCO (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

206

95

• Troca de filtro Blow-by dos motores Case IH 9L e DC9

.

X

.

.

.

206

Máquinas configuradas com motor Scania DC9 acionar o representante Scania da região para realizar a primeira regulagem de válvula, depois a regulagem passa a ser feita a cada 2500 horas.

84158928 - 01.2009


156

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Manutenção 750 Horas Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado, devem se repetir em intervalos de 750 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

96

• Programar inspeção e visita em campo da BERCO ( não coberto pela garantia)

.

X

.

.

.

208

97

• Elementos do filtro de retorno de óleo hidráulico

.

X

.

.

.

208

98

• Carga de nitrogênio no conversor de volume do controlador eletrônico de altura

X

.

.

.

.

208

99

• Pressão do acumulador da suspensão * (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

209

100

• Pressão do acumulador da suspensão - frente larga * (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

209

• Pressão do acumulador do cortador de pontas * (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

209

101 (*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A A J R U S E T A R

Conforme configuração da máquina (vide manual do operador/serviço).

Manutenção 1000 Horas Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado, devem se repetir em intervalos de 750 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

(*)

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A A J R U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

102

• Nível de anti-corrosivo no líquido de arrefecimento (contatar concessionário SCANIA)

X

.

.

.

.

211

103

• Folga de válvulas Motor Case IH 9L

X

.

.

.

.

211

Conforme configuração da máquina (vide manual do operador/serviço).

Manutenção 1500 Horas Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado, devem se repetir em intervalos de 1500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

104

Requisito de Manutenção

• Abrir redutores traseiros, avaliar arruelas de enconsto. Fazer a inversão dos lados das planetárias e engrenagem anel

84158928 - 01.2009

V E R I F I C A A J R U S E T A R

X

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

.

.

.

.

Pág.

211


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

157

Manutenção 2500 Horas Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado, devem se repetir em intervalos de 1500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

Operação Nº

Requisito de Manutenção

V E R I F I C A R

A J U S E T A R

T R O C A R

T O R Q U E

E N G R A X A R

L I M P A R

Pág.

105

• Revisão do motor Diesel - Regulagem de válvulas (Acionar revendedor SCANIA)

X

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.

.

.

211

106

• Completar com 1,0 % de Anticorrosivo Scania por volume (não coberto pela garantia)

.

X

.

.

.

212

107

• Desgaste das correntes, trilhos e engrenagens do elevador (não coberto pela garantia)

X

.

.

.

.

212

108

• Lavar a máquina e avaliar condições gerais dos equipamentos (Estrutura e componentes hidráulicos)

.

.

.

.

X

212

109

• Verificação / Ajuste dos balancins das unidades de injeção (PDE)

X

.

.

.

.

212

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158

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO DIÁRIA Operação 1 Verificação do nível de óleo (Diariamente)

1

NOT A: Antes de verificar o nível de óleo, desligar NOTA: o motor e aguardar por pelo menos um minuto antes de proceder a verificação. • O óleo estará no nível correto quando chegar entre as marcas da vareta de nível (1). Complete quando o nível de óleo estiver abaixo da marca da vareta de nível.

Figura 5

• Completar com óleo CASE Engine Oil N°1 - SAE 15W-40, API CI-4, ACEA E3/E4/E5 • Remover a tampa de abastecimento de óleo para liberar a pressão no cárter. • Verificar o óleo na vareta de nível. O óleo deve estar 10mm acima da marca “mínimo” ou 10mm abaixo da marca “maximo”. Corrigir caso necessário. Figura 6

Operação 2

1

Verificação do nível do líquido de arrefecimento (Diariamente) • Abrir a tampa de abastecimento (1) do tanque de expansão e verificar o nível do líquido de arrefecimento. • Motor frio: o nível do líquido de arrefecimento deve estar aproximadamente 50 mm abaixo do gargalo de enchimento. Figura 7

• M o t o r q u e n t e : o nível do líquido de arrefecimento deve estar aproximadamente 25 mm abaixo da linha de tanque cheio. • Outros tipos de tanque de expansão de acordo com as instruções do instalador. • Completar com o líquido de arrefecimento conforme necessário.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

159

NOT A: Ao abastecer grandes quantidades de NOTA: líquido de arrefecimento: Nunca despeje líquido de arrefecimento frio em um motor quente. Isso pode provocar rachaduras no bloco de cilindros e no cabeçote do cilindro. ADVER TÊNCIA ADVERTÊNCIA

Motor quente com sistema de arrefecimento pressurizado: Abra a tampa com cuidado. Água e vapor podem espirrar. Existe risco de queimaduras. IMPOR TANTE: Sempre completar o nível com IMPORT líquido de arrefecimento misturado pronto.

Operações 3 e 4 Verificação do nível de óleo hidráulico • Verificar o nível do óleo (1) com a colhedora estacionada sobre uma superfície plana, com o motor desligado a pelo menos 5 minutos. NOT A: Observe se o nível de óleo está entre a NOTA: indicação de “Mínimo” (3) e de “Máximo” (2) do visor.

2

1

VIsor da caixa de engrenagens das bombas

3

Figura 8

Visor da caixa de engrenagens das bombas

Figura 9

1 2

3

Visor do tanque superior

Figura 10

Visor do tanque superior

Figura 11

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160

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Verificação do nível de óleo na caixa de engr enagens do picador engrenagens

Figura 11a

Verificação do nível de óleo do cor te de base corte

Verificar/Ajustar a folga da embreagem do volante do picador • Com as duas mãos, segurar em dois lados opostos do volante e força-lo para e “dentro e para fora”. Caso seja verficada folga proceder ajuste. • Afrouxar o parafuso “trava” (2), e também a porca (1). • Apertar a porca (1), até não ter mais folga no volante e marcar no volante esse ponto. • Em seguida, proceder um aperto de mais ½ volta em relação a marca realizada anteriormente. • Conferir se há folga. Caso não tenha, acompanhar a colhedora trabalhando e observar o funcionamento da embreagem do volante, a mesma deve disparar em casos de “embuchamento”.

Figura 11b

2 1

Figura 11c

Operação 5 Verificação e limpeza do purificador de ar externo (coletor de pó) • Quando o volume de pó atingir o nível indicado, proceder a limpeza conforme indicado no próprio coletor de pó.

ATENÇÃO: Após a limpeza, certifique-se que ao montar o purificador de ar externo, o mesmo fique perfeitamente fixado e vedado, impedindo a entrada de água. 84158928 - 01.2009

Figura 12


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

161

Operação 6 Manutenção do filtro de ar do motor Limpar o elemento externo quando indicar no monitor.

1 1. Soltar a trava (1), do alojamento dos filtros e retirar sua tampa. Suavemente retirar o elemento externo (2) do conjunto do filtro de ar. IMPOR TANTE: Não retirar nem tocar no elemento IMPORT interno (3), exceto para substiuí-lo.

2. Examinar o interior do elemento externo, se estiver danificado, o mesmo deve ser substituído por outro novo. O elemento interno deverá também ser substituído neste momento.

Figura 13

2

3. Limpar o elemento externo, utilizando o método A ou B, dependendo do estado do elemento. NOT A: O elemento externo do filtro só pode ser NOTA: limpo pelos métodos A ou B, até 4 vezes, antes da troca. IMPOR TANTE: A manutenção e o cuidado com o IMPORT sistema de limpeza de ar, que inclui os elementos do filtro, é de responsabilidade do proprietário.

Figura 14

3

Figura 15

Método A • Bater levemente na palma da mão os extremos do elemento. IMPOR TANTE: Para não danificar o elemento não IMPORT bater contra superfícies duras.

Figura 16

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162

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Método B • Utilizar ar comprimido que não exceda 2 bar (30 psi): introduzir o bocal da mangueira de ar dentro do elemento mantendo-o afastado 150 mm, soprando a poeira do interior para o exterior. CUIDADO

Utilizar óculos de proteção ao executar esta operação. Figura 17

4. Examinar os danos no elemento colocando uma lâmpada acesa dentro dele. Substituir o elemento se verificar a passagem de um fio de luz, ou se existirem áreas onde o papel esteja menos espesso. 5. Verificar a existência de aglomerados no elemento, deformação no invólucro e danos na junta de borracha. Substituir o elemento do filtro se estiver danificado. 6. Limpar o interior do alojamento do filtro de ar, com uma vareta e pano úmido: não danificar o elemento interno. Certificar de que o extremo interno do alojamento esteja limpo e liso, para garantir uma boa fixação da vedação da borracha do elemento.

Figura 18

1

7. Instalar o elemento externo (1) já limpo ou um novo.

NOT A: Se a lâmpada indicadora de restrição NOTA: continuar acesa após a limpeza, poderá ser necessário substituir os elementos interno ou externo. Figura 19

Operação 7 Verificação das borrachas e abraçadeiras de admissão do filtro de ar • Verificar se as abraçadeiras não estão soltas e se as borrachas e mangotes não estão partidas.

Figura 20

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

163

Operação 8 Verificação e limpeza das telas e grades dos radiadores de água e óleo hidráulico • Manter sempre limpa as telas do cooling package. NOT A : O acumulo de sujeira nesta região dificulta NOTA a passagem do ar e consequentemente pode aquecer a máquina. Figura 21

• Limpar a tela rotativa do pacote de refrigeração com ar em baixa pressão no sentido de expulsar a sujeira (de dentro para fora).

Figura 22

Limpeza dos radiadores e condensador • Limpar os radiadores e condensador com ar comprimido em baixa pressão no sentido de expulsar a sujeira.

Figura 23

Operação 9 Aplicação de graxa nos rolamentos inferiores dos divisores de linha • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 24

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164

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Operação 10 Aplicação de graxa nas bandejas inferiores e superiores dos divisores de linha • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 25

Operação 11 Aplicação de graxa no mastro do cortador de pontas • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 26

Operação 12 Aplicação de graxa no giro do extrator primário / secundário • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 27

Figura 28

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Figura 29


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

165

Operação 13 Aplicação de graxa no cilindro de giro do elevador • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 30

Operação 14 Aplicação de graxa na articulação do rolo tombador • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 31

Operação 15 Limpeza do rolo alimentador • Manter sempre limpo o rolo alimentador, para melhor eficiência do sistema de alimentação.

Figura 32

Operação 16 Limpeza do rolo levantador • Manter sempre limpo o rolo levantador, para melhor eficiência do rolo.

Figura 33

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166

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Operação 17 Limpeza do extrator primário / secundário • Manter os extratores sempre limpos, inclusive a parte do eixo. NOT A : O acumulo de impurezas no conjunto dos NOTA extratores pode desbalancear o conjunto, provocando perda de eficiência, vibração na máquina e possível quebra do conjunto. Figura 34

Figura 35

Operação 18 Aplicação de graxa nas bandejas da suspensão (A8000) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 36

Operação 19 Limpeza e ajuste do piso do elevador • Manter o piso do elevador sempre limpo e ajustar quando necessário.

Figura 37

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

167

Operação 20 Limpeza do depósito do elevador (Cesto) • Manter o depósito do elevador sempre limpo.

Figura 38

Operação 21 Verificação das mangueiras hidráulicas sem friccionar • Verifique se as mangueiras não apresentam desgaste que possa ocasionar o rompimento das mesmas.

Figura 39

Operação 22 Verificação das lâminas do cortador de base (seguir recomendações de segurança) Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois das colheitas: • Lâminas afiadas nos dois lados. • Cantos não arredondados. • Lâminas não dobradas, cortadas ou quebradas.

Figura 40

• Parafusos apertados. • Disco não desgastado. (Diâmetro mínimo - 546 mm). • Lâminas no comprimento total. • Respiro da caixa de engrenagem não bloqueado. • Tubos hidráulicos e mangueiras sem vazamento, não danificados.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO DOS DISCOS DO CORTADOR ADVERTÊNCIA: DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MÁQUINA. 84158928 - 01.2009


168

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Substituição da lâmina do cortador de base Pr ocedimento Procedimento 1. Remover o parafuso de retenção. 2. Verificar a lâmina, se estiver desgastada ou danificada, descartar. 3. Guardar as porcas e parafusos para reutilização. Descartar quaisquer porcas e parafusos desgastados ou danificados. Usar apenas as peças de reposição corretas. 4. Apertar o parafuso de retenção com firmeza. IMPOR TANTE IMPORT ANTE: O comprimento máximo da lâmina do cortador de base é de 89 mm. Deixar de observar esse limite pode resultar em danos aos pneus dianteiros ou as lâminas poderão bater na estrutura da esteira. ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO DOS DISCOS DO CORTADOR ADVERTÊNCIA: DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MÁQUINA.

Substituição do disco do cortador de base O diâmetro de um novo disco é 22 1/4 polegadas {565 mm}. Substituir o disco quando o diâmetro estiver desgastado até 21 1/2 polegadas (546 mm) no ponto mais estreito. Pr ocedimento Procedimento 1. Remover os cinco parafusos de montagem de 16 mm que prendem o disco (1) na perna da caixa de engrenagem do cortador de base. Remover o disco (1) do cortador de base. 2. Montar o disco na perna do cortador de base. Substituir os parafusos de montagem e apertar.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR ADVERTÊNCIA: EMBAIXO DO CENTRO DOS DISCOS DO CORTADOR DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR EMBAIXO DA MÁQUINA.

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1

Figura 41


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

169

Ajuste do ângulo do disco do cortador de base Pr ocedimento Procedimento 1. Apoiar a caixa de engrenagem do cortador de base para levantar ou abaixar a dianteira do disco do cortador de base. 2. Remover os parafusos dianteiros, nos dois lados da máquina, que montam a caixa do cortador de base. Girar a caixa de engrenagem para aumentar ou diminuir o ângulo da caixa. Substituir os dois parafusos dianteiros na nova posição. Apertar os dois parafusos dianteiros.

Figura 42

Operação 23 Limpeza do trem de rolos Manter o trem de rolos livre de acúmulo de terra e impurezas.

Operação 24 Verificação das lâminas do cortador de pontas Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois das colheitas: • Lâminas afiadas nos dois lados. • Parafusos apertados. • Nenhuma sujeira presa nas peças. • Tubos hidráulicos e mangueiras sem vazamento, não danificados.

Figura 43

Substituição da lâmina do cortador de pontas Pr ocedimento Procedimento 1. Remover os parafusos de retenção. Remover a lâmina usada e limpar área de assentamento da lâmina. 2. Montar novas porcas. Manter os parafusos para reutilização. Descartar quaisquer porcas e parafusos desgastados ou danificados. Usar apenas peças de reposição corretas.

Lâminas do cortador de pontas

Figura 44

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170

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

3. Segurar a peça de substituição com a face cônica para baixo e apontando para fora do disco do cortador de pontas. Instalar os parafusos nos furos do disco e passando na lâmina montada abaixo do disco. Montar a porca e apertar com firmeza. Parafusos muito compridos não devem ser usados pois ficarão para fora das porcas e favorecerão o acúmulo de sujeira na colhedora.

Operação 25 Verificação das lâminas do picador Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois das colheitas: • Lâminas afiadas. • Lâminas não danificadas. • Parafusos apertados. • Respiro da caixa de engrenagem não bloqueado. • Tubos hidráulicos e mangueiras sem vazamento, não danificados. • Sincronismo

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Cortador de pontas, Padrão

Figura 45

Triturador de pontas

Figura 46


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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Substituição da lâmina do picador NOT A : As lâminas do picador de barras são do NOTA tipo descartável, 65 mm de largura. Elas são presas no tambor do picador por uma barra de fixação. Pr ocedimento Procedimento 1. Girar o volante de modo que as lâminas fiquem numa posição acessível. Afrouxar os parafusos de fixação e remover a lâmina. Limpar a área de assentamento. 2. Montar a nova lâmina primeiro no tambor superior para minimizar o risco de ferimento causado pela lâmina inferior. A lâmina superior é montada com a face chanfrada voltada para baixo do trem de roletes da máquina A lâmina inferior é montada com a face chanfrada voltada para o extrator primário. A lâmina superior deve sempre estar na frente no corte. Apertar os parafusos de fixação com firmeza. 3. Para reapertar o acoplamento das lâminas, as lâminas inferiores podem deslizar levemente para fora; reapertar os parafusos da placa de fixação. IMPOR TANTE IMPORT ANTE: Nunca apertar o acoplamento com lâminas antigas montadas ajustando o funcionamento da caixa do picador pois, danificando os mancais, poderá causar falha prematura do picador e perder a garantia.

4. Para verificar a sincronização da lâmina, aplicar uma mistura de chumbo vermelho e graxa ou azul da Prússia nas lâminas do tambor inferior. Girar o volante e verificar a marca deixada pelas facas do tambor superior nas facas do tambor inferior. As lâminas devem estar marcadas em todo o comprimento. NOT A : O projeto do corte diferencial promove o NOTA aumento de uma ação de limpeza e assim estende o tempo de contato das lâminas do cortador de barras. Isso permite obter melhor corte e capacidade de empurrar a sujeira. Como o tempo de contato da lâmina aumenta, a necessidade de um acoplamento de lâmina pesado, como necessário no corte rotativo normal, é reduzida. O contato de lâmina muito apertado pode provocar falha prematura nos componentes da caixa de engrenagem.

Tambores e lâminas do picador

Figura 47

NOT A : Devido às tolerâncias de fabricação nas NOTA lâminas, não pode ser obtida uma marca em todo o comprimento. 84158928 - 01.2009


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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 26 Verificação do vacuômetro Nas máquinas equipadas com o vacuômetro analógico, verficar com o motor ligado e com o óleo hidráulico na temperatura de trabalho 80° C se o vacuômetro indica menos de 7 pol de Hg ou 180 mmHg. Caso indique superior a esse valor, substituir os filtros.

Figura 48

OPERAÇÃO 27 Verificação do filtro separador de água do combustível 1. Soltar o conector (1). 2. Soltar a borboleta (2), até sair toda a água.

1 2 Figura 49

OPERAÇÃO 28 Verificação da pressão dos pneus Pneu

Medidas

Pr essão Pressão

400/60 - 15.5 14 lonas

45 psi

Traseiro (industrial)

23.5 x 25 - 12 lonas

40 a 45 psi

Traseiro (agrícola)

23.1 x 26 - 16 lonas

45 psi

Dianteiro

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 29 Verificação dos rolos flutuantes (altura dos batentes e movimento livre) • Verificar se a distância do alojamento do motor do rolo até o chassi (1) encontra-se em até 6mm. Se estiver menor, virar o batente (2).

1

Figura 50

2

Figura 51

OPERAÇÃO 30 Verificação da tensão da esteira (material rodante) • Verificar o ajuste de tensão das correntes. A folga da esteira deve estar entre 45 e 65 mm no maior vão (entre a roda-guia e o rolete superior), medidos sobre a garra da sapata.

Figura 52

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Ajuste da corrente da esteira NOT A : A colhedora deve estar ao nível do solo e NOTA ser dirigida no sentido de avanço antes de iniciar o ajuste da tensão da corrente de trilho completo. 1. Ligar o motor e operar qualquer alavanca de controle do cilindro de ajuste de altura até o cilindro atingir o final do curso, o niple de graxa (1) deve estar “solto”, mantendo a alavanca nessa posição por alguns segundos. Esse procedimento permitirá estender o cilindro de ajuste da esteira e tensionar a corrente até a medida recomendada - 45mm a 65mm.

OPERAÇÃO 31 Verificação da operação do sistema de segurança do motor • Com a máquina com o motor ligado, abrir a porta do lado das correias.

OPERAÇÃO 32 Verificação do funcionamento de todos os controles da cabine • Testar os controles da cabine e acionar os implementos da máquina.

OPERAÇÃO 33 Verificação da aba do escape • Verificar se a aba do escapamento está com movimentos livre.

Figura 54

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 34 Verificação do alinhamento das polias do sistema de refrigeração (polia da hélice com a polia do eixo da tela rotativa e polia do eixo do motor com a polia da hélice dos radiadores)

1

1. Verificar o alinhamento das correias e fazer os devidos ajustes, utilizando uma régua de 2m (1). Verificar se alguma das correias está encostando em alguma parte da montagem.

Figura 55

2. Caso seja necessário o ajuste, a referência da posição deve ser SEMPRE a polia do motor, uma vez que a mesma não possui ajuste. Nas demais, executar o ajuste conforme abaixo. Alinhamento da polia do eixo da tela rrotativa: otativa: 1. Soltar os pontos A e B. 2. Reposicionar os rolamentos até a polia ficar alinhada. 3. Fixar novamente os pontos e esticar a correia.

1

Figura 56

Alinhamento polia da hélice: 4. Soltar o suporte (2) da polia. 5. Reposicionar o suporte até a polia ficar alinhada. 6. Fixar novamente os pontos e esticar a correia.

B

A

Figura 57

2

Figura 58

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176

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 35 Verificação dos fechos das portas da caixa do motor, lado esquerdo e direito • Verificar se as da caixa do motor estão devidamente fechada. NOT A: Se a porta da caixa do motor do lado das NOTA: correias estiver aberta, o sistema de segurança da máquina inibirá a partida. Figura 59

OPERAÇÃO 36 Verificação do fechamento das janelas de inspeção superiores da caixa do motor • Verificar se a porta de inspeção da máquina está fechada corretamente. NOT A: Se a porta de inspeção estiver aberta, pode NOTA: facilitar a entrada de palha na caixa do motor. Figura 60

OPERAÇÃO 37 Verificação das escovas de vedação da tela rotativa • Verificar se as escovas da tela rotativa, tanto a de vedação quanto a raspadora da tela, não apresenta avarias.

Figura 61

OPERAÇÃO 38 Verificação das funções do monitor eletrônico • Verificar se o monitor eletrônico esta operando corretamente.

Figura 62

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 39 Aplicação de graxa no eixo de acionamento da tela rotativa • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 63

Figura 64

OPERAÇÃO 40 Limpeza da sujeira acumulada na estrutura da máquina, incluindo caixa do motor e estrutura dos radiadores • Manter a máquina sempre limpa para evitar possíveis princípios de incêndio.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 41 Verficação da tensão da correia do ventilador, alternador e ar condicionado Antes de acionar a sua máquina verifique: • As correias deverão trabalhar livres de atritos com peças estranhas (isto poderá causar cortes na capa protetora da correia). • Polias desalinhadas provocam desgaste excessivo e ocasionam a “virada” da correia na polia. As polias variadoras de velocidade não deverão ter um desalinhamento.

Figura 65

• Verificar periodicamente os canais. Se as polias estiverem desgastadas, efetue sua substituição (a borracha também é um agente de desgaste de metal). • O tensionamento. Na impossibilidade de uso de uma ferramenta de aplicação prática, use seu bom senso (use seus olhos e ouvidos para detectar se a correia patina quando em funcionamento, aplicando-se uma força no vão da transmissão para verificar se está frouxa ou tensa demais). Figura 66

O melhor tensionamento é aquele ponto em que a transmissão está com o menor tensionamento sem a correia patinar. Uma correia pouco tensionada provoca desgaste e superaquecimento pelo atrito. Quando super tensionada, poderá comprometer os eixos, mancais e rolamentos pela fadiga prematura. A substituição de correias sempre deve ser feita sem o uso de ferramentas que entrem em contato com a correia ou com a polia. Assim procedendo, você preservará a vida dos cordonéis e manterá as polias intactas. NOT A: Nunca use spray ou qualquer outro produto NOTA: destinado a aumentar a aderência da correia. Estes produtos atacam a borracha causando a sua deterioração. Agregam poeira e desgastam as polias. Em operação: Deve-se evitar ao máximo os "trancos" (cargas de choque) na máquina, bem como partidas sem motor de arranque, desembuchamentos, etc. Assim, evitará a ruptura prematura das correias. A correia atua como fusível, rompe-se antes de comprometer outros componentes (eixos, mancais e rolamentos).

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Figura 67

Entr e-safra: A colhedora deverá ficar sempre Entre-safra: estacionada em local fresco e coberta (à sombra), devendo ser lavada após o uso apenas com jato d'água. O uso de derivados de petróleo e outros produtos químicos diminuem a vida útil de seus componentes. Não se deve pulverizar com óleo queimado após a lavagem. Se possível afrouxeas correias. Ar mazenamento: As correias para reposição Armazenamento: devem ser armazenadas em local fresco à sombra, livres de dobraduras (vincos) ou sob pesos.


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

179

OPERAÇÃO 42 Verificação do vazamentos nas linhas hidráulica dos rolos Verificar visualmente se há algum tipo de vazamento de óleo nas linhas hidráulicas, caso seja verificado algum vazamento corrigir a falha.

Figura 68

OPERAÇÃO 43 Verificação da tensão na corrente do elevador Pr ocedimento Procedimento 1. Abaixar o elevador. 2. Afrouxar os quatro parafusos de montagem da caixa do mancal em cada lado do eixo dianteiro do elevador. 3. Afrouxar os três parafusos de montagem localizados no painel de ajuste do piso do elevador. 4. Desaparafusar as contra-porcas nos parafusos de ajuste e gradualmente girar cada parafuso no sentido horário para ajustar a corrente do elevador. Apertar cada corrente até que o movimento livre na seção inferior da corrente permita apenas um movimento total para cima e para baixo de aproximadamente 1 polegada (25 mm).

Figura 69

NOT A : Uma corrente pode esticar mais que a NOTA outra; assim, uma corrente terá movimento mais solto quando ajustada corretamente. 5. Verificar cuidadosamente se o eixo dianteiro permanece paralelo ao eixo traseiro. Medir desde a caixa do mancal até a estrutura do elevador. 6. Apertar as contra-porcas nos parafusos de ajuste, os quatro parafusos de montagem da caixa do mancal e os parafusos de pressão no piso do elevador.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 44 Verificação das condições das proteções das mangueiras (substituir se necessário) • Verificar visualmente as condições das capas protetoras das mangueiras das linhas hidráulicas. Caso existam avarias nas capas providenciar a troca das mesmas.

OPERAÇÃO 45 Verificação do fim de curso do mecanismo de giro do elevador • Girar o elevador até o fim de curso e verificar que ele toca o batente limitador de curso.

Figura 70

OPERAÇÃO 46 Verificação da tubulação e mangotes do intercooler • Verificar se não existe rachaduras nas tubulações e mangotes do intercooler.

Figura 71

OPERAÇÃO 47 Verificação da tubulação e mangotes do tubo de resfriamento • Verificar se não existe rachaduras nos mangotes do sistema de arrefecimento e intercooler.

Figura 72

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 48 Limpeza dos respiros da caixa de bomba • Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro da caixa de bombas.

Figura 73

OPERAÇÃO 49 Limpeza do respiro do tanque de óleo hidráulico • Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro do tanque de óleo hidráulico.

Figura 74

OPERAÇÃO 50 Limpeza dos respiros das caixas de engrenagens Respir o da caixa de engr enagens do Cor te de Respiro engrenagens Corte Base • Localizado na lateral esquerda da máquina embaixo da cabine.

Figura 74a

Respir o da caixa de engr enagens do Picador Respiro engrenagens • Localizado na lateral esquerda da máquina atrás do volante do picador.

Figura 74b

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182

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 51 Limpeza do respiro do redutor (A8000) • Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro do redutor.

Figura 75

OPERAÇÃO 52 Retirar ar do redutor (A8800)

1

1. Solte o bujão indicado (1) para liberar o ar do cubo.

NOT A: Cuidado ao abrir o bujão do cubo pois NOTA: como o sistema esta pressurizado pode sair um jato de óleo quente.

Figura 76

OPERAÇÃO 52a Verificação do nível do reservatório do Autotracker

1

• Verificar diariamente. 1. Com a máquina nivelada, o nível deve estar na metade do reservatório (1). Caso o nível esteja abaixo, verificar o conjunto pois deve estar com vazamento. 2. Reparar e completar o nível com o óleo recomendado (Case TCH Fluid).

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Figura 76a


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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Aber tura e fechamento da passagem de óleo Abertura eser vatório para o cilindr o do autotracker eservatório cilindro do rreser Durante a operação esse registro deve permanecer fechado. Será aberto apenas em caso que necessite calibração, retirar ar e/ou desmontagem do sistema. Para retirar ar do sistema, abrir o registro, abaixar e levantar a colhedora 2 ou 3 vezes, verificando no reservatório até perceber que não há ocorrência de bolhas. Figura 76b

NOT A: Parar a colhedora na posição superior e NOTA: fechar o registro.

OPERAÇÃO 53 Troca do óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos) 1. Remover o tampão de enchimento da caixa, localizada na parte superior da mesma.

1

2. Remover o bujão (1), localizado na caixa do motor do lado das bombas e, utilizando um recipiente que comporte a quantidade de óleo da caixa de engrenagens, drenar o óleo.

Figura 77

3. Após a drenagem de todo o óleo, adicionar 1,6 litros de óleo hidráulico Akcela AW100, através do bujão de enchimento (2).

2

Figura 78

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184

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 54 Troca do óleo da caixa de engrenagens do cortador de base Dr eno: Dreno: 1. Para trocar o óleo, drenar a caixa de engrenagem usando o bujão de dreno na seção inferior dianteira entre as pernas da caixa de engrenagem do cortador de base. OBSER VAÇÃO: Este volume corresponde a 9,5 OBSERV litros. Especificação 85W140.

Figura 79

2. Abrir os dois bujões nas pernas do cortador de base (um bujão em cada perna). 3. Completar o nível da caixa de engrenagem através do bujão de enchimento no lado esquerdo superior da caixa de engrenagem, perto do motor do cortador de base. Enchimento: 1. Verificar o nível de óleo conforme recomendado na tabela de manutenção do Manual do Operador. O nível de óleo deve ser mantido no bujão de nível no lado esquerdo da caixa de engrenagem.

Figura 80

Figura 81

Figura 82

OPERAÇÃO 55 Troca do óleo da caixa de engrenagens do picador • Remover o bujão (1) da caixa de engrenagens e drenar todo o óleo usado. Após a drenagem completar (2) com 9,5 litros de óleo de engrenagem 85W-140.

2

1 2 - Abrir para ver o nível

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Figura 83


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 56 Troca do óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro • Remover o bujão do cubo redutor e drenar todo o óleo (1) usado. Após a drenagem completar com 6 litros de óleo de engrenagem (2) SAE 85W-140.

2

1

Figura 84

OPERAÇÃO 57 Troca dos elementos dos filtros de sucção da transmissão Antes de iniciar a troca dos filtros, realizar a limpeza dos componentes envolvidos evitando assim contaminação interna no sistema hidráulico e também do óleo que será retirado.

Para troca dos filtros de sucção da transmissão, seguir os passos a seguir. 1. Fechar os dois registros do tanque hidráulico. Os dois registros (1) de abertura e fechamento entre o tanque hidráulico superior e inferior estão localizados na parte traseira da colhedora. NOT A: É indispensável o fechamento dos NOTA: registros do tanque de óleo hidráulico para evitar perdas de óleo durante a troca dos filtros (elementos). Durante a realização dos procedimentos de troca dos filtros, a máquina não pode entrar em funcionamento para não danificar as bombas.

1

Figura 85

2. Remover os tampões (2) da linha de sucção das bombas hidráulicas, lado esquerdo da colhedora, no interior da caixa de bombas. NOT A: Ao retirar os tampões (2), conectar uma NOTA: mangueira para direcionar todo o óleo que sairá do sistema hidráulico para um recipiente, retornando o óleo coletado para o tanque hidráulico via bocal de enchimento. O recipiente deve comportar uma quantidade de aproximadamente 40 litros (com os registros fechados).

2 Figura 86

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186

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

IMPOR TANTE: O recipiente utilizado para a IMPORT coleta do óleo deve ser limpo e seco, sem qualquer vestígio de impurezas, contaminantes químicos e/ou umidade. Qualquer resíduo contaminará o óleo hidráulico, fazendo com que este não possa mais ser utilizado.

3

3. Após ser retirado todo o óleo, retirar os filtros (elementos), começando pelos filtros inferiores, utilizando ferramental adequado (cinta), colocar logo abaixo dos filtros um recipiente limpo de tamanho e volume suficiente, para que possa comportar a quantidade de óleo que irá sair devido à retirada dos filtros (aproximadamente 2 litros).

Figura 87

4. Verificar e limpar o cabeçote onde são instalados os filtros, a fim de retirar e evitar impurezas acumuladas no local de rosqueamento dos filtros. Lembrar de que se deve utilizar um pano que não solte material (resíduos do próprio pano), para que não haja contaminação. 5. Instalar os novos filtros, lembrando de lubrificar o vedante (3) localizado na parte superior do filtro com o próprio óleo do sistema hidráulico (AKCELA AW100). Apertar de acordo com as recomendações contidas no próprio elemento. 6. Certificar-se que os tampões (2, figura anterior) estão fechados.

4

7. Abrir os dois registros (1, figura anterior) do tanque hidráulico. 8. Proceder a retirada de ar do sistema. Soltar primeiramente o tampão (4), esperar sair o ar e posteriormente soltar os tampões (5) e (6).

Figura 88

9. Verificar o visor de nível de óleo hidráulico (7) e caso o indicador mostre uma quantidade baixa de óleo, complete até o nível recomendado (metade do visor).

5

6

7

Figura 89

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Figura 90


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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10. Depois de realizada a troca dos filtros da transmissão e retirado o ar do sistema de acordo com as recomendações acima, ligar a máquina, verificar se o vacuômetro / lâmpada de restrição dos filtros está apagada, e verificar se há vazamentos nos filtros e/ou nos tampões que foram retirados. Caso haja vazamentos, procurar a causa e corrigi-lo.

OPERAÇÃO 58 Troca dos elementos dos filtros da linha de retorno Os três filtros de retorno do sistema hidráulico se localizam na traseira da colhedora de cana.

1

2

3

Figura 91

O passo 1 do procedimento de troca dos filtros de sucção deve ser executado. Em seguida, seguir os seguintes passos: 1. Colocar um recipiente limpo para coletar o óleo que irá ser retirado pelo dreno, antes de iniciar a troca dos filtros de retorno. Irá sair aproximadamente 60 litros de óleo. 2. Remover as três tampas dos filtros de retorno. 3. Com o acesso aos filtros de retorno, retirá-los. NOT A: Deve ser somente feita a troca do elemento NOTA: filtrante. Figura 92

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

4. Ao retirar o conjunto dos filtros de retorno, desmontá-los iniciando pela parte da válvula by pass (1), limpar a parte que possui imã (2) e acumula resíduos. Descartar o elemento filtrante (3) e substituí-lo por um novo. Limpar o local da tampa dos filtros, onde se encontra resíduos de cola. 5. Abrir os dois registros de conexão entre o tanque superior e inferior, verificar o visor de nível de óleo hidráulico e caso o indicador mostre uma quantidade baixa de óleo, complete até o nível recomendado (metade do visor). 6. Os filtros trocados devem ser separados em um recipiente que não deixe ocorrer vazamento e enviados para o pessoal e/ou departamento responsável. NOT A : Todos os filtros (elementos) trocados NOTA devem ser separados em um recipiente que não deixe ocorrer vazamentos e enviados para o pessoal e/ou departamento responsável para que seja realizado o descarte adequado.

2

3

1

Figura 93

OPERAÇÃO 59 Verificação do nível de eletrólito da bateria Verificar se o nível do eletrólito esta acima dos separadores de cada célula. Se necessário completar com água destilada ou desmineralizada, até atingir o nível correto, que é de 10-15 mm. Nunca utilizar água da torneira, de chuva ou de outra procedência. Figura 94

Para evitar a formação de zinabre (corrosão), os bornes da bateria deverão ser limpos e cobertos com vaselina. IMPOR TANTE: Se a bateria estiver carregada e a IMPORT tensão nos terminais for inferior a 7 volts, a recuperação exigirá um processo especial de carga. Contatar o seu concessionário Case IH. CUIDADO

Evite a presença de chamas ou faíscas perto das baterias. Quando as baterias estão carregadas, é formado o gás oxídrico, que é inflamável e explosivo.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 60 Verificar aperto dos parafusos da roda (A8000) • Aplicar um torque nos parafusos das rodas dianteiras e traseiras de 339 Nm.

Figura 95

OPERAÇÃO 61 Verificar aperto dos parafusos da roda motriz (A8800) • Aplicar um torque nos parafusos da roda motriz de 380 - 400 Nm.

Figura 96

OPERAÇÃO 62 Aplicação de graxa nos rolos transportadores (com bomba manual) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos mancais de rolamento dos rolos transportadores utilizando bomba manual. NOT A: Existe um bico graxeiro para cada rolo NOTA: transportador. NOT A: O excesso de graxa pode causar danos NOTA: ao sistema de vedação.

Figura 97

OPERAÇÃO 63 Aplicação de graxa no disco de corte do cortador de pontas / triturador • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 98

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 64 Aplicação de graxa nos tambores do cortador de pontas / triturador • Remover a tampa. •

Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP no ponto de lubrificação do cortador/ triturador de pontas.

Figura 99

OPERAÇÃO 65 Aplicação de graxa no extrator primário (rolamento) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados. NOT A: O excesso de graxa pode causar danos NOTA: ao sistema de vedação.

Figura 100

OPERAÇÃO 66 Aplicação de graxa no extrator secundário (rolamento) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 101

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

191

OPERAÇÃO 67 Aplicação de graxa no eixo inferior e superior do elevador • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Eixo inferior

Figura 102

Eixo superior

Figura 103

OPERAÇÃO 68 Aplicação de graxa no eixo tandem • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 104

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 69 Limpeza dos filtros do ar condicionado (cabine) Antes de limpar os filtros, desligar o ventilador, fechar o teto, todas as janelas e uma porta. Fechar energicamente a outra porta. A pressão resultante, desalojará grande parte da poeira por baixo dos filtros. NOT A: Em condições úmidas, como em certas NOTA: manhãs, não ligar o ventilador antes de limpar os filtros. As partículas de poeira penetrarão no filtro dificultando sua remoção. 1. Afrouxar os parafusos da tampa (1) de acesso aos filtros e retirar os elementos e limpá-los:

1

• Bater ligeiramente numa superfície plana com a face externa voltada para baixo; ou • Com ar comprimido a uma pressão inferior a 6,9 bar (cerca de 100 psi). 2. Limpar as base dos filtros com um pano. Quando voltar a montar os elementos, a seta de identificação deve ficar voltada para o interior da cabine.

Figura 105

ATENÇÃO: Em condições severas, o elemento do filtro de ar condicionado deve ser limpo com maior frequência.

Figura 106

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 70 Lavar a máquina completa • Lavar a máquina completa utilizando jato de água. NOT A: Evitar direcionar jato d’água em parte NOTA: elétrica, conectores ou juntas.

OPERAÇÃO 71 Verificação da folga no rolamento da hélice do ventilador radiadores • Verificar se há folga no rolamento do eixo do ventilador.

Figura 107

OPERAÇÃO 72 Verificação da folga no rolamento da pá de limpeza dos radiadores • Verificar se o torque de aperto da pá está com 28 Nm.

Figura 108

OPERAÇÃO 73 Troca do óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos) • Vide Operação 93.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 74 Troca do óleo da caixa de engrenagens do cortador de base • Vide Operação 54.

OPERAÇÃO 75 Troca do óleo da caixa de engrenagens do picador • Vide Operação 55.

OPERAÇÃO 76 Troca do óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro • Vide Operação 56.

OPERAÇÃO 77 Troca dos elementos dos filtros de sucção da transmissão • Vide Operação 57.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 78 Troca do óleo e filtro do motor Diesel NOT A: Se o motor for usado para operações que NOTA: exigem muito, especialmente em um ambiente empoeirado, ou se os depósitos no filtro centrífugo tiverem mais de 20 mm de espessura: troque o óleo em intervalos menores. Troca do óleo 1. Desaparafusar o bujão e drene o óleo quando o motor estiver quente. 2. Completar com óleo. 3. Verificar o nível na vareta de nível. CUIDADO

Atenção, o óleo pode estar quente, use óculos e luvas de proteção. Para motor SCANIA DC9

Figura 109

Ângulos máximos de inclinação durante a operação (Motor SCANIA DC9) Os ângulos máximos permitidos durante a operação variam de acordo com o tipo de cárter de óleo.

Figura 110

NOT A: O ângulo especificado pode ocorrer NOTA: apenas de modo intermitente.

Troca do filtr o (Motor SCANIA DC9) filtro 1. Remover o filtro. NOT A: Nunca usar ferramentas para esse fim. O NOTA: filtro pode sofrer danos, obstruindo a circulação. 4. Ligar o motor e verificar se há vazamentos. IMPOR TANTE: Se os depósitos no filtro centrífugo IMPORT tiverem mais de 20 mm de espessura, o filtro de óleo deverá ser substituído com maior freqüência. O mesmo deve ser feito em relação à limpeza do filtro centrífugo e à troca de óleo.

Figura 111

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Troca do filtr o (Motor Case IH 9L) filtro Para a troca do óleo e do filtro, proceda com segue: 1. Aqueça o motor até a temperatura de funcionamento. 2. Pare o motor, drene o óleo através da mangueira e recolha-o em um recipiente adequado. 3. Limpe a área em torno do filtro de óleo do motor 1, e remova o filtro de óleo blindado descartável ("spin-on") usando uma chave de filtro. 4. Encha o novo filtro de óleo do motor 1 com óleo limpo e aplique um filme de óleo sobre o anel de vedação do filtro.

Figura 112

5. Com a mão, rosqueie o filtro no lugar. Aperte firmemente mas não use ferramentas. 6. Reinstale o bujão da mangueira de dreno. 7. Remova o tampa do bocal de enchimento de óleo 2, e abasteça o motor com óleo limpo. Reinstale a tampa do bocal de enchimento. 8. Funcione o motor em marcha lenta baixa por cerca de um minuto, para o óleo circular, e em seguida pare o motor. Verifique o filtro de óleo quanto a vazamentos. 9. Aguarde por um período curto de tempo para permitir que o óleo retorne para o cárter. Verifique o nível de óleo como descrito no parágrafo anterior "Nível de óleo".

OPERAÇÃO 79

Figura 113

1

Troca do filtro separador de água do combustível A drenagem deve ser realizada durante o abastecimento de combustível. • O filtro deve ser trocado em intervalos de substituições iguais aos do filtro principal.

2

3

1. Fechar a torneira de drenagem (1) antes do filtro. 2. Soltar o recipiente e a válvula de drenagem (3). 3. Soltar e trocar o filtro (2). Lubrificar a vedação antes de apertar o novo filtro com as mãos. 4. Rosquear o recipiente e a válvula de drenagem no lugar. 5. Abrir a torneira de drenagem (1). 6. Fazer a sangria no sistema de combustível depois de trocar os dois filtros.

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Figura 114


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 80 Troca do filtro de diesel do motor diesel

OPERAÇÃO 81 Limpeza do filtro rotativo 1. Desenroscar a porca e remover a tampa. ADVER TÊNCIA ADVERTÊNCIA

Abrir a tampa com cuidado. O óleo pode estar quente. 2. Remover o rotor e soltar a porca da tampa do rotor três voltas.

Figura 115

3. Se a porca estiver presa: Em uma morsa, fixar o conjunto pela porca, NUNCA PELO ROTOR, e girar o rotor manualmente ou com uma chave de fenda três voltas. 4. Com a mão ou um martelo de plástico, bater levemente na porca para soltar a tampa do rotor da placa do fundo.

Figura 116

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

5. Remover a porca e a tampa do rotor. 6. Usando uma chave de fenda como alavanca, e com cuidado, solte o elemento filtrante da placa do fundo.

Figura 117

7. Raspar os resíduos sedimentados do interior da tampa do rotor. A inexistência de resíduos pode indicar que o filtro não funciona. • Se os resíduos tem mais de 20 mm de altura, LIMPAR COM MAIS FREQUÊNCIA.

Figura 118

8. Lavar todas as peças com óleo diesel. 9. Instalar o anel de vedação em seu alojamento na tampa do rotor. NÃO DEVERÁ APRESENTAR DANO ALGUM. Substituir se necessário. 10. Montar o rotor.

Figura 119

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

199

11. COM A MÃO, apertar a porca do rotor com força.

Figura 120

12. Instalar o rotor em seu alojamento. 13. Certificar-se de que gire facilmente.

Figura 121

14. Verificar se o anel de vedação da tampa não está danificado. 15. Substituir se o anel estiver endurecido ou danificado. 16. COM A MÃO, apertar a tampa com força. ATENÇÃO

A UTILIZAÇÃO DE UMA FERRAMENTA PARA O APERTO, PODE DANIFICAR O EIXO DO ROTOR, A PORCA OU A TAMPA. Figura 122

Verificação do funcionamento O rotor deve girar com grande velocidade e deverá continuar girando após a parada do motor. • Parar o motor quando estiver aquecido. • Escutar o ruído do rotor ou sentir com a mão se a carcaça do filtro centrífugo apresenta vibração.

malmente durante 30 a 60 O rotor gira nor normalmente segundos após a parada do motor. Figura 123

Em caso negativo, desmonatar e inspecionar inspecionar.. 84158928 - 01.2009


200

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 82 Verificação da fixação dos anéis trava dos pinos da mesa do giro do elevador • Verificar se os anéis estão devidamente encaixados. Repor caso algum tenha se perdido.

Figura 124

OPERAÇÃO 83 Verificação do aperto dos coxins do motor diesel • Verificar os coxins do motor, e se necessário reapertar.

OPERAÇÃO 84 Reposicionamento das taliscas do elevador

Figura 125

1. Os elos e roletes na corrente do elevador, onde as taliscas do elevador são aparafusadas, desgastam mais rapidamente que as outras partes da corrente. Quando o desgaste dessas conexões ficar notável, deslocar cada palheta do elevador um elo para frente ao longo da corrente. Verificar se o espaçamento original entre as taliscas do elevador é mantido em todo o comprimento. 2. Desaparafusar os parafusos e arruelas autotravantes que prendem a talisca do elevador à corrente do elevador. Remover a talisca do elevador e reposicioná-la na corrente do elevador no novo elo selecionado. Instalar as porcas e parafusos autotravantes e apertar com firmeza. NOT A : As taliscas não são simétricas e não podem NOTA ser invertidas.

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Figura 126


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

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OPERAÇÃO 85 Pré-carga do eixo tandem (A8800) 1. Soltar a tampa de proteção. 2. Remover a graxa. 3. Erguer a esteira do chão. 4. Verificar o torque da porca, este torque deve ser 1.200 Nm. Figura 127

OPERAÇÃO 86 Aplicação de graxa na caixa de engrenagens do picador (com bomba manual) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 128

OPERAÇÃO 87 Aplicação de graxa nos motores dos cubos do picador (com bomba manual) • Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease, 251H, EP nos pontos indicados.

Figura 129

OPERAÇÃO 88 Verificação e limpeza dos elementos do filtro de ar do motor • Verificar os elementos do filtro de ar do motor e se necessário limpar.

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202

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 89 Verificação da pré-carga do rolamento do extrator primário 1. Soltar o parafuso que fixa a cúpula no cubo do extrator. 2. Soltar os oito parafusos que fixam o cubo no adaptador. 3. Soltar os oito parafusos que fixam o adaptador no eixo.

Figura 130

4. Apertar até travar, soltar 1/2 volta.

OPERAÇÃO 90 Verificação da pré-carga do rolamento de roda dianteira (A8000) 1. Levantar a máquina. 2. Remover o guarda-pó. 3. Retirar a trava da porca. 4. Apertar a porca até travar a roda. Figura 131

5. Liberar meia volta.

OPERAÇÃO 91 Retirar um elo da corrente do elevador (se necessário) 1. Esmerilhar a ponta (1) de ambos os pinos onde se pretende “desmontar” a corrente. 2. Retirar a chapa de ligação (2) e os pinos elos (3) que unem a corrente. 3. Para religar a corrente a mesma chapa de ligação pode ser usado parafusos de 2 1/4"x 3/ 8" e porcas [parafusos do elevador (4)]. Colocados através dos pinos de ligação para montar a chapa lateral.

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1 2 3 4

Figura 132


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

203

OPERAÇÃO 92 Verificação da folga de válvulas do motor Scania DC9 • Contatar o seu revendedor Case IH para que possa ser agendado com um representante Scania a verificação de válvulas do motor.

OPERAÇÃO 93 Troca do filtro de Diesel do motor (motor Scania DC9) Tanques de combustível 1. Drenar qualquer presença de água dos tanques de combustível. Filtr o principal Filtro 1. Soltar a tampa do filtro com uma fer ferramenta ramenta f e c h a d a com adaptador sextavado, por exemplo, um soquete 587 637, para não danificar a tampa. 2. Erguer a tampa e o elemento do filtro para fora. Ao mesmo tempo, a carcaça do filtro drenará automaticamente. Isso se aplica somente para tanques de combustível abaixo do motor. Do contrário, a válvula de corte de combustível deverá ser desligada antes.

Figura 133

3. Soltar o elemento do filtro removido da tampa inclinando-o cuidadosamente para o lado. Descartar o filtro de acordo com as exigências ambientais. 4. Substituir o anel de vedação-o na tampa. Lubrificar o novo anel de vedação-o com uma graxa adequada. 5. Verificar se o combustível foi drenado da carcaça do filtro. Caso a drenagem não funcionar, o combustível contaminado poderá entrar nos injetores.

Figura 134

6. Prensar um elemento do filtro novo no colchete de pressão na tampa. 7. Instalar a tampa com o elemento do filtro na carcaça. Apertar a tampa a 25 +/-5 Nm. Usar uma ferramenta fechada com adaptador sextavado. 8. Depois de trocar o filtro separador de água, fazer a sangria do sistema de combustível. IMPOR TANTE: Use somente filtros de combustível IMPORT originais Scania.

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204

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Sangria do Sistema de Combustível (motor SCANIA DC9) 1. Fixe a mangueira plástica clara ao niple de sangria (1) na carcaça do filtro de combustível, para levar o combustível até o recipiente.

1

4

3

2. Abra a bomba e o niple de sangria com a bomba manual (2) até o combustível sair da mangueira. Quando o sistema de combustível estiver vazio, será necessário bombear cerca de 100 vezes para que o combustível chegue até o niple de sangria. 3. Bombeie até o combustível sair sem bolhas de ar, aproximadamente 20 vezes.

2

4. Feche o niple de sangria e remova a mangueira.

NOT A : Use um recipiente para evitar TA derramamento ao fazer a sangria e trocar componentes. 5. Transfira a mangueira plástica para o niple de sangria do coletor de combustível (3). 6. Abra o niple de sangria do coletor de combustível e bombeie com a bomba manual até que o combustível esteja sem bolhas de ar (aproximadamente 20 vezes). Figura 135

7. Feche o niple de sangria no coletor de combustível e remova a mangueira de plástico. 8. Bombeie aproximadamente 20 vezes com a bomba manual até a válvula de alívio (4) se abrir. Você ouvirá um som de chiado quando ela se abrir.

NOT A: Se houver falha na partida do motor após NOTA: a sangria: • Abra o niple de sangria novamente e bombeie a bomba manual até o combustível sair sem bolhas de ar. • Aperte o niple de sangria. Ligue o motor e veirifique se há vazamentos.

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

205

Troca do filtro de Diesel do motor (motor Case IH 9L) O elemento do filtro de combustível e o filtro de combustível devem ser trocados a cada 250 horas de operação. Proceda como segue: 1. Com um pano, limpe a superfície superior do cabeçote do filtro. 2. Desenrosque o filtro de combustível utilizando uma chave de filtro. 3. Encha o novo filtro de combustível com combustível limpo, e aplique uma camada de combustível sobre o anel de vedação do novo filtro.

Figura 136

4. Com a mão, rosqueie o novo filtro e aperte-o bem (firme contra o cabeçote e em seguida 1/4 a 1/2 volta adicional). NÃO UTILIZE FERRAMENTAS. 5. Sangre o sistema de combustível, consulte a seção "Sangria do sistema de combustível".

Sangria do Sistema de Combustível (motor Case IH 9L)

1

Para sangrar o sistema de combustível, siga o procedimento a seguir: 1. Certifique-se de que há combustível no tanque. 2. Solte o parafuso de sangria (1), para permitir a saída do ar. 3. Gire o motor. 4. Aperte o parafuso de sangria quando sair combustível sem a presença de ar. Figura 137

5. Solte o parafuso de sangria (2), para permitir a saída do ar. 6. Gire o motor.

2

7. Aperte o parafuso de sangria quando sair combustível sem a presença de ar. 8. Dê partida no motor e funcione em marcha lenta até o motor funcionar regularmente.

Figura 138

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206

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 94 Programar inspeção e visita em campo da BERCO • Contatar o seu revendedor Case IH para que possa ser agendado com um representante Berco a verificação do material rodante.

OPERAÇÃO 95 Troca do filtro Blow-by

2

Para motor Case IH 9L

1

Para substituir o filtro, proceda como segue: 1. Solte os seis parafusos (1) e remova a tampa (2) que está localizada no lado esquerdo próximo ao tubo de escape. 2. Solte os três parafusos (3) e remova o filtro (4).

Figura 139

3. Substitua o filtro (4) e aperte os parafusos (3). 4. Instale a tampa (2) e aperte os seis parafusos (1).

3

4

Figura 140

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

207

Para motor SCANIA DC9 Para motores com ventilação do cárter aberta e fechada, o elemento do filtro deve ser trocado no mesmo momento em que o filtro de óleo principal for substituído, conforme descrito abaixo: 1. Remova o acoplamento rápido da conexão do tubo de sangria (1), que vai até a carcaça do filtro, e puxe o tubo da tampa da carcaça do filtro. 2. Remova a tampa da carcaça do filtro (2) e remova o elemento do filtro (3).

Figura 141

3. Limpe a carcaça e instale um novo elemento do filtro.

NOT A: Observe que o elemento do filtro deve ser NOTA: instalado de maneira que o caminho dos gases do cárter através do filtro seja o mais longo possível. O texto sobre o filtro correrá verticalmente. 4. Despeje aproximadamente 1dl de óleo na saída de óleo da carcaça do filtro, para assegurar que há óleo suficiente na vedação líquida. 5. Instale a tampa na carcaça do filtro.

Figura 142

6. Verifique se há um anel de vedação “O” na conexão do tubo de sangria. Pressione o tubo e instale o acoplamento rápido.

2

1

Figura 143

3

Figura 144

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208

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 96 Programar inspeção e visita em campo da BERCO • Contatar o seu revendedor Case IH para que possa ser agendado com um representante Berco a substituição do material rodante.

OPERAÇÃO 97 Troca dos elementos do filtro de retorno de óleo hidráulico • Vide Operação 58.

OPERAÇÃO 98 Verificação da carga de nitrogênio (N2) no conversor de volume Para abastecer ou verificar a carga de N2 é preciso o kit 87463424 (ferramenta especial) e um reservatório de Nitrogênio (1) (acumulador não acompanha o kit). Utilizar sempre N2 com 99,9% de pureza e isento de umidade.

2 1. Conecte o capilar do manômetro (2) do dispositivo de carga ao test point do conversor de volume sem o reservatório de N2. 2. O manômetro deverá registrar de 29 a 36 PSI (200 - 250 kPa). egistrar acima de 29 PSI: Alivie a carga • Se rregistrar pelo registro do manômetro. egistrar abaixo de 36 PSI: Conecte o • Se rregistrar reservatório de N 2 junto ao dispositivo do manômetro. Abra as válvulas do reservatório e do manômetro de maneira que o nitrogênio do reservatório preencha a carga do cilindro até atingir o valor entre 29 e 36 PSI. NOT A: Após verificar a carga de N2, monte o NOTA: sensor de posição.

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1 Figura 145


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

209

OPERAÇÕES 99, 100 e 101 Verificação da pressão do acumulador da suspensão e do cortador de pontas Acumulador es Acumuladores A máquina A8800 é equipada com dois acumuladores, um no circuito de suspensão do corte de base e outro no circuito do corte de pontas, que atuam absorvendo choques nos circuitos hidráulicos. A máquina A8000 é equipada somente com um acumulador no circuito do corte de base.

Figura 146

O procedimento a seguir apresenta os passos que devem ser realizados para verificar e ajustar o útilmo tipo de acumulador utilizado nas colhedoras CASE IH Austoft.

Cir cuito da suspensão do cor te de pontas / Circuito corte triturador 1. Abaixar ao máximo o despontar. Isso irá aliviar qualquer pressão no circuito. Figura 147

Cir cuito da suspensão do cor te de base Circuito corte 1. Calçar a máquina sob a perna do cortador de base e abaixar a máquina até que esta se apoie sobre o calço. Isto irá aliviar qualquer pressão no circuito. 2. Retirar a tampa antiderrapante da plataforma para acessar a área do acumulador. 3. Retirar a tampa do conector do acumulador. 4. Destravar a válvula do conector levemente permitindo conectar o aparelho. Figura 148

IMPOR TANTE: Apenas alivie o torque com 1/4 de IMPORT volta. 5. Desconectar a mangueira de entrada do acumulador, a fim de aliviar totalmente qualquer pressão residual.

Figura 149

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210

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

6. Soltar o suporte do acumulador, a fim de facilitar a conexão com o manômetro. NOT A: Se preferir, remova o acumulador por NOTA: completo e continue o teste na bancada.

Figura 150

7. Com o suporte solto, posicionar o acumulador de maneira a facilitar o encaixe do manômetro na parte superior do acumulador. A chave Allen deve ser encaixada na válvula do acumulador (item 4), de maneira que o gás possa ser liberado girando o botão (1). 8. Com o manômetro encaixado e o registro (2) fechado, abrir o registro (1) e verificar a pressão indicada no manômetro. 9. Após checar a pressão, ajustar a pressão de acordo com a correta calibragem, adicionando ou removendo gás.

Figura 151

Remoção do gás 10. Para remover gás, abrir o registro (1) para obter uma leitura no manômetro, então abrir o registro (2) lentamente, para aliviar a pressão. Fechando o registro (2), o manômetro indicará a pressão. Quando a pressão estiver correta, fechar o registro (1) e remover o equipamento. 11. Para adicionar gás, conectar o cilindro de nitrogênio à ferramenta (por uma mangueira). Abrir o registro (1), para obter a indicação da pressão do gás no acumulador. Abrir o registro (2), para introduzir gás do cilindro ao acumulador, quando a pressão indicada no manômetro for a correta, fechar os registros (2) e (1), disconectar o cilindro e remover a ferramenta.

Figura 152

2

1

12. Recolocar a tampa do acumulador e recolocar o acumulador na máquina, seguindo o procedimento inverso ao de remoção.

(1) Botão para aliviar a válvula (2) Botão para adicionar / remover gás (3) Conector para o acumulador (4) Adaptador para outros acumuladores

3

4 Figura 153

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SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

211

OPERAÇÃO 102 Verificação do nível de anti-corrosivo no líquido de arrefecimento • Contatar o seu revendedor Case IH para que possa ser agendado com um representante Scania.

OPERAÇÃO 103 Verificação da folga de válvulas (Motor Case IH 9L) • Contatar seu revendedor Case IH para esta operação.

OPERAÇÃO 104 Abrir redutores traseiros, avaliar arruelas de enconsto. Fazer a inversão dos lados das planetárias e engrenagem anel • Contatar seu revendedor Case IH para esta operação.

OPERAÇÃO 105 Revisão do motor Diesel - Regulagem de válvulas • Vide Operação 92.

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212

SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 106 Completar com 1,0 % de anticorrosivo Scania por volume O enchimento com 1,0% de inibidor de corrosão Scania por volume deve ser feito após cada 2500 horas de operação. • Nunca encha totalmente apenas com água ou inibidor de corrosão! As perdas de fluido sempre devem ser repostas com líquido de arrefecimento misturado: água + 10% de inibidor de corrosão Scania por volume. NOT A: O líquido de arrefecimento deve ser NOTA: trocado quando o sistema de arrefecimento é limpo: a cada 4800 horas ou pelo menos a cada cinco anos.

A mistura com glicol ou o uso de quantidade excessiva de inibidor de cor corrrosão pode levar à f o r m a ç ã o d e rre e s í d u o s e à rre edução da capacidade de ar arrrefecimento.

OPERAÇÃO 107 Verificação do desgaste das correntes, trilhos e engrenagens do elevador • Verificar se não há desgastes excessivos na corrente, taliscas e engrenagens do elevador.

OPERAÇÃO 108 Lavar a máquina e avaliar condições gerais dos equipamentos (Estrutura e componentes hidráulicos) • Vide Operação 40.

OPERAÇÃO 109 Verificação / Ajuste dos balancins das unidades de injeção (PDE) • Contatar o seu revendedor Case IH para que possa ser agendado com um representante Scania a verificação de válvulas do motor.

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SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

As especificações nas páginas seguintes são para fins informativos e de orientação. Para obter mais informações relacionadas à sua colhedora, consultar o seu Concessionário Case IH. A Case IH segue uma política de melhoria contínua e se reserva o direito de alterar preços, especificações ou equipamentos a qualquer hora e sem aviso prévio.

213

Todos os dados fornecidos neste Manual estão sujeitos a variações entre os produtos. As dimensões e os pesos são apenas aproximados e as ilustrações não mostram necessariamente as colhedoras em condições padrão. Para obter informações precisas sobre uma colhedora específica, consultar o seu Concessionário Case IH.

DIMENSÕES GERAIS

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214

SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

MOTOR Marca

SCANIA

CASE IH

330 cv

260 kW

5

6

Diâmetro (mm)

127

117

Curso (mm)

146

135

Capacidade volumétrica (dm3)

8,87

8,71

Taxa de compressão

18:1

16:1

Seqüência de injeção

1-2-4-5-3

1-4-2-6-3-5

Rotação de marcha lenta (rpm)

800

800

Rotação máxima sem carga (rpm)

2100

2100

Rotação nominal (rpm)

2100

2100

0,45 / 0,70

0,55 a 0,65 (escape) 0,35 a 0,45 (admissão)

Tipo Potência Número de cilindros

Folga das válvulas (mm) - Admissão, Escape (frio) Tipo de óleo Capacidade de óleo (litros) - Motor Scania DC 9 - Motor Case IH 9L Temperatura máxima do óleo do motor (°C) Pressão de óleo do motor - Baixa rotação (bar) - Alta rotação (bar)

CASE nº 1 - SAE 15W40, API CI 4 ACEA E3, E4 e E5 27 - 34 20 - 24 120 4 5

OBSER VAÇÃO OBSERV AÇÃO:: Não colocar, aditivos de desempenho ou outro aditivos de óleo no carter do motor.

SISTEMA DE ARREFECIMENTO Quantidade termostato - SCANIA DC9 - Case IH 9L

1 duplo 1

Tampa de pressão do radiador (bar / psi)

0,7 bar

Qualidade da água

A água deve ser limpa e livre de contaminação com um pH de 6 a 9

Para motor Scania DC 9 Volume de líquido arrefecedor (litros) Especificação do anticorrosivo Abertura da válvula termostática (°C)

53 Inibidor de corrosão Scania 83 - 95

Para motor Case IH 9L Volume de líquido arrefecedor (litros)

44

Especificação do anticorrosivo Abertura da válvula termostática (°C)

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83 - 95


SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

215

Para motor Scania DC 9 Anticor Anticorrrosivo (%)

Água Sistema (litr os) (litros)

Mín/Max (litr os) (litros)

Motor

Sistema (radiador + tubos)

Total

(Aditivo)

7

27

26

53

3,71

12

27

26

53

6,36

Para motor Case IH 9L Anticor Anticorrrosivo (%)

Água Sistema (litr os) (litros)

Mín/Max (litr os) (litros)

Total

(Aditivo)

50

44

22

50

44

22

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL Tipo de combustível

Diesel

Combustível alternativo

Diesel com 5% de biodisel

Capacidade máxima (litros)

480

REDUTOR Especificação do óleo

Gear 135 H EP (85 W 140) - SAE 85W140

Capacidade (litros)

6

CORTE DE BASE Especificação do óleo

Gear 135 H EP - SAE 85W140

Capacidade (litros)

9,5

CAIXA DE ENGRENAGENS DAS BOMBAS Especificação do óleo

AW Hidraulic Fluid 100 - ISO 100

Capacidade (litros)

1,6

CAIXA DE ENGRENAGENS DOS PICADORES Especificação do óleo Capacidade (litros)

Gear 135 H EP - SAE 85W140 7,5

SISTEMA HIDRÁULICO Especificação do óleo Capacidade (litros)

AW Hidraulic Fluid 100 - ISO 100 600

PONTOS A LUBRIFICAR COM GRAXA Especificação do óleo

MULTI-PURPOSE GREASE 251 H EP

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216

SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

RESERVATÓRIO DO AUTO TRACKER Especificação do óleo

TCH FLUID

Capacidade (litros)

0,5 (reservatório) / A8800 (Frente estreita) 0,9 / A8800 (Frente larga) 0,2 / A8000 0,3

RESERVATÓRIO DO LIMPADOR DE PÁRA-BRISA Especificação

Água limpa

Capacidade (litros)

9,0

ROTAÇÕES EM RPM Máxima

Mínima

Motor

2100

800

Corte de pontas (Discos)

1423

Corte de pontas (Tambor)

189

Corte de base

640

Rolos Picadores

205

Extrator Primário

1100

600

Extrator Secundário

2200

PRESSÕES DE ALÍVIO Descrição

RPM para teste de alivio

Temperatura do Óleo (°C)

Pressão (psi)

Cortador de pontas / Triturador

1200

40

2650

Bloco corte lateral

1200

40

2850 ± 100

Bloco de válvulas do elevador Vickers - Esteira, Cilindros / Capuz secundário / Flap / Extrator secundário

1200

40

2000 1750 2500

Válvula prioritária da direção

1200

40

2300 a 2500 ±100

Alívio principal Vickers

1200

40

2200

Esticador da esteira

1200

40

2500

Bloco Vickers do picador

1200

40

2750

Bloco Vickers cortador de base

1200

40

2500

Resfriador de óleo

1200

40

3500

Extrator primário

1200

40

3500

Bomba de transmissão Eaton - A8800

1500

40

5300 a 5500 ± 100

Bomba de transmissão Eaton - A8000

1500

40

5300 a 5500 ± 100

Bomba Eaton transmissão baixa pressão

1500

40

330 ± 25

Motor Eaton transmissão baixa pressão

1500

40

270 ± 25

Motor Eaton transmissão alta pressão

1500

40

6500 - 100 / 250

Válvula BA66 / Rolos e Divisor de linha

1200

40

2500 ± 25

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SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

217

PNEUS Pneu

Medidas

Pressão

400/60 - 15.5 14 lonas

45 psi

10.5/80 - 18 lonas

64 psi

Traseiro (industrial)

23.5 x 25 - 12 lonas

40 a 45 psi

Traseiro (agrícola)

23.1 x 26 - 16 lonas

45 psi

Dianteiro Dianteiro Estreito

TORQUES Aperto da porca dos pneus (dianteiro e traseiro)

339 Nm

Aperto das porcas da roda motriz

380 - 400 Nm

Aperto da porca do eixo tandem

1200 Nm

Aperto da porca de fixação do volante do picador

Apertar ate o fim de curso, depois aplicar mais ¾ de volta

BATERIA Quantidade

2

Amperagem

100 A

Voltagem

12 V

ALTERNADOR Amperagem Voltagem

185 A 12 V

AR CONDICIONADO Carga do gás

3,7 kg

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218

NOTAS:

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SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES


Impresso no Brasil

CNH LATIN AMERICA LTDA. Rua José Coelho Prates Júnior, 1.020 Piracicaba - São Paulo - Brasil CEP: 13422-020

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84158928 - Manual do Operador A8000 (2009.02.18)  

Colhedora de Cana A8000 e A8800 Manual do Operador 84158928 Cana A8000 A8800 UTILIZAÇÃO MANUTENÇÃO ESPECIFICAÇÕES 84158928- 01.2009 INDICEIN...

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