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humilhar, ou, pelo menos, constranger as pessoas. Isto, é uma questão de bom-senso. A LINGUAGEM SÃ "Torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza" (1 Tm 4.12b) - é determinação do velho apóstolo e mestre ao seu discípulo, para que se tornasse um padrão na maneira de conversar. Aliás, é bom que fique claro o que envolve este aspecto do comportamento humano: a) Tonalidade da Voz O ministro deve moderar sua voz para que não fale gritando, nem fale tão baixo que seja difícil ouvi-lo. Falar alto demais pode parecer exaltação, falta de convicção do que se fala, ou até mesmo falta de educação. b) Vocabulário O vocabulário do pastor não deve ser recheado de gírias e palavras obcenas (Ef 5.3; SI 34.13; Pv 13.3; 21.23). Durante a pregação, devemos ter cuidado para não usar palavras "pesadas", ou então palavras incompreensíveis aos ouvintes. O vocabulário deve ser de acordo com o auditório. Porém, é sempre preferível usar um vocabulário simples para ser compreendido. c) Tipo de conversação A Palavra de Deus condena a conversação torpe e vã. Conversas fúteis, anedotas e piadas constituem perda de tempo e pervertem os ouvintes. O pastor que se dá ao hábito de contar piadas ou anedotas, contar fatos de sua vida ministerial, do seu relacionamento com membros, com o objetivo de fazer gracejo ou até menosprezar irmãos humildes, perde o respeito e a autoridade (Ef 5.3,4; 1 Co 15.33; Pv 17.27; Cl 4.6; Tt 2.8; Tg 3.2; Ef 5.19). d) Gestos A fala também envolve os gestos, e o pastor deve ter cuidado para não ser exagerado nos seus gestos ao falar. 63

Teologia pastoral  
Teologia pastoral  
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