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dadeira prioridade do ministro tem sido ofuscada, e, até mesmo, esquecida, em algumas igrejas. A situação é tão grave que muitos confundem a função de pastor com a de conselheiro, assistente social, administrador, capataz de obras, etc. Todavia, Pedro e os demais apóstolos foram decisivos ao responderem à comunidade dos irmãos: "Nós nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra". Eles definiram de uma vez por todas que a prioridade do ministério, seja do apóstolo, do profeta, do evangelista, do pastor ou mestre, é o ministério da Palavra. Um pastor deve ser conhecido como um pregador, um homem da Palavra. Nenhuma outra distinção lhe é tão adequada. Seu alvo é simplesmente levar os crentes que Deus lhe deu à maturidade, pelo ministério da Palavra. Os pastores não deveriam cair na armadilha de que o sucesso de seu ministério deve ser baseado na quantidade de membros que tem sua igreja, ou no tamanho do templo. Pois, não é esse o propósito de Deus ao dar ministros (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres) à igreja. Basta lermos com muita atenção o texto básico: "E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.11,12). O texto diz clara e enfaticamente que o propósito de Deus, ao conceder os ministros à igreja, é que estes promovam o aperfeiçoamento dos santos. No sentido original, a palavra "aperfeiçoar" corresponde em nossa língua ao mesmo que equipar, treinar ou preparar. Podemos representar graficamente a função dos ministros: MINISTROS

FUNÇÃO

Apóstolos Profetas Evangelistas Pastores Mestres

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OBJETIVOS: DESEMPENHO DO SEU SERVIÇO

APERFEIÇOA R OS SANTOS

EDIFICAÇÃO DO CORPO DE CRISTO

Teologia pastoral  
Teologia pastoral  
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