Page 13

calabouço do rei egípcio, d) De prisioneiro, é elevado a pri-meiro-ministro do Egito. O Egito na época de José era governado pelos hicsos e os Faraós eram considerados divinos, com poderes absolutos. Governar essa nação já era uma tarefa difícil, muito mais ainda em duas fases distintas: uma de fartura e outra de extrema fome. Quando examinamos as fases da vida de José, verificamos que não passam de um árduo e difícil treinamento, com o objetivo de moldar o cará ter desse servo de Deus. Entre outras coisas, José aprendeu: - o que os homens são capazes de fazer, quando são alimentados pelo ódio, interesses, cobiça e inveja; - o que Deus é capaz de realizar em favor e através de seus servos. Nesse período de provação, José teve oportunidade de demonstrar fidelidade em momentos e lugares difíceis (Gn 39.1-6, 20-23); e de não ceder à tentação (Gn 39.7-13). Por causa dessa chamada divina, José foi um líder sábio e justo, glorificando a Deus em sua proeminente missão no Egito. Aleluia! Josué. "Então disse o Senhor a Moisés: toma para ti a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e põe a tua mão sobre ele" (Nm 27.18; Nm 27.15-23; Dt 1.38; 3.21; 31.7,8). Josué é fruto de discipulado. Ele esteve ao lado de Moisés desde o início da jornada no deserto. A primeira missão que lhe coube foi selecionar homens para guerrear contra Amaleque (Êx 17.9). Em seguida, ele aparece como servidor de Moisés (Êx 24.13; 32.17; 33.11; Nm 11.28). Esteve presente em todos os momentos críticos da jornada pelo deserto. Com isso, no serviço e na obediência prática, ele se transformou em um grande líder: "E Josué, filho de Num, estava cheio de espírito de sabedoria, porquanto Moisés tinha posto sobre ele as suas mãos; assim os filhos de Israel lhe deram ouvidos e fizeram como o Senhor ordenara a Moisés" (Dt 34.9). Grandes homens de Deus aprenderam o discipulado com seus líderes espirituais. Durante anos, tiveram a opor15

Teologia pastoral  
Teologia pastoral  
Advertisement