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Restaurante do mês

Estrada de Coimbra Póvoa da Lomba 3060-213 CANTANHEDE

Telefone: 231422551 Director: Luís Francisco Cordeiro Marques | SEMANÁRIO | Fundado em 1933 | Ano LXXVII | Sai à quinta-feira | Preço: 0,60 € TEL. 231 422 870 | TEL. & FAX 231 420 989 | geral@jornalboanova.com | N.º 3206 | 25 de abril de 2013

ição,

fe Com a sua re al. a o seu jorn ajud

Desafiámos dois elementos da Brigada Victor Jara para nos contarem como foi e (se) ainda é abril, esse abril da conquista da liberdade. Soube a pouco, e soube a tanto, a conversa do abril que ainda é, para os “filhos da liberdade”, e não apenas para os “filhos da madrugada”.

Abril ainda é?! “Essa revolta de hoje torna as pessoas mais intolerantes, mais tristes, assustadas, incapazes de gerir as próprias vidas. Nós, a geração que esteve lá, na luta pela liberdade, já sentimos o sabor da conquista e da esperança numa sociedade melhor; isso ninguém nos tira.” Arnaldo Carvalho

“A comunhão de que querermos um mundo melhor para todos está acima das diferenças”. Manuel da Rocha

PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA DESENVOLVER O ESPÍRITO DE TRABALHO EM EQUIPA

DESTINATÁRIOS: agentes de pastoral, colaboradores mais próximos e paroquianos de

CANTANHEDE, OUTIL E PORTUNHOS

INSCRIÇÕES: Até às 18h00 de 29 de abril

1 DE MAIO, NA PRAIA DO RECONQUINHO, EM PENACOVA

no Centro Paroquial de São Pedro – Telf. 231 422 870

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Também o peixe ultracongelado é da melhor origem, assim como mariscos. Largo Cândido dos Reis (junto ao parque infantil e Casa da Cultura) Tlf.: 231 423 700 pub

A Junta de Freguesia de Portunhos apoia o:

X Encontro Regional de Gaiteiros


2 Zoom sumário

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Amizade dentro da Igreja p. 4

Comunidade de São José celebra Festa da Entrega das Túnicas p.7 O Grupo de Teatro Olimpo, de Ansião, sobe ao palco na Sanguinheira p. 8 Febres prepara-se para receber celebração arciprestal do Dia da Igreja Diocesana p. 9 Abril ainda é?! P. 10 e 11 Alegres e garridos, os gaiteiros de cá e lá ouvem-se na Pena p. 12 Centro Cultural e Recreativo da Pena, um exemplo de associativismo local p.13 Taça AFC: Sepins despediu-se do sonho p. 17

luisfranciscomarques@gmail.com

O mítico destino português, entre o refúgio no idílico e a fuga do real

Agrupamento de Escuteiros da Tocha promove Festa das Sopas p.5 Gerações reunidas pela Columbófila Cantanhedense p. 6

Luís Francisco Marques

editorial

Pode ser oportuno ler e lançar um olhar crítico sobre este ‘espaço’ a que chamamos Portugal, guiados pela sabedoria do ensaísta Eduardo Lourenço, num texto datado (1977), que se propõe fazer uma ‘psicanálise mítica do destino português’, numa coletânea intitulada ‘labirinto da saudade’. Quando nos debruçamos sobre o conhecimento da ‘ideia de Portugal’, centramo-nos mais comummente no conceito de um ser perdido que nenhum milagre regenerará e menos na referência a uma ideia viva e em construção dinâmica. Portugal

pensa-se como mítico herói solipsista e susteve-se não apenas por engenho e arte pessoais, mas alienadamente confiada às mãos de um destino providente. Poucos povos na história ganharam direito ao epiteto de ‘grandes’ a partir de ‘tão grande pequenez’. Segundo E. Lourenço, edificamos uma narrativa ficcional de que os Lusíadas são ícone, como sinfonia laudativa e mórbido ‘requiem’, que precisa de se verbalizar mais para se convencer a si e menos para persuadir outros. A justificação da utopia e da esperança passou a ser, para E. Lourenço, a recuperação da ex-vida, do passado glorioso que fomos, do Quinto Império tenuemente desenhado no horizonte, numa espécie de reconcilia-

Dia 29 de abril, pelas 21h00, nas instalações da Guarda Nacional Republicana de Cantanhede, terá lugar uma ação de sensibilização e esclarecimento sobre substâncias psicotrópicas (drogas). Os pais e encarregados de educação são os destinatários desta iniciativa que conta com a participação da enfermeira Gabriela do programa especial de saúde e a organização está a cargo da Associação de Pais da Escola Secundária de Cantanhede e Secção de programas especiais do Destacamento da GNR de Cantanhede.

O que será a liberdade?

Natação: SCC terminou em 3.º lugar no Torneio “Cidade de Cantanhede” p.18

ção com o destino. De carentes e pequenos passamos a grandes senhores do Mundo. De sublimes surpreendemo-nos subalternos esquizofrénicos, onde o paradigma pode consubstanciar-se no ‘Ninguém’ do Frei Luís de Sousa, de Garrett. Pelo Império convertemo-nos em ‘outros’, mas de modo tão singular que, quando nos voltámos a encarcerar nos limites das nossas fronteiras, nada parecia ter sucedido e pouco diferentes ficámos, passada que foi a esquizofrénica euforia inicial. Possuímos sem de todo possuir e perdemos sem de todo perder. Os portugueses viveram diversos períodos ausentes de si mesmo e felizes com essa ausência, numa extensa tradição de passividade cívi-

ca, resignada a um destino e fiel a um desígnio. Abril trouxe uma revolução modelar e inaugurou um novo imaginário mítico. Exportou a imagem de um Portugal revolucionário exemplar, com o condão de nos guindar algo artificialmente aos palcos da Europa, conseguindo o seu reconhecimento e disfarçando a efetiva debilidade interna. Ninguém pode viver, prossegue o texto, sem uma imagem ideal de si, enquanto horizonte de desafio. Nem um individuo, nem sequer um país. Mas, de igual modo, é insustentável uma existência alicerçada exclusivamente num irreal social. Talvez nos devêssemos voltar a barricar em casa, dialogicamente, para que ‘aqui’ façamos me-

Pedro Abrunhosa no Dia da Faculdade de Letras da UC Pedro Abrunhosa foi o convidado da Universidade de Coimbra para assinalar o dia da Faculdade de Letras. Em casa dos pais, disse que aprendeu “a conhecer o mundo através dos livros”, nos dias difíceis da ditadura. Foi por isso que quis alertar para os “ataques ao conhecimento” que podem “pôr em causa a nossa identidade”, como povo e como pessoa. O dia da Faculdade de Letras foi ainda pretexto para a despedida de Carlos André que cessou funções como diretor e partirá para Macau para dirigir o Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico. GC

Para alguns, fazer o que se quer.

lhor. Não podemos continuar como país não pensável e invisível a si mesmo, que somente se confronta claramente com a sua verdade quando a isso é forçado pelo exterior. O ensaio de solução reside na imaginação criativa, que invente o que ainda não existe, descolando do já visto, sabido ou pensado. Este será um exercício que recusa um viver em segunda mão, como reformado da história, que não renega a história, mas se recusa a ver nela uma fatalidade. O nosso futuro individual e coletivo é uma discussão aberta, mas ninguém vive sem uma imagem positiva de si mesmo. E todos nos devemos sentir convocados para este itinerário transformativo.

Parece pouco…

Outros dizem que será ser ‘dono de si’…

Achas

possível?

Eu acho que nos

contentamos em ‘mudar de dono’…

Família, Fonte e Fermento da Renovação da Sociedade p.19 Quim Barreiros na abertura da Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada p. 20

Texto Xico Ilustração Dalila Assis

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Atualidade 3

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DIA 4 DE AGOSTO, COM NOVA EMISSÃO EM DIRETO

“Somos Portugal” pela segunda vez em Cantanhede TVI vai emitir seis horas de televisão a partir do recinto da Expofacic dr

Pelo segundo ano consecutivo, a TVI é a televisão oficial da Expofacic 2013, certame que este ano se reliza de 25 de julho a 4 de agosto. Depois do êxito da emissão de “Somos Portugal” desde Cantanhede, em 2012, a comissão organizadora do certame decidiu dar continuidade à parceria estabelecida o ano passado com a estação televisiva, que vai assim fazer a promoção do evento, no âmbito de uma campanha que inclui a transmissão daquele popular programa, em direto a partir do Parque Expo-Desportivo de S. Mateus. Numa nota enviada às redações, a comissão executiva da Expofacic faz saber que o acordo assenta no interesse mútuo das duas entidades, uma vez que, “se para quem dirige a Expofacic há indiscutíveis vantagens em ter como parceira a televisão que é líder de audiências, para os responsáveis da TVI o evento desfruta de uma ampla projeção a nível nacional e tem uma dinâmica fortemente mobilizadora de vários géneros de público, dando desse modo ao “Somos Portugal” um enquadramento ideal para o reforço do seu sucesso”. É assim que, a 4 de agosto, a Expofacic encerra com um acontecimento que envolve grandes meios de produção e cujo impacto mediático irá atrair ao recinto uma grande afluência de público. O início está agendado para as 14h00, altura em que a cidade de Cantanhede voltará a ser cenário

de seis horas de uma emissão conduzida por alguns dos apresentadores de maior sucesso da TVI, como Fátima Lopes, Nuno Eiró ou Iva Domingues, os quais contam com a colaboração de uma vasta equipa de profissionais credenciados. Embora o figurino seja idêntico ao do ano passado os contornos da operação televisiva estão ainda a ser definidos com os produtores, sendo certo que, para além do vasto cartaz de artistas populares que vão desfilar pelo palco do “Somos Portugal”, haverá diversos apontamentos sobre o concelho, com enfoque no património sociocultural, nas entidades associativas e em atividades de relevo. Nos termos do cordo formalizado com a TVI, para a organização os custos resumem-se ao pagamento do alojamento e refeições da equipa de produção, bem como os decorrentes de algum apoio logístico que esta venha a necessitar. Por outro lado, uma vez que a emissão de Somos Portugal começa às 14h00 do dia 4 de agosto, nesse domingo o recinto abrirá ao público às 12h00, com as tasquinhas a servirem almoços a partir dessa hora, o que de resto já havia acontecido em 2012.

Cartaz de espetáculos quase encerrado A organização também fez saber que stão a ser ultimados os últimos detalhes das negociações com os artistas que vão atuar nas noites de 30 de julho e 1 de agosto. O cartaz de espetáculos deste ano tem como cabeças de cartaz os Keane, banda inglesa que sobe ao palco do Parque Expo-Desportivo de São Mateus em 3 de agosto, sábado, na noite em que atuam ainda os também britânicos Liquideep, autores de música de dança que tem feito grande furor a nível internacional. Já confirmados no programa estão também Pete Tha Zouk e Richie Campbell (25 de julho, quinta-feira), José Cid (26 de julho, sexta-feira), Xutos & Pontapés (27 de julho, sábado), Tony Carreira (28 de julho, domingo), Carminho e Azeitonas (29 de julho, segunda-feira), Resistência (31 de julho, quarta-feira), Gabriel o Pensador e Mastiksoul (2 de agosto, sexta-feira) e Rui Veloso (4 de agosto, domingo).

Mercadinho de primavera decorre este sábado Estarão à venda produtos biológicos, comércio de produtos diferenciados relativos à saúde e bem-estar, artesanato contemporâneo e produtos em segunda mão dr

> Carla Assunção

Promovido pelo Projeto CUCA, uma comissão instaladora de pessoas de Cantanhede em defesa de atividades culturais em espaços verdes e num contexto urbano, o Mercadinho de primavera (MP) vai decorrer pela primeira vez na cidade. No próximo sábado, dia 27 de abril, a praça São Mateus será ponto de paragem para visitar um grande número de expositores onde estarão à mostra e à venda produtos biológicos, comércio de produtos diferenciados relativos à saúde e bem-estar, artesanato contemporâneo e vendas de produtos em segunda mão. “Ambicionamos

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promover o trabalho de artistas e dinamizar o comércio de produtos relacionados com um estilo de vida contemporâneo assente nos princípios da sustentabilidade”, revelaram Rute Mota e Ana Oliveira, porta-vozes do Projeto CUCA, explicando que “a marca do projeto combina na primeira sílaba das palavras cultura e Cantanhede”. Este projeto tem como objetivo dinamizar a cidade culturalmente, promovendo ainda os espaços verdes e maximizando tal privilégio para divulgação do comércio local através de atividades culturais atrativas. “O local deste evento é uma das praças mais emblemáticas de Cantanhede, a praça São Mateus, onde existe também a capela de São Mateus parte do património da cidade. A estrutura da praça constituída por um corredor central e rodeada por jardins e árvores frondosas assume-se como local particular…. a existência de instalações sanitárias, multibancos e serviços de restauração nas imediações são características que fazem com que este espaço reúna as condições ideais para a realização do MP”, culminaram.

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Folk Cantanhede 2013 à procura de voluntários Organização procura famílias para receber grupos estrangeiros

Para o próximo dia 7 de maio já está agendada a conferência de imprensa de apresentação do Folk Cantanhede 2013, que este ano se realiza de 6 a 13 de julho. Para já estão confirmados grupos de seis países e quatro grupos portugueses, que darão uma nota de cor e alegria a todas as freguesias do concelho, com especial destaque para as Galas de Abertura e Encerramento, na Praça Marquês de Marialva. A organização está a pedir o apoio de voluntários nas áreas de apoio à cozinha, higiene, montagens diversas, secretariado, publicidade e guias, bem como pessoas dispostas a receber em sua casa, no Dia das Famílias (agendados para 13 de julho), quatro ou cinco estrangeiros para almoçar. Os interessados podem contactar o telemóvel 968041388.

Agrupamento de Escolas Finisterra participa na IV Corrida Solidária Quase 800 participantes inscritos

O encontro está marcado para amanhã, 26 de abril, o Agrupamento de Escolas Finisterra participa pela primeira vez - com a nova designação e nova restruturação do grupamento escolar – na Corrida Solidária pela população vulnerável de Portugal e Moçambique. A iniciativa repete-se anualmente e pertence aos Médicos do Mundo (MDM), uma organização não-governamental de ajuda humanitária e cooperação para o desenvolvimento, sem fins lucrativos. O projeto baseia-se nas organização de corridas, marchas e caminhadas com as escolas participantes, e que permitem despertar a consciência dos mais novos e da comunidade para esta problemática, incentivando-as a contribuir para um crescimento sustentável. Com a verba angariada, será possível apoiar as equipas de rua dos MdM em Portugal e o projeto de prevenção do VIH em três distritos da província moçambicana de Nampula. Até agora, 439 escolas e cerca de 50 mil participantes de todo o País já confirmaram a adesão ao projeto, entre os quais os 800 participantes pelo Agrupamento de Escolas Finisterra. Sónia Fernandes, professora responsável pela iniciativa, disse ao jornal Boa Nova que este número “já é notícia e é uma prova de que nos conseguimos unir por causas em que acreditamos e que sabemos que fazem a diferença na vida das pessoas”. “Ainda antes de começar, já valeu a pena”, sublinha a docente, que aguarda com expetativa o início desta jornada. O ponto de encontro está marcado para as 9h00, na Escola Secundária de Cantanhede, com a cerimónia de abertura, discursos, momentos musicais e o acender da “tocha olímpica”, símbolo da unidade ente os povos, da partilha e da paz e que cada escola será responsável por transportar. A corrida tem início meia hora depois, com passagem em Cantanhede, Fontinha, febres, Camarneira, Covões, Corticeiro de Cima, São Caetano, Vilamar, Balsas e Febres, estando previsto o seu términus para as 17h00, na Escola EB 2,3 Carlos de Oliveira. Será este o local da cerimónia de encerramento, com o apagar da “tocha” e o concerto da banda daquele estabelecimento de ensino. MFR

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4 Fé e Cultura V DOMINGO DA PÁSCOA

28 DE ABRIL DE 2013 ANO C PARAMENTOS DE COR BRANCA

L 1 Act 14, 21b-27 Sal 144 (145), 8-9. 10-11. 12-13ab L 2 Ap 21, 1-5a Ev Jo 13, 31-33a. 34-35

LEITURA I Actos 14, 21b-27

Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, Paulo e Barnabé voltaram a Listra, a Icónio e a Antioquia. Iam fortalecendo as almas dos discípulos e exortavam-nos a permanecerem firmes na fé, «porque – diziam eles – temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus». Estabeleceram anciãos em cada Igreja, depois de terem feito orações acompanhadas de jejum, e encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham acreditado. Atravessaram então a Pisídia e chegaram à Panfília; depois, anunciaram a palavra em Perga e desceram até Atalia. De lá embarcaram para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na graça de Deus, para a obra que acabavam de realizar. À chegada, convocaram a Igreja, contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé.

LEITURA II

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Do Falar ao Agir Amizade dentro da Igreja É a véspera da sua execução. Jesus está a celebrar a última ceia com os seus. Acaba de lavar os pés aos seus discípulos. Judas tomou já a sua trágica decisão e depois de receber o último pedaço das mãos de Jesus, foi-se embora, para fazer o seu trabalho. Jesus diz em voz alta o que todos estão a sentir: ‘Meus filhos, resta-me pouco tempo para estar convosco.’’ Fala-lhes com ternura. Quer que permaneçam gravados no seu coração os seus últimos gestos e palavras: ‘’Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. O sinal pelo qual conhecerão que sois meus discípulos será que vos ameis uns aos outros.’’ Este é o testamento de Jesus. Jesus fala de um ‘’mandamento novo’’. Onde está a novidade? O conselho de amar o próximo está já presente na tradição bíblica. Também diversos filósofos falam de filantropia e de amor a todo o ser humano. A novidade está na forma própria de Jesus amar: ‘’amai-vos como eu vos amei’’. Assim se irá difundindo através dos seus seguidores o seu estilo de amor. A primeira coisa que os discípulos experimentaram é que Jesus os amou como amigos: ‘’Não vos chamo servos… a vós chama-vos amigos.’’ Na Igreja havemos de querer-nos uns aos outros simplesmente como amigos e amigas. E entre amigos cuida-se a igualdade, a proximidade e o apoio mútuo. Ninguém está por cima de ninguém. Nenhum amigo é senhor dos seus amigos.

Por isso, Jesus corta pela raiz as ambições dos discípulos quando os vê a discutir por serem os primeiros. A busca de protagonismos interesseiros rompe a amizade e a comunhão. Jesus recorda-lhes o seu estilo: ‘’não vim para ser servido mas para servir’’. Entre amigos ninguém se há-de impor. Todos hão-de estar dispostos a servir e a colaborar. Esta amizade vivida pelos seguidores de Jesus não gera uma comunidade fechada. Ao contrário, o clima cordial e amável que se vive entre eles dispõe-nos a acolher a quem necessita de acolhimento e amizade. Jesus ensinou-os a comer com pecadores e pessoas excluídas e desapreciadas. Repreendeu-os por afastar as crianças. Na comunidade de Jesus não estorvam os pequenos mas sim os grandes. Um dia, o próprio Jesus que assinalou Pedro como ‘’Rocha’’ para construir a sua Igreja, chamou o Doze, colocou uma criança no meio deles, aconchegou-o nos seus braços e disse-lhes: ‘’Aquele que acolhe uma criança como esta em meu nome, acolhe-me a mim’’. Na Igreja querida por Jesus, os mais pequenos, frágeis e vulneráveis hão-de estar no centro da atenção e dos cuidados de todos. José António Pagola Padre e teólogo espanhol 28 de Abril de 2013 – Páscoa V – C Jo 13, 31-33ª.34-35

Ap 21, 1-5a

Do Livro do Apocalipse

Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. Do trono ouvi uma voz forte que dizia: «Eis a morada de Deus com os homens. Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; nunca mais haverá morte nem luto, nem gemidos nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». Disse então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».

EVANGELHO Jo 13, 31-33a.34-35

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Quando Judas saiu do Cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus foi glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora. Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».

Compreender mais, celebrar melhor Introdução às leituras O tema fundamental da liturgia deste domingo é o do amor: o que identifica os seguidores de Jesus é a capacidade de amar até ao dom total da vida. No Evangelho, Jesus despede-Se dos seus discípulos e deixa-lhes em testamento o “mandamento novo”: “amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei”. É nessa entrega radical da vida que se cumpre a vocação cristã e que se dá testemunho no mundo do amor materno e paterno de Deus. Na primeira leitura apresenta-se a vida dessas comunidades cristãs chamadas a viver no amor. No meio das

vicissitudes e das crises, são comunidades fraternas, onde os irmãos se ajudam, se fortalecem uns aos outros nas dificuldades, se amam e dão testemunho do amor de Deus. É esse projeto que motiva Paulo e Barnabé e é essa proposta que eles levam, com a generosidade de quem ama, aos confins da Ásia Menor. A segunda leitura apresenta-nos a meta final para onde caminhamos: o novo céu e a nova terra, a realização da utopia, o rosto final dessa comunidade de chamados a viver no amor. Fonte: www.dehonianos.org

EUCARISTIAS DOMINICAIS DO CONCELHO DE CANTANHEDE SÁBADO 19h00 — Febres 19h30 — Pena 20h00 — Cadima 21h00 — Ançã, Cantanhede

DOMINGO 08h30 — Febres 09h00 — Bolho, Murtede, Tocha e Portunhos

10h00 — Corticeiro de Cima, Vilamar 10h15 — Outil 10h30 — Pocariça e Sanguinheira 11h00 — Cordinhã e Sepins 11h30 — Cantanhede e São Caetano

12h00 — Cadima, Covões e Ourentã 12h30 — Ançã

Sugestão de cânticos Entrada Cantai alegremente Grandes e admiráveis

(M. Luís) – CD 215 (F. dos Santos) – CD 221

Apresentação dos dons Este é o dia que o Senhor nos fez (M. Luís) – NCT 539 Na hóstia sobre a patena (C. Silva) – NCT 248

Comunhão Dou-vos um mandamento novo (J. P. Martins) – CD 205 Se vos amardes (F. Silva) – NCT 274 Pós-comunhão Eu sou a verdadeira vide (C. Silva) – CEC I 148 Final Povo Teu somos, ó Senhor (mel. Séc. XVI) – NCT 360 aníbal santos carvalho (Grupo Coral de Cantanhede)


Fé e Cultura 5

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Cidade de Deus - cidade dos homens Agrupamento da Tocha promove Festa das Sopas Iniciativa decorre este domingo, pelas 18h00, e conta com espetáculo do grupo de fados “Ai que Vida”

> Carla Assunção, texto e foto

No próximo domingo, dia 28 de abril, pelas 18h00, o Agrupamento 9096 - Tocha, do Corpo Nacional de Escuteiros, convida a toda a comunidade local para participar na Festa das Sopas, uma iniciativa que decorrerá na sede em Barrins, antiga escola primária daquele lugar. No total estarão à mostra 14 sopas, confecionadas por vários restaurantes da região e alguns particulares que quiseram cozinhar e preparar uma sopa com ingredientes da terra. “A mostra terá sopa de peixe, entre outras sopas mais degustadas na Gândara…basta aparecer com fome e divertidos para passar uma noite em convívio com toda a família escutista, familiares e amigos”, garantiu Gilberto Inocêncio, chefe do agrupamento da Tocha, contando já com 45 escuteiros (15 lobitos, 11 pioneiros, 17 exploradores e dois caminheiros), três chefes e nove animadores. Depois de uma sopa quentinha para aconchegar o estômago, os presentes terão o privilégio de desfrutar de um momento de fados com a atuação do grupo “Ai que Vida”, acompanhado pelo padre João Paulo Vaz, antigo pároco da Tocha. Trata-se da primeira edição e a participação tem um custo de cinco euros para adulto e 2,5 euros para crianças entre os quatro e os dez anos. Com a chegada do bom tempo e em vésperas da abertura de mais uma época balnear, os escuteiros da Tocha vão levar a cabo, no dia 11 de maio (sábado de manhã) uma ação de limpeza na Praia da Tocha. Sensibilizar a população no geral do areal sustentar lixos oriundos do mar e não só foi ponto forte para dinamizar este tipo de trabalho, desenvolvendo ao mesmo tempo uma atividade ao ar livre com as crianças e jovens daquele agrupamento. Escuteiros escolhem futuros dirigentes para a Junta Regional de Coimbra

Escuteiros escolhem futuros dirigentes para a Junta Regional de Coimbra Cláudio Silva, de Cantanhede, integra lista A como candidato a chefe regional adjunto

Os escuteiros pertencentes ao Corpo Nacional de Escutas da Região de Coimbra vão a votos no próximo dia 12 de Maio. Para este ato eleitoral, que se realiza de três em três anos, irão participar os dirigentes e caminheiros pertencentes aos 62 agrupamentos integrados nas paróquias e espalhados em todo o território da Diocese de Coimbra. Duas listas são apresentadas a sufrágio: a lista A – “Ser Região” e a lista B – “Concretizar o sonho de B.P.” A lista A candidata Manuel Pedrosa, dos escuteiros marítimos da Figueira da Foz, a chefe regional, e Cláudio Silva, de Cantanhede, a chefe regional adjunto. Apresenta ainda Nuno Canilho, da Mealhada, a secretário regional para o Programa Educativo, Paulo Valdez, de Santo António dos Olivais, como candidato a secretário regional dos Adultos, Mónica Rocha, de Santa Apolónia, candidata a secretária regional Administrativa e Financeira, Rui Pinheiro, da Palheira, como can-

didato a secretário regional para a Gestão, Diana Cardoso, da Pedrulha, como candidata a secretária regional para o Plano e Ação, e João Almeida, de Santo António dos Olivais, como candidato a secretário para a Comunicação e Imagem. “Queremos dar espírito de corpo à região, dando-lhe sentido, identidade e unidade, e para isso pretendemos envolver as pessoas – nomeadamente no apoio ao adulto enquanto educador. Queremos estar na linha da frente na implementação do Sistema de formação dos adultos no Escutismo, que a associação está a desenvolver. Promoveremos um escutismo de referência: com fio condutor, ritmo, conteúdo e propósito e centraremos os recursos financeiros e patrimoniais, na ação pedagógica da região”, enunciam os candidatos que acrescentam a criação de canais de comunicação e eficientes entre a Junta Regional, os núcleos/ZAP, os agrupamentos e a comunidade e trabalharemos no sentido de darem testemunho da dimensão Católica do Corpo Nacional de Escutas”. A lista B – “Concretizar o sonho de B.P.” candidata João Paulo Branco a chefe regional, Rui Proença com a secção de Ação e Planeamento, Ana Rita Roque com a Área Administrativa e Financeira, António Anjos, Fernando Oliveira para área dos Adultos e Parques Escutistas, José Moreira para a Comunicação e Imagem, Paulo Renato para o Património e Logística e Victor Fernandes para o programa Educativo. Dando continuidade à experiência adquirida no trabalho desenvolvido nas Unidades, nos Agrupamentos, nas Zonas de Apoio Pedagógico, nos Núcleos e nas estruturas Regionais que integram e, com os olhos postos no trabalho desenvolvido pelas Equipas Nacionais, esta lista, vista por muitos como de continuidade do anterior mandato, vão procurar “agir e procurar concretizar o sondo de Baden-Powell e numa perspetiva de Serviço assimilar a mensagem do fundador”.

pois deve-se encorajar qualquer iniciativa que ajude os fiéis a reconhecer o papel especial de Maria no mistério da salvação, a amá-la filialmente e a seguir a sua fé e as suas virtudes. A tal fim será muito conveniente organizar romarias, celebrações e encontros junto dos maiores Santuários.” É nesta perspetiva que foi marcada a peregrinação. As peregrinações fizeram sempre parte do itinerário da fé, pois são como uma metáfora da vida do crente e sabemos como o povo cristão gosta de peregrinar até Fátima. Assim esta peregrinação pode ser um ponto alto do ano da fé, e como uma meta de chegada do caminho já percorrido, mas também de relançamento de um novo vigor para o ano da fé que só se concluirá na festa de Cristo Rei deste ano de 2013. O programa é o seguinte: 10h00 – terço na Capelinha, presidido pelo bispo de Coimbra 10h30 – procissão para a Basílica da Santíssima Trindade, levando cada paróquia os seus estandartes. 11h00 – missa na Basílica da Trindade, animada pelo coro da Sé de Coimbra e presidida por D. Virgílio, concelebrada pelos padres da Diocese de Coimbra. 12.30h – almoço 14.30h - assembleia Diocesana. Esta assembleia terá um vasto e diversificado programa que irá desde um momento cultural e musical, passando por uma representação teatral sobre o ano da fé e testemunhos de alguns crentes. Terminará com vésperas e palavra final do bispo de Coimbra por volta das 17h30. Padre Jorge Santos

Fonte: www.amicor.pt

Diocese de Coimbra em peregrinação a Fátima O Papa Bento XVI num grande desejo de que seja renovada a fé dos crentes, pois só uma fé vivida com alegria e entusiasmo dá sentido à vida e se torna testemunho para o mundo, decidiu proclamar o ano de 2012-2013 Ano Da Fé. No mundo inteiro e também na nossa Diocese, lançaram-se programas para se viver o mais intensamente possível este ano da graça para que confessando, celebrando, rezando e vivendo a fé, ela seja experimentada como salvação e vida eterna. Na nossa Diocese, foram lançadas catequeses para o ano da fé, foi lançado um itinerário de oração para as famílias, foram feitas exortações aos párocos para que lançassem programas e métodos de primeiro anúncio para que seja possível a muitos fazerem a experiência do encontro pessoal com Cristo, foi lembrado a importância da oração e que se lançassem nas paróquias a adoração eucarística pelo menos algumas horas por semana. Foi realizado um grande encontro, com a participação da grande maioria dos padres e um grande grupo de leigos, animado pelo bispo Francês Dominique Rey. No princípio do ano pastoral vários arciprestados arrancaram com algumas iniciativas, mesmo para além das que eram propostas pela Diocese. A eleição do Papa Francisco em nada deve diminuir este caminho, mas pelo contrário, com o seu novo dinamismo, somos convidados a ir mais longe no seguimento de Jesus pela fé. No programa da Diocese de Coimbra, há ainda, neste ano pastoral, dois acontecimentos a sublinhar: O dia da Igreja Diocesana, a 26 de maio, festa da Santíssima Trindade, que vai ser celebrado em cada arciprestado, dentro desta tonalidade do Ano da Fé (n.r.: ver notícia na página 9), e a grande peregrinação Diocesana a Fátima a 22 de junho. Nas propostas feitas pela Santa Sé para o Ano da Fé, é dito “No decorrer deste Ano será útil convidar os fiéis a se dirigirem com devoção especial a Maria, figura da Igreja, que “reúne em si e reflete os imperativos mais altos da nossa fé. Assim

celebrações Quinta 25 de abril EUCARISTIA 18h30 – igreja matriz 20h00 – Varziela Sexta 26 de abril EUCARISTIA 18h30 – igreja matriz Sábado 27 de abril EUCARISTIAS 15h00 – igreja matriz (Festa do Perdão) 18h00 – São José

19h30 – Póvoa da Lomba 21h00 – igreja matriz

Domingo 28 de abril EUCARISTIAS 10h00 – Varziela 11h30 – igreja matriz 15h30 – Lemede (festa de São Jorge, seguida de procissão) CELEBRAÇÃO 9h00 – Misericórdia

Terça 30 de abril EUCARISTIA 18h30 – igreja matriz

Quarta 1 de maio EUCARISTIA 18h30 – igreja matriz

Quinta 2 de maio EUCARISTIA 18h30 – igreja matriz


6 Região

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VI(r)agens

Gerações reunidas pela Columbófila Cantanhedense

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Trabalho desenvolvido por Alberto Abrantes e Joaquim Padilha recordados pelos órgãos sociais dr

Dezenas de antigos e atuais dirigentes, atletas e colaboradores e um conjunto muito significativo de pessoas que nos seus tempos de criança participaram e integraram diversas atividades promovidas pela Sociedade Columbófila Cantanhedense, marcaram presença no II Encontro Gerações, que se realizou no passado sábado, em Cantanhede. No Parque de São Mateus, pelas 14h30, os participantes, após serem recebidos por Lurdes Silva, Pedro Freire e Magda Silva, assistiram à solta de pombos, promovida pela secção de Columbofilia. Seguiu-se a realização simultânea de um conjunto de atividades desportivas, nos pavilhões desportivos e nas piscinas, cedidos pela Camara Municipal e pelo Agrupamento de Escolas Cantanhede Finisterra, que assim se associaram à iniciativa. Futebol de cinco, andebol de sete, basquetebol, voleibol, natação e petanca foram algumas das modalidades disputadas. Os mais pequenos, acompanhados pelos seus familiares, deram largas à sua imaginação com o material

ARAZEDE

carlos gonçalves

Elevação a vila Continuam as comemorações, nos dias 26, 27 e 28 de abril, do 25.º aniversário de elevação a vila de Arazede. O programa é o seguinte: 26 de abril (sexta): 20h00 – XII Jantar das Mulheres da Freguesia de Arazede, na Quinta da Oliveira (Faíscas). Animação com a Banda Chic. 27 de abril (sábado): 22h30 – Noite de fados com Cesário Rama, Hermínia Silva e convidados, acompanhados à guitarra por João Mário Grave e à viola por Vítor Morgado, na Associação de Moradores dos Catarruchos. 28 de abril (domingo): 15h30 - Encontro de Ranchos da Freguesia de Arazede com a participação de Rancho Folclórico da Bunhosa, Rancho Folclórico Amores-perfeitos (Bebedouro) e Rancho Folclórico Camélias da Gândara (Vila Franca), no Centro Social e Cultural da Bunhosa. A organização pertence à Junta de Freguesia de Arazede, com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho. Faíscas Jantar das Mulheres No próximo dia 26 de abril, pelas 20h00, a Quinta da Oliveira recebe o XII Jantar das Mulheres da Freguesia de Arazede. A Animação estará a cargo da Banda Chic.

ANÇÃ

antónio parreiral

Peregrinação O grupo de catequese do sexto ano, cujos jovens vão fazer, no dia 9 de junho, a sua Profissão de Fé, vai fazer, juntamente com os catequistas, uma peregrinação a pé até ao mosteiro da Rainha Santa Isabel, em Coimbra. A saída está marcada para o dia 28 de abril, pelas 7h15, do Terreiro do Paço. A chegada a Coimbra está prevista para as 11h00, para assistir à eucaristia.

dr

disponibilizado pelo “Carrinho dos Brinquedos”, contando com a ajuda das animadoras do Clube de Tempos Livres. À noite realizou-se o jantar convívio na Quinta da Sobreira Quinhentista, em Ançã, que reuniu atletas, ex-atletas, associados e amigos da coletividade. Aproveitando a iniciativa, e tendo em conta o projeto solidário que a Sociedade Columbófila desenvolve em parceria com o Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros de Cabo Verde, a direção promoveu a campanha “Por uma causa …”, convidando todos os participantes a associar-se a esta iniciativa, doando bens alimentares não perecíveis ou outros, que posteriormente foram entregues na Embaixada de Cabo Verde e destinados aos doentes evacuados daquele país. Para além do generoso contributo da esmagadora maioria dos participantes, Alcides Simões, um dos principais mecenas deste projeto solidário, apadrinhou a iniciativa. Depois de agradecer a presença de todos e referir os obPasseio da Catequese Ficou decidido em reunião que o passeio da catequese de Ançã deste ano será no dia 11 de maio, sábado, e terá como destino o Parque Biológico de Gaia. As inscrições já se encontram abertas. Noite cultural No próximo dia 26 de abril, pelas 21h30, a sede da Phylarmonica Ançanense acolhe o IV Ciclo de História(s) da Música - Música de Intervenção, com a participação de Aurélio Malva. A atividade é organizada pela Escola de Música da Phylarmonica Ançanense e é aberta a todos os alunos e músicos desta associação, bem como a todos os interessados pela temática. A entrada é livre. Óbitos Faleceu António José da Cruz, de 81 anos, natural e residente em Ançã. O extinto era casado com Maria de Jesus Branco Simões e pai de Maria da Glória Simões da Cruz, Celeste Branco da Cruz Parreiral e Elsa Maria Branco da Cruz. O funeral realizou-se no dia 20 de abril, da capela do Espírito Santo para a igreja matriz, onde foram celebradas as exéquias fúnebres. Foi a sepultar no cemitério local. Faleceu Manuel Seco Marques, de 84 anos, residente em Ançã. O extinto era casado com Liberta Ruivo Batista Seco e pai de José Luís Batista Marques. O seu funeral realizou-se no dia 22 de abril, da capela do Espirito Santo para a igreja matriz, onde foi celebrada missa de corpo presente. Foi a sepultar no cemitério local. Paz às suas almas. Condolências às famílias enlutadas.

BARCOUÇO Festival da Atividade Física O Pavilhão Municipal da Barcouço tornou-se pequeno para acolher as centenas de pessoas que acorreram ao Fes-

dr

jetivos e a importância para o futuro das gerações atuais e vindouras da realização deste novo encontro, Lurdes Silva, presidente da direção, congratulou-se como programa de atividades desenvolvido ao longo da tarde, agradecendo a colaboração prestada por todos na organização. Francisco Ribeiro, presidente assembleia geral e um dos “históricos” da Columbófila Cantanhedense, saudou os presentes e elogiou a promoção deste encontro de gerações, que “permitem juntar e rever, muitas pessoas da família Columbófila e recordar algumas facetas da vida da coletividade”, ele que recordou a importância e o trabalho desenvolvidos por Alberto Abrantes e Joaquim Padilha, duas das maiores referências da Columbófila. Durante o convívio os promotores passaram algumas imagens de atividades realizadas nas décadas de 70, 80 e 90, que para além de deliciaram todos os presentes, provocaram na sala momentos de grande diversão, constituindo um dos elementos mais agregadores da noite. tival da Atividade Física 2013. Um evento de entrada livre que contou com a participação de mais de 300 atletas de várias instituições do concelho da Mealhada, resultando na demonstração de diferentes atividades desportivas, num espetáculo pautado pela cor, ritmo e diversidade de movimentos, e ainda com outros convidados, como a dupla de Danças de Salão e os ginastas acrobáticos da Associação Académica de Coimbra. dr

BOLHO

raul cruz

Óbito No dia 19 de abril faleceu António Bandeira, de 89 anos, residente no lugar de Venda Nova. O extinto era casado com Georgina da Cruz Rodrigues e pai de António Manuel, Maria Violante e de Amélia Rodrigues Bandeira. Após a celebração da palavra na capela de Venda Nova, foi a sepultar no cemitério da freguesia, acompanhado da família e de muitos amigos. Paz à sua alma. Condolências à família enlutada.

CADIMA

ana costa e silva

Batismos No dia 20 de abril foi batizada solenemente Lara Monteiro da Silva, filha de Fernando Manuel da Silva Teixeira e de Cidália Craveiro Monteiro, residentes no Zambujal.


Região 7

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A menina é neta paterna de Manuel Teixeira e de Olinda da Silva e neta materna de Manuel Faim Monteiro e de Maria Celeste Craveiro Veiga. Micael José Jesus Monteiro, residente no Zambujal, e Marisa Sofia Monteiro Pereira, residente em Pereira do Campo, foram os padrinhos. No dia 21 de abril foi batizada Aléxis Rodrigo Pereira Varanda, filha de Gilberto Manuel Cavadas Varanda e de Ana Sofia Ramos Pereira, residentes na Figueira da Foz. São seus avós paternos Manuel Mendes Varanda e Leontina Jorge Cavadas e seus avós maternos José Mário Alves Fernandes Pereira e Maria Adelaide de Carvalho Ramos. Apadrinharam a menina Bernardo Gomes Pereira, de Buarcos, e Marta Cristina Pessoa da Silva, da Taboeira. Ambos os batizados foram presididos pelo padre Samelo. Às recém-batizadas e às suas famílias o voto de felicidades na sua vida cristã.

CANTANHEDE

Bem haja pelo gesto, tão necessário em tempos de dificuldade das famílias portuguesas.

COMUNIDADE SÃO JOSÉ Entrega das túnicas A comunidade de São José celebra, no próximo fim-de-semana, a festa da Entrega das Túnicas ao Acólitos. Sábado, dia 28 de abril, é celebrada a missa do acólito, presidida pelo padre Luís, na capela de São José, em Tarelhos, com a entrega das túnicas. Domingo, dia 28 de abril, a partir das 13h00, haverá um almoço convívio para a comunidade. O preço é de cinco euros para adulto, três euros para criança e o almoço para acólito, com direito a uma surpresa, é de cinco euros. As inscrições podem ser feitas junto de Margarida Monteiro, Dina Branco (912323982), Pedro Fernando (912960757) ou Filipe Ângela (917638649).

FEBRES

ETPC leva sorrisos ao Hospital Pediátrico dr

No passado dia 11 de abril, as formandas da Escola Técnico-Profissional de Cantanhede (ETPC) do segundo ano do Curso Técnico de Apoio Psicossocial levaram à cena, mais uma vez, no palco do Hospital Pediátrico de Coimbra a peça de teatro “Se os meus Brinquedos Falassem”. Esta atividade, inserida no âmbito da disciplina de Psicologia, lecionada pela formadora e coordenadora do curso, Catarina Soares, teve como principais objetivos desenvolver e executar uma peça de teatro e promover atividades lúdicas, visando dar às crianças oportunidades de lazer e sociabilidade educativas. Na biblioteca Municipal de Cantanhede, a ETPC exibiu a peça para as crianças da EB 1 de Covões e Sepins. Num registo e com um público-alvo um pouco diferentes, da encenação anterior, os formandos da ETPC, mais uma vez permitiram às crianças viajarem no mundo da imaginação, no mundo do faz-de-conta. O vereador da educação da Câmara Municipal de Cantanhede, Pedro Cardoso, tomou a palavra e agradeceu a participação dos formandos da ETPC e convidou a escola para exibirem, mais uma vez, a peça teatral “Se os meus brinquedos Falassem” no Centro Escolar de Ançã, numa data a agendar.

josé pessoa

Rosas de Maio O Rancho Folclórico Rosas de Maio vai realizar no próximo dia 5 de maio, um Festival de Folclore comemorativo dos seus 23 anos de existência, com a participação de três convidados. O programa é o seguinte: 15h00 - concentração dos grupos intervenientes junto à igreja matriz, seguindo-se o desfile pelo Largo Florindo José Frota. 15h30 - entrega de lembranças, seguindo-se a atuação em palco do Grupo de Danças e Cantares Ecos e Monteuro (Lisboa), do Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe (Braga), do Rancho Folclórico “Os Alegres” de Treixedo (Santa Comba Dão) e do grupo anfitrião. Para este ano, o Rancho Folclórico Rosas de Maio já tem agendadas algumas deslocações de norte a sul do país: 7 de julho - Treixedo (Santa Comba Dão); 20 de julho - Marrancos (Braga); 21 de julho - Aguçadoura (Póvoa de Varzim); 27 de julho - Vila Franca do Rosário (Torres Vedras); 28 de julho - Sanguinheira (Febres); 10 de agosto - 22.º Festival de Folclore de Febres; 17 de agosto - Vila Meã (Carregal do Sal); 31 de agosto - Santa Catarina da Fonte do Bispo (Tavira).

tana, e dia 28 de abril, nas Alhadas, pelas 16h00, antecedido de um pequeno desfile em conjunto e exibição de um tema popular da região. O concerto será dirigido pelos maestros das duas Bandas, com a intervenção de solistas e do cantor Telmo Cavaleiro. Para o dia 19 de maio, pelas 16h00, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, está agendado o encerramento deste evento, com atuação do Coral das Pequenas Vozes da Figueira, de José Cid e do maestro Victorino de Almeida, que dirigirá uma peça escrita para o evento, e que procura retratar fielmente o ensamble de sopros, percussão, vozes e a organização. T Também nesse concerto irão ser executados e estreados na parte coral sinfónica, 75 por cento de temas novos portugueses arranjados exclusivamente para este espetáculo musical e performativo. A Câmara Municipal da Figueira da Foz e as Juntas de Freguesia das Alhadas e de Santana foram os parceiros para a concretização deste projeto, que desde o início foi muito bem acarinhado e apadrinhado pelas referidas entidades. Neste contexto, fica o convite para os amantes e simpatizantes da música e não só, para não perderem a oportunidade de ver em palco cerca de 120 músicos, 100 coralistas, solistas, o cantor Telmo Cavaleiro, o maestro Victorino de Almeida e José Cid. Francisco M. Relva Pereira, maestro da Banda de Santana

MURTEDE

ANTONINO MACHADO

Mercado EB1 de Murtede dr

dr

FIGUEIRA DA FOZ Unidos P´La Música dr

No passado dia 15 de abril a Associação de Pais da Escola EB1 de Murtede realizou, uma vez mais, no recreio do estabelecimento escolar, um mercado de frutas, legumes, pães,

Dia Mundial da Saúde ca

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Para assinalar o Dia Mundial da Saúde, o Hospital Arcebispo João Crisóstomo promoveu uma palestra subordinada ao tema “Distúrbios alimentares e alimentação saudável”, direcionada aos alunos do 9.º ano da EB2,3 Marquês de Marialva, integrada no PPES – Projeto de Promoção e Educação para a Saúde. O psicólogo Luís Simões e a nutricionista Alexandra Aleixo foram os intervenientes desta iniciativa, que teve como objetivo evitar comportamentos de risco e chamar atenção para as manifestações de forma a promover a saúde e evitar a doença. CA Solidariedade Um amigo do distrito de Viseu ofereceu às Conferências Vicentinas de Cantanhede um donativo no valor de 150 euros.

Este é o nome apelativo para a finalidade que as Bandas de Alhadas e de Santana encontraram para demonstrar que estão unidas para trabalhar em conjunto neste projeto musical que é pioneiro em Portugal: há ingredientes naturalistas que o tornarão único e especial na busca de novos públicos, novas sonoridades e essencialmente pelo prazer de quebrar algumas tradições que fizeram parte da história destas centenárias coletividades musicais. Assim, depois de meses de trabalho preparatório em cada Banda, e dos ensaios do novo e inédito reportório, a partir de abril começaram-se a decorrer os ensaios conjuntos nas sedes de Santana e Alhadas, para ponderar e afinar todos os pormenores e situações musicais que este tipo de formação exige. Todo este processo teve início há cerca de dois anos, aquando do espectáculo efetuado na Figueira da Foz, que reuniu oito bandas do concelho, cujo concerto foi dirigido pelo maestro António Victorino de Almeida. Os espetáculos irão decorrer nos dias 25 de abril, em San-

Serviços de saúde, Higiene e Segurança no Trabalho • Exames Médicos • Auditorias de Higiene e Segurança • Avaliação de Riscos Ruído Poeira Temperatura Luz R. Palácio da Justiça, Edifício Quinta de S. Mateus r/ch A 3060-208 Cantanhede Telefone: 231 428 758 | fax: 231 428 759 | www.cmsaomateus.pt info@ cmsaomateus.pt


8 Região bolos e outros produtos da terra. A iniciativa contou com a colaboração, como já vem sendo hábito, de professores, auxiliares, pais e demais familiares e população em geral. As vendas dos produtos ficaram entregues às crianças, que tiveram a oportunidade de treinar o cálculo para fazer trocos, coadjuvadas pelos adultos. Este ano, o sucesso do mercado foi um forno a lenha móvel colocado no local ,que proporcionou amiúde e a sair do forno, quentinhos, pães com chouriço, com bacon, com salsichas e com queijo e fiambre, que não chegaram para as encomendas dado a afluência de público ao local. A Associação de Pais da Escola EB1 de Murtede agradece ao Grupo de Jovens “Estrela que Brilha”, de Cordinhã, a cedência do forno “móvel” para o mercado. Comissão da Igreja As contas da Comissão da Igreja são as seguintes: Janeiro – receitas de 410,50 euros e despesas de 72,11 euros; fevereiro – receitas de 719,44 euros e despesas de 283,49 euros; março – receitas de 482,68 euros e despesas de 309,29 euros. O saldo para abril é de 9.885,61 euros. Com o temporal de janeiro o sistema do relógio e sinos sofreu bastante, pelo que é de pensar a realização de um seguro para o mesmo, com encargos inerentes à paróquia. De salientar a oferta de 345 euros da Comissão de Festas de São Sebastião 2013. Catequese Com organização dos respetivos catequistas realizou-se a Festa das Bem-aventuranças, Vida e Compromisso, com cerca de 15 crianças da nossa freguesia.

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Juniores, a realizar no Dubai nos finais de Agosto. Parabéns, campeã!

Teatro No próximo domingo, dia 28 de abril, pelas 18h30, no salão do CSPO, o grupo de teatro “Cordinhã d’ Água”, do Rancho Folclórico “Os Lavradores de Cordinhã”, sobe ao palco para representar a mesma peça que esteve em cena no Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede. A iniciativa decorre no âmbito do Ciclo de teatro de Primavera do Inatel.

Óbito No CHUC, onde foi internada de urgência no dia 14 de abril, consequência de mais um AVC, que a deixou em coma, faleceu no dia 17, Maria da Conceição, de 85 anos. A extinta era natural de Meirinhas, Pombal, residiu em Cantanhede, mas nos últimos 12.anos, devido ao seu estado de saúde, viveu em Portunhos com sua filha, Maria da Conceição Pinheiro de Carvalho. Era ainda mãe de Fausto, Maria Fernanda e Carlos Manuel Pinheiro, avó de oito netos e bisavó de sete bisnetos. O seu funeral realizou-se no dia 19, após missa de corpo presente, da igreja da Santa Casa da Misericórdia de Cantanhede para o cemitério daquela cidade. Paz à sua alma. Condolências à família enlutada.

Catequese Na sequência de uma reunião entre o padre Vidal e as catequistas da nossa paróquia foram definidas as datas das habituais festas da catequese: 5 de maio- Festa da Vida, das Bem-Aventuranças, do Envio e do Compromisso; dia 19 de maio- Primeira Comunhão e Profissão de Fé. 2 de junho - festa do Pai Nosso. 9 de junho – encerramento das atividades.

Esclarecimento Causou estranheza a alguns leitores a repetição da notícia do nascimento do pequenino João Mário. O motivo foi apenas para retificar o nome da mãe do bebé e o local de nascimento, publicados incorretamente por erro de informação ou comunicação. Na retificação feita, por lapso da redação, onde se lê batismo deveria ler-se nascimento. Aos visados e aos leitores, as nossas desculpas.

POCARIÇA

SANGUINHEIRA

OURENTÃ

filipe figueiredo

VÍTOR BATISTA

Homenagem dr

Visita Pascal Embora com condições climatéricas adversas, realizou-se a visita pascal em cerca de 50 lares de todo o lugar de Murtede. Futuramente é de repensar esta ação, pois nalgumas situações não fomos informados de qualquer alteração, conforme o verificado em anos anteriores. Batismo Recebeu o sacramento do batismo o menino Martim, filho de Paulo Jorge Pinheiro dos Santos e de Vera Lúcia dos Santos Duarte, residentes no lugar do Carvalho. Foram padrinhos Rogério Manuel Pinheiro dos Santos, de Portunhos, e Paula Cristina dos Santos Duarte, de Murtede. As maiores bênçãos de Deus para o novo cristão. Parabéns aos pais e demais familiares. São Jorge Nos dias 3,4 e 5 de maio realizam-se os tradicionais festejos em honra de São Jorge, com o seguinte programa: 3 de maio (sexta) – arraial noturno com a banda “Sede Bandida”. 4 de maio (sábado)– arruada com os gaiteiros; tarde desportiva com as escolinhas de futsal do Benfica e S.C. Povoense da Póvoa da Lomba; arraial noturno com a Banda “TT”. 5 de maio (domingo) – salva de 21 tiros; arruada com a banda filarmónica Lyra Barcoucense; 14h30 - saída da procissão da igreja em direção à capela, seguindo-se a celebração da eucaristia e procissão de volta à igreja; tarde de folclore com a classe infantil e adulta do Rancho Folclórico “Os Bairradinos” de Ourentã. Grupo de Teatro Em assembleia geral realizada a 29 de março foi aprovado, por unanimidade, o Relatório e Contas do ano de 2012. Já está em marcha o programa da décima edição do Danças na Minha Aldeia, que se vai realizar nos dias 11 e 12 de maio próximos. Para qualquer tipo de apoio tem-se a noção das enormes dificuldades existentes, mas é ponto assente querer fazer um evento digno. Campeã Continua na senda dos triunfos a nossa Florbela Machado – recorde nacional absoluto nos 800 metros livres e já tem novo mínimo para os Campeonatos do Mundo de

A Associação Orfeão Dr. João Antunes, de Condeixa-a-Nova, vai homenagear o ilustre condeixense Saúl Vaio, pela passagem do seu centenário. Esta homenagem irá ocorrer no próximo dia 4 de maio, sábado, pelas 18h00, na igreja matriz de Condeixa-a-Nova, integrando o Encontro de Coros daquela Associação. Saúl Vaio, que dedicou a sua vida inteiramente à Música, como compositor, músico executante de variados instrumentos, poeta e maestro, chegou a fixar residência na Pocariça, com a sua família, tendo dirigido a nossa Banda de Música durante cerca de 30 anos. A nossa terra, assim como a nossa Banda, deveriam estar presentes nesta homenagem como prova de gratidão pelo empenho e dedicação que o homenageado deu em prol da nossa freguesia. E porque não uma rua ou uma travessa com o seu nome? Aqui fica o recado. Óbito Faleceu Clorinda de Jesus, com 85 anos, mãe de Auzenda de Jesus Matos. O seu corpo saiu da capela de São Tomé para a igreja paroquial, onde foram celebradas as exéquias fúnebres. Foi a sepultar no cemitério local, com grande acompanhamento. Paz à sua alma. Condolências à família enlutada~.

PORTUNHOS

MARIA E. MARQUES

Passeio A Comissão de Festas de São João 2013 iniciou as suas atividades a fim de angariar fundos para a realização da festa, com um passeio a Lisboa e visitas a locais de interesse, nomeadamente Panteão Nacional, Museu dos Coches e Cristo Rei, terminando com passagem no Bombarral. Tudo correu bem e os participantes regressaram satisfeitos.

joaquim croino

Mês de Maria No seguimento do que tem realizado na paróquia em anos anteriores, o próximo mês de maio é dedicado à devoção da recitação o terço, em louvor a Nossa Senhora de Fátima, que acontecerá diariamente, em horário a divulgar pelo padre Diamantino na eucaristia do próximo domingo. Apelamos a todas as pessoas de todos os lugares da freguesia para que compareçam na igreja paroquial, a fim de louvarmos, em conjunto, a Mãe do Céu. Teatro No próximo sábado, 27 de abril, pelas 21h30, no salão paroquial da Sanguinheira, o Grupo de Teatro Olimpo, de Ansião, irá representar “Harpagão, o Velho Avarento”, de Molière. A organização pertence ao Centro Social Recreio e Cultura de Sanguinheira. Futsal No passado domingo realizou-se a 8.ª jornada do XII Campeonato de Futsal da Sanguinheira, com os seguintes resultados: Pedras Ásperas 0 - Sanguinheira 1; Taipinas 2 – Feitoso 6; Casal dos Netos 2 – Gesteira 7; Moita 5 – Palhagueira 7, tendo folgado a equipa dos Carreiros. A classificação fica assim ordenada: 1.º - Palhagueira – 20 pontos; 2.º - Sanguinheira – 20 pontos; 3.º - Feitoso – 19 pontos; 4.º - Pedras Ásperas – 14 pontos; 5.º - Gesteira – 13 pontos; 6.º - Casal dos Netos – 13 pontos; 7.º - Carreiros – 11 pontos; 8.º - Taipinas – 11 pontos; 9.º - Moita – 7 pontos. No próximo domingo realiza-se a 9.ª e última jornada da primeira fase do campeonato, com os seguintes jogos: 16h00: Taipinas – Pedras Ásperas; 17h00: Casal dos Netos – Sanguinheira; 18h00: Moita – Feitoso; 19h00: Carreiros – Gesteira. Folga a equipa da Palhagueira. Adriano Tabanez

VILA NOVA DE OUTIL

vidal gentil

Doente Esteve internado no Hospital da Mealhada, para ser submetido a uma intervenção cirúrgica, o nosso conterrâneo Sérgio Lourenço Póvoa, que já se encontra em casa, em convalescença. Votos de rápidas melhoras. Melhoramento A Junta de Freguesia de Outil continua os trabalhos de arranjo das valetas, em calçada, tendo sido agora contemplada a rua da Cancelinha. Bem hajam.


Em Foco 9

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ENCONTRO ESTÁ MARCADO PARA 26 DE MAIO

Febres prepara-se para receber a celebração arciprestal do Dia da Igreja Diocesana Cónego Jerónimo Martins presidirá à missa campal, no largo da vila > Mirla ferreira Rodrigues, texto e foto

Mais de duas mil pessoas são esperadas, no próximo dia 26 de maio, em Febres, local escolhido pelo arciprestado de Cantanhede e Mira para a celebração que assinala o Dia da Igreja Diocesana. O padre João Pedro, pároco de Febres e um dos principais responsáveis pela organização, explicou ao Jornal Boa Nova que as expetativas “são as melhores possíveis”, até porque “desde a reforma dos arciprestados e da chegada do nosso bispo, esta é a primeira vez que as comemorações do Dia da Igreja Diocesana são descentralizadas”. A escolha de Febres tem, para o sacerdote, uma explicação muito simples. “Está no centro do arciprestado e é um santuário… além disso, tem a maior igreja, com o maior número de lugares sentados, que são 800”, remata. E a par da abertura do Ano da Fé e da Peregrinação a Fátima, agendada para 22 de junho, “este é um dos marcos mais importantes para o arciprestado de Cantanhede e Mira e para a Diocese de Coimbra”. O dia, recheado de atividades, terá como momento alto a celebração da eucaristia, presidida pelo cónego Jerónimo Correia (ver programa à frente). O padre João Pedro espera a participação de todas as unidades pastorais, até porque “depois de participarem e viver a alegria deste dia, as pessoas ficam mais animadas e enriquecem a sua fé”, declara. A apresentação de cada paróquia, dos seus símbolos, a procissão com os andores dos seus padroeiros serão “momentos carregados de simbolismo, não apenas para ouvirmos, mas sim para participarmos”.

Envolvimento da comunidade A organização da celebração arciprestal requer o envolvimento das seis unidades pastorais existentes. Assim, serão atribuídos números a cada uma, para os locais de encontro serem sinalizados com uma cruz, devidamente numerada

com o algarismo dessa unidade pastoral. Outra novidade passa pela participação de quatro paróquias, que apesar de não pertencerem ao arciprestado de Cantanhede e Mira, são servidas pelos padres Diamantino Vieira (Bom Sucesso) e pelos padres António Samelo e Vidal Nogueira (paróquias de Barcouço, Ventosa do Bairro e Vil de Matos). O programa, que já está delineado, tem início pelas 9h30, com a concentração das unidades pastorais em pontos de encontro previamente definidos, dentro da vila de Febres, de onde seguirão a pé, com uma cruz à frente e os andores dos padroeiros das respetivas paróquias, para a igreja paroquial de Febres, cantando e rezando o terço. A chegada à entrada do templo está prevista para as 10h00, onde serão colocados os 24 andores dos padroeiros e as seis cruzes transportadas, bem como os almoços que depois serão partilhados. Meia hora mais tarde, já dentro da igreja paroquial, o padre António Samelo será responsável pelo momento formativo, dedicado ao tema “O Arciprestado, mais do que uma divisão de território, é uma família e uma vivência da Igreja”, em ligação com a celebração do Ano da Fé. Essa formação será intercalada com a apresentação de cada paróquia e respetivas capelanias. Pelas 11h45 terão início os ensaios dos cânticos, da responsabilidade da paróquia de Febres, e às 12h00 será celebrada a eucaristia, presidida pelo arcipreste de Cantanhede e Mira, cónego Jerónimo Correia, que após a saudação inicial lerá uma mensagem do bispo de Coimbra. O almoço partilhado e o convívio dos participantes estão previstos para as 13h30, no adro à volta da igreja. A partir das 15h00 haverá um momento recreativo e cada unidade pastoral terá oportunidade de participar, com um tempo máximo de 15 minutos cada. A apresentação estará, novamente, a cargo da paróquia de Febres. O encerramento do encontro está agendado para as 17h00.

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AURÉLIO CORREIA GOMES DE SOUSA CANTANHEDE 1 ano de Saudade 28 de abril de 2012 28 de abril de 2013 A família de Aurélio Correia Gomes de Sousa recorda com profunda saudade o seu ente querido na passagem do primeiro aniversário do seu falecimento, pedindo ao bom Deus que o tenha na sua eterna companhia. Paz à sua alma. A Família informa que será celebrada missa do primeiro aniversário no próximo dia 30 de abril, pelas 18h30, na igreja matriz de Cantanhede, e desde já agradece a todos os que estiverem presentes, assim como àqueles que, durante este ano, a têm confortado na sua dor. A todos a sua profunda gratidão.

Cantanhede, 28 de abril de 2013.

Fizeste parte da minha vida desde que me lembro: os teus olhos sorridentes, as tuas mãos estendidas para me dar firmeza e me guiar, os teus braços rápidos a proteger-me de qualquer perigo e a embalar-me no sono. Andei às tuas cavalitas, agarrei a tua mão, partilhei pequenas aventuras. Ouvi as tuas histórias. Ri com as tuas

piadas. Maravilhei-me com as tuas magias. Fazes parte da minha vida. Fazes parte de mim. Até ao fim dos tempos ♥ Amo-te Avô ♥ Até já Bárbara Sousa

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DESTINATÁRIOS: agentes de pastoral, colaboradores mais próximos e paroquianos de

Cantanhede, Outil e Portunhos INSCRIÇÕES: Até às 18h00 de 29 de abril, no Centro Paroquial de São Pedro.


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Abril ainda é?! > Graça Cunha, texto e fotos

Desafiámos dois elementos da Brigada Victor Jara (Brigada porque em Portugal no pós revolução se organizaram Brigadas para levar cultura e alfabetizar o país profundo, saído de meio século de ditadura; e Victor Jara porque no Chile um cantor, músico, poeta e professor com o mesmo nome, revolucionou a música popular do seu país e terminou preso, torturado e fuzilado pelos

militares durante o golpe de Pinochet) para nos contarem como foi e (se) ainda é abril, esse abril da conquista da liberdade. Arnaldo Carvalho é conterrâneo e Manuel da Rocha o diretor do Conservatório de Coimbra. Ambos falaram nos homens de outrora, daqueles de convicção que lutavam por ideais em nome de todos, talvez sem se aperceberem que os próprios falavam

com réstias do mesmo brilhozinho nos olhos. Tal como diz a letra da canção, “tentámos saber quem eramos nós, quem queríamos ser, e quais as esperanças que a vida roubou…que quem não vê caras não vê corações”. Soube a pouco, e soube a tanto, a conversa sobre esse tal abril que ainda é, mesmo para os filhos da liberdade e não apenas para os filhos da madrugada.

“A comunhão de que querermos um mundo melhor para todos está acima das diferenças” Manuel da Rocha Abril ainda é? Ainda é abril, obviamente. O tempo que vivemos agora é um tempo que resulta de abril, sem dúvida. É abril também na memória daqueles que viveram tudo o que foi o 25 de abril. Eu tinha 13 anos na altura e lembro-me claramente. É abril, ainda, em tudo aquilo que se conquistou a seguir: temos uma democracia formal, que tem os seus engulhos, mas temos o direito à educação, à saúde e se nos quiserem tirar esses direitos nós reclamamos; os miúdos já não vão à guerra; as mulheres conquistaram o direito a salário igual para trabalho igual, mesmo que isso não seja verdade na prática está na lei e podemos dizer que se está a agir contra a lei. Há um conjunto muito grande de elementos da nossa vida, tão simples como dar um beijo a uma rapariga na rua, poder casar e divorciar, os homens terem responsabilidades perante os seus filhos, existir direito à licença de paternidade, que nos levam a reconhecer que é abril todos os dias. E faz todo o sentido, cada vez mais sentido, lembrar isso em cada nova comemoração. Principalmente às novas gerações, aos filhos da liberdade? Sim, ainda que seja para eles ficarem apenas com a ideia que algo importante aconteceu naquele dia. Temos às vezes a ideia, errada, que não adianta falar aos jovens das conquistas de abril porque eles têm outros interesses, outros sonhos. É obvio que sim, que têm outros sonhos e outras vivências, mas também falamos da abolição da escravatura, que não precisámos de vivenciar para nos revermos na coragem daqueles negros que arriscaram a vida em nome da condição de seres livres. Por isso, faz todo o sentido lembrar aos jovens aquilo que nós vivemos, mesmo que pareça que não se importam muito. Ainda assim, acredito que ainda lhes deixamos um brilhozinho nos olhos quando lhes falamos das coisas que nos dizem respeito, seja da nossa infância num mundo menos poluído, seja do 25 de abril. O antes e o agora, no que respeita ao fim da ditadura e à democracia, ainda são realidades muito próximas na nossa História. Como adjetivaria esse antes e o depois, recorrendo apenas às imagens gravadas na sua memória? Lembro-me do Estado Novo muito bem. Os meus pais não eram militantes partidários, mas eram ativistas da Oposição Democrática. No antes, aquilo que era mesmo a marca do tempo, era o medo. Hoje também há medos e o do desemprego é real e forte. Mas quele outro era o medo permanente da perda da liberdade e da guerra. Os filhos iam para a guerra, os maridos iam para a guerra, os pais iam para a guerra. Eu próprio comecei a estudar música por causa do medo que os meus pais tinham que eu fosse para a guerra. Com a música sempre me poderia safar lá fora, fugir do meu país. Também conheci nesse tempo, enquanto miúdo, gente fantástica com um ideal nos olhos, muitos tinham sido presos e torturados. E para um miúdo, pode crer que causa grande impressão conhecer de perto um homem que não tem medo daquilo que nos faz medo. Conheci muita gente que não tinha medo, que falava das torturas e das sevícias com especial dignidade. Fala com saudosismo dessas convicções e dessa luta por ideais? Sinto alguma nostalgia do bem e do mal bem definidos. Hoje o mal mascara-se muitas vezes de bem, mas este tempo

Nos corredores do Conservatório de Música de Coimbra ouviam-se as músicas de abril (na altura a voz de Paulo de Carvalho “quis saber quem sou”, em “E depois do Adeus”); música que não era indiferente aos jovens, diferentes, de hoje. Ultimavam-se os detalhes para a abertura da exposição com trabalhos dos alunos sobre a escola no Estado Novo. Tal como se lia num trabalho exposto, “como se a história portuguesa, que inequivocamente tinha parado há muito, precisasse aceleradamente de se pôr em dia”; ou num outro distante e tão próximo afinal - “só a muito custo o entusiasmo dos homens podia superar a carência de meios”. que temos hoje é incomparavelmente melhor do que aquele que existia no Estado Novo. O que diria àqueles que preconizam a falta de um Salazar para pôr tudo no sítio? São tolos, diria sem rodeios que são tolos apenas. Um novo Salazar não faz falta a país nenhum. Salazar significa analfabetismo, miséria, a fome do tempo dos nossos avós. Salazar é das figuras mais tenebrosas que tivemos no nosso país. O mundo português com Salazar era feito de miséria, sem ligação à vida: as pessoas resistiam e sobreviviam apenas. A exposição que hoje aqui inauguramos é sobre a escola do Estado Novo, aquela em que a mulher só aprendia lavores porque não podia trabalhar. Era a escola em que a professora primária tinha que renunciar ao casamento para ser devota mensageira dos ensinamentos de Salazar. Às vezes as pessoas confundem as saudades da juventude e do vigor da idade com os tempos e a figura de Salazar que foi das mais tenebrosas que há memória em nós. Como junta as suas memória, e a saudade da luta por ideais, à leitura que fazem disso estes jovens que atravessam hoje os corredores ao som das músicas de intervenção que não sãos as deles? Temos todos que ter a consciência que olhamos o mundo de maneiras diferentes, e é impossível que estes jovens sintam abril como nós. Ao lembrar abril e a conquista da liberdade, cumprimos uma obrigação educativa. Tal como ensinamos os nossos filhos a respeitar as outras pessoas: não ser desonesto, aguardar a nossa vez na fila, devolver um troco que recebemos a mais. No fundo falamos de valores e normas de conduta que pretendemos que os nossos jovens interiorizem. Entre eles o valor da liberdade? Sim, e a liberdade é fundamental sendo verdade que o nosso território de liberdade termina quando colide com o território de liberdade do outro. Bom é quando podemos partilhar uns com os outros a liberdade em territórios abertos, onde somos indivíduos mas também coletivos. As crianças aprendem hoje isso de ser coletivo logo aos seis meses de idade, quando vão para o infantário. Este 25 de abril tem a mensagem da liberdade e também que a revolução é possível. Não há nada irreversível a não ser a morte, de resto toda a construção humana é reversível e os momentos difíceis que vivemos não são para toda a vida. Devemos pensar que há sempre um momento em que o homem sabe que tem que mudar, derrubando os conformismos que passam a ser incómodos, até para a própria pessoa.

Separam-nos as convicções políticas? A comunhão de que querermos um mundo melhor está acima das diferenças. No dia 25 de abril vou tocar com os meus companheiros à abertura da sessão solene da Assembleia da República, um deles é deputado do PSD. Embora eu ache que o partido dele, no poder, esteja a fazer o maior mal ao nosso país que há memória desde 1974, no meio da nossa diferença há o tal bem maior de que queremos um mundo melhor, queremos que todos vivam bem. Com a música faz-se a paz mas também se fazem as revoluções? A música é um exercício estético. Quem persegue a música, persegue o belo, procura a harmonia e a felicidade. Todos nós sabemos existirem diversas formas de felicidade, mas estar feliz é estar bem consigo próprio; não é feliz o homem que está em confusão com os outros. A canção ainda é uma arma? É uma arma como se dizia, mas é mais: é uma fogueira à volta da qual toda a gente se junta. Não é por acaso que os grandes homens das artes musicais pugnaram sempre pelo bem de todos, desde Beethoven ou Bach. A música está sempre atrás de algo que tem bons fins e se ela, por acaso, é usada com fins maléficos, esse não é o seu principal objetivo. Música nunca se faz sozinha, faz-se sempre com alguém, e isso é algo muito bonito. Quando entrou para a Brigada Victor Jara? Tem memória das Brigadas que se faziam no país na altura, em nome da cultura? Entrei em 1977. Participei inclusivamente nas Brigadas do Movimento Alfa, ideia que teve origem aqui na cidade de Coimbra. Conheci nessa altura a Brigada mas ainda não fazia parte do grupo. No meu caso tive a experiência interessantíssima de ir para Malpica do Tejo no concelho de Castelo Branco nessas outras Brigadas Alfa. Que Portugal conheceu nessa época? Um Portugal completamente diferente daquele que temos hoje. Era um Portugal em que as pessoas trabalhavam de sol a sol na luta pela simples sobrevivência. Um Portugal em que as pessoas não sabiam ler, e não sabia ler muita gente, não eram apenas os mais velhos. Era um Portugal com uma vertente melhor do que hoje num aspeto: vivia-se uma urgência de tempos melhores, a esperança de tempos melhores. Aquilo que me custa no nosso tempo é um certo desalento, a desesperança daqueles que pensam que o mundo não tem remédio. Acho, com fé e empenho, que o mundo tem espe-


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rança e há esperança para um mundo melhor. Esse outro tempo era um mundo de esperança. Ensinávamos a ler para que as pessoas aprendessem a ler as notícias, a correspondência e a primeira coisa que as pessoas queriam aprender era a escrever o seu nome para se libertarem-se da cruz no lugar da assinatura. Escrever o nome era de alguma forma alcançar o estatuto de cidadania, pois nem isso Salazar lhes deu; poder escrever Maria, Joaquim, em vez de fazer a cruz de analfabeto. Eu era praticamente um miúdo na altura e esse foi o meu primeiro grande ensinamento: tudo aquilo que eu sonhava não era o mesmo que os outros sonhavam, havia gente a sonhar com coisas tão simples e importantes que a mim me pareciam absolutamente supérfluas. O segundo grande ensinamento foi o das pessoas que trabalhavam de sol a sol para conseguirem matar a fome aos filhos. Todas estas realidades, aos 14 anos, acabam por formar uma pessoa.

de uma carrinha qualquer a iluminar-nos. Viajávamos nos carros das pessoas da organização, davam-nos comida e dormida. Nem falo do Adriano e do Zeca, eles sim, palmilharam este país como ninguém, para nada, só pelas convicções. Era o entusiasmo de quem sente despertar uma vida nova, o nascer de uma nova sociedade, cheia de promessas. Com todas as contradições, tenho muita pena de ter visto desaparecer gradualmente este espírito de partilha e solidariedade. As pessoas esquecem-no e é bom lembrar-lhes. Também a escola, por culpa dos programas e não dos professores, não ensina como devia o que era o nosso país antes de 1974 e o que se conseguiu para todos nos anos seguintes. Era um sentimento indescritível e muito gratificante participar da construção de uma sociedade promissora.

“Essa revolta de hoje torna as pessoas mais intolerantes, mais tristes, assustadas, incapazes de gerir as próprias vidas. Nós, a geração que esteve lá na luta pela liberdade, já sentimos o sabor da conquista e da esperança numa sociedade melhor, isso ninguém nos tira.” Arnaldo Carvalho

O maior perigo é darmos tudo isso que se conquistou como adquirido? Não sermos vigilantes é o perigo maior. Temos que ser vigilantes para com aquilo que consideramos ser bem maior, e bem maior é a felicidade de todos. Enquanto houver uma criança com fome neste país não podemos conformar-nos com saquinhos de peditório à porta de um qualquer supermercado. Participemos, mas não nos conformemos. Participemos para que um dia, por bem, esse esforço já não seja necessário. A solidariedade não deve ser quebrada, e a Igreja tem nesses mecanismos um papel que considero muito positivo. O que eu quero dizer é que devemos fazer tudo ao nosso alcance para um dia podermos tratar apenas das questões da fé, os que a têm, e da vida todos os outros, de modo a que um jovem do interior, que tem vontade e capacidades para estudar e ser médico, o possa fazer com todas as condições, sem estar para isso dependente do dinheiro que os seus pais não têm. O 25 de abril era isso mesmo: todos podermos ter uma oportunidade. Fez-se comunista na altura da mudança. Afinal os perigosos comunistas andavam a ensinar pessoas a escrever o nome? O preconceito desfez-se com o tempo. Eu fazia-me comunista o que ideologicamente significa estar próximo da felicidade das pessoas, mais nada. Curiosamente naquele tempo andava a aprender a ser comunista com aqueles que não eram. Temos que encontrar o homem por aquilo que ele pensa, é e faz, não por aquilo em que ele se inscreve, senão entramos numa lógica clubista. Durante muito tempo na história, até do socialismo, se tomou muitas vezes a religião e os padres como o mal e foi um erro, um crime muito grave, não se podia ter feito isso. Os homens têm que ser analisados naquilo que é o seu contributo para o mundo e não por professarem esta ou aquela religião, ingressarem neste ou naquele partido. É impossível, e ainda bem, todos pensarmos a mesma coisa, mas não é impossível pensarmos que o melhor é o bem de todos. Quando esse for o nosso objetivo, quando assim pensarmos, então arranjaremos um mundo melhor.

Conotava-se a Brigada Victor Jara com a música revolucionária, mas o repertório era o da música de raiz tradicional portuguesa. Havia no início um alinhamento ideológico que se foi esbatendo com o passar do tempo. Mesmo sem ser música de intervenção, ou música revolucionária, a Brigada tinha sim uma certa irreverência na abordagem que fazia a um tipo de música popular ainda desconhecido. Lá fora dizia-se que o país era triste por viver em ditadura e contrapunha-se com a imagem de um povo feliz em diversão: exportavam-se as cores garridas do Minho, o Malhão e o Vira. É certo que também não era conhecido outro lado do canto tradicional e a Brigada soube recuperar e beber dessa raiz da música tradicional portuguesa. “Oito Fora”, o primeiro disco da Brigada (o grupo nasceu em 75 e o primeiro disco em 77) interrompia essa imagem exportada e mostrava aquela outra canção que ajudava a libertar do trabalho, que era religiosa, mas também pagã quando brincava, por exemplo, com o São João. A Brigada prima por manter a identidade e, ainda que os rótulos não façam hoje sentido, está fora das estratégias de mercado e das modas. Que público encontram nos espetáculos: saudosistas ou novos curiosos? Os mais velhos continuam a ver-nos como um grupo que se coloca perante a música de forma coerente, com valores. Sabem que não vivemos para a carreira, que queremos manter a identidade e não corremos atrás de modas passageiras. Essas pessoas continuam a rever-se e a acarinhar-nos. Temos depois um universo bem diferente: os mais novos, filhos da voracidade dos tempos, cansados de modas passageiras, desejosos de entender porque somos portugueses, porque somos assim, diferentes dos outros; esses quando ‘esbarram’ com a nossa música percebem que ali está algo com que se identificam. Abro aqui um parêntesis para dar um exemplo que ilustra esta postura de muitos jovens de hoje, à procura das raízes, dos padrões de identidade, longe de modas e massificações. Na abertura da exposição fotográfica que retrata os gaiteiros da Pena dizia eu que antes um jovem pegava numa gaita-de-foles e era gozado, hoje sente essa necessidade, de conhecer, de se reconhecer nas raízes. E essa postura é para mim gratificante porque as modas são passageiras e superficiais, enquanto as referências culturais ajudam a estruturar a cabeça das pessoas. Entrou para a Brigada em 77, com o país ainda a reorganizar-se e com a memória de uma revolução muito fresca. Como eram esses tempos na Brigada e que Portugal encontravam? Tocávamos na rua de qualquer maneira, em cima de carros de bois se fosse preciso, sem eletricidade, com os faróis

Dizia, quando começámos esta entrevista, que as pessoas, geralmente, só valorizam aquilo que perdem e que têm a liberdade como um dado adquirido. Soma desilusão a essa constatação? Antes não poderíamos estar aqui a fazer esta entrevista, alguém havia de nos denunciar como se estivéssemos a fazer algo de muito perigoso para o país. As pessoas não valorizam estes detalhes porque não têm consciência do que custa conquistar e garantir a liberdade. Se tivessem essa experiência seriam mais participativos e respeitadores da liberdade. Hoje perdemos direitos fundamentais, pelos quais se bateram as gerações que fizeram abril, e as pessoas ficam alheadas, indiferentes. Falta conhecimento na nossa sociedade. Foram fazendo de nós um povo sem conhecimento. Quem quer manipular hoje sabe como fazê-lo. Para garantir o acesso ao poder, ou a manutenção do poder? Revolta-me uma certa forma de governação em que aqueles que deviam servir o país se servem dele e do poder, para si e para os amigos. Depois ouvimos a comunicação social falar no arco do poder. Mas o que é isso numa democracia? Não serão todos os que constroem a sociedade arcos do poder? Conduzem-nos para um corredor demasiado estreito e parece que estamos sempre a deixar que assim seja. Acha que está em causa a democracia, a liberdade conquistada? Há uma teia que nos envolve e, às vezes, mais hipocrisia que democracia. Há gabinetes de comunicação que ensinam estratégias até para mentir como quem fala verdade. Programas de televisão que não dão conhecimento às pessoas, nem lhes alargam os horizontes, bem pelo contrário. As pessoas fazem escolhas e depois passam a vida a lamentar-se como se tivessem sido só os outros a escolher. Não assumem o erro nem aprendem com ele. Parece que há os tais protegidos e aconchegados no arco do poder, os outros são todos excluídos ou subversivos. O 25 de abril abriu-nos um horizonte de esperança e é dramático percebermos que nos tiram essa esperança em cada dia, como se não tivéssemos direito a um passado, presente e futuro. O desemprego é a ferramenta ideal para nos trazerem cada vez mais domados e obedientes. Mataram-nos a esperança de novo. Os pais estão longe dos filhos, cada vez mais porque precisam de lutar pela sobrevivência. Qual é o maior receio quando olha para a frente? Ou as pessoas lutam ou então desistem do país que temos, o que é muito triste. Ficam no universo dos revoltados e esta é uma revolta feita de amargura. É essa amargura que me assusta. Não é a mesma revolta que levou à conquista de uma sociedade diferente. Essa revolta de hoje torna as pessoas mais intolerantes, mais tristes, assustadas, incapazes de gerir as próprias vidas. Nós, a geração que esteve lá na luta pela liberdade, já sentimos o sabor da conquista, isso ninguém nos tira. Às gerações mais novas é que estão a tirar o direito de sentirem o sabor da dignidade do trabalho e da livre escolha. Não dá para desculpar tudo. Horrorizam-me aqueles que dizem que faz cá falta Salazar, não sabem o que dizem, não sabem o que era a vida sem liberdade, sem direitos fundamentais. Os ensinamentos da História tocam a todos, são terríveis e acho que as pessoas apendem pouco com isso.


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10.º ENCONTRO REGIONAL DE GAITEIROS ESTE DOMINGO

Alegres e garridos, os gaiteiros de cá e lá ouvem-se na Pena José Cascão, músico já falecido da terra, será homenageado durante o espetáculo de palco no Vale da Naia, pelo CCRP, organizador do certame

“Entre Gaiteiros” sob o olhar de Arnaldo Carvalho

Depois de ter inaugurado a exposição de fotografia “Entre Gaiteiros” nos Paços do Concelho, Arnaldo Carvalho mostra através de imagens a essência de preservar a tradição e cultura popular, no local onde essas mesmas imagens tiveram lugar. A mostra divulga vários momentos desde a edição de 2006, cujo sentimento de captura revelou-se nas gaita de foles, cada vez mais (re)estimadas na esfera pública, entre várias gerações que reinventam a tradição musical e recuperam a memórias antigas de um povo.

“Baile gaiteiro”

No sábado, dia 27, as festanças concentram-se num convívio musical popular, onde o CCRP será palco de um “baile gaiteiro”. A partir das 22h00, vários grupos convidados para o 10.º Encontro animarão o público pela noite dentro, entre eles “Las Çarandas”; os galegos Raul Nubeiro e Emílio Lois; “Os Carriços”, “Sons da Serra” e “Lenga Lenga”.

> Carla Assunção, texto e fotos

Todos os caminhos (e gaiteiros) vão dar à Pena este domingo, dia 28, para mais um Encontro Regional de Gaiteiros, organizado pelo Centro Cultural e Recreativo da Pena (CCRP) pelo 10.º ano consecutivo, em simultâneo com a tradicional Mostra Gastronómica. A novidade deste ano centra-se na homenagem a um dos maiores músicos da terra: João Cascão, já falecido. Estará montado, junto ao palco, um espólio do artista, que reúne letras musicais compostas por ele, material fotográfico e instrumentos musicais, para além de ser partilhado todo seu percurso artístico revelado pelo próprio filho Rui Cascão. No mesmo recinto também estarão patentes ao público outras novidades ao encontrar uma oficina de gaita de foles, da responsabilidade dos construtores de instrumentos Mário Estanislau e Victor Félix. Para comemorar em grande os dez anos, o evento de

música popular terá o “melhor cartaz de sempre” com a presença de 14 grupos, locais, da região norte e da Galiza, que mais brilharam nas edições anteriores, cujo público terá mais uma vez a honra de ouvir e aplaudir ao longo dos espetáculos de palco no Vale da Naia. Mas o som da gaita de foles dará as boas-vindas logo de manhã, pelas 9h00, com arruada na Pena e povoações vizinhas, antecedendo a abertura da Mostra Gastronómica do CCRP e que terá a ementa repetida do ano passado: sopa do lavrador, favas à moda da Pena, leitão assado à Bairrada, arroz doce e pão de ló, acompanhado com os melhores vinhos dos produtores da freguesia de Portunhos. A presença no almoço implica uma inscrição até sábado, véspera do Encontro, estando disponíveis 200 lugares. Para efetuar a inscrição e o pagamento deve comparecer no bar do CCRP ou através do email ccrpena@sapo.pt.

GAITEIROS DA TERRA E DE FORA Os 3 de Portugal Ti Torres / Os Tarolas Os Carriços Ti Fabiano Popularis Grupo de Gaiteiros do CCRP Grupo de Bombos do Pedra Rija Gaiteiros da Escola de Gaitas da Academia de Música de Ançã Raul Nubeiro e Emílio Lois Lenga Lenga – Gaiteiros de Sandim Gaiteiros da Ponte Velha Sons da Serra Velha Gaiteira Las Çarandas

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Pena 13

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AMÂNDIO ASCENSÃO DE JESUS, NATURAL DA PENA

“Todos os dias sopro na gaita”

Autodidata na música e elemento do grupo de gaiteiros do CCRP, o “Magia” toca viola, cavaquinho, órgão e bombo com prazer

> Carla Assunção, texto e foto

Nestes dias, a aldeia da Pena é o centro das atenções. No âmbito das comemorações do 10.º Encontro Regional de Gaiteiros a gaita de foles é rainha e já se faz “ouvir” em vésperas do maior evento de música popular. Por falar em gaita de foles, ou melhor gaiteiro, aqui nas redondezas o alegre e garrido “Magia”, a alcunha de Amândio Ascensão de Jesus, é destacado nestas andanças. Natural da Pena, terra que o viu nascer e crescer há 53 anos, Amândio não esconde a paixão pela música tradicional, amante de muitos instrumentos, cuja

aprendizagem em tocar viola, cavaquinho, órgão, bombo e a gaita de foles fez sozinho. Autodidata na música, já nos tempos de moço Amândio tocava bombo na aldeia. “Tinha 17 anos quando dois amigos e eu improvisámos um grupo de gaiteiros chamado “Rei da Música”… o Fernando Duarte da Costa na caixa, Marcolino Couceiro na flauta transversal e eu no bombo, para animar as Festas de Nossa Senhora da Esperança, padroeira da Pena”, recordava, tendo mantido o grupo anos mais tarde como “Os 3 de Portugal”. A formação musical continuou em grupos de bailes e durante oito anos dedicou-se no folclore, no Rancho Regional “Os Esticadinhos”, e mais duas épocas no Grupo Típico de Cadima. Para alegrar uma festa ou convívio entre amigos e familiares, Amândio não abdicava a vontade de tocar música para os outros, aliás qualquer motivo servia para “harmonizar o ambiente”. “Sempre pisei o palco em todas as edições do Encontro de Gaiteiros… mexe comigo e sinto-me bem a tocar qualquer instrumento a qualquer hora do dia. Todos os dias sopro na gaita e à semelhança do ano passado vou tocar pelos Gaiteiros do CCRP”, referiu, dando conta que os ensaios decorrem lá em casa com a “rapaziada da terra”. Na edição de 2010, Amândio juntou o vizinho Duarte da Costa e o filho mais novo, Luís, para formarem “Os 3 do 25 de abril”, cujo nome advém da rua onde mora. No ano seguinte convenceu a esposa Guida tocar bombo, permanecendo o filho na caixa e ele na gaita de foles, mais conhecidos por “Netos da Ramboia”, em homenagem à avó paterna.

presentemente, confessou não saber ler uma pauta musical. “Reconheço as notas musicais e o que fica no ouvido memorizo facilmente…o segredo é tocar todos os dias e entrar na música”, disse, enquanto mostrava que até na casa de banho guarda (imagine-se) uma flauta para tocar naquela hora mais íntima. A assiduidade nos eventos culturais da terra e arredores, as boas recordações dos companheiros de folia estão sempre presentes, mesmo quando muitos já partiram. As vivências e atuações improvisadas com antigos amigos como João Veloso e José Cascão jamais serão esquecidos para Amândio. “Com o violino na mão, José Cascão desafiava para acompanhar a música…a música vivia dentro dele e conseguia transportá-la a todos nós. Passamos belos momentos quando tocávamos nos Esticadinhos de Cantanhede”, desabafou, contente pelo tributo que o CCRP irá cumprir no próximo domingo no palco que já foi dele, aproveitando o momento para mostrar uma imagem que regista tal “à vontade para tocar entre amigos e desconhecidos” e à que o jornal Boa Nova teve acesso e direito de publicação.

Tocar flauta na casa de banho O gosto pela música já ficou assente como estilo de vida para Amândio. Apesar de trabalhar na área da construção civil

Da Esquerda para a direita: Amândio de Jesus, João Veloso e José Cascão (1991)

Centro Cultural e Recreativo da Pena, um exemplo de associativismo local Bar do CCRP é ponto de encontro para dezenas de jovens à noite e aos fins de semana

O associativismo tem um papel determinante na vida das pessoas, vitalizando o envolvimento dos mais crescidos e os mais novos com diversas atividades culturais, recreativas e desportivas. Por cá, um dos exemplos pode ser testemunhado com o CCRP – Centro Cultural e Recreativo da Pena. O fenómeno de associativismo local tem um desenvolvimento progressivo no lugar da Pena e ao longo dos últimos anos está à vista de todos, de geração em geração promove-se o dinamismo da coletividade e tal distinção orgulha Henrique Miguel Zuzarte Agostinho, presidente do CCRP. “Nasci na Pena e desde miúdo cresci a participar na vida do CCRP, tal como o meu pai e outros habitantes nas redondezas… toda a população era convidada para participar nas atividades da associação e hoje mantemos esse conceito”, respondeu. O responsável admite que o CCRP continua vivo graças ao empenho de antigos dirigentes e colaboradores diretos permanentes para o bom funcionamento de vários eventos anuais que tanto deram protagonismo ao clube e à Pena. “A equipa de trabalho torna-se mais forte e cada um veste a camisola para preservar o bom nome do CCRP… é uma segunda família que leva este projeto a sério, unidos para dar continuidade todas as secções e não se mantém só por carolice”, retorquiu o dirigente, apontando o Encontro Regional de Gaiteiros da Pena como “uma iniciativa de projeção e imagem de marca do CCRP”. Com 278 associados, 253 dos quais com as quotas em dia, Henrique Agostinho destacou o bar, como a “âncora” que impulsiona a presença de dezenas de jovens da terra e arredores à noite, e aos fins de semana, considerado um ponto de encontro e recomendado por muitos para disfrutar música ao vivo, teatro, palestras, entre outros eventos atraentes para obter casa cheia. Fundado em 1957, o CCRP está bem de saúde e recomenda-se, até porque nos últimos anos os jovens têm assumido o comando e pelas ruas da Pena os elogios dos

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mais velhos são suficientes para confirmar o trabalho desenvolvido, com destaque para a organização anual do Encontro de Gaiteiros e a Mostra Gastronómica, o torneio “Grandes Barrigas”, o concurso de melhores vinhos de produção local e ainda o teatro amador. A cumprir o segundo mandato, Henrique Agostinho lidera um grupo “dinâmico e jovem” e até ao final do ano promete “levar o barco a bom porto”, mantendo a vitalidade que o CCRP tanto transmite dentro e fora do concelho. “Ainda não pensei em recandidatar-me, mas se existirem razões de força maior para continuar não me sinto incomodado em cumprir mais um mandato, até porque não me vejo longe daqui”, assegura, orgulhoso de fazer parte da direção composta por Alfredo Silva (vice-presidente), Ricardo Carriço (secretário), Pedro Cardoso (tesoureiro), Ana Simões e Filipe Oliveira (vogais). CA

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Camarinho (Tocha); Eduardo Pessoa (São Caetano); Elsa Cavaco (Corticeiro de Cima); Filipe Figueiredo (Ourentã); Inês Nogueira (Cordinhã);Irene Moço (Pena); Isabel Lourenço (Varziela); Joaquim Croino (Sanguinheira); José Cardoso Branco (Montinho); José de Jesus Pessoa (Febres); Luís Rocha (Seixo de Mira); Manuel Augusto A. Santos (Sanguinheira); Manuel Fernando Jorge Felício (Caniceira); Manuel Sebastião (Lemede); Maria E. Marques (Portunhos); Messias Simões (Covões); Natália Nogueira (Cordinhã); Raul Cruz (Bolho); Arménio Veríssimo (Outil); Vidal Gentil (V. N. de Outil) e Vítor Batista (Pocariça). DESPORTO Adérito Fontes (Atletismo); Arnaldo Carvalho (Ténis); António Parreiral (Futebol); Fernando Faustino (Futebol); João Pais de Sousa (Pesca); José Carlos Jesus (Futebol); José dos Santos (Columbofilia); Luís Mendes (Karaté); Luís Tomé (BTT); Batista Fonseca (Futebol); Manuel Romão (Futebol); José Fatia (Futebol e Futsal); Nuno Oliveira (Futsal), Orlando Jorge (Futebol); Vítor Campos (Futebol); Ana Felício e Nuno Freitas (Voleibol) e Vítor Oliveira (Automobilismo). OPINIÃO Cónego António Rego; Arnaldo Carvalho; Ilídio Sacarrão Martins; Isabel Neves; Dom João Alves; Lara Guina; Lurdes Boavida; Mário Frota; Nuno Sérgio; Pedro Guina Vasco Espinhal Otero e Luís Alves. DIVERSOS ildefonso Samelo e Licínio Alves. FOTOGRAFIA Oliveira (Cantanhede).

ADMINISTRAÇÃO Administrador José Eduardo Meira Catarino. Serviços Administrativos Ana Margarida Pessoa. HORÁRIO de 2.ª a 6.ª feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h30. ASSINATURA ANUAL Portugal 22,50€; Europa 40€; Resto do Mundo 50€ Composição, paginação e selecção de cor Gabinete de Design da FIPC Impressão e expedição FIG - Indústrias Gráficas S.A. Telefs. 239 499 922/ 239 499 935 – Fax 239 499 981 Rua Adriano Lucas (Estrada de Eiras) – 3020 Coimbra Todos os artigos de opinião são da responsabilidade de quem os assina, não vinculando o jornal Boa Nova ao seu conteúdo.

Tiragem desta edição: 4.850 exemplares


16 Desporto

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CARTÓRIO NOTARIAL EM CONDEIXA-A-NOVA

ANA MARIA SANTOS SILVA CARVALHO REIS CANTANHEDE 10 anos de Saudade 22 de abril de 2003 22 de abril de 2013

Seu marido, filhos e demais familiares recordam com profunda saudade a sua ente querida na passagem do décimo aniversário do seu falecimento, pedindo ao bom Pai que a tenha sempre na Sua eterna companhia. Paz à sua alma. Os familiares de Ana Maria santos Silva Carvalho Reis, manifestam o seu profundo agradecimento a todas as pessoas das suas ralações de amizade que participaram na missa em sufrágio da sua ente querida, celebrada no dia 23 de abril. Cantanhede, abril de 2013.

IDALINA DE JESUS TORRES Marvão (COVÕES) 30 Anos de saudade 2 de maio de 1983 2 de maio de 2013

Seu marido, seus filhos, genros, nora e netos, recordam com profunda saudade a sua ente querida na passagem do trigésimo aniversário do seu falecimento, pedindo ao bom pai, que a tenha em Sua eterna companhia. Paz à sua alma. Marvão, maio de 2013.

MARIA MIQULINA MARQUES ROLA Lontro (CAMARNEIRA) 78 Anos Faleceu a 28 de março de 2013

Seu marido, filhas, genro e netos, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que participaram nas cerimónias fúnebres da sua ente querida, ou que das mais diversas formas os apoiaram nesta hora de profunda dor.

Lontro, março de 2013

ALVARO MARQUES FRANCISCO

PORTUNHOS 6 Anos de saudade 21 de abril de 2007 21 de abril de 2013

MARIA FERNANDES DE CARVALHO

CERTIFICO, para fins de publicação, que no dia 11 de abril de 2013, iniciada a folhas oitenta e nove e seguintes, do livro de notas para escrituras diversas número noventa e três, deste Cartório, a cargo da Notária Maria Dulce Gonçalves Póvoa, foi lavrada uma escritura de justificação na qual, MÁRIO DE SEIÇA MARQUES, NIF 167.310.100 e mulher AUSINDA PEREIRA COELHO, NIF 171.673.794, casados sob o regime da comunhão geral, naturais da freguesia de Outil, concelho de Cantanhede, onde residem no lugar de Vila Nova, na Rua Ilídio Martins, nº 9, declaram ser, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, situados na freguesia de Outil, concelho de Cantanhede: UM – RÚSTICO, sito em Outeiros, composto de vinha, terra de cultura, pinhal e mato, com área de cinco mil setecentos e trinta metros quadrados, a confrontar do norte com José da Costa Nunes Murta, do sul com Manuel Maria Pereira Dias, do nascente e poente com caminho, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 724; DOIS – RÚSTICO, sito em Chão Pessoa, composto de terra de cultura com oliveiras e videiras em corrimão, pinhal e mato, com área de mil seiscentos e dez metros quadrados, a confrontar do norte com serventia, do sul com Manuel Maria Sacarrão, do nascente com Manuel Martins e do poente com José Pessoa, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 1.148, TRÊS – RÚSTICO, sito em Chão Pessoa, composto de terra de cultura com oliveiras e videiras em corrimão, com área de mil quatrocentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com serventia, do sul com Manuel Matias Sacarrão, do nascente com José Costa Neves Murta e do poente com Belmiro Santos Costa, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 1.152; QUATRO – RÚSTICO, sito em Vale da Fonte, composto de terra de cultura com uma oliveira, com área de mil quatrocentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Francisco Pereira Júnior, do sul com João Cruz e Castro, do nascente com vala e do poente com estrada, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 1.282, CINCO – RÚSTICO, sito em Areia, composto de pinhal e mato, terra de cultura com tanchas e vinha, com área de mil oitocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com caminho e outros, do sul com Manuel Francisco da Cruz, do nascente com Idálio Pereira Coelho e do poente com José Dias Serralheiro, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 1.012; SEIS – RÚSTICO, sito nos Chousos, composto de terra de cultura com uma oliveira e videiras em corrimão, com área de oitocentos e noventa metros quadrados, a confrontar do norte com Hermínio Ramos da Cruz, do sul e nascente com António Gonçalves Urbano e do poente com estrada, inscrito na matriz respetiva sob o artigo 1.706, --- Que os citados prédios vieram à sua posse da seguinte forma: a) os identificado nas verba um a quatro, por partilha não titulada, por óbito de Delfim Coelho, casado na comunhão geral com Arminda Pereira, residentes que foram no referido lugar de Vila Nova, realizada por volta do ano de mil novecentos e quarenta e seis; b) o identificado na verba cinco, foi adquirida por compra não titulada a Maria da Conceição Jorge e marido Matias Francisco Monteiro, casados na comunhão geral, residentes no referido lugar de Vila Nova, no ano de mil novecentos e sessenta e seis; e; c) o identificado na verba seis, por partilha não titulada, feita por volta do ano de mil novecentos e quarenta e nove, por óbito de Mário Marques e Maria de Seiça, casados na comunhão geral e residentes no referido lugar de Vila Nova. Contudo, desses factos não ficaram a dispor de título válido para o seu registo, tendo de imediato entrado na posse dos referidos prédios. A verdade, porém, é que a partir daquelas datas possuem, assim, aqueles prédios, em nome próprio, há mais de vinte anos, passando a usufruí-los sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, cultivando-os e colhendo os seus frutos, plantando e cortando árvores, avivando estremas, retirando deles todas as utilidades possíveis, pagando as respetivas contribuições e impostos – posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente, sendo por isso uma posse pacífica, contínua, pública e de boa-fé, pelo que adquiriram o referido direito por usucapião, não tendo, todavia, documento que lhes permita fazer prova do seu direito de propriedade perfeita pelos meios extrajudiciais normais. --- Está conforme. ----------------------------------------------------------------Cartório Notarial em Condeixa-a-Nova, 11 de abril de 2013. -------A Notária,

CANTANHEDE 91 Anos Faleceu a 17 de abril de 2013

Sempre em nós pensaste E por nós tudo fazias Agora do alto do céu te pedimos Que olhes por nós todos os dias.

Tua esposa, filhos, genro, nora e netos recordam-te com profunda saudade. Paz à tua alma Portunhos, 21 de abril de 2013.

_______________________________________________________ (Maria Dulce Gonçalves Póvoa)

Suas filhas, genros, netos, bisnetos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente vêm por este meio agradecer a todas as pessoas das suas relações de amizade que participaram nas cerimónias fúnebres da sua ente querida ou que de qualquer outro modo manifestaram o seu sentimento de pesar. A todos a sua profunda gratidão.

Cantanhede, abril de 2013.

(Jornal Boa Nova n.º 3206, de 25 de abril de 2013)

[A informar desde 1933]

IV Jogos Florais Região da Gândara “memórias da Gândara”

Entrega dos Trabalhos

– O envio dos trabalhos é da responsabilidade dos concorrentes e deve ser feito até à meia-noite do dia 15 de maio de 2013 –


Desporto 17

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FUTEBOL FEMININO TAÇA PROMOÇÃO (SÉRIE B) Belenenses MG 0 . 12 Murtoense Canelas 2010 0 . 13 Cadima Esp. Atlético 8 . 0 Cortegaça J V E D M S P Cadima 4 3 1 0 28 2 10 Esp. Atlético 3 3 0 0 17 0 9 Murtoense 3 2 0 1 22 6 6 Eirolense 3 1 1 1 8 10 4 Cortegaça 4 1 1 2 10 19 4 Belenenses MG 4 0 1 3 5 31 1 Canelas 2010 3 0 0 3 1 23 0 PRÓXIMA JORNADA

Eirolense . Belenenses MG Cadima . Esp. Atlético Murtoense . Canelas 2010 II DIVISÃO (ZONA CENTRO)

Benf.C.Branco 4 . 0 Sp. Espinho Pampilhosa 1 . 1 Sousense Nogueirense 3 . 3 Bustelo Lusitânia 1 . 1 Tourizense Operário 2 . 2 Cinfães Cesarense 4 . 0 Coimbrões Anadia 2 . 0 Tocha S. João Ver 1 . 1 Ac. Viseu J V E D M S P Ac. Viseu 29 15 10 4 43 21 55 Cinfães 29 14 10 5 49 30 52 Sp. Espinho 29 13 9 7 36 31 48 Pampilhosa 29 13 7 9 42 35 46 Operário 29 12 9 8 42 32 45 Benf.C.Branco 29 12 9 8 42 31 45 Sousense 29 10 10 9 35 32 40 Anadia 29 12 4 13 31 34 40 Coimbrões 29 8 13 8 34 39 37 S. João Ver 29 10 7 12 34 39 37 Nogueirense 29 9 8 12 32 37 35 Tourizense 29 8 10 11 25 29 34 Cesarense 29 8 9 12 28 35 33 Lusitânia 29 6 10 13 37 49 28 Bustelo 29 5 13 11 29 41 28 Tocha 29 3 10 16 24 48 19 PRÓXIMA JORNADA

Sousense . Benf.C.Branco Bustelo . Pampilhosa Tourizense . Nogueirense Cinfães . Lusitânia Coimbrões . Operário Tocha . Cesarense Ac. Viseu . Anadia Sp. Espinho . S. João Ver DIVISÃO HONRA AFC PRÓXIMA JORNADA

Touring . Ançã Eirense . Moinhos Académica SF . Arganil Vinha da Rainha . União FC Marialvas . Vigor Mocidade Desp. Lagares . Pampilhosense Carapinheirense . Febres 1.ª DIVISÃO AFC PRÓXIMA JORNADA São Silvestre . Góis Condeixa . S. Pedro Alva Águias . Gândara Esp. Atlético . Sepins Gândaras . Lousanense S. Mamede . Brasfemes Agrário Lamas . Ribeirense Mocidade . Poiares TAÇA DISTRITAL AFC QUARTOS DE FINAL *Arganil 3 . 0 Sepins Lagares Beira 2 . 3 Eirense* Gândara 0 . 1 Touring* *Académica SF 2 . 1 Carapinheirense *equipas apuradas para as meias-finais JUNIORES AFC (SÉRIE B) Marialvas 1 . 1 Eirense Académica SF 4 . 0 Ribeirense Tocha 4 . 2 Esp. Atlético Gândara 0 . 4 Ançã Casaense 3 . 2 Carapinheirense J V E D M S P Tocha 20 19 0 1 78 18 57 Académica SF 20 18 1 1 73 13 55 Carapinheirense 21 13 3 5 56 35 42 Eirense 20 11 4 5 44 27 37 Casaense 20 10 2 8 38 29 32 Esp. Atlético 20 10 1 9 38 41 31 Marialvas 21 8 5 8 45 28 29 Ançã 19 6 3 10 32 46 21 Maiorca 21 5 6 10 17 44 21 Águias 20 4 4 12 26 51 16 Gândara 20 1 2 17 10 53 5 Ribeirense 20 0 1 19 11 83 1 PRÓXIMA JORNADA Eirense . Académica SF Ribeirense . Tocha Esp. Atlético . Gândara Ançã . Casaense Carapinheirense . Águias JUVENIS AFC (SÉRIE C)

Naval B 2 . 1 Vinha da Rainha Marialvas 0 . 1 Tocha Gândara 1 . 2 Ereira Maiorca 2 . 0 Vateca Águias 5 . 4 Carapinheirense Casaense B 2 . 1 Ançã

J V E D M S P Naval B 22 22 0 0 101 12 66 Vinha da Rainha 22 16 4 2 73 20 52 Tocha 22 16 3 3 72 17 51 Marialvas 22 14 3 5 76 19 45 Ereira 22 12 4 6 51 36 40 Casaense B 22 12 1 9 51 43 37 Ançã 22 10 0 12 49 47 30 Vateca 22 5 4 13 25 58 19 Águias 22 4 2 16 20 99 14 Carapinheirense 22 2 5 15 30 67 11 Maiorca 22 3 2 17 17 104 11 Gândara 22 1 2 19 14 80 5

Vateca 22 16 4 2 102 36 52 Ala-Arriba 21 17 0 4 162 36 51 Ereira 22 16 0 6 103 59 48 Cova-Gala 21 11 3 7 68 44 36 Tocha 21 10 2 9 67 54 32 Marialvas B 22 9 0 13 48 105 27 Montemorense 22 8 2 12 60 85 26 Águias 22 5 2 15 37 108 17 Febres 20 3 1 16 26 88 10 Praia da Leirosa 21 3 1 17 35 205 10 Gândara 22 2 0 20 26 153 6

J V E D M S P Naval B 22 22 0 0 215 5 66 Tocha 22 20 0 2 79 25 60 Adémia 22 15 1 6 71 39 46 Touring 22 12 3 7 52 29 39 Cova-Gala 22 9 7 6 42 37 34 Marialvas 22 9 3 10 31 62 30 Carapinheirense 22 8 5 9 50 53 29 Sepins 22 6 1 15 24 104 19 Ereira 22 4 6 12 40 66 18 Montemorense 22 4 4 14 36 81 16 Académica B 22 2 6 14 36 98 12 Gândara 22 2 2 18 21 98 8 INFANTIS AFC (SÉRIE D) Carapinheirense 4 . 0 Sourense B Juv. Arzila 1 . 7 Marialvas Ançã 0 . 2 Adémia Académica C 7 . 0 Naval Pereira 4 . 7 Tocha Académica SF C 11 . 3 Pedrulhense B J V E D M S P Académica C 22 22 0 0 178 8 66 Tocha 23 17 0 6 144 30 51 Naval 22 16 1 5 79 38 49 Carapinheirense 23 16 0 7 102 59 48 Marialvas 22 15 2 5 112 37 47 Académica SF C 22 13 1 8 96 48 40 Sourense B 22 11 3 8 83 78 36 Sanjoanense 22 7 2 13 52 106 23 Pedrulhense B 22 7 0 15 65 94 21 Pereira 22 5 2 15 57 108 17 Adémia 21 4 0 17 33 114 12 Juv. Arzila 21 3 1 17 37 124 10 Ançã 22 1 0 21 24 218 3 PRÓXIMA JORNADA Sourense B . Juv. Arzila Marialvas . Ançã Adémia . Académica SF C Pedrulhense B . Académica C Naval . Pereira Tocha . Sanjoanense INFANTIS AFC (SÉRIE E) Águias 3 . 1 Ereira Febres 2 . 4 Formoselha Tocha B 7 . 2 Gândara Ala-Arriba 2 . 1 Cova-Gala Naval B 11 . 0 Praia da Leirosa Montemorense 1 . 1 Vateca J V E D M S P Ala-Arriba 23 19 4 0 125 18 61 Tocha B 22 19 3 0 140 25 60 Naval B 22 18 3 1 137 24 57 Cova-Gala 22 16 1 5 82 19 49 Águias 22 13 3 6 92 53 42 Vateca 23 10 4 9 66 48 34 Ereira 22 10 1 11 77 52 31 Montemorense 22 8 1 13 55 61 25 Praia da Leirosa 22 7 1 14 79 111 22 Gândara 22 6 0 16 43 108 18 Formoselha 22 3 0 19 37 125 9 Casaense 22 2 1 19 30 180 7 Febres 22 1 2 19 21 147 5 PRÓXIMA JORNADA Vateca . Casaense Formoselha . Águias Praia da Leirosa . Febres Cova-Gala . Tocha B Gândara . Naval B Ereira . Montemorense

J V E D M S P Marialvas 20 20 0 0 149 10 60 Brasfemes 20 14 2 4 124 40 44 Souselas 20 14 1 5 106 32 43 Naval 20 13 2 5 92 30 41 Ançã 20 13 0 7 87 34 39 Pedrulhense B 20 11 0 9 113 49 33 Eirense 20 8 3 9 56 35 20 Sanjoanense 20 6 2 12 61 70 20 Pereira B 20 3 1 16 25 132 10 Adémia 20 2 1 17 17 228 7 Casaense B 20 0 0 20 9 179 0 VENCEDOR: Marialvas BENJAMINS AFC (SÉRIE E) Febres . Ala-Arriba Marialvas B 4 . 2 Cova-Gala Praia da Leirosa . Tocha Naval B 19 . 0 Gândara Águias 5 . 8 Ereira Montemorense 0 . 6 Vateca Naval B

J V E D M S P 22 21 1 0 245 6 64

Canelas 2010 0 – 13 Cadima dr

B. B. Esperança 5 . 4 Fátima Ribeira Frades 3 . 3 Miranda Corvo MTBA 6 . 3 Prodeco Elétrico 4 . 5 Mendiga Achete 1 . 5 ABC Nelas Casal Velho 6 . 5 Olho Marinho Alhadense 5 . 5 Caldas J V E D M S P Mendiga 23 16 3 4 109 82 51 Alhadense 23 14 6 3 81 56 48 Elétrico 23 14 4 5 96 80 46 B. B. Esperança 23 13 5 5 87 63 44 ABC Nelas 23 12 6 5 96 60 42 MTBA 23 10 4 9 72 59 34 Prodeco 23 9 4 10 83 79 31 Olho Marinho 23 8 4 11 71 83 28 Caldas 23 8 3 12 82 93 27 Achete 23 7 6 10 85 91 27 Fátima 23 8 2 13 81 97 26 Miranda Corvo 23 6 3 14 57 89 21 Casal Velho 23 6 3 14 56 82 21 Ribeira Frades 23 1 5 17 59 101 8 PRÓXIMA JORNADA (04/05) Miranda Corvo . Elétrico ABC Nelas . B. B. Esperança Caldas . Achete Casal Velho . MTBA Fátima . Prodeco Mendiga . Alhadense Olho Marinho . Ribeira Frades FUTSAL DIVISÃO HONRA AFC União Alhadense 5 . 5 Vilaverdense AGU – Futsal 6 . 5 Pouca Pena Quiaios 3 . 5 Miro Paionense 5 . 6 União de Chelo Prodema 1 . 3 Nogueira do Cravo Serpinense 0 . 4 Conimbricense Vila Verde 7 . 4 Lagonense Casal S. Amaro 5 . 5 Domus Nostra J V E D M S P Mendiga 23 16 3 4 109 82 51 Alhadense 23 14 6 3 81 56 48 Elétrico 23 14 4 5 96 80 46 B. B. Esperança 23 13 5 5 87 63 44 ABC Nelas 23 12 6 5 96 60 42 MTBA 23 10 4 9 72 59 34 Prodeco 23 9 4 10 83 79 31 Olho Marinho 23 8 4 11 71 83 28 Caldas 23 8 3 12 82 93 27 Achete 23 7 6 10 85 91 27 Fátima 23 8 2 13 81 97 26 Miranda Corvo 23 6 3 14 57 89 21 Casal Velho 23 6 3 14 56 82 21 Ribeira Frades 23 1 5 17 59 101 8 PRÓXIMA JORNADA Vilaverdense . Miro União de Chelo . União Alhadense Nogueira do Cravo . Paionense Pouca Pena . Prodema Conimbricense . AGU - Futsal Lagonense . Serpinense Domus Nostra . Vila Verde Casal S. Amaro . Quiaios FUTSAL FEMININO TAÇA NACIONAL (ZONA SUL - SÉRIE E)

Belmonte 1 . 3 Ourentã Folgou: Louriçal

CLASSIFICAÇÃO Louriçal 3 3 0 0 16 3 9 Ourentã 3 2 0 1 9 8 6 Belmonte 4 0 0 4 4 18 0 PRÓXIMA JORNADA

Ourentã . Louriçal Folga: Belmonte

BENJAMINS AFC (SÉRIE D) Casaense B 0 . 10 Sanjoanense Pedrulhense B 3 . 5 Brasfemes Pereira B 11 . 0 Adémia Souselas 5 . 2 Naval Ançã 0 . 4 Marialvas

Mecânicas distintas

FUTSAL III DIVISÃO NACIONAL (SÉRIE C)

INICIADOS AFC (SÉRIE C) Adémia 4 . 0 Marialvas Tocha 8 . 0 Sepins Carapinheirense 1 . 1 Ereira Gândara 0 . 4 Touring Naval B 16 . 0 Académica B

FUTEBOL FEMININO – TAÇA PROMOÇÃO (SÉRIE B)

pub

CANELAS 2010 Mafalda (Joana aos 45’), Rosa, Sara, Cláudia, Vera (Jéssica aos 33’), Denise, Luciana, Luísa, Ana (Diana aos 67’) e Diana Marques (Virgínia aos 67’). Treinador: Arménio.

CADIMA Teresa, Márcia (Sófia aos 45’), Rakelita, Sandra (Mafalda aos 60’), Raquel (Joana Marques aos 45’), Antónia, Sónia, Daniela, Martinho (Leonor aos 67’), Maria (Anita aos 45’) e Diana. Treinador: João Barradas. Ao intervalo: 0-4.

Marcadores: Martinho (11’), Maria (24’), Rakelita (34’ e 91’), Antónia (41’e 46’), Anita (49’ e 89’), Sónia (54’ e 77’) e Diana (68’, 73’ e 85’). AÇÃO DISCIPLINAR Cartão amarelo: Nada a assinalar. Árbitro: Andreia Sousa (AF Braga). Complexo Desportivo do Canela 2010.

> Mariana Mendes

A União Recreativa de Cadima repetiu nova goleada (0-13), desta vez no reduto do Canelas 2010. Ana Martinho, aos 11 minutos, fez funcionar o marcador e no minuto 20 a colega Maria também fez o jeito ao pé com um remate bem colocado já no interior da área contrária. A ofensiva gandaresa marcou o jogo, e de bola parada, aos 34 minutos, Rakelita bateu a guardiã Mafalda com um grande golo. A jogar com menos pressão e a quatro minutos do intervalo Antónia, após alguma dificuldade, aumentou a vanta-

gem do Cadima por quatro golos sem resposta. O Cadima entrou no segundo tempo com três mexidas no onze, aumentando a velocidade no ataque e de imediato estava Antónia festejar o seu segundo tento, tudo graças a uma demarcação perfeita com finalização acertada. O domínio do primeiro tempo assentuou-se no reatamento, também pelo desgaste físico caseiro e maior velocidade forasteira. Exemplo disso foi o golo da recém-entrada Anita, que ultrapassou as adversárias e marcou o sexto golo da partida. Anita, Sónia e Diana de-

ram maior expressão ao resultado: aliás, o 11.º golo (hat-trick de Diana) nasceu de uma excelente jogada na esquerda e Anita cruzou para o interior da área com Diana a desviar para golo, com um toque exemplar que mereceu aplausos inclusive do adversário. Quando todos esperavam o apito final, e já na contagem dos dois minutos de compensação, Rakelita fechou o marcador, concluindo uma boa tabela e fixando assim o resultado em 13 “bolas” sem resposta. Num jogo fácil de dirigir, a arbitragem passou quase despercebida.

FUTEBOL – II DIVISÃO (ZONA CENTRO)

Não deu para ganhar Anadia 2 – 0 Tocha ANADIA Campos, André Nogueira, Makukula, Branco, Vítor Hugo, Éder, Marito, Carlos Castro (Paulo Adriano aos 80’), Amian (Miguel Ramos aos 60’), Iafai (Camará aos 73’) e Chico Trabuca. Treinador: Luís Simões.

TOCHA Marcos, Fernando, Gonçalo, Grou (Valter aos 90’), Curto, Rola (André Gonçalo aos 72’), Oluwatsin, Vasco, Michael (Rafael aos 84’), Outarra e Rehc. Treinador: Miguel Carvalho.

AÇÃO DISCIPLINAR Cartão amarelo: Outarra (7’), Branco (48’), André Nogueira (65’), Rehc (82’), Paulo Adriano (84’) e Curto (88’). Árbitro: Sérgio Soares (Porto). Estádio Municipal Engenheiro Sílvio.

Ao intervalo: 0-0. Marcadores: Camará (75’) e Miguel Ramos (82’).

TAÇA AFC – QUARTOS DE FINAL

Sepins despediu-se do sonho Arganil 3 – 0 Sepins

Apoia o desporto! 936272193 - Jorge Simão 935513795 - António Simão 936272036 - Carlos Simão Rua da Anôa, n.º 44 3060 - 380 Enxofães

ARGANIL Caixilha, Saraiva (Tiago Ferreira aos 80’), André, Bruno (Miguel Teixeira aos 75’), Gil, Serginho, David, Filipe Salvado, Mário, Carlos e João Miguel (Abel aos 45’). Treinador: Óscar Lopes.

SEPINS Sabino, Suiço (Adriano aos 70’), Panaca, Luís Filipe (Nani aos 10’), Tibério, Mário, Oliveira, Michael, Coelho (João Neves aos 21’), Garrido e Pato. Treinador: João Garrido. Ao intervalo: 2-0. Marcadores: João Miguel (3’), David (15’) e Tiago Ferreira (87’).

AÇÃO DISCIPLINAR Cartão vermelho: Pato (80’). Árbitro: Gonçalo Teixeira. Campo Dr. Eduardo Ralha, em Arganil.


18 Desporto

3206 :: 25 de abril de 2013

FUTSAL – III DIVISÃO NACIONAL (SÉRIE C)

BASQUETEBOL - XVI TAÇA NACIONAL SUB-16 FEMININA

Partida muito negra

Sorte para a equipa da casa Vila Pouca de Aguiar 56 – 49 SCC

MTBA 6 – 3 Prodeco dr

MTBA Libanio (GR), Ruben, China, Fábio e Quintino. Banco: Serginho (GR) (cap), Quim, Magina, Tico, João Pinheiro, Topê e Bruno Ascensão. Treinador: Melo.

PRODECO Rafa (GR), Leo, André Neves, Tomé e Simão. Banco: Vítor (GR) (cap), Fontes, André Xavier, Finfas, Rafa, Geninho e Tiga. Treinador: Carlos Silva e Jorge Cruz.

Golos: Libanio, China, Quintino, Quim, Magina e Tico.

Golos: Fontes, André Neves e Geninho. Arbitragem: José Coelho e Marco Calixto. Pavilhão do MTBA.

> Carlos Silva

A Prodeco teve mais uma longa e difícil deslocação até Magoito - Sintra, uma viagem sempre complicada e uma derrota por 6-3 frente ao MTBA. Com uma entrada em jogo muito lenta e passiva, a Prodeco teve que andar sempre atrás do resultado, tendo mesmo ficado muito próximo de conseguir recuperar, mas duas desconcentrações no jogo muito bem aproveitadas pelo adversário caminhar para a vitória. O jogo continuou lento, fazendo a equipa da casa parar constantemente o desafio à espera por um espaço vazio. A

Prodeco ia subindo as linhas pontualmente, mas cada vez que o fazia, acabava por pressionar mal. Pouco depois de metade do primeiro período, o MTBA colocou-se na frente, já com dois golos sem resposta. Minutos depois Fontes reduziu, após passe de Finfas e bem colocado no segundo poste empurrou a bola para a baliza. No segundo período, a formação visitante sentiu em demasia a responsabilidade de ter que ganhar e o início deste período não foi nada bom. Nos primeiros minutos ainda esboçou alguma concentração, mas de seguida, um pouco desconcentrados, sofreram mais dois golos. O resultado apontava 4-1. O treinador da Prodeco alterou a equipa e ganhou bons períodos, pressionando bem e obrigando o adversário muitas vezes a jogar mal. Com 14 minutos ainda para jogar, a Prodeco realizou vários remates, até porque o adversário nem sempre defendia bem. André Neves, um jovem em franco crescimento, mexeu no marcador, com um forte remate para 4-2. Minutos depois foi Rafa que, após um livre, tinha tudo para fazer o golo, mas demorou demasiado tempo. Numa combinação, Geninho ao segundo poste acabou mesmo por marcar o 4-3. As situações de golo apareciam de parte a parte, tendo o guarda-redes da Prodeco evitado o golo por algumas vezes. Do outro lado também o guarda-redes adversário ia segurando a vantagem mínima. Nos dois últimos minutos a história repetiu-se e a jogar com o guarda-redes avançado, a equipa local assinalou mais dois tentos e fecha o resultado por 6-3. A Prodeco só se tem de queixar de si própria, pois não realizou um jogo muito conseguido. O adversário apenas aproveitou os erros da turma de Covões, depois defendendo o resultado a seu favor.

dr

EQUIPA SCC: Inês Ramos (cap); Francisca Meneses; Susana Parreira; Bruna Correia; Mariana Melo; Rita Silva; Francisca Marques; Matilde Melo; Rute Mendes; Carina Guímaro. Técnicos: João André Costa e Eduarda Amoroso Lopes. Diretor: Antero Xavier.

VP AGUIAR x SCC: 1.º Período - 13 x 09 2.º Período - 21 x 17 3.º Período - 07 x 09 4.º Período - 15 x 14 Resultado Final: 56 x 49

As atletas da equipa de Basquetebol da Sociedade Columbófila Cantanhedense (SCC) deslocaram-se a Vila Pouca de Aguiar para realizar mais um jogo da Taça Nacional de Sub16 Femininos. Foi um jogo duro e bastante disputado, em que as cantanhedenses não baixaram os braços, tendo dificultado bastante o trabalho da equipa adversária. No entanto, mesmo no final do jogo, a sorte sorriu à equipa da casa.

NATAÇÃO

COLUMBOFILIA

Columbófila Cantanhedense terminou em 3.º lugar no Torneio “Cidade de Cantanhede”

José Rossa Ribeiro venceu concurso de Santa Marta dr

Concorrente da Columbófila Cantanhedense aumentou avanço na liderança da Classificação Geral de Concorrentes, sucedendo o mesmo com dupla Nuno & Filho no Troféu Crédito Agrícola

> Rui Sérgio

As bancadas do Complexo das Piscinas Municipais de Cantanhede foram pequenas para centenas de pessoas que quiseram acompanhar e presenciar as provas de natação que se realizaram durante o Torneio de Natação “Cidade de Cantanhede”, que acolheu um conjunto muito significativo de atletas de elevada qualidade. Organizado pela secção de natação da Sociedade Columbófila Cantanhedense (SCC) estiveram presentes 256 atletas em representação de 16 clubes, para além da SCC: Sporting Clube de Portugal, Clube Fluvial Vilacondense, Associação Académica de Coimbra, Clube Náutico de Alcobaça, Clube Náutico Académico de Coimbra, Gespaços (Paços de Ferreira), Vitória Sport Club (Guimarães), Sociedade Filarmónica U.A. Piedense, Clube de Campismo Luz e Vida, Ginásio Clube Figueirense, Sociedade Filarmónica Gualdim de Pais (Tomar), Clube Náutico Miranda do Corvo, Clube Recreativo Vigor da Mocidade, Fundação Beatriz Santos, Clube Desportivo Lousanense e o Bairro dos Anjos (Leiria). No final da competição, Helena Teodósio vice-presidente do município de Cantanhede, Manuel Milagres, do Crédito Agrícola, e Magda Silva, vice-presidente da SCC, participaram na cerimónia de entrega de prémios, subindo ao pódio as equipas do Sporting Clube de Portugal, que venceu coletivamente, seguido pelo Clube Náutico Académico de Coimbra e a equipa anfitriã, que alcançou o terceiro lugar.

No domingo passado disputou-se a oitava prova do calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, tendo os pombos sido largados na localidade espanhola de Santa Marta e voado cerca de 260 quilómetros até Cantanhede. José Rossa Ribeiro foi o grande vencedor de mais esta etapa e cimentou o seu avanço na liderança da Classificação Geral de Concorrentes, no que diz respeito ao Campeonato da Sociedade Columbófila Cantanhedense, sucedendo o mesmo com a dupla Nuno & Filho no Troféu Crédito Agrícola, como se pode verificar pelas seguintes tabelas: Prova – Santa Marta (260 quilómetros – Velocidade): 1.º lugar – José Rossa Ribeiro – 243 pontos (1, 2); 2.º - Vítor Reverendo – 236 (3, 7); 3.º - António Santos – 235 (5, 6); 4.º - José Rossa Ribeiro “B” – 229 (8, 9); 5.º - Nuno & Filho – 220 (12, 14); 6.º - Ricardo Santos – 211 (16, 19); 7.º - José Oliveira – 200 (18, 28); 8.º - Lusitano Espinhal & Irmão – 190 (17, 39); 9.º - Lusitano Espinhal & Irmão “B” – 186 (25, 35); 10.º - Cidálio Salvador – 171 (34, 41); 11.º - Matias & Vila Nova – 159 (13, 74); 12.º - Carlos Pires – 150 (15, 81); 13.º - Ernesto Costa – 143 (48, 55); 14.º - Fernando Pereira – 137 (40, 69); 15.º - João Ferreira – 103 (46, 97); 16.º - Romeu Estarreja – 101 (70, 75); 17.º - Fábio Cruz – 90 (72, 84); 18.º - Jaime Ventura – 88 (53, 105); 19.º - Marco Ferreira – 68 (76, 102); 20.º - Manuel Nunes – 61 (79, 106); 21.º - Miguel & Emanuel “B” – 59 (64); 22.º - José Santos – 52 (96, 98); 2.3º - Miguel & Emanuel – 47 (99, 100). Classificação Geral de Concorrentes: 1.º lugar – José Rossa Ribeiro – 1860 pontos; 2.º - Vítor Reverendo – 1822; 3.º - Nuno & Filho – 1646; 4.º - Ricardo Santos – 1600; 5.º - Ernesto Costa – 1541; 6.º - Lusitano Espinhal & Irmão – 1503; 7.º - Matias & Vila Nova – 1481; 8.º - António Santos – 1464; 9.º - Romeu Estarreja – 1373; 10.º - José Oliveira – 1323; 11.º Jaime Ventura – 1295; 12.º - Miguel & Emanuel – 1280; 13.º - Fernando Pereira – 1057; 14.º - Fábio Cruz – 1005; 15.º - Cidálio Salvador – 987; 16.º - José Santos – 946; 17.º - Lusitano Espinhal & Irmão “B” – 734; 18.º – Miguel & Emanuel “B” – 667; 19.º - José Rossa Ribeiro “B” – 591; 20.º - Carlos Pires – 588; 21.º - Marco Ferreira – 576; 22.º - João Ferreira – 557; 23.º - Manuel Nunes – 415; 24.º - Jorge Cruz – 325; 25.º Luís Brandão – 114; 26.º - Armando Gabriel – 0. Troféu Crédito Agrícola: 1.º - Nuno & Filho – 579 pontos; 2.º - Vítor Reverendo – 473; 3.º - Vítor Reverendo – 471.


Opinião 19

3206 :: 25 de abril de 2013

Artroses, uma doença de articulação

CANTANHEDE 25 de abril, 21h30, Colóquio/Debate Democracia e Sociedade Os impasses do Regime no contexto da União Europeia (Manuel Castelo Branco, diretor do ISCAC) Quintal da Fonte – Ançã 26 de abril, às 21h30 Concerto “Histórias da Música IVMúsica de Intervenção”, com Aurélio Malva (Entrada livre) Phylarmonica Ançanense

A artrose é uma das perturbações do sistema musculoesquelético mais comum no seio da população. Esta poder-se-á definir como uma doença das articulações caracterizada por alterações degenerativas, inicialmente apenas da cartilagem articular que depois se podem estender também ao osso subjacente.

Susana Pascoal Fisioterapeuta sp.susanapascoal@gmail.com

Os fatores que podem aumentar o risco de desenvolver artrose são a hereditariedade, sexo, idade, peso, traumatismos e desportos de alto impacto. Ao longo do seu processo evolutivo, a artrose não apresenta complicações que possam por em risco, de forma direta, a vida do doente, como acontece com muitas outras patologias, mas pode revestir-se de um grande sofrimento e limitação funcional que frequentemente se tornam insuportáveis nas fases mais avançadas, debelando de forma muito significativa a participação dos doentes na vida social e profissional, com todas as consequências, físicas e emocionais, que advêm dessa situação. Os sintomas mais importantes da artrose estão obviamente relacionados com a perda ou destruição da cartilagem, sendo a dor e incapacidade por rigidez articular os mais importantes. A dor pode ser agravada pela mudança de tempo e pelo aumento de atividade apresentando um caráter gradativo no sentido em que a sua intensidade aumenta desde a manhã, altura em que as queixas são mínimas, agravando durante o dia, para apresentar a sua intensidade máxima ao final do dia. À medida que a degeneração progride, os doentes podem sentir crepitações e perda de mobilidade ativa, o que limita as atividades da vida diária. O tratamento da artrose do joelho é inicialmente realizado de forma conservadora (sem necessidade de cirurgia) tendo como objetivo o alívio a dor, o que poderá ser alcançado com fisioterapia, reforço muscular e uso de anti-inflamatórios. Por sua vez, a evolução da doença poderá levar à indicação de tratamentos cirúrgicos.

26 de abril, às 22h00 Noite “Sensation” Special Dj Set com Seed. Dj, Dj Koreya e Dj Nasty Quartel Bar 27 de abril, às 23h00 Música ao vivo Banda Polk Urban Club Cantanhede Até 30 de abril Exposição de fotografia de José Vieira “As Minhas Asas no Voo das Aves” Biblioteca Municipal COIMBRA 27 de abril, às 17h00 Música ao vivo “Blue Trash Can” Fnac, Fórum Coimbra 30 de abril, às 21h30 Música ao vivo “Tora Tora Big Band” (X Aniversário do Jazz Ao Centro Clube/ Dia Internacional do Jazz) TAGV FIGUEIRA DA FOZ 27 de abril, às 21h30 e 28 de abril, às 17h00 Espetáculo “Tatyana”, pela Companhia de Dança Deborah Colker Centro de Artes e Espetáculos MEALHADA 5 de maio, das 14h00 às 17h00 Oficina “Aves pelos ares” Inscrição: 5€ (entrada gratuita para crianças até aos 6 anos, acompanhado por um adulto) Mata Nacional do Buçaco

Família, Fonte e Fermento da Renovação da Sociedade O dia 1 de Maio, conhecido pelo dia do trabalhador, constitui uma oportunidade anual para reflectir sobre as pessoas que trabalham (ou não) e sobre as condições com que o fazem, não esquecendo que todas as realidades humanas devem ter como fim último a defesa do valor inviolável da pessoa humana. Trata-se de um dia com uma história que remonta ao 1.º de Maio de 1886, onde 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. Com efeito, o início da industrialização traz consigo novos problemas relacionados com o trabalho. O Papa Leão XIII, na sua encíclica de 1891, a “Rerum Novarum”, dá conta do “temível conflito” que se estava a gerar “entre o mundo do capital e o do trabalho”, dando lugar a uma situação de “miséria imerecida”. O que é certo é que passado 127 anos continuamos a assistir a atropelos à dignidade do trabalhador, para já não falar das inúmeras situações em que o direito ao trabalho não é respeitado. A reflexão social da Igreja vem definindo há muito tempo que o trabalho é um bem para o homem e que compete aos poderes públicos considerar o pleno emprego um objetivo obrigatório e promover políticas laborais activas. Ora a situação europeia e portuguesa parece contrariar estes princípios, pois continua a ver-se a subida do desemprego como algo inevitável, ainda que seja dito que é uma realidade transitória. Não podemos esquecer que o trabalho é o fundamento sobre o qual se edifica a vida familiar, e que família e trabalho são duas realidades umbilicalmente interdependentes. Assim, no actual contexto urge pensar na família, tal como fez a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), na sua recente nota pastoral “A força da família em tempos de crise”. Com efeito, a família é “a fonte básica do capital humano, social e espiritual de uma sociedade, a que assegura o seu futuro e o seu crescimento harmonioso”, refere a CEP, acrescentando que a “saúde e coesão de uma sociedade dependem, por isso, da saúde e coesão da

família”. Na actual crise económica e social, a família tem tido um importante papel no equilíbrio emocional de muita gente, uma vez que “a solidariedade familiar” constitui “o primeiro e mais seguro apoio de quem se vê a braços com o desemprego, ou a queda abrupta de rendimentos”, afirma a CEP, que considera igualmente que “a gratuidade típica das relações familiares deve servir de modelo para um novo paradigma de desenvolvimento económico”. Na verdade, está à vista de todos que o que nos conduziu até aqui foram os fracassos de um modelo assente na “maximização do lucro e do consumo, numa ótica individualista e egoísta, que pretendia avaliar as pessoas apenas pela sua capacidade de dar resposta às exigências da competitividade”, prossegue a CEP, citando a mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz deste ano, e acrescenta: “olhando de outra perspetiva, o sucesso verdadeiro e duradouro pode ser obtido com a dádiva de si mesmo, dos seus dotes intelectuais, da própria capacidade de iniciativa, já que o desenvolvimento económico suportável, isto é, autenticamente humano tem necessidade do princípio da gratuitidade como expressão de fraternidade e da lógica do dom.” Assim, na senda da nota pastoral dos nossos bispos, também nós consideramos que a família poderá ser “a fonte e o fermento de onde parte a renovação da sociedade”, uma vez que “os valores que se vivem na família – a pessoa amada e acolhida como ser único e irrepetível, o amor gratuito, a solidariedade espontânea, a autoridade como serviço, o valor do doente e do idoso, a aliança da tradição e da inovação, a unidade e complementaridade das dimensões masculina e feminina, a fidelidade e o compromisso – devem estender-se por seu intermédio, a toda a sociedade: às empresas, aos serviços públicos, às escolas e hospitais, às comunidades eclesiais, às associações”. Comissão Paroquial Justiça e Paz


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Quim Barreiros na abertura da Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada Quim Barreiros, 7 Saias, Sons do Minho e Chave D´Ouro são alguns dos grupos já confirmados para a XV Feira de Artesanato e Gastronomia do Município da Mealhada. dr

ao palco da feira de artesanato e gastronomia, no domingo, dia 9 de junho, pelas 22h00. E é na sexta-feira seguinte, dia 14 de junho, também pelas 22h00, que os Chave D’ Ouro se estreiam no certame. Esta orquestra de sete músicos e uma voz feminina já correu tudo o que é espetáculo, desde receções ao caloiro, festas populares, discotecas, danceterias, bares e os mais variados programas de televisão. Eram apenas um grupo de amigos que gostava de tocar em festas particulares, mas o fenómeno da internet “Pai da Criança (Quem será ?!?!)” mudou-lhes a vida, lançou-os para a ribalta, tendo mesmo já um CD de dupla platina, com mais de 40 mil discos vendidos. Sete instrumentos, sete vozes e sete mulheres. Será assim que a XV Feira de Artesanato e Gastronomia encerra as suas noites, com a atuação das 7 Saias, no sábado, 15 de junho, pelas 22h00. Com quatro CD editados, este é um grupo feminino que recuperou a essência da música tradicional portuguesa e tornou-a contemporânea, retratando as nossas raízes de uma forma natural, alegre e viva, misturando vários instrumentos e criando uma sonoridade única, que com certeza vai conquistar todos os que tiverem presentes. A animação do certame não fica por aqui, sendo que a programação geral deverá ser divulgada já no próximo mês de maio.

3206 :: 25 de abril de 2013

Almoço solidário a favor do Jornal Boa Nova Próxima data

13 Maio

preço mínimo por pessoa - inscrição no centro -

Obras exigem mudança de espaço O certame, que todos os anos traz o artesanato, a gastronomia e muita animação à cidade, vai realizar-se de 8 a 16 de junho, na Zona Desportiva da Mealhada, uma vez que nessa altura já estará em curso a empreitada de requalificação da zona central da cidade. Depois muda-se para um novo espaço, mais amplo, ganha dois palcos e uma zona de tasquinhas melhorada. Quim Barreiros vai ser o primeiro a atuar na 15.ª edição da feira concelhia dedicada ao artesanato e à gastronomia. Será pois o “Mestre da Culinária” a inaugurar o palco principal do certame logo no sábado, dia 8 de junho, pelas 22h00. Na noite seguinte, o palco será dos Sons do Minho. Um grupo de oito elementos, oriundo de Viana do Castelo, que faz da música tradicional e popular portuguesa a sua aposta, procurando retratar a dinâmica das festas e romarias que acontecem no Alto Minho. Concertina, guitarra, cavaquinho, bandolim, flauta, ukélele, baixo, bateria e percussão são alguns dos instrumentos que os Sons do Minho vão trazer

A XV Feira de Artesanato e Gastronomia do Município da Mealhada vai decorrer de 8 a 16 de Junho no mesmo horário, das 15h00 às 23h00, mas num novo espaço, uma vez que nessa altura já estará em curso a requalificação da zona central da Mealhada. A 15.ª edição do certame vai realizar-se na Zona Desportiva da Mealhada, entre o edifício das Piscinas Municipais e o edifício do Pavilhão Municipal. Um espaço mais amplo que permite alargar o recinto da feira, ter dois palcos e melhorar a zona das tasquinhas. As inscrições para o certame estão a decorrer até ao próximo dia 30 de abril. As fichas de candidatura e as normas de participação estão disponíveis no site da autarquia, em www. cm-mealhada.pt. Tal como nos anos anteriores, as inscrições devem ser enviadas, pelo correio, para Câmara Municipal da Mealhada, Largo do Município 3040 – 001 Mealhada, ao cuidado da Organização da XV Feira de Artesanato e Gastronomia, impreterivelmente até dia 30 de abril. A organização dará preferência aos artesãos que trabalhem ao vivo durante a feira.

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repórter olho vivo

Travessia perigosa O título talvez leve o leitor a imaginar uma travessia transatlântica, como fizeram em tempos áureos os nossos intrépidos e destemidos navegadores na descoberta de novos mundos. Mas esta travessia perigosa é aqui mesmo na cidade, onde a falta de uma simples passadeira faz toda a diferença. Que o digam nomeadamente as pessoas idosas que visitam o cemitério da cidade para enfeitar as campas de seus familiares, que se veem não raras vezes aflitas para atravessar a rua que dá acesso ao Freixial Shopping e às bombas de gasolina, logo a seguir à calçada da GNR,

onde não existe a dita passadeira. Na semana passada uma senhora passou por essa experiencia, uma vez que um veículo vindo da rotunda da EN 234 entrou naquela rua sem a devida atenção, obrigando a dita senhora a voltar aos seus tempos de juventude, que é como dizer “passar cebo nas canelas” para não ser apanhada. A “bola” está do lado dos senhores engenheiros ou dos responsável pelo trânsito para encontrar solução para a dita travessia perigosa, antes que seja tarde. O recado está dado. pub

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