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REPARACIÓN DE PEQUEÑOS ELECTRODOMÉSTICOS

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Obras que componen la serie Reverté de formación profesional en electricidad y electrónica E le c tr ic id a d . P r in c ip io s y a p l i c a c i o n e s d e R ic h a r d J . F o w le r R e p a r a c ió n d e p e q u e ñ o s e l e c t r o d o m é s t i c o s d e P h y llis P a lm o r e y N e v in £ E le c tr ó n ic a . P r in c ip io s y a p lic a c io n e s d e C h a r le s A . S c h u /e r I n s t r u m e n t o s d e m e d id a e l é c t r i c a d e C h a r le s M . G ilm o r e R e p a r a c i ó n d e t e l e v i s o r e s d e W a y n e C. B r a n d e n b u r g E le c tró n ic a d ig ita l d e R o g e r L

T o k h e im

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A n d re


REPARACION DE PEQUEÑOS ELECTRODOMÉSTICOS PHYLLIS PALMORE T E C H N IC A L W R IT E R W A S H IN G T O N , D. C.

NEVIN E. ANDRE C A L IF O R N IA S T A T E COLLEGE C A L IF O R N IA P E N N S Y L V A N IA

E D ITO R IA L REVERTE, S. A. Ü a r c e lo n a - B o g o tá - B u e n o s A irc 9- C a r a c a s - .\íé x ic o

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Titulo d e Ia o b ra original: S m ull A p p lia n c e R e p a ir E dición o rig in a l e n le n g u a in g lesa p u b lic a d a p o r: M c G ra w -H ill B ook C o m p a n y , N ew Y o rk , U SA . C o p y rig h t © M c G ra w -H ill, Inc. Versión e sp a ñ o la p o r: J . V ¡la rd e ll Ingeniero d e A rm am ento y C onstru cció n R e visada p or: D r. J u liá n F e r n á n d e z F e r r e r C atedrático d e F ísica de la U niversidad P o litécn ica d e B arcelona Fellow o f the Institu te o f M athem atics a n d its A pplications P ro p ied a d de: E D IT O R IA L R E V E R T E , S. A. L oreto, 13-15. L ocal B 080 2 9 B arcelona T el: (34) 93 4 1 9 3 3 36 Fax: (3 4 ) 9 3 4 1 9 51 89 E-m ail: reverte@ reverte.com Internet: http ://w w w .rev erte.co m R eservados todos lo s d erech o s. L a rep ro d u cció n to tal o parcial de esta obra, por cualquier m edio o p rocedi­ m iento. com p ren d id o s la rep ro g rafia y el tratam ien to inform ático, y la distribución d e ejem plares de ella m ediante alquiler o p réstam o p ú b lico s, q u e d a rigu ro sam ente prohibida s in la autorización e scrita d e los titula­ res d el copyright, b ajo las san cio n es e stab lecid as p o r las leyes. E dición en esp a ñ o l © E D IT O R IA L R E V E R T E , S. A ., 1993 R E IM P R E S IÓ N : M a rz o d e 2003 Impreso en Hsparta - Printcd in Spain ISBN: 84-291-6074-4 Depósito legal: SE-I 111-2003 Impresión: Publicaciones Digitales. S.A. www.publidisa.com (+34) 95.458.34.25 (Sevilla)

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Prólogo del editor

E sta Serie R e v e rte d e F orm ación P rofesional-E lec­ tric id a d y E lectró n ica ha sido preparada para pro­ po rc io n a r lo s conocim ientos fundam entales n ecesa­ rio s a un am p lio ab an ico de profesiones d el cam po d e la elec tricid ad y d e la electrónica. L a serie com ­ p re n d e m aterial d e enseñanza d irigido a aquellos estu diantes q u e q u ieren aprender u na profesión y, e n los d istin to s tem as tratados, se e studian la teoría y las aplicacio n es p rácticas necesarias p ara d esarro­ lla r su vocación. A l prep arar el m aterial de esta colección se han te n id o en c u e n ta d o s consideraciones básicas: las nec esidad es d e l estu d iante y las del em presario. E s­ to s te xtos satisfacen am bas necesidades. Su selec­ c ió n se ha b asad o e n m uchos años de experiencia, e n las aulas y e n e l taller, con la electricid ad y la electró n ic a . A d e m á s, esto s libros reflejan las nece­ sid a d es de la in d u stria y del com ercio, que hem os p o d id o c o n o cer a través de cuestionarios, en cu es­ ta s, entrev istas c o n em presarios, inform es del go­ b iern o sobre ten d en cias del em pleo y estudios en v a rio s cam pos.

C o n la experiencia o btenida en las aulas, hem os ido p erfeccionando el m aterial reunido, tanto desde el p u n to d e vista pedagógico com o en cuanto se refiere a su c ontenido técnico. L as p rim eras edicio­ nes de e sos textos se contrastaron en escuelas y en p ro gram as d e form ación industrial d e todo el país y la ex p e rie n cia obtenida de su u tilización h a m ejora­ d o su eficacia y su valor. L os p rofesores encontrarán el m aterial de cada tem a bien coordinado y e structurado en to m o a un m a rco d e m odernos objetivos. L os estudiantes ha­ llarán los conceptos claram ente presentados, con m uchas referencias y aplicaciones prácticas. En co n ju n to , se h a h echo un esfuerzo para preparar y pre se n ta r la m ejor h erram ienta d ocente posible. P o r e so , la editorial y los autores recibirán gusto­ sos los com entarios qu e les hagan llegar los profe­ so res y los estudiantes q ue utilicen e stos libros. C harles A . Schuler D irector d e la colección

V

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Prefacio

E l propósito d e e ste libro es p roporcionar la prepa­ rac ió n básica n ecesaria al especialista en reparación d e pequeños electrodom ésticos. N o se ha escrito c o n intención de s u stitu ir a los m anuales y boletines técnicos de lo s fabricantes: tam poco d ebe suponerse q u e sea una e n ciclo p ed ia d e c ircuitos y métodos d e reparación d e e lectrodom ésticos. Estudiando m ecanism os y dispositivos de tipo gen é ric o y cen trán d o se en los aspectos g enerales de lo s electro d o m éstico s, al lector le será p osible d esa­ rro lla r su sen tid o del d iagnóstico p ara luego aplicar­ lo a los artefacto s reales. E n cierto s e n tid o , los e specialistas e n reparación d e pequeños electrodom ésticos p ueden abordar su trab a jo desde tre s p untos de vista. ¿P resen ta un elec­ trodom éstico un d efecto d e m ateriales o d e fabrica­ c ió n ? ¿E xiste a lg o inherente al m odo en q ue se dise­ ñ ó y constru y ó q u e h ay a podido c o n d u cir a su av e­ ría ? ¿Se ha g e n erad o el d efecto a consecuencia del desgaste norm al tra s un período d e uso razonable? E ste últim o a sp ecto sea quizá el m ás difícil de a fro n ­ ta r , puesto q ue aq u í puede in tervenir el uso im pro­ p io del electro d o m éstico p o r parte del usuario. E n m uchos c a so s, los fallos se originan sim ple­ m ente porque el usu ario desconoce cóm o em p lear correctam en te el ap arato , o las g raves consecuen­ c ia s de un em p le o e quivocado del m ism o. Los ele c ­ trodom éstico s m od ern o s son b astante robustos y re­ sistentes a las averías d ebidas a m alos tratos leves.

Pero los errores d e ju ic io o la ignorancia total pue­ d e n vencer sin dificultades incluso al m ejor m e ca­ nism o a prueba d e m alos tratos. L os técnicos e x p e ­ rim e n ta d o s aprenden enseguida a sondear a los usu ario s para a veriguar e l modo e n que fue tratado un electrodom éstico antes de que se averiara; por e llo , un o d e los objetivos principales de este libro es fa cilita r indicaciones acerca de los abusos q u e se co m eten con los electrodom ésticos susceptibles d e pro d u c ir fallos. C o m o y a se dijo sería im posible describir detalla­ d a m ente todas y cad a u na de las variedades de e le c ­ trodom ésticos que pueden encontrarse en un hogar m oderno. En vez d e e llo , este libro se concentra en los ele m entos eléctricos y m ecánicos fundam enta­ les q u e , e n u na u o tra form a, se utilizan en todos los tipos d e electrodom éstico. Se confía en q ue el aula d o n d e se enseñe a reparar electrodom ésticos se h a­ lle b ien provista de gran cantidad de m anuales técni­ c o s d e los principales fabricantes de electrodom ésti­ co s y q u e se pongan a disposición de los alum nos m ientras avancen a través de este texto. L os a utores d esean e x p resar su a gradecim iento a los num erosos fabricantes que han contribuido a este libro con fotografías, dibujos y manuales.

PhyUis P alm are N evin E. A ndre V II

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Seguridad

d e i in te rru p to r, ya q u e éste p u e d e esta r e stro p e ­ ado. A m e d id a q u e el lector a u m e n te sus conoci­ m ie n to s d e electricidad y electró n ica, irá a p re n ­ d ie n d o m u ch as reglas y prácticas especificas d e se­ g u rid a d . Pero m ien tras: 1. Investigar an te s d e actuar. 2. A tenerse a las instrucciones. 3. En caso d e d u d a , no actuar, sin o p re g u n ta r al profesor.

R E G L A S D E S E G U R ID A D G E N E R A L E S EN E L E C T R IC ID A D Y E L E C T R O N IC A

Las prácticas d e seg u rid a d atafien a n u e stra p ropia p ro tecció n y a la d e q u ie n e s n o s ro d e a n . Se exam i­ n a rá n las reglas sig u ien tes y se e stu d ia rá n con los d e m á s. Se p re g u n ta rá n to d as las d u d a s al p ro fe ­ sor. 1. N o trab ajar c u a n d o se esté can sad o o to m a n d o m edicinas q u e p ro d u z c a n so m nolencia. 2. N o trabajar c o n lu z escasa. 3. N o tra b a ja r e n zonas h ú m e d a s. 4. Usar h e rra m ie n ta s, eq u ip o s y ap a ra to s d e p ro ­ tección hom o lo g ad o s. 3. N o trab ajar c u a n d o la ro p a o u n o m ism o estén hú m ed o s. 6 . D esp ren d erse d e anillos, pulseras y artículos m etálicos sim ilares. 7. N o p re su p o n e r n u n c a q u e u n circ u ito está a b ierto . C o m p ro b arlo con u n a p a ra to o in stru ­ m e n to d e l q u e se esté cierto q u e fu nciona b ie n . 8 . N o m a n ip u la r n u n c a in d e b id a m e n te u n dis­ positivo d e se g u rid a d . N o a n u la r n u n c a u n in ­ te rru p to r d e en clav am icn to . sino co m p ro b a r q u e fu n c io n a n to d o s co rrectam en te. 9. M an ten er las h e rram ien tas y el e q u ip o en b u e n estad o . U sar la h e rra m ie n ta a p ro p ia d a a cad a trab ajo .

10. C om p ro b ar q u e los cond en sad o res están d es­ cargados, p u es algunos d e ellos p u e d e n m a n ­ te n er alm ace n ad a u n a carga m o rtal d u ra n te m u ch o tie m p o . 11. N o e lim in a r las to m a s d e tierra d e las in stala­ ciones; an tes b ie n com p ro b ar q u e to d as ellas están intactas. 12. N o usar a d a p ta d o re s q u e co rto circuiten las to ­ m as d e tierra. 13. Usar ú n ic a m e n te extintores d e in cen d io s a p ro ­ bados. El ag u a p u e d e co n d u c ir la electricidad y a u m e n ta r los riesgos y los dañ o s. Para la m ayoría d e los in cendios d e o rigen eléctrico son preferibles el a n h íd rid o c arbónico (C O 2 ) y d e te rm in ad a s sustancias contrain ce n d io s halogen adas. T a m b ié n p u e d e n u tilizarse espum as en algunos casos. 14. Seguir las instrucciones al em p le a r disolventes y otros p ro d u cto s quím icos. P u e d e n estallar, encenderse o pe rju d ic ar los c ircuitos eléctricos. 13. H ay ciertos co m p o n en tes electrónicos q u e afectan al fu n c io n a m ie n to sin p eligro d e las instalaciones y a paratos. U sar siem pre los re ­ cam bios correctos. 16. A l m a nejar d ispositivos d e a lto vacío, com o los tu b o s d e im ag e n d e telev isió n , usar siem pre ropas p ro tectoras y gafas d e seg uridad. 17. N o in te n ta r trab a ja r sobre e q u ip o s o circuitos com plicados h a sta estar en condiciones para ello; p u e d e n esconder peligros. 18. Parte d e la m ejor inform ación sobre seguridad en el tra b ajo e n eq u ip o s eléctricos y ele ctró n i­ cos se e n c u e n tra e n la lite ra tu ra p re p ara d a por los fabricantes. H ay q u e buscarla y servirse d e ella. T odas las reglas anterio res a d m ite n am pliación. A m e d id a q u e el lector progrese e n sus estudios, apre n d e rá m u ch o s d e los detalles relativos a los pro c edim ientos c orrectos. D eb e ap ren d e rlo s b ie n , p o rq u e con stitu y e n la m ás im p o rta n te d e las in ­ form aciones. Recuérdese; practicar sie m p re la se g u rid a d ; de ello d e p e n d e la p ro p ia vida.

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Seguridad

Los ap a ra to s y circu ito s eléctricos p u e d e n ser p e ­ ligrosos. Las p rácticas d e se g u rid a d so n necesarias p a ra ev itar sacu d id as eléctricas, in cen d io s, ex p lo­ sion es, averias m ecánicas y h e rid a s consecuencia d e l u so incorrecto d e h e rram ien tas. P u e d e q u e el m ayor d e to d o s estos riesgos sea la sac u d id a eléctrica. U n a c o rrie n te su p erio r a 10 m iliam p e re q u e atraviese u n cu erp o h u m a n o p u e d e para liz a r a la v ictim a h a sta el e x trem o d e q u e a é s­ ta le re su lte im p o sib le separarse d e u n co n d u c to r " c a r g a d o '’. D iez m ilia m p e re es u n a in te n sid a d de co rrie n te eléctrica m u y p e q u e fla ; es sólo d ie z m i­ lésim a s d e a m p e re y u n a lin te rn a c o rrie n te gasta m ás d e d ie z veces esa in te n s id a d . Pero si la v ictim a d e u n a sa c u d id a q u e d a e x p u esta a u n a co rriente sup e rio r a 100 m ilia m p e re , el in c id e n te su ele ser m orta l, y esta co rrie n te es aú n m u c h o m e n o r q u e la q u e g a sta u n a lin te rn a . La p ila d e u n a lin te rn a p u e d e p ro d u c ir u n a co rrie n te m á s q u e su fic ie n te p a ra m a ta r a u n a p e r­ sona. Sin e m b a rg o , p u e d e m anejarse sin peligro p o rq u e la resistencia d e la p ie l h u m a n a es n o rm a l­ m e n te s u fic ie n te m e n te elevada p a ra lim itar m u c h ísim o la in te n s id a d d e la co rrie n te eléctrica. H a b itu a lm e n te n u e stra p iel p re se n ta u n a resisten­ cia d e varios c e n te n a re s d e m iles d e o h m , p o r lo q u e , e n los c ircuitos d e b a ja te n sió n , esta g ra n re­ sistencia lim ita la in te n s id a d d e co rrien te a valores

m u y bajos. Por c on sig u ie n te , el pe lig ro d e s a cudi­ d a eléctrica es m ín im o . Por el c o n trario , la a l a te n sió n p u e d e h acer q u e a través d e la p iel pase c o rrien te su ficiente p ara p ro d u c ir u n a sacudida. El p e lig ro d e u n a sacudida perju d ic ia l a u m e n ta a m e d id a q u e a u m e n ta la te n sió n y todos los q u e tra b a ja n e n circuitos d e m u y a lta te n sió n d e b e n u sar p a ra su protección e q u ip o s y p ro ce dim ientos especiales. A consecuencia d e la h u m e d a d o d e u n c orte,la resistencia d e la piel h u m a n a p u e d e descender hasta alg u n o s centenares d e o h m s. E ntonces hace fa lta u n a te n sió n m u ch o m á s red u c id a p ara p ro ­ d u c ir u n a sacudida y si la p ie l está fisurada, un a d ife ren c ia d e p o tencial d e sólo 4 0 v olt p u e d e p ro ­ d u c ir u n a sac u d id a m o rta l. La m ayoría d e los téc­ nicos y electricistas se refieren a 4 0 volt com o a u n a te n sió n b a ja , pero baja te n sió n n o q u ie re d ecir n e ­ c esariam ente te n sió n n o p eligrosa. Es e v id en te, p u e s, q u e se d e b e ser m u y cauteloso a u n cu a n d o se e sté tra b a ja n d o con las llam ad a s bajas te n ­ siones. La se g u rid a d es u n a c u estió n d e a c titu d y d e c o­ n o c im ie n to profesional. A los técnicos seguros n o les e n g a ñ a n té rm in o s com o el d e baja tensión. N o p re su p o n e n q u e los dispositivos d e seg u rid ad es­ té n fu n c io n a n d o . T am poco p re su p o n e n q u e un c ircuito esté ab ierto p o rq u e lo in d iq u e la posición IX

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X II

Indice analítico 4

4 .1 4 .2 4 .3 4 .4 4 .5 4 .6 4 .7

5

ASPIRADORAS Y ENCERADORAS

67

8

T ip o s d e aspiradoras A v erias d e las aspiradoras de carro A spiradoras verticales A spirad o ras com binadas A spiradoras de lavado y sec a d o y esco b as eléctricas L ocalización de averias e n las aspiradoras E nceradoras

67 69 70

8.1

72

8 .2

72 74 76

PEQUEÑOS ELECTRODOMÉSTICOS DE COCINA 81

T ip o s de batidoras

81

B atidoras portátiles B atidoras fijas R eparación d e batidoras 5 .5 T rituradoras 5 .6 E xprim idores 5 .7 A brelatas 5 .8 P icadoras de hielo 5 .9 A filadoras d e cuchillos 5 .1 0 R ebanadoras

82 83 84 86 88 88 90 91 93

6

99

5.1 5 .2 5 .3 5 .4

C uchillos eléctricos: M odelos normales alim entados por la red 125 A verias d e los cuchillos eléctricos alim entados por la red 126 8 .3 C uchillos eléctricos autónom os 127 8 .4 A verias d e los c u chillos eléctricos autónom os 129 8 .5 T ijeras y cepillos d e clientes 131 8 .6 L ustradoras d e c alz ad o y cepillos para la ropa 133 8 .7 U tiles de m anicura 135 136 8 .8 M asajeadoras 137 8 .9 Tipos de afeitadoras eléctricas 8 .1 0 A verias d e las a feitadoras eléctricas 138

9

9.1 9 .2 9 .3 9 .4 9 .5

MÁQUINAS DE COSER

9 .6 6 .1 6 .2 6 .3

7

7 .1 7 .2 7 .3 7 .4 7 .5 7 .6

M andos C om p o sició n y funcio n am ien to L o calización d e averias

99 100 103

HERRAMIENTAS MECÁNICAS PORTÁTILES

109

F allo s eléctrico s y m ecánicos T aladro s eléctricos Sierras circulares Sierras de vaivén y fijadoras A cepilladoras C o rtacésp ed es e léctricos

9 .7 9 .8 9 .9

10

109 112 116 117 119 119

CUCHILLOS ELÉCTRICOS Y ÚTILES PARA EL CUIDADO PERSONAL 125

10.1 10.2 10.3 10.4 10.5 10.6

ARTEFACTOS DE CONFORT TÉRMICOS

M antas y alm ohadillas eléctricas R eparación de m antas eléctricas A lm ohadillas eléctricas C alefactores d e tiro natural: estufas y radiadores eléctricos R eparación de estu fas y radiadores eléctricos T erm oventiladores o c alefactores de tiro forzado R eparación de term oventiladores V aporizadores D istribuidores d e crem a d e afeitar

OLLAS, CACEROLAS Y OTROS UTENSILIOS CON RESISTENCIAS

M andos d e calor M andos d e c alo r term ostáticos R eparación de term ostatos C ircuitos calefactores O llas Pucheros

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145

145 148 149 150 151 152 153 154 155

159

159 160 161 163 166 167


índice analítico

PRÓLOGO PREFACIO SEGURIDAD

1

V VII IX

FUNDAMENTOS DE LA REPARACIÓN DE CIRCUITOS ELÉCTRICOS Y ELECTRODOMÉSTICOS 1

I. I

El e sp ecialista e n reparación de e lectro d o m éstico s ¿ Q u é e s la electricid ad ? C ircu ito s e lé ctrico s M agnitudes elé c tric a s y su m edida L ey es d e los c ircu ito s eléctricos C á lc u lo del c o n su m o Instru m en to s de m edida P rueba de alta tensión S oldadura C o n ex io n es no soldadas R ep o sició n de cord o n es de alim entación 1.1 2 R ep o sició n d e e n ch u fes 1.13 A rm ad o y d esa rm a d o d e electro ­ d o m ésticos 1.1 4 A dqu isició n y p ed id o d e piezas l .2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.1 0 1.11

1 2 3 5 5 7 8 10 II IS 17 20 23 26

2

2.1 2 .2 2 .3 2.4 2 .5 2 .6 2 .7 2.8 2 .9

3

3.1 3 .2 3.3 3 .4 3.5 3 .6

MOTORES ELÉCTRICOS Y MANDOS DE VELOCIDAD 33

T ip o s de m otores eléctricos M otores d e devanado cortocircuitado M otores universales excitados e n serie M otores d e im án perm anente para corriente continua R eparación de escobillas A verias del inducido y del colector C ojinetes A verías en los motores M andos d e velocidad

VENTILADORES Y RELOJES ELÉCTRICOS

Tipos de ventiladores R e paración de ventiladores no oscilantes L ocalización de averías e n los ventiladores no o scilantes R eparación d e ventiladores oscilantes Paletas R elojes eléctricos

33 34 35 36 37 39 44 47 48

57

57 59 60 61 62 63 XI

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Indice analítico 10.7 10.8 10.9

X III

C a z u e la s, sartenes y planchas de c o c in a ______________________________ 168 F re id o ra s___________________________ 170 T e tgras_____________________________ LZQ

10.10 H o rn illo s y tostadoras de m aíz________172 10.11 B a n d ejas calien tes y calientacom idas infan tiles___________________________ 174

11

II I 11.2 11.3 11.4 11.5 11.6 11.7

12

PLANCHAS P ARA LA ROPA________181

R ep aració n de planchas secas A v erías de las planchas secas P lan ch as d e vapor y d e vapor y

182 184

185 R e p aració n de planchas de vapor y de v a p o r y rociado 186 A v e ria s de las planchas de vapor y de v a p o r y rociado 187 P lan ch as de viaic 189

TOSTADORAS AUTOMÁTICAS

195

13

14

1? 5 1? 6 12.7

SEC A D O R ES DE CABELLO Y ÚTILES PARA EMBELLECIMIENTO________ 233

14.1 14.2 14.3 14.4 14.5 14.6

Secadores d e cabello portátiles A verías de los secadores de cabello M arcadoras y rizadoras D esenredadoras S ecadoras-peinadoras T ocadores

15

CAFETERAS

15.1

12.4

Introducción C afeteras de filtro R eparación d e c afeteras d e filtro A verias de las cafeteras de filtro C afeteras de gran tam año C a fete ras d e vacío C afeteras d e g oteo

701 C onsid eracio n es acerca de la reparación de tostadoras 202

15.3 15.4 15.5 15 .6 15.7

R ep aració n de tostadoras horizontalesi208

ÍN D IC E A L F A B É T IC O

C a racterísticas m ás im portantes de las

213

13.1 Pan illa s autom áticas________________ 213 13.2 A verias d e las p arrillas a utom áticas 215 13.3 Parrillas p ara lonchas d e tocino______ 217 13.4 A rtefactos p ara a sar_________________ 219 13.5__A verias de los asadores______________ 221 13 .6 R ustidoras__________________________ 221 13. 7__A verias de l i s rustidoras_____________ 223 13.8 R eparación d e h ornos d e sobrem esa 225 13. 9__A v erias d e los hornos de m esa_______ 223

12 1 17 7 12.3

PARRILLAS Y ASADORES

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233 235 236 237 239 240

243

243 244 242 248 250 251 253

250

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Capítulo 1

Fundamentos de la reparación de circuitos eléctricos y electrodomésticos Al final da e s te capitulo, conocerem os la energía eléctrica tal como s e utiliza en los pequeños electrodo­ m ésticos, sab re m o s en q ué con siste la electricidad y el nombre de los com ponentes de los circuitos. Tam bién vam os a estud iar las distintas m agnitudes eléctricas y su m edida, y los procedimientos para resolver problem as d e electricidad en los q ue intervenga la ley d e Ohm y la fórmula d e la potencia. Veremos asim ism o cóm o s e com prueban circuitos. Por ultimo dirigiremos nuestro interés hacia las operaciones m ás com unes en la reparación de electrodom ésticos, ta le s como soldadura, sustitución de cordones de alimen­ tación y de c a b le s d e sujeción.

1-1 EL ESPECIALISTA EN REPARACIÓN DE PEQUEÑOS ELECTRODO M ÉSTICO S A n te s de c o m en zar a estu d iar la reparación de pe­ q u e ñ o s electro d o m éstico s, han de ap renderse pre­ viam ente los co n o cim ien to s b ásicos necesarios de electricidad y su term inología, y su s m étodos de pru eb as y co m probaciones. La electricidad e s una form a de energía. En el interior de los electrodo­ m é sticos la energ ía eléctrica se convierte en otras fo rm as d e e n erg ía para q ue lleve a c a b o las funcio­ nes que se d esean , c o m o son calentar, cortar, o a feitar. Pero, ¿qué e s un electrodom éstico ? Por electrodom éstico se entiende toda m áq u in a o apara­ to q u e contribuye a la com odidad e higiene de las p e rsonas. Los p eq ueños e lectrodom ésticos son apa­ rato s q u e sirven para cocinar, cu id ar la ropa y lim ­

p iar la casa; entre ellos se cuentan habitualm ente to stad o ras, planchas, freidoras, m áquinas d e coser, ta la d ro s m an u a le s, secadores d e cabello y otros ap a ­ ratos parecidos. C ocinas, neveras, lavadoras y m á ­ q u in as de secar ropa se califican com o e lectrodo­ m ésticos grandes. La com plejidad cada v ez m ayor de los electrodo­ m ésticos m odernos' ha hecho que su reparación re ­ su lte sum am ente difícil p ara las personas corrien­ tes. L a m ayoría de la g ente carece de las herram ien­ tas adecuadas, preparación y conocim ientos, tiem ­ p o y acceso a las piezas necesarias para reparar los pequeños electrodom ésticos d e su propiedad. U n especialista o técnico en reparaciones debe s e r capaz d e av erig u ar p o r qué un determ inado elec­ trodom éstico no funciona correctam ente, detectan­ d o ruidos desacostum brados, recalentam ientos, o vibraciones excesivas. T am bién d ebe b uscar los fo ­ cos d e averias m ás com unes, tales com o conexiones 1

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Electricidad

F u nd am e nto s de la reparación de c ircu ito s e léctricos y electrodom ésticos e lé c trica s d efectuosas y fallos m ecánicos. P ara ello d eb e em p le a r herram ientas especiales e instrum en­ to s de m ed id a, en tre ellos am p erím etros, voltím e­ tros y óh m etro s. L o calizada la a v e ria , h a d e efectuar las rep aracio n es y su stituciones n ecesarias. O tra o b lig ació n d e los técnicos e n reparación es re sp o n d e r a las p reguntas de los c lientes acerca de su s electro d o m éstico s y , m uchas v eces, aconsejar­ les resp ecto al cuidado y utilización de los m ism os. P uede q u e h ayan de p resentar a lo s c lientes el presu­ p u e sto d e la reparación. A dem ás, d eben llevar un reg istro d e las piezas y horas em pleadas en cada trab ajo . P uede q ue h ayan d e a c u d ir al d om icilio del c lie n te , o bien q u e é ste lleve el ap arato al taller. Los técn ico s p ueden ser solicitados p ara reparar una g a­ m a a m p lísim a de m arcas y m odelos de electrodo­ m éstico s; sin em b arg o , en los talleres de reparación im p o rtan tes, p ueden especializarse en una m arca o tip o d eterm inados. L os especialistas en reparación d eben ser perse­ v eran tes, pacientes e ingeniosos, y h an d e ser cui­ d a d o so s. D e la m ay o r im portancia e s su habilidad p ara enten d erse con la gente, pues con e lla ha de e sta r e n c o n tacto e n el taller o e n lo s d om icilios de lo s clie n te s. L a m ayoría d e lo s esp ecialistas trabajan e n a lm acen es d e electro d o m éstico s y talleres de re­ p a ració n independientes; o tro s trab ajan e n servicios d e asiste n c ia técn ica regidos p o r lo s fabricantes, o p o r m ayoristas. En líneas g en erales, el trab ajo de reparación de e lectro d o m éstico s no ofrece p e lig ro s, aunque son p o sib les a ccidentes al m anejar com p o nentes eléctri­ c o s . L o s e sp ecialistas e n reparació n s uelen trabajar c o n p o c a , o nin g u n a, superv isió n d ire cta , lo que hace q u e su trab ajo resulte a tractiv o p ara m ucha gente.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n d o a las p reg u n ­ ta s sigu ien tes. 1. C ita r d ie z p eq ueños e lectrodom ésticos. 2 . E l técn ico e n rep aracio n es, ¿ só lo repara, o tam ­ b ién sustituye p iezas? ¿Q u é o tro s servicios pres­ ta ? 3 . ¿ A u m en ta o dism in u y e actualm ente la necesi­ d a d d e técn ico s e n reparación?

4.

¿ C uáles son los tipos de puesto de trabajo más im portantes a los que pueden aspirar los técnicos en reparación?

1-2 ¿Q U É ES LA ELECTRICIDAD? La electricidad es una form a de energía, que se m anifiesta p o r el paso d e e lectrones p o r un circuito e léctrico. C iertas sustancias, tales com o el cobre y el a lu m in io , son m ás aptas p ara p erm itir el paso de d ich a corriente de electrones. E ste m ovim iento de los electrones lo inicia siem pre un generador eléctri­ co , com o son las baterías de acum uladores, las d i­ n am os o los alternadores. U no d e los p rincipios fundam entales d e la Física establece q u e la energía no puede crearse ni des­ tru irse; sin em bargo, sí e s posible transform arla de una form a a otra. Por ejem plo, en una tostadora la e n erg ía e léctric a se convierte e n energía calorífica, qu e sirve p ara tostar pan; e n los m otores eléctricos, la e n erg ía eléctrica se c o n viene en energía m ecáni­ c a , q u e puede servir para q u e funcione un electrodo­ m éstico. P ara que un pequeño electrodom éstico funcione debe esta r conectado a algún tipo d e fuente de ali­ m e n ta ció n eléctrica. Esta ú ltim a puede ser una bate­ ría , c o m o e s e l caso de los electrodom ésticos sin ca b le de co n exión, llam ados tam b ié n autónom os; sin em b arg o , la batería deberá c argarse o reem pla­ zarse periódicam ente. O tros tipos d e electrodom és­ tic o s s e c onectan d irectam ente a la red eléctrica do­ m éstica. L as baterías producen una corriente eléc­ tric a d e l tipo llam ado corriente continua, en la cual los e lec trones circulan en u n sólo sentido, que es de n e g ativo a positivo. L a corriente disponible en las red es dom ésticas e s del tipo llam ado corriente a l­ te rn a , en la cu al e l sentido d e circulación de los electrones se invierte periódicam ente. En la m ayo­ ría de los p aíses, la frecuencia de la corriente alterna es d e 5 0 h e rtz (ó de 50 ciclo s por segundo); esto sig n ific a q u e e l sentido de la corriente se invierte 100 veces p o r segundo. En E stados U nidos, C anadá y alg u n o s otro s países la frecuencia de la corriente alte rn a d o m éstica es de 6 0 h ertz. N orm alm ente los elec trodom ésticos que funcionan con corriente con­ tin u a n o p ueden ponerse e n lugar de los que funcio­ n an co n corriente alterna, salvo que en el diseño inicial se hayan incorporado d eterm inados disposi-

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Fundam entos de la reparación de c irc u ito s e lé c trico s y electrodom ésticos ti vos q ue lo h ag an p osible. Lo m ism o p uede decirse respecto a las frecu en cias d e corriente alterna. E n la m ayoría de los pequeños electrodom ésticos qu e funcionan c o n corriente continua (cc) o con co rriente altern a (c a ). la energía eléctrica se co n ­ v ie rte en en e rg ía c alo rífica, o térm ica, en energía m ecánica, o en una com binación de am bas. Los electrodom éstico s q u e convierten en erg ía eléctrica en ca lo r se co n o cen p o r el nom bre d e ap aratos re ­ sistivos. C iertas sustancias, tales co m o lo s h ilo s tér­ m icos de u na to stad o ra, poseen la p ropiedad de o p o ­ nerse a la co rrien te d e electrones y gen erar, p o r e llo , calor. En lo s electrodom ésticos la e n erg ía m ecánica se obtiene m ed ian te m otores; p o r e jem p lo , en una afeitad o ra e s u n m o to r e léctrico lo q ue acciona las cu c h illas y u n a b atid o ra constituye un c a so en que un m otor elé c tric o se aprovecha para pro d u cir un m ovim ien to giratorio. Para q u e un d isp o sitiv o eléctrico c u alq u iera fun­ c io n e , d ebe e sta r con ectad o en un c ircu ito eléctrico. A dem ás, d e n tro d e cad a electrodom éstico e x iste un circu ito elé c tric o q ue posee determ inados co m p o ­ nen tes de lo s q u e tratarem os en el p árrafo siguiente.

Autoexamen C om p ro b a r lo a p re n d id o contestando a las p re g u n ­ ta s siguien tes.

elec tro n e s) a c ircular p o r el circuito. 2. U n ca m in o , o conductor, p or el cual circulan los elec trones (o corriente). 3 . A isla n te s que m antienen los electrones, o co­ rrien te, confinados e n los conductores. 4 : U n a ca rga que gobierna la intensidad de la co­ rriente y convierte la energía eléctrica e n traba­ j o , o e n o tras form as de e nergía, com o la calorí­ fica. 5 . U n d ispositivo de m ando, generalm ente un inte­ rru p to r, p a ra iniciar y detener e l pa so d e c o m e n ­ te. 6 . U n d ispositivo de protección, o d e seguridad, p ara interrum pir el circuito o el paso d e electro­ n e s e n caso de averia. L os c u a tro prim eros com ponentes son esenciales y to d o circ u ito com pleto los posee. R ecuérdese que. p a ra q u e la c orriente c ircule, se necesita que e l c ir­ c u ito se a cerrado. Esto puede describirse diciendo q u e u n circu ito cerrado es com o un c ircuito com pleto , e n e l q u e siem pre puede regresarse al punto de p a rtida (fig . 1-1). Para m anejar los pequeños elec­ tro dom ésticos suele em plearse un interruptor, que es e l d isp o sitiv o de m ando; algunos electrodom ésti­ cos llev a n , adem ás, dispositivos d e protección o seguridad. P ara d e sc rib ir circuitos e léctricos resulta m ás có­ m o d o em p lea r sím bolos para representar los com ­ p onentes que dibujarlos. L os d ibujos en los que se

5 . ¿Q u é e s la electricid ad ? 6 . ¿C óm o se cre a la en erg ía eléctrica? 7 . ¿C u á le s s o n lo s d o s tipos de corriente eléctrica?

Conducto» (Camino da M

8 . ¿C u á le s so n lo s d o s tipos de fuentes de e nergía eléctrica p ara p eq ueños electrodom ésticos? 9. ¿C am b ia d e sen tid o alguna vez la cc? 10. ¿C o n q u é frecu en cia cam bia de sentido la ca? 11. ¿Q u é d o s fo rm as d e energía se crean d e n tro de los peq u eñ o s e lectrodom ésticos?

1-3 CIRC U ITO S ELÉCTRICOS L a m ayor p arte d e los c ircuitos eléctricos contienen seis com p o n en tes fundam entales: 1.

U na fu e n te d e e n erg ía q ue produce la tensión F ig u ra 1-1 eléc tric a n ecesaria para obligar a la co rrien te (los

Com ponentes de on d im i to eléctrico.

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Circuitos


F u ndam entos de la reparación de c ircu ito s e lé ctrico s y e lectrodom ésticos

4 Umper»

©

Plla

C ircuitos en Botan*

Circuitos en paralelo

Esquem as

Fig. 1-2

Carga 1

Carga 2

-= 4 r

Símbolo» eléctrico*.

em p ic a n sólo sím b o lo s para representar el m odo en q u e están co n ectad o s los com ponentes se llam an esq u e m a s. En la figura 1-2 se representan los s ím ­ b o lo s corresp o n d ien tes a los com ponentes eléctri­ c o s m ás co m ú n m en te utilizados en los pequeños e lectro d o m éstico s; e s p reciso co nocerlos p ara inter­ p re ta r esq uem as. L a figura 1-3 es el esquem a del c irc u ito eléctrico c e rrad o de un electrodom éstico. N o rm alm en te, en todos los m anuales técnicos se u sa n e sq u em as, e n lo s q u e . adem ás, pueden indi­ c a rs e las características e léctricas nom inales d e ca­ d a c o m p o n en te, c o lo can d o núm eros ju n to a los sím ­ b o lo s.

L o s circuitos eléctricos pueden conectarse de dos m aneras fundam entales. En la prim era de ellas, que es la conexión e n serie, dos o m ás cargas se conec­ tan d e m odo que com partan el m ism o trayecto que sigue la c orriente y la m ism a tensión (fig. 1-4). En la se gunda, qu e es la conexión e n pa ra le lo , se c o ­ nectan varias c argas de modo q ue ofrezcan más de un trayecto a la corriente eléctrica; p uede em plearse la m ism a fuente de alim entación p ara todos los tra­ yectos, q u e a veces se llam an ram as (fig. 1-5).

Ftg. 1-5

C irc u ito con tres resistencias en paralelo.

Autoexamen C o m probar lo a p rendido contestando a las pregun­ ta s siguientes. 12. ¿C uáles son los seis com ponentes d e los circui­ tos e lé ctricos? 13. ¿Q u é c u atro cosas son e senciales para que c ir­ cule corriente p o r un circuito? 14. ¿ S e dib u jan los com ponentes eléctricos en un esquem a?

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5

Fundam e nto s de la rep a ra ció n de c irc u ito s e lé c tric o s y electrodom ésticos 15. D escrib ir un esq u em a. 16. D ibujar los sím b o lo s representativos de una re­ sisten c ia . un in terru p to r unipolar, una batería, un fu sible, la b o b in a d e excitación de un m otor y un con d en sad o r. 17. ¿C u á le s son lo s d o s tipos de circuitos eléctri­ cos?

llam ada ohm . C uando u n circuito posee resistencia, ce d e calor. A lgunos circuitos de pequeños electro­ do m éstic o s. tales com o tostadoras y freidoras, tie­ nen resistencias de calentam iento, especialm ente ca lculadas para ceder un calor com o consecuencia d e l v alo r d e su resistencia. R ecuérdese, pues, q ue la resistencia se mide en ohm .

Resistencia

18. E xplicar la d ife re n c ia entre am bos tipos de c ir­ A u to e x a m e n

cuitos eléctricos.

C om p ro b a r lo aprendido contestando las preguntas sig u ien tes -

1-4 M AGNITUDES ELÉCTRICAS Y SU MEDIDA

19. ¿Q ué unidad eléctrica se em plea para m edir el caudal de electrones?

C o m o se d ijo en e l p á rra fo 1-3, son necesarias de­ te rm inadas con d icio n es p a ra com pletar un circuito eléc trico . J u n to con d ic h a s condiciones, se em plean c ie rta s palabras p ara d efin ir las cosas q ue pueden o c u rrir en un circu ito . Para entender bien los circui­ to s eléctrico s y su term in o lo g ía, es necesario cono­ c e r el significad o d e las u nidades de m edida eléctri­ c a s siguientes: am p e re . v o lt y ohm. La intensidad d e c o rrie n te , o caudal con q ue c ir­ c u la n los electro n es p o r el circuito, se m ide en la unidad llam ada a m p ere. El núm ero de am pere es la m e d id a del n úm ero d e electrones que pasan p o r un pu n to duran te un tiem p o determ inado. Para que p o r un circ u ito pase corriente, o sea p a ra q u e circu len lo s electrones, se necesita una fuerza de cie rta natu raleza. Esta fuerza im pulsora es la llam ada ten sió n , que se mide e n la u nidad llam a­ d a volt. L a tensión p a ra un circuito eléctrico pueden su m in istra rla u na b a te ría , o bien la red elé c tric a d o m éstic a . En el c a so d e las baterías, la tensión vale 1,5 volt p o r pila, p u d ien d o reunirse un núm ero ili­ m itado de éstas p ara c o n seg u ir tensiones m ayores. L a tensión d o m é stic a su e le ser de 125 ó 220 volt ( de 115 o 120 volt en E stad o s U nidos. C anadá y otros p a íses, en los que p u ed e ser de 220 y 240 volt en c aso s e sp eciales). R ecuérdese que la tensión es el ag en te que im pulsa a la corriente de electrones a circu lar p o r un c ircu ito . L a tercera un id ad eléctrica que aparece en los circu ito s e s el ohm . E sta indica la o posición al m o­ vim iento q ue en c u e n tra n los electrones al circular p o r un circu ito . D e o tro m odo, la oposición del circ u ito e s la re siste n c ia , y se mide en la unidad

2 0 . ¿ C ó m o se llam a la o posición al paso de la elec­ tricidad? ¿E n q u é unidad se m ide? 21. ¿C uál e s el agente im pulsor q ue obliga a mo­ verse a los electrones? 2 2 . ¿C uál es la unidad de tensión eléctrica? 2 3 . ¿C uáles son los valores norm ales d e la tensión • dom éstica? 2 4 . C itar dos fuentes para electrodom ésticos.

Intensidad de corriente

1-5 LEYES DE LOS CIRCUITOS ELÉCTRICOS En todos los c ircuitos eléctricos se encuentran com ­ ponentes en los que intervienen las tres unidades d e finidas anteriorm ente: am pere. volt y o hm . Estas unidades están relacionadas mediante la ley de O hm . C o m o m ejor se e xpresa la ley de O hm es a partir d e la intensidad de corriente. Dicha ley establece qu e la intensidad de corriente (/) que pasa por un circu ito varia proporcionalm ente a la tensión (10 cuando la resistencia (/?) perm anece constante. Las letras e ntre paréntesis identifican a cada térm ino en la ley d e O hm ; o sea, según el enunciado anterior.

C u a n d o , en un circuito, se conozcan los valores de la tensión y la resistencia, podrá determ inarse la

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Tensión Volt Ley d e Ohm


F u n da m en to s de la reparación de circu ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos in te n sid a d de co m e n te ; p o r e jem p lo , si la tensión en u n c irc u ito e s d e 125 v o lt y su resistencia e s d e 10 o h m , la intensidad d e c o rrien te será d e 12,5 am pere . S i e s ta tensión aum enta h asta 2 2 0 v olt y la resis­ te n c ia sig u e en 10 o h m , la intensidad (de corriente) au m e n ta rá hasta 22 a m pere. A sí p u e s, si la resisten­ c ia e s c o n stan te y au m en ta la tensión, la intensidad au m e n ta rá también. C o n la ley d e O hm , cu an d o se conocen dos valo­ re s cualesq u iera de las tres m agnitudes del circuito (te n sió n , in te n sid a d o resisten cia), p uede averiguar­ se la tercera. Para hallar la resistencia.

E je m p lo 1*1 La resistencia d e u na tostadora e s d e 13 ohm . ¿Qué intensidad de corriente la atravesará cuando se co­ necte a 125 volt? D a to s:

R = 13 o h m , V = 125 volt

In có g n ita : / Fórm ula:

I =

Solución:

125 I = — j y - = 9 ,6 2 am pere

Respuesta: La intensidad de la corriente que pasa p o r la tostadora es de 9 ,6 2 am pere. E je m p lo 1*2 y p ara hallar la tensión, V = I x R E n la fig u ra 1-6 se represen ta un c írcu lo dividido en se c to re s útil para no o lv id a r la ley de O hm . Para u tiliz a rlo , basta con ta p a r la m agnitud que-se busca y e fe c tu a r la m ultiplicación o división que quede in d ic a d a . A sí, al tap ar la V del circulo, las letras re sta n te s indican / (intensidad) m ultiplicada p o r R (resistencia); si se tapa la R , las letras restantes in d ic a n V (tensión) d iv id id a p o r / (intensidad).

L as e specificaciones del fabricante d e una batidora señalan 1,10 am pere d e intensidad de corriente cuando el aparato se c onecta a 125 volt. ¿C uál será la resistencia del circuito y m otor d e l mezclador? D a to s:

Intensidad (/) = 1,10 am pere, T ensión (V ) = 125 volt

Incógnita: R F órm ula:

V R = -j-

Solución:

R =

* 113,6 ohm

R espuesta: La resistencia del circuito y m otor es de 113.6 ohm . E je m p lo 1-3 U n aparato eléctrico tiene u n a resistencia de 6 ohm. ¿Q ué tensión d ebe aplicársele para q ue lo atraviese un a corriente de 1,5 am pere? D a to s:

R = 6 o h m , / = 1,5 am pere

Incógnita:

V

F órm ula:

V = IR

So lu ció n :

V = 1,5 x 6 = 9 volt

R espuesta: La tensión aplicada al aparato es de 9 volt

Potencia

Ftg. 1-6 Círculo de la ley de Ohm.

U na característica de los p equeños electrodom és­ tico s e s la po ten c ia d e fu n cio n a m ien to , que suele

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F u n dam en to s de la re p ara ció n de c irc u ito s e lé c trico s y e lectrodom ésticos ap a re c e r indicada e n ia p laca del fabricante com o, p o r e jem p lo , 225 W (W e s la a breviatura de watt). L a potencia de funcio n am ien to , o potencia nom i­ n a l, indica la p o ten cia eléctrica que consum e el elec tro d o m é stic o y se e x p resa en la unidad llam ada w att. L a po ten cia e s igual a la intensidad por la te n sión:

Incógnita: F ó rm u la :

'4 , 500 - . I - *rzT * 2,4 ampere

R esp u esta : P o r la bom billa pasa una corriente de 2 ,4 am pere.

P = I x V E n u nidad es, esta relació n es: 1 w att = 1 am pere x 1 volt

Autoexamen E je m p lo 1-4

C om p ro b a r lo aprendido contestando las preguntas sig u ien te s.

¿ C u á l e s la p o te n c ia de una e stu fa eléctrica que con su m e 8 am pere de u n a tom a de pared de 125 v o lt? D a to s :

Inten sid ad = 8 am pere, T ensión = 125 v olt

In c ó g n ita ; P (potencia) F ó rm u la :

P = lx V

S o lu c ió n :

P = 8 x 125 = 1000 w att

L a fórm ula d e la po ten cia puede prepararse para av e rig u a r la intensidad de corriente cuando se c o ­ n ozcan la poten cia y la tensión. L a fórm ula anterior c o n ia intensidad d esp ejad a es • po ten cia (P) Intensidad (/) = - — — — tensión (V) E n electricid ad , e sta fórm ula se u tiliza continua­ m e n te para d e term iar la intensidad de la corriente q u e debe llev ar un co n d u cto r hasta u na carga de po ten c ia esp ecificad a. En la m ayoría d e los electro­ d o m éstico s se encuen tran valores n om inales para la te n sió n y la po ten cia e n la p laca d e l fabricante. E je m p lo 1-5 ¿ Q u é intensidad tiene la corriente q ue atraviesa una bo m b illa eléctrica d e 125 volt y 3 0 0 w att? T e n sió n = 125 volt. P o ten cia = 3 0 0 watt

2 6 . ¿ Q u é tensión requiere una m áquina de afeitar eléc trica qu e funciona a 0 ,5 am pere y posee un a resistencia d e 18 o ta n ? 27- ¿ Q ué intensidad de corriente pasa por un tala­ d ro e léctrico q ue trabaja a 2 2 0 v olt y tiene una resistencia de 2 40 o hm ?

R espuesta : L a p o ten cia e s 1000 w att.

D a to s:

25. ¿C u á l e s la resistencia de una freidora que tra­ baja a 125 v olt y consum e una corriente de 10,9 am pere?

2 8 . ¿ Q ué potencia tiene un secador d e cabello que trabaje a 125 volt y consum e una corriente de 7 ,2 am pere? 2 9. ¿Q ué intensidad d e corriente requiere una tos­ tadora d e 1250 w att q ue se e nchufa a una tom a d e pared de 125 volt?

1-6 CA LCU LO DEL CONSUMO A c u a lq u ier especialista en reparación de electrodo­ m ésticos puede preguntarle un cliente acerca del co n su m o de un determ inado aparato, e incluso del co sto d e su funcionam iento. La energía consum ida p u e d e determ inarse si se conocen la intensidad, la te n sió n y el tiem po. Y a hem os v isto que la potencia (P ) e s igual a la intensidad (/) p or la tensión (V). La po tencia (P ) m ultiplicada por el tiem po (t) e s igual a la en e rg ía (W ). O sea, W = Pt

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P -/V

F6rTnu(a &


F u ndam entos de la reparación de c irc u ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos E je m p lo 1-6

E je m p lo 1-8

¿ Q u é c a n tid ad d e en erg ía se transform a en una frei­ d o ra q u e co nsum e 7 am pere de una fuente de ali­ m e n ta c ió n d e 125 volt duran te 1 hora?

¿ C u á n to cu esta m antener e n funcionam iento duran­ te d o s horas un secador de cabellos de 1500 watt, supo n ie n d o q u e la ta n fa se a de 4 c ts por kilowattho ra ?

D a to s:

1 = 1 a m pere, V = 125 v olt y t = I hora D a to s:

In c ó g n ita : E nergía (VV) F ó rm u la s: W = P t S o lu c ió n :

P = IV

P = 7 x 125 = 875 w att W = 875 x i = 8 7 5 w att-hora

R e sp u e sta : S e ha consu m id o una energía de 875 w att-hora

Kilowatt-hora

In c ó g n ita : C osto F ó rm ulas: C osto = ta rifa x W y W = P t So lu ció n :

El c o sto d e la en erg ía elé c tric a d ebe hallarse a p a rtir d e la cantidad d e en erg ía c o n sum ida y la tari­ fa. E sta suelen especificarla las com pañías eléctri­ c as e n u n a cantidad d e d in ero p o r kilow att-hora. V ien e a se r c o m o e x p resar el precio d e la gasolina e n su c o sto p o r litro. E l co sto de una energía consu­ m id a se rá igual al p roducto de é sta p o r la tarifa: C osto = tarifa x en e rg ía (W)

P re c io k ilow att-hora

x kilow att-horas

E je m p lo 1-7 ¿ C u a n to co starán 150 kilow att-horas suponiendo q u e la ta rifa sea de 5 c e n tav o s p o r k ilow att-hora? D a to s:

W = 150 k ilow att-horas. T arifa = 5 cts p o r kilow att-hora

W = 1500 x 2 = 3000 watt-horas = 3 kilow att-horas (N ota: para o b ten er kilow att-horas se d ividen por 1000 los w att-horas.) C o sto =

4 cts kilow att-hora 3 kilow att-horas

R esp u esta : El funcionam iento del secador durante 2 horas cuesta 12 cts.

C o m o e l w att es u na unidad d e m ed id a relativam en­ te p e q u e ñ a , p ara el cálcu lo de consum os se utiliza o tra un id ad llam ada kilo w a tt, equiv alente a 1000 w att. C o sto -

P = 1500 w att, t = 2 horas, y tarifa = 4 cts p o r k ilow att-hora.

Autoexamen C om p ro b a r lo aprendido contestando las preguntas sig u ien te s. 3 0. L a potencia nom inal d e una plancha eléctrica e s 1200 w att. ¿C uánto vale planchar durante d o s horas suponiendo q u e la tarifa sea d e 6 cts p o r k ilow att-hora? 3 1. U n cortacésped e léctrico consum e 8 ampere c o n ectado a una red d e 125 volt. ¿C uánto cos­ ta rá co rtar la hierba si la tarifa e s d e 5 cts por k ilow att-hora y se tard a 3 horas?

In c ó g n ita : C osto F ó rm u la :

C osto = ta rifa x energ ía (W)

S o lu c ió n :

C osto =

1-7 INSTRUM ENTOS DE MEDIDA

5 c ts____ k ilow att-hora 150 kilow att-horas

= 7 5 0 cts R esp u e sta : El costo e s 7 5 0 c ts.

P ara q u e funcione, todo c ircuito d e un electrodo­ m é stic o h a d e d isponer d e u n trayecto eléctrico ce­ rra d o , o se a, h a de tener continuidad. Por ejem plo, e n c u alq u ie r pequeño electrodom éstico, la corriente e n tra p o r u n a de las patillas del enchufe, atraviesa lo s con d u cto res, interruptor, m otor y /o elem ento

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Fundam entos de la reparación de c irc u ito s e lé c trico s y e lectrodom ésticos ca lentado r, p ara s a lir desp u és p o r la o tra p atilla del en c h u fe . Si e n e l c ircu ito h ay alguna ru p tu ra, o si el in terrupto r está a b ie rto , el electrodom éstico n o fun­ cio n ará . P o r co n sig u ie n te , cuando no s encontrem os an te un e le c tro d o m éstico sin corriente, lo prim ero d e todo será c o m p ro b a r la continuidad. Para co m p ro b a r la co ntinuidad e x isten varios aparatos e in stru m en to s, todos los cu ales realizan su m isión perfectam en te, aunque el m ás rápido y pre­ ciso e s e l ó hm etro. L os óhm etros poseen su propia fuerza de alim entación y d a n c o n ie n te con e lla al circu ito a com probar. A si, todo circuito q u e vaya a com probarse c o n un ó hm etro d eberá desconectarse d e su fuente de alim en tació n norm al. O tro s aparatos p a ra c o m p ro b ar la c o ntinuidad son las lám paras de prueba, q u e están d o tad as d e sus p ropias baterías. L as lám paras de pru eb a d e neón pueden em plearse en circuito s d o m é stic o s, aunque e llo no se reco ­ m ien d a p o r lo s num ero so s riesgos q ue im plica. C uando se co m p ru eb a con un óhm etro la co n ti­ nu id ad d e un c ircu ito , la prim era o peración e s «po­ n e r a cero* el instru m en to , d e tal m odo q u e , cuando se p ongan e n c o n tacto las sondas, el indicador seña­ le c ero . C u an d o las son d as no estén e n co n tacto , la a g u ja debe re to m a r al extrem o o puesto d e la e scala p a ra m ostrar un v a lo r «infinito» (oo). Si la a g u ja no señ a la cero c u an d o las sondas estén e n co n tacto , el ce ro se a ju stará m ediante un botón q ue tiene el ins­ trum ento. U na vez preparad o é ste, la o peración si­ g u ien te e s c o n ectarlo al circuito. Para c o m p ro b ar la continuidad d el c ircu ito de un electrodom éstico , se em pieza colo can d o e l inte­ rru p to r d e puesta en m arch a del m ism o en la posi­ ción d e m archa (o n ) y /o se gira su m ando de tem pe­ ratu ra ; y las so n d as d e l instrum ento se ponen en co n tacto con las p atillas d e l cordón de to m a d e co­ rriente. (P o r su p u esto , el enchufe de to m a de co­ rrien te se habrá sep arad o d e la red .) Si e x iste co n ti­ nu id ad . el instrum ento registrará u na resistencia m u y baja; cu a n d o e l c ircu ito esté «abierto», o sea, cua n d o no haya co n tin u id ad , en el instrum ento se le erá «infinito». P ara com probar la co ntinuidad de u n interruptor, u o tro com ponente, las so n d as del instrum en to se sitúan cad a u na en co n tacto con uno d e los term inales d el com ponente, h abiendo desen ­ ch ufado p reviam ente d e la red el ap arato ensayado. Posiblem ente sea e l voltím etro el instrum ento m ás utilizad o y d e m an ejo m ás sim ple. E ste instru­ m e n to sirve p ara m ed ir tensiones. E n el caso d e los

Volttmatro A

está conectado en paralelo para medir la tensión en la fócate de alim entación.

electro d o m éstico s, la m edida de tensiones debe ha­ ce rse con e l ap arato a e nsayar enchufado a la red y e n m archa. C u a n d o se em plee un instrum ento de este tipo deb e rán tenerse presentes las precauciones d e seguridad. Al u tilizar un voltím etro la prim era operación es Voltímetros a ju starlo a la e sc ala q ue se estim e suficiente para la tensión q u e se e spera m edir. En los electrodom ésti­ cos .'¡m en tad o s p o r batería de unos 15 volt cc. El v oltím etro h a d e conectarse en p aralelo con la carga o c o n la p orción de circuito a m edir, de tal modo q u e , c u a lq u iera que sea el valor indicado por el instrum ento, éste sea siem pre la tensión entre las p untas de las so n d as; así, en la figura 1-7, el voltí­ m etro A indica la tensión de un elem ento d e caldeo, m ientras q u e e l B indica la tensión de la fuente de alim entación. El am p erím etro m ide la intensidad de c o m en te. Amperímetros E ste instrum ento debe conectarse en serie con el circu ito c u y a intensidad de corriente desee m edirse. L os a m p erím etro s d e pinza son m uy frecuentes, ya que o frecen la ventaja d e que no e s preciso d esco­ nec ta r el c ircu ito p a ra intercalar el instrum ento. En la figura 1-8 vem os de qué modo se conecta un am p erím etro a un circuito. C uando se utilice un am perím e tro , se recordará que se e stá a ctuando so­ b re u n circ u ito «con corriente» y que d eberán tener­ se presentes las norm as d e seguridad personal. Re­ cu é rd e se , a d em ás, q u e es preciso em plear un a m pe­ rím etro de c o rrie n te continua o d e corriente alterna según los casos.

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Autoexamen C om p ro b a r lo a p rendido contestando a las pregun­ tas siguientes. 32. ¿Q ué in strum ento se em plea p ara com probar la co n tinuidad? ¿ Y para m edir la tensión? ¿Y la intensidad? ¿ Y la potencia? 33. E xplicar c ó m o se com prueba la continuidad de un circuito. 34. ¿C óm o se conecta un voltím etro a un circuito? —o — 7 5 — n * 1 4 A japerúneiro conectado en serte p a ra medir la la iu n id a d d e ta corriente que atraviesa ios das d em entas

35. ¿C óm o s e c o n ecta un am perím etro a un circui­ to ? ¿S e co n ec ta este instrum ento al circuito es­ tando éste activo? 3 6 . C itar los instrum entos que pueden em plearse para ve rifica r la continuidad.

W attlmetros

E l w attim etro m ide la potencia total que se consu­ m e e n c a d a instante e n los circuitos de los electrodo­ m é stic o s . Estos instrum entos no deben confundirse c o n lo s w att-h o rím etro s, o contadores d e consum o, q u e reg istran la cantidad total d e energía consum ida p o r u n c ircu ito . E n la figura 1-9 se m uestra de qué m o d o se co nectan los w attím etros; esta conexión Fugas d e tensión p re se n ta v ariantes, dependientes de la c onstitución d e l in stru m en to , p o r lo que d eberá consultarse el m an u al d e instrucciones en cada caso. Las lecturas fa c ilita d a s p o r un w attim etro d eben encontrarse to­ d a s d e n tro de un ± 10% d el valor nom inal reseñado e n la p laca indicadora del electrodom éstico. Debe co m p ro b a rse tam bién la tensión de alim entación, p u e s c u a lq u ie r v ariación d e ésta a fectará a la p oten­ c ia ; reco rd em o s, efectiv am en te, que la potencia es ig u al a la tensión p o r la intensidad, p or lo q ue c u al­ q u ie r variación de la tensión afectará a la potencia.

F if. 1-9

W attim etro conectado p a ra m edir la p a te a d a cc

37. ¿Puede m edirse la intensidad de una corriente eléctrica d o m éstica c on un am perím etro de c o­ rriente con tin u a? ¿ P o r qué?

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PRUEBA DE ALTA TENSIÓN

L a p rueba d e alta tensión está pensada p ara detectar fugas d e te n sió n . las cuales entrañan peligro de sa­ cu d id a eléctric a para el usuario. Un com proba­ d o r d e alta tensión no e s sino un com probador de continuidad cuy as tensiones de prueba se encuen­ tran e n to m o a los 1000 y 1500 v olt, y no en tom o a los 125 ó 2 20 v o lt, o m enos, com o e n el caso de las lám paras de prueba. S u m isión es detectar aquellos puntos del aislam ie n to e léctrico p or los q ue las ten­ siones d e los d istin to s c ircuitos puedan infiltrarse a zonas m etálicas n o eléctricas d e un electrodom ésti­ co . Si bien e sta s infiltraciones n o suelen afectar al funcionam iento d e l aparato si plantean al usuario peligros g raves de sacudidas eléctricas. P ara trabajar c o n u n c om probador de alta tensión de tipo n orm al, com o el representado en la figura 1- 10, se em p iez a desconectando el e lectrodom ésti­ c o d e la red. L ue g o se fija u na de las sondas fuerte­ m ente aisladas d el instrum ento a u na d e las patillas d e l enchufe d e alim entación d el electrodom éstico y la o tra sonda se c onecta a alguna porción no e léc­ trica de este ú ltim o que esté al descubierto. Enton­ c e s el selector d e tensión d el instrum ento se pone a la tensión recom endada e n el m anual de asistencia.

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Fundam entos de la rep a ra ció n de circ u ito s e léctricos y electrodom ésticos 3 8 . ¿ Q u é valores tienen las tensiones que se em ­ p lean en los probadores de alta tensión? 3 9. ¿ Q u é m isión tienen los probadores d e alta ten­ sión? 4 0 . ¿ E n q u é lugares de un e lectrodom éstico se c o ­ n ectan los cables de un probador de alta ten­ sión? ¿Perm anece el electrodom éstico conecta­ d o a la red m ientras se prueba? 4 1 . ¿D urante cuánto tiem po se aplica la alta tensión al electrodom éstico? ¿ H an d e som eterse todos los electrodom ésticos a la prueba de alta ten­ sión?

---------------------- C T Fl*. 1-10

1-9

Probador de alta tendón básico.

(A u n q u e m uchos fabricantes recom iendan la prue­ b a d e alta tensión c o m o final de las com probaciones d e s u s p roductos h ay o tro s que no. P or ello, cuando n o s e den los v alores d e la prueba de alta tensión, no s e realizará esta p ru eb a.) Para h acer la prueba se o p rim e el bo tó n PRUEBA durante un co rto tiem po, u sualm en te entre algunos segundos y un m inuto, seg ú n la recom endación del fabricante. Si en el electrodo m éstico no hay fugas de alta tensión, la luz indicadora d e n eón n o se en cenderá o brillará muy d é b ilm en te; p ero si la a lta tensión crea algún punto d é b il e n el aislam iento del circu ito , la lám para m en­ c io n a d a brillará in tensam ente. R ecuérdese qu e, al p ro b a r electro d o m éstico s accionados p o r m otor, no hay que o lvidarse d e calen tar el m otor suficiente­ m e n te antes de efe c tu a r la prueba; los m otores ca­ lien tes ponen de m anifiesto las descargas disruptivas d e alta tensión con m ay o r facilidad q ue los fríos. A l utilizar un p ro b ad o r de alta tensión hay q ue ser m u y cauteloso, pues la a lta tensión presenta un peli­ g r o d e sacudida g ra v e y , en ciertos casos, puede d e te rio ra r defin itiv am en te los com ponentes aisla­ d o s del electrodom éstico.

C o m prob a r lo a p re n d id o contestando a las p reg u n ­ ta s siguientes.

SOLDADURA

L a sold ad u ra es una o peración d e im portancia vital e n lo q u e respecta a la reparación d e electrodom és­ ticos. D ado que se trata de una habilidad m anual, co n la práctica puede llegar a dom inarse; p ero, no ob sta n te , de p oco servirá la práctica si no se cono­ cen a la perfección sus fundam entos. En e l proceso d e soldadura se em plea calor para fu n d ir u n a a leación de estaño y p lom o que se aplica a pie za s m etálicas con e l propósito de unirlas. T anto la a lea ció n , que se llam a suelda, com o el m aterial a so ld a r d eben calentarse a una tem peratura tal que fa cilite la fluidificación d e la suelda. Si la suelda o e l m aterial se calientan insuficientem ente resultarán un io n es soldadas -fr ía s -, que carecerán d e la resis­ te n cia m ecánica y d e la conductividad eléctrica re­ qu e rid as. P o r otra p arte, si se sobrepasa la tem pera­ tu ra d e fluidificación de la suelda, p robablem ente se ca u se el deterioro de las piezas a soldar. Existen n u m erosos tipos de suelda, cad a uno de los cuales posee su propio punto de fusión, o fluidificación. P ara so ld ar debe e legirse u n a suelda que se fluidifi­ q u e a una tem peratura suficientem ente baja para q u e n o estropee la pieza a soldar, ni las piezas o c om ponentes y m ateriales que se hallen en las p ro­ xim idades. El tiem po que puede perm anecer una pieza o co m p o n en te en estado de alta tem peratura es casi tan im portante com o la m ism a tem peratura pues, en un e lectrodom éstico, los aisladores y otras sustan­ c ia s son susceptibles de estropearse por el calor, y

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F u nd am e ntos de la reparación de c ircu ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos

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Disipación Estañado

e llo la n ío si se exponen a tem peraturas excesiva­ m en te e le v ad as, incluso brev em en te, com o si se e x ­ p o n en a tem peraturas m enos d rásticas, pero durante tie m p o prolongado. L as lim itaciones de tiem po y te m p e ra tu ra dependen d e m uchos factores: la clase y c a n tid a d de m etal q ue in terviene, el estad o de lim p ie z a , la capacidad d el m aterial para soportar el c a lo r y las características d e transm isión y disipac ió n d e l ca lo r de las zonas circundantes.

S u e ld a s L a s tre s calidades de sueld a g eneralm ente utilizadas p a ra tra b a ja re n electro d o m éstico s son 4 0 -6 0 ,5 0 -5 0 y 6 0 -4 0 . L a prim era cifra d e c a d a p areja representa e l p o rcen taje de esta ñ o y la seg u n d a, el de plom o. C u a n to m ay o r sea el c o n ten id o de plom o, tanto m e­ n o r e s la tem peratura d e fusión. A sim ism o, cuanto m a y o r sea el contenido d e esta ñ o . U nto m ejor fluye la su e ld a y m enor e s el tiem po de endurecim iento y, e n g e n e ra l, m ás fácil resu lta c o n seg uir buenas sol­ d ad u ras. A d em ás de suelda se necesita el fu n d en te, cuya m isió n e s elim in ar las oxid acio n es en los m etales qu e s e unen; d e lo c o n trarío , los m etales no podrán fu n d irse en tre sí. El fu ndente perm ite a la suelda fu n d id a lim piar los m etales para q ue la m ism a p u e ­ d a ad h erirse. Hay d o s tip o s de fundente para solda­ du ra: e l fundente ácido y el de colofonia. El funden­ te á c id o resu lta m ás a ctiv o co m o lim piador, pero es c o rro siv o . El fundente de co lo fo n ia se em plea siem ­ p re e n lo s trabajos d e sold ad u ra ligeros, tales com o e m p a lm e d e cables. G en eralm en te, e l fundente de c o lo fo n ia suele en contrarse en el n úcleo hueco del a lam b re d e suelda, p o r lo q u e n o se precisa fundente p o r sep arad o . E sta sueld a co n n úcleo d e colofonia e s el tip o d e uso g eneral en electricidad y e lectróni­ c a . D e b e tenerse en cuenta q ue el em p leo de funden­ te n o sustituye a la lim p ieza p rev ia d e los m etales a so ld a r, que d eben enco n trarse lim pios hasta brillar p ara q u e la suelda se ad h ie ra a ellos.

u n a c a p a d e óxido). C uando se calientan, los meta­ les tienden a o xidarse rápidam ente y e l óxido debe e lim inarse antes de soldar. L os ó xidos, e l orín y la suciedad pueden elim inarse raspando o cortando c o n un a brasivo, o por procedim ientos quím icos. La g rasa d ebe elim inarse inm ediatam ente antes de em ­ p e za r a soldar. P o r estañado se entiende la colocación de una c ap a ligera de suelda sobre el m aterial a soldar. N orm alm ente las p iezas a soldar se estañan antes de e stab lec er la unión física entre ellas. U na vez que la superficie a e stañar se encuentra convenientem ente lim p ia, sobre e lla puede extenderse una capa fina y u n ifo rm e de fundente para ev itar su oxidación, m ientras la p ieza se calienta a la tem peratura de sol­ d a d u ra. H abitualm ente se prefiere la suelda con n ú­ c le o d e colofonia p ara trabajar en electrodom ésti­ c o s , pero e n su lugar puede em plearse fundente se­ parado. En la fabricación de cables se em plea m u­ c h o el fundente de c olofonia separado para estañar los h ilo s c onductores. El e stañado de un h ilo conductor debe extenderse só lo lo suficiente p ara aprovechar la profundidad d e l term inal o receptáculo, o borne. El estañado o so ldadura de conductores som etidos a flexión pro­ d u c e la rigidez de éstos y puede hacer q ue se rom ­ p a n . En la p ráctica, las superficies estañadas deben co nform arse y acoplarse, y luego unirse físicamente d e m o d o qu e establezcan un buen contacto eléctrico y m ecánico. A m bas superficies deben mantenerse in m óviles, sin qu e e x ista m ovim iento relativo d e los com ponentes; d e lo contrario, probablem ente resul­ tará una soldadura d e m ala calidad. Recuérdese tam bién q u e, al form ar e l lazo con un conductor e stañado b ajo la c ab ez a de un tom illo d e sujeción, n o e s buena práctica solapar e l extrem o libre sobre e l m ism o conductor, pues una doblez no plana así c o n u n conductor e stañ a d o , no cederá al apretar el to m illo y el c on d u cto r no se adaptará a la cabeza de e ste últim o.

C o n e x io n e s s o ld a d a s O p e ra c io n e s d e s o ld a d u ra

Oxidación

P ara q u e u n a soldadura resulte e ficaz y utilizable es n ec e sa ria la lim pieza. L a suelda no se adhiere a la su c ie d a d , ni a la grasa o su perficies oxidadas (con

D u rante años en los talleres de reparación d e elec­ trodom ésticos se han m antenido frecuentes contro­ v e rsias acerca del procedim iento correcto para ha­ c e r conexiones soldadas a term inales y bornes de

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F undam entos de la re paración de c irc u ito s eléctricos y electrodom ésticos

Fig. 1-11

cM oonductor

Fijación del conductor ai borne antes de soldar.

to m illo . Un b an d o sostien e que e s n ecesario arrollar firm em en te el h ilo co n d u cto r alrededor del term i­ n a l, a objeto de co n se g u ir la sujeción y resistencia m ecánicas m áx im as. El otro bando ad uce que un arrollam ien to e x c e siv o de los hilos d a p o r resultado e l aum ento de la can tid ad d e calor necesaria, m ayo­ re s tensiones m ecán icas sobre los com ponentes, m ayores d ificu ltad es d e inspección o c u la r, así c o ­ m o de arm ad o y desarm ad o , y m ay o r peligro de ro tu ra de c o m p o n en tes y term inales al desoldar. A m b o s razo n am ien to s tienen sus m érito s, pero al so ld a r debe ten erse e n c uenta que un arro llad o insu­ ficiente puede d a r p o r resultado uniones soldadas de m ala calid ad , a consecu en cia del m ovim iento del h ilo cond u cto r d u ran te la mism a operació n de so l­ dar. T ras m u ch o in v estig ar, la m ayoría de los fabri­ ca n te s de e le ctro d o m éstico s recom iendan las unio­ n e s q ue se ilustran e n la figura 1-11. H abitualm ente se recom iendan arrollam ientos entre tre s o ctav o s y tre s cuartos d e v u e lta , para que n o se precise su jetar la unión d u ran te la aplicació n y en friam iento de la suelda. A l soldar, se calen tarán las superficies a un ir sólo hasta la tem p eratu ra de fluidificación d e la su eld a, o u n poco p o r en cim a. L a aplicación d e c a lo r se vigi­ la rá cuidad o sam en te p a ra evitar el deterio ro de los com ponen tes d e l c o n ju n to , d el aislam ien to o m ate­ ria le s v ecinos. S e g u id am en te se ap licará sueld a a la zo n a calien te, só lo e n la cantidad necesaria para co nseguir una un ió n satisfactoria. Se evitarán file­ te s y glóbulos g ru eso s. En la figura I - 12 se indican los m odos co rre c to e incorrecto d e soldar.

Fig. 1-12 Aplicación de la suelda, (a) La suelda se aplica a la u nión caliente, do al soldador, (ó) En las uniones soldadas c o rrectam en te, la suelda Huye alrededor de los conductores; y , u n a vei en friad a, presenta un aspecto brillante.

L a su eld a n o debe fundirse con la punta del solda­ d o r y d e ja r qu e fluya sobre la unión. En vez d e ello, deb e calen tarse la unión y aplicar a ella la suelda. C u a n d o la unión se encuentre suficientem ente ca­ liente la s u elda fluirá suavem ente. U na tem peratura ex cesiv a tiende a q uem ar el fundente, obstaculizan­ d o la operación. P ara q u e una unión soldada se enfríe no hay que a p lica r líquido pues, si se em plean las herram ientas y e l m éto d o d e soldar adecuados, las uniones no se ca lien tan hasta el punto de necesitar un enfriam ien­ to fo rzado. S i, por cualquier causa, no se consigue in icialm ente u n a unión satisfactoria, se d eshará és­ ta , se lim piarán las superficies elim inando la suelda s o b ra n te , y se repetirán todas las operaciones (salvo e l e stañ ad o ). U n a vez fría la unión, se elim inarán todos los resid u o s de fundente pues éstos, si quedan en la sup erficie d e algún contacto eléctrico, pueden reco­ g e r su cied a d y favorecer, posteriorm ente, la form a­ ció n d e arco s. E sta lim pieza e s n ecesaria aún c uan­ d o se e m p le e suelda con núcleo de colofonia. No h a y q u e so ld ar o desoldar nunca con los aparatos enc h u fa d o s a la red , o m ientras se com prueben sus circu ito s. A ntes de soldar, se descargarán siem pre todos lo s condensadores.

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F u ndam entos de la reparación de c ircu ito s e léctricos y electrodom ésticos E m p a lm e s s o ld a d o s

Conductores trenzados

Term inales Bornes

B ásic a m e n te , el em p alm ad o r p ara soldar consiste e n un tu b o m etálico co rto , c u y o d iám etro interno tie n e la m ed id a ju sta p ara q ue p u e d a insertarse en él la p u n ta desco rtezad a de un c o nductor m ultifilar por c u a lq u ie ra de sus ex trem o s. En la figura 1-13 se r e p re se n ta e ste em palm ador. P a ra h a cer un e m p alm e de este tipo se procede c o m o sigue. Prim ero se caliento el em palm ador y se lle n a d e suelda. M ientras ésto se encuentre todavía fu n d id a , se ex pulsa al e x te rio r ag itando, para dejar e sta ñ a d a s las sup erficies internas. Las puntos des­ c o rte z a d a s del co n d u cto r no d eben dejar al descu­ b ie rto longitu d es e x c esiv as de h ilo y el aislante debe c o rta rse d e m odo q u e q uede a tope con el em palm a­ d o r, cu a n d o lo s condu cto res se estañen y se intro­ d u z c a n com p letam en te. Luego se aplica c alo r al e m p a lm e y se funde la suelda, c u yo e x ceso será e x p u lsa d o al ex te rio r p o r los respiraderos; este ex­ c e s o s e lim piara. U na v ez frío el em palm e, sobre la u n ió n se coloca o a rro lla algún m aterial aislante. O tra p osib ilid ad e s d e sliz a r un trozo de aislante term o e n co g ib le so b re u n o de los co n ductores, antes de h a c e r e l em palm e; tras d ich o em p alm e, el aislante p u e d e llevarse sobre la u nión, d o n d e se contraerá y la ap risionara.

F ig. 1-13 Operaciones de colocación de un em palm ador soldado. (<j) Se estaña d in terio r del em palm ador j las ponías d e los conductores, (b) Se introducen las puntas d e los con­ d u ctores y se aplica calor al em palm ador.

Fig. 1-14 M odo correcto de a rro lla r u n conductor en tom o a u n tornillo de borne.

T e r m i n a l e s s o ld a d o s A dem ás d e unirse o em palm arse e n tre ello s, mu­ chas veces los conductores se conectan a o tros ele­ m entos, toles c o m o m otores o conm utadores. Dado que u na conexión com o ésto es e l pu n to donde acaba un trozo d e c onductor, estos conexiones reciben el nom bre d e te rm in a le s; tam bién se llam an bornes. E n algunos c aso s, e s aceptable d o b lar el extrem o del con d u c to r e n form a d e «ojal» y colocarlo en to m o a un borne. C uando se em plee un tom illo de m o ntaje, la rosca se pasara p o r el o jal. La punta del con d u cto r q u e form a el ojal ha d e d oblarse com o se m uestra e n la figura 1-14; obsérvese q u e el cable se te n sa e n to m o al borne a la vez q u e se aprieto el to m illo o tuerca. A veces e ste procedim iento de conexión no es aconsejable. C uan d o el d iseño im pone condiciones m ás e strictas, la conexión de term inales se efectúa m ediante unos e lem entos m etálicos llam ados oreje­ tas. D e éstas existen num erosos tam años y form as, p e ro todas responden básicam ente al tipo represen­ tado e n la figura 1-15.

Fig. 1-15

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O re je ta soldada.

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15

F undam entos de la rep ara ción da c irc u ito s e léctricos y e lectrodom ésticos L as orejetas de todos los tipos están d o tadas de un b a rrile te (m anguito) a cu ñ ad o , engarzado o soldado al conducto r. P oseen , asim ism o, una len g ü eta con u n o rificio o ranura q u e recibe al borne o tom illo. P a ra sold ar u na o rejeta a un conductor, p rim ero se e sta ñ a el in terio r d e l b a n ile te y se descorteza y e sta ­ ñ a la punta del c o n d u cto r, luego se inserta éste e n la o re je ta , p reviam ente calen tad a. U na vez m ontado, e l aislante d e l co n d u c to r debe e star a tope c o n el b a n ile te de m o d o q u e e l conductor no q uede e x ­ pu e sto al aire. Fig. 1-16

Autoaxamen C o m prob a r lo a p ren d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguientes. 4 2 . ¿C uáles son lo s elem en to s que se calientan para soldar? 4 3 . ¿C uáles so n las tres c alidades d e sueld a q ue se em plean e n m o n tajes eléctricos? 4 4 . ¿Q ué m etal e stá representado p o r el p rim e r nú­ m ero indicativo de la calidad d e la sueld a? ¿Y p o r el seg u n d o ? 43.

¿C uál e s la p rim era o peración p ara soldar?

4 6 . ¿Q ué e s e sta ñ a r un h ilo conductor? 4 7 . A l h acer u na unión sold ad a, ¿se funde prim ero la suelda con la p u n ta del soldador? 4 8 . ¿Q ué tipo d e su e ld a con núcleo se e m p lea para m ontajes eléctrico s? 4 9 . ¿C on qué se recu b re e l in terior de u n e m p alm a­ dor para soldar?

Em patm ador de engarce.

m e n te s de co n ectores no soldados, designados por su s m étodos de m o ntaje, son los em palm adores de engarce y las tuercas d e em palm e. La c o n stitu ció n d e los em palm adores d e e ngarce es relativam ente sim ple. El tipo representado en la figura 1-16 e stá p re-aislado, aunque tam bién se fa­ brican de tipo n o aislado. Estos em palm adores se m ontan m anualm ente con una herram ienta de en­ g arzar (fig. 1-17) p arecida a unos alicates. L as pun­ tas d e sc o rtezadas d el conductor se introducen en el em p álm a d o r, que luego se com prim e ceñidam ente. El m anguito aislante aprisiona el conjunto aislado e x te m o , y el em p a lm ad o r m etálico interior a prisio­ n a los h ilos conductores desnudos. C uan d o los conductores no hayan de su frir es­ fuerzos m ecánicos, pueden em plearse tuercas de em palm e. E n la figura 1-18 se m uestra el m odo e n q u e se introducen los cables en la copa, que luego se a p rieta a ro sc a hasta que sólo quede al descubierto cable aislado.

5 0 . ¿E n qué sen tid o d eb e arrollarse el ex tre m o de un condu cto r e n to m o a un tom illo de sujeción?

1-10

CONEXIONES NO SOLDADAS

C u an d o los cond u cto res no hayan de su frir e sfu e r­ z o s m ecánicos, un p roced im ien to rápido y satisfac­ to rio para un ir c o n d u cto res consiste sim p lem en te en em p le a r los c o n ecto res no soldados adecuados. E s­ to s conectores, c o m o su nom bre indica, no req u ie­ ren soldadura y se u nen a sus conductores p o r varios procedim ien to s d iferen tes. D os de los tipos m ás co-

HofljuiMa

Fig. 1-17

E n g arzad o r y orejetas no soldadas ■

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F u nd a m e ntos de la reparación de circu ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos

F i|. 1-18

Colocación co rrecta de una tu erca de empalme.

E n c i n t a d o d e u n io n e s

T e r m i n a l e s n o s o ld a d o s Aislamientos

L as orejetas d e engarce sim plem ente se com pri­ m e n , o engarzan, ceñidam ente sobre el conductor m ediante la m ism a herram ienta que se em plea con los em palm adores de engarce. La orejeta d e la figu­ r a 1-2 0 e stá pre-aislada, aunque tam bién se fabrican d e tip o no aislado. U na vez m ontada, queda aprisio­ n ado el conductor con su aislante.

L a s o re je ta s n o soldadas se u tilizan m ucho m ás que las so ld ad as, ya q u e p roporcionan un contacto eléc­ tric o suficien te, adem ás d e una gran resistencia m e­ c á n ic a . A dicional m ente, se fijan co rrectam ente con m a y o r facilidad porque están desprovistas de los p ro b le m a s m ás co rrientes de las o rejetas soldadas, ta le s c o m o u niones con sueld a fría y aislam ientos q u e m a d o s. E xisten gran núm ero d e tam años y for­ m as d e o re je ta s no so ld ad as, destin ado cada uno a c a b le s de d istin tas m edidas. A quí vam os a tratar ún ic a m e n te d e d o s tip o s, d esig n ad o s d e acuerdo con s u fo rm a de m ontaje; esto s son e l tipo d e m anguito c ó n ic o p artid o (acuñado) y e l de engarce. L a ore je ta d e m a n g u ito có n ico p a r tid o (fig. 1-19) s e c o n o c e tam bién co m o orejeta d e cuña, dad a la m a n e ra en q ue se asegura al cond u ctor. El conduc­ to r d e sco rtezad o se introduce p o r el orificio del m a n g u ito partido y cuando éste se fuerza, o «acu­ ña» . b arrilete abajo, su s s egm entos e n co n o , o ahu­ s a d o s, se co m p rim en ceñid am en te alrededor del c o n d u cto r.

L a ú ltim a operación al fo rm ar un em palm e o unión es c o lo car aislante sobre e l ca b le desnudo. El aislan­ te d eb e hacerse del m ism o m aterial básico que el o riginal. E n el p asado, so lía em plearse un com pues­ to d e ca u ch o especial. S in e m bargo, e n años recien­ te s. h a entrado en am plio uso la cin ta eléctrica de p lástico. E sta ofrece algunas ventajas respecto al ca u c h o y a la cin ta aislante. Por ejem plo, para un esp e so r d ad o , la cinta d e p lástico soporta tensiones eléc tricas m ás elevadas; a sí, una sola capa delgada d e determ inadas cintas plásticas del mercado aguantan varios m illares d e v olt sin perforarse; aun­ q u e , p ara aum entar el m argen d e seguridad, sobre el e m p a lm e se arrollen varias capas. C o m o estas cin­ tas so n m uy finas, las c apas d e m ás añaden sólo un peso m uy p equeño; a la v ez, la protección adicional c o n tra la perforación, qu e norm alm ente da la cinta aisla n te , la proporcionan las capas adicionales de c in ta plástica.

AiíJaOOf *P,l»'OnaOO* cítam e del

F lg. 1-19 riadol.

O rejeta de m anguito cónico p artid o (de tip o acuFig. 1-20

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O rejeta de engarce.

Apnt*OOMO* <M conducto*

AfWte


Fundam entos d e la reparación de c irc u ito s elé c tricos y ele ctrodom ésticos

Fig. 1-21

17

(í>) E ncintado d e u n em palm e arracim ado.

(a)

E n la figura 1-21 se representa el procedim iento c o rrec to para c u b rir co n c in ta un em p alm e. L a cinta d e em palm ar se aplica p oco a poco y tensando para q u e no q ueden esp acio s con aire en tre las capas. Al p o n e r la p rim era cap a, se com ienza p o r el cen tro de la u nión y no p o r el ex trem o . El d iám etro de la unión aislad a term inada d e b e se r algo m ayor que el d iám e­ tro global d el c a b le o rigin al, aislante incluido. En la cin ta n o d eben q u ed ar intersticios p o r los que se d e jen ver hilos cond u cto res desnudos.

Autoaxamen C om p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p reg u n ­ ta s siguientes. 51.

¿C uándo se em p lean conectores sin soldadura?

32.

C ita r d o s tipos d e conectores sin soldadura.

5 3 . C ita r d o s tip o s d e o rejetas sin soldadura. 5 4 . ¿C uál e s el m e jo r tip o d e cinta para v olver a ais­ lar c o n ductores? 5 5 . ¿ L e basta a un em p alm e con u na so la capa de cinta p lástica?

1-11 RE POSICIÓN DE CORDONES D E A LIM ENTACIÓN Cordones de L os cordones de a lim entación de los electrodom és- alimentación tico s g randes y los cables flexibles d e los pequeños C ables de e lectrodom ésticos suelen se r causa d e dificultades, alimentación E sto e s especialm ente cierto en e l c a so de los peque­ ños electrodom ésticos, en los que el cable de tom a de co rrien te sufre m ás que cualquier otra pieza o co m p o n en te. De todas m aneras, si a un electrodo­ m éstico no llega corriente, no funcionara cualquiera qu e se a e l caso. C u a n d o se hace necesario sustituir el c able flexi­ b le o el c ordón de a lim entación de un electrodom és­ tic o . e s de gran im portancia e le g ir un repuesto de la m e d id a y aislam iento adecuados para la aplicación qu e se pretende. La m edida de un c able se especifi­ c a m ediante su núm ero de galga A W G (*). C uanto m en o r sea el n úm ero de galga, tanto m ayor es e l diá­ m etro del conductor; así. un c onductor del núm ero 12 tiene u n diám etro superior al d e un conductor del n ú m ero 16. A dem ás, cuanto m ayor es el d iám etro, m a y o re s la intensidad de corriente que el conductor p u ede soportar. (*) AWG: Iniciales de u menean n iré gage.

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F undam entos de la reparación de c ircu ito s e lé c tric o s y electrodom ésticos PequeAoa utensilios de cocina Afiladores de cuchillos. exprimidores, abrelatas Trituradoras Batidoras

SPT-2 SI, SV SI, SV . SV I

E lectrodom éstico* grandes

Lavadoras Cocinas eléctricas, secado­ ras de ropa Aspiradoras, enceradoras de suelos Acondicionadores de aire

SJ

O tro factor a co n sid era r al e le g ir cordones de a li­ m entación es el tip o de aislam iento e hilo em plea­ d o s en e l c onductor. S i el m anual de asistencia té c ­ nica o frece e sa inform ación, o si el cordón original lleva una letra d e identificación, habrá que guiarse p o r estos datos. En caso contrario, se seguirá la tabla d e la figura 1-22 al o b jeto de determ inar el tipo de c able adecuado pa ra el electrodom éstico en cues-

SR D T SV, SV T S, STP-3

Designación codificada da los m ateriales aislan tes y d e forros R , caucho; N , neopreno; P, plástico; A , am ianto

Herramientas de taller y jardinería Herramientas mecánicas de gran potencia Corfaccspedes. podadoras de setos Luces de socorro Herramientas diversas para garaje y taller

Tipo d e o ordón’ S SJT, ST SJT, SJO SJ. SV . SJT. SV T, SJO, SO

Electrodoméstico» térmicos Tostadoras, cafeteras, frei­ doras. moldes para repos ten a, panillas, planchas de cocinar, estufas portá­ tiles, soldadores Planchas

HPN H PD

U niversal SP, SRD SPT, SRD T S , S V , SJ S O , S JO , S V O S O , S IO , S V O , S IT O , S V T , SVTO, SV H T P ara calefactores HPN HPD H S, HSJ H S O , H S JO

N R & A R& A R& A

trenza hilada R N

Electrodomésticos diversos Secadores de cabello, humidificadores portátiles. transformadores para ju ­ guetes Radios, pequeños electro­ domésticos diversos Lámparas, ventiladores portátiles Proyectores de cine Magnetófonos

SPT-2 SP-1, SPT-1 SP-1,SPT-1,SPT-2 SJ. SJT, SVT S IT . SV T

C o rd o n es d e recam bio F o rro s d e c au ch o F o rro s d e p lástico

F o rro s d e neo p ren o T re n z a d e am ian to Fig. 1-22

S. SJ, SP-1. SV S JT ,S P T -l,S P T -2. SPT -?, SR D T , S T , SV T SJO, SO, H PN H PD

Tipos d e cordón recomendado* para diversos

E spiral TP TPT TS TST * Los tipos SP y SPT llevan un número de código anejo para indicar el espesor del aíslame; por ejemplo, el cordón SP-1 lleva el aislante más fino, el SP-2 intermedio y el SP-3 el más grueso. Nota: Una designación acabada en T indica un material termoplástico, generalmente vítulo. Si no aparece la T, el recubri­ miento es de caucho, o de caucho rematado con neopreno (o con otro material homologado, como polietileno clomsulfnnado). Una designación que comience con una letra T identifica la lla­ mada constitución -en espiral-, estos cordones poseen alambres de cobre arrollados en espiral, y no hilos trenzados, al objeto de imprimir una gran flexibilidad en aplicaciones como afeitadoras La letra O indica resistencia a los aceites; por ejemplo. SJ es caucho. SJO e s caucho oleorresístente y SJTO es plástico oleo-

Fig. 1-23 Designación codificada p a ra los m ateriales del aislam iento y la guarnición.

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F u ndam en to s de la reparación de c irc u ito s e lé c trico s y electrodom ésticos

19

tió n . E n e sa fig u ra el tip o d e cable aparece en letras. C o n la figura 1-23 p ueden determ inarse el tipo de aislam ie n to o de fo rro. E stos cables so n los aproba­ d o s p o r los laboratorios de la A sociación A m ericana d e A seguradores. E ntre los especialistas en repara­ c ió n ex iste u na gran confusión en lo referente a la id entificació n de hilos conductores y aislantes. Es rec o m e n d a b le fam iliarizarse con los m ás corrien­ te s. L a m ayoría de lo s electrodom ésticos con m otores

P o ra p o c a carga (hasta 7 am pere) — H asta 7 ,5 m : n ° 18 — H asta 15 m: n° 16 — H asta 30 m : n° 14

d e p o ca potencia u tilizan cordones 2-1 6 ó 2-18. E sta s c iñ a s indican que tienen d o s h ilos con d u cto ­ re s , d el núm ero 16 o d el 18 cada uno. U n cordón de tre s h ilo s de las m ism as m edidas se d esignaría 3 -16 Ó 3 -1 8 . Para a v erig u ar la potencia de lo s electro d o ­ m é stic o s q ue c o nsum en corrientes m ás in tensas, ta­ le s com o plan ch as, estufas portátiles, tostadoras y po d adoras de seto s, se c onsultará la placa de especi­ fica ciones unida al ap arato o al m otor d e é ste. Norm a m e n te s e v e ra «125 V -ca, 600 W *. o «1400 W ,

P a ra ca rga elevada (entre 10 y 15 am pere) — H asta 7 ,5 m: n ° 14 — H a sta 15 m : n° 12 — H asta 3 0 m: n° 10

125 V -ca*. E n la fig u ra 1-24 se dan las intensidades d e corrien te m áx im as recom endadas p a ra cordones bi y trifilares. A los clien tes hay q u e prevenirlos co n tra e l uso in correcto de c o rd o n es supletorios. E stos pueden p ro d u c ir una so b recarg a con el consiguiente reca­ le n ta m ien to y d esp erd icio de energía; ad em ás, muy a m enudo no co n sig u en d a r potencia suficiente para q u e e l electrodom éstico funcione a su rendim iento m á x im o . Los fabrican tes de algunas m arcas de e le c ­ trodom éstico s g randes especifican q ue no deben em p le arse co rdones supletorios con s u s productos. A h o ra b ien, cu an d o sea necesario u n cord ó n suple­ to rio , se seguirá la p au ta siguiente:

G a lg a No. N o. N o. No. N o.

P a ra c a rga m oderada (entre 7 y 10 am pere) — H asta 7 ,5 m : n° 16 — H a sta 15 m : n° 14 — H asta 3 0 m : n° 12

Autoexaman C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 5 6 . ¿ C uál e s la averia principal de los pequeños electrodom ésticos? 5 7 . U n con d u cto r d el núm ero 16, ¿puede soportar m ay o r intensidad de corriente q ue uno d el 10? 5 8 . ¿S e usan corrientem ente los cordones S J .S J T y SPT -2 e n e lectrodom ésticos? 59. ¿D eb e un c onductor del núm ero 14 transportar un a corriente d e intensidad superior a 15 am pe-

C a rg a n o rm a l

s , SJ, SJT, o POSJ s . SJ, SJT, o POSJ S S S

com pañías de seguros

Los co rd o n es supletorios para gran carga (núm eros 10 y 12) só lo sirven para aplicaciones industriales; no se recom ienda utilizarlos e n electrodom ésticos pequeños.

T ip o

18 16 14 12 10

Material de los forros Código del

5 .0 8 .3 12.5 16 .6 27 .5

A A A A A

(600 (1 0 00 (1 500 (1 9 00 (2 400

W) W) W) W) W)

C a r g a m á x im a 7 10 15 20 30

A A A A A

(1 (1 (2 (3

(840 200 8 00 4 00 000

W) W) W) W) W)

Nota: Como medida de segundad para sus clientes, al reemplazar los cordones de alimentación utilice solamente aquellos que han sido homologados por los U nderwrite»’ Laboratories, Inc., de la Asociación Americana de Aseguradores F ig. 1-24

Medida* de los cables para d b tin tas Intensidades d e corriente.

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F u ndam entos de la reparación de c ircu ito s e léctricos y electrodom ésticos 6 0 . P a ra tran sp o rtar u na corriente de 20 am pere, ¿ s e utiliza un co nductor d e qué núm ero? 6 1 . U n c o rd ó n supletorio del n úm ero 16, podría tra n sp o rta r sin peligro u na c o m en te de 10 am ­ p ere a u na d istan cia d e 15 m etros?

1-12 REPOSICION DE ENCHUFES In d u d ab lem en te, todo especialista en reparaciones cu e n ta c o n algún «estira cordones» e ntre su cliente­ la. C u a n d o p ara desen ch u far d e la red se tira de ¿1 en v ez d e a s ir d irectam ente p o r el en ch ufe m acho, las co n e x io n e s pueden a flojarse, e incluso rom perse los h ilo s con d u cto res. El trato violento probablem ente sea la principal en tre las c ausas aisladas del dete­ rio ro d e los co rdones de alim entación de los electro­ do m é stic o s. U n cord ó n en mal estado supone, des­ de lu eg o , u n peligro de incendio. Sin e m bargo, des­ d e el p u n to de vista de la calidad y econom ía, y para g a ra n tiz a r un perio d o de servicio largo e ininterrum ­ p id o p o r p arte de un electro d o m éstico rep ara d o .e s p re ferib le cam b iar la totalidad del cable que repa­ ra rlo ; sa lv o q uizá en lo q ue resp ecta al enchufe de a c o p la m ie n to al aparato, u otro servicio sim ilar de m e n o r im portancia. Pero co m o en el curso de la ac tiv id a d p rofesional de todo esp ecialista, éste será req u erid o m uchas veces para c o n ectar y desconec­ ta r c o rd o n e s de alim entación, se hace necesario c o­ n o c e r c ó m o debe m anejarse p rofesionalm ente este su b c o n ju n to d e im portancia tan vital. Y no debe co n c lu irse q u e , dada la gran cantidad de gente m añ o sa q u e instala y repara sus propios electrodo­ m éstic o s, la reparación de co rdones sea algo que p u ed e h a c e r cualq u iera y e s su sceptible d e s e r igno­ rad o a la ligera. E s cierto que m uchos m añosos hacen su s p ropias reparaciones, a veces con conse­ c u e n c ia s catastróficas. De este m o do un cordón re­ p a ra d o p o r un aficionado p uede d e jar un electrodo­ m é stic o ta n inop eran te, y tan p elig roso, c o m o cual­ q u ie r o tro serv icio incom petente. Enchufes para E n e l c a so de los electrodom ésticos g randes, los electrodom ésticos m e jo res en c h u fe s son los redondos convencionales, qu e pro p o rcio n an esp acio suficiente p ara e l «nudo de aseg u rad o res» y los co nductores quedan bien ase g u ra d o s, tal com o se ve en la figura 1-25. C uan­ d o se em p le e cab le de tres c o nductores, los conduc-

Fíg. 1-25

N udo de aseguradores, (o) P a ra proteger el cor­

té) Se tir a levemente del cordón p a ra alojarlo en la depresión existente e n tre la* patillas. Loa extremo» de loa cables *e descortezan y se aseguran a los bornes de tom illo de la maneaérvese que a loa conductores se les da la a las patillas antes de asegurarlos a loa

tores blan co y negro irán a las patillas planas norm a­ les, m ientras que la m asa v erde ira a la patilla redonP ara los electrodom ésticos p equeños, pueden ser adecuados los enchufes rápidos.

C o n e x ió n d e l c o r d ó n a l e le c tr o d o m é s tic o L as c o n exiones eléctricas en el extrem o del cordón co rrespondiente al electrodom éstico pueden hacer­ se a tom illo s de term inal en una regleta aislante, a o re je ta s soldadas en una regleta d e term inales, con tuercas sobre p ernos, etc. A lgunos electrodom ésti­ cos gen e rad o re s d e calor se conectan mediante e n ­ ch u fes e sp eciales p ero, en c u a lq u ier caso , todas las co n ex io n es del aparato d eben encontrarse bien apre­ tadas. T o d a conexión floja peijudicará el rendi­ m ien to d el m ism o y suele se r precursora de fallos m ás g raves. Por ejem plo, una conexión floja e n la ca ja de bornes d e una plancha puede generar calor su ficiente p ara quem ar un borne en poco tiempo.

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F undam e ntos de la reparación de c irc u ito s e lé c trico s y e lectrodom ésticos H a d e adq u irirse la costum bre, p o r tanto, de c o m ­ p ro b a r todas las c o n exiones accesibles al reparar un elec trodom éstico , cualquiera que sea la a veria con­ c reta. D e h e c h o , cu a lq u ie r técnico e x perim entado, cua n d o rep a ra un electrodom éstico, aflo ja las cone­ x io n es ro scad as o a tornilladas de los b ornes y luego las reaprieta. E sto favorece el d esprendim iento de las o x idacio n es que hayan podido form arse en las co n exiones y reduce la resistencia e n e so s puntos. S e recordará q u e toda resistencia e n una c o nexión, cu a lq u iera q u e sea su tam año, puede c a u sa r ave­ ria s, y a q u e o c a sio n a e l recalentam iento d e la mis­ m a; particu larm en te e n los electrodom ésticos dota­ d o s de resisten cias generadoras d e c alo r, co m o tos­ ta d o ra s, p a rrillas, asad ores y planchas; y ese calor c re a aún m ás o x id ació n y m ás resistencia. Este pro­ c e so contin u a h asta que lo s term inales se estropean Al objeto d e asegurarse que ninguna h eb ra - r e ­ b elde» del h ilo co n d u c to r sobresalga d e un borne de co n exión, h a y q ue d escortezar y reco rtar m eticulo­ sam ente cad a c o n d u c to r para a daptarlo al dispositi­ v o d e c o n ex ió n , d e m odo que todas las h ebras q ue­ d e n atrapadas en el borne y el aislante se u na a tope c o n e l to m illo d e sujeción. Una hebra q ue haya q u e d ad o lib re p uede ocasio n ar u na m asa o un corto­ c ircuito. C uando h a y a d e fijarse un h ilo c o n d u cto r trenza­ d o n o estañ ad o d irectam ente bajo la cab eza de un to m illo d e fijació n , aquel recibirá u na v uelta c o m ­ p leta a d erech as p o r d eb ajo de la cab eza d el tom illo (n i una m ás. ni m enos) y se cruzará en ángulo re cto su ex tre m o libre sobre el pu n to inicial. Con m enos d e u n a vuelta com pleta, las hebras del c o n ­ d u c to r se ab rirían y la conexión se aflo jaría enseg u i­ d a ; co n m ás d e u na v uelta se crearía un efecto de to m o o m olin ete q ue rom pería m ás de la m itad de las hebras an te s de q ue la conexión qued ase bien apretada. R esu lta c ó m o d o , em pero, d escortezar un p o c o m ás d e cable de lo necesario para q ue sea p o sib le su je ta r su e x trem o libre m ientras se aprieta e l tom illo ; é ste e s el procedim iento d e unión m ás rápido sin riesg o d e a b rir las hebras. T ras apretar la co n ex ió n , se reco rta el conductor sobrante jun to al to m illo c on u n o s alicates d e ángulo. E n los b o rn e s roscados d otados d e a randelas cir­ cu lare s esp eciales p ara m antener ju n tas las hebras, al conducto r se le d a u na vuelta co m p leta, pero en to n ce s n o se cru zará sobre el punto de partida. En

lu g ar d e e llo , la punta descortezada del conductor se co n fo rm a e n U y luego se lleva el extrem o libre tan c e rc a d el pu n to d e partida com o sea necesario para ada p ta rse a la c avidad de la arandela. N unca deb e tratarse d e m ejorar una conexión a presió n d e pasador recto dando u na vuelta com pleta al c o n d u c to r p o r debajo de la cabeza del tom illo o de la a ra n d ela esp ecial. En vez de elk). se descorteza la longitud d e cable exacta que rellene el canal del borne o de la a randela y el tom illo se aprieta fuerte­ m ente. S i la arandela acanalada, o el borne, estuvie­ ra n d e fo rm ad o s y no aprisionasen firm em ente el ca b le , se cam biarían las p iezas n ecesarias p ara ase ­ g u rar una co nexión bien apretada Es m uy im portante q u e el cordón disponga de un an cla je p a ra que las conexiones eléctricas n o reci­ b a n e sfu e rzo s. O sea . el cordón debe asegurarse m ecánicam ente en algún punto a nterior a las c o n e­ xiones. L o s dispositivos d e fijación del cordón más c o n o cid o s so n los llam ados aliviadores. E stos c o n ­ siste n en d o s sem ipiezas m etálicas o plásticas, por cu y o in te rio r se pasa el cordón. Estas piezas se com ­ prim e n m ediante unos alicates, de modo q ue el e x­ tre m o m enor pueda deslizarse por el orificio de la c a rc a sa d el electrodom éstico. El aliviador lleva una e sc o ta d u ra qu e lo deja a trapado en la carcasa y que, a la v ez, a p risiona firm em ente al cordón. En a lg u n o s c asos, el cordón queda protegido con­ tra lo s e sfu e rzo s m ecánicos sujetándolo al interior de la c arcasa m ediante un collar o abrazadera. Siem ­ pre qu e u n co rd ó n haya d e atravesar un orificio de c a n to vivo existente e n la carcasa m etálica de un elec tro d o m é stic o , se em pleará u n o jal d e p lástico o ca u ch o . C u an d o se sustituya un cordón, nunca se o m itirá re em plazar los d ispositivos d e alivio y o ja­ les, si ex isten.

E n c h u f e s d e a c o p la m ie n to p a r a g r a n d e s in te n s id a d e s E n d eterm in ad o s electrodom ésticos generadores de c a lo r, tale s co m o hornos, cacerolas eléctricas y m o ld es d e re postería, se utilizan enchufes especia­ les p a ra g randes intensidades. Hay enchufes d e este tip o qu e tienen interruptores y term ostatos incorpo­ rados; e n o tra s p alabras, el enchufe dispone d el dis­ po sitiv o d e m ando d el electrodom éstico.

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Amianto

Cordones para calefactor

F u n da m en to s de la reparación de circu ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos C o m o la m ayoría de lo s aparatos en los que se em p le a n enchufes d e acoplam iento para grandes in­ ten sid a d e s trabajan a p o tencias bastante elevadas (1 0 0 0 w atts, o m ás), los term inales, o «zapatas», c o m o a veces se les llam a, deben se r robustos y se dise ñ a n p ara recibir e l cord ó n del tipo llam ado de ca le fa c to r. Los condu cto res que form an el cordón su e le n en c a ja r en ran u ras existentes en cada mitad d e la en v u elta del e n c h u fe; cuando am bas mitades se u n e n , form an can ales d e m odo tal que los con­ d u c to re s n o pueden e n tra r e n contacto. L uego, los e x tre m o s d e los cab les se sujetan a los tom illos de los term in ales o zap atas e x istentes e n el e xtrem o de c a d a u n o d e los co n tacto s del en chufe, term ostato, in te rru p to r o sonda té rm ica (fig. 1-26). D ado el gran n úm ero d e en chufes de acoplam ien­ to p a ra electrodom ésticos existen te, se hace difícil d e s c rib ir el m odo e n q u e se m ontan; pero, en su m a y o ría , son m uy sen cillo s. Para reem plazar el en­ c h u fe d e acoplam iento inutilizado d e un electrodo­ m é stic o , se separan lo s cab les de los term inales o z a p atas y se cortan los tro zo s d e conductor desnudo. S e a b re e l nuevo en ch u fe en sus dos m itades, se q u ita aislam iento de lo s c o nductores y s e iija n éstos

a las z apatas d el enchufe nuevo. Se elim inará sólo la cantidad d e a m ia n to e xactam ente necesaria para fi­ ja r los conductores e n to m o a los tom illos de los term inales o zapatas. Al efectuar esta operación, recuérdese que el forro ex terio r de tejido de los cordones p ara c alefa cto r se elim ina fácilm ente des­ haciéndolo con u n a lezna. P ara ello se com ienza por un extrem o y se p rosigue a la vez un poco hacia atrás la distancia necesaria. L uego se recortan con unas tijeras los jiro n e s q u e h ayan quedado e n el extrem o d e la trencilla exterior. Seguidam ente se descorte­ zan las p untas de cad a conductor y se les unen ojales si e s preciso. Si las p u ntas van a em plearse sin m ás, deben retorcerse apretadam ente las hebras de los conductores de m o d o q u e se m antengan bien c om ­ pactas. Si e l c o rdón se prepara para conectarlo a la ca ja d e term inales d e u n electrodom éstico genera­ d o r de c alor, se tendrá presente q ue, d ad a la enorm e can tid ad d e c alo r existente e n ese punto, en dicho extrem o del cordón no debe utilizarse cinta aislante. E n vez de e llo , el a islam iento de am ianto deshila­ cliado de c ad a con d u cto r, y los jirones d e lee extre­ m os d e la trencilla ex te rn a, deben afianzarse m e­ diante hilo d e am ianto (fig. 1-27).

Fig. 1-26. Enchufe especial p a ra electrodomésticos term ieos. (a) Los conductora y se introducen en las del enchufe. (6) E l reven* anverso del mismo una ves lores, (c) V ista lateral del

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F u n dam en to s de la rep ara ció n de c irc u ito s e lé ctricos y e lectrodom ésticos que u n técnico que trabaja en un electrodom éstico de u n m odelo que no conozca del todo deberá se r un

Auto«xam«n C o m p ro b a r lo apren d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguien tes. 6 2 . ¿A q u e patillas d e un enchufe se unen los c on­ ducto res n egro, b lanco y verde de un cordón tri filar? 6 3 . ¿C óm o se efectú an las conexiones en e l e x tre­ m o d el cord ó n d e alim entación c orrespondien­ te al electro d o m éstico ? 6 4 . ¿Q ué elem entos se em plean p a ra evitar q ue el c ordón d e a lim entación sufra tirones p o r el e x­ trem o un id o al electrodom éstico? 6 5 . ¿C óm o se hace para ev itar q u e el cordón de alim entación sufra tirones p o r el e xtrem o unido al enchufe m acho? 6 6 . ¿Q ué elem entos se em plean p a ra e v ita r que el canto v iv o de un orificio corte al cordón de alim entación q ue lo atraviesa? 6 7 . ¿ Q ué tip o de en ch u fe se em p lea p ara un ir el electro d o m éstico al cordón d e alim entación cuan d o la po ten cia e s superior a 1000 w att? 6 8 . C uan d o se conecta un electrodom éstico, ¿hay qu e e lim in a r e l am ian to del c ordón d e alim en ­ tación?

1-13 ARMADO Y DESARMADO DE ELECTR ODO M ÉSTICO S A veces e l desarm ad o dé un electrodom éstico se c o n v ierte e n u n a co m petición en tre los ingenios del fabricante y del técn ico en asistencia: esto e s parti­ cularm en te c ie rto e n el caso de lo s e lectrodom ésti­ c o s pequeñ o s. En la p ráctica, m uchas veces ocurre

p oco d e tectiv e y un poco genio para localizar el p estillo o a brazadera, m ás o m enos secreto, respon­ sable d e q u e el aparato se m antenga unido. Por regla g e n era l, los fabricantes de e lectrodom ésticos gran­ des su elen facilitar instrucciones de desarm ado y arm ad o b astante com pletas. Por desgracia, e m pero, e llo n o siem pre se cum ple e n el c aso de los electro­ d o m éstic o s pequeños. P ara d e sarm ar un electrodom éstico pequeño, lo p rim e ro e s b uscar los cierres o fiadores que sirven p a ra m a n ten e r unida la c arcasa del aparato. A ctual­ m e n te , la c arcasa d e la m ayoría de los m odelos se hace d e d o s o m ás piezas d e chap a metálica fina o de p lástico , q u e se m antienen unidas generalm ente m e d ia n te tom illo s o pernos pequeños, h abitualm en­ te de tipo autorroscante. L os tom illos son a veces no rm aliza d o s d e cabeza ranurada; pero en su m ayo­ ría so n d e tip o Phillips o de cabeza hexagonal, y casi siem pre se encuentran en lugares sólo a kanzables con la h erram ienta especial adecuada. A dem ás, en los últim o s años los fabricantes han m ostrado una te n d e n cia creciente a e sc o n d e r los tom illos de m on­ ta je d e sus aparatos bajo placas de fabricación o ap liq u e s d ecorativos. A hora b ien , c om o la m ayoría d e la s p la c a s indicadoras y anagram as suelen estar en c o la d o s, es recom endable asegurarse de que real­ m ente hay tom illos b ajo e llo s antes d e desprender­ lo s. U n procedim iento para esta operación es em ­ p lear u n instrum ento puntiagudo y afilado, com o u n a p iq u e ta d e h ielo, p ara p racticar un pequeño ori­ fic io e n el anagram a y v er q u é h ay debajo. Cuando deb a d e sprenderse una placa indicadora o un ana­ g ra m a se o btendrá u no n uevo d el fabricante o sum i­ n istra d o r de repuestos y se fijará después de la repa­ rac ió n . T o d a v ía se utilizan algunos anagram as crom a­ d o s. P ara p roteger su a cabado se desliza un trozo de ca rtó n blando entre la superficie y la espiga d e la h e rram ien ta. C om o carece d e im portancia el tipo de llav e utiliz ad a , sea d e ca ja o d e b o ca , con tom illos de ca sq u ete o tuercas, se deslizará una arandela de ca rtó n so b re la cabeza d el tom illo, o la tuerca, de m o d o q u e las m andíbulas o la boca de la llave no arañ e n e l acabado al girar. A lg u n o s electrodom ésticos, pocos, se m ontan m e diante rem aches, o bien e n ellos las placas indica­ d o ra s se fijan m ediante rem aches. Los rem aches de

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Anagramas


F undam entos de Ia reparación de circu ito s e lé ctrico s y electrodom ésticos latón h ueco s de p eq u e ñ o tam añ o se extraen lim ando c u id ad o sam en te u na d e s u s caras y e m pujando lue­ g o h a c ia e l o tro lado. L os rem aches m acizos se e x ­ traen talad rán d o lo s y expu lsán d o lo s con un punzón; p ara e llo se e lig e u n a b ro ca de la m ism a m edida que e l re m ach e c o n la q ue se elim in a la cabeza de éste; lu eg o se fin aliza la o peración c on un botapasadores d e e x tre m o p lan o , de la m ism a m edida qu e e l fuste d el rem ach e, c o n el q u e se im pulsa a éste a través d el m etal o del plástico. Si la carcasa del electrodo­ m éstico e s de c h a p a m etálica, no se em plearán pun­ z o n e s de perfo rar o de p unta, porque así se ensan­ c h a rá e l fuste del rem ache y se agrandara e l agujero; c o n e llo se haría n ecesario sustitu ir el rem ache por o tro d e m edida m a y o r, lo q u e p uede afear el aca­ bado. A l v o lv e r a a rm ar a lg u n o s electrodom ésticos p e­ q u e ñ o s m ontados con rem ach es, en lugar d e éstos, a v eces e s posible e m p lear to m illo s y tuercas de pe­ q u e ñ a m edida; e ste p roced im ien to suele sim plificar e l trab ajo . A h o ra b ien, cu ando se a necesario colo­ c a r rem ach es n uev o s, e llo se hará em pleando única­ m ente un pu n zó n de cab e z a p lana o un m artillo de b o c a lisa. Para m a rtillear correctam ente un rem ache se d a una serie larga d e gol pee ito s. y no d o s o tres g o lp es fuertes; a s í se consigue un trabajo d e m ejor a sp e c to y m ás d u ra d e ro . C u an d o se a necesario recu­ rrir a un pun zó n d e e x trem o plano para d ilatar un rem ach e se seg u irá e l m ism o procedim iento; golpec ito s su av es hasta q u e el fuste del rem ache se ensan­ c h e y q u e d e b ien aprisionado. H ay p ro ced im ien to s de m ontaje que pueden po­ n er a p ru eb a el p ropio ingenio la p rim era v ez que se d a c o n e llo s, p ero luego ya no suponen dificultad alguna. P o r e je m p lo , cu an d o u na pieza no parece q u e te n g a m ás to m illo s q u e la sujeten y , aún así. no se lib era, u na presió n suave h acia a m b a , hacia aba­ j o o h a c ia lo s lados p uede so ltar algún fiador escon­ d id o . A lgunos electro d o m éstico s poseen fiadores d e reso rte q ue h acen n ecesario introducir un a herra­ m ie n ta p u n tiag u d a p o r un p equeño o rificio o hendi­ d u ra p ara so ltar a lg u n as p iezas. O tro m étodo de m on taje q u e p resen ta alg u n a dificultad para el técni­ c o e n reparacio n es e s el disp o sitiv o d e -g a ncho y rem ach e» . En este c aso , y en todas las situaciones p la n te a d a s p o r n u ev o s, y q uizá ex traños, procedi­ m ien to s de m ontaje, h ay q ue c o n servar la calm a; norm alm en te, un d esarm ad o ap resurado d a origen a

u n m ontón d e p iezas sin identificar. P o r esta causa, cua n d o s e desa rm e un aparato desconocido, se con­ fe ccionará siem pre un esquem a rápido de la posi­ ció n d e las p iezas. A dem ás, las p iezas a n ten o tes se m arcaran co n un leve rasguño y con un rasguño de em p arejam iento la otra p ieza del conjunto; num ero­ sas pie za s pueden volver a m ontarse de dos m odos (uno c o n e c to y o tro incorrecto) y los pequeños ras­ g uños indicarán enseguida cuál e s el acertado. Al d e sarm ar un electrodom éstico, todas sus piezas se guardarán e n un so lo lugar o , quizá m ejor, en una cajita; de e sa m anera, n o habrá que a ndar buscando las piezas cu an d o vuelva a arm arse el aparato. A l d esarm ar un electrodom éstico desconocido, n o hay qu e a p licar esfuerzos desm esurados, pues en tal c a so suele d e form arse, o incluso rom perse, algu­ n a p ieza. E n las escasas o casiones e n q ue sea n ece­ sario aplicar alguna fuerza, hay que cerciorarse de que se hace d e m odo correcto y en lugar adecuado p ara no d eteriorar o tras p iezas. Un m artillo de p lás­ tico constituye una herram ienta aconsejable para todo técnico en reparación, quien podra utilizarla co n frecuencia p ara desacoplar piezas que resulta­ rían gravem ente dañadas p o r un m artillo de acero. H ay o casio n es, durante un proceso de desarm a­ d o . e n q u e puede toparse con un to m illo excesiva­ m ente prieto o estropeado. Por supuesto, el m ejor m odo de e v ita r la dificultad de un to m illo m uy a pre­ tado es usar el d e sto rnillador conveniente. Por ejem ­ p lo , con los tom illo s d e cabeza ranurada (que m u­ c h as veces son ca u sa d e m olestias), se em pleará el desto rnillador de m ayor m edida que se adapte a la ranura. Si la h oja e s dem asiado estrecha, o d em asia­ d o ag uda, el d e sto rnillador puede resbalar por la ra nura y red o n d e ar los b ordes de é sta, haciendo aún m ás difícil desatornillar. Puede que, a veces, para e x tra er un tom illo , sea necesario am olar la h oja del d e sto rnillador a la m edida exacta. C uando la ranura del tom illo se d añ a , a m enudo p uede conform arse d e nuevo lo suficiente para p er­ m itir la e x tracción d el tom illo. Para e sta operación se em pleará la lim a d el núm ero conveniente. Una vez extraído el to m illo , se desechará y jam ás v olve­ rá a em plearse un to m illo o perno que h aya quedado m uy estropeado. Siguen tres co nsejos p ara la extracción d e tom i­ llos excesivam ente apretados. Se elegirán, en cada c aso , los necesarios.

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Fundam entos de la rep a ra ció n de c irc u ito s e lé ctricos y electrodom ésticos 1. A pliqúese a ceite penetran te o disolvente d e óxi­ d o al to m illo o p e rn o e n cuestión y aguárdese a qu e se a b ra c a m in o ; luego, a flo jar e l tom illo. 2 . A ntes de in ten tar aflo ja r un to m illo , trátese de apretarlo. 3 . C uand o n o b a y a riesg o de perju d icar o tras pie­ z a s , se descarg ará un g o lp e seco d e plano sobre la cab eza d e l to m illo . Si ésta es ranurada, se m anten d rá e n la ra n u ra un d estornillador de esp i­ g a m aciza y lu eg o se g olp eará éste con un m arti­ llo de p lástico. S i el to m illo e s de cab eza cónica ranurada y é sta se p arte en d o s, o si la ranura queda dañ ad a, m u ch as veces podrá extraerse el tom illo m ed ian te u n a llave p ara tubos pequeña. L os tom illos de c a b e z a hexagonal y cuadrada rara vez presen tan dificu ltad es, pues h abitual­ m ente sobre e llo s se apalanca fácilm ente con un a llave de c a ja o d e c u b o sin estropearles la cabeza. C uando la c a b eza d e un tom illo se haya partido com pletam en te, o c u a n d o se haya d eteriorado tanto q u e n o sea p o sib le ex tra e rlo n o rm alm ente, lo m ejor e s taladrar un o rific io g u ia e n el to m illo e intentar sac arlo con u n e x tra c to r de to m illos. E sta herra­ m ie n ta , que re c u erd a a u n m acho d e ro scar a iz­ q u ierd as, aunque c o n u n p aso g rande, co m o u n h u­ sillo d e tran sm isió n , se aprieta e n sentido antihora­ rio d entro d el o rific io g u ía , p reviam ente practicado e n e l cuerpo d e l to m illo partid o , p ara facilitar su extracción . P ara e llo se taladra un orificio en la p a rte superior del to m illo o p erno, y e n él se atorni­ lla e l extractor. E n to n ces, al h acer girar é ste, la rosca a izquierdas del m ism o le obliga a introducirse por e l agujero, y a sí, a la vez, obliga a girar al tom illo, q u e sale de su alojam ien to . S i no hay e sp acio bastan te para e m p lear un e x ­ trac to r, o si n o se d isp o n e d e uno. se buscará un ta la d ro de d iám etro ligeram ente inferior al del lom i­ llo . Entonces, con cu id a d o , se punzona e l extrem o su p e rio r d el to m illo ro to y se taladra a lo largo de é ste . Si esta o p eració n se conduce correcta y cuida­ d o sam ente, to d o el to m illo d efectuoso, salvo la p ar­ te ro scada, se rá e lim in a d a p o r corte y e n e l orificio q u edarán sólo los filetes casi intactos. Si el taladro p e rju d ica al orificio , éste puede roscarse d e nuevo. G eneralm en te, un p e rn o con tuerca q ue haya que­ d a d o en un o rific io no roscado pod rá extraerse e lim inand o la c a b eza del perno co n un escoplo o una

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m u ela , e im pulsando el fuste del perno co n u n p un­ z ó n d e e xtrem o p lano. L as roturas d e las carcasas de plástico d e los e le c ­ trodom ésticos pueden repasarse a m enudo con p e ­ g a m ento de resina epoxídica. Esta sustancia se apli­ c a c o m o se indica en su envase. Cuando una carcasa de p lá stico sufra una rotura importante y no sea factible reponerla, se cortará una tira de tela de fibra d e v idrio fina y se extenderá pegam ento a lo largo de la g rie ta y e n un ancho de unos d os o tres c en tím e ­ tros. L uego, se disp o n e la tela sobre la grieta y se Tomillos de cabeza cónica ranurada c o m prim e fuertem ente. A continuación se aplica m ás p egam ento co n una brocha y se alisa bien; déje ­ se sec ar d e un d ía p ara o tro , antes d e com probar la resistencia d e l resultado. C uando vuelva a arm arse un electrodom éstico con carcasa de p lástico, se pondrá cuidado en no ap retar excesivam ente los tom illos. C om o en las carca sa s de p lástico suelen em plearse tom illos autorroscantes, q ue tallan sus propios pasos de ro sca , es p o sib le pasarlos d e rosca si se ejerce dem asiada fuerza y , en tonces, sera d ifícil c onseguir q u e vuel­ van a inm ovilizarse. C uando esto o curra, en la m a­ y o ría d e los casos lo m ejor e s em plear un to m illo de m ay o r m edida o rellenar el orificio c on pegam ento plástico e in iciar ligeram ente el roscado; luego se d e ja sec ar una noche y ya s e aprieta el tom illo. C a si siem pre, el proceso de arm ado se realiza al co n trario q u e el de desarm ado. Ahora bien, al vol­ v e r a arm ar un electrodom éstico, es im portante com p ro b a r la firm eza de todas las c onexiones eléc­ tricas y , adem ás, q u e no h ay conductores ni cordo­ n es pellizcados. E s frecuente que la carcasa n o pu e­ d a vo lv e r a c olocarse e n su p osición a m enos q ue el c a b lea d o se introduzca en sus acanaladuras. Al igual que en el desarm ado, rara vez e s necesario h a ce r fuerza. Para que un trabajo de reparación sea de buena c alid ad , d ebe p robarse el a parato antes d e de v o lv e r­ lo al c liente. La reparación debe efectuarse c om o si se tratara d e un e lectrodom éstico propio. L as p rue­ ba ha d e llevarse a ca b o siguiendo la -p ru eb a final» recom endada por el fabricante. T an to el librito del usuario com o el m anual técni­ co suelen incluir instrucciones de entretenim iento preventivo y d e en grase. T ales instrucciones han de seguirlas cuidadosaentc el usuario, o bien el e sp e­ cialista. C ualquiera q u e sea el caso, d ebe recordarse que un engrase c o rrec to , (la operación sencilla m ás

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F u nd am e nto s de la reparación de circu ito s e léctricos y electrodom ésticos im p o rtan te de en treten im ien to p reventivo) no se li­ m ita a d e ja r ca e r do s o tres g otas de a ceite. Veamos tres recom en d acio n es im portantes a tener presentes c u a n d o se engrase cualquier electrodom éstico. 1. N o a p lic a r lub rica n te e n exceso. C uando u n fa­ b rican te p roporcione instrucciones acerca de la c a n tid ad y frecuencia del engrase, se seguirán su s instrucciones al pie d e la letra; él, m ejor que n a d ie , conoce su producto. E s erróneo pensar q u e si u n p o co d e lubricante está b ien, u na buena c a n tid a d será m agnífico; eso puede ser un buen p ro ced im ien to p a ra en su ciar un electrodom ésti­ c o . C u an d o no se disp o n g a de instrucciones, se se g u irá la in form ación g eneral que se ofrece en e ste texto. 2 . U sa r e l lubricante correcto. Los fabricantes se esm eran sobrem an era p ara con seguir lubrican­ tes idealm ente adecuados a su m isión concreta. E s siem p re b eneficioso em p lear el adecuado. 3 . L im p ia r lo q u e vaya a en grasarse. Esto no es sie m p re p osible, pero es siem pre deseable.

70. P ara el m ontaje de la m ayoría de los electrodo­ m é sticos, ¿qué tipo d e tom illos se utiliza? 71. A dem ás de to m illos y rem aches, ¿ qué procedi­ m ientos se siguen para unir las piezas de un electrodom éstico? 7 2 . ¿ D eb e em plearse un m artillo d e acero para, ab rir un electrodom éstico? 73. ¿P ueden extraerse los tom illos rotos? Si es así, ¿c ó m o ? 74. ¿P ued e n repararse las g rietas en una carcasa de plástico? Si e s a sí, ¿cóm o? 73.

S i al volver a m ontar una carcasa, uno de los orificio s se pasa de rosca, ¿c ó m o puede repa­ rarse?

76.

¿C u á le s son los tres puntos im portantes a recor­ dar cuando se engrase un electrodom éstico?

1-14 ADQUISICIÓN Y PEDIDO DE PIEZA S

A ntes d e qu e pasem os a estudiar la reparación de pequeños electrodom ésticos, probablem ente sea cu e stió n d e responder a una p regunta q ue preocupa a num e ro so s principiantes: ¿dónde pueden adquirir­ se las piezas? R espuesta: en la agencia autorizada d e l fabricante m ás cercana. En otras palabras, por prin cip io e n todos los electrodom ésticos que se re­ paren han de utilizarse exclusivam ente piezas au­ té n ticas; y esto e s válido, asim ism o, para los elec­ tro d o m éstico s p esados. E n algunas localidades, pueden conseguirse al p or m ayor determ inados artículos, tales com o resis­ te n cias y c ondensadores, d e especificación sim ilar a lo s o rig in ale s, por algunos centavos m enos. Q uizá algunos d e ellos p uedan adaptarse a ciertas m arcas, p e ro e sa p rá ctica suele c o nducir a la c hapucería y a u n o s c o sto s de m ano de obra adicionales e innecesa­ rio s. N o e s recom endable que e l señuelo de las listas d e p re cio s de saldo nos aparte d e la política d e «pie­ Autoexamen zas au té n ticas nada m ás». Se tendrá presente, ade­ m ás, q u e no hay pequeño inducido que valga la C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n d o a las p regun­ pen a reb o b in ar si en e l m ercado hay uno nuevo; ta s siguien tes. c u alq u ie ra que sea e l ahorro a parente. La quem adu­ 69. E n un electrodom éstico, ¿dónde hay que bus­ ra d e inducidos en los m otores d e los electrodom és­ c a r to m illo s d e m ontaje que no estén a la vista? tico s e s m uy p oco frecuente; p ero c uando sea nece­

T a l c o m o se ha d ich o repetidam ente, la responsa­ b ilid a d c o n un c lien te no acab a con u na reparación d e b u e n a c alid ad . E sta responsabilidad incluye la in stru c c ió n del clien te, en el sen tid o d e informarle ac erca de la u tilización correcta y cuidado de su e lectro d o m éstico , siem pre que se encuentren prue­ bas d e m altrato; a unque esto debe h acerse con tacto. H a y q u e instruir a lo s c lien tes d e l m odo en que p u ed e ev itarse la repetición de averias, sin aprove­ ch arse de su ignorancia acerca de los aparatos mecá­ n ic o s, hacién d o les c re e r que su falta d e cuidado p u ed e s e r un d escu id o natu ral, o co nsecuencia de un m a len ten d id o d e las in strucciones de utilización, c o m o p o d ría pasarle a cualquiera. Se recordará siem p re q u e la b u en a instrucción de la clientela sim ­ p lific a rá m uchísim o el trabajo.

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F undam e ntos de la reparación de circ u ito s e lé c tric o s y electrodom ésticos sario c am b ia r u n o , se instalara un repuesto nuevo, co n la segu rid ad c om pleta de que e s totalm ente nue­ vo y qu e está perfectam ente equilibrado. L a m ejor in v ersió n q ue p uede efectuarse, en interés de un clie n te y d el p ro p io futuro, es. p o r tanto, la sustitu­ c ió n de piezas inutilizadas por piezas nuevas y au­ té n tica s. U na razón p o r la que conseguir recam bios para electro d o m éstico s c o nstituye una d ificultad e s qu e, a difere n c ia d e o tro s aparatos c o m o radios y televi­ so re s, la m ay o ría d e las piezas y com ponentes de un elec tro d o m é stic o se adaptan únicam ente a unas po­ cas m arcas y , a v eces, sólo a una. Sin em bargo, la situ ació n n o e s totalm ente im posible. E n la m ay o ría de las grandes ciu d ad es, se tendrán s ie m p re al alcan ce v arias casas sum inistradoras de rec am b io s p ara electrodom ésticos. En las ciudades d e tam año m ediano los fabricantes m ás im portan­ te s , o sum inistradores independientes, suelen m an­ te n e r sucu rsales en las q ue pueden com prarse piezas s in n ecesid ad de desplazarse. En las ciudades p e ­ q u e ñ a s, em p ero , n o suelen e x istir fuentes d e s u m i­ n istro locales, p o r lo q ue p o siblem ente haya q ue c o n fia r en lo s p edidos p o r correo. P ocas localidades se encu e n tra n a m ás d e cien o ciento cincuenta k iló ­ m e tro s d e alg ú n distribuidor de recam bios y , de h e ch o , de n tro de esos m árgenes d e distancia habi­ tu a lm en te pod rá eleg irse entre cu a tro o cinco. A sí p u e s , el pro b lem a se reduce a una cuestión de d ispo­ n ib ilid ad y transporte. A causa del estado de las ca rreteras y d e los planes de reparto puede q u e , a vec es, la ciu d ad g eográficam ente m ás cercana sea la m ás lejana en función del tiem po requerido para la s e ntreg as. L a experien cia en señará cuál e s el m e­ j o r m edio de transporte en cad a localidad. E n genera], e x isten d os fuentes de recam bios L a p rim e ra e s el d istribuidor regional d el fabricante d e l e lectro d o m éstico de que se trate. N orm alm ente, e s e distrib u id o r se en contrará en la ciu d ad m ás gran­ d e d e la reg ió n , p e ro , si la dem an d a lo ju stifica, p u e d e ten er sucu rsales en o tras ciudades. La segun­ d a fuente son lo s m ayoristas independientes, q u ie ­ nes com ercian con piezas de todos los electrodo­ m éstico s m á s im portantes y cuy as oficinas suelen enc o n tra rse tam bién en la ciu d ad m ás grande, o situ ad a m ás e n el cen tro d e cada región. G eneralm en te los m ayoristas independientes con stitu y e n un as fuentes d e recam bios m ás rápidas

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y fiables qu e los d istribuidores oficiales de las m ar­ c a s correspondientes, posiblem ente porque el exce­ siv o papeleo necesario e n el distribuidor retrase las en treg a s. O tra dificultad e s la confusión con los n ú m ero s d e referencia; m uchas veces los fabrican­ tes rechazan un pedido d e una pieza afirm ando -que no ex iste tal re fere n cia-, aún cuando el núm ero se en c u en tre estam pado en la m ism a pieza. E sta d ifi­ cu lta d puede resolverse c o n ayuda d e catálogos e x ­ hau stiv o s editados p o r num erosos m ayoristas de za s, e n los que n o sólo se reseñan las piezas de todos los electrodom ésticos, sin o tam bién las interreferencias entre m odelos y fabricantes. E n o c asiones un fabricante puede com ercializar e l m ism o electrodom éstico b ajo dos nom bres c o ­ m e rciales y, p o r otra p a rte , esos d os aparatos igua­ les pueden llevar núm eros d e referencia diferentes. C o m o consecuencia, los p edidos d e piezas a un dis­ trib u id o r p uede que m uchas veces sean rechazados co n la sugerencia de que e l pedido se curse a otro d istribuidor; para com plicar las cosas, a veces éste últim o nos rem itirá al d istrib u id o r al q ue nos dirigi­ m o s o riginalm ente. C u a n d o una p ieza resulte inencontrable e n todos lo s sum inistradores de la zona, habrá que pedirla d irectam ente a fábrica y co n ta r con un retraso de Distribuidores se m an as, y q uizá de m eses, e n la entrega. En el caso de reparaciones urgentes, e n que el costo se a de m e n o r im portancia, habitualm ente se conseguirá un a e n tre g a m ás rápida solicitando por teléfono un e n v ío p o r correo aéreo, al je fe d e asistencia técnica d e la fáb rica, que realizar e l pedido por carta. E l n úm ero d e piezas a alm acenar lo determ ina el v olum en d e nuestro n egocio y la proxim idad d e los sum inistradores. D esde luego, deben tenerse e n a l­ m acén el m ayor núm ero posible, al objeto d e no p e rd e r tiem p o buscándolas por ahí; pero dentro de u n o s lím ites. U n a ú ltim a observación e n to m o a la adquisición d e p iezas. M uchas v eces los clientes se impacientan p o r la reparación de su electrodom éstico. P o r algu­ n a raz ó n no les im porta esp era r u n período razona­ b le , e n tanto la entrega se a en el m om ento p rom eti­ d o ; p e ro si han de esperar un día m ás, el reparador se verá e n dificultades. La clientela de las ciudades m á s pequeñas no parece ser tan exigente com o en la s c iudades m ayores; e stá acostum brada a esperar, y p o r regla general, e s m uy paciente. Al c liente del

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F u nd am e nto s de la reparación da circu ito s eléctricos y electrodom ésticos • n o -p u e d o -e s p e ra r-. q u e quiere la reparación inm e­ d ia ta m e n te , hay q ue decirle que estam os encanta­ d o s d e c o m p lacerle, p ero q ue h abrá u na carga extra en c o n c e p to de co n ferencias in terurbanas, gastos de tra n sp o rte , etc. C uando se les d ig a a cuánto puede su b ir e l c a rg o , puede q ue cam bie d e o pinión y nos c o n c e d a to d o el tiem p o necesario. P o r e n c im a de to d o , al cliente se le m antendrá in fo rm a d o si hay retrasos ad icionales e n su encargo. E llo le h a rá c o n fiar e n q ue se presta atención a su e n c a rg o y q u e n o se h a olvid ad o e l retraso del m is­ m o.

Autoexamen

T I . ¿D ónde es posible conseguir piezas para pe­ q u e ñ o s electrodom ésticos?

7 8 . ¿Q u ién e s generalm ente el m ás rápido y fiable sum inistrador d e piezas?

7 9. ¿D ó n d e habría que ped ir una pieza que haya sid o im posible co n seguir d e los dos sum inistra­ dores anteriores?

8 0 . E n el caso d e un cliente q u e «no puede espe­ ra r» . ¿ deben cargársele e n factura las llamadas telefónicas para pe d ir las piezas?

C o m p r o b a r lo apren d id o contesta n d o a las p regun­ ta s sig u ie n te s.

R esu m en

1. L o s p eq u eñ o s electro d o m éstico s son aparatos d e stin a d o s a m ejo rar la calidad d e la com ida d e las p e rso n a s y al cu id ad o d e su ro p a y hogar. 2 . L o s esp ecialistas en reparación de electrodo­ m é stic o s d eb en s e r capaces d e a v erig uar por qu é un ele c tro d o m é stic o no funciona c orrectam ente. 3 . E n la década de lo s no v en ta la dem anda de e sp e c ia lista s e n electrodom ésticos crecerá con la m ism a rap id ez q ue en o tras profesiones. 4 . L a e lectricid ad e s una form a d e energía q ue se m a n ifie sta co m o corriente de electrones. 5 . L o s p eq u eñ o s electro d o m éstico s funcionan a b ase d e p ila s o de la red eléctrica d om éstica. Las p ila s d a n corriente contin u a y la red d a corriente a lte rn a . 6 . E n lo s electrodom ésticos,la en erg ía eléctrica se tra n sfo rm a e n energ ía térm ica o e n e rg ía m ecánica. 7 . L o s seis com ponentes fundam entales de todo c irc u ito e léctrico so n la fuente de en ergía, los con­ d u c to re s . lo s aislantes, la c a rg a, e l dispositivo de m a n d o y la p rotección. 8 . L a le y d e O hm estab lece q u e la intensidad (/) d e c o rrie n te q u e atraviesa un circuito varia directa­ m e n te c o n la tensión (V) cu an d o la resistencia (R) p e rm a n e c e constante; o se a . / = V /R.

9. L a p otencia (/*) e s igual a la intensidad (/) m ul­ tip lica d a p o r la tensión ( V); o se a, P = IV . La poten­ c ia se e xpresa e n watt. 10. P ara hallar la en erg ía , se determ ina el tiempo que ha funcionado e l electrodom éstico. La energía (W ) e s igual a la potencia (P ) m ultiplicada por el tiem p o (/); o sea , W = Pt. 11. E l costo de la en erg ía e s igual a la tarifa (expre­ sa d a en kilow att-hora) m ultiplicada por la energía. 12. L a soldadura e s u n a habilidad m anual que ha de d esarrollarse m ediante la práctica. 13. L o s d o s tipos d e fundente p a ra soldadura son el á c id o y el d e colofonia. É ste últim o se em plea en electricidad. 14. P ara q ue la soldadura sea efectiva, la lim pieza e s un requisito previo. 15. L a s conexiones sin soldadura se em plean cuan­ d o los conductores no sufren e sfuerzos m ecánicos. 16. L os cordones d e alim entación son las piezas p e o r tratadas d e los electrodom ésticos asi com o uno d e los focos d e averias m ás im portantes. 17. L a m edida de un c onductor e stá definida por su n ú m ero A W G . C uanto m enor s ea éste, m ayor es el d iá m e tro d el conductor. 18. El tip o d e c ordón d e a lim entación se identifica m e diante u n código alfabético. 19. C u an d o se em plee un c ordón de alim entación su p leto rio , se tendrán en cuenta la distancia y la

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Fundam en to s de la reparación de c irc u ito s eléctricos y electrodom ésticos intensidad de c o m e n te para seleccionar el tam año correcto. 2 0 . En los electrodom ésticos g en eradores d e calo r se em plean en c h u fe s especiales en e l e x trem o de los co rd o n es d e alim en tació n conectados al artefacto. 2 1 . L os en c h u fe s especiales p ara electro d o m ésti­ c o s requieren un cu id ad o p articular d e l aislam iento de am ianto d e l conductor. 2 2 . E s n ecesario en g ra sa r los electrodom ésticos en

determ inados m om entos, para lo q ue d ebe seguirse las reglas c orrespondientes. 2 3. La adquisición de piezas es un problem a de todos los e sp ecialistas, que debe resolverse siguien­ d o procedim ientos establecidos. 24. El m edio de vida de todo especialista e s su c lie n te la, a q uien debe tratar con respeto y c onside­ ración.

C u e s tio n a rio d e re p a s o L o s p re g u n ta s siguientes p e rm ite n com probar lo aprendido en este capítulo. D e te rm in a r s i cada u n a d e la s a firm aciones siguientes e s verdadera o fa lsa . E s c r ib ir las respuestas e n u n p a p e l aparte. 1. U n especialista en reparació n de electrodom ésticos e s u na persona que instala e lectro d o m éstico s. 2 . L a electricid ad e s u n a m anifestación de la energía. 3 . L a e n erg ía calorífica y la m ecánica son dos form as de energía que aparecen en lo s p eq ueños electro d o m éstico s. 4 . L a c a rg a e s una co m p o n en te tan esencial en un circuito com o el generador. 5 . A ú n cuando un c irc u ito n o e sté c e n a d o p or él pasará corriente. 6 . L o s circuitos e lé ctrico s se representan m ediante esquem as gráficos. 7 . H ay d o s tipos d e c ircu ito s eléctricos: en serie y e n paralelo. 8 . L a intensidad de una co rrien te eléctrica se m ide e n volt. 9 . L a tensión eléctrica se m ide en volt. 10. L a ley de O hm a firm a q ue la intensidad d e la corriente que atraviesa un cir­ cu ito e s d irectam ente proporcio n al a la tensión cuando la resistencia p erm a­ nece constante. 11. P o r u n a to stadora d e 2 0 o h m d e resistencia conectada a un circuito de 125 volt p a sa rá una corriente de I2S am pere. 12. L a cantidad de p o ten cia e lé ctrica que consum e un electrodom éstico se mide e n w att. 13. L a p o ten cia, e n w a tt, e s ig u al al producto d e la intensidad, en ampere. por la te n sió n , en volt. 14. P ara calcu lar la e n e rg ía h ay q ue tener e n cuenta el tiem po. 15. El c o sto de una e n e rg ía d e 150 kilow att-hora, cuando la tarifa es de 6 centavos p o r k ilo w att-h o ra, e s de 9 0 0 centavos. 16. P ara efectu ar la pru eb a de continuidad de un circuito se em plea un óhm m etro.

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Funda m en to s de la reparación de c ircu ito s e léctricos y electrodom ésticos 17. Para c o m p ro b ar un c ircuito con un óhm m etro hay q ue conectarlo a un genera­ d o r elé c tric o activo. 18. L o s voltím etros se em plean en circuitos eléctricos activos. 19. U n am perím etro sirve pa ra m edir intensidades de corriente y tensiones eléc­ tricas. 2 0 . En las p ru eb as d e alta tensión para d etectar fugas d e tensión se em plean ten­ siones de unos 1500 volt. 2 1 . L as u n io n es soldadas aum entan la resistencia m ecánica y la conductividad de lo s circu ito s. 22. El fu ndente de so ld ar sirve para evitar la oxidación. 2 3. En e lectricid ad se em plea suelda con núcleo ácido. 2 4. En alg u n o s p equeños electrodom ésticos se em plean conexiones sin solda­ dura. 2 5. Para re stab lecer e l aislam iento de los conductores se em plea cinta plástica. 2 6. L os condu cto res del (núm ero) 10 tienen m enor d iám etro que los del (núm e­ ro ) 12. 2 7. L os c o rd o n es de alim entación se clasifican de acuerdo con el código de las C o m p añ ías d e S eguros. 2 8. P ara e v ita r q ue los conductores p uedan arrancarse d e los tom illos de los b or­ n es e n lo s e n chufes d e acoplam iento se em plean anclajes. 29. El p roced im ien to m ás rápido p ara procurarse repuestos e s recurrir a los m ayo­ ristas. 30. P ara e x tra e r un rem ache puede e m plearse un extractor d e tom illos.

R esp u estas a los a utoexam enes da a s ta capitulo 1. Tostadores, planchas, frei­ doras. m áquinas de coser, taladros eléctricos, sierras eléctricas, m áquinas de afeitar, secadores de cabe­ llo. parrillas, planchas de cocina, etc. 2. No. Localiza averias, res­ ponde a las preguntas de los clientes y los aconseja acer­ ca del em pleo de su s elec­ trodom ésticos. 3. Aumenta. 4. En alm acenes de electrodo­ m ésticos independientes y en centros Oe asistencia téc­ nica d e los fabricantes. 5. Una forma de energía.

0.

Mediante

com entes

de

7. Alterna y continua. 8. La red dom éstica (ca) y ba­ terías d e pilas (cc).

Interruptor unipolar abierto

9. No.

10. 100 veces por segundo. 11. Térm ica y mecánica. 12. Fuente de energía, conduc­ tores, aislantes, carga, dis­ positivos de m ando y pro­ tección. 13. La fuente de energía, los conductores, los aislantes y la carga. 14. No. se em plean símbolos. 15. Es una representación grá­ fica d e un circuito mediante

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1 (—


F undam e ntos de la re pa ració n de c irc u ito s e lé c trico s y electrodom ésticos 17. En serie y en paralelo. 18. Los circuitos en serie son asiento de la misma corrien­ te; los circuitos en paralelo presentan m ás de un cam i­ no a la corriente, a cad a uno d e los cuales está aplicada la misma tensión. 19. El ampare. 20. Resistencia. Obm. 21. La tensión. 22. El volt. 23. En Europa y otros países 125 y 220 V de ca; en Norte­ am érica, C anadá y algunos o tro s países, 115 y 120 volt d e ca 24. La red dom éstica (ca) y las baterías (cc). 25. 11.5 ohm. 26. 9 volt. 27. 0,92 ampare. 28. 900 watt. 29. 10 ampere 30. 14.4 centavos. 31. 15 centavos. 32. Un óhmmetro. Un voltíme­ tro. Un amperímetro. Un wattímetro. 33. S e desenchufa el electrodo­ méstico. S e p one a cero el óhmmetro. Las so n d as de éste se ponen en contacto co n las patillas del enchufe del cordón d e alimentación. El interruptor de p uesta en m archa del electrodom ésti­ co se pone en posición de «m archa- (-ON-). Se lee en el instrum ento de m edida 34. En paralelo. 35. En serie. SI. 36. Un óhmmetro. u na lámpara alim entada por batería, y un a lámpara de neón en un

37. 38. 39. 40.

41.

42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49 50.

51.

52. 53.

54. 55. 56. 57.

circuito doméstico. No, porque la corriente do­ m éstica e s alterna. De 1000 a 1500 volt Hallar fallos d e aislamiento. Uno a una patilla del enchu­ fe del cordón de alimenta­ ción; el otro a una superficie m etálica del electrodom és­ tico. Este no d eb e estar co­ nectado a la red durante la prueba. De d os o tre s segundos a 1 m inuto (debe consultarse el manual). No todos los electrodom ésticos deben som eterse a e sta prueba. La suelda y los elem entos a soldar. 40-60. 50-50 y 6ÍM0 Estaño. Plomo. Limpiar los m etales a sol­ dar. Recubrirlo d e suelda. No. Con núcleo de colofonia. Con suelda. En el sentido d e las agujas del reloj (para que el con­ d uctor se enrolle en torno al tornillo cu an do se apriete éste). Cuando los conductores no h an de sopo rtar esfuerzos m ecánicos. E m palm adores de engarce y tuercas d e empalme. O rejetas de manguito cóni­ c o partido y orejetas d e e n ­ garce. La plástica. No. le hacen falta varias. Un cordón d e alimentación deteriorado. No.

58. 59. 60. 61. 62.

63.

64. 65. 66. 67. 68. 69.

70. 71. 72. 73. 74. 75.

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Sí. No. Del 12. No. Los conductores negro y b lanco a las patillas planas; el verde a la redonda. A bornes de tomillo, a oreje­ ta s soldadas o a pernos con tuerca. Anclajes. Se em plea el nudo de los aseguradores. Ojales. Enchute para grandes in­ tensidades. No. Bajo las placas indicadoras y anagram as; también bajo algunos adornos. Los phillip. Fiadores y resortes. No. SI. Se taladra el tornillo y se le aplica un extractor. Si. Con pegam ento epoxídico o plástico. Con un tomillo de mayor m edida; o bien untando de cola el orificio y dejándolo secar alrededor del tornillo; apretar luego el tomillo. No aplicar lubricante en ex­ ceso. Usar el lubricante co­ rrecto. Limpiar lo que vaya a engrasarse. En los centros de asistencia autorizados por el fabrican­ te y en sum inistradores in­ dependientes Cualquier suministrador in­ dependiente. Directamente a la fábrica. Si.

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Capítulo 2

Motores eléctricos y mandos de velocidad

Lo* m otores q ue accionan a los p eq u eñ o s electrodom ésticos p ertenecen básicam ente a tres tipos: m oto­ re s de d ev an ad o cortoc¡rcuitado,m otores universales excitados en serie y motores de imán perm anente. E ste capitulo e s tá d edicado a ellos y a lo s fallos eléctricos en relación a escobillas. Inducidos y colectores, asi como a los fallos m ecánicos plan tead o s por los cojinetes. También s e exponen los procedimientos para localizarlas a v e ría s d e motor, de gran im portancia en los electrodom ésticos. La última parte s e oedica a los diversos s iste m a s em pleados p ara g obernar la velocidad de e sto s m otores eléctricos, como son el m ando de velocidad por inducción variable, el regulador y el mando por rectificador.

2-1 TIPO S DE M O TO RES ELÉCTRICOS

la cu al será m ejo r d edicar este capitulo a los fallos d e m otor com unes a todos los pequeños electrodo­

E n los p eq u eñ o s electrodom ésticos se em p lean m o­ to res eléctrico s d e to d o tip o , desde los d im in u to s de relo je s eléctrico s y afeitad o ras hasta lo s m ás ro b u s­ tos y potentes q ue accionan aspiradoras y herra­ m ientas portátiles. E stos m otores p u ed en p ertene­ c e r a tres tipos fu n dam entales: m otores de inducción d e devan ad o c o rto cicu itad o , m otores universales c o n d evan ad o e n serie (o excitado e n serie) y m o to ­ re s de im án perm an en te. Este últim o se encuentra e n la m ay o ría d e los pequeños electrodom ésticos alim entad o s p o r batería Existen v ariantes de los tipos fu ndam entales, in­ clu yendo alg u n a en la q ue se com binan las caracte­ rísticas del m o to r d e inducción de dev an ad o cortocircu itad o c on las del m o to r universal. A hora bien, todos los m oto res q ue se utilizan en los pequeños electrodom éstico s funcionan casi de la m ism a m a­ nera y sufren a v e n a s m u y p arecidas: razón ésta por

m é sticos, dejan d o las c aracterísticas propias d e ca­ d a m otor p a ra ser tratadas, cuando s ea n ecesario, a la v ez que las características del electrodom éstico co rrespondiente. Sin em bargo, antes de que estu­ diem os los procedim ientos prácticos de asistencia M otores de té cnica e stá indicado que p asem os revista a los prin­ devanado cipios de funcionam iento m ás im portantes de los cortocircuitado Motores m otores. Los m o tores funcionan todos aprovechando el universales p rin cip io fundam ental del m agnetism o, según el Magnetismo cual los p o lo s m agnéticos del m ism o signo se re p e­ Excitación en serie len y los de d istinto signo se atraen (fig. 2-1). Los M otores de imán m otores de los pequeños electrodom ésticos suelen perm anente p ara e sta r d o tad o s de dos electroim anes: uno d e ellos es co m e n te c ontinua fijo y absolutam ente inm óvil, m ientras que el otro E lectrodom ésticos puede g ira r librem ente d entro del c am po m agnético autónom os del anterio r. E l electroim án inm óvil se llam a esta­ Electroimán to r, o in d u cto r, y el electroim án m óvil se llama Estator ro to r, o in ducido. Electroim án e s todo im án q ue se Inducido 33

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M otores e lé ctrico s y m andos de velocided 2. ¿Q ué tip o d e m otor se utiliza en los electrodo­ m ésticos sin cable? 3. ¿E n q u é p rin cip io del m agnetism o se basan los m otores e léc tricos? 4. ¿C ó m o s e llam a el electroim án fijo de un m otor eléctrico? 3.

¿C ó m o se lla m a el electroim án giratorio de un m otor eléctric o ?

6 . ¿C am b ia de polaridad el electroim án del indu­ cido? 7. ¿S e alinean e n algún caso las p olaridades de es­ tator y rotor?

2-2 M O TO R ES DE DEVANADO CO RTO CIRCUITAD O toe de corriente continua.

El m o to r d e dev an ad o c ortocircuitado, utilizado en algunos peq u eñ o s electrodom ésticos, tales com o relojes elé c tric o s, ventiladores pequeños, algunas a feitadoras, se cadores d e cabello y giradiscos, es m uy sen c illo y co n sta únicam ente de dos piezas principales: un a b o b in a, o devanado, de cam po (es­ ta to r o in ductor) y u n rotor, o inducido (devanado de inducido) pro v isto de cojinetes. El devanado de cam po co n siste e n u n a rrollam iento de h ilo conduc­ to r fino, d e v arias c apas, alrededor de una ar­ m adura d e c h ap as de hierro. D entro de esta ar­ m adura e stá su spendido el rotor, de m odo que se en cuentra e n e l interior del cam po m agnético creado p o r los p o lo s d e la arm adura (fig. 2-2). C uando el m otor se c o n ec ta a una red de corriente alterna de 5 0 hertz, el d ev a n ad o de cam po producirá un cam po m agnético a ltern o . O sea, c om o una corriente alter­ na de 3 0 hertz ca m b ia de sentido 100 veces por segundo, e l c am p o m agnético del devanado de cam ­ p o cam b ia rá d e polaridad al m ism o ritm o. Este ca m p o m a g n étic o propina al rotor un «empujoncito* cada 1/100 segundos. Por d esgracia, esa varia­ ción o c u rre co n dem asiada rapidez p ara que el e s­ fuerzo girato rio a ctuante sobre el rotor sea suficien­ Auto«xamen tem ente in te n so . El o b je to de poner en cortocircuito u no d e los p o lo s e s c re ar otro cam po m agnético, no C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n d o a la s p re g u n ­ sin c ronizado c o n el principal, q u e proporcione el ta s siguientes. esfu e rzo adic io n a l necesario para a rrancare! m otor 1. ¿C u á le s so n lo s tres tipos de m otor q ue pueden U na vez q u e e l m otor se ha puesto en m archa, el en co n trarse en los pequeños e lectrodom ésticos? rotor p rosigue giran d o gracias a los débiles impul-

fo rm a a consecu en cia del paso de una co m en te eléctrica. E l m ovim ien to en e l m o to r tiene lu g ar siem pre B obinas d a cam po q u e lo s cam pos m agnéticos de ro to r y estator se (estator) en c u e n tra n d esalineados. Entonces, e l rotor reacRotor (inducido) c io n a a este estad o de d esequilibrio m agnético gi­ ra n d o e n el sen tid o q u e tien d a a co locar sus polos c a d a u n o frente al o p u esto del estator. P ero, merced C onm utación d e a l m e can ism o d e inversión d e p olaridad d e q ue d is­ polaridad p o n e el m o to r, n o se perm ite q u e lo s p olos de rotor y e sta to r lleguen a alinearse nunca. E n la realidad, a c a u s a d e e sa inversión con tin u a de la polaridad, el ro to r e s tá siem pre «persiguiendo» a los p olos m ag­ n ético s del esta to r, generan d o así e l m ovim iento gira to rio y el p a r n ecesarios p a ra accionar un elec­ tro d o m éstico . P o r sup u esto , e n los distintos tipos de m o to r se siguen m étodos diferen tes p ara g en erar los p o lo s m ag n ético s y el m ecanism o de inversión, de m o d o q u e el funcio n am ien to d el m o tor sea suave y un ifo rm e.

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M otores e lé c tric o s y m andos de v e locid ad Boto»

10. ¿E n q u é consiste el devanado de cam po? 11. ¿C o n q u é frecuencia recibe el ro to r un im pulso m agnético? 12. ¿ D e qu é depende la velocidad de los m otores d e devanado cortocircuitado? 13. C ita r tres características de los m otores de dev an ad o cortocircuitado. 14. ¿ D e qu é m odo afecta la tensión a los m otores d e d e v anado c ortocircuitado?

2-3 M OTO RES UNIVERSALES EXCITADOS EN SERIE

F ig . 2-2

C om ponentes de u n motor de dcvtuudo cortocir-

so s que le p ro d u ce el cam p o principal y el m otor co n tin ú a fun cio n an d o . E n otras p alabras, la v eloci­ d a d d el m o to r e stá lig ad a directam ente, o sincro n i­ z a d a , con la frecu en cia d e la corriente, que e s, p o r su puesto, de 5 0 h ertz ( o ciclos p o r segundo). C o m o la velo cid ad d e los motores de d evanado co rtocircu itad o d ep en d e totalm ente de la frecuen­ c ia , la tensión d e alim entación no afecta a su funcio­ n a m iento, sa lv o q u e d ecrezca hasta el pu n to de no p ro p orcio n ar el im p u lso suficiente p ara m antener el g iro d el rotor. E ste tip o d e m otor se encontrará allá do n d e sea im portante q u e la velocidad sea constante y requiera p o ca p o ten cia. Presenta las ventajas de su construcció n se n c illa , b a jo precio, carecer de con­ ta cto s elé ctrico s d e slizan tes, ser fiable y arran car p o r sí solo.

. ¿C uáles so n alg u n o s de los electrodom ésticos en los q ue se e m p le a el m otor de d evanado cor­ tocircuitado? . ¿C uáles so n las do s partes principales d e estos m otores?

PALMORE - 3

P ara c o n seg u ir el p ar d e arranque requerido, o se a. la c apac id a d d e ponerse en m archa a unque la carga sea con sid era b le , en la m ayoría de los pequeños electrodom ésticos se em plean m otores universales ex citad o s en serie. L a velocidad de este tipo de m o to r la determ ina la carga; de tal m odo q u e, cuanto m a y o r e s la c a rg a o cuanto m ayor es el trabajo que ha d e d esa rrollar el m otor, tanto m e n o re s la veloci­ dad d e éste. Es d ecir, los m otores universales po­ seen un p a r suficiente para trabajar b ajo c argas e levadas a v elocidades reducidas. En estos m otores, la v e locidad depende tam bién d e la tensión; cuando la v , , . ’ c arg a se m antiene constante, la velocidad se m antiene a sim ism o bastante constante, pero no tanto 1 co m o en los m otores de devanado c ortocircuitado.

P ar de arranque

sincronización ... Velocidad constante _ Frecuencia

Por otra p arte, su p otencia útil es considerablem ente sup erio r a la de los m otores de devanado cortocir­ cu ita d o . A sí p u e s, el m otor universal se em plea cua n d o m an ten e r una velocidad constante no sea tan im portante c o m o la potencia. Estos m otores funcio­ nan d e igual m odo con corriente c ontinua o alterna; d e ah í e l n om bre d e m otores universales. L os m o tores universales están constituidos de m a n era d istin ta a los m otores de devanado cortocir­ cuitado. S u rotor, o inducido, produce el cam po m a gnético m ediante espiras, cuyos extrem os se c o ­ nectan a los segm entos, o d elgas, del c o lector, que Colector es d el tipo d e anillo p artido. Las delgas del colector su ele n construirse de cobre o latón y se unen al eje de ro tación d e l inducido. Estas delgas se aíslan eléc­ tricam ente entre sí y del eje m etálico del inducido m ediante m ica o fibra dura. Las escobillas de car- Escobillas de bó n blando van m ontadas en soportes, o p ortaesco- carbón

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M otores e lé ctrico s y m andos de velocidad b illa s, fijo s y aislad o s, d e m odo que p uedan deslizar d e u n a d elga a o tra cuando g ira e l inducido. A sí la co rrie n te alim ento p o r ord en a las espiras del in­ d u c id o y e l c a m p o m agnético debido al devanado d e c a m p o gu ard a la relació n conveniente co n e l pro­ d u c id o p o r el d e v an ad o d e inducido, consiguiéndo­ se q u e e l m otor fu ncione eficazm ente.

Núcleos de chapa de hierro dulce

Auto«xam«n C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p re g u n ­ ta s sigu ien tes. 15. ¿ C u á l e s la v entaja d e l m otor u niversal e xcita­ d o e n serie? 16. ¿ Q u é d eterm in a la velocidad de este m otor? 17. ¿ Q u é m oto res m antienen m ás constante la ve­ locidad, los u n iversales o los de d evanado cortocircuitado? 18. ¿ A dónde se c o n ectan los term inales d el d ev a­ nado de in ducido e n los m otores universales e x citad o s e n se rie ? 19. ¿ Q u é m ateriales se utilizan en las delgas del c o lector? 2 0 . ¿ Q u é piezas e stá n en contacto c on el colector?

2-4 M OTO RES DE IMÁN PERM ANENTE PARA CO RR IEN TE CONTINUA

1. L os m otores u niversales pueden trabajar con c o ­ rriente alterna o continua, m ientras que los de im án perm anente só lo trabajan con continua, ha­ b itualm ente procedente de una batería. 2 . E n el d e c .c . se em plea un im án perm anente p ara g en erar el cam po m agnético del estator, m ientras q u e e n el otro, e l universal, se em plea un electroim án. 3 . E n el inducido de los m otores universales los arrollam ientos se efectúan sobre un núcleo de cha p as finas de hierro dulce. En los m otores de c o n tinua el núcleo puede ser de chapas finas o m acizo, aunque esto últim o sea lo m ás fre­ cuente. C o m o los m otores de corriente continu a funcio­ n an según los m ism os principios fundam entales que los universales, com parten c on éstos la m ayoría de las características de funcionam iento. Pero recuér­ d e se q ue la m ayoría d e los m otores de c ontinua que se em plean e n los pequeños electrodom ésticos fun­ cio n an m erced a u na fuente d e a lim entación consti­ tuida p o r u n a batería. M uchos electrodom ésticos autónom os disponen de un sistem a que perm ite re ­ c arg a r sus baterías con corriente alterna de la red. con v irtien d o ésta en corriente continua. Si algún aparato funciona conectado a un generador de c o ­ rrien te, pero no funciona estando desconectado, el fallo se d ebe g eneralm ente al hecho de que las bate­ ría s están d escargadas y que la co m e n te de carga procedente de la tom a de c a sum inistra al m otor la p o ten c ia necesaria. M ás adelante am pliarem os la inform ación referente a los pequeños electrodom és­ tico s y sus fuentes d e alim entación.

Autoexamen T a l c o m o d ijim o s al com ien zo de e ste capítulo, en la m ay o ría d e los electrodom ésticos alim entados p o r b atería se em p lean m otores d e im án p erm anen­ te p ara co rrien te co n tin u a. En esto s m otores, las esc o b illa s y e l c o le c to r actúan del m ism o m odo q ue e n los m otores u niversales. L a m isión d e estos p ie­ z a s e s , e n a m bos tip o s de m o to r, h acer que las p ola­ rid a d e s m agnéticas relativ as conm uten continua­ m en te, de m anera q u e el inducido persiga siem pre lo s p o lo s o puestos q ue le presento el estator. Las d ife re n c ia s p rin cip ales e n tre los do s m otores son las siguientes:

C o m probar lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s s iguientes. 2 1. ¿ S e p arece el co lector de un m otor universal al d e un m o to r d e im án perm anente? 22. ¿Q u é tipo d e c orriente eléctrica puede utilizar­ se e n un m otor universal? ¿Y en uno d e imán perm anente? 23. ¿Q ué d ife ren c ia hay entre los inductores d e un m otor universal y un m otor de imán perm a­ n ente?

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M oto re s e léctrico s y m a n do s de v e lo cid ad 2 4 . ¿P ued e s e r m acizo e l n úcleo del inducido de un m o to r d e corriente continua? 2 5 . ¿C uál e s la fuente d e alim entación en los m oto­ res d e corriente c o n tin u a d e los electrodom és­ ticos autónom os?

2-5

REPARACIÓN DE ESCOBILLAS

L a in form ació n que se o fre c e en esta sección en to r­ n o a la reparación y p ru e b a de e scobillas se refiere prin cip a lm e n te a los m oto res universales. Si bien es c ie n o q u e la m ayoría d e los m étodos de prueba y rep a rac ió n so n válidos p ara los tres tipos de m otor q u e s e em p ican en los p equeños electrodom ésticos, d a d a la gran b aratura de los m otores de devanado co rto circu ita d o y d e im án perm anente, suele ser m á s eco n ó m ic o reem p lazar éstos q ue repararlos. En re a lid a d , en determ in ad as reparaciones de m otores univ e rsale s, el valo r d e la m ano de o b ra y o tros c a rg o s ex ced e al c o sto de sustitu ir el m otor c o m ­ pleto. L a s escobillas de carb ó n d e los m otores u niversa­ le s, y de g ran parte d e o tro s m otores de c c , so n una c a u s a d e fallo s m u y im portante. N orm alm ente las e sc o b illa s so n d o s, constituidas p o r u n a pastilla de ca rb ó n qu e e s em p u jad a p o r u n resorte que las p re­ sio n a co n tra lo s segm entos (delgas) del inducido del m o to r (colector). C u an d o c ualquiera d e las es­ c o b illa s no e stá en co n tacto con las delgas d e cobre o lató n , el e lectro d o m éstico no tiene c o m e n te ; esto su e le ser co n secu en cia d e su desgaste; o sea, cuando la s escob illas se aco rtan e n ex ceso, el aparato se para . A unqu e se usan v arios tipos d iferentes d e sujeta­ d o re s p ara las e sco b illas, la m ayor parte poseen ta p o n e s roscad o s de p lá stic o , o d e un m aterial ais­ la n te, qu e contiene al reso rte d en tro d e la m ontura (fig . 2 -3 ). P ara cam b iar u na escobilla y /o com pro­ b a r su e sta d o se retira e l tapón Entonces, el resorte d e b e rá s altar un poco; si no e s a sí, e s q ue la escobi­ lla se h a d esgastado dem asiad o y h a d e cam biarse, o bie n q u e e l resorte y a n o tiene tensión, y hay que ca m b ia r resorte y e sco b illa. Es m uy corriente que a p are zc a retorcido e l c a b le d e conexión, o «rabo de c e rd o » , c o m o m uchas veces se llam a, q ue va desde la m ism a escobilla hasta un c asquillo m etálico so l­ d a d o al e x trem o del resorte. Esta pieza com prim e al

F¡*. 2-3

C onjunto de escobillas y porta escobillas de Upo

reso rte c im pide q ue éste presione la escobilla con­ tra e l colector. La c au sa del retorcim iento son las vu e lta s que se dan al tapón al enroscarlo en e l portae sc o b illas. Para rem ediar e sa situación, se retuerce la v arilla d el rabo de c e rd o (p ero no e l resorte) unas c in c o veces e n sentido antihorario; entonces, cuan­ d o vuelva a instalarse la e scobilla y e l tapón se gire e n se n tid o horario, la varilla se desretorcerá, recu­ p e ran d o su longitud co m pleta y correcta. En algunos m ontajes las escobillas se m antienen e n posición m ediante piezas de plástico planas, m ientras q u e en otros lo hacen m ediante bandas de la tó n elásticas sujetas p o r u n extrem o. E n este últi­ m o c a so , p ara ex traer la escobilla, se levanta el e x tre m o de la banda y se le g ira h a cia un lado y , así, y a p u ede tirarse d e la e scobilla m ediante el resorte. E stas escobillas, m ás pesadas, tienen en su m ayoría rabos d e cerdo internos, q u e son varillas delgadas in terio res al resorte. Estas contribuyen a d ejar pasar c o rrie n te e im piden q u e e l resorte se recaliente: ra­ zó n p o r la cual hay qu e exam inar ocularm ente la

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Motores eléctricos y m e ndos de velocidad

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Concavidad

d istan c ia y hace contacto c o n e l colector. Si no re­ c o n tin u id a d d e l rabo de cerdo. Si éste está roto, e l re so rte m ostrara d eterm inadas señales de reca­ su lta a sí, es que e l extrem o del portaescobilla ha le n ta m ie n to ; g eneralm ente un leve tinte rojizo y sid o presionado contra el co lector, o que se ha abier­ p é rd id a d e la m ay o r p aite de la tensión. La cau­ to p aso hasta é l. En estos c aso s, el colector con su sa d e e s to e s q u e , si el rab o d e c e rd o se rom pe, el g iro form a una rebaba en el forro interior de latón re so rte ten d rá q ue transportar la corriente y , conse­ del p ortaescobilla, e n la cual q ueda retenida la esco­ cu e n te m e n te . se recalentará p erdiendo d uctibilidad b illa. E sta rebaba puede elim inarse con una lim a fin a p lana, sin desm ontar e l portaescobilla. y te n sió n , y la esco b illa rebotara. Hay m ontajes, S iem pre q ue se desm onte el m otor de un electro­ e m p e ro , e n que los resortes se d estinan a transportar d o m éstico pequeño, se com probara la longitud de co rrie n te . las e sc o b illas, c om o se indica en la figura 2-4. Si, a L a su cied ad in filtrada en tre una escobilla y su c a u sa del desgaste, su longitud es inferior a unos p o rta e sc o b illa p u ede tam bién im pedir que aquélla seis m ilím etros, se sustituirán. C uando se reponga h a g a co n ta c to con las delg as del colector. E sta si­ un ju e g o d e escobillas, no s e e scatim aran esfuerzos tu a c ió n se adivina enseg u id a p orque, entonces, al p ara c o n seguir las recom endadas p o r el fabricante s a c a r la e sco b illa d e la m ontura, n o sale con facili­ d e l electrodom éstico. A sí nos asegurarem os de q ue d a d , c o m o d ebería ser. S i e l resorte se alarga, o si se se adaptan perfectam ente y de que su com posición p e rc ib e c u alq u ier clase de resisten cia, e s que algo qu ím ica es la correcta. En su m ayoría, las escobillas re tie n e la esco b illa. Lo m á s p robable e s que se trate de repuesto originales y a se encuentran am oladas d e su c ie d a d . Sáquese e n to n ces la e scobilla, lim píe­ p a ra adaptarse correctam ente al colector. s e c o n u n trapo y luego lim píese e l portaescobillas S i no e s posible c o nseguir repuestos originales, in tro d u cién d o le e l trapo c on ayuda d e un trocito de p u e d en utilizarse escobillas de m edida norm aliza­ m a d e ra . V uelve a tantearse la esco b illa en el portad a. Al ele g ir un ju e g o d e escobillas de repuesto, se esc o b illa s; ento n ces debe asentarse sin dificultad. c u id ará de que su longitud sea co rrecta y, sobre A d e m á s, c uando se extraigan las escobillas, e s con­ v e n ie n te m arcarlas co n las letras I y D a cada costa­ to d o , q ue lo sea su anchura. U na escobilla dem asia­ d o larga p uede c orta rse, pero la q u e sea d em asiado d o ; d e e se m odo, nos aseguram os d e q ue se asenta­ a n ch a deberá lijarse esm eradam ente para ajustarla, rá n perfectam en te cu an d o se d evuelvan a su sitio. frotándola con un trozo d e papel de lija sobre una C u a n d o una e scobilla esté d esm ontada, se o bser­ v ará e l e x trem o q u e presio n a co n tra el colector. D eb e e sta r cu rv o , o có n c a v o , m uy brillante y suave; a d e m á s, la superficie inferio r c u rv a debe estar a e sc u a d ra (a 90°) con lo s lados. Si n o e s así, e s que el po rtaesco b illas se h a g irado. C om o se dijo anterior­ m e n te , la m ayoría d e lo s p ortaescobillas se m antie­ n e n e n p o sició n m ediante un p eq u eñ o tom illo; estos to m illo s han de e star apretados. S i un p ortaescobillas está to rcid o , e s que proba­ ble m e n te e l to m illo d e retención e stá flojo. E nton­ c e s , s e en dereza el portaescobilla y se a prieta el tor­ n illo . S i, accid en talm en te, el portaescobilla se apre­ ta se e x c esiv am en te, su extrem o interno entraría en co n ta c to con el co lecto r. El extrem o interno del p or­ ta e sc o b illa debe en contrarse aproxim adam ente a 1,5 m m del co lecto r, d e tal m o do que. una vez m o n ta d a la e sco b illa, ésta d ebe verse sobresalir esa d is ta n c ia y h acer c o n ta c to c on el colector. C uando se m o n te la escobilla e n el p o rtaescobilla y se asegu­ re e l ta p ó n , debe verse q u e la escobilla sobresale esa

Fig. 2-4 L a longitud de u n a escobilla, reso rte aparte, debe se r de unos seis milímetros po r lo menos. S i es menor, habrá q u e sustituir las dos escobillas.

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M otores e lé ctrico s y m endos de v e loc ida d sup erficie plana. A d em ás, se com probara que las esc o b illas se ajustan sin huelgo e n los portaescobiIIas, pero q ue q uedan suficientem ente libres para d esplazarse a delante y atrás. Si e s n ecesario , con las n u ev as escobillas p odrán em plearse los resortes usad o s, con tal q ue no hayan p erdido tensión por recalentam ien to . En e l párrafo 2-6 p uede encontrar se m ás inform ación a cerca del m ontaje y suavizado d e escobillas n uevas. A lgunos electrodom ésticos p eq ueños son de construcció n en c o n ch a de almeja. Este tipo de elec­ trodom éstico se fu n d e en dos m itades, com o las co n ch a s de u na alm eja. En la m ayoría de e llo s, para lle g a r a las esco b illas, hay que d e sm o n tar una de las m ita d es (la q u e p resen ta las cabezas de los tom i­ llo s). Para ello se m antiene el a parato h orizontal, se le v an ta d icha m itad lentam ente. E n to n ces, no debe darse la vuelta a la o tra m itad, pues p odrían salirse to d a s las piezas. En gran parte de los casos, los portaesco b illas no estarán revestidos d e latón ni fi­ jo s m ediante to m illo s, las escobillas carecerán de v a rilla conductora y serán los m ism os resortes por d o n d e pase la corrien te. El estado de d esgaste de las e scobillas e s fácilm ente observable.

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33.

E n un electrodom éstico de construcción en co n c h a de a lm eja, ¿pueden reponerse las esco­ b illas sin desarm ar el aparato?

2-6 AVERÍAS DEL INDUCIDO Y D E L CO LECTOR L a m ay o ría de fallos e n el colector se delatan p or un Construcción en e x c e so d e chispas e n to m o a las escobillas, o porque concha de almeja e l m o to r n o funciona, o funciona co n p otencia insu­ ficien te. S i h ay gran producción de chispas en esco­ b illas y c o lector, h ay que com probar si a m bas esco­ b illas tienen longitud suficiente y deslizan librem en­ te en lo s portaescobillas. Si la causa de las chispas y a rc o s n o reside en las escobillas, se exam inara aten­ tam en te la superficie del c o lector buscando araña­ z o s y p icad u ras, o trocitos d e m etal en los e spacios aisla n te s q u e separan las delgas. Se com probará ta m b ién q u e el c o lector no esté sucio p or un exceso d e g ra sa y polvo; esto puede hacer s altar c hispas y q u e e l m o to r funcione lento. L a s uciedad que a veces se acum ula en e l colector p uede lim piarse con un buen desengrasante, com o perclo ro etilen o , trieloroetaño, o tricloroetileno.

Autoexamvn C om p ro b a r lo a p ren d id o contestando a la s p reg u n ­ ta s siguientes. 2 6 . ¿C uantas e sco b illas tiene un m o to r universal? 2 7 . Para que un m o to r funcione, ¿ d eb en h a cer con­ tacto am b as e sco b illas con el co lector? 2 8 . A ntes de in stalar una tapa de p ortaescobillas de plástico, ¿ c ó m o d ebe retorcerse el cable d e co­ nexión? 2 9 . ¿Puede fu n cio n ar un m otor c o n sucied ad entre las escobillas y los portaescobillas? 3 0 . ¿Son plan as las superficies de las escobillas qu e están e n con tacto c on el co lector? 3 1 . ¿ A q u é longitud debe reem plazarse una es­ escobilla? 3 2 . ¿Puede m odificarse alguna m edida de u na e s­ cobilla para ad aptarla a un m o to r? Si e s así, ¿cóm o?

(M u c h o s m anuales técnicos antiguos recom iendan tetra clo ru ro de carbono para e sta operación, pero e se pro d u cto cuesta conseguirlo pues ha sido p rohi­ b id o p ara uso c a sero.) S e form a una a lm ohadilla de te la d e u n a anchura aproxim ada al colector y d e lon­ g itu d su ficiente para rodearlo. Luego se im pregna la te la d e desengrasante y , seguidam ente, se com pri­ m e la alm ohadilla en tom o al colector c o n una m a­ n o , m ie n tras se hace girar el c o lector co n la o tra. Si e s ta friega n o resulta d el todo, se cortará u na tira de lija m u y fina (del c ero , o doble cero) o arpillera, no m ás an ch a qu e e l colector, pero de longitud sufi­ c ie n te p a ra rodearlo, y se repite la o peración recién d e sc rita , pero c on la lija e n vez del trapo, tal com o se in d ica e n la figura 2-3. T éngase cuidado para que e l b o rd e del papel de lija no roce el devanado ni e n tre a b rasivo e n e l m ism o. Para lim piar colectores no s e em p le ará nunca te la de esm eril ni estropajo de a ce ro , p u es podrían d ejar partículas de m aterial co n d u c to r capaces de cortocircuitar e l colector. T am p o co debe em plearse ninguno d e los d etergen­ tes p a ra c ontactos d el com ercio fabricados co n sili-

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Colador Fl«. 2-5 La suciedad y los arañazos leves se eliminan d d colector fro tan do ligeramente coa lija m u ; fina.

co n a s, pues parece s e r q u e se com binan c on la p elí­ c u la protectora de co b re y carbono, que recubre el c o le c to r, p roduciendo un com p u esto quím ico indesead o . R esulta q ue d ic h a cap a que recubre e l c o lec­ to r e s una p elícula d u ra y fuertem ente conductora, q u e refu erza las p ropied ad es eléctricas del conjunto c o lecto r-esco b illas y a c tú a d e lubricante s eco redu­ c ie n d o el ro zam iento. E se recubrim iento lo crea el ro z a m ie n to natural en tre las delgas del colector, q ue s o n de latón o c o b re , y las escobillas d e c a rb ó n , y no d e b e e lim in arse sa lv o q u e c rezca e xcesivam ente. A v eces, a c a u sa de las ch isp as y el desgaste, d im in u ta s partículas de m etal procedentes d el co­ le c to r se alojan e n tre el m aterial aislante de delgas c o n tig u as. Para e lim in a r e so s fragm entos m etáli­ c o s . u o tro s m ateriales ex trañ o s sim ilares, se raspan los e sp a c io s en tre d e lg a s con la hoja d e u na n avaja, la hoja d e una sierra p ara m etales, o una varilla de m ad era afilada. Para rem atar el trabajo, se lim pia el c o le c to r y e l a islan te con un cep illo d e d ientes e m ­ b e b id o e n alcohol isopropílico. L os arañazos y p icaduras leves e n las d e lgas del c o le c to r p ueden elim in arse b o ta n d o con lija fina o a rp illera. Sin e m b arg o , c u an d o el colector esté m uy g a sta d o o p icado, debe reem plazarse el inducido, o e l m o to r, c om pleto. S i se o b serva que las d e lgas se h a n d esg astad o hasta d e ja r la m ica, o la fibra d ura, a ra s c o n la superficie del co lecto r, esta situación es n o rm a l, c o n tal q u e la m ica, o la fibra, no e sté tan «alta» q u e las e sco b illas reboten al girar sobre la s u p erficie. (E n un in ducido n u evo, la m ica, o la fib ra d u ra , e stá hun d id a en tre las delgas, dejando un

pequeño e sp a cio .) Para rebajar la m ica, o la fibra d u ra , se rasca cada ranura entre delgas con una hoja d e sierra p ara m etales m uy fina, hasta raspar la can­ tidad de a islante suficiente para que sean visibles las ranuras. A l realizar e sta operación, se tendrá cuida­ d o e n no m order la superficie d e los segmentos. S i un electrodom éstico ha prestado servicio du­ rante m ucho tiem po, puede que el desgaste haya p ra ctica d o un s urco en el colector. Ello no constitu­ ye un indicio d e fallo si la superficie presenta un co lo r suave y re gular todo alrededor. U n a a veria sum am ente infrecuente es un induci­ d o d ese quilibrado, q u e se d etecta fácilm ente por la violenta vibración del m otor a velocidad m áxima. N o o b stan te, toda fam ilia dispone de su m ecánico aficionado, y cu a n d o uno de esos «hágaio-V d.m ism o» d e m artillo fácil la tom a con el m otor de un e lec trodom éstico puede ocurrir cualquier cosa. El desequilibrado de u n inducido puede deberse a un eje d o b lado, cuñas de equilibrado o aislam iento p er­ d idas o c olocadas incorrectam ente, un regulador y /o u n ventilador d e refrigeración rotos o instalados incorrectam ente, o cualquier otra anom alía que p ueda alterar la perfecta distribución de pesos del inducido. Es p osible, p o r supuesto, sustituir o repa­ rar a lgunas pie zas de éste; p ero si e s el p ropio indu­ cid o lo que e stá desequilibrado, h abrá que cam biar­ lo. En realidad, deberán cam biarse el inducido co m p le to , o todo el m otor, si al exam inarlo se reve­ lan conexiones d el colector flojas, un c olector m uy deterio rad o , un eje defectuoso, arrollam ientos ab iertos o quem ados, o fugas a m asa. A hora bien, d a d o q u e el m otor suele ser el articulo m ás c aro de todo electrodom éstico d e m otor, hay q ue e star p er­ fectam ente seguro del diagnóstico antes de cam ­ b iarlo ; esto e s particularm ente cierto cuando se d iag n ostique un fallo en el d evanado d e inducido o de cam po.

Espiras del inducido cortocircuitadas L os m otores con e sp iras del inducido cortocircuitad a s suelen funcionar m ás despacio, se calientan y co n sum en una p o tencia superior a lo norm al. O tro in dicio d e que algunas espiras del devanado d e in­ d u c id o pueden e sta r en cortocircuito e s un exceso de c h isp as e n las escobillas. C om o n orm a, la m ayoría

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d e io s fallos d e dev an ad o e n los inducidos se m ani­

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fie stan en el co lecto r. Si hay espiras abiertas o en c o r to , las escobillas producirán una chispita cada v e z q u e pasen p o r en c im a del segm ento del c olector defe ctu o so , lo que se traducirá en que la delga se ve rá m uy b rillan te, o bien oscurecida p o r la «electro e ro sió n -; en a m b o s c a so s, hay un fallo. P ara hallar e sp iras cortocircuitadas pueden reali­ z a rse diversos en say o s. Entre los m ás conocidos se cu en tan los siguientes: 1. P ru e b a d e l zu m b id o . Para esta prueba se em plea u n dispositivo, llam ado zum bador, que se c o lo ­ c a en el lugar del d evanado de cam po del m otor y qu e puede adquirirse en la m ayoría d e los esta­ blecim ien to s de sum inistros e léctricos. El zum ­ bad o r c re a un cam p o m agnético alterno d e gran intensidad. Para h a cer la p rueba, se coloca el inducido e n el zum b ad o r, se d a corriente a éste y se hace g irar lentam ente el inducido m ientras se sostiene una hoja de sierra, o p ieza m etálica si­ m ila r. en cim a d e las ranuras del m ism o (fig. 2-6 ). Si no h a y esp iras en c orto, no habrá cam po m agnético y la hoja no reaccionara, salv o por algunas c h isp as q ue norm alm ente aparecerán cuand o la h o ja cortocircuite al inducido. Pero si hay corto circu ito , la hoja vibrara con un sonido zu m bó n d istin tiv o e n u n a p osición, o m ás. de cada v uelta c o m p leta del inducido. 2 . P rueba d e c o ntinuidad. C on un óhm m etro se com prueba la resisten cia entre delgas del colec­ tor. Para e llo , se m ide la resistencia entre cada d o s delgas co n secu tiv as del colector; o sea. entre la prim era y la seg u n d a, entre la segunda y la tercera, en tre la tercera y la cuarta, etc. En el m anual técnico del fabricante se encontrará el valor correcto de la resistencia. Si no se tiene a m ano el m an u al, un inducido en buen estado ha d e d ar m ás o m enos la m ism a resistencia entre ca d a pareja d e d e lg as contiguas. Pero si una pa­ reja de delg as están unidas a un arrollam iento cortocircu itad o . la resistencia será nula o muy b a ja en com p aració n con las resistencias entre ca d a una de las p arejas de delgas restantes. 3 . P rueb a d e fu n c io n am ien to . Para realizar esta p rueba.se qu itan las escobillas y se puentean las conex io n es de las m ism as al m otor. Luego se hace pasar c o rrien te p o r el devanado d e cam po, m ientras el in ducido se hace girar lentam ente a

Zum bador

Zumbador Fig. 2-6 Localización de un inducido cortocircuitado con un z u m b ad o r. Sobre la ran u ra superior del inducido se sos­ tiene u n a ho ja de sierra p a ra metales mientras te le hace g ira r lentam ente entre los polos del zumbador.

m ano. Si el inducido e stá norm al (o sea. si nin•g un arrollam iento está cortocircuitado), girara sin traba u na v uelta com pleta; pero si algún arro­ llam iento está en c orto, tenderá a frenarse en uno o m á s puntos d urante una vuelta com pleta.

Espiras del inducido en circuito abierto U n m o to r que tenga un arrollam iento del inducido en circu ito abierto funciona a velocidad m enor que la n o rm al, generando u n a potencia insuficiente, o b ien n o funciona en absoluto. En cualquier caso, co n su m irá una corriente d e intensidad superior a lo n o rm al; sin em bargo, este consum o de corriente ex ce siv o , de u n 15 p o r ciento superior al norm al, no e s s u ficiente p ara sobrecargar gravem ente el m otor, ni p ara fundir un fusible o disparar un autom ático. L as pruebas más sencillas para determ inar si un a rro lla m ien to de inducido está abierto son las si­ guientes: I . Prueba d el zum bador. C olocado el inducido en po sic ió n sobre el zum bador, se tom a una hoja de sie rra p ara m etales, o un trozo de m etal d e e spe­ so r sim ilar, y se frota lenta y suavem ente entre d o s d elgas c ontiguas del c olector. Si el inducido

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M otores e lé ctrico s y m endos de velocidad e s tá n o rm al, la tensión q ue se induce en las bobi­ n as g e n erará u na p equeña chispa c uando la hoja la s c o rto circu ito . Pero si el inducido está abierto, n o a p a recerá c h isp a alguna. H ay que hacer esta p ru e b a entre c a d a p areja de delgas contiguas a la v e z q u e se hace g ira r el inducido e n el zum ba­ d o r. 2. P ru e b a d e con tin u id a d . Esta prueba se hace ig u al q u e p ara d e te c ta r cortocircuitos. L a conti­ nu id ad del c ircu ito se com prueba entre las del­ g a s d e l c o le c to r en tre la prim era y la segunda, lu e g o entre la segunda y la tercera, entre la ter­ c e ra y la c u arta, e tc. U n inducido en buen estado d a rá una co n tin u id ad p erfecta entre todas las pa­ re jas de delg as. U n m otor q ue tenga algún arro­ lla m ie n to de inducido abierto presentará una re­ siste n c ia m uy su p erio r entre la p areja d e delgas c o n e c ta d a s a la p orción d efectuosa del circuito. P ara localizar un arrollam iento abierto puede em p le a rse u n a lám para de p rueba en lugar de un ó h m m etro . Para e llo basta con co m probar entre c a d a d o s segm entos en todo e l perím etro del c o le c to r y o b serv ar si la lám para se e nciende en c a d a posició n ; si, p ara una p areja de delgas, la lá m p ara ilu m in a m ás intensam ente, a h í estará a b ie rto el arrollam iento. E n alg u n a o c asió n , se rá posible observar un con­ d u c to r ev id en tem en te abierto e n el term inal de una d e lg a y reso ld ario adecuadam ente. E n la gran m a­ y o ría d e lo s c a so s, em p ero , toda soldadura efectua­ d a e n e l c o lecto r d e stru irá el equilibrado del induci­ d o y c a u sa rá d ificu ltad es posteriores. Por tanto, su e le se r m ejo r reponer el inducido pues, para un p e q u e ñ o electro d o m éstico , el precio de esa pieza no e s p ro h ib itiv o , particularm ente porque ahorrará tie m p o y d inero.

C om probación de las tierras de un inducido A n tes d e d ictam in ar si un inducido está norm al, d e b e m o s a se g u ram o s de q ue no h ay m asas entre cu a lq u ie ra d e lo s arrollam ientos y el eje o e l núcleo m etá lic o s d el in d u cid o . L a prueba consiste e n com ­ p ro b a r la co n tin u id ad en tre el colector y el núcleo d e l in d u cid o . P o r e llo , p ara resistencia infinita, la le c tu ra del óh m m etro d ebe ser m uy alto; y todo lo

q u e sea m enos indicará q u e los arrollam ientos del inducido h acen m asa con el núcleo d e é ste, o que el aislam ien to en tre am bos se ha debilitado. En esta pru eb a no e s necesario d ar vueltas ai inducido, pues si algún arrollam iento hace m asa, ello se mostrará e n ca d a d elga d el colector. E n m uchos casos, cuan­ d o se so sp ech a de una puesta a m asa intermitente, e l inducido p uede m ontarse en u n ú til, o en un tom i­ llo d e b anco, y golpearlo ligeram ente con un mar­ tillo d e p lástico. F recuentem ente, las m asas d e este tip o aparecen sólo cuando el inducido gira a gran velocidad y e l fallo sólo responde ocasionalm ente a pruebas estacionarias.

A r r o lla m ie n to s d e c a m p o a b ie rto s o c o rto c irc u ita d o s U n m otor q u e tenga arrollam ientos de cam po en c o rto funcionará habitualm ente m u ch o m ás lento q u e lo norm al, consum irá una corriente bastante in ten sa y trabajará a tem peraturas superiores a las n o rm ales (p o r encim a de 5 0 °C ). El síntom a que presenta u n m otor con un arrollam iento de cam po a b ie rto e s m uy sim ple: no funciona e n absoluto. Para com p ro b ar si el devanado de cam po tiene algún arrollam iento abierto o c ortocircuitado se mi­ d e la resistencia de cada uno. C o m o norm a, los d e v anados d e cam po se disponen en parejas, aun­ q u e e n cierto s m otores, norm alm ente los que se em p lean e n las trituradoras, el devanado de cam po p u ede c om ponerse d e u na sola bobina. Com o gene­ ra lm ente las d o s bobinas son iguales, d eben presen­ ta r la m ism a resistencia (cuidado co n q ue las tom as q u e pueda haber e n los arrollam ientos n o nos enga­ ñ e n ) q u e, e n e l c aso de los m otores d e los pequeños elec tro d o m éstico s, ha de s e r inferior a 20 ohm . Si la le ctu ra para a lguna d e las bobinas d ifiere sustancial­ m en te, e llo indica claram ente q u e una de ellas se en cu e n tra e n m al estado. S i, p or ejem p lo , la prueba co n ó hm m etro muestra q u e u n a de las b obinas tiene u na resistencia infinita, po d em o s su p o n er sin riesgo que e se arrollam iento e stá abierto. P o r otra parte, si una de las bobinas prese n ta un a resistencia m uy in ferior a la otra, es q u e p osiblem ente e se arrollam iento e sté abierto. En am b o s casos habrá que su stituir el devanado de ca m p o com pleto.

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M o to re s e lé c tric o s y m andos de v e lo cid ad S i los a rro llam ien to s están envueltos en tela, el e sta d o d e e s a e n v o ltu ra constituye un claro indicio d e si se ha recalen tad o el m otor. En las bobinas de h ilo c ondu cto r la c a d o , toda grieta o d esconchadura d e la laca suele s e r u n a señal bastante aceptable de q u e deb e c a m b iarse e l devanado.

Suavizado de escobillas nuevas T a l co m o se d ijo a l com ienzo del cap ítu lo , si no se d isp o n e d e e sc o b illa s d e repuesto o riginales, deben h a ce rse las o p e ra c io n e s necesarias para -su a v iz a rla s e scobillas d e sustitu ció n elegidas. Ello significa q u e e l m otor d e b e hacerse funcionar hasta q u e los ce n tro s d e las n u ev as e scobillas se adapten a la for­ m a d el co lector. E n e fe c to , prácticam ente todos los ju e g o s de esc o b illa s m al adaptadas acaban gastán ­ d o s e hasta ad ap tarse suavem ente a la su perficie del co lec to r. P e ro h a sta e se m om ento, el ex ceso de ch isp as g e n erad o p o r la m ala a d aptación puede d e ­ te rio ra r g rav em en te el colector. P ara ev itarlo , lo s c en tro s de las escobillas nuevas s e lijan para d a rle s un c o ntom o levem ente cóncavo an te s de in stalarlas. (R ecuérdese q u e u na escobilla c o n e c ta d e b e s e r ligeram ente cóncav a y m uy lisa y lu stro sa .) Para e llo se arrolla papel de lija fino o arp ille ra (p e ro n u n ca tela de esm eril, com o ya se d ijo ) e n to m o a u n o b je to cilindrico (pueden servir u n palillo d e m a d e ra o un lápiz) sobre el que se hac en deslizar las e sco b illas adelante y atrás varias v e ce s. L uego se in stalan las escobillas, co m p ro b an ­ d o qu e la su p erficie cóncava se asienta correcta­ m en te sobre el c o le c to r, y no de través, y se hace fu n c io n a r el m o to r d uran te un m inuto aproxim ada­ m ente. E ntonces se retiran las e scobillas y se o bser­ v a n e n el c o le c to r lo s lugares brillantes donde h icie­ ron contacto las esc o b illa s y , con u na navaja afilada y lija fina, se ra sp a y lija el carbono existente en las z o n a s brillantes. V uelven a in stalarse las e scobillas y se hace fun­ c io n a r el m otor alre d e d o r de un m inuto. N uevam en­ te se retiran las esc o b illa s y . com o an tes, se raspan y lija n las zonas b rillan tes. Estas o p eraciones se repi­ te n hasta q ue to d a la superficie de contacto se e n ­ c u en tre m uy suav e y lustrosa. Ello indicará, p o r su ­ p u e sto , que el aju ste e s adecuado. O tro pro ced im ien to p ara asentar un ju e g o de es­ co b illa s nuevas e s refregarlas sobre un trozo d e lija

fina o arpillera sujeto en to m o al colector. Para ello, c o n las e scobillas m ontadas, se ejerce un p oco de presión sobre ellas con los dedos de un a m ano, m ien tras co n la o tra se hace g irar el inducido m edia vuelta e n el sentido d e rotación real del m ism o. L u ego s e sueltan las escobillas y se d a m edia vuelta atrás al inducido, hasta su p osición inicial. V uelven a p resionarse las escobillas y se gira el inducido suavizado de m ed ia vuelta en su sentido de rotación real. Estas escobillas o pe racio n es se repiten hasta q ue las escobillas q u e ­ dan lijadas lo suficiente p ara adaptarse a la form a del c o lector. En e ste procedim iento de suavizado de esc o b illas nuevas suele s e r necesario lim piar las d e lg a s del colector, una vez retirada la lija , con so lv en te p ara e lim in ar las partículas abrasivas y de carbón.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a ¡as p re g u n ­ tas siguientes. 34. ¿C u áles son algunos de los fallos del colector? 35. ¿ D eben lim piarse los colectores? 36. ¿S on adecuados la tela de esm eril y el e stropajo d e acero p ara lim piar colectores? ¿ P o r q ué? 37. ¿P uede perm itirse que entre las delgas se alojen p a rtículas m etálicas? ¿ P o r q ué? 38. En un c o lector, ¿puede ser la altura d e la m ica sup erio r a la de las delgas d e cobre? 39. ¿ Q ué tres procedim ientos hay para com probar si e n un inducido hay cortocircuitos? 40. ¿P ara qué sirve un zum bador? 4 1. ¿ Q ué pruebas pueden hacerse con un zum ba­ dor? 4 2 . C ita r las tres pruebas que deben efectuarse en un inducido. 4 3 . ¿ Q ué efec to producirá en un m otor un arrolla­ m ien to del devanado de cam po cortocircui­ ta do? 4 4 . ¿Q ué efecto producirá en un m otor un arrolla­ m ien to del devanado de cam po abierto? 4 5 . ¿ Q u é resistencia tiene una bobina de c am po de un m otor de pequeño electrodom éstico?

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M otores e léctricos y m e ndos de velocidad 46.

2-7

¿ Q u é se entiende p o r -suavizar» escobillas nuev as?

C O JIN ETES

En lo s m oto res pequeños los cojinetes constituyen m ecánicos el p rin c ip a l foco de fallos m ecánicos. Pero, a dife­ re n c ia d e la m ayoría d e lo s fallos eléctricos, la cau­ s a d e lo s fallo s de cojinetes p uede identificarse co­ m o d e b id a a m altrato del usuario. L os fallos de coji­ netes m ás co m u n es se d eben a falta d e engrase, o a en g ra se inadecuado. O tra causa m uy corriente es el d a ñ o o rig in ad o p o r un golpe fuerte o una caída acci­ d e n ta le s, que p ueden d esalinear el inducido o los c o jin e te s. E n to n ces, en un m otor q ue funcione con el in d u c id o o los cojinetes d esalin eados, estos últi­ m o s se desg astan con gran rapidez. Luego, unos c o jin e te s g astad o s d ejan libre al inducido para rebo­ tar d e un lado a o tro m ientras g ira, lo que puede o c a s io n a r ch isp a s, un d esgaste ráp ido de las escobi­ llas y fun cio n am ien to ruidoso. T o d o s lo s electro d o m éstico s d eben engrasarse se g ú n las in strucciones del libríto d el usuario o del m an u al d e asistencia. Salv o que las instrucciones del fab rican te afirm en o tra c o sa, para engrasar los c o jin e te s se em p leará lubricante de autom óviles S A E -2 0 o S A E -3 0 (sin a d itivos detergentes). No se em p le a rá e l aceite de m áquinas dom éstico que se ex p e n d e e n los g randes alm acen es, pues e se aceite su ele desco m p o n erse dando u na su stancia resinosa al re c ib ir e l calo r g enerado en los m otores de gran ve lo c id a d . A d em ás, a cau sa d e la gran velocidad a la q u e funcionan los pequeños electrodom ésticos, n u n c a d e b e n atestarse los co jin etes con grasa con­ sisten te. L a frecu en cia d e e n grase la d eterm ina p rincipal­ m e n te la frecu en cia d e u tilización del electrodom és­ tic o , el tiem p o de funcionam iento, el tam año del m o to r, e l tip o de cojinetes y la capacidad d el siste­ m a d e eng rase. M uchos m otores pequeños de una fracció n de cab allo de p otencia, com o los que se em p le a n e n los electrodom ésticos de cuidado perso­ n a l, ra ra v ez n ecesitan engrase. P o r el c ontrarío, los m o to res d e m ayor potencia q ue se em plean en venti­ la d o re s. aspirad o ras y ciertas herram ientas m ecáni­ cas p o rtá tile s, n ecesitan un en grase bastante fre­ cu en te.

Fig. 2-7

C ojinete de bolas de tipo norm al seccionado.

E n los m otores de los electrodom ésticos peque­ ños se em plean cojinetes y sistem as de engrase de num erosos tipos. Los m ás c orrientes son los cojine­ tes d e b olas y de rodillos (fig. 2-7) y los cojinetes de fricción. A dem ás de estos cojinetes m etálicos, en g ran cantidad de electrodom ésticos se encuentran co jin e te s de m ateriales p lásticos, co m o delrin, teflon y nilón. E stos m ateriales son resistentes al ag u a, corrosión y detergentes y son excelentes para co jin e te s autolubrícados d e servicio ligero.

Fig. 2-8 Los fabricantes de electrodomésticos pequeños uti­ lizan m ucho cojinetes de nyloa como el representado. Se reponen con m ucha mas facilidad que ios cojinetes de metal.

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M otores e lé c tric o s y m andos de v e locid ad H ay co jin e te s q u e se engrasan p o r sistem as muy sencillos. P o r e je m p lo , a m uchos electrodom ésticos au tónom o s les basta u n a o dos gotas de aceite o de u n lubrican te d e g rafito p ara toda su vida útil. En la g ra n m ay o ría d e electrodom ésticos se em plea un sim p le c o jin e te liso , m ontado sobre un e je , c on una m ech a de fie ltro e n to m o em papada e n aceite fluido; este aceite lu eg o se abre paso hacia el cojinete. A un­ q u e en a lg u n o s co jin etes se em plea e l engrase por m echa, en su m ay o ría el engrase se consig u e, para to d a la v id a d e l ap arato , con una p equeña cantidad d e grasa q u e se in corpora durante el m ontaje. D e­ m asiada lu b ricació n en un cojinete de bolas puede o c asio n a r un e x c e so d e b atido, rozam iento y calor, cap ac es de d esc o m p o n e r el lubricante y . finalm en­ te , estro p e a r el cojinete. El exceso de engrase no perjudica e n gen eral a los cojinetes lisos; en este ca so , el p ro b le m a so n las infiltraciones de aceite h a cia ropas o a lim en to s, o hacia los com ponentes eléctrico s d e l p ro p io m otor. L os co jin e te s d e b olas son el tip o de cojinetes que s e reem plazan co n m ay o r facilidad. C o m o e s sab i­ d o , los co jin e te s d e b o la s, y los de rod illo s, discurren e n tre dos p ista s, u na interna y otra ex tem a, y el ú n ico m ov im ien to d el dispositivo debe ser el de los rodam iento s p o r entre las pistas. Para cam b iar un co jin e te de b o las se e xtraen los rodam ientos d efec­ tu osos y se su stitu y en p o r un ju e g o n u ev o m ontán­ d o lo s a p re sió n so b re el eje y dentro d el retén. Esta operación d e b e e jecutarse a plicando la m áxim a pre­ sió n a la pista interna y n o a la externa, p u es si a ésta se aplica d e m a sia d a p resión, los rodam ientos pue­ den quedar d esalin ead o s. A dem ás, e s p reciso com ­ p ro b a r qu e los rodam ientos quedan bien ajustados e n p osición; to d o ajuste h olgado p erm itirá el despla­ za m iento de las pistas y el deterioro de las piezas co n ellas en co n tacto . En los electro d o m éstico s pequeños se em plean m u ch ísim o m ás lo s c ojinetes lisos q ue los de bolas. Ello no e s m ás q u e una cuestión d e precio; p o r otra p a rte , los c o jin e te s lisos se com portan p erfectam en­ te e n ese tip o d e aparatos. Ahora b ien, cu ando un co jin e te liso se e stro p ea, la operación de reponerlo e s m uy d ifícil. En el p roceso de fabricación, com o norm a, se e scarian las superficies interiores de los co jin e tes y lu eg o se m ontan a p resión en las tapas laterales d el m o to r. G eneralm ente, para reem plazar e se tipo de co jin e te s se necesitan ú tiles especiales.

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N o e s d ifícil extraer u n c ojinete liso en m al estado, p e ro al m ontar a p resión e l nuevo, éste m uchas ve­ c e s se estrecha, variando de diám etro interior. Por e llo , d e b e escariarse a la precisión conveniente, o d e lo co n trarío el electrodom éstico se agarrotará o rec ale n ta rá a causa del nuevo cojinete. En este esca­ ria d o se elim ina m uy poco m etal, por lo q ue puede hac erse a m ano fácilm ente con el e scariador m onta­ d o e n una llave de e scariar, lo q u e g arantiza que la herra m ien ta ataca al m etal por igual. Si el escariado se hace a m áquina, se hará a b aja v elocidad (m enos d e 3 00 rpm ) c on el a lojam iento del cojinete p erfec­ tam en te escuadrado con el escariador. Bajo ningún co n c e p to se escariarán los agujeros con un taladro elé c tric o m anual, u otra herram ienta parecida. A n­ te s d e e sca ria r cada a gujero, se lim piará y engrasará al escariador. A sim ism o, tras el escariado, los agu­ je r o s se lim piarán con g ra n cuidado y se exam ina­ rán p a ra cerciorarse d e q ue en ellos n o quedan viru­ ta s m etálicas. E n lo que respecta a la reposición de cojinetes, e s Cojinetes de bolas p ru d e n te seguir siem pre los procedim ientos reco­ m e n d a d o s por el fabricante. Por ejem plo, un fabri­ c a n te p uede sugerir, para c a m biar cojinetes, que se e n v íe el m otor com pleto a la fábrica. O tros puede q u e sum inistren los cojinetes p o r separado y pongan e n e l m ercado, a bajo precio, el escariador para a lin e a r, o la herram ienta d e b ruñir, necesarios para a ju sta r los cojinetes correctam ente. Puede que aún h a y a o tro s que sum inistren los cojinetes form ando u n sub co n ju n to con las tapas laterales listo p a ra em ­ p le a r sin escariado. En cualquier caso, habrá que so p e sa r los costes relativos de las p iezas y subcon- Desalineación ju n to s nuevos, el tiem po necesario para el trabajo, el e stad o general del electrodom éstico y los útiles n e ce sa rio s. U na vez q ue se hayan c onsiderado c u i­ d a d o sam en te todos esos extrem os, se aconsejará al clie n te . M uchas veces es m ás barato cam biar el elec trodom éstico com pleto. Y . aunque el consejo p u e d a h acer perder un trabajo, puede hacem os ga­ n a r un cliente para el futuro. Cojinetes lisos L os síntom as de c ojinetes d efectuosos son d iver- 0 d e ,rícc,ón so s. A si, las piezas m óviles pueden agarrotarse, o a p a re c e r em botadas o girar dificultosam ente, y p ue­ d e p e rcibirse un sonido de rozam iento m etálico, o m uy a gudo. Un cojinete del ex trem o del colector en m al estado puede ocasionar c hispas excesivas. Pe­ ro . c o m o regla general, c uando un cojinete com ien-

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M otores e lé ctrico s y m andos de velocidad

za a fallar, los p rim eros indicios son funcionam ien­ to ruido so y huelgo ex c e siv o e n el eje. C uando a p a ­ re c e n esa s señales de ad vertencia, suele se r dem a­ sia d o tarde para tratar de engrasar, lim piar o salvar d e o tro m odo el co jin ete, porque ello em peoraría la situ a c ió n . El deterio ro total del cojinete se traduce e n el ag arrotam iento del eje. C u ando el eje de un m o to r se agarrote p o r el co jin ete, puede probarse a e m p a p a r éste con aceite S A E -2 0 o S A E -30 durante u n a h o ra, m as o m en o s, hasta q ue se afloje lo b a s­ tan te para que p ueda girarse a m ano. Luego se le m a n tien e bajo c h o rro d e aceite hasta qu e el eje gire lib rem en te y s i, e n to n ces a rranca el m otor, se sigue ap lic a n d o aceite a los co jin etes agarrotados hasta q u e el m otor alcance su velocidad norm al. S i la aplicación de aceite no libera un cojinete ag a rro ta d o , se d esarm a el m o to r y se e xtrae e l c oji­ nete. Si éste e s de bo las, se repone; si es liso , el ag arro tam ien to p uede deberse a falta de aceite o al e m p le o de aceite dom éstico p o r parte del propieta­ rio , c o m o y a se d ijo a n tes. P ara lim piar u n c ojinete liso , se rom pe u na tira d e trap o lim pio y seco, de tres p o r q u in ce centím etros aproxim adam ente* se e m pa­ p a d e d esengrasante (véase sec. 2-6) y se retuerce en fo rm a de escobilla larga y cilindrica que se adapte b ie n al cojinete. L a esco b illa se m ueve p o r d entro d e l co jin ete d otándola d e un m ovim iento d e vaivén y g iro a la vez; del m ism o m odo se lim pia la porción d e l e je en contacto con el cojinete. Las m echas de en g ra se tipo arandela p ueden lim piarse e m papándo­ las y aclarándolas en d esengrasante; las q u e estén m u y su cias d eben cam biarse. U na v ez lim pios a co n cien cia los c ojinetes lisos, se a p lic a una cap a g enerosa de aceite p a ra m otores (S A E -2 0 ó S A E -30). A n tes de arm ar e l m otor, se e lim in a todo el aceite sobrante. Si el m anual de asiste n c ia no indica la capacidad de aceite d e la m e c h a , un procedim iento general recom endable es in y e c ta r lentam ente aceite en las m echas con una je rin g a hasta q u e q u ed en llenas. Los cojinetes de b o las n o herm éticos q u e pudieran ensuciarse pu e ­ d e n lim piarse desm on tán d o lo s del m otor y sum er­ g ién d o lo s e n desen g rasan te. Los cojinetes de bolas, un a v e z lim pios, se cubren con aceite fluido; pero n o d e b e o lvidarse e lim in a r con un trapo el exceso de a c e ite antes d e volv er a m ontarlos en el eje d e l m o­ tor.

J u e g o a x ia l T o d o s los m otores deben tener un cierto -juego axial» que im pida su agarrotam iento, con la consi­ g u ien te dism inución d e velocidad y aparición de recalentam iento al po co tiem po. Por ju e g o a xial se en tiende el desplazam iento libre del eje e n sentido longitudinal, o axial. Un ju e g o a xial excesivo p er­ m itiría al eje m overse e n vaivén sobre sus cojinetes a la vez qu e g ira, y podría ser que las escobillas descabalgaran d e l c o lector o q u e e l inducido se sa­ liera parcialm ente del cam po m agnético inductor. En casi todos los e jes d e los m otores se m ontan arandelas d e e m p u je , d e m etal o fibra, para regular o lim itar el valor d el ju eg o axial. A ñadiendo arandelas de em puje al eje del m otor se reduce el ju e g o ax ial, m ientras que elim inando arandelas, o sustituyéndolas p or o tras de m enor es­ pesor. se aum enta. El juego axial puede com probar­ se con una galga d e e spesores; para e sta m edida no hay qu e violentar las piezas, sino e m p le are n ellas el tiem p o suficiente p ara realizarla c on la m ayor per­ fección posible. En algunos electrodom ésticos el ajuste final del ju e g o axial se hace desde el ex terio r del aparato m ediante un to m illo de reglaje del em puje, y ello desp u é s de que el m otor esté com pletam ente m onta­ do. Pero, incluso c on e ste tipo de m otores, hay que c u id a r que en el e xtrem o opuesto del e je del induci­ d o q uede instalada la arandela correcta, si se p reci­ sa. antes de c errar el m otor. Para ajustar el juego a xial en este tipo de electrodom ésticos, se a prieta el to m illo de reglaje, ju sto hasta que el inducido c o ­ m ience a agarrotarse, y luego se afloja un cuarto de vuelta aproxim adam ente; e n tonces, se aprieta la contratuerca. A l re alizar el ajuste del juego axial, recuérdese q u e la p osición d el colector d ebe ser tal qu e las escobillas han d e e sta r centradas en su super­ ficie.

Autoexamen C om probar lo a p rendido contestando a las preganta s siguientes. 47.

¿C uál e s la prim era causa de fallos m ecánicos en los m otores pequeños?

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M otores e lé c tric o s y m end os de v e locida d 4 8 . ¿C uáles so n las d o s causas principales d e fallos d e cojinetes? 4 9 . ¿Q ué tipo d e a c eite d e b e em plearse p ara en g ra­ s a r cojinetes? 5 0 . ¿Q ué tipos d e c o jinetes se em plean en los m o­ tores p eq u eñ o s? 5 1 . ¿Q ué d eb e h a cerse p ara reponer un c o jinete de bolas? 5 2 . ¿C uáles s o n alg u n o s de los síntom as de m al estad o de lo s cojinetes? 5 3 . ¿E s deseab le un c ie rto juego axial en los m oto­ res?

2-8 AVERÍAS EN LOS MOTORES S eguidam en te se e x p o n e n algunas averías q ue p u e ­ d e n p resentarse e n lo s m otores de los pequeños elec­ trodom éstico s y a lg u n as de las c ausas posibles. La a v e ría de un m o to r p u ed e deberse a una o m ás de las c a u sa s fu ndam entales, pero generalm ente sólo a una.

El motor no funciona S up o n ie n d o q u e al m o to r llegue corrien te, las si­ g u ien tes son las c a u sa s m ás frecuentes de q u e un m o to r -n o responda»: 1. Escobillas d e m a sia d o cortas o defectuosas 2 . E scobillas d e lo n g itud correcta, p ero q ue no h a­ c e n contacto c o n el colecto r ni se adhieren a é ste . 3. D evanado d e in ducido cortocircuitado 4 . D evanado de in d u cid o abierto 5 . D evanado de c a m p o cortocircuitado 6 . D evanado de c a m p o abierto 7 . C onductor ro to e n tre conm utador y d evanado de cam po , e n tre d e v a n a d o de cam po y portaescobillas, o en tre c ordón de alim entación y devanado d e cam po 8. Inducido co n e je do b lad o , o q u e frota con los inductores 9 . A garro tam ien to d e cojinetes

1. 2. 3. 4.

D evanado d e inducido cortocircuitado D evanado d e cam po cortocircuitado D evanado d e c a m p o a tierra Inducido con eje doblado, o que frota con los inductores 5 . A garrotam iento d e cojinetes 6. Suciedad y resinosidades en el inducido o en los cojinetes

El motor arranca pero se calienta rápidamente L a tem peratura m áxim a en la carcasa de un m otor d e b e encontrarse e n to m o a 50 °C en condiciones de c arg a norm al. Si el cliente se q u eja de q ue el m otor fu n c io n a m uy c aliente, se buscaran agarrotam ien­ to s, cortocircuitos en el devanado de inducido, o co rtocircuitos o tierra en el devanado de cam po.

Exceso de chispas en las escobillas U n as escobillas con exce so de chispas son señal inequívoca de uno, o m ás, d e los fallos siguientes: 1 .' 2. 3. 4. 5. 6.

D evanado de inducido cortocircuitado Inducido parcialm ente quem ado C o lec to r sucio u ovalizado E spiras del c o lector cortocircuitadas C o lector p icado o m uy gastado A ltura excesiva de m ica e ntre las d elgas d el co­ lector 7 . E scobillas gastadas o re sones de las m ism as re­ cocidos 8. E scobillas engrasadas

El motor gira despacio S i e l m otor gira despacio, pero a una velocidad m ás b ien uniform e, la c ausa p uede ser u na lubrica­ ció n insuficiente o im purezas en el lubricante que favorezcan el agarrotam iento del eje.

El motor pierde velocidad y da poca potencia

El motor zumba pero no arranca E ste fallo p u ede d eb erse a c u alquiera d e las causas siguientes:

L a s siguientes son las c ausas m ás im portantes de qu e u n m otor dé poca potencia o pierda velocidad en con d icio n es de trabajo:

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M otores e léctricos y m andos de velocidad

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54. ¿C u áles son algunos lugares donde investigar D ev an ad o de inducido c o rtocircuitado cu an d o un m otor recibe corriente pero no fun­ D e v an ad o d e inducido abierto c iona? D ev an ad o de cam p o cortocircuitado D e v an ad o d e cam p o abierto 53. ¿H asta dónde puede subir la tem peratura del In d u cid o con eje d oblado, o que frota con los e sta to r d e un m otor? inducto res 6 . E sco b illas g astadas o deterioradas 56. ¿Q u é puntos habría que com probar en un motor 7 . C o le c to r e n grasado o sucio q u e produce chispas en exceso? 8. C o le c to r p icado o m uy gastado 5 7 . ¿C uáles podrían s e r las c ausas de que un m otor funcione desigual o interm itentem ente? El motor funciona irregularmente 1. 2. 3. 4. 3.

5 8 . ¿Q u é puntos habría que com probar en un m otor S i e l m o to r d e un e lectrodom éstico funciona a ráfa­ g as o si n o arran ca siem pre que se conecta, el fallo resid e en u n as escobillas o portaescobillas defectuo­ so s, u n co rd ó n de alim entación abierto interm iten­ te m e n te o un inducido d efectuoso.

El motor hace ruido o vibra A c a u sa d e la potencia q ue g enera el m otor, e n todo e le c tro d o m é stic o p equeño cab e esp era r un cierto ru id o . L as causas m ás corrien tes de que un m otor sea m á s ruid o so d e lo norm al son: 1. C ojinetes gastados

2. 3. 4 5. 6. Mando de velocidad por inducción variable Velocidad vanabie

Ju e g o axial excesivo E je del indu cid o d oblado .E je del inducido agarrotado P iezas flojas en el m otor o en su proxim idad M aterias e xtrañas en el e n trehierro, o en el espa­ c io com p ren d id o entre el inducido y los polos inductores.

El motor produce sacudidas eléctricas L o s fa llo s del d evanado de cam po o de inducido e stá n aco m p añ ad o s a veces por m asas e n la carcasa d el electro d o m éstico ; o tra causa puede ser un m on­ ta je d e sc u id a d o d e los d ev anados durante la fabrica­ c ió n . E n to n ces, si la carcasa no está a tierra m edian­ te un c ordón de alim entación trífilar. la m ism a p ue­ de p ro d u c ir al u suario una sacudida eléctrica.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a prendido contestando a las p reg u n ­ ta s sigu ien tes.

ruidoso o vibrante? 59. ¿C uáles podrían se r las causas de recibir una sac u d id a al tocar o u tilizar un m otor?

2-9 MANDOS DE VELOCIDAD Un buen núm ero de pequeños electrodom ésticos, ta le s co m o ventiladores, trituradoras, batidoras, e n­ ce rad o ras, aspiradoras y herram ientas de poca po­ tencia precisan de m otores cu y a velocidad pueda h a cerse variar. Para co n seguir esto últim o existen varios procedim ientos, aunque los cuatro más co­ rrientes son: ( I ) m ando por inducción (o cam po inductor) variable, (2) m ando p o r regulador centri­ fugo. (3) m ando por rectificador y (4) m ando por circu ito de esta d o sólido.

M ando de velocidad por inducción variable L os p rim eros electrodom ésticos de velocidad varia­ ble q u e com enzaron a aparecer a finales d e los años treinta incorporaban una resistencia variable, o re­ o s ta to . conectada en serie con el m otor. C uando esa re sistencia se hacía variar, variaba con ella la ten­ sió n aplicada al m otor y la variación de tensión sup o n ía la variación de la velocidad del mismo. D ad a la gran potencia que co n su m ía la resistencia, este procedim iento se traducía e n un c onsum o total m uy elev a d o y e n un alto coste de utilización. Por e llo , e n los electrodom ésticos m odernos no se em ­ p le a el m ando d e v elocidad p or resistencia variable. El procedim iento d e resistencia variable fue sus­ titu id o por el m ando d e velocidad p o r inducción en serie. E ste consiste casi en lo m ism o que el mando

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M otores e lé c tric o s y m andos de v e lo c id a d p o r resisten cia, sa lv o e n que la inductancia c o n ecta­ d a e n serie con el m o to r absorbe energía d u ran te una p a ite del c iclo d e altern a y la d evuelve d u ran te la o tra parte. A si se co n sig u e que una in ductancia haga v a ria r la tensión ap licad a al m otor del m ism o m odo q u e un a resisten cia, p ero sin los efectos de d e sp erd i­ c io d e potencia d e ¿ s u últim a; sólo co nsum e energía la pequeñ a re siste n c ia d e la inductancia. M ientras q u e e n lo s prim eros electrodom ésticos d e inductancia e n serie se em pleaba una bo b in a d e re a ctancia p ara g o b e rn a r la velocidad del m o to r, actualm en te en lo s aparatos de inducción v ariable, e l m ando de v e lo cid ad se consigue a provechando la in ductancia p ro p ia del devanado de cam po. En la fig u ra 2-9 se re p resen ta un m otor ex citad o e n serie d e d iseño co m ú n c o n tom as en el d evanado d e cam ­ p o , las cuales p ro p o rcio n an las tres v elocidades de funcionam ien to al c o nectarse una tras o tra. C o m o al v a ria r la inten sid ad d e c o m e n te q ue atrav iesa el d e v anado de ca m p o v aría tam bién el c am p o m ag n é­ tic o , p ropo rcio n alm en te a ello variará la p o te n c ia y . p o r e llo , la v elocidad. C o n el in terru p to r d e m ando de velocidad en la po sic ió n b a ja (L ), los arrollam ientos del dev an ad o d e cam po está n en se rie , dando así la velocidad m ín im a p osible. C o n el m ando en posición interm e­ d ia (M ). q u ed a fuera d e circuito una p arte d e l arro ­ llam iento y así se co nsigue una velocidad interm e­ d ia . Finalm en te, cu a n d o el m ando se c o lo ca e n p o ­ sic ió n alta (H ), se sa c a de circuito u na p a n e a dicio­

nal d el arrollam iento, con el aum ento consiguiente d e la intensidad de corriente y de la velocidad del m otor. D e este m odo pueden obtenerse cualquier nú m ero d e velocidades que se desee en un m otor un iv ersal, sin m ás que añadir en el devanado de ca m p o e l núm ero de tom as convenientes. S in em ­ b a rg o , los m andos de velocidad p o r inducción va­ ria b le n o pueden trabajar e n circuitos d e corriente continua. En e ste tipo d e m andos d e velocidad los fallos su ele n o c u rrir únicam ente en dos lugares: el inte­ rru p to r y e l arrollam iento del devanado donde están las tom as. En los mandos de velocidad p o r induc­ ció n variable, cada porción e ntre tom as d el arrolla­ m ien to d e m ando tiene aproxim adam ente la m ism a resistencia. Entonces, con una lám para d e prueba puede verificarse el estado d e ca d a una de ellas conectán d o la entre tomas contiguas. L a lám para d e ­ be b rilla r m ás o m enos con la m ism a intensidad e n tre ca d a p a r de tom as. Puede hacerse, p or supues­ to , un d iagnóstico m ás exacto con un óhm etro y con fro n ta n d o las lecturas en éste con el m anual de asistencia. En e ste c ap ítulo no se trata co n detalle de la repa­ rac ió n y entretenim iento de los m andos de veloci­ d a d , p u es su funcionam iento difiere algo según el tipo d e electrodom éstico. Por e sta razón, en la des­ crip ció n d e ca d a electrodom éstico se encuentran los m é todos d e localización d e averías e n el m ando de velocidad correspondiente.

Interruptor del mando de velocidad

M ando de velocidad por regulador centrífugo U no d e los reguladores centrífugos para m ando de velocidad se com pone de un ju e g o d e brazos accio­ n a d o s p o r resorte, enlazados a un c ubo o disco m on­ tado sobre e l e je d el m otor, los cuales resultan g ra­ du a lm e n te im pulsados hacia afuera por la fuerza cen trífu g a a m edida que el m otor gana velocidad. L os resortes se c alculan de modo q u e los brazos no con sig an su m áxim o desplazam iento hasta qu e el m otor n o alcance su m áxim a velocidad. Entonces, tan p ro n to com o el m otor pierda velocidad, los re­ so rtes tiran de los brazos hacia la posición inicial. De este m odo, los brazos del regulador adquieren

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Regulador centrifugo


M otores e léctricos y m andos de velocidad u n a p o sic ió n definida p ara to d a variación d e veloci­ d a d . P o r ejem plo, a m áx im a velocidad, los brazos e stá n ten d id o s p o r com pleto; a m edia velocidad, los b ra z o s están a m edio tender; a un cuarto d e veloci­ d a d . lo s brazos están ten d id o s una cuarta parte; e tc ., c o n v ariaciones p ro porcionales entre esas posicio­ n es. E ste m ovim iento grad u al de los brazos del regu­ la d o r se transm ite p o r m edios m ecánicos al interrup­ to r d e l regulador, q u e se abre y cierra interm itente­ m e n te m anteniendo la velocidad seleccionada con e l d ial d e m ando. C u an d o éste se ajusta a una veloci­ d a d m e n o r, se acorta el recorrido que separa el ó rga­ n o d e m aniobra del reg u lad o r del interruptor; si el d ial se desplaza hacia las velocidades m ayores, d i­ c h o reco rrid o aum enta. C on unas aperturas tan rápi­ d a s d e l interruptor n o c e sa , em p ero , el paso d e c o ­ rrie n te ; ento n ces, para e v ita r «el traqueteo* y la fo rm ació n de arco en los co ntactos d el interruptor, e n tre lo s term inales d e é ste se colocan una resisten­ c ia y un cond en sad o r en paralelo. A causa de la re siste n c ia , este c ircu ito no perm ite el paso d e una c o rrie n te su ficientem ente intensa para o bligar al m o to r a funcionar a una v elocidad bastante elevada p a ra a fro n tar la dem an d a m inim a, pero sí capaz de m a n te n e r el par c u an d o se abre el interruptor y e li­ m in a r a sí todo p osible esp acio m uerto d e funciona­ m ien to . A u n q u e todos los reguladores centrífugos se ba­ san e n id eas sim ilares, existe otro m étodo de funcio­ n a m ie n to algo d iferen te, m ediante el cual se llega al m ism o resultado. Para ex ponerlo con sencillez, en e ste tip o d e m ecanism o la fuerza centrifuga d espla­ z a h a c ia el e x terio r los b razos del regulador, m ante­ n ie n d o abierto el interruptor para todas las velocida­ d e s . la m ás baja incluida. L a velocidad se gobierna v a ria n d o la com presión d e los resortes d e los b razos a tra v é s del dial d e m ando. A um entando la com pre­ sió n se ob lig a a la m á q u in a a g irar m ás deprisa para q u e proy ecte hacia fuera los brazos, con el fin de v e n c e rla , m ientras q u e una com presión ligera hace q u e el m otor gire m uy lentam ente (fig. 2-10). Entre a m b a s situaciones son posib les, así, num erosas ve­ lo c id a d e s. Al igual q ue en el caso precedente, en e ste m an d o se requieren tam bién u na resistencia y un c o n d en sad o r para im pedir q ue el m otor funcione d e m a n era pulsante, lo q u e de otro m odo ocurriría e n to d a s las v elocidades, salvo e n la m áxim a. L a velocidad del in ducido suele gobernarla el in-

Ul

Fig. 2-10 Mecanismo d e un m ando de velocidad centrifugo.

terruptor d el regulador, de tal m odo q ue, dentro de los lím ites de velocidad y c arga para los que se h aya calculado e l m otor, el inducido gana velocidad cu a n d o el interruptor está c e n a d o , y la pierde c uan­ d o e stá a b ie n o . El interruptor responde a d os fuer­ zas contrarias que actúan sobre la m em brana del regulador, sobre la que e stá m ontado uno de los contactos. Los resortes em pujan a la m em brana tra­ tando de c e rra r el interruptor y acelerar el m otor, m ientras el a c tuador tira d e e lla tratando de abrirlo y d e celerar así el m otor. E ntonces, el interruptor esta­ rá abierto o ce rrado según cual s ea la m ayor de esas fuerzas, que son am bas variables. La fuerza e jerci­ d a p or los resortes d epende d e la posición del botón d e m ando. En é ste hay una leva enchavetada al brazo de m ando, d e tal m odo que cuando el botón se separa de la posición de parada (qff) aum enta la tensión d e los resortes, quienes a su vez em pujan sobre la m em brana. La v arilla de m ando y el resorte form an una conexión flexible entre la leva y la m em brana. La v arilla de m ando y el resorte forman una conexión flexible entre la leva y la m em brana y, así, separando c a d a v ez m ás el botón de la posición de parada, aum enta progresivam ente la fuerza del resorte sobre la m em brana. Al igual que en todos los reguladores ce n trífu g o s, la fuerza ejercida por el actuador aum enta directam ente con la velocidad del inducido. C uando la velocidad de é ste es tal que la fuerza e je rcid a p o r el actuador iguala aproxim ada­ m ente a la fuerza antagonista del resorte, cualquier

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M o to re s elé c tric o s y m an d os de v e lo cid ad au m e n to d e v elo cid ad ad icional abre el interruptor, y to d a dism inución subsiguiente lo cierra. En ese m o m en to , el interru p to r se abre y cierra rápidam en­ te , estabilizán d o se la velocidad del inducido entre lím ite s m uy estrech o s. P ara aum entar la velocidad d e l e je d el in ducido hay que girar el botón h acia un n ú m ero m ayor, lo que aum enta la com presión del re so rte y requiere a sí una fuerza adicional del actuad o r p a ra abrir el interruptor. E sta fuerza adicional d e l a ctuad o r sólo puede conseguirse d e una m ayor velo cid ad del inducido, lo q ue se traduce p o r su ­ p u e sto en una velocidad m ayor d el e je d e salida.

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te rm in al d el d iodo, se h ará u so de u n absorbente de c a lo r y se aplicará c alo r c on un soldador (nunca de m ás d e 25 w att) a las c onexiones d urante unos ins­ ta n tes (de 5 a 10 segundos, no más). Las m ismas m edidas de precaución se seguirán al re soldar el d io d o . C uando se cam bie un diodo, hay que cercio­ ra rse de que se instala exactam ente com o el origi­ n al; síganse todas las señales de referencia. Si no se disp o n e d e un repuesto exacto,habitualm ente, para los c ircuitos d e m ando de velocidad de la m ayoría d e los pequeños electrodom ésticos, bastará con un rec tific ad o r d e 1000 volt y no menos de 2 am pere n om inales.

M ando de velocidad por rectificador L o s diodos tienen la propiedad de q ue sólo dejan p a sa r la corriente en un sentido. S ob re la c o n ien te a lte rn a su efecto e s q ue p o r el circuito pasa ú nica­ m e n te una in tensidad c o rrespondiente a la m itad de la tensión altern a aplicada. A ctuando com o m ando d e velocid ad , un rectificador, o d io d o , c o n e ctad o en serie con el m o to r perm ite que la corriente circule en u n solo sentido, d e m o d o que el m otor trabaja a la m ita d d e su v elocidad n om inal. C uando el interrup­ to r d e m ando s e p one e n a lta , el dio d o queda fuera d e l circuito y e l m o to r recibe toda la tensión. Pero cu an d o el interruptor de m ando está en b aja, el d io d o se pone e n serie con el m otor y éste funciona a la m itad de su v elocidad nom inal. U n m ando d e v elocidad p o r rectificad o r con sta de d o s únicos c om ponentes: el interruptor de m ando y e l rectificad o r d e silicio , o d iodo. El interruptor p u e d e com probarse m ediante u na prueba de co n ti­ n u id ad co nvencional, m ientras que el diodo puede c o m probarse co n un óhm etro. C uando las sondas de e ste instrum ento se conecten al rectificador en un sen tid o , d eb erá leerse u na resistencia b aja (m enor q u e 100 ohm ); p ero , al invertir las so ndas, d eberá leerse un v alo r elev ad o (m ayor que 1000 ohm ). Si el in strum en to d a el m ism o valor en am bos sentidos, e s q u e el rectificador, o d iodo, se e ncuentra e n mal esta d o . S alv o q u e se cono zca perfectam ente el circuito, an te s de llevar a cabo la prueba e s recom endable d esc o n ec ta r uno de los term inales d e l rectificador. D e lo contrario, p uede que se perjudiquen otros co m p o n e n te s, o lo s q ue estén en p aralelo c o n el d io d o pueden d a r lecturas falsas. Al d esconectar el

M andos de velocidad por circuitos de estado sólido

Diodos

L os m andos de velocidad por circuito de estado Estado sólido só lid o se utilizan profusam ente e n determ inados circu ito s d e trituradoras y batidoras porque ofrecen 14 aju stes de velocidad. U n a exposición porm enorizada de los m andos de velocidad de estado sólido exigiría cierto conoci­ m ie n to de los circuitos electrónicos, razón por la cu a l la teoría y los m étodos d e búsqueda de averias e n m andos de estado sólido caen fuera del ám bito de e ste libro. L os com ponentes electrónicos que form an un m an d o de velocidad d e estado sólido se encuentran sie m p re incorporados a una tarjeta de circuito im ­ p re so . H abitualm ente la reparación de un circuito d e m a n d o de esta clase supone reponer el circuito Rectificadores im p re so c om pleto. E s d ecir, los c onjuntos d e m an­ d o d e velocidad de estado sólido se presentan en «plaquetas» de circuito im preso, p o r lo que la susti­ tu ció n de com ponentes p o r separado suele ser im po­ sib le , o q uizá más costosa q u e la adquisición d e un co n ju n to com pleto. Al sustituir el circuito im preso d e b en seguirse las instrucciones del fabricante.

Autoexamen C om p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 60.

En un m ando de velocidad por inducción v aria­ ble, ¿está el devanado d e cam po e n serie o en p a ralelo c on el interruptor?

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M otores e lé ctrico s y m andos de velocidad 6 1 . E n u n m ando de v elocidad p o r inducción varia­ b le , ¿qué parte d el d ev an ad o de cam po se utili­ z a c u an d o el m ando se c o lo ca en alta?

6 7 . E n la figura 2 - l0 ( ¿ ) , ¿están las pesas del regu­ lador totalm ente e x tendidas o no lo están en ab­ soluto'.'

6 2 . ¿P u ed e un m an d o d e velocidad sobre inductor trab ajar c on co rrien te continua?

6 8 . ¿E s posible qu e e n u n circuito rectificador la corriente c ircu le en am bos sentidos?

6 3 . ¿ E n qué dos lugares se presentan p rincipalm en­ te los fallos e n los m andos p o r inducción varia­ ble? 6 4 . ¿ C u ál e s la fuerza actuante sobre los resortes de un m ando d e v elocidad cen trifu g o que tira de él h a c ia fuera? 6 5 . L o s b razos de todos lo s m andos de velocidad centrífu g o s, ¿lleg an a su posición extrem a m á­ x im a c uando e l ajuste de velocidad e stá en b a ­ ja ? 6 6 . ¿ Q u é g obierna la v elocidad del inducido en los m an d o s d e velocidad c entrífugos?

R e su m en 1. L o s tres tipos d e m otor q ue suelen encontrarse e n lo s electro d o m éstico s pequeños son e l universal e x c ita d o e n serie, el de dev an ad o cortocircuitado y e l m o to r d e corriente contin u a de im án perm anente. 2. L o s m otores eléctrico s basan su funcionam ien­ to e n el principio d e q u e los p olos m agnéticos del m is m o sig n o se repelen y lo s d e signos contrarios se atra e n . 3 . L o s m otores pequeños tienen dos electroim a­ nes; u n o fijo , llam ado esta to r, y o tro m óvil, llam ado ro to r. 4 . L o s m otores de dev an ad o cortocircuitado tie­ n e n d o s com ponentes principales: el estator y el in d u cido . 5. L os m otores u n iversales excitados en serie p o­ s e e n u n p a r de arranque e lev ad o , tal com o necesitan lo s electrodom ésticos. 6 . L o s m oto res ex citad o s en serie tienen un colec­ to r y esco b illas de carbón. 7. L os m otores d e c c d e im án perm anente funcio­ n a n c o n baterías.

6 9 . C uando el interruptor d e un m ando de veloci­ dad p o r rectificador se p one en alta ¿actúa el diodo de n tro d el circuito? 7 0 . S i, e n un m ando d e velocidad por rectificador, el interruptor se p one e n baja, ¿está el diodo en serie con el m otor? 7 1. ¿C uáles son los d o s com ponentes de un m ando d e velocidad p o r rectificador? 7 2 . A l c o m probar un d io d o , ¿ qué lecturas debe dar el óhm etro? 7 3 . ¿ H ay qu e su stituir norm alm ente com ponentes en la tarjeta d e circ u ito im preso de un m ando de velocidad de estado sólido?

8. Los m otores d e c c de im án perm anente carecen d e d e v anado de cam po. 9 . En los electrodom ésticos autónom os se e m ­ p lean m otores de cc d e im án perm anente. 10. L os m otores u niversales de los electrodom ésti­ c o s pequeños necesitan d o s escobillas. 11. H ay qu e c am biar las escobillas d e longitud in­ fe rio r a unos 6 m ilím etros. 12. El salto d e chispas entre las escobillas y el c o ­ le cto r d elata un fallo de colector. 13. Los inducidos d e ben e sta r equilibrados. 14. C on un óh m etro pueden detectarse arrolla­ m ientos del dev an ad o d e inducido cortocírcuitados o abiertos. 15. L as escobillas de sustitución deben suavizarse p ara e v ita r el exc eso d e chispas. 16. En los m otores p equeños, los cojinetes consti­ tu y en un foco im portante d e fallos mecánicos. 17. Los tres tipos d e c ojinetes para m otor eléctrico m ás utilizados son los cojinetes de rodillos y de b o la s, los cojinetes lisos y los cojinetes lisos de plástico. 18. El prim er indicio d e l fallo de un cojinete es

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M o to re s e lé c tric o s y m andos de v e lo cid a d ho lg u ra en el e je d el m otor y un raid o d e roce m etá­ lic o y agudo. 19. El ju e g o axial d el eje d e un m otor puede elim i­ n a rse ajustan d o un to m illo de em puje o añadiendo sep aradores en e l eje. 2 0 . A lgunas d e las averias m ás co m unes d e los m o tores eléctrico s son: a. El m o to r n o funciona b . El m o to r zum ba pero no a rranca c . El m o to r arranca pero se calienta ráp id a­ m ente

d . E xceso d e chispas e n las e scobillas e. El m otor g ira despacio / . El m o to r pierde velocidad y d a p oca p oten­ cia g . El m otor funciona irregularm ente h . El m o to r h ace ruido y vibra i. El m o to r p roduce sacudidas eléctricas 21. Los cu a tro tipos m ás corrientes de m ando de velocidad son (1 ) m ando por inducción v ariable, (2) m ando p o r reg u lad o r centrifugo, (3) m ando por rec­ tifica d o r y (4) m ando por circuito d e e stad o sólido.

C u es tio n a rio d e repaso

L a s p re g u n ta s siguientes p e rm ite n com probar lo aprendido en este capítulo. D ete rm in a r s i cada una d e la s afirm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respuestas e n un p a p e l aparte. 1. L os m oto res eléctrico s trab ajan aprovechando los p rincipios del m agnetism o. 2. L o s m otores eléctrico s pueden proyectarse para trabajar a cualquier tensión. 3 . U n m otor de d ev an ad o co rtocircuitado y un m otor de c c d e im án perm anente son la m ism a cosa. 4 . E n la m ayoría d e los e lectrodom ésticos autónom os se e ncuentra un m otor de cc d e im án perm anente. 5 . L os electroim anes se form an a base de corrientes eléctricas. 6 . U n m o to r girará siem p re q u e los polos magnéticos del inducido y d el e stator esté n desalineados. 7 . En los ventiladores eléctrico s se em plean m otores de devanado cortocircui­ tad o . 8 . L a v elocidad de un m o to r de devanado cortocircuitado puede sincronizarse a la frecuencia d e la red. 9 . L os m otores excitados en serie se utilizan cuando se n ecesita un p ar de arran­ q u e bajo. 10. L a c o n stitución d e lo s m oto res universales e s parecida a la de los m otores d e d ev an ad o c ortocircuitado. 11. En los m otores d e dev an ad o cortocircuitado se encuentra un c onector de aro partido. 12. En los m otores u n iversales se em plean escobillas de carbón blando que d esli­ zan sobre las delgas del colector. 13. L os m otores universales trabajan sólo con ca.

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M otores e léctricos y m endos de velocidad 14. L o s m otores de cc d e im án perm anente tienen un núcleo d e hierro m acizo. 15. S e supone que los portaescobillas han de hacer contacto con el colector. 16. L a s escobillas n u ev as hay que lijarlas d ejándolas planas para h acer contacto co n el colector. 17. C o n lija fina p u eden elim inarse surcos y picaduras del colector. 18. P ara lim p iar co lecto res puede em plearse un lim pia-contactos d e silicona. 19. L a m ica e n tre d e lg a s d eb e e sta r rebajada respecto a éstas. 2 0 . U n m o to r con e l in d ucido d esequilibrado vibra a m áxim a velocidad. 21. P ara determ in ar lo s cortocircuitos e n un inducido se hace la prueba del zum ­ bador. 2 2 . C u an d o se realiza u n a prueba de zum bador para v er si un devanado de induci­ d o e stá ab ierto , so b re é ste se c oloca u na h oja d e sierra. 2 3 . E n los m otores, e l prim ero de los fallos eléctricos procede de los cojinetes. 2 4 . L os cojinetes d e b o las se utilizan m ás q ue los lisos. 2 5 . P a ra red u cir el ju e g o ax ial, en el eje de los m otores se m ontan arandelas de em puje. 2 6 . L a s chispas en las e scobillas pueden deberse a que la altura de la m ica entre d e lg a s se a insuficiente. 2 7 . E n los m andos d e v e locidad p o r inducción variable se em plea una b obina de re a c tan cia c o n e c ta d a e n serie. 28. E s m isión d el rep arad o r sustituir com ponentes eléctricos d e las tarjetas de cir­ cuito. 2 9 . A l com p ro b ar un d io d o c o n un óhm m etro. una lectura baja en un sentido y una le c tu ra a lta e n e l o tro indican q u e el diodo se halla e n buen estado. 3 0 . L o s m andos p o r re g u lador m ecánicos se basan en el efecto de la fuerza centrí­ fuga.

Respuesta* a los autoexámenes de este capítulo

1 . Motores de devanado corto­

8 . Relojes eléctricos, ventila­

circuitado, motores univer­ sales excitados en serie y motores de imán permanen­ te para corriente continua. De imán permanente para corriente continua. En que los polos del mismo signo se repelen y los de sig­ no contrarío se atraen. Estator o inductor. Rotor o inducido. Si. No: si lo hicieran, el motor no funcionaría.

dores pequeños, algunas afeitadoras, abrelatas, seca­ dores de cabello y giradiscos. El devanado de campo (en el estátor) y el rotor (con el devanado de inducido). En hilo conductor delgado arrollado sobre un armazón d e chapas de hierro finas. Cada 1/100 seg. De la frecuencia de ca. Velocidad constante, po­ tencia baja y arranque auto­

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mático. 14. No los afecta, mientras sea suficiente para mantener el giro del rotor. 15. Su gran par de arranque, que les permite arrancar en carga. 16. La carga. 17. Los de devanado cortocircuítado. 18. A las delgas del colector. 19. Cobre y latón. 20. Las escobillas. 21. Sí. 22. Ca o cc; cc.


M o to re s e lé c tric o s y m andos de v e locid ad 23. Que los inductores de un motor universal son electro­ imanes. 24. SI. 25. Una batería. 26. Dos 27. SI. 28. A derechas, cinco vueltas 29. No. 30. No. 31. Seis milímetros o menos. 32. SI, cortándola o lijándola a la medida 33. No. 34. Exceso de chispas en torno a las escobillas, el motor no funciona o da poca poten­ cia. 35. Si. 36. No. ya que pueden soltar partículas metálicas que cortocircuitarían el colector. 37. No. ya que podrían cortocircuitar los arrollamientos del devanado de inducido. 38. No. 39 Prueba del zumbador, prue­ ba de continuidad y prueba de funcionamiento. 40. Para crear un campo mag­ nético intenso en lugar del devanado de campo del mo­ tor. 41. Comprobación del devana­ do de campo (cortocircuitos e interrupciones).

42. Cortos, aperturas y masas. 43. El motor funcionará más lento y caliente de lo nor­ mal. 44. El motor no funcionará. 45. 20 ohm o menos. 46. Adaptar su forma al colec­ tor. 47. Los cojinetes. 48. Falta de engrase y desali­ neación. 49. SAE-20 o SAE-30. 50. De bolas y rodillos metáli­ cos, lisos metálicos y lisos d e plástico. 51. Extraer el inutilizado. M on­ tar a presión el nuevo sobre el eje y el retén. 52. Piezas agarrotadas y ruidos d e roce metálico, agudos y de maracas. 53. Si. 54. Unas escobillas demasiado cortas o no adaptadas, cor­ tocircuitos o interrupciones en los devanados de campo e inducido, conductores del interruptor rotos, inducido deformado o cojinetes en mal estado. 55. Hasta unos 50 °C. 56. El inducido (cortocircuitado o quemado), el colector (su­ cio, ovalizado. picado o con las delgas en corto, excesi­ va altura de mica) y las esco­

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64. 65. 66 . 67. 68. 69. 70. 71. 72.

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billas. Escobillas o portaescobillas en mal estado, cordón de alimentación abierto inter­ mitentemente o inducido en mal estado. Cojinetes gastados, juego axial, eje del inducido defor­ mado, alguna pieza floja o materias extrañas en el entrehierro. Puesta a masa de conducto­ res en la carcasa. Enserie. Casi todo, o la mayor parte. No. En el interruptor y los arro­ llamientos del devanado de campo donde están las tomas. La centrifuga. No. El interruptor del regulador. Extendidas del todo. No. No. Si. El interruptor y el rectifica­ dor de silicio, o diodo. Baja resistencia (100 ohm) en un sentido y alta (1000 ohm) en el opuesto. No. la tarjeta de circuito im­ preso, con todos sus com­ ponentes. se repone en blo­ que.


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Capítulo 3

Ventiladores y relojes eléctricos

El propósito de este capitulo es facilitar la Identificación d e los distintos tipos de ventiladores, de los moto­ re s en ellos utilizados y un método general para localizar sus averias; éstas podrán ser eléctricas o mecá­ nicas. También se trata del funcionamiento de los relojes eléctricos y de los tipos de éstos con posibilidad d e reparación. Los ventiladores y relojes eléctricos son dos de los electrodomésticos accionados a motor de reparación y entretenim iento más sencillo. Los ventiladores eléctricos pueden ser de varias clases: portátiles o de m esa, de pie, de ventana, aspirantes y eductores. Todos ellos se componen de tres partes fundamentales: un interruptor-selector de mando, un motor y un impulsor de aire, o conjunto de paletas.

3-1 TIPOS DE VENTILADORES 2. L a m isión de un ventilador es e stab lecer una circu­ la ció n de aire capaz de p roducir un efecto de refrige­ ra ció n o de v en tilación. L a cap acidad de un ventila­ d o r su e le expresarse en m etros cúbico s p o r m inuto y e stá determ in ad a fundam entalm ente p o r la longi­ tu d , e l paso y la v elocidad de las p aletas. Por su ­ p u e sto , c uanto m ay o r sea la cantidad d e aire que las p a letas sean c apaces d e im pulsar, tanto m ayor será la p oten cia q u e se e x ija al m otor, o m ejo r aú n , tanto m a y o r será la potencia del m otor necesario. A ctualm en te, e n los ventiladores p equeños y m e­ d ia n o s las paletas so n arrastradas m ediante m otor de inducción variable. E xisten d os razones p o r las que e l m o to r universal ha sid o reem plazado p o r el de in d u cció n variable d e n tro de e sta g am a de tam años:

y a lo sabem os, carecen de escobillas. D ado q ue los m otores d e inducción variable p o­ seen un p ar útil bajo , las paletas se detienen sin dificultad cuando e ntre ellas se introduce un o b­ je to extraño. Los m otores universales, con su gran p ar útil, carecen de esta característica de seguridad.

H abitualm ente, en los ventiladores de m ayor ta­ m añ o se em plean m otores con d evanado auxiliar de arran q u e , o de arranque p o r condensador, que son m o tores d e corriente alterna exclusivam ente. Los ú n ico s ventiladores que funcionan con corriente ta n to alterna com o continua son los accionados por m o tores universales. L os ventiladores obedecen a m uchos diseños. A si. h a y algunos de dos velocidades únicam ente, o tro s tienen tres o m ás. y otros aún son reversibles, I. D ado el servicio c ontinuado a q u e se som ete a la co n tres velocidades en ca d a sentido de rotación. E stos ú ltim os p erm iten al usuario colocarlos e n una m a yoría de los v entiladores, las escobillas de los v e n tan a, para ex traer aire caliente durante el dia e m otores universales tienden a gastarse con b as­ introducir aire frío durante la noche; estas funciones tan te rapidez; los m otores de inducción variable.

Devanado auxiliar de arranque Motores

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Termostatos

Ventiladores oscilantes

V entiladores y relojes eléctricos se g o b iern an m ed ian te e l in terruptor-selector de m an d o . M uch o s o tro s incorporan un term ostato que p o n e en m arch a au tom áticam ente al aparato cuando se a lc a n z a una tem peratura prefijada. A lg u n o s ventiladores están d otados d e un m eca­ n is m o q u e les perm ite o sc ila r (o sea , cam biar la o rie n ta c ió n en la q ue lanzan e l aire) a la vez que g ira n las p aletas; d e e s e m o d o p u eden rem over m a­ y o r c a n tid ad de aire. E ste m ecanism o de o scilación su e le c o n sistir e n un to m illo sin fin con su palanca d e a rrastre ubicados en el rev erso d e la c arcasa del m o to r, frecuentem ente d otada d e u na envuelta m e­ tá lica. N orm alm en te, en una varilla que sobresale d e l m o to r, existe u na tuerca de m ariposa; ésta puede a p retarse para inm o v ilizar la palan ca de arrastre e im p e d ir q u e o scile el v entilador. E ste puede hacerse o sc ila r aflo jan d o la tu erca, lo q ue perm ite a la palan­ c a v o lv e r a arrastrar en vaivén al ventilador. Esta c o n stru cció n hace q u e el ap arato pueda em plearse c o m o m od elo o scilan te o estacionario. L o s ventiladores d o m ésticos m odernos suelen d i­ v id irse e n c in co c lases generales: 1. V entiladores p o rtá tiles o d e m esa. Se e n cuen­ tran m odelos oscilantes y estacionarios (no osci­ lan tes) y , n o rm alm ente, se m ontan sobre bases o ped estales de m ucho peso. Las paletas (dos o tres) suelen e sta r d irectam ente co nectadas al eje d e l m o to r y p rotegidas p o r u n a g uarda d e a lam ­ b re a d ecuada. Llevan un interruptor de puesta en m arch a y , a v eces, un m ando para dos o tres velocidades. 2 . V entila d o res d e p ie . C o m o su nom bre indica, e sto s v entiladores suelen co locarse d e pie sobre e l su elo y se constru y en p ara funcionam iento h orizontal o vertical. Los d e tip o horizontal ha­ c e n c ircu lar el a ire e n un p lano h orizontal, m ien­ tra s q u e lo s de tip o vertical lo hacen circular a p artir del su e lo estab lecien d o u na corriente cir­ c u la n te d e aire. S e e n cuentran m odelos oscilan­ te s y estacionarios. 3 . V entila d o res d e ventana. E stos ventiladores p u ed en ser m ontables e n ventanas o portátiles. E n el p rim e r caso se fijan a la ventana m ediante u na in stalación perm an en te, m ientras q u e los p o rtátiles p u eden trasladarse d e un sitio a o tro a volu n tad . L a m ayoría d e los ventiladores d e ven­ ta n a m odernos son reversibles, o sea, pueden e x p u lsa r aire d e u na h abitación, o aspirarlo del

exterior. 4 . V entiladores a spirantes. H abitualm ente monta­ d o s e n techos y paredes de cocinas, cuartos de a se o y lavanderías, los v entiladores aspirantes se encuentran en gran n úm ero de form as y tam a­ ñ o s, pero todos funcionan básicam ente de la m ism a m anera. Suelen em p le ar m otores d e in­ d uc ció n variable y las paletas, generalmente cu a tro , son d e paso m á s bien elevado con el fin de que puedan ex traer buenas cantidades de aire co n relación a su tam año. La d escarga d e estos ventiladores p uede env iarse directam ente al aire lib re , o llevarse al ex terio r a través de canaliza­ ciones. 5. E ductores. Estos son e n general nada más que versiones am pliadas d e ventiladores aspirantes. Si bien su instalación p uede obedecer a varías concepciones, al e sp ec ialista e n reparación úni­ ca m e n te le interesará, las m ás v eces, el interrup­ to r d e m ando, el m otor y el im pulsor de aire; sie n d o éste últim o habitualm ente de acciona­ m iento p o r correa, y n o d e accionam iento direc­ to . L os m otores q u e se utilizan e n los eductores d e gran tam año son generalm ente de devanado aux iliar de arranque o d e arranque por condensa­ dor.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido c o ntestando a las p reg u n ­ ta s s iguientes. 1. ¿C u ál e s la función d e un ventilador? 2 . ¿C ó m o se m ide la cap acid ad de un ventilador? 3 . ¿Q u é tipo d e m otor se en cuentra en los ventila­ d o res pequeños? 4 . E xponer las dos c ausas por las que se em plean m o tores de inducción variable en los ventila­ dores. 5 . ¿C ó m o se llam an los ventiladores que pueden v a ria r la dirección e n q u e s oplan a la vez que g i­ ran sus paletas? 6. C ita r las c inco clases gen erales de ventilador. 7. ¿Q u é tipo de m otor podem os encontrar en un ed u ctor?

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V entiladores y re lo je s eléctricos

3-2 REPA R A CIÓ N DE V E NTILA DORES N O OSCILANTES T a l com o se d ijo a n te s, un ventilador se com p o n e de m o to r, im p u lso r d e a ire y conm utador-selector de m a n d o . E n la m ay o ría de los v entiladores, el m ando d e velocidad e s d el tip o inducción en serie o induc­ ció n variable. E n la m ay o r parte de los v entiladores d e tres velocidades se em plea el m ando p o r induc­ ció n variab le, m ien tras q u e e n los d e do s velocida­ d e s se em p lea u n a bob in a de reactancia. T al com o v em os en la fig u ra 3 -1 , en un ventilador de tres velocidades só lo se usan la totalidad d e lo s arrolla­ m ien to s del d ev an ad o d e cam po en la posición de B a j a . E n to n ces, si el m otor de un ventilador funcio­ n a en las v elo cid ad es a lta y m edia, p ero n o en baja, e s que el fa llo se en contrará g eneralm ente en la p orción d el d e v a n a d o d e cam po com prendida entre lo s bornes d e m e d i a y b a j a . De otro m o d o , si el m o to r funcio n a sólo p ara la posición de a l t a , es qu e el fallo se e n cu en tra generalm ente en los arro­ llam iento s del d ev an ad o de cam po com prendidos en tre los b ornes d e ALTA y MEDIA. Desde luego, hay qu e co m p ro b ar la lim p ieza del con m u tad o r y la fir­ m ez a d e c o n tacto s y c o nductores; m uchas veces, la suciedad a c u m u lad a e n el contacto de un conm uta­ d o r puede in activ ar u n a o m ás velocidades. C uando

un v en tilador funciona sólo para una velocidad, cu a lq u iera qu e sea , lo m ás probable e s que el m otor se enc u en tre en b uen estado; p or ejem plo, si funcio­ na en M ED IA , pero n o en ALTA ni b a j a , es casi segu­ ro qu e e l fa llo e sté e n el c onm utador. En g ran parte d e los c aso s, se resolverá el problem a lim piando el co n m u ta d o r co n u n p oco de lim piador d e contactos; si no es a sí, la ú nica solución será ca m biar el con­ m utador. S i b ien son m uchos los m otores d e m ando d e v e locidad p o r inducción variable que tienen arro­ llam ientos renovables, lo m ejor suele se r reem pla- Reactancia z a r el m o to r com pleto. Cuando una prueba de conti­ nuidad revele que una reactancia esté abierta o en co rto , deb erá sustituirse. U n m otor qu e gire lentam ente puede presentar uno de los fallos e sbozados e n el capitulo 2 , o bien te n e r un m a n d o d e velocidad defectuoso. L a falta de un e ngrase correcto puede asim ism o ser causa de q u e un ven tilad o r funcione m ás lento d e lo n orm al. P ara la inform ación d e engrase c oncreta, se c onsul­ tará la g u ía del usuario o el m anual d e asistencia. C u a n d o e l m otor se niegue a funcionar e n abso­ luto, se co m probará el cable flexible de alim enta­ ció n . E ste sufre tirones y retorcim ientos c ontinuos, y en el m ism o se encontrará el origen d e muchos fallos, ce rca del enchufe; los conductores pueden p a rtirse d en tro d el aislante. C om o la m ayoría de los enchufes son del tipo m oldeado en pieza, la única reparación p o sib le suele ser corlar unos o cho o diez ce n tím etro s d el cable e instalar un enchufe d e susti­ tución. S i e l forro del cable está gastado, raido o ro to en alg u n o s puntos, se cam biará p o r com pleto. S i n o se en c u en tra el fallo tras c om probar el conm u­ ta d o r d e m an d o , el cable de alim entación y todas las co n exiones en tre e llo s, será necesario p robar el mo­ to r d e las d istin tas m aneras expuestas en e l capítu­ lo 2.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a la s p reg u n ­ tas siguientes. 8. E n los ventiladores no o scilantes, ¿qué tipo de m ando d e velocidad se em plea?

Fi*. 3-1 Esquem a del m otor de un ventilador de tres veloci­ dades. No hay conexión eléctrica con el ro to r de o t e motor.

PALMORE - 4

9. E n un v e n tilador de tres v elocidades, ¿ q u é pro­ ce d im iento d e m ando se e m plea? ¿Y e n uno de d o s velocidades?

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Ventiladores y relojes eléctricos 10. En la fig u ra 3 - 1, ¿cuántas b obinas del d evana­ d o d e cam p o actúan en alta velocidad? 11. C u a n d o u n ventilador funciona en MEDIA , pero no e n ALTA ni e n b a j a , ¿dónde puede estar el fallo ? 12. ¿C u á l pod ría s e r la avería d e un ventilador que fu n cio n a e n MEDIA y ALTA, pero no en b a j a ? 13. ¿P u ed e rep o n erse el enchufe de tom a de co­ rriente d e un cable d e alim entación flexible? Si e s a sí, ¿cóm o?

El motor trabaja caliente, despacio o intermitentemente; el consumo es superior al normal 1. S e observará si hay algún c o n o e n el devanado d e cam po. S i éste e stá d efectuoso, se sustituirá e l m otor c om pleto. 2. Se com probará si el rotor e stá trabado. 3. Se co m probará si hay cojinetes trabados o aga­ rrotados. Se lim piarán y engrasarán los cojine­ tes.

El ventilador hace ruido o vibra

3-3 LOCALIZACIÓN DE AVERÍAS EN LOS VENTILADORES NO OSCILANTES Lo q u e sig u e e s un análisis de las quejas posibles ace rc a de los v en tiladores no o scilantes y d e lo que de b e h acer el re p arad o r para c o rreg ir el fallo.

El motor no funciona 1. Se co m p ro b a rá la continuidad del cable de ali­ m entació n flexible, el co n m utador-selector, el d ev an ad o de cam p o y las conexiones. 2 . S e c o m p ro b ará q ue el rotor no esté trabado. 3 . Se e x a m in a rá el term ostato (si e x iste) p ara ver si lo s co n ta c to s n o están pegados en posición a b ie r t a .

El motor no reacciona correctamente cuando se acciona el conmutador-selector 1. C o m p ru eb e el conm utador d e m ando d e veloci­ dad es. 2. Se c o m p ro b arán las tom as d e d erivación del de­ v an ad o d e cam p o o la bobina de reactan cia.

1. Se com probará la deform ación, roturas, alabeo, eq uilibrado y centrado d e las paletas. 2. Se c o m probará que el cu b o d e las p aletas no esté flojo, o lo e sté algún elem ento. 3. Se co m probará el estado de lim pieza y engrase de los cojinetes. 4 . Se c o m probará el eje del rotor; si está flojo o curvado, se cam biará el rotor com pleto. 5. Se exam inará e l devanado d e cam po p o r si h u ­ biera p a n íc u la s m etálicas. Si e s a si, se d esm on­ ta rá el rotor y se le som eterá a chorro de aire com prim ido. 6 . Se co m probará que no se haya aflojado alguna guarda. 7 . Se com probará q ue el rotor no roce c on el d eva­ nado d e cam po. 8. Se buscarán tom illos flojos o desaparecidos. 9. Se c o m probará el equilibrado de las paletas.

El ventilador zumba I.

Se c o m probará si hay irregularidades en el entrehierro. Para elim inar el zum bido se ajustan los polos inductores y , si ésto no d a resultado, pu e­ de q ue sea necesario sustituir el rotor o el m otor com pleto.

El ventilador no invierte velocidad

Auloexamen

1. Se c o m p ro b ará el conm utador-selector y sus co­ n exiones.

C om p ro b a r lo aprendido contestando a ¡as p regun­ ta s siguientes.

2. S e c o m p ro b ará la continuidad del devanado de cam p o . Si algún com ponente se encuentra ave­ riad o , se reem plazará el m otor c om pleto.

14.

¿Q ué se com prueba cuando el m otor de u n ven­ tilador n o c onsigue funcionar?

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15. ¿C u ál p odría se r la avería cuando un ventilador no reacciona al p u lsa r e l conm utador-selector? 16. ¿C uál pod ría se r la avería cuando el m otor de un ventilador tra b a ja caliente o g ira d espacio? 17. ¿Q u é fallo produce un entrehierro irregular? 18. ¿Q u é pieza, o p ie z a s, hace que un ventilador haga ruid o o vibre?

o tro e xtrem o engranado a un engranaje recto p erte­ nec ie n te a un eje vertical. E ste eje posee unido a su ex trem o inferior un piñón o husillo giratorio que g ira m uy lentam ente. M ediante una corta p alanca, fija al piñón o husillo por un extrem o y unida al m o to r p o r el o tro e xtrem o, se consigue que el venti­ la d o r gire en vaivén. L o q u e sigue e s un análisis de las quejas p osibles a cerca del m ecanism o de oscilación de un ventila­ d o r y los extrem os a com probar.

El ventilador no funciona

3-4 REPARACION DE VENTILADORES OSCILANTES E n la figura 3-2 se represen ta un mecanism o carac­ terístico d e ventilador o scilante. Se c om pone d e un to m illo sin fin en el eje del m otor conectado a un p e q u eñ o e je rotor. É ste tiene un tom illo sin fin en su

1. Se com probará la continuidad de todos los c on­ ta cto s, el cable de alim entación, el devanado de c am p o y el conm utador. 2. Se com probará que el m ecanism o no esté tra­ bado.

Tornillo sintin Eje de rotor

El ventilador no oscila 1. • Se com probarán el h usillo, el tom illo sin fin y el

piñón. 2. Se exam inará el engranaje recto por si tuviera d ientes rotos. 3. Se observará si el eje del rotor e stá curvado. 4 . Se com probará el pasador de fijación d el e ngra­ naje recto. Si está flojo, se m oletea levem ente su ex tre m o y vuelve a m ontarse a presión, o bien se sustituye el conjunto com pleto.

El ventilador zumba

F ig. 3-2

Mecanismo de un ventilador oscilante.

1. Se c o m probará si en el entrehierro hay irregula­ ridades. Si no e stá correcto, se aflojarán los tor­ nillos de los inductores y se corregirá la posición d e los m ism os. 2. Se com probará que el eje del inducido no esté curvado. 3. L os alojam ientos de los cojinetes pueden estar flojos o deteriorados. Si hay algún cojinete d e ­ fectuoso, se cam biará. Al hacer esta operación, se lim piará la caja de engranajes de toda la grasa an tig u a y las arandelas d e las rótulas del cojinete y d e l e je del rotor se engrasarán con una capa liviana d e aceite para m otor SAE-30.

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V entiladores y relojes eléctricos

Chirrían los cojinetes del mecanismo de oscilación 1. S e c o m p ro b ará el e sta d o d e d esgaste de los c o ji­ n e te s, e sp ecialm en te e n e l extrem o del motor. 2 . S e c o m p ro b ará si el desg aste del rotor es ex ce­ siv o . 3 . S e c o m p ro b ará q u e la g rasa e sté limpia. Se lim ­ p ia rá la c a ja de en g ran ajes y se reem plazará p o r la recom en d ad a p o r el m anual de asistencia.

El mecanismo de oscilación hace ruido E ste ruid o p uede d eberse a un ju e g o axial excesivo e n tre e l h usillo y la carcasa. Para elim inar un juego ax ia l ex c e siv o , se co lo can separadores entre el husi­ llo y e l to m illo sin fin. A n te s de d e v o lv e r el ventilador al cliente, hay q u e verificar q u e fu nciona d e a cuerdo con las e spe­ c ific a c io n e s d e l fabrican te respecto a corriente o p o te n c ia n om inales. L a po ten cia consum ida no d e ­ b e e x c e d e r e n m ás del 10% a la indicada com o no­ m in al e n la p laca in dicadora. L a prueba de potencia d e b e efectu arse en u n local libre d e efectos de tiro de c h im en ea. S i, c o m o p ru eb a fin al, se recom ienda una prueba d e a lta ten sió n , h ay que a segurarse de que el ventila­ d o r h a esta d o e n m arch a u nos cinco m inutos antes d e lle v a rla a cab o . H ab itu alm en te, un m otor calien­ te d e la ta rá an tes las fugas de tensión que uno frió. L a p ru eb a de a lta tensión se efectu ará siem pre según las instru ccio n es d el m anual de asistencia.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p ren d id o contesta n d o a tas p reg u n ­ ta s sigu ien tes. 19. ¿ Q u é piezas m ecán icas producen la o scilación d e un v entilador? 2 0 . ¿ Q u é piezas d eben co m probarse cuando un ven tilad o r n o o scila? 2 1 . ¿ C ó m o se e v ita que los cojinetes chirríen al o sc ila r el ventilador? 2 2 . ¿ Q u é p otencia en ex c e so d e la nom inal es ac ep ­ tab le?

3-5

PALETAS

El conjunto de las paletas puede ser el foco de los fallos, e specialm ente si la q ueja e s qu e el ventilador h a ce ruido. En rea lidad, la causa de ruidos inco­ rre cto s m ás corriente son piezas flojas, particular­ m ente e n lo q ue se refiere a la guarda de protección de las paletas, o a las m ism as paletas. En este últim o c aso , si el cubo se ha a flojado algo del eje del m otor, o u n a de las paletas está floja, se producirá m ucha vibración y chirridos. E l c ubo suele a segurarse al eje del m otor m edian­ te u n o o m ás tom illos, p o r lo q u e los aflojam ientos en este lugar pueden corregirse apretándolos. Por re g la g eneral, las p aletas se rem achan al cubo. Para re ap re ta r un rem ache flo jo , se desm onta el conjunto de paletas y c ubo, se m antiene el rem ache sobre una m o rdaza d e b anco d e g ran m asa o sobre un trozo de a cero plano d e buen tam año, y se golpea el otro ex trem o d el rem ache c o n un m artillo d e m ecánico. S i así no se consiguen resultados, habrá que insta­ lar un rem ache nuevo a cam bio d e l viejo. Si se e n ­ cu entran dificultades p ara separar el cubo del eje del m o to r, a veces puede s e r una ayuda lubricarlo con alcohol isopropílico. A l trabajar en las p a letas, hay que poner m ucho cu idado para n o d o b larlas y sacarlas de posición; esto puede c ausar m ás problem as d e lo que puede pensarse. Si las paletas se doblan al m anejarlas o go lp earlas accidentalm ente, se destruye su sim e­ tría. E ntonces, e sa falta d e sim etría puede hacer que vib re o chirríe todo el c u erp o del ventilador y puede afectar tam bién a la velocidad. P ara com probar la sim etría se e lije un p u n to d e referencia en la jau la, o gu ard a, y con una regia se mide su distancia hasta a lg ú n punto de una p aleta fácilm ente identiflcable: luego se gira lentam ente a m ano la hélice y se com ­ p rueban las paletas una a una para o bservar si g u ar­ d a n el m ism o ángulo con e l eje (fig. 3-3). U n procedim iento m ás exacto p ara com probar el án g u lo de pala consiste en recortar una plantilla d e ca rtó n en form a d e triángulo con el ángulo adecua­ d o , que e s del o rden d e 15 a 20° e n la m ayoría de los ventiladores. (U nas p a letas con un paso dem asiado alto hacen que aum ente la c arga y que el ventilador funcione m ás lento de lo norm al, con lo que en rea­ lidad rem overá u na can tid ad de aire inferior a lo d e ­ b id o .) C olocando e sta g alga triangular debajo de

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Ventilado res y reloje s e léctrico s 24. ¿ C ó m o se fijan las paletas al cubo? 25. ¿C uál es el ángulo d e p ala m ás corriente? 26. ¿P ueden ajustarse las paletas de un ventilador? Si e s a sí, ¿cóm o? 2 7 . ¿P ue d en desequilibrarse las paletas d e u n ven­ tilador a causa de la suciedad? 28. ¿ Q u é debe hacerse cuando los cojinetes presen­ ta n un huelgo e xcesivo?

3-6

Iría de una paleta de ventilador.

c a d a p aleta, e s p osible o b serv ar si la m ism a está c o ­ rre ctam en te disp u esta. Si la paleta está desalineada, se d o b la e n el sentido ad ecuado p ara correg ir la situ a ció n . S iem pre q u e una p aleta se d o b le, aunque se a m uy p o co, su ele se r prudente com p ro b ar la rea cc ió n . E s frecuente te n e r que e fectu ar varios re ­ a ju ste s -leves» para elim in ar totalm ente la vibra­ ció n e n p aletas d esalineadas. Se recordará q ue e s de su m a im portancia q u e todas las paletas tengan el m ism o ángulo d e a taq ue, aunque no im porta una desv iac ió n de p ocos g rad o s si, p o r lo dem ás, el v e n tilado r se encu en tra en buen e stad o ; no o bstante, si un a paleta tiene un cierto ángulo y las o tras uno d istin to , ap arecerán vibraciones y chirridos. L as p aletas, particularm ente las d e lo s v entilado­ re s aspirantes de c o cin a, pueden d esequilibrarse a c a u sa de la su ciedad acum ulada e n u n a o m ás de ella s. Para co rreg ir la situación, se elim in a la sucie­ d a d con un disolvente de b u ena c alid ad , co m o perclo ro etile n o , tric lo ro e ta n o o tric lo ro e tile n o . L os c o ­ jin e te s c uyo desg aste sea superior a 0 ,0 5 ó 0 ,0 8 mm pu e d en c a u sar asim ism o un funcionam iento ruido­ so ; e n c aso de e x cesiv o h uelgo de c ojinetes lo m ejor e s instalar unos nuevos.

RE LO JES E LÉCTRICOS

L a m ayoría d e los relojes e léctricos, sean de pared, desp e rta d o res o tem porizadores, trabajan según los m ism o s principios, y se com ponen d e un m otor de dev a n a d o cortocircuitado que actúa a través de un tren d e engranajes, el cu a l, a su vez, transfiere el m o v im ien to d e rotación a las saetas. A diferencia de los relojes d e c uerda m ecánicos, e n los relojes eléc­ trico s n o hay resortes ni escapes, únicam ente los eng ran a jes reductores. L o s m otores d e devanado c ortocircuitado q ue se em p lean en los relojes eléctricos (salvo en los de c u a rz o ) están sincronizados a la frecuencia de la fuente de alim entación. En N orteam érica, la m ayo­ ría d e las centrales eléctricas generan corriente de 6 0 h e rtz (o sea. de 60 ciclos por segundo); en los países europeos y m uchos a m ericanos, e sa frecuen­ c ia e s de 5 0 hertz. En los relojes d e cuarzo se em plea un cristal de Cristales d e cuarzo cu a rz o tallado a precisión que, al ser activado por la ele ctric id a d , vibra a u na frecuencia prefijada (ge­

n e ralm e n te . alrededor de 262.150 vibraciones por seg u n d o ). Estas vibraciones, convertidas e n (misos elé c tric o s, se co n vienen electrónicam ente e n seña­ le s utilizables y, en la etapa final, activan un m otor q u e a rrastra las saetas. A unque las vibraciones d e un c rista l d e l cuarzo sean constantes, bajo tem peratu­ ra s y presiones barom étricas variables sufren varia­ c io n e s, p o r lo que se e ncierran e n u na envuelta h e r­ m é tica e n la que se hace el vacio. En la m ayor parte Autoexamen d e los relojes d e c uarzo se e m plea un m otor síncro­ n o qu e trabaja aproxim adam ente a 300 m icrow att C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a la s p re g u n ­ (3 0 0 m illonésim as de watt). B ajo condiciones de ta s siguien tes. te m p e ratu ra y presión b arom étrica norm ales y c o m ­ 23. ¿C u áles so n los oríg en es de los p roblem as de p a tib le s, puede conseguirse u na precisión de ±1 m i­ ruidos en lo s ventiladores? n u to p o r año.

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C ierres herm éticos


Ventiladores y relojes eléctricos

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Perforación

C o m o alim entación p ara el m otor, los relojes autó n o m o s em p lean u n a so la batería de linterna (pi­ la) irrecargable del tip o C o D . Estas pilas suelen d u ra r d el orden de un a ñ o ; p o r e llo , lo p rim ero que se com p ro b ará en un reloj autónom o e s la batería (fig . 3-4). C u an d o se estro p ea el m otor de un reloj, poco p u e d e h acerse para rep ararlo . C o m o m uchos relojes elé c tric o s so n relativam ente baratos, norm alm ente n o se recom ienda g a sta r m ucho en una reparación. E n el caso de los relo jes m ás caros, podrá conse­ g u irse un m otor de rep u esto com pleto en el sum inis­ tra d o r d e electro d o m éstico s en cuestión, o d irecta­ m e n te de fábrica. N o se o lvidará tom ar buena nota d e la m arca y del n ú m ero de modelo, inform ación

habitualm ente estam pada en la carcasa del reloj o en una pequeña placa adherida a algún punto del m ism o. Es posible desacoplar el m ovim iento d e un reloj de su bastidor. E ntonces podrá com probarse su e s­ tado conectándolo a la red de corriente continua, tras haberlo separado del bastidor. Habitualm ente suele ex istir una ventanita a través d e la que se observa un d isc o d e alum inio. E ste tiene u na perfo­ ración, por lo q u e fácilm ente se sabrá si gira. Si e s así, es que el m otor funciona; si no. e s que el d ev a ­ nado del m otor puede estar abierto. D ebido a su construcción h erm ética, rara vez un m otor necesita­ rá e n grase, si e s que lo necesita. Puede que alguna vez, en m ucho tiem p o , un reloj zum be o chirríe al funcionar; entonces e s q ue algún c ojinete e stá seco o gastado. En tal caso, el m otor se extraerá del basti­ d o r y se pondrán una o dos gotas d e aceite fluido en ca d a e x tre m o d el eje del motor.

Auto examen C om p ro b a r lo a p rendido contestando a las p re g u n ­ tas siguientes. 29. Boiood*

aiusta

¿Q ué tipo d e m otor se e m plea en la m ayoría de los relojes?

3 0 . L os relojes de c uarzo, ¿hacen uso d e m otores vibratorios? Si es a sí, ¿de qué tipo? 3 1. , Q ué tipo d e m otor a rrastra las saetas en un re ­ loj d e cuarzo? 3 2 . ¿Q ué alim entación tienen los relojes autóno­ m os? 33. ¿C uál es el fallo d e un m otor que zum ba o c h i­ rria?

dala Dataria Fig. 3-4 ristico.

Mandos y aju stes de un reloj

caracie-

^

¿Puede c am biarse el m otor en la m ayoría de los relojes?

R esu m en

3. En los ventiladores se em plean m otores sin e s ­ cobillas; p or e llo , en los m otores de los v entiladores I. L a función d e un v en tilad o res im pulsar, reno­ no hay fallos por e scobillas. v a r o rem over el a ire co nfinado en u na habitación. 4. C on los m otores universales se c onsigue d otar 2. Los v entiladores p eq ueños y m edianos utilizan a los ventiladores de un par de arranque elevado. m o to res d e dev an ad o co rtocircuitado. 5. En los ventiladores grandes se em plean m oto­

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ighted


Ventilado res y re lo je s e lé ctrico s re s d e arranque p o r d ev an ad o auxiliar o p o r co n d en ­ sa d o r. 6 . L os v entiladores q u e pueden h acer variar la d ire c c ió n e n q ue so p lan , a la vez q ue giran las p a le ­ ta s . se conocen c o n el n om bre de ventiladores o sci­ la n tes. 7 . L as c in co clases generales en que se clasifican lo s ventiladores son portátiles o de m esa, de p ie , de v e n ta n a , aspirantes y eductores. 8. L a sucied ad del conm utador de m ando e s una d e las c ausas p rincipales de q ue los v en tiladores no fu n c io n e n e n nin g u n a d e su s velocidades. 9 . E s n ecesario en g ra sa r y lim piar conv en ien te­ m e n te los ventiladores. M uy frecuentem ente los ca­ b le s flexibles de alim entación producen fallos. 10. A verias c o m u n es e n los ventiladores son: a . El m o to r n o funciona. b . El m o to r no reaccio n a al accionarse el con­ m utador-selector.

c . El v e n tilador n o se invierte (si es reversi­ ble). d. El m otor se recalienta, o funciona lenta o interm itentem ente; el consum o del ventila­ d o r e s sup erio r al norm al. 11. U nas p aletas dob la d as pueden hacer que e l ven­ tila d o r fu ncione ruidosam ente. 12. E s necesario com p ro b ar el paso de las paletas d e un ventilador. 13. Periódicam ente hay que elim inar la suciedad d e los ventiladores aspirantes d e cocina. 14. En los relojes eléctrico s se em plean m otores de d e v an a d o cortocircuitado. 15. Para m antener una m archa constante, en los relo je s d e cuarzo se em plea un cristal de cuarzo. 16. H abitualm ente, cu an d o se echa a perder el m o­ to r, los relojes n o se reparan. 17. En los relojes autónom os suele e m plearse una so la p ila de tipo C o D .

C u es tio n a rio d e re pa so

L a s p re g u n ta s siguientes p e rm ite n com probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada una d e la s a firm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respuestas en un p a p e l aparte. 1. Para a c c io n a r la m ayoría d e lo s v entiladores pequeños se em plea un m otor de d e v a n a d o cortocircuitado. 2. L o s m o to res d e d e v an ad o c o rtocircuitado tienen escobillas. 3. En lo s ventiladores g ran d es se em plean m otores de arranque por devanado au x ilia r o p o r condensador. 4 . C u a n d o un m otor funciona e n a lta v elocidad, sólo se está em pleando una p ar­ te d e l dev an ad o d e cam po. 5 . M ediante una prueba d e co ntinuidad puede determ inarse si e l devanado de c a m p o e stá abierto o cortocircuitado. 6 . L o p rim e ro a c o m probar cu an d o un m otor n o funciona e s el cable de alim en­ tación. 7 . En lo s ventiladores o scilan tes e l eje del m otor está dotado de un tom illo sin fin c o n e c ta d o a un e je ro to r c orto. 8. T o d o s los ventiladores d eb en relubricarse y com probarse p ara que funcionen a p len a velocidad. 9 . P ueden encintarse las roturas en el cordón de alim entación d e un ventilador. 10. U n as p a letas d esequilibradas son causa d e ruido y vibración.

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Ventiladores y re lo je s eléctricos 11. P ara ad a p ta r las paletas de un ventilador a una configuración sim étrica debe e m p learse u na plan tilla. 12. El p a so d e las p a letas de un ventilador e s de 33°. 13. L a sucied ad p u ed e d e sequilibrar u na p aleta d e ventilador. 14. En la m ay o ría d e los relojes eléctricos se em plean m otores de devanado corto­ circu itad o . 15. P ara g o b ern ar la velocidad d e un m otor que arrastre las saetas de un reloj se utiliza un cristal d e cuarzo. 16. El c ristal de c u arzo s e protege encerrándolo e n un receptáculo herm éticam en­ te sellado. 17. V ale la p e n a q u e la m ayoría de los relojes sean reparados p or un especialista. 18. L o s m oto res d e reloj necesitan un engrase anual con aceite SA E-20.

Respuestas a los autoexAmenes de este capitulo 1. Refrigerar o ventilar, impul­ sando. cambiando o remo­ viendo el aire. 2. En metros cúbicos por mi­ nuto. 3. De devanado cortocircui­ tado. 4. Carecen de escobillas que se desgasten. Su par motor es bajo, por lo que se detie­ nen sin dificultad cuando los golpean objetos extra­ ños. 5. Oscilantes. 6 . Ventiladores portátiles o de mesa, de pie, de ventana, aspirantes y eductores. 7. D e arranque por devanado auxiliar o de arranque por condensador 8 . D e inducción en serie. 9. D e inducción variable. Bo­ bina de choque. 10. Una. 11. En el conmutador. 12. Devanado de campo abierto

en posición BAJA. 13. Si; para ello se elimina el en­ chufe viejo junto con ocho o diez centímetros de cordón y se instala un enchufe nuevo. 14. El cable de alimentación, el conmutador-selector, el ter­ mostato y el motor. 15. Un conmutador de mando deficiente, o bien una toma del devanado de campo en mal estado, o una bobina de choque en mal estado. 16. Devanado de campo en cor­ to, rotor trabado, cojinetes del motor en mal estado. 17. Zumbido magnético. 18. Las paletas y el motor. 19. Un tomillo sin fin en el eje del motor, que engrana con el dentado de un pequeño eje rotor, engrana con un engranaje recto pertene­ ciente a un eje vertical unido a un piñón vertical.

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20. El husillo de compresión, tornillo sin fin, piñones, en­ granaje recto y eje rotor. 21. Se cambia el cojinete gasta­ do. se comprueba el rotor y se engrasa la caja de engra­ najes. 22. Hasta el 10 por ciento. 23. Piezas aflojadas, habitualmente de la guarda del ven­ tilador o las paletas. 24. Con remaches. 25. 15-20*. 26. Si. Por flexión. 27. Si. 28. Cambiarlos. 29. De devanado cortocircui­ tado. 30. No. Se em plea en ellos cris­ tales de cuarzo. 31. Síncrono. 32. Pilas de linterna de tipo C o D. 33. Q ue tiene gastados los coji­ netes del eje. 34. No.


Capítulo 4

Aspiradoras y enceradoras En esta capitulo se trata de las diferentes clases de aspiradoras y del fundamento de su funcionamiento, así como d e las enceradoras. Se expone también de qué modo se reconocen los fallos més corrientes de ambos tipos d e electrodoméstico. Las aspiradoras, que son electrodomésticos a motor, pueden ser de distintos tipos y constituciones; pero básicamente, el funcionamiento y los fallos de gran número de aspiradoras son similares. Por su parte, las enceradoras funcionan todas igual y presentan averias similares.

4-1

TIPOS DE ASPIRADORAS

T o d as las asp irad o ras, cualquiera q ue sea el tipo, funcionan s egún lo s m ism os principios b ásicos. T o ­ d a s poseen las m ism as piezas fundam entales: un ca ble de alim entación p ara tom a de corrien te, un interrupto r de un tip o u o tro para g o b ern ar el fun­ cio nam ien to del ap arato , un ventilador a m o to r que p roduce la a spiración necesaria, un sistem a d e con­ d u c to s q ue canaliza la corriente d e aire, u n a bo q u i­ lla q u e recoge el po lv o y la suciedad, un receptácu­ lo donde van a p a ra r é sto s y una carcasa d o n d e se reúnen todos los com ponentes. Si bien hoy en día se o fre ce n e n el m ercad o num erosos tipos distin to s de asp iradoras, todas ellas pueden ag ruparse en tres ca tegorías básicas: 1.

D e ca rro. En las aspiradoras de carro la acción lim piadora se prod u ce m ediante la aspiración generada p o r el ventilador accionado a m otor. Esta aspiración actú a sobre la superficie y la corriente de aire arrastra hacia el saco la sucie­ Fig. 4-1 dad y el polvo. (F ig . 4 - 1.) paay.)

A spiradora de c arro . (Cortesía de Hoover Com-

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A spiradoras y enceradoras

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Fig. 4-2 pany.)

Agitación

A spiradora vertical. (Cortesía de Hoover Com-

Fig. 4-3 En las a spiradoras combinadas se reúnen la potencia de aspiración de las aspiradoras de c arro con el efecto de b atido del cepillo mecánico de las aspiradoras verticales. (Cortesía de Hoover Com pany.)

2. V erticales. E n las asp iradoras verticales la ac­ ció n lim piadora se pro d u ce m ediante agitación y aspiración c o m b in ad as. L a aspiración atrae la alfom bra hacia la b o q u illa y los cepillos y /o los batid o res agitan y desp ren d en de la a lfom bra la su ciedad y el p o lv o , que la corriente de aire arrastra hacia el saco . (F ig . 4 -2 .) 3. C o m binadas. A lgunos fabricantes com binan la intensa succión q u e p roducen las aspiradoras de c a rro con la c a b eza agitadora de las verticales, añad ien d o una b o q u illa m ecánica a los modelos

d e carro. (Fig. 4 -3 .) Existen algunas variantes a estos m odelos bási­ cos. Por ejem plo, e n algunas aspiradoras se coloca un filtro de a gua y n o se em plea el saco com o dispo­ sitivo filtrante. En estas aspiradoras, una c o m ente d e aire atraviesa el ag u a y d eposita la suciedad y el polvo en la superficie d e la m ism a. E xisten, ade­ m ás, sistem as integrales en los q ue la suciedad y el po lv o van a parar a un depósito. H ay un m odelo vertical liviano q u e se ha com ercializado com o e s­ co b a eléctrica.

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A spira d o ra s y enceradoras

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguientes. 1. ¿C u ále s so n las tres categorías b ásicas d e a spira­ doras? 2 . ¿C óm o trabajan b ásicam ente las aspiradoras de carro? 3 . ¿ C ó m o se produce la acción lim piadora en las aspiradoras v erticales? 4 . ¿ C ó m o se g en era la aspiración en u na a sp ira­ do ra ? Fíg. 4-4

Principio del funcionamiento de una aspiradora de

4-2 AVERÍAS DE LAS ASPIRADORAS DE CARRO E ste tipo de aspiradoras, tal com o se d ijo a n tes, sin e l c e p illo a ccionado, se b asa ú nicam ente en la suc­ c ió n . La superficie d e la b oqu illa en contacto con la alfo m b ra puede hacerse m ás pequeña y . entonces, el e fe c to d e aspiración será m ayor. Para reforzar la re co g id a de h ilos, c ab ello s y o tros m ateriales d ifíc i­ le s, estas b oquillas se h an dotado d e cepillos y c a r­ d a s. E n la m ayoría de las a sp iradoras de carro , el saco c o le c to r se encu en tra e n el lado de aspiración de la m á quina. A sí. el a ire cargado d e polvo aspirado a tra v é s de la b oquilla y d e la m anguera atraviesa el sa c o , en el que la m ay or parte del polvo se separa d e l aire. Este aire atrav iesa seguidam ente un Filtro perm anen te existente en el com partim ento del m o­ to r y sale por el otro lado d e la m áquina. C uando una asp ira d o ra , com o la rep resentada en la figura 4 -4 , se e n c h u fa a 2 20 V -ca, e l m o to r recibe corriente y c o ­ m ie n z a a girar el in ducido en cuyo eje están m on­ ta d a s las paletas. L a rotació n d el ventilador c rea la co rrie n te de aire que atraviesa el saco d esechable y lo s filtros c on la suciedad y el p olvo. Este aire, ya filtra d o , sigue d iscu rrien d o a través del alojam iento d e m otor y ventilador y sale p o r el orificio d e d es­ c a rg a d e la c arcasa. E n este tipo de aspiradoras se em p le a n g eneralm ente m otores universales. E n las aspiradoras d e carro el fallo m ás co m ú n es la falta de succión. C o m o este tipo de aspiradoras d e p en d e n de q ue el a ire se m ueva a g ran velocidad, c u a lq u ie r cosa q ue lo im p id a reducirá la aspiración.

E ntre las causas se encuentran u na boquilla atorada, algún obstáculo en la m anguera, una m anguera en m al e stad o , un saco dem asiado lleno, una instala­ c ión d el sa co incorrecta, b a ja velocidad del m otor y un filtro cargado de p olvo. U na conexión deficiente de c ualquiera d e los adaptadores (com o el de boquilla 'a tubo y /o a m anguera y a filtro) producirá una p é rdida d e succión e n la b oquilla, donde es necesa­ ria . T o d o pequeño agujero o roto en la m anguera ca usará asim ism o pérdida de aspiración. Por eso, cuando los ventiladores de una aspiradora de carro trabajen a plena velocidad y en el extrem o de la m anguera haya poca o ninguna aspiración, se des­ co n ectará la m anguera al objeto de averiguar si en el o rificio de adm isión d e la m áquina la aspiración se hace m ás o m enos norm al. Si es asi, lo más proba­ ble e s q u e la m anguera esté atascada. Luego, si por n inguno de am bos extrem os se observa obstáculo alg u n o y no h ay señales e xtem as de que la m angue­ ra e sté aplastada, se c onecta ésta al orificio de des­ c arg a , su e xtrem o libre se lleva al e xterior y se hace fu n cio n ar la m áquina a toda velocidad con el pro­ pósito d e ex p ulsar lo que haya bloqueado la m an­ g uera. E sto suele d a r resultado; pero si no lo d a , se em pleará un pasacables de electricista para hacer sa lir el obstáculo. La m anguera que se em plea en ciertos m odelos de carro puede ser foco d e fallos d e aspiración. Por e jem p lo , las m angueras de plástico sufren desgarros y p icaduras; en otras m angueras, el revestim iento in terio r se rom pe y se pone a flam ear, obstaculi­

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A spiradoras y enceradoras

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z a n d o p arcialm ente el paso y p roduciendo interrup­ c io n e s e n la aspiración. H abitualm ente una rotura d e e ste gén ero la rev ela un pu n to endeble, que se p lie g a fácilm ente y o b servable externam ente. C ual­ q u ie ra qu e sea e l tip o d e m anguera, cuando una de ella s se d escu b ra que está en mal estad o, lo m ejor es re e m p lazarla; en o tras palabras, e s buena práctica rep a ra to ría no tratar n u nca de recuperar una m an­ g u e ra d e asp irad o ra, salvo en c asos d e em ergencia. G ra n p arte de los especialistas veteranos a dquie­ ren u n -s e x to - sentido p ara decidir acerca del v acio q u e g e n e ra una aspiradora. U n tru co consiste en co lo c a r la palm a de la m ano sobre el extrem o de asp iració n de la m anguera y . luego, retirarla para ju z g a r la intensidad del sonido así p roducido, lo que p erm ite e stim a r el g rad o d e aspiración. Por supues­ to , un p rocedim iento m ás e x acto p ara determ inar el e fe c to de succión de una aspiradora e s em plear un vacu o m etro . R ara vez se reciben q uejas de q u e u na aspiradora d e c a rro n o recoge p elusas ni h ilo s; e llo se debe a q u e su s boq u illas para a lfom bras suelen estar d ota­ d a s d e u n cep illo estacionario, o d e un dispositivo « de c a rd a d o » , q u e suele averiarse poco y despren­ d e n las p artículas d e p elu sa recalcitrantes, y sim ila­ re s, las cuales no siem pre ceden s ó lo a la succión. E stas p iezas son d e acceso inm ediato y m uy sim ples d e a ju sta r y renovar; lo cierto e s q u e . e n la m ayoría d e lo s c aso s en q ue se d esgastan los cepillos, son los m ism o s u suarios quienes com pran unos nuevos y lo s m o n tan personalm ente. El dispo sitivo de c arda­ d o e s prácticam en te indestructible.

4-3

ASPIRADORAS VERTICALES

T al co m o se dijo antes, las aspiradoras verticales sacuden e l tejido d e las alfom bras con un cepillo m ovido a m otor p ara facilitar e l desprendim iento de la su c ie d ad incrustada en el pelo , a objeto de que sea aspirada hacia el saco. E ste c ep illo facilita adem ás la rec ogida d e pelusas, hilos, cab e llo s, etc. El m o­ to r, habitualm ente d e tipo u n iversal, está conectado d irectam ente al ventilador de aspiración y, a través de un m ecanism o d e poleas y c orre a, al c epillo mó­ vil rotatorio. U na em puñadura d e horquilla unida a la m áquina perm ite g uiarla sobre la superficie de la alfom bra. L a carcasa está dotada d e ruedas provis­ tas d e un to m illo de reglaje qu e perm ite elevar o d e sc en d er la aspiradora para ajustarla a alfombras d e d istin to s grosores. En la m áquina vertical básica representada e n la figura 4 -5 la polea m ontada e n el e xtrem o del indu­ cido a rrastra a la correa qu e a cciona el c epillo rota­ torio. E ste desprende las partículas d e suciedad y trata de atraparlas m ediante fuerza centrifuga. La c o rrien te d e aire qu e c rea el ventilador m ontado en el e je del inducido atrae la suciedad a través de la abertura q u e rodea al c epillo, y a través del extrem o inferior d el m otor h acia el saco. E ste e s atravesado

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n d o a las p re g u n ­ ta s sigu ien tes. 5 . E n las aspiradoras d e carro , ¿ dónde se encuentra e l s a c o d e recogida? 6 . ¿ C u ál e s la av ería m ás corriente de las aspirado­ ra s de carro? 7 . ¿ C u ál e s la causa de la avería anterior? 8 . ¿C uál e s la p rim era operación para averiguar el o rig e n de un fallo de aspiración? 9 . ¿ Q u é tip o de m otor se em plea en estas aspira­ d o ras?

vertical.

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Aspirado ras y enceradoras

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p o r el aire, q u e d e p o sita la suciedad e n é l. S eguida­ m e n te , el aire p e n e tra e n el m otor a través de un filtro , lo atrav iesa y se descarga sobre el arm azón d e l m otor a trav és d e u n a rejilla. M uchas m áquinas p o seen un in terru p to r d e alta y baja velocidad q ue g o bierna la velo cid ad del m otor y qu e. en la p o si­ ció n alta, cierra la a d m isió n procedente del extrem o in ferio r de la m á q u in a y , adem ás, elev a el cepillo separándo lo de la su p e rfic ie de la alfom bra. La im posibilidad d e arrastrar pelusas e h ilos e s un fa llo muy co rrien te de las aspiradoras v erticales d e ce p illo giratorio. L o q u e ocurre es qu e, d a d a la c o ­ n o c id a cap acidad de e sta s m áquinas p ara recoger c asi todo lo q u e p a se p o r sus b oquillas, la m ayoría d e sus usuarios se p recip itan a g ritar «esto no fun­ ciona» c uando su m á q u in a no consigue arrastrar una p a rtíc u la de p e lu sa a la prim era pasada. E ste tipo de aspiradoras sopo rtan m ás de lo que pueden: indis­ crim inadam en te la e m p lean m uchos p ara reco g er a g u ja s, alfileres, b o to n e s, m onedas, cla v o s, ta ­ c h u elas e incluso fó sfo ro s. A sí. p o r esto últim o , hay sac o s que han ard id o . E videntem ente, algunos de lo s o bjetos afilad o s o aguzados p u eden introducirse b a jo la correa y c o rta rla en dos, o acuñarse en la b o quilla y atra n c a r el cepillo, d estruyendo tam bién la correa. P o r e llo , c u a n d o una aspiradora d e cepillo g iratorio no recoja la p e lu sa , puede sospecharse que ex iste algún fallo e n e l c epillo de la b o q u illa o en la correa de é ste. R ecu érd ese que u na correa d em asia­ d o tensa ejerce u na c a rg a adicional sobre los co jin e­ te s d elanteros, m ien tras q ue una poco ten sa resbala­ rá cuando el c e p illo se ponga en contacto con la alfom bra. La tensión d e la correa p uede co m probar­ s e colocando la a sp irad o ra junto al bo rd e de la a l­ fom bra e in tro d u cien d o la mano b ajo ésta; si e n to n ­ c e s se percibe v ib ra c ió n , es que el cepillo e stá g ira n ­ do. C asi siem pre, al rep arar algún m odelo vertical q u e no consiga a rra stra r la pelusa, se en co n trará que el usuario ha fo rzad o la tobera lo m áx im o hacia a b a jo forzando a la s u frid a m áquina p ara que recoja partículas ad heridas. En tales casos, d eb erá ex p li­ c a rse con tacto q u e u na boquilla anorm alm ente in­ clin a d a hace q u e la aspirad o ra resulte d u ra d e m ane­ j a r y que, asi. no se m ejo ra en absoluto su efecto lim piador. L os c e p illo s, desde luego, d eben estar lim pios para q u e a c tú e n correctam ente.

Para d eterm inar la posición de boquilla apropiada a c a d a alfom bra se p rocede com o sigue: (1) se eleva la b o quilla hasta su posición m ás elevada, (2 ) se pone en m archa el m otor y (3) se hace descender p o c o a p o co la b oquilla hasta q ue se o iga so n id o de com presión (en cu y o instante el m otor se acelerará notablem ente). E sto nos indicara que la alfom bra ha cegado la bo c a d e la boquilla. E n o tras p alabras, la p o sición d e boquilla perfecta e s la más alta para la cual se m antiene la com presión. D e este m o d o , se m inim izan los efectos del desgaste de boquilla y ce p illo , y a que d eb e quedar perfectam ente claro que la alfo m b ra h a de barrerse suavem ente sobre un cojín d e aire. P o r el contrario, una altura dem asiado baja puede su p o n er qu e la a lfom bra sea «m artillea­ da» p o r e l cepillo, sirviendo el suelo de «yunque». H ay c asos e n q u e la m áquina resulta dura d e m ane­ ja r a c onsecuencia d el agarrotam iento del p ivote de un a de las ruedas articuladas; esta situación suele re m ediarla u na g ota d e aceite fluido. Entonces, tén­ gase cuid ad o pa ra no poner aceite en exceso en la ru e d a, y a qu e el sobrante puede m anchar las a lfom ­ bras. P ara elim in ar los chirridos, deben engrasarse de v e z en cuan d o los cubos d e las ruedas; ahora bien, p óngase atención en qu e ni una sola g ota d e aceite q u e d e e n el e x terio r de la rueda, desde donde pueda g o tea r ha sta la llanta. Las aspiradoras v erticales d o ­ tadas d e u n trinquete único p ara bloquear la e m p u ­ ñ ad u ra en a lg u n a posición entre varias no presentan p roblem as de m antenim iento. O tra cosa m uy d istin­ ta e s , em p ero , qu e los resortes e quilibradores d e la em p u ñ a d u ra de determ inados m odelos hayan sido instalados satisfactoriam ente. E n e fecto, la p acien­ c ia d e c ualquier persona puede agotarse hasta el m áxim o al tratar d e a justar el resorte d e una e m pu­ ñ ad u ra por vez prim era; sin em bargo, e llo no es d ifícil si se conocen perfectam ente determ inados hechos. A falta d e instrucciones c oncretas, pueden ser de u tilidad las indicaciones generales siguientes. L a tensión del resorte e s d e sum a im portancia. Por e jem p lo , el resorte d eb e tensarse lo suficiente para m a n te n er la em puñadura a una inclinación d e 15°. C o n un a tensión superior a e sa . la a spiradora c om ­ p leta p uede balancearse hacia atrás al bajar la e m p u ­ ñadura; si e s m enor, la e m puñadura caerá al suelo. P ara c o nseguir un buen ju sto m edio al ca rg a r el

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A spiradoras y enceradoras re so rte , p uede se r p reciso -arrollarlo» alrededor de u n a v u elta co m p leta, e stando la h orquilla d e la em p u ñ a d u ra en posición vertical. E n alg u n o s m o d elo s, uno de los extrem os del re so rte se abrocha en u na de d o s p osiciones separa­ d a s 180° e n la horquilla del eje d e la em puñadura, d e p a ra n d o así u n reglaje de d o s posiciones. Por tan­ to , e n e sto s m odelos, e s recom endable adaptar pri­ m e ro a m b a s p artes sin ap retar, de m odo q ue pueda e le g irse la p osición d e enganche adecuada antes de a c o m e te r el tensad o d el resorte.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a prendido contestando a las p reg u n ­ ta s sigu ien tes. 10. C o n las aspiradores v erticales, ¿cóm o se lim ­ pian las alfom bras? 11. E n e stas b arredoras de a lfom bras, ¿qué tipo de m o to r se em plea? 12. C o n la barredora en posición a lta, ¿están los c ep illo s en contacto con el suelo? 13. ¿Q u é sucede cu an d o e s escasa la tensión de la co rrea? 14. ¿D ó n d e aparecen los fallos m ás c o m e n te s en las asp irad o ras verticales? 15. ¿ Q u é in clinación, respecto a la vertical, debe p ro d u c ir la tensión del resorte en la em puñadu­ ra?

4-4 ASPIRADORAS COMBINADAS P a ra ap ro v ech ar las m ejores características de las a sp ira d o ra s de carro y verticales se han creado las a sp ira d o ra s com binadas. Los m odelos com binados o fre c e n la com odidad de m anejo y eficacia lim pia­ d o ra d e los batidores m ecánicos con una aspiración p o te n te , n ecesaria p ara lim piar, y u na versatilidad sin g u la r (fig. 4-6). L a s a spiradoras com binadas están dotadas de una b o q u illa m ecánica con un cepillo accionado p o r un m o to r indep en d ien te, que sacude la alfom bra y au ­ m e n ta la e ficacia de la lim pieza. L a m anguera es un c o m p o n e n te im portante de los m odelos com binados y , frecu en tem en te, resulta atascada p or la suciedad.

Fig. 4-6

Funcionamiento de una asp irad o ra combinada.

4-5 ASPIRADORAS DE LAVADO Y SECAD O Y ESCOBAS ELÉCTRICAS L as aspiradoras d e lavado y secado y las escobas eléc trica s trabajan casi d el m ism o m odo. C uando, e n u n m o d elo com o el d e la figura 4 -7 , se acciona el interru p to r, el m otor recibe corriente, con lo que co m ien z a a g irar el ventilador m ontado sobre el inducido y nace una c o rrien te d e aire. Esta, con p a rtículas de suciedad en su seno, penetra por la boq u illa y atraviesa el tubo interno, quedando la su cie d ad depositada e n e l saco. L uego el aire atra­ vie sa el saco, la em paquetadura, el guardapolvo y el o rific io y el ventilador lo expulsa al exterior por los la d o s. A través de los resp irad e ro s superiores se a sp ira aire d e refrigeración para h acerlo atravesar el m o to r y ex pulsarlo al exterio r, p o r los respiraderos la te rale s, m ediante el ventilador d e respiración (fig. 4 -7o).

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A spiradora s y enceradoras Para q u e la m áquina funcione c om o lavadora, se intro d u c en agua y detergente (aproxim adam ente 1,5 litro s, en la m ayoría d e los casos) en la parte in fe rio r del depósito. Para soltar la m ezcla de agua y deterg e n te sobre el suelo se acciona un dispositivo d e c ad e n a o sim ilar. Igual q u e antes, cuando se ac c io n a el interruptor, el m otor recibe corriente y el ven tilad o r com ienza a g irar con el inducido; el ven­ tila d o r hace que el aire d iscurra por el conducto c e n tra l, existente en la base, y por la boquilla. En é sta se recoge el agua sucia co n el aire, que es im p u lsa d a p o r el tubo interior y se q ueda en el d epó­ s ito d e a g u a sucia. C om o vem os en la figura 4-7(¿>), el aire atraviesa seguidam ente u na abertura e xisten­ te e n la em paquetadura y g u ardapolvo y e s expulsa­ d o al ex terio r a través de los respiraderos laterales d e la carca sa, acom pañado del aire recogido a través del co n d u cto central. Por los respiraderos superio­ re s se succiona aire d e refrigeración para el m otor, q u e e s ex p u lsado p o r los respiraderos laterales m e­ d ia n te el ventilador d e respiración. E x isten aspiradoras de lavado y secado qu e se e n la z a n a una m anguera de vacío norm al, la cual a su v ez se conecta al orificio d e descarga de una a sp irad o ra no rm a l. C uando este o rific io de descarga se e n c u e n tra e n el fondo d e la m áquina suele d ispo­ nerse d e un adaptador. El agua y el detergente se añ ad e n a través del orificio d e llenado e xistente en la p a rte superior, y se sueltan d el d epósito m ediante un a c a d en a d e tracción y una v álvula. C on la m áqui­ na d e lavado y secado unida a la aspiradora y el in terru p to r conectado, la corriente de aire proceden­ te d e la d escarga de la aspiradora es im pulsada por los tu b o s de u nión, la p aite s uperior y la em paqueta­ d u ra d e la m áquina, y conducto central del depósito. L a fo rm a de la parte superior y d e la em paquetadura d e la m á quina producen un efec to Venturi que g ene­ ra su cc ió n en la boquilla a través d el tubo interno y d e p o sita el agua sucia en el recipiente (fig. 4 -7 r). L as qu e ja s posibles e n to m o a las aspiradoras d e s e cad o y lavado, así com o a escobas eléctricas y b a rred o ras, son p rácticam ente las m ism as q ue e n el c aso d e las aspiradoras corrientes tratadas anterior­ m ente.

Autoexamen F l ,. 4.7 s«cado.

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CoiH/irobiir lo aprendido coitlesltimío ü las pregantas siguientes.

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Aspiradoras y enceradoras 16. E x p licar brevem ente de q ué m odo funcionan las e sco b as eléctricas.

El motor se recalienta

17. L as asp iradoras d e secad o y lavado, ¿pueden co m p rarse co m o electrodom ésticos propia­ m en te d ichos o c o m o a ccesorios de las aspira­ d o ra s d e carro ?

1. O b servar si los o rificio s d e ventilación están lle­ nos u o b struidos co n suciedad. 2. C o m probar la continuidad de los devanados de cam po e inducido. 3 . M irar si el d ev anado d e cam po tiene alguna m a­ sa. 4 . C o m probar qu e el inducido no haga contacto con el d ev anado d e cam po. La causa de ello p ueden s e r unos cojinetes gastados. 5. C o m p ro b ar si los cojinetes d el m otor están blo­ q u eados o s i el eje d e l inducido está curvado. 6 . En algunos m odelos (verticales), hay que com ­ p robar qu e n o h aya m aterias extrañas que traben el cepillo.

18. ¿S ó n iguales las q u e ja s o averias d e m áquinas d e lavado y secad o , e scobas eléctricas y a spira­ d o ras?

4-6 LOCALIZA CIÓN DE AVERÍAS EN LAS ASPIRADORAS C a si todas las quejas en to m o a las aspiradoras, sean d e tip o carro o v erticales, se encuentran dentro de a lg u n o d e los e p íg rafes siguientes. Se presentan a d e m á s las zonas a c o m p ro b ar por el reparador para d e te rm in a r el o rigen de la queja.

El motor no funciona S i la luz se ilum ina n orm alm ente pero el m otor no fu n c io n a , se realizarán las pruebas siguientes. 1. C o m p ro b a r la co ntinuidad de: in terruptor, cor­ d ó n de alim en tació n , d evanado de cam po, seg­ m en to s del ind u cid o , escobillas del inducido y to d a s las conexiones. 2 . C o m p ro b ar el desg aste de las escobillas, o si é sta s se han a d h erid o a los portaescobillas. 3 . C o m p ro b a r si e l ventilador e stá atascado. 4 . C o m p ro b a r si los co jin etes del m otor están b lo­ q u ead o s. E stos s e lim piarán y engrasarán. Si estu v ieran m uy g a stad o s, se reem plazarán. 5 . E n aquellos m o d elo s cu y o cordón de alim enta­ c ió n tenga c a rrete ten so r, se com probarán los co n tacto s con a ro s en el carrete. 6 . E n los m odelos q u e tengan una lám para q ue no se e n cien d a, se com probará, si la lám para está q u em a d a , si el co rd ó n de alim entación está c o rta d o , si el in terru p to r de puesta en m archa e stu v ie ra e stro p ead o y si hubiera algún contacto a b ie rto e n el c ircu ito com prendido entre el cor­ d ó n y la lám para.

El motor funciona lentamente; potencia insuficiente 1. C om probar qu e no haya m aterias extrañas atra­ padas e n el inducido d el ventilador. 2 . C om p ro b ar si e l inducido o el d evanado de cam ­ po están q u em ad o s, o si las escobillas hacen mal contacto. 3. C o m probar la alineación d e los cojinetes del m o­ tor.

El motor funciona demasiado rápido 1. C o m probar q u e el devanado de cam po no tenga algún corto. 2. M irar si el v en tilador se ha aflojado del eje y no gira c o n el inducido. 3. C om probar el saco d e polvo. Si está m ás lleno de la cu enta, reponerlo.

El motor arranca y se para con la aspiradora en marcha 1. C o m probar qu e no haya alguna rotura interm i­ tente e n e l ca ble de alim entación. 2 . C om p ro b ar el interruptor d e mando. 3. C om probar si hay algún corto en el cableado o algún trozo de aisla m ien to desprendido. 4. C o m probar qu e en e l cableado no haya alguna conexión floja.

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Aspiradora s y enceradoras

El cepillo no gira, pero el motor funciona (modelos verticales únicamente)

e n tre los c om partim entos superior e inferior no

falta. 2 . C om probar si lo s cojinetes están d em asiado ce­ ñidos o trabados. 3 . Inspeccionar el cep illo por si alguna m ateria ex­ traña lo traba.

sean excesivas. 12. C o m p ro b ar fugas de aire e n la m anguera. 13. C o m p ro b ar el estado del conjunto de m otor y ventilador. 14. C o m p ro b ar la velocidad d el motor. 15. C o m p ro b a r los elem entos de unión p o r si pre­ sentan grietas o deterioros que provoquen fu­ gas.

El cepillo sólo funciona en alta velocidad, o sólo en baja (sólo modelos de dos velocidades)

La aspiradora no recoge correctamente (sólo modelos verticales)

1. O b serv ar si la co rre a se ha ro to , aflo jad o , o si

1. C om p ro b ar el conm utador se le c to r (alta-baja) de velocidad. 2 . Revisar el m on taje del selector d e velocidades para verificar el h uelgo, o p o r si el ajuste es incorrecto. 3 . C om p ro b ar el e stad o del devanado d e cam po. 4 . C om probar la articulación m ecánica entre pa­ lanca y con m u tad o r.

Poca o ninguna aspiración 1. C om p ro b ar si la m anguera está atascada. 2. C om p ro b ar q u e no esté o bturado e l saco , sea de tela o desech ab le. C om p ro b ar tam bién el nivel de p o lv o e n e l saco p o r si é ste estuviera dem asiado lleno. 3. C om p ro b ar s i el ventilador se h a aflojado del eje del m otor. 4 . C om p ro b ar el cierre en la tapa y e n la base del m otor. 5 . C om p ro b ar q u e las fugas en las conexiones de la m an g u era no sean excesivas. 6. C om p ro b ar q u e no haya d ep o sites d e suciedad que atasquen la m áquina. 7. En algunos m o d elos, hay q ue com p ro b ar que la p osición d el m ando de aspiración e s adecua­ da. 8. C om p ro b ar la c o ntam inación d e l filtro del m o­ tor. 9 . En algunos m o d elo s, co m probar si la correa está floja o resb ala. 10. En algunos m o d elos, com probar si el filtro de descarga e stá d em asiado contam inado u o b tu ­ rado. 11. En algunos m odelos, com probar q ue las fugas

1. C o m p ro b a r el m ecanism o de reglaje d e la boqui­ lla y e l reso rte tensor de la em puñadura. Hay tres tip o s d e reglaje en la boquilla: por tuerca d e m a­ rip o sa. p o r palanca y autom ático. 2. E x am in a r el c epillo y observar si las cerdas están a n ivel co n la abertura de la carcasa. Si la m áqui­ n a es d e tipo ajustable, podrá ajustarse el cepillo a la po sic ió n m ás baja siguiente; si no. habrá que rep o n er el cepillo. 3. A se g u ra rse d e que el reglaje de la boquilla es correcto p ara la lana de la alfom bra. Si no e s así. se aju stará la boquilla hasta q ue haga buen c o n ­ tacto co n la alfom bra. 4. E x am in a r la correa y asegurarse de que e s ade­ cu a d a p a ra la aspiradora e n cuestión. 5. E x a m in ar el m ecanism o d e rodadura articulado p o ste n o r; se observará si las ruedas pivotan y giran sin dificultad. La altura de las ruedas deter­ m ina la posición de la boquilla sobre la alfom ­ bra; p o r ta n to , si están desgastadas, d eberán sus­ tituirse. 6. C o m p ro b a r si el cepillo agitador e stá atascado. En c aso n ecesario, se lim piará la suciedad d e los c ojinetes. 7 . E x am in ar el saco d e polvo. Si está lleno m ás de la cu e n ta , se repondrá.

Funcionamiento ruidoso 1. C o m p ro b ar si el ventilador se ha aflojado. 2 . C o m p ro b ar qu e el ventilador o el inducido no golp e en la carcasa de la m áquina o en el arm azón del m otor. 3 . C o m p ro b a r si están bien afianzados los rem a­ ch es. to m illo s y distintas piezas.

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Aspiradoras y enceradoras 4 . C o m p ro b a r el esta d o de los cojinetes. 5 . B u scar m aterias ex trañ as en el barredor. 6 . C o m p ro b a r q u e e l ventilador no e sté roto o defo m u d o .

El carrete no recupera (sólo en algunos modelos) 1. C o m p ro b a r si el m al estado del cordón de ali­ m e n tació n traba el carrete. 2 . C o m p ro b a r si está roto el resorte del carrete. 3 . B u sc a r p iezas flojas.

I

El polvo se escapa de la máquina 1. E x a m in a r el saco d e p olvo; si presenta agujeros, su stitu irlo . Si el saco e s de tela, poner uno lim ­ p io si e stá sucio. 2 . C o m p ro b a r la instalación del saco; para ello se se g u irán las indicaciones del m anual de asisten­ cia. 3 . C o m p ro b a r la ju n ta herm ética.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contestando a las p re g u n ­ ta s s ig u ien tes. 19. M en cio n ar algunas de las causas p o r las que p u ed e n o fu n cio n ar el m otor de u na aspiradora.

pan*.)

2 0. ¿C u á le s son a lg u n as d e las causas por las que un m o to r funciona d em asiado rápido? 2 1. C ita r las zonas de p osib les fallos cuando el m o­ to r funciona p ero la aspiradora no succiona. 2 2 . ¿Q u é p ieza puede q ue haya de reponerse c uan­ d o el c e p illo no g ira p ero el m otor funciona? 2 3 . ¿Q u é fallos pueden h acer que un m otor se reca­ liente? 2 4. ¿ P o r q u é p uede fu n cio n ar ruidosam ente u na as­ pirad o ra?

4-7 ENCERADORAS P rácticam en te to d o s los m odelos de enceradoras d e stin a d a s a uso d o m éstico están dotadas de un mo-

tor d e gran velocidad qu e arrastra un ju e g o de rue­ das o cepillos p ulidores a través de un m ecanism o de tom illo sin fin. El m otor, habitualm ente d e tipo universal, se m onta en posición horizontal y lleva en su eje un a pareja d e tom illos sin fin de pasos contrarios, q u e e n granan c on u na p areja de husillos verticales. E stos accionan las ruedas pulidoras o cepillos de fregado. A causa de la elevada desm ulti­ plicación del m ecanism o, los cepillos y las ruedas pulidoras giran m uchísim o m ás d espacio q ue el eje del m otor. (E n el caso de un m otor d e gran veloci­ d a d , corriente, de 16500 revoluciones por m inuto, los cepillos gem elos son arrastrados a 500 revolu­ ciones por m in u to a través de un m ecanism o de to m illo sin fin cu y a desm ultiplicación e s de 33:1.)

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A spirado ra s y enceradoras S in e m barg o , e sta reducción de velocidad tiene el e fe c to d e m u ltip lic a r el p ar útil d isponible, lo cual es m uy im portante p a ra el funcionam iento de las ence­ radoras. Al a cc io n a r el interruptor de una enceradora, el m o to r com ien za a recib ir corriente y el inducido se p one a girar. C a d a u n o de los e xtrem os del eje del in ducido, que sobresalen p o r am bos extrem os del m o to r, lleva tallad o u n lo m illo sin fin. C ada uno de é sto s e ng ra n a c on sendos piñones q u e arrastran los husillos izquierdo y d erech o en sentidos contrarios. S o bre e sto s h u sillo s se m ontan las ruedas pulidoras o los cepillos d e freg ad o , antes d e po n er en m archa la m áquina. L a m ayoría d e las enceradoras tienen un conm u­ ta d o r selecto r d e do s velocidades (alta y baja), que g o b iern a la velocidad p o r inducción variable. En su m ay o r p arte, las enceradoras disponen, c o­ m o acceso rio , de una jab o n era q ue g enera espum a, a p artir de un ch am p ú liquido, y que se aplica entre los cepillos m ien tras giran. Estos son dos d iscos de gran tam añ o q u e introducen la e sp u m a en la alfom ­ bra d espren d ien d o la suciedad. P ocos so n los fallos que presentan las encerado­ ra s, p ero se resu m en a continuación. Las quejas m ás im portantes resp ecto a los m otores son las m ism as q u e en las aspiradoras. Las quejas específicam ente p ropias de las en cera­ d o ras y sus c au sas so n las siguientes.

2 . C om probar el nivel d e grasa en la caja de e n g ra­

La máquina hace ruido

29. ¿C uál podría se r la causa de que una pulidora haga ruido?

I.

30. ¿Q u é podría ca usar el desprendim iento de los cepillos?

E xam inar el e stad o de d esgaste del adaptador del cepillo.

R esum en

1. El principio d e funcionam iento de unías las a s­ p iradoras e s e l m ism o. 2 . Los tres tip o s básico s d e aspiradoras son de ca rro , vertical y com binadas. 3 . En las asp irad o ras la succión se genera m erced a un m otor universal. 4 . En las a sp irad o ras de carro el fallo m ás corrien­ te es una aspiració n insuficiente a cau sa de defectos e n la m an g u era o e n el deposito.

najes. 3 . C o m probar que los engranajes de los h usillos no esté n estropeados o desgastados. 4 . C o m probar el estado de los cojinetes de los h usi­ llos.

Los cepillos se desprenden 1. E x am inar el ex trem o d el husillo y ver si falta, o si está desgastado, el aro d e retención. 2. C o m probar el estado de desgaste del extrem o del husillo y del cepillo.

Autoexamen C om p ro b a r lo a p rendido t otiles tundo o las p re g u n ­ ta s siguientes. 25. ¿Q ué tipo de m otor se em plea en las encerado­ ras? 26. ¿Q ué pieza m ecánica s e encuentra en las e n ce ­ radoras pero no en las barredoras? 27. ¿C óm o se consigue que las enceradoras funcio­ nen con dos velocidades? 28. ¿Q ué m isión tiene el m ecanism o de tom illo sin fin?

5. Los fallos principales de las aspiradoras verti­ cales son el desgaste del cepillo y la rotura d e su co rrea de arrastre. 6. Las barredoras com binadas son sim ilares a las d e carro con la adición d e una boquilla m ecánica. 7. L as aspiradoras d e lavado y secado y las e sc o ­ bas eléctricas trabajan casi igual. 8. A lgunas de las quejas m ás corrientes relativas a las aspiradoras son: a . El m otor no funciona. b . El m otor se recalienta.

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A spiradoras y enceradoras E l m otor funcio n a d em asiado rápido o d e ­ m asiado lento. E l m otor se p ara y arran ca con la aspiradora e n m archa. E l cep illo n o g ira a unque el m otor funciona (só lo m áquinas verticales). El m otor fu nciona só lo en alta v elocidad, o só lo en baja (m o d elo s d e d o s velocidades). H ay p oca o n ing u n a aspiración, pero el m o­ to r funciona. L a a spiradora no recoge correctam ente (só ­

lo m odelos verticales). /. F uncionam iento ruidoso. j . El carrete del cordón d e alim entación no recupera. k . El polvo se escapa d e la aspiradora. 9 . E n las e nceradoras s e e m plea un m otor univer­ sal d e gran velocidad q ue a cciona un m ecanism o de to m illo sin fin. 10. L o s fallos m ás im portantes que presentan las enc era d o ras son que la m áquina hace ruido y que los c ep illo s se desprenden.

C u e s tio n a rio d e re pa so

L as p re g u n ta s sig u ien tes pe rm ite n com probar lo aprendido en este capítulo. D ete rm in a r s i cada una d e las afirm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respu esta s en un p a p e l a parte. 1. L os tres tipos d e aspiradoras funcionan cad a uno según principios diferentes. 2. El funcio n am ien to d e las aspiradoras verticales se basa en aspirar y sacudir. 3. En las asp irad o ras se em plean m otores universales. 4 . E n los m o d elo s d e carro la m anguera constituye un foco de fallos. 5. E n las asp irad o ras v erticales hay u n m ecanism o de correa y polea que acciona un c e p illo giratorio. 6 . E n las b arredoras verticales ha y q u e engrasar de tanto en tanto los cubos de las ruedas. 7. L a s b arred o ras com binadas e stán d otadas d e boquilla m ecánica. 8. C u a n d o el m o to r d e una barredora no consigue ponerse en m archa hay que ins­ p ec c io n a r e l interruptor y el co rdón de alim entación. 9 . El m o to r d e u na barredora que se recaliente puede tener a m asa el devanado de cam po. 10. En una b arred o ra v ertical q u e no co nsiga recoger la pelusa, hay q ue exam inar la m anguera. 11. L as encerad o ras están equipadas de un m otor universal y tom illos sin fin m on­ ta d o s sobre el m ism o que accionan dos husillos verticales. 12. L os portahusillos pueden ca u sar el desprendim iento del cepillo.

Respuestas a los autoexámenes de este capitulo 1. Aspiradoras de carro, vertícales y combinadas. 2. Por aspiración.

3. Por agitación y aspiración. 4. M ediante ventilador movido a motor.

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5 , En la zona de admisión de la máquina.

6 . Falta de aspiración.


A spirado ra s y enceradoras 7. Boquilla atascada, obstácu­ lo en la manguera, mangue­ ra defectuosa, saco lleno, saco Instalado incorrecta­ mente, poca velocidad del motor, filtro saturado de su­ ciedad. 8 . Desconectar la manguera. Si hay aspiración en el orifi­ cio de admisión, el fallo de aspiración debe buscarse en la manguera o en el de­ pósito. 9. Universal. 10. Con un cepillo movido a motor. 1 1 . Universal. 12. No. 13. Que los cepillos no giran y no recogen pelusas ni su­ ciedad. 14. En el cepillo de batido y su correa. 15. 15°. 16. El ventilador accionado por un motor crea una corrien­ te de aire, que penetra por la boquilla arrastrando sucie­ dad, atraviesa un tubo y de­

17. 18. 19.

20.

2 1.

22. 23.

posita la suciedad en el sa­ co. Luego, el aire es expul­ sado a través de respirade­ ros situados cerca del mo­ tor. Como ambos. Sí. Falta de continuidad eléctri­ ca, escobillas del motor gastadas, ventilador traba­ do, cojinetes del motor aga­ rrotados. Devanado de campo circuitado, ventilador flojo, saco de polvo lleno. Manguera atascada, saco obturado, ventilador flojo, pérdidas en las juntas, pér­ didas en la conexión de la manguera, correa poco ten­ sa, obturación de filtros del motor, fugas en la mangue­ ra, uniones defectuosas. La correa. Respiraderos de ventilación obturados, falta de conti­ nuidad en devanados de campo e inducido, devana­ do de campo a masa, cojine­

te en mal estado, materias extrañas en los cepi'los. 24. Por un ventilador flojo, por­ que el inducido golpea con­ tra el armazón o devanado de campo, por cojinetes en mal estado, piezas sueltas, ventilador doblado o por­ que haya materias extrañas alojadas en la máquina. 25. Universal. 26. El mecanismo de tomillo sin fin. 27. Con un mando de velocidad de inducción variable. 28. Transmitir la potencia a los ejes donde están montados los cepillos y también redu­ cir la velocidad que pasa del motor a los ejes. 29. Desgaste de los adaptado­ res de los cepillos, falta de grasa en la caja de engrana­ jes, engranajes deteriora­ dos o gastados, o desgaste de los cojinetes de los ejes. 30. El desgaste de los aros de retención o de los husillos portacepillos.

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Capítulo 5

Pequeños electrodomésticos de cocina En esto capítulo se explica de qué modo identificar los componentes y como funcionan las batidoras, trituradoras, exprimidores, abrelatas, picadoras de hielo, afiladoras y rebañaderas. Se exponen asimismo los procedimientos de reparación y localización de averias en estos pequeños utensilios culinarios. En este momento ya estamos preparados para adentrarnos en los distintos tipos de pequeños electrodo­ mésticos culinarios que emplean motores y diferentes mandos de velocidad. En batidoras, trituradoras, abrelatas y rebanadoras se emplean motores universales; en exprimtdoras y afiladoras se emplean moto­ res con devanado auxiliar de arranque.

5-1 TIPOS DE BATIDORAS S i b ien entre lo s d istin to s m odelos d e batidoras q ue a ctualm en te se encuen tran en el m ercado se o bser­ van diferen cias m ecán icas leves, afortunadam ente presentan n otables sim ilitudes en su construcción. L a p ieza vital d e u na b atidora e s un m otor universal rá p id o , c u y o m ando de velocidad puede ser tan sen­ c illo com o u na inducción v ariable de tres posiciones o tan com plicado co m o un circuito de estad o sólido. E n la m ay o r parte de las b atidoras, los m otores se m ontan horizontalm cnte y están dotados de un to r­ nillo sin fin en el eje engran ad o con un p ar de ruedas de n tad a s p erten ecien tes a sendos ejes verticales, de m o d o q ue la rotación d e l eje d e l m otor produce su efe c to vertical m ente, red uciéndose la velocidad de funcionam ien to hasta un valo r com prendido entre 3 0 0 y 1300 rpm . E n el funcionam iento, lo s alim en­ to s se m ezclan o b aten h abitualm ente m ediante una p a reja d e b atideras giratorias enlazadas al conjunto d e m otor y engranajes. Existen d o s tipos fundam entales de b atidoras: las batidoras fijas y las p o rtátiles. A lgunos fabricantes

p roducen m odelos -convertibles» que son sim ilares a las fijas, salvo que tienen cabezal desm ontable p ara uso portátil o alm acenam iento. Hay algunas b a tidoras q ue pueden construirse integradas en m e­ sas d e cocina; los procedim ientos de a sistencia téc­ nic a p ara éstas son iguales que p ara las fijas y portá­ tiles.

Autoexamen C o m probar lo aprendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 1. ¿ Q u é tipo de m otor se utiliza en las batidoras? 2. ¿E n q ué posición se m onta el m otor en la m ayo­ ría d e las batidoras? 3 . ¿C u ál e s la gam a de velocidades de funciona­ m iento d e las batidoras? 4 . C ita r los d o s tipos de batidoras. 5 . ¿Q ué es una batidora convertible? 81

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Pequeños electrodom ésticos de cocina

82

Parad*

Abierto

Bobina superior

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5-2 BATIDORAS PORTÁTILES L a s b atidoras portátiles se sostien en con la m ano d u ra n te su funcionam iento (fig. 5-1). Están p rovis­ tas d e u n m otor u n iversal de p oca p otencia que co n ­ su m e d e l orden d e 100 a 150 w att. Existen m odelos de p o ten cia relativam ente a lta capaces de rem over m e z c la s m ás esp esas. H ay a lgunos m odelos portáti­ les d o tad o s de un m an d o d e velocidad variable que p ro d u cen hasta 14 velocidades. El m ando de v eloci­ d a d e n la m ayoría d e los aparatos de tres y cinco v e lo cid ad es e s de inducción variable y se consigue m e d ia n te varias tom as intercaladas en el devanado de in d u cid o (fig. 5-2 ). E n lo s m odelos de infinitas v elo c id a d esja v eloci­ Modelos de velo­ cidad variable d a d d e las batideras e stá d irectam ente relacionada continuamente co n la velocidad del in d u cid o , la cual e stá g oberna­ d a p o r el interruptor del regulador. D entro d e los lím ite s d e velocidad y c a rg a p ara los cuales se haya d ise ñ a d o el m o to r, e l in ducido se acelera c uando se ab re e l interruptor del regulador. E ntonces, éste

1 2 3 4 5

A-BA-C A-D A-E. A-f:

renovar agitar mezclar batir espeto batir Ambo

Fig. 5-2 Esquem a eléctrico de una batidora portátil n m al (o) de tres velocidades y {b) de cinco velocidades.

reacciona ante d o s fuerzas contrarias que actúan sobre la lám ina del regulador, e n la que está m onta­

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Pequeños electrodom ésticos de cocina

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d o u no de los contacto s. El resorte actúa contra la lá m in a y tiende a c e rra r el interruptor y , por tanto, a ac elera r el m otor, m ientras que el accionador actúa so b re aqu ella tend ien d o a a brir el interruptor y . por tan to , a d e sacelerar el m o to r. A sí, el interruptor del re g u la d o r estará abierto o cerrado según cuál de esas fuerzas p redom ine. A m bas fuerzas son variables; la e je rc id a p o r el reso rte varia con la posición d el bo­ tó n d e m ando de m anera q u e , c uando éste se aleja de la posició n de p arad a, aum enta paulatinam ente la fuerza del reso rte c o n tra la lám ina. A l igual que e n todos los reguladores centrífugos, la fu e rz a ejercid a p o r el accionador varia d irecta­ m ente con la velocidad del inducido. C uando éste alcanza u na velocidad para la cual la fuerza del accio n ad o r sobre la lám in a iguale aproxim adam en­ te a la fuerza antag o n ista d el resorte, to d o aum ento ulterio r de v elocidad abrirá el interruptor, y toda d ism inució n lo cerrara. En ese m om ento, el inte­ rru p to r fluctuara m uy rápidam ente en tre las posicio­ nes abierta y c errad a, y la v elocidad del inducido se estabilizará entre lím ites m uy p róxim os. Para au­ m entar la velocidad d e la b atidera, hay que g irar el botón hacia un n úm ero m ás alto; con e llo se aum en­ ta la tensión d e l reso rte y . a si, se requiere una fuerza m ay o r del accio n ad o r p ara abrir el interruptor. Una m a y o r fuerza p o r parte del accio n ad o r sólo puede co n seguirse c on una m ay o r v elocidad del inducido; lo q u e , desd e luego, d a p o r resultado u na m ayor v e locidad de la b atidera. Este tipo de m ando de infinitas velocidades, e n el que se em plea un regula­ d o r, tam bién se utiliza m ucho en las batidoras fijas.

10. En los reguladores centrífugos, cuando aum en­ ta la velocidad de la batidera, ¿es m enor la fuerza q ue actúa sobre el resorte? 11. C uando aum enta la velocidad del inducido, ¿decrece la velocidad de la batidera?

5-3 BATIDORAS FIJAS El c a bezal d e las batidoras fijas es com parativam en­ te m ás pesado y estos aparatos poseen una base suficientem ente ancha para acoger un cuenco de m a y o r tam año, o un c uenco giratorio (fig. 5-3). P ara conseguir un buen m ezclado, las batideras g i­ rato rias p ueden girar d e ntro del c uenco y plato gira­ to rio , o bien describir círculos d entro d e un cuenco inm óvil. Las batidoras fijas están provistas de m o­ to res m á s potentes q ue las p ortátiles. En su m ayoría está n dotadas d e m andos d e velocidad variable con re g u la d o r, al objeto d e m antener la m ism a veloci­ d a d independientem ente d e q ue se m ezcle un líqui­ d o p o co denso o una pasta espesa. Los mandos de velo cid ad pueden te n er hasta 10 o 14 posiciones, e n tre gran lentitud y plena velocidad. Los m andos de velocidad m ás corrientes en estas batidoras son de inducción v ariable, d e regulador y de estado sóli­ d o . L a potencia nom inal de los m otores varía entre 150 y 4 00 watt.

Autoexamen C om p ro b a r lo a p ren d id o co ntestando a las p reg u n ­ ta s siguientes. 6 . ¿Q ué potencia co nsum en las b atidoras portáti­ les? 7. ¿C óm o se co nsigue la velocidad e n las batido­ ras d e tres o c in co velocidades? 8. ¿Q ué gobiern a la velocidad en los m odelos de infinitas v elocidades? 9. C uan d o el interruptor d e un regulador se abre, ¿aum enta o d ism in u y e la v elocidad d el induci­ do ?

PALMORE — 5

Fig. 5-3 viU.)

Batidora fija. (C ortesía de Hamilton Beach Sco-

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Autoexamen C o m p ro b a r lo a /)rendido contestando a las p regun­ ta s s ig u ien tes. 12. ¿T ien en el m ism o tam añ o los m otores de las batid o ras fijas y las portátiles? 13. ¿C u án tas p osiciones de velocidad tiene nor­ m alm ente una b atidora fija? 14. C ita r los tres tipos de m ando de velocidad de batid o ras fijas. 15 . ¿C u ál e s la p o ten cia nom inal d e los m otores de las batidoras?

5-4 REPARACIÓN DE BATIDORAS L o s fallo s m ás corrientes en las b atidoras son inte­ rru p cio n es en el cable de alim en tación, a verias en el in te rru p to r y en el m an d o de velocidad y falta de en g ra se en los cojin etes. T am bién p ueden darse los fallo s propios de los m oto res u niversales, cuya lo­ c a lizació n ha sido tratada en capítulos anteriores. P o cas veces se hace n ecesario desarm ar y volver a a rm a r p o r com p leto u na batid o ra, puesto que la m a y o ría d e las operacio n es de una reparación pue­ d e n confin arse a la zo n a d irectam ente afectada. Conexión rápida A h o ra b ien, cu an d o s ea necesario d e sarm ar uno de esto s utensilios, se seguirán siem p re las instruccio­ n es del fabricante tal co m o aparezcan en el manual d e asistencia. Se ofrecen seguidam ente algu n as observaciones a te n e r presentes al rep arar batidoras. Al reem plazar u n e n g ran aje, no hay q u e d ejar d e lim piar concien­ zu d a m e n te la caja de eng ran ajes y hay q ue desechar la totalidad d el lubricante viejo, y a q ue no hay otro m o d o de librar a dicho recep tácu lo de fragm entos de en g ra n a je s rotos o g astados. R ecuérdese aquí que u n a so la viruta aislada p uede p ro d u cir daños graves. P a ra lim piar la caja de en g ra n a je s, asi com o los c o jin ete s d e los e jes, se e m p leará un desengrasante d e b u en a calidad. N unca volverán a utilizarse los en g ra n a je s viejos. N o e s difícil c e n trar los ejes, porque la m ayoría de los fabricantes p roporcionan m étodos elem enta­ les p ara c o lo c a r los e n g ran ajes e n e llo s, tales como a sie n to s d e tom illos av ellanados en los ejes y /o se­ Eje de arrastre

ñales de apaream iento de los engranajes. Lo m ejor es com p ro b ar la exactitud del centrado tentando las batideras e n los adaptadores d e sus ejes. T ras alguna exp e rie n cia, em pero, b astará con un vistazo a los ad aptadores a la vez qu e se colocan los ejes de las batideras. R ecuérdese, e so sí, que en casi todas las batidoras de dos batideras los ejes de éstas se sincro­ n izan a 4 5 ° entre si p o niendo los pasadores d e indi­ ca ció n e n la posición: / - . En las batidoras de tres b a tid era s, las d o s e xteriores suelen sincronizarse p a ralelam ente y la c entral a 4 5 ° p o r delante d e este m odo: - / —. C u a n d o el eje de una batidera se agarrote por el c o jin ete, se extraerá el to m illo de fijación del engra­ naje y , con una llave im provisada c on una batidera en d esu so p ara h acer p a lanca, se sacará el eje traba­ d o . P e ro prim ero se im pregnan el eje de la batidera y el c o jin e te con aceite p enetrante de m odo que, cuan­ d o se h aga salir el eje, e l a ceite penetre en el cojinete redu c ie n d o la fuerza requerida p a ra la operación. Si se e n c o ntrase resistencia p ara o b lig a r al eje trabado y su e n granaje a g irar un p oco en c o n tra del sin fin, al o b jeto de acceder al to m illo d e fijación, se con­ sulta rá en el m anual de a sistencia e n qué sentido hay qu e a p lic ar la fuerza. El e je , una vez desm ontado, se lim piará co n su cojinete, se com probará que se m ueve sin dificultad y se engrasará tal com o indique el fabricante. En la m ayoría de los m odelos, las batideras se enc lav an e n sus ejes por a cción rápida, generalm en­ te d el tipo aro y ranura; en algunos otros, por un d isp o sitiv o de garra y tom illo . La posición radial e x a c ta se a segura dorando a la caña d e la batidera de un ex trem o cuadrado, enchaverado o ranurado, que se aju sta al eje d e arrastre m ediante el adaptador co rresp o n d ien te. En la m a yoría de los m odelos con b a tid eras d e acoplam iento rápido se encuentran b a ­ tid era s co n eyector, que e s un dispositivo m uy c ó ­ m o d o que perm ite al usuario, sin m ás que dar un g o lp e seco al m ango o a cc io n a r una p alanca, liberar parcialm ente las batideras c o n poco esfuerzo. A ntes de c e rra r la ca ja d e engranajes, hay que in tro d u c ir e n ella la cantidad adecuada del lubrican­ te co rre cto , tal com o recom iende el fabricante, se co lo c a una ju n ta n ueva (si se em plea), se fija la tapa d e la c aja y se lim pia e l e x te rio r del aparato. Si e stá rec o m e n d a d a la p rueba d e a lta tensión, la m ism a se efe ctu ara entre u no de los vastagos «activos» del enc h u fe de tom a de corriente y uno d e los ejes de

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arrastre de las b atideras. H abitualm ente el m ando d e velocid ad d e b e rá e sta r en baja. C uand o se recib a u na sacudida eléctrica al tocar u n a batid o ra, y particularm ente tras h ab er reparado lo s c om p o n en tes in tern o s, con un óhm etro se com ­ pro b a rá si h ay a lg u n a m asa. Para ello , el interruptor s e p one en p arad a y se desenchufa el utensilio, con u n a d e las p u n tas del ó hm etro se toca uno de los vas­ ta g o s del e n c h u fe y c o n la o tra punta del instrum en­ to d e m ed id a se to c a alguna zona m etálica. Si el in strum en to in d ica poca o ninguna resistencia, es q u e el electro d o m éstico tiene a lguna m asa. E nton­ c e s , se rev isará todo el cableado con vistas a su ac ce sib ilid a d , hasta en co n trar y reparar el conduc­ to r a m asa. Si la b a tid o ra p ro d u ce interferencias e n la radio o T V , lo q ue e s frecu en te en los m otores rápidos, se c o m prob ará q u e los condensadores no estén abier­ to s o en co rto . C asi tod as las batidoras de m ando por reg u lad o r están pro v istas d e un c o ndensador supreso r d e interferen cias en radio y T V conectado en p a ralelo c on los b o rn es d e entrada de c orriente. Un te rc e r co n d u c to r q ue sale d e este c o ndensador hace m a sa e n el cu e rp o d el m otor. N um erosas batid o ras disponen de a ccesorios pa­ ra h acer e n sa la d a s, m o ler alim entos, exp rim ir cítri­ c o s y ex traer ju g o s. O tro s fabricantes o frecen estos aparatos c o m o electrodom ésticos independientes. C ualquiera q ue sea el caso, se reparan igual que batidoras. L o m ism o e s válido p ara los -cen tro s de c o c in a - poliv alen tes y elaboradoras de alim entos, e n los que un so lo m o to r sirve p ara a ccionar varios dispositivos. A l objeto de e stu d ia r consecuentem ente las q u e ­ ja s d e la clie n te la , el especialista en reparación debe fam iliarizase p erfectam ente con algunas de las ave­ ría s m ás c o rrien tes q u e se dan en las batidoras: 1. E l m o to r n o fu n c io n a . Exam inar el cable d e ali­ m entación y el interruptor de puesta e n m archa. C o m p ro b ar q ue el inducido no se haya trabado m ecán icam en te, q ue las escobillas no se hayan gastad o , q u e el ventilador no se h aya d oblado, o que no estén cortocircuitados los devanados de cam p o o d e inducido. M irar si hay suciedad en los co n tacto s del interruptor d el regulador. 2 . V elocid a d o p o te n c ia insuficientes. L a veloci­ dad e s in d icativ a d e la potencia. L a velocidad

3.

4.

5*.

6.

7.

del eje d e arrastre de la batidera se verifica con un tac ó m e tro , a justado a la escala alta o baja. La lectura c aracterística para una batidora portátil e s un m ínim o de 3 50 rpm en baja y unas 8 0 0 rpm en a lta , p ara la tensión de 125 V . Si la velocidad resu lta n orm al, e s qu e nuestro cliente le pide d e m asiado a su aparato. Si resulta b aja, algunas d e las c ausas p ueden ser: m otor trabado, e sco b i­ llas del c o lector en m al estado, cojinetes deterio­ ra d o s, o una resistencia escasa entre segm entos del inducido. E l m o to r s e calienta. Com probar que el m otor no se agarrote algo (véase tam bién el punto 2 an terior). C om probar el engrase y lim piar y ca m b iar el lubricante si está sucio, o falta. E l m o to r no se detiene. Exam inar el interruptor y los conductores a la salida del m ism o p o r si e stu ­ vieran en corto. En las batidoras de m ando por regulador pueden e star abiertos los contactos. L a b a tidora fu n c io n a sólo en alta velocidad, y no e n b aja. En las b atidoras de m ando p o r regu­ lador hay qu e com probar los condensadores y los contactos y si los contrapesos se m ueven librem ente. Este fallo puede tam bién deberse a un in te rruptor estropeado o un devanado d e ca m ­ po abierto. C om probar tam bién el resorte de la placa d e l regulador y los contactos. L a s p a le ta s n o ¿ irán. Com probar si cojinetes y en g ranajes están trabados, si en el inducido hay interrupciones o cortos y si los resortes d el regu­ lador han p erdido rigidez. C om probar si el pasa­ d o r del piñón se ha roto, o si hay engranajes deteriorados. C om probar si el juego entre engra­ najes e s correcto. F u ncionam iento ruidoso. C om probar el equili­ brado del inducido, el ju eg o a xial, el estado del v e n tilador (puede e star flojo o deform ado), el ajuste d e los cojinetes, si el inducido roza con los inductores, si los cojinetes están engrasados y si e l accio n ad o r e stá bien centrado.

C o m o prueba final, se com probará siem pre el tarado del botón de m ando m idiendo la velocidad de rotación del eje de arrastre de la batidera c on un ta có m etro , y confrontando los resultados con los valores reseñados en e l m anual de asistencia del fabricante. C o m o p auta general pueden serv ir las cifras siguientes.

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C ondensadores


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— A lta

M ín .: 8 0 0 rpm M á x .: 1300 rpm

— M edia

M ín .: 575 rpm M áx .: 9 7 5 rpm M ín .: 3 0 0 rpm M á x .: 7 0 0 rpm

— B aja

C o m o m ínim o d eb e e x istir una separación d e 150 rp m en tre alta y m ed ia velocidad y entre m edia y b a ja velocidad.

Autoexamen

Correas dentadas de mayor resistencia Pifión de arrastre

C o m p ro b a r lo a p re n d id o contestando a las p re g u n ­ ta s sigu ien tes. 16. ¿ Q u é d ebe hacerse al reponer u n engranaje? 17. ¿Q u é sep aració n ang u lar tienen los ejes de arrastre de u na batid o ra d e do s batideras? 18. ¿E n qué p o sic ió n debe ponerse el m ando de velocidad de u na batidora cuando se hace una pru eb a de a lta tensión? 19. ¿Q ué lectura d ará un ó hm etro cuando u na b ati­ d o ra tenga u na fuga a m asa? 2 0 . ¿C ó m o se co n e c ta el co ndensador supresor de interferen cias d e T V ? 2 1 . ¿Q ué instru m en to se u tiliza para m ed ir la v elo­ cid ad d el e je de arrastre de la batidera?

p lástico, en c u y o fondo giran a gran velocidad unas cu c h illas o Tilos q u e p ican la com ida reduciéndola a pulpa fina. U na trituradora con cuchillas y un reci­ piente d e b uena resistencia provista de un m otor potente p uede tritu ra r h ielo. Las potencias nom ina­ les de las trituradoras oscilan entre los 350 y 1200 w att (fig . 5-4). Las trituradoras trabajan a velocidades unas tres v e ces m ayores q ue las velocidades de las batidoras. L a s velocidades características de las trituradoras se encu e n tra n en tre las 3000 y 14.000 rpm , e n co m ­ p a ración c o n las 8 00 rpm d e las batidoras. Si bien am b o s aparatos trabajan con m otores universales, en las trituradoras el m otor se m onta vcrticalm ente, m ientras q u e e n las batidoras se m onta horizontal­ m ente. En las trituradoras el m otor se c onecta al eje d e arrastre m ediante u na cadena reforzada con dien ­ tes o directam ente con un piñón im pulsor. En este ú ltim o c a so , el m iem bro im pulsor de las cuchillas e n ca ja e n el piñón im pulsor m ediante seis u ocho patillas salientes. El m ando puede se r sencillo, del tip o d e inducción variable c on d evanado d e induci­ d o co n tres tom as, o com plicado com o en el c aso de estad o sólido. U n gran n úm ero de trituradoras están provistas de a ccionam iento m anual y tem porizado. Estos utensi­ lio s, co n el tem porizador en m anual y la velocidad d ese ad a e n selecto r, se hacen funcionar accionando e l botón de p u esta e n m archa (m archa, on). A lcan­ zad o el grado d e trituración deseado, vuelve a

2 2 . E n u na b a tid o ra q u e no funcione, ¿q u é fallos de m o to r p u ed en enco n trarse? 2 3. ¿ Q u é d iferen cia m ínim a en rpm hay entre las po sicio n es d e l m an d o de v elocidad de u na b ati­ do ra? 2 4 . ¿C uál e s la c a u sa posible d e q ue las paletas de u na b atid o ra no giren ?

5-5 TRITURADORAS E sto s e le ctro d o m éstico s se parecen m ucho a las b a­ tid o ra s p o r lo q u e atañ e al funcionam iento, aunque p o r su m on taje y funció n sean d iferentes. P o r ejem ­ p lo , las tritu rad o ras eléctricas hacen lo m ism o que las b a tid o ras, p ero d e m odo d istinto. A quí se intro­ d u c e n lo s a lim en to s en un recipiente de vidrio o

Fig. 5-4 T ritu rad o ra de dieciséis velocidades con mando de estado sólido. (Cortesía de Ham ilton Beach Seo»¡II. i

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Pequeños ele ctrodom ésticos de cocina p u lsarse el b o tó n de p u esta en m archa (p a ra d a . off). P a ra c o n seg u ir un trab ajo tem porizado, se aju sta el

L os fallos d e las trituradoras son sim ilares a los d e las batidoras y se resuelven exactam ente p o r los

te m p o riza d o r al tiem p o elegido, se coloca el m an­ d o de velocidad en el valo r deseado y se p ulsa el b o tó n d e p uesta e n m a rc h a (m archa. on). C on esto , so b re el tem p o rizad o r d e sliza un dispositivo d e leva q u e acciona m ecán icam en te un disparador, d e tal m o d o q ue, cu a n d o tran scu rre el tiem po d e sead o , el te m p o riza d o r re to m a a c ero. E n la m ay o ría d e las trituradoras, la v elocidad se g o b iern a m ediante p ulsadores. Para todas las velo­ cid a d e s seleccionadas m ediante dichos p ulsadores, la velocidad suele co n seg u irse a través d e u na com ­ b in ación del d io d o y /o tom as en el dev an ad o de inducido (fig. 5-5 ).

m ism o s procedim ientos. El deterioro de las cuchi­ llas e s un fallo exclusivo de las trituradoras, pero las cu ch illa s se reponen fácilm ente. En otros fallos pro­ p io s de esto s utensilios intervienen cables d e ali­ m e n tac ió n , interruptores y m otores defectuosos. L o s m o tores p ueden originar algunas averías, m áxi­ m e si se utilizan intensam ente. C om o las triturado­ ra s trab a ja n únicam ente a períodos cortos, pueden p a sa r p e rfectam ente c o n poco o ningún engrase. ' C u an d o una trituradora sea anorm alm ente ruido­ s a , se c o m probará el h uelgo en las paletas del venti­ lador. H ay q u e asegurarse de que las paletas del v e n tila d o r no golpeen la arm adura d el cojinete, las c a ja s d e las escobillas, el reborde del cojinete o la co rre a . L as trituradoras tienen u na correa reforzada

Escotilla de ca/ttOn

Fig- 5-5 Esquema de conexiones de una tritu rad o ra de siete velocidades con m ando de estado solido.

c o n d ien tes; c o m probar su tensión y su estado. O tro fo c o d e ru ido e s un tabique ubicado entre las tapas s u p e rio r e inferior, cuando se afloja o lo g olpean la c o rre a o e l inducido del m otor. O tra q u e ja es qu e el recipiente hace ruido. Lo que o c u rre en to n c es e s q u e los herrajes del recipiente p u e d en n o centrarse con el im pulsor, ocasionando un ru ido d esagradable c on la trituradora en m archa, e sta n d o el recipiente en posición y vacío. G eneral­ m en te e llo p uede corregirse destornillando la tuerca g ran d e qu e hay en el fondo del recipiente y reajus­ ta n d o la p o sición d el casquillo. Si girando éste hasta d o s o tre s posiciones nuevas no se consigue corregir e l fallo, se cam biará la junta cardánica. Si aún así p ersiste el ruido, se o bservará si e stá descentrado el o rific io d e l recipiente; si e s a sí. habrá que c am biar­ lo. U n a av ería m uy corriente de las trituradoras es q u e e l m o to r puede funcionar sin que giren las cu­ c h illas. E ntonces se com probará q ue la correa no se h ay a ro to , o q ue la ju n ta cardánica o el eje im pulsor no s e h ayan g astado e n exceso. A veces se agarro­ ta rá el e je d e las cuchillas; lim piese o cám biese, seg ú n el caso. En o tras ocasiones, los filos d e las c u ch illas pueden astillarse o retorcerse; entonces, se re p ondrán las c uchillas. O tras v eces, puede que una trituradora só lo funcione e n una velocidad; e n tales c a so s, hay que co m probar la continuidad de todos los in terruptores y , en los mandos d e estado sólido, el fallo p uede e star en la tarjeta de circuito im preso, q u e de b erá sustituirse.

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Pequeños electrodom ésticos de cocina u n a c o n exión m ecánica floja en el enlace directo del m o to r c on el adaptador d e la exprím idora. C o m p ro b a r lo apren d id o co ntestando a las p re su n ­ ta s s ig u ie n te s. A u to e x a m e n

25. ¿ E n tre q ué lim ites v aría la potencia nom inal de las tritu rad o ras? 2 6 . ¿ E n tre q u é lim ites varia la v elocidad de las tri­ tu rad o ras? 27. L o s m oto res de las trituradoras, ¿se conectan d irectam en te al e je im pulsor al q u e se fijan las cu c h illa s? 28. ¿ C ó m o se gobiernan las velocidades d e las tri­ tu rad o ras? 2 9 . ¿C u á l podría se r la causa de que el recipiente h a g a ruido? 3 0 . ¿ Q u é p odría c a u sar q ue un m otor funcione, p e­ ro n o las cuchillas?

5-6

Palanca de inmovilización

EX PRIM 1DORAS

L as e x p rim id o res eléctricas son sim ilares a batido­ ras y tritu rad o ras. Si la ex prím idora es un aparato in d e p e n d ie n te , la d iferencia principal reside en el m o to r. En b atidoras y trituradoras se em plean m oto­ res u n iv ersales porq u e el m otor h a de trabajar bajo c a rg a s m u y div ersas, q ue van d esd e líquidos hasta m a sa s e sp esas de rep o stería, e incluso cubitos de h ielo . L as exprim id o res sufren cargas m ás unifor­ m e s , a trav és de u na exprím id o ra en la que se extrae el z u m o d e naranjas, lim ones y o tras frutas y que va m o n ta d a sobre la caja de en granajes, c uya m isión es c o n v e rtir la velocidad del m otor en u na velocidad de e x p rim id o adecuadam ente baja. El m otor situado d e b a jo d e la caja d e eng ran ajes e s d el tipo d e arran­ q u e p o r d ev an ad o au x iliar, y ésta e s la razón por la q u e s e p ara m uch as v eces, cuando se presiona de­ m a sia d o so b re la ex p rím id o ra con la naranja cuyo z u m o se extrae. L o s fallo s m ás c o m e n te s d e las e x prim idores re­ sid en e n e l interruptor y en el cab le de alim entación. E sto s p u ed en c o m probarse sin d e sarm ar el utensilio re a liz a n d o u n a p ru eb a de continuidad con un óhm ­ m e tro . Si n o se encu en tra nada en el cable ni en el in te rru p to r, h ay que desarm ar la ex prím idora para e x a m in a r el m otor. O tra causa de fallos puede ser

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las pregun­ tas s iguientes. 3 1. ¿Q u é tipo de m otor se utiliza en las exprímid o ras? 32. ¿P o r q u é en batidoras y trituradoras se emplean m otores universales y en las exprim idores se em plean m otores de arranque por devanado au xiliar? 33. ¿C u áles son los fallos eléctricos habituales de las e xprim idores? 34. En u n a exprím idora, ¿está el m otor directa­ m ente conectado al cabezal d e exprim ir?

5-7

ABRELATAS

M ec ánicam ente, los abrelatas eléctricos son iguales a los m anuales. En los m odelos m ás sencillos, cuan­ d o se o prim e la p alanca d e funcionam iento estando un a lata e n posición, la rueda de corte taladra la lata, cu y o reborde e s sujetado firm em ente entre un resor­ te saliente y la rueda m otriz dentada. Una presión adicional a cc io n a la rueda m otriz qu e hace dar vuel­ tas a la lata p o r debajo de la cuchilla. Un im án en co n tac to c o n la tapa sujeta a é sta una vez abierta la lata. A l le v antar la palanca cesa el funcionam iento y se lib era la lata (fig. 5-6). E xisten algunas variantes a este m odo de funcio­ nar, a lgunas igual de sim ples, o tras m ás com plica­ das. Por e je m p lo , en c ie rto m odelo, cuando se ac­ cio n a la p alanca de inm ovilización con una lata en p o sic ió n , la g uía de la lata, el resorte de aquella y la cu c hilla se desplazan conjuntam ente h acia abajo pa­ ra sujetar y h oradar la lata. En este m ovim iento, la p alanca de inm ovilización choca con un diente exis­ tente en el curso r de enclavam iento, haciendo que éste ta m bién se desplace hacia a bajo a partir de su po sición n orm al, dejando en posición d e abierto la p alanca del interruptor. C on un leve toque en la p alanca d el interruptor se cerrara e l circuito a través del m otor, co n lo que se activa el im pulsor y ello

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F ig. 5-6 A brelatas y picadora de hielo asociados. (Cortesía d e O ste r División de Sunbeam Corp.)

h a ce que la ta la c o m ien ce a d ar la v uelta b ajo la cu­ c h illa. C on el im án a d osado a la p arte superior de la la ta , la tapa d e é sta q u ed a retenida u na vez cortada; luego, alzan d o la palan ca de inm ovilización, se li­ b era la lata. Un gran n ú m e ro d e los abrelatas m odernos se venden en fo rm a de electrodom éstico com binado: exprím id o ra y ab re la ta s, ensaladora y abrelatas, pi­ ca d o ra de h ie lo y abrelatas y afiladora y abrelatas. T o d as estas co m b in acio n es necesitan m uy poca o n in guna asiste n c ia ad icional u na vez q ue se conozca e l funcio n am ien to de lo s abrelatas. S i bien, en é p o c a s an teriores, en los abrelatas se u tilizó profu sam en te el m otor de arranque p o r deva­ n a d o aux iliar, a ctu alm en te en la m ayoría de los abrelatas s e e m p le a el m otor u niversal, com o en ba­

tidoras y trituradoras, según dijim os a ntes. En m u­ ch o s d e los m otores universales aplicados a a brela­ tas, la velocidad se gobierna por regulador, con el pro p ó sito de m antener constante la velocidad de salida cualquiera que sea la presión de corte. Esta salida e s u n tren d e engranajes com puesto de un tor- Tren de n illo sin fin solidario del eje del m otor que a rrastra a engranajes un e ng ran a je m ontado en un eje conectado a la rue­ d a d e c o rte. El tren d e engranajes reduce la veloci­ dad del m otor desde unas 3500 rpm h asta u na velo­ cid ad d e salida de unas 2 50 rpm . A dem ás de reducir la v e locidad, el tren d e engranajes increm enta pro­ p o rcionalm ente el p ar útil. A dem ás del m otor, e ntre los dem ás com ponentes s ó lo h ay d o s eléctricos, los cuales son e l interruptor y e l ca ble de alim entación. Los interruptores son todos d el tipo llam ado de contacto m om entáneo, lo q u e sig n ifica q u e d ejan pasar corriente únicam ente m ientras la m anivela de apriete esté hacia abajo, su jetando el reborde de una lata. Esto se tendrá prese n te al com probar con un óhm m etro el inte­ rruptor. C o m o los abrelatas son artefactos esencialm ente m ecá n ico s, la m ayoría de los fallos se d eben a filos em b o ta d o s y engranajes gastados. Por otra parte, co m o son utensilios que trabajan sólo unos segun­ d o s c ad a v ez, cabe esperar que su vida útil se a larga. La m a yoría de los m odelos se e ngrasan d e una vez p a ra sie m p re , m ientras otros puede que necesiten un p e q u eñ o toque de grasa fluida en el engranaje re­ d u c to r cad a dos o tres años. Las averías de los m oto­ re s son las propias de los m otores universales. Seguidam ente, veam os algunas d e las q uejas es­ pec íficas acerca de los abrelatas ju n to con las causas y las vías de solución. ,mán

El filo no horada la lata 1. C om p ro b a r si la cuchilla se ha trabado. 2. C om p ro b ar si el resorte d e la cuchilla e stá en su posición correcta. 3. C om p ro b ar si e s correcto el huelgo e ntre im pul­ so r y cuchilla. La m edida adecuada se c onsulta­ rá en el m anual de asistencia. 4. C om p ro b a r si la p unta d e taladrar d e la cuchilla e stá dob lad a , gastada o em botada.

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La lata se para o no gira 1. E x am in ar la rueda de c o rte, tom illo y resorte por si hubiera en e llo s resto s de alim entos secos o gom o so s. 2 . S i la ru ed a m otriz n o g ira, exam inar los engra­ najes p o r si hub iera roturas o faltara algún d iente. 3 . Si la rueda m otriz g ira pero la lata resbala, c om ­ p ro b a r si la rueda y la cu chilla están gastadas o astilladas. 4 . C o m p ro b ar el ju e g o d e la cuchilla, q u e debe encon trarse entre 0 ,0 5 m m y 0 ,2 5 mm en la m ayoría de los abrelatas. (C onsultar la cota e x acta en el m anual de asisten cia.) El juego se c o rrig e añadiendo o retiran d o espaciadores del e je d e la ru ed a m otriz. 5 . O b serv ar si el eng ran aje de arrastre se ha tra­ bado.

o gom osa, o a e x ce so d e p intura y /o a rebabas en las ranuras. 2. L os im anes n o a traen al a lum inio. A dvertir a los clientes para q u e n o recorten todo el perím etro en latas de alu m in io , sino que dejen -engozna­ das* las tapas.

El abrelatas deja caer algunas latas 1. H ay que asegurarse de qu e la palanca de inm o­ vilización se en clav a e n el trinquete. 2. E xam inar el im p u lso r y v er si presenta astillam ientos o d esgastes. 3. C om probar la se p aración de la cuchilla y la aran­ dela. 4 . C o m probar el c orrecto m ontaje de la cuchilla (lado c ónico hacia fuera). 5. Si la cuchilla y el im pulsor están en buen estado, reponer el soporte d e la carcasa.

La rueda de corte se mueve erráticamente 1. H ay que a segurarse d e q ue la cuchilla g ira libre­ m ente y q u e el resorte la im pulsa firm em ente c o n tra la cab eza d e l to m illo de retención. 2 . C o m p ro b ar si el eje y la palanca de m ando se han d o b lad o o d escentrado.

Autoexamen C om probar lo ap re n d id o contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 35. ¿Q ué tipo de m o to r se e m plea en los abrelatas?

El abrelatas no sujeta algunas latas L a s tap as inferio r y su p erio r d e las latas suelen re­ p le g a rse sobre los lad o s de las m ism as cuando se c ierran éstas herm éticam en te. Este repliegue es lo q u e perm ite al im pulsor de los abrelatas d e m anive­ la, m anuales o elé c tric o s, sujetar la lata m ientras las a b re . A lgunos pro d u cto s, especialm ente algunas m arcas d e leche co n d en sad a y sardinas, se em pacan e n latas especiales sin repliegue y , por tanto, no p u e d e n abrirse con ab relatas de m anivela.

El imán no consigue sujetar la tapa o se atasca I.

36. ¿C óm o se regula su velocidad? 3 7. ¿Q ué tipo d e in te rruptor se e m plea en los a bre­ latas? 38. ¿Q ué fallos m ecánicos s e dan en los abrelatas? 3 9 . ¿A cuánto debe dejarse la separación de la c u­ chilla? 4 0 . ¿Pueden abrirse todas las latas con abrelatas eléctricos?

5-8

PICADORAS DE H IELO

M uchos abrelatas se presentan e n com binación con C o m p ro b ar si el so p o rte del im án se m ueve li­ un a picadora de hielo (fig. 5-7). Esta combinación brem ente e n las ran u ras verticales de la carcasa. la hace cada fabricante según sus propios procedi­ El agarro tam ien to p uede deberse a estar d obla­ m ientos, pero los d o s m ás conocidos son los si­ guientes. d a s las patas del so p o rte del im án, a com ida seca

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91

L as quejas m ás frecuentes relativas a las picado­ ras d e hielo que funcionan a base de c ubo g iratorio son las siguientes: 1. L as varillas no se desprenden del cubo. Si éste

Fig. 5-7 Com binación d* abrelatas y picadora d* hielo. (C o rtesía de la O ster División de Sunbcam C orp.)

e stá deteriorado, se cam biará. 2. L as varillas lanzan los g olpes hacia el lado del abrelatas. Esto indica tam bién que el cubo está estropeado. 3. En e l hielo fundido se o bservan residuos grises. E stos residuos son inocuos y proceden del des­ gaste de las ranuras cu a n d o algún c ubo de los prim eros aparatos no fue tratado p o r com pleto. P ara e v ita r este efecto, los cubos de recam bio han recibido un tratam iento especial. 4 . L as varillas lanzan los g olpes hacia el lado de la m a nivela de accionam iento. Esto indica que la placa de retención está m ontada incorrectam en­ te. C om pruébese si la placa e stá asegurada a la ju n ta y el resalto d el cojinete e xistente en la p la­ ca e stá enfrentado al cubo. A lgunos fabricantes c onstruyen picadoras de hie­ lo independientes. La asistencia a e stos aparatos es igual q u e la correspondiente a los abrelatas y pica­ d o ras d e hielo com binados.

Cuchillas giratorias y estacionarias El a p arato está provisto de un botón corredizo q ue lo m a n tien e en m arch a cu ando se em p lea para picar h ielo . El h ielo se acu m u la en un c ajón desm ontable d o n d e un c o n ju n to d e c uchillas g iratorias y estacio­ n a ría s lo rom pen y m achacan. H abitualm ente se in­ co rp o ra un botón accio n ad o a m ano para el caso en q u e el hielo se trab e y d eten g a al m ecanism o; enton­ c e s , e se botón p uede girarse a la izquierda para lib e ra r el bloqueo.

Autoexamen 4 1 . ¿Q ué dos procedim ientos se siguen para m a­ ch aca r y rom per el hielo en las m áquinas de picar hielo? 4 2 . ¿Q ué p ieza p roduce m ás fallos en las picadoras d e cubo giratorio? 4 3 . ¿Q ué puede originar un coloreado gris en el hielo?

C ubo g iratorio E sto s aparatos está n d o tad o s d e u n g atillo que m an­ tien e la p alanca d e accionam iento en posición de m arc h a m ientras el e lectrodom éstico se em plea para p ic a r h ielo. El c u b o g irato rio hace q u e . al girar, un c o n ju n to d e v arillas articuladas go lp een el hielo en su ce sió n ráp id a, p artiéndolo e n pequeños pedazos. E l h ie lo q u eda e n u n rastrillo hasta q ue se h a partido p o r co m p le to y . u na vez troceado, se d escarga en un rec ip ien te de recogida.

5-9

AFILADORAS DE CUCHILLOS

M uchas afiladoras e léctricas se c onstruyen e n com ­ b inación co n abrelatas o afilalápices (fig. 5-8). O tro s fabricantes construyen afiladoras d e cuchillos y tijeras com o artefacto independiente. Estas afila­ d o ra s suelen em plear un pequeño m otor de devana-

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El motor se para

Fig. 5-* Afiladora y abrelatas combinados. (Cortesía de Ham ilton Beach Scovill.)

d o cortocircuifado que arrastra una o dos muelas a b rasiv as. Entre los d e m á s com ponentes se e ncuen­ tran un interruptor d e puesta e n m archa y un venti­ la d o r un id o al e je del m otor. P ara m an ejar u na afilad o ra, se co loca delicada­ m en te la hoja del cuch illo sobre la(s) rueda(s) de m o d o q u e la em p uñadura quede del lado p ropio y el cu c h illo se d esplace h acia nosotros en toda su longi­ tu d . E n los cu ch illo s largos, se n ecesita una leve p re sió n co n el d ed o en to d a la carrera d e afilado para e v ita r - festoneados», o afilado irregular de la hoja. Puede s e r necesario rep etir el afilado varias veces. L a reparación de las a filadoras eléctricas es fácil. L as dificultades m ás im portantes se encuentran en las ru ed as de co rte o ab rasivas, las cuales exigen u n a sustitu ció n perió d ica. R ecuérdese que los m a­ nuales d e asistencia relativos a la m arca y m odelo q u e se atienda suelen con ten er detalles concretos resp e c to a la sustitución de piezas. Los problem as q u e p lan tea la reparación de la parte de afiladora de los electro d o m éstico s com binados y de los senci­ llos suelen ser los m ism os. V eam o s a co n tinuación las q uejas m ás corrientes ac erca d e las afilad o ras y qué puede hacerse respec­ to a ellas.

1. V er si la rueda abrasiva interfiere. Si ésta se ha aflojado del e je , podría haberse trabado contra un c ostado d e la carcasa. La reparación se hará siguiendo las instrucciones del m anual de asis­ tencia. 2. C om probar q u e el disc o afilador n o se haya do­ blado y trab ad o contra su g uia. Si el disco se ha doblado suficientem ente para trabarse contra la guía, hay que sustituirlo. Si está levem ente ala­ beado, p uede enderezarse aplicando una ligera presión c o n los dedos. C uando sea necesario, se volverá a instalar y ajustar e l disco. 3. C o m probar el huelgo de e ngrane. Si entre el tor­ nillo sin fin y el engranaje no hay huelgo sufi­ c iente, se fiexionará c on cuidado el soporte ale­ já n d o lo d el sin fin. 4. C o m probar el intersticio e ntre el d isco y la guia p o r si fuera e xcesivam ente estrecho. 5 . C o m probar si hay cojinetes a garrotados. O bser­ vación: S i al revisar u na afiladora no se e ncuen­ tra nada anorm al, el m otor podría pararse porque el usuario a plica d em asiada p resión al afilar c u­ chillos o tijeras. Por razones d e seguridad, estos aparatos se d iseñan intencionadam ente para que trabajen así.

La afiladora hace ruido 1. B uscar piezas flojas o trabadas. 2. C o m probar si el huelgo de engrane no e s exce­ sivo. 3. C o m probar e l engrase en am bos extrem os del eje del e n granaje de arrastre. 4. V er si algún engranaje está roto. 5. C o m probar si el engranaje de arrastre golpea contra la guia. 6 . C o m probar si el ventilador golpea contra la p la­ c a de fondo o el m otor. 7. C om p ro b ar si e l disco afilador g olpea contra su guia. 8. E xam inar si hay m aterias extrañas en la carcasa.

La afiladora no arranca (el motor no funciona) 1. C om p ro b a r si hay piezas trabadas. 2. C om p ro b ar el cable de alim entación.

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Pequeños electrodom ésticos de cocina 3 . C om pro b ar tod as las conexiones eléctricas. 4 . C om pro b ar la c o m e n te en la tom a d e pared. 5 . Com probar el intem ip to r. 6 . C om pro b ar lo s devanados del m otor.

La rueda afila irregularmente 1. C om probar si la ru ed a abrasiva tiene d em asiado giro excéntrico; aju starla o c am biarla según sea el caso. 2 . C om probar el e je y el cojinete.

El motor zumba pero las ruedas no giran 1. C om probar q u e el inducido no se h a y a trabado. 2 . C om probar q ue la rueda abrasiva n o se haya atascado. 3 . Puede q ue el usu ario aplique d em asiada presión al em p lear el utensilio.

No se detiene el aparato E xam inar el in te rru p to r p o r si se ha e stropeado.

A u to e x a m e n C om prob a r ¡o a p ren d id o contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 4 4 . ¿Q ué tip o de m o to r se em plea en las afiladoras? 4 5 . ¿Q ué o tras piezas tienen las afiladoras adem ás del m otor? 4 6 . ¿Cuál e s el fallo principal de las afilad o ras? 4 7 . ¿Qué sucede si se presiona ex cesivam ente so ­ bre las ru edas de afilar? 4 8 . ¿Cuál p o d ría se r la causa d e que u na afiladora trabaje los filo s ¡rrcgularm cnte?

5-10

REBANADORAS

E léctrica y m ecán icam en te las afiladoras y las rebanadoras eléctricas se parecen m ucho. L os co m p o ­ nen tes eléctricos d e las rebanadoras, o m áquinas de c o rta r, son un m o to r universal, un in terru p to r de pu esta en m archa y un cable de alim en tació n . El e n la ce m ecánico en tre el m otor y la cu c h illa que

Fig. 5-9 R ebanadora de tipo corriente. (Cortesía d e Rival M anufacturing Co.)

lleva a c abo la acción d e c o rtar está constituido por un tren de en g ranajes que m antiene el m ovim iento rotatorio d el m otor, pero cam biando la v elocidad y el p a r útil (fig. 5-9). U no d e los fallos m ás im portantes d e las rebana­ d oras son c o n secuencia de no lim piarlas correcta­ m ente. H abitualm ente bastará fregarla con a gua c a ­ liente con d etergente y un cepillo de dientes p ara re­ solver la dificultad. La suciedad m ás resistente p ue­ de elim inarse raspando el dispositivo d e c o rta r con un cu c hillo afilado. M ientras q ue el engrase de los com ponentes mo­ trices de gran núm ero de rebanadoras d u ra toda la vida del a p a rato , los engranajes deben recibir de vez en cuando un pequeño toque de grasa e n las partes m óviles y , luego, d e ja r q ue el m otor funcione du­ rante dos o tres m inutos. A hora bien, nunca se lu­ bricará u n tren de engranajes m ás de la cuenta, p uesto que e l exceso d e lubricante p uede salpicar el m otor y c o n tam inar las escobillas. C uando haya que lim piar un tren de engranajes, se lavarán las piezas en q u eroseno o alcohol isopropilico; una vez lim ­ pio, el tren de engranajes se som eterá al chorro de un aceite fluido para elim inar los restos d el liquido lim piador y , seguidam ente, se a plicará grasa d e en ­ granajes espesa. C om o en el c a so de todos los electrodom ésticos con m otor, las averias están m uchas veces relacio­ nadas con e l m ism o. Se com probarán las averias habituales d e los m otores y la continuidad de inte­ rruptor y c able d e alim entación. Se reseñan a c onti­ nuación a lgunas quejas específicas en to m o a las m áquinas d e co rtar eléctricas.

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El motor zumba, pero la hoja no gira

La máquina hace ruido

1. O b se rv a r si el inducido e stá trabado. C orregir el c e n tra d o del dev an ad o d e cam p o y engrasar c o ­ jin e te s , según sea el caso. 2 . C o m p ro b a r q ue la ru ed a de cortar no se haya atascado. 3 . P u ed e q ue el u suario p resione d em asiado al em ­ p le ar e l utensilio. A dviértasele q ue d ebe a plicar u n a p resión leve y uniform e.

1. C o m probar si la hoja se h a aflojado. T ensarla en caso necesario. 2 . C o m probar si los cojinetes están secos o gasta­ dos. 3. C o m probar si los e ngranajes están flojos o gas­ tados. 4. E x am inar la carcasa por si hubiera m aterias e x­ trañas.

El motor se para

C om p ro b a r lo aprendido c ontestando a las pregun­ ta s siguientes.

1. C o m p ro b a r q ue no h aya interferencias e n la ho­ ja . Si ésta se ha aflo jad o respecto al eje, puede q u e se trabe co n tra un c o stad o d e la plataform a. E ste defecto se c o rregirá siguiendo el m anual de asistencia. 2 . C o m p ro b a r el ju e g o d e e n granajes. C orregirlo o e n g ra sa r los en g ran ajes según sea el caso. 3 . P u ed e q ue el u suario p resione d em asiado al em ­ p le ar el utensilio.

4 9 . ¿C óm o se transm ite el m ovim iento desde el m otor a la rueda de cortar?

Autoexamen

5 0 . ¿C uál e s un fallo m uy im portante de las « b a ñ a ­ doras? 5 1. ¿ Q ué tipo de grasa se em plea en el tren de e n­ granajes? 5 2 . ¿C uál podría se r el fallo cuando una rebanadora hace ruido?

R esu m en 1. En las batidoras se em plean m otores universa­ les rápidos. 2. L os d o s tipos de b atidoras son fijas y portátiles. 3 . En las batidoras de tres y c in co velocidades el m a n d o d e velocidad e s de inducción variable. 4 . En las b atidoras de infinitas velocidades el m an d o d e velocidad e s p o r regulador. 5 . L a m ayoría de los regulad o res se basan en la fu e rz a centrífuga. 6 . E n las batidoras fijas el m an d o de velocidad a c tú a p o r regulador, p o r inducción variable o por circ u ito electrónico de esta d o sólido. 7 . C u a n d o se repone un eng ran aje, hay qu e lim ­ p ia r la caja y ap licar grasa nueva. 8 . H abitualm ente las b atideras se conectan a sus e je s de arrastre m ediante adaptadores rápidos. 9 . C on un ó h m etro pueden ubicarse las fugas a m asa. 10. En la m ayoría de los fallos de las batidoras

interviene el motor. 1 1. E ntre las p osiciones d e alta, m edia y baja v elo­ c id a d de una batidora debe m ediar un mínimo de 150 rpm . 12. En las trituradoras se em plean m otores univer­ sa le s. pero las velocidades son tres veces m ayores q u e e n las batidoras. 13. En las trituradoras el ruido p uede producirlo la c o rre a o el descentram iento d e los elem entos m etá­ lic o s d e l recipiente. 14. En las exprim idoras se em plean motores de arran q u e por d evanado auxiliar. 15. Los causantes de fallos m ás corrientes en las ex p rim id o ras son el interruptor y el c able de tom a de c orriente. 16. E n la m ayoría d e los abrelatas se em plean m o­ tores universales c on m ando d e velocidad por regu­ lador. 17. L a m ayoría de las quejas ac erca d e los abrela­

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Pequeños electrodom ésticos de cocina ta s s e refieren a la ru ed a d e corte y al disp o sitiv o de in m o v ilizació n . 18. E n las p icadoras d e h ielo, é ste se m achaca m e­ d ia n te e l g iro de cu ch illas estacionarías o de un cubo g irato rio . 19. E n las afiladoras de cuchillos se em plean m oto­ re s d e d e v an ad o cortocircuitado. 2 0 . E n la m ayoría de las quejas referentes a las afi­ la d o ra s de cuchillos intervienen el m otor y el in­

terruptor. 2 1 . L as rebanadoras trabajan c on un m otor univer­ sal y el engrase de sus engranajes dura toda la vida d e l aparato. 2 2 . U n o de los p rincipales fallos de las rebanadoras procede d e la m ala lim pieza. 2 3 . E n la m a yoría de las quejas referentes a las rebanadoras interviene el m otor.

Cuestiones de repaso L o s p re g u n ta s siguientes p e rm ite n c om probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada u n a d e la s a firm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respuestas en un p a p e l a parte. 1. E n las batidoras se em p lean m otores de devanado cortocircuitado. 2 . E n las batidoras de tres v elocidades el m ando d e velocidad es de estado sólido. 3. L as batid o ras trabajan en tre 300 y 1300 rpm . 4 . L as batid o ras portátiles con su m en m ás de 4 00 watt. 5 . E n las b atidoras de infinitas velocidades la velocidad del inducido la gobierna un regulador. 6 . El n úm ero de velocidades de u na batidora fija puede llegar hasta catorce. 7. Para rep arar una b a tid o ra, h ay que d e sarm arla com pletam ente. 8 . A l rep o n er e n granajes ro to s hay que rellenar la caja c on la grasa usada. 9 . N o e s necesario v o lv e r a c e n trar los ejes de arrastre cuando se reem plazan los e n g ran ajes de una b atidora. 10. U n cond en sad o r abierto o en corto p uede hacer que una batidora interfiera la recep ció n d e la rad io o T V . 11. En tod as las batid o ras d e d os e jes las batideras se sincronizan con u na separa­ ció n d e 45°. 12. E l te rc e r conductor d e los co n densadores supresores de ruido se conecta al ar­ m azón d e l m otor. 13. C u a n d o e l m otor de u na b atidora tenga una fuga a m asa, el óhm etro señalara infinito. 14. P ara v erificar la velocidad d e un eje de salida se em plea un voltímetro. 15. L as trituradoras y las b atidoras son sim ilares eléctricam ente. 16. L a velocidad de las tritu rad o ras e s su perior a la d e las batidoras unas 3 a 15 veces. 17. P ara im pulsar las cuchillas de u na trituradora se utiliza un m ecanism o de engranajes.

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Pequeños electrodom ésticos de cocina 18. U na trituradora p u ede h acer ruido si e l ventilador golpea contra algún lugar. 19. E! fallo de u na trituradora puede se r u na correa rota. 2 0. L as exprim id o ras están dotadas de m otores d e devanado cortocircuitado. 2 1. En las exprim id o ras los fallos m ás im portantes se e ncuentran en el intenuptor y e n los cab les d e tom a de corriente. 2 2. En lo s abrelatas se em plean m otores universales. 2 3. E n lo s abrelatas la m ayoría d e los fallos son e léctricos. 2 4 . El en g ra se d e los abrelatas d u ra toda la vida d el utensilio. 2 5. T o d a s las picadoras d e hielo u tilizan el m ismo p rocedim iento p ara triturarlo. 26. L as afilad o ras de cu chillos se construyen siem pre com o electrodom ésticos de una so la función. 2 7 . L as a filad o ras d e cuchillos están provistas d e m otores universales. 2 8 . C u a n d o u na afiladora d e cuchillos haga ruido hay qu e exam inar si existen piezas flojas. 29. C u a n d o una afiladora de cuchillos trabaje los filos irregularm ente siem pre hay q u e c a m b iar las ruedas de afilar. 3 0. E léctrica y m ecánicam ente las rebanadoras y las afiladoras son parecidas.

Respuestas a los autoexámenes de este capitulo

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.

8. 9.

10 . 11 . 12. 13. 14.

15. 16. 17. 18. 19. 20 .

Universal. Horizontal. Entre 300 y 1300 rpm. Fijas y portátiles. Es una batidora fija con el cabezal desmontable. D e 100 a 150 watt. Por mando de inducción va­ riable. Un interruptor con regula­ dor. Aumenta. No. No. No. Entre 10 y 14. Por inducción variable, por regulador y por circuito de estado sólido. De 150 a 400 watt. Lim piar la caja y cambiar el lubricante. 45° En baja. Poca o ninguna resistencia. En paralelo con los bornes de entrada de corriente.

21. Untacómetro. 22. Escobillas en mal estado, cojinetes estropeados y fal­ tos de engrase, agarrota­ miento del inducido o del ventilador, un regulador de­ formado o cuyos contactos no se abren. 23. 150 rpm. 24. Un piñón roto, agarrota­ miento de engranajes o coji­ netes. cortos en el motor y resortes del regulador faltos de rigidez. 25. Entre 350 y 1200 watt. 26 Entre 3000 y 14000 rpm. 27. No. se conectan mediante una correa dentada. 28. Mediante la combinación de un diodo y/o tomas en el de­ vanado de campo. 29. Que esté descentrado con el impulsor, o bien que su ori­ ficio esté descentrado. 30. Que la correa dentada se haya roto. 31. De arranque por devanado

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auxiliar. 32. Porque batidoras y tritura­ doras trabajan en condicio­ nes de carga variable, mien­ tras que las exprimidoras trabajan con cargas unifor­ mes. 33. Interruptor y cable de ali­ mentación. 34 Si. 35. Universal. 36. Por regulador. 37. De contacto momentáneo. 38. Filos mellados y engranajes gastados. 39. Entre 0,05 y 0,25 mm.

40. No. 41. Cuchillas fijas y móviles y cubo giratorio. 42. Las varillas rompedoras. 43. Los desprendimientos de un cubo giratorio inadecua­ damente tratado. 44. De devanado cortocircui­ tado.

45. Un interruptor y una o dos piedras de afilar.


Pequeños electrodom ésticos de cocina 46. Q ue las ruedas de corte o afilar pierden el filo y hay que reemplazarlas. 47. Q ue el motor se para. 48. Unas ruedas de afilar que gi­ ran excéntricamente o que estén flojas. También que el

usuario no mantenga una presión constante sobre la hoja mientras la afila. 49. A través de un tren de engra­ najes. 50. M ala limpieza.

51. Grasa para engranajes es­ pesa. 52. Una hoja de corte floja, coji­ netes gastados o flojos, o materias extrañas en la car­ casa.

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Capítulo 6

Máquinas de coser Este capítulo pretende dar a conocer los tres métodos mediante los cuales se gobierna la velocidad en las máquinas d e coser y facilitar la Identificación de los componentes mecánicos de éstas. Además, se exam i­ nan en él la reparación y localización de averias con vistas al reconocimiento de los fallos que más corrientemente se presentan en las máquinas de coser. La asistencia técnica a estas máquinas no reviste dificultades, una vez conocidas en sus aspectos mecá­ nicos y eléctricos. Aquí téngase en cuenta que, si bien las máquinas de coser son accionadas y gobernadas eléctricamente, su funcionamiento es fundamentalmente mecánico.

6-1

MANDOS

L o s m otores d e la m ayoría de las m áquinas d e coser so n de tipo u n iv e rsa l, cuyo m ando d e v elocidad se ac ciona m e d ian te e l pie o la rodilla. E ste m ecanis­ m o d e m ando p u e d e se r escalonado o c ontinuo. Los m andos e scalo n ad o s varían la velocidad en

2. M ando p o r engranajes. En éstos la potencia d e la m áquina aum enta cuando se reduce la veloci­ dad. 3. M ando p o r estado sólido. En éstos se mantiene la p o tencia c uando v an a la velocidad.

E n la figura 6 - 1, la lám para testigo está conectada e n para le lo con la red para que no se debilite ni luzca m ás al variar la velocidad d el m otor. E léctricam en­ te , los m andos de pie o d e rodilla son sim ilares. El m a n d o se e jerce m ediante un reostato, bien de carb ón o devanado. Entonces, cuando se oprim e el p e dal, a lo largo del reostato se desliza un cursor, c o n lo que varía la resistencia del circuito y, por tan to , varía tam bién la intensidad de la corriente que lo atra v iesa , haciendo q u e varíe la velocidad del m otor. H ay m andos d e sa m a b le s que perm iten re­ p o n e r su s com ponentes; o tros son herm éticos y sus co m p o n e n te s n o pueden reem plazarse. L a m ayor parte de los fallos eléctricos que pre­ sentan las m áquinas de c o ser son g eneralm ente sim ­ 1. M ando p o r intensidad. En estos la p otencia de la ples: con d u cto res rotos, escobillas de m otor gasta­ d a s y c o n e xiones flojas en el circuito de m ando de m áquina se red u ce a la vez q ue la velocidad.

u n a serie de sa lto s, o intervalos, n um erados habi­ tualm ente h a sta c in c o u o cho, que van desd e la velo­ c id a d m ín im a, o b a ja , hasta la m áxim a. D eterm i­ nad o s m andos e scalo n ad o s no dan , en su prim er intervalo, una v e lo cid ad suficientem ente b a ja para lo que p u ed a d e se a r, a veces, el u suario. C on los m andos c o n tin u o s la velocidad se hace variar desde len ta hasta rá p id a , d e m odo suave y un ifo rm e, parti­ cularm ente cu a n d o se com ienza a m uy b a ja veloci­ d a d . En a m b o s tip o s de m ando, la p o ten cia a bajas velocidades e s p equeña. Los tres procedim ientos para g obernar la v elo cid ad de las m áquinas d e coser so n los siguientes:

Reostatos

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M áquinas de coser

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Tirahilos Guíadores

v e lo cid ad . Se c o m p ro b ará siem pre el estado del cab le d e alim entación y de los co nductores entre el in te m ip to r y el m otor. Los fallos d e m otor son los p ro p io s de todos lo s m otores universales.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contestando a las p regun­ ta s sigu ien tes. 1. ¿ Q u é tipo d e m o to r se u tiliza en la m ayoría de las m áq u in as d e coser? 2 . ¿ C ó m o se accionan los m andos d e velocidad de las m áq u in as d e coser? Puntadas

3 . C ita r los d o s tipos de m ecanism o de mando. 4 . C ita r los tre s procedim ientos p ara gobernar la velo cid ad d e las m áquinas de coser. 5. C ita r lo s tre s fallos eléctricos m ás corrientes que p resen tan las m áquinas d e coser.

6-2 CO M POSICIÓN Y FUNCIONAM IENTO T o d a s las m áquinas d e coser trabajan utilizando o rá cticam en te los m ism os com ponentes fundam en­

tales: el tirahilos. la a guja, el prénsatelas, los guia­ d o re s y la lanzadera (gancho)- V éase la figura 6-2. El fu n cionam iento d e una m áquina d e coser de tipo co rrien te e s c o m o sigue. C uando el tirahilos se en­ cu en tra e n su posición m ás alta, el atacador con la a g u ja d esciende traspasando el te jid o con la punta de la a guja y llevando el h ilo hacia el m ecanism o de lanzadera. En e se instante, los guiadores han d e s­ c en d id o por de b ajo de la placa y el tejido se para. E n to n c es, e n cuanto la aguja com ienza a elevarse, e l tirah ilo s se m ueve hacia abajo, aflojando el hilo d e m o d o q u e é ste form a una lazada, que aprovecha la la n zad era pa ra tom ar el hilo y pasarlo en tom o al g a n c h o , d a n d o así una puntada (fig. 6-3). C u a n d o la a g u ja se separa del tejido, los guiado­ re s se m u even ha cia arriba, y asen el tejido para h a ce rlo a v an z ar u n a p osición y prepararlo para una n u e v a p untada. C uando la a guja llega a su posición m ás e le v ad a, el tirahilos se m ueve h acia arriba para h a ce r q u e la bobina alim ente d e hilo al tejido y term in e la pun tad a y, tam bién, p ara ex traer m ás hilo d e l c arre te a través d el tensor, en preparación de la p u n ta d a siguiente. Si n o se c onsigue que estos com ­ pon e n tes funcionen adecuadam ente, la máquina ha­ rá un o s co sid o s incorrectos (fig. 6-3). E n las m o dernas m áquinas de c o se r la correa sue­ le s e r de p o liuretano, y es a utotensora. No obstante.

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M á q u in a s de coser

Fig. 6-2 Trayecto d d hilo y mandos p a ra el ajuste de una m áqu ina de coser norm al.

si q u e d a excesiv am en te tensa, puede recalentarse el m otor. S i la co rre a se ajusta co rrectam ente debe q u e d a r suficien tem en te laxa para q ue su s extrem os pu e d an pinzarse sin dificultad inm ediatam ente por e n c im a de la p o lea del m otor. A l c a m b iar u na correa e s necesario d e sm o n ta r el volante de m ano. P o r regla gen eral, la tensión d e la correa se aju s­ ta aflojan d o el to m illo d el soporte d el m otor y m o­ vien d o el c o n ju n to d e am bos hacia a bajo, de m odo q u e aum ente la tensión. D ebe tensarse sólo lo sufi­ cien te p ara e lim in a r el resbalam iento, pues si queda d e m asiad o te n sa , el m otor se so b recargará. Para ce n trar la co rre a , se aflo ja el tom illo de fijación de la p o lea y se m ueve é sta sobre el eje del m otor hasta qu e la correa q u ed e centrada. A veces, el ru id o q ue producen las e scobillas del m o to r de u na m áq u in a nueva llevan al usuario a c re e r q ue falta eng rase. Pero ese ruido e s norm al y persistirá m ien tras la m áquina funcione. R ecuérde­ se a quí que gran n ú m ero de los m otores m ás recien-

Fig. 6-3

Mecanismo de una canilla corriente.

tes se equipan con c ojinetes d e bronce impregnados de ace ite , y que nunca necesitarán engrase. L a tensión del hilo suele conseguirse autom ática­ m ente y rara vez n ecesita corrección, aún c uando se trab a je con tejidos de d iferentes grosores. Los h ilos d e la a guja y la bobina deben quedar enganchados e n el centro del espesor del tejido. L a tensión del hilo d e la a guja (arriba) suele regularse e n la m ayo­ ría d e las m áquinas bajando la barra de presión y gira n d o el pom o del ten so r hacia la derecha para a u m e n ta r la tensión, y hacia la izquierda para dis­ m in u irla. De ordinario, no será nunca necesario

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Canilla

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M áquinas de coser c a m b ia r la tensión de la b o b in a respecto de la reci­ b id a e n la fábrica; p ero si. pese a e llo , alguna vez h a y q u e h acerlo, se seguirán las instrucciones del m an u al de asistencia (fig . 6-4). H ay q ue aco n sejar al c lien te, al eleg ir la aguja c o n v en ien te para cad a tipo de cosido, que busque s ie m p re agujas rectas y ag u d as, c on ojos d e tam año su ficien te para el h ilo que se vaya a utilizar. Para d e te rm in a r si una a g u ja se encuentra en buen estado se c o lo c a el lado p lan o de la c ánula contra una su­ perfic ie plana; e n to n ces, si la aguja está bien, la p u n ta y la c ánula se verán perfectam ente alineadas. H abitualm ente el prénsatelas sujeta con fuerza el te jid o con tra los g uiad o res y sus patas deben ser pa­ ra le la s a las ranuras de la placa de la aguja y a la p o sic ió n d e d escanso d e los guiadores. Este parale­ lism o p uede c o m probarse introduciendo bajo la m á­ q u in a u na hoja de papel b lanco y . luego, inclinando la c a b e z a , o b servando el esp acio entre el prénsate­ las y c a d a g uiad o r, a la vez q ue se hace bajar lenta­ m e n te el p rénsatelas sobre los guiadores. Para ajus­ ta r el paralelism o puede d oblarse levem ente el p rén­ sa te la s hacia la d erech a o la izquierda, pues si el m is m o no e stá a nivel el tejid o entrará torcido.

El tirahilos tira del hilo hacia arriba una vez dada la puntada y cierra el nudo, casi d el m ismo modo a có m o se hace en e l c osido a m ano, cuando se tira del hilo a través del tejido p ara d ejarlo tenso. A la vez, extrae del carrete hilo suficiente p ara la puntada si­ guiente. Esto lo hace con u na sincronización perfec­ ta. a través de su leva, de m odo que se corresponda con la carrera descendente de la aguja y el m ovi­ m iento d e los guiadores (fig. 6-5). Para verificar si está doblado verticalm ente, se le hace descender hasta su posición m ás b aja y se observa si com ienza a m overse hacia arriba en el preciso instante en que la barra de aguja llega a su posición m ás alta. Si el tirahilos no cum ple esta condición, no hay que tra­ ta r de d oblarlo, sino q u e debe reem plazarse. Si está d oblado h a cia un lado, puede que frote sobre la carcasa; en tal c aso , puede enderezarse doblándolo co n c uidado. Un tirahilos e n m al estado puede cau­ sa r los fallos siguientes: 1. 2. 3. 4.

O m isión de puntadas R otura del hilo P osible rotura d e la aguja Puntadas de m ala calidad

El tejido es arrastrado b ajo el prénsatelas por ac­ ció n de los guiadores. E stos están dotados d e posi­ cio n es com prendidas entre el d escenso m áxim o y la elevación m áxim a adecuadas para tejidos de todas clases. La posición de los guiadores suele seleccio­ narla a m ano el usuario actuando e n el botón ex is­ tente en la cu n a d e l cabezal. Los guiadores deben su b ir y bajar librem ente p o r las ranuras d e la placa de aguja; en e sos p untos, todo rozam iento produce un funcionam iento ruidoso y duro. La m ayoría de las q u ejas relativas a mal funcio­ nam iento d e las m áquinas de coser pueden tener su o rig en en alguna, o algunas, de las causas siguien­ tes: la aguja, tipo y m edida del hilo y tensiones de é ste. C uando se atienda u n a m áquina de coser se com probarán siem pre los tres puntos anteriores. N aturalm ente, pueden e x istir otras dificultades, p e ­ ro esas tres son com unes a todas las m áquinas.

Fig. 6-4 (ul C uando la pu n tad a queda cen trad a ei de la tela la tensión resultante es la correcta. (6) La tensión ab ajo es mayor que arrib a . <c) La tensión superior es m ayor que la inferior.

Autoexamen C o m p ro b a r lu a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes.

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M á q u in a s de coser

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Espiga gu

Fig. 6-5

Enlace del balancín con el alim entador

6 . ¿C uáles so n los com ponentes fundam entales d e u na m áq u in a de c o se r en lo q ue concierne al cosid o pro p iam en te dicho? 7. C uan d o el tirahilos s e encuentra en su posición m á s alta, ¿en q u é sentido han de m overse la ag u ja y la barra de la aguja? 8. C uan d o la a g u ja y la barra com ienzan a m over­ se hacia arrib a, ¿se m ueve hacia arriba o hacia ab ajo el tirahilos? 9. C ita r los d o s lugares d e donde sale el hilo para d a r cada p u ntada. 10. ¿ D e qué se hacen las c o n e a s de arrastre? 11. ¿Q u é podría o c u rrir si la correa se tensa dem a­ siado ? 12. ¿S uele n ecesitar ajuste la tensión del hilo? 13. ¿Q u é pieza oprim e el tejido co n tra los guiado­ res? 14. ¿Q u é fallos o c asio n a un tirahilos doblado o en m al estado?

15.

6-3

C ita r tres causas por las que una m áquina de co­ se r pueda funcionar mal.

LOCALIZACIÓN DE AVERÍAS

E n e ste párrafo se presentan algunos de los fallos m ás im portantes de las m áquinas de coser con las so lu c io n es aconsejables.

La máquina hace ruido 1. S e ejerc e una presión excesiva sobre el m ando d e pedal o de palanca. C onsultar el manual del u su ario e instruir al cliente. 2. C o m p ro b a r que los guiadores no se traben en la p laca d e aguja. A justar según el manual de a sis­ tencia. 3 . C o m p ro b ar si se h a aflojado alguna pieza, com o la h orquilla del eje d el balancín, el eje del b alan­ c ín , e l zigzag, etc. En caso necesario, se tensa­ rán , repararán o repondrán las piezas deterio­ radas.

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M aq u in a s de coser

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4 . C o m p ro b a r si hay pelu sa, suciedad o hilos e n el co n ju n to del m ecan ism o d e la lanzadera. Elim i­ n a r las o b strucciones y e n g rasar los cojinetes. 5 . E x a m in a r el b a stid o r p o r si algún cable golpea e n é l y o rigina vibraciones. Si e s preciso, se grap a ra n los cables a la c a ja o m ueble. 6 . Particu larm en te si la m áq u in a h a estado guarda­ d a c ie rto tiem p o , se com p ro b ará el engrase de lo s cojinetes. E stos se lim piarán y engrasarán se g ú n las instrucciones d e l m anual de asistencia.

La máquina funciona dura

1. C o m p ro b a r la tensión de la co rrea del m otor. Si es necesario , reaju star e l soporte del motor. 2 . C o m p ro b a r si se h a arro llad o accidentalm ente h ilo e n to m o al e je principal de la rueda d e m a­ n o . b ajo la guarda d e la co rrea. D esm ontar la ru e d a de m ano y e lim in a r la causa de la traba­ zón. 3 . E x am in ar el m ecan ism o d e la lanzadera por si tu v ie ra p elusa, su ciedad o hilos. 4 . C o m p ro b a r el esta d o de eng rase. Elim inar o bs­ tru ccio n es. E lim in ar el aceite pegajoso añadien­ d o d o s o tres g otas de quero sen o o alcohol isop ro p ilico en cada o rificio de engrase, dejando q u e la m áquina funcio n e d espués durante d os o tre s m inutos. L u eg o , sa lim pian frotando todos lo s m ecanism os y se en g rasan con el aceite para m áq u in as de coser correcto. 5 . A seg u rarse de q ue el eje principal n o se haya do­ b lad o . Si lo e stá , se rem itirá el cabezal al fabri­ c a n te p ara su reparación. 6 . C o m p ro b a r si h ay d em a sia d a tensión o agarrota­ m ie n to en la b iela, el eje d el b alancin. o el vástag o d e la horquilla, etc. L os ajustes se harán se­ g ú n p rescriba el m anual de asistencia técnica. 7 . C o m p ro b a r el esta d o del resorte am ortiguador d e l balancin del g an ch o . En caso necesario, re ­ em p lazar. 8 . O b se rv a r si el arrollador de la canilla e stá suel­ to y trabaja cuando la m áq u in a funciona. Este es u n e x trem o a m ostrar al cliente. 9 . C o m p ro b a r el e n g rase de los c ojinetes. Estos se lim p iarán y engrasarán según las instrucciones d e l m anual d e asisten cia. Instruir al cliente en lo s p rocedim ientos de engrase correctos.

El motor se calienta 1. E x am inar el m ecanism o de la lanzadera por si tu viera pelusa, suciedad o hilos. Lim piar según sea el caso. 2 . O b serv ar si el m otor e stá d em asiado engrasado. E lim inar el exceso d e lubricante y q uitar con un tra p o los goteos y derram es. 3. C o m p ro b ar la tensión d e la correa. Si e s excesi­ va, corregirla según las instrucciones del m anual d e asistencia. 4. C o m p ro b ar si se traban e l zigzag y el eje del b alancin. Según se precise, ajustar, reparar, o reponer. 5 . A segurarse d e que el eje principal no se h aya d o ­ blado. E nviar el cabezal al fabricante para su reparación.

El mando se calienta 1. E s posible que la m áquina haya funcionado sin p a rar durante dem asiado tiem po. A dvertir al cliente q u e reduzca o acorte los p eriodos de fun­ cionam iento. 2. Puede haber algún c o rto en el c ableado o alguna tra b a en el m ecanism o. Puede que el m ando no co n sig a deten e r la m áquina. R eparar o reponer seg ú n sea el caso.

La máquina no trabaja en zigzag 1. O b servar si está puesta la palanca de regulación del ancho de puntada. Instruir al cliente en el em p leo d e la m ism a. 2. A segurarse d e q u e están sueltos los topes del re­ gu lad o r d e anchura. U na vez puesta la palanca d e anchura se asegurarán. T om ar las m edidas o portunas para la reparación. 3. C om p ro b ar el desgaste de la leva engrasada. 4 . C o m probar que no e sté rota o floja la varilla de transm isión a la barra d e aguja. T ensar o susti­ tu ir según el caso. 5. C o m probar el desgaste del engranaje del eje s u ­ perior. En caso necesario, cam biarlo. 6. C o m probar que no esté roto el eje del balancin vertical. Si e s asi. cam biarlo.

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M áquinas de cose r

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La máquina omite puntadas

re com ienda repasar con el cliente las instrucciones d e e n h e b rad o y funcionam iento.

1. Puede que el prop ietario em plee u na aguja de longitud inadecu ad a, o bien q ue la aguja esté m al insertada o mal enhebrada. T am bién puede se r que el h ilo sea dem asiado pesado p ara la aguja. A co n sejar al c liente q ue sig a los p roced i­ m ientos c o rrecto s descritos en el m anual del usuario. 2 . C om pro b ar el reglaje del resorte de retención su ­ perior. A ju star o reem plazar según el caso. 3. E xam in ar e l esta d o de la a guja; p u ede e sta r d o ­ blada o ro m a. Si la aguja trabaja m al, hay que cam biarla. 4 . E xam in ar la p u n ta d e la lanzadera p ara com pro­ b ar que n o e sté rom a o poco afilada. C o m probar asim ism o el esta d o de lim pieza d el m ecanism o de la lanzadera. 5. L a presión q u e e jerce el prénsatelas puede ser insuficiente. C o n su ltar el manual d e asistencia y atenerse a las instrucciones del fabricante.

Las puntadas quedan flojas 1. C om pro b ar q u e el resorte de retención de hilo superior n o se haya torcido. C am biarlo si e s asi. 2. C o m p ro b ar la tensión del hilo superior p ara ase­ gurarse de q u e n o e sté dem asiado tenso o d em a­ siado flojo. 3. S i la punta d e la aguja se ha d eteriorado, se re­ pondrá la aguja. 4. A segurarse d e q u e el hilo em pleado en aguja y canilla no e s dem asiad o grueso y de que el m eca­ nism o d e la lanzadera está limpio. 5 . O bserv ar si la p laca de aguja está alineada c on la aguja y no d escen trad a. Elim inar rebabas o s u s­ tituir. 6 . P u e d e q u e e l p r é n s a te la s e sté d e s a ju s ta d o , o q u e

no descienda del todo. C om probar la palanca inferior d el prénsatelas y tam bién el zurcidor de enganche rápido. S ustituir o reparar, según el caso. 7 . Exam inar los g u iadores; pueden e star rotos o estropead o s. En caso necesario, sustituir.

La aguja se desenhebra E ste fallo suele d eb erse a falta de hilo e n la aguja Se

La máquina arruga el tejido 1. E x a m in ar la placa d e aguja: puede e star sin d es­ barb ar. E lim inar rebabas, o reem plazar la placa. 2. A segurarse d e que los g uiadores no se han regla­ d o dem asia d o altos. H acer los ajustes necesa3. El prénsatelas ejerce d em asiada fuerza. C onsul­ ta r el m anual de asistencia para ajustarlo. 4. A se gurarse d e que no se a excesiva la tensión del h ilo d e la canilla, o la del hilo de la aguja. 5. C o m p ro b ar qu e la aguja no resulte inadecuada a la m e d id a del hilo. C olocar la a guja correcta, co m o se dijo al principio d e e ste párrafo.

La tela no avanza correctamente 1. E x a m in ar los guiadores. 2. -Puede que el prénsatelas no haga fuerza sufi­ cien te. P ara aum entarla, oprim ir el zurcidor de eng a n ch e. 3. El p ré n sa te las n o hace b uen contacto con el teji­ d o . Instruir al cliente acerca del m étodo co­ rrecto.

La canilla no devana bien 1. A segurarse de que la m áquina está correcta­ m ente devanada. Instruir al cliente según las ins­ tru c cio n es del m anual d e asistencia o del usua­ rio. 2 . C o m p r o b a r e l c e n tr a d o d e lo s d is c o s d e g u ia d e l

hilo d e la canilla y si ésta devana correctam ente.

El hilo superior se rompe 1. E x a m in ar la aguja: puede tener la punta rota, e sta r to rcida o ser d e una m edida o longitud ina­ decuada. 2. A segurarse de que no e s excesiva la tensión del hilo d e la aguja. C onsultar el m anual d e asis­ tencia.

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M á q u in a s da coser

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El hilo interior se rompe 1. C om p ro b ar la p laca d e aguja y ver si está bien desb arb ad a y si la a g u ja nó g olpea contra ella. S u av izar el o rific io y la p laca p ara asegurar una e n tra d a y superficie sin o b strucciones, o bien s u stitu ir p laca y aguja. 2 . C om p ro b ar la canilla. A segurarse de que está correctam en te d ev an ad a y q u e no se ha llenado e n ex ceso , o con dem asiada tensión e n e l hilo.

p osición.

La máquina se para En m uchas m áquinas, e ste fallo se debe al botón de detención. E n la m ayoría d e los casos el de­ fecto se co rrig e apretando dicho botón, el cual se en cuentra en la llanta interior d e la rueda de m ano.

La aguja se rompe Autoexamen 1. C o m p ro b ar la longitud de la a g u ja, la m edida de é s ta y la del h ilo y el g rueso del tejido. H acer los c am b io s o p o rtu n o s e instruir al cliente. 2 . E x am in ar la abrazad era de la aguja; p uede e star floja. C am b iar la a g u ja y reapretar la tuerca de m ariposa. 3 . A segurarse de que el pie del p rénsatelas está conven ien tem en te sujeto a la b arra del p rénsate­ las. En caso necesario , apretarlo. 4 . E xam in ar el o rific io d e la p laca de aguja; puede e s ta r o b struido. L a a g u ja puede e stas descentra­ d a . E lim inar los p untos o b structivos y. en caso n ecesario , c a m b iar p laca y aguja. 5 . A segurarse d e q ue no se haya d oblado o roto el reso rte am ortiguador del balancín. Si e s así, cam biarlo. 6 . C o m p ro b ar el sincronism o del eje del balancín d e los guiadores. H acer el reglaje según el m a­ n ual de asistencia. 7 . A segurarse d e que la caja de la c anilla está c o ­ rrectam ente m ontada. V olver a colocarla en

R esu m en 1. L o s m otores de las m áquinas de co ser son de tip o universal. 2 . L o s m andos de velocidad pueden se r d e tres clases: a . Por intensidad de corriente. b. P o r en granajes. c . Por c ircu ito de esta d o sólido. 3 . L o s fallos eléctrico s m ás im portantes d e las m áq u in as d e c o ser so n rotura de c o n ductores, esco­

C o m probar Io aprendido c ontestando a las p reg u n ­ ta s siguientes. 16. A dem ás d el m otor, ¿qué otros com ponentes hay qu e co m probar cuando e l m otor se calien­ ta? 17. ¿Q ué puede ocurrirle a una m áquina que se haga fu n cionar sin p arar durante m ucho tiem po ca d a vez? 18. C uando se rom pa el hilo inferior a causa de obstrucciones o filos en la placa de aguja, ¿qué debe hacerse? 19. Si una m áquina de c o se r trabaja dura porque el lubricante se ha vuelto pringoso, ¿cóm o hay q ue lim piarla? 20. ¿Puede c alentarse el m otor a cau sa de la sucie­ d ad o la p elusa acum uladas e n la lanzadera? 2 1. ¿C óm o se prepara una m áquina que no se ha u tilizado hace m ucho tiem po?

b illas d el m otor y contactos flojos. 4 . L os c om ponentes de u na m áquina de coser res­ p onsables del co sido son el tirahilos, la aguja, los g u iadores y la lanzadera. 5. L a tensión d e la correa se c onsigue desplazan­ d o el c o n ju n to d e m otor y soporte. 6. L a tensión d el h ilo e s autom ática y rara vez hay que ajustarla. 7. C on una aguja recta y de la longitud adecuada se ev itarán m uchos inconvenientes. 8. El prénsatelas debe e sta r paralelo a la placa de

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M a q u in a s de coser a g u ja y a ras con los g u iadores. 9 . L as c a u sas de u n m al cosido radican en una a g u ja incorrecta, un h ilo inadecuado o una tensión d e l h ilo desajustada. 10. L as q uejas m ás im portantes en to m o a las m á­ q u in a s de c o se r son: a . L a m áq u in a hace ruido b. L a m áq u in a fu n cio n a dura c. El m otor se c alien ta d . El m an d o se calien ta e . L a m áq u in a no trab aja e n zigzag

/ . L a m áquina om ite puntadas ¿’. L as puntadas quedan flojas h. /. j. k. /. m. n. o.

La aguja se d esenhebra L a m áquina a rru g a la tela L a tela no avanza b ien La c anilla no d evana bien El hilo superior se rom pe El hilo inferior se rom pe La aguja se rom pe La m áquina se para

Cuestionario de repaso L a s p re g u n ta s siguientes p erm iten com probar lo aprendido en e ste capitulo. D ete rm in a r s i cada u n a de la s a firm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respuestas en un p a p e l aparte. 1. L os m oto res d e las m áquinas de coser son de tipo universal. 2 . El m a n d o d el m otor de u na m áquina d e c o ser puede ser escalonado o c onti­ nuo. 3 . C u a n d o u n a m áquina no a n a n c a hay que com probar el m ando de v elocidad, el c a b le d e alim entación y las escobillas d el motor. 4 . U na c o rre a dem asiad o tensa p uede h acer que el m otor se caliente dem a­ siad o . 3.

P erió d icam en te h ay q ue ajustar la tensión de los hilos.

6 . El p ré n sa te la s o prim e el tejido con fuerza contra los guiadores. 7 . B ajo e l prénsatelas se encu en tra la canilla. 8 . U na c a u sa de fallos de c o sid o m uy im portante reside en el em pleo de u na agu­ ja inad ecu ad a o en m al estado. 9 . U n m oto r q ue se c alien te puede estar cubierto d e pelusa o suciedad. 10.

C u a n d o u n a m áquina d e c o ser funcione d ura d ebe reponerse el lubricante del m o to r.

1 1 L os guiad o res form an parte del d ispositivo de cosido. 12.

El p ré n sa te la s se d ispone en ángulo c on la placa de aguja y los guiadores.

Respuestas a loa autoexámenes de este capitulo

1 . Universal. 2. Con el pie o la rodi­ lla.

PALMORE — 6

3. Escalonado o continuo. 4 Por intensidad de corriente, por engranajes y por circui­

5.

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to de estado sólido. Conductores rotos, escobi­ llas gastadas, contactos flo­


M aq u in a s de coser

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6. 7. 8. 9. 10. 11 . 12 . 13. 14.

jos. Tirahilos, aguja, guiadores y lanzadera. Hacia abajo. Hacia abajo. La canilla y el carrete. De poliuretano. Que el motor se recaliente. No. El prénsatelas. Omisión de puntadas, rotu­ ra de hilo y aguja y cosido de

15.

16.

17.

18.

mala calidad. Aguja incorrecta, hilo ina­ decuado y tensión de hilo desajustada. La correa, el mecanismo de zigzag, el eje del balancín y el eje principal. El mando se calienta y no consigue detener la ma­ quina. Suavizar el agujero para conseguir que la aguja pe­

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netre sin obstáculos. 19. Se ponen dos o tres gotas de queroseno o de alcohol en cada orificio de eng rase y se hace funcionar la máqui­ na durante dos o tres minu­ tos; luego, se vuelve a en­ grasar con el aceite co­ rrecto. 20. SI. 21. Limpiándola y engrasán­ dola.


Capítulo 7

Herramientas mecánicas portátiles A ctualm ente, determinadas herramientas mecánicas portátiles, como taladros eléctricos, sierras circula­ res y oscilantes, lijadoras, acepilladoras y cortacéspedes ya se consideran pequeños electrodomésticos, pues en los hogares son tan importantes como las cocinas y las estufas eléctricas. En este capitulo se describen los componentes y funcionamiento de tales herramientas, y se expone cómo localizar los fallos mecánicos y eléctricos de cada una de ellas.

7-1 FA LLOS ELECTRICOS Y M ECÁNICOS L os c ircu ito s eléctrico s de todas las herram ientas m ecánicas portátiles son m uy sencillos. Fundam en­ ta lm ente, c o n stan d el m otor, el in terruptor, el cable d e alim en tació n y los conductores interiores nece­ sarios. L a m ejor descripción de u na herram ienta m ecánica portátil se ria d ecir q ue se trata de un m o­ to r universal co n ectad o en serie con un interruptor d e puesta e n m arch a (fig. 7-1). A causa d e su g ra n ¡w r ú til no m in a l, en la m ayo­ ría de las h erram ientas m ecánicas p o rtátiles se em ­

ple a un m otor excitado en serie. O tras herram ien­ ta s, c o m o taladros eléctricos, destornilladores, tije­ ras p ara hierba y podado ras, pueden asim ism o e n ­ co n trarse en m odelos autónom os (fig. 7-2). A l igual q u e la m ayor parte de los dem ás e lectro­ dom éstico s a u tónom os, en dichas herram ientas se em p le an baterías de níquel-cadm io para alim entar un m otor de corriente continua de im án perm anen­ te. R especto a e ste e xtrem o, hay q ue tener siem pre presente qu e las baterías d e níquel-cadm io y las de pla ta -ca d m io deben atravesar unas cinco veces su ciclo d e c arga y d escarga p ara generar toda su capa­ cidad. E ste proceso recibe el nom bre de regenera- Regeneración

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H erram ientas m ecánicas portátiles Interruptor inversor

ció n . A sí, ninguna h erram ienta m ecánica autónom a fu n cio n ará duran te e l tiem po m áxim o posible las c in c o prim eras v eces que se cargue, descargue y v u e lv a a cargarse. C u a n d o una herram ienta m ecánica no adm ita su p len a c a rg a, o se agota enseg u id a, especialm ente tra s largos periodos d e inactividad, puede que las b a te ría s n ecesiten regeneración. E sta se lleva a cabo ca rg a n d o p o r c o m p leto las baterías y haciendo tra­

Cargadores de Daterias Baterías de níquel-cadmio

b a ja r, d esp u é s, la h erram ienta h asta agotarlas. Esta o p e ra c ió n se efe c tú a unas tres veces. A sí, la herra­ m ie n ta d eb erá fu n cio n ar durante m ás tiem po cada v ez q u e se restitu y a la m áxim a en ergía. Recuérdese q u e las b aterías d e n íquel-cadm io y tam bién las de p la ta -c a d m io d a n los m ejores resultados c uando se u tilizan en con d icio n es d e carga y d escarga totales. E l tiem p o norm al de c a rg a para la batería de una h e rra m ie n ta m ecánica portátil oscila entre 10 y 16 ho ras. H ab itu alm en te las b aterías d e plata-cadm io p u ed en carg arse rápidam ente en un as 3 1/2 ó 4 horas. P ero se seguirán siem p re los ritm o s de c arga reco­

m en dados p or el fabricante, pues e llo ejerce ciertos efectos sobre la vida d e las baterías. P ara un tam año dad o , las pilas d e plata-cadm io proporcionan m ás energía qu e las d e níquel-cadm io; e n c a m b io , son m ás caras. En am bas pilas la poten­ c ia d e salida depende d e la tem peratura, d e tal m odo qu e aquélla aum enta c u a n d o é sta aum enta, y al re­ v és. D entro d e los lím ites entre los q u e varían las tem peraturas de funcionam iento habituales no se o bserv a rán diferencias im portantes en el funciona­ m iento. A lgunas herram ientas autónom as disponen de c argadores separados q u e, p ara e v ita r que la batería se carg u e a una v elocidad equivocada, se diseñan de m o d o que adm itan sólo un tipo d e ellas. D icho de o tro m odo, una bateria de 6 volt no se adaptaría m ecánicam ente a un c argador de 9 volt. En la figura 7-3 se representa el esquem a eléctri­ c o fundam ental de un cargador. E n é l. vem os un tra n sfo rm a d o r que reduce la tensión alterna de la red . A éste sigue un d io d o rectificador de silicio que

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H erram ien ta s m e c á n ic a s p o rtá tile s co n v ie rte la c o rrie n te alterna de b aja tensión en una c o rrie n te c o n tin u a d e m edia onda. L uego, una resis­ te n c ia y u na lá m p ara lim itan la c o m e n te que llega a la b atería. El in te rru p to r d e velocidad de c arga pone fu e ra d e c ircu ito a una de las resistencias c uando se d e se a la velo cid ad d e c arg a rápida. E stos c a rg ad o res requieren m uy p o co o ningún en tretenim ien to . Si la lám para se funde, d ebe reem ­ pla za rse p o r u n a d e l m ism o tipo exactam ente; si no. q u e d a ría a fectad a la v elocidad de carg a. C u ando un ca rg a d o r n o ren u ev e la carg a de u na b atería agotada hay q u e c o m p ro b arlo a n te s de e m pezar a repararlo. E n e fec to , toda b a te ría deteriorada (abierta interna­ m e n te ) no co n su m e corriente del carg ad o r, con lo q u e no se e n c en d erá la lám para. O tra com probación e s v er si hay tensión de red en la tom a a la que se h a y a ench u fad o el cargador. U na vez c o n v en cid o s de que el c arg ad o r está ave­ ria d o , se d e sen ch u fa d e la red y d e la b atería. Lo p rim e ro es c o m p ro b a r si el cable d e alim entación e s tá roto; p ara e llo , con un ó hm etro. se lleva a c a b o u na pru eb a d e co ntinuidad a lo largo d e to d o el ca b le . Luego se q u ita la placa de fondo para d e ja r al desc u b ie rto los com p o n en tes internos y se co m ­ pru eban los co n ta c to s eléctricos y la co ntinuidad del se c undario del transform ador. Si el carg ad o r está pro v isto de in te rru p to r de red. se com p ro b ará su co n tinuid ad c o n el ó h m etro . T am bién se c o m p ro ­ barán los v alores d e las resistencias. C on el ó h m e ­ tro se verifica e l rectificad o r, éste debe d a r u na lec­ tu ra m uy alta en un sentido. Seguidam ente se in­ v ierten los ca b le s d e l óhm etro y se hace o tra lec­ tu ra en esa p osició n ; e sta lectura debe ser m uy baja, só lo dos o tres o h m . A un carg ad o r poco puede pa sa rle , salv o q u e h ay a recibido d añ o s m ecánicos. H ay h erram ientas m ecánicas, tales co m o taladros elé c tric o s y d esto rn illad o res que funcionan con dos velocidad es. P o r re g la g eneral, en estas h erram ien­ ta s e l m ando d e velo cid ad es del tip o d e inducción v a riable o p o r rectificad o r. La velocidad se selec­ c io n a m ediante un interruptor de puesta e n m archa. D eterm inados fabrican tes recom iendan una p ru e­ b a d e alta tensión p a ra sus herram ientas m ecánicas. E sta suele e fe c tu arse aplicando 1000 v olt, durante I m inuto ap ro x im ad am en te, entre una de las patillas «ac tiv as- del c a b le d e alim entación y la carcasa m e tálic a de la h erram ienta. El interruptor d e co­ rrie n te d ebe e star c e rra d o (ON) y la herram ienta d e ­ ja r s e funcionar e l tiem p o necesario p ara calen tar el

m otor. Se c o nsultara siem pre el m anual de a sisten ­ cia al efectu ar una prueba de alta tensión; puede co ntener instrucciones específicas. Las herram ien­ tas m ecánicas autónom as no deben som eterse a pruebas d e a lta tensión, a menos que el fabricante lo especifique. Es aconsejable tener com o norm a com probar siem pre los consum os de potencia y corriente de una h e rram ienta m ecánica antes de reto m arla al cliente. E sto puede hacerse con un w attím etro y un am perím etro y las lecturas d eben coincidir, co n un erro r n o sup erio r al 10 por ciento, con los valores nom inales reseñados e n la placa indicadora, co n la h e rram ienta trabajando a su velocidad de plena carga.

F u n c i o n a m i e n t o m e c á n ic o E l propósito d e la porción m ecánica de toda herra­ m ienta portátil e s convertir la energía eléctrica en el trabajo m ecán ico necesario para taladrar, co rtar o lijar. E ntre el m otor y la acción final de la herra­ m ienta ex isten d os m ecanism os d e transm isión fun­ d a m entales. En uno de ello s, se conserva el m ovi­ m iento g iratorio del m otor, pero reduciendo el nú­ m ero d e revoluciones por m inuto para increm entar el p a r útil. En el otro, el m ovim iento giratorio se co nvierte en un m ovim iento oscilante. Entre las he­ rram ientas m ecánicas portátiles de m ovim iento ro ­ ta torio se en cuentran los taladros, las sierras circu­ lares. las fijadoras de correa, los destornilladores, las a cepilladoras, los ribeteadores y los cortacésped es. L as sierras de vaivén, las podaderas de setos, las tijeras para hierba y las fijadoras orbitales son herram ientas oscilantes.

Autoexamen C o m p ro b a r lo i/prendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 1. ¿C u á l e s el tipo d e m otor corrientem ente utili­ zado e n las herram ientas m ecánicas p ortátiles? 2. ¿C u áles son los com ponentes eléctricos fu n d a­ m entales d e una herram ienta m ecánica po rtá­ til? 3. Los com ponentes del esquem a eléctrico d e la figura 7 - 1. ¿están c onectados en serie o e n pa­ ralelo?

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H erram ientas m ecá n ica s portátiles

112 4 . ¿ Q u é es regenerar una b atería? 5 . ¿C u á n to puede se r el tiem po norm al d e carga d e la b atería de u na h erram ien ta m ecánica por­ tá til? 6 . ¿P u ed en cargarse rápidam ente las baterías de plata-cadm io? Si e s a si, ¿ e n cuánto tiem po? 7 . ¿Q u é baterías p roporcionan m ás energía, las de níquel-cadm io o las d e p lata-cadm io? 8. ¿ Q u é relación g uarda la tem peratura con la po­ te n c ia de una batería? 9 . ¿P u e d e cargarse una b atería de 9 volt con un carg a d o r de 6 v olt? 10. ¿ Q u é com ponente conv ierte la baja tensión al­ te rn a en una tensión contin u a de m edia onda? 11. ¿ D eb en efectuarse norm alm ente pruebas d e al­ ta tensión e n las h erram ientas m ecánicas a utó­ n o m as? 12. ¿ Q u é instrum ento se utiliza p ara m edir el con­ s u m o de potencia de una herram ienta m ecá­ n ic a ? 13. ¿ C u á le s son los dos tipos de m ecanism o de tran sm isió n en los que la energía eléctrica se tran sfo rm a en trab ajo m ecánico en las herra­ m ie n ta s m ecánicas? 14. C ita r herram ientas m ecán icas rotativas. 15. C ita r herram ientas m ecánicas oscilantes.

7-2

TALADROS ELÉCTRICOS

El ta la d ro eléctrico e s la m ás co m ú n de todas las h e­ rra m ie n ta s p ortátiles y la q u e v is ita d ta lle r de repa­

raciones con m ayor asiduidad. Sus fallos pueden ser eléctricos o m ecánicos. L os prim eros los encontra­ rem os en el cordón d e alim entación, en el interrup­ to r y en el m otor. L os fallos m ecánicos consistirán e n la rotura de dientes de engranajes y cojinetes deteriorados; de ellos nos ocupam os aquí.

R otura de dientes de engranaje E l síntom a de esta avería e s qu e el m otor gira, pero e l m adril no. A dicionalm ente, suele percibirse un so n id o c h im a n te . E n gran p aite de los casos se ha­ b rá estropeado el dentado d e m ás de un engranaje. P ara c om probarlo, se extraen los tom illos que fijan la caja d e engranajes a la c arca sa d el taladro. En la m ayoría de estas herram ientas existe una pieza de fundición d elgada interpuesta entre la caja de engra­ najes y la carcasa de la herram ienta; sin em bargo, no h ay q ue e x traer la ca ja d e engranajes. (Si la pie­ za interm edia se saca con e lla , e s probable que se h a g a tam bién s alir al inducido. Y si esto ocurre, las escobillas de carbón, im pulsadas por los resortes, sobresaldrán sobre el ce n tro de la herram ienta, con lo qu e el inducido no podrá volver a su posición h a sta que aquellas se re tiren .) C on una mano se su je ta la p ieza d e fundición aludida contra la carca­ sa , m ientras se apalanca suavem ente la caja de e n­ gran aje s co n la otra, hasta qu e queda casi libre. E n tonces, se da la vuelta a la herram ienta de m odo qu e las p untas del m andril q ueden hacia arriba y, en e sa po sic ió n , se finaliza la extracción de la caja de en g ranajes (fig. 7-4a). KIr . 7-4

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Copyrighted n


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H erram ie nta s m ec á n ic a s p o rtá tile s

Fig. 7-4 Reparación de taladros eléctricos. (u( Desmontaje de la caja de engranajes, (b) Cojinete sin sello, ( tj Desarmado de la ju n ta que cubre el m otor, (rf)Desmontaje del inducido.

(e D esm ontaje del tapón del portaescobillas. (.0 Extracción de la escobilla. (¿’) D esarmado del mango, ih) Limpieza de los orificios de ventilación.

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H erram ientas m ecánicas po rtá tile s

Engranaje intermedio

Cojinetes deteriorados

Si e l talad ro tiene un tren de en granajes sim ple (c o m o e s el caso d e la m ayoría de los taladros de seis y n u ev e m ilím etros), se en contrara un engranaje p e q u e ñ o tallad o o atorn illad o sobre el eje d el induci­ d o . E ste e s el piñón q u e sobresale p o r entre la pieza fun d id a. En la caja se encu en tra el engranaje secun­ d a rio , c o n ectad o al m andril. Si los dentados están falto s d e d ien tes, o gastad o s, tendrem os la e viden­ c ia d e l resbalam iento d e l m andril y del sonido c h i­ rrian te. C u an d o el piñón p u eda desm ontarse d el e x ­ tre m o d e l inducido, se reem plazará ju n to con otro e n g ran aje secundario. Pero si es solidario d e l indu­ c id o . p robablem ente n o v alga la pena la reparación. (E l p re c io de un indu cid o nuevo con su engranaje ta lla d o y un eng ran aje secundario nuevo será, m ás o

E sta e s otra ca u sa m uy corriente de a vería m ecánica en los taladros e lé ctrico s. Sus síntom as son diver­ sos: las p iezas m óviles p ueden trabarse, o girar con dificultad. E sto p roduce un sonido chillón o chi­ rriante. P o r o tra p arte, un cojinete del extrem o de co lector d el inducido q u e se encuentra en mal esta­ d o puede o rig in a r chispas excesivas. En los taladros eléctricos se em plean tres tipos de cojinetes (al igual qu e en la m ayoría d e las demás herram ientas portátiles): im pregnados de aceite o lisos (en los taladros d e precio m edio y bajo), de bolas (com binados con cojinetes lisos en los tala­ d ros d e m ás calidad) y d e aguja (com binados con

m en o s, igual al de un talad ro n uevo.) S i el tren de en g ran ajes del talad ro es de doble red u c ció n (es el c a so d e los taladros lentos de buena c a lid a d , d e seis, n u eve y d oce m ilím etros), adem ás d e los d o s en granajes m encionados anteriorm ente ap a re c e rá un eng ran aje interm edio d oble. Este c o n ­ siste e n un engran aje peq u eñ o y otro grande sobre un e je co m ú n ; su m isió n e s reducir la velocidad y a u m e n ta r el esfu erzo (p a r útil) q ue realiza el m an­ d ril. S u ele se r el e n g ran aje m enor d e esta pareja el q u e se e stro p ea. C u an d o a si sea, habrá que sustituir ta m b ién e l eng ran aje secundario, al q u e im pulsa. P o r lo gen eral, e llo n o resulta d ificultoso, pues el e n g ra n a je in term edio su ele d esm ontarse con facili­ d a d levantándolo de su posición. En la m ayoría de los c a so s, habrá un e sp a ciad o r o arandela d e em puje e n c a d a e x trem o , o e n uno solo, del e je de estos e n g ra n a je s y . m u chas v eces, la arandela n o saldrá co n e l e je al d esm o n tar el en granaje, sino que se q u e d a rá pegada a la p ieza d e fundición a causa de la g ra sa de ésta. D e p aso , será ésta u na o casión p er­ fecta p a ra lim piar la g ra sa vieja y añ adir g rasa nue­ v a. L a g ra sa vieja se lim p ia con un buen disolvente, c o m o quero sen o o alco h o l isopropílico. E llo ha de h a cerse porque siem pre contendrá pequeñas par­ tícu las m etálicas, q ue atacarían de inm ediato a los e n g ranajes nuevos. A l rellenar de g ra sa la caja de en g ra n a je s, hay q ue hacerlo sólo a m edias, ya que un e x c e so d e g rasa e s tan perjudicial com o su falta; la g ra sa se d ilata al calentarse y la sobrante puede re b o sa r cay en d o sobre el inducido y el devanado de c a m p o , estro p ean d o los arrollam ientos de éste y o b ­ tu ra n d o lo s orificios de ventilación, c o n lo que la h e rram ien ta se recalentaría.

cojinetes d e b o las e n los taladros d e m ás calidad). N o se recom ienda sustituir cojinetes, salvo que se disponga d e los útiles adecuados, c o m o son una p rensa de h u sillo (para las herram ientas pequeñas basta con u n a prensa taladradora) y un p equeño ex­ tractor de e n g ranajes o cojinetes. Por ejem plo, no cu e sta e x p ulsar a presión un cojinete liso estropea­ d o , pero cuando se introduzca a presión e l nuevo, m uchas veces é ste se contraerá y cam biara de diá­ m etro interior; p o r e llo , deberá escariarse a preci­ sión para q u e no c ause el a garrotam iento o recalen­ tam iento de la herram ienta. Por tanto, el cam bio de cojinetes lisos deb e d ejarse a quién disponga del utilaje adecuado. H ay taladros d e c onstrucción en c oncha de alm e­ j a ; o sea, c u y a ca rcasa se construye e n d os m itades, a la m anera d e un a alm eja. Para cam biar cojinetes e n este c a so n o son necesarios útiles especiales, pero la d ificultad e striba e n abrir la herram ienta sin q u e las pie za s se desparram en y , luego, volver a instalarlas e n sus posiciones al c e rra r las dos m ita­ d e s d e la c arcasa. C uando se ha desarm ado un m otor (y , a veces, incluso si h a sufrido una caída), éste puede girar lentam ente p o iq u e se h ayan descentrado los cojine­ tes. H abitualm ente, este d escentram iento puede re­ m ediarse sin m ás qu e hacer girar el m otor a la vez q u e se dan leves g olpes cerca de los cojinetes con un m artillo pequeño. Los golpes no d eben cesar hasta qu e el m otor gire norm alm ente o , en c aso de que se utilicen un a m perím etro y un w attim etro conectados a la red. hasta q u e se lea la intensidad d e corriente m ínim a. Siem pre q u e se abra una herram ienta mecánica

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H erra m ie n ta s m e c á n ic a s p o rtá tile s p o rtá til, co m o un ta lad ro e léctrico, hay q ue e x am i­ n a r e l estado d e e n g rase d e los cojin etes. Si am bos co sta d o s del co jin ete está n sellados con retenes m e­ tá lic o s o d e fieltro, o c u lta n d o las b olas d el interior, n o s e lim piará c o n diso lv en te; los cojinetes de este tip o reciben un e n g rase p erm anente e n la fábrica y e n s u interio r hay g rasa bastante p ara toda su vida de se rv icio . N o ro m p e r los retenes. Sin em b arg o , con u n a tela lim pia se lim p iará cuidadosam ente la sucie­ d a d d e los m ism os. O tro s tipos de cojinetes son d es­ cu b ie rto s y d eben lim p iarse con d isolventes y v uel­ to s a lubricar con g ra sa p ara cojinetes (fig. 7-4b).

A vería del m andril P ara desm o n tar un m adril averiado, lo p rim ero es a v e rig u a r si se m o n ta a la herram ienta m ediante ro sc a o eje có nico. E ste últim o e s el caso en la m a y o ría de lo s taladros reversibles, d e lo s q u e n o se se p a ra el m andril g irán d o lo a izquierdas. P ero , en g e n e ra l, la m ayoría de los m andriles se roscan a la herram ien ta m ed ian te u n a rosca a d erechas co nven­ c io n a l. Para d e sm o n ta r un m andril de este tip o , se in tro d u ce la llave e n u n o de los o rificio s, co n las g a rra s ceñidam ente apretadas. Luego se co loca el m a n d ril entre las m and íb u las de un to m illo d e banco p e sa d o , de m o d o q u e el taladro q uede en voladizo. C o n la m ano izqu ierd a se sujeta el taladro. Seguida­ m e n te , se g o lp ea so b re la llave con un m azo de m ad e ra o p lá stic o , o con una barra de una cierta m a sa , de m o d o q ue im pu lse a la llave en el sentido e n q u e ésta g ira. C on d o s o tres g olpes secos d e ese tip o , se destrab arán las roscas y el m andril podrá d e stornillarse del eje. S i el m andril e s d e esp ig a cón ica, debe d esm o n ­ ta rse co n un p a r d e c u ñ a s. En este c aso , d ifícilm ente p o d rá desm ontarse un m andril si no se d isp o n e de las cuñas a d ecuadas. U nos cuantos taladros rev ersi­ b le s están pro v isto s d e m andriles de rosca a d ere­ c h a s convencional, d o tad o s d e un to m illo d e reten ­ c ió n en su cen tro , h abitualm ente a izquierdas. Di­ c h o tom illo debe ex traerse antes d e d e sto rn illar el m andril.

Fallos del m otor L a s averías elé c tric a s d e los taladros p o rtátiles pue­ d e n deberse al m o to r, al interruptor d e funciona­

m ien to y al cordón de alim entación. El inducido y el d e v anado de c am po del m otor están separados d e la ca ja d e engranajes m ediante u na pieza de m etal fun­ d id o o una junta. La m isión de ésta e s im pedir qu e la grasa penetre en e l m otor y alcance a los com po­ nentes eléctricos, ya que tanto la grasa com o el ac eite contienen suciedad y partículas m etálicas y, ade m á s, estropean el recubrim iento aislante d e in­ d u c id o y d evanado d e c am po. U na vez desm ontada la ju n ta (fig. 7-4c), puede extraerse el inducido del in terio r del m otor y exam inar su estado general y de desg a ste. En el co lector se buscarán surcos, zonas q uem adas, cortos y desgaste irregular (fig. 7-4d). En la m ayoría d e los taladros, las escobillas del m o to r pueden desm ontarse desde el exterior de la ca rcasa; estas escobillas se fijan m ediante tapones d e p lástico desatom illables (fig. 7-4e) que perm iten su sa lida acom pañadas d e sus rabos de cerdo y re ­ sortes. A sí pueden exam inarse en busca de picadu­ ras e irregularidades d e desgaste, o el estado d e éste (fig. 7-4f). Al q u itar los tapones de escobilla debe te nerse cuidado, y a que algunos resortes no están asegurados dentro del portaescobillas y p ueden salir d isparados de su alojam iento. En la m ayoría d e los ta la d ro s eléctricos el interruptor d e m ando y la e n ­ trad a d e l cordón d e alim entación se encuentran e n el m ango. Q uitando u na tapa se descubren el interrup­ to r, la entrada del cordón y o tros cables (fig. 7-4g). A ntes de v o lv e r a arm ar una herram ienta m ecáni­ c a . h a y que com probar que todas las aberturas de ventilación estén libres. La m ayoría de los m otores e stá n dotados de orificios d e ventilación en las tapas y , algunos d e e llo s, tienen conductos q ue d iscurren p o r los lados d el arm azón por d ebajo del devanado de cam po. De estos conductos hay que e x p u lsa r la su ciedad, soplando si e s necesario, pero no se intro­ Espiga cónica d u c irá p or ello s alam bres ni varillas para com probar si están libres; si en e llo s se encuentran con algún conductor, podría rom perse f á c ilm e n te . A s im i s ­ m o , se lim piará la suciedad del arm azón y devanado d e cam p o sum ergiéndolos en un disolvente, com o queroseno. L uego, se dejan secar al aire antes de vo lver a arm arlos. U na vez reparado y vuelto a arm ar un m otor, d eb e com probarse, com o final, que todos los o rifi­ cio s de ventilación están lim pios y libres de sucie­ d a d , grasa u otros obstáculos. E sto e s m uy im por­ ta n te, y a que por dichos orificios pasa el aire que c irc u la por d e ntro del m otor y evita que éste se reca-

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H erram ientas m ecá n ica s portátiles lie n te . L o m ejor p ara lim piar las ranuras alargadas e x iste n te s en la carcasa d el taladro e s una barreta o h e rra m ie n ta p lana (fig. 7-4h). A u to e x a m e n C o m p r o b a r lo a prendido c o ntestando a las p regun­ ta s s igu ien tes. 16. ¿ C u á le s son los tres fallos m ecánicos q ue pue­ d e n presentarse en un taladro? 17. ¿ Q u é síntom as presenta la rotura d e dientes de un eng ran aje? 18. C ita r los tipos de sistem as de engranajes que p u e d e n encontrarse en los taladros. 19. ¿C u á le s son los tres tipos de cojinetes que se u tilizan en los taladros eléctricos? 2 0 . ¿ D e b e reponerse la g rasa d e un taladro c uando se reem place un engran aje inutilizado? ¿Por q u é? 2 1. ¿ C ó m o se e xtraen las esco b illas de la m ayoría d e los m otores de taladro eléctrico? 2 2 . ¿ C u á le s son las d o s c ausas de descen'tramiento d e cojin etes? 2 3 . ¿ C ó m o se fijan los m andriles a los taladros? 2 4 . ¿ P o r d ónde entra el cord ó n d e alim entación en la m ay o ría d e los taladros? 2 5 . ¿ P o r q ué h ay q ue librar de suciedad las abertu­ ras d e ventilación? 2 6 . ¿i_ ó m o d esm o n tar un m andril cónico? 2 7 . ¿ C ó m o lim piar los o rificio s d e ventilación?

7-3

Arandelas para el eje portasierra

SIERRAS CIRCULARES

U na d e las averias m ecánicas m ás corrientes de las sie rra s portátiles (fig . 7-5) e s que no funcione la g u a rd a de la ho ja. Puede ocu rrir que la m ism a se re tra ig a , para luego no re to m a r y c u b rir la hoja fina­ liz a d o el trabajo. M u chísim as v eces, el resorte de rec u p e ra c ió n se h abrá ro to o p e rd ido, o se habrá a c u m u la d o suciedad en el eje de giro de la guarda. S i a q u él resorte e s interno, habrá que desm ontarla. L a m a y o ría de las guardas se m antienen en posición

Fig. 7-5 Sierra circular p ortátil. (Cortesía de Rockwell In­ tern atio n al.)

m ediante un aro d e retención tipo resorte, que p ue­ de desm ontarse con ayuda d e un pequeño destorni­ llador o unos alicates de puntas cónicas. Una vez d esm ontado (junto con las d em ás piezas que se in­ te rpongan), la guarda se deslizará de su eje. dejando al a ire e l resorte recuperador. Se encontrará, casi siem p re, q ue d icho resorte recuperador está intacto, pero q ue cierta cantidad de s u ciedad, colas, resinas, o sim plem ente serrín, se habrá acum ulado en la p ieza donde se aloja el eje d e giro de la guarda y q u e , p o r ello , é sta se traba. A veces, tal suciedad p uede elim inarse, sin d esm ontar la guarda, limpián­ d o la co n algún d isolvente, c om o queroseno, percloroetileno, tricloroetano o tricloroetileno. Si se dis­ p o n e de ella, puede em plearse una m anguera de aire pa ra e x p ulsar u na buena cantidad d e serrín sin des­ arm ar para nada la herram ienta. O tro fallo m uy corriente de las sierras portátiles e s el desgaste d e las a randelas del eje portasierra. o qu e las m ism as sean inadecuadas. Este fallo, si no se co rrig e , puede c ausar fallos m ayores y más ca­ ro s. L as arandelas incorrectas o flojas no agarran co n fuerza la hoja, con lo qu e no sólo se reduce la capacid ad de corte de ésta, sino que en el eje de transm isión se practica u n a ranura. C om o resulta­ d o , el ajuste entre el árbol portasierra y el eje de transm isión es deficiente y las hojas quedarán des­ cen tra d as una vez m ontadas. E ntonces, si se hace tra b a ja r a la sierra e n tales condiciones, acabarán d estruyéndose los cojinetes. Por tanto, las arandelas

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H erram ien tas m e cán ica s p o rtá tile s

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Autoexamen

d e l eje p ortas ierra se cam biarán siem pre que se ap rec ien señales d e desgaste. R ecuérdese q u e , en la m a y o ría de las sierras circulares, el m ecanism o de c o rte es a c c io n ad o directam ente p o r el eje del m otor. E n la m ay o ría d e estas herram ientas, e s fácil sus­ titu ir e l eje d e transm isión cuando éste se d esgasta o p re sen ta ju e g o lateral. En casi todos los m odelos, d ic h o eje se d e sm o n ta retirando los to m illo s que su je ta n la p ie z a q ue retiene al cojinete. Pero antes d e b e m arcarse c o n un rasguño e l lado superior de e s ta pieza p a ra q u e , al volver a m on tarla, se ponga nuevam en te e n la m ism a posición. L u eg o , con un p a r d e desto rn illad o res delgados, se apalanca d icha p iez a; g e n eralm en te, é sta, el co jin ete, e l eje y el en g ran a je interm ed io saldrán a la vez. U na v ez que la pieza d e re ten ció n haya salido, se d esm ontará el e je d e transm isión con el propósito de separar el en g ranaje interm ed io , o de transm isión, q u e habi­ tualm ente se en co n trará retenido co n u na arandela elástica , o bien con una tuerca. E sta o la o tra se qu ita n . El e n g ran aje se extrae m ediante un extrac­ to r, cuñas o u n a p ren sa de husillo. G eneralm ente, el e n g ranaje se e n c la v a al eje con una c h av eta d e m e­ d ia luna; ésta n o d ebe perderse. El eje se sep ara del co jin ete e jercien d o presión desde el extrem o del co jin e te. A ntes d e in stalar el nuevo e je d e transm i­ sió n , se e x am in ará cuidadosam ente el co jinete y se ca m b iara si g ira irregularm ente o aparece gastado. S i el eng ran aje presenta señales d e d esgaste, se com probará tam b ién el piñón con el q u e en grana. Si éste aparece a sim ism o gastado y n o e s desm ontable del inducid o , s e rá p reciso instalar u n inducido com ­ p le to nuevo. S i co jin etes y engranajes se presentan e n buen estad o , se rellena con grasa n ueva el recep­ tá c u lo de lo s en g ra n a je s, d el m ism o m o d o que en el ca so d e los ta la d ro s eléctricos, y s e vuelve a arm ar. S i la sierra e s d e construcción en c o n ch a de alm e­ ja , cuando se a b ra , quedaran al descu b ierto el c o ji­ nete del eje d e transm isión y los engranajes. Para reem plazar e stas piezas se requiere h abilidad; en la m ayoría de las o casio n es, el precio d e los recam bios p ara reponer el ind u cid o , los e n g ran ajes, el cojine­ te y e l e je d e transm isión e s superior al de la herra­ m ien ta co m p leta. L a m ayor p arte de las sierras en co n c h a de alm eja se diseñan para trabajos ligeros. Las ríbeteadoras d e césped trabajan casi de la m is­ m a m anera que las sierras eléctricas y , en lo e sen ­ c ia l, sus fallos so n los m ism os.

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 2 8 . ¿C uál e s la avería m ecánica m ás corriente de las sierras portátiles? 2 9 . ¿H ay q u e desm ontar la g uarda p ara reponer un resorte interno? 3 0 . ¿ P o r q u é puede trabarse la guarda? 3 1 . ¿D eben cam biarse las arandelas del eje portasierra cuando presentan señales d e d esgaste? 3 2 . El m ecanism o de corte d e u na sierra, ¿es arras­ trado directam ente por el eje del m otor? 3 3 . ¿V ale la p en a m olestarse e n cam biar el cojine­ te d el eje d e transm isión de una sierra circular? 3 4 . ¿C ó m o se d esm onta el e ngranaje interm edio, o d e transm isión?

7-4 SIERRAS DE VAIVEN Y LUADORAS Enchavetado

E n la s sierras de vaivén (fig. 7-6), el eje del m otor arrastra un engranaje excéntrico que convierte un m o v im ien to rotativo e n m ovim iento de vaivén. Esta

Fig. 7-6

Engranaje excéntrico

S ierra de vaivén. (Cortesía de Rockwell Interna-

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H erra m ie n ta s m ecánicas po rtá tile s

Movimiento alternativo

m ism a idea fundam ental se aplica e n gran núm ero d e p o dadoras de setos y tijeras p ara hieiba. L a m ayoría de las sierras de vaivén d el tipo para trab ajo s caseros y de aficionado son de construcción en c o nch a d e alm eja. E llo hace que sean d e repara­ c ió n d ifícil y , d ad o su funcionam iento alternativo, alg o propensas a auto d estm irse. Si el m otor gira p e ro n o a c tú a la h oja, o si el u suario no puede guiar la h o ja en linea recta, el m ecanism o de vaivén se d esg a sta rá intensam ente o se rom perá. Entonces, au n q u e se a posible c o m p ra r otro m ecanism o de vai­ v é n , su precio suele se r tan elevado que no justifica la sustitu ció n en el c a so d e las h erram ientas d e tipo c a se ro . En el caso d e las herram ientas que podría­ m o s llam ar profesio n ales, la situación es otra; aquí, e l m ecanism o de v aivén deberá reem plazarse si­ g u ie n d o el m anual d e instrucciones del fabricante.

L ijadoras orbitales E n las sierras d e v aivén la transm isión sólo facilita un m ovim iento ascen d en te y descendente, mientras q u e en las lijadoras orb itales (fig. 7-7). existe un m o v im ien to d e oscilació n descentrado que m ueve un eng ran aje ex c é n tric o y éste im pulsa la alm ohadi­ lla. E n la su perficie interna de ésta se fija un contra­

p e so al objeto de q u e no se transm itan vibraciones al m ecanism o p rincipal. En algunos pequeños electro­ d o m ésticos d e cuidado p ersonal se sigue tam bién el m ism o principio de oscilación descentrada. L a reparación m ás c o m e n te de las lijadoras orbi­ ta le s es la su stitución de la a lm ohadilla de fieltro o ca ucho. L os m odelos antiguos suelen ser de arrastre p o r c orrea, y é sta m uchas veces se rom pe o patina. Para h acer la sustitución se retira la alm ohadilla de la p arte inferior y . a continuación, q uedara al descu­ b ie rto la c orrea q u e podra reponerse fácilmente. Si una lijadora se agarrota, e s q ue hay un cojine­ te en mal estad o e n la excéntrica o e n el inducido. C o n el m ecanism o de transm isión desm ontado, el in ducido d eb e g irar sin dificultad. A sí, la lijadora se e n ch u fa a la red y se hace girar; ahora, el m otor ha de fu n cio n ar a gran velocidad, sin m ido ni vibración. S i el m otor funciona sin irregularidades, el agarro­ ta m ien to se d eb e a u n c ojinete d el engranaje excén­ tric o en m al estad o . Este suele encontrarse atornilla­ d o a la carcasa m ediante un solo tom illo. Extraída la exc én tric a, los cojinetes pueden desm ontarse con cu ñ a s o un p eq ueño extractor. Al sustituir los coji­ n e te s, se co m probara qu e se pongan otros de tipo ex actam ente igual al de los anteriores y que sean de d o b le sello; e n un a lijadora. el polvo y la suciedad destruye rápidam ente los cojinetes abiertos.

Autoexamen C o m probar lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 35. En las sierras d e vaivén, ¿puede funcionar el m otor sin q u e la hoja se m ueva alternativa­ m ente? 36. ¿E staría la sierra de vaivén de la pregunta 35 trabajando correctam ente? ¿ Por q ué? 37. ¿R esulta e co n ó m ico reem plazar el mecanism o d e v aivén d e las sierras de construcción en co n ­ c h a d e alm eja? 38. ¿Q ué pieza produce la oscilación en las lijadoras?

Fig. 7-7 l.a sustitución d e la alm ohadilla de caucho o (irltro de una lijadora orbital es u n a operación muy corriente. (Cor­ tesía de Rockwell International.)

39. ¿C uál es la atención de servicio que m ás nece­ sitan las lijadoras? 4 0 . ¿Q ué fallo p uede p ro d u c irel agarrotam iento de u na lijadora?

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H erra m ie n ta s m ecán ica s p o rtá tile s ¿ Q u é tipo de co jinete se em p lea e n las lijado- es pro teg e r el m otor e n caso d e que la hoja d e corte enc u en tre u n o bstáculo con el m otor en m archa. La ras? cu ch illa se m onta m ediante un m anguito enchavetad o y u n perno de fijación sobre un e je arrastrado por e l m ecanism o de engranaje principal y em brague 7-5 ACEPILLADORAS m encionado. S eguidam ente se exponen y analizan los fallos E sta s son h erram ientas sencillas com p u estas de un m á s corrientes de los cortacéspedes rotativos eléc­ m o to r, co jin etes y un eje móvil co nectado d irecta­ tricos: m e n te al p rim ero. El e je lleva m ontado un portahe­ rra m ie n ta s al q u e se fijan herram ientas de corte. S u fallo m ás corriente reside en los cojinetes. R e cu é rd e se q u e el cojin ete inferior n o puede c a m ­ El motor no funciona b ia rse si no se d esm onta antes el inducido del m o­ to r. P a ra e llo , se n ecesita una llave d e im pacto para C o m p ro b ar la tensión eléctrica e n el m otor. Si no se d e sm o n ta r el portaherram ientas y útiles especiales m id e ninguna, se com probará la continuidad del c ab le de alim entación, interruptor y cable supleto­ p a ra sujetar el inducido m ientras se efectú a dicha o p e ra ció n . A ntes d e com en zar el d esm ontaje d e un rio . Si en los term inales h ay tensión, se com proba­ c o jin e te de u na acepilladora se consultará el m anual rán las escobillas y e l m otor, se h arán las sustitucio­ d e a sisten cia técnica. nes necesarias.

41.

El motor vibra

Autoexamen C o m p ro b a r lo a prendido contestando a la s p regun­ ta s s iguien tes. 4 2 . ¿C uál e s la averia m ás corriente d e las acepilla­ doras? 4 3 . ¿E s necesario desm o n tar el inducido d el m otor p a ra repo n er los cojinetes inferiores? 4 4 . ¿Q ué útil especial s e necesita p ara desm o n tar el portaherram ien tas?

7-6

CORTACÉSPEDES ELÉCTRICOS

A u n q u e los co rtacéspedes rotativos m ovidos eléc­ trica m e n te no sean tan corrientes c o m o los d e g a so ­ lin a , e s im prescindible que los especialistas en repa­ ra c ió n los conozcan. L a m ayoría de lo s cortacéspe­ d e s eléctrico s están p rovistos de u n m otor universal e x c ita d o en serie m on tad o verticalm ente sobre casq u illo s de caucho para reducir la v ibración. Se p o ­ n e n e n funcionam iento o p rim iendo el botón de p u e s ta en m archa (ON) del interruptor. En el ex­ tre m o del eje del indu cid o suele e x istir un en g ra­ n a je helicoidal en tom a con el e ngranaje de transm i­ sió n principal. Éste po see generalm ente un em b ra­ gu e polid isco construido e n el n ú cleo, cuya m isión

1. C o m probar el a priete d e los tom illos de sujeción . d el m otor. 2. E xam inar la cuchilla; puede estar d oblada o e s­ tropeada. 3 . C om p ro b ar que n o se h a yan aflojado piezas tales co m o la c apota, la e m puñadura o las ruedas.

La máquina no corta bien 1. C om p ro b ar la instalación d e la cuchilla. 2. E x am inar el filo d e la cuchilla. 3 . E l e m brague puede patinar. E n caso necesario, se c am biarán el m otor y el ju e g o de engranajes.

El motor hace ruido P u ed e haber p iezas flojas o trabadas. Puede ser n e­ ce sa rio su stituir el c o njunto com pleto de m otor y en g ranajes.

La empuñadura está floja o el interruptor se traba C om p ro b ar si resbala la b rid a de la em puñadura o si la tubuladura d e la em puñadura superior está floja.

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H erram ientas m ecánicas portátiles

Engrase de los cortacéspedes eléctricos N u n c a h ay q u e d e ja r a un cliente sin inform ación a c e rc a d e la im portancia d e e n grasar regularm ente. L a m a y o ría d e los m odelos se engrasarán con acei­ te p ara m otores S A E -2 0 o S A E -30 d istribuido así: 1. C o jin etes sup erio res del m o to r en condiciones de servicio n orm ales, rellenar el o rificio d o s v e­ c e s al añ o , y siem pre q ue se desarm e y repare la m áquina. 2 . P asad o res p ivotes de la em puñadura: engrase frecuente. 3 . C o jin etes de las ruedas: en grase frecuente. S e c u id a rá d e no e n g ra sa r excesivam ente e l c oji­ n ete su p e rio r del m o to r, ya que el lubricante puede p e n e tra r e n éste y ca u sa r el d eterioro p rem aturo de la s p ie z a s eléctricas. El co jin ete inferior del m otor y la c a ja de en g ran ajes se engrasan en la fábrica con u n a g rasa especial p a ra en g ran ajes y posteriorm ente n o d eb en req u erir nin g u n a atención.

co n a p retar los tom illos de com pensación. Es el m ism o e fe c to d e frotam iento sobre las cuchillas lo qu e las m a n tien e a filadas y lim pias. En su m om en­ to , em p e ro , habrá qu e c am biarlas cuando se hayan d esg a stad o m ucho. H ay podadoras de setos de do­ ble c u c h illa , p ero é stas pueden no se r autofilantes. L as cuchillas d e podadora d e filo sim ple no son autofilantes, m ientras qu e las d e filo doble si lo son. El único cuid ad o que requieren las cuchillas de podadora a u to afilantes e s lim pieza. E sta se practica introduciendo la cu chilla en u na b andeja con agua y frotándola co n un cepillo. L uego, se seca concien­ zudam ente y se e ngrasa ligeram ente para evitar la o x idación. Si la p odadora es de arrastre por cadena, co m o o curre a v eces, ésta h a de e ngrasarse a través del o rific io d e e n grase. Al efecto se e m pleará acei­ te SA E-30. L as rib etead o ras suelen e star dotadas de cuchillas rotatorias. L a m ayoría de las veces, se estropean antes de qu e n ecesiten afilarse. C uando una cuchilla aparezca severam ente m ellada o estriada, se cam ­ biará. C u an d o esté e n buen estado y precise afilado, se lim piará y a fila rá con una piedra m ovida a motor.

Afilado de cuchillas C u a n d o se haya solicitad o n uestro servicio p ara re ­ p a ra r un co rtacésp ed ro tativ o , puede s e r prudente o n ec e sa rio afilar las cu ch illas am es de d evolver la m á q u in a. E sta o p eració n p uede efectuarse con una p ie d ra ab rasiv a m ontada en u na m uela eléctrica. P rim e ro se d esm onta la cu ch illa de la m áquina. L ue­ g o , sosten ién d o la d e m o d o q u e form e un ángulo de 2 0 a 3 0 ° co n la p ied ra, se da u na pasada com pleta de u n a so la vez a una de las caras d e la cuchilla. Segui­ d a m e n te , s e da la v u elta a ésta y se efectúa la m ism a o p e ra c ió n e n la o tra ca ra . Si no se afila por am bas c a ra s , la cu ch illa p u ede deseq u ilib rarse, lo q u e pu e­ d e su p o n e r a lguna av eria a cau sa d e la violenta vi­ b ració n q u e su pone tal d esequilibrio. A n tes d e term inar con el tem a d el afilado d e c u ­ c h illa s . p o d ría se r recom endable m encionarlo con re lació n a o tras m áquinas eléctricas para césped, particu larm en te ribetead o ras, p o dadoras y tijeras. D e é s ta s, no todas necesitan afilarse en el sentido re c ié n e x p u esto . L a m ayoría de las tijeras p ara hier­ b a . p o r e jem p lo , están eq uipadas con cuchillas auto a fila n te s y au to lim p ian tes. de m odo tal q u e . c u an ­ d o p a rezca q u e p ierd en su aptitud para cortar, basta

Autoexamen C om p ro b a r lo a p rendido contestando a las pregun­ ta s siguientes. 4 5 . ¿Q ué tip o de m otor se em plea en los cortacés­ pedes e lé ctricos? 46. ¿Q ué tip o d e engranaje se c onecta al inducido? ¿C uál e s su m isión? 4 7 . ¿Q ué d isp o sitiv o sirve para proteger el m otor si la cu c h illa se detiene? 4 8 . ¿Q ué co m p o n en te hay que com probar cuando vibra un cortacésped? 4 9 . ¿N ec esitan e ngrase los cojinetes inferiores de los m o to res d e los cortacéspedes? 50. ¿C uál es el ángulo de afilado d e las cuchillas de los cortacéspedes? 5 1. ¿H ay qu e afilar las tijeras para hierba? 52. ¿Q ué tipo d e cuchillas se encuentran en las ri­ b e teadoras d e césped?

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H erra m ie n ta s m e c á n ic a s p o rtá tile s R e su m en 1. En las herram ien tas portátiles se em plean m o­ to re s universales a c a u sa de su elevado p a r útil no­ m in al. 2 . E n las h e rram ien tas m ecánicas autónom as se em p le a n baterías d e níquel-cadm io q ue alim entan u n m o to r d e co rrien te con tin u a d e im án perm an en ­ te. 3 . El tiem p o de re c a rg a normal de una b atería p o rtátil e s d e 10 a 16 horas. 4 . N o son intercam biables las b aterías de herra­ m ie n ta s portátiles q u e funcionan con tensiones d ife­ re n te s. 5 . Los fallos eléctrico s m ás im portantes d e los ta la d ro s eléctrico s se encuentran en el c o rd ó n de a lim en tac ió n , el interru p to r y el m otor. 6 . Los fallo s m ecán ico s d e los taladros so n la ro ­ tu ra de dientes d e los en granajes y deterio ro d e los cojinetes. 7. C uando se reem p laza un cojinete estropeado h a y que c a m b iar la grasa. 8 . En los taladros eléctrico s se utilizan tres tipos d e cojinetes: liso s, d e bolas y d e agujas. 9 . Para su stitu ir co jin etes hacen falta útiles e sp e ­ ciales. 10. En las h erram ientas d e construcción e n concha d e alm eja, c u an d o se p roducen averías e léctricas, lo m ás barato su e le se r ca m b ia r la h erram ienta p o r una nueva. 11. Para d esm o n tar m andriles d e eje có n ico se ne­

ce sitan cuñas. 12. La averia m ecánica m ás im portante d e las sie­ rras circulares portátiles reside e n q u e la guarda no recupera. 13. U nas a randelas del eje portasierra gastadas o de m e d id a inadecuada pueden causar averias im por­ ta n te s e n las sierras circulares portátiles. 14. E n las sierras circulares p ortátiles la pieza c am ­ b iable m ás im portante es el eje d e transm isión. 15. En las sierras d e vaivén hay u na excéntrica que convierte el m ovim iento rotativo e n alternativo. 16. E n las lijadoras orbitales la alm ohadilla es a rrastrada p o r un m ovim iento oscilante excéntri­ co. 17. L as a c epilladoras trabajan a gran v elocidad. Su averia m ás im portante e s el d eterioro de los c ojine­ tes. 18. En los cortacéspedes se em plean m otores uni­ versales e xc ita d o s e n serie. 19. A lgunas de las averías m ás im portantes d e los cortacéspedes son: ■a. El m otor no funciona. b. La m á quina vibra. c. L a m áquina no corta bien. d. El m otor hace ruido. e. L a brid a de la em puñadura se afloja, o se traba el interruptor. 2 0. L as cu ch illa s de las ribeteadoras y podaderas son autoafilantes.

Cuestionarlo de repaso L a s p re g u n ta s siguientes p e rm ite n com probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada u na d e la s p re g u n ta s siguientes es verdadera o fa lsa . E scribir la s re sp u e sta s e n un p a p e l a parte. 1. En la m ayoría de las h erram ientas m ecánicas se em plean m otores de devanado corto circu itad o . 2 . P ara reg en erar las b aterías de una h erram ienta m ecánica autónom a, deben re­ c arg a rse o ch o veces. 3 . L as p ila s d e níquel-cadm io so n m ás potentes q ue las de plata-cadm io. 4 . P ara algu n as h erram ientas m ecánicas autónom as se em plean cargadores de b a te ría s independientes.

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Herram ientas m ecánicas portátiles

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5 . En la s herram ien tas m ecánicas autónom as deben efectuarse pruebas de alta ten sió n . 6 . U n fallo m ecán ico m uy im portante de los taladros eléctricos es la rotura de los d ien tes d e los engranajes. 7 . En la m a y o ría d e las herram ientas m ecánicas existe un m ovim iento rotativo u o sc ila n te . 8 . En los ta la d ro s, un sonido chirriante o la falta d e giro del m andril indica fallos d e e n g ran ajes. 9 . En la m a y o ría de los taladros se encuentran engranajes de doble reducción. 10. P o r c o n stru cció n en concha de alm eja se entiende que hay d o s m itades de fo rm a parecida. 11. L os m a n d rile s de los taladros se sueldan al eje del motor. 12. En las sierro s circu lares portátiles un fallo m uy corriente e s q ue la g uarda no recu p era. 13. P ara re p a ra r la gu arda de una sierra, hay que cam biar las arandelas del eje. 14. E n las sie rra s circulares la hoja e s arrastrada directam ente p o r el eje del m otor. 15. En las sie rra s circulares no es posible reponer el eje de transm isión. 16. En las sie rra s de vaivén la h oja se m ueve m erced a un m ovim iento rotativo. 17. En lo s talad ro s portátiles se encuentra u n engranaje excéntrico. 18. L as lijad o ras de m odelos más recientes incorporan correas de arrastre. 19. P a ra c a m b ia r un cojinete inferior de una acepilladora, hay que desm ontar el in d u cid o del m otor. 2 0. E n las ace p illa d o ra s, el portaherram ientas se conecta directam ente al eje del m otor. 2 1. En lo s co rtacésp ed es eléctricos se utilizan m otores universales excitados en serie. 2 2. En la tran sm isió n principal de los cortacéspedes hay un em brague p ara evitar q u e el m o to r se quem e. 2 3 . L os co jin e te s su periores de los cortacéspedes son autolubricados. 2 4 . P ara a fila r adecu ad am ente la cuchilla de un cortacésped hay que desm ontarla.

Respuestas a loa autoexámenes de este capitulo 1. 2.

Universal. El motor, el interruptor, el cable de alimentación y los circuitos internos. 3. En serie. 4. Reciclar cinco veces las ba­ terías de plata-cadmio o de niquel-cadmio de una he­ rramienta mecanice portátil

para que generen toda su potencia. 5. De 10 a 16 horas. 6 . Sí. En unas 3 1/2 ó 4 horas. 7. Las de plata-cadmio. 8 . La potencia aumenta cuan­ do la temperatura aumenta: la potencia disminuye cuan­ do la temperatura dismi-

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nuye. No. Un diodo rectificador de sili­ cio. 11. No. 12. Un wattímetro 13. En uno se cambia un movi­ miento rotativo en otro rota­ tivo. habitualmente redu9. 10.


H erra m ie n ta s m e c á n ic a s p o rtá tile s

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16. 19. 20.

ciendo las revoluciones por minuto y aumentando el par útil; en otro, un movimiento rotativo en otro oscilante. Taladros, sierras circulares, acepilladoras, destornilla­ dores. cortacéspedes y ribeteadoras Sierras de vaivén, podadoras de setos, tijeras para hierba y lijadoras orbitales. Rotura de los dientes de los engranajes, deterioro de los cojinetes y averia del man­ dril. El motor gira, pero el man­ dril no; se oye un sonido chirriante. Tren simple y de doble re­ ducción. Usos, de bolas y de aguja. SI. porque la grasa vieja puede contener partículas metálicas procedentes de los engranajes rotos que pueden perjudicar a los en­

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26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35.

123 granajes nuevos. Destornillando los tapones externos de los portaesco­ billas. Que el motor no está correc­ tamente instalado en la car­ casa o que se ha despla­ zado. Por rosca o por espiga cóni­ ca. Por el mango. Para que el aire pueda cir­ cular por dentro de la herra­ mienta y refrigerar el motor. Con cuñas. Con una varilla o útil plano. Que la guarda no actúe. Si. Por suciedad, colas, resinas y serrín. Si. Si. No. Con un extractor de cojine­ tes. Si.

36. No, puede estar averiado el mecanismo de vaivén. 37. No. 38. La excéntrica 39. La sustitución de la almoha­ dilla de caucho o fieltro. 40. Un cojinete en mal estado en el Inducido o en la excén­ trica. 41. Antipolvo de doble sello. 42. Deterioro de cojinetes. 43. Si. 44. Una llave de impacto. 45. Universal. 46. Helicoidal, que engrana y arrastra al engranaje princi­ pal. 47. El embrague. 48. Los pernos de anclaje del motor y los apoyos elásti­ cos. 49. No, son autolubricados. 50. A 20 ó 30° con la piedra o rueda de afilar. 51. No. son autoafílantes. 52. Rotativas.

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Capítulo 8

Cuchillos eléctricos y útiles para el cuidado personal Este capitulo se ocupa del funcionamiento y componentes principales de los cuchillos, afeitadoras, cepillos de dientes, lustradoras de calzado, tijeras, cepillos para la ropa y útiles de manicura eléctricos. También se exam inan en é l los fallos que aparecen en dichos electrodomésticos y los procedimientos de localización para corregirlos. Numerosos electrodomésticos se diseñan para trabajar con la corriente de la red doméstica o con bata­ nas. Los electrodomésticos a baterías son portátiles y. si éstas son recargables, basta con enchufarloa a un cargador. Algunos electrodomésticos pueden funcionar tanto con la corriente doméstica como con bate­ rías.

8 -1 C U C H I L L O S E L E C T R IC O S : M ODELOS NORM ALES A L IM E N T A D O S P O R LA R E D

E stos u tensilios ex iste n e n dos m odelos: los alim en ­ ta d o s por la red de 2 2 0 V , y los sin cab le, alim enta­ d o s p or baterías, o autónom os. Fundam entalm ente, am b o s tipos se co m p o n e n de un m otor p equeño y po­ te n te, una tran sm isió n d e engranajes q ue convierte e l m ovim iento g ira to rio del eje del m otor en un m o­ vim iento altern ativ o ( o d e vaivén) y un cuch illo qu e, en realidad , e s un instrum ento de co rte form ado por d o s hojas. U na d e é stas perm anece inm óvil, m ien­ tra s la otra se m u e v e e n vaivén con u na carrera del orden de d o s centím etros. A m bas hojas son d e filo dentado, c o m o sierras. L a acción de c o rte se p roduce m erced al efe c to cizalla q ue tiene lugar cu an d o los d ientes d e una de las hojas pasan frente a lo s de la otra. E n los m odelos n o rm ales alim entados p o r la red (fig . 8-1), el m o v im ien to rotativo del m otor se c on­ v ie rte en un m o v im ien to alternativo d oble, que se

Fig. 8 -1 Cuchillo eléctrico alimentado por corriente alterna de la red . (Cortesía de H am ilton Beach Seo» ¡II.)

ap lic a a las h ojas, a través del tren de engranajes, de la transm isión por lev a , o excéntrica, y de un d istri­ buidor. L as h ojas, q u e se encuentran m uy p róxim as entre sí, producen un efecto cizalla, con e l q ue c or­ tan lim piam ente la c arne u o tros alim entos. U n mo­ to r u niversal e x cita d o e n serie d e gran par de salida proporciona potencia sobrada para aquellos m o­ m entos en q ue el c o rte encuentra m ayor resistencia. G eneralm ente, en la p arte posterior del inducido se m o n ta un v en tilador qu e crea una circulación de aire p o r dentro d e la c a rca sa cuando el c uchillo se utiliza durante p eríodos largos. El interruptor suele ser del tipo de contacto m om entáneo, que suprim e la c o ­ rriente tan p ronto d e ja de oprim irse. A dem ás, habi-

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Filo d e sierra Dantado

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C uchillos e lé ctrico s y ú tile s p a ra e l cuid a d o personaI tu alm en tre e x iste u na posición de segundad para im p e d ir que se accio n e el interruptor al m anejar el u te n silio d escuidadam ente. En la m ayoría de los m o d e lo s, las h o jas só lo pueden in sertarse del modo c o n e c to ; p ara in sertar o so ltar las hojas debe p ulsar­ se e l botón d e d esenganche. EJ c ircu ito elé c tric o de los m odelos n orm ales ali­ m en tad o s p o r la re d c o n sta d el m o tor u niversal, un in te rru p to r y un ca b le de alim entación. El sistem a m ecán ico se com p o n e principalm ente de u n tren de e n g ran ajes y las hojas d e c orte. El tren d e e ngrana­ je s ha d e rellen arse con lubricante espeso, nunca co n un aceite flu id o , y a q ue éste puede salir de la c a ja de e n g ran ajes y ca e r sobre los alim entos; un ac e ite esp eso p erm an ecerá e n la caja. O curre, ade­ m á s, q u e los m o to res q ue se utilizan en los cuchillos elé c tric o s rara vez necesitan en grase y a q u e , e n su m a y o ría , están equ ip ad o s con cojinetes autolubríca d o s. constru id o s de m etal sintetizado (a base de m e ta l finam ente p ulverizado). E stos cojinetes po­ se e n m illo n es de d im in u to s p o ro s que contienen a c e ite , al q u e d ejan s a lir cu ando se calientan. C uan­ d o un m otor p arezca necesitar e n g rase, se pondrá u n a so la g o ta d e aceite fino en cad a cojinete; c uan­ d o el m otor c o b re velocidad al efectuar e sta o pera­ c ió n , sabrem os q u e e l m o to r, en e fecto, necesitaba e n g rase. Jam ás se pon d rá aceite e n exceso.

8-2 AVERÍAS DE LOS CUCHILLOS ELÉ C TR IC O S ALIMENTADOS PO R LA RED Se reseñan a continuación algunos d e los fallos más im portantes qu e p ueden a quejar a los cuchillos eléc­ tricos alim entados p o r la red.

El motor no funciona C o m probar la continuidad d el c ircuito form ado por interruptor, inducido y cable d e alim entación.

Potencia insuficiente (el utensilio funciona pesadamente) C o m probar el desgaste en escobillas y colector. A segurarse de qu e el inducido no golpea contra los inductores. C o n una tira de p apel o plástico de cinco o s eis c e n tím etro s d e ancho, se aíslan las escobillas d e l c o le cto r y se com prueba la resistencia del indu­ cid o entre c a d a d e lga y la siguiente; é sta varía entre 8 y 12 ohm e n c asi todos los m odelos. Si e sta resis­ te ncia e s notablem ente b a ja , p osiblem ente haya cor­ tos e n el arrollam iento c orrespondiente y habrá que ca m b iar el inducido. P o r o tra p arte, una resistencia d e m asiado alta revela que hay arrollam ientos del inducido a b ie rto s y debe cam biarse e l motor.

El motor se calienta

C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p reg u n ­ ta s sigu ien tes.

Para con firm a r e l síntom a se hace funcionar el mo­ tor. El ca lentam iento puede deberse a agarrota­ m iento o a e sp ira s cortocircuitadas. C om probar los arrollam ientos del inducido y m edir la resistencia de los dos d ev anados d e cam po.

1. ¿Q u é tip o de m o to r se em plea en los cuchillos eléctrico s?

El utensilio hace ruido

Autoexamen

2. ¿Q u é tip o d e in terru p to r se em p lea en los c uchi­ llos eléctrico s?

C o m p ro b a r qu e n o haya cojinetes gastados o flojos, que el v en tilador no s e haya alabeado, que no h aya algún c o n d u c to r q u e golpee contra e l ventilador y q u e el inducido n o g olpee contra los inductores. Si el m otor -tra q u e te a* , pudiera tratarse d e un induci­ d o dete rio ra d o o ju e g o axial excesivo. O tras com ­ pro b a cio n es son q ue las hojas no se hayan curvado, ¿ H a y q ue e n g ra sa r los cojinetes del m otor? y qu e n o se h ayan g astado el c o lla r y /o la espiga de ¿ C ó m o se sab e si lo s cojinetes d el m otor necesi­ m ontaje d e las hojas. Si los resortes d e cierre se han tan en grase? d e teriorado, habrá que reem plazarlos.

3 . ¿H a y q ue e n g ra sa r la caja de engranajes? ¿Por q ué? 4. ¿ Q u é tip o de lu b rican te se utiliza e n la caja de en g ran ajes? 3. 6.

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C uchillos e léctricos y ú tile s p a re e l cu idado persona! en c o n tra rse la tran sm isió n , el m otor, el interruptor y las baterías. M ientras no se u tiliza el m ango del cu c h illo eléctrico , perm an ece e n e l cargador d e la b a te ría co nectado a la red d e 220 V ca. P o r regla g en eral, las pilas, que se encuentran en el m a n g o , se co n ectan m ediante lám inas soldadas; a s í. se elim in a la p o sib ilid ad d e q ue las conexiones e n tre e lla s se ensu cien o corroan. R ecuérdese que, e n un m ango e léctrico totalm ente cargado, la ten­ s ió n e n circuito abierto d e l g rupo de cinco pilas debe s e r d e unos 6 ó 7 v olt. E sta m edida puede hacerse, sin d e sm o n ta r el m an g o , to m ando la lectura entre lo s b o rn e s de c arg a e x isten tes en e l reverso del m is­ m o , p u n to s a los q u e están d irectam ente conectadas la s b aterías. Para co n se g u ir una m edida exacta, se c o n e c ta e l v o ltím etro a lo s b ornes, y el interruptor d e p u e sta en m archa se p o n e en p osición de m archa («ON*); así se ten d rá la tensión a p lena carga con el m o to r e n m archa. E sta d eberá se r m ayor que 5,7 vo lt; si b aja a m enos d e 4 ,0 v olt, h ay que recargar la bate ría . C a si todos lo s cu ch illo s eléctricos funcionan, m á s o m enos, igual; p ero la constitución y funciona­ m ie n to d e l c arg ad o r p u ede variar de úna m arca a o tra y de un m odelo a o tro . L os dispositivos de c a rg a m ás com unes son los siguientes.

Resistencia de drenaje

Cargadores inductivos

1. T a l c o m o vem os e n la figura 8 -3(a), el cargador se com pone d e un tran sfo rm ad o r q ue reduce la ten sió n altern a de la red de 220 V hasta unos 4 Vc a ; d e dos rectificad o res de silicio que convier­ te n la corriente altern a en corriente continua p ul­ sá til; de un c o n d en sad o r electrolítico que alisa lo s pulsos de co rrien te contin u a y produce una te n sió n con tin u a e stacio n aria de unos 6 volt, pa­ ra ca rg a r las baterías. Para d escargar la e nergía elé c tric a que p u ed a g u ard ar el condensador, en c a s o de q u e el carg a d o r se d esenchufe, se e m ­ p le a una resistencia d e d renaje. En los cargado­ re s de este tip o , la co rrien te de carga, procedente d e la base q ue con tien e el cargador, pasa a las b a te ría s a través de lo s co ntactos existentes tanto e n el carg ad o r c o m o e n el m ango. 2 . O tro tipo d e c arg a d o r m uy u tilizado e s el carga­ d o r inductivo (fig . 8-3 b ) e n el q u e una bobina de indu cció n se lla d a se c o n ecta a la red d e 2 20 Vca . E sta bobina induce u na corriente de poca inten sid ad en una b o b in a m agnéticam ente aco­

Ractificadoro

Bobinada moucción

Fig. 8-3 <«) Kiw|urtna »liótrico de un cantador de baterías de tran sfo rm ad o r, (b) Id. de un c argador de Inducción.

p iada a ella c o ntenida e n el m ango. Esta c o m e n ­ te altern a la rectifica y alisa, respectivam ente, un rectificador d e silicio y un circuito filtro. E n­ to n ces, en e ste p roceso la b aja tensión alterna se c onvierte e n los 6 volt de continua, que sirven p ara recargar sin in tem ipción la batería, c onte­ nida a sim ism o en el m ango. Este d eb e guardarse e n la cavidad del c argador, el cual debe estar c o n ectado a una tom a d e c orriente siem pre acti­ v a si h a d e m a ntener la batería a p lena c arga en todo m om ento. A sí p u e s, en los cargadores in­ d u c tiv o s no ex iste c o n exión eléctrica directa e n ­ tre el c argador y el m ango. C uando no haya contactos a la vista, n o hay riesgo de suponer q u e el carg ad o r e s inductivo.

Autoexamen C om p ro b a r lo a prendido contestando a las p regun­ ta s siguientes.

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C uchillos e lé c tric o s y ú tile s para e l cuid a d o persona! c e s o rio un cuad ro de p ruebas, o facilitan instruccio­ n es a c e rc a del m o d o d e construirlo. R esulta muy ú til p ara reparar la m ayoría de los electrodom ésticos au tó n o m o s.) El c u a d ro de p ruebas se ench u fa a una to m a d e 2 2 0 V -ca y 5 0 hertz. A sí se intercala un a m p e rím e tro d e alterna de 100 m iliam pcre e n serie c o n e l c arg ad o r y la fuente de alim entación.

Especificaciones 1. C o n el cu erp o del cuch illo colo cado en el sopor­ te c a rg ad o r, la lectura e n alterna d ebe se r d e 50 m iliam pere i 20% . 2 . C o n e l cu erp o del cuch illo fuera del soporte car­ g a d o r. la lectura debe ser inferio r a la establecida e n la c ondición 1.

Interpretación 1. S i e l instrum ento de m edida no indica va lo r al­ g u n o , e s q u e el circu ito del c arg ador e stá abierto e n e l cable d e alim entación, o bien e n el transfor­ m ador. 2 . S i la lectura no e s la especificad a, p o dría ser que el transform ador esté co rtocircuitado o q u e el c o n ta c to en tre cuch illo y patillas s ea deficiente. 3 . S i no s e e ncuentra d ism inución im portante en la lectu ra al sa c a r el cuch illo del c a rgador e s que el c u ch illo hace m al contacto c o n las patillas del cargador. C o m p r o b a c ió n d e la sa lid a

Realización

Interpretación 1. S i la lec tu ra es nula es q ue e stá abierto el trans­ fo rm ador, el cable de a lim entación o algún con­ d u ctor d e conexión, o bien que no hay contacto co n e l m ango d e p ruebas o q u e el interruptor de pruebas está en posición incorrecta. 2. S i la le ctu ra n o es la especificada, es que el c ar­ g a d o r está defectuoso o qu e el m ango de pruebas n o e stá totalm ente cargado.

C om probación de la batería Realización 1. S e carga com pletam ente la batería (de un día p ara o tro , 16 horas). 2 . E l c u c h illo c on la b atería c om pletam ente c arga­ d a se c o lo c a e n el soporte d el cu a d ro de pruebas. 3 . El in teiru p to r d e d escarga se g ira a la posición de MARCHA («ON»), A sí se pone u n a resistencia de 3 0 ohm en paralelo con la batería. A notar la hora. 4. D éjese d escargar d urante 3 1/2 horas. Inm edia­ ta m e n te d e transcurrido este tiem po (m ientras p ro sigue la descarga) se com prueba la tensión en las p a tilla s de m edida disponibles en la parte su p e rio r del soporte. (Para co n seguir una lectura fiable, e s ta m edida d eb e tom arse exactam ente a las 3 1/2 horas de iniciada la d escarga).

Especificación L a tensión d eb e se r d e 5 V -cc com o mínimo.

El m an g o de pruebas (que form a parte del cuadro de p ru eb as) se introduce e n el soporte c argador a ensa­ y a r. com p ro b an d o q u e el interruptor acodado se en­ c u e n tra e n la p osición d e PRUEBA y q u e el cargador y e l cu ad ro están en chufados a u na tom a d e 2 20 V c a . (E l m ango de pruebas debe estar com pletam ente c a rg ad o ).

Interpretación Si la b a tería n o c um ple lo especificado, es que está in u tilizada y hay que reem plazarla.

Com probación del m otor

Especificación

Realización del ensayo bajo carga

E l c a rg a d o r d ebe d ar u na corriente continua d e 100 m ilia m p e re ±l(Wfc al c abo de 30 m inutos de introdu­ c ir el m ango e n el cargador.

E n tre los b ornes p ositivos de la batería y el contacto situ ad o inm ediatam ente b ajo el borne positivo se co lo c a un am perím etro de continua (con escala

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C uchillos eléctricos y ú tile s para e l cu idado p ersona!

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Botón interruptor

F ig. 8-4

Irreparabilidad

Despiece de unas tijeras de dos velocidades.

n en tem en te a ctiv ad a al ob jeto d e q ue la c arga d e la b a te ría se m antenga com pleta. O bservación: D eter­ m in a d o s utensilios para cu arto de aseo se c onectan e lé ctricam en te d e m o d o que la tom a de corriente q u e d a m andada p o r el interruptor de la luz. E nton­ c e s , c u an d o se ap agan las luces, la tom a d e corriente se d esactiv a y to d o artefacto a ella conectada dejará d e funcionar. E l m ango d eb e en juagarse a conciencia bajo agua c o rrie n te para e lim in a r el d entífrico acum ulado. La

base cargador d eb e desconectarse de la tom a de corriente y lim piarse frotándola co n u n a tela húm e­ da. U na gran acum ulación de d e n tífrico, tanto en el m ango com o e n e l cargador, hará q u e aquél se asien­ te m al e im pedirá que se cargue bien. D esgraciadam ente, la m ayoría d e los m angos y recargadores d e los cepillos de d ientes están herm é­ ticam ente sellados. Probablem ente ello sea para ha­ c erlo s e stancos al agua, pero por la m ism a causa son irreparables. S us carcasas son de plástico y se unen

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C uch illo s e lé c tric o s y ú tile s pa re e l c u id a d o pe rso n a ! e n tre si d e m odo q ue n o son desarm ables. Cuando s e estro p e e el m an g o o e! recargador, e! ú nico recu r­ s o d e l e sp ecialista se rá rem itirlo al fabricante para ca m b iarlo . A sí pu es, la localización de averías, en e l c a so d e la m ay o ría de los cepillos eléctrico s, se lim ita sim plem ente a d eterm inar si e s el m an g o o la b a se lo qu e n o fun cio n a. S eguidam ente se expone c ó m o c o m p ro b ar a m bos conjuntos en un cep illo de d ie n te s e lé ctrico d e tip o corriente.

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7 . Si no se ve m ovim iento e n el e je , e s que el m an­ g o está estropeado y deb e reponerse. 8 . Si el m ovim iento d etectado en los puntos 4 ó 7 basta p ara accionar e l eje u n a vez p or lo m enos, s e cierra el in te m ip to r y se de ja el m ango e n el carg ad o r durante u n tiem po prolongado antes de d e c id ir sobre su estado. T o d a una noche de carga deb e restaurar la c apa cid ad com pleta, la p oten­ c ia y la velocidad.

Comprobación del cargador Autoexamen E l ca rg a d o r a e n say ar se enchufa a u na to m a de 220 V -c a a ctiv a. L ueg o se introduce un destornillador d e a c ero den tro d e la cavidad del c arg ad o r haciendo p re sió n h acia a rrib a co n tra el term inal m etálico q ue h a y en el centro. C o n esto , debe p roducirse una v ib rac ió n m agnética; si no e s así d e b e c am biarse el ca rg a d o r. C o m p ro b ar si se genera d em asiado c alo r d e sp u é s q u e el c a rg a d o r haya estad o enchu fad o p o r lo m e n o s m edia h ora.

Comprobación del mango D a d o que e n la m ay o ría de los cep illo s d e dientes elé c tric o s se e m p le a un sistem a inductivo, no es p o sib le m ed ir d irectam en te el estad o de la batería. N o o b stan te , los p rocedim ientos siguientes perm i­ te n de term in a r si el m an g o está defectu o so y debe c a m b ia rse , o e s sim p lem en te que d ebe recargarse la batería.

1. S i el m ango no fu n cio n a, accionar varías veces e l interru p to r p ara co m probar si funcio n a correc­ tam ente. 2 . P o ner el in terru p to r en PARADA (-OFF») (en los m odelo s con interruptor de puesta en m archa). 3 . C o lo c a r el m an g o en un cargador q ue se sepa es tá e n b uen estado. 4 . P asad o un m in u to , po n er el interru p to r en m a r ­ ch a ( . o n .). 5 . S i el m od elo tien e intem ip to r d e puesta en m ar­ c h a y n o se o b se rv a m ovim iento del e je , e s que el m a n g o e stá e stro p ead o y debe reponerse. 6 . L o s m angos de p resió n , e m pero, d eben com p ro ­ b arse aún m ás. V uelve a oprim irse con fuerza el interruptor, p e ro só lo una vez. Luego se deja el m a n g o en el c arg ad o r d urante o tro m inuto.

C om p ro b a r lo aprendido c ontestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 26. ¿P u eden reafilarse las ho jas d e unas tijeras? 27. ¿ P o r q ué son estancos los cepillos de dientes? 28. A l b uscar la avería d e un cepillo de dientes, ¿q u é dos com ponentes deben revisarse? 2 9 . A l com probar el m ango p a ra determ inar si éste o las pilas se e ncuentran m a l, ¿debe observarse m ovim iento tras un m inuto d e colocación e n el carg ad o r c uando las pilas están descargadas?

8 -6

LUSTRADORAS DE CALZADO Y

C E P IL L O S PA R A L A R O P A L as lustradoras existen en m odelos con cable y de b a te ría , y tam bién en pequeños m odelos estáticos d e co rrie n te alterna. Estos se destinan a fijarse sobre u n a superficie fírm e y están provistos de un m otor d e d o b le e je con un c e p illo o p u lid o r en cada e xtre­ m o . Los m odelos de batería tienen cinco pilas de n íq u el-cadm io en serie y u n m otor d e corriente co n ­ tin u a d e im án perm anente. E ste m otor acciona una p e q u e ñ a caja de e ngranajes, co n m ecanism o reduc­ to r p a ra rebajar la velocidad y aum entar el par. Los m o tores d e este tipo suelen ser c om pletam ente se­ llados y no p ueden desarm arse p ara reparar. La caja de en g ranajes se en cuentra b ajo el m otor y sí es posible d esarm arla p ara reparar. El cargador d e la b a tería e s sim ilar al d e los c u chillos y es herm ético y n o reparable. L os m odelos conectables a la red son ¡guales que los d e b atería, salvo q u e s uelen s e r más potentes. El

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C uchillos e léctricos y ú tile s p a ra e l cu idado persona!

Fig. 8-5 L u strad o ra de calzado m anual de corriente alter­ na. Existen también modelos de batería. (Cortesía de Ronson C orporatio n .)

m a n g o e stá accio n ad o p o r un m otor universal exci­ ta d o e n serie q ue m u ev e un eje ranurado al q ue está ro sc a d o el cepillo a p lic a d o r y lustrador. El sentido d e g iro d e l eje del m o to r e stá g o b ernado por un con­ m u ta d o r de tres p o sicio n es. L a posición adelantada, q u e e s la de m arch a, s irv e p a ra co n ectar autom ática­ m e n te lo s accesorios. L a posición atrasada, que es la d e d esen g an ch e, sirve p a ra d esconectar autom áti­ c a m e n te los acceso rio s. L a p osición c entral c orres­ p o n d e a la parada. Si e l m o to r se niega a funcionar e n c u a lq u ie r sentido, se com p ro b ará prim ero el con­ m u ta d o r y , luego, las c o n e x io n es soldadas y contac­ to s. S i funciona d e sp a c io o se p ara, se com probará el c e n tra d o de las p ie z a s, e l desg aste de los cojinetes o si e l m o to r se ha a v e riad o . L a velocidad d e funcio­ n a m ie n to libre del eje d elan tero del m otor n o debe s e r habitu alm en te in ferio r a 750 rp m , m edida con ta c ó m e tro . Los aju stes e x acto s deben consultarse en e l m a n u a l d e asisten cia. L o s fallos de m ango y base so n lo s m ism os q ue lo s reseñ ad o s p ara los cuchillos e lé c tric o s y q u e ya h em o s exam inado. L a m ayoría de los c e p illo s p ara ropa eléctricos s o n d e l tip o d e b atería y se diseñ an para cepillar la

ropa de pelusas y polvo, y o tras m aterias sem ejan­ tes. L os cepillos p ara ropa eléctricos se com ponen de u n soporte c argador e n el que se coloca el m ango, co n e l que hace contacto m anteniendo la batería a plena carga. A l funcionar, su m otor de continua, q u e funciona a base d e d o s pilas de níquel-cadm io, y el tren d e engranajes arrastran el cepillo que gira a g ra n velocidad. E sta velocidad g enera una pequeña dep resió n que aspira la pelusa y el polvo hacia el recipiente de suciedad. El soporte, qu e en general se d ise ñ a p ara m ontaje h orizontal o bien d e p ared, d is­ pone d e un c argador de batería incorporado, enchufable a tom as de corriente d e 220 V -ca. C o n relación a los c ep illo s para ropa, las averías m ás im portantes son las siguientes.

El motor no funciona o funciona lentamente 1.

C o m probar co n el clie n te que se em plea siem pre un a tom a de corriente perm anentem ente acti­ vada.

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C uch illo s e lé c tric o s y ú tile s pa re e l c u id a d o p e rso n e !

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Autoexamen C o m p ro b a r lo a p re n d id o com es la n d o a la s p re g u n ­ ta s siguien tes. 3 9 . ¿C uáles s o n lo s d o s tipos de m asajeado ras más corrien tes? 4 0 . E n las m a sajead o ras de inducción, ¿ qué tip o de cam po g en era la vibración? 4 1 . ¿Q ué tip o de m o to r se em plea e n las m asajea­ doras d e p e sa e x céntrica? 4 2 . ¿Q ué d isp o sitiv o sirve para refrigerar el m otor en las m asajead o ras de pesa excéntrica? 4 3 . ¿C óm o se p ro d u cen las v ibraciones e n las m a­ sajeadoras d e inducción? 4 4 . ¿C óm o se tran sfo rm a la onda de corriente alter­ na e n las m asajeadoras? 4 5 . ¿C uál e s e l ju e g o a xial m áxim o del inducido en las m asajeadoras? 4 6 . ¿Q ué tipo de e le m e n to calefactor se em plea en las m asajeadoras?

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Fig. 8-7 La m ayoría de tas afeitadoras de m otor emplean m o to res universales. (Cortesía de Remington Consum er P rod ucts División, d e Sp erry Rand Corp.)

T IP O S D E A F E IT A D O R A S

E L É C T R IC A S S i b ien las afe ita d o ra s eléctricas (fig. 8-7 ), tanto p a ra hom bres c o m o p a ra m ujeres, so n diversas en fo rm a , tam año y co lo r, funcionan básicam ente ig u a l. La m ay o ría d e las afeitadoras del m ercado p u e d e n clasifícase en vibratorias y d e m otor. Y é s­ tas pueden se r d e co rrie n te alterna, de b atería o de co rrien te u n iversal (q u e funcionan con corriente ta n to alterna c o m o co n tin u a, ca/cc).

c arre ras por m inuto, con un consum o inferior a 45 m ilia m p e re. o de unos 8 ó 10 w att. El núcleo v ibra­ d o r e stá conectado a un ju e g o de pequeñas cuchi­ llas, generalm ente en form a d e p eine, que se e ntre­ la za n con las cuchillas de un ju e g o fijo. C uando el ca b ez al d e la afeitadora se p resiona contra la p ie l, se h a ce q u e el pelo penetre p or las aberturas a m odo de p e ine. Seguidam ente, las cuchillas m óviles cortan e l p e lo a ras con el p eine fijo. En realidad, las cuchi­ llas se desplazan una distancia m uy corta.

A f e ita d o ra s v ib ra to r ia s E stas fueron los p rim ero s m odelos d e afeitadoras y fu ncionan u tilizando u n cam po electrom agnético de 5 0 h ertz cread o p o r u n a bobina. En e sto s m odelos, la corrien te a ltern a d e la red atraviesa un electro ­ im á n , cerca d e c u y o s extrem os c u elg a u na barreta d e h ierro llam ada v ib rado r. La corriente altern a a la v e z qu e varía e n inten sid ad y sentido, atrae y repele al v ibrado r a ritm o de e s a variación. Hay afeitadoras vib ratorias q ue m u ev en las cuchillas a unas 7200

A f e ita d o ra s d e m o to r E n e ste tipo d e afeitadoras e s un m otor eléctrico lo qu e a gita o arrastra las cuchillas. A quí, mediante u n a transm isión exc én tric a, e l m ovim iento rotativo d e l m otor se c o n v ien e e n o scilaciones de gran velo­ c id a d . al igual que e n los cuchillos eléctricos y c e p i­ llos d e d ientes. D urante m uchos años, e n las a feita­ d o ra s se utilizaron m otores de devanado con o cir-

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Efecto vibratorio


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C uchillos e lé c tric o s y ú tile s pa ra e l c u id ad o p ersona! 2 . C o m p ro b ar q ue n o h ay a co nductores internos flojos. 3 . C o m p ro b ar los d ev an ad o s d el m otor. 4 . C o m p ro b ar el in terruptor.

El motor zumba, pero las cuchillas no se mueven 1. A segurarse de q u e e l v ibrador n o está roto o atas­ cado. C o rre g ir la s ituación, o bien c am biar el v i­ brador si e s necesario . 2 . E xam in ar el cabezal p o r si el ju e g o de peines aparece con m ellad u ras o roturas. Su stitu ir en c aso n ecesario. 3. E xam inar el c o n ju n to de las cuchillas p ara com ­ probar q ue el eje no se h aya do b lad o , ro to o g a s­ tado m ás de la c u en ta. S ustituir e n c aso n ecesa­ rio. 4 . C om p ro b ar el sistem a de transm isión en busca de fallos m ecán ico s tales c o m o u na b iela rota o deform ada, una excén trica aflojada, o un eje de cuchilla a ta scad o p o r acum ulación d e exceso de pelo o suciedad. S e lim piará, correg irá y rep o n ­ drán las piezas necesarias.

La afeitadora hace ruido 1. B uscar p iezas flo jas y apretarlas. 2 . O bserv ar si el c a b ezal está deform ado o ab o lla­ do. S u stitu ir e n c a so necesario. 3. C om p ro b ar el v ibrador. 4 . En las afeitad o ras de m otor, com p ro b ar el estado d e desgaste del o scilador.

La afeitadora afeita mal 1. A segurarse de que e l m otor e stá correctam ente ajustado. C o n su ltar el procedim iento correero e n el m anual d e asistencia, o ajustar com o se dijo antes. 2 . C om p ro b ar q u e el cabezal o las cuchillas inter­ nas no e stén averiadas. 3. C o m probar la ca rrera de las cuchillas internas. S u stitu ir los reso rtes de éstas si están d e terio­ rados.

La afeitadora funciona erráticamente

1. B u scar interm itencias en el cable de alim en­ tación. B uscar c onductores interiores flojos. C o m p ro b a r el estado d el motor. E x am inar e l interruptor. C om p ro b ar c ontactos y escobillas.

2. 3. 4. 5.

E n el c aso de las afeitadoras vibratorias, se co n ­ sultarán, a d em ás, los reglajes del m otor e n e l m anual d e asistencia. Es p reciso, a sim ism o, que los c ontac­ to s, e n cu alq u ie r afeitadora, se ajusten según lo re ­ com en d a d o e n el m anual; com o regla g eneral, tales contactos n o se d ejarán nunca a menos de 0 ,3 mm (fig . 8-8). C on una separación m enor puede que el m otor funcione m ás rápido, pero cesará de fu ncio­ n ar a las po c as sem anas porque la leva se habrá d e s­ g a stado. N o o bstante, la separación e ntre c ontactos no d eb e so b repasar los 0 .4 mm.

Fig. 8-8 Reglajes de separación » solape de un m otor de una afeitadora de vibrado r de tipo normal.

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C uchillos e lé ctrico s y ú tile s pare e l cuidado persona! E l c o n su m o de las afeitadoras vibratorias suele s e r in fe rio r a unos 45 m iliam pere, o sea, unos 8 ó 10 w a tt. C u an d o u na afeitad o ra d e e ste tipo consu­ m a d em a sia d a corriente h abrá q u e buscar algún a rro lla m ie n to co rtocircuitado. U n reglaje incorrec­ to d e la separación en tre contaco s puede se r causa ta m b ié n d e que el m o to r funcione lentam ente y co n ­ su m a d e m asiad a c o rriente. E n las afeitadoras de m o to r, e s necesario com ­ p ro b a r las escobillas del m otor. L a m ayoría de las a fe ita d o ra s de e sta clase funcionan c uando los roto­ re s se extien d en e ntre 1,15 y 1,40 m m sobre los e s­ ta to re s. El en trehierro en tre los rotores y el estator d e b e s e r d e 0 ,0 8 m m aproxim adam ente (fig. 8-9). E sto s reg lajes se com probarán con u na g alga de e s­ p e so re s. L a m ay o ría d e las afeitadoras d e m otor consum en d e l o rd e n d e 7 0 m iliam pere. o sea unos 15 w att. Las afe ita d o ra s de m otor q u e co nsum an dem asiada co­ rrie n te d eben co m probarse respecto a los reglajes,

Fig. 8-9 m al.

ap riete d el c ab ezal, suciedad y al estado de desgaste y g om osidad de los cojinetes.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las pregun­ ta s siguientes. 5 2 . ¿ C uál e s la prim era operación al localizar la avería de un a a feitadora eléctrica? 5 3. E n las afeitadoras vibratorias, ¿a qué m edida hay qu e dejar la separación entre contactos? 5 4 . ¿C uál e s la p ieza q u e habitualm ente habrá que ca m biar cuando una afeitadora de m otor hace ruido? 5 5 . ¿Q ué reglaje se d a a los contactos en las afeita­ d o ras de m otor? 5 6 . D ec ir cuál e s la cau sa principal de que una afei­ ta d o ra funcione erráticam ente.

Reglajes en una afeitadora de m otor de Upo n o r­

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C uch illo s e lé c tric o s y ú tile s para e l c u id a d o pe rso n a ! R esu m en 1. E n lo s c u ch illo s eléctricos el m ovim iento alter­ n a tiv o se co n sig u e m ediante una leva o una transm i­ sió n excén trica. 2 . E n lo s c u ch illo s eléctricos norm ales a 220 V -ca s e em plean m o to res universales. 3 . P ara las c a ja s d e engranajes d e los cuchillos elé c tric o s h ay q u e e m p lear g rasa esp esa. 4 . L os fallo s m ás c o rrientes d e los cuchillos eléctríe o s son: a. El m o to r n o funciona. b. P o ten cia insuficiente. c . El m o to r se calienta. d . E l u te n silio hace ruido. e . V ib ració n excesiva. /• F ilo s rom os. 8- C o rte d oble. 5 . L os c u ch illo s de b atería constan d e d o s conjun­ to s: e l m a n g o y la base con el cargador. 6 . Los c a rg ad o res pueden ser d e transform ador y d e inducción. 7 . R esp ecto a lo s cu ch illo s de batería se plantean q u e ja s ad ic io n a le s, algunas d e las cuales son: a. El m o to r n o funciona. b . El m o to r fu nciona despacio. c. R u id o o vibración excesivos. 8. L a s tijeras y cepillos de dientes e lé ctrico s fun­ cio n an igual q u e lo s cuchillos e léctricos. 9 . E l m a n g o y el c arg ad o r de los cepillos d e d ien­ te s están h e rm éticam en te c errados y , p o r tanto, no so n reparables. 10. En las lustrad o ras d e calzado d e batería se em ­ p lea n c in c o p ilas de níquel-cadm io y un m otor de co rrie n te co n tin u a d e im án perm anente. 11. L os c e p illo s p ara ro p a son de tip o autónom o. L a s d ificu ltad es m ás im portantes so n la acum ula­

ció n d e suciedad en el depósito y fallos de motor. 12. L os útiles d e m anicura son d el tipo autónom o. 13. L o s fallos m ás im portantes que tienen los útiles d e m an icu ra son los propios de los artefactos autó­ n o m o s. T am bién puede ocurrir que los accesorios se desprendan. 14. L as m asaje adoras producen ca lo r y vibración in tensa. 15. L a s vibraciones se consiguen en las m asajeadoras m e diante una pesa excéntrica o efecto inductivo. 16. A lg u p o s d e los fallos m ás corrientes en las masajea d o ras son: a . El m otor no funciona. b. El utensilio hace m ás ruido de lo norm al. c. L as correas se deterioran. 17. L as afeitadoras pueden se r d e vibrador o de m o to r. P o r otra p arte, pueden funcionar co n c o ­ rrien te a ltern a , c on batería o se r d e corriente univer­ sal (c a /c c ). 18. A lgunas de las averías m ás im portantes de las afe itad o ras de batería son: a . E l m otor n o funciona. b. N o funciona la afeitadora con su cargador auxiliar. c. La afeitadora funciona despacio. 19. L a s av erias m ás im portantes d e las afeitadoras e lé c tric a s son: a . L a afeitadora no funciona. b. El m otor zum ba, pero las cuchillas no se m ueven. c. L a afeitadora h ace ruido. d . L a afeitadora afeita mal. e. L a afeitadora funciona erráticam ente. 2 0 . L os m otores d e las a feitadoras de vibrador d e ­ b e n re g la rse con una g alga de espesores.

Cuestionario de repaso L a s p re g u n ta s sig u ien tes p erm iten co m probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada u n a d e la s p re g u n ta s siguientes es verdadera o fa lsa . E scribir la s resp u esta s en un p a p e l a parte. 1. E n lo s cuchillos elé c tric o s, c uando los d ientes de una de las hojas se desplazan resp ecto a los d e la o tra , tiene lugar un efecto cizalla. 2 . En los cuchillos e lé ctrico s, e l m ovim iento rotativo se transform a m erced a un tren d e e n g ran ajes, u n a leva o una excéntrica.

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C uchillos eléctricos y ú tile s p a ra e l cuidado persona! 3 . En los cuch illo s eléctricos se em plean interruptores m onopolares. 4 . En la c a ja de en granajes d e los cuchillos debe aplicarse grasa espesa. 5 . En c u ch illo s e léctricos se em plean cojinetes autolubricados. 6 . En lo s cu ch illo s eléctricos se em plean m otores de devanado cortocircuitado. 7 . El in tersticio e n tre las hojas de un cuchillo e s de 0 ,25 m m . 8 . En lo s cu ch illo s de b atería se em plean m otores d e imán perm anente. 9 . Para c o m p ro b ar la tensión de la b atería hay que desarm ar el mango. 10. Los d o s tipos fundam entales d e bases cargadoras son las de rectificador y las de inducción. 1 1. C u a n d o la tensión se a d e 5 volt, habrá que recargar las baterías. 12. L a v e lo cid ad de las hojas de corte se m ide con un tacóm e tro de lám ina vibrante. 13. Los c e p illo s y las tijeras eléctricas trabajan casi del m ism o m odo que los cu ch illo s eléctricos. 14. Los m an g o s de los cepillos d e dientes eléctricos son herm éticos y no pueden repararse. 15. C u an d o u n m ango se d escarga y no actúa, y a no puede recargarse. 16. En las lustrad o ras de calzado a utónom as la rueda de lustrar e stá directam ente co n e c ta d a al e je d el m otor. 17. En los c e p illo s para ropa se crea una depresión. 18. L os cep illo s para ropa funcionan con batería. 19. U n fallo m u y im portante d e los útiles de m anicura es la desaparición o defor­ m ación del resorte arqueado d el m orro. 2 0 . A lgunas m asajeadoras están dotadas de un elem ento calefactor, adem ás del vibrador. 21 . Para co n se g u ir las v ibraciones en las m asajeadoras se em plea ú n a pesa excén­ trica, o bien se c re a un efecto inductivo. 22 .

T odas las afeitad o ras son del tipo de vibrador.

2 3 . Las afeitad o ras se diseñan para trabajar c on una sola tensión. 2 4 . El e n tre h ie rro en tre ro to r y estato r d e las afeitadoras vibratorias e s 0 ,0 8 mm. 2 5 . Las a feitad o ras de m otor c onsum en varios am peres, o s ea unos 100 w att de po tencia. 2 6. Para re g la r las afeitadoras d e vibrador hay q ue e m plear una galga de e speso­ res. 2 7 . Las a feitad o ras de m otor están provistas de escobillas.

R e s p u e s ta * a lo s a u to e x a m e n e s d e e s t e c a p itu lo

1. Universal, excitado en serie. 2. De contacto m om entáneo.

3. No. porque puede gotear sobre los alimentos.

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4. Espeso. 5. De vez en cuando.


C u ch illo s e lé c tric o s y ú tile s pa ra e l c u ida d o p ers o n a ! 6. Si después de po n er una gota en cad a cojinete, ei m otor g ana velocidad. 7. Si. 8. De 8 a 12 ohm. 9. Agarrotamiento d e piezas o cortocircuitos en los deva­ nados. 10. Más d e 0,1 mm o el grueso del papel d e escribir. 11. No. hay que cam biarlas. 12. El motor y la fuente de ali­ m entación so n diferentes. 13. De corriente continua e imán perm anente. 14. La base, o soporte, y el man­ go. 15. 7 volt; 5.7 volt. 16. 4 volt. 17. De transform ador y de in­ ducción. 18. El rectificador. 19. Una bobina d e inducción existente en la b ase induce u n a corriente eléctrica en o tra bobina existente en el mango, la cual se rectifica y recarga las baterías. 20. No, sólo m agnéticam ente, a través d e las bobinas d e in­ ducción. 21. En la batería, cargador y motor. 22. Algún cojinete gastado o

23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34.

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descentrado. demasiado desgaste en la transmisión excéntrica o deformación de las hojas. A que el transformador esté en corto. 1350 rpm. Un cuadro de pruebas. SI. Para que no les entre agua. El mango y la base carga­ dora. SI. No. De imán permanente. Si. Dos. Cinco. A gran velocidad. Para crear una leve depresión capaz de arrastrar la pelusa y el polvo hacia el depósito de sucie­ dad. Sí. En el mango. El transformador, el rectifi­ cador y el circuito del fusi­ ble. El resorte arqueado. De efecto inductivo y de pe­ sa excéntrica. Magnético. Excitado en serie. El ventilador. Mediante una bobina que

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produce un campo m agné­ tico. el cual atrae y repele un vástago, originando asi vi­ braciones. Añadiendo una bobina al circuito. 0.25 mm. Una resistencia bobinada. Haciendo que la corriente alterna haga vibrar un nú­ cleo de electroimán. Este núcleo, o vibrador, e stá e n ­ lazado mecánicam ente con la cuchilla. Merced a una transmisión excéntrica. 2.5 volt. No; determ inadas m arcas no tienen recambios en el comercio. El cable de alimentación, el transformador, el rectifica­ d o r y el interruptor. Com probar la continuidad del cordón de alimentación y o tros com ponentes. El solapam iento del rotor so bre estátor a 1.15 mm y el entrehierro a 0,08 mm. El oscilador. 0.3 mm. Un cordón de alimentación cortado o con intermiten­ cias.


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Capítulo 9

Artefactos de confort térmicos En este capitulo se trata de cómo Identificar gran número de los fallos de funcionamiento que afectan a los aparatos resistivos destinados al confort doméstico; en él, se expone asimismo le terminología de tales electrodomésticos. T odos los electrodomésticos ob|eto del capitulo presente sirven para generar calor y para ello están provistos de elementos resistivos; U le s electrodomésticos comprenden las mantas y almohadillas eléctri­ c a s , los calefactores portátiles, los vaporizadores y los distribuidores de crema d e afeitar.

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M A N T A S Y A L M O H A D IL L A S

E L É C T R IC A S S i b ien las m antas y las alm ohadillas eléctricas po­ seen circu ito s m uy parecidos, sus funcio n es son dis­ tintas. De u na m an ta eléctrica n o se esp e ra q u e p ro ­ cu re calo r al cu e rp o , sino q ue com pense el a u e éste pierde en el a ire a m biental m ás frío. L as alm o h ad i­ llas eléctricas se usan p ara d ar calo r a una zona locaIizada d el cu erp o hum ano. L as m antas eléctricas m ás sencillas contienen u n a resisten cia d e caldeo flexible, un term ostato regulable, u n a lám p ara indicadora y un interruptor d e p u esta en m arch a q ue a veces e stá un id o al botón d e l m ando de tem p eratu ra d e l term ostato. L a resis­ te n c ia d e c ald eo se co se al tejido de la m anta hacien­ d o u n dibu jo ta l q u e facilite u na distribución u nifor­ m e del calor. El term ostato actú a en virtud de la dife ren c ia e n tre la tem peratura am biente y la fijada e n el botón d e m an d o , de m odo q ue la tem peratura de la m anta se m antenga constantem ente en un valor p reelegido . El term o stato , el interruptor d e puesta e n m archa y la lám para in dicadora d e n eón suelen e s ta r reunidos en u n a c aja d e m ando. E n la figura 9-1 se representa de m odo elem ental e l circu ito de u n a m an ta eléctrica. C u an d o se cierran el interruptor y los co ntactos del term ostato, la co­

rrien te elé ctrica a traviesa la resistencia d e caldeo y esto l o d elata la lám para indicadora encendiéndose. C u an d o en la m anta se alcanza la tem peratura prefi­ ja d a , se abren los contactos del term ostato, cesa el p a so de corriente por la resistencia de c aldeo y se a p aga la lám para. Hay m antas con m ando doble y d o s resisten c ias d e c aldeo independientes, una para ca d a m ita d d e la c am a, de m odo q ue p ueda regular­ se p o r separado la tem peratura de cada porción. Las m antas eléc tricas se ofrecen en cuatro m edidas b ási­ cas: individual n orm al, individual reducida, m a tri­ m o n io norm al y m atrim onio reducida. E n el circuito de la figura 9-1 no se em plea la te m p e ratu ra am biental c om o valor determ inante e n e l m an d o de tem peratura. En vez d e e llo , hay una peq u eñ a resistencia enrollada en to m o al m ando term ostático y conectada e n serie c o n la resistencia de c a ld e o d e la m anta. E l propósito d e d icha resistencia e s sim u la r la tem peratura verdadera de la manta. T al c o m o vem os en la figura 9 -1 , la corriente a tra v ie sa la resistencia del term ostato y la de caldeo. E n tonces, cu an d o la tem peratura alcance su valor p ree sta b le cid o , se abrirán los c ontactos del term os­ tato y se cortará e l paso d e corriente a través de la resisten c ia del term ostato y d e la de caldeo. C om o a m b a s resistencias em pezaran a e nfriarse al ce sar la c o rrie n te , la del term ostato contenida e n la caja de

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A r te fa c to s d e c o n fo rt térm ic o s Tarmocuto <MprotocciOn

Fig. 9-1

Circuito sim plificado de una m anta eléctrica.

m a n d o , al s e r la m en o r d e am b as, se enfriará m ucho m á s rápido que la o tra y h ará que los contactos del te rm o stato se c ie rre n , antes de que la tem peratura de la m a n ta d ecrezca de m o d o im portante. P a ra e v ita r que la resistencia del term ostato hip erc o n tro le el circ u ito , al brazo del term ostato se u n e u n p equeño im án p erm anente, el efecto del cual e s am in o ra r la a cció n de apertura y cierre e n el ter­ m o sta to y estab lecer la ten d en cia a que am bas resis­ te n c ia s se m antengan e n co nducción. En realidad, e n lo s c o ntactos m ó v iles d e las m antas e léctricas se u tilizan m ucho tal tip o d e im anes (cuya m isión n o es e n ab so lu to esta b le c e r co n tacto e léctrico). A la vez q u e se d esplaza el c o n tacto m ó v il, el im án se va a c e rc a n d o al co n tacto fijo , q u e está dotado de una a ra n d e la d e hierro. S in im anes, los c ontactos tarda­ ría n a lg o m ás en c e n a rs e , con el posible resultado d e cie rta cantidad de ch isp as, y en algunos c asos el c o n ta c to no se e sta b lecería firm em ente. C on los im an es se e vita este fallo potencial. L o s im anes h acen q u e los contactos, cuando se Circuito c aptador en c u e n tre n a cierta d ista n c ia uno del otro, se cierren Interruptor térm ico d e g o lp e estab lecien d o un contacto rápido y firm e, bimetálico Al ab rirse el c ircu ito , o c u rre lo m ism o al revés: los im an es m antienen u nidos los contactos hasta q u e el e sfu e rz o del term o stato vence a la atracción m agné­

tica , y los contactos se separan de golpe. E sta ac­ ción rápida tiende a ve n ce r a todo efecto de hipercontrol o fallos sim ilares. En m uchas m antas se u san pequeños term ostatos d e n tro de la m ism a m anta, que pueden palparse com o bultos dim inutos. E stos term ostatos son de protección y en co ndiciones norm ales nada tienen que ver co n e l funcionam iento del term ostato de m an d o d e tem peratura; son nada m ás que un d ispo­ sitiv o de seguridad y norm alm ente están cerrados. E n tonces, si en la caja d e m ando ocurre alg o que p erm ita que por la m anta pase corriente durante dem asiado tiem po seguido, los term ostatos d e pro­ tección se abren p a ra im pedir qu e la m anta se ca­ liente m ás de la cuenta. En algunas d e las m antas eléctricas m ás refinadas provistas d el llam ado m ando -electrónico», dentro d e la m ism a m anta se d isponen elem entos captado­ res. D e hecho, en gran cantidad d e las m antas m ás m odernas se utilizan dos circuitos eléctricos inde­ pendientes y d iferentes, e l circuito de caldeo y el circu ito captador. P ara cre ar el efecto de -recicla­ do» en el circuito captador se utiliza un interruptor térm ico bim etálico en vez de un relé m agnético. El circuito de caldeo (fig. 9 -2 ) proporciona calor a la m anta y consta de:

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A rtefactos de c o n fo rt térm icos

1. U n a resistencia de c ald eo de la m anta 2. U n interruptor bim etálico q ue g o bierna la tem ­ peratura de la m anta. 3. U n a resistencia con lám ina b im etálica en la caja de m ando q ue sim u la la tem peratura del c onduc­ to r de caldeo de la manta. 4 . Un imán p ara que el in te n u p to r b im etálico no se a bra y cierre con d em asiada frecuencia. 5 . Un interruptor d e puesta en m archa para conec­ tar y desco n ectar m anualm ente el mando. E l circuito c a p tad o r com prendido entre los inte­ rruptores bim etálicos y el d e puesta en m archa sirve p a ra desconectar la m anta en caso de recalentam ien­ to . Un circu ito c a p tad o r característico se com pone d e lo siguiente: 1. U n captad o r fo rm ad o p o r dos h ilo s conductores separados p o r u n a su stancia p lástica term osensib le, cuya im pedancia eléctrica d ism inuye c uan­ d o aum enta la tem peratura. E ste conductor está distribuido p o r to d a la m anta. 2. Un interruptor térm ico bim etálico d oble, nor­ m alm ente a b ierto , cu y as do s lám inas bim etáli­ c as se m ueven en el m ism o sentido para com ­ pensar las variacio n es de la tem peratura am bien­ te.

3. D os resistencias adic ionales, un a en cada lám ina ' b im etálica d el interruptor térm ico.

El c ircuito c aptador de la figura 9-2 trabaja com o sig u e . U na resistencia R t está conectada a uno de los h ilo s del captador, y la otra resistencia R2 está en serie c on R, y am bos hilos. C uando la c o m en te atra­ viesa los d os hilos del captador, en R ,y R ¡ s e gene­ ran cantidades de c alo r d iferentes. Por tanto, la lá­ m in a bim etálica conectada a R2 fiexiona m ás, a cau­ sa d e a quella desigualdad d e c alor, y cierra los con­ ta c to s del interruptor térm ico. Si lo s hilos del captador se ponen en corto, la re sisten c ia R2 no p roducirá c alor alguno y no se c e­ rra rán los c ontactos. Si hay recalentam iento, la im­ ped a n cia del captador decrece tendiendo a puentear a R2, p o r lo q u e en é sta se generará m enos calor. C u a n d o R2 se enfria hasta g enerar ca lo r en cantidad aproxim adam ente igual a la q u e da R ,, los contactos del interruptor térm ico se abren. Si desaparece el e x ceso de calor, dism inuye la im p ed a n cia del c aptador y la resistencia R2 vuelve a prop o rc io n a r a su bim etálico m ás c alor q ue R ,, ha­ cie n d o q u e vuelvan a cerrarse los contactos del m ism o.

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A rtefactos de c o n fo rt térm icos ca pacitivo en tre el c u e rp o y el co nductor e léctrico d e la m anta. El h o rm ig u eo e s sum am ente p equeño y e s tá apenas p o r e n c im a d e l um bral d e sensibilidad. E n e l caso de m antas d o b le s (o de tam año extragrand e ), puede q u e baste c o n in vertir el enchufe d e una d e las porciones p ara c o rre g ir la situación. E sta d e ­ b e q u ed ar c o rreg id a c o n alguna d e las tres solucio­ n e s siguientes. C om en zan d o c o n lo s enchufes en su posición h a­ b itu a l, se invierte u n o . S i aún se siente horm igueo, s e de ja invertido el p rim e r enchufe y se invierte el se g u n d o . Si aún se sie n te horm igueo, se d evuelve el p rim e r en ch u fe a su p o sició n original y se deja in­ v e rtid o el segundo. L o s fallos m ás co rrie n te s de las m antas eléctricas s o n resisten cias d e c a ld e o abiertas, contaqtos del term ostato su c io s, d efe c to s en la c a ja d e m ando y c a b le s d e alim entación e n mal estado. L as resisten­ c ias d e c aldeo ab ie rta s y lo s term ostatos d e p rotec­ ció n defectuosos n o p u eden repararse y hay que ca m b ia r o s u stitu ir la m a n ta com pleta. A lgunos dis­ p o sitiv o s de m an d o electró n ico s y los m andos de las m a n ta s con c a p tad o res internos tam poco p ueden re­ p ararse en los talleres norm ales. H ay talleres de reparació n de g ra n v o lum en que d isponen de com ­ p robadores e sp e ciales p a ra los m andos de m antas eléc trica s co n stru id o s p o r los fabricantes d e éstas, p e ro los talleres n o rm ales no suelen p od er justificar e l c o sto d e tales co m probadores especiales. E s p osible lim p ia r lo s contactos sucios d e u n ter­ m ostato. U na p ru eb a d e continuidad p u ede determ i­ n a r cortos e in terru p cio n es en el cable de alim enta­ ció n y cajas d e m an d o . L os com ponentes defectu o ­ so s se repondrán o repararán.

14.

9 -3

¿P ue d en repararse las resistencias de caldeo abiertas?

A L M O H A D IL L A S E L É C T R IC A S

E léctricam ente, u n a alm ohadilla eléctrica e s una m anta eléc tric a en m iniatura. El circuito d e una cu a lq u iera de ella s com prende una resistencia de c ald eo , un term ostato de p rotección, el cable d e ali­ m entación y la c aja d e m ando, con la lám para indi­ ca d o ra d e l term ostato e interruptores para gobernar e l ca lo r, do ta d o s d e resistencias de polarización. L as alm ohadillas eléctricas de m odelos m ás anti­ g uos c arecen d e ca ja de m ando. T al com o v em os en la figura 9 -3 , em plean un circuito d e caldeo d oble, uno de los cuales genera unos 20 w att d e c alo r y el otro unos 4 0 w att. Un c onm utador especial perm ite e le g ir en tre c aldeo reducido, m ediano y alto. C uan­ d o e se c o n m u ta d o r está en la posición BAJA, ac tú a la re sisten c ia d e 2 0 w att; e n la p osición m e d i a , actúa

Rmolanci* Om

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p r e n d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguientes. 10. ¿A q ué se d e b e el h orm igueo que puede p rodu­ c ir u na m an ta eléctrica? 11. ¿C óm o se co rrig u e el horm igueo? 12. ¿C uáles son lo s fallo s eléctricos m ás corrientes de las m antas eléctricas? 13. ¿Pueden su stitu irse lo s term ostatos d e protec­ ción y elem en to s calentadores d efectuosos?

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A rtefactos de co n fo rt térmicos

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Calefactores de ambiente

Consum o de potencia Reflector metálico

la re siste n c ia d e 4 0 w att. En a l t a , pasa corriente p o r am b a s resistencias. E l term o stato de p rotección existente en las a l­ m o h a d illa s de m odelos m ás recientes se encuentra n o rm a lm e n te cerrad o , y n o se abre salvo q ue algún fa llo prod u zca u n a co rrien te dem asiado intensa. C o m o habitu alm en te la lám para de neón está conec­ ta d a a la red p o r d elan te d el m ando term ostático, la m ism a perm an ece e n c e n d id a m ientras e l artefacto se h alle e n ch u fad o a u n a tom a d e c orriente, y no se e n c ie n d e y apag a con la corriente que atraviesa la alm o h a d illa . Si bien el d iseño p uede variar d e uno a o tro m o d elo , la m ay o ría d e los fabricantes basan sus c irc u ito s e n la m ism a idea general. L o s proced im ien to s d e reparación para las a lm o­ h a d illa s e léctricas so n sim ilares a los relativos a las m a n ta s eléctricas. P ara c o m p ro b ar la tem peratura d e fu n cio n am ien to , se c o lo ca un term opar e ntre la alm o h a d illa y su pro tecto r de te la . L uego se conec­ ta al a rtefacto a u n a fuente d e ten sió n, a través de un c irc u ito co m p ro b ad o r de potencia eléctrica, y se p o n e e n BAJA el interruptor d e m ando de c alor para c o m p ro b a r la po ten cia co nsum ida. E sta debe en­ co n tra rse d e n tro del ± 10 p o r cien to de la reseñada en la p laca indicadora. L os lím ites de tem peratura para las tre s p o sicio n es d eben ser los especi Picados e n el m a n u a l d e asisten cia; si n o, se reem plazará el m ando.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n do a las p regun­ ta s sigu ien tes. 15. D e c ir cuáles son los c o m ponentes eléctricos de un a alm o h ad illa eléctrica. 16. E n la figura 9 -3 , ¿có m o están conectadas las d o s resistencias de caldeo cu ando actúan am ­ b as al esta r el m an d o e n posición d e a l t a ? 17. ¿ S e apag a el indicador d e neón cuando la tem ­ p eratu ra de una alm ohadilla eléctrica alcanza e l v a lo r d e sead o ? ¿ P o r qué? 18. ¿Q u é instrum ento de m edida se utiliza para co m p ro b a r la tem peratura de una alm ohadilla eléctrica?

9 -4

C A L E F A C T O R E S D E T IR O

N A T U R A L : E S T U F A S Y R A D IA D O R E S E L É C T R IC O S L os c alefac to re s e léctricos portátiles se em plean en las casa s transportándolos de un lu g a r a otro y sue­ len llam arse tam bién calefactores d e am biente, da­ d o qu e su m isión principal es c ald e ar el am biente de la h abitación o z o n a e n la q u e se c olocan. Se cons­ truyen e n gran núm ero de form as y tam años para adecuarse a d iferentes condiciones d e funciona­ m iento y n e cesidades de caldeo; p ero, según el pro­ ced im ien to p o r el que se establece la circulación de a ire , se clasifican e n dos grandes grupos: de tiro natural y d e tiro forzado. En los p rim eros, el aire se ele v a de m o d o natural por e n cim a de elem entos calen tad o s eléctricam ente y se c a ld e a p o r contacto d irec to co n los m ism os, elevándose p o r tiro natural. E se aire se distribuye p o r toda la habitación. En los ca lefactores d e tiro forzado, el aire es lanzado por un v en tilador eléctrico sobre un e lem ento calentado eléc tric am en te, q u e lo caldea p or contacto. Ese aire ca lien te s e distribuye e ntonces por toda la zona a ca ld e a r m erc ed al tiro d el ventilador. Los c alefactores d e tiro n atural llam ados estufas, se com ponen d e un reflector m e tálico cóncavo, m ontado so bre un soporte ro b u sto y cubierto de alam bres d e gu a rd a para evitar todo contacto acci­ d ental con el elem ento calentador, q u e e s d e forma c ó nica. E ste c o nsiste e n un hilo resistivo enrollado sobre una base cerám ica. Los cables de alim enta­ c ión se con e ctan directam ente a bornes de tom illo e xistentes en el soporte. En el com ercio se consi­ g uen sin d ificu ltad resistencias de repuesto que bas­ ta co n en ro sc ar e n su posición. La eficacia de toda e stu fa elé ctric a depende fundam entalm ente de que e l reflec to r se a b ien brillante. El entretenim iento de e stas e stu fa s se reduce a desenchufar el cable de alim entación, retira r la parrilla y lim piar el reflec­ to r con un a te la suave. O tras e stu fa s e léctricas consisten e n una carcasa de plan c h a m etálica perforada, a través de la cual p uede circ u la r e l a ire sobre la superficie del elem en­ to ca lefactor. A sí, el aire caliente debe ascender, gen e ran d o u n a circulación de aire caliente dentro de la h abitación. L os elem entos calefactores pueden co n sistir e n h ilo resistivo enrollado sobre aisladores cilin d rico s o e m butidos en tiras especiales para ca-

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A rte fa cto s de c o n fo rt térm icos

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El artefacto no produce calor suficiente 1. E l com p o rtam ien to de la e stu fa o radiador se co m p ru e b a m idiendo la potencia que consum e. E n el w attím etro d e b e leerse la p otencia reseña­ d a e n la p laca in dicadora con u n e rro r d e i 5 p or c ien to . 2 . B u sc a r contactos su c io s, flojos o corroídos en la resisten cia y en el cab le de alim entación. Se cam b iarán o lim piarán los c o nductores, orejetas o b o rn es de to m illo defectuosos.

El artefacto no se desconecta al volcar E sto e s señ al de q u e e l interru p to r d e balancín está e n co rto . L im piarlo o reem p lazarlo, según haga falta.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p ren d id o c ontestando a las p reg u n ­ ta s sigu ien tes. 25. ¿ Q u é do s com p o n en tes d eben com probarse cu an d o el a rtefacto no produce calor? 2 6. ¿ Q u é debe co m p ro b arse cu an do un artefacto c ale fa c to r q u em a lo s fusibles o consum e dem a­ siad a corriente? 2 7. ¿Q ué c om ponente se habrá e stropeado cuando u n a e stu fa o rad iad o r no se apaga al volcar?

E n el co m erc io ha y term oventiladores con y sin term ostato de m an d o de tem peratura am biente. Hay term oventiladores d e lujo preparados p ara seleccio­ n a r, m ediante un c o nm utador, diferentes niveles de intensidad c a lo rífica y d otados, adem ás, de un d is­ p o sitivo de d e sconexión qu e suprim e la com ente cu a n d o el a rtefacto se golpea y cae accidentalm en­ te. En el term o v en tilador d e la figura 9-4 el term os­ ta to , e l m otor, la resistencia d e ca ldeo y el interrup­ to r d e balancín está n conectados en serie. C uando los contactos d e l term ostato están cerrados, la resis­ tencia g enera c a lo r y el ventilador g ira, im pulsando e l aire sobre aq u élla y h a cia el exterior. C uando la tem peratura a m biente alcanza el v a lo r p refijado e n e l term ostato, se abren los contactos de éste y el a rtefacto se desc o n ec ta . A lgunos term oventiladores están provistos d e un p ro tector contra recalenta­ m ien to que c o rta e l paso d e corriente por la resis­ ten c ia si se presen ta un a situación d e e se tipo. En a lgunos a rtefactos el botón del term ostato está desconectado (-O FF.) c uando se encuentra todo a la izquierda. T an p ronto c o m ienza a girarse este botón h a cia la d erecha, los contactos del term ostato se c ie­ rran y la resistencia recibe corriente. A sí, el a rtefac­ to seguirá c ald eando hasta q ue se eleve la tem pera­ tura a m biente h a ciendo qu e e l bim etálico se d oble y ab ra los contactos. U na c h im enea elé ctrica n o e s sino un calefactor de am biente de tiro forzado alojado en una carcasa m etálica en form a de chim enea. Su reparación es igual que la d e los term oventiladores.

9 -6 T E R M O V E N T IL A D O R E S O C A L E F A C T O R E S D E T IR O F O R Z A D O Si b ien en el m ercad o c ontinúan presentes los c a le­ fa c to res de tiro natu ral, actualm ente la inm ensa m a­ y o ría d e lo s calefacto res de am biente son de tiro for­ z a d o . E stos calefacto res se com ponen esencialm en­ te d e u n o o m ás elem en to s d e c a ld eo y un ventilador e lé c tric o , c u y a m isió n e s estab lecer una corriente de a ire en tre los e le m en to s y h acerla proseguir hacia u n a zo n a determ in ad a. P o r esta razón, los calefacto­ res de tiro forzado suelen llam arse term oventilad o res.

Fig. 9-4 En los calefactores de tiro forzado se emplea un ventilador p a ra im p u lsar el aire po r encim a de los elementos calefactores. (Cortesía d e S e a n , Roebuck and Co.)

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A rtefactos de c o n fo rt térm icos

Autoexamen

5.

C om p ro b ar e l interruptor d e balancín (si existe); e n c aso necesario, reem plazarlo.

C o m p ro b a r lo apren d id o contestando, a la s p reg u n ­ ta s siguien tes. 2 8 . ¿ D e q u é m odo están conectados el term ostato, el con m u tad o r, el m o to r y la resistencia d e c a l­ d e o e n un term oventilador? 2 9 . ¿Q ué o curre en el term ostato cuando se alcanza la tem peratura p refijada? 3 0 . ¿C uántos elem en to s de caldeo pueden encon­ trarse en un c alefacto r d e tiro forzado?

9 -7

El artefacto da calor, pero el ventilador no funciona 1. C o m probar q u e el m otor no esté trabado. Exa­ m in a r el e ntrehierro por si presenta irregularidad y se h a n m ovido las piezas polares. En caso n e­ ce sario , ajustar o cam biar. Com probar que no h ay a algún cojinete trabado con el eje del rotor; ree m p laz ar o centrar, según el caso. 2. Si e l m otor funciona pero no giran las paletas, com p ro b a r que el núcleo n o esté deteriorado. Si e s n ecesario, se c am biará la hélice com pleta. 3 . V e r si el alineado de los cojinetes es deficiente o si el ju e g o axial es insuficiente. Si es necesario, s u stitu ir o alinear.

R E P A R A C IÓ N D E

T E R M O V E N T IL A D O R E S L a s averías m ás im portantes q u e un especialista p u e d e e n c o n tra re n los term oventiladores son las si­ guientes:

El artefacto no da calor y el ventilador no funciona

El termostato o mando de temperatura está desajustado E n p a so necesario, cam biarlo.

El artefacto hace ruido C om p ro b a r la co ntinuidad del cable de alim enta­ c ió n , term ostato (o m ando de tem peratura), inte­ rru p to r de balancín (si existe ), p rotector co n tra reca­ lentam ien to y todas las conexiones. En algunos ter­ m oventilad o res hay q u e com probar tam bién la con­ tin u id a d d e los elem en to s d e caldeo y el m otor. En c a so necesario , se repondrán los com ponentes d e ­ fectuosos.

El ventilador funciona, pero el artefacto no da calor 1. Com probar las resistencias; si están m al, cam­ biarlas.

2 . C om p ro b ar el conm u tad o r de m ando o term osta­ to; si está m al, cam biarlo. 3. C om p ro b ar el fu sib le (puede h aber uno en el c ir­ cu ito d e c aldeo); si e stá ab ierto, cam biarlo. 4 . C o m p ro b ar la co ntinuidad d e l interruptor p ro ­ tector con tra recalentam iento (si ex iste); re p a ­ rarlo o reem plazarlo, según sea necesario. En ciertos m odelos h ay que reposicionar el pro tec­ to r oprim ien d o un botón.

1. B u scar m aterias extrañas en el alojam iento del ventilador. 2 . C o m p ro b ar q ue el ventilador no se trabe o g o l­ pee los inductores; según k> necesario, volver a ce n trar o sustituir. 3 . B u scar p iezas flojas; a pretarlas según s ea nece­ sario. 4 . V er si el m otor del ventilador hace ruido. Engra­ s a r e l eje del rotor con una capa fina de aceite p a ra m otores SA E-30. Si se utilizan mechas de fieltro o co p as de engrase, se lubricarán siguien­ d o las instrucciones del m anual de asistencia del fabricante.

El artefacto funciona intermitentemente 1. B u scar contactos flojos; apretar o reparar, según el caso. 2 . C o m p ro b a r el term ostato y cam biarlo, en caso necesario. 3. C o m p ro b ar el interruptor, cam biarlo, si e stá es­ tropeado.

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A rtefactos de confort térmicos

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El artefacto no da calor en media y alta, pero trabaja normalmente en baja

E iectrodos

E ste ta llo suele deberse a algún elem ento abierto o u n c o n m u ta d o r defectuoso. En am bos casos, habrá q u e re p o n e r el c om ponente que sea. En aquellos fa llo s e n q ue un c ircu ito funciona norm alm ente y lo s o tro s n o. se con su ltará siem pre el esquem a eléc­ tr ic o q u e o frezca e l m anual de a sistencia, o bien se im a g in a rá la disposición d e l c ircu ito siguiéndolo d e sd e fuera; habitualm ente, así se revelará la porc ió n d e l c ircu ito q ue no trabaja co m o e s debido.

El artefacto no se desconecta al volcar V e rific a r la posición del interruptor respecto al con­ ta c to m ó v il. En la m ay o ría d e ios casos, este últim o d e b e situ arse de m odo q u e incida e n e l centro del ¡n te m ip to r. Si los co ntactos del interruptor están s o ld a d o s o s i, p o r a lg u n a o tra c au sa, hacen c ontac­ to to d o e l tiem p o con el contacto m óvil, hay que s u s titu ir el interruptor.

Autoexamen C o m p r o b a r lo apren d id o co ntestando a tas pregun­ ta s sig u ien tes. 3 1. ¿ Q u " d ebe co m probarse c uando n o funciona el v en tilad o r ni las resistencias? 3 2. ¿ Q u é d ebe co m probarse cu an do funcione el v en tilad o r, p ero n o el elem en to calefactor? 3 3. C u a n d o un term oventilador p roduzca calor p e­ to n o gire el ventilador, ¿qué se com probará?

3 4 . ¿ C u á l es la causa p robable de q ue un term oventila d o r funcione interm itentem ente? 3 5 . ¿ Q u é debe co m probarse cu an do sólo trabaje u n a g am a de calor?

9 -8

V A P O R IZ A D O R E S

En los vaporizadores se aprovecha tam bién el calor q u e genera una resistencia atravesada por una co­ rrien te eléctrica. A hora bie n , e n los artefactos tér­ m ic o s d escritos previam ente se em plean elementos m e tá lic o s, m ientras que e n los vaporizadores, com o m ateria con d u c to ra , se em plea agua. E sta, al igual q u e los m etales, presenta resistencia eléctrica, por lo q u e genera calor. E lé ctricam ente, los vaporizadores constan única­ m ente de un cable d e a lim entación y d a s electrodos m etálicos; algunos están dotados d e un fusible de p ro tec ció n en el circuito. L a línea de alim entación se co n e c ta a los d o s e le ctrodos encerrados en un a lo jam iento contenido e n u n receptáculo plástico, de v idrio o cerám ico. C uando se introduce agua en e l rece p tá cu lo y e l c able de alim entación se enchufa a u n a tom a d e corriente, e l circuito se cierra y a trav é s del agua pasa corriente. El agua e s un c o n ­ d u c to r bastante b ueno, pero p resenta cierta resisten­ c ia y p o r e llo g enera calor. C uan d o e l ag u a c o m ien za a h ervir, e l vapor resul­ tan te e sca p a p o r un p equeño o rificio existente en la p a rte superior del vaporizador. La cerniente eléctri­ c a prosigue e n tanto h ay a ag u a en e l receptáculo. C u a n d o toda el agua haya desaparecido por ebulli­ c ió n , no q uedará sustancia conductora, por lo que el vap o riza d o r d ejará d e funcionar por sí mismo. L o s únicos fallos qu e presentan los vaporizadores s o n un cable d e alim entación abierto y unos electro­ d o s en m al e stado. A v eces, al ag u a se añaden m edi­ c am en to s y sales, cuyos residuos es frecuente que recubran los electrodos con una c a p a aisladora, re ­ d u c ie n d o la intensidad d e la corriente. A su vez, e s to reduce la can tid a d de vapor producido, y su velo cid ad d e producción. En algunas localidades, se form an tam bién depósitos m inerales e n los elec­ tro d o s a causa d e los productos quím icos que con­ tien e e l agua. M uchas veces, tales residuos pueden p ro d u cir cortos e n e l c ircuito. T engase presente que cu a n to m ás cercanos estén entre e llo s los electro­ d o s, tan to m ayor será la intensidad d e corriente y m ás rápido hervirá el agua. C u a n d o los electrodos se d e terioran hay qu e su stituir todo e l alojamiento de lo s m ism os. Para m antener un vaporizador traba­ ja n d o a su m áxim o rendim iento, h ay que lim piar los e le ctro d o s raspando los recubrim ientos hasta dejar al desc u b ie rto m etal desnudo y brillante.

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A rtefactos de co n fo rt térmicos

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c o n d u c to r, y no elem en to s m etálicos. 10. P a ra c e rrar el c ircu ito eléctrico d e un vaporiza­ d o r, e n el a g u a de éste se introducen dos electrodos. E stos d e b e n lim piarse periódicam ente para asegurar

el funcionam iento del circuito. 11. L o s distribuidores de crem a d e afeitar pueden ca ld c ar la e spum a en 45-60 segundos. Estos artefac­ to s n o son reparables.

Cuestionario de repaso L o s p re g u n ta s sig u ien tes p e rm ite n com probar lo aprendido en este capitulo. D ete rm in a r s i cada u na d e las afirm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respu esta s en u n p a p e l aparte. 1. L o s circu ito s d e las m antas y alm ohadillas eléctricas son parecidos. 2 . L a m isió n de u na m a n ta eléctrica es reponer el c alo r perdido por el cuerpo. 3 . E n las m antas elé ctrica s se enciende el indicador de neón del term ostato cu a n d o p asa c o rriente p o r las resistencias de caldeo. 4 . L a m a y o ría d e las m antas e léctricas d e m odelo reciente sólo poseen circuito cap tad o r. 5 . L os b ultos q ue se p e rciben en las m antas eléctricas son term ostatos de p rotec­ ció n . 6 . L as resistencias de c ald eo de las m antas e léctricas son sustituibles. 7 . A c o n secu en cia d e un efe cto c apacitivo, en una m anta eléctrica pueden re c i­ b irse sacudidas. 8 . P ara red u cir el h o rm igueo, se invierte el cable de alim entación. 9 . P uede lim piarse la su c ied a d d e los contactos de un termostato. 10. C u an d o se hacen tra b ajar las resistencias de 2 0 y d e 4 0 w att de u na alm ohadi­ lla e lé c tric a , la p o te n cia total es d e 6 0 watt. 11. L a p o te n c ia c o n su m ida registrada con un w attí m etro d ebe encontrarse dentro del t 20% del v a lo r n om inal reseñado e n la placa indicadora. 12. L os d o s tipos d e c alefactores e léctricos p ortátiles son el term oventilador y el d e tiro forzado. 13. En las e stu fas e lé c tricas s e utiliza un reflector m etálico cóncavo para repartir el calor. 14. En to d o s los c a lefactores eléctricos se encuentran interruptores de balancin. 15. E n los radiadores eléctricos se em plea un hilo resistivo en ro llad o sobre una b ase cerám ica. 16. E l ag u a e s el liquido usado en los radiadores eléctricos. 17. L os term oven tilad ores p o seen un m otor en serie con la resistencia y el inte­ rru p to r d e balancín.

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Artefactos de co nfort térmicos 18. U na ch im en ea eléctrica e s un calefactor d e tiro natural. 19. L os vaporizadores poseen un e lem ento de c aldeo resistivo. 2 0. E n lo s vaporizadores la su stancia conductora e s agua. 2 1. P o r c u lp a de las im p u rezas del agua, hay que lim piar periódicam ente los e le ctro d o s de los vaporizadores. 2 2. L o s d istribuidores de crem a de afeitar caldean la espum a en m enos de un m in u to . 23. L o s distribuidores de crem a de afeitar son reparables.

Respuestas a los autoexámenes de este capitulo 1. De la resistencia de caldeo y un interruptor (muchas ve­ ces combinados con un ter­ mostato). 2. Reaccionando trente a la di­ ferencia entre la temperatu­ ra fijada en el mando y la ambiente. 3. En torno al termostato se enrolla una pequeña resis­ tencia y se conecta en serie con la de caldeo. 4. Un imán. 5. No. 6 . En el termostato se produci­ rían chispas y los contactos se cerrarían mal. 7. No. 8 . No. 9. Un interruptor térmico bi­ metálico. 10. Al efecto capacitivo entre el cuerpo humano y los con­ ductores de la manta. 11. Inviniendo el enchufe o los enchufes. 12. Suciedad en los contactos del termostato, defectos en la caja de mando, cables de alimentación en mal estado. 13. No. 14. No.

15. Las resistencias, el termos­ tato de protección, el cable de alimentación y la caja de mando. 16. En serie. 17. No, está en serie con la red antes del termostato y per­ manece encendido mien­ tras la almohadilla esté en­ chufada. 18. Un termopar. 19. De tiro natural y de tiro for­ zado. 20. En los de tiro natural se em­ plea un reflector: en los de tiro forzado, un ventilador. 21. Anticongelante perma­ nente. 22. Hilo resistivo enrollado en torno a un núcleo cerámico, o embutido en una banda o barra. 23. De balancín. 24. Sumergido. 25. La resistencia y el interrup­ tor de balancín. 26. Debe comprobarse que no haya cortos en la resistencia de caldeo y el cable de ali­ mentación. y entre los con­ ductores y la carcasa metá­ lica.

27. El interruptor de balancín. 28. En serie. 29. Se abren los contactos y el termo ventilador se para. 30. Uno o más. 31. La continuidad. 32. El elemento de caldeo, el conmutador y el termostato. M irar si se ha quemado el fusible del circuito de cal­ deo. 33. El motor, por si estuviera trabado o tuviera algún coji­ nete desalineado. 34. Contactos flojos o termos­ tato estropeado. 35. El termostato, el conmuta­ dor y los elementos. 36. Sí. 37. De un cable de alimenta­ ción, dos electrodos metáli­ cos y un interruptor de ba­ lancín. 38. Cable de alimentación abierto o electrodos dete­ riorados. 39. Para eliminar escamas e im­ purezas que limiten el paso de la corriente eléctrica. 40. 45-60 segundos. 41. No. su circuito eléctrico es intrincado y está sellado.

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Ollas, cacerolas y o tro s utensilios con resistencias

160 ap ag a y sigue así hasta q ue vuelven a cerrarse los co n tacto s. O se a , la lám para señala cu an d o pasa co rrie n te p o r la resisten cia, pues está en se rie con ella . E n casi todos esto s electro d o m ésticos, la resis­ te n c ia e stá integrada e n la p arte d e c o cin ar d el a rte­ fa c to y n o e s accesible p ara reparación; p o r tanto, cu a n d o surja c u alq u ier fallo e n la resistencia, d eb e­ rá c a m b iarse la parte p rincipal com pleta del artefac­ to , o p o r lo m enos su base.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contesta n d o a las p re g u n ­ ta s sigu ien tes. 1. ¿ Q u é com p o n en tes p u eden reponerse en los electro d o m éstico s culin ario s d e resistencia inte­ g ra d a ? 2 . ¿Q u é com ponente e s irreparable? 3. ¿Q u é sucede en el c ircu ito calefactor cuando se a b re n lo s contactos del term ostato? 4 . En la fig u ra 1 0 -1. ¿está la lám para e n serie o en p a ra le lo con la resistencia?

1 0 -2

M ANDOS DE CALOR

u no d e los cuales tiene un coeficiente d e dilatación térm ica elevado y el otro lo tiene reducido. Tan p ro n to reciben c alo r, las d o s tiras se deform an a velocidades d istin tas, h aciendo que la lám ina se do­ b le h acia e l lado d e m enor coeficiente d e dilatación (fig . 10-2). C u a n d o e l c alo r d esaparece, la lámina re to m a a su p o sición norm al. La m ayoría de los term ostatos de los e lectrodom ésticos pequeños tie­ nen u n lim ite sup erio r (la tem peratura de apertura de los contactos) y u n lím ite inferior (la tem peratura de c ierre de los contactos). En los term ostatos fijos, la lám ina bim etálica tie­ ne generalm ente unido directam ente a ella uno de los contactos d el interruptor. E n los ajustables, la lám ina b im etálica suele ser únicam ente u n brazo actu a d o r, c o n lo q u e la lám ina e s independiente del circu ito eléctrico, elim inándose así el calentam ien­ to q u e sufriría si la atravesase la c orriente. N o obs­ tan te, en lo q u e respecta al diseño de algunos ter­ m ostatos, ésto co nstituye u na c aracterística d e pro­ te cc ió n , ya q u e u n a corriente excesiva p o dría h acer qu e se abrieran. L a tem peratura d e funcionam iento d e los p eque­ ños electrodom ésticos generadores de c alo r gober­ nados por term ostato se hace variar cam biando la d istancia qu e d eb e re co rre r la lám ina b im etálica pa­ ra a b rir o c errar un p ar de contactos. M uchos ter­ m ostatos ajustables tienen dos reglajes: uno que p erm ite al usuario a justar la tem peratura d e funcio­ nam iento v erdadera (suele se r un d ispositivo de tor­ nillo) y o tro q u e perm ite al reparador po n e r la tem ­ p eratu ra d e funcionam iento acorde co n la escala

T E R M O S T Á T IC O S

T erm ostatos

P rácticam en te todos los electrodom ésticos culina­ rio s d o ta d o s de resisten cia de calentam iento requieren ta m b ién un term o stato de uno u otro tipo; éste p u e d e s e r fijo o ajustab le. Los term ostatos fijos sir­ v en p a ra m antener la tem peratura a un valor d e ter­ m in ad o y a ctúan c o m o d ispositivos protectores para e l c a s o e n q u e , p o r alg u n a c ausa, el a rtefacto se c a ­ liente e n ex ceso . L os term ostatos ajustables facili­ tan al usu ario un proced im ien to para gobernar la tem peratura. U n term o stato n o e s sino un interruptor m andado p o r c alo r. T o d o s los q u e se em plean en los e le ctro ­ d o m éstico s p eq ueños so n del tipo bim etálico, cuya p ie z a fundam ental e s u na lám ina bim etálica. E sta se c o m p o n e d e d o s tiras d e sendos m etales d iferentes,

Fig. 10-2 tan.

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Las hojas bimetálicas se doblan c uando se calien­


O llas, cacerolas y o tro s utensilios co n resistencias ex iste n te e n el b o tó n de m ando del artefacto (fig. 1 0 -3). Este últim o ajuste se realiza en fábrica y no d e b e cam b iarse, sa lv o q ue sepam os con c erteza a b ­ so lu ta que se h a d escalibrado. El to rnillo d e reglaje p a ra e l rep arad o r e stá casi siem pre ocu lto y , p ara lo c aliz arlo , hay que desarm ar parcialm ente el a rte­ fa c to . Por e jem p lo , e n las cafeteras eléctricas, n o r­ m a lm en te hay q u e d esm o n tar el fo n d o , pero a veces e s p o sib le acceder al segundo reglaje a través d e un o rific io e x isten te a tal fin , o a través del cen tro del e je d e m ando, u n a v ez retirado e l b o tó n de m ando. P o r regla g eneral, si se d esea una tem peratura m áxi­ m a m ás alta, ha d e girarse el tom illo d e reglaje de m o d o que los co n tacto s del term ostato se acerquen (o s e alejen del b ra z o actuador b im etálico). Si la te m peratu ra m ín im a h a de ser m enor, los contactos se ajustan d e m o d o q u e sea m enor la tensión sobre las puntas de los m ism o s, o de m o d o que se acer­ q u e n al brazo a c tu ad o r bim etálico.

161

A ccionando e l b otón d e m ando, el usuario puede a ju sta r e l c alo r d e l electrodom éstico sólo d e ntro de lím ites especificados. O sea , mediante un enlace m ecánico que p arte del botón de m ando del u suario, é ste p u ede hacer v a ria r la distancia entre la lám ina b im etálica d el term ostato y los contactos eléctricos correspondientes. A sí n o se determ ina la intensidad d e la corriente q u e penetra e n e l a rtefacto, sin o q ue h a bitualm ente se regulan los c ic k » de m a r c h a PARADA del m ism o. P o r ejem plo, una plancha elé c­ tric a para ropa p uede tener una resistencia d e 1200 w att, pero si el m ando d e calor se gradúa e n b a ja, p uede que el term ostato la ponga en circuito sólo d u ra n te e l 15 por c iento d e l tiem po, tras el periodo d e calentam iento inicial. Para la g raduación de ca­ lo r a lta , la resistencia puede perm anecer en circuito hasta el 8 0 por c iento del tiem po.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p rendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 5. ¿C uáles son los d o s tipos d e term ostatos? 6 . ¿C uál e s la p ieza fundam ental d e un term ostato? 7. ¿P uede caü b a rse un term ostato tras salir d e la fá ­ brica? 8 . ¿C uántos reglajes p ueden encontrarse en un ter­ m ostato?

Ei« 9*1mando

9 . ¿A ctúan los term ostatos lim itando la intensidad q u e atraviesa la resistencia de calentam iento, o bien regulando el tiem po q ue ésta actúa?

1 0 -3

R E P A R A C IÓ N D E

TERM O STA TO S

U>) Fig. 10-3 Dos tipos de term ostatos ajustaWes: {ai bimetáli­ co de a rm adura abierta, y \r>) de plancha eléctrica.

R ara v ez la lám ina b im etálica de un term ostato será c a u sa d e u n fallo. M uchísim o m ás frecuente e s que e l fallo aparezca porque los contactos se piquen u o x id en p o r uso repetido. R ecuérdese que los ter­ m o sta to s, tal com o se em plean en los electrodom és­ tic o s p equeños, son interruptores que conectan y d esco n ectan el artefacto c uando é ste se enfria o c a ­ lien ta respectivam ente. T odo interruptor, tras h a­ b e rse abierto y c errado m illares d e veces, intercep-

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias tan d o u n a c o m e n te intensa, acab a ensuciándose a l­

T erm opares

Term óm etros d e m ercurio

g o ; lo m ism o le o cu rre a los term ostatos. Cada vez q u e se ab ren los contacto s, se origina un pequeño a rc o q u e d e ja un depósito de ó xid o sobre su superfi­ c ie . T ra s v arios centenares de h oras d e funcionam ie n to , e n los co ntactos p u ede g en erarse u na resis­ te n c ia m u y e levada con el consiguiente aum ento de c a lo r, lo q u e , a su vez, cre a m ás oxidación y un a u m e n to d e resistencia aún m ás elevado. Finalm en­ te , e se ó x id o crece hasta un punto en q u e los contac­ to s n o c ierran circu ito , lo que puede ocurrir aun c u a n d o p arezcan h acer contacto. L a p o rq u ería y suciedad de los contactos puede e lim in a rse ro ciándolos con u n p oco de lim piaconta c to s e n aerosol, o lim piándolos con un trozo de alg o d ó n em p ap ad o e n alcohol isopropílico o u n dis o lv e n te sim ilar. Si los c o ntactos están cubiertos de . .. . . . . . . . . .___ o x id o o picad o s, podran lim piarse a veces introdu­ cie n d o e n tre ellos un trozo de lija fina, uniéndolos co n lo s d edos y tirando luego del papel d e lija. Esta o p e ra c ió n se repetirá hasta q ue las superficies de los co n ta c to s q u ed en lim pias y b rillan tes, en c uyo m o­ m e n to se finalizará la tarea introduciendo varias ve­ c e s u n tro z o de cartulina (del g ru eso d e una tarjeta p o sta l) e n tre los contactos. L a cartu lina e s lo bastan­ te a b ra s iv a p ara d a r a la su perficie m etálica al puli­ d o ju s ta m e n te necesario. En la m ay o ría de los c a so s, no com pensa lim piar u n o s c o n ta c to s d e term ostato gravem ente picados o q u e m a d o s. Lo m ejor suele ser reem plazar un ter­ m o sta to e stro p ead o p o r uno d e repuesto exactam en­ te ig u al. D e hecho, gran núm ero d e los term ostatos d e lo s p eq u eñ o s electrodom ésticos actuales están h e rm éticam en te en cerrados en alojam ientos de p lá stic o y n o so n reparables. D ad a la gran v ariedad de tipos d e term ostato, c u a n d o sea necesario recalibrar alg uno, no deben p a sa rse p o r alto las instrucciones del fabricante, las c u a le s se seguirán ex actam ente. P ero antes de llegar a la c o n clu sió n d e q ue e s p reciso ajustarlo o susti­ tu irlo . h ab rá q ue asegurarse d e que los dem ás com ­ p o n e n te s d e l aparato se en cuentran en perfectas con­ d ic io n e s de servicio, y de q u e se han seguido las in stru c c io n e s d e utilización. U na vez com probado q u e e s p recisam en te el term ostato lo que está averia­ d o , se e stu d iará el m anual de asistencia del fabri­ c a n te corresp o n d ien te a la m arca d e qu e se trate; y se se g u irán las instrucciones cuidadosam ente.

S i la tem peratura del artefacto e s dem asiado alta o b a ja p ara c o cin ar adecuadam ente en la graduación del term o stato o sonda térm ica recom endada, se em p le ará u n term óm etro p a ra com probar la tem pe­ ratu ra en d ich a graduación. Para ello puede em ­ ple arse un term opar o un term óm etro de liquido, qu e será m a s barato. Si se em plea un term opar, la un ió n , qu e es e l elem ento ca p tador, se colocará en el fo n d o del recipiente, llevando los conductores a lo larg o d el p erím etro d e a quél hasta e l instrum ento indicador. Si se em plea term óm etro, é ste se coloca­ rá e n e l fondo del recipiente con la escala hacia arrib a; si el e lectrodom éstico tiene tapadera, ésta se d e ja rá pu esta , salvo cuando se lea el term óm etro. P ara com probar artefactos com o cazos, que tra­ b ajan siem pre con algún líquido d e n tro , se em plea gen e ralm e n te un term óm etro d e m ercurio sum ergi­ b le d iseñ ad o e specialm ente p ara e m plear con líqui­ d o s c alientes. Para com p ro b a r la tem peratura de las ca zu e la s e léctricas, y otros aparatos que presentan sup erficies liquidas p oco profundas, suelen em ­ ple arse term opares. Un term o p ar e s un dispositivo co n stru id o co n dos m etales diferentes y conectado a un instrum ento de m edida; éste no necesita inm er­ sió n co m o el term óm etro. E n to d as las p ruebas d e tem peratura hay que ase­ g u ra rse d e q ue el artefacto realiza entre tres y cinco ciclo s (un c iclo e s u n a a pertura del term ostato con su correspondiente cierre) antes d e leer la tem pera­ tu ra . co n e l fin de e star seguros de que e n su interior la tem p eratu ra se ha uniform ado. P o r ejem plo, la te m p era tu ra puede resultar a lta si se tom a cerca de la resisten c ia , pero puede qu e el elem ento captador (tira b im etálica) del term ostato se encuentre lejos de la resisten c ia y su fun cio n am ien to correcto puede d e p en d er d e la conducción del c alo r a través del m etal y d el aire. E ntonces, si dejam os que el arte­ fac to realice v arios ciclos, n o s aseguram os de que el te rm o stato trabaja e n condiciones norm ales. E n la m ayoría de los electrodom ésticos culinarios co n e lem en to s d e m ando integrados, para ajustar el m a n d o de tem peratura se g ira el b otón hasta la posi­ ció n p a r a d a (-OFF-), se a flo ja e l to m illo de ajuste y se separa el botón de su e je . L uego se gira e l eje h a sta q u e se e ncienda la lám para testigo. Entonces, co n e l e je en e sa posición, vuelve a colocarse el b o tó n c o n el indicador sobre la posición m ás baja de la e sc ala. Seguidam ente, se pone el term óm etro en e l c e n tro d el e lectrodom éstico, se cierra la tapa y se

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias

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d e la resistencia c o n un ó h m etro y , si se encuentra a b ierto o en co rto , s e rep arará. Si la resistencia tiene co n tin u id a d , se co m p ro b a rá n los contactos del ter­ m o stato ; pueden e sta r sucios o picados y no hacer b u en co n tacto . A veces podrán lim piarse los contac­ to s y , e n o tro s c a so s, h a b rá q ue cam biarlos. E l ó h m etro p u ed e se rv ir para algo m ás que para d e te rm in a r e l esta d o d e co ntinuidad. Por ejem plo, si la re siste n c ia d e u n a p lan ch a para ropa d e 8 00 watt e s d e l o rd e n de 63 o h m , podem os aplicar la ley de O h m , R = V*/W. p ara en co n trar que la resistencia d eb e ser . 220 x 220 .

4 8 400 800

C o m o la lectura de 6 3 o hm cae dentro de lo s límites d e l 10% d e erro r e sp erab ic en un óhm etro, no hay rie sg o en su p o n er qu e la resistencia e stá en buen estado. O tra m edida a rea liza r e s una lectura entre uno de los bornes d e la resistencia y la c arcasa d el electro­ d o m éstico. E ntre a m bos no debe e x istir contacto alguno; d e o tro m o d o , de b e obtenerse una indica­ ción d e in fin ito , o de c ircuito abierto. A sí. si ese circu ito d a u n a lectura d e 2 0 ohm . e llo indicará que la resistencia e stá a m asa. D esde luego, un c o ito o m asa interiores d e la resistencia p uede h acer que el fusible se q u em e, c re ar peligro de sacudida eléctrica o h acer q ue la plancha se recaliente o consum a d e­ m asiado.

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O llas, cacerolas y otro s utensilios con resistencias O tra p rueba recom endable e s m ed ir la intensidad d e corrien te. S u p ongam os que e l circuito consum e 3 ,5 am pere. C o n o cien d o la resistencia del artefacto p o d e m o s determ in ar la intensidad m ediante la ley d e O h m , / = V IR. S i la resisten cia e s de 6 0 .5 o hm ,

i

220

I = ¿ q - 5 = 3 ,6 am pere E ste valor se e n cu en tra tam bién dentro del 10% de e rro r del instrum ento, p o r lo q u e a este respecto p o d e m o s consid erar q ue todo se encuentra p erfecta­ m e n te . A dem ás, co m o la resistencia ha resultado lig eram en te alta (63 e n v ez de 6 0 ,5 ). cabe esperar q u e la intensidad de corriente sea un poco m enor. D ic h o sea de p a so , si el consum o de corriente es e le v a d o pero la tem p eratu ra es baja, lo m ás proba­ b le e s que la resisten cia se encuentre parcialm ente cortocircu itad a.

n o e s igual a la sum a d e las potencias nom inales por sep a rad o . E n los electrodom ésticos pequeños que trabajen a base de resistencias g eneradoras de calor, la poten c ia nom inal se establece generalm ente se­ g ún la potencia qu e consum en cuando se conectan a 2 2 0 V. L a localización de averías e n resistencias conec­ ta d as e n serie e s casi igual al caso de los circuitos de re sisten c ia única. D esde luego, al com probar la c o n tin u id ad , deb e rá com probarse cada resistencia s i las pruebas m uestran que no hay c ontinuidad e n ­ tre los term inales. Si e l calentam iento es irregular, la cau sa será generalm ente un corto en alguna de las resisten c ias. Para com probarlo, se mide la tensión en c a d a resistencia aplicando la totalidad de la ten­ sió n d e la red. Si una de las resistencias está en c o rto , e l voltím etro indicará cero o un valor m uy b a jo .

A verías de las resistencias conectadas en serie

Averías en las resistencias conectadas en paralelo

E n este tipo de c ircu ito h ay dos o m ás resistencias c onectadas en serie, atravesadas p o r la m ism a co­ rrie n te , que es la m ism a que atraviesa el circuito. La p o te n c ia que co nsum e ca d a resistencia e s igual a la c a íd a de tensión e n e lla m ultiplicada p o r la intensi­ d a d d e la c o m e n te q u e atraviesa el c ircuito. E l term ostato p uede e star conectado en serie con to d a s las resistencias o en p aralelo con u na o m ás de e lla s. Cuando el term ostato o el conm utador esté en se rie con todas e lla s, al abrirse interrum pirá el paso d e co m e n te p o r tod as ellas. Pero cuando esté en p a ra le lo con u na d e las resistencias, al cerrarse corto circuitará p o r com p leto d icha resistencia. En tales co n d icion es, e l c ircu ito e s sim ilar a uno de resisten­ c ia única. Si la resistencia n° 1, p o r ejem plo, e s un elem en to de 5 0 0 w a tt, el artefacto consum irá 500 w a tt, cuando lo s co n tacto s de term ostato están ce­ rra d o s, y de la red to m ará una c o m e n te d e 2 ,3 am ­ p e re aproxim adam ente. Pero cuando se abran los con tac to s del term ostato o conm utador y la resisten­ c ia n ° 2 entre en c ircu ito , am bas estarán en serie. E n tonces habrá aum en tad o la resistencia total del circ u ito y dism in u irá la potencia y , en este caso, las d o s resistencias de 5 0 0 w att en serie producirán sólo 2 5 0 w att. E s m uy im portante ten er presente q ue la potencia no m in a l total, q ue aparece en la placa indicadora.

En lo s circuitos d e algunos electrodom ésticos p e ­ q u e ñ o s las resistencias aparecen (en núm ero d e dos o m á s) conectadas en paralelo. En estos casos, la co rrie n te se separa en trayectos distintos para atra­ v e sa r las distintas resistencias. La intensidad de la co rrie n te que atraviesa cada un a d e ellas e s igual a su p o tencia nom inal d ividida por la tensión d e la red. L a tensión e n cada resistencia de un circuito en p a ralelo e s igual a la tensión de la red; por ello, su ele n prescribirse p ara 22 0 /2 3 0 volt. La potencia q u e c on su m a el artefacto será igual a la sum a d e las p o ten c ia s consum idas p o r cada una d e las resisten­ c ias d e l circuito. Se tendrá presente que el valor no m in al reseñado en la placa indicadora e s única­ m en te la potencia consum ida m áxim a. P or ejem plo, un a parrilla cazuela de 1500 w att nom ínales puede c o n su m ir 1000 w att en BAJA, 1350 w att en MEDIA y 1500 w att e n ALTA. Pero en la placa indicadora a p are ce rá sólo el valo r m áxim o d e 1500 w att. E l co n m utador d e m ando y /o el term ostato suele c o n ec ta rse en serie con alguna de las resistencias. H ay c asos, com o el d e la parrilla cazuela m enciona­ d a , e n q u e d icho conm utador p uede gobernar d os o m ás resistencias. E ntonces, cuando el conm utador o el term ostato esté abierto, por esas resistencias no p a sará corriente. C uando se com pruebe la continui-

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O llas, cacerolas y o tro s utensilios co n resistencias d a d d e agua d e term in ad a e n la batea de fondo, la p a la n c a de m an d o se p on e en la posición MARCHA ( « O N » ) , C on esto se c ierran los contactos de m ando, q u e se m antienen así m erced a un im án q ue sostiene la pla ca de su je c ió n , q u e e s de aleación especial. C u a n d o el ag u a se co n su m e o e v a p o ra , la placa d e su je c ió n pierde sus cu alidades m agnéticas y libera al im án , con lo q u e el m ando abre lo s contactos, retro ced ien d o de g o lp e a la posición de p a r a d a ( « O F F » ) y h aciendo s o n a r una cam pana. A lgunos fallos m u y corrientes so n los q u e si­ g u en .

El artefacto no permanece en marcha L a ca u sa d el fallo p u ed e estar e n un im án su cio , o q u e ha y a perdido m agnetism o, o espacio inadecua­ d o p ara los m ovim ien to s del m ando.

Falta de contacto eléctrico C o m p ro b a r q u e n o se h ayan d eform ado las lám inas d e l m ando, o q u e e n e lla s n o haya corrosión o cu a l­ q u ie r recubrim iento n o conductor.

El mando se traba C om p ro b a r que la p laca d e fondo n o se haya d o b la­ do.

1 0 -6 P U C H E R O S D e todas las o llas, las m ás conocidas son las lentas, g e n eralm ente co n o cid as com o pucheros (fig. 10-6). Pucheros G en eralm ente se construyen de loza, p o r lo que deben m anejarse co n cuidado, ya que s e rom pen al ca er. E n estos a rtefactos se h a puesto al d ía e l proce­ dim ie n to trad icional d e cocción lenta d e m odo q ue e l c a lo r d e ba ja p o te n cia (70-80 w att en b a j a y 140-160 w att e n ALTA) proceda no sólo d el fondo, s in o tam bién d e los lados. Los pucheros e stán dotados de d os graduaciones d e c a lo r alta y b aja. L as h ay provistas de conm uta­ d o r autom ático q u e pasa el calor de alto a b ajo. En am bos tipos el c a lo r e stá gobernado por un interrup­ to r term ostático q u e perm ite el paso del calor por esp irales de c ald eo incrustadas en la loza. Sobre é sta no se em p leará n nunca productos lim piadores Productos abrasivos; para e lla ex iste un quitam anchas espe- ,imPíador88 c ia l. Se leerán c o n atención las instrucciones, pues a ras,vos la m ayoría de estos artefactos no deben sum ergirse e n agua. L as tem peraturas extrem as son perjudicia­ les p ara los p u cheros; o se a. no hay que introducir alim entos co n g elad o s en un recipiente precalentad o , y éste se dejará enfriar antes de lavarlo y no se

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p re n d id o contestando las pregu n ta s siguientes. 2 6 . ¿Fun cio n aría sin agua una o lla de tipo c o m e n ­ te? 2 7 . ¿Q ué sucede cu a n d o el agua se ev ap o ra por com pleto? 2 8 . ¿F uncionaría u n a o lla con el im án recubierto o sucio? 2 9 . ¿Estaría en c e n d id a la lám para d el circuito d e la figura 10-5 al e star cerrado el m ando?

,

Resístenos

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Fig. 10-5

Fsquem a eléctrico de ui

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Fig. 10-6 Los p ucheros ton d e reparación fácil dispositivos relativam ente sencillos. (Cortesía de I Beach/Scovill.)

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias e m p le a rá co m o receptáculo p ara g u ardar com ida en la n evera. L a reparació n de p u cheros e s m u y fácil, pues lo m á s q u e p uede pasarle es que se q u em e la resisten­ c ia d e calen tam ien to o se estropee el c onm utador de m a n d o , o b ien que se deteriore el ca b le de alim enta­ c ió n . Se b u scarán c ircuitos a biertos, cortos y masas e n el a rtefacto y , u na vez d eterm inado el fallo, se to m a rá n las m edidas o p ortunas. En general, si las resiste n c ia s están estropeadas (la d e A LTA, b a j a , o a m b a s) d eb erá reponerse todo el co njunto del fon­ d o , ya q u e dich as resistencias suelen esta r integra­ d a s en el puchero.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a prendido contesta n do a las p regun­ ta s sigu ien tes. 30 . ¿C u áles so n los lím ites d e la potencia en baja de un p uchero? 31 . ¿C u áles son los lím ites de la potencia en alta de un p uchero? 32 . ¿ Q u é tip o de con m u tad o r se u tiliza?

Fig. 10-7 L as cazuelas y sartenes eléctricas están más ex­ puestas a la hum edad que otros artefactos culinarios. (Corte­ sía d e H am ilton Beach/Scovill.)

o tro s artefactos culinarios resistivos, la m ayoría de sus averías son m ecánicas y en ellas intervienen el term ostato y los m ecanism os de m ando. En los fa­ llo s eléctricos suele intervenir el c able d e alim enta­ ció n . E n la figura 10-8 se representa el despiece del m a n d o d e u n a sartén o cazuela. A lgunos d e los fallos m ás c aracterísticos son los siguientes.

El artefacto no se calienta, o no se calienta suficientemente

33 . ¿P u ed en sum ergirse en agua los pucheros? 34 . A dem ás d e que se q uem e u na resistencia, ¿qué o tra s averías pueden darse? 35 . ¿ Q u é com ponente debe reponerse cuando se estro p ean las resistencias?

S u causa puede ser una resistencia e n mal estado, ca b le de alim entación interrum pido, conexiones flojas, contactos en m al e stado o sucios y un term os­ ta to d e m ando estropeado.

La cazuela no se para automáticamente, o se recalienta

1 0 -7 C A Z U E L A S , S A R T E N E S Y P L A N C H A S D E C O C IN A L a re siste n c ia d e c alentam iento de cazuelas y sarte­ n es se funde form ando p arte d el artefacto; o sea, es u n c o n ju n to sellado. E llo se hace así para que el re c ip ie n te p ueda sum ergirse e n agua al lavarlo (fig. 10*7). E l disp o sitiv o de m ando e s de tipo enchufab le , o cla v ija h erm ética que se retira p ara lavar. Las ún ic a s piezas reparables son ésta y e l cordón de alim en tació n . En las sartenes n o so n sustituibles las resiste n c ia s de calentam iento. C o m o las sartenes se utilizan m ás a m enudo que

E ste fallo puede deberse a que los contactos se ha­ y a n u nido (p o r fusión) o a que el term ostato necesita reglaje.

La lámpara de neón no se enciende, pero la cazuela se calienta C o m p ro b ar el estado de la lám para y si hay alguna resiste n cia en corto. En determ inados m odelos, al su stitu ir u n a resistencia, deb e recubrirse ésta y sus co n exiones con un barniz aislador especial, que p u ede adquirirse en todos lo s establecim ientos de venta d e electrodom ésticos y cu y o objeto es hacer esta n ca s al ag u a las conexiones.

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O llas, cacerolas y o tro s utensilios c on resistencias

Fig. 10-8 Despiece de un m ando de clavija de una sartén o p la n ch a de cocina de tipo corriente.

A u to e x a m e n

La temperatura es demasiado alta o demasiado baja

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p reg u n ­ ta s siguientes.

C o n u n term o p ar o term óm etro se com probará la te m p e ratu ra , tal c o m o se h a descrito an tes. V olver a re g la r e l term o stato , según sea necesario. L a constitu ció n d e las planchas d e c o cin a eléctri­ c a s es m u y parecid a a la de las c azu elas. L as p lan­ ch a s poseen u na superficie grande y p lan a, m ientras q u e las cazu elas so n m ás pequeñas y están dotadas d e p a redes laterales. P o r su co n stitu ció n y funcionam iento los cazos elé c tric o s son sim ilares a las cazu elas eléctricas. A m b o s son electro d o m éstico s de m an d o term ostánc o , y am bos están p ro v isto s de resistencias de calen­ ta m ien to fundidas o sold ad as al fo n d o . L a única d ife re n c ia im portante e s la form a d e la v asija. Eléc­ tric a y m ecán icam en te, la m ayoría de lo s cazos eléc­ tric o s m odernos tien en lo s m ism os fallos que las cazuelas.

36. L as resistencias de calentam iento de la m ayo­ ría d e cazuelas y planchas d e cocina, ¿son e le ­ m entos sellados? 37. ¿C u áles son los dos com ponentes reparables de una cazuela? 3 8 . ¿D ónde puede esiar la avería en una cazuela

qu e no da calor? 3 9 . ¿D ónde debe buscarse cuando una cazuela no se detiene autom áticam ente y quem a la co­ m ida? 4 0 . ¿P o r qu é e n las c onexiones d e la resistencia de un a c lav ija se c oloca barniz aislador? 4 1 . ¿C uáles son dos a rtefactos c u linarios resistivos cuyo funcionam iento e s sim ilar al de una ca­ zuela?

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias

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Interruptor de parada

Autoexam en

F R E ID O R A S

L a s freid o ras, q u e sirven p ara freír p ollo, pescado, p a ta ta s, aros de c eb o lla, buñuelos y otros alim en­ to s , so n sim ilares a las cazuelas, salvo en que el c a lo r suele sum in istrarlo p o r los lados y no por el fo n d o (fig. 10-9). L as quejas m ás frecuentes relativas a estos arte­ facto s se refieren a q ue no funcionan, o a que su te m p eratu ra es dem asiad o alta o dem asiado baja. La prim e ra operació n al lo calizar la a vería d e u n a frei­ d o ra que no funcione e s co m probar el cable de ali­ m en tació n . C o m o la m ayoría de los m odelos tienen lá m p ara testigo, se com p ro b ará ésta conectando la fre id o ra a u na to m a de corriente. E ntonces, si la lá m p ara no se e n cien d e, e s que en la freidora hay a lg u n a interrupción o que la propia lám para está fu n d ida. En c u alq u ier c aso , habrá que desarm ar el artefacto para en c o n tra r la avería. El dispo sitiv o de m an d o o term ostato está inte­ g ra d o e n el electro d o m éstico ; y no e s un elem ento independiente de q u ita y pon, com o en cazuelas y p lanchas de co cin a. Para efectuar las reparaciones e lé c tric a s y m ecánicas m ás c o rrientes, hay q ue d es­ a rm a r la freidora. L os fallo s m ás corrientes son los m ism o s q ue en las cazuelas. Las tem peraturas de funcio n am ien to inadecuadas se d eben a un term os­ ta to estro p ead o o desajustado.

Fig. 10-9 Scovill. I

F reidora norm al. ICortesía de Ham ilton Bcach

C om probar lo ap re n d id o contestando a las p reg u n ­ tas siguientes. 4 2 . ¿En qué p a n e de u n a freidora se genera el ca­ lor? 4 3. ¿Q ué elem en to ha y que com probar prim ero, antes de desarm ar una freidora? 4 4 . ¿C uál es el fallo cua n d o la lám para d e neón no se enciende? 4 5 . ¿En q u é se d iferen cia el dispositivo de m ando de una freidora d el de una c azuela?

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TETERAS

L as teteras eléc tricas se destinan a calentar agua. En su m ayoría está n provistas de una resistencia de calentam iento fo rrad a , en serie con un interruptor de parada a utom ático. C uando el c able de alim enta­ ción se conecta a la tetera y se enchufa a una tom a de 2 20 V -ca. el ag u a se calie n ta y com ienza a hervir. Si la tetera se seca p orque evapora toda el agua, o si se conecta sin a g u a, se a ctiva a causa del c alor una tira bim etálica existente en el m ecanism o d e parada, y v uelve a abrirse el in terruptor de parada. Si así suce­ d e , debe d ejarse q u e la tetera se enfríe y accionarse u n a palanca d e reposición p ara cerrarlo. H ay teteras co m pletam ente a utom áticas, dotadas de un interruptor d e m ando autom ático al q ue activa la tem peratura d el vapor en la cúpula de la tetera. U na lám para d e neón, ubicada habitualm ente en la parte superior d el a sa, se enciende e n cuanto la tete­ ra baja autom áticam ente d e unos 1500 a unos 300 w att (véase la figura 10-10). E n la parte superior del a sa se encuentra convenientem ente situado u n inte­ rruptor de corredera, d e m anera que el artefacto puede hacerse fu n cio n ar ininterrum pidam ente en ebullición rápida. Si la tetera se pone en funciona­ m iento a utom ático, cuando el agua rom pe a hervir, el elem ento bim etá lic o a bre los m andos de conm u­ tación de m odo que las resistencias se ponen en serie, y la potencia com binada de unos 300 watt m antiene una eb u llic ió n suave y lenta. Si la tetera pierde toda el ag u a por evaporación o se pone en

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Ollas, cacerolas y otro s utensilios con resistencias Interruptor a» corretera manual (an la parta superior Sel asa)

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V eam os seguidam ente algunas de las averías m ás im portantes d e las teteras y sus c ausas posibles.

El agua no se calienta C om p ro b ar la continuidad del cable de alim enta­ ció n , la resistencia d e calentam iento, el interruptor d e corredera m anual y el conm utador de m ando. A segurarse de q u e la palanca d e reposición e stá en posición c errad a, y com probar que el interruptor de parada no esté contam inado.

La tetera se para antes de que hierva el agua o durante la ebullición

Fig. 10-10 C ircuito de u n a tetera eléctrica. C uando se abre el interrupto r de control de vapor, am bas resistencias se ponen en serle y la potencia combinada dei circuito es de 300 w att pa ra 220 V-ca.

m archa sin ag u a, q u e d a protegida p o r un in terrup­ to r d e parada ex isten te e n el fondo, el cual saca de circuito am b as resisten cias (fig. 10-11). E n la base e x iste un botón d eslizan te para reposicionar aquel interrupto r, u n a v ez q u e la tetera se h aya enfriado o se haya añadido agua.

Fig. 10-11 c orriente.

C om p ro b ar el funcionam iento del interruptor d e p a­ rada.

La tetera tarda en calentarse E sto suele d eberse a un a fuerte acum ulación d e in­ crustacio n e s a lred e d o r de la resistencia. Las incrus­ taciones e n e x c eso reducen el rendim iento d el ele ­ m e n to cale fac to r porque actúan de aislador térm ico; p o r e llo , se requiere m ás tiem po y m ayor potencia p ara h ervir el agua. L as incrustaciones se elim inan co n e l d isolvente recom endado para e llo p o r el fa ­ bricante.

Interru p to r de parada autom ático de una te tera

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias

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Fugas

Autoexam en

L a m ay o ría de las fu g as leves pueden corregirse con so ld ad u ra. Si e s d ifícil e ncontrar la fuga, se quita la ta p a d e fondo. L ueg o se p one un poco d e a gua de n ­ tro d e la tetera, so steniéndola encim a d e una super­ ficie lim p ia, y se e n c h u fa a una tom a de 2 20 V -ca. N o ap o y a r el fondo de la tetera sobre la superficie. E l ag u a q ue a p arezca en ésta delatará la ubicación d e la fuga. P ara rep arar fugas, se em pleará suelda 5 0 /5 0 , el fundente ad ecuado y una capa protectora d e su e ld a fuerte.

La tetera no se para (averías por recalentamiento) A la salid a d e la fá b rica se com prueba la parada d e to d a s las teteras. P o r tan to , la averia del m ecanism o d e p arad a e s su m am en te rara, a m enos q ue se haya m an ip u lad o , rep arad o incorrectam ente o colocado d irectam en te sobre fuego. C uando se repara una te te ra av eriad a p o r recalentam iento y la queja es que n o se para, se da la v uelta al artefacto y se exam ina la ta p a d e fondo p o r si presenta decoloración. Si ésta e x is te y presenta un aspecto circular, e llo suele indi­ c a r q u e la tetera se d e jó durante d em asiado tiem po e n c im a de una c o c in a de gas o eléctrica. El calor co n sigu ien te basta p ara d estru ir o a lterar las ca racte­ rístic a s d e l e lem en to b im etálico del m ecanism o d e p arada. En m uchos c a so s, el producto funcionará n o rm alm en te duran te largo tiem po, hasta q ue la te­ te ra se conecte e n s e c o o se deje h ervir hasta perder to d a el agua. E n to n ces, el elem ento bim etálico d e ­ ja rá d e funcionar.

El testigo no se enciende S e com p ro b ara el funcionam iento de la tetera hir­ v ie n d o un litro de a g u a con el conm utador de m ando au to m ático e n posició n AUTO. La potencia co nsu­ m id a debe d escender desde 1500 a 300 w att cuando se llegue al pu n to d e eb ullición. Si no e s así, se c o m p ro b ará e l reg laje del conm utador de m ando au to m ático . Si la tetera funciona b ien, se com pro­ b ará la conexión de la lám para testigo e n el asa. Si las co n ex io n es e stá n c o n e c ta s, se repondrá el co n ­ ju n to . Para efe c tu a r la prueba de p arada, se c onsul­ ta rá n las especificaciones d el m anual d e asistencia.

C om p ro b a r lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 4 6 . En las teteras, cuando el agua se evapora por co m pleto, ¿ sigue generando calor la resisten­ cia? 4 7 . ¿C óm o se reposiciona el interruptor d e parada cuando se abre? 4 8 . ¿C uándo se e nciende la lám para d e neón e n las teteras autom áticas? 4 9 . ¿C uál podría ser la causa d e q ue u na tetera tar­ d e e n calentarse? 5 0 . ¿C ó m o se reparan las fugas de las teteras? 51. Si un a tetera p resenta una base decolorada d es­ pués de c alentada, ¿cuál es el com ponente del interruptor de parada que puede estar estro­ peado? 52. ¿Q ué potencia consum e una tetera cuando se llega al punto d e ebullición?

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H O R N IL L O S Y T O S T A D O R A S

D E M A ÍZ D urante m ucho tiem p o los hornillos constituyeron un artefacto cu lin a rio utilizadisim o. A ctualm ente, e n su m ayor parte se em plean com o com plem ento de la c ocina p rincipal, o c om o fuente d e calor para vasijas culinarias tales com o cacerolas de fondue, sartenes, ca lientaplatos, m arm itas, etc. U n hornillo d el tipo m ás sencillo c onsta d e u n a o d o s resistencias d e calentam iento, una lám para in­ d icadora de neó n , u n ca b le de alim entación y, h abi­ tu alm ente, un term ostato. Si bien la m ayoría d e los m odelos de m esa poseen mandos term ostáticos, a l­ g u n o s d e hasta 7 a 10 posiciones, otros pocos m ode­ los tienen un m ando p o r conm utador con las tres posiciones p a r a d a , m e d ia y a l t a , o bien dos in­ terruptores independientes señalados m edia y a l ­ t a . En estos artefactos existen dos resistencias se­ p a radas, una d e las cuales actúa e n la p osición ME­ DIA y las d o s e n la posición a l t a . Es com pletam en­ te posible q u e u n hornillo funcione e n u na posición

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Ollas, cacerolas y o tros u te nsilios con resistencias y n o e n la o tra, y a q ue las resistencias pueden q ue­ m arse in d ep endientem ente. En los m odelos de m an d o term ostático, u na resistencia abierta signifi­ c a q u e no se generará c a lo r, cu alquiera q ue sea la p o sició n del m ando. A u n q u e en tiem pos se utilizó profusam ente la re siste n cia en espiral d e sn u d a , actualm ente se em ­ p lea n m uchísim o las forradas. Las resistencias en e sp ira l desn u d as suelen arro llarse sobre piezas de p o rce lan a , conocidas p o r b riquetas y que se m ol­ d e a n dotán d o las d e ran u ras circu lares en las que se a lo ja n las resistencias e sp ira le s, q uedando é stas re­ te n id a s de m odo q ue n o se com ban al calentarse. L a s briqu etas so n b astante frágiles y se agrietan y d e se antilan m u ch o , c u a n d o sobre ellas se derram an líq u id o s m ientras están c a lien tes, o se d ejan caer o b je to s. E xisten p egam entos para reparar la rotura d e b riquetas, p ero su ele se r m ejor reponerlas que re p ara rla s, y a q u e n o son c a ra s y , ad em ás, el traba­ j o te n d rá u n aspecto d e m ay o r p rofesionalidad si se d e v u e lv e el artefacto al cliente con una briqueta n u e v a , y n o u na rem en d ad a. E n las resistencias fo rrad as (fig. 10-12), un hilo re sistiv o d e nicrom se incru sta p rim ero en u n m ate­ rial refractario , co m o ó x id o d e m agnesio p o r ejem ­ p lo , y luego se em b u te e n un tu b o m etálico. El m ate ria l refractario e s un buen a isla d o r e léctrico y u n b uen co nductor del c a lo r, p o r lo q ue im pide que la resiste n c ia se corto circu itc y facilita el paso del c a lo r h acia e l tu b o m etálico . C om o ocu rre con otros artefa cto s e n los q u e se em plean resistencias fo rra­ d a s , é stas no so n rep arab les y , cuando alg u n a se e stro p e e , habrá q u e ca m b ia rla entera. L a reparació n d e h o rn illo s es fácil. D ado q ue los m ism o s c o nstan d e tre s piezas fundam entales, si se b u sc an circu ito s ab ierto s y c ortos e n e sa s tres zonas rápidam en te se en co n trará el fallo. C o m o en otros artefa cto s, en lo s hornillos los puntos donde son m ás prob ab les los c ircu ito s abiertos so n las cone­ x io n e s, o sus p roxim idades. U n ex am en ocu lar faci­ lita rá la localización e x a c ta del com ponente corto ­ c irc u itad o , pues éste e sta rá flojo o fuertem ente d e ­ co lo ra d o a cau sa del recalentam iento. O tro lugar d o n d e pueden darse fa llo s, particularm ente si el h o rn illo se traslad a m u ch o d e un sitio a o tro , e s el c ab le d e alim entación; ta n to en el punto de unión c o n e l artefacto co m o e n el enchufe. Si el fallo no se h a c e m anifiesto inm ed iatam en te, se c o m probará la con tin u id a d d el ho rn illo c o n un ó h m etro .

Resistencias forradas

Fig. 10-12 Los hornillos sencillos como d de U figura pue­ d en utilizarse combinadamente con o tras vasijas culinarias U les como cacerolas para fondue. sartenes y calientaplatos.

L a averia m ás corriente es la quem adura de la resistencia. A continuación vienen cables de a li­ m entación defectuosos, m alos contactos y conm u­ ta d o res estropeados. El único rem edio satisfactorio p a ra un a resistencia q uem ada e s sustituirla p or una e sp ira l de la m ism a m edida. Las resistencias d e tipo fo rrad o deben siem pre sustituirse e n su totalidad. A veces podrá em plearse un m anguito de reparación p a ra em palm ar una resistencia e n espiral desnuda ro ta , o bien se podrá estirar la espiral vieja para h a ce r u n a nueva conexión e n u n extrem o. Estas operacio n es necesitan al m enos el m ism o tiem po q u e in sta la r resistencias nuevas, y no resultan e co ­ nóm icam ente tan interesantes c om o realizar u n tra­ ba jo correcto; adem ás, si no se reponen las resis­ te n c ia s, los c lientes no e starán nunca seguros de un funcionam iento satisfactorio, porque las resisten­ c ias quem adas n o suelen d u rar mucho.

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias

174 E l c a lo r e s el cu lp ab le de la m ayoría de los maJos c o n ta c to s en lo s horn illo s. L a dilatación q u e origina a flo ja las conex io n es, aum entando así notablem en­ te s u resisten cia, lo que a su vez produce m ás ca lo r y fo rm a c ió n d e arcos. A sim ism o el ca lo r causa la o x id a c ió n de las p iezas, h aciéndolas q uebradizas y d e ro tu ra fácil; aq u í, la reposición vuelve a ser la ú n ic a reparación posible. L os to m illos y tuercas que s e u tilic e n p ara h acer conexiones en e l interior de lo s hornillos deben ser niquelados; los de latón y a c e ro p ueden soldarse entre ellos o quem arse, por k> c u a l no se utilizarán. Al tratar de apretar o aflojar co n e x io n es se pon d rá m u chísim o cuidado para no ro m p e r la porcelana. P o r regla gen eral, los conm utadores no causan d ific u lta d e s. C u an d o lo h a g an , lo norm al e s q ue en su in te rio r a lg o s e haya g astado o q uem ado, p o r lo q u e n o e s posible reparar. El c o n m utador se susti­ tu irá p o r otro nuevo d el m ism o tip o y m edida. Los co n d u c to re s se etiquetarán a la v ez que se desconec­ ta n d e l con m u tad o r v iejo c o m o in dicación para c o ­ n e c ta r el nuevo. L a m ayor parte de las tostadoras de m aíz están d o ta d a s d e resistencias en espiras desnudas, m onta­ d a s sob re b loques aisladores c erám icos, y un cable d e alim entación d e tip o n orm alizado. A m bos son su stitu ib les cuando se estropean. Si bien gran nú­ m e ro d e las tostadoras d e m aíz a ntiguas carecían de te rm o sta to , tod as las m odernas lo tienen. O sea, en e lla s e l c a lo r se regula o aju sta de m odo que se tenga la c an tid a d adecuada del m ism o p ara tostar el maíz s in n ecesid ad d e agitarlo o rem overlo. E n la m ayo­ ría d e las tostadoras d e m aíz, el term ostato perm a­ n e c e cerrad o hasta q ue la tem peratura de la batea a lc a n z a u nos 2 35 °C , m om ento en q ue se abre para e v ita r q u e el m aíz se quem e. E n g eneral, siem pre q ue se repare un hornillo o to sta d o ra de m aíz, se cam biará la pieza estropeada p o r u n a nueva. L a co nstitución d e e stos electrodo­ m é stic o s e s m uy s im p le, pero trabajan e n condicio­ n e s d ifíciles a causa d el calor. A u to e x a m e n C o m p ro b a r ¡o apren d id o contestando a las p regun­ ta s sigu ien tes. 53.

54. ¿C uántas resistencias de calentam iento se e n ­ cuentran en los hornillos co n funcionam iento en MEDIA y a l t a ? 5 5 . ¿ P odría funcionar e l artefacto de la pregunta 54 co n un a resistencia q u e m ada? 5 6 . ¿C uáles son los d o s tipos de resistencia d e ca­ lentam iento? 5 7. ¿P uede repararse una resistencia del tipo fo­ rrado? 5 8. ¿C uál e s la c ausa d e q u e se aflojen los contac­ tos e n los h ornillos? 5 9. ¿Q ué instrum ento se utiliza p ara c om probar la continuidad d e resistencias y cables de alim en­ tación? 60- ¿ Q ué tipos de resistencias d e calentam iento se encuentran e n las tostadoras d e maíz? 61.

¿Q ué tem peratura m áxim a se alcanza en las tostadoras d e m aíz?

1 0 -11

B A N D E JA S C A L IE N T E S Y

C A L IE N T A C O M ID A S IN F A N T IL E S A l igual que la m ayoría d e ios dem ás artefactos cu lin a rio s descritos e n este ca p ítulo, el circuito eléc trico de las bandejas calie n tes e s m uy sencillo; c o n sta d e una resistencia d e calentam iento, un ter­ m o stato y un cable d e alim entación conectados en serie. L a m ayoría de los m odelos están provistos de un a lám para testigo d e neó n , e n paralelo con la re sisten c ia, que perm anece encendida m ientras por aq u élla pasa corriente. E l term ostato perm ite al u su ario e le g ir la g am a de tem peraturas. La resisten­ c ia e stá incorporada a la superficie plana d e c alen­ tam ien to , que se construye d e m etal o de vidrio especial term orresistente. H ay m odelos d otados d e un c ajó n caliente suspendido b a jo el elem ento cale­ factor. A lgunas de las averías m ás com unes d e las b an ­ d e ja s calientes son las siguientes:

Falta de calor para todas las graduaciones de temperatura. No se enciende la lámpara testigo

¿C u áles so n los cu atro com p o nentes eléctricos C o m p ro b ar el estado d el cable d e alim entación y del fu ndam entales de los hornillos? term ostato.

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Ollas, cacerolas y o tros utensilios con resistencias valor ligeram ente superior a la del cuerpo h um ano, se abre el term ostato. E ntonces puede desconectar­ se el portaviandas y la com ida perm anecerá caliente d u rante un o s 3 0 m inutos m erced al c alo r alm acena­

Fig. 10-13 B andeja caliente dolada de cajón caliente. (Cor­ tesía de Saltón Inc.)

Falta de calor, pero se enciende la lámpara testigo C o m probar q u e n o e sté abierta la resistencia. Si es a sí, hay que ca m b ia r la bandeja com pleta.

d o e n el aceite. A lg u n o s artefactos d e e sta naturaleza poseen una señal lu m inosa e n serie con el term ostato, la resis­ tencia y e l fu sib le , p ara indicar cuando pasa corrien­ te p o r e l circu ito y que se apaga cuando la com ida alcanza la tem peratura correcta y se abre el term os­ tato. E n los c alientaplatos infantiles aparecen los m is­ m os fallo s que en las bandejas calientes. N o obs­ tan te, en e llo s pueden darse fugas de aceite. C uan­ d o e llo o c u rra , hay que cam biar el portaviandas co m p le to . A dem ás, si éste se calienta en e xceso, es d e cir, si la tem peratura d el agua sobrepasa los 5 0 °C , ta m bién hay que cam biarlo. C uando el por­ taviandas n o se c aliente, se c om probará la continui­ dad d el c o rd ó n de alim entación.

El artefacto funde los fusibles o consume demasiado C om p ro b a r si e l c a b le d e alim entación o la resisten ­ c ia están en co rto . T am bién en tal caso habrá que ca m b iar e sos co m ponentes.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido c ontestando a las p regun­ ta s siguientes.

El calor no se interrumpe y la lámpara testigo está siempre encendida C o m probar si el term ostato está en corto o tiene los contactos adh erid o s. S u stitu ir en c aso necesario.

6 2 . ¿ C ó m o están conectadas las resistencias y m a n d o s eléctricos en las bandejas calientes y calie n ta co m id a s infantiles? ¿E n serie o en para­ lelo?

La bandeja no está horizontal Puede hab er piezas sueltas en el arm azón, o estar é ste deform ado. T rá te se d e enderezarlo. L a m ayoría d e los c alientacom idas in fantiles tie ­ ne un circu ito cale fa c to r com puesto de un tablero calefactor su m erg id o en aceite, un term ostato de regulación d e tem p eratu ra y un fusible d e protec­ ció n . C uando el c a b le d e alim entación se conecta al calentado r y se en c h u fa a una tom a de corriente, é s ta atraviesa e l te rm o sta to , el elem ento calefactor y e l fusible. L a co rrien te que atraviesa el elem ento calefa cto r g en era c a lo r que se transm ite a los ali­ m entos. C u an d o la tem peratura de é sto s alcanza un

6 3 . ¿E s independiente o integrado el elem ento c a­ lefactor de los calientacom idas infantiles y ban d eja s calientes? 6 4 . ¿Q u é d ispositivo d e protección poseen los ca­ lientacom idas infantiles y que m uchas v eces no ex iste n en otros pequeños electrodom ésticos? 65. ¿D e qu é m odo p erm anece caliente un calientaco m id a s infantiles tras haber sido desconec­ tado? 66. ¿ Q ué com ponente hay que com probar cuando se funde un fusible? 67. ¿P ueden repararse las fugas de aceite en los ca­ lien tacom idas infantiles?

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R esu m en 1. L os e lem en to s calefactores de determ inados a rtefacto s c u lin ario s resistivos so n resistencias in­ c o rp o rad as no re p a ra b le s . 2 . L o s elem en to s calefactores de la m ayoría d e los a rtefacto s c u lin ario s están gobernados term ostáticam en te. 3 . L a m ayoría d e lo s term ostatos c onsisten en una h o ja b im etálica q u e se d o b la cuando recibe calor. 4 . E n algunos te rm o stato s se en cuentran d o s re­ glajes: el botón d e m ando del usuario y un tom illo d e a juste para re g u la r la tem peratura de funciona­ m ien to . 5 . El fallo m ás im p o rtan te de los term ostatos es la p icad u ra u o x id ació n d e los contactos. 6 . P ara c o m p ro b ar las tem peraturas d e un electro­ d o m é stic o c u lin a rio p u ede em plearse un term opar o u n term ó m etro . 7 . Las p ruebas d e tem peratura d eben hacerse to­ das tra s cic la r e l arte fa c to de tres a c inco veces. 8 . P ara a v e rig u a r si un a rtefacto consum e corrien­

te n es son: a. El artefacto no se calienta, o no se calienta suficientem ente. b. L a c azu ela no se para autom áticam ente, o se recalienta. c. L a lám para de neón no se enciende, pero la ca zu ela se calienta. d. L a tem peratura e s dem asiado alta o dem a­ siad o baja. 16. P ara reparar las freidoras, h ay q u e desarm ar­ las. Su c onstitución es diferente a la d e las sartenes. 17. En to m o a las teleras las q uejas m ás im portan­ tes son: a . El ag u a n o se calienta. b . L a tetera se para antes d e q u e h ierva el agua o durante la ebullición. c. L a tetera tarda en calentarse. d . Fugas e L a tetera no se para (averías p o r recalenta­ m iento)

te p uede em p learse un am perím etro. 9 . L as tres p rin cip ales zonas de fallos e n los arte­ facto s resistivos so n e l cab le de alim entación, por circ u ito a b ierto y co n ex io n es flojas, la resistencia d e c a le n ta m ie n to , p o r esta r deterio rada, y el co n m u ­ ta d o r y term o stato . 10. En la p laca in d icad o ra figura la m áxim a p oten­ c ia q u e co n su m e un artefacto. 11. L a m e jo r p rá ctica e s no reparar las resistencias d e c a le n tam ien to , sin o reem plazarlas. 12. El agua e s e sen cial para el funcionam iento de las o lla s; sin e lla , n o hay paso de corriente. 13. L os p u cheros reciben calo r d el fondo y d e los la d o s. S u c o n su m o m áx im o es del orden de los 160 w att. 14. E n caz u e la s y sarten es la resistencia e stá inte­ g ra d a e n la b a te a . El m ando d e calor e s un d isposi­ tiv o ench u fab le. 13. A lg u n o s d e los fallo s m ás co rrientes d e las sar­

/ . El testigo no se enciende. 18. El fallo m ás im portante de los h ornillos e s que se quem e la resistencia. E ntonces hay que cam ­ biarla. 19. El elem ento d e calentam iento d e las tostadoras de m aíz es un a resistencia e n espiral desnuda. El term ostato se ajusta para que se abra a los 235 °C . 20. A lgunas d e las averías m ás com unes d e las ban­ d e jas c alientes son las siguientes: <i. F alta d e calor para todas las graduaciones d e calor. N o se enciende el testigo. b- F alta d e calor, pero se enciende el testigo. c. El a rtefacto funde los fusibles o consum e dem asiado. d. El ca lo r n o se interrum pe y el testigo está siem pre encendido. e. L a b an d e ja no e stá horizontal. 21. C uando un calientacom idas infantiles pierde ac eite, hay que su stituir el portaviandas com pleto.

C u es tio n a rio d e repaso

L a s p re g u n ta s siguien tes pe rm iten com probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada una d e las afirm aciones siguientes e s verdadera o fa lsa . E s c r ib ir la s respuestas en un p a p e l aparte.

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias 1. Para re p a ra r las resistencias d e calentam iento integradas en un artefacto se ne c e sita n herram ientas especiales. 2 . P ara g o b e rn a r la tem peratura de lo s artefactos culinarios se em plean term osta­ tos. 3 . C o n e l term o stato se co nectan en paralelo lám paras testigo. 4 . L o s term ostatos son co nm utadores accionados m anualmente. 5 . N o e x iste m ed io p ara re g u la r un term ostato. 6 . L o s d o s tipos d e term ostatos so n fijos y gobernados por calor. 7 . L a p ie z a fundam ental d e un term ostato e s una h oja bim etálica. 8 . Un fa llo m uy im portante d e los term o statos e s la p icadura y oxidación d e los co n tacto s. 9 . P a ra recalib rar un term ostato se n ecesita un term opar o un term óm etro de m er­ curio. 10. L o s co n tacto s se lim pian con lija. 11. El reg laje d e un term ostato puede variar 20° sin necesidad d e reajuste. 12. C u a n d o un artefacto carece de luz testigo, para com probar el term ostato se c o n e c ta un voltím etro al circuito eléctrico. 13. C o n u n a resistencia abierta, un ó h m etro indicará infinito. 14. D os resistencias, conectadas de m odo q u e la corriente de la red las atraviese a las d o s , están en serie. 15 . D os resisten cias c onectadas e n p aralelo p roporcionan d os cam inos separados p a ra la corriente. 16. H abitualm ente las resistencias rotas p ueden unirse m ediante soldadura. 17. L o s p u c h ero s c o nsum en m enos de 300 w att. 18. P a ra lim p iar p u cheros pueden em plearse sustancias lim piadoras abrasivas. 19. L o s disp o sitiv o s de m ando d e c a lo r de las sartenes son sustituibles. 2 0 . L o s c a z o s y sartenes e léctricas son de constitución sim ilar. 2 1 . C u a n d o en una freid o ra no funcio n a el testigo, e s que está abierto el cordón de alim en tació n o la resistencia. 2 2 . E n las teteras se em plea un in terru p to r de parada que desconecta el artefacto c u a n d o e n su in terior no hay agua. 23 . L as teteras eléctricas p ueden calentarse en una cocina de gas o eléctrica sin q u e su fran daño. 24 . E l te stig o de neón de las teteras se en ciende cuando pasan d e c onsum ir 1300 w att a c o n su m ir 300 w att. 25 . L o s hornillos m odernos suelen e star p rovistos de resistencias en espiral d es­ nudas. 26 . L a m a yo ría de los hornillos m odernos tienen sólo tres com ponentes funda­ m en tales.

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Ollas, cacerolas y otros utensilios con resistencias

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2 7. El ele m e n to d e c alentam iento d e las tostadoras d e m aíz e s u na resistencia en e sp iral desnuda. 2 8. En las tostadoras de m aíz e léctricas, e l term ostato perm anece cerrado hasta q u e la tem p eratu ra alcanza los 235 °C. 2 9. El circ u ito calefactor d e los calientacom idas infantiles está sum ergido en aceite. 3 0. L as rotu ras d e lo s calientacom idas infantiles (bandeja de plástico) pueden enco larse. 3 1. L os calien taco m id as infantiles calientan los alim entos hasta los 5 0 °C. 3 2. En lo s electro d o m ésticos culinarios son reparables todos los elem entos de calen tam ien to .

R espuestas a los auloexámenes da esta capítulo 1. El cable de alimentación, al dispositivo de mando y el termostato. 2. La resistencia ' 3. Que el circuito se abre, con lo que deja de pasar corrien­ te y la resistencia se entría. 4. En serie. 5. Fijos y ajustables. 6 . La hoja bimetálica. 7. Si. 8 . Dos. 9. Controlan el porcentaje de tiempo durante el cual la re­ sistencia genera calor. 10. Los contactos. 1 1 . Con un Nmpíacontactos en aerosol. 12. No, deben sustituirse. 13. Termómetro y termopar 14. Un dispositivo compuesto por dos metales disimiles que se conecta a un instru­ mento indicador de la tem­ peratura. 15. De tres a cinco. 16. Con una plataforma de pruebas y un amperímetro. 17. Única, en serie, en paralelo y en serie-paralelo. 18. Cable de alimentación cor­ tado. resistencia de calen­ tamiento defectuosa y ter­ mostato o conmutador averiados. 19. Menos. 2 0 . Menos.

2 1 . 220 volt. 22. 0. 23. 220 volt. 24. La mayor. 25. No. 26. No. 27.* La placa de sujeción pier­ de sus cualidades magnéti­ cas. con lo que el mando in­ terrumpe el contacto eléc­ trico. 28. No. 29. SI. 30. De 70 a 80 watt 31. De 140 a 160 watt. 32. Termostático. 33. No. 34. Que se estropee el mando del termostato y un cable oe alimentación defectuoso. 35. Todo el conjunto de la base. 36. Si. 37. La clavija (dispositivo de mando de calor) o el cordón de alimentación. 38. En una resistencia estro­ peada. un cable de alimen­ tación cortado, los contac­ tos flojos, o contactos del termostato sucios. 39. En los contactos del ter­ mostato o del mando de ca­ lor. los cuales han podido unirse por fusión. 40. Para hacer la conexión es­ tanca al agua. 41. Planchas de cocina y cazos.

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42. En los lados. 43. El cordón de alimentación. 44. Un circuito abierto o que la lámpara se ha quemado. 45. Las cazuelas tienen un dis­ positivo de mando indepen­ diente y de quita y pon, mientras que en las freido­ ras ese dispositivo está inte­ grado. 46. No. 47. Empujando la palanca de reposición en el sentido de la flecha. 48. Cuando las resistencias pa­ san de consumir 1500 watt a consumir 300 watt. 49. Incrustaciones en tomo a la resistencia de calentamien­ to. 50. Tapando el orificio con suel­ da 50/50. 51. El elemento bimetálico. 52. 300 watt. 53. La resistencia, el testigo de neón, el cable de alimenta­ ción y el termostato. 54. Dos. 55. Sí. 56. En espiral desnudas y forra­ das. 57. No. 58. La dilatación térmica 59. Un óhmetro. 60. En espiral desnudas 61. 235 “C. 62. En serie.


S E 8

Ollas, cacerolas y o tro s utensilios con resistencias Integrado. Un fusible. Gracias al calor almacenado en el aceite.

PALMORE — 9

66 . Hay que comprobar que el cable de alimentación y las resistencias de calenta­ miento no estén cortocir-

67.

cuitados. No, hay que cambiar el ca­ lentador.

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Capítulo 11

Planchas para la ropa En este capitulo se presentan los distintos tipos de planchas, los términos con ellas relacionados y sus principios de funcionamiento. Asimismo, se tratan los fallos más comunes de estos artefactos. Las modernas planchas eléctricas para la ropa han aliviado las faenas de planchado y calandrado en millones de hogares y han facilitado la ejecución de una diversidad de operaciones en tejidos diversos, entre las que se cuenta erizar la lanilla en terciopelos y panas y en géneros de punto. Existen cuatro tipos: planchas secas, de vapor, de vapor y rociado y d e viaje.

1 1 -1

PL A N C H A S SECA S

L a s planchas secas autom áticas son a paratos sen ci­ llo s, baratos y fiables (fig. 11-1) q ue se em plean principalm en te sobre tejidos gruesos, p reviam ente hum edecid o s. E n tre s u s com ponentes eléctrico s fi­ gu ra n un e lem en to de cald eo , o resistencia de c alen­ ta m iento, un te rm o sta to (m ando de tem peratura), lo s term in ales, los aisladores de éstos, un cable de alim entació n y , en c ie rta s m arcas, una lám p ara tes­ tig o con su resisten cia (fig. 11-2). E sta lám para testig o , que e s d e b aja tensión eléctrica, in d ica si la pla n ch a e stá g en eran d o c alo r y suele e s ta r co necta­ d a e n p aralelo co n u n a resistencia, la c u a l, a su vez, e stá e n serie con la resistencia d e calentam iento. Entre las piezas m ecán icas de las p lanchas secas en contram o s la su ela, la p laca de p resión, la ta p a , el ta ló n o cu alq u ier o tro tip o de soporte, el a sa y el aliv iad o r q u e a seg u ra el cable de alim entación a la c a ja de bornes. L a su e la , en algunas m arcas, o la su e la y la placa de p resión pueden esta r c o m b in a­ d a s con la re siste n c ia d e calentam iento form an d o un co n ju n to ú nico. A ún e n o tras m arcas, la resisten cia

FIr . 11-1

Plancha seca automática.

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Planchas para la ropa

18 2

3.

¿E stá la resistencia d e la lám para testigo conec­ tada e n se rie o e n paralelo a la resistencia d e c a­ lentam iento?

6 . ¿Q ué p ieza d e la p lancha recibe el c alo r de la re­ sistencia de calentam iento? Fig. 11-3

Sucia y elemento de caldco normales.

p u e d e e star integ rad a e n la suela, en cuyo caso no se u tiliz a p laca d e p re sió n , tal com o v em os en la figu­ ra 11-3. L a resistencia c a lie n ta la suela, q ue se construye d e a lu m in io o acero inox id ab le, m ientras que un ter­ m o sta to g o bierna la cantidad d e calor generado. Si b ie n los term o stato s q u e se em plean e n las planchas s o n de n u m erosos tipos, su funcionam iento se basa e n e l m ism o p rin cip io g eneral. Este c onsiste e n que u n a lám in a bim etálica, fija p o r uno de sus extrem os, se flex io n a e n co n so n an cia con e l increm ento de te m p eratu ra que su fre la suela, abriendo con ese m o v im ien to los c o n tacto s del term ostato. T an p ron­ to d e crece la tem p eratu ra, la lám ina bim etálica c o ­

Placadelantera

Aliviador

m ie n z a a re to m a r a su posición original y el inte­ rru p to r v uelve a c errarse. C uando el botón d e m an­ d o d e tem p eratu ra, q u e v a m ontado en el asa o en la p laca delan tera, se g ira hacia una tem peratura mar . . ,. . . y o r, aum enta la d istan cia q ue d ebe recorrer la lam i­ na b im etálica p ara a b rir el interruptor; cuando el b o tó n se gira h acia u n a tem peratura m enor, e sa dist a n d a d ism inuye. P o r supuesto, el m odo en que se lo g ra ese funcio n am ien to varía de un fabricante a o tro , p ero la idea e s esencialm ente la m ism a en todos.

.

A u to e x a m e n C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 1. ¿ C u áles son los com ponentes eléctricos de las plan ch as secas? 2 . ¿C u áles so n las piezas m ecánicas de las plan­ c h a s secas? 3 . ¿E n q ué caso n o se em plea p laca d e presión? 4 . ¿ E stá la lám p ara testig o conectada e n serie o en paralelo a su resistencia?

7. ¿P ara q u é sirve el term ostato? 8. C uando se hace girar el botón de m ando de tem ­ peratura h acia un valor m ás alto , ¿qué ocurre con la distan c ia que debe recorrer la lám ina b i­ m etálica?

1 1 -2

R E P A R A C IÓ N D E P L A N C H A S

SECA S L as causas d e fa llo principales en las planchas se encuentran en el cable d e alim entación, en los c o n ­ tactos entre la resistencia d e calentam iento y el te r­ m ostato, e n el term ostato y en la resistencia de ca­ lentam iento. T al com o se señaló e n otro lugar, salvo en lo q ue respecta a la reposición del enchufe hem ­ bra d el cable de alim entación, e s m ás trabajoso re­ para r éste qu e reem plazarlo. Y lo qu e e s m ás, se ah o rra aún m ás trabajo em pleando cables de ali­ m entación gen u in o s, con preferencia a los de uso general o a los q u e se construyen e n el taller con m ateriales e n rollo. L os que sum inistran los fabri­ cantes p ara su s propias m arcas y m odelos están pro­ visto s de los oja le s y otros term inales adecuados, adem ás de a liv iad o r y /o salvacable en caso necesa­ rio . Y . aunque tales piezas puede que sean m ás ca­ ras que un c able de alim entación im provisado, el ah o rro de m ano d e o b ra com pensa la diferencia y el acabado d e l trabajo presenta un aspecto de m ayor profesionalidad. A hora bien, si se utiliza un cable d e alim entación d e uso g eneral o uno c onstruido en el taller su capacidad de transporte de corriente, y todas las d em ás características, d eben igualar a la del ca b le de alim entación original del artefacto. En la m ayoría d e las planchas, se em plea algún tipo de m anguito aislador e n los puntos en que los term inales atraviesan la tapa. Para q u e los contactos eléctricos sean de calidad no sólo d eben esta r lim­ p io s y b rillantes los term inales, sino q u e, a dem ás, el aislad o r d eb e e sta r intacto y los term inales exacta­ m ente cen trad o s e n los orificios de la tapa, d e m odo qu e el a islador no se agríete al a p retar ésta.

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Planchas para la ropa C u a n d o se estro p ean la resistencia o e l te rm o sta­ to , la m ejo r p ráctica reparatoría e s sustituirlos. N u n c a se tratará de em palm ar una resistencia de p la n c h a para ro p a q ue se haya abierto. R especto al te rm o stato , los fallos suelen ser m ecánicos. P uede d e fo rm arse o en v e je c e r y perder elasticidad; tam ­ b ié n puede q u edarse perm anentem ente abierto o c e ­ n a d o . S i bien, a v eces, la dificultad se resuelve lim p ian d o los co n ta c to s, generalm ente h ab rá que re p o n e r el term ostato cu an d o se avería. A l sustitu ir c o m p o n en tes internos, e s im portante d e ja r un espacio libre p rudente entre los c o m p o n en ­ te s q u e llevan c o rrie n te y entre éstos y o tras piezas m etálica s, c o m o p rotección frente a cortocircuitos y m a sas. A ntes d e c o lo c a r la U pa se buscarán co rto s y m a sas. Para e!k>, alg u n o s fabricantes recom iendan u n a prueb a de a l u te n sió n , la cual se efectu ará si­ gu ien d o las instru ccio n es d el m anual d e asistencia, au n q u e en la m ayoría d e los casos se recom ienda a p lic a r 1100 v o lt, d u ran te un m inuto, a la tem p era­ tu ra d e funcionam iento m áxim a. Las sondas d e l ins­ tru m e n to se conectarán en tre u na de las patillas del ca b le d e alim entación y la suela. Al efectu ar la prue­ b a d e a lu tensión la p lan ch a debe estar calien te al m á x im o , pues a tem p eratu ra elevada pueden p ro d u ­ c irse m asas que no se den con la plancha fría; p o r e je m p lo , las piezas d e l te rm o su to se defo rm an al ca le n ta rse el artefacto y e llo podría c a u sar alguna m a sa a tem peraturas m ás altas. T éngase presente q u e u n electro d o m éstico a m asa expone a) usu ario a u n g rav e peligro d e s acu d id a eléctrica, razó n p o r la c u a l n o deben a horrarse esfuerzos para ase g u ra r que n o h a y a m asas para n in g u n a tem peratura. L os term o su to s p u eden ajustarse a lo larg o de to d a la e scala y en c u alq u ier sentido, si están dotad o s d e dispositivos de reglaje. P or ejem p lo , si un te r m o s u to fu nciona b ien e n todos los d em ás a sp ec­ to s y la prueba d e c a lo r rev ela que la tem peratura es, po n g a m o s p o r c a so , e x cesiv a en 50 °C e n to d o s los in terv a lo s co m p ro b ad o s, resulta a consejable un re ­ g laje. Para p robar el calibrado de las p lanchas y re g la r term o stato , se necesita una p lataform a de p ru eb a s c o m o la represen tad a en la figura 11-4 con la q u e m edir la tem p eratu ra. La plancha h a d e c o lo ­ ca rse en la p lataform a d e m odo q ue la puntera se a p o y e bien sobre el pulsador; d e lo c ontrario, n o se o b ten d rá un valor c o rrecto de la tem peratura. Los v a lo re s obtenidos se co m pararán con los indicados para la suela e n e l m an u al de asistencia del fabri-

V

Fig. 11-4 Pa ra m edir la tem peratura en la suela de una p lancha autom ática el m ejor procedimiento es utilizar una p latafo rm a de pruebas.

cante. S i el term ostato n o trabaja entre los lim ites de te m peratura especificados habrá que reglarlo. Esto no se h a rá sin leer antes con atención las instruccio­ nes d e asistencia, e n las que se determ ina e x a cta ­ m ente el procedim iento d e reglaje. D e todas las piezas m ecánicas, la suela (fig. 11-3) e s e l origen de dificultades más frecuente. D ebe lim piarse según las instrucciones d el m anual d e utilización y entretenim iento del usuario, o del boletín d e asistencia d el fabricante. H abitualm ente no co nstituyen problem a los arañazos leves en la su ela, pero las rebabas u o tros resaltos en la su perfi­ cie d e la m ism a pueden estropear la ropa. Para e li­ m in a r rebabas y resaltos, se raspa la superficie con esm eril fino; pero antes de devolver la plancha al clie n te , se lim piara y frotara cuidadosam ente la suela. Al rep a rar un a plancha, e s aconsejable proteger la su ela trabajando sobre una alm ohadilla lim pia. En rea lidad, una observancia esm erada y un buen ju ic io p o r p arte del especialista d arán por resultado reparaciones m ecánicas m ás pulcras. A sas, boto­ nes d e m ando, tapas de term inales y dem ás piezas div e rsas d eben quedar, al reem plazarse, igual que las instaladas en origen p o r el fabricante. Toda p ie­ z a , p o r insignificante que p arezca, tiene su p u esto y fu nción. N o hay q ue añadir ni suprim ir nunca n ada, ni im provisar. Y , aunque una palanca de m ando

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184 le v em en te descan tillad a o una U pa de ca ja de term i­ n a le s agrietad a p ueda parecer que n o afecten al buen fu n c io n am ien to , se repondrán siem pre para redon­ d e a r el acab ad o del trabajo.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o co ntestando a las p regun­ ta s siguientes.

Calor insuficiente o excesivo C o m p ro b ar la tem peratura d el artefacto en una pla­ ta fo rm a de pruebas y ajustarla si e s necesario. Pu­ d iera ta m bién ocurrir que la tensión eléctrica de la red sea b aja; c uando la tensión e s inferior a la nom i­ n a l, los a rtefactos resistivos generan menos calor.

Sacudidas eléctricas

C o m p ro b a r qu e no haya c onductores al descubierto ¿C u áles so n las cu atro principales causas d e fa­ en e l ca b le de alim entación e instalación interna. llo s e n las planchas secas? E x am in are ! a islam iento del term ostato. Com probar 10. ¿ E s recom endable q u e los esp ecialistas en re­ si hay u n a m asa e n la resistencia. paración u tilicen cab les de a lim entación d e uso general? Chispas en el cable de alimentación 9.

11. ¿E s práctica recom endable em palm ar los ele ­ m entos de c a ld eo d e las planchas? 12. ¿P u ed en c am biarse e n general los contactos de un term ostato? 13. ¿Q u é tip o d e prueba d ebe realizarse tras rear­ m a r una plancha? 14. ¿ B a s u con p robar una p lancha m ientras está fría p ara d e te c ta r m asas en ella? 15. ¿Q u é aparato se n ecesita para m edir la tem pe­ ra tu ra d e la su ela d e una plancha? 16. ¿C o n q ué se elim inan las rebabas d e u n a suela? 17. ¿Q u é pieza debe protegerse cuando se trabaja e n una plancha?

C o m p ro b a r si hay algún conductor roto; sustituir el ca ble s i e s necesario.

Abultamientos en la suela E sto se d eb e a un exceso d e calor. Se elim inará la ca u sa d e e llo y se sustituirá o reparará la suela.

La plancha se adhiere a la ropa C o m p ro b a r e l estado d e lim pieza d e la suela o si se em p le a d e m asiado alm idón. V erificar si el usuario e m p lea la tem peratura correcta p ara cada tejido.

La plancha no se apaga C o m p ro b ar los contactos d e l term ostato. Deben e s­ ta r ab ierto s en la posición p a r a d a (-OFF-).

1 1 -3

A V E R ÍA S D E L A S P L A N C H A S

Autoexamen

SECAS S e ex p o n e n a co n tinuación algunas d e las quejas q u e co n m ayor frecuencia se reciben en to m o a las p lan ch as secas y algunos de los p u ntos a com pro­ b ar p ara reso lv er e l fallo.

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ ta s s iguientes. 18. ¿ Q u é p iezas concretas de una p lancha eléctrica cau san la m ayoría d e los fallos?

Falta de calor

19. ¿ Q u é pieza hay que com probar prim ero cuando u n a plancha no da calor? ¿C uál hay que com ­ p ro b ar d espués?

C o m p ro b a r la co ntinuidad del cable d e alim enta­ c ió n , b ornes d e co n ex ió n , term ostato y resistencia.

2 0. ¿C u áles son los fallos más probables en una p lancha que da sacudidas eléctricas?

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2 1 . ¿C uál e s la c a u sa de abultam ientos e n la suela? 2 2 . ¿C uál su e le ser la p ieza averiada cu an d o no p ued e a p ag arse u na plancha? 2 3 . ¿A fecta la ten sió n de la red al calo r g enerado p o r u na p lan ch a?

1 1 -4 PL A N C H A S D E V A PO R Y D E V A P O R Y R O C IA D O L a s planchas d e vap o r y de vapor y ro ciad o (fig. 11-5) se ad ap tan a labores diversas. V aliéndose del vap o r, pueden re p a sa r la ro p a de tem porada alm ace­ n ad a en ro p e ro s, eriz a r la lanilla de terciopelos y p a n a s, co n fo rm a r tejidos de punto o plan ch ar lanas. S in vapor, fu ncionan com o planchas secas. Estas pla n ch a s están d o tad as d e una b oquilla q ue rocía a g u a y facilita la d isten sió n de las a m ig a s p rofun­ das.

Fig. 11-5 Las planchas de vapor > rociado pueden generar el vapor mediante he rvidor o po r evaporación ráp id a . (Cortesia de Ham ilion Beach/Scovill.)

E x iste n d o s tipos básicos de planchas d e v apor o de v a p o r y rociado, los cuales difieren fundam ental­ m ente e n el m odo en qu e se genera el vapor. Las Planchas con p lanchas d e hervidor están p rovistas de un d epósito hervidor de ag u a , la c u al, al ser calentada p o r la resistencia de la su ela , se convierte en vapor. Seguidam ente, é ste e s im pulsado, m ediante una válvula, hacia el te jid o a p lanchar a través de orificios existentes en la su ela. C u a n d o una plancha d e e sta c lase se llena de ag u a hasta el n ivel adecuado, se ench u fa a una fuen­ te d e tensión de 2 20 V -ca y se pone en la posición V APOR, tra b aja com o sigue. C uando se aprieta el bo tó n d e vapor, el conectador del m ism o oprim e la co la d e la válvula al objeto d e c errar el orificio, e v ita n d o q u e pase agua desde el depósito a la cám a­ ra d el hervidor. C uando se suelta e l botón de vapor, el re so rte existente en la cola de la válvula alza a ésta p o r e n cim a d el orificio, dejando que el agua pase go ta a g ota al h ervidor, c onvirtiéndose en vapor. La presió n consiguiente hace que e l vapor llene la c ú­ pu la , desd e donde sigue por d os cam inos. U n o d e los cam inos sigue un o rific io dosificador, e x iste n te e n la tapa de la cám ara de vapor, y des­ pués t i ca n al distribuidor de la suela, de la que sale p o r la s aberturas d e ésta. El otro cam in o sigue el tu ­ bo com p e n sad o r hacia el depósito, donde la leve presió n co a dyuva al flujo del a gua a través de válvu­ la y o rific io , m anteniendo una corriente de vapor c o n sta n te . C on el botón en la posición v a p o r , una ara n d ela y ju n ta existentes e n la co la de válvula cie­ rran el p aso ha cia el depósito im pidiendo q u e decai­ ga la p resió n e n su interior. El m ecanism o de rocia­ d o e s a m enudo de tipo bom ba de fuelle norm al y es ind e p en d ien te de la p resión d el vapor. En el rocia­ d o r, a c a d a carrera del ém bolo se extrae agua del de p ó sito , im pulsándola a través d e la válvula de c o n trap a so , repartidor y boquilla, produciendo un c h o rro finam ente pulverizado, que e s lanzado por dela n te d e la plancha. E n lo s generadores d e vapor rápidos se em plean Generadores de d e p ó sito s d e agua instalados de m odo que no reci­ vapor rápidos ben d ire cta m e n te m ucho c alor de las resistencias de ca le n ta m ie n to , sino que se lim itan a alm acenarlo. El ag u a p rocedente de ese depósito pasa por una válvu­ la d o sific ad o ra ajustable hacia una cám ara de vapor, la c u a l form a parte de la suela. T an pronto el agua in c id e so bre ésta, se vaporiza inm ediatam ente y es im p u lsad a a salir a presión por agujeros existentes en e lla . E n los m odelos de vapor rápido com unes.

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e n c u a n to se a flo ja el botón para d ejarlo e n la p osi­ c ió n m ás alta p o sib le, u na ju n ta cierra la parte supe­ rio r d e l dep ó sito y la v álvula se ve obligada a salir d e l o rific io , d ejan d o p a sar el agua desde el depósito a la cám ara de v apor. Este se va g enerando c onfor­ m e el agua incide c o n tra la suela caliente. C on ello. Suelda se a b re la válv u la de control de presión y e l vapor eutéctica f lu je al e x te rio r p o r lo s agujeros. El v apor retrocede asim ism o p o r e l tubo co m pensador hacia el depósiVálvula d e presión to , d o n d e crea p resión. Entonces, una válvula de p re sió n co lo cad a en tre el hervidor y los pasos de v a p o r m antiene en herv id o r y depósito la presión n ec e sa ria para el rociado. U n tubo de ag u a de p equeño d iám etro enlaza la bo q u illa de rociad o co n el fondo del depósito de a g u a , y un tubo de v a p o r m ás co rto que lo rodea, c o n e c ta la b oqu illa c o n la presión del vapor existen­ te e n la parte superio r d el depósito. Cuando se opri­ m e e l bo tó n d e ro c ia d o , al objeto de abrir la boqui­ lla , a través de é sta se fuerza a salir a u na m ezcla de a g u a y v apor, c asi d e l m ism o m odo que en las pisto­ las d e pintar o e n lo s rociadores d e insecticida d o ­ m é stico s. E n m u ch o s m odelos de este tipo, con el b o tó n d e rociad o e n u na posición determ inada ( - plan ch ad o perm anente - ) , h ay un vastago que p er­ m a n e c e en el m e zclad o r de agua, restringiendo el p a s o de é sta, co n lo q u e resulta un c horro pulveriza­ d o m enos h úm edo. E n su posición norm al, el vas­ ta g o s e q u ed a fuera del m ezclador y el chorro pulve­ riz a d o contiene toda la hum edad posible. A lgunas plan ch as de vap o r y de vapor y rociado p o se e n un d isp o sitiv o d e -au tolim pieza». En la m a­ y o ría d e las plan ch as de este tipo, cuando se hace u so d e ese d isp o sitiv o , el artefacto debe alcanzar p rim e ro la m áx im a tem peratura p ara asegurar que se p ro d u ce la m áx im a cantidad de vapor durante el c ic lo de lim pieza. A l soltar, op rim ir y sujetar el b o tó n de au to lim p ieza se acciona otra válvula exis­ te n te en la cú p u la del v apor. D icha válvula posee un o rific io de g ran tam añ o que perm ite el paso de un g ra n volum en de agua d irectam ente desde el d epósi­ to a la cám ara d e v ap o r, en la q u e se genera éste, im p u lsan d o rápidam ente agua y vapor a través de lo s can ales de d istrib u ció n de la suela y por tos a g u je ro s de sa lid a de la m ism a. Esta acción des­ p re n d e y e x p u lsa generalm ente las acum ulaciones m in erales y de p elusas. Al soltar el botón de autolim p ie z a se c ie rra la v álvula de «descarga rápida», re stab lecien d o el funcionam iento norm al.

N um erosas planchas poseen un dispositivo pro­ te cto r consistente e n un fusible antitérm ico, capaz de de te n er co m pletam ente el paso de corriente hacia el elem ento de c aldeo si la tem peratura de la suela sobrepasa los lím ites d e seguridad, por avería o d e ­ terioro del m ando de tem peratura. Tal fusible con­ siste e n un c o n d u c to r soldado a un resorte de lámina co n suelda e u té ctica . E ste m ontaje se realiza de m a­ nera que sobre la conexión eléctrica actúa un esfuer­ zo lateral; si se alcanza la tem peratura crítica, se funde la suelda eu téc tic a y e l resorte produce la apertura de la c o n exión, evitando el recalenta­ m iento.

Autoexamen C om probar lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 2 4 . ¿C uáles son los dos tipos básicos de planchas de vapor y d e v a p o r y rociado? 2 5 . ¿Q ué d iferencias existen entre am bos tipos? 2 6 . C uando e l botón qu e controla la cám ara del vapor e stá e n posición VAPOR, ¿está abierto o cerrado el d ep ósito de agua ? 27. ¿Q ué clase d e m ecanism o de rociado se en­ cuentra e n las planchas? 2 8 . ¿R ecibe c alo r el d ep ósito d e agua en los g ene­ radores de vap o r rápidos? 29. C uando el d isco se co lo ca en la posición «plan­ c hado p erm anente», ¿cóm o se genera el chorro pulverizado d e baja hum edad? 30. ¿P o r qu é d e b e e sta r u n a plancha de vapor autolim piante a la tem peratura m áxim a para poder lim piarla? 3 1. ¿Q ué disp o sitiv o d e protección se conecta a la resistencia d e m uchas planchas? 3 2 . D escribir el fusible antitérm ico. 3 3 . ¿Q ué le o curre a la suelda e utéctica cuando se a bre la co n exión fusible?

1 1 -5 R E P A R A C I Ó N D E P L A N C H A S D E V A P O R Y D E V A P O R Y R O C IA D O Los fallos d e las p lanchas d e vapor y de las de vapor y rociado son sim ilares a los d e las planchas secas.

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Planchas para la ropa sa lv o en q u e d o s o tres pueden d eb erse al agua, al d e p ó sito de ag u a y a lo s sellos estancos. P ara todas las p lanchas de vapor y de vapor y ro c ia d o se reco m ien d a agua d estilada o desm inera­ liz a d a , ya q u e é sta care c e de las im p u rezas que pro­ d u c e n la o b tu ració n y corrosión d e l artefacto. Si se e m p lea a g u a co rrien te o rdinaria, p articularm ente en zo n a s de ag u as d u ras, en el in terior d e l depósito, h e rv id o r y cá m a ra de vapor se d esarro llarán incrus­ tacio n e s y d e p ó sito s, q ue atorarán la v álvula y los ag u je ro s d e sa lid a . C o n e llo , la p lan ch a chisporro­ tea rá y la presió n crecerá dem asiad o , lo qu e. al fin a l, p ued e h a c e r q u e se quem e el elem ento de ca ld e o . E l clo ro , q u e se utiliza en m uchos lugares com o pu rific ad o r d e l a g u a , reacciona con e l alum inio pro­ du c ien d o c lo ru ro d e a lum inio. A sí p u e s, c uando en un a p lanch a c o n suela y piezas in tern as de alum inio aparece u na su stan cia gris y escam o sa, ésta suele ser c lo ru ro d e alu m in io y no in crustaciones de agua d u ra . L os d ep ó sito s d e cloruro d e alum inio no se ad hieren a lo s p aso s d e vapor y , a m enudo, éste lo arrastra h acia la ro p a; cuando la p lancha lo prensa co n tra la ro p a, d e ja unas m arcas o sc u ra s m uy difíci­ les d e elim inar. A veces e s p o sib le raspar o ce p illa r el hervidor p a ra d esp ren d er lo s depósitos m inerales. Pero un pro c ed im ie n to p referib le consiste e n llen ar el depó­ s ito de pla n c h a con u n a solución satu rad a de yeso ag ríc o la , hacién d o la h ervir y circ u la r p o r toda la pla n ch a sin d e sa rm a r, antes de d ar p o r term inado el tra b ajo . Para c o n se g u ir la solución satu rad a se añ a­ d e y eso a un recip ien te c on agua hasta q u e p a n e del y e so no se d isu e lv a y se deposite en el fondo des­ p u é s de a g ita r y rem over. A ntes d e em p le a r la solu­ ció n hay q u e a se g u ra rse de que la p lan ch a funciona a su tem p eratu ra m áx im a y con v apor. Esta o pera­ ció n puede a celerarse colocando e l artefacto (con la su e la hacia ab a jo ) sobre un bloque de m adera cu­ b ierto d e am ian to . O tro buen lim p iad o r e s el vinagre blanco. El de­ pó sito se llena co n v inagre blanco, la tem peratura se po n e al m áx im o y se enchufa la plancha. Se accio­ na el botón del vap o r y se deja q ue el vinagre pase p o r la válvula y la b o quilla. G eneralm ente con una ca rg a basta p ara e lim in a r las in crustaciones. Si el dep ó sito y o tra s piezas se encuentran fuertem ente co n tam in ad o s con incrustaciones y d epósitos, se cam biaran .

S i.

p o r un a c ausa cualquiera, se hubiese desm on­

ta d o la su e la , las superficies c ontactantes d el fondo Adhesivo de de la c á m a ra de vapor d eben pintarse c on adhesivo silicona de silico n a para sellarlas a las fugas de vapor. A ire- Agua destilada d e d o r d e l cu ello d el tubo a codado d el rellenador se Agua p o n e u n a pequeña cantidad del adhesivo de silico- desm ineralizada na, p a ra qu e haga d e obturador c uando p enetre por el o rific io d e llenado del depósito.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ tas sig u ien tes. 34. ¿ Q u é fallos de las planchas d e vapor son d ife­ re n te s a los de las planchas secas? 3 5 . ¿ Q u é clase d e agua se recom ienda para las p lan c h a s de vapor y de vapor y rociado? 3 6 . ¿ E s recom endable cargas las planchas con agua c lo ra d a? 3 7 . C ita r d o s agentes lim piadores para elim inar las in cru stacio n es d e l hervidor. 38’. ¿ Q u é tipo de adhesivo se em plea para sellar una su e la tra s d esm ontarla?

11-6 AVERÍAS DE LAS PLANCHAS DE VA POR Y DE VAPOR Y ROCIADO S ig u en alg u n as de las averías m ás com unes de las p lan c h as d e vapor y de vapor y rociado, con indica­ ció n d e alg u n o s d e los puntos a com probar para re so lv e r c a d a dificultad.

Fugas de agua C o m p ro b a r la tem peratura de la suela, ya que el c a lo r p u ed e se r insuficiente para vaporizar e l agua. C u an d o e l artefacto se carga con descuido o se so­ b re ca rg a, q u e d a atrapada agua, que se expulsa c u a n d o la p lancha se c alienta. U na v álvula de vapor d e fec tu o sa o p arcialm ente abierta p uede dejar pasar ag u a a la cám ara d e vapor y . si la graduación de la te m p era tu ra e s inferior a la d e g eneración de vapor, será ex p u lsad a por la suela en form a de gotitas de ag u a. P u ed en darse fugas de agua p o r la ju n ta que c ie rra la unión entre el depósito y la cám ara de

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Yeso agrícola


Planchas para la ropa v a p o r, y tam b ién fu g as de agua pulverizada por la ju n ta d e la caja d e ro ciad o . Las fugas de poca importa n d a p ueden co rreg irse con adhesivo d e silicona o su stitu y e n d o la ju n ta . E n a lgunos m odelos el agua puede p enetrar por la b o q u illa d e rociad o y no p o r el tubo de llenado. Un g o te o c o n tin u o d e la b o q u illa d e rociado puede de­ b e rse a u n m an g u ito d e l tu b o m al ajustado. Para co­ rre g ir este d e fe c to , se p o n e un poco d e lubricante en las ran u ras de la abrazad era térm ica, en los puntos d o n d e se acoplan a las orejetas del m anguito del tu b o . N o se p ondrá nada de lubricante e n el tubo ni e n el tapón. En c ierto s m odelos hay q ue com probar la h o rq u illa q ue d e ja ligeram ente abierta la válvula. C o n e l bo tó n d e v a p o r cerrado para planchar e n se­ c o , s e o p rim e d ic h o bo tó n y a la vez se observa el eje d e m an d o d el v a p o r a través d e la pieza d e llenado. S i e l m ism o se m u ev e en respuesta a la p resión, es q u e la ho rq u illa e s c o rta y debe am pliarse un poco flexionándola.

asentada; com p ro b a r el estado de los m ecanism os d e im pulsión del agua. En algunos m odelos, des­ m ontar el m ecanism o de rociado y com probar que los fuelles n o tengan fugas (fig. 11-6).

Se genera vapor, pero no hay rociado O p rim ir e l b otón d e rociado para d ar presión al her­ vidor y depósito. Si hay presión, com probar y lim­ p iar de o bstrucciones el tubo y la boquilla. Si no hay pre sió n , o b servar el estado de la válvula de p resión.

Sale vapor por el orificio de llenado E sto p uede indicar qu e la válvula d el tubo d e llena­ do no estaba c errad a cuando el botón estaba en p osi­ ció n VAPOR. C o m probar si el botón e stá flojo o mal cone ctad o , o b ien si la válvula e stá defectuosa.

Vapor nulo o insuficiente C o m p ro b a r si h ay agua en el depósito y el reglaje del term o stato . C o m p ro b ar si la v álvula de vapor se a lz a y cae cu a n d o se accio n a el botón (esto puede h a cerse m irando p o r el tu b o de llenado). En algunos m o d e lo s, los d efe c to s de vapor pueden se r conse­ c u e n c ia d e q ue la horq u illa sea dem asiado larga; e s to se c o rrig e o p rim ien d o a fondo el botón del v a p o r, y a q ue la h o rq u illa suele ser de latón blando y s e fle x io n a hasta la m ed id a conveniente. L a falta de Vapor p u ed e tam bién deberse a un e fe c to d e p e líc u la s eca p roducido p or aceite o grasa e n la v álvula. M u ch as veces ello puede corregirse h a c ie n d o fu n cio n ar la p lancha durante una h ora por lo m en o s, a la m á x im a tem peratura, al ob jeto de c o c e r y d esp re n d e r la p elícula. Si así n o se solventa la d ific u lta d , p uede s e r necesario calentar la v álvula con u na p eq u eñ a llam a d e g as para e xpulsar el acei­ te y d e sato rar la válvula. L a llama se m antendrá a u n o s d o s o tres c e n tím etro s d e la válvula, sin reca­ le n ta r ni fu n d ir la cá m a ra de vapor. Luego se d ejará e n fria r natu ralm en te, p u e s el aire c om prim ido es c a p a z de d e p o sitar u n a p elícula de aceite nueva.

Rociado nulo o insuficiente C o m p ro b a r que n o e sté o bturado el orificio de rocia­ d o ; c o m p ro b ar el e stad o de la ju n ta y si e stá bien

Fig. 11-6 Pa ra d esm ontar la tuerca de la salida de vapor se em pica u n a liave como la representada. E a el m anual de asis­ tencia del fabricante suele describirse cómo construir esta h erram ien ta, o inform a de donde adquirirla.

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Planchas para la ropa

La plancha escupe agua por los orificios de vapor E l a rtefacto no se calien ta lo suficiente o lo hace en e x c e so . L im p iar con y e so las cám aras de vapor. C o m p ro b a r si h a y g rasa en ésta. L a válvula de vapor p u e d e estar corroída.

La plancha mancha la ropa

lícula y agua destilada en la proporción de u no a seis. E sta m ezcla destruirá la tensión superficial creada p o r la p elícula seca y com enzará a generarse vapor. S acudiendo suavem ente la plancha contra la superficie de trabajo p u ede facilitarse la iniciación de la c o m e n te d e vapor. Se vaporizará toda la carga de m ezcla para asegurar el desprendim iento co m ­ pleto de la película seca. Si estas operaciones no c o n siguen resolver la dificultad, sera necesario d e s­ arm ar la plancha.

L a a parición de m an ch as m arrones en el tejid o insi­ n ú a generalm ente que hay sustancias org án icas en la cá m a ra o con d u cto d e vapor. Ello puede d eberse a p e lu sa que se haya a b ierto paso dentro de la p lancha o d e los conductos d e llen ad o acom pañando al agua. S e lim pia llenando e inundando con agua la suela c o n la plancha fría, p ara luego ponerla e n posición d e va p o r m an teniendo abierta la válvula. D e ese m o d o el agua h irv ie n d o arrastrará ai e x te rio r la su s­ ta n c ia marrón.

C o m probar lo a p rendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes.

La plancha agujerea la ropa

4 0 . ¿C u ál po d ría ser e l fallo de una plancha que pierde agua, no g enera vapor, o lo genera in su ­ ficientem ente?

L a cau sa d e e ste d efecto puede detectarse e n e l he­ c h o d e que e l u su ario haya com prado agua de la lla­ m a d a destilada en alg u n a estación de serv icio de au to m ó v ile s, la cual posiblem ente contenga ácido su lfú ric o . A veces las crem alleras se constru y en de d o s m etales d iferen tes q u e reaccionan e lectrolítica­ m en te en presencia d e hum edad; esto p u ede c ausar u n a d esintegración d e lo s m ateriales no achacable a la plancha.

Autoexamen

39. ¿Q u é pieza de las planchas de vapor suele se r la ca u sante de la m ayoría d e las fugas de agua y fallos d e vapor?

41. ¿Q u é indica el goteo de la boquilla de rociado? 4 2 . ¿Q u é c ontrola la horquilla e n una plancha? 4 3 . ¿C u á l p odría se r e l fallo cuando sale vapor por e l o rificio d e llenado? 44. ¿C ó m o c o rre g ir el goteo de una boquilla d e ro ­ ciado? 4 5 . ¿C uál e s la causa de la aparición de m anchas m arrones en el tejido? ¿C óm o corregirlo? 4 6 . ¿C uál po d ría ser la causa de que una plancha agujeree la ropa?

Resistencia al movimiento (suelas no adherentes) A co n se jar al clien te q u e lim pie la su ela c on un de­ te rg e n te suave, e le v e o rebaje la tem peratura para aq u ello s tejidos q u e cau sen d ificultades, no em plee p a ra la tabla de p la n c h a r u na funda dem asiado tensa y q u e siga e m p lean d o la plancha algunas sem anas (p u e d e desaparecer el defecto)

Falta de vapor o poco vapor Probablem en te esto se ñ a le la form ación d e u na p elí­ c u la se c a en la válv u la d e vapor. Para rem ed iarlo se llen a el d epósito c o n u n a m ezcla de solución antipe­

1 1 -7

P L A N C H A S D E V IA JE

L as p lanchas d e v iaje son pequeñas y livianas y están d otadas de asas plegables, abatióles o desm on­ ta bles al o b je to de a horrar espacio (fig. 11-7). A lg u ­ n o s m o d e lo s poseen m ecanism os d e vapor o d e v a­ p o r y rociado com puestos de hervidor, cám ara y conductos d e v a p o r y o rificio s en la suela. U na peri­ lla d e ag u a d esm ontable suele servir d e d epósito de agua p ara p lanchar al vapor.

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Planchas para la ropa es tá d eteriorado y deberá reem plazarse la cám ara de vap o r com pleta.

Falta de vapor

pueden p resen tar fallos relativos a la perilla.

A segurarse d e que el respiradero de la perilla está ab ierto . E n caso necesario, a travesarlo con un alam­ bre c aliente. E xam inar después el o rificio y las sali­ das d e vapor p ara ver si están todos abiertos. Si no se en cuentra e l fallo, se d esm ontará la cám ara de vap o r para ver si están expeditos los conductos in­ ternos. Si no se halla ninguna obturación, se hace fu n c io n a r la plancha a su tem peratura m áxim a d u­ rante u n a hora por lo m enos, al objeto de elim inar un a posible película seca e n e l orificio.

La plancha gotea o se sale A dem ás de los fallos q u e y a co n ocem os de las p la n c h a s secas y de v ap o r, los d ebidos a la perilla de a g u a so n los siguientes.

Pérdidas de agua C o n firm a r y ub icar visualm cnte la fuga. Si falta la v á lv u la de co n trap aso , o si e l agua la traspasa, o b ie n e x iste u na fuga entre la pro p ia perilla y el adap­ ta d o r, se cam biará la perilla com pleta. Si la fuga tien e lu g a r a través d e l respiradero, cuando la p lan­ c h a d escan sa d e talón, e s q u e la perilla está inco­ rre ctam en te o rien tad a, y a q u e el respiradero debe e sta r h a cia arriba. C a m b iar la perilla y , si ello no co rrig e el d efecto, sustitu ir el conju n to de la cám ara d e v apor.

C om p ro b ar prim ero la tem peratura en el mando de te m peratura y a jústese, si e s necesario. Si la tem pe­ ra tura se encuentra dentro d e los lím ites correctos, desa rm a r la cám ara de vapor y ex am inar la zona del h e rv id o r p o r si se necesitase lim piar la superficie. Si es n ece sario , cam biar la m alla d el filtro. Si fuese in­ d isp en sab le lim piar el hervidor, se hará hervir una ca rg a com pleta de solución saturada de yeso. A lgunas planchas de v iaje p ueden funcionar con co rrien te alterna de 2 20 volt y c o n c o m e n te conti­ nu a d e 110 volt. T al c om o v em os en la figura 11-8, e l c ircu ito característico de e sas p lanchas se com po­ ne d e d o s resistencias d e calentam iento en serie, una de ellas co n un interruptor de cortocircuitado en

Condensaciones en el adaptador E sta e s u na consecu en cia n atural de e x p o n er un m e­ ta l frío a aire c á lid o y húm edo. L a d ificultad se sol­ v en ta en gran parte llenando la p e rilla con agua te m p lad a o caliente.

Pérdidas entre el adaptador y el orificio de la cámara de vapor E x a m in a r la rosca d el o rificio y v olver a aterrajarla si lo p recisa. Si e sto no rem edia el fallo, se probará co n u n a perilla nu ev a. Si la conexión sigue p erdien­ d o . posib lem en te e s q u e el orificio e s d efectuoso o

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B

A


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Planchas para la ropa p a ralelo. A sí, cu an d o se trabaja en 2 2 0 V -ca, ocurre lo siguiente:

4 7 . ¿ C ó m o se a provisionan d e agua para vapor las p lanchas d e viaje?

1. E l interruptor d e co rtocircuitado e stá abierto. 2. L a corrien te atraviesa las dos resistencias A y B.

4 8 . ¿ P o r qu é debe em plearse agua tem plada para llen a r la perilla de las planchas de viaje? 4 9 . ¿ C uál p uede s e r el fallo de una plancha de viaje qu e no genere vapor?

C u a n d o se trabaja en 110 volt, o curre lo siguiente: 1. E l interruptor d e cortocircuitado e stá cerrado. 2 . L a corriente atrav iesa la resistencia A y , luego, el interruptor d e cortocircuitado. L a resistencia B está fuera d e c ircuito.

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes.

5 0. E n e l circuito d e la figura 11-8, ¿ está abierto o ce rra d o el in tem ip to r d e cortocircuitado c uan­ d o la plancha trabaja a 22 0 V -ca? 51. E n la figura 11-8, ¿actúan las d o s resistencias cu an d o la plancha trabaja en 110 V -cc? 52. E n la figura 11-8, ¿ q u é resisten c ia, A o B , actúa cu a n d o e stá cerrado e l interruptor d e cortocir­ cu ita d o ?

R esu m en 1. L os com p o n en tes eléctricos de las p lanchas se­ ca s son una resistencia d e calentam iento, un ter­ m o stato . term in ales con sus aisladores y un c a b le de alim entació n . 2 . E n la su ela, q ue se construye d e alum inio o ac e ro inoxidable, e stá contenido el elem en to de cal­ deo . 3 . L os princip ales causantes de a v erías e n las pla n ch a s e léctricas so n e l cable d e alim en tació n , el term ostato , la resisten cia y las conexiones en tre ésta y e l term ostato. 4 . L os term ostatos d e las planchas p ueden reg lar­ s e co n ayuda d e una plataform a de p ruebas. 5. La suela debe lim piarse y repasarse siguiendo la s instrucciones del fabricante. 6 . A lgunas de las averias m ás co m u n es de las pla n ch a s secas son: a . F alta d e c alo r b . C alo r insuficien te o excesivo c . S acu d id as eléctricas d . C hispas en el ca b le d e alim entación e. Poro s e n la su ela / . L a p lancha se adhiere a la ropa g. La p lancha n o se apaga 7 . Es recom endable carg ar todas las planchas de va p o r co n agua d estilada o d esm ineralizada. Para

e lim in a r las incrustaciones en los hervidores de las pla n ch a s de vapor deben lim piarse éstos con vina­ g re o y e so . A lgunas de las averías de las planchas de vap o r y de vapor y rociado son: a . F u g as d e agua b. V ap o r nulo o insuficiente c. R ociado nulo o insuficiente d . S e genera vapor, pero no h a y rociado e. S ale vap o r p o r e l o rificio de llenado / . L a plancha escupe agua p o r los orificios de vapor g . L a plancha m ancha la ropa h. L a plancha agujerea la ropa i. R esistencia al m ovim iento 9. L as planchas de viaje son m á s pequeñas y li­ via n as. A lg u n as tienen dispositivos de vapor y ro ­ ciado. 10. L a s averías privativas de las planchas de viaje de v a p o r y ro ciado son: a . Pérdidas de agua p o r la p erilla b. C ondensaciones e n el a daptador de la pe­ rilla c. Pérdidas e ntre el adaptador de la perilla y el o rific io d e la c ám ara d e vapor d. F alta d e vapor e. L a plancha gotea o se sale

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C uestionario de repaso L a s p re g u n ta s siguientes perm iten com probar lo aprendido en este capitulo. D e te r m in a r s i cada un a de la s afirm aciones siguientes es verdadera o fa lsa . E sc rib ir la s respuestas e n un p a p e l aparte. 1. A lg u n o s d e lo s com ponentes e léctricos d e las planchas secas son la suela, la pla c a de p resión y la válvula d e descarga d e vapor. 2 . L a s resistencias de una plancha calientan la placa delantera. 3 . E s an tieconóm ico sustitu ir las resistencias quem adas de las planchas. 4 . L o s cab les de alim entación de las planchas son reparables. 5 . P o r reg la g eneral, deben reem plazarse los term ostatos estropeados. 6. E n to d a p lancha q ue h ay a sido desarm ada hay q ue h acer pruebas d e cortocir­ cu ita d o y p uestas a m asa. 7. C u a n d o se lim pia y se trabaja en una plancha, hay que dedicar atenciones particu lares a la suela. 8. P u ed en elim inarse con lija las rebabas de la suela. 9. L os g en eradores d e va p o r p ueden ser d e hervidor y d e tipo rápido. 10. U n o rific io e s u na abertura que perm ite el paso d e agua o vapor. 11. E l fu sib le antitérm ico d e una p lancha se funde y abre cuando se alcanza una te m p eratu ra excesiva. 12. El d ispo sitiv o de a utolim pieza de las planchas sirve p ara lim piar el exterior de las m ism as. 13. P a ra lim p iar el hervidor de las planchas de vapor se em plea yeso agrícola. 14. En las planchas de rociado y vapor se recom ienda em plear agua destilada. 15. C u a n d o se d esm onta la suela d e una plancha, debe volver ad h e siv o d e silicona.

a sellarse con

16. L a acum ulación d e aceite o grasa en la válvula de una plancha de vapor, puede im p e d ir q ue éste se genere. 17. L a p e lu sa producida dentro d e la p lancha puede producir m anchas m arrones e n la ropa. 18. D eb en lim piarse las suelas d e las planchas q u e o frezcan resistencia al m ovi­ m ien to o se peguen. 19. L as planchas de viaje son versiones reducidas de las norm ales. 20 . L as planchas de viaje d e vapor están dotadas de perillas desm ontables. 21 . L as p lan ch as de viaje están ideadas para trabajar con corriente alterna de 220 y d e 110 volt. 22 . L as planchas de viaje de vap o r deben cargarse con agua fría.

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Respuestas a los autoexamenes de «ste capitulo

1. La resistencia d e calenta­ miento. term ostato, bornes co n su s aislantes, cable de alimentación; a v eces lám­ para testigo con su resisten­ cia. 2. Suela, placa de presión, ta ­ pa. apoyo de talón, a sa y ali­ viador que sujeta el cable de alim entación a la caja de bornes. 3. Cuando el elem ento d e cal­ d e o está integrado en la su e­ la. 4. En paralelo. 5. E nserie. 6 . La suela. 7. P ara gobernar el calor. 8 . Aumenta. 9. El cable d e alimentación, la conexión con el elem ento y el term ostato, el term ostato y el elemento d e caldeo. 10. No. 11. No. 12. No. 13- Cortocircuitos y masa. 14. No. 15. Una plataforma d e pruebas 16. Esmeril. 17. La suela. 18. El cable de alim entación y el termostato. 19. El cable de alimentación. El termostato. 20. Pérdida de aislación en el

21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29.

30. 31. 32.

33. 34.

35. 36. 37. 38 39. 40.

termostato, un punto des­ nudo en el cable de alimen­ tación y una resistencia de calentamiento a masa. Exceso de calor. El termostato, con los con­ tactos tundidos. SI. De hervidor y de vapor rápi­ do. El modo en que se genera el vapor. Cerrado, para que no se pierda presión. De bomba de fuelle. No. En el mezclador del tubo de agua se restringe el paso de agua con un vástago. Para que se genere la máxi­ ma cantidad de vapor. Un fusible antitérmico. Un conductor soldado a un resorte de lámina con suel­ da eutéctica. Que se funde. Los debidos ai agua, al de­ pósito de ésta y á la estanqueidad. Destilada o desmineraliza­ da. No. Vinagre y yeso agrícola. Desilicona. La válvula de vapor. Un termostato graduado a

una tem peratura baja. 41. El m anguito del tubo no cie­ rra bien. 42. La válvula de vapor; a d e ­ más. e stá conectada al m an­ do del botón. 43. Que no estaba cerrada la válvula de llenado cuando el botón estaba en vapor. 44. Lubricar las ranuras de la abrazadera del mando de tem peratura en los puntos donde se acoplan a las o re­ jetas del manguito. 45. Sustancias orgánicas, co­ m o pelusas, carbonizadas en el conducto de vapor; hay q u e limpiar el depósito y conducto d e vapor. 46. Normalmente, la utilización de ag u a im propiamente lla­ m ada d estilada que conten­ ga algún producto químico. 47. Con una perilla desm onta­ ble qu e h ace de depósito. 48. Para evitar condensaciones sobre la perilla. 49. Falta de agua en la perilla, orificio y salida de vapor ob­ turados. Asimismo, mal e s ­ tado del respiradero de la perilla. 50. Abierto. 51. No. 52. A.

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Capítulo 12

Tostadoras automáticas E ste capitulo s e dedica a exponer las diferencias fundam entales entre los dos tipos de tostadoras, el funcionam iento d e los m andos de e sto s electrodom ésticos y las características especiales de algunos m odelos. S e trata, adem és, de ios fallos m ás corrientes d e las to stadoras y de las medidas para corregir­ los. A la venta ex iste una gran diversidad d e to stad o ras autom áticas cuyos detalles de funcionamiento y constructivos so n m ás o m enos diferentes. Pero, en todos los c aso s pa ra tostar el pan se utiliza un elem ento resistivo. L as to sta d o ra s autom áticas s e clasifican en verticales, en las que las rebanadas de pan se m antienen verticalm ente, y horizontales, en las q ue las reb a n ad a s d e p an se mantienen horizontales.

12-1

TOSTADORAS VERTICALES

U n term ostato, interior al artefacto, enlazado Mando de color co n un m ando del color de tostado (grado de tos- (grado de tostado) ta d o ) ex tern o . Este m ando perm ite al u suario re- Tostadores g u iar la d u ración del tostado según los tipos de normales p a n . o b ien a daptarlo al gusto d e cada persona. E n las tostadoras com binadas se reúnen c aracte­ rísticas d e las tostadoras ordinarias y de los hornos peq u eñ o s. Poseen cavidades de tostado, carros para e l pan y m andos de grado de tostado, adem ás de p u e rta s tipo h o m o y m andos p ara c ocer y calentar. L a s operaciones d e tostado son iguales qu e e n las to stadoras verticales norm ales y h ay m odelos d ota­ d o s d e elem entos de caldeo del m ism o tipo: en o tro s, el ca lo r procede de conductores eléctrica­ m en te protegidos m ediante tubos m etálicos, d e vi- Carro del pan d rio o cerám icos. E n los com partim entos de los hornos, habitual­ m en te calentados por elem entos de c aldeo tubula­ re s pueden calentarse o cocerse bollos, pastas, pe­ q u e ñ as c azuelas y p atatas. La tem peratura, q ue sue­ le seleccionarse con un m ando independiente, varía e n e llo s e ntre 95 y 2 6 0 °C aproxim adam ente y está re gulada p o r un term ostato especial para el hom o. 3.

L os m odelos v erticales p ueden se r tostadoras c o n ­ v encionales q u e só lo tuesten, o bien artefactos c o m ­ bin a d o s con ho rn o s cap aces de tostar, calen tar y c o ce r. Las to stad o ras verticales o rdinarias se c o n s­ tru y en para d o s o cu atro rebanadas y pueden to star p a n , barquillos co n g elado s y p astas delgadas sin co­ p e te ni relleno (fig . 12-1 (a » . Esencialm en te, las tostadoras verticales no rm a­ le s son electro d o m éstico s sencillos com puestos de tre s com p o n en tes básicos:

. El carro d e l p a n , q ue su b e y baja p o r el in terior d e las c a v id ad es del artefacto y q u e suele estar do tad o de un botón de m ando e xterno. El carro accion a un in terru p tor q u e conecta y d esconecta la tostadora. . L os elem entos d e ca ldeo, co nstruidos de h ilo re­ sistivo , q ue se instalan a cad a lado de las c avida­ des d e la tostad o ra y q ue irradian c a lo r para to s­ ta r c uando los atraviesa la c orriente.

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Tostadoras a utom áticas

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Fig. 12-1 (a) T ostadora vertical autom ática para dos reba­ nadas. (£> Esquem a eléctrico habitual.

Pu ed en ta m b ién ten er u na p osición d el m ando para d o ra r la p a rte s u p erio r d e sandw iches y panecillos. L as to stad o ras autom áticas v erticales p ueden su­ frir av e ría s eléctricas y m ecánicas. P o r lo general, lo s fallo s eléctricos no son m uy difíciles, pero los m ec á n ic o s p ueden ser, a v eces, b astante m olestos. E m p e c e m o s e xam inando los circu itos e léctricos de las to stad o ras v erticales c o m e n te s d e dos rebana­ d a s , q u e so n co m o el representado en la figura 12 - 1( 6 ). A ctu alm en te, la m ayoría de los interruptores p rin c ip a le s o de puesta en m archa son bipolares. N o rm alm en te el interruptor principal del circuito de la fig u ra 12-1(6) se encu en tra ABIERTO. Pero se cie­ rra cu a n d o e l u suario introduce el p an e n la cavidad y o p rim e la m an illa d e l c arro. (En d o s o tres m ode­ lo s el m o v im ien to del carro e s auto m ático, d e m odo

q u e , cu an d o se introduce el pan e n la cavidad, se cie rra e l interruptor principal.) C uando se hace la to stad a y sa lta al exterior, el interruptor vuelve a pon erse en p osición ABIERTO, o de p a r a d a (-OFF-). L o s m odelos verticales p ara d o s rebanadas están pro v isto s d e tres o cuatro e lem entos d e caldeo: uno p o r la parte ex tem a de cada rebanada y, entre am­ b a s, un e lem ento d oble o b ien d os e lem entos senci­ llos. Estas resistencias suelen conectarse e n parale­ lo; p o r e llo , si una de ellas se abre, n o dejará de fu n c io n a r totalm ente el artefacto, com o o curriría si se disp u sie ran en serie. D ado q u e , aunque se abra un a re sisten c ia , las dem ás seguirán trabajando, para lo c a liz a r u n a resistencia defectuosa, bastará obser­ v a r c u ál es la que no enrojece. E sta s resistencias no deben em palm arse nunca, ni d eb e d esenrollarse porción alguna de hilo para

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Tostadoras a u tom á ticas

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aflo ja rlo y recon ectar a un borne. A l h acer el pedido d e resisten cias nuevas, e s im portantísim o anotar los d a to s g rab ad o s e n las v iejas. E sta inform ación debe in c lu irse en la n o ta d e ped id o e n unión a la u bica­ c ió n d el elem en to , e s d ecir, ce n tro , exterior u otra p a rticularid ad cualquiera. H ay m odelos e n los que la s resisten cias centrales y exteriores son desigua­ le s: e n o tro s, u na d e las resisten cias puede e star do­ ta d a d e una abertura para el term ostato. Tom ando e s ta s precauciones g arantizarem os un tostado uni­ fo rm e tras in stalar u na resistencia nueva.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a prendido contesta n d o a las p re g u n ­ ta s siguientes. 1. ¿ C u á le s so n los tres com p o n en tes b ásicos de las tostadoras verticales? 2. ¿ Q u é tip o d e interruptor d e puesta en m archa se e n cuen tra e n las tostadoras verticales? 3 . ¿C u á l e s la posición norm al del interruptor de p u e sta e n m arch a, a b ie rta o c errada? 4 . ¿C uán to s e lem entos d e caldeo hay e n una to sta ­ d o ra vertical p ara d os rebanadas? 5 . ¿C ó m o suelen conectarse o disponerse los ele­ m entos? 6 . Si se abre una d e las resisten cias, ¿seguirán tra­ bajand o las otras? 7 . ¿ D eben em palm arse las resistencias? 8 . ¿ Q u é inform ación d ebe in cluirse al hacer el p e ­ d id o de resistencias nuevas para una tostadora vertical?

c io n a un dispositivo m ecánico o electrom ecánico q u e libera el carro, abre el interruptor principal y h a ce saltar la tostada. E x isten tres tipos básicos de m andos para tosta­ d oras: tem porizadores de reloj, m andos d e una e ta ­ pa y m andos d e dos e tapas.

Tem porizadores de reloj E l p rim e r d ispositivo d e m ando q u e se u tilizó en las to stadoras autom áticas fue d el tipo clásico d e reloj. P ara fijar la duración del tostado, en este d ispositi­ v o se hacía uso de un reloj de cuerda (fig. 12-2). A ccionando hacia abajo la llave el usuario daba c u e rd a al reloj, d escendía el cairo y lo trincaba y c erra b a e l c ircuito. T ranscurrido el tiem po fijado, el re lo j d isp arab a el trinquete d el carro y el resorte ele­ vad o r lo alzaba c o n el pan tostado. C on un m ando d e c o lo r (de claro a o scuro) s e h acía v ariar la dura­ ció n alterando la velocidad del reloj. Sin cam biar e se m an d o no e ra posible conseguir tostados u nifor­ m es, si se partía d e una tostada fria que luego se iba calentando. P ara aum entar el «autom atism o- del sistem a se a ñ a d ió un com pensador (fig. 12-3). E ste constaba Compensador de d o s piezas: una lám ina bim etálica, q ue se flexk»n ab a e n concordancia al increm ento de tem peratura d e n tro del artefacto, y una palanca reguladora car­ g a d a por resorte, situada en el reloj y sobre la que ac tu a b a la lám ina bim etálica. Esta p alanca solía ser independiente del m ando d e co lo r y no alteraba la p o sició n d e é ste. C onform e subía la tem peratura de

9 . ¿ S o n iguales todas las resistencias de una tosta­ d o ra vertical?

12-2

«•lo,

MANDOS

S i b ie n todas las m arcas y m o d elo s de tostadoras d ifie ren hasta cierto pu n to , e n casi todas ellas se en cu e n tra un term ostato d o ta d o d e un elem ento bi­ m e tá lic o . El p roceso de tostado se gobierna p o r la d ilatació n y contracción de d ich o elem ento. Cuando el term ostato alcan za u na tem p eratu ra prefijada, a c ­

sim ple.

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[> F ig, 12-3 Tem porizador de reloj con m otor de resorte dota­ d o de com pensador term osU tico.

la to stad o ra, la lám ina b im etálica se d esplazaba h a­ c ia la palan ca reguladora d e l reloj, chocando d e s­ p u é s co n ella , p a ra luego m overla de manera que au m e n ta ra la velo cid ad del relo j. D e ese m odo se h a c ia variar au tom áticam ente la d uración, a partir d e la tem p eratu ra inicial d e la tostadora. El m an­ d o d e co lo r era igual al u tilizad o e n los tem porizadore s d e reloj n orm ales, p ero e n esto s últim os modelos e ra p o sib le con seg u ir un to stad o uniform e, se ini­ c ia s e é ste en frío o en c a lie n te , sin cam biar el m ando d e c o lo r o p recalentam iento. S o n p o c a s las tostadoras m odernas en que se usen m e c an ism o s de tem porización con reloj, pero es im p o rtan te co nocerlos p u e s pueden aparecer en el ta lle r d e reparación e n cu a lq u ie r m om ento.

M andos de una etapa E sto s m andos se basan e n el h echo d e que la lám ina b im e tá lic a n ecesita un tie m p o para reaccionar al c a lo r. M uy o p ortunam ente, el tiem po d e tostado se

Fig. 12-4 T em porizado»-irrmostático de una etapa. La lámi­ na bimetálica A. en contacto directo con el pan. se dobla hacia la derecha, a m edida que se eleva la tem p eratura, has­ ta el final del ciclo, en q u e choca con el aislador del interruploc B. abriendo los contactos C del mismo; el brazo móvil £ del interru p to r se m antiene contra la leva de mando de color F mediante el resorte O.

alarga si se em plea pan fresco y húm edo, pues la evaporación de la hum edad consum e calor. Por el contrario, si se em plea pan seco, el calor se acumula co n m ayor rapidez d e ntro de la tostadora, y la lám i­ na bim etálica inicia su m ovim iento hacia el inte­ rru p to r com parativam ente antes. O sea , e l mando d e una etapa se aju sta autom áticam ente por si m ismo según el calor q u e se acum ula y la textura del pan. E n la figura 12-4 se ilustra la acción del tem poriza­ d o r term ostático d e una etapa. E ntre las p rim eras a plicaciones de esta idea se in­ clu ía n n o só lo m odelos co n h o m o , sino tam bién tos­ tadoras de volteo. C uando una de éstas se apagaba al final del periodo de tostado, sonaba una cam pa­ nilla para av isar al u suario de que diese la vuelta a la to stada, o liberase el trinquete del carro, según fue­ se e l caso. La c am panilla de aviso la accionaba un electroim án de ba ja resistencia. El m ando de c o lo r perm itía al usuario variar la d istan c ia a recorrer por la lám ina bim etálica para

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Tostadoras a u to m á tic a s a b rir el in terruptor. L a evolución posterior de los m o d elo s a n terio res incluyó la expulsión d e la tosta­ d a e n su stitu ció n d e la cam panilla. E l p rin cip io d e alam b re térm ico se em plea m ucho e n los m andos de u na etap a para desenganchar el trin q u e te del ca rro , tal co m o vem os en la figura 1 2-5. U n tro zo d e alam bre especial se conform a en ho rq u illa de p atas largas d otándolo de u n bucle en el e x tre m o su p erio r, q u e se m onta ten so sobre el extre­ m o a islad o d e u na palan ca C . L os e xtrem os de am ­ b a s patas se unen a u nos bornes q u e n o sólo asegu­ ra n los extrem o s d e l alam bre térm ico , sino que ade­ m á s lo ponen e n se rie con las resistencias. Cuando e l usuario cie rra e l interruptor p rin cip al, al oprim ir e l carro , éste q u ed a sujeto por el trinquete H y pasa co rrie n te p o r e l h ilo térm ico A , calentándose y d ila­ tá n d o se é ste. E ste p equeño m ovim iento, q u e se transm ite a la p alan ca en el punto p o r donde lo abar­ c a e l bucle resu lta m ultiplicado en e l otro extrem o d e la palanca a cau sa de la posición de los pivotes. A la vez que la p alanca se m ueve acom pañando a aq u ella dilatación grad u al, la palanca con trinquete E recotTe p o co a p o co el secto r den tad o F. Al final

d e la duración del c iclo , el term ostato corta la co ­ rrie n te ; entonces, el alam bre térm ico se enfria y se c o n trae, haciendo que la p alanca co n trinquete se m u e v a h a cia arriba y se enganche e n los dientes del sec to r, co n lo q ue é ste g ira en to m o a su p ivote. De e s e m o d o el d edo de disparo desengancha el trin­ q u e te y sube el c a n o , que d a contra e l doble codo de la pa la n ca con trinquete, separando a é sta d e l sec­ to r. H ay sistem as d e m ando tem porizados termostáticam e n te e n los que un pequeño elem ento térm ico, situ ad o inm ediatam ente al lado de una lám ina term ostática algo m ás robusta qu e las utilizadas en otro s tem porizadores, actúa con fuerza suficiente p a ra d isparar el trinquete del carro y ab rir el inte­ rru p to r. Los p rim eros m odelos d e e ste tipo carecían d e m e canism o d e expulsión, pero e ra n autom áticos en to d o s los dem ás aspectos. En éstas tostadoras u n a lám para testigo indicaba e l m om ento e n q ue la to stad a quedaba lista y , e n tonces, se elevaba el c a­ rro m anualm ente.

M ando de dos etapas E ste nom bre se d eb e a q ue la tcm porización consta

de una etapa.

d e d o s p artes, calentam iento y enfriam iento. Tal c o m o vem os e n la figura 12-6, un elem ento de c al­ d e o aux ilia r está arrollado alrededor de la lámina b im e tá lic a y conectado e n se rie con las resistencias d e to stad o . En e ste m ecanism o e xisten dos interrup­ to res: e l p rincipal y otro d e cortocircuitado d el ele­ m e n to auxiliar. C o m o se indica e n la figura 12-7, cuando se e m ­ p u ja e l ca rro G , se cie rra e l interruptor principal, p e ro se abre el d e cortocircuitado del elem ento C, perm itie n d o q u e éste se caliente a la vez que las resiste n cias de tostado. C uando el elem ento auxiliar se c alie n ta , el e lem ento b im etálico A inicia su d es­ p lazam ien to h acia e l tope d e regulación de color B. C u a n d o la parte inferior d e la lám ina choca c on el to p e , la parte superior hace presión sobre el c ontac­ to D y se cierra el interruptor de cortocircuitado, d e ja n d o así fuera de circuito al elem ento auxiliar. L os elem entos principales siguen calentando. En­ to n ce s la lám ina bim etálica co m ien za a enfriarse y a re to m a r a su p osición de partida. C uando la lámina in icia su m ovim iento de retroceso, da contra el ex­

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trem o de K y presiona, a través d e un conjunto de pivotes y b razos, p ara d isparar el trinquete del carro H . E l carro se eleva, pegando e n la palanca E, la cual alza la palanca articulada F y desaloja a K del cam in o d e A . En ese m om ento la tostadora está prep a rad a para otro ciclo.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido c ontestando a las p regun­ ta s s iguientes. 10. ¿C u á le s son los tres tipos b ásicos de m andos de las tostadoras? 11. E n los tem porizadores d e reloj, ¿ cóm o se regu­ laba e l m ando de color? 12. ¿ Q u é se a ñadió a los tem porizadores d e reloj al ob je to d e conseguir un tostado uniform e? U>) Fig. 12-* (<t) P a r í accio n ar los tem porizadore* mecánicos suelen em plearse lira* bimetálicas. (M F-squemá dei circuito cale ntad o r de la tira.

13. ¿S e em plean los tem porizadores de reloj en m uchas tostadoras m odernas? 14. C o n un m ando de tem porización de una etapa ¿q u é tostada saltará antes, una de pan húm edo o una de pan seco? ¿ P o r qué? 15. E n una tostadora de volteo, ¿tuesta am bos la­ dos d el pan a la vez un tem porizador de una etapa? 16. ¿ C ó m o se acciona la cam panilla d e aviso en las to stadoras d e volteo? 17. ¿Q ué dispositivo sustituyó a la cam panilla de av iso de las antiguas tostadoras de volteo? 18. E n los m andos de tem porización de una etapa c o n alam bre térm ico, ¿q u é oc u rre cuando el alam bre se enfría al Finalizar el ciclo? 19. ¿ C u áles son las dos fases d e los m andos de tem ­ porización de dos etapas? 20. E n los m andos de tem porización d e dos etapas, ¿ se c ierra el interruptor de cortocircuitado c u a n d o se cierra el interruptor p rincipal?

8

<=rp ol n ,. 12-7 r«^ori»dón elemento de caldeo auxiliar.

2 1 . ¿ Q u é se a cciona al abrirse el interruptor de cor­ tocircuitado?

22- ¿Qué sucede ciando se enfríililámiM bim elílic a d e u n tem porizador d e d o s etapas?

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12-3 CARACTERÍSTICAS MÁS IM PORTANTES DE LAS TOSTADORAS V ERTICA LES E n las to stad o ras verticales de carro au tom ático, éste descien d e c o m o p o r arte d e m agia tras d eposi­ ta r el pan e n la ra n u ra y , un minuto d esp u és m ás o m en o s, e l p a n to stad o sube silenciosam ente. N o h a cen falta p alan cas; el ú n ico m ando e s e l botón de c o lo r o d e g ra d o de tueste. E xisten v ario s sistem as d e m ovim iento autom áti­ c o d el c a n o . P o r eje m p lo , uno de ellos se basa en un te m porizad o r d e una etap a. El peso de la rebanada d e p a n . u na v ez dep o sitad a en la ranura, o prim e una pa lan c a la c u a l, a trav és d e un m ecanism o articula­ d o , dispara el in terru p to r a la posición de m archa («O N »), e n la q u e perm an ece hasta que el term os­ ta to k> d e sco n ecta. Al p a sar corriente, el alam bre térm ico se d ila ta , p erm itien d o el descenso del carro. F inalizado e l c ic lo , el term ostato d esconecta el inte­ rru p to r ( - O F F - ) , en cu y o instante el alam bre térm i­ c o se en fría y c o n tra e , elevándose a sí el carro hasta su posición su p erio r. C uan d o se retira la tostada de la ranura, la p a lan ca d e puesta e n m archa del c a n o regresa a su p o sició n superior y la tostadora queda lista para el c ic lo siguiente. En otro s siste m a s d e c a n o autom ático, se em plea u n m otor e lé c tric o p ara m over el c a n o h acia abajo (fig . 12-8). E n e ste caso se em plea un disp o sitiv o de tem porizació n term o stático d e d o s etapas. O tro disp o sitiv o d e las tostadoras es u n m ando para m anten er c alien te la tostada sin sacarla d el ar­ tefacto. Se trata de u n sencillo aditam ento m ecánico q u e poseen alg u n o s m odelos, en los que el botón selector tien e d o s posicio n es, una para la función indicada y la o tra p a ra h acer salir el p an inm ediata­ m ente desp u és d e tostado. Cuando este m ando se co lo c a en la posició n correspondiente a co nserva­ ció n d e c a lo r la c o rrien te se interrum pe c o m o siem ­ pre al final d e l c iclo , p ero sin que s e e leve e l carro hasta q ue el u su ario d esenganche el trinquete. M uchas to stad o ras están provistas d e un botón o palanca de m an d o especial que perm ite al usuario p a sa r de calen tam ien to fuerte, para tostar, a calenta­ m ien to suave, p ara sandw iches y pastas. La m ayoría d e lo s d ispositivos d e tem porización d e las tostadoras se p reparan en la fábrica para hacer tostados m ed io s e n la p osición m e d ia del m an d o de

Fig. 12-8 E n algunos tostadores el caí o desciende merced a u n m o to r y no m ediante manecilla.

calor. H abitualm ente un funcionam iento errático será in dicio d e q ue los com ponentes del tem poriza­ d o r no están correctam ente e nlazados, u o tra averia cualquiera de tipo general. Suponiendo q u e los d e­ m ás c om ponentes funcionen correctam ente, si la pru e b a del pan revela que el m ando de co lo r debe g ira rse ha sta dem asiado c erca de cualquiera d e los extrem os para conseguir un tostado m ed io , y es posible g ra d u a r el color de la tostada a través del botón d e m an d o , no cabe duda de que e s necesario u n reglaje. T odas las tostadoras tienen lím ites d iferentes p a­ ra los tiem pos de calentam iento y d e enfriam iento (a unque no todos estos artefactos tienen tiem po d e en friam iento) y p ara la intensidad de la co rrien te que se consum e durante el periodo de enfriam iento. El p eriodo de calentam iento es la duración desde el m om entó e n q u e se inicia el c iclo hasta el p equ eñ o clic q u e se ñ ala el p uenteo del interruptor d e m ando. Este p eríodo e s generalm ente de 7 6 a 109 segundos. El p e río d o de enfriam iento es el tiem po que transcurre desde el puenteo del interruptor de m ando, q u e per-

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Período de calentam iento Periodo de enfriamiento


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Tostadoras autom áticas m ite enfriarse al bim etálico , hasta el instante en que sale la tostada. E ste tiem p o e s g eneralm ente de 18 a 3 2 segundos. Al h acer la co m probación de estos tiem pos, no h a y q ue o lv id arse d e q ue la to stadora debe e star a la te m p eratu ra a m b ien te antes de h acer reglajes e n el tem p o rízad o r. L a pru eb a del pan se iniciará siem pre e n frió al objeto d e p ro b ar la ex actitud del reglaje. A d em ás, la c arc a sa del artefacto estará m ontada al sin cro n izar el cic lo ; de lo contrario, el calor no se d istrib u irá norm alm en te p o r su in terior y , p or tanto, n o p o d rán ajustarse co rrectam ente los ciclos del ter­ m o sta to y de tem porización. S e consultará el m a­ n u al d e asistencia d e l fabricante correspondiente a la tostad o ra concretam ente asistida. En algunos m o d e lo s e s posible ajustar e l temporiz a d o r d e una etapa p o r el fondo del artefacto sin más q u e ac tu a r sobre un to m illo de reglaje. En otros, b a sta c o n rep o sicio n ar el m ando de color. Lo más im p o rtan te a reco rd ar, sin em b arg o , e s q u e , enceste tip o d e to stadoras, si las tostadas salen dem asiado o sc u ra s co n el m an d o de c o lo re n posición m edia, el re g la je debe encam in arse a aco rtar la distancia que h a d e r e c o n e r la lám ina d el term ostato para abrir el interru p to r; si las to stad as salen d em asiado pálidas, h a y qu e increm en tar e s a d istancia. Póngase aten­ c ió n e n no d o b lar la lám ina b im etálica. En lo que resp ecta a los tem porizadores de dos e ta p a s, e l reglaje e s b astante p arecido al descrito pa ra lo s d e u na eta p a , salv o q ue debe p rocurarse que la lám in a bim etálica c o n su elem en to d e c aldeo auxi­ liar recorra una d istan cia m ás co rta para cerrar el in terru p to r de co rto circu itad o , si las tostadas salen d e m asiad o o scu ras, o u na m ayor, .si las tostadas sa le n d em asiado pálid as. Pero, antes de iniciar cual­ q u ie r a ju ste , h ay q ue asegurarse d e q ue el elem ento a u x ilia r (así c o m o las o tras resistencias) e stá en buen esta d o , p u es cu a lq u ie r variación de la resisten­ c ia altera la d u ració n del ciclo.

24.

¿Q ué tip o d e tem porízador se em plea cuando el descenso d el ca rro lo efectúa un motor?

2 3.

En los m andos con conservación del calor, ¿salta la to stad a al final del ciclo?

2 6 . En un a to stadora co n selector para conserva­ ción d el c a lo r, ¿su b e solo el carro? 27. ¿C uál e s la ca u sa p robable de q u e el control de co lo r d e un a to stadora sea errático? 2 8. ¿Q ué e s el perio d o d e calentam iento? 2 9. ¿D e q u é ord e n su ele se r el período d e calenta­ m iento? 3 0. ¿D e qué ord e n suele se r el período de enfria­ m iento? 3 1. ¿Tienen perio d o d e enfriam iento todas las tos­ tadoras? 32. ¿C óm o se regulan los tem porizadores de las tostadoras? 3 3 . ¿D ebe e n contrarse desm ontada o instalada la carcasa c u a n d o se ajusta el tem porízador? ¿Por qué?

12-4 CONSIDERACIONES ACERCA DE LA REPARACIÓN D E TOSTADORAS

U n fallo m uy co rrien te d e las tostadoras se debe a las partículas de co m id a que pueden afectar a su funcionam iento tan to e léctrico com o m ecánico. Las pequeñas m igas, restos quem ados y m aterias sim i­ lares que se a cum ulen en el interior del artefacto p ueden fácilm ente contam inar el term ostato o los con tac to s del interruptor, o bien atasca r el m ecanis­ m o de d isp a ro , las guías de alam bre que m antienen en posición al p a n . etc. U na m anguera d e aire sirve m uy bien p ara d esp ren d er u le s p artículas. N orm al­ m ente. las p a rtículas q uem adas podrán d esprender­ se. rascando, d e c o n u c to s u otras piezas; pero, al A u to e x a m e n hacerlo, se p o ndrá atención para no estropear las resistencias. C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p regun­ L a b ase, los botones d e m ando, las asas y dem ás ta s sigu ien tes. pie za s de plástico deben exam inarse, ya que piezas d e sp o rtilladas, ag rietadas o rotas son señales casi 23. ¿Q u é tipo d e tem po rízad o r se em plea para m o­ v er el carro autom ático d e las tostadoras verti­ inequívocas de q u e la tostadora ha recibido un golpe y las piezas internas han podido su frir daños más cales?

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Tostadoras au to m á tica s g ra v e s. C u an d o las a p ariencias creen la so specha de q u e u n a to stadora h ay a c a íd o al suelo, se escudriña­ rá n to das las p iezas y subconjuntos c on un cuidado s u p e rio r al norm al, para n o p a sa r p o r alto nada de lo n e ce sa rio p ara d e v o lv e r todas las funciones a un e sta d o satisfactorio. N o hay que p recip itarse a desarm ar una tostadora au to m á tic a . L o prim ero e s co nsiderar todos los ajus­ te s ex te m o s posib les, o tra ta r de d eterm inar la causa d e sd e el exterior. En algunos m odelos pueden ha­ c e rse gran cantidad d e ajustes y reparaciones p o r el fo n d o , sin nada m ás q u e re tira r la bandeja de m igas. A ú n m ás, e s siem pre deseab le enterarse rápidam en­ te d e la causa del fallo , p articularm ente si las apa­ rie n c ia s indican q ue las reparaciones pueden ser c o sto sa s , en c u y o c aso lo m ejor e s c onfeccionar un presu p u e sto an tes de se g u ir adelante; a la clientela no le gustan las sorpresas desagradables. C u a n d o se d esarm e u n m o d elo nuevo p o r prim era v e z , e s recom endable e m p lear algunos m inutos en a v e rig u a r có m o funcio n a y com prender la m isión de c a d a com ponente. E ste exam en no sólo facilita las o p e rac io n e s d e reparació n , sino q ue perm ite averi­ g u a r c uantos aju stes y reparaciones p ueden hacerse sin desarm ar. A n te s de p o n e r de costad o o boca abajo el artefac­ to so b re el b anco d e trab ajo , se acolchará éste para e v ita r arañazos. Las h erram ientas y piezas sueltas se m anten d rán separad as de la zona acolchada. C u a n d o , e n a lgunos m odelos, se retira la carcasa, n a d a im pide ca e r a las v arillas de guía del pan al dar la vu elta al artefacto. E sa caída en desbandada de v a rillas delgadas p ueden pro d u cir g raves daños a o tra s piezas d e la to stad o ra, ya que casi invariable­ m e n te alguna de ellas se e n red a en a lguna resisten­ c ia. P o r tanto, la carcasa se retirará siem pre con el artefa cto de p ie. Seguidam ente, si e l trabajo hace n e ce sa rio e x traer las g u ía s, estas se alzarán una o d o s c a d a vez. P or el co n trario , si no h ay q ue retirar las g u ía s, éstas se a segurarán colocando un trozo de c in ta transparente a d h esiv a bien fija p o r encim a de lo s ex tre m o s su periores d e cad a hilera de g uias, lle­ v a n d o la c inta hasta u nos c inco centím etros p o r de­ b a jo del arm azón interno d e la tostadora. N o se olvi­ d a rá retira r la c inta a n te s d e v olver a c olocar la car­ c a sa . E n a lgunos m odelos e s p osible h acer funcionar la to stad o ra con la carcasa d esm ontada para o bservar los m ovim ientos d e las d istintas p iezas. Entre ellos.

PALMORE - 10

alg u n o s tienen los m ecanism os de desconexión del te m p o n za d o r y del trinquete del carro inm ediata­ m ente debajo del tostador, y directam ente encim a d e la bandeja d e m igas. P ara o bservar e l funciona­ m iento de estos m ecanism os, lo p rim ero es descu­ b r ir la parte in ferio r d e l artefacto. Luego se eleva éste unos och o o d ie z centím etros, colocando blo­ qu es d e m adera bajo las esquinas, se pone un espejito s obre el b anco y b ajo e l m ecanism o. Por últim o se a p u n ta un a linterna entre n uestra vista y el espejito , d e m odo que n os perm ita observar la sucesión de m ovim ientos. L a constitución d e los m ecanism os de trinquete y d e expulsión d e la tostada varía m uchísim o de u no a o tro m odelo. A quí vam os a d escribir e ilustrar tres d e los m ás conocidos. En el m odelo de la figura 12-9( a ) , el botón de retenida, que se acciona m a­ n ualm ente p ara iniciar la operación de tostado, se enc u en tra m ontado sobre una lam inilla m etálica m ó v il, a su vez m ontada sobre la palanca de accio­ n a m iento. É sta , p o r tanto, g ira hacia abajo acom pa­ ñan d o al botón d e retenida. C om o ia palanca del c a rro e stá unida a la p alanca d e accionam iento m e­ d ia n te la articulación de enlace, dicha pieza gira ta m bién hacia a b ajo, con lo q ue uno de sus brazos hac e descen d er h asta el fondo de la cavidad el m e­ ca n ism o d el c a rro , y el otro gira h acia abajo y ade­ lante para se r a trapado y retenido por el trinquete. E n el re v erso de la palanca de accionam iento hay

Fig. 12-9

Dos mecanismos de expulsión por soienoide.

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Tostadoras autom áticas

m o n tad o s un brazo acodado con u na varilla. C uan­ d o se o p rim e el bo tó n d e retenida, e l b razo im pulsa la v a rilla co n tra las lám inas del interruptor princi­ p a l, c e n a n d o asi am bos ram ales del circuito. Con e llo , las resistencias y el e lem en to a uxiliar reciben c o rrie n te y se in icia e l c iclo de tostado. E l elem ento a u x ilia r tiene su e x trem o d erecho m ontado sobre un p asa d o r-p iv o te y el izquierdo a poyado sobre el tor­ n illo d e reglaje de c alo r. A la vez q ue se calienta el ele m e n to aux iliar, se arquea el cen tro de la lám ina b im e tá lic a y el borde se desliza hacia arriba por el fren te del brazo del in terruptor. Éste está cargado e lá stic a m e n te co n tra el bim etálico por el contacto T ostadores de solenoide e lá stic o d e l interruptor d e cortocircuitado. C uando la lá m in a bim etálica sale del escalón del brazo del in te rru p to r, ésta últim a p ieza gira hacia adelante q u e d a n d o e l escaló n d eb ajo de la lám ina y el contac­ to e lá stic o puede av an zar y c e rrar los contactos del in te rru p to r d e co rtocircuitado. D e este m odo, se p u e n te a el elem en to a u x iliar y la lám ina com ienza a en fria rse . E n to n ces, la lám in a q ueda apoyada por la d e re c h a sobre el p asador-pivote y p o r el centro en el esc a ló n del b razo del in terruptor. A la vez que se e n fria , se en d ereza y su extrem o izquierdo se alza A m ortiguadores c o n tra el c o m pensador. A la vez q ue el lado izquier­ Volantes de d o d e l co m p en sad o r se ele v a , el extrem o derecho inercia d e sc ie n d e co n tra el trin q u ete. C uando éste es em pu­ ja d o h a c ia a b ajo , se libera la punta atrapada en la p a la n c a del carro y regresan a sus p osiciones inicia­ les to d a s las piezas b ajo la so licitud del resorte del c a rro . L a form a de leva de la p alanca del c a n o hace q u e el brazo del interru p to r g ire h acia atrás saliendo d e d e b a jo d e la lám in a, perm itiendo que e sta pieza c a ig a y abrien d o el in terru p to r de cortocircuitado y d e ja n d o el a rtefacto d ispuesto para un nuevo ciclo. E ste p u ed e in terrum pirse e n c u alq u ier m om ento le­ va n ta n d o e l botón de reten id a, con lo que gira la p ie z a de m ontaje m óvil y em p u ja hacia abajo el trin q u e te , liberando a si la p alanca d el carro exacta­ m e n te igual a c o m o lo h ace el com pensador al final d e l c ic lo d e tostado. C u a n d o en el m od elo de la figura 12-9{b) se opri­ m e e l a s a . se cierran lo s co ntactos del interruptor p rin c ip a l y p asa corriente p o r las resistencias, las c u a le s están conectad as en p aralelo. A sí pasa tam ­ b ié n co rrien te p o r el elem en to auxiliar, haciendo q u e se arquee la lám in a bim etálica, elevando a su v e z la t r id a d e la lám ina b im etálica u na altura sufi­

cien te pa ra q ue la p alanca acodada caiga d ebajo de la b rid a . C o n e llo se cierra el interruptor de cortocir­ cu ita d o , puenteándose el e lem ento auxiliar que em ­ p iez a a enfriarse. E l c o njunto del elem ento auxiliar co n tin u ará elevándose h asta que el tom illo de regla­ je cho q u e con el com pensador, e l cual detiene el m o vim iento ascendente d e la lám ina, obligando al trin q u ete a soltar el carro. E ste retom ara a la posi­ ció n sup e rio r b ajo la tensión d el resorte y librará el interru p to r principal dejándolo abierto. C u a n d o se oprim e el bo tó n d el c a n o del m odelo d e la figura 12-10, que a veces recibe el nom bre de tostad o ra de solenoide o d e relé, el carro queda reten id o e n la posición inferior, se cierra el interrup­ to r principal y se acciona el tem porizador. U n ele­ m en to auxiliar en serie c on las resistencias externas hac e qu e la lám ina se a rquee. C uando ésta se arquea su ficientem ente, se cierra un contacto que hay en el m a n d o , puenteando el e lem ento auxiliar y la lámina se en fria. C uando ésta se pone en contacto con el to m illo d e reglaje del enfriam iento, pasa corriente p o r e l solenoide (relé). E l núcleo d e éste tira del trin q u e te , soltando al carro , y éste se eleva y abre el interru p to r principal. L a m ayoría d e las tostadoras poseen un am orti­ g u a d o r o volante de inercia para im pedir que las crem alleras regresen a la posición superior c on d e­ m a siad a rapidez, al finalizar el ciclo de tostado. E x isten varios tipos de a m ortiguadores; algunos tra­ b ajan con un líquido y o tros se basan e n la succión.

n * . 12-10

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Mecanismo de expulsión p o r solenoide.


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Tostadoras a u to m ática s fro tam ien to o presió n neum ática. Si el am o rtig u a­ d o r n o fu nciona o el volante se afloja e n su e je , las cre m a lle ra s se elev arían c on dem asiada rapidez y la to sta d a saldría d esp ed id a d el artefacto.

4.

C om p ro b a r el conjunto d e trinquete y brazo ele­ vad o r p ara asegurarse de que los contactos del in terruptor se cierran, y perm anecen cerrados, cu an d o se o prim e la palanca de accionam iento.

El carro no se queda abajo

Autoexamen C o m p ro b a r ¡o apren d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguien tes. 3 4 . ¿A fectan las partículas d e alim entos al fun cio ­ nam ien to eléctrico y m ecánico de las tostado­ ra s verticales?

1. O b serv ar si el brazo del pestillo del trinquete q ueda rete n id o en la posición inferior p o r e l m e­ ca n ism o de d isp aro o de retén d e l m ism o. C om ­ pro b a r e l m ovim iento d e todas las p iezas. Estas d eben e sta r d esprovistas de adherencias de sus­

S e expo n e n segu id am en te las averías que con m a­ y o r frecu en cia e n cu en tran los e specialistas al repa­ ra r tostadoras v erticales.

tancias extrañ as (suciedad, grasa, polvo), reba­ bas y cu rvaturas. L im piar y engrasar con lubri­ ca n te termorTesistente. 2 . E n las tostadoras d e solenoide (relé), c om probar el ju e g o e n tre el m ecanism o de disparo d el trin­ q u e te d el so len o id e y la p unta del pestillo. Este se a ju sta do b lan d o el d isparador hasta c onseguir un a sep a ración d e 0 ,4 a 1,2 m ra. C om probar si se ha o p rim ido p o r com pleto y no se traba en el arm azón de los alam bres d e la parrilla. Com pro. b a r qu e el b raz o elevador no esté deform ado o trabado. 3. C om p ro b ar si está quem ada la bobina del sole­ noide y e l e sta d o del trinquete. (A lgunos trin­ q u etes tienen un pequeño resorte esp iral que p uede ro m perse, ca er fuera de la tostadora y perderse. A m enos que se sepa que en e se lugar d eb e ha b er un resorte, podem os desorientam os a la h ora d e a veriguar por qué el retén n o funciona corre ctam e n te .) 4 . C o m p ro b a r la separación de los contactos en el te rm o sta to y e l tom illo de reglaje d e enfriam ien­ to d el tem porizador.

El artefacto no calienta

No se expulsa la tostada

1. C om p ro b ar la co ntinuidad del cab le de alim en ta­ ció n , interruptor principal (cerrado), soldadu­ ra s, alam b res e h ilo s conductores y tod as las resistencias. (R ecuérdese q u e, e n la m ayoría de los m o d elo s, sólo hay continuidad cuando la c re ­ m allera e stá e n posición inferior.) 2 . C o m p ro b ar el e sta d o y funcionam iento d el inte­ rruptor prin cip al. L os contactos d eben e sta r lim ­ p io s y c e n a rs e h aciendo la presión adecuada. 3 . B uscar c o n tacto s flojos.

1. E n las tostadoras de solenoide, com probar si el so lenoide e stá abierto y si el núcleo d e éste y el trinquete funcionan correctam ente. (C uando la lám in a b im etálica se pone en contacto con el to m illo de reglaje, el solenoide atrae el pestillo del disp ara d o r, haciendo que ascienda el carro y se cierre e l interruptor principal.) Com probar q u e el p e stillo n o esté deform ado o roto. 2 . C om p ro b ar el funcionam iento del m ecanism o de tem porización o term ostato.

3 5 . ¿C óm o se e lim in an las partículas de alim entos? 3 6 . ¿ E s desarm ar u na tostadora la prim era o pera­ ció n al reparar u n o d e estos artefactos? 3 7 . ¿E n qué po sició n debe encontrarse u na to stad o ­ ra al desm o n tar la carcasa? 3 8 . ¿C uáles so n lo s tres procedim ientos d e trin q u e­ te y expulsión m á s conocidos? 3 9 . ¿Q ué d isp o sitiv o se em plea p ara e v ita r q ue la crem allera y el c a rro regresen a la posició n su ­ p erio r c on d em asiada rapidez?

12-5 AVERÍAS DE LAS TOSTADORAS VERTICA LES

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Tostadoras autom áticas 3.

5.

6. 7. 8.

C o m p ro b a r q ue el am ortiguador o e l volante de in ercia funcionan d e m o d o q u e la tostada se ex­ p u se adecuadam ente. E x a m in a r el resorte d e retom o y com probar si e s tá ro to , atascad o , d eform ado o desconectado. S u stitu irlo si estu v iera ro to o si hubiera perdido rig id ez. C om p ro b a r si hay co ntam inación e n los c ontac­ to s d e l tem po rizad o r o term ostato. C om p ro b a r que no esté co rtocircuitado e l inte­ rru p to r d e enfriam ien to o calentam iento. E x a m in a r la lám ina bim etálica por si estuviera d eform ada.

d o . C o m p ro b ar asim ism o q u e la rigidez del resorte d e reto m o n o sea excesiva; ajustarla.

Se quema el pan 1. C om p ro b ar el interruptor p rin cip al. 2. C o m p ro b ar q u e el interruptor d e enfriam iento o ca lentam iento no esté e n c orto. 3. C o m p ro b ar si e stá correcto el tarado del tem po­ rizador o term ostato. S i n o lo e stá, reglarlo o sustituirlo. 4. C om p ro b a r que no esté d eform ada la lám ina bi­ m etálica.

El carro sube demasiado lentamente

Tostado excesivo o insuficiente

1. C o m p ro b a r q ue e n el conju n to d e c a n o y sus g u ía s no h a y a deform aciones, atascos o corro­ s ió n . L im p iar y e n g rasar las gu ías, o e nderezar­ la s si e s posible. 2 . C o m p ro b a r la rig id ez d el resorte de retom o. 3 . C o m p ro b ar q ue el b razo elev ad or n o e sté traba­ d o o d o b lad o . Si la resistencia se debe al am orti­ g u a d o r, un ir e l vástago al ém b olo d e aquél y ha c e rlo girar d entro del cilindro enérgicam ente p a ra a liv ia r e l frotam iento p roducido por la aran­ d e la d e am ianto d e l ém b o lo del am ortiguador. Si é ste estu v iese gastad o , se c am biará. En a lgunos m o d e lo s, c o m p ro b ar si se hubiera aflojado el

1. C om p ro b ar los tiem pos de enfriam iento, calen­ tam iento y total. A justarlos d e acuerdo con las esp ec ificac io n e s d el m anual de asistencia. 2. C om p ro b ar e l estado del tem porizador o term os­ tato. 3. E n alg u n o s m odelos, si la tostada queda dem a­ siado clara e n todas las posiciones del m ando selector, puede que el m ando de corredera se en c u en tre e n la posición PASTAS. P asarlo a la po sició n TUESTE y volver a com probar.

Queda un lado sin tostar C om p ro b ar qu e n o haya alguna resistencia estro­ peada.

v o lan te de inercia.

El carro sube demasiado deprisa E sta d ificu ltad su ele solventarse apisonando la aran­ d e la del ém bolo del am ortiguador. A sim ism o, se lim p ia rá n con alco h o l la g u ía y el m anguito am orti­ g u a d o r (si e x iste). Si el a m ortiguador estuviera gas­ ta d o , se cam b iará. En algunos m odelos, se com pro­ b a rá q u e e l v olante actúa sin dificultades sobre la g u ía y n o se retrasa Com probar tam bién que el v o la n te n o se haya aflojado.

El artefacto hace ruido y lanza la tostada al exterior L o q u e o curre e s q ue el am ortiguador no funciona. S u stitu ir e l ém b o lo y /o el am ortiguador. Si existiese v o la n te d e inercia, com p ro b ar q ue no se haya afloja­

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ ta s s iguientes. 4 0 . ¿Q ué pie za s pueden ser las causantes de que u n a to stadora no genere calor? 4 1 . ¿C uál p o dría ser el fallo cuando e l carro no se q u eda abajo? 42. ¿Q ué p ieza hay q ue com probar cuando el c a n o se e lev a con excesiva rapidez? 4 3 . ¿ Q u é pie za s hay que com probar cuando el arte­ facto q u em a e l pan? 4 4 . ¿ Q u é c om ponente se h a estropeado cuando só ­ lo se tu esta u n lado d el pan?

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Tostadoras au to m á tic a s

12-6 TOSTADORAS HORIZONTALES L a s tostadoras h o rizo n tales pueden ser m odelos de re fle c to r que tuesten y c alienten, o bien h o rn o s (fig. 1 2-11) que tu esten , c a lien ten y cuezan. A m bos tipos se constru y en p ara d o s o cuatro rebanadas y están d o ta d o s de puerta o ac c e so frontal. A m bos poseen e sp a c io para la m ay o ría d e los tam años de pan y p u e d en calen tar p a n ecillo s y pastas. L a s tostadoras d e re fle c to r se conocen p o r su p ro ­ ced im ie n to de tostado. M ientras una de las ca ra s del p a n se tuesta directam en te por el calo r de c o n d u cto ­ re s d e calen tam ien to , la o tra cara se tuesta m erced al c a lo r procedente de lo s m ism os c o nductores q ue se re fle ja , en to m o al p a n , en una lám ina de m etal p u lim entad o c u rv ad a a la manera de esp ejo . Dado q u e am bas caras se tu estan por procedim ientos d ife­ re n te s. pueden to starse c o n som breados distintos. A lg u n o s m odelos d e reflector están p rovistos de m a n d o s de p uesta e n m archa y color; en o tro s, el usu ario debe p e rm a n e c e r atento y retirar el pan cu a n d o esté dorado. L a s tostadoras de reflecto rex iste n co n y sin puerta. L as tostadoras h o rizo n tales de ho m o realizan las m ism a s funciones q u e las verticales com binadas. P e ro difieren p o r la p osició n del pan y la d iversidad d e m andos. Para to sta r, el pan se pone e n u na ban­ d e ja horizontal q ue se d e sliza al in terior del h o m o . H ay m odelos c on m an d o s totalm ente auto m ático s y q u e detienen el tueste a un bronceado prefijado, ab ren la puerta d el h o m o y hacen salir la tostad a, al igual q u e las verticales al expulsar ésta. E n otros m o d elo s, el m ando d e tie n e el tueste pero no abre la p u e rta . H ay m odelos c a ren tes de m andos a u to m áti­ cos.

Fig. 12-11

T ostadora horizontal

L as tostadoras horizontales corrientes hacen uso d e un e lem ento d e c aldeo a rrollado sobre un núcleo ce rám ic o , el cual se instala e n el fondo d e l a rtefac­ to a la m ism a altura d e la bandeja del pan. Un c o n ­ ju n to d e reflectores dirige e l calor hacia las partes su p e rio r e inferior del pan que se encuentra en la bandeja. La palanca de accionam iento está m ontada en el arm azón del tem porizador mediante un pasa­ d o r-pivote. Uno de los extrem os de dicha p alanca se ex tiende atravesando el arm azón yendo a colocarse Tostadoras en tre los brazos de un interruptor bipolar. de reflector E n el o tro extrem o de la palanca de a ccionam ien­ to e stá m ontado el pulsador. Cuando se oprim e éste, se cierran los contactos del interruptor principal a con se cu e n cia del m ovim iento de la palanca de ac­ cio nam iento. A la v ez, ésta e m puja h acia a bajo a la palan c a acodada, de modo q ue su o rejeta abandone e l brazo del term ostato bim etálico. El resorte del p e stillo em puja h acia la derecha a la palanca acoda­ d a , h acien d o q ue el trinquete gire y se m ueva hasta atrapar la clavija existente en el brazo de acciona­ m iento. E ste m ovim iento de la palanca acodada em ­ p uja hacia abajo sobre el contacto elástico d el inte­ rru p to r d e puenteado y lo m antiene abierto. C o n el in terruptor principal cerrado y el interruptor de p u e n te ad o abierto, las resistencias de calentam iento y la aux ilia r recibirán entonces corriente e n serie. El ex trem o derecho de la lám ina bim etálica se apoya en la punta d el tom illo de reglaje de c alen ta­ m ien to , m ientras q ue el izquierdo está m ontado en un pasador-pivote. C onform e se calienta la lám ina b im etálica, se a rquea p or el c entro, y com o tiene los d o s ex trem os sujetos, com o resultado se tiene una rotación lenta y hacia la izquierda del brazo del bim etálico. E sto hace que el extrem o del brazo se d e sp lac e h acia la derecha a través de la orejeta de la palan c a acodada. C uando abandona la orejeta, la p alanca a codada puede g irar librem ente y la tensión del contacto elástico cierra el interruptor d e corto­ circuitado. A sí. queda puenteado el elem ento a uxi­ lia r y la lám ina com ienza a enfriarse y a enderezarse a la v ez qu e se enfria. Y , com o el brazo del b im etáli­ c o e stá atrapado por la o rejeta d e la palanca acodada , el e xtrem o d erecho de la lám ina se eleva hasta qu e la punta d el tom illo de reglaje d el e nfriam iento c h o ca c o n el com pensador. C o m o la lám ina no puede seguir elevándose, el e n friam iento ininterrum pido la em puja co n tra la

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Palanca acodada


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Tostadoras autom áticas o re je ta d e la palan ca acodada, llevándola hacia la iz q u ierd a. C o n e sto g ira el p estillo y libera la clavija d e la palan ca de accionam iento. L a rigidez del re­ s o rte d e é sta hace q ue la m ism a se alce, m ovim iento é s te q u e a bre autom áticam ente lo s c ontactos del in­ te rru p to r p rin cip al, finalizando el tueste. Esto se re v e la p o r un leve c lic y el atenuam iento inm ediato d e la lu m in o sid ad d e la resistencia. El tueste p uede in terru m p irse e n c u alq u ier m om ento levantando el p u lsado r.

Autoexamen

4 . C o m probar todos los conductores y bornes por si h u b iera alguno abierto. 5. C o m p ro b ar los contactos del interruptor princi­ p a l. Pueden e sta r sucios o faltos de rigidez. La presió n que ejercen puede aum entarse flexion ando ligeram ente los brazos estacionarios su­ periores. No o bstante, hay que poner atención en q u e los dos contactos estén abiertos e n la po sic ió n de pa r a d a («OFF»), de lo contrario, se creará una situación d e peligro. 6 . E n algunos m odelos, c o m probar el estado o la falta del botón en el ex tre m o d e la palanca de accionam iento.

C o m p ro b a r lo a prendido c ontestando a la s p re g u n ­ ta s sigu ien tes.

El artefacto no se para

4 5 . ¿C u áles son lo s dos tipos de tostadoras hori­ zontales y e n q ué se d iferencian?

1. C o m probar si están fundidos los contactos del in terruptor p rincipal. 2 . A segurarse de que es suficiente la separación en tre los c ontactos en la posición d e pa r a d a . 3 . C om p ro b ar el estado d el resorte d e la palanca de accionam iento. V erificar si su colocación es correcta. 4. C om p ro b ar que la lám ina bim etálica del com ­ p e n sa d o r no se haya aflojado o esté incorrecta­ m ente instalada. 5 . C om p ro b ar la tem porización respecto a las espe­ cificaciones d el fabricante. 6. E n algunos m odelos, co m probar el intenuptor d e cortocircuitado para asegurar que los c ontac­ tos se cierran correctam ente durante el periodo de enfriam iento del ciclo . E n caso necesario, au m entar la presión entre los contactos flexionando hacia a bajo el brazo d el contacto estacio­ nario superior, y lim piándolo co n u na lim a para con tac to s. Si los contactos estuvieran en m uy m al e stado a c ausa de recalentam ientos, se cam ­ biará el juego. 7. E n algunos m odelos, co m probar el estado o la falta d e l botón e n la palanca acodada y si el piv o te de la palanca de accionam iento está do­ b la d o o trabado.

4 6 . ¿ C u án tas resistencias de calentam iento tiene u n a tostad o ra horizontal? 4 7 . ¿ S e g enera calo r en todos los costados de una to stad o ra horizontal? 4 8 . ¿C ó m o se consigue el tostado de la segunda c a ra ? 4 9 . ¿ Q u é tip o d e resistencia se em plea e n las tosta­ d o ras horizontales corrientes? 5 0 . ¿ C ó m o fin aliza el proceso de tostado autom á­ tico ?

12-7 REPARACIÓN DE TOSTADORAS H O RIZO NTA LES L a s a v erias q u e con m ay o r frecuencia se presentan a lo s esp ecialistas e n reparación en lo que respecta a las to stad o ras horizontales son las siguientes.

El artefacto no genera calor 1. C o m p ro b a r la co ntinuidad del c a ble de al ¿menta­ ció n . 2 . C o m p ro b a r q ue no e sté abierta la resistencia. 3 . E n alg u n o s m odelos, co m probar que n o esté a b ie rto e l e lem en to auxiliar.

El pulsador no se queda abajo 1.

C o m probar el resorte del pestillo. C om probar q u e no frote contra el arm azón. Si hay dudas a ce rca d e su rigidez, se cam biará.

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Tostadoras auto m áticas

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c . El p u lsa d o r no se queda abajo d . T o stad o e x cesiv o o insuficiente e . T o sta d o desigual

z o n tales son: a . El artefacto no g en era calo r b . E l artefacto n o se para

Cuestionario de repaso L a s p re g u n ta s siguientes perm iten com probar lo aprendido en este capitulo. D e te rm in a r s i cada una d e las afirm aciones siguientes e s verdadera o fa lsa . E sc rib ir ¡as respuestas e n un p a p e l aparte. 1. L o s tre s c om ponentes fundam entales de las tostadoras verticales son el carro d e l p a n , las resistencias de calentam iento y el term ostato. 2 . L a s to stad o ras verticales para dos rebanadas tienen tres o c u atro resistencias d e calen tam ien to . 3 . L as resisten cias de calentam iento de las tostadoras se conectan en serie. 4 . L o s condu cto res de una resistencia de calentam iento pueden repararse por em p alm e. 5. L os tem p o rizad o res de reloj fueron los prim eros m andos que se em plearon en las to stad o ras autom áticas. 6 . En lo s m andos de una'etapa se em plea una lám ina bim etálica. 7 . En los m andos d e tiem po de dos etapas hay un c iclo d e calentam iento y enfriam ien to . 9 . El c ic lo d e calentam iento d u ra 3 m inutos. 10. El p e río d o d e enfriam iento suele d urar 5 5 segundos. 1 1. U n a c a u sa m uy frecuente de fallos e n las tostadoras son las m igas d e pan. 12. P ara e lim in a r las m igas d e p an d el interior de una tostadora p uede em plearse a ire co m p rim id o . 13. L a p rim e ra o peración al reparar u na tostadora e s d esarm arla y limpiarla. 14. U n esp e jito resulta m uy útil p ara reparar tostadoras. 15. C u a n d o el carro n o se queda abajo hay que com probar el m ovim iento d e la p a la n c a del trinquete. 16. C u a n d o se quem a la tostada, hay que com probar el term ostato y e l trinquete d e l carro . 17. E x isten tres tipos b ásicos de tostadora horizontal. 18. L as tostadoras horizontales carecen de resistencias de calentam iento en la p arte d e arriba. 19. C u a n d o una tostadora no se pa ra, hay que com probar los contactos del inte­ rru p to r principal. 2 0 . C u a n d o u n a tostadora h orizontal tuesta desigualm ente, h ay q u e com probar el tem p o rizad o r.

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Tostadoras a u to m á tic a s

211

Respuestas a los a uto ex im e n es d e este capitulo 1. El carro del pan, la resisten­ cia de calentamiento y el ter­ mostato. 2. Bipolar. 3. Abierta. 4. Tres o cuatro. 5. En paralelo. 6 . Si. 7. No. 8 . Los valores nominales gra­ bados en la resistencia vie­ ja, además de su posición; centro, exterior, etc. 9. No. 10. Temporizadores de reloj, mandos de una etapa y man­ dos de dos etapas. 11. Variando la velocidad el re­ loj. 12. Un compensador, com­ puesto de una lámina bime­ tálica y un regulador accio­ nado por resorte. 13. No. 14. La de pan seco; como no hay que desprender hume­ dad. la lámina del termosta­ to comenzará a abrirse an­ tes. 15. No. 16. Con u>< electroimán de baja resistencia. 17. El mecanismo de expulsión. 18. El alambre se contrae y se desengancha el retén del trinquete del carro. 19. Calentamiento y enfria­ miento. 20. No. 21. El elemento auxiliar.

22. Se desengancha el pestillo del carro, éste se eleva, la lá­ m ina bim etálica retorna a su posición fría y la tostadora vuelve a quedar lista para empezar. 23. De una etapa. 24. Oe dos etapas.

25. No. 26. No. 27. Desarticulación de compo­ nentes del temporizador no enlazados correctamente.

28. El que transcurre desde el comienzo del ciclo al puenteado del interruptor de mando. 29. 76-109 seg

30. 18-32 seg. 31. No. 32. Rotando el tomillo de regu­

33. 34. 35.

lación. en los temporizadores de una etapa, o reposicionando el mando de co­ lor. Instalada, para que el calor se distribuya normalmente. SI. Con aire comprimido o ras­ pando. No.

36. 37. Vertical (la suya normal). 38. Manual, de elemento de cal­ deo auxiliar y de relé o solenoide.

39. Un amortiguador o un vo­ lante de inercia.

40. El cable de alimentación, los contactos, el interruptor principal y el interruptor de

la palanca de accionamien­ to. 41. Suciedad en la brida del pestillo, huelgo incorrecto en el solenoide, bobina de éste quemada o termostato quemado. 42. El ém bolo del amortigua­ dor. 43. El interruptor principal, el interruptor de enfriamiento o calentamiento, el termos­ tato y la lámina bimetálica. 44. La resistencia. 45. Las de reflector, que tuestan y calientan, y las de horno, que tuestan, calientan y cuecen. 4 6 Una. 47. No. 48. Por reflexión en una super­ ficie especular 49. De núcleo cerámico. 50. La tensión mecánica sobre el resorte de la palanca de accionamiento hace que és­ ta se combe hacia arriba y abra el interruptor principal. 51. Los contactos del interrup­ tor principal, el resorte de la palanca de accionamiento, los valores d e la temporización y el interruptor de cortocircuitado. 52. Temporización incorrecta o piezas trabadas. 53. Tostado desigual. 54. Que no funciona o no ca­ lienta.

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Capitulo 13

Parrillas y asadores

En este capítulo se presentan diversos artefactos culinarios y se expone su funcionamiento y cómo Identifi­ c a r sus componentes principales. Veremos también cuáles son sus averias más importantes y de qué modo se localizan. En ciertos artefactos de cocina se combinan el calor y algún tipo de movimiento en el proceso culinario. Entre tales artefactos se cuentan las parrillas automáticas, las parrillas para tocino, rustldoras y asadores.

1 3 -1

P A R R IL L A S A U T O M Á T IC A S

L a s parrillas auto m áticas m odernas so n u na co m b i­ nac ió n d e p lancha p a ra sandw iches y p lanchas para cre p é s y están d o tadas de placas intercam biables c o n placas p ara cre p é s. Estas plan ch as pueden u tili­ za rse para freír. T an to eléctrica co m o m ecánica­ m e n te , las p a n illa s autom áticas son sencillas. Las d o s planchas q u e c u ecen crepés o tuestan sandw i­ c h e s se construyen d e alum inio, el cu a l se calienta ráp idam en te. B ajo la p lan ch a inferior y en cim a de la su p e rio r existen resistencias de calentam iento c o ­ nec tadas en p aralelo (fig . 1 3 -l(a)). E n esto consiste e l d ispositiv o au to m ático m ás sim ple. E n las parri­ llas autom áticas, e n s e rie con las resistencias se c o ­ n e cta n el cable d e alim entación y un term ostato (fig. 1 3 -1 (6 » . U n bo tó n d e m ando ex isten te en el te r­ m o stato p erm ite al u su a rio seleccionar la tem pera­ tu ra d e fu n cio n am ien to preferida. H ay m odelos autom ático s p ro v isto s d e lám paras testigo que señ a­ la n e l m om ento en q u e se alcanza la tem peratura d e se ad a (fig. 1 3 - l( c » . Esta lám para testigo, en un ió n a su resisten cia d e carbón c o n ectada en para­ le lo , se conecta e n se rie con las resistencias d e ca­ lentam iento. E l o b je to d e la resistencia de la lám pa­

ra testigo es rebajar la tensión de la red al valor adecu a d o a las lám paras de neón, que es de unos 7 0 v o lt (fig. 1 3 -l(d » . E n la figura 1 3 -l(d ) el ciclo de calor com ienza cu a n d o s e hace girar el botón de m ando a la posición d e MARCHA (-ON-). En e se instante se cierran los c o n ta cto s del term ostato bim etálico y , al conjunto d e resisten c ia s d e calentam iento y lám para d e neón, se a p lica toda la tensión de la red. En tanto perm a­ nezcan cerrad o s los contactos del term ostato, las resiste n cias generarán calor y la lám para p erm ane­ c e rá ence n d id a . C uando e l a rtefacto alcance la tem ­ p eratura fijada e n e l botón de m ando, los contactos del te rm o sta to abrirán el circuito y se apagará la lá m para señalando el final del c iclo d e calenta­ m iento. E n c u a n to a las p iezas m ecánicas, la bisagra de la plancha su perior, aun cuando tiene un pasador de bisagra redondo m ontado en uno d e los m iem bros d e la bisag ra, e n e l otro tiene un orificio alargado. A sí, cu an d o se cie rra la plancha superior, ésta se aju sta autom áticam ente al elevarse la m asa a coci­ nar. C u a n d o se em plea para tostar sandw iches, tal bisa g ra auto-nivelada perm ite q ue la plancha supe­ rio r d esca n se a escuadra sobre la cara superior del 213

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Parrillas y asadores

214 HíMWK» interior

R*Wte*H supsnor

|ft) Au'ontenca con wrmottelo

(rf) Automática con nmtenct»» en »e-c y testigo

Fig. 13-1 torta s.

Circuitos eléctricas de las distintas planchas pa ra

sandw ich, c ualquiera q u e sea el espesor de é ste, o ca si. Los conductores qu e unen las resistencias de a m b a s planchas se o cu ltan , en algunos m odelos, d e n tro de la bisagra, en cuyo caso ésta debe estar com pletam ente e n cerrada p ara proteger a los cables de d años m ecánicos. En ciertas m arcas, se protegen adicionalm cnte e so s conductores m ediante una hé­ lice cerrada de acero. O tras m arcas construyen sus artefactos con ios conductores fuera de la bisagra, e n c uyo c aso aquellos suelen estar protegidos. C uando sea necesario sustituir los conductores, n o se o lvidará q u e los n uevos deben ser exactam en­ te del m ism o tipo. S e p restará gran atención a c on­ seg u ir una instalación c o n e c ta y se evitará que pue­ d a n pellizcarse los cables. S e pondrá una longitud de cable suficiente p ara qu e el m ovim iento de las planchas no quede im pedido por la bisagra. Puesto que e s seguro q u e u n a p rotección e spiral rota o do­ b lada causará un a m asa tarde o tem prano, se reco­ m ienda asim ism o reem plazar la protección y los conductores a la vez, siem pre que se d eteriore cu al­ qu ie ra de ellos. Entre las d em ás p iezas m ecánicas d e las parrillas autom áticas suelen contarse el reflector, e l capara­ zó n externo, la b a se , las asas y los pies. P osiblem ente la q ueja m ás com ún relativa a la p arrilla autom ática, en su aplicación para cocinar tortas, sea que éstas se pegan a las planchas. Esto suele deberse a q u e el usuario olvida untar las planchas antes de em plearlas. N unca debe lavarse u n a plancha co n a g u a y ja b ó n y , si e llo es necesario para e lim inar u n a torta q uem ada, volverá a untarse la plancha antes de v o lver a utilizarla. Si bien la m ay o ría de los fabricantes em plean uno ,u otro tipo d e resistencia d e calentam iento forrada, u n o s pocos utilizan aún las com unes e n espiral d es­ nudas, las cu ales m ontan tensadas p or el interior de m anguitos ininflam ables o sobre soportes aislado­ res. A ntes d e reponer un elem ento en espiral des­ nu d a, hay q ue asegurarse d e q ue todos los soportes aisladores se encuentran en b uen estado, y a que uno de e llo s q u e e sté astillado, roto o flojo, o que falte, perm itirá que el e lem ento cuelgue y que, después, h a g a m asa. R ecuérdese tam bién q u e, al tender la esp iral nueva a un a longitud a lgo inferior a la reque­ rid a , hay q ue e x ten d erla regularm ente a todo lo lar­ g o , de m odo qu e n o se form en puntos calientes. C onform e el nuevo e lem ento se hace pasar p or los m anguitos o alre d ed o r de los so p o n es. sobre la espi-

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215

P arrillas y asadores ral se m anten d rá u na tracción u niform e, p ara evitar asim ism o los p untos calientes y e l co m b ad o . Se s e g u irá e l m ism o procedim iento q u e originalm ente p a ra c o n e c ta r los cond u cto res del e lem en to nuevo, sa lv o qu e e l m anual de asistencia d e l fabricante o fre z c a o tro m éto d o aplicable a las reparaciones. N o e s reco m en d ab le reco rtar los condu cto res al h a­ c e r u n a reconexión p u e s , con d o s elem en to s conec­ ta d o s e n se rie , c u a lq u ie r acortam iento de u n o u otro d a rá p o r resu ltad o intensidades c alo ríficas desigua­ les. C uan d o las plan ch as se co m ban, h ay q ue susti­ tu irla s. L as q u e se h ayan ennegrecido m ucho pue­ d e n lim p iarse, sólo p o r el lado u tilizab le, con un c e p illo d e alam bre, tras lo cual d e b e n v o lv er a un­ ta rse . D u rante el c iclo d e calen tam ien to , el term ostato m a ntiene la p arrilla p a ra tortas a u n a tem peratura pre fija d a. El bo tó n o palanca de m a n d o , situada en e l term ostato , facilita diversos g rad o s de tueste con su s p osiciones de c laro , m edio y o scu ro . Estas posi­ c io n e s p u ed en p resen tar nom bres d istin to s entre los dife ren tes m odelos. E l term ostato p u ede c ausar fallos. P uede q uedar­ s e a b ierto , c o n lo que el artefacto se q u e d a inoperan­ te . Frecuen tes focos de fallos lo so n ta m b ién contac­ to s flojos y /o c o rtocircuitados en lo s b ornes d e l ter­ m o stato . Si é ste está defectuoso, d eb e reem plazarse y n o repararse. Pero si el term ostato n e cesita regla­ j e o se cam bia p o r u n o n uevo, las tem peraturas de­ ben ajustarse para aseg u rar cada u n a de las d esea­ da s. E nto n ces, se h ará u na prueba d e tem peratura y se confro n tarán los v alores o btenidos c o n lo s reco­ m en dados en el m anual d e asistencia del fabricante. L o s artefactos destin ad o s a h a c e r rosquillas tra­ b ajan igual q u e las parrillas para to rta s, salv o que su elen care c e r de term ostato. E stán p ro v isto s d e un m o ld e , o m oldes, en form a de ro sq u illa, la mitad en la p a n e su p erio r y la o tra m itad e n la inferior. Al ig u al q ue las p a n illa s , tienen resisten cias en ambas. S e reparan igual q ue las parrillas, c o n la salvedad de q u e falta el term ostato.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a la s p re g u n ­ ta s siguien tes. 1.

¿E stán conectad as e n serie o e n paralelo las re­ sistencias de las p a n illa s auto m áticas?

2. ¿ E stá n conectados en serie o e n paralelo el c a­ b le d e alim entación y e l term ostato de las p a n i­ llas autom áticas? 3 . ¿ C u á le s son los com ponentes eléctricos más im portantes d e una p a n illa autom ática? 4 . ¿ C u á le s son los com ponentes m ecánicos más im portantes de una parrilla autom ática? 5 . ¿C ó m o se regula la tem peratura? 6 . ¿ E stá conectada e n serie o en paralelo co n el e lem e n to d e caldeo la lám para testigo d e la fi­ g u ra 13-1 (d)? 7 . ¿ P o r q u é se conecta en serie c o n la lám para tes­ tig o un a resistencia d e carbón? 8. ¿ C u án d o se abren los contactos del term ostato e n la parrilla a u tom ática d e la figura 13-1 (</)? 9 . ¿ Q u é p recauciones deben tom arse al sustituir el c o n d u c to r en la bisagra que un e los dos e le ­ m entos? 10.

¿ C uál e s el fallo m ás com ún de las parrillas p a ra tortas? ¿ C óm o corregirlo?

11: ¿ Q ué tipo de resistencia de calentam iento se em p le a en la m ayoría d e las pan illa s? 12. ¿P ued e n sustituirse las resistencias de espiral d esnuda? 13. ¿P ued e n aplanarse las planchas com badas? 14. ¿D e q u é p ieza están p rovistas las p arrillas para tortas y no los m oldes para rosquillas?

1 3 -2

A V E R IA S D E L A S P A R R IL L A S

A U T O M Á T IC A S

A un q u e la parrilla autom ática sea un artefacto sim ­ p le , e s posible que sufra averias. V eam os seguida­ m ente u n a relación d e las averías co n las q ue puede to p a r cu alq u ier especialista e n reparación, ju n to con alg u n a s sugerencias pa ra localizarlas.

Falta de calor 1.

C o m p ro b ar e l estado del ca ble de alim entación y los contactos e n los bornes de las resistencias.

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Parrillas y asadores

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2 . C o m p ro b ar si h ay alguna resistencia abierta. Al p e d ir una resistencia nueva, no se olvidará in­ c lu ir m arca, m o d elo y núm eros de serie y acla­ ra r si se d esea un elem en to superior o inferior. C o n e sta precau ció n n os asegurarem os tem pera­ tu ras correctas e n las do s planchas tras la sus­ titución. 3 . C o m p ro b ar el term ostato o m ando de tem pera­ tura. 4 . C o m p ro b ar la resisten cia en d erivación d e la lám para. En alg ú n m o d elo , el conductor en pa­ ra le lo con la lám p ara form a parte del circuito g e ­ n erad o r de calo r. Si d ich o conductor estuviese a b ierto o flojos lo s contactos en sus term inales, las resistencias de calentam iento no trabajarían y se quem aría la lám p ara testigo.

El artefacto tarda en calentarse o genera poco calor 1. C o m p ro b ar que no estén flojas algunas conexio­ n es y los co ntactos d e l interruptor. 2 . C om p ro b ar el term ostato y las resistencias. 3 . A segurarse d e que la parrilla consum e su p oten­ c ia nom inal (hab itu alm en te, de 1000 a 1200 w att). C om p ro b ar la tensión eléctrica en la tom a d e pared; p u ede q ue la tensión d e la red d om és­ tic a e sté baja.

No se enciende el testigo G en eralm en te esto s ig n ifica q ue debe cam biarse la b o m billa. Pero se reco rd ará qu e, en determ inados m o d e lo s, la lám para testig o form a parte d el circuito gen e ra d o r de c alo r. T o d o fallo (abertura) en las re­ sistencias causará la inutilización inm ediata de la lá m p ara, y será n ecesario reponerla.

El artefacto se calienta demasiado E sta av ería suele d eberse a un term ostato mal ajusta­ d o , o b ien a u n term o stato o m ando d e tem peratura deterio rad o . S eg ú n se a n ecesario, se reglara o ca m ­ b ia rá el term ostato o m an d o d e tem peratura.

Las asas se calientan demasiado C o m p ro b a r si las asas y sus soportes de montaje e s tá n firm em ente e n posició n y a la distancia ade­

cu ada de la b ase. Se p one el artefacto a funcionar en ALTA durante 3 0 m inutos. Puede esperarse que las asas estén calien tes, pero no deben quem ar en los d e dos al le vantar e l artefacto. Si e l c alor resulta ex­ ce siv o , co m p a rar la tem peratura con los limites in­ dicados en el m an u al d e asistencia. Si los pies q ue­ m asen la m esa o los m anteles, se hará la m ism a com probación q u e en el caso d e que las asas se ca­ lienten dem asiado.

La masa no se dora por arriba C o m probar p o r separado la resistencia en frío de am bos elem entos. S i éstos se e ncuentran dentro de la tolerancia qu e especifica el fabricante en su m a­ nual de asistencia (habitualm ente 5 ohm , en la m a­ yo ría de los caso s), ex am in a r si los conectadores de engarce hacen buen c ontacto. El fallo podría deber­ se asim ism o al m étodo que siga el usuario al coci­ n ar sus tortas. Si la m a sa e s insuficiente o dem asia­ do d elgada, o si se m antiene abierta la parte superior du ran te dem asiado tiem po tras verter la m asa, el fondo de ésta se cocerá m ás que la superficie supe­ rior. Instruir al clien te e s, igual que con todos los electro d o m éstico s, de la m ayor im portancia y for­ m a parte de las m isiones de los técnicos.

La masa se dora desigualmente E llo p uede d eberse a q u e h aya acum ulada dem asia­ d a grasa tostada en algunas zonas de las planchas, o a qu e la m asa se a excesivam ente espesa y no se extien d a por igual sobre toda la superficie.

Las tortas se pegan C o m probar el funcionam iento de la parrilla entre los lím ites d e tem peratura establecidos en el m anual d e asistencia. Si e l artefacto no se adapta a dichos lim ites, se cam b ia rá el term ostato. Si la tem peratura se e n cuentra d e ntro d e esos lím ites, la causa de la averia podría tam bién s e r cualquiera de las siguien­ tes: 1. Planchas incorrectam ente untadas. 2 . Planchas no u n tadas, tras h aber sido restregadas. 3. L a parrilla se abre antes de que las tortas estén cocidas. 4 . M asa c o n g rasa insuficiente.

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217

P arrillas y asadores 5 . M asa c o n a z ú c a r e n exceso. 6 . T iem p o d e p rccalentam iento insuficiente (se vierte la m asa antes de que se apague la luz). E sta s dificultades p ueden aclararse instruyendo a l clie n te , a q u ién debe aprem iarse a q u e lea el lib rito d e in strucciones.

Autoexamen C o m p ro b a r lo a p ren d id o contestando a las p r e g u n ­ ta s siguientes. 15. ¿Q ué c om ponente se ha de co m probar en p ri­ m er lugar cuando un artefacto no d a c a lo r? ¿Y e n seg u n d o ? ¿ Y e n tercero? 1 6. ¿Puede h acer u n a tensión dom éstica b a ja que una p arrilla tarde e n calentarse?

v im ie n to p rovoca el giro del engranaje, cuya p o si­ c ión determ ina el tiem po de cocción. E l trinquete se m ueve a lo largo de u na rueda con 18 dientes y a ctúa d e uña. En cada ciclo se h ace que el trinquete h aga g irar al engranaje un dieciochoavo de vuelta aproxim adam ente. P ara c ontrolar el paso de vuelta en cada c ic lo se em plea un resorte y un tope adem ás del trinquete. En el elem ento d e caldeo se instala un to m illo d e reglaje pa ra ajustar el sopor­ te d e m odo que el trinquete actúe suavem ente en cada c ic lo y n o se « e n ganche » encim a d e los d ie n ­ tes. C uando el e n granaje llega a la posición de p a ra ­ d a , el interruptor de p uesta en m archa se abre a cau­ sa d e u n a ranura d e la que a tal e fecto está do ta d o el m ism o. E n ese instante, el botón de m ando debe in dicar parada (-O F F -). Para todas las posiciones del b o tó n de m ando distintas a ésta ú ltim a, el in te rru p ­ to r d e puesta e n m a rch a estará cerrado hasta q u e se

17. ¿Q ué p ieza p uede haberse estropeado cuando una parrilla se calien ta dem asiado?

alcance d ich a p osición. E n las parrillas p ara tocino m ás corrientes, para p o n e r a punto la tem porización de trinquete y so p o r­ Ajuste del

18. ¿Q ué d ebe c o m probarse cuando las to rtas n o se doran p o r arriba?

te (fig . 13-2(ó)) se re tira la placa y se procede co m o portatrinquete del sigue:

19. ¿C óm o s e co m p ru eb an las resistencias? 2 0 . ¿Q ué fallo p od ría causar que las asas y p ie s de u na p arrilla se calien ten en exceso?

13-3 PARRILLAS PARA LONCHAS D E TO CINO L o s com p o n en tes e lé ctrico s de una parrilla p ara lon­ c h a s d e tocin o c o n stan de un elem ento de cald eo , in terrupto r, term o stato y cable de alim entación (fig. 13-2(o)). El term o stato gobierna e l tiem po d e c o c ­ c ió n del to cin o , a sí c o m o la tem peratura de cocción. S i, e n el term o stato , é sta crece p o r e n c im a d e los 2 1 0 °C , se a bre el term ostato; si b aja a m enos d e los 170 °C , se cierra. D e e se m odo se estab lece un «ciclado* de c a len tam ien to y en friam iento d e l ele­ m en to de c a ld e o , e l c u a l, m erced al m ism o , se d ila­ ta y se c o n trae, perm itien d o al extrem o d e l e le m e n ­ to (al que están u n id o s el soporte de reg laje y el trinquete) d esp lazarse u na co rta d istancia. E ste m o ­

1. S e gira el to m illo de reglaje hacia la derecha hasta q u e la lengüeta del trinquete e lástico d e s­ canse sobre el dien te m ás alto del engranaje. E sto p o ndrá la plac a paralela al soporte cerám ico y debe hacerse sin forzar el tom illo d e reglaje ni do b lar la p lac a de reglaje. 2. A la vez q u e se observa el trinquete e lástic o , se gira el to m illo d e reglaje hacia la izquierda h asta que e l trinquete e lástico a vance y la lengüeta caiga en la ranura existente entre los d ientes del engranaje. 3. P resionando levem ente hacia la izquierda el b o ­ tó n d e m ando, p a ra absorber el huelgo q u e p u ­ d iera h aber, se gira e l tom illo de reglaje dos vueltas y m edia p ara d ar el ajuste final. Se rec o r­ dará q ue la m ayoría de los m andos tem porizadores d el tipo d e scrito deben girarse siem pre h acia la derecha. O sea , nunca se tratará de girarlo h a cia atrás; e llo p uede o casionar daños al m ec a­ n ism o de m ando. Si se desea girar el b o tó n a la posición d e p arada, ello se hará girándolo en sentido horario.

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temporizador


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P arrillas y asadores

Fig. 13-3

Resistencias y co n ex io n a de un a

m e d ia n te c in ta d e am ian to ; en o tros, se une al reves­ tim ie n to con p egam ento; algún fabricante instala ab ra z a d e ra s en el revestim ien to ; y aún hay otros que sig u e n m étodos com binados de los anteriores. A l­ g u n o s fabrican tes recom iendan que se rem ita el re­ vestim ie n to (y, a lgunos, incluso el a sador entero) al c e n tro de asistencia técnica de la fábrica cuando h a y a q u e rep o n er un elem en to lateral. O tros sum i­ n istra n e l elem en to p o r separado, ju n to con las p ie z a s con ex as y m aterial necesario para la opera­ c ió n . A sí p u es, cu an d o un especialista se enfrente co n u n a resistencia qu em ad a, d eberá consultar el m a n u a l d e asistencia del fabricante antes de des­ m o n ta rla , para averiguar el procedim iento aplicable a e s a m a rc a y m odelo. A ntes d e c om enzar el traba­ j o se com p ro b ará q u e se d ispone d e todo lo necesa­ rio , c o m o am ianto y fibra d e vidrio, al efecto de e v ita r m an o sear in necesariam ente la resistencia, c o n d u c to re s de con ex ió n y aislam iento. El manual

d e a sistencia particular de la m arca entre manos in d icará cu ál es e l m aterial diverso necesario para re p o n er el d e m e rito lateral. L o s elem entos del fondo son de reposición rela­ tivam ente sencilla, pues se tienden por el fondo del rev estim ie n to y suelen ser alcanzables sin más que retira r la tapa d e fondo y el aislam iento inferior. Se seg u irá el proceso de instalación recom endado por el fabricante. T o d o s los asadores autom áticos están provistos d e algún tipo d e term ostato o dispositivo d e temporización m ecánico p ara g o b ern a r el proceso d e coc­ ció n . Los asadores equipados con term ostato, casi sie m p re, perm iten al usuario seleccionar la tem pe­ ratu ra d e cocción q u e d esee, g irando un disco selec­ to r o accionando un curso r. A sí pueden darse ten­ sio n e s d iversas a la lám ina bim etálica d el term osta­ to y e v ita r entonces que la m ism a entre en acción antes d e q u e se alcance la tem peratura prefijada.

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221

Parrillas y asadores L o s asadores c o n tem porizador poseen dispositivos q u e actúan ig u alm en te q ue los tem porizadores de los hornos d e c o c in a y e l usuario puede seleccionar e n ellos la te m p e ra tu ra y el tiem po m áxim os.

Autoexam«n C o m p ro b a r lo a p re n d id o contestando a la s p reg u n ­ ta s siguientes. 2 8 . ¿C uán tas resisten cias pueden enco n trarse en un asador? ¿ D ó n d e están?

Calor insuficiente 1. C om p ro b a r 2 . C om p ro b ar 3 . C om p ro b ar lo hay). 4. C om p ro b ar

si la tapa ajusta bien. las resistencias. el term ostato o el tem porizador (si el reglaje d e l term ostato.

Falla la parrilla (en algunos modelos) 1. C o m probar que no e sté abierta la resistencia de la p a rrilla de tostar. 2 . C o m p ro b a r el m ando de tem peratura.

2 9 . ¿Puede e m p learse una p a n illa a u x iliar a la vez que el a sad o r?

Autoexamen

3 0 . C itar cu a tro a v erias com unes de asadores y electro d o m éstico s culinarios. 3 1 . ¿P or q u é d eben m antenerse lim pios los enchu­ fes de lo s cab les de alim entación? 3 2 . ¿C uál e s la cau sa m ás com ún d e q ue no se ge­ nere c a lo r suficien te? 3 3 . ¿D ebe u n e sp ecialista reparar los elem entos de caldeo laterales de todos los asadores? ¿Por qué?

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p re g u n ­ tas siguientes. 35. ¿Q ué c o m probar cuando un asador no tuesta? 36. ¿ C uál p o dría se r la causa d e que un asador g e­ nere c a lo r insuficiente?

3 4 . ¿C óm o se reg u la la tem peratura en los asa­ dores?

13-6

13-5

AVERÍAS DE LOS ASADORES

S e reseñan a c o n tin u ación las averias m ás corrientes d e los asadores co n las que puede to p a r cualquier esp e cia lista e n reparació n . Se incluyen las indica­ c io n e s para lo c a liz a r su s causas. E l a r te f a c t o n o g e n e r a c a lo r 1. C o m p ro b ar el e stad o del cable y enchufe d e to­ m a d e c o rrien te. 2. C o m p ro b ar si h a y contactos flojos. 3 . C om p ro b ar e l e sta d o y funcionam iento del ter­ mostato. 4 . C om p ro b ar el esta d o y funcionam iento d el temporizad o r (si lo hay). 5. C o m p ro b ar las resistencias. 6 . C om p ro b ar el interruptor.

RUSTIDO RAS

Las rustidoras que actualm ente se ofrecen e n e l m er­ ca d o d ifieren m ucho en sus características o p ta ti­ vas. U n gran n úm ero d e m odelos básicos só lo d is­ ponen d e un m ecanism o d e tueste rotatorio y poseen un a re sisten c ia ú n ica y un m otor que arrastra un esp e tó n . Los m odelos m ás com plicados están pro­ vistos de varios procedim ientos de c occión. Por eje m p lo , p uede colocarse en el espetón un p o llo en ­ tero qu e d ará vueltas autom áticam ente b a jo e l to sta­ dor. En algunos m odelos, se diseña la parte superior de m o d o q ue pueda e m plearse p ara cocinas o com o co m p artim en to d e calor. Tam bién, si el artefacto e stá e q uipado p ara ello , puede convertirse en asador introduciendo un accesorio calentador de ho m o e n e l fondo d el com partim ento. T o d as las rustidoras poseen dos com ponentes eléc trico s fundam entales: (1) el elem ento tostador, ubicado e n e l techo d el com partim ento en algunos m odelos tip o h o m o , que sirve asim ism o para dar

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Parrillas y asadores

222

C onm utadores d e m ando d e posiciones

Caja d e b ornes

d o s p osiciones

c a lo r a la b an d eja o co m partim ento caliente de la

ceñid am en te e n la caja p ara c onseguir un buen con­

su p e rfic ie su p erio r del electrodom éstico, y (2) el m o to r q u e hace g irar el espetón (fig . 13-4). E l tip o y n úm ero d e m andos y d ispositivos d e se­ ñales q u e se em plean en toda rustidora depende de la m arca y m odelo. E ntre ellos se incluye u n a 1an i­ p ara testig o q ue in d ica si el artefacto e stá en marc h a , u n zu m b a d o r que avisa cu ando finaliza e l ciclo . . . , , d e c o c c to n , un m an d o de calor, un in te m ip to r del m o to r del e sp etó n y un tem porizador. En algunos m o d e lo s existe u n a ca ja d e bornes a la q u e conectar e l a cc e so rio calen tad o r. C o m o salvaguardia frente a la p o sib ilid a d d e so b recarg ar la instalación eléctrica d e la ru stid o ra y de la instalación dom éstica tam ­ bié n , que s u rg iría si se co nectaran a la vez los dispo­ sitiv o s de asar y to star, la caja de b ornes d el acce­ so rio a sa d o r suele e star g obernada p or un c o nm uta­ d o r de do s posicio n es o un m ecanism o de pulsador qu e d e ja p a sar la c o rrien te hacia el tostador en una p o sic ió n , y hacia el asador en la otra. En las ru stid o ras d e e stas características, el a cce­ so rio a sa d o r debe p rob arse por separado. Luego p o­ d rá instalarse e n su receptáculo d el artefacto y p ro­ b a rse en c o n d icio n es reales m ediante los-m andos. H a y q ue asegurarse de que el enchufe se adapte

tacto eléctrico. C om probar, adem ás, que los con­ ta cto s del co n m u tad o r d e dos posiciones se cierran b ie n e n am bas posiciones. El m a n d o d e calo r que se u tiliza e n algunos mo­ d e lo s e s u n interruptor d e m ando infinito. Este d is­ p o sitiv o go b iern a la tem peratura del departam ento d e cocción interrum piendo a intervalos el paso de corriente h ac ia la resistencia. L a duración de u le s interrupciones puede hacerse variar m ediante el dis­ c o d e m ando. S i éste se pone a un cuarto del calor m á x im o , la corriente llegara a la resistencia durante 13 segundos p o r m inuto; a la m itad d el calor m áxi­ m o , durante 30 segundos p o r m inuto; y a calor m á­ xim o , la corriente circulará continuam ente. Así p u e s, entre e l extrem o superior e inferior existe un nú m ero in fin ito d e intensidades caloríficas. S im p lifica n d o m uchísim o a favor d e la cla rid a d , ese tip o d e interruptor funciona com o sigue. Dentro del m e canism o ex iste una leva que g ira, a velocidad con stan te, accionada por un m otor, pa ra lo c ual se em p lea el m ism o m otor del espetón en algunos m o­ d e lo s. F o rm ando parte d el in ten u p to r hay un p ar de con tac to s, norm alm ente cerTados, q ue p ueden acer­ ca rse o alejarse de la leva girando el disco d e m an­ d o . C uando éste se pone al calor m áxim o, los con­ ta ctos se encuentran fuera d e l alcance d e la leva y la c o rrien te c ircu la sin parar. Pero c u a n d o el disco se g ira a una posición d e c a lo r b ajo o m edio, los c o n ­ ta ctos se desplazan a un a posición e n que la leva p uede abrirlo s a la vez que da vueltas, m anteniéndo­ los abiertos durante m edia o tres cuartos de vuelta ap ro xim adam ente. N o deben tratarse de arreglaresto s tipos d e m ando, a m enos q ue el m anual de asis­ te ncia del fabricante ofrezca instrucciones concre­ tas p ara su aju ste. Salvo e sta excep ció n , por tanto, cu an d o este m ando se averia resulta a la larga más ec o n ó m ic o rep o n erlo q ue repararlo. C o n un co n m u ta d o r de c alo r d e d o s o tres posicio­ nes co m b in ad o con un asador de dos resistencias puede co n seguirse un m ando sim ple de dos o tres inten sid ad e s de calor, separadas por intervalos ig uales. E n un a sador de de» resistencias d e iguales c a ra cterístic as, p o r conm utación pueden c onseguir­ se hasta tres c alores. El m áxim o se genera cuando a las d o s resistencias se a plica la totalidad de la ten­ sió n d e la red ; e l calor m edio (o m itad) cuando sólo a un a d e e lla s se aplica la totalidad d e la tensión d e la red; y e l m ín im o (o un cuarto) cuando am bos ele-

Fig. 13-4 C ircuito de una rustidora de pulsador. C uando se oprim e el pulsador PA R RILLA hacen c o n tad o los term ina­ les D y A y se conecta la resistencia de calentam iento; cuando se pulsa RU STIR, D , A y C hacen co n tad o e n tre ellos y se conectan la resistencia de calentam iento y el m otor; cuando se oprim e el botón de la caja de conexiones, hacen c o n tad o D y B y se activa dicha caja a través del tem porizador.

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P arrillas y a s a d o r e s m e n to s están e n serie. C uando este conm u tad o r se a v e rie , se sustituirá. E l objeto d e l tem po rizad o r e s d e sco n ectar todos lo s c om p o n en tes d e la rustidora al final d e u n tiem ­ p o prefijad o . S a lv o q u e e l m anual del fabricante co n te n g a instru ccio n es para realizar aju stes, este m e ca n ism o d eb e reem plazarse siem pre que se ave­ r íe . sea de tip o elé c tric o , d e resorte o accionado por e l m oto r d el esp etó n . C uando e llo d eba h acerse, se co n su lta rá an tes el m anual de asistencia o al agente d e la m arca p o r si ex istiera plan d e intercam bio. E n c ie n o s m odelos el tem porizador e stá acciona­ d o p o r el m o to r d e l esp etó n , el c ual p uede e star go­ be rn a d o p o r un interruptor de p u e sta en m archa. R ecu érd e se , al rep arar rustidoras d e e sta c lase, que cu a n d o el in terru p to r d e l m otor del e spetón s e abre, n o funciona e l espetón ni el tem porizador. O tros te m p o rizad o res so n independientes del m otor del esp e tó n . E ntre las p iezas m ecánicas p rincipales de las rus­ tid o ra s se cu en tan lo s ejes de en la c e , los acopla­ m ien to s y el tren d e engranajes, a través de los cua­ le s se transfiere e l m ovim iento desd e el m otor al esp e tó n (y ta m b ién a lo s m andos e n a lgunos m ode­ lo s ) a la velo cid ad conveniente. Por reg la general, e l tren de en g ran ajes reduce la v elocidad del induci­ d o bastó 2-8 rpm . E l m o to r que a c cio na el espetón suele se r de indu­ c id o corto circu itad o y , salvo ajustes leves, e s g en e­ ra lm en te m ás e co n ó m ico sustituirlo q u e repararlo. A l rep arar el m o to r y el m ecanism o de e n g ra n a ­ je s , se ten d rá p resente q ue e s v ital q ue todas las p ie z a s giren sin d ificu ltad y todas las articulaciones y e je s de en la c e d e b en centrarse ex actam ente con s u s acoplam ien to s sin ju e g o axial anorm al. Si éste e s e x cesiv o , esp ecialm en te e n un e je - flotante *. el e je puede d esp lazarse de su m anguito de acopla­ m ie n to p o r u n o u o tro extrem o. C o m o consecu en ­ c ia , el m iem bro d e ajuste del acoplam iento se irá •co n su m ie n d o » p o co a p oco hasta q ue se destruya e l ac o plam ien to y /o el extrem o d el eje. A l repo n er c u alq u iera d e esas piezas m ecánicas, s e b uscará la c a u sa o riginaria d el fallo a la vez que s e a segu ra su elim in ació n . Por eje m p lo , si se descu­ b re un acopiam iento o eje estropeado, se tratará de av e rig u a r p o r q u é falló e sa pieza. E s p osible q ue la un ió n en tre el e je y el acoplam iento sea p o co pro­ fu n d a , en cu y o caso h ay q ue volv er a centrar las

d e m ás piezas p ara c o n seguir que los d os m iem bros de ajuste penetren m ás u no e n otro. L as resistencias forradas, q ue son las m ás utiliza­ d a s e n las rustidoras, se reponen fácilm ente. A m e ­ n o s q ue el fabricante recom iende un procedim iento d e sustitución distinto, bastará observar la insta­ la ció n del elem ento original e im itarla. Las resisten­ c ia s de espiral d esnuda exigen m ás cuidado en su m a n ejo e instalación. Se recom ienda repasar el p ro­ ced im ien to d e sustitución de estas resistencias e n el párra fo 13-3.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a ¡as p re g u n ­ ta s siguientes. 3 7 . ¿C uáles son los dos com ponentes eléctricos principales d e u n a rustidora? 3 8 . D ecir los nom bres de los dispositivos d e m ando y señales d e las rustidoras. 39. ¿Q ué tip o de m ando de calor diferente puede encontrarse e n ciertos m odelos? 4 0 . E n un conm utador d e m ando infinito, cuando se p one e l disc o a m edio calor, ¿durante c uánto tiem po pasará corriente por el elem ento? 4 1 . ¿C uáles son las piezas m ecánicas m ás im por­ tantes de una rustidora? 4 2 . ¿Q ué clase d e m otor a cciona el espetón? 4 3 . ¿P ueden usarse a la vez el tostador y el asador d e una rustidora?

1 3 -7

A V E R IA S D E L A S R U S T ID O R A S

A d em ás de los p roblem as c om unes c on otros elec­ trodom ésticos generadores de c alor, las rustidoras p re sentan sus fallos específicos, a lgunos de los c u a ­ les se enum eran aquí.

Falta de calor, el testigo no se enciende, el motor no funciona 1. C o m probar el estado del cable de alim entación. 2. A segurarse d e q u e los contactos del conm utador n o se hayan pegado en posición abierta.

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Parrillas y asadores

224

Falta de calor en todas las posiciones, el testigo se enciende

El motor del espetón no funciona, pero el testigo se enciende

1. C o m p ro b ar q ue no h ay a alguna resistencia abier­ ta. 2 . C om p ro b ar el esta d o del con m utador selector.

1. C om probar el m otor d el espetón. 2. C o m probar el conm utador-selector.

Fallos del asador Falta de calor en todas las posiciones, el testigo no se enciende, pero funciona el motor del temporizador. C o m p ro b a r que no h ay a contacto abierto en el ter­ m o sta to .

Calor insuficiente 1. C om p ro b ar si la ta p a o cub ierta ajusta bien e n el te c h o ; no d ebe e x istir intersticio apreciable. 2 . C o m p ro b ar la p o te n c ia consum ida para asar y p a ra tostar. Si, p ara u n a cu alquiera de esas posi­ c io n e s, resulta m ás d e un 5% inferior a la del v a lo r indicado en la p la c a , ello revela que hay u n a resistencia e lev ad a e n uno o m ás contactos. 3 . C o m p ro b ar el term ostato según las instrucciones d e l m anual de asisten cia y co rregir el reglaje en c a so necesario. 4 . A segurarse de q u e el clien te no esté utilizando p a ra el term ostato la tem peratura del term óm etro d e carne que se d a en el librito del usuario. 3. S i al artefacto no le p asa nada y se em plea co­ rrectam en te, p uede q ue e l fallo se deba a una b a ja tensión de red e n la zona del cliente, m ala instalación e lé ctrica e n su d o m icilio o una tom a d e corriente d efectu o sa. L a com paración entre lo s tiem pos de calentam iento en el taller y en c asa d el cliente d ebe rev elar cualquiera de estas circunstancias.

El testigo y el calor siguen conectados, cualquiera que sea la posición del termostato

C o m probar la potencia consum ida p o r el circuito superior g enerador d e c a lo r. Si se encuentra dentro de tolerancia y no se rev e la q ue sea baja la tensión en e l dom icilio d el clie n te , hay qu e com probar si éste sigue un procedim iento de asado adecuado: 1. L a bandeja se co lo ca en la posición superior con e l grabado hacia arriba. El m ando de tem peratura se pone en ASAR. El tem porizador se pone en pa r a d a . L a tapa se apoya e n la abrazadera frontal. El reflector y la puerta d e vidrio e n posición. El a sador se coloca e n la bandeja recom endada. Se oprim e el botón de a s a r .

2. 3. 4. 5. 6. 7.

8. E l artefacto se c alien ta previam ente durante 10 m inutos. E l a r t e f a c t o h a c e r u id o T o d o m otor engranado produce ruido, pero si la c arg a sobre el espetón e stá aceptablem ente equili­ brada, el nivel de ru ido n o d ebe se r m olesto. A un­ q u e n o hay u n procedim iento satisfactorio para defi­ n ir cu á l e s el lím ite d e ruido aceptable, la e xperien­ cia con el m ism o electrodom éstico pronto propor­ cio n ará los elem entos d e ju ic io necesarios. Para eli­ m inar los c hirridos e n la ranura del espetón se e m ­ p leara vaselina. S i se a flo ja la v entana, el traqueteo se e lim in ara generalm ente c olocando u na abrazade­ ra e lástica (que suele proporcionar el fabricante) e n tre aquella y e l marero d e la puerta.

Autoexamen

C o m p ro b a r el tarado del term ostato. H acer las co ­ rre c c io n e s o portunas seg ú n las sugerencias del m a­ nual d e asistencia del fabricante.

C om p ro b a r lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes.

El artefacto se calienta demasiado

44. ¿Q ué fallos pueden su rg ir en una rustidora cuando se estropea el conm utador selector?

C o m p ro b a r el reglaje del term ostato. C orregir se­ g ú n el m anual de asistencia.

4 5 . ¿C uál p odría s e r el fallo cuando un artefacto de este tipo no genera c a lo r suficiente?

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225

Parrillas y asadores ¿C u áles p o d rían se r las causas de q u e un arte­ de la cavidad d el h om o; asi se reduce a un m ínim o el facto h ag a ruido? sobreim pulso térm ico inicial e n el m odo de horneo D urante el funcionam iento, el m ando de tem peratu­ ra conecta y desconecta los elem entos para m ante­ n er la tem peratura seleccionada. L os contactos del co n m u tad o r d e función están c errados, dejando que 13-8 REPARACIÓN DE H ORNOS DE la corriente atraviese el puente y el elem ento auxi­ SOBREM ESA liar d e l m ando tem porízador de tostado, m antenién­ d o lo alim entado con una corriente de baja intensi­ E sto s electro d o m éstico s se venden bajo diferentes dad. Esto se necesita para que e l c o lo r d el tostado n o m bres, p ero m ayorm ente se co n o cen co m o h o r­ resulte norm al cuando se em plea el artefacto para n o s d e sob rem esa u h ornos de tostar. E stos artefac­ tostar inm ediatam ente después de utilizarse com o to s pueden c o c e r o asar, tostar, d esco n g elar y calen­ hom o. ta r alim en to s co n gelados y realizar o tras m uchas L a puerta está articulada a un m ecanism o corredi­ funciones; e llo sobre la m ism a m esa de co m e r, si así zo q u e soporta la bandeja de tueste, haciéndola s e desea. a v an z ar c uando se abre y retroceder c uando se cie­ A lgunos hornos de sobrem esa se basan en las rra. U n p asad o r co n rodillo del m ecanism o corredi­ m ism as ideas q u e las tostadoras h orizontales. Para zo asegura q u e e l interruptor principal sólo estará ac tu a r c om o to stad o ra, el botón de accionam iento, cerrad o si la puerta e stá bien cerrada. A dem ás, en el a l se r accio n ad o con la puerta cerrad a, d esplaza c iclo d e tostado, puede interrum pirse el funciona­ elem entos del m ecan ism o d e trinquete q u e sim ultá­ m iento abriendo la puerta y poniéndola horizontal. neam ente se aco p lan a u n a palanca con trinquete, U n saliente de la c orredera d ispara el trinquete y •am artillan d o * el m an d o d el tem po rízad o r de tu es­ e l badajo de la cam pana, iniciando la secuencia de te ; acciona el c o n m u tad o r de (unción, sep aran d o una p arada. La luz indicadora está encendida siem pre resistencia p u en te del circu ito c alen tad o r auxiliar; q u e e l interruptor p rincipal esté cerrado. re tira y sujeta el b adajo; g ira una leva q u e a ccio n a el H ay hom os de sobrem esa de los m odelos más interrupto r principal; y oprim e un p asa d o r c o n re ­ rec ie n te s q u e funcionan de m anera distinta. A di­ so rte q ue prop o rcio n a e l im pulso al c e sa r la c o rrien ­ fe ren c ia d e las tostadoras tem porizadas c onvencio­ te. É sta atrav iesa las resistencias d e calentam iento n a les, su funcionam iento lo gobierna un m ecanism o p a ra iniciar el tostado y u na resistencia en form a de ca p ta d o r q u e se conoce p o r tira bim etálica d etectocin ta arrollad a alred ed o r de la tira b im etálica, calen ­ ra. E ste m ecanism o posee d o s tiras, una detectora y tá n d o la g radualm ente hasta el m om ento e n que o tra com pensadora, dispuestas c o m o e n la figura ca m b ia a u n co n tacto d e «enfriam iento». Entonces, 13-5. C om o d ichas tiras se disponen de m odo que se e l e lem en to au x ilia r d e ja de recibir corriente y co­ o p ongan entre ella s, neutralizan el ca lo r producido m ienza el p eríodo de enfriam iento. F inalizado éste, p o r u n foco determ inado. A sí, el efe cto de la tem pe­ u n contacto hace lleg ar corriente a un solenoide que ra tura d el a ire sobre la tira com pensadora anula el lib era el trin q u ete y tira del b adajo, e l cual hace efe cto d e la tem peratura d el aire sobre la detectora. sonar la cam p an a. El trin q u ete, u n a vez suelto , p er­ E l e fe c to d e la resistencia d e calentam iento sobre la m ite qu e la fu erza q ue guarda el reso rte d evuelva com pensadora a nula e l efecto sobre la detectora, todas las piezas a la p o sició n d e p a r a d a . dejan d o sobre é sta só lo el e fecto de la superficie del E l botón d e accio n am ien to , c u an d o se sube hasta pan. S eguidam ente veam os el funcionam iento de la posición d e h o rn eo con la puerta cerrad a, d e sp la ­ e ste electrodom éstico en los m odos d e TOSTAR, za elem entos del trinquete, que sim ultáneam ente HORNEAR y DORAR. accionan el interru p to r principal y hacen g ira r un T o s ta r . C uando el m ando se co loca en u na d e las b ra zo del m an d o d e tem peratura d e h o m o p a ra Fijar posiciones de TOSTAR, se cierran los siguientes con­ la tem peratu ra d e p arada. Una p eq u eñ a resistencia tactos: el d el interruptor de d orar, del interruptor de e n serie co n las resistencias principales y m on tad a en el soporte d e la tira bim etálica transm ite c a lo r d irec­ ho rn e ar y el d el d etector. C uando se o prim e la v ari­ tam ente a ésta p a ra anticiparse al c a lo r recib id o d es­ lla d e MARCHA , se cierran los contactos del intem ip46.

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Tira bim etálica detectora


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Parrillas y asadores H o r n e a r . C uando el m ando se coloca en una de las p o sicio n es de HORNEAR, se cierran los contactos d e l inte rru p to r de d o ra r y d e l detector. El interruptor d e h o rn e a r perm anece abierto y , p o r tanto, la tira b im e tá lic a d e d esenganche q ueda fuera de circuito. C u a n d o se o prim e el b raz o de MARCHA, se cierran los c on ta cto s del interruptor principal y reciben c o ­ rrien te las cuatro resistencias de calentam iento. C o nform e se calienta el artefacto, la tira detectora se d o b la hacia abajo y, de acuerdo co n la posición de h o rn ea r, a b rirá los contactos d el interruptor del d e tector. E ntonces se a bre e l circuito y las resisten­ cias c o m ienzan a enfriarse. Seguidam ente la tira d etec to ra prosigue funcionando com o term ostato, abrién d o se y c en á n d o se , m anteniendo una tem pe­ ra tu ra d e horneo prefijada. El artefacto seguirá asi fun c io n a n d o hasta que se abra m anualm ente la puer­ ta , e n cu y o instante se abrirá tam bién el interruptor p rincipal. D orar.

C uando la p alanca de m ando se pone en

D ORAR, se a bre e l interruptor correspondiente y per­

m anecen cerrados los contactos del interruptor del d e tector. C u an d o se o prim e el brazo de puesta en M ARCHA, se cierran los contactos d el interruptor principal y só lo reciben corriente las dos resisten­ c ia s d e c a lentam iento superiores. Estas perm anece­ rán a sí h a sta q ue se abra m anualm ente la puerta.

Autoexamen

U» Fig. 13-5 Dos m ontajes de mecanismos de tira bimetálica d e te c to » .

C o m p ro b a r lo a p rendido contestando a las p re g u n ­ ta s sig u ien tes. 4 7 . ¿ L o s hornos de sobrem esa funcionan d e modo p a rec id o a qu é otros electrodom ésticos?

to r p rin cip al y re c ib e n corriente las c u atro resisten­ c ia s d e calen tam ien to . M ientras ta n to , el detector c o m ie n z a a dob larse hacia abajo y , según sea la p o sició n d e TOSTA R, abrirá los co n tac to s del inte­ rru p to r d e l detecto r. C u ando éstos se abren, la c o­ rrie n te atra v ie sa la tira b im etálica d e desenganche, la cu a l se calien ta rápidam ente p o rq u e se opone al p a so d e c o rrie n te y , p o r tanto, se d o b la hac ia arriba. E sta tira b im etálica em p u ja hacia a rrib a, contra el to m illo d e reg laje existente en e l m ecanism o de trin q u e te , hasta lib e ra r el b razo de é ste , abriendo la p u e rta y el in terru p to r p rincipal. L a puerta se abre h a c ia a rrib a , d e jan d o al aire la tostada.

48. ¿ C ó m o se gobierna el calor en los hornos de so b rem esa antiguos? 4 9 . ¿ C ó m o se llam a un dispositivo captador más reciente? 5 0 . ¿ C u á le s son los com ponentes de u n mecanism o c ap tador? 5 1 . ¿ S e p reparan las tiras bim etálicas para trabajar e n o p o sició n ? 5 2 . En la posición de h o r n e a r , ¿está abierto el interru p to r principal cuando e stá abierta la p u e rta?

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Parrillas y asadores

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13-9 AVERÍAS DE LOS HORNOS D E MESA

’El artefacto funciona bien en h o rn e a r, pero no en to s ta r

S i b ien los fallo s q u e y a hem os exam in ad o anterior­ m e n te resp ecto a distin tos artefactos p ara to star y de p a rrilla suelen d arse tam b ién en los h ornos de m esa, se ofrecen a h o ra algunas quejas m ás, pro p ias d e los ho rn o s de m e sa o tostadoras de hom o.

C om p ro b ar las soldaduras. Com probar el funciona­ m ien to y el tarado del m ando del tem porizador d e tu e ste. A segurarse d e qu e el conm utador de función e stá abierto ú nicam ente en la posición TOSTAR; lim ­ p iar los contactos y reglarlos si es necesario.

El artefacto no genera calor, la luz está apagada

El artefacto funciona bien, pero la luz no actúa

C o m probar la co n tin u id ad en el c able d e alim enta­ ció n e interruptor p rin c ip a l. E xam inar lo s conducto­ re s Omnibus p o r si h ubiera soldaduras abiertas. A se­ gurarse d e que el reso rte a ctuador en tre el m ecanis­ m o d e trin q u ete y e l interruptor principal e stá bien instalado y e n buen estado. C om p ro b ar la buena sujeción del interru p to r principal en su soporte y, ade m á s, q ue lo s contactos d e éste n o estén sucios ni abiertos a c a u s a d e la falta de presión. S i los contac­ tos estuvieran su c io s, se lim piarán con una lima p a ra contactos m ien tras q u e la presión se co m proba­ rá con un d in am ó m etro tarado en gram os.

El artefacto no genera calor, la luz está encendida C om probar las soldaduras. C o m probar la c ontinui­ d a d de las resisten cias y el m ando d e tem peratura.

C o m probar las so ldaduras y la co ntinuidad de las resistencias. Si se descartan las su p eriores, c o m p ro ­ b a r la anticip ad o ra (si hay).

Temperatura excesiva o insuficiente C o m probar e l a ju ste del m ando de c alo r o term osta­ to .

El artefacto funciona bien en to s ta r, pero no en h o rn e a r C o m prob ar e l funcionam iento y tarado del m ando d e tem peratura de h o m o . A segurarse d e q u e el usua­ rio no haya m o v id o el to m illo d e reglaje.

- 11

La palanca de accionamiento no queda retenida C o m probar q u e funcionan correctam ente y sin d ifi­ culta d es el p estillo , e l trinquete, el badajo, el solenoide, los resortes y lo s pivotes. Es preferible com ­ p a rarlos c on un m ecanism o que se sepa está e n con­ d iciones. B uscar pasadores, resortes, horquillas y g rapas circulares p erdidos o rotos y piezas deform es u o xidadas. Si sue n a el zum bador del solenoide, cofnprobar e l tarado d e l m ando de color de tostado. C o m probar qu e no falte algún resorte del interior d e l solenoide.

Tostado deficiente o excesivo. C o m probar el reglaje según el m anual de asistencia.

En posición to s ta r , el pan sólo se tuesta por arriba

Algún elemento no genera calor

palm ore

C o m p ro b ar la lám para y su resistencia y las so lda­ duras.

1. Puede q ue los c ontactos del interruptor d e dorar estén sucios o abiertos y que no cierren bien. Si estuvieran su c io s, se lim piarán c o n una lim a de contactos. 2. C o m probar e l interruptor de dorar. 3. C o m probar la continuidad de las resistencias inferiores; pueden haberse estropeado y estar abiertas.

Tostado desigual 1. C om probar la continuidad de todas las re sisten­ cias. 2 . C o n el electrodom éstico funcionando com o tos­ tadora o c o m o h o m o , com probar visualm ente si todas las resistencias d espiden e l m ism o fulgor.

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228

Parrillas y asadores

La p ue rta no se acerroja 1. C o m p ro b a r e l reso rte del cerrojo; p uede haberse desaco p lad o o roto. 2 . E n algunos m o d e lo s, co m probar el reglaje d e la tira b im etálica de desenganche; puede que e l tor­ n illo se haya h echo g irar dem asiado. R eglar se­ g ú n el m anual de asistencia. 3 . C o m p ro b a r q u e el p estillo d e la puerta no se haya do b lad o . 4 . C o m p ro b ar q ue no haya algún forro de conduc­ to r deterio rad o cerca del m ecanism o d e cierre. 5 . En c ierto s m o d elo s, existe la rem ota posibilidad d e q ue el pestillo q u ed e atrapado p or el m ecanis­ m o de cierre e stan d o la puerta abierta, en cuyo c a so la pu erta no se cerrará. Para corregirlo, b a sta con d e sen g an ch ar la palanca d e a b r ir (b ra z o d esco n ex ió n ) antes de c e rrar la puerta.

En la p osición tostar , la puerta se abre de p a r en p a r casi enseguida 1. E l alg u n o s m o d elo s, co m probar el reglaje de la tira bim etálica d e d esenganche; puede qu e el tor­ n illo se h ay a h ech o girar dem asiado. 2 . E n a lg u n o s m o d elo s, com probar que los co ntac­ to s d e l d e tecto r n o estén sucios o hagan poca p resió n . Si e stu v ieran sucios, se lim piarán con u n a lim a d e contacto s. Si la presión entre los c o n tacto s no e stu v iera dentro de los lím ites, se c a m b iará e l d e te c to r com pleto.

En la posición d e l todo I.

tostar ,

la p uerta no se abre

estar su c io s, o pueden q uedarse abiertos p or fal­ ta d e presión. 2. E n algunos m odelos, com probar el reglaje d e la tira b im etálica d e desenganche; p uede que el tor­ nillo se h ay a h echo g ira r dem asiado. 3. En algunos m odelos, com probar los contactos d e l d etector; pueden haberse fundido, en cuyo caso se ca m biará el d etector com pleto. 4 . C o m probar si hay alguna pieza trabada, tal co­ m o las b isagras de la p uerta, la p arte superior de ésta q u e frote contra la carcasa m etálica, el em pu jad o r d el d etector y el pestillo del cerrojo.

En la p o sició n p a r en p a r

hornear , la p uerta

se abre de

C o m probar e l interruptor del h o m o , cuyos contac­ to s p ueden e star cerrados p ara la posición h o r n e a r haciendo que las puertas se abran del todo al e star en circu ito la tira bim etálica d e desenganche. A u to e x a m e n C om p ro b a r lo aprendido contestando a la s p regun­ tas siguientes. 53. ¿Q ué com ponente im p o rtu n e parece ser la cau­ sa d e la m ayoría de las averías d e los hornos de sobrem esa? 54. ¿C ó m o se c om prueba la p resión d e los c o ntac­ tos? 5 5 . ¿C uál po d ría ser el fallo eléctrico cuando la puerta no se abre del todo en la posición t o s ­ t a r o se a bre del todo en las posiciones de HORNEAR?

5 6 . ¿C uáles son algunas d e las causas m ecánicas de los fallos d e la pregunta 55? L o s contactos del interruptor de horno pueden

R esu m en 1. L as parrillas autom áticas y p ara tortas poseen u n e lem en to de c ald eo superior y o tro inferior co­ n ectad o s en paralelo. 2 . En las p arrillas autom áticas y para tortas las zo n a s q u e originan lo s fallos m ás im portantes son la b isa g ra n iveladora de la plancha superior y el co n ­ d u c to r q u e une am b as resistencias.

3. A lgunas de las a verías de las parrillas autom áti­ cas son: a . Falta d e calor. b . L a parrilla tarda e n calentarse, r . N o se e nciende el testigo. d . El arte fac to se calienta dem asiado. e . L as asas se calientan dem asiado.

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Parrillas y asadores Respuestas a los autoexámenes de este capítulo 1. Tanto en serie como en pa­ ralelo. 2. Enserie. 3. El elemento de caldeo, el termostato, el botón de mando, el cable de alimen­ tación y el conductor que une ambas planchas ubica­ do en la bisagra. 4. La bisagra niveladora de la plancha superior, el reflec­ tor de calor, las dos plan­ chas superior e inferior, la envuelta externa, la base y los pies. S. Con un termostato bimetáli­ co. 6 . Enserie. 7. Para rebajar la tensión de la red hasta los 70 volt necesa­ rios para cebar la lámpara de neón. 8 . Cuando se alcanza el valor de la temperatura prefijado. 9. Emplear cable del mismo ti­ po y medida, evitar perforar­ lo. reponer la protección y poner longitud suficiente. 10. Que las tortas se peguen a las planchas. Volviendo a untar éstas. 11. Forrada. 12. SI. 13. No. 14. De un termostato. 15. El cable de alimentación. Las resistencias. El termos­ tato. 16. Si. 17. El termostato. 18. La resistencia superior. 19. Midiéndolas y contrastando los valores obtenidos con los reseñados en el manual de asistencia del fabricante.

20. Que la temperatura se haya ajustado demasiado alta. 21. Controlar el tiempo y la tem­ peratura de cocción. 22. 170 a 210 *C. 23. Si. para hacer que se mue­ van los engranajes del ciclo de cocción. 24. El portatrinquete. 25. 18 26. Un dleciochoavo. 27. Si. 28. Dos o tres. Una a los lados, y una o dos en el fondo. 29. No. 30. Falta de calor, sacudidas eléctricas al usuario, ter­ mostato inutilizado y testigo quemado. 31. Para evitar la corrosión, con la consiguiente generación d e calor capaz de inutilizar el enchufe. 32. Resistencias abiertas. 33. No. Puede carecer de los útiles y materiales adecua­ dos. Algunos pueden en­ viarse a la fábrica para repa­ ración. 34. Con un termostato o un temporizador similar al de un horno eléctrico. 35. Si el accesorio de parrilla o el mando de temperatura tienen alguna resistencia abierta. 36. Que no encaje bien la tapa, resistencias en mal estado, reglaje deficiente del ter­ mostato y/o temporizador. 37. La parrilla y el motor. 38. Luz testigo, zumbador, con­ trol de temperatura, inte­ rruptor del motor y del espe­ tón y temporizador.

39. De infinitas posiciones. 40. Durante la mitad del tiempo. o sea. 30 segundos por mi­ nuto. 41. El eje de enlace, el acopla­ miento y el tren de engrana­ jes. 42. De devanado cortocircuita­ do. 43 No. 44. Que no genere calor, pero que funcione el testigo; que el motor no funcione, pero que funcione el testigo. 45. Que la tapa no encaje bien, potencia suministrada es­ casa. mal reglaje o termos­ tato defectuoso. 46. Que se haya aflojado el vi­ drio de la ventana, los en­ granajes del motor y ranura del espetón floja. 47. A las tostadoras horizonta­ les. 48. Con un mando de tempera­ tura. un termostato y con­ tactos bimetálicos. 49 Tira bimetálica detectora. 50. La tira detectora y la tira compensadora. 51. Sí. 52. Sí. 53. Los contactos de todas las tiras bimetálicas. 54. Con un dinamómetro tarado en gramos. 55. Que los contactos estén su­ cios. 56. Piezas dobladas en la bisa­ gra de la puerta, frotamiento entre la parte superior de la puerta y la envuelta, empujador del detector trabado y el pestillo.

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234 Impulsores

Nicrom

Secadores de cabello y útiles para embellecim iento m o to r y las d o s resistencias. El im p ulsor, o v entila­ d o r d e p a letas, está m ontado en el eje del rotor y asp ira a ire a través de la rejilla p ara im pulsarlo a trav és d e l tú n el form ado p o r e l orificio y fondo de la c a rc a sa . E ste a ire lo calien ta e l elem ento de caldeo y a tra v ie sa los c o nductos en d irección al g orro o cam ­ p a n a . C u a n d o la tem peratura sube en exceso, un m a n d o d e tem peratura o term ostato c orta el circuito d e c a le n ta m ie n to , p ero el m otor sig u e funcionando. P a ra el c aso d e q ue el m ando de tem peratura falle, y n o se a b ra , suele conectarse un fusible entre éste y las resisten cias com o segunda m edida de protec­ ció n . E n la m ay o ría de los secadores de cabello portáti­ les las resisten cias son de espiral d e snuda, instala­ d a s s o b re u na p equeña p laca de m ica en el interior d e l c o n d u c to d e aire, d e m odo tal q u e la corriente de aire d iscu rre p o r en cim a d e ellas. C o m o contactos se e m p lean pequ eñ as orejetas, y a q u e no pueden so ld a rse lo s cond u cto res de estas resistencias. Los co n d u c to re s suelen u nirse sólidam ente a las propias resiste n c ia s y las co n exiones y d esconexiones d e ­ b e n hacerse tod as desde el o tro ex trem o. C uando se e stro p e e u na resistencia, debe reem plazarse el c o n ­ ju n to d e las m ism as. E sto es asim ism o válido en el c a s o d e lo s secadores de pedestal p ara p eluquerías, a m en o s q u e su s resistencias sean del tipo forrado, c o m o su e le se r el caso. L o s s e c ad o res de pedestal son fundam entalm ente ig u ales a los p o rtátiles, p ero carecen d e m anguera y el u su a rio se sien ta b ajo u na cam p ana o c asco (fig. 14-2). A lg u n o s secad o res de esta clase están equi­ p a d o s c o n v ap o r o hum edad. En los aparatos d e esta v e rsió n , con el g enerador de vap o r conveniente­ m e n te lleno d e ag u a, el c ordón d e a lim entación e n­ c h u fa d o e instalado en e l cond u cto corredizo, debe p o n e rse el m a n d o e n la posición indicada al efecto. L a re siste n c ia d e l g enerador de v ap o r y el term osta­ to su e le n e sta r e n serie y los dem ás circuitos del a rte fa c to está n abiertos. A m edida que el depósito se c a lie n ta , e l ag u a hierve y produce vapor, el cual a tra v ie sa el c o n d u cto hacia el c asco y e s im pulsado a l e x te rio r a través d e orificios existentes e n el re­ v e stim ien to d e l m ism o. C uando se a gota el a gua del d e p ó sito , sube el c alo r h aciendo q u e se d oble la tira b im e tá lic a ex isten te e n la base del d epósito. E nton­ c e s , el c o n ta c to d e la tira b im etálica c ie ñ a el circui­ to del s e c a d o r, p o niéndolo a trab ajar y, c asi a la vez, a b re e l circ u ito de la resistencia de calentam iento

Fig. 14-2 Secadora d e cabello de pedestal con generador de h um edad. (Cortesía de H am iltoa Beach/Scovill.)

d e l depósito. L a tira bim etálica po see un trozo de alam bre de nicrom unido a ella p ara q ue la corrien­ te q u e lo atraviese la m antenga ca lie n te y el circuito d e la secadora sig a recibiendo c o rrie n te y siga abier­ to e l circ u ito del depósito. E ntre e l elem ento y el m an d o de tem peratura suele m ontarse un fusible co m o protección co n tra lo s fallos d e l m ando de tem ­ pera tu ra y los recalentam ientos. L os m o tores d e los secadores d e cabello portátiles son d e dev an ad o cortocircuitado, m ientras que los de los secadores de pedestal son de tipo universal. P o r su p arte, los ventiladores son d iscos de plástico co n a letas, o b ien disc o s de m etal c o n paletas. C uan­ d o se estropee una m anguera o g orro d e plástico se rep o n d rá; n u nca se recurrirá a los d iversos procedi­ m ien to s de parcheo de plásticos al uso.

A u to e x a m e n C o m p ro b a r lo aprendido c ontestando a las pregun­ ta s siguientes. I.

¿C u á les son los dos tipos d e secadores de cabe­ llo?

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Secadores de cab e llo y útiles para em bellecim iento 2 . ¿C uáles so n lo s tre s com ponentes p rincipales de u n secador d e c a b e llo ? 3 . C uand o u n o d e e s to s artefactos se p one en f r ío , ¿trabajan las resisten cias? 4 . ¿D ónde se in stala u n fusible e n los secadores de cabello? 5 . ¿Q ué tipo d e resisten cias se em plea e n los seca­ d o re s de cab ello ? 6 . ¿Q ué tipo de m o to r se em plea e n lo s secadores portátiles? ¿Y e n los de pedestal? 7 . ¿C ontinúan fu n c io n a n d o los secadores d e pedes­ ta l con g en e ra d o r d e vapor tras haberse consum i­

3.

C om p ro b ar el fusible (si existe) entre las resis­ tencias y el m ando d e tem peratura o term ostato.

Falta de calor en todas las posiciones, pero funciona el motor 1. C o m p ro b a r el contacto e n el term inal d e las re­ sistencias. 2 . C om p ro b ar la lim pieza d e los contactos d e las resiste n cias con e l term ostato. C om probar la c o n tinuidad en e l fusible y resistencias. El ter­ m ostato d e b e estar cerrado antes d e q ue se h aga la prueba de continuidad. El secador se dejara enfriar p ara que lo s contactos puedan cerrarse.

d o p o r eb u llició n el agua d el depósito?

No funciona el motor, pero las resistencias calientan 14-2 AVERÍAS EN LOS SECADORES DE CABELLO S ig u e u n resu m en y e stu d io d e las quejas m ás c o ­ rrien tes acerca d e lo s secadores de cabello.

Falta de calor en todas las posiciones ylo el motor no funciona 1. C o m pro b ar la co n tin u id ad en todos los contactos y cable d e alim en tació n . 2 . C om p ro b ar q u e n o esté in tem im pido el circuito e n el m ando d e tem peratu ra o term ostato. 3 . C o m p ro b ar q u e e l con m u tad o r funciona co rrec­ tam ente. 4 . C om p ro b ar el fu sib le .

Funcionamiento intermitente 1. C o m p ro b ar e l co nm utador. Si está interm itente ( o se a . si u n a s v eces funciona y o tras n o ) y no tiene m ucha s u c ie d a d , puede que se solucione c o n lim piarlo. El procedim iento m ás sencillo pa ra e llo e s ro c ia rlo con un com puesto lim pia­ dor. D ebe ro c ia rse en abundancia, accionarse varias v eces e l co n m u ta d o r y . luego, v olver a exam inarlo. S i. a ú n a sí, no funcionase, se reem ­ plazará. 2 . C om p ro b ar q u e n o haya contactos flojos. Rea­ pretar los q u e s e encon traran . Si los contactos se encontraran to d o s firm es y co ntinuase el funcio­ nam iento in term iten te, se sustituirá el m ando de tem peratura o term o stato .

1. C om p ro b a r term inales y contactos. 2. C o m p ro b ar el conm utador y sus term inales. C o m p ro b ar tam bién e l fusible, si hay. 3. C o m p ro b ar la continuidad del inductor d el m o­ tor. 4 . C o m p ro b a r si se traban los cojinetes y el ventila• d o r o im pulsor. E n c aso necesario, engrasar los co jin e tes con un poco de aceite fluido. Q uitar co n un a tela e l aceite sobrante. 5. C o m p ro b ar si el im pulsor (o las p alas d el venti­ lador) golpea e n algún punto, o si hay algún o b jeto ex trañ o atrapado en el im pulsor o ventila­ d or. A veces, c ae n h orquillas del cabello y otros o b jeto s d e n tro de la carca sa y atascan el v entila­ d or. H ágase g irar el ventilador a m ano y obsér­ vese lo q u e pasa. 6 . C o m p ro b a r si el term ostato detiene el funciona­ m iento. C o m probar asim ism o la continuidad del term ostato o m ando d e tem peratura.

El artefacto hace ruido 1. C om p ro b a r la firm eza d el m ontaje d el m otor. 2. C om p ro b a r si e l im pulsor o ventilador está bien ase gurado e n su eje. 3. C om p ro b a r si el im pulsor o alguna p aleta del ven tilador están com bados. 4 . A segurarse d e qu e los cojinetes del m otor no estén im pedidos y q ue el ventilador (o im pulsor) no golpea ni frota contra su alojam iento. 5 . C om p ro b ar si hay o bjetos sueltos e n el c om par­ tim ento del soplador.

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Secadores de cabello y útiles para embellecimiento

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No funciona bien el selector de calor 1. C o m p ro b a r el c ircu ito según lo representado en e l esquem a. 2 . C o m p ro b ar las resistencias. 3 . C om p ro b a r el conm u tad o r selector.

3.

C om p ro b a r si h ay algún contacto flojo en el con­ m utador.

Fugas en el vaporizador 1. C om p ro b ar si hay grietas en la envuelta. 2 . C o m probar la juntó.

Aire insuficiente 1. C o m p ro b a r si hay o b jeto s extraños que ocasio­ n e n resistencia en el m otor o im pulsor (o ventila­ d o r). 2 . C o m p ro b ar que e l m o to r no se trabe o que el im p u lso r no g olpee (o e l ventilador). 3 . C o m p ro b a r si h ay alg u n a o bstrucción e n el c o n ­ d u c to de aire o re jilla d e adm isión. 4 . C om p ro b a r q ue no h ay a fugas de aire excesivas e n e l conducto d e aire.

El termómetro detiene el funcionamiento repetidamente E sto su ele ser in d icio d e q ue algo obstaculiza la c o rrie n te de aire, c o n el recalentam tento consi­ g u ie n te . C o m probar la abertura de v entilador, m an­ g u e ra y entrada del g orro. S i se percibe que la c o­ rrie n te d e aire no e stá restringida, puede que el ter­ m o sta to esté estropeado. V e a m o s seguidam ente o tras quejas que se p re­ s e n ta n respecto a secadores de cab ello c on genera­ d o re s d e hum edad o vapor.

A u to e x a m e n C o m p ro b a r lo aprendido c ontestando a las p regun­ tas siguientes. 8. ¿Q ué c o m probar cu a n d o el secador no produ­ c e c alo r y /o el m otor n o se pone en m archa? 9. ¿C ó m o se lim pia un co n m u tad o r sucio? 10. ¿Q ué com ponentes pueden necesitar atencio­ nes cu an d o el m otor funciona pero el secador n o d a calor? 11. ¿C u á l podría ser la causa de que el aire de un sec ad o r s ea insuficiente? 12. ¿C uál e s el fallo cuando el term ostato detiene continuam ente el secador? 13. En un secador c uyo v aporizador no funcione co rrectam ente, ¿cuál p o dría se r el falto? 14. ¿C uál e s la causa d e q ue el vaporizador pierda?

Falta de vapor 14-3 MARCADORAS Y RIZADO RAS 1. C o m p ro b a r la co ntinuidad del cable de alim enta­ c ió n d e l v aporizador y de la resistencia del m is­ m o. 2 . C o m p ro b ar el m an d o d e tem peratura del vapori­ zad o r. 3. C o m p ro b a r la con tin u id ad del fusible del vapori­ zador.

No hay conmutación a secado a partir de la posición de vapor. 1. C o m p ro b a r el funcionam iento correcto d e la tem peratura. 2 . C o m p ro b a r la co n tin u id ad del cordón de alim en­ tació n .

E stos artefactos sirven p ara m arcar rápidam ente el c a b e llo con h um edad, c o n acondicionador o en seco (fig . 14-3). T ranscurridos unos 6 u 8 minutos d es­ p u é s d e enchufarlo a una tom a d e 220 V-ca y poner e l b o tó n en SECO, se a bre el m ando de tem peratura y se encie n d e el testigo, avisando de que los m íos e stá n listos p ara su em p leo . El m ando de tem peratu­ r a seg u irá abriéndose y cerrándose para mantener u n a tem peratura satisfactoria en los bigudíes. L o s rulos se construyen c o n núcleos de aluminio q u e se colocan y ca lien tan sobre v ástagos m etálicos. E stos v an m ontados sobre u na placa ubicada encima d e l elem en to d e ca ldeo, e l cu a l es d e tipo abierto. En las m arcadoras húm edas, los bigudíes se calientan

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Secadores de cabello y útiles para em bellecim iento

Calor excesivo o insuficiente R ea lizar la prueba siguiente: 1. C o n u n soldador practicar una m uesca en el cen­ tro d e la parte superior de un bigudí, hasta llegar al m e ta l. C olocar e l vástago d e un term opar en la m u esca y ju n to al m etal, y fundir el plástico en to m o al conductor del term opar, para fijarlo só­ lidam ente. (N o arrollar el cable alrededor del b ig u d í.) 2. C o n e ctar los term inales del term opar al instru­ m e n to d e m edida. C olocar todos los b igudíes en sus lugares respectivos y sustituir e l bigudí gran­ d e situado en el extrem o derecho de la hilera ce n tral p o r el bigudí de prueba. Kig. 14-3 Kn las m arcadoras de cabello se mantiene la tem­ p e ra tu ra correcta de los bigudíes con un te rm ostato. (Corte­ sía de Clairol.)

co n v apor. Las c arcasas suelen co n struirse a base de polictilen o o de o tro p lástico sim ilar. C u ando pre­ sen ten fugas, d eberán reem plazarse. A unque la m ayoría d e las m arcadoras de cabello só lo p osean una o d o s resistencias (y un testigo, un te rm o sta to , un c o n m u tad o r y , a v eces, u n fusible) se pre se n ta n fallos. L os m ás corrientes son los siguien­ tes.

El artefacto no se pone en marcha; el testigo no se enciende 1. C o m p ro b ar la co ntinuidad y el funcionam iento del conm utador. 2 . C o m p ro b ar la co ntinuidad del cable de alim enta­ ció n . 3. C o m p ro b ar la co n tin u id ad y firm eza de todos los contactos. 4. C o m p ro b ar si el fusible está intacto.

La luz se enciende, pero no hay calor

3 . C o n ec ta r el artefacto y dejarlo calentar 10 m i­ n u to s. La tem peratura debe situarse entre 65 y 8 0 °C . 4 . Si el artefacto n o cum ple e sta condición, deberá ca m b iarse el m ando d e tem peratura o term osta­ to. (N o d ebe intentarse tarar n inguno de éstos.)

A u to e x a m e n C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p re g u n ­ ta s s iguientes. 15. ¿C u án to tardan e n calentarse los bigudíes de un a m arcadora d e cabello? 16. N om brar los cinco com ponentes fundam enta­ les d e una m arcadora de cabello. 17. ¿P uede com probarse la tem peratura de una m arcad o ra d e c abello c on un te rm opar?

14-4 DESENREDADORAS

C o m p ro b a r el estad o de los com ponentes del m ando d e tem peratura y de lo s generadores de calor.

Hay calor, pero no se enciende la luz C om p ro b a r la lám p ara de neón y h acer las sustitu­ c io n e s necesarias.

E n su m ayoría, las desenredadoras de cabello que ho y d ía s e e ncuentran en el m ercado c onstan d e un so p o rte co n cargador y un m ango. El prim ero está eq u ip a d o con un sistem a de carga inductivo, en el c u a l un cam po m agnético existente en la cavidad gen era u na tensión eléctrica en la bobina del m ango. sufic ie n te para cargar la batería contenida en éste.

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Sistem a de carga inductivo

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Secadores de cabello y útiles para em bellecim iento E n el m an g o h ay un interruptor de puesta en m archa y u n p ein e m ó v il, en lazad o p erm anentem ente a la sa lid a d e l m otor y q u e ejecuta un m ovim iento en v a iv é n ju n to al p ein e ex tem o . El p eine posee dos h ileras d e púas m o ldeadas en u na pieza y unidas p erm an en tem en te al m ango. El so p o rte contiene u na b obina de inducción h er­ m é tic a q ue se co n e c ta a la tom a d e 2 20 V -ca, la cual in d u ce u n a corriente d e p equeña intensidad e n otra b o b in a , m agnéticam ente acoplada a ella, existente e n e l m ango. T a l co rrien te se rectifica y se em plea p a ra c a rg a r in interrum pidam ente la batería d el m an­ g o . E ste d ebe guard arse en la c avidad del soporte, y é ste d eb e co nectarse a una tom a perpetuam ente a c tiv a p a ra que m an ten g a siem pre la b atería a plena c a rg a. N o ta : D eterm inados accesorios se instalan de m o d o q ue la to m a d e corriente q ueda g obernada p o r un in terru p to r q u e , si n o se cierra, d a p o r resul­ ta d o u n a batería insuficientem ente cargada y un fu n c io n am ien to n u lo o deficiente. El m o to r del m a n g o a cciona e n v aivén al p eine central. El m ango d e b e lim piarse a c o n cien cia bajo agua corriente para e lim in a r la su ciedad y las acum ulaciones de cab e­ llo s. El so p o rte se d esco n ecta de la tom a de co rrie n ­ te y se lim p ia c o n u na te la húm eda. Si e n e l m ango o e n la cav id ad d e l soporte se producen acum ulacio­ n es de su ciedad o pelo s, el m ango se asentará m al y n o se c a rg ará bien. L as q u e ja s m ás frecuentes en to m o a las d esenre­ d ad o ra s de cab ello so n las siguientes:

El mango no funciona, funciona despacio o produce una potencia insuficiente P a ra co m p ro b a r el recarg ad o r y el m ango, se e n c h u ­ fa el c arg ad o r en u na to m a activa de 220 V -ca. En la c a v id a d d e l soporte se introduce un d e sto rn illad o r d e a cero en co n tra y h acia arrib a del borne m etálico c e n tra l. E n to n ces, d e b e p roducirse vibración m ag­ n é tic a . S i no e s a si. hay q ue cam biar el cargador. C o m p ro b a r si el c a lo r e s excesiv o d espués d e qu e el c a rg a d o r haya e stad o enchu fad o 30 m inutos p o r lo m en o s. A c au sa del sistem a inductivo habitualm ente em p le a d o en la fabricación de d esenredad oras, no e s p o sib le m edir d irectam ente el estado de la ba te­ ría. S in em b arg o , las o p eraciones siguientes p erm i­ te n d ete rm in a r si e l m ango está estropeado y debe c a m b ia rse , o b ien si só lo hace falta cargar la batería.

1. S i e l m ango no funciona, accionar varias veces e l interruptor para asegurarse de que m arca co­ rrectam ente . 2 . A brir e l interruptor. 3. C olocar el m ango en un soporte cuyo cargador funcione correctam ente. 4 . C e n a r el interruptor d espués de un m inuto. 5 . Si e l e je n o se m ueve, e s que el m ango está es­ tropeado y hay que cam biarlo. 6 . S i, tras la operación 4 , se o bserva m ovim iento y éste b asta p ara a ccionar el eje u na v ez al m enos, ab rir el in ten u p to r. Luego dejar el m ango en el soporte durante un tiem po d ilatado antes de de­ c id ir sobre su estado. C on 16 ó 18 horas d e car­ g a deben conseguirse plena ca rga, potencia y velocidad.

El mango hace ruido C o n el interruptor abierto, com probar si está flojo el eje principal. E s norm al un p equeño huelgo lateral, pero no ex cesivo.

Funciona a velocidad normal, pero se para C o m probar el engrase de los d ientes sujetando el p e ine central y parándolo. Si d m otor se para tam ­ bié n , co m probar la carga d e la batería, tal c om o se d e scribió an te s. N o obstante, si e l m otor continúa ro dando, e l engrane entre d ientes es defectuoso y hay que su stitu ir el mango.

El cargador se recalienta E l borne c en tral d e la cavidad debe notarse tem pla­ do al tacto, pero no caliente. Si e l c alo r resulte exce­ siv o , hay qu e re p o n er el cargador porque e llo indica que la bobina está defectuosa. L a asistencia técnica a gran núm ero de desenre­ dadoras se efec tú a e n base al intercam bio; o sea, en vez d e proporcionar sus servicios, e l fabricante ad­ m ite el ca m b io del m ango y /o el cargador por uno nuevo.

A u to e x a m e n C om p ro b a r lo aprendido contestando a las p regun­ ta s siguientes.

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Secadores de cabello y útiles para em bellecim iento

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18. ¿Son las d esen red ad o ras electrodom ésticos de una p ie z a o de d o s? 19. ¿C uál e s la m isión d e l soporte? 2 0 . ¿Q ué le p asa a la corriente dom éstica e n el so ­ porte? 2 1 . ¿Puede m edirse el esta d o de la batería? 2 2 . E n general, ¿ se rep aran las desenredadoras?

F i(. 14-4 Las se ca d o ras-p ein ad o r» de diversos tipos se u ti­ lizan cada vez m ás. M uchas d e ellas contienen accesorios de p einado y cepillado. (Cortesía de Clairol.)

14-5

SECADORAS-PEINADORAS

E x isten num erosos m o d elo s y tipos d e este electro ­ d o m éstico m an u al, e l cu a l se destina a secar el c a b e ­ llo y a p einar a la m o d a. H abitualm ente com prende u n m ango de su p erficies curvas que contiene un co n m u tad o r, un te rm o sta to , un fusible, un m o to r y u n elem en to de c ald eo (fig . 14-4). C o nectado el c a b le d e alim entación a la fuente d e e nergía c o n v e­ n ie n te y con el c o n m u tad o r en peinar o SECAR, se a sp ira aire p o r la a d m isió n d otada de filtro, a través d e las resistencias y se expu lsa sobre el p eine (o ce p illo ) sacándolo p o r la rejilla de salida. Para p robar un a rte fa c to de este tipo, se c o necta a u n a tom a de corriente d e 2 2 0 V -ca/50 h ertz, a través d e un w att ¡m etro. C o n el conm utador en PEINAR, el w a tt ¡m etro d ebe in d ic a r en tre 1 7 0 y 210 w att; con el co nm utad o r e n s e c a r , en tre 380 y 4 2 0 w att. E l term ostato se com prueba retirando el p eine ( o cepillo ) y , lu eg o , se apoya el secad o r sobre la s a lid a de aire o b stacu lizan d o la corriente de éste. C o n el conm utador e n ALTA, el term ostato debe desc o n ec ta r en tre 5 y 3 0 segundos después. T al vez s e necesiten un p ar d e m inutos d e circulación libre p a ra que el artefacto se enfríe antes de q u e el te r­ m o stato conecte. U n funcionam iento prolongado c o n la circulación obstacu lizad a puede h a cer que el fu sib le se q u em e, co n lo que habrá que su stitu ir el electrodo m éstico co m p leto . A lgunas secadoras-peinadoras, o peines m ecáni­ c o s c om o a veces se llam an , pueden generar h um e­ d a d . Para pein ar el c a b e llo con hum edad, el usuario d e b e cam biar la b o q u illa d e secado p o r la de hum e­ d a d . m ientras se e m ite a ire caldeado en to m o al p ei­ n e o cepillo. C u an d o un m odelo de este tip o no

pro duzca hu m ed ad , se com probará el depósito co­ m o sigue: 1. O b servar si e l depósito contiene agua y no está m uy lleno. 2. L im piar el e x te rio r de la boquilla de hum edad para elim in ar todos los residuos m inerales que haya d ejado e l agua durante los usos anteriores. 3. C am biar el depósito. M uchos fabricantes de secadoras-peinadoras no recom iendan rep ara r sus productos; la única aten ­ ció n técnica d e b e se r su sustitución.

A u to e x a m e n C om p ro b a r lo a prendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 23. ¿R ecom iendan los fabricantes de secadoraspeinadoras reparar sus productos? 2 4 . ¿Puede com probarse una secadora-peinadora con a lgún instrum ento? S i es a sí, ¿de q ué tipo?

2 5 . ¿ Q ué potencia se consum e con el conm utador en PEINAR? 26. ¿Q ué potencia se consum e con el conm utador en s e c a r ?

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Secadores de cabello y útiles para embellecimiento

No hay luz

F ig. 14-5 Los tocadores están equipados con filtros * ju sti­ bles p a ra sim ular div e n as c o n d icio n a de Iluminación. (Cor­ tesía de Clairoi.)

14-6

Filtros

TOCADORES

A u n q u e lo s tocadores n o sean estrictam ente electro­ d o m é s tic o s generadores de c alo r, se incluyen aquí p o rq u e se trata d e a rtefactos para el cuidado p erso­ n a l. L o s to cadores n orm ales (fig. 14-5) son disposi­ tiv o s d o ta d o s d e d o s e spejos d e cierre autom ático y d o s lám paras fluorescentes e n m iniatura. Se incluy e n u n ench u fe de c o m e n te y filtros ajustables ca­ p a c e s p a ra cu atro tonalidades, q ue pueden conse­ g u irse aju stan d o los selectores de luz a las gradua­ c io n e s d eseadas. S ig u e u n a explicación a las q uejas m ás frecuentes a c e rc a de los tocadores.

Sólo hay una luz 1. C o m p ro b a r si las patillas de las lám paras hacen b u e n co n tacto e n ca d a zócalo. Las patillas deben s e r p erpendiculares a las ranuras de éste y quedar atra p a d a s p o r los contactos de é ste. Si están co­ lo c a d a s correctam ente, invertirlas para confir­ m a r la p osibilidad de q u e haya una en m al e s ­ ta d o . 2 . C o m p ro b a r lo s zócalos y la instalación.

1. C om p ro b a r e l estado de los contactos y zócalos d e la instalación. 2. C o m probar el cable d e alim entación. 3 . C o m probar si las lám paras están correctamente introducidas en sus zócalos. 4 . C om p ro b a r el conm utador. 5. C om p ro b ar la tensión d e salida en las reactan­ c ias. E l cable de alim entación se e nchufa a una fuente d e tensión de 2 2 0 V -ca. C on el interrup­ to r en p osición cerrada y con u n p olím etro pues­ to en 3 00 V -ca, p robar diagonalm ente en parale­ lo con cad a pareja de zócalos. L a tensión debe s e r del orden d e 2 20 V -ca; e n c a so contrario, se repondrán las reactancias.

Los colores de la luz no varían o son incorrectos 1. C om p ro b ar si los filtros están correctamente centrados. Si n o lo está n , centrarlos de modo q u e , cu a n d o el curso r e sté e n e l tope izquierdo, las aberturas de los filtros estén hacia arriba y alineados con los reflectores. 2 . C om p ro b a r a la tracción el resorte y la articula­ ció n esla b o n ad a para v e r si e l resorte se ha salido d e los extrem os de los eslabones, o éstos del c u rso r o rueda d entada. C o rreg ir según lo nece­ sario.

A u to e x a m e n

C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las pregun­ ta s siguientes. 2 7 . ¿S on los tocadores electrodom ésticos genera­ d o res de calor? 2 8 . ¿Q u é dispositivos eléctricos se encuentran en los tocadores? 2 9 . ¿ D eben encenderse a la vez las dos lámparas fluorescentes? 3 0 . ¿Q ué d eb e indicar un p o lím etro al m edir la ten­ sión en los zócalos de las lám paras?

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Secadores de cabello y útiles para em bellecim iento

R esu m en 1. En todos lo s tipos d e secadores se e ncuentra un ven tila d o r, un e lem en to de caldeo y un g orro o c a sco . 2. A lgunas d e las averias m ás co rrientes de los secadores son: o. F alta d e calo r e n todas las p osiciones y /o el m o to r n o funciona. b. Funcionam iento interm itente. c. F alta de c a lo r, pero el m otor funciona. d. N o fu n cio n a e l m o to r, p ero las resistencias calientan. e. El artefacto hace ruido. / . N o fu nciona bien el selector d e calor. g . A ire insuficiente. h. El term o stato interrum pe el funcionam iento repetidam ente. 3. A lgunas averias d e los secadores de cabello co n g enerad o res d e v a p o r o hum edad son: a. F alta de vapor. b . N o h ay co n m utación a secado a partir de la po sició n d e vapor. c. F ugas e n e l vaporizador. 4 . A lgunas averías m u y co rrientes de las m arca­ d o ra s y rizad o ras de ca b e llo son: a. El a rtefacto n o se pone en m archa; el testigo no se encien d e.

b . L a lu z se enciende, pero n o hay calor. c. H a y c alo r, pero no se enciende la luz. d. C a lo r excesivo o insuficiente. 5 . L as d eslizadores d e cabello se com ponen de un so p o rte carg a d o r y un m ango m ecánico. Para cargar las bate ría s se em plea una bobina d e inducción. 6 . A lgunas averías de las d esenredadoras de cabe­ llo son: a . E l m ango no funciona, funciona despacio o p ro duce potencia insuficiente. b . E l m ango hace ruido. c . Funciona a v elocidad norm al, pero se para. d . E l cargador se recalienta. 7. L as secadoras-peinadoras pueden ser de m u­ c h o s tip o s y m odelos. Todas tienen un m otor, resis­ te n c ia s, conm utador, fusible y term ostato. 8 . L a corriente de aire en las secadoras-peinadora s n o d eb e encontrar obstáculos; d e lo contrario, p u e d e fu ndirse e l fusible. 9 . L os tocadores están provistos de e spejos de cie­ rre auto m á tic o y d os lám paras fluorescentes e n m i­ n iatu ra y filtros 10. L os fallos m ás corrientes d e los tocadores son que un a lu z, o n inguna luz, funciona y que no varían lo s c o lo re s d e la luz o que éstos son incorrectos.

Cuestionario de repaso L a s p re g u n ta s siguien tes p erm iten co m p robar lo aprendido en este capítulo. D e te rm in a r si cada u na d e las p reg u n ta s siguientes e s verdadera o fa lsa . E scribir la s re sp u e sta s en un p a p e I aparte. 1. L o s secadores de cab ello poseen varias graduaciones de calor. 2 . C u a n d o e l botón d e m ando se p o n e en CALIENTE, el ventilador funciona sin las

resisten cias. 3 . L os secad o res d e c ab ello d e pedestal y portátiles trabajan fundam entalm ente del m ism o m odo. 4 . En los secadores de cabello p o rtátiles se em plean m otores universales. 5 . E n un secad o r de cab ello q ue funcione interm itentem ente hay que com pro­ b a r e l conm utador.

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Secadores de cabello y útiles para em bellecim iento 6 . C u a n d o las resistencias a ctúen y el m otor n o funcione hay q ue com probar si alg ú n co jin e te o el im pulsor están trabados. 7 . C u a n d o la corriente de aire sea escasa se buscarán objetos extraños. 8 . C u a n d o el term ostato desconecte repetidam ente, la prim era operación es c am b iarlo . 9 . L a s carc a sa s d e las m arcadoras d e cabello se construyen de polietileno. 10. C o n u n tcrm opar puede com probarse la generación d e c alo r en una rizadora de cabello. 11. L a m a y o ría de las d esenredadoras d e cabello son artefactos de dos piezas, con u n so p o rte cargador y un m ango mecánico. 12. E n las desen red ad o ras se em plea un sistem a de c arga inductivo. 13. El so p o rte c arg ad o r de las desenredadoras se conecta a u n a tom a d e 220 V-ca. 14. El so p o rte c a rg ad o r de una desenredadora puede com probarse accionando c o n tra e l borne central con un destornillador y observando si se produce v ib ració n m agnética. 15. L a re c a rg a de un m ango d ura 24 horas. 16. U na p ein a d o ra c o n sum e unos 2 00 watt cuando se p one en la graduación de SECAR.

17. L as secadoras-p ein adoras suelen ser reparables por un especialista. 18. E n los to cadores hay filtros para luz. 19. L a s d o s lám paras fluorescentes de los tocadores deben encenderse a la vez. 20. El circ u ito e léctrico d e los tocadores tiene fusible d e protección.

Respuestas a los autoexámenes de este capitulo 1. Portátiles y de pedestal. 2. El ventilador, las resisten­ cias y el gorro o casco. 3. No. únicamente el motor. 4. Entre el mando de tempera­ tura y las resistencias. 5. De espiral desnuda. 6 . De devanado cortocircuitado: universal. 7. SI. 8 . El cableado y el termosta­ to o mando de temperatura, interruptor y fusible. 9. Con limpiador en aerosol y accionando el conmutador varias veces. 10. Las resistencias, el termos­ tato y los fusibles. 11. Un motor obstaculizado por objetos o agarrotamiento, materias en el conducto o rejilla de admisión de aire y

fugas de aire en el con­ ducto. 12. Restricción en la manguera o gorro, o termostato estro­ peado. 13. Fusible fundido, falta de continuidad en resistencias o cable de alimentación, o mando del vaporizador en mal estado. 14. Carcasa agrietada o junta estropeada. 15. 6-8 minutos. 16. Las resistencias, el testigo, el termostato, el conmuta­ dor y el fusible. 17. SI. 18. De dos. 19. Contener el cargador del mango. 20. Atraviesa una bobina de in­ ducción que reduce la ten­

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21. 22.

23. 24. 25 26. 27. 28.

29. 30.

sión; luego es rectificada de ca a cc para recargar las ba­ terías. No. No. la pieza averiada (sopor­ te o mango) se cambia al fabricante por otra en buen estado. No. hay que reemplazarlas SI. con un wattimetro. 170-210 watt 380-420 watt No. Reactancias, conmutador, dos lámparas fluorescentes en miniatura, un cable de alimentación y caja de con­ tactos. No. 220 volt.


Capítulo 15

Cafeteras

En este capitulo se describen los componentes y el funcionamiento de los tres tipos de cafeteras automáti­ cas al uso, así como de qué modo localizar sus fallos a partir de ios síntomas descritas por las clientes. Si bien todas las cafeteras automáticas son similares desde el punto do vista eléctrico, el procedimiento d e elaboración del café es diverso. Los tipos más conocidos son las cafeteras de filtro, de vacio y de goteo.

1 5 -1

IN T R O D U C C IÓ N

T o d as las cafeteras eléctricas funcionan a base de resistencias de calen tam ien to , casi todas llevan m a n d o tcrm ostático y todas ellas se tem porizan de m o d o que e l c a lo r se aplique durante el tiem po e x a c ­ tam ente p reciso para con seg u ir un c afé en perfectas condicion es. M uchas están equipadas para m ante­ n e r e l café caliente desp u és de haberlo elaborado. O tra s poseen term o stato s regulables q ue hacen po­ sib le variar a voluntad la concentración de la bebi­ d a haciendo q u e v aríe e l tiem p o d e infusión. L os tres tip o s d e c afeteras m ás conocidos so n las d e filtro, de v acio y d e g o teo , cu y as d esignaciones h a ce n referencia al p rocedim iento p o r el cual e lab o ­ ra n la bebida. E n las ca fe te ra s d e filtr o , se hace que el agua ca lie n te a sc ien d a, u n a y o tra vez, p o r un tu b o de filtra d o , q u e se e x tie n d e desde el centro d e la base h a c ia un cestillo m e tálico , q ue contiene e l café m o­ lid o y está ub icad o en la p an e superior del artefacto.

En las cafeteras de vacío, el agua caliente se fuer­ z a a subir toda de golpe al cuenco superior donde perm anece co n e l café m olido hasta que desciende p o r infiltración al cuenco inferior, para finalizar el proceso. Las cafeteras d e go teo son artefactos relativa­ m ente n uevos e n el m ercado. En este tipo, el agua caliente gotea a través del café m olido sobre una g arrafa o recipiente colocado debajo. G racias a un filtro , el p o lv o d e café n o p asa a la bebida.

Resistencia de calentam iento

Au to « xsm e n C o m probar lo aprendido contestando a las p reg u n ­ ta s siguientes. 1. ¿C uáles son los tres tipos básicos d e cafetera? 2. ¿C uáles son los dos com ponentes fundam entales de las cafeteras? 3. ¿Q ué m isiones tienen los com ponentes de las cafeteras?

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Cafeteras

15-2

CAFETERAS DE FILTRO

L a s cafeteras de filtro m ás sencillas com prenden (e lé ctricam en te) un ele m e n to de caldeo, un cable de a lim e n ta c ió n y un te rm o sta to de m ando. H ay dos o tre s m od elo s que se b asa n e n un term ostato de a per­ tu ra fija (fig . 15-1), au n q u e la m ayoría lo tienen re g u la b le (de fuerte a flo jo ) (fig. 15-2). L as hay do-

CaDtt da Mmanucttn

Haianaoo'

junta

Fig. 15-2 Sección «le u n a cafetera de filtro con term ostato a ju sta ble. VKtaan ptanu

tadas d e term ostatos bastante sensibles que «osciFig. 15-1 fijo.

s«cion d . u n,

d . nit™ con « n d .

!“ • * a lie n o a ce ñ u d o entre lim ites m uy estrec h o s, d e m odo qu e m antienen el café caliente una

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C afeteras

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I

v á lv u la (o e l conjunto de válvula y vástago surtído r). A l funcionar, la pequeña cantidad de agua

1

v e z elabo rad o (fig. 15-3). O tras tienen u n dispositi­ v o d e regulación esp ecial, m ediante el cual un ele­ m e n to d e c ald eo com ienza a actu ar e n el m om ento o p o rtu n o p ara m an ten er caliente e l café, una vez q u e la resisten cia principal d e ja de actuar (fig. 15-4). El funcio n am ien to de las cafeteras de filtro es m u y sencillo . A l inicio d el c iclo d e e laboración, el c a fé m olido se introduce en la c e stilla m etálica exis­ te n te en la p arte superior del artefacto. Luego se p o n e en el dep ó sito la cantidad d e agua fría conve­ n ie n te y e l d isc o o p alanca de m an d o se co loca en la p o sició n d e sead a com prendida e n tre FUERTE y FLO­ JO. P o r ú ltim o , el cab le de alim entación d el electro­ dom éstic o se en ch u fa a una tom a de 2 2 0 V -ca. El pro ce so d u ra e n tre 7 y 18 m inutos. Prácticam en te en todas las c afeteras de este tipo, e n e l fondo del recipiente existe u n a p equeña cavi­ d a d o cá m a ra de im pulsióo a la cual se monto la

Termostato

I

añadida a la de calentamiento.

1

co n te n id a en la cavidad o cám ara de im pulsión hier­ ve c asi e n e l a cto porque el c alo r se concentra direc­ ta m e n te e n la c avidad, o b ien bajo la m ism a o a lre­ d e d o r d e e lla. La presión c reada por el agua hirviente d e la ca v id a d aum ento rápidam ente hasta ce rrar la v á lv u la, d e m anera q ue, p o r el m om ento, no podrá e n tra r m ás a g u a fría en e sa pequeña cám ara. C erra­ d a la válv u la , e l único cam ino d e salida e s e l surti­ d o r, a trav é s del cu a l la presión creciente fuerza a s u b ir u n a pequeña cantidad de agua, la cual sale al c e stillo y se infiltra a través de las partículas de café, p a ra reg re sar al depósito. A sí, cada vez que el sur­ tid o r se va cía , la p resión cede y la v álvula vuelve a a b rirse y deja p asar otra pequeña cantidad de agua, repitién d o se e l ciclo hasta q ue e l a gua contenida en el d ep ó sito se caliento lo suficiente para abrir los c o n ta cto s del term ostato. C uando esto ocurre cesa d e p a sa r c orriente por la resistencia y acaba el pro­ c e so d e filtrado. L a m ayoría de estos cafeteras se pro y e cta n d e m odo que el c afé no recircula u na vez fin a liz a d o e l prim er ciclo. • L a ca fete ra recién descrita es de un elem ento. P e ro , e n su m ayoría las a ctuales son de dos elem en­ to s. T a l c o m o vem os en la figura 15-4, cuando el a rte fac to e stá frío , está cerrado el interruptor del m a n d o de tem peratura (term ostato) y la resistencia d e «m antenim iento* está cortocircuitada. Cuando se c o n e c ta la cafetera, la resistencia del surtidor fu n cio n a a su capacidad n orm al, se produce el filtra­ d o y sube gradualm ente la tem peratura d el líquido. A un a tem peratura de e laboración prefijada, o con­ c e n tra c ió n , la cual p uede cam biarse m ediante el bo­ tón d e m ando, la lám ina b im etálica abre el interrup­ to r de m a n d o d e tem peratura (term ostato). C on ello, la resisten c ia de m antenim iento se pone e n serie con la d e c aldeo. A sí, la com binación de am bas resis­ te n cias reduce la intensidad de la corriente eléctrica hasta u n p u n to para el que la potencia total basta para m an ten e r la bebida a u n a tem peratura adecua­ d a . D ich o d e otro m odo, a efectos prácticos la re­ siste n cia de caldeo no funciona y la de m anteni­ m ie n to trab aja sin interrupción g uardando la tem pe­ ra tu ra d e l ca fé. D icho sea de paso, si una cafetera tien e testig o de neón, éste se encenderá cuando la resisten c ia de m antenim iento em piece a actuar o cu a n d o se abra el term ostato.

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Válvula Surtidor


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246 E l c ic lo de filtrado recom enzará únicam ente cu a n d o la tem peratura reinante e n el depósito des­ c ie n d a lo suficien te p ara q ue los contactos del ter­ m o sta to p uedan cerrarse. C u an d o e llo ocurra, por la re siste n c ia v olverá a p a sar una c o m e n te de la m áxi­ m a in ten sid ad . Pero en las cafeteras de d os elem en­ to s e s to no ocu rre e n circunstancias norm ales, ya q u e la tem peratura de cierre d el term ostato se ajus­ ta rpuy p o r d ebajo de la tem peratura de «manteni­ m ien to » . A l re p a ra r cafeteras, no hay q ue o m itir la consul­ ta a te n ta al m anual d e asistencia, ya q ue cada fabri­ c a n te su ele tener sus p articularidades. Por ejem plo, e n alg u n o s c a so s, hay un c ircu ito eléctrico especial c o m p u e sto (fig . 15-5) p o r u na resistencia auxiliar g o b e rn a d a p o r un term ostato, u na resistencia del su rtid o r, m ontada e n paralelo y gobernada por otro in te rru p to r term ostático, y u na resistencia d e m an­ te n im ie n to con u na luz testigo p ro p ia, en paralelo co n e l in terru p to r term ostático q ue gobierna la resis­ te n c ia d e l surtidor. P ara cualq u ier posición d e la pa­ la n c a d e m ando que n o s ea la d e r e c a l e n t a r , am ­ bo s term o stato s están cerrad o s cu ando el artefacto e stá f n o . C u an d o el m ism o recibe c o m e n té , ambas resiste n c ia s reciben co rrien te, p ero la de m anteni­ m ie n to y la luz testigo se corlocircuitan. B ajo la ac­ c ió n d e las d os resistencias la tem peratura de la in­ fu sió n c rece rápidam ente. En un m om ento determ i­ n a d o se a b re el term ostato de la resistencia auxiliar, p o n ie n d o a ésta fuera d e c ircuito. A una tem peratu­ ra un p o c o m ás alta, se abre el term ostato del surti­ d o r y p o n e e n serie c on la resisten cia d e éste a la de m a n ten im ien to y a la luz testigo. L a resistencia adi­ c io n a l q u e asi se introduce en el c ircuito p roduce el

efe c to d e reducir la intensidad d e la corriente, con lo q u e el ca lo r total generado por las d o s resistencias basta só lo p ara m antener caliente la bebida, e n cuyo in sta n te cesa el filtrado. L a s tem peraturas de los circuitos auxiliar y del su rtid o r las gobierna la posición de una leva, que ac c io n a la p alanca d e m ando. E sta leva se constru­ y e c o n u n a pista, o c arril, para ca d a uno de los inte m ip to res term ostáticos. La asociada al term ostato responsable de una resistencia auxiliar hace decre­ ce r p rogresivam ente la tem peratura a la que se abre e l interruptor, cuando la p alanca se desplaza desde RECALENTAR a SUAVE, a MEDIO y a FUERTE. La aso­ c ia d a al interruptor responsable d el surtidor hace q u e la tem peratura suba bruscam ente cuando se des­ p laz a la palanca desde RECALENTAR a s u a v e , y pro­ sig u e elevándola p rogresiva, p ero m oderadam ente, al desp la za r la palanca desde s u a v e , a m e d io y a FUERTE. El term ostato del s u rtid o r d eb e estar abier­ to cu an d o la palanca esté en la posición de RECA­ LENTAR.

El porqué de este funcionam iento se comprende fácilm ente. Un café suave requiere un filtrado de c o rta d u ración, m ientras q ue uno fuerte lo requiere m á s largo. C om o el filtrado aca b a cuando se abre el circ u ito del surtidor, reaccionando al calor de la infu sió n , o currirá qu e cuanto m ás rápido se caliente ésta , tanto m ás suave será el ca fé resultante. Para o b te n e r un café suave, p or tan to , la resistencia auxi­ lia r se retiene en circuito hasta qu e la infusión se a c e rca m ucho al punto de parada de la resistencia d e l surtidor, acortándose asi e l tiem po de filtrado. P ara o b ten e r un café m ás concentrado, la resistencia au x ilia r deja de ac tu a r a una tem peratura más baja y la re sistencia d e l surtidor a u na m ás alta, d e modo q u e se alargue la duración del filtrado.

Autoexamen C o m p ro b a r lo aprendido c ontestando a las pregun­ tas siguientes. 4 . ¿Q u é tres tipos de term ostato se encuentran en las cafeteras e léctricas d e filtro? 5. ¿D ónde se encuentra la resistencia d e calenta­ m ien to e n estos artefactos?

m e n te .

6 . ¿Q ué le sucede al a gua en la pequeña cavidad o cá m a ra d el surtidor?

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Cafeteras 7 . ¿C uál e s la cau sa de q u e se abran lo s contactos? 8 . En una cafetera d e filtro provista de resistencia de m antenim iento (fig. 15-4), ¿están ésta y la de calentam iento en serie o en p aralelo? 9 . ¿Q ué o cu rre en la resistencia de calentam iento (fig. 15-4) cu an d o se abren los contactos del term ostato? 10. ¿Se reciclan las cafeteras de filtro de do s ele­ m entos? 11. ¿C uáles s o n las tre s resistencias g en eradoras de c alo r d e la c a fetera d e filtro d e la fig u ra 15-5? 12. Para el c ircu ito d e la figura 15-5. ¿cu án d o se cierran los do s interruptores tcrm ostáticos ? 13. En la figura 15-5, ¿ e s tá a b ie rto o c e r r a d o e l te r ­ m o s t a to d e l s u r tid o r c u a n d o s e p o n e e n r e c a ­ l e n t a r la p a la n c a d e c o n c e n tra c ió n d e c a f é ?

15-3 REPARACIÓN DE CAFETERAS D E FILTR O C u a n d o el clien te n o facilite inform ación concreta a c e rca de la dificu ltad q u e encuentra, e l artefacto se re v isará co m o se indica a continuación. S e bu sca­ rán a sim p le vista señ ales de avería, tales com o resiste n cia s q u em ad as, cordones d e alim entación deteriorad o s y c o n d u cto res rotos. Si e l com ponente estropead o se d istin g u e fácilm ente y e s irreparable, s e repondrá. Si n o se o b serv an d efecto s evid en tes, s e com pro­ b a rá com o sigue la continuidad d el c irc u ito eléctri­ c o . C on un ó h m etro o com probador de c ontinuidad d e l m ism o tip o se com probará si h ay alg ú n corto. Si la prueba e s p o sitiv a , s e buscará el lu g ar d o n d e se e n cu e n tra y se correg irá o sustituirá la p ieza resp o n ­ sab le. S i esto no resu elv e la d ificultad, se efectuará la siguien te p ru e b a d e funcionam iento. 1. Se pone el se le c to r d e sabor en FUERTE. 2 . Se llen a el a rtefacto hasta su capacid ad con agua del grifo. 3 . C olocar el c e stillo y el vástago surtidor. Poner la tapa. 4 . Introd u cir e n el ag u a el bulbo de un term óm etro o un term o p ar de la form a que indique el m anual de asistencia. Se ten d rá cuidado p ara q u e el dis­

p o sitivo de m edida de la tem peratura no haga co n tacto c o n el m etal del recipiente. 5 . E n un w attím etro intercalado en el circuito se lee la poten c ia consum ida. Esta debe encontrarse d e ntro de la tolerancia (norm alm ente ± 5 por c ien to ) especificada en el m anual de asistencia o en la placa indicadora. Si e stuviera fuera de d i­ c h o s lim ite s, la interpretación es la siguiente: a . L a au sencia de potencia consum ida indica qu e hay u n circuito abierto en el cable de alim entación, la resistencia d e l surtidor (ele­ m ento de m áxim o calentam iento) o e n los term inales d e ésta. b . U n v alor m uy b ajo indica que hay u n circuito ab ierto en el dispositivo de m ando o e n los term inales de éste. c . T odo o tro valor de la potencia consum ida indica qu e la resistencia del surtidor e stá fue­ ra d e to lerancia, corrosión e n los contactos d e l m ando o un a resistencia elevada en algu­ n o d e los c ontactos d e term inal. 6 . O b se rv ar e n el w attím etro la caída de potencia que revela la apertura d e los contactos d el m an­ d o . E sto d eb e o cu rrir entre los 8 0 y los 9 0 °C del term ó m etro , y la potencia debe descender enton­ ces p o r deb a jo de b a j a (véase el valor exacto en e l m an u al d e asistencia). En la m ayoría d e los m o d elo s, durante el período d e m antenim iento, la pote n cia consum ida debe ser del orden de 6 0 w att i 10 p o r ciento. a . E n a lgunos m odelos, la ausencia de potencia co nsum ida indica que hay u n a interrupción en e l circ u ito d e m antenim iento o en ios con­ ta cto s d e éste. b. T o d o otro valor d e la potencia indica q u e el disp o sitiv o d e m antenim iento está fuera de to lera n cia o tiene un a resistencia e levada en alg u n o d e sus contactos d e term inal. c . T o d a tem peratura que se halle fuera de los lím ites a ceptables hace necesario reajustar el m ando. E llo se hace según las instrucciones del m anual. G ran p arte de los m odelos están p ro vistos de un tom illo de ajuste del tarado al q u e se llega a través de uno rificio en el fo n d a En general, al girar e se tom illo hacia la iz­ q u ierd a se elev a la tem peratura, m ientras que al girarlo hacia la d erecha desciende la tem ­ peratura. H ay m odelos en los q ue un cuarto

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de v uelta supone un cam bio de tem peratura de hasta 10 °C . T ai com o dijim os antes, este aju ste d ebe hacerse d e m odo q u e la resisten­ c ia de m anten im ien to se intercale e n el c ir­ c u ito e n tre los 80 y lo s 9 0 °C .-S ¡ no puede co n seg u irse e so . debe reponerse el term os­ tato.

3. S e han em pleado m ás d e dos tazas y m edia de ag u a (en algunos m odelos). 4. C o n ta cto s e n corto p o r c ausa d e fugas de agua. 5 . L a resistencia tiene un de fec to d e fabricación.

ta s s ig u ien tes.

D ebe reponerse la resistencia en todos estos casos e inform arse al usuario de la causa de la avería. O tras causas de este fallo incluyen algún contacto flo jo y un cable d e alim entación estropeado, o que los c ontactos d e l term ostato se q uedan abiertos. Al­ g u nas cafeteras de m odelos anticuados poseen un fusible (atornillado o de tipo d esnudo) e n la tom a de alterna; com probarlo, si e s el caso.

14. ¿ E n q u é tres lugares hay que fijarse al revisar ocu larm en te u na cafetera d e filtro?

El artefacto no se para

Autoexamen C o m p ro b a r lo apren d id o c ontestando a la s p regun­

15. ¿ C u ál e s la p rim era co m probación c o n instru­ m e n to de m edida? 16. ¿ P a ra q ué sirve un w attim etro? 17. ¿ P a ra q u é se em p ica un w attim etro al com pro­ b a r u na cafetera de filtro? 18. ¿ C u ál e s el valo r de la p otencia c onsum ida d u ­ ra n te el p eriodo de m antenim iento?' 19. ¿ A q u é tem peratura d ebe intercalarse e n el cir­ c u ito la resisten cia de m antenim iento?

15-4 AVERÍAS DE LAS CAFETERAS D E F ILTR O C u a n d o u n cliente presente una q u eja concreta acer­ c a d e u n a c afetera d e filtro , se seguirá hasta el final. S e g u id am en te se exponen algunas de las averías m á s frecu en tes y e l m o d o de rem ediarlas.

Total falta de calor L a resisten cia de calentam iento (q ue puede se r la d e l su rtid o r) p uede h aberse q uem ado p o r una o m ás d e las c au sas siguientes. 1. H ay co rro sió n o se h a dejado a c um ular óxido, co n trariam en te a las instrucciones de em pleo. 2 . S e h a con ectad o en seco la cafetera.

U n tiem po de filtrado norm al p ara los artefactos de o c h o tazas e s d el o rden d e 14 a 18 m inutos, y de 7 a 10 m inutos p ara los de cuatro tazas. S i la cafetera no prepara la b eb id a d entro de esos lím ites, puede que e sté estropeado el term ostato y habrá que sustituir­ lo . E n algunos m odelos, puede e sta r en corto la resiste n cia d e m antenim iento.

La cafetera se para antes de tiem po o recicla

el liquido 1. E n algunos m odelos hay que com probar la po­ tencia c o nsum ida por la re sistencia de m anteni­ m iento un a vez alcanzada la tem peratura d e pa­ rad a , para d e term inar si la m ism a e stá dentro de to lera n cia (consultar el m anual de asistencia). 2. E n algunos m odelos, si d icha resistencia está dentro d e tolerancia, puede o cu rrir que el pro­ pie ta rio e sté usando el artefacto e n u n lugar frío o so m etido a corrientes de aire. 3. E n algunos m odelos, pasando el m ando d e co n ­ centración a SUAVE, tras a lcanzar la tem peratura d e p arada, se consigue e v ita r e n parte el refiltrado. 4 . C om p ro b a r e l vastago surtidor. 5. C om p ro b ar el term ostato y la c ontinuidad de la resiste n cia d e m antenim iento, si existe.

Funcionamiento lento (R e cuérdese qu e e s im portantísim o qu e el filtrado dure d e 7 a 18 m inutos p ara que el s a b o r del café re­ su lte satisfactorio.)

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Cafeteras 1. C om p ro b ar q ue la ten sió n n o sea baja e n e l d o ­ m icilio d el cliente. 2 . C om pro b ar la po ten cia consum ida durante el fil­ trado. 3 . C om p ro b ar q ue el vastago surtidor no se haya atascado p o r c orrosión. 4 . C om p ro b ar q u e la resistencia no e sté recubier­ ta d e incrustaciones y m anchas de café. 5 . C om p ro b ar q ue no se haya aflojado la cam isa del surtido r e n s u un ió n al vastago. A lgunos fabri­ cantes d isponen d e g algas d e e sp eso r para com ­ p robar este h u elg o . A l em p lear uno d e tales úti­ les, cuando un su rtid o r acepte fácilm ente el e x ­ trem o «no p a sa- de la galga o rech ace el ex tre­ m o -p a s a - , se cam b iará el surtidor.

Café flojo o poco caliente 1. C om probar el huelgo del surtidor. Ello se hará con una g alg a d e e sp eso r, si se d ispone de ella. 2 . C om p ro b ar la tem peratura de p arada (consultar el m anual d e asisten cia). Si ésta se encuentra por d ebajo d el lím ite inferio r del m argen d e toleran­ c ia, se reajustara a fin de conseg u ir un punto d e d etención m ás alto dentro d e los lím ites. 3. E xam in ar e l surtidor y su superficie inferio r por si hubiera p o lv o d e café. L im piar, si e s n ecesa­ rio. 4 . E sta averia p uede asim ism o d eberse a q ue el usuario inicie la preparación d e la bebida con ag u a caliente y n o c o n agua fría, com o se reco­ m ienda, o a q u e no u tilice c afé suficiente. 5. V er si el su rtid o r se a ju sta bien o se asienta ad e­ cuadam ente e n la copa d e la resistencia del surti­ d or. C o m probar si h ay puntos ásperos en la p eri­ feria de la copa de la resistencia d e l su rtid o r en la zo n a en q u e éste se pone en contacto con la copa.

c u lación entre el botón de m ando de concentra­ c ió n y e l te rm o su to . En m uchos m odelos, cuan­ d o s e m ontan la base y e l filtro, el brazo de doble co d o del selector d e c oncentración, existente en el te rm o su to . debe cae r en la ranura d el eje de m ando. Esto puede com probarse colocando la parte superior d el filtro ju n to a un o ído y a ccio­ nan d o e n vaivén el botón de mando. Si el co n ­ ju n to e stá correctam ente m ontado se percibirá u n sonido m etálico al final de cada rotación.

El café hierve 1. C om p ro b a r si la tem peratura de parada e s c o ­ rre c ta y si la resistencia de m antenim iento está abierta. 2. C om p ro b ar si d ic h a resistencia está a nivel y aju stad a contra el fondo del cuerpo. 3. C om p ro b ar si e stá obstruido el surtidor, o si p re­ se n ta a lgún o tro defecto. L im piar o reponer, se­ g ú n e l caso. 4 . C om p ro b ar si el term ostato está flojo o deterio­ rado. 5. C om p ro b ar si hay algún conductor con el forro d e fectuoso que interfiera con la acción d el ter­ m o su to .

El café no se mantiene caliente C o m p ro b a r la resistencia d e m antenim iento. Si está e n m al e stad o , cam biarla.

El café se refiltra intermitentemente, una vez hecho C o m p ro b a r la resistencia d e m antenim iento. Si está e n m al estad o , cam biarla.

E l agua se calienta p ero no se filtra

La tapa se cae

1. E n algunos m o d elo s, o bservar si la resistencia d e l surtidor está c u b ierta de m anchas de café e incrustaciones. 2 . C om p ro b ar e l esta d o d el surtidor 3 . C om p ro b ar si están abiertos lo s contactos del te rm o su to . Si la ca fe te ra tiene luz testigo, ésta d e b e encen d erse tan pronto se en ch u fe el arte­ facto si los co ntactos se quedan abiertos. 4 . En algunos m odelos, hay que com p ro b ar la arti­

E lim in a r las abolladuras d e la tapa m ediante un p un­ zó n redondeado apoyando contra un bloque d e m a­ d e ra b landa. Si en un a m ism a tapa se rom pen dos de e lla s, ca m biar la u p a .

Cuesta colocar la tapa C o m p ro b a r si el cestillo q ueda dem asiado b ajo res­ p e cto al borde del cuerpo.

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d e n corregirse apretando las tuercas de am bos. Si a s í no se co n sig u e co rreg ir el d efecto, hay que rep o ­ n e r la ju n ta corresp o n d ien te. Si e l g rifo gotea, se reco m ien d a d e sm o n tarlo o apretarlo a m ano y no co n a licates. S e d esm o n tará a m ano, si e s posible, y s e sustitu irá la c o p a d e asiento y se rearm ará la parte sup erio r d el g rifo hacien d o presión a m ano.

29.

¿Q u é fallo, adem ás de los propios de las ca fe­ teras de filtro, cabe e sperar e n una cafetera d e g ran tam año?

15-6

CAFETERAS DE VACÍO

E ste tipo de cafeteras se utilizó m ucho hace tiem ­ p o , pero últim am ente su uso ha decaído (fig. Autoexamen 15-7). S in em bargo, q uedan m uchas todavía en ser­ C om p ro b a r lo a p ren d id o contestando a la s p re g u n ­ vicio q u e pueden aparecer en c ualquier taller d e re­ ta s siguientes. paración. 28. ¿Sigue en c ircu ito la resistencia d e m anteni­ L os com ponentes eléctricos habituales de estos electrodom ésticos com prenden una resistencia de m iento de u n a cafetera d e gran tam año cuando se a lcan za la tem p eratu ra d e infusión? alto ca lo r y un a d e b ajo calor, un conm utador, un

PALMORE - 12

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Cafeteras A unque v arios fabricantes han desarrollado una variedad de p erfeccionam ientos en las cafeteras de v a cío , los fu ndam entos recién descritos es todo lo q u e n ecesita sa b e r e l especialista en reparación para lle v a r a cabo la m ay o ría de las reparaciones. L os de­ ta lles particulares d e b e n buscarse en los m anuales d e asistencia. E n las cafeteras d e v acío se encontrarán los m is­ m o s fallos d e calo r q u e en las de filtro. Se com pro­ b a rán el cable de alim entación con su enchufe, el term ostato y la resisten cia de calentam iento. A de­ m á s, las cafeteras de v acío pueden su frir las si­ gu ie n te s a v erías, q ue les so n particulares.

Auto«xamen C o m p ro b a r lo aprendido contestando a las p re g u n ­ ta s siguientes. 30. ¿C u á le s son los cinco com ponentes eléctricos d e las cafeteras d e vacío? 31. ¿ Q ué im pulsa el a gua a subir al cuenco superior desd e el cuenco inferior? 3 2 . ¿ C ó m o se d esconecta la resistencia de calenta­ m iento tras haber hervido el agua? 3 3. ¿C uándo se c rea un vacío parcial en el cuenco inferior d e las cafeteras de vacío? 3 4 . ¿ P ara q u é sirve e l vacío?

E l café no retorna a l cuenco inferior, o bien se recicla entre los d os cuencos 1. D eterm in ar si el term ostato e stá desajustado. 2 . C o m p ro b ar el funcionam iento del term ostato 3. C om p ro b ar el e stad o d e l aro d e asiento o junta del fondo d e l c u e n c o superior. Si se agrieta o rom pe al flexión a rlo , reponerlo. 4 . S i los cuen co s no a ju stan p erfectam ente p o r de­ form ación del su p erio r, se conform ará éste, para qu e la ju n ta o a ro s e adapte correctam ente, e m ­ pleand o la h e rram ien ta especial que facilita el fabricante.

E l cafó se sale

33.

¿ A qu é tem peratura debe m antener el café la resistencia de b a jo c alor?

36. ¿Q ué c o m probar en u na cafetera de vacío en la q u e el café n o regresa al cuenco inferior? 3 7 . ¿C uál e s la c au sa probable de que el café se salga?

15-7 CAFETERAS DE GOTEO E n lo s años m ás recientes, las cafeteras de g oteo se h a n introducido m u ch o e n los hogares. En la figura 15-9 se representa el funcionam iento de uno d e es­ to s artefactos d e tipo corriente. C om o se ve, el agua

1. C om p ro b ar el e sta d o d el aro d e asiento o junta. 2 . C om p ro b ar si la tem peratura se ha reglado exce­ sivam ente alta. 3 . C om p ro b ar si la te la del Filtro se ha ajustado incorrectam ente. In stru ir al cliente acerca del m odo d e em plearla. 4 . E xam inar la tela d e l filtro. Si ésta presenta algún o rificio , reem p lazarla. 5 . C om probar si h ay alguna pérd id a de vacío en to m o al to m illo d e fijación del m ango.

E l café n o perm anece tiempo suficiente en el cuenco su pe rio r E l term ostato e stá d esajustado; reajustarlo o susti­ tu irlo . C o n su ltar e l tiem p o correspondiente en el m anual d e asisten cia, p ues aquél varia de un m odelo a otro.

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H f . 15*10

ConstllBoon de una cafetera de goteo.

1. D esen ch u far el c able de a lim entación de la tom a d e pared y sep ararlo de la cafetera. 2 . Separar la e sp ita de la cafetera y cepillarla bajo ag u a co rrien te; secarla agitándola. 3 . C epillar e l tu b o de paso vertical al cual está co­ nectad a la esp ita. P on er el artefacto b oca a bajo

(sin la garrafa d e vidrio) p ara que salgan los dep ó sito s m inerales. 4. Verter, u n a taza de agua en el depósito. A gitar é ste con cuidado para desprender los depósitos m inerales y vaciarlo en el fregadero. 5. C o lo ca r de nuevo la espita. V erter vinagre c ase­

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Cafeteras

256 ro (cin co p o r c ie n to d e ácido acético) e n el depó­ sito h asta e l n iv el d e cu atro tazas D ejar reposar tre in ta m inutos. 6 . P o n e r el conjunto d e garrafa, c e stillo y reparti­ d o r bajo la esp ita y sobre el elem ento caliente. E n c h u fa r el c a b le e n la tom a de p ared y ce rrar el in terruptor. E sperar hasta que «suba» una taza d e vinag re a la g arrafa y . entonces, abrir el inte­ rru p to r. D ejar re p o sa r treinta m inutos. R epetir e sta o peración unas tres v eces, o h asta que haya salid o todo el vin ag re a la garrafa. 7 . D esen ch u far e l ca b le d e alim entación d e la tom a d e p ared . D esech ar e l vinagre. E njuagar el depó­ sito co n agua del g rifo caliente. C on un trapo, e lim in a r lo s resid u o s m inerales restantes en el rep artidor. 8 . C o m o enjuagado fin al, llenar e l depósito con a g u a fría hasta e l n iv el de o ch o tazas. E nchufar e l c a b le de alim en tació n y c e rra r el interruptor p ara q ue salg a a g u a sobre el conjunto de cestillo y rep artid o r, y h a c ia la garrafa. (N o debe q uedar vinag re en e l arte fa c to tras e l lavado.) C o n su lta r el m anual d e asistencia d e cada m odelo

p ara b uscar instrucciones de lim pieza particulares al m odelo d e qu e se trate.

Autoexamen C om probar lo a p rendido contestando a las p regun­ ta s siguientes. 3 8 . C u an d o el ca fé no se m antiene caliente e n una ca fetera d e g oteo, ¿qué com probar? 3 9 . C o n relación a las figuras 15-9 y 15-10, ¿qué pie za d e la cafetera hay que com probar si el clie n te afirm a q ue no consum e toda el agua del dep ó sito A d e la figura 15-9? 4 0 . A l re p ara r un a cafetera de goteo que se sale, ¿ p d r q u é h ay que com probar ios filtros? 4 1 . ¿C uál e s la m isión d el repartidor e n las c afete­ ra s d e goteo? 4 2 . ¿C uál e s u n fa llo m uy com ún de la espita de las cafeteras d e goteo? 4 3 . ¿C on qu é frecuencia h a y que lim piar una cafe­ tera autom ática?

R e su m e n 1. T o d a s las cafeteras eléctricas están provistas de te rm o stato s, tem p o rizad o res y resistencias de ca­ len tam ien to . 2 . L as tre s cafeteras m ás co nocidas son las d e fil­ tro , d e v acio y d e goteo. 3 . E n las cafeteras de filtro se fu erza al agua ca­ lien te a su b ir p o r e l tu b o , que parte del centro de la b ase, h a cia un c e stillo existente e n la p arte superior y q u e co n tien e ca fé m olido. 4 . A l rep arar u na cafetera d e filtro, hay q ue com ­ p ro b a r o cularm ente q ue e l elem ento no se h aya que­ m ad o , el cable d e alim entación deteriorado y los c o n d u cto res roto. 5 . A lgunas averias de las cafeteras de filtro son: a . T otal falta de calor. b . E l a rtefacto no se para. c. L a cafetera se para antes d e tiem po o reci­ c la el líquido.

d . Funcionam iento lento. e. C afé flojo o p o co caliente. / . El ag u a se calienta pero no se filtra. g. El c a fé hierve. h. El c a fé n o se m antiene c aliente. i. L a ta p a se cae. j . L a lu z n o se enciende. k. P é rdidas alrededor d el elem ento. /. El ca fé sabe am argo. 6 . Las ca fete ras de v a cio constan d e un cuenco in ferio r y u n o superior. La p resión o bliga al agua a su b ir d esde e l cu e n co inferior al su perior y , luego, e l v acio d ev u elv e el agua desde el c uenco superior al inferior. 7. A dem ás de los fallos eléctricos habituales, en las cafeteras d e vacío pueden darse los siguientes: a . El café no retom a al cu enco inferior. b . El ca fé se sale.

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índice alfabético

A

Abrelatas combinados, 82 — eléctricos, 88 — — , fallos en el interruptor, 82 — — , fallos en el motor. 82 — — , fallos en las cuchillas, 82. 20 — — , la lata no gira. 9Q , la la u se cae. 90 Accesorios para batidoras. 85 A cepilladoras, 118 Adquisición de piezas, 26 Afeitadoras eléctricas. 152 — — .averias, 138 — — , fallos del motor. 138, 152 — — . ruidos. 152 — autónomas. 138 — de batería, 138 — de motor. 152 — vibratorias. 152 Afilado de cuchillas. L2Q Afiladoras combinadas. 21. 22 — eléctricas de cuchillos. 21 — — . fallos del motor, 22 — — , manejo. 22 — — , raidos. 22 Agujas. UX1 A islamiento de amianto, 25 Aislamientos, tipos. 18 Aislantes, identificación. 12 Alambre térm ico, principio. 122 Aliviadores. 2J Almohadillas eléctricas. 143, 142 A lta tensión, comprobador. liL 11 — — , prueba de. LQ Amianto, aislamiento de. 25 — , trenza de. 18 Amperc. 5 Amperím etro de corriente alterna. 2 — de comente continua. 9 — de pinza. 2 Amperímetros. 2 — , conexión, 2 Aparatos resistivos. 5

Arandelas de empuje. 46 Armado y desarmado de electrodomésticos, i Arrollamientos de campo abiertos. 42 ------------- cortocircuitados, 42 Artefactos para asar. 219 Asadores. 219 — , averias de los, 221 Aspiradoras, 62 — combinadas. 68, 22 — . comprobación del vacio, 20 — de carro. 6 L 6 2 — ------- . averias, 62 — de lavado y secado. 22 — . fallos del cepillo. 25 — . — del motor. 24 — . — en el carrete del cable. 26 — . — en la recogida. 25 — . falu de aspiración. 25 — . fugas de polvo, 26 — , funcionamiento intermitente, 74, 25 — , — lento, 24 — , localización de averias, 24 — . recaleniamiento. 24 — . ruidos. l i — . tipos. 62 — verticales. 68, 2Q — — . averias. 2Q — — , control de la tobera, 21 . chirridos. 2J . fallos de aspiración. 21

Bandejas calientes. 139. L24 Barrilete, L4 Baterías. 2 Batidoras. 81 — . accesorios. 85 — convertibles, SU — , fallos de las paletas. 85 — . — de velocidad. 85 — . — en el motor. 85 — fijas. &L 85 — . mandos de velocidad. 82, 83 — . motores. 8 L 82, 85

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Índice alfabético Batidoras portátiles, 8 L Si — , recakntam lentos. 81 — . reparación, S4 — . ruidos. 85 — , tipos, 81 Bigudíes, 236 Bobina. lflQ — de campo, 34 Borne de copa, 13 — de gancho. L3 — de horquilla, □ — de ojal. U — de tórrela, L3 — tubular. L3 Bornes, l¿ , 14

C Cable de loma de com ente, 11 Cables flexibles. L2 Cacerolas. 159 Cafeteras. 243 — de filtro. 1*3. 244 — — — , avenas, 248 — ------- , reparación, 242 — de goteo, ¿ ü 233 — — — . avenas. 254 — de gran tamaño, 250 — ------------. avenas. 231 — de vacio. 243. 25J — --------. avenas. 253 Cálculo del consumo. 2 Calefactores eléctncos portátiles, 136 — de ambiente. L5Q — de tiro forzado. 150. 152 -— natural, L5Ü — de vapor portátiles. 151 Calientabollos. 159 Caltcntacomidas infantiles, 174 Calientaplatos. 159 Calzado, lustradoras de. 133 Canilla. LUI Carcasas de plástico, roturas. 25 Cardas. 62 Cazos. 159 — eléctncos. 169 Cazuelas. 159. LíiK — para fondue. 159 Cepillos. 62 — de dientes eléctricos. 131 — de fregado. 26 — para la ropa. L33 — ------------. fallos del motor. L34 Cinta aislante. L6 — eléctrica de plástico, 16 Circulo de Ohm. 5 Circuito cerrado. 3 — impreso. 51 — — , plaquetas, 31 — — . tarjetas. 31

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Circuitos calefactores, 163 — eléctricos. 3 , componentes. 3 . leyes. 5 — sene/parale lo. 166 Cocina, pequeños electrodomésticos de. 81 Cojinetes. 44 — autolubricados. M — de bolas. 44 — -------. engrase. 44 — de fricción. 44 — de materiales plásticos. 44 — de nylon. 44 — de rodillos. 44 — defectuosos, síntomas. 43 — , engrase d e. 44 — , fallos. 44 — lisos, 44 , 45 — — , engrase, 46 — — . limpieza, 46 — metálicos. 44 — . reposición. 43 Colector, 35* 2 6 ,3 9 — , avenas, 32 — . lim pieza. 3 9 ,40 Colofonia, L2 — , fundente, L2 — , suelda con núcleo de. 12 Componentes de un motor universal. 25, 36 Comprobación de las paletas de un ventilador. 6 2 .6 3 Comprobador de alta tensión, 16 — de continuidad. 16 Concha de alm eja, carcasas. 39 Conductores trenzados, 14 Conectores. L5 — no soldados. 15 Conexión en paralelo. 4 — en serie, 4 Conexiones flojas. 20, 21 — no soldadas. 13 — soldadas. L2 — — a term inales, L2 Consumo, contadores de. 16 — de un determinado aparato. 2 — eléctrico, cálculo. 2 Contadores de consumo. 16 Continuidad. 8 — . comprobador. 16 — del circuito. 2 — comprobación. 2 Cordones de alimentación. L2 — ------- . dispositivos de fijación, 21 ------------- . reposición. 12 — ------- . tipos recomendados. 18 — de recambio, 18 — para calefactor. 22 — supletorios, 12 — — . notmas de uso, 12 — — . selección, 12

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Índice alfabético Cordones supletorios, uso incorrecto. 12 Com ente, intensidad. 2 — alterna. 2 — — . frecuencia. 2 — continua. 2 Coetacespedes eléctricos. 112 , afilado de cuchillas. L2Q — — .engrase. L2Q — — . fallos del intcmiptor. 112 . — en las cuchillas. 112 . — en los motores. 112 .ruidos. 112 Cortadoras de embutióos. 93 Costo de funcionamiento, 2 — de la energía eléctrica. 8 Crem a de afeitar, distribuidores de. 155 Cristal de cuarzo, vibraciones. 62 Cuchillas, afilado de. 12Q — de podadora, L2Q Cuchillos, afiladoras. 21 — eléctricos. 125 — — autónomos. 127 — ------- . comprobación de la batería. 110 — ------- . comprobación del motor. 13Q — ------- . faltos de los motores. 129 — — —. prueba del cargador, 129 — — —.ruidos. 129 — — — .vibración. 129 . avenas. 126. 129 — — .corte doble, 127 — — . fallos en el motor. 126. 127 — — , filos romos. 127 — — , ruidos, L26 — — . vibraciones. 127

D Delgas. 35 Desarmado de electrodomésticos. 22» 21 Desengrasantes. 12 Desenredadoras de cabello. 212 Devanado de campo. 14 — de inducido. 14 Diodos. 51 Dispositivos de fijación del cordón de alimenta­ ción. 21 — de mando, 1 — de segundad, 1 Distribuidores de crema de afeitar. 155

E Eductores. 58 E fecto cizalla. 127 Electricidad, qué es. 2 Electrodomésticos autónomos, 2 — térmicos, enchufe especial, 22 Electroimán. 12

Electrones, 2 Empalmador para soldar. 14 — — — . colocación. 14 Empalm adores de engarce. L5 ------------- . colocación, I I Empalmes soldados. 14 Enceradoras. 6 L 26 — . fallos en los cepillos. 22 — , ruidos. 22 Enchufes, reposición. 2Q — de acoplamiento. 22 — — — para grandes intensidades. 21 — especiales para electrodomésticos térmicos,

22 — — para grandes intensidades. 20, ¿1 — rápidos, 20 — redondos convencionales. 20 Encintado de empalmes arracimados, 12 — de uniones. 16 --------------soldadas. 12 Energía. 2 — consumida. 2 — eléctrica, costo, 8 Engarzador. I I Engarzar, herramientas de. I I Engrase, de cojinetes. 44 — instrucciones. 25 — por mecha. 41 — . recomendaciones. 26 Entretenimiento preventivo, instrucciones. 25 Escobas eléctricas. 68» 22 Escobillas de carbón. 35, 32 — . desgaste. 18, 12 — . longitud de las. 18 — . reparación. 22 — . reposición. 18 — nuevas, suavizado. 42 Esquemas, 4 Estañado. 12 — de un hilo cooductor. 12 Estaño. 12 Estator. 11 Estufas eléctricas. 110 — , fallos de la resistencia. 151 — . fusibles. 151 — . interruptor de balancín. 151 — . reparación. 151 Exprimidoras eléctricas. 88 — — , fallos en el interruptor. 88. Extracción de remaches. 24 — de lomillos. 2 4 ,2 5 F Forros. 18 — de caucho. 18 — de neopreno, 18 — de plástico, 18 Frecuencia de la corriente alterna, 2

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Indice alfabético Freidoras. 159, 170 Fugas de tensión, LÚ Fundente. 12 — ácido. 12 — de colofonia, 12

G Guiadores. LQQ U Herramientas de engarzar, 15 — mecánicas portátiles, 109 — funcionamiento. 111 Hertz. 2 Hielo, picadoras. 90 Horm igueo de las mantas eléctricas, 148 Hornos de sobremesa, 219, 225 — ------- , reparación. 225 — de tostar, 225 — para pizza, 159 Hornillos eléctricos. 172

Inducido, 53 — , avenas, 39 — , comprobación de las tierras. 42 — desequilibrado, 40 — . espires cortocircuitadas, 4Ü — , — en circuito abierto, 4J — , prueba de continuidad. 4 L é l — . — de funcionamiento, 41 — , — del zumbador. 41 Inductor, 13 Instrucciones de engrase, 25 — de entretenimiento preventivo, 25 Instrumentos de medida, 8 — — , conexión. 2 — — , puesta a cero, 9 , tolerancia de las lecturas. 10 Intensidad de la com ente, 5 , 2 Interruptor. 151

Juego axial, 46

K K ilowatt, 8 Kilowatt-hora. 8

Lámina bimetálica, L6Q Lámparas de pruebas, 9 de neón, 9

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Lanzadera, LQQ Lengüeta, 14 Ley de Ohm, 5 Leyes de los circuitos eléctricos, 5 Lijadoras, LO — , cambios de cojinetes, 118 — , fallos en los m otores, 118 — orbitales. 118 Limpiador para planchas, 182 Limpiadoras de zapatos, 133 Lustradoras de calzado, 133 M Magnetismo, principio fundamental, 33 Magnitudes eléctricas y su medida, 5 M ando, dispositivos de, 3 Mandos de calor termostáñeos. lóQ — de clavija. 168, 169 — de velocidad, 33, 48 . fallos en el interruptor, 49 — — por circuitos de estado sólido, 51 — — por inducción variable, 4g — — por rectificador, 51 por regulador centrífugo, 49 Manicura, útiles de, 135 Mantas eléctncas. 145 . falla de calor, 148 — — , hormigueo. 148 — — , mando electrónico, 146 — — , reparación, 148 . sacudidas. 148 , termostato, 149 Máquinas de afeitar (Ver Afeitadoras eléctricas) — de coser. 99 , componentes. Lüü , fallos en el zig zag. 104 — — . — en la canilla, 105 , — en las puntadas. 105 — — . funcionamiento, 100 — — , funcionamiento duro. 104 — — , la aguja se desenhebra, 105 — — , la máquina se para, 106 — — , la tela no avanza, 105 — — , localización de avenas. 103 — — , mandos. 99 — —, recalentamiento del mando, 104 , — del motor. 104 — — , rotura de agujas. 106 — — , — de hilos, IOS. 106 . ruidos. IfiL 104 — — , tensión del hilo, IflJ Marcadoras de cabello. 236 Masajeadoras, 136 — . cambio de correas, 136 — , fallos del motor. 136 — , ruidos, 136 Materiales de aislamiento, designación codifi­ cada. 18

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Índice alfabético

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Motores eléctricos. 33, 46 — — , averías. 42 , chispas en las escobillas, 42 — — de devanado cortocircuitado, 3á — — — — , componentes, 32 — — de imán permanente para comente con­ tinua, 36 — — de reloj, 64 , falta de potencia, i l , fallos del devanado, 4 L 48 — — , funcionamiento irregular, 48 — — , — lento. 4 2 ,4 2 — — , — ruidoso. 48 — — , «calentam iento. 42 , tipos. 33 — — universales, 33 — — — . componentes. 35. 36 — excitados en serie, 32 Morteros. 159

O O hm . 3 Ohmctros, 2 — , conexión, 9 O jales. 21 — de caucho. 2J — de plástico, 21 O llas. 159. 166 Operaciones de soldadura, L2 O rejetas, 14 — , soldadura. 15 — de anillo, L5 — de cuña, 16 — de engarce. Lfi — de gancho, 15 — de horquilla, 12 — de manguito cónico partido. 16 — no soldadas. [5, 16 — soldadas. 14 P Paletas de ventilador. 62 . comprobación, 6 2 ,6 3 — — . reparación. 62. 63 Par de arranque. 32 Parrillas automáticas, 213 — — , avenas, 215 — — . fallos de calor, 215. 216 — — , — de la luz testigo, 216 — para lonchas de tocino. 212 Pedido de piezas. 26 Pequeños electrodomésticos de cocina, 81 Pcrcloroctileno. 32 Picadoras de hielo, 2Ü — — , cubo giratorio. 21 — — , fallos de las cuchillas, 9] Piezas a almacenar. 22

Placas indicadoras, reposición, 23 Planchas de cocina, 168 — de vapor, 185 . averias de. 182 , fallos de rociado, 188 , falta de vapor. 188 — — . fugas de agua, 182 — — , pérdidas de agua, 182 — — , reparación de. 186 — — , resistencia al deslizamiento. 182 — — , rotura de la ropa. 182 — — y rociado, 185 — de viaje, 182 — para la ropa, 181 — — . fusible antitérmico, 186 — — , lámpara testigo, 181 — — . plataforma de pruebas, 182 . reparación. 184, 1J6, 182 , suela. 18L 182 — — , termostatos, 182. 183 — secas. 181 , averias de las, 184 — — . reparación, 182 — — automáticas, 181 Plomo, L2 Potencia de funcionamiento. 6 , 2 — eléctrica, 1 — nominal, 2 Podaderas de setos, 120 Portaescobillas, 35, 32 , — , reparación. 38 Prénsatelas, 100 Principio de alambre térmico, 122 — fundamental del magnetismo, 33 Probador de alta tensión, 11 Prueba de alta tensión, lfl — — . precauciones, 10. 11 — de continuidad, 4 1 .42 — de funcionamiento, 41 — del zumbador, 41 — del zumbido, 41 Pucheros, 159, 162 Pulidoras, ruedas, 26 R Rabo de cerdo. 32 Radiadores eléctricos. 12Q — — .reparación. 151 Ramas. 4 Rebanadoras eléctricas. 21 , engrase, 93, 24 . fallos en el motor, 94 — — , limpieza, 23 , ruidos. 24 Recambios, fuentes de, 22 — para electrodomésticos. 21 Rectificadores. 21 Reguladores centrífugos. 42

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Indice alfabético Relojes, molotes. 64 — autónomos, 64 — de cuarzo, 63 — eléctricos. 32, 63 Remaches, extracción. 24 Resistencia. 5 — de un circuito, 5 — entre delgas consecutivas, AJ — única, averias de los circuitos de. 163 Resistencias, reposición, 166 — conectadas en paralelo, averias. 163 — — en serie, averias. 165 Respiradero. LA R iudoraa de cabello. 236 Ropa, cepillos para la. L23 Rotor. 33 Roturas de las carcasas de ptásuco, 25 Ruedas pulidoras, 26 Rulos, 236 Rustidoras. 159.219,221 — . averias de las, 223 S Sacudidas eléctricas, peligros. 10 Sartenes. 168 — eléctricas. 159 Secadores de cabello. 233 .a v e ria s d e . 235 de pedestal. 234 — — portátiles. 233 Secadoras-peinadoras, 239 Seguridad, dispositivos. 3 Sienas circulares. 116 — — , averias de la guarda. 116 — — , cambio de engranajes. LL2 — — , — del eje de transmisión, LL2 , desgaste de las arandelas, 116 — d e vaivén, 112 Símbolos. 3 , 4 Soldadura. 11 — . limpieza. L2 — , operaciones de. L2 — de conductores. L2 — de una orejeta, 15 Sueldas. I I . 12 — . aplicación. 13 — , calidades. L2 — , contenido de estaño, L2 — , — de plomo. L2 — , tipos. 11 — con núcleo de colofonia. L2

Taladros eléctricos, 112 — — , averias del mandril. 116 , cambio de escobillas. 115 — — , cojinetes deteriorados, 1 L¿

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Taladros e letlncos. descentrado de cojinetes. 11A — — , desmontaje, 113 — — , desmontaje del mandril, 116 — — , engrase de los cojinetes. 115 . fallos del motor. 1L5 — — , reparación. 112 — — , rotura de engranajes. 112 Temporizadores de reloj. 192 Tensión. 5 — batería. 5 — domestica, 3 — . fugas de. 10 Terminales. Lá — no soldados. 16 — soldados. IA Termómetro de mercurio, 162 Termopar, 162 Termostatos. 58, 160 — ajustables. I6Ü — fijos. 16Q — . limpieza, 162 — . reparación de. 161 Termoventiladores. 152 — , fallos de las resistencias, L5L 154 — , — del ventilador. 153 — , interruptor de balancín. 154 — , reparación. 153 — . ruidos, 153 — , termostato, 153 Teteras. 12Q — automáticas, L2H Tetraclomro de carbono, 39 Tijeras eléctricas. 131 Tirahilos, lil i Tocadores, 240 Tomillos, extractor, 25 — . extracción. 24, 25 Tostadoras, automáticas. 195 — de maíz. 122 — de pan. 195 — de reflector. 2Q7 — d e volteo. 198 — horizontales. 202 — — de homo. 202 — — , fallos de las resistencias. 2118 — — , — de los mandos. 208 — — . — de tostado. 209 — — , reparación. 2118 — . mandos de color del tostado. 198 — . mecanismos de expulsión. 203 — reparación de. 202 — verticales. 195 — — . «venas de las. 205 — — . características más importantes. 201 — — , fallos de las resistencias. 205 . — de tostado. 206 . — del carro. 205. 206 — — , — del expulsor. 205 — — . mandos. 192

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Reparacion de pequeños electrodomesticos  
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