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MAGAZINE SEMESTRAL Nº 16 · Dezembro 2012

No Trilho da Ásia Bem-vindo ao Templo dos Primatas Leopardos-da-pérsia de regresso a casa Entrevista Ricardo Carriço


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3.

editorial

Pela preservação dos habitats e suas espécies

4.

Apadrinhamento

Banco Popular

5.

NASCIMENTOS

1ª cria de Gorila no Jardim Zoológico

6.

Fora de Portas

Leopardos-da-pérsia de regresso a casa

9.

Cá dentro

Jardim Zoológico reabre Pet Hotel

10.

Entrevista

Ricardo Carriço

14.

Bastidores

Bem-vindo ao Templo dos Primatas

16.

EAZA

No Trilho da Ásia

20.

Patrocínio

Chupa Chups

22.

passatempos

Sopa de letras Palavras cruzadas Cruzadex

Ficha técnica Coordenação Serviço de Marketing Colaboradores Marta Lopes . Design Serviço de Marketing . Tiragem 2.000 exemplares Toda a edição foi feita ao abrigo do novo acordo ortográfico, com a exceção do Editorial.

© www.animaisfotos.com

Leão-africano


Jardim Zoológico

EDITORIAL

{Pela preservação dos habitats e suas espécies} No Jardim Zoológico, tratadores, técnicos e visitantes convivem lado a lado com os animais, num espaço onde tudo é feito para que estes se sintam em casa. Hoje, as novas instalações são propícias ao enriquecimento ambiental, tornando assim possível estimular os comportamentos naturais das espécies. O investimento já deu os seus frutos e o Jardim Zoológico viu nascer a primeira cria de Gorila no parque. Os Gorilas estão ameaçados de extinção, devido à caça e à devastação das florestas, cabendo aos zoos criarem condições para a sua conservação e reintrodução no habitat natural. Assim, a chegada de mais um elemento ao novo Templo dos Primatas é para o Jardim Zoológico, simultaneamente motivo de inquietação e grande entusiasmo! Damos-lhe a conhecer as instalações dos primatas onde, diariamente, se fazem esforços para preservar estas espécies tão próximas do ser humano e, no entanto, em tão grande perigo de sobrevivência no habitat natural. O crescimento saudável dos nossos animais é objectivo diário do Jardim Zoológico, que tem também como objectivo devolvê-los aos habitats naturais e a manutenção da vida selvagem. Neste sentido, foi com orgulho que o Jardim Zoológico aceitou o convite para participar num programa de reintrodução no Cáucaso, enviando um casal de Leopardos-da-pérsia para a Rússia e dando formação aos técnicos locais. Mas o trabalho do Jardim Zoológico não se fica pela acção no terreno. Procuramos nunca descurar a nossa missão pedagógica e, por isso, não podíamos este ano deixar de nos associarmos, mais uma vez, à nova campanha da EAZA – Associação Europeia de Zoos e Aquários, centrada desta vez no Sudeste Asiático, uma das zonas do mundo mais ricas em biodiversidade. Por acreditarmos que todos podemos contribuir para o equilíbrio sustentável da natureza, desafiamo-lo a fazer parte desta viagem e a descobrir com o Jardim Zoológico como um pequeno passo seu pode tornar-se num grande passo para a vida animal! Mais uma vez quero agradecer a todos aqueles que têm contribuído para que a missão do Jardim Zoológico seja cumprida: funcionários, visitantes, parceiros, voluntários e amigos. A todos um Muito Obrigado! Francisco Naharro Pires Presidente

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Jardim Zoológico

apadrinhamento

Banco Popular Com o intuito de reforçar a sua preocupação e atuação no âmbito da responsabilidade social e meio ambiente, o Banco Popular celebrou, com o Jardim Zoológico, um protocolo de apadrinhamento dos Lémures.

N

o âmbito da parceria estabelecida, o Banco decorou a Ilha dos Lémures com cartazes pedagógicos e personificou os seus afilhados numa mascote, o Lémus. Este novo espaço que se encontra acessível a qualquer visitante do parque e pretende dar enfoque à conservação da espécie, promete divertir miúdos e graúdos. As ações de dinamização do espaço da ilha, com dias dedicados à conservação da espécie, decorreram durante os anos de 2011 e 2012, contando com a presença e participação de filhos dos colaboradores do Banco Popular, de uma turma do 1º ciclo de um Colégio de Lisboa e ainda com um grupo de crianças da Acreditar. Em todas as ações, os pequenos convidados puderam saber mais sobre os Lémures, assistindo a uma apresentação da espécie, feita por um tratador do zoo, e vivendo uma experiência de enriquecimento ambiental, com a visita ao interior das instalações dos mesmos. Nesta

© www.animaisfotos.com

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visita, os participantes puderam ver de perto a alimentação da espécie, preparando e servindo o “pequenoalmoço” desse dia. Após a experiência da alimentação, as crianças foram desafiadas a uma caça ao tesouro educativa que demonstrou, pelas respostas em uníssono, que os conhecimentos foram adquiridos. Como prémio pelo ótimo desempenho, as crianças receberam brindes, finalizando desta forma as atividades na Ilha dos Lémures. Tendo como objetivo estratégico a vertente educacional, salientando

a necessidade de conservação e cooperação entre as espécies, especificamente dos Lémures, todos os participantes saíram mais ricos e conhecedores da realidade. O balanço final das ações realizadas não poderia ser mais positivo, e reforçaram o envolvimento do Banco Popular em ações de política de proteção do meio ambiente e responsabilidade social, identificando-se com esta causa, nomeadamente com a atuação por parte do Zoo com a equipa que trabalha em Madagáscar.


Jardim Zoológico

Nascimentos

Nasceu em: 20 de

Agosto

Peso: 2kg Comprimento: 35 cm Sexo: Masculino

© Manuel dos Santos

Filho de: Nasibu (16 anos) e Anguka (17 anos)

Cria de Gorila no Jardim Zoológico

A família dos Gorilas está de parabéns: nasceu a primeira cria da espécie no Jardim Zoológico. António Bispo, tratador dos primatas, explica que “além das atenções que temos sempre com todos os animais, este vai exigir-nos um pouco mais de esforço, mais curiosidade e mais preocupação. Isto, porque, sendo a primeira cria, para nós, tudo é um mundo diferente”. A pequena cria ainda é muito dependente da mãe, que o transporta para todo o lado, no dorso, ou ao colo. Ficará dependente dos cuidados maternos até aos três anos. Também é função da mãe alimentar a cria. Só mais tarde vai passar a ter uma dieta semelhante à dos familiares, à base

de frutos, sementes, folhas, caules e insetos. Ao pai cabe integrá-lo na comunidade, formada até então por um macho e três fêmeas. A chegada deste Gorila bebé ao grupo é também, motivo de nervosismo. António Bispo conta que, em média, apenas uma em cada cinco crias sobrevive sob cuidados humanos. “Posso dizer que andamos todos os dias com o coração a palpitar”, admite. Mas o esforço combinado de tratadores, veterinários e todo o pessoal do Jardim Zoológico, bem como a busca de informação junto de outros zoos, assegura que o novo Gorila tem todas as condições para crescer saudável e feliz no Templo dos Primatas.

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A área da reserva natural de Kavkazsy, onde serão introduzidos os juvenis de Leopardo-da-pérsia, tem 5 hectares e é vedada ao público.

Jardim Zoológico

CURTAS

lisboa

sochi

Leopardos-da-pérsia de regresso a casa O Jardim Zoológico foi o parceiro escolhido pela Rússia para levar a cabo o plano de reintrodução do Leopardo-da-pérsia no seu habitat natural, no Cáucaso.

A

ndreia (7 anos) e Zadig (9 anos), até há pouco tempo residentes do Jardim Zoológico, foram escolhidos para integrar um programa de reintrodução no habitat natural na Rússia. O destino é mais precisamente o Cáucaso, de onde é originária esta espécie. Não foi difícil escolher os felizes contemplados. O Jardim Zoológico tem uma taxa de reprodução muito elevada nesta subespécie de Leopardo, graças sobretudo a Andreia e Zadig, que já tiveram oito crias.

Lisboa › Moscovo › Sochi Foram cinco mil quilómetros de viagem, organizada pela WWF russa e pelo Jardim Zoológico e encetada no passado dia 20 de outubro. Transportar dois Leopardos-da-pérsia, imponentes animais normalmente esquivos e solitários, não é tarefa fácil, mas o profissionalismo dos técnicos do Jardim Zoológico não deixou nada ao acaso. Como convencer dois felinos selvagens a viajar até à Rússia em caixas? O segredo foi o treino. Vinte dias antes da partida, os animais foram habituados às


Jardim Zoológico

FORA DE PORTAS

Uma das caixas, construídas específicamente nas oficinas do Jardim Zoológico, para este transporte.

caixas de madeira, construídas especificamente para o efeito. Assim, no dia da viagem, foi possível acomodá-los nos seus meios de transporte sem necessidade sequer de os imobilizar. Primeiro no compartimento das bagagens de um avião de passageiros, depois num avião de transporte de animais e, por fim, de carro, Andreia e Zadig chegaram ao Parque Nacional de Sochi, na Reserva Natural do Cáucaso, sãos e salvos e com um nível de stress reduzido. A verdade é que se habituaram às suas caixas de transporte de tal maneira que ao início nem as queriam deixar. Horas passadas, lá saíram para a instalação preparada para os receber. Começa uma nova vida para os dois.

Missão: Natureza

Ainda no Zoo, foram vários os tratadores envolvidos no transporte dos Leopardos.

Andreia e Zadig não são os únicos Leopardos-da-pérsia que habitam naquele centro de reprodução. No local, já se encontram há mais tempo dois machos e duas fêmeas oriundos do Turquemenistão e do Irão, que, infelizmente, ainda não formaram casais. Por isso, e sabendo que esta espécie

O Leopardo-da-pérsia é originário do Médio Oriente e vive em florestas e zonas arbustivas temperadas. É uma espécie bastante territorial e solitária, com maior atividade durante a noite e crepúsculo. Durante o dia, repousa sobre ramos de árvores ou entre rochas. Tem uma particularidade interessante: é capaz de transportar as suas presas, inclusive as de maiores dimensões, enquanto trepa pelas árvores, evitando que sejam roubadas por outros felinos. Normalmente, o Leopardo-da-pérsia caça por aproximação e por emboscada, no solo ou nas árvores. De corpo esguio e cauda longa, é uma das subespécies de Leopardo que atinge maiores dimensões. Estes felinos são carnívoros, sendo que a sua alimentação compõe-se essencialmente por caprinos e ovinos selvagens, pequenos veados, marmotas e outros mamíferos, aves e animais domésticos (especialmente gado).

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Jardim Zoológico

FORA DE PORTAS

não escolhe facilmente os seus parceiros, decidiu-se acelerar o processo e receber o casal já formado vindo de Lisboa. Para tal, os dois Leopardos foram acompanhados de perto pelos técnicos do centro de reprodução russo, com o apoio do Jardim Zoológico. Devido aos resultados impressionantes na reprodução desta espécie no parque português, o Jardim Zoológico foi também convidado para dar formação aos técnicos russos no que toca ao tratamento e manuseamento. O objetivo é que Andreia e Zadig se reproduzam e dêem o maior número de crias possível. Quando estas adquirirem todas as competências de sobrevivência, serão reintroduzidas na natureza. O mesmo poderá acontecer a Andreia e Zadig.

As instalações do Centro de Reprodução de Sochi.

Criticamente em perigo Os Leopardos-da-pérsia foram desaparecendo durante o século XX e estão hoje criticamente em perigo, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza. Em toda a vasta zona do Cáucaso, estima-se que existam, em estado selvagem, 870 a 1290 indivíduos, com uma distribuição muito fragmentada, que torna ainda mais difícil a sua sobrevivência. Este desaparecimento contínuo tem razões pouco naturais. Os Leopardos-dapérsia são ameaçados pela redução do seu habitat natural, pela caça para o comércio ilegal da pele e dos ossos e pela perseguição direta, por ser considerado um predador de gado doméstico e uma ameaça às povoações. Conseguir reintroduzir esta subespécie é fundamental para garantir a sua sobrevivência na natureza e o Jardim Zoológico orgulha-se de, mais uma vez, estar a contribuir diretamente para a conservação da biodiversidade.

José Dias Ferreira, curador do Jardim Zoológico e Umar Semenov, responsável pelo Centro de Reprodução de Sochi, observam o comportamento do casal de leopardos, através de câmeras de vigilância que funcionam 24h por dia.

Zadig na sua instalação no Centro de Reprodução de Sochi.


Jardim Zoológico

CÁ DENTRO

Jardim Zoológico reabre Pet Hotel Tabela de Preços Estadias / Diária Cães €15,00 Gatos €10,00 Aves €5,00 Roedores €5,00 Répteis €5,00 Descontos a aplicar › Day Play – 15% › Visitantes do Jardim Zoológico – 15% › Vários animais do mesmo dono na mesma box – 15% para o 2º e seguintes; › Vários animais do mesmo dono em boxes diferentes – 10% para o 2º e seguintes; › Clientes que tragam alimentação do seu animal – 15% › Estadias superiores a 30 dias – 15% nos dias que ultrapassem este limite; › Clientes Cemitério dos Animais – 15%

O

Jardim Zoológico acaba de reabrir o Pet Hotel com 36 amplos alojamentos individuais, concebidos para todas as espécies autorizadas como animais de companhia. Pequenos animais como cães e gatos, roedores, répteis e aves são instalados em unidades específicas para a sua espécie. Além de quartos confortáveis, os hóspedes do Pet Hotel podem usufruir diariamente de passeios individuais, acompanhamento médico-veterinário, incluindo tratamentos ou medicações e irresistíveis refeições. Transporte em viatura (recolha e entrega ao domicílio); dietas especiais; tratamentos de enfermagem

veterinária e treinos de obediência (no caso dos cães) são ainda alguns dos confortos extra (com custo adicional) que os animais podem desfrutar no Pet Hotel. Porque o Jardim Zoológico privilegia a higiene do hotel e a saúde dos seus hóspedes, a admissão dos animais de companhia é efetuada apenas mediante apresentação do boletim de vacinas atualizado. As vacinas do animal deverão estar em dia e ter sido administradas com, pelo menos, 15 dias de antecedência da data de entrada no parque. Aberto todo o ano, o Pet Hotel está disponível todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados – das 8h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00.

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{10} CURTAS

Jardim Zoológico

© António Gamito

Os nossos jardins zoológicos são pequenas arcas de Noé.


Jardim Zoológico

ENTREVISTA

Ricardo Carriço Aos 48 anos, Ricardo Carriço não tem mãos a medir. A braços com a programação do EspaçoTeatro da Associação Cultural Confluência, em Cascais, está também a encenar a peça infantil “Mãe Natureza” e participa como ator na novela “Dancin’Days”, da SIC. Pelo meio, ainda encontra tempo para se juntar ao Jardim Zoológica na luta pela conservação, como aconteceu no ano passado, em que foi a cara da Campanha da EAZA 2011, Um Último Grito Pelos Primatas. O que o motivou a colaborar com o Jardim Zoológico? Toda esta colaboração começou quando me convidaram para ser embaixador dos Primatas. O que me motivou foi ter revisitado o Jardim Zoológico. É fascinante, porque, há alguns anos atrás, as pessoas criticavam o Jardim Zoológico por verem os animais em estado de reclusão e havia este preconceito. Hoje os nossos jardins zoológicos são “pequenas arcas de Noé”, onde conseguimos dar assistência a algumas espécies em vias de extinção. E depois existe o cuidado e a atenção permanente a todas as espécies que lá estão. É um trabalho que deve ser reconhecido. Ser embaixador dos primatas e

de espécies que estão em vias de extinção como estas, motivou-me ainda mais a dizer “ Vamos visitar o Jardim Zoológico e ver o trabalho notável que ele tem feito!”. A luta pelos direitos dos animais e da natureza é um tema que o preocupa. É um tema que me preocupa, sobretudo pela falta de consciência que nós, enquanto seres humanos, temos de que fazemos parte de um todo e esse todo deve ser preservado e mantido em equilíbrio. Infelizmente, por conta das cidades que temos estado a fazer neste planeta, não só destruímos o mundo animal, como também o mundo vegetal e mineral. Eu acho que nós, figuras públicas, sempre que

nos podemos envolver em causas que despertem ou que ajudem a que esta consciência volte a existir, ou que as pessoas comecem a perceber o que é tudo isto, acho que devemos [envolver-nos]. Mas já há uns anos pertenci ao movimento “Pró-Arrábida”, um movimento em que entrei desde a fundação, apesar de não ter sido fundador, que tem a ver com a preservação do Parque Natural da Serra da Arrábida, onde [existe] aquela pedreira, que ainda hoje continua a céu aberto e continua a descarregar. Eu acho que isto é uma consciência que as pessoas não têm. E nós, ao estarmos a destruir um habitat natural de centenas de espécies, acabamos por estar a destruir uma data de outras coisas, assim como o nosso património cultural. E o Jardim Zoológico tem um papel importante na luta pela preservação da natureza? O Jardim Zoológico ajuda-nos a divulgar e a conhecer espécies que nós nem sabemos que existem. É esse trabalho de consciencialização que o Jardim Zoológico está a conseguir fazer, ao lembrar às pessoas de que não são as únicas vidas neste planeta, que há muito mais.

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{12} ENTREVISTA

Jardim Zoológico

Tem algum animal favorito? Os meus macacos, claro! (risos) Provoca em mim um orgulho imenso, depois destes anos todos, poder agitar a bandeira e agir em nome do reconhecimento do trabalho que tem sido feito ao longo destes anos. Aquilo não é uma prisão, é sim uma arca de Noé, onde as espécies são preservadas e, se calhar futuramente, se a destruição continuar a existir, se alguma vez se puser a hipótese de voltar a levar espécies em extinção para

© António Gamito

Como vê essa mudança? Vejo um profissionalismo, uma dedicação, o respeito, uma consciência, uma responsabilidade extraordinários de ter estes animais em cativeiro e conseguir dar-lhes da melhor forma possível tudo aquilo o que eles têm no seu habitat natural. Essa consciência é extraordinária! E apercebi-me disso, da forma como os espaços onde os animais estão e da envolvência que esses espaços têm para conseguirem dar esse tipo de conforto e essa proximidade que teriam no habitat natural.

© António Gamito

Tem memórias de infância de idas ao Jardim Zoológico? Tenho sempre aquela imagem do elefante, que lhe dávamos qualquer coisa e ele ia tocar à corneta, das avestruzes, da proximidade com alguns animais que hoje em dia já não existem. Tenho uma história surreal com um primo, que começou a brincar com um macaco e, de repente, o macaco pegou numa porcaria que estava no chão e atiroulhe e ele ficou todo sujo! O JZ não há dúvida de que acompanhou a minha infância e, de algum modo, a minha adolescência. Havia até aquela curiosidade de “deixa cá ver como é que isto está agora”. E, hoje em dia, quando voltei ao JZ e vi as melhorias que todo aquele espaço teve…

os habitats naturais, só os jardins zoológicos vão conseguir ajudar a reabitar essas áreas, que muitas vezes estão destruídas. Este ano levou a cena uma peça precisamente sobre este tema: Mãe Natureza. Sim e repusémos em dezembro, na altura do Natal, com a introdução de novos elementos, como o Pai Natal. A intenção da peça no fundo é querer despertar as pessoas para isso. Há uma altura em que a Mãe Natureza desabafa com a Feiticeira boa e fala-lhe do mal que o Homem lhe tem feito. Depois, a partir daqui, a Feiticeira resolve trazer uma criança de um dos homens e levá-la para o meio da floresta. Ela vai conhecer

“É esse trabalho de consciencialização que o Jardim Zoológico está a conseguir fazer, ao lembrar às pessoas de que não são as únicas vidas neste planeta, que há muito mais.”


Jardim Zoológico

ENTREVISTA

a curiosidade, o elefante a memória, a coruja a inteligência, o burro a persistência ou a capacidade árdua de trabalhar…

algumas espécies, tanto do mundo animal, como do mundo vegetal, vai conhecer os quatro elementos e vai perceber que ela própria tem de aprender a respeitar e a preservar tudo aquilo que a rodeia. E é essa a mensagem que pretende passar, de uma forma animada, mas nunca esquecendo o lado didático e de consciência que as crianças não tinham quando eu tinha a idade delas. A consciência das crianças hoje em dia é muito maior, muito mais presente e é muito giro ver a reação delas! E depois tem outra coisa engraçada, que foi nós termos criado um paralelismo entre todas as personagens com uma qualidade extraordinária, ou com uma capacidade de ser humano: o cão é

Quando vai estar em cena? Vamos voltar na primeira 4ª feira de dezembro, vamos estar todas as quartas, quintas e sextas, horário de manhã – 10h30 – o espetáculo tem 1 hora e é exatamente para tentar divulgá-lo pelas escolas, para que possam lá ir. É em Cascais, no Espaço Teatro Confluência. Está prevista mais alguma colaboração com o Jardim Zoológico? Eu para o JZ estou completamente disponível! Sempre que se lembrem de mim, tenho todo o gosto e todo o prazer de me aliar ao JZ, de levantar a sua bandeira e dizer “estamos vivos!” e preservar as suas espécies, porque uma pequena parte da vida animal depende daquele jardim.

© Marcelo Seixas

Ricardo Carriço foi porta-voz da campanha EAZA 2011, “Um grito pelos Primatas”

E os miúdos reagem bem? Não só os miúdos como os mais crescidos. Nós tentámos criar um espetáculo que fosse intuitivo para toda a gente. Não são só as crianças, que geralmente ficam encantadas, porque o cenário é grandioso, é uma floresta montada em palco, é mágica! A nossa ideia, no fundo, é fazer com que aquele espetáculo tenha momentos que também são dirigidos aos adultos, num tom de comédia, ou numa graça subentendida, que as crianças não entendem, mas nós, adultos, percebemos e provoca-nos o riso. Tem um pombo completamente disparatado, que vai abandalhar um bocadinho e criar alguns momentos de rutura ali no meio, mas é um animal que ao mesmo tempo fala na paz e na harmonia e na dedicação que temos de dar aos outros. Todos os elementos fazem com que seja um espetáculo divertido.

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{14} radiografia Jardim Zoológico

Bem-vindo ao Templo dos Primatas para os visitantes a grande instalação dos

Primatas é um dos grandes atrativos do Jardim Zoológico, Para os Primatas, é uma tábua de salvação.

saída

Orangotango-de-sumatra

Diurnos e solitários, são essencialmente arbóreos. Trepam com as mãos e os pés e raramente descem ao chão.

Entrada Staff

Gibão-de-mãos-brancas

Raramente descem ao solo, no qual se movimentam em posição bípede. São monogâmicos.

Edifício central Área lúdico-pedagógica

Nos bastidores, situados no andar de baixo, no interior do Templo, foi construído um corredor circular, por onde os tratadores podem andar e visionar os animais de forma muito mais eficiente, quando estão recolhidos.

Chimpanzé

É omnívoro e gosta de viver em sociedade. Inteligentes e sociáveis, comunicam entre si por meio de sons e de gestos.

A Equipa Arminda Dias no zoo desde 1964

Arminda, cuidando da limpeza do exterior da instalação.

António Bispo Conhecer as espécies é um requisito para se ser tratador mas também uma consequência natural de quem todos os dias lida com os mesmos animais. No Templo dos Primatas habitam cerca de trinta animais de cinco espécies e os tratadores conhecemnos a todos pelo nome. Os

no zoo desde 1978

António Bispo, dificultando o acesso a um gelado.

habitantes do Templo são uma espécie de segunda família para António Bispo, Filomena, Arminda e Carlos, os técnicos que com eles lidam diariamente e que os distinguem através de características como, o tamanho, a coloração do pelo e manchas. A prática quotidiana leva a um


Jardim Zoológico

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6000 m2 de área

Colobo-guereza-kikuyu

Espécie territorial e diurna, é estritamente arbórea. É frequente o macho dominante afastar-se e descansar em ramos mais altos.

Em espaços verdes, construíram-se estruturas, pontes e cordas, através das quais se faz o enriquecimento ambiental, ou seja, estimulamse os comportamentos naturais das espécies. A forma como a instalação está construída permite também que haja zonas de sol e sombra.

Gorila-ocidental -das-terras-baixas

São animais diurnos e principalmente terrestres. É o macho dominante, quem dirige a deslocação do grupo e quem protege os juvenis e as fêmeas.

Pérgola

Lago utilizado como barreira natural.

Filomena Alves no zoo desde 1999

Filomena esconde cereais numa das caixas de enriquecimento ambiental.

Carlos Amaral conhecimento dos animais que a teoria nunca poderia dar. A primeira tarefa do dia consiste em cumprimentar todos os animais e verificar se estão em perfeitas condições. Depois, recebem a alimentação do serviço de nutrição. Nesta altura, os animais ainda estão na zona

no zoo desde 1999

Análise de dados.

interior do Templo e são separados para que cada um receba a sua refeição específica. Este é também o momento certo para a limpeza da instalação. Mais tarde recebem o almoço no exterior, altura em que se aproveita para se fazer as limpezas no interior das instalações.


{16} CURTAS

Jardim Zoológico

O Sudeste asiático é uma das áreas geográficas com maior biodiversidade da Terra. No entanto, hoje são muitas as espécies ameaçadas de extinção. Esta zona é o foco da campanha EAZA deste ano.


Jardim Zoológico

EAZA

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Internacional para a Conservação da Natureza – IUCN. O objetivo é sensibilizar o público para as ameaças enfrentadas pelos animais, nesta zona do globo, a importância da sua conservação e angariar donativos para aplicar em projetos nos habitats naturais.

Cada vez menos paraíso da biodiversidade

O Rinoceronte-de-sumatra tem o estatuto de “criticamente em perigo” pela IUCN.

O

que podem ter em comum um Tigre, um Orangotango e um Rinoceronte? Para além de mamíferos de grande porte, estas espécies estão em perigo de extinção no Sudeste asiático. Por essa razão, são também algumas das caras da nova campanha “No Trilho da Ásia”, promovida pelo Jardim Zoológico. Esta iniciativa, onde o público é convidado a conhecer as espécies em risco e a fazer parte da solução, vai de encontro à campanha pela proteção do Sudeste Asiático, lançada pela Associação Europeia de Zoos e Aquários – EAZA. Este ano, pela primeira vez, a campanha conta ainda com o apoio da União

O Sudeste da Ásia é uma das regiões com mais diversidade biológica do planeta, composta por muitas ilhas com florestas tropicais e recifes, onde habitam numerosos animais. Nos últimos anos, estes habitats têm sido devastados a grande ritmo, pela mão do Homem, pondo em risco a existência de muitas espécies. Tiago Carrilho, do Centro Pedagógico do Jardim Zoológico, explica que “muitas florestas estão a ser devastadas para plantar a palmeira africana para produzir o óleo de palma, que serve para as mais variadíssimas coisas: alimentação, produtos cosméticos, etc.” Com base nesta tendência, a EAZA e a IUCN listaram mais de 160 espécies ameaçadas, com peso superior a 1kg, entre mamíferos, aves, répteis e peixes. Mas a destruição do habitat não é o único motivo de preocupação. Tiago Carrilho aponta também a caça para o consumo. “O mais grave aqui é que não é só para alimentação humana lá”, explica. “Essa carne tem estado a ser exportada para a Europa, os Estados Unidos ou outros pontos da Ásia. Muitas vezes, as populações locais até fazem um consumo sustentável. O problema é quando se massifica este tipo de consumo de carne”. Por fim, existe também o problema do tráfico ilegal, motivado também pela medicina tradicional asiática. “Há quem acredite que cada órgão

Inauguração da Campanha EAZA “No Trilho da Ásia”.

Pormenor da exposição montada para a campanha.

O porta-voz da campanha é o Avô Cantigas, que também animou a inauguração.

Quero associar-me a esta causa e contribuir para a campanha “No Trilho da Ásia”: NIB: 0010 0000 4875141000105 IBAN: PT50 0010 0000 4875141000105 SWIFT: BBPIPTPL


{18} EAZA

Jardim Zoológico

Marfim e chifres à venda num mercado noturno em Myanamar.

do tigre cura a sua doença, que os comprimidos feitos dos ossos de tigre curam o cancro”, explica Tiago. O Jardim Zoológico elegeu como mascote da campanha o Tigre-desumatra, também ele em risco de desaparecer do planeta. Para além da destruição do habitat, o Tigrede-sumatra sofre muito com a caça. “Uma carcaça de tigre pode chegar aos 65 mil euros”, conta Tiago Carrilho. Devido à inexistência de áreas protegidas suficientes, à falta de legislação e fiscalização, os cuidados prestados pelos zoos tornaram-se essenciais à preservação animal. Só assim será possível, mais tarde, reintroduzir as espécies nos habitats

O Orangotango-de-sumatra é o único grande primata a habitar na Ásia.

naturais e tentar recuperar a fauna característica do Sudeste Asiático.

Uma campanha para todos É importante que todos saibamos que cada um de nós pode contribuir para a conservação das espécies, através das escolhas que fazemos no dia-a-dia. “Se estivermos a cair no erro de experimentar carnes exóticas ou de comprar lembranças com materiais extraídos de animais selvagens, podemos estar a contribuir diretamente para a extinção de alguma espécie.” Como consumidores, devemos garantir que os produtos que adquirimos

são certificados, uma medida que podemos tomar para respeitar a sustentabilidade no mundo inteiro. A angariação de donativos é um objetivo fundamental de todas as campanhas da EAZA. “Todos os fundos que forem angariados durante esta campanha servirão para criar áreas protegidas, centros de investigação, apoiar projetos que estejam a ser desenvolvidos no Sudeste Asiático”, revela Tiago Carrilho. Divulgar pelo maior número de pessoas é também um passo importante para a conservação. E nesta campanha, o Jardim Zoológico dá o alerta para a preservação das espécies também em forma de música, com a ajuda do embaixador


Jardim Zoológico

CURTAS

Animais em perigo que podem ser encontrados no Jardim Zoológico

Tiago Carrilho, da equipa do Centro Pedagógico do JZ, explica o que podemos fazer para contribuir para a preservação das espécies no sudeste asiático. O desaparecimento do habitat e a desflorestação é uma das grandes ameaças para as espécies do sudeste asiático.

da campanha em Portugal, Carlos Vidal, mais conhecido por Avô Cantigas, que escreveu e compôs uma canção especialmente dedicada a este tema. As escolas foram desafiadas a criar materiais alusivos e as novidades vão sendo divulgadas no site do Jardim Zoológico, ou no Youtube. No entanto, todos estão convidados a percorrer este Trilho da Ásia no Jardim Zoológico e a participar numa visita interativa, onde, por exemplo, se pode sentir a pelagem do Tigre-de-sumatra. O Jardim Zoológico associa-se, assim, novamente, a mais uma luta da EAZA, desta feita por um dos locais mais preciosos do nosso planeta.

Rinoceronteindiano O Rinoceronteindiano chegou pela primeira vez à Europa pela mão dos portugueses, em 1515, como um presente para D. Manuel I. A relação histórica com a espécie e os perigos de conservação que ainda hoje enfrenta, levaram o Jardim Zoológico a incluí-la na campanha, apesar de ser um vizinho do Sudeste asiático. A maior ameaça de extinção do Rinoceronte-indiano foi sofrida no início da década de 1990, em que apenas restavam 200 exemplares em habitat natural.

Orangotango -de-sumatra Orangotango significa “pessoa da floresta”. Residente nas florestas tropicais de Sumatra, Indonésia, alimentase sobretudo de frutos próprios do seu habitat natural. No entanto, nos últimos 20 anos, a indústria da madeira, a plantação de palmeiras e a extração de ouro reduziram este território em 80 por cento. A espécie é ainda altamente ameaçada pela captura e o tráfico ilegais.

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Tigre-de-Sumatra Há 50 anos, cerca de 40 mil tigres habitavam a ilha de Sumatra, na Indonésia. Hoje restam 400 exemplares da espécie, no habitat natural. Há nove espécies de tigre conhecidas, três das quais estão extintas desde o século XX. O Tigre-de-sumatra corre atualmente esse risco, ameaçado pela caça. No Jardim Zoológico já nasceram três crias.

Mainá-do-bali O Mainá-do-bali é uma espécie oriunda da Indonésia, onde, apesar de estar, há várias décadas, protegida por lei, continua a ser um símbolo de elevado estatuto social, devido à sua raridade. A captura ilegal, para o comércio nacional e internacional de aves de cativeiro, e a desflorestação têm conduzido estas aves à extinção. A ponto de, no final da década de 1990, estimarse haver apenas 12 exemplares em habitat natural. Calcula-se que atualmente existam cerca de 1000 animais sob cuidados humanos. No entanto, apesar dos esforços realizados na reintrodução, a captura ilegal faz baixar os números continuamente.


{20} Patrocínio

Jardim Zoológico

No Pet Hotel do Jardim Zoológico, recebemos o seu melhor amigo como parte da família Foi a pensar em si que reabrimos o Pet Hotel, um espaço onde pode deixar o seu animal em qualquer altura. Aqui, com uma equipa de veterinários, um vasto conhecimento na área e um carinho muito especial por todos os animais, tomamos conta do seu animal como se fosse nosso.

www.zoo.pt

INFORMAÇÕES

T. 217 232 900/24 . E-mail: pethotel@zoo.pt

Chupa Chups O Jardim Zoológico entrevistou Andreia Gonçalves, Trade Marketing Responsable da Chupa Chups. JZ: Porque decidiram patrocinar as Festas de Aniversário do Jardim Zoológico? AG: O objectivo da Chupa Chups é estar mais perto das crianças de 6-12 anos, num dia muito especial para cada criança, o seu aniversário ou o aniversário do seu amigo. Queríamos que um dia memorável como este fosse uma verdadeira “Festa Chupa Chups”. JZ: De que forma será proveitoso para a vossa marca? AG: Estando mais perto do nosso target, e ativar a marca Chupa Chups de uma forma especial. Sabemos

patrocina festas de aniversário do Jardim Zoológico que os consumidores que têm awareness da marca nesta idade 6-12 anos, se tornam grandes fãs da marca quando adolescentes, sendo o nosso grupo de heavy-consumers. JZ: Que expetativas têm em relação a este patrocínio? AG: A nossa expetativa é que todos os aniversariantes e os seus amigos possam provar Chupa Chups nesse dia (através dos lanches) e que possam ser impactados pela marca, neste dia tão divertido. JZ: Que pontos em comum encontram entre o Jardim Zoológico e a filosofia Chupa Chups? AG: Celebração de um dia especial, partilha de momentos divertidos, um dia inesquecível para as crianças.


Vale 15% Jardim Zoológico

Passatempos

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numa das Lojas do Zoo

Palavras Cruzadas

Animais Por Paulo Freixinho

Válido até 30.06.2013. Não acumulável com outras promoções.

Vale €5

na compra de um Kit Apadrinhamento sem prejuízo para o organismo sendo depois capaz de beber até 150 litros de água em poucos minutos, para compensar a desidratação. 12 › Mamífero ruminante da família dos Camelídeos, um importante animal de carga e fornecedor de carne e lã, na região da cordilheira dos Andes (no Peru, na Bolívia e na Argentina). VERTICAIS: 1 › Mamífero cetáceo, da família dos Delfinídeos; encontra-se em todos os oceanos, excepto nas águas frias dos pólos; encontra-se também no rio Sado (Setúbal). 2 › Grande ave corredora, mede 1,5 a 1,9 metros de altura e pesa 30 a 55 k.g. 4 › Grande réptil anfíbio; captura e dilacera as presas com os seus dentes afiados, mas não as mastiga, engolindo grandes bocados de carne ou toda a presa de uma vez. 5 › Mamífero carnívoro, da família dos Felídeos, de cor amarelada, com manchas pretas e irregulares em todo o corpo que vive no continente americano 9 › Mamífero carnívoro que vivem nas águas costeiras do Atlântico Norte e do Pacífico Norte. Aparecem tipicamente em bancos de areia, embora também possam ser encontradas em costas rochosas; não possui orelhas.

Válido até 30.06.2013 Não acumulável com outras promoções.

Vale 10% no programa Sábados Selvagens

SOLUÇÕES HORIZONTAIS: 3 › Búfalo, 6 › Suricata, 7 › Girafa, 8 › Lince, 10 › Porco-espinho, 11 › Dromedário, 12 › Lama. VERTICAIS: 1 › Golfinho, 2 › Ema, 4 › Crocodilo, 5 › Jaguar, 9 › Foca.

HORIZONTAIS: 3 › De pelagem negra, possui cornos largos que se tocam no meio da fronte e são virados para trás; tem os sentidos do olfacto e da audição muito apurados, ao contrário da visão; encontra-se na África Subsariana, em savanas, bosques e planícies abertas e arborizadas, sempre próximo de água. 6 › Diurna e muito sociável, sai do abrigo assim que o dia começa a aquecer e procura alimento na sua proximidade sob a atenção de sentinelas que avisam os restantes elementos do grupo da aproximação de um predador terrestre ou aéreo. 7 › O mais alto dos animais vivos, podendo atingir uma altura de 5,5 metros. Possui um pescoço muito longo, que apresenta, no entanto, apenas sete vértebras (tal como a maior parte dos mamíferos); a pelagem é amarelada ou branca com manchas irregulares de tonalidade castanha. 8 › Mamífero carnívoro da família dos Felídeos que possui agudeza de visão e um pincel de pelos longos em cada pavilhão auricular, representado em Portugal, e também conhecido por lobocerval e gato-bravo. 10 › Mamífero roedor que apresenta espinhos compridos de cor branca e negra, no dorso e na cauda (duas palavras separadas por hífen). 11› Mamífero camelídeo, com uma única corcova no dorso, muito utilizado como animal de carga no Norte de África e no Próximo Oriente; pode passar grandes períodos sem beber, pois consegue perder até 40% do seu peso em água

Válido até 30.06.2013 . Não acumulável com outras promoções.


{22} PASSATEMPOS Jardim Zoológico

Sopa de Letras

Aves Por Paulo Freixinho

Procura na sopa de letras as 15 AVES da lista (não há palavras na diagonal): ÁGUIA, ARARA, CASUAR, CATATUA, CEGONHA, FAISÃO, FLAMINGO, GRIFO, JANDAIA, MARABU, PAPAGAIO, PAVÃO, PELICANO, PINGUIM, TUCANO.

SOLUÇÕES HORIZONTAIS: Papagaio, Pinguim, Pavão, Casuar, Águia, Grifo, Tucano. VERTICAIS: Marabu, Faisão, Arara, Cegonha, Pelicano,Catatua. Jandaia. Flamingo.

Cruzadex

Mamíferos Por Paulo Freixinho

Tendo como ajuda as letras já colocadas, preenche a grelha com os nomes dos mamíferos da lista: 3 LETRAS › GNU 4 LETRAS › LEÃO, MICO, TATU, URSO 5 LETRAS › BONGO, CHITA, KOALA, OKAPI, TIGRE, ZEBRA 6 LETRAS › CAMELO, MACACO (-MONA), SAGUIM 7 LETRAS › PANTERA 8 LETRAS › ELEFANTE, LEOPARDO 9 LETRAS › CHIMPANZÉ 10 LETRAS › HIPOPÓTAMO 11 LETRAS › RINOCERONTE SOLUÇões


Jardim Zoológico

Vamos crescer juntos e ao mesmo tempo apoiar o projeto mundial de conservação!

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Queres ser meu padrinho? Vou ficar nas nuvens!

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Revista Jardim Zoológico | Dezembro 2012  

Revista semestral Jardim Zoológico Lisboa . Portugal

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