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BEM ESTAR DESTAQUE Arcoverde: Uma história em processo de construção Um novo campus, um novo modelo de ensino, um novo desafio. Pág. 02

Qualidade de Vida x Faculdade de Odontologia

FOP: 58 ANOS DE TRABALHO E ARTE Pág. 05 COTIDIANO

PLATAFORMA SOCIAL Triagem: a batalha por uma vaga Pág. 08 CIÊNCIA & TECNOLOGIA

Odontologia Hospitalar É possível conciliar os Represamento de estudos com um estilo Pág. 09 vagas no Ciclo Básico de vida saudável? PUBLICIDADE Pág. 07 Pág. 04 Pág. 10

Publicação Mensal. Distribuição gratuita.

ESPECIAL


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UPE Arcoverde: Uma História em Processo de Construção

A estratégia de interiorização das Universidades teve como escopo promover um equilíbrio no fluxo de migração de estudantes entre os municípios e a capital (tendo em vista que as capitais estão cada vez mais lotadas), e reter e atrair pessoas para os municípios, havendo de uma forma indireta a qualificação de recursos humanos nas cidades interiorizadas. As vantagens atreladas à oferta de oportunidades para aqueles que querem mudar de vida são muitas, pois houve a descentralização do conhecimento, que ficava restrito àqueles que residiam nas capitais ou aos que tinham condições financeiras de se manter longe de sua região original, democratizando, dessa forma, o acesso à Universidade. A ideia de promover o acesso das populações das regiões interiorizadas ao Ensino Superior já vem sendo concretizada há anos, porém o desafio maior é a luta de tentar unir toda essa expansão com a qualidade, visto que os campi se encontram em situações inadequadas para a formação de futuros profissionais com o nível de excelência esperado. Como exemplo disto, pode-se citar o campus de Arcoverde, onde estão os cursos de Odontologia e de Direito, que são ministrados em prédios alugados. O curso de Odontologia é realizado no prédio do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA). Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), atualmente com duas turmas (2º e 4º períodos). O curso de Direito ocupa o prédio da Escola de Referência de ensino Médio Vitorino Freire, no período noturno. As salas de aula ofertadas a ambos os cursos não são devidamente climatizadas, fator agravante no rendimento das aulas (afinal, Arcoverde está localizada no Sertão de Pernambuco), as carteiras estão em péssimas condições de uso, sem oferecer o mínimo de conforto para os estudantes, os laboratórios não oferecem equipamentos adequados para uma boa prática, como peças anatômicas em estado e em quantidade insuficientes, por exemplo. Placa na entrada principal.

Esse progresso precisa continuar, pois como um fato realista a ser citado e muito criticado pelos alunos, é o pequeno espaço e o clima insuportável da sala onde funciona a biblioteca, impossibilitando o conforto para se estudar. Atrelado a isso, também lidamos com a falta de um laboratório de informática próprio da UPE. Os computadores já foram enviados, porém não se tem um local em que se possa montá-los, ficando os equipamentos dentro de caixas em condições que podem deteriorá-los através do mofo e impedir que sejam usados antes mesmo de serem montados.

Biblioteca dos cursos de Direito e Odontologia.


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Em contrapartida, as melhoras vêm acontecendo em alguns aspectos, como a adoção das propostas das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), a disponibilização de uma biblioteca exclusiva para os alunos da UPE (visto que, antes funcionava em conjunto com os alunos do ensino médio da escola), a nova remessa de livros na biblioteca, a implantação de uma administração local e a implantação de projetos de monitoria. Atual acervo de livros disponíveis.

Em relação à adoção das estratégias pedagógicas das DCNs, a UPE Arcoverde vem ousando em um novo modelo de ensino e preparo de profissionais, onde a capacitação desses deixa de ser voltada exclusivamente para atender a demanda de mercado, focando na sociedade em geral, com um olhar mais humanista. Isso nos foi explicado em entrevistada com o Professor de Humanização e Saúde Coletiva, Leonardo Carnut. “É fundamental para a consolidação de um cirurgião-dentista mais crítico da realidade social, mais humanizado e, principalmente, capaz de fazer uma reflexão do seu processo de trabalho, coisa que outrora não era feito”, defende o professor Doutorando em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Portanto, vê-se que a UPE Arcoverde vem progredindo em vários aspectos, porém é necessário mais avançar ainda mais e rapidamente de forma a sanar as deficiências que o campus ainda apresenta. Encontra-se em primeiro plano, a construção imediata do prédio próprio para as Prof. Leonardo Carnut. faculdades, permitindo a atuação de forma autônoma, melhorando a resolutividade dos problemas que ambos os cursos, Direito e Odontologia, enfrentam no seu dia-a-dia. O prédio foi planejado de forma a atender à uma determinada escolaridade (ensino médio) dentro de suas necessidades, que não se encaixam nas necessidades de estudantes de ensino superior, destinado também à pesquisa, ao ensino e à extensão. Todas essas dificuldades, no entanto, apenas reforçam a determinação e o empenho de cada estudante desta instituição na construção de seus sonhos, que com certeza contribuirão para fazer a diferença no futuro do nosso país, a começar pelo Sertão.

1ª Feira de Saúde, Arte e Ciência.

Palestra sobre câncer de boca.


04 |B E M E S T A R Um bom desempenho acadêmico muitas vezes está relacionado ao sedentarismo, má alimentação, poucas horas de sono, falta de diversão e inúmeros fatores que prejudicam a saúde física e mental do estudante.

faço consulta com uma nutricionista esportiva, Nara, e ela tem uma dor de cabeça danada comigo, por que fica difícil me alimentar da forma certa durante a semana na faculdade!” diz Bruno sobre as dificuldades em manter uma dieta correta.

A jornada integral dos cursos de Odontologia da UPE está associada à uma enorme carga de atividades não apenas teórico-clínico-laboratoriais, por si só exaustivas, mas também diversos trabalhos, v iniciações de pesquisa científicas, extensões, estágios, entre outras. O estudante fica então em um dilema, é preciso escolher entre acompanhar o ritmo da faculdade ou abdicar de grande parte dos estudos para ter algum lazer. Mas existem maneiras de conciliar o curso e os hobbies pessoais, e temos diversos exemplos disso.

Muitos estudos apontam que a prática frequente de atividades físicas aumenta a disposição para outras atividades, e isso pode até aumentar o desempenho acadêmico. Nesse sentido, muitos dos estudantes têm apresentados problemas de saúde pelo sedentarismo e estresse constantes proporcionados pela universidade. Às vezes é necessário associar os estudos a atividades físicas e mentais. A aluna do 2º período do ICB Raquel Sâmela tem uma maneira bem interessante de se livrar do estresse diário da faculdade. Ela pratica música com frequência e já toma há cerca de 10 anos aulas de instrumentos e canto. Raquel toca flauta transversal, violão, piano, canta e, recentemente, começou a se dedicar para aprender a tocar pandeiro. A música é uma alternativa quase diária para se refugiar da tensão provocada pelo curso. Segundo ela “Se você reservar um tempinho mínimo, meia hora do seu dia, já ajuda.”.

A prática de esportes conciliada à faculdade é uma ótima atividade para manter o vigor físico e relaxar manter. O aluno Bruno Amorim, do 7º período da FOP, já praticou esportes como futebol, jiu-jitsu, judô e corrida de aventura e hoje se dedica ao Triatlo. Ele acorda um pouco mais cedo (04:30 da manhã) de segunda a sábado para treinar cerca de 3 horas diárias. Segundo ele, “às vezes a prática de esportes entra em choque com as atividades da faculdade, mas é possível conciliar”. Bruno faz acompanhamento com uma nutricionista para manter uma alimentação balanceada que permita um bom desempenho nos estudos e no esporte. “Eu faço consulta com uma nutricionista

O estresse, a tensão e a ansiedade vividos pelos estudantes e profissionais podem ser remediados e até mesmo prevenidos com o cultivo de um hobby. Danylo Ribeiro é aluno do 9º período da FOP e é praticante de Rugby. Ele sacrifica um pouco seu tempo para poder treinar em média 3 vezes por semana. “Eu acho que o esporte deveria ser indicado porque a

gente fica muito tempo na faculdade e acaba muito estressado e o esporte ajuda no aprendizado e no desempenho.”, relata Danylo sobre a prática de esportes e a faculdade. A sua equipe, o Paulista Rugby Club, já foi campeã Pernambucana e Nordestina e este ano irão batalhar para competirem no campeonato nacional. Entretanto, nem todos conseguem conciliar a faculdade a um hobby. Como se não bastasse o ritmo da faculdade, tanto em Recife como em Arcoverde, muitos alunos sofrem com as dificuldades de acessibilidade e o trânsito no caminho para a Universidade. Fatores como esses implicam num déficit na qualidade de vida. Ubirajara Neto, aluno do Campus Arcoverde, é um desses exemplos. Ele mora em Garanhuns e viaja todo dia cerca de 90 km até Arcoverde para poder assistir as aulas. Ao ser perguntado se sua rotina diária é prejudicada sobre a dificuldade ocasionada pela distância, ele responde: “É sim, já que se gasta 1 hora e pouco para chegar a Arcoverde”. No Recife e região metropolitana apesar das distâncias serem um pouco menores, os problemas com o trânsito agravam a dificuldade de transporte. Como é possível notar, são diversos fatores que prejudicam a tão almejada qualidade de vida, todavia, existem soluções para alcança-la. A prática de esportes, uma boa alimentação e cultivo de um hobby são alguns dos itens essenciais para ter o corpo e a mente sã.

Confira a versão estendida: jaltarotacao.blogspot.com.br Raquel Sâmela [2º período ICB/FOP]

Ubirajara Neto (Bira)

“Se estou triste, é como

[4º período ACV]

se eu encontrasse na mú-

“Em dias de prova eu

sica um refúgio.”

passo o caminho da viagem revisando.”

Danylo Ribeiro [9º período FOP]

Bruno Amorim

“O esporte não vai atrapalhar os estu-

[7º período FOP]

dos, ele vai ajudar. Dá pra fazer um bom curso e continuar praticando atividade física.”

“Como incentivo eu deixo uma frase de minha treinadora que diz: treine não para ser o melhor atleta, mas para ser uma pessoa melhor!”


REPRESAMENTO DE VAGAS NO CICLO BÁSICO

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período de matricula dos alunos veteranos da Universidade de Pernambuco (UPE) ocorreu este semestre no intervalo de 21 a 30 de janeiro. Como de costume, os alunos efetuaram as matrículas e permaneceram aguardando a sua confirmação. No entanto, alguns alunos do atual 2º período de Odontologia que realizaram a sua matrícula pelo Sistema de Informações e Gestão Acadêmica (Sig@) dentro do prazo adotado pela instituição de ensino, foram informados que estavam no estado de “Aguardando vagas” nas disciplinas de Anatomia da Cabeça, Pescoço e Face (ACP) e Bioquímica Bucal. Entretanto, as vagas não surgiram! Posteriormente, os estudantes foram informados pelo Sig@ que suas matrículas foram indeferidas. Isso mesmo: INDEFERIDAS! Ou seja, esses alunos iriam passar no mínimo um semestre letivo sem cursar nenhuma disciplina. Toda essa história deve – se ao fato que no semestre letivo de 2012.2, a disciplina de Anatomia da Cabeça Pescoço e Face (ACP) obteve um índice de reprovação de quase 50% dos alunos, enquanto a disciplina de Bioquímica Bucal apresentou um índice de reprovação próximo de 30%. Esse contingente de alunos reprovados deveria cursar novamente as disciplinas junto à turma do 2º Período de 2013.1. É válido ressaltar, que esta turma tinha acolhido cerca de 15 alunos no primeiro período devido às reprovações da turma antecessora. Isso significa que cerca de 80 alunos tentaram se matricular em disciplinas do 2º período 2013.1, fato este que ultrapassou o número de vagas oferecidas pelas citadas disciplinas, que é de apenas 50 vagas. Inicialmente, após a efetuação da matrícula, os alunos reprovados e até mesmo alunos blocados, ficaram no estado de “Aguardando vagas” nestas duas disciplinas. Passados alguns dias tiveram suas matrículas indeferidas com a justificativa de falta de vagas. Muitos desses alunos foram até a coordenação do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), responsável pelos 1º e 2º períodos, na tentativa de encontrar uma explicação para o problema. Os alunos, assustados com a situação, foram indicados a fazer um requerimento à coordenação do ICB para poderem efetuar suas matrículas. Mas, uma sequência de dúvidas e falta de informações tomou conta da situação. Como sempre, os estudantes foram orientados a aguardar. Mas aguardar até quando? E caso realmente o problema fosse a falta de vagas, quando eles poderiam cursar tais disciplinas? Seria justo esses alunos passarem tanto tempo sem frequentar as aulas da universi

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dade? Quais os direitos dos alunos? Muitas interrogações surgiram e poucas respostas também! A Equipe do Jornal Alta Rotação (JAR), na tentativa de achar respostas para os estudantes que tiveram suas matrículas indeferidas, foi atrás de explicações da Coordenação do ICB, da PROGRAD (Próreitoria de Graduação), da PROJUR (Procuradoria Jurídica) e da Coordenação da disciplina de Anatomia. A Coordenação do ICB recebeu a equipe do JAR muito bem, mas não pode dar maiores explicações sobre a situação devido à ausência da Coordenadora, a Profª Fátima Gama, quase encontrava de licença médica, e ninguém poderia responder pela mesma. Não da mesma forma, fomos recebidos pela PROGRAD e pela PROJUR. A Pró-reitoria de Graduação alegou que não tinha nada a declarar sobre o caso, informando que os assuntos de “graduação” são resolvidos em primeira instância pela coordenação de cada curso e que o PROGRAD não tinha conhecimento do caso. Mas então, a quem poderíamos recorrer nos assuntos relacionados à graduação? A PROGRAD não relatou mais nenhum fato ao JAR. Já a PROJUR alegou que também não tinha conhecimento do caso e só poderia declarar algo diante de um comunicado oficial do coordenador e/ou diretor do ICB e/ou da FOP. Como a PROJUR não foi comunicada e o caso parece seguir buscando apenas soluções administrativas, a mesma não se posicionaria em relação ao assunto. A nossa equipe não conseguiu entrar em contato com o Prof. Romero Souto, que é o atual regente da disciplina de ACPF. No mês de fevereiro a situação foi resolvida e os alunos puderam efetuar suas matrículas normalmente. Foi tudo um susto! A situação do segundo período parece ter sido resolvida. Então, surge outra dúvida: Como a FOP comportará todos esses alunos no semestre 2013.2, se esta só disponibiliza 50 vagas por semestre? Com certeza as clínicas e laboratórios não estão capacitados para receber essa quantidade de alunos. Mas a dúvida fica no ar e, como falamos anteriormente, o que nos resta é esperar.


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FOP - 58 ANOS DE TRABALHO E ARTE

Momento histórico para todos que fazem parte da Faculdade de Odontologia de Pernambuco (FOP), ocorreu no dia 18 de março, quando a FOP comemorou seus 58 anos de existência. Considerada o maior centro do Norte/Nordeste na área de Odontologia e responsável pela formação de centenas de profissionais ao longo de sua historia, a Faculdade de Odontologia de Pernambuco conta com uma trajetória marcada pela ousadia de seus idealizadores e a persistência de seus dirigentes, professores, servidores e alunos, que ajudaram a transformar ideias em realizações. O pontapé inicial de construir uma nova faculdade de Odontologia em Pernambuco surgiu do inconformismo dos cirurgiões dentistas Clóvis Lacerda e Gérson Macedo, que pretendiam criar uma faculdade de Odontologia com novos padrões e realizar mudanças tanto filosóficas, quanto curriculares, revolucionando o ensino da Odontologia da época. As primeiras ideias de formação da Faculdade surgiram no ano de 1953, porém a oficialização da sociedade só ocorreu em dezoito de março de 1955, através da assinatura de um documento, na sala de recepção do Hospital Magitot, cujo dono era Nélson Melo, um dos integrantes do projeto, que após a assinatura assumiu o cargo de Presidente da instituição, substituído posteriormente pelo Prof. Edrízio Pinto, que permaneceu no cargo por 27 anos. “A Faculdade de Odontologia de Pernambuco só tem me dado alegria, esta aqui não é a extensão da minha casa, esta aqui é a minha casa. Eu passo o maior tempo da minha vida dentro da FOP. Então, a minha satisfação em ser professor de Odontologia, e mais precisamente na FOP, é um prazer que não tem limites. A minha casa é esta e daqui eu acredito que só sairei postmortem. Estou me aposentando de um vínculo funcional, porém não estou me aposentando da vida, porque vida não se aposenta. Havendo necessidade e havendo permissão dos gestores, eu estarei sempre aqui na FOP.” Prof. Dr. Roberto Santos [Endodontia FOP/UPE]

“Do pequeno Hospital Magitot localizado na Praça Pinto Dâmaso, na Várzea, às colinas de Camaragibe, a história da Faculdade de Odontologia de Pernambuco é uma síntese de perseverança, dedicação e ousadia. Parabéns, senhora FOP. Que a maturidade de teus 58 anos inspire a todos na tua permanente renovação e crescimento. Que o orgulho de ser "fopiano" cresça cada vez mais, enquanto, altaneira, debruças teu olhar e tua proteção sobre todos nós.” Prof. Dr. Nelson Loretto

[Disciplina Prótese

“A FOP é uma instituição que acrescenta grandes experiências profissionais e pessoais na vida daqueles que nela trabalham.” Vera Lúcia, Luciano, Mª da Conceição e Natalia Albuquerque. [Equipe da Esterilização da FOP/UPE] “Eu sou um professor que venho de uma escada de trabalho, de muito esforço, com vontade de construir pra melhorar a instituição. Eu acredito numa construção coletiva e construtiva, e ela é dinâmica.” Prof. Dr. Belmiro Vasconcelos [Diretor FOP/UPE] "Vai fazer 34 anos que trabalho aqui. Infelizmente eu vou ter de me aposentar. Vai deixar saudades, porque aqui foi minha família, entre professores, alunos e funcionários. Eu amo de paixão esta FOP, para mim a FOP foi tudo!" D. Maria [Secretária Estomatologia FOP/UPE]

“A FOP representa toda a minha formação profissional. Tenho da minha graduação ao meu doutorado na instituição que totalizam 11 anos! Quase uma vida inteira trabalhando, estudando e aprendendo ali. Então, eu devo à FOP toda a minha formação profissional.” Prof. Dr. Joaquim Celestino [Prof. Anatomia ICB/UPE]

“É hora de agradecer a todos e todas que fizeram esta fantástica escola de Odontologia, todos os Diretores, professores, funcionários e alunos que aqui passaram e colocaram suas pedras de armar um concreto solidificado no compromisso e na abnegação de todos. Um abraço e parabéns a toda comunidade Fopiana com votos de mais anos à frente de conquistas e esplendor." Prof. Dr. José Ricardo Dias Pereira [Patologia FOP/UPE] “Eu só tenho a agradecer a FOP porque as dificuldades que eu tenho passado ultimamente são grandes e estou tendo essa oportunidade de ter um sorriso melhor. É excelente.”

“Tive a oportunidade de descobrir uma área que encanta, que fascina e, acima de tudo, que nos faz ser responsáveis pelo movimento mais lindo do corpo humano: “O Sorriso”.”

Moisés Albuquerque

Eduardo Morais

[Musicista, paciente FOP/UPE]

Aluno 8º período FOP/UPE]

“Sou da segunda turma da FOP lá no seminário. A FOP pra mim foi tudo de bom e deu todas as chances que eu precisava na minha vida para crescer. Então, tudo o que eu tenho, tudo o que eu sou eu devo a FOP. Tenho 37 anos de formada, vou fazer 38 este ano. Parabéns e obrigada à FOP!” Odete Ribeiro da Silva [Ex-aluna FOP/UPE] "Trabalho há dez anos aqui e tudo é ótimo." José Carlos Sales ("Mosquito") [Auxiliar Serviços Gerais FOP/UPE]

"Aqui na FOP conquistei uma nova família." Mª Josete Ramos("Zeta")

[Aux. Serviços Gerais FOP/UPE]

“O atendimento é muito bom. Agradeço a oportunidade que a FOP dá de chegar mais perto de vocês.” Gleice Pimentel [Relações Públicas Paciente FOP/UPE]

"Já fez um ano em fevereiro que estou aqui e pra mim é excelente trabalhar tanto com os alunos, quanto com os professores e pacientes. Eu gosto de estar aqui na FOP!”

Bucomaxilofacial FOP/UPE] Rizomar Santos [Secretária da Clínica Odontopediatria FOP/UPE]


FOP: 58 ANOS DE TRABALHO E ARTE Porém, entre a fundação da FOP e a sua autorização de funcionamento, levou algum tempo. Apenas após dois anos de intensa luta, em dezembro de 1957, o então Presidente, Juscelino Kubitschek, assinou o decreto nº 42.880, autorizando o funcionamento do Curso de Odontologia da Faculdade de Pernambuco. Em janeiro do ano seguinte, a Faculdade começou a funcionar num complexo formado por três prédios localizados na Rua do Hospício, onde permaneceu até o ano de 1971. Com o ideal de expansão houve a mudança, no ano de 1972, para o predo do antigo Seminário Regional do Nordeste localizado na cidade de Camaragibe. Essa nova sede da Faculdade de Odontologia de Pernambuco, na qual a faculdade funciona ate hoje, “tem um formato em S que dá lugar a uma linha arquitetônica chamada de “brutalismo”, idealizada pelo arquiteto pernambucano Delfim Amorim, que venceu um concurso em Paris com o projeto da atual FOP”, explica Nelson Loretto, Professor da disciplina de Prótese Bucomaxilofacial. A mudança da FOP para outro município não foi festejada por todos. O acesso à nova sede era difícil, nem ônibus havia, conforme explica Odete Ribeiro, aluna da segunda turma da FOP em Camaragibe. Com o decorrer do tempo, o acesso à FOP foi melhorando. O prédio do antigo seminário foi adaptado para o ensino e a pratica da Odontologia. Segundo Sandra Moraes, professora da disciplina de Prótese Total, a “FOP desempenha um importante papel no desenvolvimento econômico e social de Pernambuco, através da formação dos profissionais da Odontologia pela articulação entre o ensino, a pesquisa e a Confira a versão estendida: extensão”. jaltarotacao.blogspot.com.br “Professora há 23 anos, minha vida profissional está totalmente ligada à FOP,. Tenho muito orgulho em fazer parte deste time!! Adoro ser professora da FOP. Conviver com alunos me faz muito feliz.”

"Sonhos em alta rotação, por vezes desacelerados pelo barulho e lentidão do contra ângulo, mas renovados por um “Muito obrigada, Dr(a)!”. Um lar. Uma família. Uma paixão. A FOP é nosso lugar."

Profª. Eleonora Burgos

Nathalia Ladewig [Aluna 9º período período FOP/UPE]

[Disc. Periodontia FOP/UPE]

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“Fui aluna desta Instituição, quando ainda era chamada Faculdade de Odontologia de Pernambuco - FOP, da Fundação do Ensino Superior de Pernambuco - FESPE, hoje Universidade de Pernambuco. Após o término do meu curso fui convidada para ser estagiária da Disciplina de Periodontia, e passado um ano nesta função fui contratada para ser professora, onde ao longo do tempo tive várias oportunidades para qualificar-me. A FOP representa a minha vida e por ela tenho lutado por todos estes anos com o mesmo ideal, compromisso e fidelidade. Breve me afastarei da mesma por força de circunstâncias maiores que a minha vontade, porém reconheço o empenho de cada membro que compõe a FOP, e deixo a certeza de que lutarão, sempre, para o engrandecimento da mesma, ficando aqui expressado o meu sentimento de gratidão eterna por ser fopiana.” Proª. Estela Santos Gusmão [Disc. Periodontia] “Como ex- aluna da pós graduação, bem como professora da FOP, recorro às palavras de Michel Zaidan, quando certa vez convidado para uma palestra na nossa escola nos lembrou que não vivemos de aparências! A FOP se mantêm erguida e bem referenciada pelas pessoas que nela ensinam, trabalham e estudam! Parabéns, minha FOP querida!” Profª Gerhilde Callou Sampaio [Disc. Patologia FOP/UPE] "A faculdade oferece um serviço muito bom à comunidade, não apenas de Camaragibe, mas de toda a região metropolitana." Luiz Carlos Evangelista [Guarda patrimonial FOP/UPE]

"Estou com 36 anos de trabalho e adoro este lugar! Agradeço a Deus todos os dias!" Raimunda Ferreira de Lima [Secretária Clínica Prótese FOP/UPE]

“É uma honra participar da Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Essa Instituição, como autêntica nordestina, sobrevive e nos surpreende, apesar de todas as dificuldades. Eu tenho o sonho de fazer parte de uma nova UPE que, valorizada pelo governo, consiga exercer plenamente as suas funções de ensino, pesquisa e extensão.” Profª. Priscila Prosini da Fonte [Discip. Ortodontia FOP/UPE] "A Faculdade de Odontologia de Pernambuco representa para mim hoje o grande berço e início para uma grande jornada de construção em aprendizado e conhecimento contínuos para o profissional da área de saúde que é apaixonado pela Odontologia" Jéssica Ventura [Aluna 7º período FOP/UPE] “Falar da FOP para mim é PAIXÃO. Fez parte da minha infância, quando meu pai ainda era professor, um eterno apaixonado por esta instituição... e, inspirada, quando decidi fazer Odontologia foi esta a faculdade que escolhi. Voltei à FOP para fazer o Mestrado e Doutorado e, para completar o ciclo fopeano, casei-me com um professor de onde?? Da FOP, é claro! Parabéns à FOP!” Fabiana Godoy [Ex-aluna FOP/UPE] "Estar na FOP pra mim é uma das principais atividades, pois exige de mim um importante investimento de energia e tempo para sua realização. A FOP pra mim representa um acolhimento de amor e carinho ao próximo." Mª de Lourdes Barbosa ("Lurdinha") [Secretária de Ortodontia FOP/UPE]

“Trabalho nesta empresa desde 2007 e é gratificante para mim, pois aqui pude me desenvolver profissionalmente, e com o incentivo e apoio dos que representam esta Instituição dar inicio à minha carreira no Curso de Administração. Só tenho a agradecer a Deus e aos meus superiores pela oportunidade.” Fabiana Mendonça [Secretária de Endodontia


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TRIAGEM: A BATALHA POR UMA VAGA

Humanização e Ética na Odontologia Ao recordarmos a primeira ação odontológica realizada por Thula em Nungh (um casal de australopitecos) percebemos que a frágil Thula procurou resolver a desesperadora algia odontológica do seu companheiro com a maior humanização possível, embora fossem ainda considerados primitivos.

No dia 21 de março, teve início a triagem dos pacientes para o primeiro semestre deste ano. Às sete horas da manhã, nossa equipe de reportagem já estava acompanhando o processo. O quadro observado foi o mesmo de todo semestre: discussões, sol quente, filas descontínuas e desorganizadas, pacientes perdidos pelo prédio. Porém, em uma situação ainda mais difícil ficaram aqueles que perderam o prazo e, consequentemente, a chance de conseguir um tratamento odontológico. O primeiro ponto a ser destacado diz respeito à falta de sistematização na divulgação das datas em que são realizadas as triagens, que no momento se limita a avisos afixados pelas paredes da própria instituição. Uma possível solução para este problema seria a divulgação dessas informações através de veículos de comunicação em massa, de forma a não haverem dúvidas em relação não apenas às datas, mas também aos horários em que esta seleção é realizada. A acessibilidade é mais uma questão polêmica. As rampas se restringem a apenas duas, que permitem o acesso às clínicas do subsolo e ao térreo, onde fica localizado o arquivo, onde é feita abertura de prontuários. Ainda assim, existem clínicas espalhadas por todos os três andares da faculdade. A dificuldade é ainda maior para idosos, crianças e pessoas com deficiência, que devem ter sempre prioridade no atendimento.

Outra problemática encontrada foi a falta de placas informativas na própria instituição, que obrigam os pacientes a se locomoverem desnecessariamente, subindo e descendo as escadas, à procura das clínicas. Mesmo com todas essas dificuldades, muitos decidem se aventurar e chegam até a dormir na faculdade para guardar um lugar na fila. Contudo, no decorrer da triagem as filas se desorganizam e algumas confusões entre os próprios usuários ocorrem com frequência. Apesar de todas as adversidades no processo de triagem, todos os pacientes que foram consultados afirmaram gostar do tratamento recebido na Faculdade, sendo este de qualidade e que tanto professores, quantos alunos os tratam com diligência e respeito. Porém, muito dos problemas enfrentados são justificados pela grande demanda de pacientes que ela recebe, e apesar da importância social do trabalho realizado na instituição, esta tem alcance limitados por se tratar de uma instituição de ensino e não propriamente de um serviço público de saúde.

O advento do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988 e o consequente programa Humaniza SUS, trouxeram uma nova concepção ao modelo formador e assistencial, deslocando a ideologia flexneriana para uma abordagem humanista e social. Para compreender, aprender e colocar em prática esse desiderato é preciso rever e consolidar os princípios éticos e bioéticos, entendidos como exigência natural que devem nortear as relações entre os seres humanos. Por essa razão as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Odontologia apontam que o futuro profissional dentista deve possuir uma sólida formação técnico-científica e éticohumanista. Para tanto, é preciso recorrer a Edgar Morin que aconselhou, de forma enfática, que os quatro pilares da educação do século XXI são: aprender a ser; aprender a conhecer; aprender a fazer; e aprender a viver junto, sintetizados no axioma aprender a aprender. Somem-se a Morin, os quatro princípios bioéticos fundamentais descritos por Beuachamp & Childress (1994) como autonomia, beneficência, não maleficência e justiça. A ética e a bioética levam em consideração a vulnerabilidade do sujeito e é fácil perceber que entre o profissional (dentista, médico, enfermeiro, etc.) e o paciente, é o segundo o mais vulnerável. Tanto o Ministério da Saúde quanto alguns especialistas, consideram a humanização como “a capacidade de oferecer atendimento de qualidade, articulando os avanços tecnológicos como o bom relacionamento”. Para tanto, antes da sala de aula, do laboratório ou da clínica, uma pergunta cada um deve se fazer: quem sou eu? Quem é o outro? Como podemos e devemos nos relacionar? Portanto, humanização, ética e bioética, mais do que uma disciplina ou componente curricular, devem ser temas transversais perpassando toda a formação em Odontologia, onde mais do que a verbalização, é preciso ter atitudes e condutas que denotem esses elementos. Contribuição de Nelson R. M. Loretto


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Odontologia Hospitalar Uma especialidade nova, que muitos ainda desconhecem, e com um futuro promissor. A Odontologia Hospitalar é um nicho que vem ganhando força com uma série de projetos de leis e portarias que obrigam a presença do cirurgiãodentista em serviços de hospitalares. Nos últimos tempos a palavra chave dentro da Promoção à Saúde é a MULTIDISCIPLINARIDADE. Não basta apenas curar a doença, mas, acima de tudo, é preciso dar atenção à prevenção e a eliminação de fatores de risco. Nesse sentido, a Odontologia Hospitalar pode ser definida como uma prática que visa os cuidados das alterações bucais, na busca de melhores prognósticos. Vem assim ganhando espaço e reconhecimento, à medida que a comunidade científica se apropria da importância do cirurgião-dentista no ambiente hospitalar, não somente para tratamentos curativos, mas, principalmente, na prevenção. Atualmente, quando pensamos no dentista dentro do ambiente hospitalar vemos apenas os cirurgiões Buco-MaxiloFaciais. No entanto, estes são responsáveis por práticas muito diferentes das propostas pela Odontologia Hospitalar. Buscando, primordialmente, o tratamento preventivo, a Odontologia Hospitalar é de grande importância para portadores de enfermidades sistêmicas, tendo em vista que essas podem ser agravadas ou mesmo desencadeadas por uma saúde bucal comprometida. Os pacientes portadores de afecções sistêmicas, hospitalizados, muitas vezes se encontram totalmente dependentes de cuidados, portanto, impossibilitados de manter uma higienização bucal adequada, necessitando do suporte de profissionais da saúde para esta e outros tipos de tarefas. A má higienização bucal pode trazer sérios problemas como, por

exemplo, a pneumonia. Bactérias podem ser aspiradas da cavidade oral para o trato respiratório desencadeando o quadro. Os defensores dessa nova especialidade, como o odontogeriatra Antônio Moura, do Real Hospital Português (RHP), afirmam que o dentista hospitalar deve ser um excelente clínico geral, além de possuir largo conhecimento da clínica médica. A justificativa para tanto conhecimento prático-científico se apoia no fato de que os dentistas precisam conhecer os diversos tipos de interações medicamentosas, de práticas hospitalares e de relações de trabalho multidisciplinares, para que assim ele possa promover a saúde bucal dos pacientes hospitalizados. Para isto, seria necessária a criação de novos cursos de especialização que propiciassem o acesso a estes conhecimentos. Segundo Moura,que possui vasta experiência com a Odontologia Hospitalar, “ainda existem poucos serviços do tipo no estado que apresentem o cirurgião dentista integrado com a equipe multiprofissional”. Nota-se, então, o importante papel não só do dentista, mas de toda equipe hospitalar no cuidado com o paciente internado. A odontologia que, tradicionalmente, já estava presente nos hospitais com os cirurgiões buco-maxilo-faciais, vem ganhando importância também com Odontologia Hospitalar, pois a cavidade bucal é habitada por uma série de microorganismo e é a porta de entrada de milhões de bactérias, que podem se disseminar para diversas partes do corpo, sobretudo o sistema respiratório, e causar complicações e até mesmo a morte nesses pacientes que já estão com a imunidade comprometida. Deve-se entender que o sistema estomatognático é tão importante quanto os sistemas digestório, reprodutor, respiratório e todos os outros sistemas do organismo, e por isso necessita de tratamento especializado.

ENTREVISTA COM DR. ANTÔNIO MOURA, ODONTOGERIATRA DO RHP.  JAR: Quais são os problemas mais frequentemente observados nos pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs)?  Dr. Antônio Moura: Os cuidados bucais em ambiente hospitalar podem ser responsáveis pela diminuição do tempo de internação dos pacientes e prevenção de doenças graves como a pneumonia associada ao uso de respirador mecânico em UTI. As evidencias da relação entre a saúde bucal e a saúde sistêmica está se fortalecendo, o que corrobora com a importância da presença do cirurgião dentista em ambiente hospitalar para atendimento de pacientes com as mais diversas patologias, afinal a boca é a porta de entrada do organismo. Procedimentos odontológicos simples podem prevenir inúmeras complicações. A nossa principal função dentro do ambiente Hospitalar e da UTI é promover uma adequação do meio bucal. Infecção fúngica, problemas periodontais, resto radiculares, são frequentemente encontrados. Mas o grande problema mesmo é a negligencia com a higiene bucal.  JAR: Em suas práticas no hospital, como ficou constatado que a higienização bucal contribui para a diminuição de infecções hospitalares?  Dr. Antônio Moura: A odontologia tem passado por um importante processo evolutivo que vai muito além da arte de embelezar sorrisos, hoje o cirurgião-dentista precisa juntar seus conhecimentos técnico-científicos de maneira a realizar a assistência integral do paciente. Além disso, os procedimentos odontológicos dentro do ambiente hospitalar e UTIs propiciam conforto e bem estar aos pacientes internados. Um exemplo que posso relatar recente foi o caso de uma paciente diabética que estava com uma variação grande de glicemia e não estava conseguindo ser controlada pelos médicos, ate que apos a avaliação odontológica percebeu-se a existência de um resto radicular do 38 com processo inflamatório em atividade. Foi realizada a exodontia deste resto radicular no leito hospitalar e no mesmo dia essa paciente voltou a ficar com sua taxa glicêmica regular. Comprova-se, assim, a causa do seu descontrole glicêmico.  JAR: Que tipos de desafios ainda se enfrentam para formação de uma equipe multiprofissional na rede hospitalar?  Dr. Antônio Moura: O serviço de Odontologia dentro do ambiente hospitalar se firma quando encontramos hospitais com filosofias diferenciadas, que pensam em primeiro lugar no bem estar e conforto de seus paciente com administradores hospitalares conscientes de seus benefícios e que assim regularizam o serviço. Ainda existem poucos serviços do tipo no estado que apresentem o cirurgião dentista integrado com a equipe multiprofissional. É evidente a necessidade da criação de departamentos de odontologia dentro dos hospitais pernambucanos, públicos e privados, para atuar além da cirurgia buco-maxilo-facial e do atendimento em pacientes com necessidades especiais que precisem de anestesia geral para tratamento odontológico.


10 | P U B L I C I D A D E

Se Liga! Palestra: "Controle Químico do Biofilme Supragengival - Mitos e Evidências" A Colgate promoverá palestra que abordará o tema "Controle Químico do Biofilme Supragengival Mitos e Evidências" à ser realizada no dia 23/04/2013 (terça-feira) às 11:00 no Auditório da FOP.

Edital FACEPE

II Multiodonto

Edital FACEP para bolsas de iniciação científica aberto até 22 abril! Os alunos candidatos devem estar regularmente matriculados do primeiro ao penúltimo período na instituição e ter disponibilidade de 20 horas semanais para as atividades de pesquisa.

Com o intuito de integrar docentes, graduandos e profissionais da odontologia, a Turma de Odontologia 2009.1 da Universidade Federal da Paraíba promove o II Encontro Multidisciplinar em Odontologia que acontecerá nos dias 24 e 25 de maio de 2013, na cidade de João Pessoa, no auditório novo do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da referida instituição.

http://www.facepe.br/

http://www.facebook.com/seg.multiodo nto/info

Especialização em implantodontia Especialização em implantodontia oferecida pela ABO, com de início em 27 de abril de 2013. Coordenada por Daivid Moraes de Oliveira. Mais informações: 3269-5576 ou secretariascdp@abo-pe.org

RECADASTRAMENTO DE ARMÁRIOS E CARTEIRA DE ESTERILIZAÇÃO

CULTURA

Está em curso o recadastramento dos armários e carteiras de esterilização. O processo está sendo comandado pelo Diretório Acadêmico da FOP e visa uma distribuição mais justa dos armários, pois alguns estudantes possuem mais de um armário, enquanto outros não possuem nenhum. Além disso, o processo tem o objetivo de unificar os números dos armários com os da esterilização. O D.A. acredita que existam alunos que concluem o curso e deixam os armários trancados, inutilizando-os. Agora com o cadastro dos armários é possível saber quando terá um armário disponível, já que através do cadastro se sabe o numero do armário, nome e período do aluno. Se você ainda não inscreveu o seu, corra!!!

Patch Adams - O Amor é Contagioso [Filme]

O Amanhã a Deus Pertence - Zibia Gasparetto [Livro]

Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando a todos.

Neste novo livro psicografado por Zíbia Gaspareto, o espírito de Lucius mostra que o tempo certo é aquele em que as coisas acontecem e o amanhã a Deus pertence. Mais uma lição de amor e esperança que você não pode deixar de ler!

Limpeza do D.A. nas férias

EQUIPE JAR

O D.A. da FOP está entre os que possui a melhor estrutura física de todos os polos da UPE. Separado do prédio da faculdade, ele conta com 3 compartimentos e uma área destinada ao descanso e acomodação dos alunos de odontologia e, agora, também direito. Entretanto, havia um certo tempo em que o espaço não era limpo e isso deu oportunidade para o acúmulo de poeira e sujeira. Munidos com vassouras e panos de chão, os membros do D.A. arregaçaram as mangas e começaram o trabalho de retirada daquilo que não servia mais e que estava ocupando espaço e juntando sujeira no recanto dos graduandos. Foram 5 horas de intenso trabalho braçal, junto com alguns funcionários que a diretoria disponibilizou para auxiliar na tão árdua tarefa de deixar o Diretório “nos trinques”. A limpeza que havia sido proposta foi concretizada e o prazo para que o D.A. estivesse em bom estado para o inicio do ano letivo na FOP foi cumprido.

Ana Paula V. Sobral (Orientadora)

Reportagem/Edição Vídeos & Imagens/Noticiaristas

Mariá Nunes Barbosa (Diretora)

Bruna de Britto

Valda Lúcia

Híttalo Rodrigues (Coordenador)

Diêgo Jackson

Vanessa Lacerda

Amanda Maciel (Supervisora de Redação)

Ivo Almeida

Yasmin Rafaelle

Edilma da Cruz (Supervisora de Noticiaristas)

Luiz Mário

Marcos Pacheco (Sup. de Prod.Artística)

Nikácio Adnner

Virgílio Ferraz (Supervisor de Reportagem)

Valber Santos

Redação/Diagramação Aguyda Naiara

Larissa Freitas

Allan Alves

Vinícius Balan

Ayödele Alves Arthur França Caio Gonçalves Cínthia Alves

JAR - Edição de Abril  

Jornal Alta Rotação - Edição 01, 2013.

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