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sexy • dinâmico • ácido • efervescente

Entre os

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melhores do

Brasil

Jansle Appel Junior jansle@gazetadosul.com.br

Conscientes A dupla também faz a sua parte como cidadãos conscientes. Vários shows gratuitos já foram realizados para angariar recursos, a convite de entidades sociais da cidade e região. Eles participaram também de oficinas em escolas municipais da periferia de Santa Cruz do Sul, que tinham como objetivo ocupar o turno inverso de crianças carentes, mantendo-as longe da violência das ruas. O reconhecimento do bom trabalho realizado pela dupla veio no início do ano passado, quando receberam o convite da diretoria da Fórmula Truck, um dos maiores eventos automobilísticos do Brasil e que atrai milhares de pessoas a cada etapa, para ser a dupla oficial do evento no ano de 2010. Devido ao profissionalismo da dupla e de sua equipe técnica, e principalmente ao sucesso do ano passado, o contrato de 2011 ficou com eles novamente, sendo assim renovado por mais um ano. Atualmente Junior e Marcel contam com uma grande estrutura de palco, iluminação e sonorização de ponta para os shows. Transporte qualificado para a equipe, pois possuem ônibus próprio, customizado e personalizado para a dupla. Diversos dançarinos participam dos shows, com coreografias de muito bom gosto criadas pelo coreógrafo Junior Soares, ora divertindo, ora utilizando sensualidade, assim encantando o público. Tudo pra conquistar o Brasil.

DIVULGAÇÃO/GS

Os guris do sertanejo santa-cruzense, Junior & Marcel, vão aos poucos mostrando o seu talento para todo o Brasil. Há uma semana, a dupla foi classificada entre os dez semifinalistas do concurso nacional Novo Talento Sertanejo Bavária, promovido pela cervejaria Kaiser e envolvendo mais de 6 mil músicas inscritas. E entre essa multidão de gente querendo abrir espaço no disputado mundo do sertanejo, Junior & Marcel conquistaram o gosto dos jurados. Mesmo não se classificando para a final, os guris comemoraram o fato de obter lugar no seleto grupo dos dez melhores, com a nova música de trabalho, “Ficar devendo”. Prova de que a dupla está no caminho certo em suas produções e na divulgação da carreira. Para começar a falar destes irmãos, primeiro é preciso lembrar da família. O gosto pela música foi adquirido por intermédio do pai, Ênio Knak, que sempre levou os filhos para os shows, ensaios e apresentações de sua banda, onde tocou bateria por mais de 15 anos. Junior, o mais velho da dupla, com apenas 6 anos de idade já demonstrava interesse pela música. Mediante o incentivo do pai, começou e não parou mais de estudar, aprender e aprimorar-se nesse sentido. Marcel começou um pouco mais tarde. A família Knak havia decidido deixar o caçula escolher o destino que iria querer percorrer: entrar também para o mundo da música ou escolher outra profissão. Então, aos 9 anos, por influência do irmão Junior, na época com 13 pra 14 anos, também começou os estudos. Hoje continua em busca de aperfeiçoamento e novidades do mercado. Após quase dez anos de carreira como integrantes da Banda Ghermânia, pertencente ao pai, decidiram arriscar uma carreira fora da comodidade de tocar com a família, assim podendo revelar seu gosto e a identidade musical que mais lhes chamava a atenção: “o sertanejo universitário”, revela Junior. Em 2007, com o apadrinhamento do conhecido e consagrado cantor de forró Frank Aguiar, formou-se oficialmente a dupla sertaneja Junior e Marcel. Desde então eles não pararam mais de fazer apresentações por todo o Brasil e até fora do País. Hoje, aos 27 anos, Junior toca diversos instrumentos, sendo que nos shows da dupla se dedica à sanfona, violão e teclado. Já Marcel, aos 23, prefere instrumentos de corda e sopro, especializando-se em violão e saxofone, inclusive nas apresentações.

Para conhecer a dupla > Site: www.junioremarcel.com.br > Canal no YouTube: www.youtube.com/ junioremarcelweb > Twitter: @junioremarcel > Contato: (51) 9916 4614 ou (11) 8494 3143


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Loca, loca, loca!

Nossas repórteres, fãs de Shakira, contam a experiência de estar pertinho de uma das maiores artistas da música pop. A colombiana se apresentou em Porto Alegre e botou todo mundo pra requebrar. Confere aí:

Danielle Rubim danielle.rubim@gaz.com.br Sempre fui arredia à palavra fã. Associava ao histerismo, fanatismo e ao exagero. Imaginava aquelas pessoas gritando, chorando como se o mundo fosse acabar ao ver seu ídolo. Toda minha ideologia e filosofias acerca disso foram barranco abaixo na terça-feira passada. Quando foi anunciado tempos há trás que a colombiana de Barranquilla, Shakira, faria show em Porto Alegre, veio um frizinho na barriga seguido de um imenso sorriso e um pensamento instantâneo: “Eu vou!”. Quando eu tinha uns 9 anos, via minha irmã com suas fitas cassetes e as que mais tocavam eram as da Shakira. Na fase de morenice e cara de adolescente da Shakira, no álbum “Pies Descalzos”, minha irmã cantava Estoy Aqui, Antologia. Comecei a simpatizar com a tal Shakira. Mesmo sem entender muita coisa, eu gostava da voz diferente, do jeito que ela dançava. Os anos foram passando e eu fui admirando mais e escutando mais músicas, mesmo as desconhecidas, as que não tocavam no rádio. Comecei a criar um laço de cumplicidade. Nos meus piores momentos sempre recorria às músicas da Shakira, uma espécie de exorcismo, liberar as angústias, as desilusões, alguém que falasse por mim. E sempre deu certo. Dias antes do show tive que me conformar em escutar apenas os CDs e não ir assistir ao show em Porto Alegre. Mas no dia, minutos antes do ônibus da excursão sair, decidi ir. Sem ingresso, nem sabia se conseguiria entrar na Fiergs. Passei a viagem aflita, e a colega Luana Rodrigues tentando me acalmar. Chegando lá, tudo certo. Tudo estava conspirando ao meu favor. Consegui comprar o ingresso sem enfrentar fila. Fiz o que jamais imaginei um dia fazer: compramos uma faixa de cabeça infestada de purpurina. Na Fiergs, já posicionada à espera do show, fiz um exercício mental para não fazer fiasco e começar a chorar. Quando, no telão, a imagem da Shakira apareceu em meio à multidão de fãs, as lágrimas começaram a cair. Um flashback da minha infância escutando suas músicas, minha adolescência e agora. Todas as fases e sentimentos. Tudo em forma de choro. Me controlei, fiquei calma e comecei a curtir o show. Uma vez assisti a uma entrevista em que a Shakira disse que quando era pequena e cantava, os coleguinhas de aula riam e diziam que ela tinha voz de cabrito. Só posso dizer que ela tem uma voz singular e que canta muito. Em relação à dança, não é necessário tecer muitos comentários. Ela não deve ter costelas, e se tem, são de borracha. O público ficou pasmo quando ela dançou o reggaeton da música La Tortura. Só se escutava: “bah, como ela consegue!”. Ao final do show, comecei a mudar meu conceito da palavra fã e me despir do preconceito. Só sendo fã para conseguir entender. E na apresentação da Shakira, vesti a camisa de fã declarada!

Uma invertebrada Shakira Luana Rodrigues luana.rodrigues@gaz.com.br Toda vez que vejo Shakira dançar penso: “quando crescer quero ser como ela”. Ok, sonho impossível. Até porque já estou bem grandinha. Mas se eu tivesse menos da metade da desenvoltura dela no palco, já estaria feliz. A colombiana não para um segundo. Dança de um lado pro outro, corre, pula, canta e faz coreografias nas quais pode-se jurar que ela não tem coluna vertebral. Ufa! Cansa só de ver. Mas é lindo. Em resumo, o show foi ótimo. Principalmente para mim, que escuto os hits desde criança. Meu irmão, cinco anos mais velho que eu, comprou lá em 1996 um CD dela que quase “furou” de tanto rodar. A letra de Estoy Aqui era minha preferida. Cantava tão alto que tinha que conviver com as reclamações da minha mãe quando chegava o refrão e o clássico “entre fotos y cuadernos, entre cosas y recuerdos, que no puedo comprender”... Quando vi a diva no meio do público e se aproximando do palco, fiquei emocionada. Bem coisa de fã mesmo. Mas a Dani também ensaiou uma lágrima nos olhos, #prontofalei. Uma pena não termos podido chegar um pouco mais perto. Mas a presença dela e o timbre de voz inconfundível já valeram o ingresso. Foi um tipo de show em que não existe uma música ruim. Todas trazem lembranças, emocionam, encantam ou colocam o público para dançar e empolgam. São diversas emoções ao mesmo tempo. Meio estranho de descrever. Ao final, ficou o gostinho de quero mais e, também, uma vontade loca, loca, loca de aprender dança do ventre, já que as coreografias dela contagiam. Shakira volta para o Rock in Rio no final do ano e aulas de dança podem ser feitas em Santa Cruz mesmo. Quem sabe, né?

FOTOS: DIVULGAÇÃO/GS

Ser fã ou não ser, eis a questão!


Zezé e Luciano:

ingressos à venda Vanessa Kannenberg vanessa.kannenberg@gaz.com.br Os ingressos para assistir ao show da dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano, que se apresenta no dia 9 de abril no Complexo Gazeta Inside, começaram a ser vendidos ontem. As entradas antecipadas custam R$ 30,00 e R$ 100,00 (camarotes) na Casa do Cliente Gazeta, Rádio Gazeta, Complexo Gazeta/Inside, sucursais da Gazeta na região, Ótica Kothe e Itelcom Celulares. Uma das novidades é que também serão comercializados bilhetes para uma área VIP em frente ao palco, onde serão colocadas mesas com até oito cadeiras e um atendimento diferenciado e exclusivo, ao preço de R$ 1 mil. O ingresso VIP só pode ser adquirido na Inside ou pelo telefone (51) 9337 2530. No dia do show, a entrada para assistir à dupla na pista sai por R$ 50,00. Os irmãos Zezé Di Camargo e Luciano fizeram show em Santa Cruz pela última vez na 22ª Oktoberfest, em 2006, movimentando milhares de pessoas de toda a região. No mesmo ano, CPM 22 e Jota Quest se apresentaram na Festa da Alegria.

DICAS DA LUA POR LUA RODRIGUES luana.rodrigues@gaz.com.br

Um computador que maquia A Cebit 2011, feira mundial que trata sobre tecnologia, apresentou na Alemanha uma novidade para as fãs de maquiagem. Trata-se de um computador que faz imagens 3D do rosto feminino e mede a compleição, sombras e linhas. Um programa combina o rosto com 60 modelos já programados e, depois, aconselha qual a melhor maquiagem a ser aplicada em determinadas áreas da face. Tudo isso é baseado em dicas adquiridas previamente com profissionais do ramo e aplicadas em modelos. São levadas em consideração diversas características pessoais como, por exemplo, as sardas. O software ainda está em fase de testes e é disponível apenas para maquiagens femininas. No entanto, em breve deve ser adaptado para o uso comercial.

Onde comprar > Casa do Cliente Gazeta do Sul > Rádio Gazeta > Complexo Gazeta/Inside > Ótica Kothe > Itelcom Celulares

A máquina foi projetada por Himangsho Saikia. Ele ressalta que o produto foi elaborado para auxiliar na produção do make, já que ir constantemente ao salão de beleza requer custos. “Com este software podemos ligar o computador de manhã e fazer a maquiagem”, explica. O sistema também pode ser modificado para várias ocasiões, como maquiagem de festa ou mais sóbria para ir ao trabalho. O valor do aparelho não foi divulgado, mas com certeza não deve ser muito barato. A ideia é bacana, especialmente pela questão da praticidade, mas será que pega?


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Vamos praticar?

Aquele salve, galera!

Após curtir as férias estou de volta ao Q? para contar algumas boas novas relacionadas à música e festa. Bom, pra abrir os trabalhos, toquezinho pra moçada sobre o primeiro grande show nacional que aterrissa na santinha este ano. Confirmado: sabadão, 9 de abril, Zezé Di Camargo & Luciano no Complexo Gazeta Inside!

Mancha Verde

E a procura pelos antecipados está pegando fogo. Tanto é que as cobiçadas mesas frontvip – para assistir ao show na carinha do gol – esgotaram em poucas horas. Rapidão se foram as 25 mesas colocadas à venda. Agora, a barbada para quem quer assistir ao show em local vip é garantir a sua pulseira para o camarote. Primeiro lote limitado a R$ 100,00 com ingresso incluso. Eles estão à venda somente na Inside. Já os bilhetes de pista saem por R$ 30,00 antecipados. Os pontos de venda: Kothe, Itelcom, Gazeta, Inside e sucursais da Gazeta. Na semana que vem, mais detalhes do evento. Agora, uma coisa é certa: será uma festa inesquecível.

Ivana e Ivair

Daniela Fagundes

Coleção Outono 011

Na última segunda-feira, a Gazeta FM colocou no ar sua coleção outono 011. Na programação, muitas promoções e novidades para a audiência 101.7 na região. Confira algumas das muitas canções que ingressaram no Play List do Bailão 101: João Bosco & Vinícius – Abelha

Luan Santana – Amar não é pecado

Nessa Faust e Douglas Silveira

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Laluna & Vinícius – Apaixonite aguda Bruno & Marrone – Tentativas em vão

Agenda Beerside

Amanhã quem pinta no palco da Beerside Choperia é a galera da Banda Magia. Aham, a Beerside segue com o seu projeto das quintas-feiras, apresentando somente o melhor do sertanejo universitário. Elas e universitários, acesso free até a meianoite. Já neste sábado, quem tiver em mãos ingresso para o show de Zezé Di Camargo & Luciano entra free até a meia-noite na Beerside. No palco, show sertanejo do grupo Fandangaço. Na House, pista pop. Quinta e sábado, a festa é no Complexo Gazeta Inside. 3986.C.=:C@.5C.468:JC.9> www.gaz.com.br/bailao101

DANI-SE

Frã Friderichs e Téo Zambarda BRAHMA

Amanhã é dia de Quinta Universitária na Choperia da Brahma, com show de Zé Caetano, autor da música “Oh, Lua”, gravada pelo cantor Armandinho. Das 21 horas até a meia-noite, a cada quatro chopes rola um SPIRIT Hoje rola Neja com mulheres free a “garotinho” grátis. noite toda na Spirit. Na pista sertaneja o som é do DJs Thiaguinho, Cíntia e Nairo. Na WEST eletrônica, Thiago Allgayer, Fernando Butzge Na sexta-feira o agito é do sertanejo e E. Theisen. universitário na West, com show da dupla Rodrigo Pehl e Rafael. A festa tem presença garantida dos formandos da Fisioterapia BEERSIDE O Complexo Gazeta Inside abre a semana 2011/2. com a Beerside, amanhã, apresentando o show com a Banda Magia, mais os DJs residentes. CERRO ALEGRE Mulheres e universitários têm entrada free Pra fechar a semana com festa, tem até a meia-noite. No sábado, a Beer abre na domingueira em Cerro Alegre Baixo, a partir parceria com a House, trazendo o show do das 19 horas. No palco, show com o grupo Tchê grupo Fandangaço. Chaleira e o som da DJ Greice Lee.

Indignação. De vez em quando ela vem visitar nossos pensamentos. Não existe idade padronizada para sentir. Se sente com cinco, dez, 20, 30 anos e assim por diante. Os motivos mudam. Aos dez, por exemplo, o que leva uma criança a esse estado talvez, hoje em dia, seja motivo para dar boas risadas. Na adolescência nos indignamos com colegas de aula, com os pais, amigos. Hoje, com mais de 20 anos, o que me deixa indignada é ver pessoas, seja com a idade que for, não sentirem angústias por causas que realmente importam. A idade não retira a responsabilidade, muito menos a capacidade de ser crítico e enxergar o que se passa ao nosso redor. Claro que quanto menos responsabilidade temos, menos importância damos a determinadas coisas. No dia em que aconteceu o terremoto no Japão, eu vi as imagens e fiquei abismada. Vi uma pessoa comentando que era no Japão e isso não afetava a vida dela. Isso se chama ignorância e incapacidade de enxergar além da redoma de vidro que se cria. Não sei se isso é uma espécie de proteção contra os males do mundo, ou apenas egoísmo. Muitos comentam que não gostam de política. Não gostar é diferente de se isentar dos assuntos, das roubalheiras e dos escândalos envolvendo dinheiro público. Quando se é adolescente, muitas vezes a futilidade impera. Importa se a roupa é de marca, se os amigos são os mais populares. Não se adquire o hábito de saber o que acontece no mundo ou, muito mais simples, a sua volta. Ser indignado não é ser revoltado, dar murro em ponta de faca. Ser indignado é perceber o que acontece e não olhar apenas para o próprio umbigo. Não sei se eu me sinto assim por ser estudante de jornalismo, mas minha indignação é intensa. Me sinto assim quando vejo alguém maltratando algum animal. Quando me deparo com uma criança passando fome. Com a desigualdade. Com a canalhice na política. Com a indiferença alheia. Com a futilidade que dá importância somente ao que não importa. O exercício da indignação é saudável e indolor. Pratique!

+,$#$-.$ Camisa autografada da Bidê ou Balde Saiu o resultado da promoção que sorteou uma baby look do Q? autografada pelos integrantes da banda Bidê ou Balde. E quem ganhou foi a BRUNA ANDRADE E SILVA. Ela entrou no Blog do Q? e respondeu que sua música preferida do grupo é “Mesmo que mude”. A guria foi sorteada e leva o presente do Q? e da Bidê. Pra obter informações sobre como retirar o prêmio, a vencedora pode entrar em contato pelo número (51) 3715 7934. Obrigado a todos que participaram e aguardem mais promoções.

+ NO ORKUT: Q? GAZETA DO SUL + MSN: Q.MOMENTO@HOTMAIL.COM + WWW.TWITTER.COM/CADERNOQ /0+%*1%&'% Jansle Appel Junior, o “Maçã” Editor e Repórter jansle@gazetadosul.com.br

Gelson Pereira Editor de arte gelson@gazetadosul.com.br

Luana Rodrigues Repórter luana.rodrigues@gaz.com.br

Danielle Rubim Repórter danielle.rubim@gaz.com.br

Q? #253  

CadernoQ?, suplemento jovem do jornal gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Edição 253, de 23 de março de 2011.

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