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sexy • dinâmico • ácido • efervescente

Me dá um

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abraço? Já ganhou um abraço hoje? Em celebração à Semana Mundial de Rotaract, o Rotaract Club Santa Cruz do Sul realizou o projeto Abraços Grátis, no Centro de Convivência da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O projeto foi promovido em parceria com os clubes de Venâncio Aires e Rio Pardo – Tranqueira Invicta, além do Interact Club Santa Cruz do Sul – Marista. O objetivo, explica o presidente da entidade, Franklin Silva, foi “abraçar as pessoas transmitindo afeto e solidariedade, além de divulgar os Rotaracts destas três cidades aos jovens universitários”. A Semana Mundial do Rotaract celebra a fundação do primeiro Rotaract Club nos Estados Unidos, em 13 de março de 1968. Todo ano, durante esta semana, os clubes de todo o mundo realizam ações

para comemorar o sucesso e a importância do programa e divulgar à comunidade os trabalhos realizados, procurando envolver as pessoas em suas atividades. O Rotaract é um programa internacional do Rotary para jovens entre 18 e 30 anos, que acreditam que podem ajudar a construir um mundo melhor. Existem atualmente mais de 8,4 mil Rotaract Clubs, com cerca de 194,1 mil sócios, em mais de 170 países e áreas geográficas. “Rotaractianos têm a oportunidade de crescer profissionalmente e como indivíduos, colaborar na resolução dos problemas da comunidade e promover a compreensão internacional por meio de amizades e da prestação de serviços”, ressalta Silva.

Pra conhecer o Rotaract

>> Santa Cruz do Sul Reuniões aos domingos, às 18 horas Local: Casa da Amizade – Avenida João Pessoa, 725 rotaractclubsantacruz@gmail.com >> Venâncio Aires Reuniões aos sábados, às 13h30 Local: Rua Tiradentes, 686 – sala 22 presidencia@rotaractvenancio.org >> Rio Pardo Reuniões aos sábados, às 14 horas Local: Restaurante Century – Rua Andrade Neves, 32 tailisep@hotmail.com

Saiba mais A Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Grátis) é um movimento social que envolve pessoas oferecendo abraços para estranhos em locais públicos. A campanha começou em 2004 por iniciativa de um australiano conhecido pelo pseudônimo Juan Mann, em Sydney, Austrália. O movimento se tornou internacionalmente famoso em 2006, por causa do videoclipe no YouTube da banda australiana Sick Puppies. O vídeo atualmente é um dos mais vistos no site, tendo sido assistido mais de 50 milhões de vezes. Os abraços são exemplo de um ato de bondade e humanidade executado por alguém cujo objetivo é apenas fazer as pessoas se sentirem melhores.


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Rock humor e bom

Do BLOG

www.gaz.com.br/blogdoq 50 Cent doa cachê recebido de ditador

O rapper 50 Cent é mais um artista que anunciou a doação para caridade do cachê recebido por uma apresentação feita para membros da família do líder líbio Muammar Kadafi. Seguindo o exemplo de Beyoncé, Nelly Furtado, Mariah Carey e Usher, o rapper norte-americano anunciou que doará o valor recebido para a caridade. O valor não foi declarado, mas seria referente a uma apresentação exclusiva feita por 50 Cent em 2005, durante o Festival de Cinema de Veneza. “Devido aos eventos que estão acontecendo na Líbia, 50 Cent fará uma doação à Unicef, que está fornecendo mantimentos humanitários vitais para suprir as necessidades de mulheres e crianças em risco durante essa crise”, informou um assessor do rapper à imprensa. Pelo bom exemplo, vale um clipe do 50 Cent. No blog, o vídeo de Baby by Me, com participação de Ne-Yo.

E por que não?

Vanessa Kannenberg vanessa.kannenberg@gaz.com.br Joel Haas joel.haas@gaz.com.br Pedro Garcia pedro.garcia@gazetadosul.com.br

Q?– A carreira da Bidê é marcada por uma efervescência artística, seja nas músicas, que às vezes surpreendem com rimas inusitadas e muito inventivas, seja nos clipes, que sempre impressionam pela qualidade e cuidado estético. Como funciona esse processo criativo da banda?

Vivi Peçaibes (vocal/teclado) – Quanto aos clipes, amigos nossos que vinham com boas ideias e curtiam, iam no show da banda, a gente acoplou elas no grupo. Fizeram clipes que foram parar em festivais, se destacaram na carreira, a partir de um trabalho feito conosco.

Carlinhos Carneiro (vocal) – Muito obrigado! São seus olhos (risos). É tudo em grupo, desde o início da banda. As ideias são sempre em conjunto, as brincadeiras e as partes sérias a gente sempre decide e cria em grupo. O grupo nos leva a fazer. Desde uma música até o jeito de se vestir, a gente decidiu isso logo no primeiro ensaio. Todas as nossas decisões estéticas são tomadas assim. Sendo uma banda, é mais fácil da gente deixar a coisa fluir. Já que temos ideias, tentamos fazer ao menos 10% delas (gargalhadas). Rodrigo Pilla (guitarra) – Também tem as parcerias, quando a gente vai fazer a capa pro álbum, um vídeo, o site. São pessoas que se identificam com o que a gente quer e muitos a gente até virou amigo. Carlinhos Carneiro (vocal) – Hoje a gente tá usando muito as redes sociais pra divulgar nosso nome, nosso trabalho. Quem faz isso pra gente é o Gabriel. Rodrigo Pilla (guitarra) – Quem é o Gabriel? Carlinhos Carneiro (vocal) – É o “mosquito”! Rodrigo Pilla (guitarra) – Ah tá... (risos coletivos) Carlinhos Carneiro (vocal) – Hoje em dia, inclusive, é ele que responde muitas coisas no Twitter. Rodrigo Pilla (guitarra) – Não era pra dizer isso... Leandro Sá (guitarra) – Ele passa a fazer parte desse grupo. Como outras pessoas passaram a fazer parte.

Q? – Como funciona a questão do humor, que está sempre muito presente nas letras de vocês, nas entrevistas e muito nas apresentações de vocês? Carlinhos Carneiro (vocal) – Com certeza, eu só não tenho certeza se há a intenção de “humor”. Como diz o Millôr Fernandes, o bom humorista é aquele que fala das coisas que mais lhe doem. No momento em que a gente consegue fazer brincadeiras com coisas que não seriam normalmente engraçadas, a gente leva mais pelo lado da brincadeira, não pelo lado do humor. Tipo, a gente não faz com a intenção, ele surge. Q? – A cada entrevista vocês dão uma explicação diferente para explicar o nome da banda. Qual é a explicação de hoje? Carlinhos Carneiro (vocal) – (Risos) Isso às vezes é um erro de interpretação. Rodrigo Pilla (guitarra) – Talvez possa ter acontecido uma falha no poder de síntese... Carlinhos Carneiro (vocal) – Deixa assim por hoje... (risos) Q? – Ainda sobre nomes, depois do primeiro álbum, a Bidê lançou um EP chamado “Pra onde vão os ventiladores de teto no inverno”. Onde eles se escondem? Carlinhos Carneiro (vocal) – Isso surgiu na escolha do nome do nosso primeiro disco. Foi algum amigo meu que disse. A gente fez um show, fez uma votação Leandro Sá (guitarra) – Tinha uma urna... Carlinhos Carneiro (vocal) – É mesmo, e a gente sugeriu cinco nomes, daí o pessoal votou. E um amigo me disse, depois do show: “Bah, coloquei lá na urna um nome diferente: Pra onde vão os ventiladores de teto no inverno?”, e na hora eu disse, “Bah, legal!”. Só que eu juro que eu não me lembro quem foi!

Quando falar de sexo não era proibido O vídeo postado no Blog do Q? é clássico. Uma mistura explosiva que seria impensável hoje. A banda gaúcha Cascavelletes tocando “Eu quis comer você” no programa infantil da púbere Angélica (atual senhora Luciano Huck). O diálogo é melhor ainda: – Música nova?, questiona a loirinha. – Eu quis comer você é o nome da música, responde Flávio Basso, o futuro Júpiter Maçã. – Nossa, que barato! Detalhe para a afetação de Basso, enlouquecido, e as crianças atrás, pulando animadas, na inocência do início dos anos 90. Hoje, a música só seria apresentada no programa de quase-madrugada da Fernanda Lima (Amor & Sexo) e olhe lá... Mas é bom relembrar dos tempos em que a malícia ainda tinha espaço, sem baixaria e vulgaridade. Era só... Rock ‘n’ roll!

THIAGO BARBOSA/PORTAL GAZ

Q? – Na época do lançamento do CD e DVD Acústico MTV - Bandas Gaúchas, havia uma expectativa muito grande. O que representou a participação naquele projeto pra vocês?

Carl teve a Vivi foi num estava materi Carl marav o lance MTV já de um dos “ex tanto c o acúst de trab Sem h mostra acústic inédita sobre. outra c da brin por trá Q? – supere Carl profiss Rod 27 ano remeti horror chama Q? – quando não?”.


DICAS DA LUA POR LUA RODRIGUES luana.rodrigues@gaz.com.br Bidê ou Balde? Intrigante. Ao entrevistar a banda que inventa uma história diferente – e cheia de criatividade – a cada vez que se pergunta “o que motivou a escolha do nome do grupo?”, bom, os repórteres ficam curiosos pra saber o que pode vir. Na tarde de ontem, antes de fazer o show de volta às aulas que movimentou a Unisc, a Bidê ou Balde concedeu uma exclusiva ao Q?. Os assuntos foram os mais variados, desde o atual cenário do mercado musical até as influências e modo de composição da banda, passando por histórias curiosas dos mais de dez anos de estrada. Não

podíamos deixar de falar sobre a polêmica que atingiu a banda em 2005, mas que até hoje não foi esquecida. A censura à música “E por que não”, composta pelo vocalista em homenagem à sua filha, que foi acusada de banalizar a violência sexual contra crianças e adolescentes, o incesto e a pedofilia. E QUES FIGURAÇAS! Abaixo, você confere trechos da entrevista com Carlinhos Carneiro (vocal), Rodrigo Pilla (guitarra), Vivi Peçaibes (vocal/teclado) e Leandro Sá (guitarra). No Blog do Q?, tem também um vídeo e mais fotos da exclusiva. Pra ler, “não precisa nem estalar os dedos”!

linhos Carneiro (vocal) – Representou muito. A gente oportundiade de ver a gente numa tela de cinema, “gigantão”! Peçaibes (vocal/teclado) – Isso porque a pré-estreia ma sala de cinema em São Paulo. Todas as bandas e a produção m juntos, comendo pipoca, etc., e assistindo pela primeira vez ao al pronto. linhos Carneiro (vocal) – Foi uma oportunidade ilhosa. Essa “expectativa” que tinha era um pouco também porque e era acústico e ninguém sabia muito bem como iria acontecer. Ali a á buscava inovar os formatos do acústico, fazendo com mais bandas, só lugar. Pra gente, foi uma enorme projeção. Mas talvez na cabeça xecutivos malévolos de gravadoras”, aquilo tudo não tenha significado omercialmente quanto significou conceitualmente. O que valeu foi que tico valeu como uma coisa legal. Às vezes as bandas fazem esse tipo balho pra vender. ipocrisia, foi uma forma de a gente fazer uma coisa diferente e de ar a música de uma outra forma. Por isso teve tanto retorno. Depois do o a gente era de outro jeito. Demoramos cinco anos pra lançar música a. Começamos a pensar mais profissionalmente. É trabalho, é pensar Relançar o nosso segundo disco na revista “Outro Lado” também foi coisa sensacional. Ficamos mais conhecidos em todo o Brasil. Apesar ncadeira, é bom que o pessoal saiba que existe toda uma organização ás disso. Até pra quem tá començando, fica a dica. – Está difícil ser roqueiro profissional hoje? Será que não há uma exposição do sertanejo universitário, monopolizando a mídia? linhos Carneiro (vocal) – É difícil ser roqueiro ional e não ser brega (risos). Tem que criar teu espaço. rigo Pilla (guitarra) – Eu não sou muito velho. Tenho os. Quando tinha meus 15 anos, e vestia terno e paletó, coisa que a aos Beatles – ou a gente achava que remetia, umas roupas osas – a gente era visto como aborígenes, andróginos, nos vam de viado. Hoje não. Hoje o rock vende. – Um episódio muito marcante na carreira de vocês foi o a banda acabou “censurada”, com a canção “E por que Como vocês lidaram com aquela situação toda?

Um dia sem sapatos Esta semana tomei conhecimento de um evento bastante curioso, mas ao mesmo tempo muito significativo. Trata-se do “Um Dia Sem Sapatos”, que ocorrerá mundialmente no dia 5 de abril. A iniciativa é da TOMS Shoes. A marca pede que as pessoas saiam de casa descalças para despertar a consciência sobre o impacto que um par de sapatos pode ter na vida de uma criança (já que muitas sofrem com a pobreza e não possuem o acessório). No ano passado, mais de 250 mil pessoas aderiram à campanha e mais de 1.600 eventos foram realizados em todo o mundo. A TOMS Shoes argumenta que milhões de crianças em todo o mundo cresce crescem sem sapatos, correndo risco de infecção e doenç doença. A empresa foi fundada sob o princípio

Carlinhos Carneiro (vocal) – A gente não toca mais a música. A gente tem um acordo – acordo é a forma como se usa hoje pra censura. Não que a gente possa ir preso, mas se tocar ela nos shows pode até ser reaberto o preocesso. Leandro Sá (guitarra) – A gente até pode tocar, mas parte da arrecadação tem que ser revertida pra uma entidade que a justiça escolher. O que é uma censura maluca: tu pode falar o que quiser, desde que tenha dinheiro. A gente prefere não tocar, e não pagar. Carlinhos Carneiro (vocal) – Hoje a gente prefere não tocar. Se fosse os anos 60, talvez a gente devesse mesmo tocar e “vamos para a justiça atrás dos nossos direitos”. Mas na verdade, não é só pela gente. Ficamos meio abalados pois algumas pessoas não souberam interpretar. E a música não fala em sexo. As pessoas enxergaram o que quiseram. E foi uma chateação muito grande. Uma “xaropice”. Tendo uma resposta maluca pra sair de uma situação normal, a gente resolveu não tocar mais. E aí veio aquele pensamento: “se bem que é legal ter uma música proibida, né? Entao quer saber? Não vamos mais tocar!”. Pronto! A música sumiu! Desapareceu. E o Brasil que conviva com isso, que houve uma censura maluca, esquisita. Este ano, lembro que queriam censurar o Monteiro Lobato. Bom... Daí deu, né? E daí querem censurar livros na escola, porque falam de sexo ou outros tabus. Não é assim que se trata. Educa-se seu povo dando cultura pra ele, não cerceando.

de que para cada par de sapatos comprado por alguém, um par de sapatos novos será dado para uma criança carente: One for One™. Os participantes do “Um Dia Sem Sapatos” podem acessar o www.onedaywithoutshoes.com para saber mais sobre o assunto, criar e juntar-se a eventos, baixar um conjunto de ferramentas e ver o que as outras pessoas em todo o mundo estarão fazendo no dia 5 de abril. Os participantes podem ainda ficar conectados por meio um novo aplicativo móvel, disponível no iPhone e no Android. Será que o Brasil vai aderir a essa campanha? É curioso, mas a causa é nobre.


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PEDRADAS ,-&.,/0&-.1%&23% 45678#9:7;<:=9:>5?:68@AB#;8C#D7

Oscar e eu

Diego Borstmann

Danny e Monny

Letícia Petry

Letícia Schmidt

Lithiely e Anderson

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Carnaval na Emef Harmonia

Michele Zuehl

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BEER + HOUSE

Hoje a Spirit abre a temporada 2011 da Neja com um supershow: Neto e Ernesto Fagundes. Pra variar, a mulherada entra free a noite toda. Na pista sertaneja, o agito dos DJs Thiaguinho, Cíntia e Nairo. Na eletrônica, Thiago Allgayer, Fernando Butzge e E. Theisen.

O Complexo Gazeta Inside prepara mais uma semana de muita festa boa. Amanhã é a Beerside que abre com o show de Moisés & Luís Henrique, além dos DJs residentes. Tem promoção de entrada free pra mulheres e universitários até a meia-noite. No sábado, a Beer abre em parceria com a House. O show é de Eduardo & Ezequiel e o line-up terá os DJs Maiquel Thessing, Dru, Fábio Pagliuca, Marcelo Goettems e Márcio Fraga.

LICA NA BRAHMA

WEST

A NEJA VOLTOU!

Amanhã rola a Quinta Universitária da Choperia da Brahma. E atendendo a pedidos, a casa traz mais uma vez a apresentação da cantora Lica Tito. Quem faz o esquenta e o pós-show é Caio Azevedo. Entre as 21 horas e a meia-noite, o sexto chope é free.

Quer uma camiseta autografada? O Q? está sorteando, a partir de hoje, uma camiseta autografada pelos quatro integrantes da Bidê ou Balde. Para participar é simples: basta responder no Blog do Q? (nos comentários) qual é a sua música preferida da banda gaúcha. O vencedor será escolhido em sorteio. A divulgação do vencedor sai na próxima edição do caderno. Corre e participa!

Sexta-feira é dia de West com o melhor do sertanejo universitário. Nesta semana, quem sobe ao palco é a dupla Chrystian & Cléber. Quem também marca presença por lá é a gurizada do 7º semestre da Medicina da Unisc.

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Jamais conheci alguém que gostasse tanto de assistir à entrega do Oscar quanto eu, ao menos durante uma década de minha vida. Curioso por cinema que sempre fui, fazia daquele domingo de fevereiro um dos dias mais felizes de meus anos. O envolvimento, na verdade, começava já no sábado, quando calculava quanto deveria dormir para ter energia em dose suficiente. O desafio era ficar aceso até a metade da madrugada e ainda ter disposição para levantar cedo na manhã de segunda e ir para a escola. Durante o dia, evitava me cansar. Afinal, era uma oportunidade boa demais para desperdiçar: o único domingo do ano em que minha mãe permitia corujar daquele jeito. Por volta das nove da noite, eu começava a expulsar a família da sala e abria espaço, entre os móveis, para o colchão. Montava ali o que talvez fosse tão confortável quanto o camarote vip do Kodak Theatre ou um hall em Beverly Hills: pernas para cima, ar-condicionado, refrigerante gelado e alguns quitutes. No outro dia, todos corriam até mim para saber quem tinha ganho. Nos primeiros anos, tinha o hábito de ir anotando os vencedores em um caderninho, ou marcando em alguma revista especializada que havia comprado dias antes. Sei lá para quê. Aliás, hoje me esforço para lembrar por que curtia tanto acompanhar aquilo. Naquela época, eu não assistia a filmes – no máximo um ou outro da categoria de animação, e olhe lá. Talvez o glamour me atraísse. Ou fosse a semente da paixão pelo cinema que floresceu em mim nos anos seguintes, e que ironicamente desmanchou meu interesse pelo Oscar. Hoje, acho um tédio, a começar pelos filmes. Em 2011, pela primeira vez, não assisti, e tampouco senti falta.

+ NO ORKUT: Q? GAZETA DO SUL + MSN: Q.MOMENTO@HOTMAIL.COM + WWW.TWITTER.COM/CADERNOQ Jansle Appel Junior, o “Maçã” Editor e Repórter jansle@gazetadosul.com.br

Gelson Pereira Editor de arte gelson@gazetadosul.com.br

Pedro Garcia Repórter pedro.garcia@gazetadosul.com.br

Joel Haas Repórter joel.haas@gaz.com.br

Vanessa Kannenberg Repórter vanessa.kannenberg@gaz.com.br


Q? #252