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REVISTA

MALTAVIP MALTA Ano I - Nº 02- Maio 2018

EDIÇÃO

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Especial

Por: João de Sousa Lima O que você procura, você encontra aqui!


Colaborador Josué Malta

Colaboradora

Colaborador

Jéssica C. Malta

Francisco A. Gonçalves

MALTAVIP MALTA

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Presidente: Francisco de A. Gonçalves

E-mail: revistamalta2@gmail.com

Comercial: Jéssica Cavalcante Diagramação e arte:Janduy Malta

CNPJ=12.860.541/0001-79 Tiragem: 3.000

CNPJ=12.860.541/0001-79

Edição Trimestral

Diagramação e Arte


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Talita da Silva é aprovada em sete universidades

Victória Rege comemora cinco aprovações na área da saúde

Sandino Costa é aprovado em Relações nternacionais na UFS e na UEPB

Júlia Amancio ingressa no curso de Ciência Política, na UFPE

02


Curiosidades Vip Usina de Paulo Afonso

A usina hidrelétrica de Paulo Afonso foi idealizada por dom Pedro II no ano de 1859 quando ele visitou a cachoeira e determinou estudos sobre seu potencial energético, mas a construção da primeira unidade foi realizada pelo industrial Delmiro Gouveia, que a batizou de Angiquinho. A pequena usina foi criada para abastecer a Fábrica da Pedra e a iluminação pública da vila dos operários da indústria têxtil que o industrial construiu em Alagoas. Toda a sua construção foi com equipamentos vindos da Europa, assim como os engenheiros. Somente em 3 de outubro de 1945 Getúlio Vargas assinou o Decreto-Lei 8.031 criando a Companhia

Hidroelétrica do São Francisco (CHESF), com o objetivo de gerar e distribuir eletricidade para o nordeste. Foi a partir de 15 de março de 1948, sob o governo de Gaspar Dutra, que o projeto para a construção de uma usina tomou forma, com o projeto da construção de uma barragem de 4215 m e uma casa de máquinas subterrânea com 3 reatores, cada um com capacidade de gerar 60.000 kw. As obras realmente ditas tiveram seu início no último ano do governo Dutra e prosseguiram por todo o segundo governo de Getúlio Vargas e avançaram poucos meses depois de sua morte. Os dois primeiros geradores da Usina de Paulo Afonso começaram a funcionar no 03 dia 1º de dezembro de 1954, para levar iluminação elétrica para as cidades de Recife e Salvador; o terceiro funcionou menos de um ano depois dos primeiros. Atualmente já não é apenas uma usina, mas cinco usinas, no chamado Complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso. São elas: Paulo Afonso I, II, III e IV, e Apolônio Sales (Moxotó), produzindo um total de 4.279,6 megawatts de energia.

Fonte: http://curiosidadesepoemas.blogspot.com.br (Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet)


Coluna Vip

A PEQUENA SHOPHIA Sophia: Significa “sabedoria” e "sabedoria divina". Sophia tem origem no grego sophia, que quer dizer literalmente “sabedoria”. O nome é traduzido muitas vezes como a figura feminina para “o Verbo”, significando "santidade", "sabedoria divina" e também como o Espírito Santo. Deu nome à Basílica de Santa Sofia, erguida em Constantinopla, atual Istambul, pelo Império Bizantino no século VI. Ao contrário do que muitos pensam, esta basílica não homenageia uma santa humanizada, mas sim a Santa Sabedoria. Também conhecida como Hagia Sophia e chamada de “Santa Sofia”, a tradução completa da construção é “Igreja da Santa Sabedoria de Deus”. Desde a sua construção, ela já foi uma catedral católica romana, uma mesquita e um museu. Nesse museu é exibida sua rica arquitetura secular e todo o seu repertório histórico. O 04 nome Sophia foi introduzido aos falantes da língua inglesa através da princesa-eleitora Sophia de Hanôver, mãe de Jorge I, rei da Grã-Bretanha e Irlanda. Foi adotado como um nome cristão pela primeira vez na Inglaterra no século XVII. Muito popular entre as famílias reais alemãs, tornou-se bastante comum durante o século XVIII na Alemanha. Após o século XVIII sofreu uma queda de popularidade, mas foi revivido no século XX, através da atriz italiana Sophia Loren, batizada como Sofia Villani Scicolone. No Brasil, Sophia é um nome feminino bastante popular, assim como a variante Sofia.

Eloá Aparecida Mais um membro da família que chegou

Minha neta é

SOPHIA


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Destaque Vip

Maria Bonita, aroma da flor do muçambê Que perfuma o canteiro do imaginário Imagem retratada, gravada em ateliê Efígie eterna do meu campanário Quem julga teus atos, impõe a lei Seres que erram na vida também Se és Santa, guerreira, não sei A sentença não julga vidas no além

06

Nasceste pequena menina Crescestes nos sonhos infantis Sentisse a afiada lança ferina Sofresse na vida tantos ardis Abandonaste a boneca de milho Cabelo esvoaçante cor dourada Correste veredas sem brilho Morreste mulher, sendo amada (João de Sousa Lima)

João de Sousa Lima Escritor e Historiador


80 ANOS DA MORTE DE LAMPIÃO E MARIA BONITA Amanhecer do dia 28 de julho de 1938,

que desde 28 de julho de 1958, pertence a

manhã nublada e fria. No coito da Grota do

Paulo Afonso. Maria Bonita foi eternizada

Angico, alguns cangaceiros dormiam e

por tantos artistas populares do Brasil e

outros agiam na lentidão da fadiga e

uma dessas referências artísticas foi

envolvidos pela friagem da neblina gerada

através da arte do poeta repentista Otacílio

pelo mês chuvoso. Os policiais volantes

Batista como “A Morena da Terra do

comandados pelo tenente João Bezerra e

Condor”, em música gravada por Amelinha e

seus imediatos, o aspirante Francisco

também Zé Ramalho, em alusão aos poemas

Ferreira de Mello e o sargento Aniceto

do conterrâneo poeta baiano Castro Alves, o

Rodrigues armavam o cerco final ao

Poeta dos Escravos, que inseria suas

Lampião e Maria Bonita, Rainha do Cangaço

poesias em defesa da diferenças sociais,

e mais alguns companheiros que também

seguindo a corrente literária do

tombaram naquela manhã, em um total de 11

“Condoreirismo”, que defendia os direitos

cangaceiros. No confronto a polícia sofreu

dos oprimidos. Poema marcante dessa linha

uma só baixa, perecendo o irmão de armas,

quando escreveu “Espumas Flutuantes”.

o soldado Adrião Pedro de Souza. Doze

Outra vertente que ele seguiu foi a do

pessoas totalizaram as mortes daquele dia e

Romantismo-Lírico-Amoroso, também

que por tantos anos se busca subsídios para

defendendo em versos os direitos do Povo:

análises e entendimentos dos fatos que permanecem cercados de tantos mistérios. Era o fim de uma página da história do banditismo rural Nordestino. Era o fim do cangaceiro de maior destaque dentro deste contexto histórico. Era o fim de um capítulo onde a mulher teve grande referência enquanto estilo de vida diferenciada das vidas de tantas sertanejas que viviam nas escondidas veredas dos sopés de serras das caatingas bravias. Pode-se dizer que Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita, Rainha do Cangaço, rompeu parâmetros na sociedade e se fez diferente. Dentre tantas mulheres Lampião escolheu uma baiana da Malhada da Caiçara, povoado pertencente a Santo Antônio da Glória do Curral dos Bois e

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