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JORNAL ALIANÇA

02 Especial SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Ficou na saudade...

Um pouco de história

Origem da igreja de Santa Cruz e da vila de Passa Três

Crédito da foto: Arquivo pessoal Adelaide Ribeiro

da Conceição de Tatuí, paróquia que pertencia à diocese de São Paulo, celebrou a primeira missa na capelinha de Santa Cruz de Passa Três. Também, nesta ocasião, realizou-se ali o primeiro batizado, o de Joaquim Mendes de Almeida (Nhosinho), filho de Joaquim Mendes de Almeida e Delfina Maria de Almeida, neto de José Mendes de Almeida. A primeira casa edificada, à direita da capela, foi a de Pedro Rodrigues Machado (o carpinteiro) que deixou um espaço, que foi aproveitado para uma travessa. Aos poucos em volta da capelinha surgiria o povoado de Passa Três. Em 1879, o presidente da Câmara de Tatuí, Manuel Eugênio Pereira, acompanhado do seu fiscal, Cândido Pinheiro de Camargo, traçou as primeiras ruas da vilinha. Desde 1879 já funcionava uma escola para crianças na casa de José Mendes da Silva (Nhô Gé), filho de José Mendes de Almeida na atual Rua dos Mendes. Esta “cadeira” de instrução foi criada a pedido de José Mendes de Almeida com o auxílio do deputado José Lisboa de Almeida, pois pertenciam ambos ao Partido Conservador (mendistas) que era chefiado em São Paulo pelo grande jurisconsulto João Mendes Almeida. Foram professores da dita escola: Cesário Lange Adrien (1843-1899), que tomou posse da cadeira da escola de Passa Três no dia 20 de agosto de 1879 e o leigo, também chamado “professor de palácio”, Francisco Mendes de Almeida (1859-1930), irmão de Nhô Gé e filho de José Mendes de Almeida. Pe. Olegário Barata, cinqüenta anos depois definirá o professor Cesário Lange Adrien como um “espírito lúcido, humanitário e progressista” (Livro do Tombo 1, pg 46).

Nossa Senhora Aparecida em visita à cidade. Foto tirada em frenta a casa de Adelaide Ribeiro Por essa época, o mesmo José Mendes de Almeida, junto então com o professor Cesário Lange Adrien e José Francisco de Oliveira, resolveram ampliar a capelinha de Santa Cruz. Usaram-na como capela-mor da igrejinha que se construía com um aumento de 18 metros no comprimento e com 11 metros de frente, aproximadamente. Foram executores os mesmos carpinteiros já citados acima, auxiliados pelos pedreiros: José Sommerhauzer e Idelfonso Antônio de Moraes. A pequena igreja foi benta em dezembro de 1890, em virtude da provisão do mesmo mês. Era uma pequena capela, tosca, feita de pau e barro. Também, adquiriu José Mendes de Almeida por meio de seu representante o professor Cesário Lange Adrien de João Wagner, comerciante e de sua esposa Florinda Paes Wagner no dia 09 de outubro de 1983 por 1.200$000

uma casa para o uso da igreja (que se tornará a antiga casa paroquial na Rua do Comércio, alienada em parte em 1962 para se construir a atual). Como o povoado crescia, fazia-se necessidade de um cemitério, até então, sepultavam os falecidos em Tatuí ou Pereiras, e a capela de Santa Cruz conseguiu para tal fim um terreno com uma área doada por Vicente da Silva Ribeiro (certamente, os pais dos irmãos Francisco, Joaquim, Cesário e Vicente Ribeiro da Silva) por volta de 1885. O cemitério tinha 625 braças quadradas (3.025 metros quadrados) e foi regularizado através de provisão própria (L.3 do Tombo de Tatuí, fls 3) no dia 04 de julho de 1894 e foi benzido como “campo santo” no dia 14 de setembro do mesmo ano. Este cemitério seria ampliado em 1922 através de doação de um lote anexo (um celamim de terra), feita

por Porfíria Maria da Conceição (viúva de Francisco Ribeiro da Silva), doação esta regularizada em 1934. Em junho de 1936, Domiciano Rodrigues Paulino doou 20.000 tijolos para que se construísse um muro em sua volta, para substituir a tosca cerca de estacas que dava os limites ao cemitério. Cesário Lange Adrien, um dos benfeitores da igrejinha de Santa Cruz de Passa-Três, foi transferido para Tatuí em 1897 como “inspector literário”, onde faleceu em 29 de maio de 1899 com 56 anos de idade. Por esta época, também, já não mais vivia José Mendes de Almeida (falecido em 1895), o homem que por justiça deve dar-se o título não só de iniciador da futura Paróquia de Santa Cruz, mas também de fundador da atual cidade. Na virada do século, a vila de Passa Três teria umas trinta casas.

Crédito da foto: Arquivo pessoal Adelaide Ribeiro

dos Pedros, que faz hoje parte da Fazenda Nova Esperança. Com a abolição da escravatura, Chica Braba teria se retirado para Tatuí, onde morreu. Antes, vendeu partes de suas terras aos Guedes de Tatuí e deixou outras partes de suas terras a alguns de seus herdeiros, entre eles, Antônio Alves e filhos. Uma parte de suas terras foi completamente abandonada, que deu origem ao atual Bairro da Fazenda Velha. No início do século XX, posseiros se instalaram nela, se dedicando à agro-pecuária e até hoje a maioria de seus moradores assim permanecem, sem títulos de propriedade. O Atual distrito da Fazenda Velha é uma parte obscura, ainda, da história de Cesário Lange. Para erguer tal capela, José Mendes de Almeida adquiriu com auxílio de outros moradores por 50$000 de Antônio Furquim de Oliveira e de sua mulher Francisca um terreno próximo ao Ribeirão Passa Três, onde com a ajuda de alguns companheiros ergueu uma capelinha de pau e barro em honra à Santa Cruz. Para tanto contou com os serviços de carpintaria de Pedro Rodrigues Machado e João Rodrigues Machado, que também prestaram algum serviço voluntário. Na ocasião, Severino Alves de Oliveira doou um terreno fronteiro à capelinha para servir-lhe de pátio com 1.600 braças quadradas (aproximadamente uns 7.744 metros quadrados), em que se andasse em procissões e o povo montasse barracas, botequins e paliçadas em dias de festas que ali se faziam mensalmente. Terreno este, onde, hoje se localiza a Praça Pe. Adolfo Testa. A 12 de dezembro de 1878 (uma quinta-feira), o Padre cônego Demétrio Leopoldo Machado, vigário de Nossa Senhora

Crédito da foto: Arquivo pessoaJota

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or volta de 1850, um certo José Justino Inocêncio, residente em Sorocaba, vendeu suas terras incultas próximo a um lugar chamado Passa Três na altura do caminho, que de um lado se dirigia aos Braganceiros (Pereiras) e ao sertão de Santo Antônio do Rio Feio (Porangaba) em quinhões a alguns sertanistas, entre eles: José Mendes de Almeida, Joaquim de Almeida Leite, Antônio Pires de Campos, Antônio Leite de Miranda, José Mariano Pinto, Bento Casimiro, Vicente da Silva Ribeiro, Severino Alves de Oliveira, Antônio Nunes da Silva, André Rodrigues Machado, José Pedro Fernandes e Joaquim Corrêa Fernandes e outros. Estes foram os primeiros proprietários de terras do atual município de Cesário Lange, que nos chegaram pela tradição, já consolida pelos anos 30 do século XX. Por volta de 1872, pensou José Mendes de Almeida em erigir uma capela, onde os moradores daquelas matas se pudessem reunir e fazer exercícios religiosos no lugar chamado comumente de Passa Três, assim chamado, ao que parece, devido a um ribeirão que ali há com este nome. Este ribeirão nasce na altura da Fazenda Monte Alegre e deságua no Ribeirão da Onça. Provavelmente, este nome do ribeirão é devido ao fato que o mesmo cortava, então, por três vezes os confins meridionais de uma imensa sesmaria que havia pertencido a uma mítica personagem, certa Francisca de Tal Godoy (Chica Braba), que compreendia partes de terras hoje pertencentes aos municípios de Laranjal Paulista, Tietê e Cesário Lange. A sede das terras desta latifundiária, lendária por sua crueldade para com seus escravos, seria próxima ao Bairro

Extraído do livro “Santa Cruz”de Fernando Antonio Batista de Almeida

Festa de São Roque – Concurso Boneca viva, entre eles Márcia do Mario Ribeiro e uma das filhas da Isa do Nhonhô


JORNAL ALIANÇA

Especial 03

Crédito da foto: Arquivo pessoal Luiz Torres

Crédito da foto: Arquivo pessoal Marcelo Lima

Ficou na saudade...

SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Crédito da foto: Arquivo pessoal Marcelo Lima

Honório Roque de Miranda Torres e sua esposa

Formatura de 5º ano (1955) -Entre eles: Lauro, José Luiz, Miguel, Maria, Roque, José Oraci, Alceu, Afonso, Ademir, Luiz, Nerval, Vicente, Ciro, Roque, Norma, Zoraide, Nadir, Maria, Luiza, Maria Inês, Odair, professora Eleni e diretora Beni.

Crédito da foto: Arquivo pessoal Luiz Torres

Arquivo pessoal Marcelo Lima

Juquinha Paulo e Augusta Carro da Água Branca

Coroinhas do Padre Antonio Dragone - Vicentinho, Agenor, Luizinho, Geraldo e Inácio

Helvécio Lulia e Helena Poles Lulia. No colo: Marcelo Pasquoto, Juliana Lulia, Fabina Lulia e Helvécio Antonio Lulia.

Arquivo pessoal Marcelo Lima

Arquivo pessoal Marcelo Pasquoto

Rosana de Lima, Valter Lima e Rosemeire de Lima

Casamento do Oraci de Lima e Elizabete de Lima


JORNAL ALIANÇA

04 Especial SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Arquivo pessoal Marcelo Lima

Arquivo pessoal família Miranda

Ficou na saudade...

Arquivo pessoal família Miranda

Arquivo pessoal família Miranda

Angela T. Camargo e Márcio A. Camargo filhos de Zélia e Simão

Francisco Miranda e Luciano Miranda

Arquivo pessoal família Miranda Família Miranda

Arquivo pessoal família Miranda

Celina, Celi e João Dieres Nunes filhos de João Batista

Luiz Miranda, Bernadete Miranda, Maria José Miranda, Inês Almeida e Francisco Miranda

Almoço de domingo - Família Miranda


JORNAL ALIANÇA

Especial 09

Arquivo pessoal família Silva

Arquivo pessoal família Silva

Ficou na saudade...

SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Batista Ribeiro e Sinhô Sabino (1918)

João Batista da Silva e Ana Campos Miranda

Arquivo pessoal família Silva

Arquivo pessoal família Silva

Zé Gordo; Xande; Juvenal; Batista; Nega; Terezinha; Leonor; Maria Soares Camargo e Eloisa (03/07/70)

João Amélio (filho de Ari da Silva)

Arquivo pessoal família Silva

Arquivo pessoal família Silva

Lázaro Miranda e Helena da Silva (Zico e Leninha)

Carro de Bode: Ari, Almiro, João Nacreto e Davi


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10 Especial SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Olavo Vieira

Cleide Maria Fakri (Filha de Maria da Neguinha) – 23/06/66

Arquivo pessoal Zuza Molitor Arquivo pessoal Zuza Molitor Arquivo pessoal Zuza Molitor

Tita esposa do Zuza Molitor (1946)

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Zuza Molitor e Gumercindo Camargo 01/12/1946

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Tita esposa do Zuza Molitor e Maria Vieira (4/02/1945)

Nenê Bia e Dacinho (filhos de Dácio Vieira de Camargo)

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Maria Feliciano ( Filha de Liberalina Molitor e João Batista Feliciano

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Dácio Vieira de Camargo e Ana Moura

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Arquivo pessoal Zuza Molitor

Ficou na saudade...

Dácio Vieira de Camargo (Revolução Constitucionalista de 1932


JORNAL ALIANÇA

Especial 11

Arquivo pessoal Toninho do Dinarte

Crédito da foto: Arquivo pessoal Luiz Torres

Ficou na saudade...

SEXTA-FEIRA, 3 DE MAIO DE 2013

Turma do Grupo Escolar – Entre eles estão: Zé Gordo; Toninho do Dinarte; Seu Carlos Diretor e Dona Hero.

Viagem de Pirapora (21/09/1958) – Luiz Rodrigues Duarte; Pedro V. de Oliveira e Corporação Musical Lira Santa Cecília

Arquivo pessoal Toninho do Dinarte

Crédito da foto: Arquivo pessoal Luiz Torres

Zezinho Monteiro; Toninho do Dinarte, Ademir do João Paes, Roque (irmão do Almir do NIC), Dito da Nair, Edino Godinho, Celso Zaqueu e Elierce Batista.

Arquivo pessoal Toninho do Dinarte

Crédito da foto: Arquivo pessoal Luiz Torres

Dinarte Vieira de Camargo; Zico, Edino, Dina e Toninho

Toninho no Time Juventus

22.

Dinarte, Elza, Edino, Diná, Toninho e Maria Elza


Edição - 533 - Caderno 2  

Cesário Lange

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