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Suinocultura Cearense

(PNDS) na Bahia e no Ceará. Agora estamos levando o seminário para a região, que tem grande público consumidor, além das vantagens de estrutura do hotel e da cidade, beleza natural e forte apelo turístico”. O evento, consagrado como o mais importante encontro político e setorial, destaca as principais perspectivas da suinocultura para os mercados de grãos e carnes, além disso debate sobre marketing da carne suína, gestão e conjunturas políticas e econômicas e seus impactos na produção e comercialização de carnes. 9 MILHÕES DE HABITANTES Um levantamento da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) prevê que até 2050 o mundo terá 9 bilhões de habitantes. De acordo com o estudo, a população mundial vai crescer em número e renda, impulsionando a demanda por alimentos, especialmente, proteína animal. Diante deste cenário, o desafio é dobrar a produção de alimentos sem aumento significativo na área de produção, além de atender as crescentes exigências do consumidor moderno por um alimento seguro, saudável, com menor impacto ambiental e economicamente viável. O Brasil terá papel fundamental no abastecimento de alimentos do mundo. O país é o maior exportador de carnes em geral e quarto maior produtor e exportador de carne suína. Com informações da Assessoria de Imprensa SNDS

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XIV SNDS

A

Associação de Suinocultores do Ceará (ASCE) reuniu uma comitiva cearense composta por técnicos, produtores de suínos e diretores da entidade para debater, na Bahia, entre os dias 3 e 5 de agosto, o papel da suinocultura brasileira no desafio de dobrar a produção de alimentos até 2050, durante o XIV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (SNDS). Esta é a primeira vez em que o evento, promovido pela da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), acontece no Nordeste. Para o presidente da ASCE, Paulo Helder de Alencar Braga, o Nordeste tem demonstrado potencial já que possui um mercado em expansão. Ele afirma que na Região o consumo é de apenas 5,5kg per capita. Em outras regiões do país, segundo Braga, pode ultrapassar os 14kg. Além disso, as ações da campanha dois quilos a mais pretender estimular o aumento consumo da carne suína no prato do brasileiro. “A ABCS quer abrir uma nova fronteira para a carne suína no Nordeste, que é a região do país com maior potencial de expansão de mercado. Além do consumo no nordeste ser de apenas um terço na comparação com a média nacional, a região tem grande potencial para expansão de mercado em função do aumento da renda da população”, defendeu o diretor executivo da ABCS, Fabiano Coser, um dos organizadores do SNDS. Ele completa que a organização do encontro no Hotel Pestana, em Salvador, na Bahia, faz parte de uma série de ações da entidade para estimular o consumo de carne suína. “Lançamos o Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura

Gastronomia

Comitiva da ASCE debate, na Bahia, o papel da suinocultura brasileira nos próximos 40 anos

Embargo russo à carne suína do Brasil

Boletim Informativo da Associação dos Suinocultures do Ceará Edição 3 - Ano 1


Expediente

Índice Mineral, g

1. INTRODUÇÃO: A produção de 30 desmamados/porca/ano que há poucos anos parecia improvável hoje é uma realidade em algumas unidades produtoras de suínos. O sucesso de desmamar tantos leitões implica, quase invariavelmente, em grandes e constantes desafios em todo sistema de produção. Plantéis que convivem com essa nova realidade, se por um lado, tendem a ser mais rentáveis e competitivos, por outro, exigem permanente controle no gerenciamento de todas as etapas do sistema produtivo. Matrizes hiperprolíferas apresentam exigências nutricionais mais elevadas e por isso necessitam de um programa nutricional diferenciado, seja durante sua preparação, gestação ou lactação. 2. NUTRIÇÃO DAS LEITOAS DE REPOSIÇÃO: O programa nutricional da fase de crescimento até a puberdade tem como objetivo proporcionar às fêmeas uma adequada produção de massa corporal (proteína) e deposição de gordura limitada e não o máximo ganho de peso, que é alvo dos programas de nutrição para animais destinados à produção de carne. Variações das especificações nutricionais para o desenvolvimento de marrãs são observadas na literatura e ocorrem por diversos fatores, sendo provavelmente a genética o mais importante. Assim, as tabelas e dados dos manuais de cada linhagem devem ser utilizadas como referência. Vários autores têm demonstrado que altos níveis de energia no período pré-cobrição de leitoas (flushing) estão relacionados com a melhoria no desempenho reprodutivo e, segundo Machado (2005), a utilização de carboidratos como fonte predominante de energia pode representar uma eficiente ferramenta prática para a manipulação do metabolismo energético da fêmea suína, otimizando a eficiência reprodutiva da espécie. 3. NUTRIÇÃO DE PORCAS GESTANTES: Um programa nutricional para porcas gestantes deve levar em consideração a diferença entre os seguintes aspectos: a) fenômenos metabólicos que acorrem; b) padrão de crescimento entre as porcas, segundo a ordem de parto; c) o estado metabólico da matriz após a lactação anterior. Todos esses aspectos podem interferir nas exigências desses animais e devem ser consideradas no programa nutricional. No primeiro terço da gestação, as necessidades nutricionais são ligeiramente superiores às necessidades de mantença da fêmea, porém é uma fase de grande importância do ponto de vista de desenvolvimento embrionário No segundo terço da gestação o principal objetivo de um programa nutricional é garantir o desenvolvimento corporal das fêmeas em crescimento e a recuperação das condições corporais das matrizes, devido à mobilização na lactação anterior. O terço final de gestação é o período em que há o maior desenvolvimento fetal e das glândulas mamárias, sendo a exigência de energia metabolizável para ganho uterino e de tecido mamário cerca de 1,000 Kcal durante a última semana de gestação (Noblet, 1985a.). A concentração total de minerais no corpo de leitegadas em desenvolvimento aproximadamente dobra a cada 15 a 20 dias de gestação, mas mais de 50% desta deposição ocorre nas últimas 2 semanas de gestação (Figura 1), sendo que a deposição de Ca e P segue o mesmo comportamento.

Dias de gestação

Figura 1 (Adaptado de Mahan (2006)): Teor total de minerais, Ca e P nas leitegadas 4. NUTRIÇÃO DE PORCAS LACTANTES: A exigência de energia durante a lactação corresponde ao somatório da exigência energética para mantença e para a produção de leite. Entretanto, na maioria das condições comerciais de criação as necessidades de ingestão diária de nutrientes podem não ser atendidas pelo padrão de consumo voluntário de ração, promovendo o balanço energético negativo e a mobilização de reservas corporais. As necessidades das matrizes de alta produção são superiores, assim, porcas que desmamam 12 leitões exigem aproximadamente 10 g de lisina/ dia a mais que uma reprodutora que desmama 10 leitões. Quando se compara a concentração de minerais das porcas no terceiro parto com leitoas que não reproduziram de mesma idade, os resultados mostram que a maioria dos minerais estão mais baixos nas porcas que já se reproduziram (Figura 2). O Ca e P tiveram a maior perda, aproximadamente, com índices totais de 15 a 20% menores destes dois minerais. Dos minerais restantes Mg, Cu, Se e Zn igualmente tiveram índices mais baixos nas porcas em reprodução. Perda ou ganho mineral, %

Artigo

Como alimentar porcas que desmamam 30 leitões por ano*

Baixa produtividade

Alta produtividade

Figura 2 (Adaptado de Mahan (2006)): Perdas ou ganhos minerais após o terceiro parto 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Reprodutoras modernas além de alta fertilidade terão o desafio de criar bem os leitões, ou seja, boa habilidade materna. Assim, para alcançar e manter esse desafio um programa nutricional de precisão se faz necessário, sendo imprescindível a constante busca pela compreensão das exigências dos animais nas diferentes fases de crescimento, na reposição, no flushing, na gestação e na lactação. * Salum, G. M.; Fontes, D. O.; Sousa, L. P. O. Entre em contato com o Autor: Gabriel Moreira Salum, Gerente de Nutrição de Suínos da Vaccinar gabrielsalum@vaccinar.com.br

Associação de Suinocultores do Ceará (ASCE) - Avenida Abolição,2208 - Sala B - Meireles - Fortaleza/CE - CEP 60.165-090 Tel/Fax: (85) 3248-5368 ascesuino@yahoo.com.br PRESIDENTE: Paulo Helder de Alencar Braga 1º VICE-PRESIDENTE: João Ricardo Rabello Franco 2º VICE-PRESIDENTE: João Jorge Reis SECRETÁRIO: João Wanderilo A. de P. Pessoa TESOUREIRO: José Maria Ferreira DIRETOR TÉCNICO: Antônio Gilson dos Anjos Leite JORNALISTA RESP.: Jailson Silva (Mtb 2592) TIRAGEM: 300 Exemplares

2 Informativo ASCE


Menos suínos para Rússia O impacto do embargo russo às carnes brasileiras, principalmente aos suínos, foi devastador no mês de julho, com queda de 17% nos embarques totais se comparado ao mesmo mês do ano passado. Esse foi o pior resultado da suinocultura brasileira desde 2001. Com isso, os estados mais afetados, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná, devem fechar o saldo do mês com queda superior a 30%. Somente nos embarques para a Rússia a queda foi de 78,09% em volume na comparação com o mesmo mês de 2010. Em junho deste ano, o embargo russo já estava anunciado. Entretanto, o país resolveu ir às compras antes do fechamento de seu mercado. Isso rendeu ao Brasil um incremento de 12% ante o mesmo mês do ano passado. Em junho de 2010 o País exportou 46,9 mil toneladas de carne suína, e este ano 52,7 mil. O bom resultado do mês, aliado à expectativa de reabertura do mercado ainda no final de julho, ajudou a elevar o preço da carne e trouxe um certo alívio ao setor no Brasil. Mas o conflito de interesses entre os países, e a comunicação deficiente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com o serviço fitossanitário russo, veio como “um balde de água fria” nos planos brasileiros. “Essa história da Rússia é muito complicada, vemos que o problema é exatamente o que falávamos no começo. O Brasil tem uma culpa muito grande nisso, pois nem ao menos conseguiu responder as indagações russas. E quem paga o pato somos nós”, disse Carlos Geesdorf, presidente da Associação Paranaense de Suinocultores (APS). Em julho, uma queda de 17,52% em volume nas exportações de carne suína brasileira confirma o prejuízo causado pelo embargo sanitário russo decretado em 2 de junho e que entrou em vigência no dia 15 daquele mês. Em julho, o Brasil vendeu para o exterior 36,1 mil toneladas e obteve uma receita de US$ 93,85 milhões ante US$ 108,22 milhões. Uma queda de mais de 13%. “Continuamos esperançosos com a rápida solução para o embargo, pois entendemos que se trata mais de uma questão burocrática e de desencontro entre autoridades sanitárias dos dois países do que de fato uma questão técnico-sanitária”, afirmou Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). O Rio Grande do Sul foi o principal afetado em relação a queda nas vendas ao exterior. Segundo a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), em julho deste ano o estado exportou somente 9,6 mil toneladas, contra as 16,3 mil do ano passado. “Na verdade, o Ministério da Agricultura brasileiro

está fazendo uma grande trapalhada. Foram para a missão e disseram que tudo se resolveria rápido. Mas, novamente, os russos reclamaram das informações brasileiras. E nós fechamos com uma queda de 40% nas exportações de carnes suínas”, disse Valdecir Luis Folador, presidente da entidade. No Paraná, a quebra nos embarques do mês passado podem superar a marca de 20%. Entretanto, o que mais preocupa o estado é o recuo dos preços dessa carne no mercado interno. “O reflexo no mercado foi bastante notório em julho, e os preços que vinham subindo já começam a recuar novamente, tememos agora o mês de agosto, que pode ter os preços ainda mais baixos”, disse Geesdorf da APS. O terceiro estado embargado pelos russos, o Mato Grosso, prevê um recuo nas exportações de suínos superior a 30%. Segundo Paulo Lucion, presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), os produtores já começaram a perder as esperanças quanto a uma definição a curto prazo e poderão abater as matrizes. “Quando saiu a notícia do embargo os preços despencaram, passando de R$ 2,4 o quilo, para R$ 1,4. No final de julho, os preços voltaram a subir, mas como o fim do embargo não se concretizou eles voltaram a recuar. E estamos preocupados com nossa competitividade”.

Fonte: DCI

Receita: Costela Suína à Moda Gaúcha INGREDIENTES 1,5 Kg de Costela Suína; 1 xícara de chá de conhaque; 1 colher de chá de páprica picante; 1 colher de sopa de molho de pimenta vermelha; 2 colheres de sopa de molho shoyu; ½ cebola média descascada; 1 dente de alho descascado; Sal grosso a gosto.

MODO DE PREPARO Bata no liquidificador até formar um caldo grosso, o conhaque, a páprica, o molho de pimenta vermelha, o shoyu, a cebola e o alho. Coloque a costela suína em uma travessa e despeje o molho. Feche a travessa e leve na geladeira durante 3 horas para marinar. Retire a costela suína da geladeira, salpique o sal grosso dos dois lados e leve para assar. Disponha a costela suína na parte alta da grelha, ou seja, 50 cm do braseiro com os ossos voltados para baixo. Deixe assar durante 45 minutos, até que a costela suína esteja macia e desprendendo-se dos ossos. Em seguida, baixe a grelha para 30 cm de distância do braseiro e vire a carne durante 5 minutos, só para dourar. Retire da grelha, coloque numa tábua e corte a costela suína entre os ossos. Acompanhamento Arroz branco e salada verde. RENDIMENTO 4 pessoas

Fonte: Livro - Bairro da Juventude

Informativo ASCE 3


Capacitação de Suinocultores

PCTS no Ceará apresenta métodos eficientes na produção de suínos

“O Programa Capacitação Total da Suinocultura no Ceará PCTS/CE vem disseminando aos sócios da Associação de Suinocultores do Ceará (ASCE), informações para o desenvolvimento da atividade no Estado, buscando incrementar a eficiência produtiva e maximizar a produção do plantel de suínos cearenses”, afirma o presidente da ASCE, Paulo Helder de Alencar Braga. De acordo com ele, o segundo encontro, no dia 26 de julho, no auditório da FAEC, apresentou aos participantes técnicas sobre a correta estocagem e medicações nas rações, granulometria, controle de roedores, coleta de amostras, dentre outros métodos. De acordo com o gerente de Nutrição de Suínos da Vaccinar, Gabriel Moreira Salum, que ressaltou a importância da Fábrica de Rações como um

item responsável por grande parte dos custos de produção. Por isso, segundo ele, é crescente a consciência de que a indústria de proteína animal deve concentrar seus esforços em atender todos os requisitos necessários para a produção de alimentos de qualidade e seguros para os seres humanos. O gerente da Vaccinar garante que “o conhecimento quando colocado em prática possibilita aos produtores a aplicação de tecnologias a campo de forma mais eficiente, maximizando a produtividade das Granjas, sejam elas de qualquer escala, viabilizando renda e lucratividade para o negócio”. De acordo com Paulo Helder, os módulos foram selecionados conforme as demandas locais, identificadas por profissionais de assistência técnica nas granjas associadas à ASCE. O Programa Capacitação Total da Suinocultura no Ceará vem capacitando gerentes de granjas, chefes de setor, produtores do estado no âmbito das atividades diárias, abrangendo os métodos e processos desempenhados ao longo do processo produtivo. O programa entrou no Estado por meio da ASCE, em julho deste ano, numa parceria com o SEBRAE-CE, Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará (SENAR-CE) e atende a quase 40 participantes. Ao todo seis módulos serão aplicados, em seis meses de Programa. Os encontros acontecerão uma vez por mês, no Auditório Aldemar Falcão da FAEC, com a duração de 5h/a por módulo.

Novos Mercados

Grupo Pão de Açúcar, em parceria com ABCS, inicia campanha de incentivo ao consumo de carne suína Responsável por mais de 1.500 lojas e 79 mil funcionários, o Grupo Pão de Açúcar iniciará, no próximo dia 27, a maior campanha de vendas de carne suína jamais realizada no país. A parceria é fruto de uma ação institucional articulada pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e ocorrerá nas 569 lojas da rede Extra Hipermercado nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e na cidade de Brasília. O Pão de Açúcar, segundo seus dirigentes, está decidido a ampliar a presença da carne suína nas gôndolas e a oferecer uma maior variedade de cortes, em consonância com o perfil da demanda de seus clientes. Para o Presidente da ABCS, Marcelo Lopes, “estamos diante de uma oportunidade ímpar, já que o Grupo Pão de Açúcar é uma das mais importantes redes do país e suas ações tem grande efeito multiplicador”. E ele lembra: “os supermercados representam 66% da distribuição da carne suína no país e esse dado sozinho revela a importância desse projeto”. Para apoiar o projeto, a ABCS produziu uma cartilha com uma seleção de cortes suínos para churrasco e para o dia-a-dia que serão comercializados durante a campanha, que visa fundamentalmente ampliar a venda de cortes de carne suína resfriada e não tem prazo para acabar. Serão impressos 30 mil exemplares da cartilha, distribuídos em todos os pontos de venda da rede Extra. Marcelo Lopes recorda que o Grupo Pão de Açú-

4 Informativo ASCE

car esteve na própria origem da campanha “Um Novo Olhar Sobre a Carne Suína”, através do apoio dado a esta proposta por seu Vice-Presidente de Relações Institucionais, Marcio Milan. Em 2007, foram feitos os primeiros treinamentos com as equipes do Pão de Açúcar, do Extra e do Compre Bem, que acabaram oferecendo importante contribuição conceitual ao projeto. Os consumidores acostumados a comprar pernil, costelinha e bisteca deverão se surpreender com os nomes nas gôndolas, como filé mignon suíno, carne moída, prime rib e coroa de costela. Luiz Roberto Baruzzi, gerente comercial nacional do Grupo Pão de Açúcar, explica que a ação ajudará a alavancar as vendas do produto. “Hoje o que o consumidor procura é uma carne porcionada, versátil e que atenda as suas exigências de qualidade e essa campanha vem para mostrar que o produto pode ser tudo isso”, afirmou. Além da exposição nas gôndolas, haverá também um espaço com displays onde as promotoras prepararão pratos à base de carne suína, explicando as qualidades nutricionais do produto, excluindo mitos, preconceitos e inverdades que ainda cercam a carne. A cada R$ 20,00 em compras de produtos in natura de carne suína o consumidor poderá levar para casa diversas receitas por meio de uma cartilha desenvolvida especialmente para a ação, com pratos para o cotidiano, que apresentam a versatilidade da carne suína e ainda levam informações nutricionais e seus benefícios à saúde.

Reprodução Folder Extra


Jornal da Suinocultura Cearense - 3