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Exposição 09 de Dezembro 2011 a 13 Janeiro 2012

Trabalhos desenvolvidos no âmbito da exposição

Contributos cedidos pela educadora Leonor Albuquerque e a professora Sónia Pinto (5.º E)


Micro crítica individual e coletiva sobre a exposição Escola Básica Professor João Dias Agudo (Póvoa da Galega) Sala Encarnada da Póvoa da Galega, Educadora Leonor Albuquerque

Antes de entrarmos a Leonor combinou connosco o que íamos fazer: ver a exposição acompanhados por ela e que iria explicar o que as fotografias queriam dizer, ou seja, que nos iria " ler a exposição"; seguidamente cada um, em silêncio, escolhia uma foto e quando nos reuníssemos, cada um iria dizer qual a fotografia que escolhia e porquê. E assim fizemos. Eis a nossa voz: - Do que gostei mais foi da fotografia do sismo e a casa caiu porque

tremeu a casa (Tomé) - Achei interessante a fotografia das minhocas, porque fazem bem à terra e às plantas (Manuel). - Gostei do vulcão porque tinha a lava muito quente (Tiago).


- Gostei da fotografia do gelo e gostei do gelo perto da água (Maria). - Gostei das cidades (megacidades) e da roupa estendida (Guilherme Semedo). - Da casa a cair por causa do ... do ... - sismo (Miguel). - Da dos pulmões (Valeria). - Da onda gigante que inundou as casas (Francisco). - Gostei da imagem que tem uma mão a proteger a Terra (Diogo Lopes). -Gostei dos ossos dos pulmões (Mónica). - Gostei da onda gigante porque mete medo (Filipe). - Gostei da primeira, a mão a proteger a Terra, porque não sabia que nós é que protegíamos a Terra (Mel). - Gostei do vulcão porque é bonita (Matilde). - Gostei daquela que tinha aquele barco a andar na água (André). - Gostei da fotografia do gelo que derrete por causa da poluição (Rita). - Gostei das minhocas porque ajudam as plantas (Rebeca).


Seguidamente, o texto coletivo sobre a exposição: “Hoje vimos a exposição sobre a Terra que a Ana e a Casa do Folhas montou para nós e foi muito boa, porque não sabíamos que nós é que protegíamos a Terra. Se não a protegermos, a Terra treme treme e as casas caem, as ondas podem ficar gigantes e inundam as casas e as pessoas morrem; se a água estiver poluída e nós a bebermos ficamos doentes e às vezes podemos morrer e os bichos da tosse (poluição aérea) fazem-nos tossir, que são uns bichos verdes (o André já os viu na televisão) ”.

Fonte das imagens: http://galegaencarnada1.blogspot.com/ (consultado em 12/02/2012)


Poemas desenvolvidos por alunos do 5.º E É Urgente É urgente combater a poluição É urgente não deitar lixo para o chão É urgente começar a separar Para oxigénio poder respirar.

É urgente pôr no amarelo embalagens No verde os vidros colocar No azul o cartão vazar E neles juntos reciclar.

Vamos aprender como é URGENTE O lixo separar E com tudo isto todos ficamos a ganhar.

Rodrigo Inácio


URGENTEMENTE

É urgente fazer amizade. É urgente a igualdade.

É urgente a paz da Humanidade, alegria, sinceridade, a união, o amor ao próximo, a felicidade e respeito. É urgente solidariedade, a justiça, a humildade, é urgente que ninguém passe fome e urgente combater a pobreza. É importante ser com Ghandi. É urgente ser generoso.

Artur Filipe Filipa Batista Henrique Fernandes Madalena Mesquita

Nota: textos inspirados no poema “É urgente o amor”, de Eugénio de Andrade


A Água

Existem pessoas a morrer Outros a nascer Para quê gastar água? Para alguns, isso não é nada.

Alguns acham que a água não acaba Acreditas tu nesta farsa?

Quando chove Devemos aproveitar Sob pena de ver Todas as plantas a chorar.

Se quisermos também comer Água temos de ter Por isso, amigos da água Que bem nos faz crescer.

Leonor Alves

Fonte: http://aguaesperanca.rweb.com.br/2010/12/agua-esperanca/


Exposição "Era uma vez a Terra"