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PETER MURPHY Peter John Murphy nasceu em Inglaterra a 11 de Julho de 1957, perto de Northampton, e criado em Wellingborough, Inglaterra. Mais conhecido como Peter Murphy, ele é o vocalista da banda de rock gótico Bauhaus, e possui também um grande percurso a solo com vários êxitos. Os Bauhaus, a sua banda post punk inicial, tiveram enorme sucesso no início dos anos 80, mas ao fim de cinco anos de Bauhaus, Murphy abandona a banda, ficando esta inativa. Em 1984 Peter Murphy entra num projeto surrealista chamado Dalis Car, com Mick Karn, exmembro dos Japan, que não obteve grande sucesso e portanto morreu logo no início. Peter Murphy decide então lançar a sua carreira a solo. Murphy afastou-se muito do estilo musical dos Bauhaus, entrando num estilo mais Rock que fez com que ganhasse outro tipo de apreciadores. É verdade que cinco anos bastaram aos Bauhaus para se tornarem uma banda histórica, mas no entanto Peter Murphy nunca sentiu grande interesse em levar o projeto mais além, preocupando-se mais com a sua carreira a solo, que difere em muito do percurso nos Bauhaus, e que também por si só já chega para apresentar Peter Murphy. A sua carreira a solo foi muito bem sucedida, tendo o seu apogeu em 1990 com os singles A Strange Kind of Love, e Cuts You Up, extraídos do álbum Deep. Há até quem considere a música de Peter Murphy melhor do que a dos Bauhaus, no entanto são estilos musicais completamente diferentes em que a comparação se torna difícil, e até porque gostos não se discutem. Em 1995 Murphy teve outro álbum de grande sucesso, Cascade, com singles como Scarlet Thing In You e I´ll Fall Wiht Your Knife. Em 1998 realizaram uma tournée de aniversário dos 20 anos dos Bauhaus, o que daí em diante tem sido hábito, comemorando os 25, 30 e 35 anos, passando até várias vezes por Portugal. Em 2006, Peter Murphy fez uma tournée com os Nine Inch Nails, com quem está a trabalhar em colaboração para o seu novo album a solo. www.facebook.com/jackpot.portugal

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No entanto, em 2008 os Bauhaus lançam um novo álbum de estúdio, Go Away White, que Murphy e os restantes elementos dos Bauhaus garantiram ser o derradeiro da final da banda. A sua carreira a solo continuaria, Peter Murphy possui já uma vasta discografia, 1986: "Should The World Fail To Fall Apart", 1988: "Love Hysteria", 1989: "Deep", 1992: "Holy Smoke", 1995: "Cascade", 1997: "Recall" EP, 2000: "Wild Birds: 1985-1995", 2001: "A Live Just for Love", 2002: "Dust", 2004: "Unshattered", e 2010: "Ninth". Atualmente, Murphy vai-nos presenteando com algumas visitas regulars ao nosso país. Sabia que: - A esposa de Murphy, dirigiu vários vídeos da carreira do marido, e é líder da Companhia Turca Nacional de Dança Moderna? - Murphy é um autocritico nato? E que numa entrevista ele não respondeu a nenhuma questão sem se autocriticar primeiro em cada uma delas? - Num concerto, quando começa a tocar o tema ‘Love Hysteria’, Murphy ergue-se de um caixão? - Peter Murphy entitula-se como “o homem que queria ser músico mas é estúpido”? - No concerto da ‘Ninth Tour’ no Hard Club no Porto, Peter Murphy iniciou a noite descalço, totalmente vestido de negro, quase como se fosse um verdadeiro vampiro? - Murphy foi detido por conduzir sob o efeito de drogas ou álcool, fuga do local do acidente e posse de metanfetaminas? - Murphy foi condenado a três anos de liberdade condicional e teve que frequentar 45 horas com os narcóticos anónimos?

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A LACA Em inícios da década de 80, numa altura em que o gel dava os primeiros passos e a brilhantina já tinha dado o que teria para dar, em “segredo”, muitos eram os teenagers que apostavam na laca, para, esguicho a esguicho, retocarem os penteados, principalmente os que tinham cabelo fino (castanho) como o meu e que tinham como objectivo não ter um tufo de cabelos “ao calhas” em cima da cabeça. Sim, já tive uma farta cabeleira, não loira, não encaracolada, sem “Olex” mas com muitas horas de dedicação diária, de manhã, à tarde (algumas vezes) e à noite. (fora as “rectificações”, muitas!) Efectivamente, quem pretendia ultrapassar o corte “à tigela” dos barbeiros de 20$00, tinha que recorrer à laca como parceiro de eleicção. E muitas latas de laca se vendiam na loja do Sr. Eduardo! A parte mais incomodativa, era o tempo que se demorava a chegar ao penteado desejado, aquele em que a pala (meio à Elvis – vá lá: a ¼ de Elvis – risos) assentava que nem uma luva no rosto de um “chavalo” que já se achava homem, como todos os da sua idade, claro! Do meu histórico, a parte que mais me envergonhava, era o número de vezes em que, por causa do (des)penteado, perdia o autocarro 91 da hora certa, tendo que optar pelos "penantes" pela linha do comboio, como única alternativa… E se bem me lembro, acontecia, pelo menos, uma vez por semana… Poderia estar tudo menos bem, mas o cabelo tinha que estar “aux point”. (nunca fui bom a Francês, confesso!) E foram anos e mais anos a usar laca, mesmo com investidas nunca suficientemente convincentes por parte o gel. A laca, que custava uma pipa de massa, é que nunca poderia faltar. E quando faltava, provocava uma “traça” idêntica à do cigarro, ao ponto de sair de casa para a ir comprar e, só depois, sim, sair para a “vidinha”… www.facebook.com/jackpot.portugal

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Hoje, mais de vinte muitos anos depois, com este penteado muito mais higiénico e 100% mais económico, ainda me desculpo com a tese de que terá sido a boina da tropa a levar-me o corte em que tanto investi, mas, por outro lado, neste preciso instante, surge-me em mente uma frase que a minha mãe de dizia repetidamente: “ Assim, ainda vais ficar careca!”… Ironicamente, é precisamente essa a frase que o meu filho de 5 anos me diz hoje, ao qual argumento que este meu corte de cabelo é um gosto pessoal. E é-o, verdade, verdadinha, embora assente noutras circunstâncias, claro! (risos)

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UM TRIO MARAVILHA... Hoje como foi um dia cheio de sol e de certa forma trouxe alegria de volta, decidi trazer-vos uma série glamorosa e cheia de acção e sedução à mistura! Quem não se lembra deste trio fabuloso que passa de geração em geração?... Começou na primeira produção em finais dos anos setenta e prevalece até aos dias de hoje! Sempre três belíssimas mulheres com características muito diferentes umas das outras, mas no final a combinação é perfeita!!! Eu juntamente com amigas, já imaginamos nesta vertente e diria que ia ser uma aventura inesquecível quanto mais não seja na imaginação, óbvio! É uma série sempre muito ativa, dinâmica sem tempos mortos, até diria que passa a voar de ser tão agitada e verdadeiramente cativante! Hoje quis dedicar a minha terça-feira às mulheres porque considero que sejam elas que dão alegria e sol ao mundo e que sem elas seria tudo muito cinzento sem cor e não digo isto por ser também mulher mas porque é um facto! Como sempre o tempo aqui passa a voar e a despedida custa, mas volto já na próxima terça com mais novidades. Até para a semana,

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Bom dia, bom dia, Isto hoje, não me escorre nada dos dedos. Deve ser do tempo cinzento, e do frio, e do meu estado de espírito. Estou com saudades, sim! Saudades de um tempo que não vivi e que não vou viver, saudades de todos aqueles que me são queridos e que não tenho comigo. Enfim, saudades...!!! E, para virar um bocadinho este meu espirito do avesso, vou fazer uma coisa que adoro fazer aos outros! Contrariar!!! Porque sou torcida, sim! E gosto de fazer exactamente o oposto do que pretendem de mim! E, às vezes, até a mim tenho que contrariar ou vira-se o mundo ao contrário. A minha cabeça diz-me, neste momento, para me virar para a lamechice. Mas, o meu lado demonio (aquele que trás consigo um sorriso demoníaco), diz-me que é para aí que tenho que me virar. E se ele diz, vira-te!, eu viro-me! Para o escárnio, e para o gozo. Porque gozar é bom, ora admitam lá E rir ainda é melhor. E melhor ainda, é rir acompanhado (coisa rara nestes dias). E chato, chato, mas mesmo chato, é que estou aqui farta de atirar palavras ao ar, e ainda não me saltou nenhuma música da cabeça, mas eis que... tchanan!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Aqui está ela! A música que me faz rir, e dizer asneiras, e sorrir e sabe-se lá mais o quê! Depois de tanto divaganço, já estou meia desorientada, mas eu encontro já o caminho certo!! E fica ali mesmo nas bordinhas do ano 2000! Por um pêlo que não saio da nosso espaço temporal! Eu sou grande, carago!! Para verem que há sempre alguém pior que nós, este desgraçado do Afroman ficou com a vida virada do avesso (pelo menos na música), mas isso não o impediu de nos cantar uma música divertida. Ele perdeu a mulher, os filhos, o trabalho, até se esqueceu de fazer amor e outras www.facebook.com/jackpot.portugal

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coisas que tais que praqui não são chamadas - e, agora que penso nisso, deve ter-se inspirado na Ágata para escrever esta música. Ora vejam lá se não tem tudo a ver: "Podes ficar com a casa, com o carro e as jóias.... ". O homem tá doido, e eu não estou melhor mas, que se.... lixe!!! Divirtam-se! Esqueçam por um bocadinho as coisas sérias e mergulhem na loucura desta música com atenção! A letra é de ir às lagrimas! Lagrimas de quê, perguntam vocês? Do que quiserem! De alegria, de tristeza, de loucura! Eu prefiro as de loucura, porque de poeta e de louco, todos temos um pouco! E ai de quem o negar, esses sim são pobres, de espírito! Beijinhos, abraços e outras manifestações de carinho, mais ou menos próprias, a quem de direito,

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ESTÁ TUDO LÁ DENTRO! O livro de que vos falo hoje não é um tratado de arquitectura nem sequer o romance de François Rabelais... Et pourtant, tem o seu quê de erótico e de herético. Este livro corresponde mesmo a um verdadeiro calhamaço, não apenas pelas dimensões, mas até pelo facto de não se conseguir ler num só dia. E, apesar de existir em muitos milhares de casas de Portugal, é bem provável que poucas pessoas o tenham lido na íntegra. O que até seria bem aborrecido e acabaria numa grande salada... Da autoria da cantora lírica Bertha Rosa-Limpo (mãe do cineasta Jorge Brum do Canto) e com dedicatória de Ramada Curto na versão original, não é um mero livro de receitas. Pelo contrário, encontra-se nele de tudo: a par de inúmeras receitas (inúmeras, sim, porque em cada edição há umas que saem e novas que entram), tanto de entradas como de sopas, sobremesas e bebidas, aponta truques e conselhos práticos de conservação, preparação e arrumação de alimentos. Contém, além disso, uma série de ilustrações curiosíssimas, tal como é curiosa a circunstância editorial de não ter uma única fotografia! "O Livro de Pantagruel" foi publicado originalmente em 1945, mas atravessou toda a era do período Jackpotiano e mantém-se ainda atual, ao ponto de ir já na 76.ª edição! E recordo que vivemos uma altura em que a culinária está mais do que na moda, parece quase uma doença que não nos deixa fazer zaping televisivo. Daí a atualidade do Pantagruel. Recordo ainda que a gastronomia tem o seu quê de erótico (não é a porta do coração?) e de herético (o pecado da gula...). Assim, não posso propriamente recomendar a leitura, mas sim a compra e/ou oferta, tanto mais que agora é um livro assumidamente unissexo. E deixo-vos com o mesmo conselho de Bertha Rosa-Limpo: "Grande sabedoria é comer e beber em boa companhia!". Fica também um apontamento relativamente recente da revista "Visão": http://is.gd/SVLtjq www.facebook.com/jackpot.portugal

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CONTROL Hoje resolvi falar-vos do meu primeiro Control. É verdade! No meu tempo já havia Control. Qual "homenzinho" precoce, desde cedo me deixei levar pelos prazeres da vida e pelo gosto por novas experiências. Quem não gosta de se deleitar com algo que nos preencha o ego, que nos "leve à lua"? Que nos faça, enfim, sentir verdadeiros machos. Fundamental, ainda mais para um jovem em fase de afirmação. Afinal, um homem é um homem... Mas, claro, tudo feito com segurança, para evitar dissabores. É que isto de a gente se meter em aventuras também exige cuidados... E como era reconfortante sentir a segurança do Control... Segurança, sim! É que aqueles filtros com micro-cristais, além de reforçar a suavidade do cigarro, também reduziam os efeitos malignos do fumo. Diziam eles... O quê? Não tinham percebido do que eu estava a falar? Pensavam o quê, seus depravados?... Falo-vos, é claro, dos cigarros 2002 Control. Os autênticos cigarros do futuro (estávamos nos inícios dos anos 70), com aqueles grãozinhos a transmitir uma sensação de "segurança" ao acto de fumar. Um verdadeiro prazer... sempre que havia algum dinheiro. Comprava quatro por 2$50, na mercearia do Sr. Guimarães. Vinte e cinco tostões, ou cinco coroas, como a gente dizia. Qualquer coisa como 1,2 cêntimos por 4 cigarros... Um verdadeiro regalo para quem, normalmente, fumava Kentucky "mata-ratos" desviados da mesinha de cabeceira do avô Maurício. Ou, à falta de melhor, barbas de milho... www.facebook.com/jackpot.portugal

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Acho que essa marca já acabou há muito. Por causa disso, fumar deixou de ser "seguro"... A verdade é que fumar nunca foi seguro. Mas, para mim (infelizmente para a saúde e para o bolso), continua a ser um regalo... Beijos e abraços e até para a semana.

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MUSEU MILITAR DO PORTO O Museu Militar do Porto é uma instituição pertencente ao Exército Português, vocacionada para a preservação da história militar. Possui coleções de armamento ligeiro, equipamentos, uniformes e artilharia pesada, abrangendo um período do séc. XVI a meados do séc. XX. De particular interesse é a coleção de miniaturas de soldadinhos que aborda a evolução do guerreiro desde a antiguidade até à época contemporânea. Nos finais do século XIX, um pintor portuense de nome JOAQUIM VITORINO RIBEIRO, resolveu colecionar peças e documentos, designadamente de natureza militar, que constituíssem testemunho da conturbada primeira metade daquele século, dominada que foi, inicialmente, pelas invasões francesas, e, depois, pelas lutas liberais que confrontaram D. Miguel e D. Pedro. As peças por ele reunidas viriam a constituir o essencial da exposição que, em 1920, assinalou no Porto o centenário da «Revolução Liberal de 1820», inaugurada no Teatro de São João, em 24 de Agosto. O interesse despertado por esta exposição motivou a Câmara Municipal do Porto a deliberar, quatro dias depois, no sentido de se constituir na cidade, com base na coleção de Vitorino Ribeiro, um museu histórico-militar. Desde a sua inauguração e cumprindo os seus objetivos, o museu empenha-se em dar a conhecer ao público, em particular aos mais jovens, um vasto património de interesse histórico-militar, divulgando-o em exposições temáticas (permanentes e temporárias), www.facebook.com/jackpot.portugal

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editando catálogos, organizando ciclos de conferências e apoiando o trabalho de investigadores. Em 1971, foi nomeado como delegado do Museu Militar, o Major Méd. FRANCISCO FERNANDES FIGUEIRA. Mercê da sua perseverança, dinamismo e entusiasmo este oficial desencadeou um conjunto de ações determinantes para a efetiva criação de um museu militar no Porto. Nesse ano, foram transferidos os espécimes museológicos para um espaço próprio da ala poente do Quartel-General, e, no começo de 1973, foi inaugurada uma exposição permanente que, no entanto, apenas era visitada por militares e algumas entidades oficiais. A revolução de 25 de Abril de 1974, depôs o regime político então vigente no país, extinguindo também a sua polícia política cuja sede, no Porto, se localizava na Rua do Heroísmo, num edifício do século XIX.

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