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“RIR É MESMO O MELHOR REMÉDIO...” Hoje vamos falar sobre rir e dar umas boas gargalhadas. Acho muito importante não deixar a criança que existe em nós desaparecer, e se ela tem andado adormecida há que acorda-la e nunca passar um dia sem dar umas boas gargalhadas. Afinal quando eramos pequenos também tínhamos os nossos problemas, talvez não tão importantes como os de hoje mas a verdade é que muitos deles, às vezes, levavam-nos a pensar que era o fim do mundo. Infelizmente hoje, muitos de nós estão a enfrentar situações complicadas de vida. Até pode pensar que as gargalhadas não resolvem os problemas (verdade) ou nem ter vontade de as dar mas sabem que mais, rir até pode não resolver mas não rir também não resolve, alem disso quando estamos preocupados com algo é mais difícil encontrar as soluções, porque só vemos os problemas e o que pode piorar. Para verem que o que eu digo é verdade vou partilhar convosco alguns benefícios de dar umas risadas (fonte site minha vida). O riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas, aumenta o nível de colesterol bom no sangue e diminui a pressão arterial. Quando damos uma boa gargalhada a absorção de oxigénio pelos pulmões aumenta e fazemos movimentos que criam uma espécie de massagem no nosso sistema gastrointestinal que melhora a digestão, essa massagem também revigora todo o trabalho hepático. Com uma boa risada o ritmo cardíaco acelera e a pulsação aumenta, o sangue circula mais intensamente no organismo, o que aumenta a oxigenação de todas as www.facebook.com/jackpot.portugal

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células, tecidos e órgãos. Durante uma sessão de gargalhadas o nível de cortisol e adrenalina (stress) baixa e o nosso cérebro começa a produzir endorfina que nos deixa mais relaxados e de melhor humor, isto faz com que o nosso corpo consiga produzir mais células de defesa fortalecendo o sistema imunológico. Ao dar uma risada movimentamos 12 músculos faciais, ao dar umas boas gargalhadas movimentamos 24 músculos faciais e se conversarmos e rirmos ao mesmo tempo então são 84 músculos faciais em movimento (pode acontecer que ninguém perceba o que estás a dizer mas vale a pena de certeza absoluta) já que retarda o aparecimento de rugas e felizmente (ainda) é isento de imposto. O que não nos falta são bons motivos para sorrir, rir e dar umas valentes gargalhadas e nunca se esqueçam de vestir o vosso melhor sorriso todos os dias, não há nada mais belo. Estando tão próxima da Pascoa, não poderia deixar de falar em coelhinhos, ovos e amêndoas, só coisas boas. Com o passar do tempo e de muitas Pascoas foram-me surgindo algumas questões, como é que surgiu o ovo da pascoa? O ovo vem do coelhinho ou da galinha? Será que foi um coelho que andou metido com uma galinha ou uma coelha que andou metida com um galo? Como podem confirmar as minhas dúvidas além de muito importantes, faz nos pensar na questão existencial quem nasceu primeiro, a galinha ou o ovo? Passando à frente das questões, hoje trago-vos um coelho mas não é da pascoa e alem disso não andou metido com nenhuma coelha mas ao que costumam chamar um mulherão e que rima com avião e que metia “inveja” a muito homem, é isso mesmo hoje trago-vos o Roger Rabbit. Recordamos hoje o filme “Quem tramou Roger Rabbit”, uma comédia diferente do habitual já que combinava a interacção de personagens de desenhos-animados com actores de carne e osso. O filme retrata a história de um detective particular (papel interpretado por Bob Hoskins) que tenta desvendar o assassinato do irmão usando o Roger Rabbit. A Walt Disney tinha os direitos do filme em 1981, mas para dar seguimento ao projecto contratou o produtor executivo Steven Spielberg. Um filme muito divertido e diferente que estreou em Portugal em 1988 e foi um sucesso. www.facebook.com/jackpot.portugal

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“Let’s look at the trailer” (sem legendas) um bom filme para rever no fim-desemana prolongado que se aproxima. Desejos de uma Boa Pascoa a todos, com muitas amêndoas e ovos de chocolate misturados com muitos risos e sorrisos. Recordar o passado é bom mas criar novas recordações ainda é melhor. Vamos criar novas recordações para o amanhã, e sejam felizes hoje (agora). Beijinhos

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“...EM 1994” Este foi um ano com alguns acontecimentos bem marcantes. Às vezes parece que a História se repete, senão reparem: A 4 de Fevereiro deste ano o Conselho de Segurança da ONU fez um ultimato à Coreia do Norte, impondo inspecções internacionais ao seu programa nuclear. Só que o país visado não esteve pelos ajustes e desatou a ameaçar todo o mundo. De tal forma que os vizinhos da Coreia do Sul decretaram o estado de alerta e, com a ajuda dos amigos americanos, montaram um autêntico arsenal de homens e armamento, à espera do pior. Na altura, tudo não passou de um acumular de tensões que não deram em nada. Esperemos que, 19 anos depois, fiquemos também apenas pelas ameaças. Estes coreanos… Quem não se ficou pelas ameaças foram os gatunos que, a 12 de Fevereiro, roubaram do Museu Nacional de Oslo o famoso quadro “O Grito”, de Edvard Munch. O quadro foi recuperado dois meses depois. Provavelmente a Polícia ouviu os gritos… d’O Grito… Ainda em Fevereiro morreu, no Brasil, Sérgia Ribeiro da Silva, famosa cangaceira mais conhecida por Dadá. E perguntam vocês: o que é um cangaceiro? Em breves palavras, os cangaceiros eram grupos ou indivíduos isolados, que se entretinham a roubar e a saquear os grandes fazendeiros, os bem conhecidos “coronéis”. Muitas vezes recorrendo à violência, roubavam aos ricos para se vingar da miséria a que o povo era sujeito. Só que não repartiam o produto dos seus roubos com o tal povo. Nesse aspecto, o Robim dos Bosques era bem mais www.facebook.com/jackpot.portugal

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altruísta… E continuamos com mortes, infelizmente. É que, a 30 de Abril, nos treinos oficiais do Grande Prémio de Imola de Fórmula 1, um grave acidente matou o piloto austríaco Roland Ratzenberger. Como se não bastasse, na corrida do dia seguinte um outro acidente provocou a morte de Ayrton Senna, por muitos considerado o melhor piloto de todos os tempos. E, como em tantas outras situações, a partir daqui foram feitos grandes investimentos na segurança dos carros de Fórmula 1. Depois de casa roubada… Agora poderia dizer que, a 1 de Março, nasceu Justin Bieber. Mas quem se interessaria?... Falemos antes de coisas sérias. A 9 de Maio, Nelson Mandela assumiu a Presidência de África do Sul. O primeiro Presidente negro daquele país, até então dominado pela política de apartheid. Agora parece que Mandela sofre de Alzheimer e estará a perder a memória. Mas o mundo jamais se esquecerá dos feitos deste Grande Homem. Importante, também, foi a independência de Palau. A República de Palau é constituída por oito ilhas principais e mais de 250 ilhotas e atóis, localizadas a oeste dos Estados Federados da Micronésia. A maior cidade tem cerca de 12.000 habitantes e… vejam só a imagem abaixo. O paraíso! Quando eu for grande quero ir a Palau. Está dito! Beijos e abraços e até para a semana.

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Fossem mais lineares estas viagens no tempo e traria aqui um ano diferente, p’ra variar... mas talvez só a pauta em que a música que aqui trago se escreve o seja, pelo que vos proponho que me acompanhem de novo a 1999, a esse fim do milénio em que Timor-Leste deixou de ser considerado a 27ª província indonésia e assistiu à saída dos últimos militares da potência ocupante, fazendo antever mais próxima a independência do que veio a ser o mais jovem país do séc. XXI. Não estava ainda todo o caminho feito, mas também este foi um passo dos grandes... Um tanto como o que os chineses deram nesse mesmo ano, com o lançamento da nave Shenzhou, preparando a colocação dos seus primeiros astronautas no espaço – mais um sintoma da China a “acordar”, pouco depois de outro sinal dos tempos ser dado pelo verde da NATO à adesão da Hungria, Polónia e Rep. Checa. Nesses dias em que comprava bem mais música do que hoje – por várias razões e, sim, a internet à cabeça... –, uma pequena crítica na revista Visão (e as suas comparações com NICK CAVE e com TINDERSTICKS) despertou a minha curiosidade, e de tal forma que, em boa hora, me convenceu a comprar o disco que foi a minha coqueluche durante bastante tempo e me faz hoje regressar a este “ano do crime”, trazendo-vos aqui o homónimo álbum de estreia dos COUSTEAU. O que mais me seduz neste álbum, e que pode, de algum modo, afirmar-se como característica do som da banda, é a elegante delicadeza que o percorre: ela surge logo nos acordes iniciais da ambiência nocturna de “Your Day Will Come” – conseguindo manter-se mesmo na densidade instrumental que há-de pontuar o final do tema –, continua a marcar presença na suave abertura de “(Shades of) Ruinous Blue”, sem soçobrar no longo e sofisticado instrumental que o remata, e persiste na soturnidade de “You My Lunar Queen”, onde a escassez das palavras é www.facebook.com/jackpot.portugal

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contrabalançada pela repetição dum fraseado musical simples a que diversificação de instrumentos acrescenta uma inegável intensidade dramática.

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Não por acaso – o nome da banda dever-se-á ao gosto dos seus membros pelos programas do célebre explorador marinho francês –, há também uma sonoridade “aquática” a perpassar também a sua música, como sucede, por exemplo, nas cordas que ornam “How Will I Know” ou “Mesmer”, ainda que nesta última prevaleça uma certa atmosfericidade, com uns ‘backing vocals’ que parecem flutuar, conferindo-lhe, como o próprio título parece querer sugerir, uma dimensão hipnótica. Talvez seja também essa a razão pela qual “Last Good Day of the Year”, o mais conhecido dos temas do álbum, nos embala tão docemente, mesmo quando recorre às escalas mais baixas do piano, num trabalho que decerto potenciou as comparações que a generalidade dos críticos fazem com os TINDERSTICKS. Quem eu consiga convencer a ouvir o álbum (e este convenceu-me a comprar o seguinte, três anos depois) facilmente concluirá que as baladas são “a praia” dos COSTEAU – isso não os impede, porém, de aumentar o andamento, seja no tom de “She Don’t Hear Your Prayer”, que surge como uma espécie de (salvaguardadas as distâncias) ‘power ballad’, onde se evidencia a voz de LIAM McKAHEY, seja na sonoridade mais ‘rock’ de “One Good Reason”, ou ainda em “Wish You Were Her”, em que – para além dos trocadilhos com a música dos PINK FLOYD ou, na letra, com os filmes de 007 – sobressaem as semelhanças vocais com DAVID BOWIE. Pode dizer-se que no fecho, com “Of This Goodbye”, os COUSTEAU regressam às suas “águas territoriais”, numa melancolia tanto vocal como instrumental e num final com dramatismo q.b., com uma ambiência vagamente ‘jazz’ de permeio. Para o meu fecho, não obstante, guardei um tema que pode bem – além de me providenciar adequado remate a esta crónica – ilustrar um som que muitos talvez desconheçam; deixo-vos, pois, com “Jump in the River”, na perspectiva de vos convidar a um novo mergulho no rio das minhas memórias musicais... ... p’rá semana!

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“OVOS DE PÁSCOA” Numa era em que a Páscoa não vivia de montras e muito menos da pressa em se pegar no comando para “zappingar” o que os canais televisivos compram, ou seja, o nosso tempo, improvisavam-se ovos de Páscoa: a grande novidade de todos os anos, além das amêndoas de uma, duas ou três qualidades. Os ovos de Páscoa eram, imagine-se, ovos verdadeiros. E procuravam-se os maiores, para se conseguir um resultado final mais vistoso. Que ovos eram esses, afinal?! – perguntar-se-á quem não passou pela experiência, todos aqueles que presumem que os ovos de Páscoa são em chocolate, que têm um papel de embrulho colorido e metalizado e, não raras vezes, que trazem um brinquedo em jeito de brinde. Os ovos de Páscoa na década de 70, quando não se possuía galinheiro, eram trazidos, no meu caso, da loja do Sr. Eduardo. E já que era Páscoa, contrariamente ao habitual, em vez de meia-dúzia, pediase uma dúzia inteira. Depois, eram cozidos, como qualquer ovo normal, mas com uma enorme diferença: evitava-se que a casca partisse ou estalasse e, quando arrefeciam, eram pintados manualmente com canetas de feltro, daquelas “Molin”. Os desenhos, algo rupestres, poderiam ser dignos de uma exposição ridícula, mas o que realmente contava era a cor que aqueles ovos pintados davam às mesas onde, reunidos em família, celebrávamos a união, a família, o estar-se junto, o www.facebook.com/jackpot.portugal

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acontecer-se com mais “vida real”. Naqueles domingos, os tais ovos ficavam expostos, admirando toda a refeição, culminando o momento com a parte do descascá-los, sem esquecer de escolher aquele que, através da pintura, mais nos tinha cativado a atenção. Claro que, ao descascá-los, lá se ia a imagem lá pintada, mas, para compensar, enquanto se comia a clara e a gema, cozidas, claro, ficava-se feliz por, simplesmente, saborear aqueles momentos, os quais, sinto, eram mais coloridos do que os que se vivem hoje, e por mais tinta que fosse retirada aos marcadores “Molin”.

• Hoje, a minha irmã Manuel entendeu recuperar essa “modalidade” dos ovos de Páscoa em jeito de homenagem à minha mãe, a pessoa que mais fazia questão de usar os ovos como pretexto para dar cor a uma era algo cinzenta em oferta mas colorida em conteúdo. E ainda bem.

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IGREJA DE SÃO FRANCISCO (PORTO) A Igreja de São Francisco, situada na Rua da Alfândega, tem para os Portuenses e turistas que nos visitam um interesse semelhante ao da majestosa Catedral da cidade, a Sé. Considerada monumento nacional, dentro das suas paredes são celebrados as mais requintadas celebrações entre as quais se destacam os casamentos, pois a constituição da igreja convida à doce imagem dos contos de princesas. A Igreja de São Francisco é um dos poucos edifícios medievais e a única igreja gótica que o Porto conserva. Juntamente com a Igreja de Santa Clara, constitui uma das principais igrejas portuenses forradas a ouro. Esta igreja é algo de avassalador, não fosse ela em estilo barroco. Simplesmente incrível, com tantos detalhes e pormenores, podemos passar horas a admirar toda a sua beleza, mais um monumento a não perder na Invicta! É um passeio para quem gosta de história e não tem medo de catacumbas. Tem uma bem interessante para ser visitada... Uma igreja de estilo Barroco, digna dos manuais deste estilo, com o mais belo trabalho de talha dourada que existe em Portugal. A Igreja fazia parte do conventos dos Frades Observantes de S. Francisco e a sua construção foi incentivada pelo Papa Inocêncio IV, em 1244, no entanto só mais tarde é que foi mandada edificar, terminando a sua construção nos princípios do século XIV. Os frades Franciscanos estabeleceram-se no Porto no início do século XIII, tendo-lhes sido atribuído em 1233 um terreno para a construção da sua Igreja. Querelas com o bispo do Porto a respeito dos limites do couto e resistência das autoridades religiosas instaladas fizeram com que durante o século XIV as obras fossem sendo sucessivamente adiadas. A divergência obrigou à intervenção em 1244 do Papa Inocêncio V, que através da Bulla Doelentis accepimus confirma a posse do terreno à ordem Franciscana. Iniciou-se então a edificação das fundações www.facebook.com/jackpot.portugal

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do convento anexo e de uma igreja primitiva, mais modesta e de nave Ăşnica.

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JACKPOT Magazine - 38, 31 Mar 2013