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ANITA NA CEE Junho de 2000 (*), no culminar de um longo processo de seleção, a Anita foi convocada para uma entrevista com o Mr. Junot (nome fictício do tipo que ia ser seu chefe) no Conselho da União Europeia em Bruxelas. A viagem foi um terror. Não era a primeira viagem de avião da Anita, mas foi a primeira em que temeu pela vida, não só pelas vezes que o avião entrou numa espécie de hipotermia que o fazia abanar por todo lado, ou por aquelas em que parecia um autocarro a passar por cima de um enorme “polícia deitado”, mas principalmente pela passageira de trás, uma madame toda pipi e cheia de 9 horas, que foi perdendo a “pipice” e a “novehorísse” no decorrer da viagem atribulada, gritou o tempo todo histericamente e no final já parecia uma presidiária, toda desgrenhada, vociferando insultos à tripulação, apesar do marido tentar a todo custo controlá-la. Quando o avião finalmente aterrou e o piloto se dirigiu simpaticamente aos passageiros com as habituais palavras “senhoras e senhores, desejamos que tenham tido uma agradável viagem e esperamos tê-los de novo connosco brevemente”, a doidivanas simplesmente levantou-se, aproveitando-se de um momento de relax do marido, e gritou: “ O QUÊ?? A MIM NÃO ME APANHAS CÁ MAIS, SEU FILHO DA….” Quando chegou a Zaventem, a Anita percebeu que um dos seus sentidos não estava a funcionar. Por uns instantes, ainda pensou que aquele povo se comunicava entre si estranhamente através de uns extraterrestres ziiiiiiiiiiiiis e piiiiiiiiiiss, mas rapidamente se apercebeu que eram simplesmente os seus ouvidos. Tinha instruções para se dirigir ao balcão de informações onde alguém teria toda a informação para lhe fornecer, desde as reservas do hotel aos mapas da cidade e as credenciais para poder entrar no edifício do Conselho. Ah pois, vida de diplomata é assim! Não pagou um tusto, nem ela nem o Pedro que a acompanhava. O problema foi fazer-se entender em francês com a mademoiselle que a recebeu, pois como não se ouvia nem ouvia, a Anita gritava literalmente quando falava e teve ganas de esbofetear a mulher por falar tão baixo, quando na realidade ela falava normalmente. Valeu-lhe o seu Pedro que lá foi arranhando o francês com a funcionária para perceber as instruções e também para saber o que fazer com a mala dos dois, que tinha sido violentada e assaltada. Após a confusão da chegada, foi instalada num quarto de hotel parecido com umas confortáveis águas furtadas, com vista para a Grand Place, a magnífica praça central de Bruxelas onde tudo acontece. Tudo mesmo. Ponto. A Anita não pode explicar melhor o que viu acontecer lá.

Tinha o fim de semana para explorar a cidade e ambientar-se ao clima que supostamente seria murcho, enevoado e chuvoso, mas que se mostrava quente, seco e a rondar uns 30 graus.

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JACKPOT MAGAZINE O melhor do passado... HOJE! A cidade estava animadíssima no momento, por força de ser anfitriã, juntamente com a Holanda, do Euro 2000 e repleta de estrangeiros, cuja nacionalidade era denunciada pela cor das camisolas que vestiam. A Anita e o Pedro decidiram aderir à moda e foram comprar camisolas de Portugal. E foi vê-los sair pela porta da loja furiosos porque a funcionária primeiro olhou para a outra e, encolhendo os ombros perguntou “Pórtugale???” como quem diz “onde é que fica isso?” e logo e seguida lhes respondeu, em francês claro, “Portugal não temos, pode ser do Brasil?” “Ainda hás-de ouvir falar muito em nós!!” responderam enquanto se afastavam da loja. E ouviu. E ouviram. Ou Portugal não tivesse chegado às meias finais… O que vale é que a animação nas ruas era tanta que não dava para ficarem aborrecidos muito tempo. Além disso, havia chocolates por todo o lado. E todos deliciosos… Foi o que valeu à Anita porque a gastronomia belga é um desastre. Desde frango assado sem sal acompanhado por puré de maça aos mexilhões com batatas fritas, tudo foi pretexto para prometer a si própria um suculento cozido à portuguesa assim que desembarcasse no Francisco Sá Carneiro. À noite, muita bebedeira ornamentava as ruelas do centro, que de algum modo fazem lembrar uma mistura do Porto antigo com o Bairro Alto. "Esplanava-se" e dançava-se nos passeios por causa do calor. Muito U2. Muito Vaya com Dios. Muito Bom Jovi. O menino que faz xixi, conhecido por Manneken Pis, que nas alturas festivas é trajado com as mais diversas vestes, quando a Anita o viu, exibia quase que premonitoriamente uma camisola da seleção francesa. Passado o fim de semana, com muito passeio turístico e muita fominha à mistura, chegou o dia da entrevista no imponente Conselho da União Europeia. O nervosismo não se justificava. Depois de trocar duas palavras em francês com o porteiro, ele olhou-a com aquele brilhozinho nos olhos de quem está longe do que mais ama, e perguntou “é portuguesa, não é?” para logo a abraçar efusivamente assim que a Anita respondeu afirmativamente, com votos de boa sorte e felicidades, e encarregando-se de fazer companhia ao Pedro. Foi apenas uma conversa agradável em francês com o simpático Mr. Junot, que fazia muitas perguntas tipo “o que faria se…?” A Anita tem sempre a sensação quando está no estrangeiro que os portugueses são demasiado exigentes consigo próprios, tão exigentes como nunca ninguém vai ser com eles, de forma que nestas situações safamse sempre muito bem. E assim foi, passado sensivelmente um mês, lá estava a missiva “Temos o prazer de a informar que foi admitida como funcionária comunitária…. devendo apresentar-se ao serviço a 1 de Setembro de 2000.” E perguntam vocês: e tu não foste, Anita? Não. A Anita não foi porque apesar da lista extensa de regalias, quer para ela quer para a família, a Anita lembrou-se do olhar do porteiro e perguntou-se se valeria a pena trocar a felicidade pela comodidade, este jardim à beira mar plantado pela cosmopolita Bruxelas, a isenção de impostos a que teria direito pelo afago da mão da mãe e do pai. Mas principalmente e também, porque no Portugal dessa altura, o primeiro-ministro não mandava ninguém emigrar… (*) Apesar da crónica se situar em 2000, as músicas que referi eram todas das gerações permitidas. TÁ??

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YOUSSOU N’DOUR

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1986 1986… Foi o ano em que o “Greatest Love of all” “roubado” a George Benson ganhou outra vida na voz de Whitney Houston e se tornou um sucesso estrondoso. Enquanto isso, nesse mesmo ano, a célebre (ou será “O célebre”) “Nikita” estava longe “do outro lado da fronteira” e, por isso, ia partindo em pedacinhos o coração do nosso amigo Elton John que para lá não podia passar. “That´s What Friends Are For”, que surgiu neste ano em versão cover de “Dionne Warwick and Friends”, andava nas ruas a lembrar a importância da Ajuda Humanitária. Na companhia de Elton John e Stevie Wonder, Dionne Warwick espalhou a mensagem ao mundo que era urgente ajudar as pessoas portadoras do vírus de Sida. Muitas dos quais, neste caso, eram suas amigas pessoais. Os Simple Minds, contrariamente aos dias de hoje, na altura estavam bem “Alive and Kicking” e iam levando tudo á frente mas, mesmo assim, o “Sledgehammer” do Peter Gabriel era quem batia com mais força nas rádios. No seu álbum “True Blue”, Madonna deixava uma mensagem bem clara ao seu querido pai: “Papa Don´t Preach !!!” Vá-se lá saber porquê… Num ano musicalmente bem colorido, este de 86, quem detinha verdadeiramente as “True Colors” era a irreverente Cyndi Lauper; Dentro de uma paleta diferente, de cabelo colorido a vermelho, Mick Hucknall, líder dos “Simply Red”, trazia á vida a cinzenta “Holding Back The Years”, musica inspirada por eventos traumáticos que lhe aconteceram quando era apenas uma criança de 3 anos de idade. www.facebook.com/jackpot.portugal 7


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“Mike & the Mechanics” dizia que "All I Need Is a Miracle", e parece mesmo que o conseguiu com este tema que continua a ser um dos mais ouvidos de sempre. “The Bangles”, refletindo o estado de espirito de grande parte da população á segunda-feira de manhã (e não apenas o de uma mulher como nos diz a letra da musica), criou a “Maniac Monday”, “wishing it was still Sunday”. Era bom, era… Em relação aos “Berlin”, só vos digo o seguinte: Eles definitivamente não me “Take My Breath Way”, mas na altura tiraram-no a muita gente. Felizmente que ninguém morreu de falta de ar! Os “Dire Straits” continuavam felizes e contentes na sua “Walk of Life”, e os “Bon Jovi” acusavam uma jovem inocente de que “She Gived Love a Bad Name”. Injustamente, digo eu… Podia-vos falar de tantos outros, mas já não há espaço… Por isso deixo-vos um “Kiss” meu e outro do “Prince” (isto para as senhoras, porque “Kiss´s” para os homens, da minha parte, meus amigos…. just in “Your Wildest Dreams”, como diriam os “Moody Blues” Bye!

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“CHICLAS” Antes de mais, há que dar o nome correcto às coisas. Por isso, registem bem que, nas décadas de 80 e 90, as “chiclets” ou, se preferirem, pastilhas elásticas, eram conhecidas como “chiclas”. Percebido o título? Pronto. E é à conta das “chiclas” que nos levo até ao ano de 1982, o ano em que umas “chiclas” diferentes, supostamente vindas de Espanha, pelo nome, davam nas vistas em qualquer loja (mercearia), no meu caso, na loja do Sr. Eduardo, sita à Avenida Gomes Júnior, centro da Madalena. O que tinham elas de especial? O tamanho era diferente. Eram achatadas, para o fino, embora aparentemente maiores (à vista), da cor das outras, ou seja, cor-derosa, e tinham um invólucro completamente “avan’t garde”. Como se apresentavam estas “chiclas”? Bem, se não passaram por elas, imagino, irão fazer suposições menos interessantes, pelo menos para mim. (risos) É, é que estas “chiclas”, as “Nina”, vinham envoltas num papel especial, um papel que permitia que o recortássemos e que, conjugando-o com outro papel, de outras www.facebook.com/jackpot.portugal 9


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“chiclas”, das mesmas, pudéssemos vestir bonecas. Tal e qual! Eu não disse?! Eu não disse que iriam começar os pensamentos parvos, do género: “um rapaz de 12 anos a brincar com bonecas?!”. Pois. É verdade. Mas eram bonecas de papel. E aquilo de recortar e escolher roupas, também elas recortáveis, tornava-se giro, principalmente por não haver muito (de novo) para ocupar o tempo. E além disso, como todos os da minha idade, eu também apreciava mascar e mascar “chiclas”, neste caso, aquelas "chiclas". (tinham um sabor que, confesso, era tão marcante que já nem me lembro dele – risos) E pronto. Durante um ano, ou dois, lá se andava a comprar “chiclas” e mais “chiclas”, na procura de fazer a colecção dos modelitos que elas traziam como embrulho. Se se trocavam estes cromos de roupas? Talvez. Mas eu, eventualmente com vergonha, preferia gastar fortunas e comprar inúmeras, para evitar passar por essa (possível) humilhação. Ah! Alguém assume ter andado a recortar “Nina's”? (risos)

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“CHEERS... AQUELE BAR” Quem não se lembra?... Ai que saudades! Ultimamente tenho relembrado muito esta sitcom... Invadiu durante anos e anos e anos a televisão portuguesa. Era um sucesso a qualquer hora que desse: antes do telejornal das 20 horas ou no pico da madrugada para colmatar ausências de programação; todos gostavam, toda a gente via. Quantos não se lembram da música do genérico enquanto estão a ler a minha crónica desta semana?... Famosas caras "passaram" por lá, tanto como "residentes" a convidados. Ted Danson, Woody Harrelson, Kirstie Alley... Na imensa lista de actores participantes, foi o "Cheers" que os introduziu na ribalta. 11 temporadas de BRUTAL sucesso nos Estados Unidos. Não faria sentido não ser neste pequeno País que é o nosso. O Cheers era "aquele bar" - que todos nós temos na nossa vida, se pensarmos bem - onde paravam as personagens que ganhavam afinidade - ou não. O dono do bar, (Mr. Ted Danson) era o elo de ligação a outros intervenientes, desde os empregados - o "trengo" ( para ser simpática) menino Woody ( Woody Harrelson), ou a cómica Carla ( Rhea Perlman). Os clientes são os habituais - como o "Cheers" que todos temos na nossa vida - Norm e Cliff e o famoso psiquiatra Dr. Frasier, que teve tanto sucesso que deu direito a uma sitcom só para ele. A jovem e gira Kristie Alley surge a partir do segundo ano da exibição www.facebook.com/jackpot.portugal 13


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da série, para fazer par romântico com Ted Danson. Fazia um papel marcante, carismático, em permanente guerra (derretida) com o dono do bar, em picardias que faziam os espectadores esperançarem, episódio por episódio, ao ansiado beijo. Era "o par" das séries cómicas. E que par - a juventude ainda se mantinham em ambos os actores, não vale a pena falar deles actualmente... ( sorrisos) O Jackpot tem isto mesmo: cria saudades. E desta sitcom tenho especialmente muitas. Tantas... Deveria repetir- se nas nossas televisões... Gostaria da mesma forma como quando tinha 8 ou 9 anos? Ou será quer voltamos ao "nunca voltes ao lugar onde já foste feliz?"... Até lá, mato saudades da equipa na sitcom Becker, na AXN... Ou no "Cheers" da minha vida, o bar do sítio do costume. (sorrisos)

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OLIVIA NEWTON-JOHN Corria o ano de 1981 e nas telas das televisões de todos os adolescentes potenciais machos da altura corria incessantemente o video de uma miuda, que uns tempos atrás tinha dado nas vistas em Grease, ao lado de John Travolta. Claro que os meninos da altura nem se lembravam dela. Era um filme de gaja, com musica de gaja, e ainda por cima ela tinha um ar insosso que só visto! Mas bastou ela aparecer de fitinha na cabeça, com arzinho dengoso e uma coisa estranha vestida que nem era fato de banho nem fato de ballet, que já todos repararam nela. Não havia puto, e não puto, que não tivesse um poster dela no quarto, quanto mais não fosse às escondidas! Acompanhou certamente muitas noites de solidão, e todos tinham o desejo escondido de se transformarem num dos rapazes que também a acompanhavam no video. E por falar em video, deixame lá ir revê-lo... Ó caraças, então não é que agora vejo o video e aquilo está cheio de gajos musculados e em cuecas a fazer exercício? (passemos à frente a parte em que aparecem gordos suados e a rebolar, porque o meu imaginário não precisa de se lembrar de certas desgraças) Vou ter que mudar o rumo à minha crónica, ou se calhar não, porque não temos tempo e eu tenho que ir dar banho cão para apagar este fogo que agora surgiu ao rever este video, muitos anos depois!! Afinal a Olivia não preencheu o imaginário apenas dos meninos, ajudou muitas meninas também a suspirar e a revirar olhinhos. Mas ó Olivia, tu desculpa lá filha, os gajos gordos em cuecas, dispensavam-se!!! Já se me embrulhou outra vez o estômago todo! Isto todas as semanas não pode ser!!! Beijinhos, abraços e outras manifestações de carinho! Até para a semana!!! www.facebook.com/jackpot.portugal 15


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"FASHION ADDICTED..." Perdoem a minha veia de poliglota, semana passada foi o francês, esta semana é o Inglês, mas desde que um “senhor” me deu o concelho de emigrar que tenho andado a treinar… quiçá para a semana será alemão. (risos). Falando do que realmente interessa vamos falar de moda e admito que me sinto muito indignada. Sim, indignada, porque ninguém me avisou que aquelas calcinhas justas chamadas leggins e aqueles cintos elásticos entre muitas outras peças ir iam voltar a estar na moda. Se alguém me tivesse avisado eu teria guardado tudo isso no baú e hoje não precisava de gastar euros com a moda afinal estamos em crise. Quem diria que afinal aquelas fotos de roupas estranhas que geralmente tentamos esconder voltaram a estar na moda (risos), será que vai acontecer o mesmo com os penteados? Será que amanhã volta a moda da “palinha” cheia de laca e quanto mais alta melhor? Na verdade quem usava certos penteados temos de admitir que era um artistas… Sim, não era nada fácil fazer aquelas coisas com o cabelo e conseguir passar o dia todo direitinho. (risos) Já sei que me vão perguntar “o que tem a moda haver com desenhos animados?”. Hmmmm na verdade nada mas se eu falar em leggins e roupas justinhas vem me sempre alguém à cabeça... Esse alguém é o meu querido Spiderman… www.facebook.com/jackpot.portugal 17


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♪♪♬Spiderman… ♪Spiderman… ♪turu turuuu ♬♪♩(risos) Nunca descobri o que me atraia mais naquele homem, seria o seu fatinho colado ao corpo? O seu ar de repórter tímido? Ou aquela coisa de saltar arranha-céus e saírem umas teias dos “pulsos”? Bem a verdade é que era um super herói… É difícil resistir a um super heróis de leggins (risos). Houve um momento na minha vida que pensei em ir para jornalista. Sonhava que encontrava o meu Peter Parker (sonhos de teenager). Ainda bem que não fui que com a sorte que eu tenho encontrava um Peter que ate usava leggins e quem sabe mais alguma coisa tipo lingerie (dizem que é grande moda). (risos) Acho que deve haver pouca gente que não saiba a história do Spiderman, quer seja no inicio da década de 60 nas histórias aos quadradinhos, em 1979 quando estreou na RTP na versão original com legendas em português (bons tempos se fosse hoje em dia com a crise não tínhamos legendas) ou nos dias de hoje com o filme “O Fantástico Homem-Aranha” lançado a 3 de Julho nos Estados Unidos. A verdade é que os super-heróis são intemporais, para recordar partilho convosco a música do Spiderman versão 60’s. Recordar o passado é bom mas criar novas recordações ainda é melhor. Vamos criar novas recordações para o amanhã, sendo felizes hoje. Até à semana.

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"... EM 1970" Algo estranho, este ano de 1970. Recuando na memória (e apoiando-me em enciclopédias e na Wikipédia, que a idade não perdoa - o PI, dirão vocês), até parece que não aconteceu nada de importante no mundo. Mas aconteceu… A mim, pelo menos, aconteceu. Mas já lá iremos. A verdade é que o ano se pode resumir ao nascimento de gente que nunca tinha cá estado, e à morte de outros tantos que ainda não tinham morrido. Descansem que não vou ser maçador ao ponto de vos falar de todos. Comecemos pelos que bateram a caçoleta. Referirei apenas alguns, porque sim… e porque os outros também já não se chateiam: - Logo em Abril “morreram” os Beatles. Eu sei que eles são imortais mas esta, na altura, foi uma péssima notícia para o mundo; - Em finais de Julho morreu Salazar, para tristeza de alguns e alegria de muitos. Ou seria ao contrário? - Nos inícios de Outubro faleceu a “maluca” da Janis Joplin. Não sei se, no céu, lhe deram o tal Mercedes Benz ou se teve que se contentar com a “color TV”. E pronto, passemos aos debutantes cá no burgo: - Para começar bem o ano, logo no início de Janeiro nasceu Lara Fabian. Consta-se que não chorou e que se lamentou logo para a mãe: “Je suis malade”… Mas depois levou uma palmada e tudo voltou ao normal. - Logo a seguir, em Março, nasceu a Mariah Carrey. E a primeira coisa www.facebook.com/jackpot.portugal 19


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que fez foi dar ordens ao parteiro (sim, acho que era um homem): “Touch my body, touch my body”. Malandreca… - Que me perdoem os outros recém-nascidos (Queen e MRPP incluídos) mas não podia deixar de lembrar o nascimento, em 24 de Junho, de Bernardo Sassetti. RIP. Mais ou menos por esta altura, em meados de Junho, a minha carreira na Escola Primária conheceu o seu epílogo, com o exame da 4ª classe. Não é para me gabar mas eu era muito bom aluno. O melhor da sala, dizia-se. Ora, durante a prova escrita, o meu rascunho correu a sala toda. Disfarçadamente, esperava eu, o papel passou quase todas as mãos e aquilo foi copiar até dizer chega. O azar de alguns é que nem copiar sabiam… Até aqui tudo bem. Eis senão quando, na altura em que fui entregar a minha prova e me dirigia de volta ao meu lugar, uma voz fininha proclama lá do fundo, alto e bom som: “Ó Maurício, pega o teu rascunho!” Cheio de medo das represálias dos professores, peguei no papel e sentei-me, vermelho como um pimento. Mas os professores não se aperceberam, ou fingiram não se aperceber e a coisa ficou por ali. Bem, ficar, ficar… não ficou. Eu fiquei com o meu rascunho mas, em contrapartida, o Lopes ficou sem alguns dentes… É que, já diz o povo, ser bom não é ser morcom!.. Já agora, para aumentar a vossa cultura geral, sempre vos digo que, em 11 de Julho, a Porto-Riquenha Marisol Malaret foi aclamada Miss Universo. As coisas que eu sei… Beijos e abraços e até para a semana.

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“PICA KITADO” No ciclo preparatório, já que ainda não se estava muito virado para questões mais “lúdicas”, como por exemplo: "tirar uns troços", havia que arranjar maneiras de ocupar os intervalos ou os “furos” que os professores, do alto da sua benevolência, por vezes nos proporcionavam. E, entre o futebol, trinca-cevada e as vulgares “caçadinhas”, havia uma altura em que nos empenhávamos em conseguir ser os melhores em algo, algo que nos permitisse ser vistos pelos demais como “bons naquilo”. E o “naquilo”, para que as mentes parem de “fazer filmes” de outro quilate, na verdade, era jogar ao berlinde ou ao pica. (se não era pica, usava-se um prego, e dos grandes!) Resumidamente, arranjava-se uma parcela de terreno em terra, dura, mas sem ser de gravilha, de preferência, reunia-se uns 5 ou 6 "viciados" e… Toca a “picar”! Mas não eram uns "picos" quaisquer, nada disso! Eram "picos" uns a seguir aos outros, permitindo que, sempre que o prego (pica) se enterrasse (parem lá com isso! – risos), prosseguíssemos a nossa prova, fazendo autênticas “obras rupestres” no chão, de maneira a conseguir a maior parcela de terreno, a qual, como se percebe, dava a vitória. Ou melhor, importante, importante, era bloquear o jogo aos www.facebook.com/jackpot.portugal 21


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adversários, graças à estratégia de desenho, espetadela a espetadela. (acho que a minha memória está com algumas dúvidas, mas era por aí, penso eu “de que”… risos) Claro que, dia sim, dia sim, treinava-se à porta de casa e, melhor ainda, havia sempre o engendrar de tácticas evoluidíssimas, para se conseguir os melhores “picas”, os tais pregos galeota comprados na drogaria ao quilo que acabavam “kitados”. Como? Bem, aqui é que está o “pecado”! É que, no meu caso, por morar muito perto de uma linha férrea, afinava os pregos nos carris do comboio. Sim, punha os galeota em cima dos carris, esperava que um comboio passasse e, depois, ia apanhá-los ao meio do cascalho, ainda quentinhos. Que aventura! É, certo de que o tanto tempo que passou me permite acenar com uma eventual prescrição judicial, resta, em minha defesa, alegar que, de cada vez que coloquei um prego em cima de um carril, rezei – e muito. – para que o comboio não descarrilasse. E vi com os meus olhos que nenhum descarrilou, merecendo, por isso, absolvição. (risos)

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Regresso aos 18 anos e à idade de todos os possíveis... estamos em 1982, o ano em que – não por boas razões – tantos de nós ouvimos pela primeira vez falar nas Malvinas, em que o Padre KROHN tentou assassinar JOÃO PAULO II (e logo em Fátima!) e em que talvez o melhor “escrete” de sempre, em que todos apostávamos para ganhar, foi arredado do Campeonato do Mundo pela Itália, que se sagraria campeã. Talvez não saibam que foi também no ano de “E.T.” que se estrearam os ‘emoticons’, tão em voga nos nossos dias... :-)! Conhecera a sua música uns 2 anos antes, numa discoteca lisboeta, mas admito que, mais virado para a ‘new wave’ - a minha coqueluche de então –, desconfiava ainda deste mocinho, cujo álbum anterior era mais, talvez demais, ‘disco’... mas um tele-disco (‘videoclip’, p’rós mais novos), que mais parecia um filme haveria de mudar tudo – é verdade, ele tinha que passar pela PLATINA: ‘ladies and gentlemen’... “Thriller”, de MICHAEL JACKSON! Glosando o estilo do HÉLDER, meu comparsa de escritos nesta página, apetece-me dizer que a sua abertura “começaria mesmo qualquer coisa”, pois é com o ritmo ‘funk’, inapelavelmente dançável, de “Wanna Be Startin’ Somethin’” que arrancam o disco e também o “percurso” daquele que se tornaria no álbum mais vendido de sempre. Como essa, outras faixas aparecem ainda eivadas do ‘disco’ que caracterizara “Off The Wall”, 3 anos antes: é o caso de “Baby be Mine” (uma das 2 de que não resultaria um ‘single’ – foram 7... em 9, e todos atingiram o Top 10 da Billboard!) e de “P. Y. T.(Pretty Young www.facebook.com/jackpot.portugal 25


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Thing)”; e se os meus pés reagiam imediatamente à anterior, estas duas músicas, devo confessá-lo, ainda deixavam um tanto cépticos os meus ouvidos, então mais familiarizados com os sintetizadores de DURAN DURAN e afins... Mas “Thriller” tem um pouco de tudo (ou de muito, pelo menos), em doses suficientes para, pelo menos aqui ou ali, agradar a todos; por isso, também é feito de baladas, como “The Girl is Mine”, numa parceria com PAUL McCARTNEY que me evoca sempre o “Ebony and Ivory”, no dueto que este protagonizara com STEVIE WONDER nesse mesmo ano; e no mesmo registo ‘soft’ e intimista surgem “Human Nature”, com os seus coros angelicais e abundante recheio de sintetizadores, e “The Lady in My Life” (o outro tema que não teve honras de ‘single’). No “corpo central” do disco, quiçá não por acaso, estão as suas três ‘monster-tracks’: o ‘funk/disco’ da faixa-título, hoje indissociável do tal tele-disco, onde MICHAEL JACKSON me impressionava mais como um quase ‘Nosferatu’, imediatamente antes da transformação total em lobisomem, mas os ‘zombies’ chegavam a divertir-me na inesquecível coreografia do tema; o duelo de gangues ‘à la’ “West Side Story” de “Beat It”, que é, afinal, ganho pelo ‘rock’ de MICHAEL e da guitarra de... VAN HALEN; e ainda o ‘dance’ de “Billie Jean”, que revolucionaria a MTV e com que JACKSON, mesmo negando ser “o pai da criança”, haveria de fazer nascer o ‘moonwalk’. Memórias dum tempo em que o artista parecia, à guisa de JAMES BROWN, afirmar ‘I’m Black and I’m Proud’ (e como que o repetiria em “Black or White”), para vir, afinal, a ser coroado um “Rei da Pop”... branco (desce o pano, fechando-se a cena ao som do ‘muáááááh...aaah...aaah... aahhh’ de VINCENT PRICE no próprio... ‘Thriller’)! Até p’rá semana!

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Esta semana trago-vos um filme que me marcou a nível pessoal e por isso mesmo dedico-o ao meu Pai e a todos os que combateram na Guerra do Ultramar. O Resgate do Soldado Ryan – 1998 A história passa-se durante a Segunda Guerra Mundial, começando com o desembarque de soldados americanos na Normandia no Dia D, na Praia de Omaha, como parte da operação para libertar a França ocupada pelos Alemães. A primeira meia hora de filme mais intensa e real de sempre, tanto que me fez sair da sala de cinema e só voltar quando terminou. Após o ataque, descobre-se que três dos quatro irmãos Ryan morreram em combate. Ao capitão John Miller (Tom Hanks) e seus homens é designada a missão de resgatar o último filho, James Francis Ryan, que era parte do pelotão de paraquedistas que caiu no lugar errado, podendo estar em qualquer lugar da França. O soldado Ryan (Matt Damon) era um paraquedista altamente treinado para combater, mas acima de tudo para defender pontos e objcetivos estratégicos, como pontes, estradas, vilas e aldeias. Depois de vários contra-tempos, a unidade do capitão Miller finalmente encontra Ryan vivo, junto com seus companheiros paraquedistas sobreviventes. Mesmo depois de ser informado da morte dos irmãos, Ryan recusa-se a abandonar seu posto e o www.facebook.com/jackpot.portugal 27


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personagem de Tom Hanks vê-se obrigado a escolher entre partir com a missão incompleta ou ficar e ajudar os paraquedistas a guardar uma ponte frente a um iminente ataque alemão. O capitão Miller decide então ficar e assume o comando da defesa. Horas depois eles estariam sob pesado ataque de vários blindados alemães e de 50 soldados de infantaria. Na batalha que se seguiu, os soldados de Miller conseguem impor pesadas baixas ao inimigo mas a um custo muito alto, boa parte dos paraquedistas e vários Rangers do Capitão Miller foram mortos. Miller ordena então que os sobreviventes recuem para a ponte e enquanto ele se preparava para explodi-la, acaba ferido por um alemão. Frente a inevitavel derrota e morte, o Capitão Miller pega na sua pistola e começa a atirar contra um tanque alemão que tentava atravessar a ponte mas um avião acaba por destruir o blindado e, depois da chegada de reforços americanos, os alemães batem em retirada. Ryan vai ter com Miller que está prestes a morrer e ai ele profere as suas últimas palavras: "James... earn this. Earn it." ("Faça por merecer.") Além de Tom Hanks e Matt Damon podemos encontrar no elenco nomes como Vin Diesel, Ted Danson, Barry Pepper, Tom Sizemore, Edward Burns, Adam Goldberg, entre outros. Fiquem também a saber que esteve nomeado para 11 Óscares da Academia e arrecada 5, um deles para Steven Spielberg para Melhor Realizador e que “Tu Es Partout” de Édith Piaf faz parte da banda sonora. Para todos os que como eu se emocionaram com aquela primeira meia hora, digo-vos palavras do meu Pai:” É mesmo assim, Spielberg não exagerou. Só quem lá está sabe como é um cenário de guerra”! Let´s look at a trailer...

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“A UNIÃO EUROPEIA” No dia em que o Comité Nobel anunciou a atribuição do Prémio Nobel da Paz à União Europeia, não podia deixar passar esta oportunidade sem vos “falar” um pouco desta instituição cuja história se cruza, a partir de 1986, com a nossa própria história. Mas, como estou limitada às décadas de 70, 80 e 90, vou ter de adaptar uns truques cinematográficos a esta crónica que terá, portanto, momentos de “flashback” e “flashforward”. Espero não ser censurada por isso… Recuemos a 1957… A assinatura do Tratado de Roma instituiu a União Europeia (inicialmente designada por Comunidade Económica Europeia). Nascida da vontade de afirmar, de novo, o papel político e económico da Europa, num contexto de crescente bipolarização em que se afirmavam duas potências com ideologias e modelos políticoeconómicos antagónicos (E.U.A. e U.R.S.S.), a União Europeia tem vindo a consolidar-se quer pela integração de novos Estadosmembros, quer pelo aprofundamento do seu projecto económico e político. A 1 de Janeiro de 1986, após um longo processo de negociações, Portugal tornou-se membro de pleno direito da União Europeia (U.E.), facto que constituiu um ponto de viragem essencial no rumo do nosso país, com implicações de natureza política, económica, social e cultural. A nível político, a integração facilitou a consolidação das www.facebook.com/jackpot.portugal 29


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instituições democráticas em Portugal. Mas as transformações mais visíveis operaram-se a nível económico. Nos anos seguintes à entrada na U.E., o impacto dos fundos comunitários e a melhoria da conjuntura internacional permitiu a Portugal encetar um processo de modernização que transformou, por completo, o quadro económico do país. Porém, a integração e a consequente abertura ao exterior trouxe consigo novos desafios. Ao partilhar um espaço económico comum a 26 outros países europeus, integrando um vasto mercado de cerca de 500 milhões de pessoas que oferece inúmeras oportunidades mas que, simultaneamente, é altamente competitivo, Portugal não tem sido capaz de fazer face à enorme concorrência e afirmar-se no espaço comunitário devido à perda de competitividade da sua economia, tendência que se tem acentuado nos últimos anos. Ao atribuir o Prémio Nobel da Paz à União Europeia, o Comité Nobel pretendeu enaltecer o contributo que aquela instituição deu para a reconciliação entre os países e a consolidação da democracia e da paz na Europa do após II Guerra Mundial, afirmou o presidente do comité, Thorbjoern Jagland. E fá-lo num momento em que a U.E. enfrenta, talvez, a maior crise da sua história, aparentemente incapaz de apresentar soluções para as graves dificuldades económicas e uma considerável convulsão social que afecta, em particular, a Europa do sul. Apesar disso, neste dia 12 de Outubro de 2012, termino esta crónica, renovando a minha esperança numa Europa verdadeiramente unida que não esqueça a sua condição e o objectivo fundamental que traçou para si própria, “uma união cada vez mais estreita” dos povos europeus.

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“MÉDICOS E ENFERMEIRAS” Brincar aos médicos e às enfermeiras, lá para os 4 e 5 anos de idade, era um passatempo interessantíssimo. E, acredito, muito mais intenso do que qualquer vídeo-jogo do presente. E interessantíssimo, principalmente, quando se era o “doente”, naquelas encenações sem grande produção ou diálogos. Era giro. (ponto) Quem não levou “picadas de enfermeira”, numa época, anos 70, em que não existiam os “kit’s” de enfermagem que se vendem nos hipermercados “infantis” dos dias de hoje? Quem não “rezou” para ter a sorte de ser “tratado” pela “enfermeira” mais bonita do grupo de amigos pré-escolares? Quem não teatralizou – e muito. – para arranjar maneira de trocar as “caçadinhas” por um “hospital” improvisado, fosse num quarto, numa sala, ou num outro local qualquer, só para poder brincar a este “jogo de sedução” inocente? É, ser-se o médico, na outra perspectiva da “coisa”, também era interessante, principalmente quando podíamos ser nós a escolher as “doentes” e ministrar-lhes a melhor terapia: um beijo nos lábios, idêntico aos que víramos na rua ou num filme qualquer. Naquela infância, no meu caso, vivida numa ama, a Dª Joaquina, estes momentos era marcantes, ao ponto de serem relembrados num "para sempre", mas sem malícia, porque a paixão não escolhe idades, tem é definições diferentes. www.facebook.com/jackpot.portugal 31


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PRAIA DO CASTELO DO QUEIJO Tenho boas memórias e recordações desta praia, que me faz lembrar os meus "nossos" tempos de Infância. Praia localizada junto ao Forte de São Francisco Xavier. Junto à água é bastante rochosa e por isso muito procurada para a pesca desportiva. A praia não é vigiada, nem tem muitas infraestruturas de apoio, mas vale pela paisagem. SAUDADES...

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JaclKpot Magazine - 14, 14 Out 2012  

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