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Como facilmente se percebe, e porque é um marco incontornável, principalmente das décadas de 70 e 80, esta semana optamos por destacar a imagem de um quadro que marcou presença em muitas casas Portuguesas, e não só. Quem teve o "Chorão", como é conhecido, no quarto, na sala de estar, no hall, no corredor...? Goste-se mais ou menos da imagem, entendemos que ela merece ser destacada, já que se trata de um dos mais emblemáticos objectos e imagens desses outros tempos, os nossos. Alguém ainda tem o quadro? www.facebook.com/jackpot.portugal 2


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RESULTADOS DA PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA NO EURO como no jackpot não abordamos directamente o presente, embora estejamos instalados confortavelmente nele, entendemos trocar o nosso vaticínio para os jogos do Europeu de Futebol por uma "raspadinha" RASPE BEM... E VEJA SE GANHOU

(EVITE ESTRAGAR O MONITOR DO SEU COMPUTADOR, CORTANDO E LIMANDO AS UNHAS QUE USARÁ PARA RASPAR) www.facebook.com/jackpot.portugal 3


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VIVA PORTUGAL!

FIZEMOS COLECÇÃO DE CROMOS DA NOSSA SELECÇÃO

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OS LIVROS DA ANITA

2ªs Feiras com ANA DUARTE

Corria o mês de Junho de 1996 e para a Anita era apenas mais um dia de trabalho, mas a maioria dos portugueses aguardava expectante. Nesse dia, Portugal jogaria contra a Turquia, na primeira fase do Euro 1996. Vinda sabe-se lá de onde, a Anita dirigia-se para a Zona Industrial do Porto, ao volante da sua Ford Atlanta de serviço, bastante castigada em quilómetros por um antigo colega. Mesmo ali por detrás do Foco, na VCI, sentido sul-norte, eis que a mulita decide começar a soluçar e desata a fumegar, ao ponto da Anita não conseguir ver um palmo à frente do nariz e ser obrigada a parar. Saiu da viatura e o panorama do lado de fora não era mais animador. Debaixo do capôt saiam nuvens e nuvens de fumo, como que a anunciar incêndio, senão explosão, eminente. Preocupada e sem saber o que fazer, a Anita ligou ao colega da Sede que trata da gestão das viaturas de serviço e tentou explicar-lhe o problema do ponto de vista feminino, tendo sido instruída a abandonar a viatura de imediato, colocar o triângulo, e esperar na berma, que ele mandaria um reboque o mais urgente possível. E frisou que em caso algum a Anita deveria voltar à viatura, devido à possibilidade de uma tragédia acontecer. É que fica muito mais barato a uma seguradora pagar uma perda total de uma viatura do que um seguro de vida de uma pessoa. A Anita, mocinha bem mandada, seguiu à risca as instruções do colega e ficou à espera na berma da VCI, de costas para o edifício do Foco, com a viatura literalmente estacionada na faixa do meio, e uma grande fila de trânsito a formar-se. O pessoal, irritado por ir chegar atrasado ao jogo, mandava-lhe bocas tipo “Devias era ficar em casa a lavar a loiça!....”, “Onde é que tiraste a carta?? Não te ensinaram que não se estaciona no meio da rua??” e outros não admitidos numa página séria como é o Jackpot, aos quais a Anita ía respondendo com um manguito. Então mas isto admite-se? Estava uma pessoa em apuros e ainda tinha que ouvir aquilo? A Anita nem sonhava que Portugal jogava e mesmo que sonhasse, isso não tinha importância nenhuma para ela, comparado com o compromisso a que ía faltar por causa daquele contratempo. www.facebook.com/jackpot.portugal 5


JACKPOT MAGAZINE O melhor do passado... HOJE! Eis que ao longe, avista um agente da polícia que se dirigia ao seu encontro de mota, adiante designado por Agent J e já vão perceber porquê. Fisicamente imponente, o Agent J estaciona a mota e dirige-se à Anita: - Então, o que é que lhe acontexeu, menina? A Anita lá explicou o sucedido, ao que o Agent J replicou: - Maj a menina não pode deixar o carro no meio da rua, valha-me Deuj! Então, olhe só a fila de trânjito que se está a formar… A Anita respondeu-lhe: - Sr. Agente, tenho 2 filhos para criar e o meu colega foi bem claro. Não devo entrar no carro de modo algum, porque aquilo pode explodir. Já foi chamado o reboque e tenho que aguardar. - Maj tem que tirar dali o carro, valha-me Deuj… - Olhe, Sr Agente, eu não vou. Mas se quiser tirar o Sr Agente, aqui tem a chave… O agente estava nervoso e começavam a ser visíveis umas gotas de suor na testa e na parte superior dos lábios. Respondeu: - Então eu é que vou tirar o carro?? Eu não poxo abandonar a moto! Além dixo, o meu comandante mandou-me para aqui para a proteger, por causa dos axaltos que tem havido nesta jona, e xó estou autorijado a deixá-la quando alguém a vier buscar e a viatura já tiver xido levada pelo reboque. A Anita estava a achar aquilo estranho e apressou-se a perguntar como é que o comandante sabia que ela estava ali, ao que o agente lhe respondeu que a polícia dispunha de uma ligação às câmaras de trânsito, para agir nestes casos. O Agente acrescentou, cabisbaixo, olhando na direcção sul tentando avistar o desejado reboque, e estalando a língua: - Logo hoje que ía ver o jogo, caraxas. A Anita olhou para ele e levantou a sobrancelha, pressentindo que ele estava ali mesmo obrigado e mortinho para se despachar. - Mas que jogo? – perguntou ela. O agente pareceu um bocado comprometido e explicou-lhe que Portugal ía jogar contra a Turquia. De repente, consciente de estar a fazer algo que provavelmente não devia, mas a que o seu lado de adepto fervoroso não resistiu, começa a tirar o capacete da cabeça e diz à Anita: - Xegure-me aqui. E não xaia de ao pé da mota!… espere aqui por mim que vou estaxionar o carro na berma num xítio onde não estorve e volto já. E lá foi ele. E desapareceu no horizonte da VCI, à procura de um sítio onde pudesse estacionar o carro na berma sem estorvar, o que realmente deve ter sido difícil. Quando deu por si, a Anita tomou consciência que estava de saia cor-de-rosa e blusa branca, saltos altos e toda pipi, com um capacete de polícia debaixo do braço e ao lado de uma moto da polícia, o que deve ter parecido estranho e caricato à maioria dos automobilistas que ali passavam e que continuavam a mandar bocas, mas mais suaves, tipo “Sra Agente, esqueceu-se da farda!” ou “O que é que fizeste ao bófia?” etc etc. O Agente J nunca mais voltava e a Anita começou a estranhar e a pensar para si própria “Que raio! Mas onde é que o homem foi estacionar o carro??” Ainda lhe passou pela cabeça que ele lhe tivesse levado o carro para ir ver o jogo, ou que se calhar era um polícia disfarçado que www.facebook.com/jackpot.portugal 6


JACKPOT MAGAZINE O melhor do passado... HOJE! tinha acabado de lhe roubar a carrinha, mas como ela ficou com a moto e o capacete, perdeu logo essa ideia doida, e já de si estranha. Ser assaltada por um polícia de mota havia de ser uma coisa difícil de explicar. Finalmente, lá avistou o agente a caminhar na sua direcção, custoso e cansado, provavelmente, pelo arrasto dos seus cento e alguns quilos, numa tarde de calor pela VCI. - Então o reboque? – perguntou ele, ainda a uns 10 metros de distância da Anita, tal era a ânsia. - Ainda não chegou. Com este trânsito…! – respondeu a Anita. O Agente J olhou para ela de soslaio como que a lembrá-la que o trânsito tinha sido provocado pelo facto de ela ter estacionado o carro no meio da rua, mas nada disse. Apenas olhava para o relógio de minuto a minuto. - E depois ainda tenho que esperar pelo meu marido, que me vem buscar – acrescentou a Anita – mas o Sr Agente pode ir embora se quiser que eu fico bem. - Não poxo, menina! – respondeu ele, já exasperado – Já lhe disse que xó quando o carro e a menina estiverem despachados, é que poxo sair daqui. A Anita ficou com pena dele, que estava cada vez mais vermelho e transpirado e disse-lhe: - Não se preocupe Sr Agente, o meu marido não deve demorar. – e decidida a acalmar o homem, perguntou – O Sr Agente de onde é? Ele olhou para a Anita e respondeu curto, parecendo não querer entrar em diálogo: - Rejende! - Resende, bela terra! – exclamou a Anita, que nunca lá tinha postos os pés. O Agente olhou para ela visivelmente mais satisfeito e perguntou-lhe: - Conhece? - Então não conheço!? A minha mãe é de Armamar – respondeu a Anita esperando que Resende e Armamar fossem pelo menos em distritos vizinhos. Por sorte, Resende pertence tal como Armamar ao distrito de Viseu e a partir dali, o Agente J pareceu esquecer-se do jogo que estava quase a perder e de tudo o mais e falou pelos cotovelos, enquanto a Anita pensava para si própria que o homem já não morria de ataque cardíaco desta vez. Quando o reboque e o marido chegaram, ele até pareceu ficar com pena de ter que se ir embora e já sorria e tudo. E despediu-se sorridente da Anita: - Vá… porte-xe bem! E não me abandone mais carros no meio da estrada. E cumprimentos à xua mãejinha que é de uma boa terra também! A Anita lembrou-se um dia destes do agente J, por causa do actual campeonato e resolveu dedicar-lhe esta crónica, com a seguinte mensagem: Agente J, se me está a ouvir ou a ler, bem haja por me ter protegido. Espero que tenha chegado a tempo de assistir pelo menos ao golaço do Fernando Couto aos 66 minutos e vê?... nem tudo na vida é futebol!

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OS NOSSOS SARRABISCOS Nテグ PARAM DE SURPREENDER

TODOS OS DIAS NO JACKPOT

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QUINQUILHARIA

2ªs Feiras com EDUARDO CARVALHO

Neste mês de Junho o tempo não é dos melhores. Lembro-me que há uns anos por esta altura do ano já fazia calor e logo pela manhã abriam-se as janelas e respirava-mos o ar da primavera… A ver vamos como isto corre. Corremos o risco de comer as sardinhas no S. João à chuva! Por falar em janelas lembrei-me de algo interessante e que atualmente invade as nossas casas e não só! Sistema operativo Windows. Parece-vos bem? A esta altura estamos todos a imaginar o quanto teríamos ganho se fosse qualquer um de nós a inventá-lo! Mas os louvores e tudo o que pode estar à volta deles pertencem a um senhor de nome Bill Gates! www.facebook.com/jackpot.portugal 9


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Que podia ter chamado ao sistema operativo Microsoft Gates mas não!!!! (risos). Foi mesmo mexer com as janelas de milhões de pessoas! A Microsoft começou a desenvolver o Windows por volta de 1981. No entanto só nos anos noventa é que o Windows é considerado um sistema operativo de raiz porque até lá a maior parte das execuções eram feitas em MS-DOS. Até hoje as versões foram sendo atualizadas e todos nós ajudamos o Bill Gates a ser considerado o homem mais rico do Mundo! Verdade seja dita. É o revolucionário do computador portátil. Sempre se discutiu um pouco a fiabilidade deste produto principalmente por causa de problemas relacionados com erros e performance. Há quem não o use atualmente e prefira explorar um Linux ou até mesmo o sistema da Apple. No panorama económico a empresa Microsoft continua com um sucesso enorme, sendo que o fundador Bill Gates só se dedica um dia por semana à empresa estando envolvido noutros projetos! Cheira-me que só la vai para criar uns “bugs” para o pessoal comprar as versões mais actuais do Windows! Só para chatear e ganhar mais uns trocos (risos) Mas acabo por dar mérito a este sistema porque proporcionou de forma simples o uso de computadores pessoais em todo o planeta!

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PLAY

2ªs Feiras com PAULO TERRÃO "Músicos de rua ou apenas MUSICOS"

Hoje não vou escrever sobre algum cantor ou cantora conhecidos do grande publico, prefiro escrever sobre os chamados "músicos do mundo", aqueles que por variados motivos preferem mostrar a sua arte na rua. Uns por motivos financeiros, outros por ousadia e aventura, uns melhores do que outros, mas no fundo com uma característica comum e fantástica, poderíamos mesmo chamá-los de "sem vergonha", no sentido positivo do termo. E quantos não começaram assim, e tiveram a sorte de um dia alguém reparar que ali havia algo de diferente? E quantos poderiam um dia ter essa sorte e não a tiveram? Confesso que nas viagens que fiz a Londres e Paris, há uns anos, para além da vertente turistica dessas duas cidades, o que mais me fascinava era "ganhar" mil minutos a observar e ouvir essas pessoas que actuam na rua. E vi desde o simples mendigo que mal arranhava a guitarra, a bandas que poderiam perfeitamente actuar em grandes palcos! www.facebook.com/jackpot.portugal 11


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E vi pessoas que assistiam como eu, e não imaginavam que o palco desses músicos é ali mesmo, na rua! É ali que eles sentem a liberdade e completa ausência de pressão de um qualquer "sistema" idiota mas real, que castra a imaginação e criatividade. Ali eles não têm ordens, nem alinhamentos...toca-se por iniciativa, cria-se o que surgir na altura, e se têm sorte, no mínimo ganham o que precisam para o sustento...do dia.... Sugiro três filmes que abordam este assunto e que são fabulosos pelo seu conteúdo (a meu ver): "THE SOLOIST" e "AUGUST RUSH"e "ONCE"...vejam estes três filmes e vão compreender melhor a razão disto que escrevo hoje. Eu nunca tive essa ousadia, mas confesso que já pensei nisso...nessa aventura...não pelos trocos, nem na esperança que aparecesse o tal fulano importante, mas para oferecer algo em liberdade, dar apenas por dar. Um dia chego lá! Fiquem com este vídeo que nos dá uma ideia base: Há muita criatividade camuflada nas ruas, enquanto há pouca criatividade no "sistema". Bem mereciam alguns ter a sorte que outros esbanjaram...porque a maior parte destes MUSICOS nunca pisou sequer um estúdio de gravação! Desfrutem, sintam o prazer que estas pessoas sentem, porque "CÁ FORA" podemos ainda perder um bocado as regras, seguir em frente ou ficar ali, sem ninguém no comando...aqui quem comanda é a simples ARTE DA MUSICA! Cumprimentos para todos! E libertem-se cá fora, mesmo que não sejam músicos...Este "cá fora" pode ser interpretado por cada um da maneira que bem entender! www.facebook.com/jackpot.portugal 12


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HÁ GRANDES DIFERENÇAS ENTRE O "ONTEM" E O "HOJE", INCLUSIVE JUNTO DAQUELES QUE, POR SEREM FAMOSOS, TENTAM DE TUDO PARA MANTER A IMAGEM COM QUE SE DESTACARAM NO MUNDO.

Vítor

Espadinha

QUEM É QUEM?

Denzel Washington / Iggy Pop www.facebook.com/jackpot.portugal 13


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ALGUM DESTES LP's VOS PASSOU PELAS MÃOS?

AINDA TÊM DISCOS EM VINIL? E TÊM ÁLBUNS, SINGLES OU MAXI-SINGLES? www.facebook.com/jackpot.portugal 14


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NAIF

3ªs Feiras com DIAMATINO LEITE "Porto de chegada, Porto de encontro"

Quando em 1988 cheguei ao Porto, levava comigo um saco de viagem que todas as semanas fazia a viagem entre Marco de Canaveses e a Capital do Norte. A semana era passada na Invicta e o fim-de-semana na terrinha… Era assim e, ainda continua a ser para milhares de estudantes que procuram nas faculdades Portuenses um diploma que lhes garanta um futuro melhor. Muitos, tal como eu, ficam pelo caminho. Perdidos nas encruzilhadas da vida e encantados por uma vida mais fácil.

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Para mim a perdição foi a Radio e a Noite… Foi nessa altura que comecei a fazer amizades no Porto. A minha primeira grande surpresa foi que era difícil conhecer alguém que realmente era do Porto. Nas faculdades e, mesmo na Radio, quase todos tinham nascido algures, num ponto qualquer do nosso Portugal profundo. Os meus grandes amigos são desse tempo. As pessoas que eu continuo a admirar e a ter como referência foram conhecidas entre os primeiros anos da faculdade e as primeiras noitadas. O mais engraçado era que se formavam pequenos grupos de naturais de determinado lugar e, o convívio se fazia entre essas pessoas. Com o meu abandono da faculdade perdi o meu grupo Marcoense e, rapidamente tive de encontrar outros grupos… Foi aí que conheci um grupo fantástico de Trás-os-Montes, mais precisamente de Valpaços. Foi o meu primeiro contacto com os Transmontanos e, rapidamente ganhei uma grande admiração pelo caracter e simplicidade deles. No Naif, eram a espinha dorsal do bar e companhia de quase todas as noites. Na vida tornaram-se amigos para sempre e, apesar de separados pela distancia, sempre presentes no meu coração. Por isso, o Porto, continua a ser a cidade mais bonita do mundo. Não só pela sua beleza única mas, principalmente por aí ter vivido os melhores anos da minha vida. E todos os dias, continua a ser o Porto de chegada para muitos…Para mim vai ser sempre o Porto de encontro.

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DIAS de NAMORO

3ªs, 5ªs e Sábados com KIKO "Pelos Públicos"

Isto de se ser puto e querer-se muito, mesmo muito, ser-se homem depressa e bem, ou seja lá como for!, desde que o sejamos, "obriga-nos" a cometer erros que ficam para sempre, por mais banais que o sejam. Estou a referir-me, tão simplesmente, a esta chatice de, hoje, ter que "desfazer" a barba mais vezes do que desejaria, porque cresce depressa. Não tenho nenhum dado científico que comprove que a barba de hoje tem a ver com o "desfazer-me" dela (inexistente) naquela altura precoce, mas que me serve de moleta, lá isso serve. A mim e a muitos, presumo. E tal como muitos rapazes daquela idade, também eu peguei nas "Gillette" do meu pai para rapar os pelos que mal se viam com o intuito de os enrijecer e os fazer aparecer, para ser homem mais rapidamente, está claro. www.facebook.com/jackpot.portugal 17


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E porquê? Porque, com 12 anos, também já achamos que somos crescidos e que o problema é o nosso corpo não acompanhar essa "adultice", julgamos e sublinhamos, inclusive nos diálogos com os da nossa geração, todos vitimas desse "peso" que é ser-se novo, demasiado novo. Do rapar do "bigode" ao peito e aos sovacos (se bem me lembro), foram algumas as vezes em que fiquei decepcionado ao olhar para a resultado que a lâmina me apresentava ao lavá-la: nada de nada. Se não haviam pelos, logicamente, era natural que a lâmina não os inventasse por magia, por desejo! O desfazermo-nos dos pelos "transparentes", em jeito de exemplo, é quase como (imagino) as raparigas usarem roupa que crie a ideia de que existe mais volume onde não existe. No fundo, convenhamos, a teoria é a mesma, embora em sentido contrário. (não, não me vou pronunciar sobre eventuais truques avolumares, que cheguei a ver) Não menos bizarro, naqueles outros tempos, a seguir ao "podamento capilar", era colocar álcool na cara - versão antiga de after-shave, para que, pelo menos mentalmente, aquela actividade adulta - à homem, mesmo homem! - fosse feita com princípio, meio e fim, mesmo quando o fim, na prática, era sempre o mesmo: pele de bebé.

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HÁ IMAGENS QUE FICARÃO PARA SEMPRE NA NOSSA MEMÓRIA...

E PORQUE A VIDA, MESMO A DO PRESENTE, É FEITA DE INÚMERAS IMAGENS, SABENDO NÓS QUE CADA UMA DELAS TRANSPORTA-NOS PARA RECORDAÇÕES, CONTINUAMOS A FAZER QUESTÃO DE PROCURAR, RECOLHER E PUBLICAR MUITAS DAQUELAS IMAGENS QUE DESPERTAM SAUDADES. www.facebook.com/jackpot.portugal 19


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O GRUPO JACKPOT NÃO PÁRA DE CRESCER. E ISSO, EM GRANDE PARTE, DEVE-SE À FORMA SIMPÁTICA E EMPENHADA COM QUE MUITOS DOS QUE NOS LÊEM PASSAM A PALAVRA. MUITO OBRIGADO!

AO RECOMENDAREM O JACKPOT AOS VOSSOS AMIGOS, POR FAVOR, NÃO SE ESQUEÇAM DE LHES SUGERIR QUE FAÇAM "GOSTO" NA NOSSA PÁGINA, PORQUE SÓ ASSIM TERÃO ACESSO A TODAS AS PUBLICAÇÕES QUE FAZEMOS DIARIAMENTE.

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NA SÉRIE ONDE FUI FELIZ

3ªs Feiras com SOFIA CRUZ

"I ♥ Luke Perry!" Esta semana a minha crónica será uma pequena homenagem a todas as raparigas da minha geração que suspiraram à frente da TV... Os sábados à tarde nunca mais foram os mesmos... No início dos anos 90, numa TV ainda meia que cinzenta e desactualizada para os "putos" que entravam no ciclo/secundário, eis que estreou uma série que durou ANOS em vários canais internacionais, por aqui inclusive: "Beverly Hills 90210". E foram espertos... Muito espertos... Por aqui (ainda) não havia sitcoms ou séries direccionadas para um público juvenil, uma certa adolescência que já apreciava a moda, a música e os namoros meio que pueris, meio que quentes... Bom... Discutir a moda da pala no cabelo, das camisas floridas e das calças coçadas de lixívia e meias brancas é como querer esconder profundamente umas origens que teimamos que não existiram. Tretas! Na BH90210 havia isso tudo em formato raparigas giras e gatos que nem se falam!! E nós gostávamos... Se gostávamos! Lá em casa o Rei era o actor Luke Perry, um certo "Rocka Billy" da série, um anti-herói de voz rouca e que vivia à margem dos meninos queques da série mas que se enrolava... com as irmãs deles (sorrisos). E nós, nos nossos quartos de adolescentes tontas, também sonhávamos em ter um Luke Perry - o Dylan - de pala e blusão de couro a segredar ao nosso ouvido... E enquanto ele não chegava, nós recortávamos as fotos da www.facebook.com/jackpot.portugal 21


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"Bravo" e encadernávamos nos cadernos de Matemática de capa negra, com papel aderente e caneta de tinta correctora com corações e "LP"... Sim, porque o BH90210 não terminava ao sábado à tarde, no final de cada episódio; foi uma febre tão grande que as revistas lançavam poster´s dos actores, cromos, notícias... para nosso consolo semanal de meninas que partilhavam sonhos com os mesmos tipos... (Agora há muitos actores para o público que descrevo mas, no início dos anos 90, cá em terras lusas, havia uma escassez de coisinhas bonitas para se ver, fora alguns cantores que nós também tínhamos recortes...) Depois... Depois havia toda a envolvente da série: a Brenda que namorava com o Dylan que a traía com a Kelly, que gostava do irmãogémeo da Brenda, o Brandon (outro menino bonito... ahhhh mas um pouco "sem sal") que gostava não sei bem de quem mas que tinha uma "caixa-de-óculos" que o adorava no silêncio da sua vida de estudante de dar as cópias dos apontamentos... Havia mais personagens assim, bem típicas do secundário mas com glamour e "style quality" (?) made in LA... As praias paradisíacas, as mansões, as festas de bebedeira ao pé da piscina, as "curtes" no quarto - que já era uma coisa bem arrojada para a altura! - os liceus com palmeiras, as hamburguerias... Os amores e desamores, o álcool e a droga, as choradeiras e as aulas... Ai Ai (suspiro), éramos tão fúteis! E adorávamos! (sorrisos)

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À BORLA COM...

LIONEL RICHIE!

Hoje trazemos um intérprete transversal em termos de gerações, já que, ainda hoje, continua a agradar a muitos milhões de pessoas um pouco por todo o mundo. Lionel Brockman Richie, Jr., seja no caminho que teve nos Commodores ou, mais tarde e até à data, a solo, conseguiu criar uma carreira preenchida por prémios e discos de vários "metais". Trata-se de um dos melhores intérpretes de sempre. E há que sublinhá-lo. Os seus concertos, que também já passaram por Portugal, embora algo discretamente, continuam a ser poço lotado de tesouros, sob a forma de recordações, mas não só, porque ele continua a editar discos, mesmo que, como fez recentemente, recorrendo a versões de clássicos, como está a acontecer com "Endless Love". Este concerto em particular, é um espectáculo digno de ser ouvido com especialíssima atenção. É que, além dos êxitos, destaca-se a "juventude" deste senhor de 63 anos de idade. Bom Concerto e... Divirtam-se! Francisco Moreira www.facebook.com/jackpot.portugal 23


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RECORDAM-SE DESTAS CAPAS? De quantas?

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COM QUEM SONHÁVAMOS NAMORAR... MONICA BELLUCCI

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A MINHA CONDIÇÃO

4ªs Feiras com MANUELA CERQUEIRA

“Olá, eu sou a Dolly e sou um clone” A clonagem é um mecanismo comum de propagação da espécie em plantas ou bactérias. Em humanos, os clones naturais são os gémeos idênticos que se originam da divisão de um óvulo fertilizado. Mas então, se a clonagem já existe na Natureza, porque é que a Dolly foi apresentada como uma novidade? Vamos lá ver se eu vos consigo explicar… (sorrisos) A Dolly, uma lãzuda ovelha escocesa, foi clonada a partir das células da glândula mamária de uma ovelha adulta com cerca de seis anos, através de uma técnica conhecida como transferência somática de núcleo. A técnica consiste em transferir, do doador, o núcleo de uma célula somática diferenciada (uma célula não ligada à reprodução) para um óvulo enucleado (sem núcleo) do receptor. Foi precisamente isso que dois investigadores escoceses, Ian Wilmut e Keith Campbell, fizeram. E, surpreendentemente, o óvulo começou a comportar-se como se tivesse sido recém-fecundado por um espermatozóide. E foi assim que a Dolly (cujo nome foi inspirado na cantora Dolly Parton e nos seus famosos atributos…) foi concebida. A Dolly, o primeiro mamífero clonado, nasceu a 5 de Julho de 1996 (já lá vão quase 16 anos!!!!), e consta que levou a vida normal de uma ovelha, tendo, inclusive, procriado. No entanto, em 1999, a revista Nature dava conta de que os telómeros (pontas dos www.facebook.com/jackpot.portugal 27


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cromossomas) da Dolly eram mais curtos do que as ovelhas normais e que, por isso, poderia desenvolver formas de envelhecimento precoce. Certo é que, em 2003, a Dolly acabaria por ser abatida, numa altura em que sofria de artrite degenerativa, uma doença conotada com a velhice. Sabe-se, hoje, que praticamente todos os animais que foram clonados nos últimos anos a partir de células não embrionárias estão com problemas: placentas anormais, gigantismo em ovelhas e gado, defeitos cardíacos em porcos, problemas pulmonares em vacas, ovelhas e porcos, defeitos musculares em carneiros… No entanto, apesar dos múltiplos problemas detectados e das questões bioéticas que entretanto foram surgindo, dentro e fora da comunidade científica, pessoas, como o médico italiano Severino Antinori ou a seita dos raelianos, defendem a clonagem humana. Aliás, os raelianos chegaram mesmo a criar, em 1997, a Clonaid, uma empresa destinada a realizar a clonagem de seres humanos, recorrendo à mesma técnica que deu origem à ovelha Dolly. Ninguém tem dúvidas de que a clonagem da Dolly foi, seguramente, mais um passo rumo ao futuro da genética. Um passo que suscitou a curiosidade de todos, a esperança e o optimismo de alguns, o receio e o cepticismo de muitos. O futuro dirá se esta técnica se tornará segura e uma opção mais de reprodução. Se sim, o futuro também nos dirá se a comunidade científica, e não só, será capaz de definir claramente os procedimentos e os limites físicos, éticos e morais para aplicação da clonagem.

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LUSITANA PAIXÃO

4ªs Feiras com HÉLDER FERRÃO

“Oh…Tem Mesmo que Ser?” Embora sabendo que a máxima desta rúbrica tenciona ser “o melhor da música portuguesa dos anos 70,80 e 90”, não posso deixar aqui de falar de uma banda que não aprecio nem um bocadinho e que – e desculpem a dureza – até me causa uma leve indisposição quando a oiço. Mas como o melhor de muitos é o pior de outros, e vive versa, também ela merece destaque no nosso Jackpot. De quem se trata? É fácil, mas aqui têm algumas pistas: São portugueses, têm milhares de fãs, músicas marcantes e fáceis de cantar, e há mesmo quem tenha as paredes do quarto revestidas com os seus posters, uma visão daquela que é para eles a melhor banda portuguesa de todos os tempos. Já sabem? Ainda não? Aqui têm então mais algumas: Embora existam há vários anos, a sua forma de tocar não parece ter melhorado muito desde o seu primeiro dia como banda; as letras das suas canções são de fraco conteúdo; as atuações ao vivo são pobres e a voz do vocalista principal faz com que a voz de um padre soe cheia de vida e entusiamo durante o sermão de uma missa de domingo às 6 da manhã. Então? Alguém acertou? Se não, aqui vai então a resposta: UHF. Esta banda de Almada formada em finais dos anos 70 é considerada uma das mais prestigiadas do rock português (vá-se lá saber porquê!) Pronto, ok!! Eu paro com o “deita abaixo”, até porque existem, obviamente, pontos muito positivos na carreira destes senhores. Em concerto, chegaram a ser a banda de abertura para Elvis Costello, The Attractions e www.facebook.com/jackpot.portugal 29


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Dr. Feelgood, estávamos nós no ano de 79. Pouco tempo depois, em 1980, chegaram mesmo a tocar na abertura dos Ramones, banda mítica que ainda hoje inspira a melhor banda do mundo, os U2. Nada mau, heim? Já em 1981, a banda participou do Festival Rock in Stock no Pavilhão do Restelo na companhia de bandas de renome nacional e internacional da altura, como os Street Kids, Jáfumega, GNR, Roxigénio, entre outros (…) Embalados pelo sucesso, nesse mesmo ano de 81, a banda fez 138 concertos, pondo-a no topo da tabela como a mais solicitada de sempre para aparecer diante do grande público. Por volta de 1985, depois das algumas mudanças na formação da banda que foram sendo feitas ao longo da sua então curta história, o grupo, por motivos vários, começa a desintegrar-se, e é apenas em 88, finalmente, que a banda regressa às luzes da ribalta com a sua formação totalmente renovada e cheia de força, com a estabilidade necessária para durar e ficar. E ainda bem que assim foi, porque se assim não fosse, em 1999 não estariam cá para assinalar o seu vigésimo aniversário com um concerto na Praça Sony no Parque das Nações que veio a resultar num disco duplo. “Eternamente” de seu nome reunia os principais sucessos da banda, e o seu sucesso foi de tamanho tal que rapidamente chegou a disco de prata só á conta de pré vendas para as lojas… E daí até os dias de hoje, é o que temos visto e ouvido: Muito pouco. Talvez isso não seja uma coisa má, digo eu, que tenho mau feitio quando se trata destes senhores “UHF”. No entanto, e porque nem tudo o que eles fizeram me parece assim tão mau, vou-vos dizer “Até para a semana!” ao som deste “Cavalo de Corrida”, uma das suas melhores…

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HÁ PORMENORES DO PASSADO QUE FICAM PARA SEMPRE, CERTO?

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A QUAL DE NÓS ESTAS IMAGENS NÃO DIZEM NADA?

TODOS NOS IDENTIFICAMOS COM ELAS, DAÍ O JACKPOT.

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A COR DOS TROCOS

5ªs Feiras com MAURÍCIO PINHEIRO “Santos populares”

Estamos em plena época dos Santos Populares. Gosto deste tempo. Dos cheiros, dos sabores, do convívio, do fogo-deartifício… Gosto, pronto! Mas tempos houve em que as minhas festas populares não eram só farra. Também eram trabalho, muito trabalho. Eu explico: casei-me com a filha de um jardineiro. Dos bons! E como a vida nunca foi fácil, o “Bilito” (o meu sogro) aproveitava esta altura para facturar mais uns trocos. Vai daí, todos os anos se montava uma banca na rotunda da Boavista e toca a vender manjericos. Com quadras e tudo, como manda a tradição. E alho-porro e cidreira e alecrim… Material para todos os gostos. Armados de avental, eu e o meu grande amigo “Quim” (alcunha carinhosa, já que ele nem se chama Joaquim nem nada) armávamos a www.facebook.com/jackpot.portugal 33


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tenda e púnhamos em campo todo o nosso poder de persuasão. Mais ele do que eu, confesso. Era um perfeito espectáculo. - Ó rica, leve o meu manjerico que não se arrepende. São só 100 escudos, vá lá. Se quiser pode passar-lhe a mão, que eu deixo (no manjerico, bem entendido). E olhe que este é purinho, não tem sal (e tirava o manjerico do vaso para comprovar). Eu não estou aqui para enganar ninguém! É que, pelo menos naquela altura, dizia-se que alguns comerciantes punham sal no fundo dos vasos. Isto fazia com que a planta ficasse muito verdinha e viçosa… durante uma semanita. Nós não! E a verdade é que, muitas vezes, tinha manjerico até Fevereiro ou Março do ano seguinte. Seria do estrume ou do saber do “Bilito”? Ainda hoje não sei. Pouco importa. Mas eram tardes e noites fantásticas: A oferecer o alho às garotas: - Ó menina, olhe que grande e que grosso… Ou trocar um manjerico por umas tantas farturas com o parceiro da barraca ao lado (grande Alberto); Ou, se chovia, passar o ramalhete de cidreira, com um pouquinho de lama disfarçado, na cabeça dos transeuntes… Enfim, tempos inesquecíveis em que, de uma forma tão alegre e bemdisposta, se misturava festa com trabalho. E não devia ser sempre assim? Já agora, porque a ocasião é propícia e em jeito de aperitivo, deixo-vos com uma singela quadra: Na noite de São João Alegria é o mote E a melhor recordação Fica aqui no Jackpot www.facebook.com/jackpot.portugal 34


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AMAR É... JACKPOTAR!

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PARTE PEQUENA DOS DISCOS QUE DESTACAMOS DURANTE A SEMANA

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COM QUEM ELAS SONHAVAM NAMORAR... SIMON LE BON

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LACA & BRILHANTINA

5ªs Feiras com SUSANA LAPA "Richard Gere"

Existem dois tipos de Homem pelos quais eu largo os meus mais profundos suspiros - os ruivos e os grisalhos. Quis o destino que me casasse com um loiro, que finalmente, ao fim de 22 anos de dedicação, se está a transformar em grisalho. Mas, como isso agora não interessa nada, estou aqui para vos falar do grisalho mais sensual, charmoso, sexy, lindo e todos os mais atributos que se lhe possam chamar e que agora, devido ao pensamento toldado pela sua imagem, eu não me consigo lembrar. Richard é daqueles Homens que pertencem à casta "Vinho do Porto". Os anos passam e ele está cada vez melhor. Em Oficial e Cavalheiro não lhe achava piada nenhuma, mas os anos foram passado por ele e o raio do Homem está cada vez melhor. Em Pretty Woman estava bastante comestível e em Shall We Dance arrebatou-me completamente. É com um video deste filme que vos deixo, numa bela parceria com a não menos bela Jennifer Lopez. Até para a semana! Com muitos suspiros.....................

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GINÁSTICA MENTAL

COM ESTA CRISE QUE NUNCA MAIS ACABA, SE É QUE ALGUM DIA ACABARÁ, PROPOMOS HOJE UM EXERCÍCIO MENTAL QUE, NA VERDADE, POUCO CONTARÁ, MAS QUE, EM TERMOS DE ENTRETENIMENTO CEREBRAL, APARENTEMENTE, PODE SER MELHOR DO QUE UM QUALQUER INTERVALO TELEVISIVO ACTUAL. ASSIM SENDO, NÓS, JACJPOT, PROPOMOS QUE RECUEM O MAIS QUE PUDEREM NO TEMPO DOS ESCUDOS E QUE TENTEM RELEMBRAR O QUE CONSEGUIRIAM ADQUIRIR OU FAZER COM ESTA "PIPA DE MASSA". VÁ, TAL COMO NO EUROMILHÕES, NÃO CUSTA SONHAR...! www.facebook.com/jackpot.portugal 40


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CRAVO & CANELA

4ªs Feiras com MARIA DUARTE "Palavras Cruzadas"

Já que ontem me esqueci de escrever a crónica semanal (feriado, fora de casa), resolvi, hoje, ter um acesso de "loucura" e começar a abordar telenovelas em português de Portugal. Confesso que nunca foram (de todo) as minhas favoritas, mas certos detalhes ficaram. Outro dia, ao fazer "zapping" e passar pela RTP Memória, deparei com a saudosíssima Rosa Lobato de Faria a contracenar com a "eterna menina bem" Manuela Marle (sempre a representar o papel de si mesma), numa telenovela antiga (de 1987), mas da qual ainda guardo algumas recordações: "Palavras Cruzadas", a primeira telenovela de Tozé Martinho como autor. Deixei-me ficar no canal, admirando a naturalidade com que ambas representavam. Seguiu-se uma cena com outra cara que me deixou imensas saudades: Luísa Barbosa e, por isso, deixeime ficar. Mais uma cena em que admirei a naturalidade dos actores e pensei: "Caramba, o que foi que se perdeu na evolução das novelas portuguesas?" A resposta à pergunta, obtive-a agora, ao pesquisar sobre a www.facebook.com/jackpot.portugal 41


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novela: improviso. Enquanto, hoje em dia, a maioria dos actores se encontra demasiado presa ao texto, naquela época (descobri agora), havia uma liberdade imensamente maior em relação ao improviso. Claro que (segundo a Wikipédia), esse tipo de liberdade deu origem a alguns problemas, principalmente da parte da referida Manuela Marle que, em qualquer cena, tratava as pessoas todas por "você" (como faz na vida real) e, ao contracenar com o filho (que fazia o papel de seu sobrinho), chegou a chamá-lo pelo nome real e não da personagem. Curiosamente, a actriz afirma categoricamente que o tratamento por você se encontrava no texto (conhecendo o seu trabalho, torna-se extremamente difícil de acreditar). Outra "gaffe" para a qual a Wikipédia chama a atenção é o facto de nunca se ter especificado de que tipo de doença fatal sofria a doce Margarida (Maria João Lucas), mulher de João Salgado (Tozé Martinho). Até mesmo em conversas entre médicos, tudo era demasiado vago e sem qualquer tipo de termos técnicos. Coisas impensáveis de acontecer em novelas brasileiras... ou mesmo (admito) nas portuguesas dos dias de hoje. Recordo-me de que as cenas de João e Margarida eram embaladas pelo tema "Telepatia", de Lara Li, que foi celebrizado por esta novela e até hoje faz parte da banda nosora da vida dos portugueses. Lembro-me que chorava, sempre que ouvia a música, não só pelos seus acordes tocantes, mas também por associá-las às cenas insuportavelmente tristes de João e Margarida. www.facebook.com/jackpot.portugal 42


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DIAS de NAMORO

3ªs, 5ªs e Sábados com KIKO "O Brasília"

Numa altura em que uma das mais emblemáticas zonas da cidade do Porto, a Boavista, tem um Shopping Center encerrado há anos, o "Dallas", um outro que o querem deitar abaixo, o "Cidade do Porto" e ainda um terceiro que está completamente "moribundo", o "Brasília", opto por relembrar alguns dos momentos que por lá fui passando, pelo "moribundo", aquele que, infelizmente, passou de platina a latão, na escala de poder e glamour dos centros comerciais, que era como se denominavam, julgo. Quando abriu, há 35 anos atrás, e durante muitos, muitos anos, havia quem dissesse e sublinhasse que o "Brasília" era um dos melhores da Europa, porque, em termos de comparação com o resto do país, não haviam dúvidas: era incomparável. Foi no "Brasília" que passei grandes momentos na discoteca "Brasília Club". Foi no "Brasília" que vi e tentei aprender a dançar "Breakdance". Foi no "Brasília" que subi e desci vezes sem conta as escadas-rolantes, as minhas primeiras, talvez. Foi no "Brasília" que comprei as primeiras alianças de comprometido em ouro, e numa ourivesaria com o meu apelido de então. www.facebook.com/jackpot.portugal 43


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Foi no "Brasília" que passei tardes e mais tardes de Domingo a fazer companhia ao pai da minha namorada da altura. Foi no "Brasília" que comprei o meu primeiro bilhete de avião, na TAP, para ir ao Brasil. Era para o "Brasília" que muitas vezes me dirigia; primeiro de autocarro(s), depois à boleia e mais tarde já a conduzir o meu "Renault 5 GTL" de cor "verde-escarro". (uma dia contarei a minha vida com ele, o "KIS", como o baptizei, ou talvez não! - risos) Ironicamente, mesmo sabendo que o "Brasília" está "moribundo", continuo a passar por lá quase todos os dias 23 ou 24 de todos os Dezembros, para fazer algumas compras de Natal. Acho que é por puro saudosismo, porque, geralmente, o que compro, são "opções auto-forçadas", para dizer que lá fui, que fiz compras, ou melhor, que ainda lá fiz compras, poucas, vá! Tenho esta mania de me afeiçoar às coisas... para sempre, a mesma mania que tenho para com as pessoas, os lugares... Doí-me ver o melhor Shopping Center "deitado à porta da rua por cima de um papelão de esperança", da que já não o é há anos e mais anos. Dói-me este coma profundo e sem sinais de hipótese de vida que tentam afundar algumas das muitas boas memórias que de lá trouxe. Mas, sonhador que sou, ainda acredito - com dificuldade - que, um ano destes, alguém pegará numa "lata de tinta" e pincelará todo o tanto que o "Brasília" já foi, nem que seja para eu ter onde fazer todas as compras de Natal, lá nos dias 24, como aprecio. É que foi no "Brasília" que eu e muitos também crescemos um pouco... ou muito.

* Uma nota para o "Dallas", porque também merece ser relembrado. Foi no "Dallas" que comprei alguns dos melhores LP da minha vida, como por exemplo o "Slippery when wet", dos Bon Jovi, e o "Rebel Yell", de Billy Idol, entre tantos outros. (numa discoteca que ficava quase à entrada, depois de se subir toda aquela imponente escadaria, na altura)

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HÁ FILMES QUE FICARAM E FICARÃO PARA SEMPRE!

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HÁ FILMES QUE NOS FIZERAM CHORAR, RIR, SONHAR, ACREDITAR, SONHAR... E DESEJAR, ALÉM DE CRESCER.

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PLATINA

5ªs Feiras com JOSÉ GONÇALVES

Um novo ano “estreia” em PLATINA, nesta viagem até 1996, o ano em que, para além da surpresa propiciada pela clonagem da “Dolly”, que a MANUELA ontem trouxe ao JACKPOT, outro (preocupante?) avanço tecnológico se registou, com a vitória do computador “Deep Blue” sobre o mestre KASPAROV – é verdade que depois perdeu, mas apetece-me dizer que “os dados estavam lançados”... Nestes dias “de bola”, a recordar também que 1996 foi o ano da vitória alemã no Euro da “Geração de Ouro”, prematuramente afastada por POBORSKY, em que começou a loucura do POKÉMON e em que D. XIMENES BELO e RAMOS-HORTA receberam o Nobel da Paz. Foi também o ano de lançamento do Motorola StarTAC, o telemóvel que eu sempre quis ter, quiçá por ser o que mais aparecia nos filmes (embora por cá nunca o visse com aqueles números verdes ‘à la’ “Matrix”...), e que mais tarde compraria por mil “paus”! Uma confissão – aliás, duas –, se me impõem a propósito da escolha discográfica de hoje: não foi no ano de lançamento que conheci o álbum, nem foi através dele que conheci a banda... o mérito da “apresentação” caberia, mais uma vez, ao meu sobrinho NUNO, que em 1998 me deu a ouvir um outro disco, o “Best Of...”; entendi preferível, todavia, trazer aqui um álbum que não uma compilação e, por isso escolhi “Murder Ballads”, de NICK CAVE AND THE BAD SEEDS, banda “de culto” para mim e, por isso, incontornável nestas minhas crónicas. “Murder Ballads”, mesmo se a ROLLING STONE o considerou como que www.facebook.com/jackpot.portugal 47


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um apogeu de CAVE, não é um disco fácil de digerir: sombrio, pleno de contos macabros, é tudo menos “feliz”... nem podia, com uma contagem de 65 vítimas (!), mas as suas histórias de morte, crime (e amor no meio, ainda que em tons igualmente escuros...) são-nos magistralmente contadas. A abertura bem podia integrar a banda sonora de “Amityville”, na feérica “Song of Joy” e no seu cadenciado piano – aliás, neste como noutros dos seus discos, as profundezas da voz de CAVE são, amiúde e brilhantemente, sublinhadas por instrumentos clássicos (constante que marca também “No More Shall we Part”; o meu álbum favorito dele, e que aqui não trago por ser já deste século). A carnificina continua em “Stagger Lee”, espécie de “proto-rap” inspirado no folclore norteamericano, onde, além dos tiros, abundam os palavrões que a deverão, em boa parte, responsabilizar pelo aviso parental da capa... O primeiro dueto deste disco é com PJ HARVEY, que ajuda CAVE e os BAD SEEDS a assinarem com notável brilho a inspiração ‘folk’ de “Henry Lee”, antes de nos deixarmos, como ela, perder no trauteio urgente duma “Lovely Creature”, que não é - mas bem poderia ser... – a doce KYLIE MINOGUE, “cúmplice do crime” em “Where the Wild Roses Grow” e a sua história da trágica paixão de Eliza Day, por quem os sinos dobram e os violinos conseguem... chorar. E a linha que assinala o meio do álbum é tudo o que separa esse lamento da fúria assassina de Lottie na letra “impossível” (espreitem-na e perceberão) de “The Curse of Milhaven”: 23 mortos numa canção que quase soa... alegre! À dolente história de Mary Bellows em “The Kindness of Strangers” sucedem a vingança em tom de ‘blues’ e o coro angelical (?!) de “Crow Jane”, que dão lugar à ira na voz, ao sarcasmo e ao piano “zangado” de “O’Malley’s Bar” – 14 violentos minutos de mais uma letra “indecorável”... Como muitos acreditarão, “Death is Not the End” e esta ‘cover’ a várias vozes dum tema de BOB DYLAN, na qual – finalmente... – ninguém perece, fecha o disco e esta crónica... em paz! www.facebook.com/jackpot.portugal 48


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JÁ SONHAMOS SER HERÓIS. JÁ SONHAMOS SER FAMOSOS... E INSPIRAMO-NOS INÚMERAS VEZES NAS PERSONAGENS QUE NOS ENTRAVAM PELOS "OLHOS" DENTRO...

NÃO NOS FALTAVAM... ALTERNATIVAS!

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O QUE LIAS OU FAZIAS DE CONTA QUE LIAS?

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MAIORES DE 18

6ªs Feiras com LILIANA AMARAL

Então, esse coração já recuperou? Os Cardiologistas devem estar com as agendas cheias por estes dias! É que não há artéria, seja aorta ou outra qualquer, que consiga aguentar aquilo que a nossa Selecção nos fez passar... E foi só uma parte... Domingo, que seria dia santo e de descanso, lá vamos nós outra vez... Aguenta coração!! Hoje, e para entrar no espírito desta e de outras Selecções Tugas, vamos relembrar... The Green Mile – À Espera de Um Milagre (1999) Começo por confessar que este é um dos meus filmes preferidos... sim, a história não é real nem nada que se pareça, tem alguma ficção científica e em pouco ou nada se encaixa nos itens que tenho vindo a dar como minhas preferências, mas... olhem... há coisas que não se explicam, sentem-se! E este é um desses casos! Corre o ano de 1930 e Paul Edgecomb é um dos guardas da prisão Green Mile. Ele, além de cínico é já veterano no corredor da morte. A sua sanidade mental deteriorou-se com o decorrer dos anos, observando homens que entram vivos e saem mortos, de forma provocada. Edgecomb está prestes a mudar completamente de atitude. John Coffey tem oito metros de altura, tem mãos do tamanho de pás, mas tem medo de dormir no escuro. E foi acusado do homicídio de duas www.facebook.com/jackpot.portugal 51


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meninas. Edgecomb e outros guardas da prisão, como Brutus, um guarda simpático e Percy, uma pessoa perversa e violenta, estão envolvidos numa experiência estranha que envolve ratos inteligentes e execuções brutais. Mas a verdadeira experiência é quando se revela a verdadeira identidade de Coffey e a dúvida que paira sobre a sua inocência. Esta história tem a particularidade de ser contada em flashback por Edgecomb, quando este já se encontra num asilo. Realizado por Frank Darabont, conta com grandes nomes no cartaz como Tom Hanks (gosto!!!!), Michael Clarke Duncan, David Morse, Bonnie Hunt , James Cromwell, Michael Jeter, Graham Greene, Doug Hutchison, Barry Pepper, Jeffrey DeMunn, Patricia Clarkson, Harry Dean Stanton e Eve Brent. Acreditem que se forem pesquisar estes nomes, conhecem nos a todos, pelo menos quase todos. Na banda sonora temos músicas como “Cheek to Cheek” por Fred Astaire e “I cant´t give you anything but love”” de Billie Holiday. Esteve nomeado para 4 Estatuetas Douradas. Melhor Actor Secundário, Melhor Filme, Melhor Som e Melhor Argumento. Se nunca viram... (shame on you) :) vejam, MESMO! Se já viram, será que gostaram tanto como eu, ou nem por isso? Quanto á Selecção de todos nós, nada de novo... máquina de calcular na mão, contas e mais contas... pelo menos dependemos só de nós, desta vez, e espero bem que não precisemos de estar todos, até á última, “Á Espera de um Milagre”!

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COM QUEM ELAS SONHAVAM NAMORAR... GEORGE MICHAEL

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BOLA de ESPELHOS:

6ªs Feiras com DJ NUNO COSTA "Sash"

Sascha Lappessen, mais conhecido como SASH!, nasceu em Junho 1970 em Nettetal (Alemanha ) Aos 6 anos, Sascha jogou num clube de futebol (SC Lobberich), Aos 12 anos, marcou 65 golos numa só época, recebendo posteriormente um oferta do Borussia Monchen-gladbach,mas o seu pai decidiu pôr um fim à sua carreira de futebolista! Sascha passava maior do seu tempo livre em casa, maior parte desse tempo era a tocar um órgão, que lhe tinham dado aos 6 anos de idade. Mais tarde, Sascha descobriu que podia ganhar dinheiro com o seu talento musical. Todos os anos ele ia passar umas férias na neve e ele descobriu que os turistas davam grandes gorjetas, por ele tocar o seu órgão no hotel! Sascha Lappessen com o passar dos anos, desenvolveu o seu talento, chegando a trabalhar numa discoteca! Actualmente SASH! É um dos grandes nomes da Pop Dance Music! Remember, No Music, No Life!

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À BORLA COM...

ELTON JOHN!

Um dos mais respeitados intérpretes das últimas décadas merece sempre ser ouvido com especial atenção, razão pela qual, hoje, entendemos destacar a presença de Reginald Kenneth Dwight no Jackpot. Sir Elton John, neste espectáculo brilhante, mostra-nos muitos dos seus mais antigos sucessos. E com uma interpretação intensa, digna de ser vista e ouvida com especial atenção. (sem esquecer, claro, o seu vestuário peculiar) Desta feita, viajamos com ele até à Austrália, recuando no tempo qualquer coisa como 26 anos. Isso, 26 anos! E é incrível como, 26 anos depois, ele, agora com 65 anos, continua a ter energia mais do que suficiente para enfrentar multidões em qualquer parte do planeta, embora com uma postura já algo diferente da de então, e sempre com lotação esgotada. O que se pode ouvir neste concerto será reconhecido inclusive pelas gerações mais novas, já que as canções - autênticos hinos, alguns deles, são transversais no que diz respeito ao espaço temporal. Não percam pitada deste espectáculo, porque ele é único, além de ser de Elton John, que, goste-se mais ou menos, é, sem dúvida, um dos maiores vultos da música, e de sempre. Há que sublinhá-lo, ao artista, e à carreira de incomparável sucesso. www.facebook.com/jackpot.portugal 56


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ALGUNS DOS LP'S QUE COMPRAMOS... OU VIMOS NAS DISCOTECAS...

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HÁ CAPAS QUE FIZERAM MESMO... HISTÓRIA!

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DIAS de NAMORO

3ªs, 5ªs e Sábados com KIKO "Renault 5" - Parte 1

Fui um daqueles casos raros, na década de 80, que teve carro antes de ter carta de condução. E o meu "Renault 5" - o carro mais vendido na altura, ficou da minha irmã Portuguesa para mim, oferecido pela minha irmã "Brasileira", que ofereceu o primeiro carro a ambos. E não tendo garagem, lá se arranjou um local onde o carro hibernou à espera do seu próximo condutor: o "medricas" que se recusou a conduzi-lo por não estar habilitado para tal. Infelizmente, reprovei uma vez no exame de código e outra vez no exame de condução, o que fez com que a carta, conquistada (e mal) em 1989, acabasse por custar quase 100 contos, o dobro do que custaria se eu tivesse passado à(s) primeira(s). É, demorei 1 ano a tirá-la. E o "Renault 5", com a sua cor peculiar: "verde-escarro", lá se manteve, paciente, à minha espera. A 6 de Agosto de 1989, lá consegui ter direito a comprar o "ovo estrelado", um autocolante obrigatório para quem era maçarico. Este autocolante amarelo, que se colava nas traseiras do carro durante 2 anos, impedia que se ultrapassassem os 90 km/hora e permitia que se levassem "bocas" dos outros condutores, os "profissionais", constantemente, tipo: dia, sim, dia, sim. Mas... 90 km/hora, isso não era muito?! Era muitíssimo. Já que, para mim, nos primeiros dois meses, ultrapassar os 40 era um problema, principalmente pelo facto de os 90, no conta-quilómetros, estarem demasiado próximos dos 160, o máximo. Lembro-me de aselhices extraordinárias, assim ao jeito de "que vergonha". www.facebook.com/jackpot.portugal 59


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Com um amigo, o Vitó, já encartado e bom condutor, no meu primeiro dia a conduzir a sério, fui em frente num cruzamento, indo parar ao meio das árvores, num pinhal. Por sorte, e porque ele "sacou" do travão de mão, o "KIS" (como apelidei o carro, por causa da marca da chave, e por ter um "K" de Kiko) não sofreu nenhuma arranhadela. Ufa! (quase desisti para sempre) Ridiculamente, quase impunha aos meus "passageiros" (quanto menos, melhor) que saíssem do carro para irem ver se vinham carros da Avenida Gomes Júnior, já que a minha Rua da Pitada não me dava raio de visão suficiente para avançar com confiança. (o ponto de embraiagem era um dilema - queimei algumas) Nas viagens, obviamente, só se poderia falar do indispensável, porque eu tinha que estar concentrado à "Paulo Futre", tamanho era o receio de bater ou de me baterem, no carro, claro. Circular na autoestrada?! Nem pensar! Antes de ter coragem para essa aventura, tinha que treinar muito pelas ruas da Madalena, Coimbrões e Valadares, e de preferência em horários com redução significativa de fluxo automóvel. Qual o local de verdadeiro trânsito que me punha a mais "milhas" dele? A rotunda da Boavista, sem dúvida. Que "medo"! (Eu achava que quem conseguisse conduzir naquela rotunda, conseguiria conduzir em qualquer parte do mundo. E que eu não estava à altura, já que para fazer inversão de marcha na minha rua - deserta - havia que ter tempo e tentativas a condizerem.) Uma das partes que mais apreciava no ter carta - pasmem-se!- era lavar o carro na minha rua, com todos os apetrechos e mais alguns, os quais me ajudavam a retirar-lhe o excesso de champô (auto, claro!) com que sempre o contemplava. Sim, usava aquelas "árvores de cheiro". Sim, tinha um auto-rádio foleiro. Sim, cheguei a ficar sem gasolina. Sim, fui enganado por mecânicos. Sim, vi o carro a ser assaltado, e mais do que uma vez. (mas eram simpáticos, já que não partiam os vidros, nem causavam grandes danos) Sim, sim e sim... a mais uma série de coisas... Sem esquecer as paragens para "namorar" junto ao areal...

* O meu primeiro "milhares de quilómetros", vulgo, carro, tem muitas histórias associadas, mas ainda vou pensar em como contornar algumas das suas "curvas" e "contra-curvas", as das histórias, claro. (risos) www.facebook.com/jackpot.portugal 60


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LEMBRAM-SE DA MENINA DE "I DON'T WANT YOUR MONEY, I WANT YOUR LOVE"?

WENDY JAMES ( bem atrevida, a julgar pelas fotos nua que optamos por n達o apresentar)

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SER PORTUGUÊS... É MUITO MAIS DO QUE UM ESTADO DE ESPÍRITO PROVOCADO POR UM RESULTADO DE FUTEBOL.

SER PORTUGUÊS... É SÊ-LO SEMPRE, POR TUDO, POR NADA, POR TODOS, POR NÓS.

VIVA PORTUGAL! www.facebook.com/jackpot.portugal 62


JACKPOT Magazine Nº11  

O melhor do passado... HOJE!

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