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EMPRESAS & ECONOMIA

ouse das grandes soluções

ige, Unicer, BP e mais 300 pequenas e médias empresas dr

DB-Mário Nicolau

mental e explica o sucesso da empresa. “A BetterSoft é mais ágil no tempo de resposta e nos custos”, afirma sabem o que a distribuição vende ao mercado”. Com a solução da BetterSoft “ficam a conhecer o cliente final, tendo uma visão global do mercado”. Na sequência deste tra-

“respira” cultura regular-

veniências dos clientes/ az à Baixa uma loja assim...

balho, foram criados outros produtos: gestão e acompanhamento de objetivos, mobilidade e uma plataforma de colaboração, workout, que “facilita a comunicação”.

Hoje em dia, como já possui muitas referências no mercado, a BetterSoft é contactada regularmente por “outras empresas que querem ter as mesmas ferramentas de gestão

que fornecemos aos nossos clientes”. Sucedem-se as apresentações (a viagem a Silicon Valle foi memorável – “só não temos os mesmos recursos e processos”) e o “passa a palavra” faz o resto.

Xpara ver A Orquestra Clássica do Centro (OCC) realiza, hoje, pelas 16H30, um concerto pedagógico, no Pavilhão Multidesportos. Organizado em colaboração com a Câmara de Coimbra e tendo o apoio das “Águas de Coimbra”, o concerto destina-se à comunidade escolar da região de Coimbra. Durante o espetáculo, o Maestro Artur Pinho Maria dará a conhecer a Orquestra e os seus instrumentos, envolvendo o público. No final do espetáculo serão interpretados, por alunos e Orquestra, os temas “Sinfonia dos Brinquedos”, “Mira- me Miguel”, “Coimbra” e “A Portuguesa”. Fique também atento à Conferência/Concerto estreia “Novas Obras de Compositores Ligados à OCC” que se realiza no dia 29 de Novembro, pelas 21H30, no Pavilhão Centro de Portugal. Vá ouvir música com a OCC.

Experiência e agilidade explicam o sucesso da empresa conimbricense, que beneficia do “fácil acesso a mão-de-obra qualificada”. Nas apostas estratégicas, Jorge Marques inclui Angola, Moçambique, Espanha e o Brasil. Por vezes, os efeitos das apresentações no estrangeiro não são imediatos, mas “fica lá a semente e um dia essa semente dará resultados”. Entretanto, a oferta dos serviços mudou radicalmente, já que a maioria dos clientes da BetterSoft trabalham no datacenter da empresa, o que representa uma “opção de segurança”. Cada solução já existente é adaptada às necessidades de cada cliente, pelo que a investigação está sempre na ordem do dia. A teleassistência é uma área fundamental no funcionamento da empresa e nos investimentos – o apoio ao Clube de Vela de Coimbra é um exemplo na responsabilidade social. O edifício previsto para o Coimbra iParque está na agenda. “É importante e ajudará a fechar negócios. Parar é morrer”, conclui.

DIÁRIO AS BEIRAS SEGUNDA 22|11|2010

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ESTUDO

Baixa por doença avaliada Os dias de baixa por doença são a principal razão de perda de capital humano para a economia de um país, segundo um estudo conduzido pelos investigadores do Grupo de Investigação em Serviços Sanitários do Instituto de Investigação Hospital del Mar, de Barcelona. O estudo foi conduzido em 24 países dos cinco continentes, incluindo Portugal, e faz parte da Pesquisa Mundial de Saúde Mental da Organização Mundial de Saúde. O trabalho detetou que os problemas de saúde que mais afetam a produtividade de um país são os associados à dor, como artroses, dores cervicais e dores de costas. Estas doenças são as que mais incapacitam o indivíduo de trabalhar, representando 21,5 por cento de todos os dias de baixa completa, seguidas de enxaquecas, dores de cabeça graves, doenças cardiovasculares e depressão. Em comparação com os dados de outros países europeus, Portugal é o que tem a prevalência mais alta, com números que se aproximam dos dos EUA, que tem mais prevalência de perturbações psiquiátricas no mundo, com 26,3 por cento.

rfarpas@centro A Turismo do Centro foi constituída sem a participação do município de Coimbra, nem das importantes zonas turísticas Leiria-Fátima e Serra da Estrela. É uma superestrutura dispendiosa, que passa os estímulos errados. O que interessa, quiçá para viabilizar orçamentos de instituições sem sentido, é obrigar a pertencer a esse clube criado à pressa. O governo não acautelou os interesses do Centro. Manteve o Sr. Presidente da Câmara de Coimbra uma posição firme, colocando-se à parte de um processo lesivo dos interesses da região. Alertou para o facto de os assuntos públicos não poderem estar à mercê de “humores de um membro do governo”. Carlos Encarnação tem toda a razão: “o que temos é uma sombra do que deveria ser uma entidade de adesão livre e muito menos representativa do que a sua importância merece”. Perde Coimbra. Perde o Centro de Portugal. Perdemos todos.


comCentro 20/11/2010 b